Ausência de Datena cria problemas na grade do SBT: entenda

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Ao que tudo indica, José Luiz Datena está causando problemas na grade do SBT. Desde que decidiu adiantar suas férias, em 13 de fevereiro, o Tá na Hora registra baixa audiência e causa preocupação no canal de Silvio Santos.


Apresentado por Bruno Peruka na ausência de Datena, o jornalístico teve média de 3,2 pontos, segundo dados divulgados pelo site O Antagonista.


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O apresentador José Luiz Datena
José Luiz Datena estreou no comando do Tá na Hora
SBT anunciou a contratação de José Luiz Datena
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O apresentador José Luiz Datena

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O apresentador José Luiz Datena

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José Luiz Datena estreou no comando do Tá na Hora

Divulgação
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SBT anunciou a contratação de José Luiz Datena

SBT/Divulgação


Como forma de comparação, a Band bateu 3,3 pontos com o Brasil Urgente e o Jornal da Band no mesmo período.


No último dia 11, o SBT emitiu nota sobre o afastamento de Datena do canal e negou que ele tenha deixado a apresentação do jornalístico.


“O apresentador apenas trocou suas folgas do Carnaval para os dias 13 a 20 próximos, quando estará em viagem com sua família”, afirmou a assessoria.






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SEEDF lança programa de formação continuada para professores da EJA – Secretaria de Estado de Educação

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Ação faz parte do Pacto pela Superação do Analfabetismo de Jovens e Adultos


Por Lívia Barros, Ascom/SEEDF


 


Secretaria de Educação abre inscrições para cursos de formação para professores da EJA | Foto: André Amendoeira, Ascom/SEEDF


 


Em resposta à adesão ao Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (EJA), ao qual a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) aderiu em maio de 2024, a Pasta lançou, nesta terça-feira (18), o Programa de Formação Continuada e em Serviço da Educação de Jovens e Adultos, o ProfsEJA.


 


O programa é uma das estratégias e ações que visa ao fortalecimento da modalidade de ensino. A iniciativa prevê a formação de todos os profissionais da educação que atuam na EJA: professores, coordenadores pedagógicos, supervisores e gestores escolares. Ainda serão contemplados por esse programa todos os educadores populares do programa DF Alfabetizado.


 



A Secretaria de Educação aderiu ao Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos, do Ministério da Educação (MEC), em maio do ano passado. Desde então, diversas ações vêm sendo realizadas.


 


“Um ponto importante é o programa de formação continuada e em serviço para os profissionais da EJA, instituído no DF como ProfsEJA, que visa a qualificar nossos profissionais e ressignificar a prática pedagógica, favorecendo a permanência escolar e a conclusão da educação básica”, afirma Lilian Sena, diretora da EJAda Secretaria de Educação do DF.


 


O programa foi formulado em parceria com a Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Uni-Eape), e os articuladores e formadores regionais serão os responsáveis por essa importante ação no âmbito das Coordenações Regionais de Ensino (CREs).


 


A formação terá duração de dois anos e está organizada em quatro módulos. Cada módulo conferirá uma certificação de 120 horas, totalizando 480 horas de formação continuada ao final desse período.


 


As inscrições para o curso estarão abertas entre os dias 18 e 27 de fevereiro de 2025 e podem ser efetuadas por meio dos seguintes formulários:


 


Profissionais que atuam na EJA no turno diurno


 


Profissionais que atuam na EJA no turno noturno








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Dieta carnívora: por que comer só produtos de origem animal é um risco

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Entra ano, sai ano, e as dietas da moda desfilam pelas redes sociais e pelo boca a boca com suas promessas de emagrecimento. Atualmente, uma das mais populares — e controversas — atende pelo nome de “dieta carnívora”, rica em proteínas e produtos de origem animal, como carne, ovos e laticínios.


O modelo é tema de uma publicação, no último dia 22 de janeiro, na respeitada revista científica JAMA Cardiology. O artigo traz o caso de um homem de 40 anos que adotou um cardápio com espaço para mais de três quilos de queijo por dia, além de hambúrgueres, filés e tabletes de manteiga como opções de lanche.


Após oito meses consumindo esses alimentos, seus níveis de colesterol alcançaram a marca de 1.000 mg/dl – cinco vezes o que se considera normal. Entre os resultados desse excesso, o indivíduo desenvolveu xantelasma, distúrbio em que depósitos de gordura se acumulam sob a pele, e os nódulos engordurados e amarelos despontaram nas palmas de suas mãos. As imagens correram o mundo. “O exagero na ingestão de gordura saturada favorece essa condição”, comenta o nutrólogo Celso Cukier, do Hospital Israelita Albert Einstein.


Cortes gordurosos de carnes, assim como o leite e seus derivados nas versões integrais, entre outros itens de origem animal, costumam concentrar os tais ácidos graxos saturados, tipos de gordura atrelados ao aumento do LDL, o chamado colesterol ruim.


Altas taxas de LDL, por sua vez, estão envolvidas com inflamações e a acumulação de gordura nas artérias, favorecendo a formação de placas. “Esse processo contribui para eventos cardiovasculares como o infarto”, alerta a nutricionista Milena Gomes Vancini, coordenadora do Ambulatório de Nutrição no setor de Cardiopatia Hipertensiva, Lípides, Aterosclerose e Biologia Vascular, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).


Cardápio restrito


Quem segue a dieta carnívora exclui do cardápio grãos, frutas, hortaliças e produtos classificados como ultraprocessados (industrializados que extrapolam em gordura, sódio, açúcar e aditivos).


Os adeptos — que consomem, além de todos os tipos de carnes vermelhas, aves, pescados, miúdos, ovos e lácteos com baixo teor de lactose — mencionam melhoras no metabolismo e perda de peso, mas a literatura científica carece de estudos robustos, bem fundamentados, sobre seus efeitos.



Por outro lado, não faltam evidências de que a falta de equilíbrio na alimentação está por trás de diversos prejuízos. Inclusive, em 2020, o cantor britânico James Blunt, que aderiu à dieta carnívora, foi diagnosticado com escorbuto — doença causada pela carência de vitamina C e que provoca sintomas como sangramentos nas gengivas e cansaço.


A retirada de carboidrato pode resultar, no mínimo, em desânimo. “O nutriente é fonte essencial de energia para nossas células”, pontua Cukier. “Deve ser incluído, em um contexto saudável, sem exageros, de preferência nas versões integrais.”


Embora indispensável, o carboidrato sempre é o primeiro a ser riscado nesses modismos. E o movimento vem de longe. Um dos pioneiros famosos foi o cardiologista Robert Atkins, que, nos anos de 1970, criou a dieta que leva seu sobrenome. Ao longo das décadas, surgiram variações mais modernas de low carb — termo em inglês que significa “pouco carboidrato”.


Acrescente-se à lista a dieta paleolítica, que tenta imitar o menu do tempo das cavernas, e ainda a cetogênica. “A dieta cetogênica tem um protocolo dietético, com indicações específicas, como em casos de epilepsia, por exemplo”, afirma Vancini. Mas não deve ser seguida sem orientação profissional.


Além de a maioria desses cardápios excederem nas gorduras saturadas, eles tendem a carregar na quantidade de proteínas, exigindo trabalho redobrado dos rins para processar e eliminar os resíduos proteicos.


E no caso da dieta carnívora, a ausência de fontes de fibras ainda contribui para danos ao intestino. “Pode prejudicar a motilidade intestinal e a microbiota, levando a um quadro de constipação e atrapalhando, inclusive, a absorção de nutrientes, sobretudo as vitaminas e os sais minerais”, adverte a nutricionista da Unifesp.


A Dieta Planetária


Na contramão desses cardápios radicais, surgiu a Dieta Planetária. Além de recomendar o consumo equilibrado de frutas, legumes, verduras, grãos integrais, feijões e castanhas, estimula modelos sustentáveis para a produção de alimentos e valoriza a biodiversidade.


Foi criada em 2019, a partir de um relatório elaborado por uma comissão formada por 37 estudiosos, de 16 países, chamada EAT-Lancet. O documento sugere a redução no consumo de carne, com ampliação de itens do reino vegetal. Destaca ainda a diminuição do açúcar de adição, além de questões como a utilização de água e a emissão de gases de efeito estufa.


Envolve, portanto, cuidados com a preservação do ambiente e desponta em estudos pelos benefícios à saúde. Um dos trabalhos mais recentes é uma revisão de estudos publicada em dezembro de 2024 no periódico Clinical Nutrition e aponta um elo entre o plano alimentar e a redução do risco cardiovascular, do diabetes e do câncer.


Outros estudos revelam ainda que pode ser uma aliada no combate à obesidade. A presença de ingredientes ricos em antioxidantes, vitaminas, sais minerais, fibras, entre outras substâncias protetoras, ajuda a explicar esses benefícios.


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Distrito Federal e mais 11 estados são atingidos pela terceira onda de calor do ano

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Uma nova onda de calor chega ao Distrito Federal, e, com a sensação térmica elevada e a intensa exposição ao sol, é necessário atenção redobrada para manter a saúde e evitar sintomas comuns nesse período, como cansaço e dores de cabeça. Esta é a terceira vez que as temperaturas altas atingem o território brasileiro desde o começo do ano. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é que as temperaturas sigam intensas até o fim da semana em áreas do Sul, Sudeste e Nordeste, com máximas que podem ficar mais de 5°C superiores à média climatológica para o período.


Temperaturas altas expõem as pessoas a diversos riscos, alerta a Defesa Civil | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília



“Os alertas têm por objetivo a proteção da população e a informação sobre os riscos mais altos nesse período de calor. Usamos a prevenção para mitigar as consequências que as temperaturas mais elevadas podem trazer”


Capitão Mauro Coimbra, gerente da Defesa Civil



A Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil (Sudec), vinculada à Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), segue as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e monitora continuamente as condições climáticas do DF aferidas pelo Inmet. Quando observados índices inferiores a 30% persistentes por dois dias consecutivos, a pasta emite alertas à comunidade. Os alertas são enviados por SMS, destacando a importância dos cuidados necessários neste período. Para recebê-los, é preciso fazer um cadastro prévio, enviando o CEP para o número 40199.


O gerente da Defesa Civil, capitão Mauro Coimbra, reforça: “Os alertas têm por objetivo a proteção da população e a informação sobre os riscos mais altos nesse período de calor. Usamos a prevenção para mitigar as consequências que as temperaturas mais elevadas podem trazer”. 


Entre as principais orientações da Defesa Civil estão manter a atenção com a hidratação de recém-nascidos, crianças, idosos e doentes; evitar a exposição direta ao sol nos horários de maior calor; usar roupas leves e arejadas e também utilizar umidificadores de ar ou toalhas molhadas. Com as altas temperaturas, também é inadequado deixar crianças ou animais no interior de veículos estacionados. Em situações de risco, a população deve acionar o Corpo de Bombeiros (CBMDF) pelo telefone 193.


Cuidados com a saúde


A chefe do serviço de Nefrologia do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Núbia Moreira, afirma que durante o calor a perda de água pelo organismo é maior, aumentando a chance de desidratação: “As consequências são maiores chances de dor de cabeça, fraqueza, tontura, cansaço, cãibras e ressecamento da boca e pele, além da possibilidade de sintomas mais graves, como a queda brusca da pressão arterial, confusão mental, coma e até morte. A desidratação é mais comum em pacientes pediátricos e idosos, por isso é importante manter atenção redobrada com essa faixa etária”.


Confira, a seguir, quatro dicas importantes com os principais cuidados que a população deve ter nesse período mais quente, de acordo com a especialista da área de saúde.


Hidratação


Uma das principais recomendações é manter bom nível de hidratação; cada pessoa deve ingerir uma média de 35ml de água por quilograma de peso, diariamente | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília


Manter-se hidratado é essencial, sendo indicado tomar muita água durante o dia, mesmo sem sentir sede. Cada pessoa deve ingerir uma média de 35ml por quilograma de peso diariamente;  em dias quentes, esse valor pode extrapolar essa quantidade. Para uma pessoa de 60 kg, seriam 2,1 litros de água por dia.


As exceções ficam para pacientes com restrição da ingestão hídrica (com deficiência da função renal que não conseguem eliminar líquido adequadamente pela urina) ou aqueles com insuficiência cardíaca, que também podem apresentar dificuldades – como inchaço e cansaço, a depender da quantidade de líquido ingerida.


Também é primordial ter atenção ao consumo excessivo de álcool, visto que bebidas alcoólicas causam desidratação por ser uma substância diurética que aumenta o fluxo urinário. Logo, é importante que a pessoa que decida consumir álcool também opte por beber água constantemente.


Alimentação balanceada


A alimentação também precisa ser pensada para dias mais quentes, dando preferência para alimentos leves, de digestão mais rápida e ricos em água. Evitar consumo excessivo de sal que pode ajudar na retenção hídrica, aumentando a sede e necessidade do organismo por água. Optar por uma alimentação leve e rica em frutas, verduras e legumes ajuda não só a minimizar os sintomas causados pelo calor, mas também a manter o sistema imunológico preparado para enfrentar adversidades que podem surgir nesse período.


Evitar esforços


Outra dica importante é evitar esforço extenuante ou atividade física nos horários mais quentes do dia, interrompendo a atividade imediatamente sempre que sentir cansaço excessivo, dificuldade para respirar ou tontura durante o exercício.


Roupas leves e baixa exposição ao sol


É recomendado ter atenção às vestimentas, preferindo roupas mais frescas e tecidos mais naturais, como algodão e linho, evitando peças que esquentam mais como as que possuem poliéster na composição.


A pele também requer proteção especial. Para uma proteção maior do corpo contra os raios solares, além do filtro solar, é recomendado o uso de roupas com fatores UV certificados. Esse material protege até 98% dos raios que atingem a pele, sendo indicado principalmente para crianças e idosos. Chapéus e bonés devem ser incluídos como parte da proteção.



Outras orientações da Secretaria de Saúde (SES-DF) e da Defesa Civil incluem evitar a exposição ao sol entre as 10h e as 16h, reaplicar o filtro solar a cada duas horas ou após contato com água ou suor, manter uma boa hidratação, usar hidratante facial e corporal à noite, buscar sombras e evitar exposições diretas ao sol.


A desidratação devido à exposição excessiva ao sol pode causar queimaduras e insolação, ocasionando sintomas como náuseas, vômitos, diarreias e até arritmias. Caso apresente qualquer um desses sinais, a pessoa deve procurar a unidade básica de saúde (UBS) ou, em casos de emergência, a unidade de pronto atendimento (UPA) mais próxima.










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https://jornalismodigitaldf.com.br/distrito-federal-e-mais-11-estados-sao-atingidos-pela-terceira-onda-de-calor-do-ano/?fsp_sid=112906
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Distrito Federal e mais 11 estados são atingidos pela terceira onda de calor do ano

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Uma nova onda de calor chega ao Distrito Federal, e, com a sensação térmica elevada e a intensa exposição ao sol, é necessário atenção redobrada para manter a saúde e evitar sintomas comuns nesse período, como cansaço e dores de cabeça. Esta é a terceira vez que as temperaturas altas atingem o território brasileiro desde o começo do ano. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é que as temperaturas sigam intensas até o fim da semana em áreas do Sul, Sudeste e Nordeste, com máximas que podem ficar mais de 5°C superiores à média climatológica para o período.


Temperaturas altas expõem as pessoas a diversos riscos, alerta a Defesa Civil | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília



“Os alertas têm por objetivo a proteção da população e a informação sobre os riscos mais altos nesse período de calor. Usamos a prevenção para mitigar as consequências que as temperaturas mais elevadas podem trazer”


Capitão Mauro Coimbra, gerente da Defesa Civil



A Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil (Sudec), vinculada à Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), segue as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e monitora continuamente as condições climáticas do DF aferidas pelo Inmet. Quando observados índices inferiores a 30% persistentes por dois dias consecutivos, a pasta emite alertas à comunidade. Os alertas são enviados por SMS, destacando a importância dos cuidados necessários neste período. Para recebê-los, é preciso fazer um cadastro prévio, enviando o CEP para o número 40199.


O gerente da Defesa Civil, capitão Mauro Coimbra, reforça: “Os alertas têm por objetivo a proteção da população e a informação sobre os riscos mais altos nesse período de calor. Usamos a prevenção para mitigar as consequências que as temperaturas mais elevadas podem trazer”. 


Entre as principais orientações da Defesa Civil estão manter a atenção com a hidratação de recém-nascidos, crianças, idosos e doentes; evitar a exposição direta ao sol nos horários de maior calor; usar roupas leves e arejadas e também utilizar umidificadores de ar ou toalhas molhadas. Com as altas temperaturas, também é inadequado deixar crianças ou animais no interior de veículos estacionados. Em situações de risco, a população deve acionar o Corpo de Bombeiros (CBMDF) pelo telefone 193.


Cuidados com a saúde


A chefe do serviço de Nefrologia do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Núbia Moreira, afirma que durante o calor a perda de água pelo organismo é maior, aumentando a chance de desidratação: “As consequências são maiores chances de dor de cabeça, fraqueza, tontura, cansaço, cãibras e ressecamento da boca e pele, além da possibilidade de sintomas mais graves, como a queda brusca da pressão arterial, confusão mental, coma e até morte. A desidratação é mais comum em pacientes pediátricos e idosos, por isso é importante manter atenção redobrada com essa faixa etária”.


Confira, a seguir, quatro dicas importantes com os principais cuidados que a população deve ter nesse período mais quente, de acordo com a especialista da área de saúde.


Hidratação


Uma das principais recomendações é manter bom nível de hidratação; cada pessoa deve ingerir uma média de 35ml de água por quilograma de peso, diariamente | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília


Manter-se hidratado é essencial, sendo indicado tomar muita água durante o dia, mesmo sem sentir sede. Cada pessoa deve ingerir uma média de 35ml por quilograma de peso diariamente;  em dias quentes, esse valor pode extrapolar essa quantidade. Para uma pessoa de 60 kg, seriam 2,1 litros de água por dia.


As exceções ficam para pacientes com restrição da ingestão hídrica (com deficiência da função renal que não conseguem eliminar líquido adequadamente pela urina) ou aqueles com insuficiência cardíaca, que também podem apresentar dificuldades – como inchaço e cansaço, a depender da quantidade de líquido ingerida.


Também é primordial ter atenção ao consumo excessivo de álcool, visto que bebidas alcoólicas causam desidratação por ser uma substância diurética que aumenta o fluxo urinário. Logo, é importante que a pessoa que decida consumir álcool também opte por beber água constantemente.


Alimentação balanceada


A alimentação também precisa ser pensada para dias mais quentes, dando preferência para alimentos leves, de digestão mais rápida e ricos em água. Evitar consumo excessivo de sal que pode ajudar na retenção hídrica, aumentando a sede e necessidade do organismo por água. Optar por uma alimentação leve e rica em frutas, verduras e legumes ajuda não só a minimizar os sintomas causados pelo calor, mas também a manter o sistema imunológico preparado para enfrentar adversidades que podem surgir nesse período.


Evitar esforços


Outra dica importante é evitar esforço extenuante ou atividade física nos horários mais quentes do dia, interrompendo a atividade imediatamente sempre que sentir cansaço excessivo, dificuldade para respirar ou tontura durante o exercício.


Roupas leves e baixa exposição ao sol


É recomendado ter atenção às vestimentas, preferindo roupas mais frescas e tecidos mais naturais, como algodão e linho, evitando peças que esquentam mais como as que possuem poliéster na composição.


A pele também requer proteção especial. Para uma proteção maior do corpo contra os raios solares, além do filtro solar, é recomendado o uso de roupas com fatores UV certificados. Esse material protege até 98% dos raios que atingem a pele, sendo indicado principalmente para crianças e idosos. Chapéus e bonés devem ser incluídos como parte da proteção.



Outras orientações da Secretaria de Saúde (SES-DF) e da Defesa Civil incluem evitar a exposição ao sol entre as 10h e as 16h, reaplicar o filtro solar a cada duas horas ou após contato com água ou suor, manter uma boa hidratação, usar hidratante facial e corporal à noite, buscar sombras e evitar exposições diretas ao sol.


A desidratação devido à exposição excessiva ao sol pode causar queimaduras e insolação, ocasionando sintomas como náuseas, vômitos, diarreias e até arritmias. Caso apresente qualquer um desses sinais, a pessoa deve procurar a unidade básica de saúde (UBS) ou, em casos de emergência, a unidade de pronto atendimento (UPA) mais próxima.










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Goiasprev divulga calendário 2025 de recadastramento obrigatório

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Pessoas fazendo recadastramento da Goiasprev no Vapt Vupt

O recadastramento anual obrigatório de 2025 está disponível para aposentados, militares inativos e pensionistas do Poder Executivo, da Defensoria Pública, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, conforme calendário divulgado pela Goiás Previdência (Goiasprev).


Para fazer o procedimento, o segurado deve acessar a página da Goiás Previdência, na qual estão todas as informações sobre o serviço.


A prova de vida segue a Lei Complementar nº 161/2020 e a Lei Ordinária n° 20.946/2020, sendo o procedimento necessário para evitar pagamentos indevidos (óbitos não identificados e fraudes, por exemplo).


A regularização no prazo determinado evita o bloqueio de pagamento a partir do segundo mês e a suspensão do benefício a partir do quarto mês subsequente ao do aniversário.


O desbloqueio será realizado em até 72 horas, após a prova de vida. Já a suspensão pode durar até 30 dias, a depender do fechamento da folha de pagamentos. Neste último caso, cobranças feitas diretamente no valor do benefício não serão realizadas, podendo gerar inadimplência em empréstimos consignados, planos do Ipasgo Saúde e contribuições sindicais.


Para tanto, a previdência estadual, a cada ano, divulga o calendário com as informações de como os mais de 71 mil segurados da instituição devem fazer para manter seus dados em dia, sejam eles vinculados ao Regime Próprio de Previdência Social (RPPS-GO) ou ao Sistema de Proteção Social dos Militares (SPSM-GO).


Em 2024, mais de 16 mil segurados tiveram seus benefícios bloqueados (uma média de 1300/mês) e mais de 1,7 mil suspensos, por não compareceram no prazo determinado. Devido às consequências da Lei, a previdência reitera que o segurado deve ficar atento aos prazos de realização da prova de vida para evitar o bloqueio dos benefícios ou a supensão, 60 dias e 90 dias após a data de aniversário, respectivamente.


Inovações da Goiasprev


Em 2025, a Goiás Previdência aprimorou, no sistema Gprev, o Módulo Censo. Esta ferramenta aperfeiçoa a prestação de serviços ao segurado, por meio de armazenamento otimizado das informações daqueles que realizam o recadastramento. Os avanços vão facilitar o contato com os aposentados, pensionistas e militares inativos.


Além disso, a gestão aprimorada de dados cadastrais contribuirá para inovações futuras relacionadas ao Censo Previdenciário, fundamental para garantir a eficiência, a transparência e a sustentabilidade do RPPS e do SPSM do Estado de Goiás.


Por fim, ainda na esteira de inovações, será efetuado um registro fotográfico do aposentado, pensionista ou militar inativo, durante a prova de vida. Assim, a Goiás Previdência aumentará ainda mais a segurança das informações e o controle contra fraudes.


Locais para se realizar o recadastramento


A prova de vida pode ser feita no Vapt Vupt, sem a necessidade de agendamento. Nos municípios goianos que não possuem este serviço, os beneficiários podem dirigir-se aos postos de atendimento do Ipasgo Saúde.


Em ambos os casos, o segurado deve ter em mãos a documentação exigida por lei: documento pessoal (RG, carteira de trabalho, passaporte, CNH ou carteira profissional, com validade em todo território nacional) e comprovante de endereço atualizado com CEP válido.


Humanização


O Governo de Goiás tem realizado aproximadamente 5 mil provas de vida por mês. Buscando agilizar o serviço, desde 2019, a Previdência Estadual disponibiliza atendimento por videoconferência para casos de segurados acamados, com comorbidades comprovadas por atestado médico e para os que moram fora do estado e do país.


Como fazer o recadastramento


Na Goiasprev (atendimento por videoconferência)


Exclusivo para pensionista, aposentados e militares inativos com comorbidade comprovada por atestado e para os que residem fora do estado ou do país.


Agendamento por e-mail


O segurado deve enviar e-mail para o endereço recadastramento2021.goiasprev@goias.gov.br e aguardar resposta em até 48h ou 2 dias úteis, com data e horário disponíveis para a realização do recadastramento.


Vapt Vupt (atendimento presencial)


Sem a necessidade de agendamento, basta o segurado dirigir-se ao Vapt Vupt da capital ou do interior em posse da documentação exigida por lei: documento pessoal (RG, carteira de trabalho, passaporte, CNH ou carteira profissional, com validade em todo território nacional) e comprovante de endereço atualizado com CEP válido.


Postos do Ipasgo Saúde (atendimento presencial)


Comparecer na regional ou posto do Ipasgo Saúde com a documentação exigida por lei: documento pessoal (RG, carteira de trabalho, passaporte, CNH ou carteira profissional, com validade em todo o território nacional) e comprovante de endereço atualizado com CEP válido.


Mais informações:
Segunda a Sexta – 8h às 17h:
(62) 98295-0319 (WhatsApp)
Segunda a Sexta – 8h às 12h / 13h às 17h:
(62) 3201-7828 / 7830 (GECAF)
Segunda a Sexta – 8h às 13h / 14h às 17h:
(62) 3201-7850 / 7849


Para conferir o calendário completo e orientações para fazer a atualização do cadastro, basta acessar o link goias.gov.br/goiasprev.



O post Goiasprev divulga calendário 2025 de recadastramento obrigatório apareceu primeiro em Agência Cora Coralina de Notícias.


Agência Cora Coralina






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Governo Lula segue sem medidas concretas para frear preço de alimentos

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Passado mais de um mês desde que integrantes do governo e o próprio presidente Lula (PT) sinalizaram que iriam buscar formas de conter a alta do preço dos alimentos, nenhuma medida concreta foi implementada.


No fim de janeiro, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu a regulamentação da portabilidade do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), que busca atender prioritariamente os trabalhadores de baixa renda. Ele afirmou que a medida, que mexe no vale-alimentação (VA) e no vale-refeição (VR), pode ajudar a baratear os preços.


Haddad e outros ministros de Estado têm sustentado que a queda do dólar e a safra agrícola de 2025 deverão ajudar na queda dos preços dos alimentos. No entanto, esses dois componentes não têm efeito imediato e são sentidos apenas a médio e longo prazo.




Entenda o debate em torno dos preços dos alimentos



  • Enquanto a inflação acumulou alta de 4,83% em 2024, o grupo Alimentação e Bebidas, isolado, subiu 7,69% em 12 meses. Esse grupo contribuiu com 1,63 ponto percentual para a inflação do ano passado.

  • Custos da alimentação (seja ela dentro ou fora do lar) pesam especialmente sobre os mais pobres, que têm seu poder de compra reduzido.

  • O Palácio do Planalto descartou o tabelamento de preços para forçar a queda nos valores dos alimentos.

  • Governo aposta na queda do dólar, que caiu em torno de 10% nos últimos 60 dias, e na safra agrícola de 2025, que deverá registrar recorde.

  • Regulamentação do vale-alimentação, que poderia reduzir as taxas cobradas pelo mercado de benefícios, diminuindo a pressão sobre os preços dos alimentos, ainda não tem previsão de sair.




Enquanto isso, o governo tem buscado medidas que devem ter impacto indireto e limitado, como a manutenção do percentual da mistura do biodiesel ao diesel em 14%. O aumento desse percentual para 15% estava programado para entrar em vigor a partir de 1º de março, o que levaria a uma reação em cadeia.


O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que a decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) foi tomada com o foco em baratear o preço dos alimentos, “grande prioridade” do governo.


“O preço dos alimentos é a grande prioridade do nosso governo. Considerando a necessidade de buscarmos todos os mecanismos para que o preço seja mais barato na gôndola do supermercado, mantemos a mistura em B14 até que tenhamos resultados no preço dos alimentos da população, já que boa parte da produção do biodiesel vem da soja”, explicou Silveira.


O professor de finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP) Rafael Schiozer argumentou que a comparação entre a inflação de alimentos e a questão dos combustíveis é “muito fraca”. “O impacto direto dos combustíveis é para quem, de fato, usa combustível, dirige carro, dirige caminhão”, diz.


“Tudo que é insumo, que transporta alimento, vai acabar afetando um pouquinho o preço dos alimentos, mas isso é um elemento bem pouco relevante. Tem outras coisas mais importantes, como a safra, entressafra e a demanda”, ressalta Schiozer.


Safra 2025


A médio prazo, o governo aposta fortemente na “supersafra” agrícola prevista para 2025. A estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de que a produção deste ano registre um crescimento recorde de 8,3% em relação à safra anterior, totalizando 322,47 milhões de toneladas de grãos, especialmente soja e milho — um aumento de 24,62 milhões de toneladas.


Após um ano marcado por eventos climáticos adversos, que impactaram os resultados do campo, a equipe econômica trabalha com um cenário mais positivo neste ano, sem a prevalência de fenômenos como El Niño e La Niña, que amplificam fenômenos climáticos extremos.


O governo ainda monitora o preço dos alimentos para melhor direcionar o Plano Safra deste ano, que visa oferecer financiamento para aquisição de insumos e equipamentos pelo setor agrícola e será lançado em meados do ano. O plano anterior, da safra 2023/2024, terminou com desembolso recorde de R$ 400,7 bilhões em crédito, um aumento de 12% em relação a igual período da safra anterior.



Ainda assim, a ampliação da safra por si só não é suficiente para ajudar na redução dos preços, já que muitas vezes a produção acaba ficando empacada em armazéns ou sendo até mesmo desperdiçada, o que gera prejuízos.


Visando contornar os problemas de escoamento da safra no país, os ministérios dos Transportes, de Portos e Aeroportos e da Agricultura lançaram no início de fevereiro um plano que amplia os investimentos em infraestrutura e logística. Apesar desse anúncio, parte das obras não serão entregues em 2025 e não deverão gerar impactos imediatos, sendo a maioria projetos a médio e longo prazo.


O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, disse também que a equipe de Lula avalia aplicar juros mais baixos em determinados produtos no âmbito do Plano Safra 2025/2026. A ideia é dar mais estímulo para os produtores.


Regulamentação do vale-alimentação


Como mostrado pelo Metrópoles, um impasse trava a regulamentação do vale-alimentação. O Ministério da Fazenda quer que o Banco Central (BC) assuma a regulamentação do mercado de benefícios, e o BC resiste. A instituição alega não ter condições de regular o mercado, o que não significa que não sejam necessárias regras para seu funcionamento.


A alternativa seria atribuir essa competência ao Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão superior do Sistema Financeiro Nacional composto pelo próprio BC e pelos ministérios da Fazenda e do Planejamento. O CMN se reúne uma vez por mês.


O mercado alega que as altas taxas cobradas por estabelecimentos geram aumento no nível médio dos preços das refeições, já que elas são repassadas ao consumidor. É daí que vem a ideia de que a pressão dos alimentos seria reduzida.


Impacto no bolso


Apesar de impactar mais fortemente os mais pobres, pesquisa Quaest divulgada no último domingo (16/2) mostrou que as famílias brasileiras de todas as classes sociais notaram a elevação de preços dos alimentos.


Na classe média, 80% considerou que o preço subiu, similar à percepção nas classes baixa e alta, de 79%, cada.


Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), enquanto a inflação acumulou alta de 4,83% em 2024, o grupo Alimentação e Bebidas, isolado, acumulou alta de 7,69% em 12 meses. Esse grupo contribuiu com 1,63 ponto percentual para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do ano passado.






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No DF, Educação de Jovens e Adultos abre caminhos para recomeço e transformação – Secretaria de Estado de Educação

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Modalidade oferece a chance de retomada dos estudos para quem não concluiu a educação básica


Por Victor Fuzeira, da Agência Brasília | Edição: Carolina Caraballo


 


A dor da perda de um filho é irreparável. Para Maria Pinheiro de Oliveira, 59 anos, a partida precoce de sua única filha, Tainara, a deixou sem rumo. Enfrentar o luto foi um desafio que parecia insuperável, mas, em meio à tristeza, ela encontrou um refúgio inesperado: a educação. Foi por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA) que a estudante redescobriu a vontade de viver e, hoje, traça novos objetivos para seu futuro.


 


“Fiquei mais de 20 anos sem estudar. Minha filha estudou no CEF 09 de Taguatinga e tinha uma amiga, filha da diretora, que me convidava para retomar os estudos, mas eu sempre respondia a mesma coisa: ‘Agora não, quero acompanhar minha filha, Tainara, na faculdade’”, conta.


 


De 2019 a 2023, a Educação de Jovens e Adultos (EJA) formou 31.249 estudantes no Distrito Federal | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília


 


Os planos, porém, mudaram após o falecimento da jovem. “Deus recolheu minha filha. Perdi a minha única filha para a depressão. E foi no Centrão que encontrei uma forma de amenizar essa dor. Eu senti que precisava ocupar minha cabeça e enfrentar o luto”, prossegue a estudante.


 


Desde então, o Centro Educacional (CED) 2 de Taguatinga, conhecido como Centrão, tem sido o porto seguro da mulher. No local, Maria recebeu o acolhimento dos professores e colegas para conseguir seguir em frente. “O Centrão é a porta do futuro. É minha segunda casa”, afirma ela, que hoje sonha em continuar os passos da filha e também cursar uma faculdade. “Não importa a idade, pretendo chegar à Faculdade de Direito”, completa.


 



Educação descentralizada

 


Maria não está sozinha nessa jornada. Histórias como a dela se multiplicam entre os estudantes da EJA. Bruno Ribeiro, 35, também decidiu voltar a estudar depois de anos dedicados ao trabalho como pedreiro e bombeiro hidráulico. “Nunca gostei de estudar, mas um dia bateu a curiosidade. Comecei e não parei mais. Descobri que tenho afinidade com algumas matérias e que posso ir além. Estudar é uma evolução pessoal”, diz ele.


 


De 2019 a 2023, foram 31.249 estudantes formados na modalidade, vidas transformadas com novas possibilidades. Esses alunos estão dispostos em 103 escolas públicas, distribuídas por 14 coordenações regionais de ensino, abrangendo todas as 35 regiões administrativas da capital do país.


 


A perda precoce da fila motivou a volta de Maria Pinheiro de Oliveira aos estudos: “Deus recolheu minha filha. E foi no Centrão que encontrei uma forma de amenizar essa dor”


 


“Essa é uma das estratégias que adotamos para que essa população volte a estudar ou até mesmo inicie os estudos. É importante ter uma oferta descentralizada da EJA, pois, se a escola não estiver próxima da casa ou do trabalho desse estudante, há uma dificuldade em fazer com que ele mantenha sua assiduidade”, explica Lilian Sena, diretora da EJA.


Matrículas

 


A Secretaria de Educação (SEEDF) disponibiliza três segmentos para a Educação de Jovens e Adultos: anos iniciais do ensino fundamental, anos finais do ensino fundamental e ensino médio.


 


“As aulas são para pessoas a partir dos 15 anos, seja aquela que nunca frequentou uma escola, seja para quem não concluiu a educação básica”, detalha a servidora. “Além de ser um direito, é uma oportunidade que essas pessoas têm de concluir os estudos e melhorar a inserção no mercado de trabalho e em atividades laborais.”


 


Depois de anos trabalhando como pedreiro e bombeiro hidráulico, Bruno Ribeiro decidiu voltar aos estudos: “Comecei e não parei mais. Descobri que tenho afinidade com algumas matérias e que posso ir além”


 


Os interessados em iniciar ou retomar os estudos podem procurar uma das 103 escolas habilitadas na oferta da EJA e fazer a matrícula a qualquer momento. É preciso apresentar um documento de identidade pessoal com foto e, se possível, um histórico escolar que comprove a escolaridade – embora a ausência desse documento não impeça a inscrição.


 


17/02/2025 - No DF, Educação de Jovens e Adultos abre caminhos para recomeço e transformação








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Blocos carnavalescos adotarão protocolo Por Todas Elas para reforçar proteção às mulheres

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Para que o Distrito Federal mantenham os índices do carnaval do ano passado, quando a capital federal não registrou nenhum caso de importunação e violência sexual durante a folia, o Governo do Distrito Federal (GDF) apresentou, na tarde desta terça-feira (18), estratégias e medidas para que os blocos carnavalescos adotem o protocolo Por Todas Elas. Desenvolvida pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), a norma, instituída na Lei 7.241/2023, garante ações de combate e proteção ao assédio, à violência e à importunação sexual em ambientes de lazer e entretenimento.


O GDF apresentou nesta terça-feira (18) estratégias e medidas para que os blocos carnavalescos adotem o protocolo Por Todas Elas, voltado para o combate e a proteção ao assédio e à violência sexual | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília


“O Carnaval deve ser um espaço de alegria e segurança para todas. Apresentar o protocolo Por Todas Elas aos blocos é essencial para garantir respeito e proteção às foliãs. Com essa parceria, fortalecemos a rede de cuidado e tornamos a festa mais segura e inclusiva”, afirmou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.



Durante a folia, os eventos de maior concentração de público no Plano Piloto, Taguatinga, Samambaia, Ceilândia e Planaltina contarão com equipes da Sejus fazendo a divulgação e o acolhimento, além de espaços específicos para atendimentos. Já as festividades menores farão a divulgação do protocolo e terão especialistas de plantão para eventuais suportes.



Segundo a subsecretária de Apoio a Vítimas de Violência da Sejus, Uiara Mendonça, a pasta atuará conjuntamente com os blocos fornecendo materiais de divulgação e acolhimento por meio dos servidores do órgão. “Nós, enquanto Secretaria de Justiça e Cidadania, estaremos orientando e informando os foliões, porque acreditamos que a informação rompe o ciclo de violência. Também estamos falando com o staff dos blocos para que eles saibam como proceder diante de uma situação de assédio, importunação e violência sexual”, explicou.


Um dos diretores da Liga dos Blocos Tradicionais e integrante do grupo Mamãe Taguá, Jorge Cimas, destacou a importância do apoio governamental na segurança dos eventos. “A parceria com a Sejus é extremamente importante, porque para a gente fica difícil fazer a segurança sozinhos. É algo que já vínhamos discutindo há muito tempo, porque é nosso trabalho cuidar do folião”, disse.


“A parceria com a Sejus é extremamente importante, porque para a gente fica difícil fazer a segurança sozinhos”, afirmou Jorge Cimas, um dos diretores da Liga dos Blocos Tradicionais


Para Bianca Ludgero, integrante do Bloco do Amor, o debate sobre o combate à violência e ao preconceito é fundamental para o carnaval candango. “Sempre procuramos criar um ambiente seguro para o nosso público. Esse protocolo nos ajuda a entender a necessidade de um acolhimento mais humanizado para as pessoas que sofrem violência no carnaval. Vamos criar uma sala para poder ter esse acolhimento mais reservado e mais seguro possível”, revelou.


18/02/2025 - Blocos carnavalescos adotarão protocolo Por Todas Elas para reforçar proteção às mulheres










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Blocos carnavalescos adotarão protocolo Por Todas Elas para reforçar proteção às mulheres

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Para que o Distrito Federal mantenham os índices do carnaval do ano passado, quando a capital federal não registrou nenhum caso de importunação e violência sexual durante a folia, o Governo do Distrito Federal (GDF) apresentou, na tarde desta terça-feira (18), estratégias e medidas para que os blocos carnavalescos adotem o protocolo Por Todas Elas. Desenvolvida pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), a norma, instituída na Lei 7.241/2023, garante ações de combate e proteção ao assédio, à violência e à importunação sexual em ambientes de lazer e entretenimento.


O GDF apresentou nesta terça-feira (18) estratégias e medidas para que os blocos carnavalescos adotem o protocolo Por Todas Elas, voltado para o combate e a proteção ao assédio e à violência sexual | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília


“O Carnaval deve ser um espaço de alegria e segurança para todas. Apresentar o protocolo Por Todas Elas aos blocos é essencial para garantir respeito e proteção às foliãs. Com essa parceria, fortalecemos a rede de cuidado e tornamos a festa mais segura e inclusiva”, afirmou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.



Durante a folia, os eventos de maior concentração de público no Plano Piloto, Taguatinga, Samambaia, Ceilândia e Planaltina contarão com equipes da Sejus fazendo a divulgação e o acolhimento, além de espaços específicos para atendimentos. Já as festividades menores farão a divulgação do protocolo e terão especialistas de plantão para eventuais suportes.



Segundo a subsecretária de Apoio a Vítimas de Violência da Sejus, Uiara Mendonça, a pasta atuará conjuntamente com os blocos fornecendo materiais de divulgação e acolhimento por meio dos servidores do órgão. “Nós, enquanto Secretaria de Justiça e Cidadania, estaremos orientando e informando os foliões, porque acreditamos que a informação rompe o ciclo de violência. Também estamos falando com o staff dos blocos para que eles saibam como proceder diante de uma situação de assédio, importunação e violência sexual”, explicou.


Um dos diretores da Liga dos Blocos Tradicionais e integrante do grupo Mamãe Taguá, Jorge Cimas, destacou a importância do apoio governamental na segurança dos eventos. “A parceria com a Sejus é extremamente importante, porque para a gente fica difícil fazer a segurança sozinhos. É algo que já vínhamos discutindo há muito tempo, porque é nosso trabalho cuidar do folião”, disse.


“A parceria com a Sejus é extremamente importante, porque para a gente fica difícil fazer a segurança sozinhos”, afirmou Jorge Cimas, um dos diretores da Liga dos Blocos Tradicionais


Para Bianca Ludgero, integrante do Bloco do Amor, o debate sobre o combate à violência e ao preconceito é fundamental para o carnaval candango. “Sempre procuramos criar um ambiente seguro para o nosso público. Esse protocolo nos ajuda a entender a necessidade de um acolhimento mais humanizado para as pessoas que sofrem violência no carnaval. Vamos criar uma sala para poder ter esse acolhimento mais reservado e mais seguro possível”, revelou.


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Mais de 350 pessoas são atendidas na 9ª edição do Dignidade na Rua

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Pessoa atendida pelo programa Dignidade na Rua

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Seds) promoveu, nesta terça-feira (18/2), a 9ª edição do Dignidade na Rua, oferecendo suporte e benefícios a pessoas em situação de vulnerabilidade. Realizado no Cepal do Setor Sul, em Goiânia, o evento atendeu mais de 350 pessoas, disponibilizando serviços como emissão de documentos, encaminhamento para vagas de emprego e cursos profissionalizantes, além da doação de roupas e alimentos.


Coordenada pelo Goiás Social, a iniciativa contou com a parceria da Prefeitura de Goiânia, do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, do Ministério Público, da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), da Defensoria Pública e de Organizações Não Governamentais (ONGs).


Nesta edição, o evento também teve o apoio do Cartório Antônio do Prado, que facilitou a emissão imediata da segunda via de certidões de nascimento, casamento e óbito.



Dignidade na Rua atendimento para fazer documento
Participação do Cartório Antônio do Prado facilitou emissão de documentos (Foto: Carol Costa/Seds)


O titular da Seds, Wellington Matos, ressaltou o impacto da ação na vida das pessoas em situação de rua.



“O Governo de Goiás, por meio do Goiás Social, oferece uma trilha de superação baseada no cuidado, no respeito e na dignidade”, afirmou.


Aline de Jesus participou do evento ao lado do esposo e da filha.


“Fiz nosso Cadastro Único para garantir benefícios sociais e ainda fiz a segunda via da identidade do meu marido. Enquanto isso, nossa filha aproveitou a recreação”, destacou.



Já Hilderlan Araújo, também um dos atendidos, contou que soube da ação e aproveitou os serviços disponíveis.



“Vi que tinha como fazer documentos, cortar o cabelo, tomar banho, ganhar roupas e almoçar. Assim como eu, muita gente veio porque soube da oportunidade”, relatou. Natural do Maranhão, ele mora em Goiânia há oito anos.



Dignidade na Rua


Criado em 2022, o programa Dignidade na Rua visa oferecer assistência integral à população em situação de rua. Desde então, já beneficiou mais de 1,7 mil pessoas em Goiás. A expectativa é de que esse número aumente com a realização de novas edições durante o ano.



Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social – Governo de Goiás


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Agência Cora Coralina






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Fé Para O Impossível une história real com drama religioso no cinema

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O filme Fé Para O Impossível estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (20/2). A produção, dirigida por Ernani Nunes, conta a real e emocionante história da pastora estadunidense Renee Murdoch.


Moradora do Rio de Janeiro e casada com o pastor brasileiro Philip Murdoch, com quem tem quatro filhos, Renee fica entre a vida e a morte após ser atacada por um morador de rua.


O filme segue a cartilha de boas produções do gênero drama religioso. Consegue envolver todos os personagens em uma rota de esperança por um milagre e, ao mesmo tempo, cria conflitos e dilemas sobre a ciência e a fé.


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Elenco de Fé Para o Impossível

Reprodução
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Philip Murdoch e Renee Murdoch

Reprodução
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Renee Murdoch

Reprodução
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Philip Murdoch e Renee Murdoch

Reprodução


Isso que torna o roteiro ainda mais interessante. O longa-metragem, apesar de ter uma temática religiosa, não foge da realidade. Mesmo tendo uma família formada na fé, o personagem de Philip, por vezes, vê os filhos próximos da desistência, duvidando das chances de reverter uma situação tida como impossível.


A utilização de trechos de reportagens reais ao longo da produção trouxe um impacto positivo para Fé Para O Impossível. Os cineastas acertaram ao relembrar, a todo momento, que se trata de uma história real e verdadeira.


Na produção, o elenco merece menções positivas pelas atuações. Dos atores mirins aos mais experientes, todos eles conseguem transmitir emoções diversas de forma convincente para quem assiste o filme.


A adaptação feita a partir de um história real, que se tornou um livro e agora chega aos cinemas, é interessante. Com poucas mudanças e bastante emoção, dá até para dizer que o filme é um retrato bem próximo da realidade.






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Chá de lavanda: saiba quais são os benefícios e como consumir

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Conhecida por ser uma bebida com aroma delicado e propriedades relaxantes, o chá de lavanda é uma boa opção para quem busca aliviar o estresse e melhorar a qualidade do sono. Além disso, ele também é indicado para tratar a falta de apetite e dores no abdômen.



“O chá de lavanda é preparado a partir das flores secas da planta. Embora não seja uma fonte significativa de macronutrientes, ele contém compostos bioativos com propriedades terapêuticas”, explica a nutricionista Letícia Vieira, do grupo Mantevida.




Nutrientes do chá de lavanda



  • Óleos essenciais (linalol e acetato de linalila): responsáveis pelos efeitos calmantes e digestivos.

  • Flavonoides (apigenina, luteolina): antioxidantes que reduzem o estresse oxidativo.

  • Taninos: as propriedades adstringentes auxiliam na digestão.

  • Cumarinas: podem contribuir para o relaxamento muscular e ação anti-inflamatória.




Benefícios do chá de lavanda


Devido aos compostos bioativos, o chá de lavanda é utilizado para diversos fins terapêuticos, incluindo:


Redução da ansiedade e estresse


O linalol e o acetato de linalila têm efeito no sistema nervoso central, promovendo relaxamento e reduzindo o cortisol.


Melhora do sono e insônia


A lavanda atua como sedativo leve, melhorando a qualidade do sono. Estudos demonstram que a inalação do aroma e o consumo da infusão auxiliam no aumento da atividade do sistema parassimpático, induzindo o relaxamento.


lavanda
Chá de lavanda é feito a partir de folhas secas da planta

Alívio de dores no abdômen


Os compostos fenólicos e os flavonoides têm ação carminativa, reduzindo o desconforto gástrico e melhorando problemas dispépticos, como má digestão, gases e inchaço abdominal.


Ação antioxidante e anti-inflamatória


Os flavonoides e os óleos essenciais contribuem para reduzir processos inflamatórios, podendo ser úteis em condições associadas ao estresse oxidativo.


Melhora do apetite


A bebida estimula a produção da bile e melhora a digestão, evitando náuseas. Esses efeitos são úteis, principalmente, para pessoas em recuperação de doenças ou com dificuldade para se alimentar.


Formas de consumo


Por ser uma bebida calmante, é preciso ter cuidado na hora de consumir o chá de lavanda. “Uma dosagem segura seria de até três xícaras por dia para evitar sonolência excessiva ou desconforto gástrico”, ensina o nutricionista esportivo e ortomolecular Fernando Castro, que atua em Brasília. As melhores formas de consumo são:



  • Chá quente: a infusão tradicional, consumida antes de dormir ou após as refeições;

  • Chá gelado: pode ser preparado e armazenado na geladeira, sendo uma opção refrescante para dias quentes;

  • Combinado com outras ervas: pode ser misturado com camomila (efeito sedativo potencializado) ou erva-doce (ação digestiva e carminativa reforçada);

  • Aromaterapia complementar: além do consumo oral, a inalação do aroma da lavanda potencializa os efeitos relaxantes.


Contraindicações do chá


O consumo da bebida feita a partir da lavanda não é aconselhado a gestantes e lactantes porque pode estimular contrações uterinas ou passar pelo leite para o bebê. Nesses casos, é recomendável procurar um médico antes de tomar o chá.


Além disso, pessoas com sensibilidade a plantas da família da hortelã e as que tomam remédios sedativos e antidepressivos também devem ficar atentas aos efeitos da bebida.


Veja como preparar o chá de lavanda


Ingredientes



  • 1 colher de sopa de flores secas de lavanda (ou 2 colheres, se for usá-las frescas);

  • 200 a 300 ml de água quente.


Modo de preparo


Aqueça a água até cerca de 90-95°C: não precisa ferver totalmente, a água muito quente prejudica os compostos voláteis da infusão. Coloque as flores em um infusor ou jogue direto na água quente. Deixe descansar por 5 a 10 minutos – quanto mais tempo, mais forte o sabor. Coe e, se quiser, adicione mel ou limão.


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18.02.2025 (Brasília - DF) Presidente Lula participa da cerimônia de entrega do Prêmio Camões de Literatura a Adélia Prado - 01

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