Quarta Avenida do Sudoeste tem trecho revitalizado com novo asfalto

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Uma das principais rotas de acesso entre o bairro Sudoeste e a Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) passou por uma reestruturação completa no pavimento. O trecho que conecta a Quarta Avenida à via expressa recebeu nova camada asfáltica após intervenção executada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), dentro das ações permanentes de conservação da malha viária do Distrito Federal.


A obra faz parte de um conjunto de serviços de manutenção contratados pelo Governo do Distrito Federal (GDF), viabilizados por meio de recursos obtidos em operação de crédito junto ao Banco do Brasil. Com o recapeamento concluído, a próxima fase dos trabalhos prevê a implantação da sinalização horizontal e vertical para organizar o fluxo de veículos e reforçar a segurança no local.


O trecho revitalizado possui cerca de 350 metros e era alvo constante de reclamações devido ao desgaste do asfalto provocado pelo grande volume de tráfego. A pista apresentava buracos, ondulações e irregularidades que prejudicavam a circulação diária.


De acordo com o administrador regional do Sudoeste, Reginaldo Sardinha, a intervenção responde a uma reivindicação antiga dos moradores e de quem utiliza a ligação viária. “Essa era uma melhoria aguardada há bastante tempo pela comunidade. O fluxo intenso de veículos acabou deteriorando o pavimento, e era necessário recuperar a via para devolver segurança e melhores condições de tráfego”, afirmou.


Ele destaca que a avenida não atende apenas quem vive no Sudoeste. Motoristas do Cruzeiro e da Octogonal também utilizam o trajeto com frequência, além de trabalhadores do Setor de Indústrias Gráficas (SIG) e condutores que utilizam a ligação como alternativa de acesso ao Eixo Monumental.


“A intervenção contemplou inicialmente o trecho que conecta diretamente com a Epig. A expectativa agora é avançar com novas etapas de recuperação, ampliando os serviços para outros pontos da Quarta Avenida e também para a Terceira Avenida”, acrescentou Sardinha.


Para o presidente da Novacap, Fernando Leite, a recuperação da pista reforça a política de manutenção contínua das vias urbanas do DF. “Nosso objetivo é garantir que as ruas e avenidas estejam em boas condições para quem utiliza esses espaços todos os dias. A pavimentação melhora a mobilidade, aumenta a segurança e contribui diretamente para a qualidade de vida da população”, afirmou.


A intervenção integra o lote 9 do Consórcio Recuperação de Vias, responsável por trabalhos semelhantes em diferentes regiões administrativas, incluindo Sudoeste, Octogonal, Cruzeiro, Candangolândia e Núcleo Bandeirante. O investimento previsto na obra é de aproximadamente R$ 1 milhão.


Morador da região há mais de dez anos, o prefeito da Área Octogonal 1, Carlos Gatinho, considera que a recuperação da via era essencial para o tráfego local. “Essa ligação é muito usada por quem precisa sair rapidamente para o Eixo Monumental ou para outras áreas próximas. Com o novo pavimento, o trânsito fica mais seguro e confortável para todos”, disse.


O aposentado Osvaldo Farneze, que vive no Sudoeste desde 2001, também percebe impacto positivo na mobilidade. “A via já estava bastante deteriorada e dificultava a circulação. Essa obra chega em boa hora, porque melhora tanto a entrada quanto a saída do bairro”, comentou.


Segundo ele, outras intervenções recentes também contribuíram para melhorar o trânsito na região. “Depois da construção do viaduto, o fluxo já ficou mais rápido. Antes havia muitos congestionamentos perto da Avenida das Jaqueiras. Agora a situação está bem melhor”, avaliou.






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Receita abre prazo para entrega do Imposto de Renda 2026 a partir de 23 de março

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O prazo para envio da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) de 2026 começa na próxima segunda-feira, 23 de março, e se estende até 29 de maio.


As regras para a entrega da declaração, relativa aos rendimentos obtidos em 2025, foram publicadas nesta segunda-feira (16) pela Receita Federal do Brasil no Diário Oficial da União.


Pelas normas divulgadas, devem apresentar a declaração os contribuintes residentes no Brasil que tiveram rendimentos tributáveis superiores a R$ 35.584 ao longo de 2025. Também entram na lista de obrigados aqueles que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil no período.


Investidores que realizaram operações de venda em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e similares também precisarão declarar caso a soma das transações tenha ultrapassado R$ 40 mil ou tenha havido ganho líquido sujeito à tributação.


No caso da atividade rural, a entrega da declaração será obrigatória para quem registrou receita bruta superior a R$ 177.920 no ano passado.


Como enviar a declaração


A declaração deverá ser preenchida e transmitida exclusivamente por meio dos sistemas disponibilizados pela Receita Federal do Brasil. Entre as opções está o Programa Gerador da Declaração (PGD), que pode ser baixado no site do órgão, além do serviço Meu Imposto de Renda, disponível tanto na versão web quanto em aplicativo para celulares e tablets.


 






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homem é preso por ameaçar ex-mulher de morte

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Um homem de 31 anos foi preso nesta terça-feira (10/3) por descumprir medida protetiva e ameaçar de morte a ex-companheira. O caso ocorreu em Planaltina de Goiás, no Entorno do Distrito Federal.


Confira o momento da prisão:




De acordo com a Polícia Civil de Goiás (PCGO), o homem passou a proferir diversas ameaças contra a ex-companheira via redes sociais.


Veja:


“Meter fogo em tu viva”: homem é preso por ameaçar ex-mulher de morte - destaque galeria

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ameaças feitas pelo homem preso

Ameaças feitas pelo homem preso
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Ameaças feitas pelo homem preso

Divulgação/PCGO
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ameaças feitas pelo homem preso


Segundo a investigação, o suspeito enviou vários áudios para a vítima e para familiares dela com ameaças do tipo “você vai ver se eu não vou matar ela”, “vou arrancar a cabeça dela, vou deixar ela sem cabeça”, “vou começar pela família”, “vou começar pelos parentes da filha dela”.



Em seguida, de acordo com a PCGO, ele enviou mensagens de texto para a vítima, dizendo: “Quero você queimada, você morreu”, “meter fogo em tu viva”.


A vítima já tinha uma medida protetiva em vigor contra o ex, por causa de agressões anteriores.


Uma equipe de policiais da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Planaltina de Goiás localizou e prendeu, ainda em flagrante, o suspeito.


Durante a prisão, o suspeito tentou resistir à ação policial, trancando-se em um quarto de sua residência e, após ser localizado, passou a agredir os policiais com chutes, além de tentar fugir do local.


Segundo a PCGO, o homem tem uma vasta lista de registros criminais, por diversos crimes, sendo a maioria de violência doméstica contra a mulher. Ele foi levado para a unidade prisional de Planaltina e encontra-se à disposição da Justiça.






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Caiado e Daniel Vilela destacam política de valorização do esporte em Goiás

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A final do Campeonato Goiano de Futebol 2026, realizada neste domingo (15) no Estádio da Serrinha, em Goiânia, marcou não apenas a conquista do título pelo Goiás, mas também serviu para destacar a política de incentivo ao esporte desenvolvida pelo Governo de Goiás. Após o encerramento da competição, o vice-governador Daniel Vilela ressaltou o conjunto de ações e investimentos voltados ao fortalecimento do futebol e de outras modalidades esportivas no estado.


O campeonato terminou com empate em 0 a 0 entre Goiás e Atlético Goianiense na partida decisiva. Como havia vencido o primeiro confronto, o time esmeraldino ficou com o título estadual de 2026, consolidando mais uma edição da competição que mobiliza torcedores e movimenta diversas cidades goianas.


Segundo Daniel Vilela, o apoio ao Goianão faz parte de uma estratégia mais ampla de valorização do esporte, reconhecido pelo governo como uma atividade que gera impacto social, econômico e cultural. O vice-governador destacou que o futebol possui forte presença no cotidiano da população e contribui para movimentar a economia local, especialmente em municípios do interior.


Entre as iniciativas voltadas ao fortalecimento do campeonato está o programa Time Goiano do Coração, vinculado à Nota Fiscal Goiana. Por meio da ação, o governo destina cerca de R$ 4 milhões por ano aos clubes da primeira divisão do estadual. Os recursos são distribuídos entre as equipes conforme critérios técnicos, participação das torcidas e sorteios realizados ao longo da temporada.


A medida, de acordo com o governo estadual, contribui para dar maior previsibilidade financeira aos clubes e permite melhor planejamento das equipes ao longo das competições.


Além do apoio direto ao futebol, o governo afirma ter ampliado políticas de incentivo ao esporte em diferentes áreas. Um dos exemplos é o programa Pró-Goiás Atleta, cujo orçamento anual foi ampliado de R$ 3 milhões para mais de R$ 11 milhões, possibilitando aumento no número de bolsas e reajuste nos valores pagos aos atletas beneficiados.


Outra iniciativa é o Pró-Goiás Esporte, que lançou edital de R$ 3,5 milhões para apoiar projetos esportivos em diversas modalidades. Ao todo, 71 iniciativas devem ser contempladas, abrangendo ações voltadas tanto ao alto rendimento quanto à formação esportiva.


O governo também destaca investimentos em infraestrutura e na realização de grandes eventos esportivos no estado. Entre os projetos em andamento está a preparação do Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, que passa por obras para receber etapas da MotoGP até 2030. A próxima etapa do campeonato mundial está prevista para ocorrer entre os dias 20 e 22 de março.


Outro empreendimento é a concessão do Complexo Serra Dourada, que prevê investimento mínimo obrigatório de R$ 215 milhões ao longo de um contrato de 35 anos, com possibilidade de aportes superiores a R$ 1 bilhão durante o período.


De acordo com Daniel Vilela, essas ações buscam consolidar Goiás como um polo esportivo, com infraestrutura adequada para competições nacionais e internacionais e políticas permanentes de incentivo aos atletas.


A transmissão das partidas do Goianão também foi destacada como parte da estratégia de valorização da competição. A TV Brasil Central (TBC) foi novamente a emissora oficial do campeonato, exibindo os jogos na televisão aberta, no YouTube e no aplicativo TBC Flix. Segundo dados divulgados pela emissora, apenas as semifinais ultrapassaram 750 mil visualizações em duas partidas nas plataformas digitais, e o torneio se aproximava de 6 milhões de visualizações antes mesmo da final.


Para a Federação Goiana de Futebol, a ampliação da cobertura televisiva contribui para dar maior visibilidade aos clubes e fortalecer o campeonato estadual. A entidade também ressaltou avanços na organização da competição, como a transmissão de todos os jogos e a utilização do árbitro de vídeo (VAR).


Com o encerramento da edição de 2026, o Goianão reforça seu papel como uma das principais competições esportivas do estado, reunindo tradição, rivalidade entre clubes e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do esporte em Goiás.






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Fala de Michael B. Jordan reacende tapa de Will Smith no Oscar 2022

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O discurso de Michael B. Jordan após vencer a categoria de Melhor Ator no Oscar 2026, na noite desse domingo (15/3), relembrou internautas da ocasião em que Will Smith deu um tapa no rosto do comediante Chris Rock, durante a cerimônia da premiação de 2022.




Em seu discurso, o ator de Pecadores agradeceu os seis atores negros que levaram a mesma categoria antes dele. Entre eles, está Will Smith, que levou a estatueta dourada em 2022 por King Richard: Criando Campeãs (2021).


Para quem não se lembra, durante a cerimônia de 2022, Chris Rock fez uma piada sobre a alopecia da esposa do ator, Jada Pinkett Smith, comparando-a à personagem G.I. Jane, do filme Até o Limite da Honra. O comentário não foi bem recebido, e Will Smith levantou-se da plateia, subiu ao palco e deu um tapa no rosto de Rock.

Como consequência, Will Smith renunciou à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e foi posteriormente proibido de participar do Oscar por 10 anos.



Oscar 2026


A cerimônia do Oscar 2026, realizada nesse domingo (15/3), revelou os principais destaques do cinema mundial. O Brasil acabou sem estatuetas nas cinco categorias em que concorria, enquanto Uma Batalha Após a Outra, dirigido por Paul Thomas Anderson, foi o grande destaque da noite ao conquistar seis prêmios, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor.


Dirigido por Kleber Mendonça Filho, O Agente Secreto concorreu nas categorias de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator, com Wagner Moura, e Melhor Elenco, com Gabriel Domingues, mas não levou nenhum prêmio.

Adolpho Veloso também representava o Brasil na categoria de Melhor Fotografia, pelo trabalho em Sonhos de Trem, mas a vitória ficou com Pecadores.


Pecadores aparece logo atrás do filme de Anderson, com quatro vitórias. Já Frankenstein, produção da Netflix estrelada por Jacob Elordi, completa o ranking com três estatuetas.


Leonardo DiCaprio no filme Uma Batalha Após a Outra
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Leonardo DiCaprio no filme Uma Batalha Após a Outra

Divulgação/Warner Bros. Pictures
Chase Infiniti em Uma Batalha Após A Outra
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Chase Infiniti em Uma Batalha Após A Outra

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Leonardo DiCaprio em Uma Batalha Após A Outra
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Leonardo DiCaprio em Uma Batalha Após A Outra

Divulgação/Warner Bros.





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Câmara Legislativa promove sessão solene em homenagem a profissionais da educação

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realiza, nesta segunda-feira (16), às 19h, uma sessão solene em homenagem aos profissionais da educação que atuam no Distrito Federal. A cerimônia ocorrerá no auditório da Casa e contará com transmissão ao vivo pela TV Câmara Distrital.


Proposta pelo deputado Ricardo Vale (PT), a solenidade tem como objetivo reconhecer o trabalho de professores, pedagogos, coordenadores, diretores, servidores e demais colaboradores que atuam diariamente nas escolas do DF, contribuindo para a oferta de uma educação de qualidade.


De acordo com o parlamentar, a homenagem busca valorizar aqueles que dedicam suas trajetórias à formação de cidadãos e ao desenvolvimento social, cultural e humano da população. Ricardo Vale destaca que esses profissionais exercem papel essencial no cotidiano escolar, muitas vezes enfrentando desafios estruturais e sociais sem abrir mão do compromisso com o aprendizado dos estudantes.


“O trabalho desses profissionais vai além da transmissão de conteúdos. Ele contribui para a formação de valores, para o fortalecimento da cidadania e para a promoção da inclusão social”, afirma o distrital.


A sessão também pretende evidenciar o impacto transformador do trabalho de educadores e trabalhadores da educação na sociedade. Para o autor da iniciativa, reconhecer publicamente essas trajetórias é uma forma de valorizar o esforço diário de quem contribui para transformar realidades por meio da educação, além de representar um gesto de respeito institucional e incentivo à continuidade dessas contribuições.






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Obra de pavimentação renova trecho que liga a Quarta Avenida do Sudoeste à Epig e melhora acesso ao Eixo Monumental

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Motoristas que circulam entre o Sudoeste e a Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) já começam a perceber mudanças no tráfego da região. O acesso pela Quarta Avenida passou por uma intervenção de recapeamento que renovou completamente o pavimento do trecho, melhorando as condições de circulação e segurança para quem utiliza a via diariamente.


A obra foi executada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e integra um contrato permanente de manutenção da malha viária do Distrito Federal. Os recursos utilizados fazem parte de uma operação de crédito firmada entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e o Banco do Brasil. Após a conclusão do recapeamento, a próxima etapa prevista será a implantação da sinalização viária, com pintura de faixas e instalação de placas.


Com aproximadamente 350 metros de extensão, o trecho vinha apresentando desgaste causado pelo tráfego intenso. O asfalto antigo apresentava buracos, ondulações e irregularidades que comprometiam o conforto e a segurança dos motoristas.


O administrador regional do Sudoeste, Reginaldo Sardinha, afirma que a recuperação da pista atende a uma solicitação antiga da comunidade. “Era uma melhoria muito esperada pelos moradores e por quem passa pela região todos os dias. O fluxo de veículos nessa ligação é bastante alto, e o pavimento já estava bastante comprometido. Com a nova pavimentação, conseguimos oferecer uma via mais segura e adequada para o trânsito”, explicou.


Segundo Sardinha, o trecho funciona como uma importante alternativa de deslocamento para quem vive no Sudoeste, Cruzeiro e Octogonal, além de ser utilizado por trabalhadores do Setor de Indústrias Gráficas (SIG) e motoristas que seguem em direção ao Eixo Monumental.


“O trabalho começou no ponto de ligação com a Epig, mas existe a expectativa de ampliar a recuperação para outros trechos da avenida, incluindo partes da Quarta Avenida e também da Terceira Avenida”, acrescentou.


O diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite, destaca que o recapeamento faz parte de uma política contínua de cuidado com a infraestrutura urbana. “A manutenção das vias é essencial para garantir mobilidade e segurança no trânsito. Nosso objetivo é manter as avenidas em boas condições de uso, atendendo às demandas da população e melhorando a qualidade de vida nas cidades”, afirmou.


A intervenção faz parte do lote 9 do Consórcio Recuperação de Vias, responsável por serviços de manutenção em diferentes regiões administrativas do DF, como Sudoeste, Octogonal, Cruzeiro, Candangolândia e Núcleo Bandeirante. O investimento destinado à obra é de cerca de R$ 1 milhão.


Para o prefeito da Área Octogonal 1, Carlos Gatinho, a recuperação do pavimento representa um avanço importante para a mobilidade local. “Essa avenida é muito utilizada por quem precisa acessar outras regiões rapidamente. A melhoria no asfalto aumenta a segurança e torna o deslocamento muito mais confortável”, afirmou.


Morador do Sudoeste desde 2001, o aposentado Osvaldo Farneze acredita que a intervenção terá impacto direto no trânsito da região. “O pavimento estava bastante desgastado e já precisava de uma obra como essa. Com o asfalto novo, o trânsito dentro do bairro e nas saídas da região tende a melhorar bastante”, avaliou.


Ele também lembra que outras obras recentes já contribuíram para reduzir congestionamentos na área. “Depois que o viaduto foi construído, o fluxo melhorou muito. Antes havia retenções grandes na Avenida das Jaqueiras e hoje o trânsito flui com mais facilidade”, completou.






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Brigitte Bardot e Eric Dane são esquecidos no tributo do Oscar 2026

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O Oscar 2026 esqueceu da atriz Brigitte Bardot em seu tributo, que homenageia profissionais do cinema mundial mortos no último ano. A artista francesa morreu em 28 de dezembro do ano passado, aos 91 anos.


No X, pessoas que assistiam ao prêmio do cinema mundial também sentiram a falta de Eric Dane e James Van Der Beek na homenagem. 


Brigitte Bardot e Eric Dane são esquecidos no tributo do Oscar 2026 - destaque galeria

O penteado meio solto, meio preso se tornou uma marca registrada
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O penteado meio solto, meio preso se tornou uma marca registrada

Herbert Dorfman/Corbis via Getty Images
Penteados volumosos com destaque para a franja estilo cortina
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Penteados volumosos com destaque para a franja estilo cortina

Silver Screen Collection/Getty Images
Bardot popularizou dois destinos turísticos
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Bardot popularizou dois destinos turísticos

Bettmann/Getty Images
A parisiense redefiniu a moda feminina
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A parisiense redefiniu a moda feminina

Arthur Grimm/United Archives via Getty Images
A atriz apostava com frequência em chapéus e vestidos boho
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A atriz apostava com frequência em chapéus e vestidos boho

REPORTERS ASSOCIES/Gamma-Rapho via Getty Images


O ator de Grey’s Anatomy morreu em 19 de fevereiro deste ano, aos 53 anos, após uma batalha contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Já Van Der Beek faleceu em 11 de fevereiro, aos 48 anos, após enfrentar um câncer colorretal.

Vale lembrar que os últimos dois atores ficaram marcados por seus papéis em séries de televisão, mas também tiveram trabalhos marcantes no cinema.





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Brasil já investiu R$ 4,5 mi em campanhas de filmes ao Oscar. Entenda

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Apesar de terminar a cerimônia do Oscar 2026 sem estatuetas, O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, fez história ao conquistar quatro indicações na maior premiação do cinema. Para viabilizar a campanha internacional, o filme recebeu R$ 800 mil da Agência Nacional do Cinema (Ancine).


O incentivo faz parte de um programa federal que, desde 2008, financia a campanha do filme brasileiro selecionado para representar o país na maior premiação do cinema mundial.


Ao longo de 18 anos, cerca de R$ 4,5 milhões foram investidos em 15 produções por meio do Programa de Apoio à Divulgação do Filme Brasileiro Candidato a uma Indicação ao Oscar. A primeira contemplada foi Última Parada 174, de Bruno Barreto, que recebeu R$ 150 mil em 2008, mas não chegou a ser indicada.


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Desde então, além de O Agente Secreto, apenas O Menino e o Mundo conseguiu uma indicação, concorrendo ao prêmio de Melhor Animação em 2016. Já a produtora de Ainda Estou Aqui, primeiro filme brasileiro a vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional, em 2025, optou por não receber o apoio financeiro.


Entre o primeiro repasse e o mais recente, o valor destinado às produtoras cresceu 433%. A variação do dólar e as oscilações orçamentárias ao longo de diferentes governos ajudam a explicar o aumento, segundo a Ancine.


Programa de Apoio ao Oscar


Todos os anos, a Academia Brasileira de Cinema (ABC) seleciona a obra que representará o país na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional. Depois, cabe à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, nos Estados Unidos, definir os indicados.



Administrado pela Ancine, o programa busca ampliar a visibilidade internacional do filme escolhido para disputar uma vaga no Oscar. O foco é a categoria de Melhor Filme Internacional. Até hoje, apenas O Menino e o Mundo recebeu apoio após ter a indicação oficializada em outra categoria.


“O programa contribui para o fortalecimento da cadeia produtiva nacional, para a internacionalização do cinema brasileiro e para o aumento da competitividade do setor”, explicou a assessoria da Ancine ao Metrópoles.

Filmes que receberam apoio do Programa de Apoio à Divulgação:


Brasil já investiu R$ 4,5 mi em campanhas de filmes ao Oscar. Entenda - destaque galeria

Wagner Moura no filme O Agente Secreto
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Wagner Moura no filme O Agente Secreto

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Última Parada 174 (2008) e Salve Geral (2009)
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Última Parada 174 (2008) e Salve Geral (2009)

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Lula, o filho do Brasil (2010) e O Palhaço (2012)
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Lula, o filho do Brasil (2010) e O Palhaço (2012)

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O Som ao Redor (2013) e Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014)
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O Som ao Redor (2013) e Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014)

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Que Horas Ela Volta (2015) e O Menino e o Mundo (2015)
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Que Horas Ela Volta (2015) e O Menino e o Mundo (2015)

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Pequeno Segredo (2016) e Bingo - O Rei das Manhãs (2017)
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Pequeno Segredo (2016) e Bingo - O Rei das Manhãs (2017)

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O Grande Circo Místico (2018) e Deserto Particular (2021)
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O Grande Circo Místico (2018) e Deserto Particular (2021)

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Marte Um (2022) e Retratos Fantasmas (2023)
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Marte Um (2022) e Retratos Fantasmas (2023)

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Os recursos são provenientes do orçamento da própria Ancine, conforme a dotação prevista para cada ano. Em quatro ocasiões, a Secretaria do Audiovisual (SAV) complementou o apoio financeiro.


Todo filme escolhido pela ABC pode solicitar o incentivo. A produtora precisa manifestar interesse, apresentar o orçamento da campanha e comprovar regularidade fiscal e trabalhista.


As empresas contempladas têm até 120 dias para prestar contas. Os gastos devem ser feitos exclusivamente com ações de divulgação internacional e não podem ter sido realizados antes da aprovação.


Custos e impactos


Para muitos espectadores, o valor de R$ 800 mil investido em O Agente Secreto pode parecer alto para a campanha de um filme. Ainda assim, alguns fatores precisam ser considerados. A maior parte das despesas ocorre em dólar e envolve serviços especializados.


Os gastos incluem assessoria de comunicação internacional, publicidade, produção de materiais físicos e digitais, viagens de elenco e participação em eventos. Segundo Miriam Spritzer, da Hollywood Creative Alliance, as campanhas começam meses antes da cerimônia — marcada para 15 de março de 2026 — e envolvem ações que vão de outdoors a custos com figurino, cabelo e maquiagem.


“É como promover uma marca, é como promover uma empresa ou até uma pessoa, seja para um cargo político, seja para lançar um álbum”, reflete.

A projeção internacional gera efeitos que vão além do troféu. Além de aumentar o público nas salas de cinema, há impacto direto na cadeia audiovisual, com novas oportunidades profissionais, coproduções e atração de investimento estrangeiro.


Walter Salles e Fernanda Torres no Oscar 2025 - Metrópoles
Walter Salles e Fernanda Torres comparecem ao 97º Oscar Anual no Dolby Theatre em 02 de março de 2025

Para Adriana Donato, doutora em Políticas Públicas, políticas culturais são financiadas por diferentes fontes, como o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e o Fundo Nacional da Cultura (FNC).


Segundo ela, é possível equilibrar programas como o do Oscar — concentrado em uma única obra — com projetos voltados à formação técnica, educação audiovisual e produtores independentes.


“Quanto aos impactos culturais e sociais, podemos citar a valorização do produto cultural brasileiro, de artistas e produtores culturais, além de efeitos positivos em áreas como qualidade de vida, rendimento escolar e redução da violência”, observa.


A promoção internacional é apenas um dos custos envolvidos na produção de um filme. O Agente Secreto, por exemplo, recebeu R$ 7,5 milhões do FSA para a produção. França, Alemanha e Holanda também apoiaram a obra com R$ 14 milhões — o que reforça a importância de atrair investimentos externos para o cinema nacional, um dos objetivos das campanhas ao Oscar.





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Judocas brasileiras superam preconceito e inspiram jovens atletas

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“Quando eu comecei a fazer esses eventos, eu via que eu não podia parar, porque através da minha história, da minha conquista ali, da minha medalha, eu estava inspirando outras gerações”.


A fala é da judoca brasileira Rafaela Silva (à direita, no destaque) que, juntamente com Jéssica Pereira, ambas da seleção brasileira de judô, participaram de evento sobre equidade de gênero e desenvolvimento social, por ocasião do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. 


Na moderação, que ocorreu na última quinta-feira (12), no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), as atletas debateram sobre carreira, dificuldades de se manter em um esporte de alto rendimento, e preconceitos sociais e de gênero que enfrentaram durante a trajetória. 


Atualmente com 28 medalhas olímpicas, o judô é o esporte que mais rendeu pódios ao Brasil na competição. Das cinco medalhas de ouro, três são de atletas femininas: Sarah Menezes (2012), Rafaela Silva (2016) e Beatriz Souza (2024). 


A conversa foi mediada pela gerente de comunicação da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Camila Dantas (à esquerda, na foto em destaque). 


Presença Feminina


Aos 33 anos, Rafaela conta que conheceu o judô aos 5, através de um projeto social perto da sua casa, então na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro. Depois de não se sentir acolhida nas aulas de futebol, onde era a única menina do grupo, ela observou que no judô as crianças se divertiam juntas independentemente do gênero.  


Jéssica Pereira, de 31 anos, é tricampeã pan-americana e hepta campeã brasileira. Ela conta que iniciou sua vida no esporte aos 7 anos como uma forma de fugir da violência, na Ilha do Governador, perto do Morro do Dendê. Ela explica que foi a mãe que a matriculou, juntamente com outros cinco irmãos no judô, para ocupar as crianças durante o dia. 



“Quando eu recebo uma mensagem no Instagram dizendo que eu sou uma inspiração ou uma criança dizendo assim: ‘Ah, eu entrei no judô porque eu te vi lutar’. Esses momentos são muito gratificantes, e a gente sabe que serve como inspiração pra nova juventude que tá vindo aí.” 



Rafaela Silva conta que quando começou na seleção brasileira, em 2008, os treinos no Japão eram reservados apenas para os homens, já que a confederação não acreditava que elas tinham nível para treinar no país onde o esporte surgiu. Segundo a atleta, este cenário que mudou com o tempo.


“O judô feminino é igual o masculino. A gente luta o mesmo tempo de luta, a gente recebe a mesma premiação, a gente tem as mesmas oportunidades e as pessoas ainda têm essa visão, né?”, acrescentou. 


Desafios e conquistas


Rafaela lembra que, durante sua trajetória, lidou com olhares tortos e desconfiança por ser uma atleta mulher. O preconceito partia tanto de familiares quanto nas competições internacionais. 



“Várias tias nossas falavam: ‘Não, mas isso daí é negócio de homem, ficar se agarrando, ficar se batendo lá’. Até que elas começaram a entender um pouco da nossa história dentro da modalidade e mudaram essa visão.” 



Mesmo diante de desafios, as conquistas da categoria feminina do judô são muitas. A ex-judoca Mayra Aguiar, por exemplo, é a maior medalhista brasileira do esporte. Foram três medalhas olímpicas de bronze em duas competições: Londres 2012 e Tóquio 2020.


Ela também foi a primeira mulher brasileira a conquistar três medalhas olímpicas em esportes individuais, e hoje divide a conquista com a ginasta Rebeca Andrade.


Federação internacional


A Federação Internacional de Judô tem trabalhado para o desenvolvimento da categoria feminina. No campeonato mundial de 2017, foi inaugurada a competição por equipes mistas, que mescla homens das categorias 73 kg, 90 kg e +90 kg com mulheres do 57 kg, 70 kg, +70 kg.


Antes disso, a competição por equipes era separada por gênero, e a mudança forçou países de tradição na modalidade, como Geórgia, Azerbaijão e Uzbequistão a investirem na formação e profissionalização de atletas mulheres. 


De olho nas Olimpíadas de 2028 em Los Angeles, Rafaela Silva já notou a presença de mais atletas femininas nas competições, e conta que aos 33 anos não tem planos de parar de se aposentar. 


*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia. 







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Saiba o que O Agente Secreto tem a comemorar após decepção no Oscar

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Mesmo com a torcida e esperança brasileira, o Brasil não levou nenhuma das cinco categorias que disputava no Oscar 2026. O filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, perdeu em Melhor Elenco para Uma Batalha Após a Outra, em Melhor Filme Internacional para Valor Sentimental e em Melhor Ator e Melhor Filme para Pecadores. O diretor de fotografia Adolpho Veloso também não levou a estatueta pelo filme estadunidense Sonhos de Trem. 


Especialistas afirmam que, apesar das derrotas no Oscar, o filme brasileiro tem muito o que comemorar. A avaliação é de que a trajetória do longa nacional até a maior premiação do cinema mundial alavanca ainda mais a importância da arte feita no Brasil, enquanto as perdas não invalidam a relevância do potencial dos profissionais brasileiros.


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Wagner Moura como Marcelo/Armando no filme O Agente Secreto
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Wagner Moura como Marcelo/Armando no filme O Agente Secreto

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Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho nos bastidores de O Agente Secreto
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Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho nos bastidores de O Agente Secreto

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Wagner Moura e Tânia Maria em O Agente Secreto
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Wagner Moura e Tânia Maria em O Agente Secreto

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Wagner Moura em cena do filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho
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Wagner Moura em cena do filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho

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Wagner Moura em cena do filme O Agente Secreto
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Wagner Moura em cena do filme O Agente Secreto

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“O Agente Secreto já produziu um efeito estrutural. O simples fato de ter circulado com força no circuito internacional, acumulando indicações e vitórias relevantes, especialmente em festivais como o Festival de Cannes, reposiciona o cinema brasileiro como potência criativa contemporânea, não apenas como memória de um passado glorioso”, afirma Gabriel Amora, jornalista e crítico de cinema.

“Não existe um panorama em que O Agente Secreto saia moralmente derrotado. A campanha foi muito bem-sucedida”, completa Cyntia Calhado pesquisadora e professora universitária do curso de Cinema e Audiovisual da ESPM.


É importante lembrar que, para além das indicações de Ainda Estou Aqui — vencedor da categoria Melhor Filme Internacional no Oscar 2025 — e O Agente Secreto, o Brasil já foi indicado ao Oscar outras 13 vezes nas mais diversas categorias, considerando filmes nacionais e coproduções com outros países.




Brasil no Oscar



  • Orfeu Negro (1960)

  • O Pagador de Promessas (1963)

  • Raoni (1979)

  • O Beijo da Mulher-Aranha (1986)

  • O Quatrilho (1996)

  • O Que É Isso, Companheiro? (1998)

  • Central do Brasil (1999)

  • Uma História de Futebol (2001)

  • Cidade de Deus (2004)

  • Lixo Extraordinário (2011)

  • O Sal da Terra (2015)

  • O Menino e o Mundo (2016)

  • Democracia em Vertigem (2020)




Impactos na indústria


A cineasta Cíntia Domit Bittar garante que o destaque em premiações internacionais também causa impacto direto na indústria, “como o fortalecimento da receptividade ao cinema brasileiro independente dentro do próprio país, ampliando o interesse do público e a busca por filmes nacionais”.


O título brasileiro ganhou destaque em premiações como Critics Choice Awards e Globo de Ouro. No ano passado, o longa Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, conquistou o mesmo feito, levando a categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2025.


“No momento, O Agente Secreto e Ainda Estou Aqui se configuram como exceções. O cinema brasileiro sempre produziu obras extraordinárias, mas o reconhecimento internacional em escala industrial depende de continuidade, de políticas públicas estáveis e de estratégias consistentes de circulação. Sem isso, cada conquista pode ser tratada como um evento isolado, e não como parte de uma presença permanente”, pondera Cíntia.


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Fernanda Torres em Ainda Estou Aqui
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Fernanda Torres em Ainda Estou Aqui

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Fernanda Torres em Ainda Estou Aqui
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Fernanda Torres em Ainda Estou Aqui

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Pôster de Ainda Estou Aqui (2024)
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Pôster de Ainda Estou Aqui (2024)

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Cena do filme Ainda Estou Aqui
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Cena do filme Ainda Estou Aqui

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E daqui para frente?


Estamos vendo uma fase de ouro da cinematografia brasileira no sentido de prestígio internacional. Esse impacto será muito duradouro.

Pierre Grangeiro, historiador e membro-fundador do Cineclube 24 Quadros

Para os especialistas, a permanência de filmes brasileiros em destaque mundial depende da reorganização para transformar prestígio em política de continuidade.


“Quando um longa como Ainda Estou Aqui alcança repercussão internacional e, no ano seguinte, O Agente Secreto mantém o Brasil em evidência, cria-se uma narrativa de consistência. O mundo deixa de olhar para o cinema brasileiro como ‘surpresa exótica’ e passa a enxergá-lo como produção recorrente de alto nível“, explica Gabriel, que completa:


“Mas isso exige ecossistema, como a existência de editais estáveis, distribuição estratégica, formação de público e integração com o mercado internacional. Se houver política cultural consistente, esses filmes deixam de ser exceções e passam a ser parte de uma nova fase. Se não houver, correm o risco de virar apenas picos isolados numa curva irregular.”

Cíntia finaliza garantindo que, apesar do prestígio de uma estatueta do Oscar, a premiação não é responsável por consolidar um filme como marco histórico. “A trajetória de O Agente Secreto o consolida como um grande marco, desde o estrondo no Festival de Cannes 2025, quando já saiu recordista”, garante.





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