Goiás supera estimativa da Receita Federal para declarações do Imposto de Renda - CBN Goiânia
on junho 02, 2026 with No commentsIn GÓIAS

O Jardim Botânico de Brasília (JBB) encerra 2025 reafirmando seus pilares institucionais: manutenção de coleções de plantas, pesquisa, educação ambiental e lazer voltados à conservação do Cerrado.
Ao longo do ano, o JBB ampliou sua presença junto à população, alcançando 204.422 visitantes, número impulsionado pelo programa Lazer Para Todos, que garantiu entrada gratuita aos domingos e feriados. A educação ambiental também apresentou resultados expressivos, com a participação de 21.076 pessoas em visitas pedagógicas.
Entre as melhorias estruturais, destacam-se a revitalização do Jardim de Contemplação, a inauguração de novos playgrounds e a pavimentação do acesso entre o Centro de Visitantes e o Centro de Excelência do Cerrado, facilitando o deslocamento de visitantes e servidores. O JBB também implantou o Centro de Educação Ambiental do Cerrado, novo espaço voltado ao atendimento pedagógico. Outra ação relevante foi a retirada de espécies exóticas, como pinheiros, do Centro de Visitantes, medida essencial para proteger a vegetação nativa e reduzir riscos de incêndios.
Ciência e pesquisa
A Revista Heringeriana alcançou recordes históricos, passando de 22.311 visualizações em 2024 para 43.129 em 2025, reflexo da qualidade científica e das ações de divulgação do órgão. No período, foram registradas 29 submissões para publicação.
O JBB também celebrou marcos importantes com a publicação do regulamento da Revista Heringeriana, além do lançamento do primeiro Guia de Flora: Ervas e Arbustos, que reúne informações sobre 548 espécies registradas no Cerrado do JBB, e do Dicionário Etimológico, obra produzida em parceria com o professor Stephen Harris, da Universidade de Oxford. Outro destaque foi a cartilha Lendas & Saberes do Cerrado, que valoriza a cultura e a memória dos povos originários.
A produção de mudas superou novamente as metas, com mais de 50 mil mudas nativas produzidas, fortalecendo ações futuras de reflorestamento no Distrito Federal.
Prevenção e gestão
A infraestrutura interna foi aprimorada com a reforma do prédio da Brigada de Incêndio Florestal, da Superintendência de Conservação e com a implantação de irrigação no Jardim Evolutivo, garantindo a manutenção adequada do espaço. O JBB conquistou ainda o Selo de Acessibilidade e o Prêmio ITA, reconhecimento da Controladoria-Geral do DF pelo compromisso com a transparência pública.
O diretor-presidente do JBB, Allan Freire, destaca: “Cada avanço de 2025 é fruto do trabalho integrado das equipes, comprometidas diariamente com a proteção do Cerrado e com a entrega de serviços de excelência à população”.
*Com informações do Jardim Botânico de Brasília (JBB)

Nesta segunda-feira (1º), o Governo do Distrito Federal (GDF) deu início ao processo de ocupação do Centro Administrativo do DF (CADF), em Taguatinga. A medida, determinada pela governadora Celina Leão, faz parte de uma estratégia para reduzir gastos com aluguéis e otimizar a estrutura da administração pública.
“Nós estamos dando um passo importante para reduzir gastos com aluguel no GDF. Hoje já temos a possibilidade concreta de ocupar esse espaço. A orientação é que as secretarias que hoje utilizam recursos públicos com aluguel sejam as primeiras a se instalar”, afirma a chefe do Executivo.
Celina Leão ressalta que o espaço foi construído com esse intuito e está estruturalmente bem preservado e precisa ser valorizado.
“Além da economia de recursos públicos, a ocupação traz vida e dinamismo ao local"
Governadora Celina Leão
Também faremos a transferência do nosso gabinete, junto com outras áreas estratégicas. A ideia é estruturar um planejamento para ocupar 100% do CADF.”
A expectativa do GDF é ocupar gradualmente os 182 mil metros quadrados do espaço, distribuídos em 16 edifícios, concentrando órgãos estratégicos que atualmente funcionam em prédios alugados em diferentes regiões do Distrito Federal. A primeira pasta a iniciar a mudança será a Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), que já prepara a transferência para o complexo.
“Nós vamos iniciar a alocação nos prédios do Centro Administrativo e será responsável por conduzir todas as intervenções necessárias para receber as demais secretarias. O detalhamento das ações já começou, em conjunto com a Secretaria de Economia, e também será feito com a Casa Civil, que vai coordenar a destinação dos prédios e definir quais áreas serão ocupadas por cada órgão do governo”, explica o secretário de Obras, Valter Casimiro.
Atualmente, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) já executa serviços de recuperação do paisagismo, com manutenção dos gramados e limpeza das calçadas, em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Também já foi acionada, por meio da Secretaria de Economia, a manutenção dos elevadores. Paralelamente, a Secretaria de Obras faz o levantamento das principais demandas estruturais, como impermeabilização de lajes, recuperação de calçadas e calhas, entre outras intervenções necessárias para viabilizar a ocupação.
“De imediato, a expectativa é que mais de 150 servidores da própria Secretaria de Obras passem a ocupar o espaço. Em seguida, as demais secretarias serão transferidas, cada uma com seu contingente, conforme o planejamento definido”, complementa o secretário de Obras.
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF (Seduh) também deve integrar o processo de mudança para o Centro Administrativo. “A governadora convocou alguns secretários para conhecer o local, com o objetivo de avaliarmos a situação do empreendimento, especialmente das pastas que hoje funcionam em imóveis alugados. No nosso caso, o contrato está próximo do vencimento, e a orientação foi renovar apenas pelo período necessário para viabilizar a mudança o quanto antes.
A partir dessa determinação, vamos iniciar um levantamento das necessidades para a transferência da equipe. Com isso, poderemos estruturar o processo de mudança e levar os servidores para o Centro Administrativo”, afirma o secretário da Seduh, Marcelo Vaz.
Entre as secretarias prioritárias para a ocupação estão a Secretaria de Desenvolvimento Urbano, a Casa Civil, a Casa Militar e a Secretaria de Governo.
Centro Administrativo
O CADF foi construído, há pouco mais de 10 anos, para se tornar o principal centro administrativo do governo distrital, reunindo diversas secretarias e órgãos em um único espaço. No entanto, apesar de entregue em 2014, nunca foi inteiramente ocupado.
O empreendimento enfrentou uma longa trajetória marcada por entraves jurídicos, questionamentos contratuais e disputas judiciais envolvendo os custos da obra e pagamentos pendentes. Durante anos, o espaço permaneceu subutilizado enquanto o governo discutia soluções legais e financeiras para viabilizar sua ocupação definitiva.
Além da redução de custos, a ocupação do CADF também deve impulsionar a movimentação econômica de Taguatinga, com aumento do fluxo de servidores, visitantes e serviços no entorno do complexo administrativo.
O governo trabalha em um cronograma escalonado de mudanças para garantir que a transição ocorra sem prejuízos ao atendimento da população. “Essa mudança representa uma nova lógica de gestão: menos desperdício, mais planejamento e mais investimento onde realmente importa, que é o atendimento ao cidadão”, acrescenta o secretário de Economia, Valdivino de Oliveira.
Segundo Valdivino, o GDF ainda contabiliza os ganhos da medida. “A governadora vai organizar a logística dessa transição para não termos prejuízos. Tudo está sendo feito com muita responsabilidade e cautela”, conclui.

A Salt Tecnologia vai gerenciar o sistema de empréstimos com desconto em folha de pagamento dos servidores
O Governo de Mato Grosso do Sul, através da SAD (Secretaria de Estado de Administração) fechou uma contratação emergencial e sem necessidade de concorrência pública, de uma empresa para gerenciar o sistema (aplicativo e-Consig) de empréstimos com desconto em folha de pagamento dos servidores públicos estaduais. A escolhida foi a Salt Tecnologia Ltda., que assumirá o controle do sistema eletrônico responsável por calcular a margem disponível e registrar os descontos automáticos no salário do funcionalismo.
O governo de Mato Grosso do Sul contratou emergencialmente a Salt Tecnologia Ltda. para gerenciar o sistema de empréstimos com desconto em folha dos servidores públicos, sem licitação. A empresa, que não cobrará do Estado, tem histórico de problemas no Paraná, onde o TCE suspendeu contrato semelhante por suspeita de urgência artificial e falta de transparência, além de cobranças indevidas a sindicatos investigadas pelo Ministério Público do Trabalho.
A autorização para o negócio foi publicada no Diário Oficial do Estado. O modelo adotado prevê que a empresa forneça o programa de computador e faça a integração com o setor de recursos humanos sem cobrar valores diretamente dos cofres públicos estaduais, um formato que se assemelha a um empréstimo gratuito de tecnologia.
Apesar de o acordo não prever custos diretos para o governo sul-mato-grossense, a empresa escolhida carrega um histórico recente de questionamentos e problemas administrativos em outra região do país. No Paraná, a mesma empresa foi o centro de uma disputa jurídica e de investigações que apontaram possíveis falhas na condução de um contrato semelhante.
Naquele estado, o TCE (Tribunal de Contas) chegou a paralisar o contrato emergencial da empresa devido a indícios de falhas graves. Entre os problemas apontados pelos conselheiros paranaenses estavam a falta de transparência nas informações e a suspeita de que a situação de urgência para a contratação teria sido criada artificialmente, sem justificativa real para dispensar a concorrência entre outras interessadas.
Além das suspeitas levantadas pelos fiscalizadores de contas, a atuação da empresa gerou forte descontentamento entre os representantes de trabalhadores. Sindicatos locais acionaram o MPT/PR (Ministério Público do Trabalho) porque a prestadora de serviço passou a exigir o pagamento de uma taxa financeira individual para cada mensalidade sindical recolhida diretamente na folha de pagamento dos servidores.
Os representantes dos trabalhadores argumentaram que a cobrança inviabilizava a sustentabilidade das entidades e criava barreiras para a organização da categoria. No final de abril deste ano, reuniões de mediação foram convocadas por defensores dos direitos trabalhistas para tentar resolver o impasse, mas os representantes governamentais e da empresa não compareceram aos debates.
A contratação em Mato Grosso do Sul repete a justificativa de urgência e o argumento de custo zero para a administração estadual, nos mesmos moldes do modelo que foi alvo de revisão e ordens de nova licitação no estado vizinho. A reportagem enviou questionamentos ao Estado e aguarda retorno.

Programa vinculado à SES é o segundo do País com foco em práticas integrativas e o primeiro oferecido em ambiente prisional
Há pouco mais de um mês, a fisioterapeuta Thaysa Gabrielle Oliveira não imaginava o quanto teria que mudar como enxerga a profissão. “É preciso reaprender para ver o que conseguimos adaptar”, sugere.
Thaysa integra a Residência Multiprofissional em Atenção Básica com Ênfase em Práticas Integrativas, um programa da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF), vinculada à Secretaria de Saúde (SES-DF). Neste semestre, o cenário de aprendizagem é a Unidade Básica de Saúde Prisional (UBSP) 20 de São Sebastião, localizada no Centro de Detenção Provisória (CDP), no Complexo Penitenciário da Papuda.
O programa é o segundo do País com foco em Práticas Integrativas em Saúde (PIS) e o primeiro que considera o cenário da residência em ambiente prisional. Segundo a terapeuta ocupacional Yasmim Ferreira, o lugar escolhido está fazendo diferença. "Aqui, aprendo a valorizar o simples a partir da percepção dos usuários sobre um cuidado descomplicado, mas que traz benefícios ao cotidiano de forma significativa".
Lançado em 2025 e com dois anos de duração, hoje o programa possui 11 residentes no segundo ano de formação. Para a turma de 2026, foram acolhidos mais 13 novos profissionais, entre nutricionistas, farmacêuticos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e profissionais de educação física.
"Ferramenta mágica”
A inserção do cenário inédito (sistema prisional) ao plano de residência contou com a colaboração da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), da Vara de Execuções Penais e das direções dos estabelecimentos prisionais.
A coordenadora da residência, Thaís Lima, avalia que essa é uma conquista. "Há ganhos tanto para os residentes, que vão vivenciar um cenário bastante rico e específico da Atenção Primária à Saúde (APS), quanto para a unidade, que recebe reforço na ampliação de formas de cuidado às pessoas privadas de liberdade".
Tal como em toda a APS, as PIS possuem grande potência na Saúde Prisional, como atesta a enfermeira Glaucia Tavares. "Eu costumo falar que as práticas integrativas são como uma 'ferramenta mágica', que você prescreve uma vez ao paciente e ele adquire um poder de se cuidar", compara.
Há seis anos atuando na SES-DF, com ações de saúde no interior dos estabelecimentos penais, Glaucia é especialista em Lian Gong e Técnica de Redução de Estresse (TRE) - duas das 17 modalidades oferecidas pela pasta. A profissional conta que as instruções são replicadas entre a população privada de liberdade. “Por mais que a gente consiga verificar os benefícios que as PIS possuem em tratamento de doenças crônicas e processos agudos, a repercussão e o alcance dessas práticas é muito maior do que podemos medir”, analisa.
Serviços de saúde
As PIS são reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas (MTCI) - um amplo conjunto de práticas baseadas em teorias e experiências de diferentes culturas. Na capital federal, em 2014, foi instituída a Política Distrital de Práticas Integrativas em Saúde (PDPIS), que regulamenta a oferta desses métodos na rede pública.
A Gerência de Saúde do Sistema Prisional (Gessp) da SES-DF é a responsável pela gestão técnica, no âmbito distrital, da atual Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP).
As PIS são reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas (MTCI). Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF
Ao todo, são dez Unidades Básicas de Saúde Prisional (UBSPs), localizadas no interior dos estabelecimentos penais do DF, que servem como ponto de atenção e ordenadora dos serviços de saúde a essa população.
RHAMB
No final de abril, a SES-DF inaugurou o primeiro Horto Agroflorestal Medicinais Biodinâmicos (RHAMB) do sistema prisional do DF. Localizado entre a Penitenciária do Distrito Federal IV (PDF IV) e o Centro de Detenção Provisória (CDP), o horto integra o crescente aperfeiçoamento da assistência em saúde em estabelecimentos prisionais. A iniciativa promove o cultivo de plantas para a melhoria de serviços e o bem-estar, beneficiando tanto detentos quanto profissionais do sistema prisional.

O último fim de semana de maio chega com programação cultural diversificada no Distrito Federal. Entre os dias 28 e 31, brasilienses poderão aproveitar exposições de arte, espetáculos circenses, sessões de cinema, encontros literários e festivais populares em diferentes espaços públicos da capital. As atividades contam com apoio de equipamentos culturais do Governo do Distrito Federal (GDF) e incluem opções gratuitas para todas as idades.
Cinema e literatura
Para os fãs das telonas, o Cine Brasília recebe novas estreias entre os dias 27 de maio e 3 de junho. Entre os destaques está Fanon, cinebiografia sobre o médico e pesquisador francês Frantz Fanon, além do documentário Copan, que acompanha uma eleição no edifício projetado por Oscar Niemeyer em São Paulo. Também entram em cartaz a comédia nacional Quem Tem com que Me Pague Não Me Deve Nada e o longa Hungria — A Escolha de um Sonho, inspirado na trajetória do cantor do DF, além do filme infantojuvenil A Revolução dos Bichos. A programação completa pode ser conferida no site do equipamento e ainda inclui sessões de Mortal Kombat 2 na Sessão Circuitão e exibição única de Obsessão.
A literatura também marca presença na programação cultural. No sábado (30), das 11h às 12h, a Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) promove mais uma edição do Clube de Leitura Juvenil, desta vez com debate sobre o livro O cão que guarda as estrelas, de Takashi Murakami. O encontro ocorre na Sala de Cursos, no térreo da biblioteca. Já no domingo (31), o espaço recebe um bate-papo feminino dedicado aos contos de Gabriel García Márquez.
Museus
O Museu Nacional da República recebe a última semana da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo, com a mostra Nem todo viandante anda estradas — Da humanidade como prática. Em cartaz até 31 de maio, a exposição reúne obras de artistas nacionais e internacionais e propõe reflexões sobre deslocamentos, encontros e humanidade.
A exposição Entre Traços e Tramas: Na Tessitura do Tempo, do artista Maurício Rolo, segue aberta até 14 de junho no Anexo do espaço cultural, reunindo obras geométricas e estudos visuais que transitam entre arte, matemática e biologia, explorando linhas, cores e composições inspiradas em observações microscópicas e pesquisas visuais do artista. A visitação no Museu Nacional ocorre de terça a domingo, das 9h às 18h30, com entrada gratuita.
Já o Museu de Arte de Brasília (MAB) encerra a temporada da exposição MAB: Você Está Aqui, que propõe uma reflexão sobre arquitetura, memória e acessibilidade. Na sexta-feira (29), às 15h30, o espaço promove uma entrega simbólica de maquetes táteis ao programa educativo do museu, além da demonstração de tecnologias assistivas voltadas à acessibilidade para pessoas com deficiência visual. A entrada é gratuita.
Dança, arte e circo
No Centro de Dança do Distrito Federal, o domingo será dedicado às aulas de danças urbanas, com atividades infantis às 11h e turma adulta às 14h30. A dança também está presente no Complexo Cultural de Planaltina, que recebe no sábado, a ação Borboleteia. No domingo, haverá aula de dança com o grupo Clã das Águas.
De sexta a domingo, Brasília recebe também o 9º Festival Mestres e Mestras de Circo, com programação gratuita na Torre de TV, Conic, Praça Zumbi dos Palmares e Parque da Cidade. O festival homenageia o Mestre Mandioca Frita e a palhaça Xamego, reunindo artistas do Distrito Federal, de outros estados e da América Latina em espetáculos, oficinas, cortejos e cabarés circenses. O evento também promove oficinas gratuitas de perna de pau e malabares.
Turismo e lazer
A Orla da Concha Acústica recebe, entre os dias 29 e 31, o Campeonato de Pesca do Distrito Federal 2026. O evento é gratuito e reúne modalidades esportivas, feira temática, praça de alimentação, atrações culturais, atividades infantis e palestras ambientais. A programação completa está disponível no Sympla e inclui shows musicais, apresentações lúdicas e campeonato de arremesso. As competições serão disputadas nas categorias caiaque, barranco e embarcada, seguindo o sistema de captura e soltura para preservação ambiental do Lago Paranoá.
A programação da 144ª Festa do Divino Espírito Santo segue em Planaltina com o Festival Festa do Divino – Tradição Sertaneja, no sábado (30), a partir das 15h. O evento reúne música sertaneja e caipira do Distrito Federal, promovendo artistas locais e fortalecendo as tradições populares de Planaltina. O festival gratuito integra cultura, religiosidade e identidade regional, encerrando a programação com show do cantor Daniel Beira Rio.
Além da programação cultural, o público brasiliense pode aproveitar os atrativos turísticos do Distrito Federal por meio das rotas organizadas pela Secretaria de Turismo (Setur-DF), como a Rota do Queijo, a Rota Arquitetônica, a Rota do Rock e a Rota da Paz, esta última dedicada aos espaços de fé e misticismo. Confira todas as rotas aqui.
Também seguem como opções, pelo programa Lazer para Todos, o Zoológico de Brasília, aberto de terça-feira a domingo e nos feriados, das 8h30 às 17h; e o Jardim Botânico, que funciona de terça a domingo, das 9h às 17h — sendo gratuito aos domingos. Também dá para chegar a todos os atrativos aos domingos e feriados sem pagar tarifas no metrô e nos ônibus, pelo programa Vai de Graça.

Evento realizado nesta quarta-feira (16) reuniu quase 300 inscritos. Entre os temas discutidos: tabagismo, mudanças climáticas, economia solidária e aleitamento materno
A Secretaria de Saúde (SES-DF) realizou, nesta quarta-feira (16), o IV Seminário Distrital de Promoção da Saúde. Com 288 participantes, o evento busca abrir espaço para reflexões e propostas estratégicas aos desafios atuais que impactam o bem-estar e a qualidade de vida da população.
“Nosso objetivo é atrair mais atores para discutir conosco e sugerir inovações. Nosso objetivo é elaborar um Plano Distrital de Promoção da Saúde moderno para 2025 até 2028 e reforçar que todos podem ser promotores de saúde em seus serviços. A ideia é pensar esse novo ciclo juntos", explicou o membro do Comitê Central de Promoção da Saúde, Douglas Moreira.

Gerente do Serviço de Nutrição da SES-DF, Carolina Gama concorda: "Promover a saúde vai além do enfrentamento de doenças. "É um trabalho que envolve bem-estar, alimentação, convivência social e qualidade de vida", disse.
Temas em pauta
Organizado pelo Comitê Central de Promoção da Saúde, o seminário foi realizado no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) e reuniu profissionais de saúde, residentes e representantes da sociedade civil.
A programação abordou questões como mudanças climáticas, saúde no ambiente de trabalho, economia solidária, aleitamento materno e ações do Programa Saúde na Escola (PSE). Outro tema discutido foi o enfrentamento do tabagismo no DF, apresentado pelo auditor da Vigilância Sanitária da SES-DF, André Godoy.
“Hoje, 8,4% da população do Distrito Federal são de fumantes, isto é, quase 200 mil pessoas. Cerca de 6% delas vão procurar os serviços de saúde. Precisamos atuar não só com fiscalização, mas também com educação. Vejo este seminário como um canal essencial para fortalecer a campanha antitabagismo e engajar os profissionais na criação de ideias inovadoras para combater esse problema”, ressaltou Godoy.
Inscrita no evento, a gerente de Vigilância das Doenças Crônicas Não Transmissíveis e da Promoção de Saúde da SES-DF, Mélquia Lima, acredita que o seminário é uma forma de ampliar o olhar dos profissionais. “Queremos sensibilizar a assistência e a vigilância para que incorporem mais estratégias de promoção da saúde no dia a dia dos serviços. Nem todo sofrimento tem diagnóstico, mas pode ser acolhido por ações que gerem impacto real na vida das pessoas”, avaliou.

Luciano Huck recebeu Carlo Ancelotti para uma conversa especial e relembrou uma gafe que aconteceu durante um encontro entre os dois. A história arrancou risadas no "Domingão" e surpreendeu o técnico da Seleção.
Luciano Huck contou ter cometido uma gafe enorme ao oferecer um jantar íntimo para Carlo Ancelotti. A revelação foi feita no “Domingão” deste final de semana (31), enquanto o apresentador entrevistava o atual técnico da Seleção Brasileira.
Em seu relato, o global disse que se confundiu ao servir um queijo típico de uma cidade rival da terra natal do italiano. “Agora eu preciso dividir uma coisa com vocês para terminar“, anunciou Huck, após surpreender o treinador com depoimentos dos filhos, dos netos e de outros membros da família.
“Poucas semanas atrás, eu tive o privilégio de receber o Ancelotti e a esposa o concorrente. Então, eu te peço desculpas“, declarou.
Em seguida, Huck apresentou uma reportagem sobre o Parmigiano Reggiano e levou o queijo correto para o treinador provar na entrevista. “Agora sim, Carlo! Peço desculpas pelo queijo equivocado. Esse veio da sua cidade, feito com o mesmo leite que o seu pai produzia“, falou o apresentador. “Mamma mia! Um espetáculo, hein?!“, expressou Ancelotti.
A gafe também foi comentada por outros artistas que participavam do programa. “Oferecer um queijo de outra cidade para ele é como ele chegar à sua casa e botar uma novela da Record para assistir“, brincou o comediante Fábio Porchat.
Assista:
Luciano Huck comete gafe com Carlo Ancelotti parte 1 pic.twitter.com/kEsbkPz8uh
— WWLBD ✌🏻 (@whatwouldlbdo) May 31, 2026
Luciano Huck comete gafe com Carlo Ancelotti parte 2 pic.twitter.com/oBuQR19OIm
— WWLBD ✌🏻 (@whatwouldlbdo) May 31, 2026

"Hoje a gente tem a segurança de poder deitar a cabeça no travesseiro sabendo que a terra não vai ser tirada." O desabafo do produtor rural Orlando Azevedo é o reflexo de uma revolução silenciosa que tomou conta do campo no Distrito Federal. Neste mês, a Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR) completa três anos de criação com um balanço histórico: mais de 500 famílias beneficiadas, 32.845 hectares regularizados e a entrega de 433 contratos de concessão de direito de uso (CDUs), além de o medo do despejo substituído pela segurança jurídica e um modelo de gestão que aproximou o Estado do trabalhador rural.
Por décadas, cultivar a terra no DF era sinônimo de uma angústia silenciosa. De boa-fé e sem documentos que comprovassem a posse do terreno, famílias inteiras se dedicavam à produção de alimentos sob o medo constante de perderem as propriedades. Essa realidade histórica, que assombrava pequenos produtores desde os tempos da construção da capital federal, teve fim com o compromisso deste Governo do Distrito Federal (GDF) de destravar a burocracia e facilitar a regularização fundiária. Assim nasceu a ETR.
Subsidiária integral da Terracap, a empresa assumiu o desafio de gerir as terras públicas rurais do DF. A obtenção do CDU, que antes era um labirinto burocrático que se arrastava, em média, de oito a dez anos, passou por uma reestruturação. A grande inovação metodológica da empresa foi inverter a lógica do processo: em vez de exigir que o produtor arcasse com a complexa documentação técnica, o próprio Estado foi a campo.
O CDU é o primeiro passo para a regularização, materializada na escritura definitiva. “É o que diz: ‘essa terra é sua. Daqui para a frente, vamos oficializar”, explica o presidente da ETR, Thulio Moraes. “É o que a lei chama de legítimo ocupante. O CDU é um instrumento pelo qual o Estado reconhece a legitimidade e ocupação daquele que, agora, é o concessionário da terra. Ele já não é mais ocupante, é um concessionário”, acrescenta.
Equipes multidisciplinares da ETR passaram a realizar os planos de uso, os memoriais descritivos e o georreferenciamento das chácaras. Com o modelo focado na eficiência, o tempo de espera entre o requerimento e a entrega do CDU diminuiu para cerca de 120 dias.
“A ETR não veio para fazer mais do mesmo, porque se fosse para fazer a mesma coisa, não se teria criado uma empresa, uma subsidiária integral, que pensa 24 horas por dia em regularização. Por onde a gente passa, a gente entrega a área 100% analisada”, avalia Moraes.
O impacto na vida de quem produz
Por mais de duas décadas, Orlando Azevedo conviveu com o fantasma da insegurança sobre a terra onde construiu parte da vida. Natural de Inhumas (GO), ele está no Caub desde 2003 e descobriu ser o maior produtor de jabuticabas do Distrito Federal. Azevedo, que também cultiva graviola, laranja, mexerica e cria cavalos premiados, representa uma das centenas de histórias de vida transformadas pelo trabalho sensível da ETR.
Para o produtor, a grande mudança chegou em 26 de outubro de 2023, data da assinatura do tão sonhado CDU. "Eu sempre falo: é Deus no céu e esse povo na terra", brinca Azevedo, que descreve a etapa como a "realização do sonho do pequeno produtor rural e resume: “É justiça e reconhecimento".
Com essa garantia em mãos, Azevedo pôde focar no que faz de melhor: com 85 pés de jabuticaba, ele inovou na criação de vinhos, licores, geleias, molhos e espumantes artesanais.
Preservação ambiental
Além de proteger o agricultor, a regularização se consolidou como a principal ferramenta de proteção ambiental do DF. Ao oficializar e monitorar quem ocupa a área rural, o GDF inibe o parcelamento irregular do solo, evita o surgimento de loteamentos clandestinos e garante a preservação de nascentes vitais para o abastecimento hídrico da capital.
Hoje, graças à celeridade e sensibilidade do processo de regularização conduzido pela ETR, o produtor rural do Distrito Federal deixou de ser um mero ocupante para se tornar o dono da própria história, cultivando o solo com a certeza de que o trabalho é valorizado e protegido por lei.
"Nossa equipe já faz os documentos técnicos necessários, em vez de a gente demandar do produtor", explica o presidente da ETR, ao argumentar que era preciso desmistificar antigos preconceitos. "Mostrar que o produtor rural é o maior amigo do meio ambiente e a regularização, o maior instrumento de proteção do meio ambiente", completa Thulio Moraes.
Governança pública
Hoje, os dados da ETR subsidiam outros órgãos do governo com informações precisas e transparentes para proteger o campo. “Os dados que temos são colocados num portal, que tem uma parte de acesso público e outra restrita. Essas informações que reunimos servem ao Instituto Brasília Ambiental, à DF Legal, às secretarias, a todo o arcabouço de trabalho técnico voltado a essas regiões. Ou seja, se a Adasa precisar de alguma informação sobre determinado terreno, se tem regularização ou não, basta abrir esse portal”, acrescenta Alisson Neves, do corpo técnico da ETR.
Os dados da empresa auxiliam o planejamento de infraestrutura e a instalação de equipamentos públicos. “Com o mapeamento de quantos terrenos, é possível ter a decisão de estabelecer um posto de saúde na área rural”, exemplifica Neves, ao citar que o raciocínio vale também para a construção de escolas e creches e para a pavimentação de vias, por exemplo. “É uma plataforma de trabalho que atende todos os outros órgãos do GDF”, conclui o técnico.
Outras entregas
A sensibilidade da ETR também alcançou os assentamentos. Após receber as áreas do Programa de Assentamento de Trabalhadores Rurais (Prat), a empresa garantiu a assinatura de 119 contratos apenas entre 2025 e 2026, levando esperança a locais como Santarém (Sol Nascente), Nova Camapuã (São Sebastião), 1º de Julho (São Sebastião), 15 de Agosto (São Sebastião), Estrela da Lula (Paranoá) e Patrícia Aparecida (Paranoá).
O avanço foi sustentado pela presença em campo. Foram mais de 4 mil atendimentos aos produtores, incluídas as ações itinerantes e as caravanas e mais de 200 visitas técnicas nas propriedades, além da implementação do primeiro Marco Geodésico para mapeamento das áreas rurais. O marco visa à demarcação de áreas de regularização rural, por meio de pontos de coordenadas, o que abre portas para eventual mapeamento de referência cadastral.

Os candidatos podem ir presencialmente todos os dias, das 7h30 às 9h, na unidade que fica localizada na Rodovia GO-536, Nº 11.411, km 06, Bloco Frigorífico, Fazenda Vargem Bonita, ou encaminhar currículo para o e-mail francisca.x.santos@friboi.com.br.
Mais informações pelo telefone: (62) 99631-4054.

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em seis endereços de Ceilândia. A ação está prevista para ter início às 9h desta segunda-feira (1º), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.
As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis.
Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável.
No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas.
Pontos de ação em Ceilândia para segunda (1º):
*Com informações da DF Legal

O Instituto Brasília Ambiental apresentou o Sistema Distrital de Unidades de Conservação (SDUC) a estudantes da disciplina de pós-graduação em Áreas Protegidas, Biodiversidade e Políticas Públicas na Universidade de Brasília (UnB). A atividade foi realizada durante a semana, no Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da universidade.
A apresentação teve como objetivo aproximar a gestão pública da comunidade acadêmica, promovendo o diálogo sobre os desafios e oportunidades relacionados à conservação ambiental no Distrito Federal.
“A integração entre a academia e os órgãos gestores traz à luz debates, pesquisas e iniciativas fundamentais para uma gestão compartilhada e eficaz"
Governadora Celina Leão
Para a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, a aproximação entre a comunidade científica e a gestão pública fortalece a construção de políticas ambientais mais eficientes e participativas. “A integração entre a academia e os órgãos gestores traz à luz debates, pesquisas e iniciativas fundamentais para uma gestão compartilhada e eficaz. Quando falamos da conservação do Cerrado, esse diálogo se torna ainda mais importante, pois permite unir conhecimento técnico e experiência prática em favor da proteção do nosso patrimônio natural”, afirmou.
Segundo o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, a aproximação entre academia e gestão pública é essencial para o avanço das políticas de conservação: “Estamos abertos às contribuições da comunidade científica e de todos os setores da sociedade. A gestão das unidades de conservação exige diálogo, conhecimento e cooperação. Preservar nossos recursos naturais é um compromisso com o Cerrado e com as futuras gerações”.
Durante o encontro, a chefe da assessoria técnica da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água, Marcela Versiani, levou para a discussão temas como orçamento destinado às unidades de conservação, recuperação de áreas degradadas, criação de novas unidades, gestão participativa e formas de cooperação entre a academia e o poder público. Também foram debatidos tipos de dados e pesquisas que podem contribuir para o aprimoramento da gestão das áreas protegidas.
A atividade proporcionou uma troca de experiências entre profissionais da área ambiental e estudantes, permitindo reflexões sobre estratégias para fortalecer a conservação da biodiversidade e ampliar a efetividade das políticas públicas voltadas às unidades de conservação.
Áreas protegidas
Com o tema central “Territórios, Áreas Conservadas e Sociobiodiversidade: caminhos para a equidade e a paz”, os eventos reuniram pesquisadores, gestores públicos, estudantes e representantes da sociedade civil para discutir desafios e perspectivas relacionados à proteção ambiental e à inclusão social no Brasil e na América Latina.
Os trabalhos apresentados pelos representantes do Brasília Ambiental envolveram pesquisas científicas desenvolvidas em programas de mestrado e doutorado, além de experiências práticas relacionadas à gestão das unidades de conservação do Distrito Federal
Trabalhos apresentados pelo Brasília Ambiental nos eventos:
*Com informações do Brasília Ambiental