Saúde entra na folia e reforça prevenção em meio aos blocos do DF

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No meio do som alto e da movimentação do Bloco do Amor, na região do Museu Nacional, uma estrutura montada ao lado do palco chamou a atenção por um motivo diferente da festa. Ali, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal apostou em uma abordagem direta: levar prevenção para dentro do Carnaval.


Durante o sábado (14), foliões que passaram pela Plataforma Carnaval Monumental puderam retirar gratuitamente preservativos, gel lubrificante e autotestes de HIV, além de receber orientações rápidas sobre proteção contra infecções sexualmente transmissíveis.


A iniciativa faz parte de uma mobilização que segue até terça-feira (17), com a entrega de mais de 90 mil insumos a organizadores de blocos. O material está sendo repassado por meio do Espaço Acolher, uma base montada para atender o público ao longo dos quatro dias de programação.


O local funciona como ponto de apoio em meio à festa. Além da distribuição de itens de prevenção, equipes também orientam sobre saúde sexual, redução de danos e como agir diante de situações de importunação.


Segundo a produtora Cristiane Dionísio, que acompanha a operação do espaço, a ideia é que a informação circule com a mesma facilidade que a música. O ambiente reúne ainda orientações sobre cuidados básicos típicos do período, como hidratação, exposição ao sol e uso de preservativos.


Fora do circuito carnavalesco, a rede pública mantém disponíveis recursos como a profilaxia pré e pós-exposição ao HIV — PrEP e PEP — que podem ser acessados em unidades de saúde. As duas medidas integram a chamada prevenção combinada, que reúne diferentes formas de reduzir o risco de transmissão.


De acordo com a gerente de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis e Tuberculose da SES-DF, Beatriz Maciel Luz, a testagem continua sendo uma das principais portas de entrada para o cuidado. O diagnóstico precoce permite início rápido do tratamento, mesmo quando não há sintomas.


Dados da própria secretaria mostram que o maior número de infecções por HIV no DF se concentra entre jovens adultos. Entre 2020 e 2024, pessoas de 20 a 29 anos representaram 42,6% dos casos registrados. No mesmo período, essa faixa etária respondeu por 30% dos diagnósticos de aids.


Ao todo, foram contabilizados 3.838 casos de HIV e 1.177 de aids entre moradores do DF nesses cinco anos. Enquanto o número de infecções por HIV permanece estável, os casos de aids apresentaram queda na taxa de detecção, que passou de 8,5 por 100 mil habitantes em 2020 para 5,3 em 2024.


A presença das equipes em meio à programação busca ampliar o acesso à prevenção sem tirar o foco da festa, mas lembrando que cuidado também faz parte do Carnaval.






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por que jovens estão ficando afastados da folia

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O Carnaval sempre foi visto como uma das datas mais aguardadas do calendário brasileiro. Nas redes sociais, contudo, um novo comportamento vem ganhando força e mudando a forma como parte do público enxerga a tradicional festa. Cada vez mais pessoas têm escolhido ficar fora da folia. E não é por falta de opção.


O movimento, que aparece com mais força entre jovens da Geração Z, é conhecido como JOMO (sigla para Joy of Missing Out, em inglês), que significa “alegria de ficar de fora”. Ele é o contraponto do conhecido FOMO, o medo de estar perdendo algo importante.


Enquanto o FOMO está ligado à ansiedade de não participar de algum evento, como o Carnaval, o JOMO segue o caminho inverso. Em vez de preocupação, surge um sentimento de alívio. Em alguns casos, até de satisfação por não precisar acompanhar o ritmo coletivo e por poder viver o feriado de forma mais tranquila.


JOMO no Carnaval: por que jovens estão ficando afastados da folia - destaque galeria

Bloco do Amor reúne foliões no Museu da República, no DF
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Bloco do Amor reúne foliões no Museu da República, no DF

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES
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Foliã se refresca no lago do Museu da República
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Foliã se refresca no lago do Museu da República

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES
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Vassourinhas de Brasília é o bloco mais antigo da capital
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Vassourinhas de Brasília é o bloco mais antigo da capital

Arthur Souza / Metrópoles
Pernambucana, dona Graça curte o Carnaval no DF pela 1ª vez
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Pernambucana, dona Graça curte o Carnaval no DF pela 1ª vez

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES
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Brasília entra oficialmente no clima de Carnaval neste fim de semana (13 a 15/2), com uma programação diversa espalhada por várias regiões do DF
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Brasília entra oficialmente no clima de Carnaval neste fim de semana (13 a 15/2), com uma programação diversa espalhada por várias regiões do DF

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Apesar de aparentar ser um comportamento mais restrito às redes sociais, especialmente entre os jovens, Bianca Dramali, professora de marketing e comportamento do consumidor da ESPM, avalia que essa escolha não deve ser encarada como uma moda passageira, como acontece com trends virais.


Para ela, o JOMO deixou de ser apenas um conceito da internet e passou a se refletir em decisões reais, principalmente em datas marcadas por uma espécie de pressão social, como o Carnaval.


“Esse comportamento emergente estava por aí há um tempo. Hoje fica mais evidente e visível porque atingiu ao que chamamos de maioria inicial, uma parte significativa do mainstream”, pontuou.

A mudança de comportamento também aparece em números. Uma pesquisa da AtlasIntel, divulgada no dia 9 de fevereiro, aponta que 47,2% dos brasileiros pretendem ficar em casa durante o Carnaval, sem participar de blocos, festas ou eventos.


Entre os jovens da chamada Geração Z (nascidos entre 1997 e 2010), o afastamento da folia é ainda mais expressivo. 47,8% desse grupo afirmam não se identificar com o período por falta de conexão cultural com a festa.


Entre os principais motivos citados estão a aversão à música e à multidão (42,8%) e a sensação de não ter relação com o Carnaval como tradição (41,3%).


Mais do que rejeitar a festa, o comportamento revela uma mudança de mentalidade: para muitos, a escolha de não participar também pode ser uma forma de viver o feriado com mais autonomia. Na visão da professora, esse movimento tem relação direta com o desejo de controlar melhor o próprio tempo e a própria energia.


Impacto das redes sociais nas escolhas


Outro fator que ajuda a explicar o crescimento do JOMO é o desgaste provocado pelo excesso de estímulos. Para parte do público, o Carnaval passou a se misturar com a pressão das redes sociais: registrar tudo, aparecer o tempo todo e mostrar felicidade constante virou parte do pacote.


Foto colorida de aglomeração de ambulantes no bloco Agrada Gregos, no Ibirapuera - Metrópoles
Aglomeração de ambulantes no bloco Agrada Gregos, no Ibirapuera


Segundo a especialista, quem adota essa mentalidade passa também a enxergar as redes sociais de outra forma.


“Quem já adotou essa mentalidade JOMO está resgatando o verdadeiro sentido das redes sociais: um espaço de relacionamento, influência e conversas com pessoas que tenham interesses em comum. Rede social é um conceito que precede as redes sociais digitais”, explica.

A especialista reforça ainda que existe um comportamento de transição entre o FOMO e o JOMO, conhecido como FOBO (Fear of Better Option), que é o medo de abrir mão de uma opção melhor.


“É aquela sensação de que não quero mais deixar o hiperestímulo me comandar, a ansiedade me governar com tantas opções. Mas ainda não consigo dizer que estou bem com a sensação de perder algo deliberadamente por escolha própria”, afirma.


Nesse cenário, o Carnaval deixa de ser obrigação e passa a ser apenas mais uma escolha possível. Para muitos jovens, o verdadeiro luxo agora é poder dizer “não” sem culpa e encontrar satisfação no descanso e na liberdade de não participar.







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Jonathan Araújo: da infância nas barracas à liderança consolidada na Feira Central de Ceilândia

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Nascido em Ceilândia, no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), Jonathan Araújo carrega na própria história a essência do lugar que hoje representa. Filho de mãe feirante e pai cobrador da TCB, cresceu entre as barracas da tradicional Feira Central de Ceilândia, onde começou a trabalhar ainda criança. Em 1994, aos 10 anos de idade, Jonathan já acompanhava de perto a rotina intensa do comércio popular, atuando no ramo das confecções. Foi ali que aprendeu, na prática, os desafios diários dos feirantes, a importância do esforço coletivo e o papel fundamental da feira na economia local. Casado com Diva, paraibana, pai de três filhos e pastor, Jonathan construiu sua trajetória conciliando fé, família e trabalho. A vivência precoce no ambiente da feira moldou sua visão sobre o impacto social desses espaços, que vão além da atividade comercial e se consolidam como centros de convivência, geração de renda e preservação cultural. Em 2014, decidiu disputar a presidência da Feira Central de Ceilândia (FCC). Na ocasião, ficou a apenas 14 votos da vitória. Dois anos depois, voltou a concorrer e foi eleito presidente, assumindo oficialmente a liderança da instituição em 2016. Desde então, permanece à frente da gestão, somando nove anos de atuação contínua. Atualmente, a Feira Central reúne 463 feirantes e se destaca como um dos principais polos de geração de emprego e renda da região. Além da presidência da FCC, Jonathan também exerce o cargo de vice-presidente do SINDIFEIRA, ampliando sua atuação na defesa dos interesses da categoria em âmbito mais amplo. Com uma trajetória construída desde a base, Jonathan defende que a liderança deve estar fundamentada no conhecimento da realidade e no diálogo constante com quem vive o dia a dia do trabalho. Para ele, as feiras das Regiões Administrativas do Distrito Federal são símbolos vivos da economia popular e precisam de atenção permanente para continuar fortalecendo famílias e comunidades. Da infância entre as barracas à consolidação como liderança, sua história se confunde com a própria história da feira — um espaço que resiste, cresce e segue sendo referência para Ceilândia e para todo o Distrito Federal.




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Projeto de apoio a vestibulandos multiplica aprovações no CEM 03 de Taguatinga

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O número de estudantes aprovados em universidades públicas pelo Centro de Ensino Médio 03 de Taguatinga (CEM 03) cresceu de forma significativa após a criação do Núcleo de Apoio aos Vestibulandos (Nave), implantado em junho de 2023. Até então, a escola registrava média anual de cerca de 20 aprovações.


Em 2024, primeiro ano completo de funcionamento do projeto, o total ultrapassou 100 aprovações, com cerca de 80 alunos conquistando múltiplas vagas. Em 2025, o número chegou a aproximadamente 150 ingressos em instituições públicas. Já em 2026, a unidade contabiliza 100 aprovações, com expectativa de novos resultados ao longo do ano.


Atualmente, cerca de metade dos aproximadamente 1.200 estudantes da escola participam das atividades do Nave. No último ano, quase metade dos alunos do terceiro ano foi aprovada em instituições públicas, entre elas a Universidade de Brasília (UnB), o Instituto Federal de Brasília (IFB) e outras universidades federais.


Acompanhamento desde o primeiro ano


Com espaço próprio na escola, o Nave oferece acompanhamento contínuo desde o início do ensino médio. O trabalho envolve professores de diferentes áreas e é alinhado às matrizes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Programa de Avaliação Seriada (PAS).


Entre as ações desenvolvidas estão mentorias individuais, empréstimo de material didático, grupos de estudo no contraturno, aplicação de simulados, palestras, orientação para escolha de cursos, aulões e visitas guiadas a universidades públicas.


Idealizadora e coordenadora do projeto, a professora Regina Cotrim afirma que o diferencial está no acompanhamento próximo e na construção da autoconfiança dos estudantes. Segundo ela, o objetivo é mostrar que o acesso ao ensino superior também é um direito dos alunos da escola pública.


Além do reforço pedagógico, o núcleo orienta sobre inscrições em processos seletivos, análise de notas e possibilidades reais de ingresso. O projeto é mantido com recursos da própria escola, doações de materiais e, mais recentemente, apoio obtido por meio de edital parlamentar voltado à melhoria da estrutura de estudo.


A supervisora pedagógica Simone Soares Gonçalves destaca que muitos alunos desconheciam o funcionamento das inscrições, dos cursos e até das profissões. “O conhecimento dos espaços universitários fez diferença porque os estudantes viam isso como algo muito distante”, observa.


Mudança de perspectiva


Entre os estudantes beneficiados está Miguel de Carvalho Santos, de 18 anos, aprovado em Ciência da Computação pelo PAS na UnB. Para ele, o projeto foi fundamental para compreender a universidade como caminho profissional e ampliar horizontes.


Crislayne Rocha, de 17 anos, também conquistou duas aprovações em 2026: Farmácia na UnB e Letras no IFB. Ela relata que os grupos de estudo e as orientações mudaram sua rotina e sua forma de aprender. “Antes eu achava impossível um aluno de escola pública passar numa federal. Depois do Nave, minha perspectiva mudou completamente”, afirma.


No segundo ano do ensino médio, Elizabeth Alves da Silva Aguiar, de 15 anos, diz que ganhou confiança após participar das atividades, especialmente na preparação para a redação do PAS. Com o sonho de cursar Medicina, ela afirma que as visitas à universidade reforçaram o desejo de seguir na área.


Também interessado em Medicina, João Vitor Gonçalves Moreira, de 16 anos, avalia que o acesso a materiais e orientações faz diferença na preparação. Segundo ele, o apoio oferecido pelo projeto aumenta a segurança para enfrentar provas consideradas difíceis.


Com a consolidação do Nave, a escola observa uma transformação no desempenho acadêmico e na expectativa dos estudantes, que passam a enxergar o ingresso no ensino superior como uma possibilidade concreta.






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Escola que homenageia Lula cita Rubens Paiva e Ainda Estou Aqui

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O samba enredo da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), cita o ex-deputado federal Rubens Paiva e o filme Ainda Estou Aqui, longa de Walter Salles que venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional no ano passado.


“Vi a esperança crescer e o povo seguir sua voz / Revolucionário é saber escolher os seus heróis / Zuzu Angel, Henfil, Vladimir / Que pagaram o preço da raiva / Nós ainda estamos aqui no Brasil de Rubens Paiva“, diz um trecho do samba enredo.




Quem foi Rubens Paiva



  • A carreira política de Paiva teve início em 1962, quando foi eleito deputado federal por São Paulo pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).

  • Durante a ditadura militar, Paiva se tornou um símbolo de resistência contra o regime antidemocrático e chegou a confrontar publicamente o então governador paulista, Ademar de Barros, que apoiava o golpe.

  • Rubens foi torturado e morto no Destacamento de Operações Internas (DOI), no quartel da Polícia do Exército. Segundo Amílcar Lobo, médico do DOI, Paiva morreu devido aos ferimentos sofridos em sessões de tortura.

  • Na época, os órgãos oficiais alegaram que Paiva havia fugido durante transferência de prisão e nunca mais fora encontrado.




Desfile que homenageia Lula


A Acadêmicos de Niterói homenageia o presidente com o samba enredo “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”.


A agremiação destaca a trajetória do mandatário, iniciando em 1952. Paulo Vieira, ator e humorista, é responsável por dar vida ao presidente na apresentação. O presidente assiste ao desfile em sua homenagem no camarote da Prefeitura do Rio de Janeiro.

O samba-enredo da agremiação terá referências diretas ao universo do PT. A letra reproduzirá um dos gritos de guerra entoados pela militância (“Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula”) e mencionará, em duas passagens, o número de urna do partido. Janja também é citada.


Escola que homenageia Lula cita Rubens Paiva e Ainda Estou Aqui - destaque galeria

Lula
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Lula

Dilson Silva/ Agnews
Dira Paes
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Dira Paes

Anderson Bordê/AgNews
Juliana Baroni e Paulo Vieira
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Juliana Baroni e Paulo Vieira

Leo Franco/AgNews
Juliana Baroni
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Juliana Baroni

Leo Franco/AgNews
Desfile da Acadêmicos de Niterói
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Desfile da Acadêmicos de Niterói

Reprodução
Dira Paes
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Dira Paes

Leo Franco/AgNews





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Projeto leva atendimento oftalmológico e odontológico gratuito a estudantes do DF

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Uma ação itinerante voltada à saúde de crianças e adolescentes tem ampliado o acesso a atendimentos que muitas famílias não conseguem obter pela rede particular. O Projeto Olhar Cidadão vem percorrendo regiões administrativas do Distrito Federal levando consultas oftalmológicas e odontológicas gratuitas, com impacto direto no bem-estar e no desempenho escolar de jovens em situação de vulnerabilidade.


Nos primeiros meses do ano, a iniciativa passou pela Estrutural e pelo Sol Nascente/Pôr do Sol, onde atendeu aproximadamente 1,4 mil estudantes entre 6 e 17 anos. Nesse período, além dos exames realizados, 128 participantes receberam óculos de grau após diagnóstico de necessidade de correção visual.


A partir de março, a estrutura segue para Samambaia, com atendimentos previstos para os dias 2 e 3, na Quadra 30, conjunto 8, lote 2. O cronograma inclui ainda passagens por Planaltina, Guará, Ceilândia, Itapoã e Santa Maria até o início de junho. Ao longo do percurso, a expectativa é alcançar mais de 5,1 mil pessoas, priorizando alunos da rede pública e famílias em contexto de maior vulnerabilidade social.


De acordo com a técnica socioeducativa da Sejus-DF, Fernanda Elisa Calvet Silveira, o alcance da ação está diretamente ligado à prevenção. “Estamos antecipando cuidados que, muitas vezes, só aconteceriam quando o problema já estivesse agravado. Isso ajuda a proteger a saúde e também contribui para o desenvolvimento escolar”, afirma. Ela acrescenta que “dificuldades visuais e questões odontológicas podem comprometer tanto a aprendizagem quanto a autoconfiança das crianças”.


O fluxo de atendimento começa com a orientação aos responsáveis e o registro de informações de saúde. Em seguida, os jovens passam por avaliação especializada. Quando identificadas alterações visuais, os profissionais indicam o uso de lentes corretivas, que são disponibilizadas sem custo. Já na área odontológica, são realizados procedimentos como profilaxia e intervenções básicas, conforme a necessidade.


Segundo a coordenadora do projeto, Thayza D’Avilla, a proposta também envolve orientação contínua às famílias. “Além do atendimento clínico, trabalhamos com informação. Conversamos sobre higiene bucal, cuidados com a visão e hábitos cotidianos que influenciam a saúde, como o uso prolongado de telas”, explica.


Entre os atendidos está a estudante Maria Eduarda Cardoso, de 15 anos, que percebeu melhora após iniciar o uso dos óculos. “Antes eu precisava me esforçar muito para acompanhar as aulas. Agora consigo enxergar melhor e as dores de cabeça diminuíram”, relata.


A estudante Cibele Veras, de 14 anos, também foi beneficiada. “Depois do exame, escolhi a armação e em poucos dias já estava usando. Ficou mais fácil enxergar na escola e até no dia a dia”, conta.


Para a mãe dela, Maria de Lourdes Veras, o atendimento representou alívio financeiro. “Sabíamos que ela precisava, mas não tínhamos condições de pagar por isso. Quando surgiu essa oportunidade, foi essencial para nossa família”, afirma.


A participação pode ser garantida por meio de inscrição online ou diretamente nos locais de atendimento, mediante apresentação de documento com foto do responsável e do menor. O acesso às vagas ocorre conforme a capacidade de atendimento em cada etapa.






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Van de camarote da Sapucaí é assaltada na saída de desfile no Rio

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Na saída do 1º dia de desfile da Série Ouros na Marquês de Sapucaí, uma van que transportava 20 foliões de um camarote na madrugada deste domingo (15/2) foi emboscada por criminosos armados que levaram celulares e outros itens de valor das vítimas.


O assalto ocorreu nos arredores do sambódromo. O motorista do veículo, que seguia para Zona Sul, decidiu seguir o conselho de um motociclista e fazer um desvio após ver que a via principal estava bloqueada.



Van de camarote da Sapucaí é assaltada na saída de desfile no Rio - destaque galeria

Salgueiro compartilhou o momento em que a escola toma a Sapucaí
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Salgueiro compartilhou o momento em que a escola toma a Sapucaí

Instagram/Reprodução
Um dos carros do Salgueiro
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Um dos carros do Salgueiro

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Baile da Arara, no Rio de Janeiro
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Baile da Arara, no Rio de Janeiro

Reprodução/Instagram
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4 de 5Richard I'Anson/Getty Images
Acadêmicos de Niterói em ensaio técnico na Sapucaí
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Acadêmicos de Niterói em ensaio técnico na Sapucaí

Alex Ferro/Riotur

Ao entrar na rua, a van foi interceptada por cinco suspeitos, a bordo de quatro motos. Dois deles entraram armados no veículo e roubaram celulares e duas correntes de ouro. A ação teria durado cerca de cinco minutos.


Um dos passageiros teria tentado obter ajuda de policiais que patrulhavam a região. Sem sucesso, a van seguiu para o ponto de encontro. O caso foi registrado na 18ª DP (Praça da Bandeira).


Segundo a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), as autoridades irão apurar as câmeras de segurança do veículo para tentar identificar os suspeitos.






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O que é a Pipoca, espaço onde o público acompanha trios em Salvador

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O Carnaval de Salvador está no quarto dia de folia e uma polêmica tomou conta das redes sociais: é preciso pagar para acompanhar os trios? A resposta é simples. Embora existam espaços pagos, como a Corda e os camarotes, também é possível atravessar os circuitos de graça, na famosa Pipoca.


A Pipoca foi criada como uma maneira de oferecer acesso aos shows para todas as pessoas e nada mais é do que o espaço livre ao redor dos trios. É um espaço popular e de livre acesso onde se concentra a maior parte do público.


O que é a Pipoca, espaço onde o público acompanha trios em Salvador - destaque galeria

Clique da folia em Salvador
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Clique da folia em Salvador

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Bruna Maquezine e Shawn Mendes em Salvador
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Bruna Maquezine e Shawn Mendes em Salvador

Webert Belicio/AgNews
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"Loucura" e "Caos" na Pipoca de Anitta no Carnaval de Salvador

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O Kanalha durante show no Carnaval de Salvador (BA)
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O Kanalha durante show no Carnaval de Salvador (BA)

Webert Belicio/Agnews
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"Loucura" e "Caos" na Pipoca de Anitta no Carnaval de Salvador

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Bell Marques paga R$ 2 mil e compra bebida de ambulante no Carnaval
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Bell Marques paga R$ 2 mil e compra bebida de ambulante no Carnaval

Reprodução/Youtube Bell Marques

Quando o trio tem Corda, ele é cercado por um grupo de cordeiros que seguram o item para manter um espaço privado para aqueles que pagaram para estar ali. No espaço, as pessoas pagam um valor que dá direito a um abadá e ficam um pouco mais próximos dos artistas, mas ainda acompanham o trio no chão.



As pessoas que querem uma experiência mais “confortável” podem apostar nos camarotes. Geralmente, esses espaços contam com banheiros, serviços de bar e alimentação, lugares para sentar e mais.






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Serviços deixam de ser exclusividade do Plano Piloto e avançam nas regiões do DF

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A forma como os serviços públicos chegam à população do Distrito Federal passou a ser reorganizada nos últimos anos, com a ampliação deliberada de estruturas antes concentradas no Plano Piloto para outras regiões administrativas. A expansão de soluções ligadas ao transporte, à segurança e à organização urbana começou a alterar não apenas o mapa da infraestrutura, mas o cotidiano de quem vive fora do centro da capital.


Esse redesenho pode ser percebido na ampliação do transporte de vizinhança. O Zebrinha deixou de ser uma solução localizada e passou a operar em 17 regiões administrativas, com 68 veículos que atendem cerca de 20,7 mil passageiros por dia. O serviço funciona como ligação interna nos bairros e facilita o acesso às linhas estruturais de ônibus e ao metrô.


Para a telefonista Ábia Eloína, a presença do transporte próximo de casa trouxe ganhos imediatos. “Ficou mais fácil me deslocar e ainda consigo gastar menos com passagem”, afirma. De acordo com a Secretaria de Mobilidade, a procura cresceu 26% nos últimos meses, acompanhando a retomada do transporte público no DF.


A reorganização do espaço urbano também avançou com a expansão das placas de endereçamento inspiradas no modelo tradicional de Brasília. O padrão foi implantado nas 35 regiões administrativas, somando cerca de 50 mil unidades instaladas em cidades como Taguatinga, Ceilândia, Sobradinho, Guará e Samambaia.


Criadas pelo arquiteto e designer Danilo Barbosa e produzidas pelo DER-DF, as placas contribuem para a identificação das vias e reforçam a identidade visual das cidades. Para a moradora de Taguatinga Laís Pereira, a sinalização faz diferença na rotina. “Ajuda bastante quem ainda está se familiarizando com a cidade”, comenta.


O autor do projeto destaca que a concepção sempre teve caráter abrangente. “A ideia era que esse sistema estivesse presente em todo o Distrito Federal”, explica.


Na área de segurança, a instalação da segunda Delegacia de Atendimento Especial à Mulher em Ceilândia ampliou o acesso ao atendimento especializado na região mais populosa do DF. A unidade funciona 24 horas e reúne serviços voltados a mulheres, crianças e adolescentes, além de contar com posto descentralizado do Instituto Médico Legal.


Para a servidora pública Rosa Nilda de Fasco Araújo, a presença da delegacia representa um avanço concreto. “Ter esse tipo de atendimento perto facilita que mais mulheres procurem apoio quando precisam”, avalia.


A mobilidade urbana também passou a contar com novas alternativas fora do eixo central com a expansão dos patinetes elétricos compartilhados. O sistema reúne atualmente 2.700 equipamentos distribuídos por oito regiões administrativas e já registrou mais de 1,1 milhão de viagens até dezembro de 2025, com cerca de 264 mil usuários cadastrados.


Morador do Guará, o analista Kalyu Monteiro afirma que o patinete passou a fazer parte da rotina. “Para trajetos curtos, é uma opção rápida e prática”, relata.


A chegada desses serviços a diferentes regiões administrativas consolida uma mudança na forma como as políticas públicas vêm sendo estruturadas no Distrito Federal.


Ao avançarem para além do Plano Piloto, iniciativas de mobilidade, segurança e organização urbana deixam de ser exclusivas do centro e passam a integrar o dia a dia de moradores em diversas áreas, aproximando soluções da realidade local e ampliando o acesso à infraestrutura urbana.






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Foliões lotam as ruas do Rio de Janeiro no domingo de Carnaval. Veja

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O Rio de Janeiro segue como um dos principais destinos de foliões durante o Carnaval. Neste domingo (15/2), milhares de pessoas ocuparam as ruas da capital fluminense para acompanhar os blocos espalhados por diferentes regiões da cidade.


Veja fotos:


Foliões lotam as ruas do Rio de Janeiro no domingo de Carnaval. Veja - destaque galeria

Foliões lotam as ruas do Rio de Janeiro durante o Carnaval
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Foliões lotam as ruas do Rio de Janeiro durante o Carnaval

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Ao todo, mais de 50 blocos oficiais desfilaram neste fim de semana de Carnaval. O Bangalafumenga começou a animar o público a partir das 10h, enquanto o Bloco de Areia reuniu cerca de 100 mil pessoas na orla do Leblon desde as 9h.


A programação oficial do Carnaval do Rio começou ainda em janeiro e segue até 22 de fevereiro. De acordo com a Riotur, estão previstos 459 desfiles de blocos de rua ao longo desse período.


Confira a agenda completa do Carnaval do Rio de Janeiro.



A expectativa é de que mais de 6 milhões de foliões — entre moradores e turistas — ocupem ruas, praças e avenidas em todas as regiões da cidade.


O centro concentra o maior número de desfiles, com 135 apresentações programadas. Em seguida, aparecem a Zona Sul, com 98; a Grande Tijuca, com 62; e a Zona Norte, com 56 desfiles previstos.






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