O vendedor ambulante, cuja defesa move uma ação milionária contra a Globo, se pronunciou pela primeira vez após receber alta na clínica psiquiátrica em que esteve internado na região metropolitana de Curitiba (PR).
“E aí, pessoal, deixa eu falar para vocês. Já saí da clínica, sigo em tratamento e continuo em tratamento. Daqui uns dias eu vou dar uma entrevista e vou contar o que aconteceu”, prometeu pelo perfil nas redes sociais.
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Pedro Henrique Espíndola ao lado da mãe e do irmão.
Coluna Fábia Oliveira.
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Pedro, do BBB 26, é levado amarrado a unidade psiquiátrica por ambulância do SUS
Reprodução/Redes sociais
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Pedro, do BBB 26, é levado amarrado a unidade psiquiátrica por ambulância do SUS
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Nasce Aurora, filha do ex-BBB Pedro Henrique
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Nasce Aurora, filha do ex-BBB Pedro Henrique
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Pedro Henrique Espíndola, do BBB 26
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Pedro
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Processo e pedido de indenização foram confirmados pela defesa dele
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Pedro Henrique, do BBB 26, em imagem com cela de prisão na frente - Metrópoles
O mangá Chainsaw Man, de Tatsuki Fujimoto, chegou ao fim com o capítulo 232, publicado nesta terça-feira (24/3). O desfecho marca o encerramento da Parte 2 da história de Denji.
O capítulo foi disponibilizado na plataforma japonesa Shonen Jump+ e no aplicativo em inglês Shonen Jump. A obra, iniciada em 2018, soma 23 volumes lançados no Japão.
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Chainsaw Man foi adaptado em anime e em filme
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Capítulo de 232 encerra história de Chainsaw Man
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Chainsaw Man foi lançado originalmente em 2018
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O encerramento havia sido sugerido no capítulo anterior e ainda assim surpreendeu parte dos leitores. Até o momento, não há qualquer indicação de uma Parte 3 ou continuação da saga.
O próprio aplicativo reforça a conclusão da obra com a mensagem: “Por favor, aguardem o próximo trabalho do Fujimoto”. Nas redes sociais, o perfil oficial do mangá também reforça o encerramento. “Hoje foi publicado o capítulo final, o capítulo 232! Muito obrigado por acompanharem a série”, diz uma publicação.
Apesar do encerramento do mangá, Chainsaw Man segue em outras mídias. A história ganhou uma adaptação em anime, que estreou em 2022, além do filme Chainsaw Man – O Filme: Arco da Reze, lançado em 2025.
A trama acompanha Denji, um jovem que trabalha como Caçador de Demônios ao lado de Pochita. Vivendo na miséria e tentando pagar dívidas herdadas dos pais, ele é traído e morto. Ao perder a consciência, o protagonista faz um pacto e retorna à vida como o Chainsaw Man, tornando-se o portador do coração de um demônio.
Na vida real, a mãe da criança, Lourdes das Neves Ferreira, que na série se chama Catarina e é vivida pela atriz Marina Merlino, segue viva e enfrenta, até hoje, as consequências da tragédia.
Lourdes das Neves com a foto da filha, Leide das Neves Ferreira. A criança foi contaminada após brincar com o material radioativo retirado de um aparelho de radioterapia
Aos 74 anos, Lourdes das Neves Ferreira vive com uma pensão vitalícia destinada às vítimas do acidente com césio-137. Segundo a repórter Giovanna Estrela, responsável pela série Memórias Radioativas, do Metrópoles, o benefício, atualmente de R$ 954, abaixo do salário mínimo, é, em grande parte, comprometido com a compra de medicamentos de uso contínuo.
Após a morte da filha, em 1987, Lourdes também perdeu a casa onde vivia, que foi demolida durante as ações de descontaminação. A família recebeu um novo imóvel do governo estadual em Aparecida de Goiânia, mas nunca retornou ao antigo endereço.
Anos depois, ela também enfrentou a perda do marido, Ivo Alves Ferreira, que teve contato com o material radioativo e conviveu com sequelas por anos. Ele morreu em 2003.
Veja fotos dos personagens reais e os da ficção:
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Emergência Radioativa O protagonista Márcio, vivido por Johnny Massaro, é fictício e representa diferentes cientistas que atuaram no combate à contaminação. Entre eles está o físico Walter Mendes
Netflix/Ana Paula Freire/CNEN
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Emergência Radioativa: Roberto Santos e Wagner Mota Pereira foram os catadores que encontaram máquina com Césio
Emergência Radioativa Devair é retratado como Enevildo, interpretado por Bukassa Kabengele
Neflix/Reprodução/TV Globo
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Emergência Radioativa entre os casos mais marcantes está o da menina Leide das Neves, de seis anos, na série, a personagem Celeste representa esse episódio
Netflix/Reprodução/TV Anhanguera
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Emergência Radioativa Antônia, interpretada por Ana Costa, foi inspirada em Maria Gabriela Ferreira, esposa de Devair
Netflix/Arquivo/Polícia Federal
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Emergência Radioativa Tuca Andrada dá vida ao governador do estado de Goiás que, na época do acidente, tinha Henrique Santillo no cargo
Netflix/Agência Senado
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Emergência Radioativa José de Júlio Rozental, da CNEN, inspira o personagem Benny Orenstein, vivido por Paulo Gorgulho
Netflix/Reproduçao/YouTube
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Emergência Radioativa Nelson Valverde e Alexandre Rodrigues são representados pelos médicos Eduardo (Antônio Sabóia) e Loureiro (Luiz Bertazzo)
Netflix/Reprodução/Gov Goiás
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Emergência Radioativa: Maria Paula Curado inspira a personagem Paula, interpretada por Clarissa Kiste
Netflix/Ana Paula Freire/CNEN
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Emergência Radioativa Leide das Neves Ferreira, mãe de Leide das Neves, inspira a personagem Catarina, vivida por Marina Merlino
Reprodução/ Netflix / Hugo Barreto/Metrópoles
Atualmente, Lourdes relata dificuldades financeiras e cobra melhorias no valor da pensão. Em março, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, anunciou o envio de um projeto de lei para reajustar os benefícios pagos às vítimas do Césio-137. A proposta ainda depende de aprovação da Assembleia Legislativa.
Mesmo quase 40 anos após o acidente, Lourdes afirma que convive diariamente com as marcas deixadas pela tragédia, que resultou na morte de quatro pessoas e deixou centenas de contaminados em Goiânia.
O caso Henry Borel vai a júri popular nesta segunda-feira (23/3), mais de cinco anos após o crime que chocou o país. São réus o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Jairinho, e a mãe do menino, Monique Medeiros.
Após grande repercussão, o caso foi retratado na série Investigação Criminal, disponível na Apple TV. O episódio dedicado ao crime integra a 10ª temporada da produção, com cerca de 2h30 de duração.
Semanas antes do crime ocorrer, a babá que cuidava de Henry alertou Monique, por mensagem, sobre um episódio em que Jairinho se trancou no quarto do casal com o menino, que depois deixou cômodo alegando dores e mancando
Arquivo Pessoal
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Jairinho e Monique são acusados pela morte do menino
Divulgação
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Henry Borel morreu aos 4 anos de idade
Reprodução/Instagram
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Crime chocou o país
Reprodução/Web
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Justiça diz que Jairinho vai participar de j[uri em março
Aline Massuca/Metrópoles
Quem foi Henry Borel
Nascido em 3 de maio de 2016, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, Henry Borel morreu aos quatro anos, em 2021. A morte ocorreu pouco tempo após a separação dos pais.
Nos meses seguintes ao divórcio, o menino passou a apresentar sinais de sofrimento, como medo, regressão de comportamento e queixas físicas. Ele chegou a ser atendido por médicos e a fazer sessões de psicoterapia, em meio a relatos de possíveis agressões e ao desejo de não retornar à casa da mãe após visitas ao pai.
No fim de semana de 7 de março de 2021, Henry esteve com o pai, participou de atividades em família e foi visto em bom estado. Já na madrugada seguinte, foi levado ao hospital pela mãe e pelo padrasto, sem vida.
O laudo pericial apontou 23 lesões pelo corpo, incluindo ferimentos no crânio e hemorragia interna, descartando acidente e indicando violência extrema, sem possibilidade de defesa.
As investigações da Polícia Civil do Rio de Janeiro concluíram que Henry era submetido a uma rotina de agressões e torturas atribuídas a Jairinho. De acordo com o inquérito, Monique tinha conhecimento das violências — tendo sido alertada pela babá do menino ao menos um mês antes da morte — e, ainda assim, consentiu com a situação.