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Justin Bieber é detonado após show no Coachella: "Menor esforço"

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A apresentação de Justin Bieber no Coachella nesse sábado (11/4) repercutiu negativamente nas redes sociais. O cantor canadense, que era uma das atrações principais do evento, recebeu críticas após subir ao palco com um show considerado “minimalista” por parte do público, com direito a momentos em que cantou acompanhando dos clipes das músicas dele no YouTube.


Em um dos momentos mais comentados, o artista navegou por vídeos antigos e cantou junto com hits como Baby e Never Say Never, em uma espécie de “karaokê de si mesmo”. Bieber recebeu convidados no palco, como The Kid Laroi, Tems e Wizkid, além de incluir um trecho acústico com músicos ao vivo.


Justin Bieber é detonado após show no Coachella: “Menor esforço” - destaque galeria

Justin Bieber
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Justin Bieber

Reprodução/Instagram
Justin Bieber no Grammy 2026
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Justin Bieber no Grammy 2026

John Shearer/Getty Images for The Recording Academy
Justin Bieber na música Peaches
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Justin Bieber na música Peaches

Reprodução/YouTube
Justin Bieber
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Justin Bieber

XNY/Star Max/GC Images via Getty Images

Enquanto alguns fãs criticaram a falta de estrutura, coreografias e uma produção mais elaborada, comum em shows de headliners do festival, outros viram a performance como íntima e nostálgica, destacando a proximidade com o público.



A apresentação dividiu opiniões e tomou conta do X, com a hashtag Bieberchella entrando para os assuntos mais comentados. Vale lembrar que este foi o retorno do artista aos palcos após o cancelamento da turnê Justice, em 2023, por causa de problemas de saúde.


Polêmica na apresentação


Outro ponto que chamou a atenção foi o uso dos vídeos do YouTube durante a apresentação. Nas redes sociais, muitos fãs passaram a especular que a decisão poderia estar relacionada ao fato de o cantor ter vendido recentemente os direitos de suas músicas. A associação, no entanto, não foi confirmada oficialmente.


A repercussão chegou até outros artistas. Durante o show, Katy Perry fez uma brincadeira sobre o momento em que Bieber usava vídeos da plataforma: “Graças a Deus, ele tem . Eu não quero ver nenhum anúncio”, disse, arrancando risadas.


Nas redes sociais, o público criticou a apresentação do artista, questionando o nível do show, especialmente pelo fato de Bieber ser um dos artistas mais bem pagos do festival.


“Você tá me dizendo que ele foi o mais bem pago para fazer essa m*?”, escreveu um usuário.  “Esse cara não fez o menor esforço para comandar o Coachella. Só tocando os sucessos no YouTube por um minuto cada”, disse outra pessoa.

Também houve quem relacionasse o formato do show à venda do catálogo musical do cantor: “Justin Bieber não possuir mais o catálogo de sua música é uma enorme razão pela qual sua apresentação está focada em promover música nova”.


Outras pessoas fizeram comparações entre o show do canadense e de outras pessoas no festival. “O Justin Bieber faz um show low effort no Coachella e chamam de intimista. Uma mulher faz o mínimo abaixo do impecável e já vira ‘decadência’. A régua nunca foi a mesma”, criticou outro.


Veja mais reações

















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a pergunta com resposta óbvia que ninguém respondeu

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Os participantes do Passa ou Repassa deste domingo (12/4) chamaram a atenção nas redes sociais. Isso porque nenhum deles soube responder a uma pergunta fácil sobre o corpo humano. O erro custou caro para o time azul, que acabou perdendo todos os pontos.


A edição do quadro do Domingo Legal, apresentado por Celso Portiolli, contou com as participações de Gabi Prado, Mariana Menezes e Taty Girl no time azul. Já o time amarelo tinha Junior Vox, JC Sampa e Alam Beat. 


Passa ou Repassa: a pergunta com resposta óbvia que ninguém respondeu - destaque galeria

Melody fez time perder todos os pontos no Passa ou Repassa
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Melody fez time perder todos os pontos no Passa ou Repassa

Reprodução/SBT
Celso Portiolli no Passa ou Repassa
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Celso Portiolli no Passa ou Repassa

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Celso Portiolli é apresentador do Domingo Legal
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Celso Portiolli é apresentador do Domingo Legal

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Celso Portiolli se decepciona após filha não responder pergunta no Passa ou Repassa:
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Celso Portiolli se decepciona após filha não responder pergunta no Passa ou Repassa: "Jogamos dinheiro fora"

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Celso Portiolli durante o Passa ou Repassa
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Celso Portiolli durante o Passa ou Repassa

Reprodução/SBT

Ainda no começo do programa uma pergunta fácil sobre o corpo humano fez as duas equipes ficarem confusas. “Como é popularmente conhecida a cicatriz na barriga deixada pelo corte do cordão umbilical?”, questionou Portiolli.


Primeiro, o time amarelo ponderou sobre a pergunta, mas decidiram por passar a vez para a equipe azul. O apresentador, inclusive, acreditou que as meninas da equipe conseguiriam responder com tranquilidade e repetiu a pergunta.


As mulheres, no entanto, também tiveram dificuldade na hora de responder e discutiram bastante antes de Taty dizer: “Cesária?”. Com o erro, Celso Portiolli nem perdeu muito tempo e logo revelou que elas tinham errado.


A resposta correta era “umbigo”. Assim, o time azul acabou perdendo todos os pontos conquistados. “Perderam tudo”, riu o apresentador.





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Jeff Alan exalta protagonismo negro em nova exposição em Brasília

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O artista visual Jeff Alan está em cartaz com a exposição Comigo Ninguém Pode na Caixa Cultural Brasília. Na mostra, com visitação gratuita até 31 de maio, pessoas negras são colocadas em posição de protagonismo.


Com um olhar que cria outro contexto social para pessoas que ficavam à margem da produção artística, o artista busca centralizar as pessoas negras nos 50 trabalhos que estão expostos na capital federal.


“Na história da arte, as pessoas negras, quando eram retratadas, na maioria das vezes, estão no fundo da obra, servindo a pessoas brancas. São corpos estirados no chão, corpos escravizados. A gente via pessoas que não tinham o direito de sonhar. A minha obra traz essas pessoas para a frente. Eu dou nome, sobrenome, mostro os olhares, falo sobre os sonhos, sobre essas histórias vivas”, explica.


Jeff Alan está com a exposição Comigo Ninguém Pode na Caixa Cultural Brasília
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Jeff Alan está com a exposição Comigo Ninguém Pode na Caixa Cultural Brasília

Divulgação
As obras de Jeff Alan ficam expostas até 31 de maio
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As obras de Jeff Alan ficam expostas até 31 de maio

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A entrada é gratuita
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A entrada é gratuita

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Jeff Alan também exalta a importância de encorajar o sentimento de pertencimento da juventude negra dentro do trabalho, focando na questão dos sonhos pessoais.


“Eu mostro também caminhos ancestrais que, durante muito e muito tempo, foram caminhos de muito sangue, caminhos que interromperam muitos sonhos. Eu busco mostrar que essas pessoas existem, que essas pessoas querem viver seus sonhos e querem se encontrar dentro dos museus, de equipamentos de cultura”, justifica.


Inspirado no Bairro do Barro, em Recife, o artista visual adotou a técnica de retratos para reproduzir as pessoas com as quais ele convivia no local, destacando a beleza das periferias brasileiras.


“Quem for visitar a exposição vai encontrar retratos de pessoas vivas, que querem ser vistas. Vai conhecer um pouco sobre o meu bairro, vai entender os dois caminhos da minha obra: o caminho vermelho e o caminho azul. O caminho vermelho é um caminho de coragem, de luta, é um caminho que muitas das vezes interrompe nossos sonhos. E aí eu vou encontrando o caminho azul, que é um caminho de sonhos.”


Serviço
Comigo Ninguém Pode – A Pintura de Jeff Alan
De terça a domingo, das 9h às 21h, até 31 de maio, Na Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul – SBS-, Quadra 4, Lotes 3/4, Asa Sul). Classificação indicativa livre. Entrada gratuita.





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Anitta canta música inédita e faz história na TV dos EUA; assista

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Anitta fez história na televisão internacional. A artista se apresentou no Saturday Night Live (SNL) neste sábado (11/4) e se tornou a primeira brasileira a subir ao palco do tradicional programa de humor norte-americano. Na atração, ela cantou a nova música, Choka Choka, parceria com Shakira, e surpreendeu o úublico ao cantar a faixa inédita Várias Quejas. Veja a apresentação:



Durante a participação, a cantora apresentou pela primeira vez na TV a faixa Choka Choka, parceria com Shakira, que foi lançada na última semana. A música faz parte do novo álbum da artista, EQUILIBRIVM, que será lançado na próxima quinta-feira (16/4).



Além do single, Anitta surpreendeu ao cantar uma segunda faixa inédita do projeto, intitulada Várias Quejas. Antes da apresentação, ela tinha adiantado que mostraria ao público uma música ainda não revelada.


Anitta canta música inédita e faz história na TV dos EUA; assista - destaque galeria


A canção é uma versão de Várias Queixas, sucesso do Olodum, popularizado nacionalmente pelo grupo Gilsons.


O álbum EQUILIBRIVM também contará com participações de nomes da música brasileira, como Liniker, Marina Sena, Luedji Luna, Os Garotin e Ebony, além da parceria com Shakira.





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as principais mudanças do livro para a série

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A série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead estreou na última quarta-feira (8/4) com a proposta de expandir o universo de O Conto da Aia (Handmaid’s Tale, em inglês), mantendo a trama ambientada no regime autoritário de Gilead. Assim como a produção original, a nova história também é baseada em um livro e se inspirou nessa obra para construir a narrativa da série.



Os Testamentos, de Margaret Atwood, foi lançado 34 anos após O Conto da Aia e funciona como uma continuação direta da história. Na trama, já se passaram 15 anos desde o livro original, em um momento em que Gilead ainda existe, mas começa a dar sinais de desgaste interno.


A narrativa é construída sob o ponto de vista de três mulheres. Agnes cresceu dentro de Gilead, foi criada por uma família poderosa de comandantes, e preparada desde cedo para cumprir o papel de esposa dentro do regime. Já Daisy vive no Canadá, levando uma vida comum até descobrir que o passado dela está diretamente ligado ao sistema que domina o país vizinho.



A terceira voz é a de Tia Lydia, uma das figuras mais influentes de Gilead e que teve papel importante na série original. No volume, ela fica responsável por um lado mais estratégico que pode abalar as estruturas de poder da sociedade vigente.


Ao longo da trama literária, as histórias das três personagens vão se conectando e serão fundamentais para expor fragilidades do regime, apontando possíveis caminhos de queda de Gilead.

Apesar de se inspirar diretamente no livro, ainda não é possível afirmar se a série seguirá exatamente os mesmos caminhos da obra original.


Já nos primeiros episódios, fica claro que a adaptação tomou algumas liberdades, alterando elementos narrativos, para tornar a história mais fluida na televisão e, ao mesmo tempo, reforçar a conexão com os acontecimentos de O Conto da Aia. Confira as principais mudanças abaixo:


Os Testamentos: as principais mudanças do livro para a série - destaque galeria

Representada cerca de 5 anos depois do final de O Conto da Aia, Os Testamentos acompanha Agnes, uma adolescente obediente e devota; e Daisy, uma jovem recém-chegada e convertida vinda de fora das fronteiras de Gilead
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Representada cerca de 5 anos depois do final de O Conto da Aia, Os Testamentos acompanha Agnes, uma adolescente obediente e devota; e Daisy, uma jovem recém-chegada e convertida vinda de fora das fronteiras de Gilead

Reprodução/ Disney+
The Testaments, nome em inglês da série, é baseada no romance de 2019 de Margaret Atwood. A produção, do Hulu, foi criada por Bruce Miller
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The Testaments, nome em inglês da série, é baseada no romance de 2019 de Margaret Atwood. A produção, do Hulu, foi criada por Bruce Miller

Reprodução/ Disney+
A nova trama foca na geração seguinte de Gilead – a cidade fictícia representada no seriado original
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A nova trama foca na geração seguinte de Gilead – a cidade fictícia representada no seriado original

Reprodução/ Disney+
Prevista para estrear nesta quarta-feira (8/4), a série Os Testamentos das Filhas de Gilead, do Disney+, é, além de um spin-off, uma continuação direta de O Conto da Aia
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Prevista para estrear nesta quarta-feira (8/4), a série Os Testamentos das Filhas de Gilead, do Disney+, é, além de um spin-off, uma continuação direta de O Conto da Aia

Reprodução/ Disney+
Tia Lydia (Ann Dowd) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Tia Lydia (Ann Dowd) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

Divulgação/Disney +
Cena da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Cena da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

Divulgação/Disney +

Atenção: o texto a seguir pode conter spoilers sobre o livro e a série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead.


Mudança na linha do tempo


A alteração mais significativa entre texto de Margaret Atwood e a série está no período em que a história se passa. Enquanto o livro se passa 15 anos depois de O Conto da Aia, a série encurta esse intervalo para cerca de quatro a cinco anos após os eventos finais da produção original.


Personagens e relações reconfiguradas


A dinâmica entre Agnes e Daisy também passa por mudanças importantes. Na obra literária, existe uma diferença de idade grande entre as duas, enquanto na série elas têm idades próximas e convivem no mesmo ambiente, o que altera a relação entre as personagens. A diferença de idade entre as duas no livro é de cerca de 10 anos.


Imagem colorida de Chase Infiniti e Lucy Halliday na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia - Metrópoles
Agnes Mackenzie (Chase Infiniti) e Daisy (Lucy Halliday) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

Além disso, a série modificou uma relação importante na vida de Agnes. Ela é criada em Gilead pelo Comandante Kyle e pela esposa dele Tabitha, que morre no livro. O pai dela então se casa com uma nova esposa, Paula, que passa a criar Agnes como filha.


Na série, esses eventos não ocorrem em cena. Tabitha já morreu quando a trama começa e Paula também já está casada com o Comandante, dando espaço para explorar a relação entre Agnes e a madrasta.


Alterações na trama e nos papéis


Além disso, a série também alterou os papéis de alguns personagens dentro da trama da série. É o caso de Garth, que trabalha como o protetor de Agnes e da família dela. No livro, ele também atua na resistência contra Gilead mas tem um papel fora do país, atuando no Canadá para ajudar Daisy a se infiltrar dentro do regime.


Outras histórias da obra de Margaret Atwood também não são as mesmas da série como a relação entre a Tia Lydia e a Tia Vidala. No entanto, essas alterações são reveladas em episódios mais próximos do fim da temporada.


O retorno de June


Outra diferença na série está em uma conexão direta com O Conto da Aia. Protagonista na produção original, June retorna em alguns capítulos de Os Testamentos com funções importantes e peça importante na jornada de Daisy até chegar à Gilead. No livro, no entanto, June só aparece no epílogo e não tem uma presença tão constante assim.





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conheça o grupo feminino que domina rodas do DF

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“Em casa.” É assim que as integrantes do Samba da Passarinha descrevem a sensação de subir ao palco juntas. Há dois anos circulando pelo Distrito Federal, o grupo nasceu de um desejo simples e urgente: devolver o samba às suas origens, com mulheres ocupando o centro da roda.


São oito instrumentistas com nomes já consolidados na cena brasiliense — Ju Rodrigues (voz e pandeiro), Ane Eóketu (percussão e voz), Mariana Sardinha (cavaco e voz), Yara Alvarenga (percussão), Bruna Tassy (contrabaixo e voz), Irene Egler (violão) e Lene Black (percussão) — e que transformam cada show em um espaço de acolhimento feito por e para mulheres.



Samba da Passarinha: conheça o grupo feminino que domina rodas do DF - destaque galeria

Samba da Passarinha em entrevista ao Metrópoles
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Samba da Passarinha em entrevista ao Metrópoles

HUGO BARRETO / METRÓPOLES
@hugobarretophoto
O Samba da Passarinha é formado por oito instrumentistas e as produtoras Naju Melo e Luciana Lobato
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O Samba da Passarinha é formado por oito instrumentistas e as produtoras Naju Melo e Luciana Lobato

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Yara Alvarenga
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Yara Alvarenga

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Lene Black
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Lene Black

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Ju Rodrigues
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Ju Rodrigues

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Bruna Tassy
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Bruna Tassy

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Mariana Sardinha, Naju Melo e Lene Black
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Mariana Sardinha, Naju Melo e Lene Black

Samba da Passarinha
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Samba da Passarinha

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Fora dos palcos, o projeto tem a força de Naju Melo e Luciana Lobato, as idealizadoras da iniciativa. Em entrevista ao Metrópoles, as integrantes falaram sobre o que significa ocupar esse espaço no samba do DF, os desafios de fazer cultura na capital e os próximos passos do grupo.


“O samba não é um território masculino, o samba é um território feminino, e a gente toca como mulher, não como homem — como mulher e divinamente bem”, enfatiza Ju Rodrigues.


Lene Black acrescenta: “O samba veio da mulher. Então estamos voltando para a origem do samba. E, quando estou com as meninas, é o lugar em que me sinto mais feliz, em que me sinto desarmada e fico à vontade”.


Confira a entrevista na íntegra:



 





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Metrópoles Catwalk 2026 encerra edição exaltando a força da moda brasileira

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Com o Teatro Nacional lotado, o Metrópoles Catwalk 2026 chegou ao fim nesta sexta-feira (10/4) com 30 desfiles e grandes nomes da moda em apresentações inéditas. Ao longo de cinco noites, o icônico espaço de Oscar Niemeyer se firmou como ponto de troca entre diferentes regiões, conectando a produção local a nomes de destaque nacional e reforçando o papel de Brasília como polo criativo do país.


Na noite de encerramento, marcas brasilienses consagradas dividiram espaço com criadores de projeção nacional que vieram ao Distrito Federal especialmente para o evento. Estreante no Metrópoles Catwalk, o ateliê Brunna Lettieri abriu a programação com uma coleção inédita.


Em seguida, a paulista Carmen Steffens, referência no mercado de luxo, deu continuidade aos desfiles. Depois, a brasiliense Sacramound subiu à passarela pela primeira vez no evento e encerrou o primeiro bloco.


Metrópoles Catwalk 2026 encerra edição exaltando a força da moda brasileira - destaque galeria

O modelo e ator brasiliense Jhona Burjack, conhecido nas passarelas, foi um dos destaques do encerramento do Metrópoles Catwalk 2026
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O modelo e ator brasiliense Jhona Burjack, conhecido nas passarelas, foi um dos destaques do encerramento do Metrópoles Catwalk 2026

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Metrópoles Catwalk 2026 reúne grandes nomes da moda em Brasília
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Metrópoles Catwalk 2026 reúne grandes nomes da moda em Brasília

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Designer Raphael Aquino, da Jacobina, recebe aplausos do público no Metrópoles Catwalk 2026
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Designer Raphael Aquino, da Jacobina, recebe aplausos do público no Metrópoles Catwalk 2026

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Metrópoles Catwalk 2026 leva criatividade à passarela
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Metrópoles Catwalk 2026 leva criatividade à passarela

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Metrópoles Catwalk 2026 valoriza a produção nacional
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Metrópoles Catwalk 2026 valoriza a produção nacional

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Metrópoles Catwalk 2026 encerra edição em alta
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Metrópoles Catwalk 2026 encerra edição em alta

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Metrópoles Catwalk 2026 evidencia novos olhares sobre a arte e a moda
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Metrópoles Catwalk 2026 evidencia novos olhares sobre a arte e a moda

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O modelo brasiliense Jhona Burjack já participou de desfiles para nomes como Dolce & Gabbana e Moschino
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O modelo brasiliense Jhona Burjack já participou de desfiles para nomes como Dolce & Gabbana e Moschino

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Metrópoles Catwalk 2026 exibe coleções inéditas
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Metrópoles Catwalk 2026 exibe coleções inéditas

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Metrópoles Catwalk 2026 marca a agenda cultural de Brasília
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Metrópoles Catwalk 2026 marca a agenda cultural de Brasília

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Metrópoles Catwalk 2026 movimenta a cena cultural do Distrito Federal
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Metrópoles Catwalk 2026 movimenta a cena cultural do Distrito Federal

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Metrópoles Catwalk 2026 destaca talentos do país
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Metrópoles Catwalk 2026 destaca talentos do país

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Metrópoles Catwalk 2026 destaca a força criativa de diferentes regiões brasileiras
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Metrópoles Catwalk 2026 destaca a força criativa de diferentes regiões brasileiras

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Metrópoles Catwalk 2026 transforma Brasília em polo cultural
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Metrópoles Catwalk 2026 transforma Brasília em polo cultural

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Metrópoles Catwalk 2026 celebra a moda brasileira
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Metrópoles Catwalk 2026 celebra a moda brasileira

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Metrópoles Catwalk 2026 reúne público diverso no Teatro Nacional
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Metrópoles Catwalk 2026 reúne público diverso no Teatro Nacional

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A segunda etapa começou com a goiana Jacobina, que levou à passarela uma celebração das mulheres negras. Na sequência, a brasiliense Louback voltou ao evento pelo segundo ano consecutivo, com uma apresentação marcada pela criatividade.


Responsável por encerrar a edição, a Foxton, nome carioca de prestígio na moda masculina, fechou a edição deste ano em alta. Mais uma vez, o Metrópoles Catwalk evidenciou a força da capital federal como articuladora de conexões criativas.


O modelo e ator Jhona Burjack, natural de Brasília e conhecido nas passarelas internacionais e nas telas, foi um dos destaques do encerramento.


Ponto de encontro da criatividade


Para o público, a experiência foi além dos desfiles, apresentando a moda como expressão cultural diversa, provocativa e autêntica. João Paulo Eusébio, de 21 anos, acompanhou de perto a programação. Para o estudante de publicidade, o diferencial foi a capacidade de trazer um novo olhar sobre a arte produzida no Distrito Federal.


“Acho que o Metrópoles Catwalk ajuda a movimentar essa questão de trazer visibilidade para marcas brasilienses, que a gente não conhece, eu mesmo não conhecia muitas”, comentou. “Os desfiles trouxeram muitas coisas mais disruptivas. Então, trouxe um outro olhar da moda de Brasília, de fato.”


O foyer da Sala Villa-Lobos se tornou um dos pontos mais movimentados de Brasília, reunindo autoridades, artistas e amantes da arte.


Pelo evento passaram o diretor do Teatro Nacional, Adriano Rodrigues, e o secretário-executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury. Também estiveram presentes o deputado federal André Figueiredo (PDT-CE), Felipe Ramón, subsecretário do Patrimônio Cultural do DF, e Mayara Noronha, ex-primeira-dama do Distrito Federal.


Fora das passarelas, o espaço pulsou cultura. Sob o mezanino da Sala, uma exposição com peças das 30 marcas foi renovada diariamente. Entre uma atração e outra, músicos da capital mantiveram a animação da plateia.


O saxofonista Jhordan, que se apresentou ao longo da programação, vê o evento como oportunidade para artistas locais. “Brasília tem inúmeros cenários únicos. Quando esses espaços ganham vida com arte, moda e música, deixam de ser paisagem e se tornam uma cidade viva. A iniciativa valoriza o artista, a cidade, amplia a visibilidade e fortalece esse posicionamento.”


Metrópoles Catwalk 2026


O Metrópoles consolidou-se como a casa da moda no Distrito Federal. Em 2026, a coluna da Ilca Maria Estevão completa nove anos no ar, cobrindo os principais assuntos do mercado internacional, nacional e local. Essa conexão profunda com o mundo fashion é materializada em eventos de grande escala.


Além do Metrópoles CatWalk, o portal organiza o festival Metrópoles Fashion & Design que chega em sua quarta edição em 2026. Ao unir informação de qualidade e fomento à produção autoral, o Metrópoles estabelece-se como o endereço oficial de quem pensa, produz e consome moda em Brasília.





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