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Oscar 2026 escancara dívida histórica de Hollywood com artistas negros

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Michael B. Jordan fez história no último dia 15 ao vencer o Oscar 2026 de Melhor Ator, tornando-se um dos poucos atores negros a conquistar a principal categoria de atuação da premiação. O astro de Pecadores citou seus antecessores no discurso de vitória e destacou que sua conquista só foi possível graças a quem veio antes.


A fala do ator chama atenção para um histórico de desigualdade no Oscar. Criada em 1929, a premiação — considerada o auge da carreira no cinema — consagrou apenas uma mulher negra como Melhor Atriz, seis homens negros — incluindo Michael — como Melhor Ator e nenhum diretor negro na categoria de direção.


O primeiro homem negro a vencer como Melhor Ator foi Sidney Poitier, em 1964, por Uma Voz nas Sombras, 35 anos após a criação do prêmio. Já Halle Berry segue como a única mulher negra a conquistar o Oscar de Melhor Atriz, por A Última Ceia, em 2002, mais de sete décadas depois da primeira cerimônia.


Os números são ainda mais expressivos na categoria de direção. Ao longo de quase um século, apenas alguns cineastas negros foram indicados, entre eles Spike Lee e Jordan Peele. Nenhum deles, no entanto, levou a estatueta de Melhor Diretor até hoje.


Veja os dados:


No total, apenas 14 atores negros foram indicados ao Oscar na categoria Melhor Ator. Seis foram premiados
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No total, apenas 14 atores negros foram indicados ao Oscar na categoria Melhor Ator. Seis foram premiados

Gabriel Lucas/ Arte/ Metrópoles
No caso das atrizes, apenas Halle Barry venceu a categoria de Melhor Atriz
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No caso das atrizes, apenas Halle Barry venceu a categoria de Melhor Atriz

Gabriel Lucas/ Arte/ Metrópoles
Quando se fala em diretores, nenhum diretor negro nunca venceu a categoria de Melhor Diretor
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Quando se fala em diretores, nenhum diretor negro nunca venceu a categoria de Melhor Diretor

Gabriel Lucas/ Arte/ Metrópoles


Vale lembrar que os dados consideram apenas três categorias das 24 que competem por prêmios. Historicamente, as categorias de Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Ator Coadjuvante são as que mais premiam artistas negros. Gigantes do cinema como Viola Davis, Denzel Washington, Whoopi Goldberg e Lupita Nyong’o já levaram prêmios em ambas.

#OscarsSoWhite


A ausência de vencedores negros no Oscar não é novidade e sequer um debate recente. Entre 2015 e 2016, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas foi alvo de duras críticas após anunciar uma lista de indicados com quase todos os artistas brancos nas principais categorias.


Na época, a hashtag #OscarsSoWhite (Oscar Tão Brancos, em tradução livre) viralizou nas redes sociais. O termo foi criado pela ativista April Reign e gerou críticas massivas contra a Academia responsável pelo prêmio, que criou um planejamento para melhorar a diversidade entre os seus membros.


“A campanha em si ficou no passado, mas não se pode afirmar que a questão está resolvida. Existiram avanços importantes e inegáveis nos últimos 10 anos, mas o trabalho não pode se encerrar. É preciso continuar dando condições de acesso ao cinema para jovens negros, mulheres e outros membros de comunidades sub-representadas de forma contínua. Não apenas nos Estados Unidos mas também em todos os outros fóruns relevantes do cinema internacional”, afirma Felipe Haurelhuk, cineasta e crítico de cinema.

Apesar da campanha e do debate em torno do tema, a professora do curso de Cinema e Audiovisual da ESPM Dani Balbi afirma que é preciso voltar ao começo para entender a formação do Oscar e discutir o motivo da falta de reconhecimento pelo trabalho desses profissionais.


“Nesse período em que surge o Oscar, vivíamos num momento de fortalecimento dos movimentos reacionários, como a Ku Klux Klan. Os Estados Unidos é um país que, assim como o Brasil, tem uma tradição escravocrata, mas diferente do Brasil institucionalizou o seu racismo. Isso dificultou que as pessoas negras produzissem, atuassem”, explica.


Oscar 2026 escancara dívida histórica de Hollywood com artistas negros - destaque galeria

Michael B. Jordan venceu a categoria de Melhor Ator no Oscar 2026
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Michael B. Jordan venceu a categoria de Melhor Ator no Oscar 2026

Getty Images
Ele se junta a lista de apenas seis atores negros a levarem essa categoria
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Ele se junta a lista de apenas seis atores negros a levarem essa categoria

Mike Coppola/Getty Images
Ele foi premiado por sua atuação em Pecadores
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Ele foi premiado por sua atuação em Pecadores

Reprodução
O ator faz gêmeos no filme
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O ator faz gêmeos no filme

Warner Bros. Pictures/Divulgação

Dani ainda pontua a história da atriz Hattie McDaniel, a primeira mulher negra a vencer o Oscar, na categoria Melhor Atriz Coadjuvante, em 1940. Na época, ela só pôde entrar no Hotel Ambassador, onde ocorria a cerimônia, após um pedido especial do produtor David O. Selznick. Ela foi obrigada a se sentar em uma mesa isolada, longe dos colegas, por causa da política de proibição de negros no espaço.


“Se considerarmos o período quase centenário de existência da Academia, poderíamos falar em exceções ou desvios estatísticos. Mas desde que a organização se comprometeu com metas e objetivos de representatividade, iniciados há cerca de 10 anos, as mudanças são evidentes e tendem a se aprofundar. Hoje, nenhum filme pode concorrer à categoria principal se não preencher requisitos de inclusão dos chamados grupos sub-representados, tanto na frente como atrás das câmeras”, emenda Felipe.


E o futuro?


Especialistas apontam que a mudança passa, sobretudo, pela composição de quem vota no Oscar. Para eles, não basta ampliar a presença de pessoas negras na produção — é preciso garantir representatividade também nos espaços de decisão.


“Não basta negros ocuparem os espaços de desenvolvimento e produção cinematográfica. É preciso haver essa mesma preocupação nas curadorias, júris, empresas de distribuição, agências de fomento e em outros espaços de circulação do cinema”, afirma Felipe.


Já Dani avalia que a Academia “não está alheia às suscetibilidades da política” e, por isso, vem renovando seu corpo de membros à medida que os debates avançam.


Conan O’Brien abrindo a cerimônia do Oscar 2026

“A gente popularizou o acesso aos meios de produção, principalmente por conta do digital. Essas pessoas de comunidades que antes não teriam acesso a mecânica do audiovisual acabem tendo isso. É uma realidade do mundo inteiro. Fica difícil pensar nesse cenário , a não ser que haja uma decisão radical de redistribuição de recursos e mudança da função de projeção do símbolo do que é ser norte-americano para os Estados Unidos e para o mundo”, finaliza.

“Ainda não atingimos uma representatividade ideal, mas as mudanças são claras tanto no tipo de projetos indicados quanto nos profissionais envolvidos, que hoje são muito mais diversificados e jovens. E é por isso que projetos como Pecadores quebram recordes de indicações, países como o Brasil chegam ao Oscar de Melhor Filme Internacional e filmes como Parasita quebram barreiras antes intransponíveis“, finaliza o crítico de cinema.





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Ana Maria Braga e Eliana recordam Hebe em homenagem: "Éramos um trio"

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Ana Maria Braga e Eliana se emocionaram neste domingo (22/3) ao recordar a amizade que tinham com Hebe Camargo. As apresentadoras tiveram a oportunidade de homenagear a companheira, já falecida, no programa Em Família com Eliana.


“Éramos um trio. Ela, que fez aniversário neste mês de março, ficaria muito feliz de nos ver aqui, neste encontro fantástico… A nossa querida Hebe Camargo”, definiu Eliana.


Se estivesse viva, Hebe Camargo faria 97 anos no último 8 de março. Ela morreu em 29 de setembro de 2012, aos 83 anos.


Ana Maria Braga e Eliana recordam Hebe em homenagem: “Éramos um trio” - destaque galeria

Ana Maria Braga, Hebe Camargo e Eliana exibidas no telão
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Ana Maria Braga, Hebe Camargo e Eliana exibidas no telão

Reprodução/TV Globo
Eliana
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Eliana

Globo/Bob Paulino
Ana Maria Braga
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Ana Maria Braga

Reprodução/Globo
Hebe Camargo
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Hebe Camargo

Reprodução


Logo em seguida, fotos das três apresentadoras juntas foram exibidas.


Ana Maria Braga, ao ver as imagens, fez uma confissão: “Eu tenho essas fotos no meu camarim… A gente ria muito! A gente está junto desde aquele meu primeiro câncer. Eu estou careca ali. Vocês foram fantásticas. É uma coisa que você leva para a vida inteira, não tem o que quebre isso.”


Emocionada, Eliana abraçou a amiga. “Você é muito generosa! Obrigada!”, declarou.


Veja o momento:







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Juliano Floss relembra furto envolvendo Anitta durante viagem

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O dançarino Juliano Floss surpreendeu os participantes no Big Brother Brasil 26 ao relembrar um episódio tenso vivido ao lado de Anitta durante uma viagem com outros famosos pela Europa.



Segundo o relato, o grupo, que incluía: Anitta, Juliette, Jade Picon, Mc Guimê e outros famosos, saiu para uma balada e acabou se envolvendo em uma confusão após perceberem um segurança filmando mulheres sem autorização. 


“A gente já estava lá há uns quatro dias. O segurança que estava viajando com a gente, que era contratado dela (Anitta), ele ia para todo lugar que a gente ia”, explicou Juliano. Em uma das festas, o segurança “pegou e começou a gravar as meninas rebolando. Anitta deu um fecho nele. Demitiu ele”, continuou.


A situação gerou um desentendimento, e, ao retornarem para a casa onde estavam hospedados, descobriram que o local havia sido invadido. De acordo com Juliano, apenas os pertences de Anitta foram levados, incluindo um relógio e uma mochila de alto valor, o que deixou todos assustados.


“Naquele dia, alguém deixou… a Jade Picon estava lá, também… alguém não trancou a porta. A gente estava em uma mini baladinha, foi pra casa duas horas depois. O MC Guimê, que ainda era casado com a Lexa, tinha deixado vários dólares em cima da cama, que ele estava contando”, continuou. 


Segundo ele, os dólares do cantor não foram tocados, assim como nada do quarto de Juliano e nem de Jade. “A gente acha que foi esse cara”, disse em referência ao segurança com quem Anitta brigou, “mas não tem como saber”.


Floss diz que Juliette também não sofreu prejuízos, embora ficasse no quarto de Anitta. “Roubaram só coisa da Anitta. Estranho, muito estranho. Roubaram o relógio dela e uma mochila caríssima que ela tinha. Foi desesperador”, contou o brother.


Na época, a cantora publicou no Instagram, uma foto do artigo que havia sido roubado.


Na época, a cantora publicou no Instagram, uma foto do artigo que havia sido roubado.





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Os filmes brasileiros que podem estar no Oscar 2027

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O cinema brasileiro vive um momento de projeção internacional. Nos últimos anos, produções nacionais voltaram a ganhar espaço entre as principais do mundo e entraram novamente no radar do Oscar. Esse movimento reforça a força das histórias brasileiras no exterior e alimenta a expectativa por uma possível indicação na edição de 2027 — mas isso não garante presença na premiação.


Mesmo impulsionado pelos resultados de Ainda Estou Aqui (2024) e O Agente Secreto (2025), o caminho não é simples e envolve uma combinação de fatores que vão além da qualidade dos filmes. A safra de produções brasileiras segue crescendo, mas especialistas apontam que visibilidade internacional, estratégia e investimento continuam sendo decisivos para transformar potencial em indicação.





Veja os filmes que podem estar no radar:


Os filmes brasileiros que podem estar no Oscar 2027 - destaque galeria

Pôster do filme Feito Pipa, estrelado Lázaro Ramos, Yuri Gomes, Teca Pereira
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Pôster do filme Feito Pipa, estrelado Lázaro Ramos, Yuri Gomes, Teca Pereira

Divulgação
Elenco do filme Velhos Bandidos
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Elenco do filme Velhos Bandidos

Laura Campanella
Amyr Klink com o ator Filipe Bragança que o interpretará no filme 100 dias
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Amyr Klink com o ator Filipe Bragança que o interpretará no filme 100 dias

Divulgação/ Adriano Vizoni
Cena do filme Corrida dos Bichos, estrelado por Rodrigo Santoro, Bruno Gagliasso, Isis Valverde, Grazi Massafera, João Guilherme, Silvero Pereira e Seu Jorge
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Cena do filme Corrida dos Bichos, estrelado por Rodrigo Santoro, Bruno Gagliasso, Isis Valverde, Grazi Massafera, João Guilherme, Silvero Pereira e Seu Jorge

Divulgação/Prime Video
A Fabulosa Máquina do Tempo, de Eliza Capai
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A Fabulosa Máquina do Tempo, de Eliza Capai

Divulgação

Feito Pipa, de Allan Deberton


Gugu, um menino de 11 anos que sonha em ser jogador de futebol, vive uma relação de liberdade e afeto com sua avó, Dilma. Diante da fragilidade da saúde dela, ele tenta esconder a situação para evitar a separação e o reencontro forçado com um pai que não o aceita. Estrelado por Lázaro Ramos, Yuri Gomes e Teca Pereira.


Geni e o Zepelim, de Anna Muylaert


Inspirado na obra de Chico Buarque, o filme acompanha uma prostituta hostilizada pela cidade onde vive. Sua sorte muda quando um militar (Seu Jorge) ameaça destruir a região, a menos que Geni aceite se deitar com ele, colocando o destino de seus algozes nas mãos dela.


Velhos Bandidos, de Claudio Torres


Uma comédia de ação que acompanha um casal de assaltantes veteranos que planeja um último e audacioso assalto a um banco. Para o plano dar certo, eles precisam recrutar dois jovens criminosos inexperientes, gerando um conflito de gerações enquanto tentam realizar o crime perfeito. Estrelado por Fernanda Montenegro, Ary Fontoura, Bruna Marquezine, Vladimir Brichta e Lázaro Ramos.


Corrida dos Bichos, de Fernando Meirelles


Ambientado em um Rio de Janeiro distópico e tecnológico, o filme apresenta um universo onde o Jogo do Bicho evoluiu para uma corrida de parkour de alta performance. A trama segue um jovem que entra nessa competição perigosa para salvar a vida de sua irmã, enfrentando as castas que dominam a cidade. Estrelado por Rodrigo Santoro, Isis Valverde, Bruno Gagliasso e Matheus Abreu.


A Fabulosa Máquina do Tempo, de Eliza Capai


O documentário retrata meninas do sertão do Piauí equilibrando-se entre tradições familiares, desigualdade de gênero e sonhos de futuro.


100 dias, de Carlos Saldanha


Baseado na história real de Amyr Klink, o longa narra a épica travessia solitária do navegador pelo Oceano Atlântico Sul, em um barco a remo, partindo da África em direção ao Brasil. O filme é estrelado por Filipe Bragança.


Escola Sem Muros, de Cao Hamburger


A cinebiografia do político paulista Braz Nogueira (1928-2018) mostra como ele, com a ajuda de líderes comunitários, conseguem transformar uma escola repleta de violência urbana em um centro de lazer. A produção é protagonizada por Júlio Andrade.


Outras produções em destaque: 



  • Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins

  • Pequenas Criaturas, de Anne Pinheiro Guimarães

  • No jardim do Ogro, de Leila Slimani

  • As Vitrines, de Flavia Castro

  • O Homem de Ouro, de Mauro Lima

  • Leila e a Noite, de Fellipe Barbosa




O que pode levar um filme ao Oscar


Para a crítica de cinema Isabella Faria, que integra o corpo de votantes do Globo de Ouro, o primeiro passo está nos festivais. Segundo ela, eventos como o Festival de Cannes e o Festival de Veneza funcionam como vitrines globais, onde os filmes ganham projeção e atraem distribuidoras internacionais.


Já o crítico Marcio Sallem, que é votante no Critic’s Choice Awards, reforça que esse circuito é determinante para qualquer produção estrangeira que queira chegar ao Oscar. É nesses espaços que ocorrem negociações com empresas que levam os filmes ao mercado americano.


Mesmo assim, a presença em festivais não garante o sucesso na premiação. Isabella Faria destaca que o investimento em marketing tem peso central na disputa e que campanhas bem estruturadas aumentam a visibilidade entre os votantes, podendo impulsionar até filmes menos evidentes.


“Não adianta nada a gente ter um apelo internacional do tema, presença de nomes conhecidos se a gente não tiver dinheiro para colocar na campanha do filme. Às vezes o filme pode ser mediano e ser propagandeado como a melhor coisa do mundo. Então, na verdade, o que mais pesa pro filme brasileiro entrar na corrida do Oscar é dinheiro de campanha”, pontua a especialista.

Nos conteúdos das produções, também há um padrão. Marcio Sallem aponta que histórias com apelo universal, mas ancoradas em contextos locais, costumam ter mais força. Ele também destaca que diretores já consolidados facilitam o reconhecimento internacional e ampliam as chances de circulação.


Entre os nomes que chegam com mais peso na safra de 2026, estão Fernando Meirelles, Cao Hamburger e Anna Muylaert, todos com filmes prestes a estrear em 2026. Projetos como Corrida dos Bichos e 100 dias aparecem como apostas com maior alcance fora do Brasil, enquanto outros títulos podem enfrentar mais dificuldades dependendo do perfil.


Imagem colorida do filme Corrida dos Bichos, do Prime Video - Metrópoles
Cena do filme Corrida dos Bichos, estrelado por Rodrigo Santoro, Bruno Gagliasso, Isis Valverde, Grazi Massafera, João Guilherme, Silvero Pereira e Seu Jorge

Há também ressalvas em relação ao circuito de festivais. Mesmo premiado em Berlim, Feito Pipa pode não ter o mesmo impacto na corrida, já que o evento não costuma influenciar o Oscar com a mesma força de Cannes ou Veneza.


“Acho um cenário cedo, ainda incerto para a gente escolher um título. Talvez quando nós tivermos em mente tanto a seleção dos filmes do Festival de Cannes e se há representantes brasileiros ou não, ou mesmo a seleção de Veneza, que também é um festival convidativo — foi de lá que veio Ainda Estou Aqui — aí poderemos ter uma resposta mais conclusiva para essa pergunta”, pontuou Sallem.

Quem vai decidir o filme que tentará uma vaga no Oscar de 2027 é a Academia Brasileira de Cinema. Para Isabella Faria, a decisão precisa considerar não apenas o valor artístico, mas principalmente o potencial de campanha e circulação internacional.





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Relembre papéis marcantes de Juca de Oliveira, que morreu aos 91

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Morreu neste sábado (21/3), aos 91 anos, o ator e dramaturgo Juca de Oliveira, um dos nomes mais conhecidos da televisão e do teatro no Brasil.


O artista estava internado da UTI no Hospital Sírio-Libanês, com pneumonia.



Nascido em 16 de março de 1935, em São Roque, no interior de São Paulo, José Juca de Oliveira Santos construiu uma carreira de mais de seis décadas, com diversos papéis marcantes.


A trajetória artística começou nos palcos, em meio a nomes consagrados como Aracy Balabanian e Glória Menezes, experiência que ajudou a moldar sua presença cênica. 


Imagem colorida do ator Juca de Oliveira na novela Flor do Caribe - Metrópoles
Juca de Oliveira na série O Primeiro Dia

Em seguida, passou pelo prestigiado Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), onde mergulhou em montagens de grandes clássicos, entre eles O Pagador de Promessas e A Morte do Caixeiro Viajante, consolidando sua formação no teatro.


Já a entrada na televisão ocorreu ainda nos anos 1960, pela TV Tupi, com participações em teleteatros e programas de humor. O salto para a popularidade veio pouco depois, em 1969, ao assumir o papel principal de Nino, o Italianinho.


A produção teve longa duração e projetou o ator nacionalmente, tornando-o conhecido do grande público.


Nos anos 1970, consolidou seu espaço na dramaturgia com personagens marcantes. Um dos mais lembrados é João Gibão, da primeira versão de Saramandaia, figura emblemática dentro do universo de realismo fantástico da trama.


Na mesma década, fez parte dos elencos de novelas como Cuca Legal, À Flor da Pele e Pecado Rasgado, em papéis que reforçavam sua inclinação para personagens densos e emocionalmente complexos.


Já nos anos 1990, voltou a ganhar destaque em produções da TV Globo, com atuações em Fera Ferida, Os Ossos do Barão e Torre de Babel.


Imagem colorida do ator Juca de Oliveira na novela Flor do Caribe - Metrópoles


Entre seus trabalhos mais icônicos está o Doutor Augusto Albieri, de O Clone. A novela, exibida no início dos anos 2000, alcançou repercussão dentro e fora do Brasil, e o personagem — um cientista envolvido com clonagem humana — tornou-se um dos mais emblemáticos de sua carreira.


Nas décadas seguintes, continuou ativo em produções de grande alcance. Em Avenida Brasil, deu vida ao personagem Santiago. Também esteve em Flor do Caribe, Os Experientes e O Outro Lado do Paraíso, onde interpretou o juiz Natanael Montserrat.


No cinema, construiu uma carreira consistente desde a década de 1960. Um de seus papéis mais marcantes foi em O Caso dos Irmãos Naves, obra baseada em um caso real de injustiça. Anos depois, participou de produções como Bufo & Spallanzani, O Signo da Cidade e De Onde Eu Te Vejo, além de Outras Estórias. Também atuou como roteirista em projetos como Caixa Dois e na peça que originou Qualquer Gato Vira-Lata.


Imagem colorida do ator Juca de Oliveira na novela Flor do Caribe - Metrópoles
O ator Juca de Oliveira

Paralelamente, firmou-se como autor teatral, assinando textos como Meno Male, Hotel Paradiso e Caixa Dois. Ao longo de mais de seis décadas de carreira, acumulou prêmios importantes, como o Troféu APCA de Melhor Ator e o reconhecimento no Festival de Gramado por sua atuação em Bufo & Spallanzani.


Com uma trajetória extensa e versátil, o ator se consolidou como um dos nomes mais respeitados da dramaturgia brasileira, transitando com naturalidade entre teatro, televisão e cinema, sempre marcado pela intensidade de suas interpretações e pela capacidade de se reinventar ao longo do tempo.





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O Agente Secreto lidera indicações brasileiras. Veja

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Mesmo após a temporada do Oscar, O Agente Secreto segue em evidência no circuito internacional de premiações. Nesta sexta-feira (20/3), o longa dirigido por Kleber Mendonça Filho conquistou oito indicações aos Prêmios Platino, principal reconhecimento do cinema ibero-americano.


A produção brasileira aparece como a terceira mais indicada da edição, atrás apenas de Belén (Argentina) e Los Domingos (Espanha), ambos com 11 nomeações. As três obras disputam o prêmio de Melhor Filme Ibero-Americano ao lado de Sirāt e Aún Es de Noche en Caracas.


Além da principal categoria, O Agente Secreto também concorre em Direção, Roteiro, Montagem, Direção de Arte, Figurino, Trilha Sonora Original e Melhor Ator, com Wagner Moura.


Wagner Moura em cena do filme O Agente Secreto
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Wagner Moura em cena do filme O Agente Secreto

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Tânia Maria, atriz de O Agente Secreto
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Tânia Maria, atriz de O Agente Secreto

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Wagner Moura como Marcelo/Armando no filme O Agente Secreto
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Wagner Moura como Marcelo/Armando no filme O Agente Secreto

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Outros indicados brasileiros


Além de O Agente Secreto, o Brasil marca presença nos Prêmios Platino com outras produções de destaque. Manas, dirigido por Marianna Brennand, recebeu três indicações: Melhor Filme de Estreia, Melhor Atriz Coadjuvante — para Dira Paes — e o Prêmio de Educação e Valores.



O Último Azul, de Gabriel Mascaro, concorre na categoria de Melhor Ator Coadjuvante, com Rodrigo Santoro.


Outro representante brasileiro é O Filho de Mil Homens, de Daniel Rezende, indicado a Melhor Maquiagem e Penteado. Na categoria de documentário, Apocalipse nos Trópicos, de Petra Costa, também disputa o prêmio.


Na televisão, o Brasil aparece com a minissérie Angela Diniz: Assassina e Condenada, indicada a Melhor Música Original, e com o sucesso Beleza Fatal, que concorre como Melhor Série de Longa Duração.


Os vencedores dos Prêmios Platino serão anunciados no dia 9 de maio, em cerimônia realizada no México.





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ranking misterioso aparece no quarto do líder e intriga a web

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Uma situação inusitada dentro do BBB 26 repercutiu nas redes sociais. Na tarde desta sexta-feira (20/3), Alberto Cowboy, Jonas e Jordana, que estavam no quarto do líder, tiveram um rápido acesso a um ranking dentro da casa. As imagens circularam na web e viraram alvo de especulações de espectadores sobre do que seria esse ranking.




Os três participantes estavam no quarto do líder conversando quando, rapidamente, viram que um ranking apareceu na tela do quarto. Eles mesmos conseguiram identificar que Jonas aparecia em primeiro lugar enquanto Ana Paula vinha em segundo.



“O que é isso?”, indagou Jordana enquanto Cowboy fez piada: “Deu tilt!”. Logo depois, o brother especulou o que poderia ser: “Deve ser uma tela de teste.

BBB 26: ranking misterioso aparece no quarto do líder e intriga a web - destaque galeria

Ana Paula e Milena brigam no BBB 26
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Ana Paula e Milena brigam no BBB 26

Reprodução/TV Globo
Gabriela Saporito chamou atenção ao provar carne crua durante o preparo dos alimentos e chegou a ser advertida pela produção do programa
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Gabriela Saporito chamou atenção ao provar carne crua durante o preparo dos alimentos e chegou a ser advertida pela produção do programa

Reprodução/Redes sociais
Gabriela participa do BBB 26
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Gabriela participa do BBB 26

Reprodução/TV Globo
Milena, do BBB 26
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Milena, do BBB 26

Manoella Mello/Globo

Rapidamente o momento viralizou nas redes sociais e internautas começaram a especular o significaria o ranking. Uma imagem, que também circulou ao lado do vídeo, mostra uma lista com 11 participantes, todos com números que aparentam ser um tempo ao lado. Cowboy, que é o líder da semana, é o único que não estava aparecendo.




Até o momento, a TV Globo não se pronunciou sobre o que seria esse ranking exibido. O Metrópoles tentou contato com a emissora para entender o que teria ocorrido e ainda não obteve resposta. O espaço segue aberto.





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The Last of Us define atrizes para Yara e Lev na 3ª temporada

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The Last of Us já definiu quem dará vida a Yara e Lev na terceira temporada. Segundo o Deadline, as personagens serão interpretadas por Michelle Mao e Kyriana Kratter, respectivamente.


As duas figuras são centrais no arco de Abby Anderson, vivida por Kaitlyn Dever, que deve ganhar protagonismo na terceira — e possivelmente última — temporada da série.


Bella Ramsey em The Last of Us
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Bella Ramsey em The Last of Us

Divulgação
Pedro Pascal como Joel na segunda temporada de The Last of Us
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Pedro Pascal como Joel na segunda temporada de The Last of Us

Divulgação/ Max
The Last of Us
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The Last of Us

Divulgação

Assim como no jogo, Lev será retratado como um menino transgênero de 13 anos, mantendo fidelidade à narrativa original.


O novo ano também contará com o retorno de Bella Ramsey, Isabela Merced, Gabriel Luna e Jeffrey Wright. Entre as novidades no elenco estão Clea DuVall e Jorge Lendeborg Jr., que assumirá o papel de Manny após a saída de Danny Ramirez.



Além disso, Jason Ritter e Patrick Wilson terão participações recorrentes como Hanley, um soldado da WLF, e Jerry, pai de Abby, respectivamente.


A terceira temporada de The Last of Us deve estrear em 2027, segundo a HBO, com gravações previstas para iniciar em abril de 2026.





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