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o que aconteceu com a mãe da menina Celeste na vida real

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A série Emergência Radioativa, lançada pela Netflix, reacendeu o interesse pelo acidente com o Césio-137, em Goiânia (GO), e trouxe à ficção a história da menina Celeste, inspirada em Leide das Neves Ferreira, que morreu aos 6 anos após ser contaminada pela substância radioativa.


Na vida real, a mãe da criança, Lourdes das Neves Ferreira, que na série se chama Catarina e é vivida pela atriz Marina Merlino, segue viva e enfrenta, até hoje, as consequências da tragédia.


Lourdes das Neves com a foto da filha, Leide das Neves Ferreira. A criança foi contaminada após brincar com o material radioativo retirado de um aparelho de radioterapia

Aos 74 anos, Lourdes das Neves Ferreira vive com uma pensão vitalícia destinada às vítimas do acidente com césio-137. Segundo a repórter Giovanna Estrela, responsável pela série Memórias Radioativas, do Metrópoles, o benefício, atualmente de R$ 954, abaixo do salário mínimo, é, em grande parte, comprometido com a compra de medicamentos de uso contínuo.



Após a morte da filha, em 1987, Lourdes também perdeu a casa onde vivia, que foi demolida durante as ações de descontaminação. A família recebeu um novo imóvel do governo estadual em Aparecida de Goiânia, mas nunca retornou ao antigo endereço.


Anos depois, ela também enfrentou a perda do marido, Ivo Alves Ferreira, que teve contato com o material radioativo e conviveu com sequelas por anos. Ele morreu em 2003.


Veja fotos dos personagens reais e os da ficção:


Césio-137: o que aconteceu com a mãe da menina Celeste na vida real - destaque galeria

Emergência Radioativa O protagonista Márcio, vivido por Johnny Massaro, é fictício e representa diferentes cientistas que atuaram no combate à contaminação. Entre eles está o físico Walter Mendes
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Emergência Radioativa O protagonista Márcio, vivido por Johnny Massaro, é fictício e representa diferentes cientistas que atuaram no combate à contaminação. Entre eles está o físico Walter Mendes

Netflix/Ana Paula Freire/CNEN
Emergência Radioativa: Roberto Santos e Wagner Mota Pereira foram os catadores que encontaram máquina com Césio
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Emergência Radioativa: Roberto Santos e Wagner Mota Pereira foram os catadores que encontaram máquina com Césio

Netflix/Reprodução/ Rumos Itaú Cultural/Demian Duarte
Emergência Radioativa Devair é retratado como Enevildo, interpretado por Bukassa Kabengele
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Emergência Radioativa Devair é retratado como Enevildo, interpretado por Bukassa Kabengele

Neflix/Reprodução/TV Globo
Emergência Radioativa entre os casos mais marcantes está o da menina Leide das Neves, de seis anos,  na série, a personagem Celeste representa esse episódio
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Emergência Radioativa entre os casos mais marcantes está o da menina Leide das Neves, de seis anos, na série, a personagem Celeste representa esse episódio

Netflix/Reprodução/TV Anhanguera
Emergência Radioativa Antônia, interpretada por Ana Costa, foi inspirada em Maria Gabriela Ferreira, esposa de Devair
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Emergência Radioativa Antônia, interpretada por Ana Costa, foi inspirada em Maria Gabriela Ferreira, esposa de Devair

Netflix/Arquivo/Polícia Federal
Emergência Radioativa Tuca Andrada dá vida ao governador do estado de Goiás que, na época do acidente, tinha Henrique Santillo no cargo
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Emergência Radioativa Tuca Andrada dá vida ao governador do estado de Goiás que, na época do acidente, tinha Henrique Santillo no cargo

Netflix/Agência Senado
Emergência Radioativa José de Júlio Rozental, da CNEN, inspira o personagem Benny Orenstein, vivido por Paulo Gorgulho
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Emergência Radioativa José de Júlio Rozental, da CNEN, inspira o personagem Benny Orenstein, vivido por Paulo Gorgulho

Netflix/Reproduçao/YouTube
Emergência Radioativa Nelson Valverde e Alexandre Rodrigues são representados pelos médicos Eduardo (Antônio Sabóia) e Loureiro (Luiz Bertazzo)
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Emergência Radioativa Nelson Valverde e Alexandre Rodrigues são representados pelos médicos Eduardo (Antônio Sabóia) e Loureiro (Luiz Bertazzo)

Netflix/Reprodução/Gov Goiás
Emergência Radioativa: Maria Paula Curado inspira a personagem Paula, interpretada por Clarissa Kiste
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Emergência Radioativa: Maria Paula Curado inspira a personagem Paula, interpretada por Clarissa Kiste

Netflix/Ana Paula Freire/CNEN
Emergência Radioativa Leide das Neves Ferreira, mãe de Leide das Neves, inspira a personagem Catarina, vivida por Marina Merlino
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Emergência Radioativa Leide das Neves Ferreira, mãe de Leide das Neves, inspira a personagem Catarina, vivida por Marina Merlino

Reprodução/ Netflix / Hugo Barreto/Metrópoles

Atualmente, Lourdes relata dificuldades financeiras e cobra melhorias no valor da pensão. Em março, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, anunciou o envio de um projeto de lei para reajustar os benefícios pagos às vítimas do Césio-137. A proposta ainda depende de aprovação da Assembleia Legislativa.


Mesmo quase 40 anos após o acidente, Lourdes afirma que convive diariamente com as marcas deixadas pela tragédia, que resultou na morte de quatro pessoas e deixou centenas de contaminados em Goiânia.





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crime que chocou o Brasil foi abordado em série

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O caso Henry Borel vai a júri popular nesta segunda-feira (23/3), mais de cinco anos após o crime que chocou o país. São réus o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Jairinho, e a mãe do menino, Monique Medeiros.


Após grande repercussão, o caso foi retratado na série Investigação Criminal, disponível na Apple TV. O episódio dedicado ao crime integra a 10ª temporada da produção, com cerca de 2h30 de duração.


Em 2022, a HBO Max também anunciou a produção de um documentário sobre Henry Borel. Até o momento, no entanto, o projeto segue sem data oficial de estreia.


Henry Borel: crime que chocou o Brasil foi abordado em série - destaque galeria

Semanas antes do crime ocorrer, a babá que cuidava de Henry alertou Monique, por mensagem, sobre um episódio em que Jairinho se trancou no quarto do casal com o menino, que depois deixou cômodo alegando dores e mancando<br>
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Semanas antes do crime ocorrer, a babá que cuidava de Henry alertou Monique, por mensagem, sobre um episódio em que Jairinho se trancou no quarto do casal com o menino, que depois deixou cômodo alegando dores e mancando

Arquivo Pessoal
Jairinho e Monique são acusados pela morte do menino
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Jairinho e Monique são acusados pela morte do menino

Divulgação
Henry Borel morreu aos 4 anos de idade
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Henry Borel morreu aos 4 anos de idade

Reprodução/Instagram
Crime chocou o país
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Crime chocou o país

Reprodução/Web
Justiça diz que Jairinho vai participar de j[uri em março
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Justiça diz que Jairinho vai participar de j[uri em março

Aline Massuca/Metrópoles

Quem foi Henry Borel


Nascido em 3 de maio de 2016, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, Henry Borel morreu aos quatro anos, em 2021. A morte ocorreu pouco tempo após a separação dos pais.


Nos meses seguintes ao divórcio, o menino passou a apresentar sinais de sofrimento, como medo, regressão de comportamento e queixas físicas. Ele chegou a ser atendido por médicos e a fazer sessões de psicoterapia, em meio a relatos de possíveis agressões e ao desejo de não retornar à casa da mãe após visitas ao pai.



No fim de semana de 7 de março de 2021, Henry esteve com o pai, participou de atividades em família e foi visto em bom estado. Já na madrugada seguinte, foi levado ao hospital pela mãe e pelo padrasto, sem vida.


O laudo pericial apontou 23 lesões pelo corpo, incluindo ferimentos no crânio e hemorragia interna, descartando acidente e indicando violência extrema, sem possibilidade de defesa.


As investigações da Polícia Civil do Rio de Janeiro concluíram que Henry era submetido a uma rotina de agressões e torturas atribuídas a Jairinho. De acordo com o inquérito, Monique tinha conhecimento das violências — tendo sido alertada pela babá do menino ao menos um mês antes da morte — e, ainda assim, consentiu com a situação.


Henry Borel: crime que chocou o Brasil foi abordado em série - destaque galeria

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Henry Borel morreu aos 4 anos de idade

Henry Borel morreu aos 4 anos de idade
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Henry Borel morreu aos 4 anos de idade

Reprodução/Instagram
Henry Borel morreu aos 4 anos de idade
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Henry Borel morreu aos 4 anos de idade

Reprodução/Instagram

 





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Oscar 2026 escancara dívida histórica de Hollywood com artistas negros

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Michael B. Jordan fez história no último dia 15 ao vencer o Oscar 2026 de Melhor Ator, tornando-se um dos poucos atores negros a conquistar a principal categoria de atuação da premiação. O astro de Pecadores citou seus antecessores no discurso de vitória e destacou que sua conquista só foi possível graças a quem veio antes.


A fala do ator chama atenção para um histórico de desigualdade no Oscar. Criada em 1929, a premiação — considerada o auge da carreira no cinema — consagrou apenas uma mulher negra como Melhor Atriz, seis homens negros — incluindo Michael — como Melhor Ator e nenhum diretor negro na categoria de direção.


O primeiro homem negro a vencer como Melhor Ator foi Sidney Poitier, em 1964, por Uma Voz nas Sombras, 35 anos após a criação do prêmio. Já Halle Berry segue como a única mulher negra a conquistar o Oscar de Melhor Atriz, por A Última Ceia, em 2002, mais de sete décadas depois da primeira cerimônia.


Os números são ainda mais expressivos na categoria de direção. Ao longo de quase um século, apenas alguns cineastas negros foram indicados, entre eles Spike Lee e Jordan Peele. Nenhum deles, no entanto, levou a estatueta de Melhor Diretor até hoje.


Veja os dados:


No total, apenas 14 atores negros foram indicados ao Oscar na categoria Melhor Ator. Seis foram premiados
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No total, apenas 14 atores negros foram indicados ao Oscar na categoria Melhor Ator. Seis foram premiados

Gabriel Lucas/ Arte/ Metrópoles
No caso das atrizes, apenas Halle Barry venceu a categoria de Melhor Atriz
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No caso das atrizes, apenas Halle Barry venceu a categoria de Melhor Atriz

Gabriel Lucas/ Arte/ Metrópoles
Quando se fala em diretores, nenhum diretor negro nunca venceu a categoria de Melhor Diretor
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Quando se fala em diretores, nenhum diretor negro nunca venceu a categoria de Melhor Diretor

Gabriel Lucas/ Arte/ Metrópoles


Vale lembrar que os dados consideram apenas três categorias das 24 que competem por prêmios. Historicamente, as categorias de Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Ator Coadjuvante são as que mais premiam artistas negros. Gigantes do cinema como Viola Davis, Denzel Washington, Whoopi Goldberg e Lupita Nyong’o já levaram prêmios em ambas.

#OscarsSoWhite


A ausência de vencedores negros no Oscar não é novidade e sequer um debate recente. Entre 2015 e 2016, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas foi alvo de duras críticas após anunciar uma lista de indicados com quase todos os artistas brancos nas principais categorias.


Na época, a hashtag #OscarsSoWhite (Oscar Tão Brancos, em tradução livre) viralizou nas redes sociais. O termo foi criado pela ativista April Reign e gerou críticas massivas contra a Academia responsável pelo prêmio, que criou um planejamento para melhorar a diversidade entre os seus membros.


“A campanha em si ficou no passado, mas não se pode afirmar que a questão está resolvida. Existiram avanços importantes e inegáveis nos últimos 10 anos, mas o trabalho não pode se encerrar. É preciso continuar dando condições de acesso ao cinema para jovens negros, mulheres e outros membros de comunidades sub-representadas de forma contínua. Não apenas nos Estados Unidos mas também em todos os outros fóruns relevantes do cinema internacional”, afirma Felipe Haurelhuk, cineasta e crítico de cinema.

Apesar da campanha e do debate em torno do tema, a professora do curso de Cinema e Audiovisual da ESPM Dani Balbi afirma que é preciso voltar ao começo para entender a formação do Oscar e discutir o motivo da falta de reconhecimento pelo trabalho desses profissionais.


“Nesse período em que surge o Oscar, vivíamos num momento de fortalecimento dos movimentos reacionários, como a Ku Klux Klan. Os Estados Unidos é um país que, assim como o Brasil, tem uma tradição escravocrata, mas diferente do Brasil institucionalizou o seu racismo. Isso dificultou que as pessoas negras produzissem, atuassem”, explica.


Oscar 2026 escancara dívida histórica de Hollywood com artistas negros - destaque galeria

Michael B. Jordan venceu a categoria de Melhor Ator no Oscar 2026
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Michael B. Jordan venceu a categoria de Melhor Ator no Oscar 2026

Getty Images
Ele se junta a lista de apenas seis atores negros a levarem essa categoria
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Ele se junta a lista de apenas seis atores negros a levarem essa categoria

Mike Coppola/Getty Images
Ele foi premiado por sua atuação em Pecadores
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Ele foi premiado por sua atuação em Pecadores

Reprodução
O ator faz gêmeos no filme
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O ator faz gêmeos no filme

Warner Bros. Pictures/Divulgação

Dani ainda pontua a história da atriz Hattie McDaniel, a primeira mulher negra a vencer o Oscar, na categoria Melhor Atriz Coadjuvante, em 1940. Na época, ela só pôde entrar no Hotel Ambassador, onde ocorria a cerimônia, após um pedido especial do produtor David O. Selznick. Ela foi obrigada a se sentar em uma mesa isolada, longe dos colegas, por causa da política de proibição de negros no espaço.


“Se considerarmos o período quase centenário de existência da Academia, poderíamos falar em exceções ou desvios estatísticos. Mas desde que a organização se comprometeu com metas e objetivos de representatividade, iniciados há cerca de 10 anos, as mudanças são evidentes e tendem a se aprofundar. Hoje, nenhum filme pode concorrer à categoria principal se não preencher requisitos de inclusão dos chamados grupos sub-representados, tanto na frente como atrás das câmeras”, emenda Felipe.


E o futuro?


Especialistas apontam que a mudança passa, sobretudo, pela composição de quem vota no Oscar. Para eles, não basta ampliar a presença de pessoas negras na produção — é preciso garantir representatividade também nos espaços de decisão.


“Não basta negros ocuparem os espaços de desenvolvimento e produção cinematográfica. É preciso haver essa mesma preocupação nas curadorias, júris, empresas de distribuição, agências de fomento e em outros espaços de circulação do cinema”, afirma Felipe.


Já Dani avalia que a Academia “não está alheia às suscetibilidades da política” e, por isso, vem renovando seu corpo de membros à medida que os debates avançam.


Conan O’Brien abrindo a cerimônia do Oscar 2026

“A gente popularizou o acesso aos meios de produção, principalmente por conta do digital. Essas pessoas de comunidades que antes não teriam acesso a mecânica do audiovisual acabem tendo isso. É uma realidade do mundo inteiro. Fica difícil pensar nesse cenário , a não ser que haja uma decisão radical de redistribuição de recursos e mudança da função de projeção do símbolo do que é ser norte-americano para os Estados Unidos e para o mundo”, finaliza.

“Ainda não atingimos uma representatividade ideal, mas as mudanças são claras tanto no tipo de projetos indicados quanto nos profissionais envolvidos, que hoje são muito mais diversificados e jovens. E é por isso que projetos como Pecadores quebram recordes de indicações, países como o Brasil chegam ao Oscar de Melhor Filme Internacional e filmes como Parasita quebram barreiras antes intransponíveis“, finaliza o crítico de cinema.





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Ana Maria Braga e Eliana recordam Hebe em homenagem: "Éramos um trio"

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Ana Maria Braga e Eliana se emocionaram neste domingo (22/3) ao recordar a amizade que tinham com Hebe Camargo. As apresentadoras tiveram a oportunidade de homenagear a companheira, já falecida, no programa Em Família com Eliana.


“Éramos um trio. Ela, que fez aniversário neste mês de março, ficaria muito feliz de nos ver aqui, neste encontro fantástico… A nossa querida Hebe Camargo”, definiu Eliana.


Se estivesse viva, Hebe Camargo faria 97 anos no último 8 de março. Ela morreu em 29 de setembro de 2012, aos 83 anos.


Ana Maria Braga e Eliana recordam Hebe em homenagem: “Éramos um trio” - destaque galeria

Ana Maria Braga, Hebe Camargo e Eliana exibidas no telão
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Ana Maria Braga, Hebe Camargo e Eliana exibidas no telão

Reprodução/TV Globo
Eliana
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Eliana

Globo/Bob Paulino
Ana Maria Braga
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Ana Maria Braga

Reprodução/Globo
Hebe Camargo
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Hebe Camargo

Reprodução


Logo em seguida, fotos das três apresentadoras juntas foram exibidas.


Ana Maria Braga, ao ver as imagens, fez uma confissão: “Eu tenho essas fotos no meu camarim… A gente ria muito! A gente está junto desde aquele meu primeiro câncer. Eu estou careca ali. Vocês foram fantásticas. É uma coisa que você leva para a vida inteira, não tem o que quebre isso.”


Emocionada, Eliana abraçou a amiga. “Você é muito generosa! Obrigada!”, declarou.


Veja o momento:







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Juliano Floss relembra furto envolvendo Anitta durante viagem

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O dançarino Juliano Floss surpreendeu os participantes no Big Brother Brasil 26 ao relembrar um episódio tenso vivido ao lado de Anitta durante uma viagem com outros famosos pela Europa.



Segundo o relato, o grupo, que incluía: Anitta, Juliette, Jade Picon, Mc Guimê e outros famosos, saiu para uma balada e acabou se envolvendo em uma confusão após perceberem um segurança filmando mulheres sem autorização. 


“A gente já estava lá há uns quatro dias. O segurança que estava viajando com a gente, que era contratado dela (Anitta), ele ia para todo lugar que a gente ia”, explicou Juliano. Em uma das festas, o segurança “pegou e começou a gravar as meninas rebolando. Anitta deu um fecho nele. Demitiu ele”, continuou.


A situação gerou um desentendimento, e, ao retornarem para a casa onde estavam hospedados, descobriram que o local havia sido invadido. De acordo com Juliano, apenas os pertences de Anitta foram levados, incluindo um relógio e uma mochila de alto valor, o que deixou todos assustados.


“Naquele dia, alguém deixou… a Jade Picon estava lá, também… alguém não trancou a porta. A gente estava em uma mini baladinha, foi pra casa duas horas depois. O MC Guimê, que ainda era casado com a Lexa, tinha deixado vários dólares em cima da cama, que ele estava contando”, continuou. 


Segundo ele, os dólares do cantor não foram tocados, assim como nada do quarto de Juliano e nem de Jade. “A gente acha que foi esse cara”, disse em referência ao segurança com quem Anitta brigou, “mas não tem como saber”.


Floss diz que Juliette também não sofreu prejuízos, embora ficasse no quarto de Anitta. “Roubaram só coisa da Anitta. Estranho, muito estranho. Roubaram o relógio dela e uma mochila caríssima que ela tinha. Foi desesperador”, contou o brother.


Na época, a cantora publicou no Instagram, uma foto do artigo que havia sido roubado.


Na época, a cantora publicou no Instagram, uma foto do artigo que havia sido roubado.





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