
O visual de Dwayne Johnson, o The Rock, no live-action de Moana viralizou nas redes sociais e virou piada entre internautas
Source link
https://chumbogrossodf.com.br/visual-de-dwayne-johnson-no-live-action-de-moana-vira-piada-na-web/?fsp_sid=278092



A série Emergência Radioativa, lançada pela Netflix, reacendeu o interesse pelo acidente com o Césio-137, em Goiânia (GO), e trouxe à ficção a história da menina Celeste, inspirada em Leide das Neves Ferreira, que morreu aos 6 anos após ser contaminada pela substância radioativa.
Na vida real, a mãe da criança, Lourdes das Neves Ferreira, que na série se chama Catarina e é vivida pela atriz Marina Merlino, segue viva e enfrenta, até hoje, as consequências da tragédia.
Aos 74 anos, Lourdes das Neves Ferreira vive com uma pensão vitalícia destinada às vítimas do acidente com césio-137. Segundo a repórter Giovanna Estrela, responsável pela série Memórias Radioativas, do Metrópoles, o benefício, atualmente de R$ 954, abaixo do salário mínimo, é, em grande parte, comprometido com a compra de medicamentos de uso contínuo.
Após a morte da filha, em 1987, Lourdes também perdeu a casa onde vivia, que foi demolida durante as ações de descontaminação. A família recebeu um novo imóvel do governo estadual em Aparecida de Goiânia, mas nunca retornou ao antigo endereço.
Anos depois, ela também enfrentou a perda do marido, Ivo Alves Ferreira, que teve contato com o material radioativo e conviveu com sequelas por anos. Ele morreu em 2003.

Emergência Radioativa O protagonista Márcio, vivido por Johnny Massaro, é fictício e representa diferentes cientistas que atuaram no combate à contaminação. Entre eles está o físico Walter Mendes
Netflix/Ana Paula Freire/CNENEmergência Radioativa: Roberto Santos e Wagner Mota Pereira foram os catadores que encontaram máquina com Césio
Netflix/Reprodução/ Rumos Itaú Cultural/Demian DuarteEmergência Radioativa Devair é retratado como Enevildo, interpretado por Bukassa Kabengele
Neflix/Reprodução/TV GloboEmergência Radioativa entre os casos mais marcantes está o da menina Leide das Neves, de seis anos, na série, a personagem Celeste representa esse episódio
Netflix/Reprodução/TV AnhangueraEmergência Radioativa Antônia, interpretada por Ana Costa, foi inspirada em Maria Gabriela Ferreira, esposa de Devair
Netflix/Arquivo/Polícia FederalEmergência Radioativa Tuca Andrada dá vida ao governador do estado de Goiás que, na época do acidente, tinha Henrique Santillo no cargo
Netflix/Agência SenadoEmergência Radioativa José de Júlio Rozental, da CNEN, inspira o personagem Benny Orenstein, vivido por Paulo Gorgulho
Netflix/Reproduçao/YouTubeEmergência Radioativa Nelson Valverde e Alexandre Rodrigues são representados pelos médicos Eduardo (Antônio Sabóia) e Loureiro (Luiz Bertazzo)
Netflix/Reprodução/Gov GoiásEmergência Radioativa: Maria Paula Curado inspira a personagem Paula, interpretada por Clarissa Kiste
Netflix/Ana Paula Freire/CNENEmergência Radioativa Leide das Neves Ferreira, mãe de Leide das Neves, inspira a personagem Catarina, vivida por Marina Merlino
Reprodução/ Netflix / Hugo Barreto/MetrópolesAtualmente, Lourdes relata dificuldades financeiras e cobra melhorias no valor da pensão. Em março, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, anunciou o envio de um projeto de lei para reajustar os benefícios pagos às vítimas do Césio-137. A proposta ainda depende de aprovação da Assembleia Legislativa.
Mesmo quase 40 anos após o acidente, Lourdes afirma que convive diariamente com as marcas deixadas pela tragédia, que resultou na morte de quatro pessoas e deixou centenas de contaminados em Goiânia.

O caso Henry Borel vai a júri popular nesta segunda-feira (23/3), mais de cinco anos após o crime que chocou o país. São réus o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Jairinho, e a mãe do menino, Monique Medeiros.
Após grande repercussão, o caso foi retratado na série Investigação Criminal, disponível na Apple TV. O episódio dedicado ao crime integra a 10ª temporada da produção, com cerca de 2h30 de duração.
Em 2022, a HBO Max também anunciou a produção de um documentário sobre Henry Borel. Até o momento, no entanto, o projeto segue sem data oficial de estreia.


Semanas antes do crime ocorrer, a babá que cuidava de Henry alertou Monique, por mensagem, sobre um episódio em que Jairinho se trancou no quarto do casal com o menino, que depois deixou cômodo alegando dores e mancando

Jairinho e Monique são acusados pela morte do menino
Divulgação
Henry Borel morreu aos 4 anos de idade
Reprodução/Instagram
Crime chocou o país
Reprodução/Web
Justiça diz que Jairinho vai participar de j[uri em março
Aline Massuca/MetrópolesNascido em 3 de maio de 2016, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, Henry Borel morreu aos quatro anos, em 2021. A morte ocorreu pouco tempo após a separação dos pais.
Nos meses seguintes ao divórcio, o menino passou a apresentar sinais de sofrimento, como medo, regressão de comportamento e queixas físicas. Ele chegou a ser atendido por médicos e a fazer sessões de psicoterapia, em meio a relatos de possíveis agressões e ao desejo de não retornar à casa da mãe após visitas ao pai.
No fim de semana de 7 de março de 2021, Henry esteve com o pai, participou de atividades em família e foi visto em bom estado. Já na madrugada seguinte, foi levado ao hospital pela mãe e pelo padrasto, sem vida.
O laudo pericial apontou 23 lesões pelo corpo, incluindo ferimentos no crânio e hemorragia interna, descartando acidente e indicando violência extrema, sem possibilidade de defesa.
As investigações da Polícia Civil do Rio de Janeiro concluíram que Henry era submetido a uma rotina de agressões e torturas atribuídas a Jairinho. De acordo com o inquérito, Monique tinha conhecimento das violências — tendo sido alertada pela babá do menino ao menos um mês antes da morte — e, ainda assim, consentiu com a situação.

2 imagens


Henry Borel morreu aos 4 anos de idade
Reprodução/Instagram
Henry Borel morreu aos 4 anos de idade
Reprodução/Instagram


Michael B. Jordan fez história no último dia 15 ao vencer o Oscar 2026 de Melhor Ator, tornando-se um dos poucos atores negros a conquistar a principal categoria de atuação da premiação. O astro de Pecadores citou seus antecessores no discurso de vitória e destacou que sua conquista só foi possível graças a quem veio antes.
A fala do ator chama atenção para um histórico de desigualdade no Oscar. Criada em 1929, a premiação — considerada o auge da carreira no cinema — consagrou apenas uma mulher negra como Melhor Atriz, seis homens negros — incluindo Michael — como Melhor Ator e nenhum diretor negro na categoria de direção.
O primeiro homem negro a vencer como Melhor Ator foi Sidney Poitier, em 1964, por Uma Voz nas Sombras, 35 anos após a criação do prêmio. Já Halle Berry segue como a única mulher negra a conquistar o Oscar de Melhor Atriz, por A Última Ceia, em 2002, mais de sete décadas depois da primeira cerimônia.
Os números são ainda mais expressivos na categoria de direção. Ao longo de quase um século, apenas alguns cineastas negros foram indicados, entre eles Spike Lee e Jordan Peele. Nenhum deles, no entanto, levou a estatueta de Melhor Diretor até hoje.
Veja os dados:

No total, apenas 14 atores negros foram indicados ao Oscar na categoria Melhor Ator. Seis foram premiados
Gabriel Lucas/ Arte/ Metrópoles
No caso das atrizes, apenas Halle Barry venceu a categoria de Melhor Atriz
Gabriel Lucas/ Arte/ Metrópoles
Quando se fala em diretores, nenhum diretor negro nunca venceu a categoria de Melhor Diretor
Gabriel Lucas/ Arte/ MetrópolesVale lembrar que os dados consideram apenas três categorias das 24 que competem por prêmios. Historicamente, as categorias de Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Ator Coadjuvante são as que mais premiam artistas negros. Gigantes do cinema como Viola Davis, Denzel Washington, Whoopi Goldberg e Lupita Nyong’o já levaram prêmios em ambas.
A ausência de vencedores negros no Oscar não é novidade e sequer um debate recente. Entre 2015 e 2016, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas foi alvo de duras críticas após anunciar uma lista de indicados com quase todos os artistas brancos nas principais categorias.
Na época, a hashtag #OscarsSoWhite (Oscar Tão Brancos, em tradução livre) viralizou nas redes sociais. O termo foi criado pela ativista April Reign e gerou críticas massivas contra a Academia responsável pelo prêmio, que criou um planejamento para melhorar a diversidade entre os seus membros.
“A campanha em si ficou no passado, mas não se pode afirmar que a questão está resolvida. Existiram avanços importantes e inegáveis nos últimos 10 anos, mas o trabalho não pode se encerrar. É preciso continuar dando condições de acesso ao cinema para jovens negros, mulheres e outros membros de comunidades sub-representadas de forma contínua. Não apenas nos Estados Unidos mas também em todos os outros fóruns relevantes do cinema internacional”, afirma Felipe Haurelhuk, cineasta e crítico de cinema.
Apesar da campanha e do debate em torno do tema, a professora do curso de Cinema e Audiovisual da ESPM Dani Balbi afirma que é preciso voltar ao começo para entender a formação do Oscar e discutir o motivo da falta de reconhecimento pelo trabalho desses profissionais.
“Nesse período em que surge o Oscar, vivíamos num momento de fortalecimento dos movimentos reacionários, como a Ku Klux Klan. Os Estados Unidos é um país que, assim como o Brasil, tem uma tradição escravocrata, mas diferente do Brasil institucionalizou o seu racismo. Isso dificultou que as pessoas negras produzissem, atuassem”, explica.


Michael B. Jordan venceu a categoria de Melhor Ator no Oscar 2026
Getty Images
Ele se junta a lista de apenas seis atores negros a levarem essa categoria
Mike Coppola/Getty Images
Ele foi premiado por sua atuação em Pecadores
Reprodução
O ator faz gêmeos no filme
Warner Bros. Pictures/DivulgaçãoDani ainda pontua a história da atriz Hattie McDaniel, a primeira mulher negra a vencer o Oscar, na categoria Melhor Atriz Coadjuvante, em 1940. Na época, ela só pôde entrar no Hotel Ambassador, onde ocorria a cerimônia, após um pedido especial do produtor David O. Selznick. Ela foi obrigada a se sentar em uma mesa isolada, longe dos colegas, por causa da política de proibição de negros no espaço.
“Se considerarmos o período quase centenário de existência da Academia, poderíamos falar em exceções ou desvios estatísticos. Mas desde que a organização se comprometeu com metas e objetivos de representatividade, iniciados há cerca de 10 anos, as mudanças são evidentes e tendem a se aprofundar. Hoje, nenhum filme pode concorrer à categoria principal se não preencher requisitos de inclusão dos chamados grupos sub-representados, tanto na frente como atrás das câmeras”, emenda Felipe.
Especialistas apontam que a mudança passa, sobretudo, pela composição de quem vota no Oscar. Para eles, não basta ampliar a presença de pessoas negras na produção — é preciso garantir representatividade também nos espaços de decisão.
“Não basta negros ocuparem os espaços de desenvolvimento e produção cinematográfica. É preciso haver essa mesma preocupação nas curadorias, júris, empresas de distribuição, agências de fomento e em outros espaços de circulação do cinema”, afirma Felipe.
Já Dani avalia que a Academia “não está alheia às suscetibilidades da política” e, por isso, vem renovando seu corpo de membros à medida que os debates avançam.

“A gente popularizou o acesso aos meios de produção, principalmente por conta do digital. Essas pessoas de comunidades que antes não teriam acesso a mecânica do audiovisual acabem tendo isso. É uma realidade do mundo inteiro. Fica difícil pensar nesse cenário , a não ser que haja uma decisão radical de redistribuição de recursos e mudança da função de projeção do símbolo do que é ser norte-americano para os Estados Unidos e para o mundo”, finaliza.
“Ainda não atingimos uma representatividade ideal, mas as mudanças são claras tanto no tipo de projetos indicados quanto nos profissionais envolvidos, que hoje são muito mais diversificados e jovens. E é por isso que projetos como Pecadores quebram recordes de indicações, países como o Brasil chegam ao Oscar de Melhor Filme Internacional e filmes como Parasita quebram barreiras antes intransponíveis“, finaliza o crítico de cinema.

Ana Maria Braga e Eliana se emocionaram neste domingo (22/3) ao recordar a amizade que tinham com Hebe Camargo. As apresentadoras tiveram a oportunidade de homenagear a companheira, já falecida, no programa Em Família com Eliana.
“Éramos um trio. Ela, que fez aniversário neste mês de março, ficaria muito feliz de nos ver aqui, neste encontro fantástico… A nossa querida Hebe Camargo”, definiu Eliana.
Se estivesse viva, Hebe Camargo faria 97 anos no último 8 de março. Ela morreu em 29 de setembro de 2012, aos 83 anos.


Ana Maria Braga, Hebe Camargo e Eliana exibidas no telão
Reprodução/TV Globo
Eliana
Globo/Bob Paulino
Ana Maria Braga
Reprodução/Globo
Hebe Camargo
ReproduçãoLogo em seguida, fotos das três apresentadoras juntas foram exibidas.
Ana Maria Braga, ao ver as imagens, fez uma confissão: “Eu tenho essas fotos no meu camarim… A gente ria muito! A gente está junto desde aquele meu primeiro câncer. Eu estou careca ali. Vocês foram fantásticas. É uma coisa que você leva para a vida inteira, não tem o que quebre isso.”
Emocionada, Eliana abraçou a amiga. “Você é muito generosa! Obrigada!”, declarou.
Veja o momento:
Eliana e Ana Maria Braga falando sobre sua parceria e lembrando da saudosa Hebe Camargo! ❤️ #EmFamiliaComEliana #TVGlobo pic.twitter.com/Nq9Xk07vpf
— TV Globo 📺 (@tvglobo) March 22, 2026

O dançarino Juliano Floss surpreendeu os participantes no Big Brother Brasil 26 ao relembrar um episódio tenso vivido ao lado de Anitta durante uma viagem com outros famosos pela Europa.
Segundo o relato, o grupo, que incluía: Anitta, Juliette, Jade Picon, Mc Guimê e outros famosos, saiu para uma balada e acabou se envolvendo em uma confusão após perceberem um segurança filmando mulheres sem autorização.
“A gente já estava lá há uns quatro dias. O segurança que estava viajando com a gente, que era contratado dela (Anitta), ele ia para todo lugar que a gente ia”, explicou Juliano. Em uma das festas, o segurança “pegou e começou a gravar as meninas rebolando. Anitta deu um fecho nele. Demitiu ele”, continuou.
A situação gerou um desentendimento, e, ao retornarem para a casa onde estavam hospedados, descobriram que o local havia sido invadido. De acordo com Juliano, apenas os pertences de Anitta foram levados, incluindo um relógio e uma mochila de alto valor, o que deixou todos assustados.
“Naquele dia, alguém deixou… a Jade Picon estava lá, também… alguém não trancou a porta. A gente estava em uma mini baladinha, foi pra casa duas horas depois. O MC Guimê, que ainda era casado com a Lexa, tinha deixado vários dólares em cima da cama, que ele estava contando”, continuou.
Segundo ele, os dólares do cantor não foram tocados, assim como nada do quarto de Juliano e nem de Jade. “A gente acha que foi esse cara”, disse em referência ao segurança com quem Anitta brigou, “mas não tem como saber”.
Floss diz que Juliette também não sofreu prejuízos, embora ficasse no quarto de Anitta. “Roubaram só coisa da Anitta. Estranho, muito estranho. Roubaram o relógio dela e uma mochila caríssima que ela tinha. Foi desesperador”, contou o brother.
Na época, a cantora publicou no Instagram, uma foto do artigo que havia sido roubado.