
Artistas apostam no "brazil core" reforçando conexão com o público no primeiro dia de festival
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The Last of Us já definiu quem dará vida a Yara e Lev na terceira temporada. Segundo o Deadline, as personagens serão interpretadas por Michelle Mao e Kyriana Kratter, respectivamente.
As duas figuras são centrais no arco de Abby Anderson, vivida por Kaitlyn Dever, que deve ganhar protagonismo na terceira — e possivelmente última — temporada da série.

Bella Ramsey em The Last of Us
Divulgação
Pedro Pascal como Joel na segunda temporada de The Last of Us
Divulgação/ Max
The Last of Us
DivulgaçãoAssim como no jogo, Lev será retratado como um menino transgênero de 13 anos, mantendo fidelidade à narrativa original.
O novo ano também contará com o retorno de Bella Ramsey, Isabela Merced, Gabriel Luna e Jeffrey Wright. Entre as novidades no elenco estão Clea DuVall e Jorge Lendeborg Jr., que assumirá o papel de Manny após a saída de Danny Ramirez.
Além disso, Jason Ritter e Patrick Wilson terão participações recorrentes como Hanley, um soldado da WLF, e Jerry, pai de Abby, respectivamente.
A terceira temporada de The Last of Us deve estrear em 2027, segundo a HBO, com gravações previstas para iniciar em abril de 2026.

O acidente com o Césio-137, em Goiânia, em 1987, voltou ao centro do debate após o lançamento da série Emergência Radioativa, da Netflix. O personagem Márcio, vivido por Johnny Massaro, é inspirado no físico Walter Mendes, que esteve entre os primeiros a perceber a gravidade da situação.
Em relato publicado no livro Césio-137: A história do acidente radioativo em Goiânia (2024), ele descreve como identificou o desastre.
“Retornei a Goiânia no dia 27 de setembro, e detectei o acidente no dia 29”, lembra. Segundo ele, o alerta veio após um colega relatar casos estranhos no Hospital de Doenças Tropicais.
“Os pacientes apresentavam vômito, febre, diarreia e perda de cabelos. Eu disse pra ele que esses sintomas eram de síndrome aguda de radiação.”
A suspeita levou à origem do problema: um objeto levado à Vigilância Sanitária. “O médico me informou que os pacientes associavam o mal-estar a uma peça que estava na Vigilância Sanitária, um cilindro de aproximadamente 23 quilos.”


Manchete do Jornal do Brasil sobre a tragédia
Reprodução
Demolição do Ferro Velho onde cápsula de Césio-137 foi aberta pela 1ª vez
Reprodução/Agência Internacional de Energia Atómica
Demolição de casas contaminadas pelo Césio-137
Reprodução/Agência Internacional de Energia Atómica
Leide das Neves, que inspirou a história de Celeste, personagem de Emergência Radioativa. Ela morreu cerca de 1 mês após contato com o Césio-137
Reprodução/TV Anhanguera
Menina de 6 anos foi uma das quatro pessoas que morreram por causa da contaminação com o material radioativo, há quase 40 anos, em Goiânia
Reprodução/TV Anhanguera
Cápsula de onde saiu o Césio-137 que causou desastre em Goiânia
Reprodução/Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)
Assim como mostrado na série, recipiente com Césio-137 ficou dias em uma cadeira na Vigilância Sanitária
Reprodução/Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)
Maria Gabriela, tia de Leide e esposa de Devair Alves Ferreira, dono do ferro velho onde a cápsula de Césio foi aberta
Arquivo/Polícia Federal
Velório das vítimas
Reprodução/Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)
Local onde rejeitos do Césio foram depositados
Reprodução/Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)
Leide das Neves Ferreira tornou-se a vítima símbolo da tragédia. Ela tinha apenas 6 anos de idade
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Israel Batista trabalhava no ferro velho de Devair e manuseou, no local, a cápsula de Césio
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Maria Gabriela, tia de Leide das Neves, também morreu. Ela e a sobrinha foram enterradas no mesmo dia, em Goiânia
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Vítimas que morreram foram enterradas em túmulos especiais, com concreto reforçado
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Segundo lote concretado, no Setor Aeroporto, em Goiânia, onde ficava o ferro velho do Devair, que comprou as peças do aparelho que continha Césio
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Técnicos da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) fazem monitoramento periódico no local
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Atualmente o terreno pertence ao estado e é monitorado para que não haja qualquer intervenção no local
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Terreno isolado por concreto especial, no centro de Goiânia, onde ficava a casa de um dos atingidos pelo Césio-137
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Lote na Rua 57, no Centro de Goiânia, onde ficava a casa de um dos homens que coletou o aparelho abandonando contendo a cápsula de Césio em 13 de setembro de 1987
Vinícius Schmidt/MetrópolesAo tentar medir a radiação, veio o choque. “Quando cheguei próximo à Vigilância Sanitária, o aparelho saturou a medida, ao ponto de eu achar que ele estava com defeito.” Um segundo detector confirmou: os níveis eram extremamente altos.
O momento mais crítico veio logo depois, como mostrado na série. Ao voltar ao local, Mendes encontrou uma situação que poderia ter ampliado ainda mais o desastre. Uma equipe do Corpo de Bombeiros já estava no local, e um dos militares se preparava para descartar o material. “Um deles já estava saindo com esse cilindro para jogar no rio Capim Puba. Eu tive que intervir.”
Décadas depois, ele avalia o impacto do acidente, que mudou protocolos no Brasil e no mundo. “O acidente radiológico com o Césio-137 mudou completamente toda forma de trabalhar com material radioativo”, afirma. Segundo o físico, a tragédia levou a uma reestruturação nos planos de emergência, no controle de normas e na comunicação com a população.
O relato integra o livro lançado em 2024 pela Secretaria de Estado da Saúde de Goiás em memória dos 37 anos do acidente, e ajuda a reconstruir um dos episódios mais graves da história recente do país.

A Netflix lança, nesta sexta-feira (20/3), o filme Peaky Blinders: O Homem Imortal, uma continuação da série de sucesso com o retorno de Cillian Murphy ao papel do icônico Tommy Shelby.
Enquanto a série se passa por volta dos anos 30, o filme avança para os anos 1940. Ou seja: Tommy Shelby está mais velho e enfrentando novos demônios. Um detalhe no final do longa, no entanto, pode chamar atenção dos fãs e causar certo espanto.


Cillian Murphy como Tommy Shelby no novo filme
Robert Viglasky/Netflix © 2026.
Barry Keoghan vive Duke Shelby no longa
Robert Viglasky/Netflix © 2026.
Tim Roth também é novidade no elenco da produção
Robert Viglasky/Netflix © 2026.
O filme estreia no próximo dia 20
Robert Viglasky/Netflix © 2026.

Rebecca Ferguson se une a Tim Roth e Keoghan no elenco do longa
Robert Viglasky/Netflix © 2026.O filme acompanha o retorno de Tommy aos Peakys Blinders após um período recluso. Ele sai do seu exílio para ajudar o filho Duke Shelby (Barry Keoghan) e entra em uma intrincada rede de vingança.
No final do longa, Tommy mata Beckett (Tim Roth), o seu rival, mas não antes de levar um tiro. O líder dos Peakys pede que Duke finalize o trabalho e dê um tiro fatal nele, tendo seu pedido atendido pelo herdeiro.
A produção chega ao fim com a morte do icônico Tommy Shelby com três tiros no abdômen, encerrando a história que começou na primeira temporada da produção da Netflix. Kaulo (Rebecca Fergunson) é responsável por guardar o livro de memórias escrito pelo personagem e entregá-lo a Duke.
O filme termina com Duke queimando a caravana com o corpo de Tommy Shelby. “Eu estou livre”, finaliza a produção.


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A série Emergência Radioativa, da Netflix, revisita o acidente com césio-137 que aconteceu Goiânia em 1987. Inspirada em fatos reais, a produção combina personagens baseados em pessoas que viveram a tragédia com figuras criadas para dar mais fluidez à narrativa.
A trama parte de eventos documentados. Logo no início, os catadores e o dono do ferro-velho são inspirados em personagens reais.
Na vida real, Roberto dos Santos Alves e Wagner Mota Pereira encontraram uma cápsula de metal em uma clínica de radioterapia abandonada na Avenida Paranaíba, na capital goiana. Dias depois, os dois venderam o material a Devair Alves Ferreira, proprietário de um ferro-velho.

Encantado pelo brilho azul emitido pela substância, ele levou o conteúdo para casa, o que contribuiu para a disseminação do material radioativo.
Entre as vítimas mais emblemáticas está Leide das Neves, de seis anos. Fascinada pela luz azul, a menina teve contato direto com o césio e acabou ingerindo a substância ao se alimentar com as mãos contaminadas. Semanas depois, morreu. Na série, a personagem Celeste, também de seis anos, representa esse episódio.
Apesar da forte base real, nem todos os personagens existiram. O protagonista Márcio, interpretado por Johnny Massaro, foi criado para representar vários cientistas que atuaram no combate à contaminação.
Em especial, o físico Walter Mendes Ferreira, que viria a se tornar membro da equipe da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). Ele foi o primeiro profissional a descobrir que se tratava de um acidente radiológico.
Através do uso de dois detetores – em momentos distintos – Walter determinou os altos níveis de radiação, o que permitiu a adoção de uma série de medidas de remediação, incluindo o correto diagnóstico das vítimas.
Já o ator Paulo Gorgulho, interpreta o físico Benny Orenstein, inspirado no diretor da Comissão Nacional de Energia Nuclear, José de Júlio Rozental.
A produção também retrata figuras públicas da época. O ator Tuca Andrada dá vida ao governador do estado de Goiás que, na época do acidente, tinha Henrique Santillo no cargo.
Outro momento retratado é a reação da população. Protestos marcaram o enterro de Leide, já que moradores temiam que o corpo contaminado representasse risco ao solo da cidade.
Tommy Shelby está de volta — e em grande estilo! Uma cena exclusiva divulgada pela Netflix ao Metrópoles apresenta um dos mais icônicos momentos de Peaky Blinders: O Homem Imortal, longa-metragem inspirado na série de sucesso.
Assista:
O filme, que estreia nesta sexta-feira (20/3), se passa em 1940, em Birmingham. Em meio ao caos da Segunda Guerra Mundial, Tommy Shelby volta do exílio voluntário para seu acerto de contas mais violento até agora.
Com o futuro da família e do país em jogo, ele precisa encarar os próprios demônios e decidir se vai confrontar seu legado ou destruir tudo. Por ordem dos Peaky Blinders.
Cillian Murphy retorna ao papel de Tommy Shelby na produção, dirigida por Tom Harper e roteirizada por Steven Knight. O elenco também traz Rebecca Ferguson, Tim Roth, Sophie Rundle, Barry Keoghan e Stephen Graham.
Em papo exclusivo com o Metrópoles, Cillian Murphy afirmou que, neste filme, o icônico personagem precisou de um “chacoalhão” para retornar ao universo que conhecia.
“Ele envelheceu e o mundo mudou ao seu redor. Acho que ele se isolou deliberadamente de sua família e está lutando contra todos os seus demônios e fantasmas”, afirma.
Steven Knight, roteirista do filme e da série Peaky Blinders, afirma que o longa-metragem quer explorar os personagens “que viajaram o mundo e se tornaram um fenômeno global”.
“Uma das principais motivações era dar aos fãs de todo o mundo a oportunidade de vivenciarem isso juntos”, garante, afirmando que a produção se trata de um “novo começo” para a grande legião de apaixonados.
Veja o papo completo:


Lançado em 2022, 5000 Cobertas acompanha a trajetória de uma família que transforma uma tragédia pessoal em um movimento de solidariedade. O longa é inspirado em uma história real marcada por perda, resiliência e empatia.
Na trama, Bobby (Rob Mayes) desaparece após sofrer um colapso mental. Diante do sumiço, a esposa Cindy (Anna Camp) e o filho pequeno, Phillip (Carson Minniear), saem pelas ruas em uma busca desesperada. A narrativa reflete de perto o que viveu a norte-americana Cindy Bush.

5000 Cobertas foi lançado em 2022
Reprodução/IMDB
5000 Cobertas foi lançado em 2022
Reprodução/IMDB
5000 Cobertas foi lançado em 2022
Reprodução/IMDBA história real da família ganhou visibilidade em 2008, quando o marido de Cindy desenvolveu esquizofrenia e passou a viver nas ruas de Fort Worth, no Texas. Na época, Phillip tinha cinco anos e demonstrava preocupação com a forma como o pai e outras pessoas em situação de rua enfrentavam o frio.
Diante disso, mãe e filho começaram a arrecadar cobertores para ajudar quem vivia nas ruas. A iniciativa deu origem à Phillip’s Wish, instituição de caridade que distribuia sacos de dormir, casacos e alimentos, com apoio de voluntários.
Após repercussão na televisão dos Estados Unidos, a história chamou a atenção da indústria cinematográfica. Anos depois, o roteiro foi adquirido pela Affirm Films, estúdio de filmes cristãos pertencente à Sony, dando origem ao filme.