O filme Michael conta com reproduções de momentos da carreira do Rei do Pop
Divulgação e Reprodução
2 de 11
Michael Jackson representado, ainda criança, no filme Michael
Divulgação e Reprodução
3 de 11
O clipe de Thriller marcou uma geração e a carreira de Michael Jackson
Divulgação e Reprodução
4 de 11
Michael Jackson e a popular jaqueta brilhante
Divulgação e Reprodução
5 de 11
Michael Jackson como integrante do Jackson 5 no filme
Divulgação e Getty Images
6 de 11
Joe Jackson, pai de Michael Jackson
Divulgação e Getty Images
7 de 11
Mãe de Michael Jackson
Divulgação e Getty Images
8 de 11
La Toya Jackson, irmã de Michael, é representada no filme sobre o astro musical
Reprodução
9 de 11
Quincy Jones, produtor de Michael, no novo filme sobre o Rei do Pop
Reprodução
10 de 11
Berry Gordy, fundador da Motown, no filme Michael e na vida real
Reprodução
11 de 11
John Branca no filme Michael e na vida real. Ele era o empresário do Rei do Pop
Reprodução
Mais sobre o longa-metragem
Michael é a representação cinematográfica da vida e do legado do artista. O filme conta a história da vida de Michael Jackson além da música, traçando sua trajetória desde a descoberta de seu talento extraordinário como líder dos Jackson Five até o artista visionário cuja ambição criativa alimentou uma busca incansável para se tornar o maior artista do mundo.
Jaafar Jackson (sobrinho de Michael) vive o Rei do Pop adulto, enquanto Juliano Valdi interpreta o jovem Michael. A cinebiografia ainda conta com Colman Domingo (Joe Jackson), Nia Long (Katherine Jackson) e Miles Teller (John Branca) no elenco principal.
A produção, entretanto, está sendo avaliada como uma decepção pela crítica internacional e debutou com apenas 34% de aprovação no Rotten Tomatoes, site especializado em críticas.
Novas acusações envolvendo o nome de Michael Jackson voltaram a ganhar destaque na imprensa, após o lançamento do filme biográfico do Rei do Pop. De acordo com ações judiciais, quatro pessoas afirmam que foram vítimas de abuso sexual quando eram crianças e alegam que o artista teria usado táticas de manipulação psicológica para controlá-los.
Os irmãos tiveram o primeiro contato com Jackson por meio de seu pai, Dominic, que era gerente do Helmsley Palace em Manhattan, onde Jackson se hospedava frequentemente na década de 1980. A amizade entre eles evoluiu a ponto de os irmãos Cascio viajarem para o rancho de Jackson, Neverland, e até mesmo terem permissão para irem sozinhos lá em algumas ocasiões.
Diretor do documentário Leaving Neverland disse em entrevista que Michael Jackson “era pior que Jeffrey Epstein”
Frank — o único irmão que se absteve de participar do processo, alegando razões legais — escreveu em seu livro de 2011, “Meu Amigo Michael: Uma Amizade Comum com um Homem Extraordinário”, que Jackson nunca havia feito nada de errado com ele ou seus irmãos. “Meu irmão e eu pulamos da cama para cumprimentá-lo”, escreveu ele na época.
Segundo as novas acusações, os irmãos dizem que foram “preparados” para agir como uma espécie de “soldados leais”, sendo incentivados a defender o cantor publicamente e a desacreditar qualquer denúncia contra ele. Eles afirmam que esse comportamento seria resultado de um processo de “grooming”, no qual o astro teria conquistado a confiança das vítimas e de suas famílias.
As ações judiciais enfrentam resistência da defesa ligada ao espólio de Michael Jackson, que nega todas as acusações e argumenta que casos semelhantes já foram analisados anteriormente sem comprovação. Os representantes do cantor também questionam a validade das novas alegações, destacando o tempo decorrido desde os supostos fatos.
“A família defendeu Michael Jackson veementemente por mais de 25 anos, atestando sua inocência em relação a qualquer conduta inadequada. Este novo processo judicial é uma tática transparente de escolha de foro em seu esquema para obter centenas de milhões de dólares do espólio e das empresas de Michael“, disse o representante.
Cerca de um ano após perder o pai, o cantor Vitor Kley, de 31 anos, lançou, nessa sexta-feira (24/4), um EP chamado O Que Sobrou das Pequenas Grandes Coisas. O trabalho traz cinco faixas inéditas que não passaram na seleção para entrar no álbum As Pequenas Grandes Coisas, lançado em abril do ano passado.
Ao Metrópoles, Vitor Kley revelou que prefere o EP ao álbum original. Em tom bem-humorado, disse que a declaração pode não agradar a todos.
“No momento eu prefiro o EP, porque foi muito especial gravar em casa, com os meninos da banda que me acompanham ao vivo. Foi a primeira vez que a gente se reuniu nesse formato, e eu estava conduzindo tudo. Aproveitamos muito o tempo e, nos intervalos, jogávamos videogame e, no meio disso, surgiam músicas novas”, contou.
O cantor também explicou que o álbum original partiu de uma seleção com 31 faixas, das quais apenas 11 foram escolhidas. A decisão foi feita por votação entre ele, o irmão e o produtor.
Segundo Kley, as músicas que ficaram de fora não atingiram maioria dos votos. Ainda assim, ele considera essas canções especiais e, ao vê-las “paradas”, decidiu dar a elas um novo espaço com o lançamento do EP.
Seleção das faixas
Das 20 músicas que ficaram de fora do álbum, cinco foram escolhidas para integrar O Que Sobrou das Pequenas Grandes Coisas: Abalo Psicológico, que abre o EP com leveza; O Vento, com um tom mais potente, abordando resiliência e busca por paz interior; Da Minha Natureza, de atmosfera introspectiva; Desacostumei, uma reflexão sensível sobre perdas; e Vivão e Vivendo, que encerra o projeto com um olhar otimista para o futuro.
Apesar da temática, Desacostumei não trata do luto por Ivan Kley, o renomado ex-tenista brasileiro. “Eu pensei esses dias: ‘será que as pessoas vão achar que eu estou falando do meu pai?’. Mas, na verdade, não é. É de um relacionamento que vivi anos atrás”, explicou.
Kley também relatou que, ao mostrar o EP para amigos, ouviu que o trabalho reflete o momento atual da vida dele. “Eu já passei dos 30 anos, sabe? Já passou o meu retorno de Saturno. E acho que combina muito com essa nova fase, mais madura”, brincou.
1 de 4
O cantor Vitor Kley, de 31 anos, lançou, nessa sexta-feira (24/4) um EP chamado O Que Sobrou das Pequenas Grandes Coisas
Murilo Amancio
2 de 4
O nome, não por acaso, traz cinco faixas inéditas que não passaram na seleção para entrar no álbum As Pequenas Grandes Coisas, lançado em abril do ano passado
Murilo Amancio
3 de 4
Vitor Kley conversou com o Metrópoles sobre as influências que a perda do pai e o momento de vida tiveram na escolha das músicas do EP
Murilo Amancio
4 de 4
Ao Metrópoles, Vitor Kley também revelou que prefere o EP O Que Sobrou das Pequenas Grandes Coisas do que o álbum original As Pequenas Grandes Coisas
Divulgação
Pai de Vitor Kley morreu dias antes de lançamento de álbum
“Eu escrevi e ele não conseguiu ouvir. Não deu tempo de ele ouvir, porque ele estava passando por um momento difícil ali, mentalmente, com a doença e tudo mais. Eu queria deixar tudo prontinho, bem bonito pra ele ver, mas não deu tempo”, disse.
Vitor acredita que as coisas aconteceram como Deus quis e tem a certeza de que, de um outro plano, o pai ouviu a música e está muito feliz com o resultado.
O artista contou que, durante o processo de montar o álbum As Pequenas Grandes Coisas, ia mostrando as faixas aos pais, para ver o que eles achavam. “Ele estava muito feliz com tudo que a gente vinha conquistando. Acho que era o único assunto que ele mais gostava de conversar na época, no final da vida dele”, lembrou.
Para Kley, falar sobre o pai não é um tabu. “Eu acho que a gente vai ressignificando a passagem das pessoas. Então, hoje, eu já vejo que a passagem do meu pai para o outro plano é uma coisa que, foi como tinha que ser. Que bom que ele foi em paz também. E eu vejo que hoje ele está muito perto de mim. Eu sinto ele, sempre converso com ele, sempre sinto ele”, admitiu.
O Sepultura está encerrando os trabalhos após mais de quatro décadas de carreira e lançou o EP The Cloud of Unknowing para se despedir dos fãs. Mesmo sendo as últimas músicas inéditas da banda, os integrantes resolveram entregar inovações para os fãs.
1 de 4
Sepultura
Reprodução/ Instagram
2 de 4
Maior banda brasileira de heavy metal de todos os tempos
Em coletiva de imprensa, Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, deu detalhes de cada uma das faixas do disco e destacou Beyond The Dream.
“Fala da nossa história, de estar na estrada, dos nossos amigos, de construir ali uma nova família. Também traz muito do que a gente imaginava, do que a gente sonhava. Fomos muito mais além do que a gente poderia ter pensado ou imaginado quando éramos adolescentes.”
A música é a primeira balada da banda e foi feita em parceria com Tony Bellotto e Sérgio Britto, integrantes dos Titãs.
“Era um desejo antigo da banda explorar esse formato. A gente se juntou e o processo foi maravilhoso. A música saiu maravilhosamente bem e conseguimos realizar esse último desejo antes de acabar”, revelou Andreas, em nome do Sepultura.
Sem filtros e com diversas reflexões, o EP ainda conta com o single The Place, que tem ritmo mais sombrio e explora um caráter político que engloba tanto o Brasil quanto os Estados Unidos.
As outras duas faixas são All Souls Rising e Sacred Books, que trazem referências históricas para dentro de um projeto reflexivo e introspectivo sobre a atual sociedade no que tange a raça, religião e política.
“É uma sensação boa de parar consciente, sem briga, de uma maneira que se possa celebrar. Talvez muita gente não saiba a hora de parar ou trocar de caminho, mas acho que estamos nos organizando em um momento muito oportuno. É um respeito ao rock nacional”, finalizou Andreas.
A apresentadora cozinhava um bife ancho em uma churrasqueira, mas o calor a deixou desconfortável. “Estou quase chorando, de tanto calor. Minhas costas estão queimando”, disse a apresentadora. “Essa parrilha não é brincadeira, não. Muito quente aqui”, disse.
Em outra situação no programa, Thalita ainda comentou: “Ui, o calor. Vocês não estão entendendo o calor que sobe com essa churrasqueira poderosa do Thiago. Essa parrilha esquenta de um jeito o rosto.“
Casos como esse costumam gerar grande repercussão justamente por mostrar os bastidores da televisão ao vivo, onde imprevistos acontecem e exigem jogo de cintura dos profissionais para manter a transmissão sem falhas.
Diretor do filme Dark Horse, Cyrus Nowrasteh afirmou que o longa-metragem é um “thriller político tenso sobre poder, mídia e fé sob ataque”. A produção, que tem Jim Caviezel como o político brasileiro, promete retratar a campanha presidencial do ex-mandatário em 2018.
“Desde a concepção, quando Mario me apresentou a história de Dark Horse, o projeto foi idealizado não apenas como um retrato biográfico, mas como um tenso thriller político sobre poder, mídia e fé sob ataque, com significado cultural não apenas no Brasil, mas em todos os países”, disse o diretor ao Deadline.
Veja quem é quem no filme:
1 de 11
Jim Caviezel será Jair Bolsonaro
Hugo Barreto/Metrópoles e @therealjimcaviezel/Instagram/Reprodução
2 de 11
Camille Guaty será Michelle Bolsonaro
Divulgação/IMDB e Metrópoles
3 de 11
Edward Finlay será Eduardo Bolsonaro
Divulgação/IMDB e Metrópoles
4 de 11
Sergio Barreto será Carlos Bolsonaro
Divulgação/IMDB e Metrópoles
5 de 11
Marcus Ornellas será Flávio Bolsonaro
Divulgação/IMDB e Metrópoles
6 de 11
O filme estreia em 11 de setembro
Reprodução
7 de 11
O ator norte-americano vai dar vida ao ex-presidente
Reprodução
8 de 11
A produção promete contar a história de Bolsonaro nas eleições de 2018
Reprodução/Instagram Flávio Bolsonaro
9 de 11
Jim Caviezel como Bolsonaro
Go Up Entertainment/Reprodução
10 de 11
Jim Caviezel como Bolsonaro
11 de 11
Jim Caviezel como Bolsonaro
Go Up Entertainment/Reprodução
Em fase de pós-produção, os responsáveis pelo projeto buscam uma distribuidora e preparam exibições exclusivas para potenciais compradores. Além de Caviezel como Bolsonaro, o elenco conta com Camille Guaty como Michelle Bolsonaro, Marcus Ornellas como Flávio Bolsonaro, Edward Finlay como Eduardo Bolsonaro e Sergio Barreto como Carlos Bolsonaro.
“A história da ascensão improvável de Jair Bolsonaro e a tentativa de assassinato contra ele em 2018 ofereceram um contexto para explorar até onde sistemas arraigados podem ir para se preservar. E como um político pode se tornar um porta-voz das esperanças e dos medos de uma nação“, completa.
O projeto pretende fazer “um retrato honesto” do ex-presidente e trazer bastidores da emblemática campanha presidencial de Bolsonaro em 2018. O atentado contra o então candidato, esfaqueado durante um comício em Juiz de Fora (MG), será um dos grandes destaques da trama.
Ex-Secretário de Cultura e aliado próximo de Bolsonaro, o deputado federal Mario Frias (PL-SP) é o responsável pelo roteiro do longa. Frias tem defendido publicamente que o filme pretende mostrar “a verdade” sobre os acontecimentos de 2018, em uma abordagem que deve interessar sobretudo ao público já simpático ao ex-presidente.
Em um pôster divulgado por Caviezel, é possível vê-lo completamente caracterizado como Bolsonaro. Ele usa a faixa presidencial enquanto posa em frente ao Palácio do Planalto. Um céu coberto por nuvens negras dá pistas sobre a conotação trágica e dramática da obra.
“Se você se importa com as eleições, meu novo filme estreia no dia 11 de setembro de 2026”, anunciou nas redes sociais. O ator ficou mundialmente conhecido por interpretar Jesus Cristo no filme A Paixão de Cristo e ganhou notoriedade por declarações antivacina e pelo alinhamento a teorias conspiratórias.