Os participantes do Big Brother Brasil 26 enfrentam neste sábado (7/2) uma dinâmica inédita que promete mudar os rumos do jogo. Batizada de Duelo de Risco, a prova pode emparedar uma ou duas pessoas e será decisiva para a formação do 4º paredão.
A dinâmica acontece após o Pocket Sincerão realizado nessa sexta-feira (6/2), quando cada confinado escolheu um participante que gostaria de enfrentar em um possível paredão. Sem revelar detalhes das regras, Tadeu Schmidt explicou que um dos jogadores será sorteado para disputar o Duelo de Risco justamente com a pessoa que escolheu para um paredão hipotético.
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Elenco do BBB26
Reprodução/Globo
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Imagem de Pedro foi retirada do quadro de participantes do BBB26.
Reprodução/Gshow.
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Prova do Anjo do BBB 26
Divulgação/Globo
O Duelo de Risco pode ter três desfechos: os dois participantes vão para o 4º paredão; apenas um é emparedado e o outro ganha imunidade; ou uma terceira pessoa acaba indicada ao paredão.
No domingo (8/2), a formação da berlinda será definida. Jonas Sulzbach, líder da semana, fará uma indicação direta. Outro participante será emparedado pela votação da casa, e um terceiro surgirá do contragolpe aplicado pelo indicado do líder.
Gag com essa dinâmica. Tadeu vai perguntar pra eles quem eles gostariam de enfrentar num possível paredão, sem eles saber, vai sortear pra um desses paredões acontecer de verdade AAAAA #BBB26pic.twitter.com/eSyezpKnTH
O Bate e Volta também será impactado pela nova dinâmica. Dependendo do número de emparedados, três participantes disputam a prova e um se salva, ou quatro jogam e dois escapam da eliminação.
Confira quem cada participante escolheu para o Duelo de Risco:
Leandro escolheu Alberto Cowboy Ana Paula Renault escolheu Sarah Andrade Milena escolheu Edilson Chaiany escolheu Jordana Samira escolheu Jordana Maxiane escolheu Gabriela Sol Vega escolheu Juliano Floss Sarah Andrade escolheu Babu Santana Solange Couto escolheu Gabriela Alberto Cowboy escolheu Leandro Boneco Juliano Floss escolheu Alberto Cowboy Gabriela escolheu Marciele Marciele escolheu Juliano Floss Breno escolheu Edilson Marcelo escolheu Gabriela Edilson escolheu Milena Jordana escolheu Samira Babu Santana escolheu Sarah Andrade
Artista mais ouvido no mundo em 2025, o porto-riquenho construiu um espetáculo repleto de simbolismos e referências à cultura latina. A apresentação ocorreu uma semana após o álbum Debí Tirar Más Fotos se tornar o primeiro disco inteiramente em espanhol a vencer o Grammy de Álbum do Ano.
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Bad Bunny durante apresentação no intervalo do Super Bowl
Kevin C. Cox/Getty Images
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Bad Bunny
Reprodução/Instagram
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Bad Bunny no Grammy Awards 2026
Kevin Mazur/Getty Images for The Recording Academy
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Bad Bunny
John Nacion/ Variety via Getty Images
Antes de encerrar o show, Bad Bunny entoou “Deus abençoe a América”. Em seguida, citou, um a um, os nomes de todos os países da América Latina. Ao final, Porto Rico, sua terra natal, foi o último a ser mencionado. A sequência foi acompanhada por dançarinos que exibiam as bandeiras dos países.
Ao fundo do palco, um grande painel exibia a frase “A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor”, a mesma usada por Bad Bunny ao receber o Grammy de Álbum do Ano no Grammy 2026. Na ocasião, o artista fez críticas diretas ao governo Donald Trump e à atuação do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE).
Depois do ato, o porto-riquenho apontou uma bola de futebol americano para as câmeras. No objeto, estava gravada a frase: “Juntos, somos a América”. Em seguida, ele arremessou a bola no chão ao dizer: “Seguimos aqui”. Para finalizar, cantou o maior sucesso DTMF.
O show do intervalo também contou com participações especiais de Lady Gaga e Rick Martin. As manifestações durante o Super Bowl reforçaram o posicionamento adotado por Bad Bunny na cerimônia do Grammy, quando criticou a política imigratória dos EUA ao receber o prêmio de Melhor Álbum de Música Urbana.
“Antes de agradecer a Deus, vou dizer: fora ICE”, afirmou Bad Bunny ao receber o prêmio. “Não somos selvagens, não somos animais, não somos alienígenas — somos humanos.”
Além de celebrar as raízes musicais de Porto Rico, o cantor tem defendido publicamente melhores condições de vida para imigrantes nos Estados Unidos. As falas ocorrerem semanas após protestos motivados pela morte de duas pessoas baleadas por autoridades federais de imigração em Minneapolis, no estado de Minnesota.
El discurso de Bad Bunny en los #GRAMMYs haciendo referencia a las políticas migratorias de USA: “No somos animales, no somos salvajes, somos humanos y somos americanos” pic.twitter.com/J8V9CK1YUD
A poeta Renee Good, de 37 anos, foi a primeira vítima, morta por um agente do ICE em 7 de janeiro. Já o enfermeiro Alex Pretti, também de 37 anos, foi baleado e morto em 24 de janeiro, tornando-se a segunda vítima desde a chegada das forças federais à cidade.
O governo Trump tem a fiscalização migratória como uma de suas principais bandeiras e afirma que as ações têm como alvo criminosos em situação irregular no país. Após os episódios em Minnesota, o presidente declarou que sua administração “vai desacelerar um pouco” as operações no estado.
Green DayA turnê contempla quatro capitais do país e divulga o trabalho “Revolution Radio”, lançado em 2016. O álbum conta com os hits “Bang Bang”, “Still Breathing”. Além do Brasil, a turnê vai passar por outros países da América Latina. A banda The Interrupters, de Los Angeles, abre os shows. Dia 1/11 (Rio de Janeiro), 3/11 (São Paulo), 5/11 (Curitiba) e 7/11 (Porto Alegre). Ingressos entre R$ 110 e R$ 700. À venda no site
Bad Bunny vive um dos melhores momentos da carreira. Uma semana após vencer o Grammy de Álbum do Ano com Debí Tirar Mas Fotos, o cantor porto-riquenho será a atração do intervalo do Super Bowl LX, neste domingo (8/2).
Apesar do protagonismo inédito, esta não será a primeira vez que Bad Bunny sobe ao palco do maior evento esportivo dos Estados Unidos. Em 2020, ele participou do show comandado por Shakira e Jennifer Lopez.
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Bad Bunny no Super Bowl de 2020
Reprodução/Instagram
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Shakira e Bad Bunny so SuperBowl de 2020
Reprodução/NFL
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Bad Bunny foi convidado especial no Super Bowl de 2020
Reprodução/Instagram
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J-Lo e Bad Bunny so Super Bowl de 2020
Reprodução/Instagram
Na ocasião, o artista foi convidado especial da cantora colombiana. Juntos, cantaram I Like It, faixa originalmente gravada por Cardi B com Bad Bunny, além de uma versão de Chantaje, um dos maiores sucessos de Shakira.
A apresentação contou com um grande elenco de dançarinos, além de instrumentos e coreografias inspirados em tradições colombianas. O show do intervalo de 2020 foi assistido por 103 milhões de pessoas, segundo a Fox, emissora responsável pela transmissão.
Naquele ano, Bad Bunny dividiu o palco com Shakira por cerca de um minuto e meio. Seis anos depois, ele assume o posto de atração principal e comandará aproximadamente 14 minutos do espetáculo, previsto para as 22h, no horário de Brasília.
Com Jennifer Lopez, que tem ascendência porto-riquenha, e a colombiana Shakira, o show de 2020 foi marcado como uma homenagem à cultura latina, com uso da bandeira de Porto Rico e falas em espanhol. Neste ano, a presença latina deve ser ainda mais evidente, já que a maior parte do repertório de Bad Bunny é em espanhol, diferentemente das discografias das cantoras.
Wagner Moura voltou a falar sobre os impactos que sofreu durante o governo Jair Bolsonaro (2018-2022). O ator e diretor afirmou que viveu no Brasil sob um “governo fascista” e disse que enfrentou uma “censura cínica” após Marighella, primeiro filme dirigido por ele. O ator diz que o filme foi alvo de boicote e só foi lançado no Brasil depois de dois anos do lançamento.
Em entrevista ao podcast norte-americano Happy Sad Confused, apresentado por Josh Horowitz, o ator disse que o filme virou alvo direto do então presidente do Brasil, por retratar Carlos Marighella, líder da resistência armada contra a ditadura militar. Ele afirmou que o ex-presidente “tomou para o lado pessoal” a produção.
“Bolsonaro é um fã da ditadura. Ele elogia abertamente esse período”, afirmou Wagner, ao lembrar que o ex-presidente chegou a dedicar seu voto no impeachment de Dilma Rousseff ao coronel Carlos Brilhante Ustra, conhecido por comandar sessões de tortura durante o regime militar.
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Wagner Moura é clicado em um dos seus filmes
Apple TV+/Divulgação
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Wagner Moura participou da CCXP
CCXP/Divulgação
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A A24 liberou o primeiro trailer do filme Guerra Civil, com Wagner Moura
YouTube/Reprodução
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Wagner Moura disputa Melhor Ator também no teatro
Caio Lírio / Divulgação
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Wagner Moura irá dublar personagem em nova série de Star Wars
Reprodução/Dreamworks
Segundo Wagner, o boicote ao filme não aconteceu como uma censura explícita, mas por meio de obstáculos burocráticos e travas institucionais. “Ele encontrou um jeito de censurar meu filme, mas não foi como na ditadura. Foi uma censura cínica. Ele bloqueava todos os caminhos possíveis”, disse.
O artista explicou que o longa foi filmado no fim de 2017 e início de 2018 e que teve estreia durante o Festival de Berlim em 2019, mas só conseguiu chegar aos cinemas brasileiros em 2021.
Boicote do filme em solo brasileiro
O atraso na estreia do país ocorreu porque o governo bloqueava sistematicamente todos os caminhos possíveis para o lançamento, especialmente através da agência reguladora e dos financiamentos governamentais dos quais o cinema brasileiro depende. O filme só foi lançado após o fim desse entrave.
Depois disso, tanto o longa quanto a equipe que trabalhou nele também foram alvos ataques de apoiadores de Bolsonaro. Segundo Wagner Moura, seguidores do ex-presidente teriam se sentido encorajados e o clima nas estreias do filme chegou a exigir medidas de segurança.
“Essas pessoas empoderam seus seguidores. As pessoas que vivem em um universo paralelo de informações e, por isso, ficou perigoso em muitos lugares onde estávamos lançando o filme. A gente teve que colocar detectores de metal na porta, porque estava recebendo ameaça de morte”, relatou Wagner.
Na avaliação do ator, governos com viés autoritário veem a produção artística como uma ameaça maior do que declarações públicas em redes sociais, além disso, disse que, mesmo se passasse o dia inteiro criticando Bolsonaro nas redes sociais, isso não teria o mesmo peso do que lançar um filme com o tema abordado por Marighella.
A entrevista ocorreu no momento em que Wagner volta ao centro da temporada de premiações com O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho. O filme foi indicado em quatro categorias no Oscar, incluindo em Melhor Ator, com Wagner Moura.
O castigo do Monstro do BBB 26 acabou provocando um momento delicado na casa nesse sábado (7/2). Indicada por Alberto Cowboy, que venceu a Prova do Anjo, Milena chorou ao descobrir que teria de cumprir a punição ao lado de Juliano Floss, permanecendo abraçada com o brother durante a dinâmica.
a milena desesperada por que não gosta de abraço e o monstro é basicamente isso pic.twitter.com/eRZtGisaMV
Visivelmente abalada, a participante chorou e questionou a escolha da produção. “Faltou criatividade de vocês, produção”, reclamou. Em seguida, ela explicou que a situação despertou lembranças de uma experiência anterior vivida no programa.
“Fiquei abraçada com o Breno na Casa de Vidro. Se fosse uma menina, era mais fácil. Agora com um menino?”, disse.
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BBB26: bicho no arroz? Web reage ao ver Tia Milena fazendo comida
TV Globo/Reprodução
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Tia Milena posa para fotos de divulgação antes do reality da TV Globo
Instagram/Reprodução
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Tia Milena foi criticada após tentar jogar coisas após uma das provas
TV Globo/Reprodução
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Tia Milena foi apontada como autista após alguns comportamentos no BBB26
TV Globo/Reprodução
Mesmo após receber apoio de Ana Paula Renault e Babu Santana, Milena continuou demonstrando desconforto com a penalidade: “Esse monstro foi feito para mim. Já falei várias vezes sobre isso”.
Ao detalhar sua relação com contato físico, a sister reforçou suas limitações. “Eu não abraço mesmo. Abraço no Natal, no Réveillon e, às vezes, no meu aniversário”, declarou.
O maior espetáculo do esporte norte-americano volta a roubar os holofotes neste domingo (8/2). O Super Bowl LX, que encerra a temporada 2025/2026 da NFL, acontece no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia, com o duelo entre New England Patriots e Seattle Seahawks. Mas, como manda a tradição, o futebol americano divide a atenção com um show de entretenimento comandado este ano por Bad Bunny.
Responsável por comandar o aguardado show do intervalo, o porto-riquenho sobre a um dos palcos mais disputados do mundo, e não é a primeira vez. Dono de seis prêmios Grammy, o cantor e rapper fará a segunda aparição em um Super Bowl — desta vez, como atração principal. A promessa é de uma performance intensa, visualmente impactante e carregada da energia que transformou o artista em um fenômeno global (além de arrancar suspiros do público pela beleza e charme).
Que horas começa o show do intervalo?
O Super Bowl LX tem início previsto para 20h30 (horário de Brasília), mas o show de Bad Bunny só acontece após o segundo tempo da partida. Como o futebol americano não tem tempo corrido e sofre muitas paralisações, o horário exato varia conforme o andamento do jogo.
Em média, dois tempos duram cerca de 1h30. Por isso, quem pretende acompanhar apenas o show do intervalo deve sintonizar a transmissão por volta das 22h. A apresentação costuma durar entre 13 e 15 minutos.
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Bad Bunny
John Nacion/ Variety via Getty Images
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John Nacion/Variety via Getty Images
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Bad Bunny é porto-riquenho
Udo Salters/Patrick McMullan via Getty Images
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Bad Bunny para Um Maluco no Golfe 2
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Bad Bunny no Grammy Awards 2026
Kevin Mazur/Getty Images for The Recording Academy
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Bad Bunny, de Prada
Michael Loccisano/GA/The Hollywood Reporter via Getty Images
Onde assistir ao Super Bowl 2026
No Brasil, o evento será transmitido por sportv, ESPN, Disney+, NFL Game Pass (DAZN) e getv. A TV Globo exibe os melhores momentos da partida e o show do intervalo completo após o Big Brother Brasil.
Marco para a música latina
A apresentação será histórica também por outro motivo: Bad Bunny deve ser o primeiro artista a conduzir o show do intervalo majoritariamente em espanhol. Para fãs e especialistas, o momento simboliza o fortalecimento da música latina e da cultura porto-riquenha em um dos eventos mais assistidos da televisão mundial.
O show ganha ainda mais peso por ser a única apresentação do artista em solo norte-americano programada para o ano (até agora). Ele decidiu deixar os Estados Unidos fora da turnê mundial DeBÍ TiRAR MáS FOToS. O contexto político também chama atenção: o cantor tem sido uma voz ativa contra políticas anti-imigração do governo de Donald Trump.
O que esperar da apresentação
O público pode esperar uma produção grandiosa, com efeitos visuais de alto nível, coreografias marcantes e um repertório recheado de sucessos. A experiência de Bad Bunny no Super Bowl de 2020, quando participou do show ao lado de Jennifer Lopez e Shakira, deve contribuir para uma performance ainda mais segura e impactante.
Shakira e Bad Bunny no SuperBowl de 2020
Mais do que entretenimento, o show promete ser um retrato da força cultural latina — com ritmo, representatividade e, claro, muito estilo no palco mais visto do mundo.
Em entrevista ao Metrópoles, o brasileiro confessa que ainda está processando a importância da indicação de um filme nacional nesta categoria inédita.
“Semana a semana eu vou entendendo o que significa e quais são as possibilidades disso. De início foi um choque, mas agora eu quero me divertir, celebrar. Dizem que só ser indicado já é como ganhar, né, mas eu quero ganhar de fato”, confessa.
O Agente Secreto – que também concorre a Melhor Filme, Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Ator com Wagner Moura – é o único filme latino-americano indicado à categoria em que também concorrem o britânico Hamnet: A Vida Antes de Hamlet e os norte-americanos Marty Supreme, Uma Batalha Após a Outra e Pecadores – recordista de indicações na cerimônia, com 16 nomeações ao todo.
Para Gabriel Domingues, é difícil mensurar o quanto esta indicação pode representar para o futuro do mercado audiovisual brasileiro ao redor do mundo, ainda mais no caso de uma possível vitória.
Agora, no entanto, o diretor diz que já é possível afirmar que esta é uma grande confirmação de que o público, seja ele nacional ou estrangeiro, está ansioso para conhecer novos rostos e histórias no cinema.
“É uma previsão complicada de se fazer. Mas esse reconhecimento nessa grande vitrine internacional que é o Oscar comprova que quando a gente vai ver um filme, seja ele qual for, nós estamos dispostos a nos surpreender e ver rostos, pessoas e aparências com que nós não estamos familiarizados“, argumenta.
“Então por faces que não estão consolidadas em um repertório de produção como o brasileiro”, acrescenta.
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O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, estreou no Festival de Cannes, em 18/5
Soraya Ursine
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Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura em gravação de O Agente Secreto
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Wagner Moura e Maria Fernanda Cândido em Cannes
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Wagner Moura e Tânia Maria em O Agente Secreto
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Elenco de O Agente Secreto
Pascal Le Segretain/Getty Images
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Mariza Moreira com Kleber Mendonça FIlho, diretor de O Agente Secreto, e parte da equipe
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Cena do filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho
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O Agente Secreto recebeu 4 indicações
Michael Buckner/2026GG/Penske Media via Getty Images
O Agente Secreto marca a segunda parceria entre Kleber Mendonça Filho e Gabriel Domingues, que teve o primeiro trabalho como assistente de elenco em Aquarius (2014).
Nos dois filmes, os diretores repetiram a mesma forma de escalação que, segundo Gabriel, marca a forma de fazer cinema do cineasta pernambucano responsável por, por exemplo, “descobrir” Tânia Maria, a artesã de 72 anos que estreou como atriz em Bacurau (2019) e que, seis anos depois, se tornou reconhecida e celebrada pela crítica internacional.
“Esse primeiro trabalho foi muito importante para estabelecer a minha forma de trabalhar, minha metodologia. Nós tivemos muito tempo de pesquisar e de chegar a lugares não óbvios para escalar atores e atrizes, que outros filmes não chegavam na época”, detalha.
“E no caso de um diretor que tem uma carreira tão consolidada e consistente como a do Kleber, a gente se refere a filmes passados, como Bacurau, Som Ao Redor, Aquarius. E esses filmes têm um sistema de escalação muito parecido com o de O Agente Secreto“, explica.
“Então espero que as pessoas se atentem para isso. Porque o Brasil é tão grande e tem tanta gente maravilhosa. Para mim, o brasileiro é o que o Brasil tem de melhor e mais interessante. As vidas brasileiras são muito ricas e eu sei que nesse elenco todo, do início ao fim, cada um tem sua trajetória, sua autenticidade, sua vitalidade, sua marca. E eu acho que isso é importante para construir um elenco e eu torço para que isso sirva para oxigenar um pouco a forma como a gente se vê no cinema, que é esse lugar onde a gente se vê como um espelho da nossa sociedade.”
A 98ª cerimônia do Oscar ocorre no dia 15 de março em Los Angeles, com transmissão pelo canal TNT e pelo serviço de streaming HBO Max, e comentários no YouTube do Metrópoles. Entre os brasileiros que concorrem na premiação estão O Agente Secreto, indicado a quatro categorias, e o diretor de fotografia Adolpho Veloso, indicado na categoria de Melhor Fotografia por Sonhos de Trem.