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conheça o grupo feminino que domina rodas do DF

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“Em casa.” É assim que as integrantes do Samba da Passarinha descrevem a sensação de subir ao palco juntas. Há dois anos circulando pelo Distrito Federal, o grupo nasceu de um desejo simples e urgente: devolver o samba às suas origens, com mulheres ocupando o centro da roda.


São oito instrumentistas com nomes já consolidados na cena brasiliense — Ju Rodrigues (voz e pandeiro), Ane Eóketu (percussão e voz), Mariana Sardinha (cavaco e voz), Yara Alvarenga (percussão), Bruna Tassy (contrabaixo e voz), Irene Egler (violão) e Lene Black (percussão) — e que transformam cada show em um espaço de acolhimento feito por e para mulheres.



Samba da Passarinha: conheça o grupo feminino que domina rodas do DF - destaque galeria

Samba da Passarinha em entrevista ao Metrópoles
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Samba da Passarinha em entrevista ao Metrópoles

HUGO BARRETO / METRÓPOLES
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O Samba da Passarinha é formado por oito instrumentistas e as produtoras Naju Melo e Luciana Lobato
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O Samba da Passarinha é formado por oito instrumentistas e as produtoras Naju Melo e Luciana Lobato

HUGO BARRETO / METRÓPOLES
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Yara Alvarenga
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Yara Alvarenga

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Lene Black
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Lene Black

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Ju Rodrigues
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Ju Rodrigues

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Bruna Tassy
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Bruna Tassy

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Mariana Sardinha, Naju Melo e Lene Black
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Mariana Sardinha, Naju Melo e Lene Black

Samba da Passarinha
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Samba da Passarinha

HUGO BARRETO / METRÓPOLES
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Fora dos palcos, o projeto tem a força de Naju Melo e Luciana Lobato, as idealizadoras da iniciativa. Em entrevista ao Metrópoles, as integrantes falaram sobre o que significa ocupar esse espaço no samba do DF, os desafios de fazer cultura na capital e os próximos passos do grupo.


“O samba não é um território masculino, o samba é um território feminino, e a gente toca como mulher, não como homem — como mulher e divinamente bem”, enfatiza Ju Rodrigues.


Lene Black acrescenta: “O samba veio da mulher. Então estamos voltando para a origem do samba. E, quando estou com as meninas, é o lugar em que me sinto mais feliz, em que me sinto desarmada e fico à vontade”.


Confira a entrevista na íntegra:



 





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Metrópoles Catwalk 2026 encerra edição exaltando a força da moda brasileira

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Com o Teatro Nacional lotado, o Metrópoles Catwalk 2026 chegou ao fim nesta sexta-feira (10/4) com 30 desfiles e grandes nomes da moda em apresentações inéditas. Ao longo de cinco noites, o icônico espaço de Oscar Niemeyer se firmou como ponto de troca entre diferentes regiões, conectando a produção local a nomes de destaque nacional e reforçando o papel de Brasília como polo criativo do país.


Na noite de encerramento, marcas brasilienses consagradas dividiram espaço com criadores de projeção nacional que vieram ao Distrito Federal especialmente para o evento. Estreante no Metrópoles Catwalk, o ateliê Brunna Lettieri abriu a programação com uma coleção inédita.


Em seguida, a paulista Carmen Steffens, referência no mercado de luxo, deu continuidade aos desfiles. Depois, a brasiliense Sacramound subiu à passarela pela primeira vez no evento e encerrou o primeiro bloco.


Metrópoles Catwalk 2026 encerra edição exaltando a força da moda brasileira - destaque galeria

O modelo e ator brasiliense Jhona Burjack, conhecido nas passarelas, foi um dos destaques do encerramento do Metrópoles Catwalk 2026
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O modelo e ator brasiliense Jhona Burjack, conhecido nas passarelas, foi um dos destaques do encerramento do Metrópoles Catwalk 2026

Augusto Costa/Metrópoles
Metrópoles Catwalk 2026 reúne grandes nomes da moda em Brasília
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Metrópoles Catwalk 2026 reúne grandes nomes da moda em Brasília

Augusto Costa/Metrópoles
Designer Raphael Aquino, da Jacobina, recebe aplausos do público no Metrópoles Catwalk 2026
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Designer Raphael Aquino, da Jacobina, recebe aplausos do público no Metrópoles Catwalk 2026

Augusto Costa/Metrópoles
Metrópoles Catwalk 2026 leva criatividade à passarela
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Metrópoles Catwalk 2026 leva criatividade à passarela

Augusto Costa/Metrópoles
Metrópoles Catwalk 2026 valoriza a produção nacional
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Metrópoles Catwalk 2026 valoriza a produção nacional

Augusto Costa/Metrópoles
Metrópoles Catwalk 2026 encerra edição em alta
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Metrópoles Catwalk 2026 encerra edição em alta

Augusto Costa/Metrópoles
Metrópoles Catwalk 2026 evidencia novos olhares sobre a arte e a moda
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Metrópoles Catwalk 2026 evidencia novos olhares sobre a arte e a moda

Augusto Costa/Metrópoles
O modelo brasiliense Jhona Burjack já participou de desfiles para nomes como Dolce & Gabbana e Moschino
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O modelo brasiliense Jhona Burjack já participou de desfiles para nomes como Dolce & Gabbana e Moschino

Augusto Costa/Metrópoles
Metrópoles Catwalk 2026 exibe coleções inéditas
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Metrópoles Catwalk 2026 exibe coleções inéditas

Augusto Costa/Metrópoles
Metrópoles Catwalk 2026 marca a agenda cultural de Brasília
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Metrópoles Catwalk 2026 marca a agenda cultural de Brasília

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Metrópoles Catwalk 2026 movimenta a cena cultural do Distrito Federal
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Metrópoles Catwalk 2026 movimenta a cena cultural do Distrito Federal

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Metrópoles Catwalk 2026 destaca talentos do país
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Metrópoles Catwalk 2026 destaca talentos do país

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Metrópoles Catwalk 2026 destaca a força criativa de diferentes regiões brasileiras
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Metrópoles Catwalk 2026 destaca a força criativa de diferentes regiões brasileiras

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Metrópoles Catwalk 2026 transforma Brasília em polo cultural
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Metrópoles Catwalk 2026 transforma Brasília em polo cultural

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Metrópoles Catwalk 2026 celebra a moda brasileira
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Metrópoles Catwalk 2026 celebra a moda brasileira

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Metrópoles Catwalk 2026 reúne público diverso no Teatro Nacional
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Metrópoles Catwalk 2026 reúne público diverso no Teatro Nacional

Augusto Costa/Metrópoles

A segunda etapa começou com a goiana Jacobina, que levou à passarela uma celebração das mulheres negras. Na sequência, a brasiliense Louback voltou ao evento pelo segundo ano consecutivo, com uma apresentação marcada pela criatividade.


Responsável por encerrar a edição, a Foxton, nome carioca de prestígio na moda masculina, fechou a edição deste ano em alta. Mais uma vez, o Metrópoles Catwalk evidenciou a força da capital federal como articuladora de conexões criativas.


O modelo e ator Jhona Burjack, natural de Brasília e conhecido nas passarelas internacionais e nas telas, foi um dos destaques do encerramento.


Ponto de encontro da criatividade


Para o público, a experiência foi além dos desfiles, apresentando a moda como expressão cultural diversa, provocativa e autêntica. João Paulo Eusébio, de 21 anos, acompanhou de perto a programação. Para o estudante de publicidade, o diferencial foi a capacidade de trazer um novo olhar sobre a arte produzida no Distrito Federal.


“Acho que o Metrópoles Catwalk ajuda a movimentar essa questão de trazer visibilidade para marcas brasilienses, que a gente não conhece, eu mesmo não conhecia muitas”, comentou. “Os desfiles trouxeram muitas coisas mais disruptivas. Então, trouxe um outro olhar da moda de Brasília, de fato.”


O foyer da Sala Villa-Lobos se tornou um dos pontos mais movimentados de Brasília, reunindo autoridades, artistas e amantes da arte.


Pelo evento passaram o diretor do Teatro Nacional, Adriano Rodrigues, e o secretário-executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury. Também estiveram presentes o deputado federal André Figueiredo (PDT-CE), Felipe Ramón, subsecretário do Patrimônio Cultural do DF, e Mayara Noronha, ex-primeira-dama do Distrito Federal.


Fora das passarelas, o espaço pulsou cultura. Sob o mezanino da Sala, uma exposição com peças das 30 marcas foi renovada diariamente. Entre uma atração e outra, músicos da capital mantiveram a animação da plateia.


O saxofonista Jhordan, que se apresentou ao longo da programação, vê o evento como oportunidade para artistas locais. “Brasília tem inúmeros cenários únicos. Quando esses espaços ganham vida com arte, moda e música, deixam de ser paisagem e se tornam uma cidade viva. A iniciativa valoriza o artista, a cidade, amplia a visibilidade e fortalece esse posicionamento.”


Metrópoles Catwalk 2026


O Metrópoles consolidou-se como a casa da moda no Distrito Federal. Em 2026, a coluna da Ilca Maria Estevão completa nove anos no ar, cobrindo os principais assuntos do mercado internacional, nacional e local. Essa conexão profunda com o mundo fashion é materializada em eventos de grande escala.


Além do Metrópoles CatWalk, o portal organiza o festival Metrópoles Fashion & Design que chega em sua quarta edição em 2026. Ao unir informação de qualidade e fomento à produção autoral, o Metrópoles estabelece-se como o endereço oficial de quem pensa, produz e consome moda em Brasília.





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"Estou livre", diz Carolina Ferraz após sair do Domingo Espetacular

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Carolina Ferraz usou as redes sociais para falar pela primeira vez sobre a polêmica demissão do Domingo Espetacular. A apresentadora deixou o comando do programa após bastidores conturbados e desabafou no Instagram.


“Estou vivendo um novo momento na minha carreira, desenvolvendo projetos que fazem mais sentido com quem eu sou hoje, com mais liberdade no entretenimento e uma conexão ainda mais próxima com o público”, disse.


“Estou livre”, diz Carolina Ferraz após sair do Domingo Espetacular - destaque galeria

Carolina Ferraz.
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Carolina Ferraz.

Reprodução/redes sociais.
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Carolina Ferraz.

Reprodução/Record.
Carolina Ferraz tem 58 anos
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Carolina Ferraz tem 58 anos

Reprodução/Record.
Carolina Ferraz.
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Carolina Ferraz.

Reprodução/Record.


Carolina Ferraz ainda deixou em aberto a continuação na Record, afirmando que quer ampliar a área de atuação para o mercado publicitário.


“Após um período no jornalismo, que naturalmente exige uma condução mais institucional, entro agora em uma fase onde posso explorar de forma mais ampla minha versatilidade, com uma comunicação mais leve, próxima e espontânea. Estou livre. É um momento de construção sólida, com muitas novidades por vir. Recomeçar é preciso. E vocês sabem que recomeçar é comigo mesma“, finalizou.





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Três Graças resgata foto antiga de Belo e Viviane Araújo; veja imagem

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A musa fitness negou que o relacionamento entre os dois começou enquanto Viviane e Belo ainda estavam juntos. Durante depoimento ao documentário Belo – Perto Demais da Luz, Gracyanne disse que Belo já estava separado quando eles começaram a se envolver.


“Eles terminaram por conta da relação que eu vinha tendo com a Viviane. Nos conhecemos no final de 2005 e em 2007 a Viviane decidiu terminar com o Belo”, afirmou.






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Ausência de latinos e de Hollywood marca seleção do Festival de Cannes

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O Festival de Cannes anunciou, nesta quinta-feira (9/4), a lista de filmes da 79ª edição e reacendeu o debate sobre representatividade na principal vitrine do cinema mundial. Após anos de maior abertura ao cinema latino-americano, a seleção de 2026 aponta para um perfil mais conservador — e a região fica de fora da disputa pela Palma de Ouro.


Para a jornalista e crítica de cinema Flávia Guerra, o cenário não chega a surpreender: o que era, de fato, incomum era a forte presença latino-americana nos últimos anos.


“Infelizmente a exceção é quando a gente tem filmes latino-americanos em competição. Nos últimos 10 anos, os quatro filme latino-americanos que competiram a palma de ouro foram brasileiros: Aquarius, Bacurau, O Agente Secreto, todos de Kleber Mendonça Filho, e Motel Destino, de Karim Aïnouz”, pontuou.

Ausência de latinos e de Hollywood marca seleção do Festival de Cannes - destaque galeria

Troféu Palma de Ouro do Festival de Cannes
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Troféu Palma de Ouro do Festival de Cannes

Samir Hussein/WireImage
CANNES, FRANCE - MAY 11: The official festival poster is on display during the installation at the Palais de Festival ahead of the 78th annual Cannes Film Festival at  on May 11, 2025 in Cannes, France. (Photo by Thomas Kronsteiner/Getty Images)
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CANNES, FRANCE - MAY 11: The official festival poster is on display during the installation at the Palais de Festival ahead of the 78th annual Cannes Film Festival at on May 11, 2025 in Cannes, France. (Photo by Thomas Kronsteiner/Getty Images)

Thomas Kronsteiner/Getty Images
Presidente e o diretor do Festival de Cannes, Iris Knobloch e Thierry Frémaux, na coletiva do 79º Festival de Cannes
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Presidente e o diretor do Festival de Cannes, Iris Knobloch e Thierry Frémaux, na coletiva do 79º Festival de Cannes

Corbis/Corbis via Getty Images
Logo do Festival de Cannes exibida durante a coletiva de imprensa do 79º Festival de Cannes
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Logo do Festival de Cannes exibida durante a coletiva de imprensa do 79º Festival de Cannes

Marc Piasecki/Getty Images

Para a especialista, a ausência chama ainda mais atenção quando comparada à presença dominante da França na seleção. Ao todo, o país ocupa cerca de oito vagas na competição principal, enquanto regiões inteiras, como América Latina e África, ficaram de fora. “É um pouco de falta de aposta mesmo, falta de coragem de apostar no novo”, destacou Flávia.



Cinema latino e africano de fora


O contraste é ainda mais evidente diante do recente destaque de produções latino-americanas no evento. Em 2025, filmes da região voltaram a ganhar espaço e visibilidade. O longa brasileiro O Agente Secreto, estrelado por Wagner Moura, venceu dois prêmios principais de Melhor Direção e Melhor Ator, o que gerou expectativa por uma continuidade desse movimento com a presença de longas latinos.


Fora da competição principal, contudo, o cinema latino segue presente, mas em mostras paralelas. A mostra Um Certo Olhar, conhecida por abrigar produções mais ousadas, inclui títulos da América Latina, como um filme chileno e outro costa-riquenho, ambos dirigidos por mulheres.


“Às vezes traz filmes mais interessantes, às vezes não, quase sempre mais interessantes e ousados do que a própria competição oficial, porque lá tem maior liberdade para ter filmes que ousam mais”, completa.

O longa Elefantes na Névoa, inclusive, que está entre os selecionados na mostra, é uma coprodução internacional entre Nepal, Alemanha, Brasil, França e Noruega.


Segundo a análise da especialista, essa tendência é explicada porque o festival mantém uma tradição de priorizar cineastas já consagrados e recorrentes na programação, o que limita a entrada de novas vozes.


Diretores considerados “queridos” de Cannes seguem presentes, reforçando uma curadoria mais segura. São exemplos Ryusuke Hamaguchi, Pedro Almodóvar, Paweł Pawlikowski, Andrey Zvyagintsev e Ira Sachs.


Hollywood também ficou fora da seleção


Outro ponto de destaque na seleção é o esvaziamento de produções de Hollywood — tanto na competição principal quanto nas sessões de maior visibilidade.


Para Flávia, faltam filmes com o perfil que Cannes tradicionalmente valoriza: produções que equilibram assinatura autoral e escala de estúdio. “Os grandes estúdios não estão fazendo nem ultra blockbusters nem filmes autorais”, frisou.


Mesmo quando nomes de peso aparecem na programação, ficam fora da disputa principal. É o caso de Ron Howard e Steven Soderbergh, que lançam em 2026 documentários sobre John Lennon e o fotógrafo Richard Avedon, respectivamente.


“Para competir pela Palma, um documentário precisa ser muito diferenciado — ter algo muito autoral. Não é o caso desses dois”, analisa.

Outro fator é a ausência das chamadas “mega pré-estreias”, que costumam levar grandes produções comerciais ao festival. Flávia aponta que Duna: Parte 3 seria um candidato natural para esse tipo de exibição, mas avalia que o estúdio provavelmente não optou por esse caminho.


A crítica também destaca o impacto das regras do mercado francês — em especial a chamada janela de exibição, que obriga os filmes a permanecerem em cartaz nos cinemas por um período antes de chegarem ao streaming. A Netflix, que tem marcado presença nas últimas temporadas de premiação, raramente adota essa prática, o que limita sua participação em festivais com essa exigência.


Apesar do anúncio desta quinta-feira, a seleção ainda não está totalmente fechada. É comum que o festival acrescente novos títulos nas semanas anteriores ao evento, seja por ajustes de programação, seja pela finalização de algumas obras.





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Luísa Sonza fez música para atual namorado em novo álbum? Entenda

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