Secretário diz que PDOT vai criar 26 novas áreas de regularização no DF

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Entre as preocupações do Governo do Distrito Federal (GDF), neste momento, estão a consulta à população e o alinhamento prévio com os deputados distritais para evitar que sejam protocoladas muitas emendas ao projeto, que possam ser inconstitucionais – (crédito: Guilherme Felix CB/DA Press)





Na reta final de revisão, antes da análise pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), o Plano de Desenvolvimento e Ordenamento Territorial (PDOT) passa pelos últimos ajustes. O secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF, Marcelo Vaz, anunciou ao Correio que está prevista a criação de 26 novas áreas de regularização. Entre as preocupações do Governo do Distrito Federal (GDF), neste momento, estão a consulta à população e o alinhamento prévio com os deputados distritais para evitar que sejam protocoladas muitas emendas ao projeto, que possam ser inconstitucionais. A previsão é de que o projeto seja enviado à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) em junho e votado até o fim deste ano. 






  • O PDOT deve ser revisado e atualizado a cada 10 anos, o que está em vigor é de 2009, isto é, precisaria ter sido atualizado em 2019. Qual foi o motivo do atraso?





O Estatuto das Cidades define que a revisão deve acontecer a cada 10 anos. Houve uma pequena revisão em 2012. A revisão oficial foi iniciada em 2019, no início do governo Ibaneis, mas tivemos a pandemia em 2020, o que atrasou o processo, principalmente, pela necessidade de conversa com a população. Começamos a fazer as audiências públicas com a população, mas o Ministério Público recomendou que as audiências fossem presenciais e não on-line. Para isso, precisamos suspender o processo e aguardar o período de pandemia. Em 2023, voltamos com as audiências públicas e, a partir daí, demos um gás final para conseguir chegar até aqui.





O que já foi feito de 2023 até o momento?





Em 2023, foram 55 audiências públicas realizadas em cada região administrativa sobre temas específicos do plano diretor. A partir daí, partimos para a fase de consolidação do diagnóstico, de entender as principais demandas e como tratar essas demandas. Em 2024 basicamente tudo foi para a consolidação deste diagnóstico. Fizemos duas audiências públicas onde apresentamos o diagnóstico para a população avaliar se era aquilo que tinha sido identificado. A partir de agora, nós passamos a apresentar as soluções para os problemas apresentados. Iniciamos, em 27 de fevereiro, as reuniões com um grupo de trabalho interinstitucional, com técnicos do governo e representantes da sociedade civil, em que apresentamos as pré-propostas para, a partir daí, começar a conversa com a população para ver se as propostas são aprovadas ou não, para que possamos fazer o aperfeiçoamento. Finalizando essa parte, a gente faz a última audiência pública com o projeto final, que acontecerá por volta de maio. Em junho, deliberamos no Conselho de Planejamento Territorial e Urbano (Conplan) e, em seguida, manda para a Câmara Legislativa do Distrito Federal.





Qual o balanço das tratativas com a população até o momento?





Foram quase 70 reuniões feitas com a população no total. A partir de agora, durante os meses de março e abril, vamos disponibilizar um material e um técnico em cada região administrativa para que a população procure as administrações regionais e ofereça propostas. Vamos fazer mais reuniões nas regiões de forma setorizada para colher as sugestões em relação às propostas já apresentadas e converter para o PDOT o que a população de fato precisa.





Quantas áreas no DF são passíveis de regularização e que devem ser contempladas na atualização?





Foram identificadas 26 novas áreas de regularização, isto é, ocupações que atendem aos critérios de porte e compacidade. Nós vamos apresentar para a população, pode ser que a gente retire algumas caso a população não concorde, assim como pode ser que surjam outras a partir dessa apresentação. Esse número ainda pode ser alterado, assim como o tamanho das ocupações ainda podem ser objeto de reajuste.





Serão criados novos setores habitacionais?





Sim. Toda área urbana pode ser uma área habitacional. Estamos tentando estabelecer a criação de Zeis, que são Zonas Especiais de Interesse Social. Para essas zonas, temos oferta e incentivos para moradia de interesse social. Serão criadas algumas, mas ainda não temos um número.





Como estão as tratativas prévias com a CLDF?





Estive na Câmara para fazer uma conversa com os deputados, apresentar o que estamos fazendo e chamá-los para discutir o projeto já neste momento. As principais demandas dos deputados têm que partir do poder Executivo. Se a gente encaminha o projeto e os deputados não têm as demandas atendidas ou avaliadas, eles vão fazer algumas emendas e essas emendas podem acabar sendo inconstitucionais. Acreditamos que vamos enviar o projeto em junho e os deputados terão julho, agosto, setembro e outubro para deliberar, sendo que já vão ter participado do processo inicial de construção.





Um grande gargalo no DF são as moradias irregulares. De que forma o PDOT vai atuar na regularização fundiária?





O PDOT tem um papel fundamental principalmente na oferta de moradia regular. O plano define o que é área urbana e área rural. Isso é importante, na medida em que as área urbanas podem ser parceladas regularmente por meio do processo de licenciamento urbanístico. Esse processo gera oferta de moradia regular. A ocupação irregular acontece porque há uma baixa oferta e porque o processo regular é mais caro do que o irregular. As pessoas, infelizmente, vêm para Brasília na busca de um domicílio e, ao não achar o que cabe no bolso, acaba procurando ocupação irregular. O plano diretor trabalha no sentido de ofertar moradias regulares, oferta de novas áreas habitacionais e temos pensado também em instrumentos para incentivar a iniciativa privada a oferecer esse tipo de moradia, principalmente nas áreas já dotadas de infraestrutura.





Haverá regularização de condomínios irregulares?





O atraso de cinco anos na revisão do PDOT faz com que o território esteja completamente diferente do que foi estudado em 2009, então algumas áreas que não estavam ocupadas e não são áreas passíveis de regularização já estão ocupadas e não há o que fazer. O que o plano tem que fazer é prever novas áreas e dar infraestrutura para que essas pessoas continuem onde estão. O ideal seria que não tivessem se instalado, mas já que se instalaram, o Estado tem que dar meios para que as pessoas tenham uma moradia digna. O PDOT vem trazendo novas áreas de regularização fundiária e é por isso que, se a gente não fizer a aprovação este ano, o ano eleitoral de 2026 vai atrapalhar essa votação, muito provavelmente não vai acontecer. Vai entrar um novo governo e, este provavelmente, não vai assinar o que foi feito no governo anterior, portanto, levaria mais tempo para ser aprovado. Então, se não for aprovado este ano, o PDOT vai completar 20 anos de vigência e isso vai favorecer a ocupação irregular.





Como o GDF tem trabalhado para diagnosticar padrões de ocupação irregular?





O PDOT traz uma metodologia para definição do que é ocupação irregular consolidada e irreversível, que então passa a ser passível de regularização. Isso vai muito pelo porte, que é o tamanho da ocupação, e compacidade, que é a quantidade de ocupantes pela área. Foi a partir dessa metodologia que a gente definiu essas ocupações. Há, de fato, algumas ocupações que são espaçadas, isto é, têm poucos ocupantes e um território muito grande. Se eu defino essa área como área de regularização, eu vou incentivar a ocupação irregular. As pessoas vão pensar ‘se essa área é passível de regularização, então vamos ocupar’. O PDOT traz uma metodologia específica e os critérios são bem definidos. A ideia é facilitar a regularização e impedir novas ocupações irregulares.





Outro eixo importante do PDOT é a mobilidade. Há uma demanda crescente sobre melhoria na estrutura viária no DF. Como está se dando a integração do PDOT com o Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU)?





Nossos técnicos estão em diálogo com os técnicos da Secretaria de Mobilidade Semob-DF) para que a gente consiga desenvolver uma atuação paralela. O PDOT, numa escala macro, traça diretrizes e o PDTU trabalha o problema em específico. O PDOT define o que chamamos de sistema viário estruturante, que são as vias que ligam o DF a outros estados e as regiões administrativas entre si. O diálogo com a Semob está sendo feito diariamente. A implantação do sistema viário fica a cargo do PDTU.





O impacto ambiental relacionado à expansão urbana é um dos eixos. De que forma isso está sendo trabalhado no PDOT?





A gente recebe informações da Secretaria do Meio Ambiente e do Instituto Brasília Ambiental em relação às unidades de conservação e às áreas sensíveis do território. O PDOT traz um mapeamento do que é unidade de conservação, de quais são as áreas sensíveis e do que pode e não pode ser feito em cada área. Isso não significa que as áreas sensíveis não podem ser ocupadas, elas podem mediante algumas condições específicas que são definidas pelos órgãos ambientais. A gente faz a classificação no plano diretor e define no mapa quais são essas áreas.





Haverá a criação de mais parques e unidades de conservação?





Pode ser que sejam criadas novas áreas de conservação, sim. Estamos fechando os mapas de zoneamento, regularização fundiária e oferta habitacional. Em seguida, passaremos para os mapas de áreas ambientais. Muito provavelmente, haverá uma atualização em relação ao plano vigente.





Como está o diálogo com o setor produtivo e quais são as principais demandas?





A gente vem fazendo um diálogo com todos os setores. O segmento imobiliário é um deles, participamos de um seminário com eles para entender as principais demandas e uma delas é que têm dificuldade de empreender no âmbito do interesse social. O interesse social precisa ter um custo menor para que eles consigam, de fato, empreender. Estamos trabalhando alguns mecanismos para que consigamos trazer a iniciativa privada para ajudar o governo a combater o deficit habitacional.





Como está sendo trabalhada a questão do desenvolvimento sustentável da área rural e integração com as
zonas urbanas?





O PDOT define macrozoneamento urbano e rural. A equipe técnica está desenvolvendo um estudo sobre uma faixa de transição, que é uma área onde vai diminuindo a área ocupada do território até chegar em uma característica rural sem uma ruptura de uma área para a outra. Estamos estudando a possibilidade de criar uma faixa de transição.





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Fonte: Correio Brasiliense






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Educação celebra Dia da Mulher com diferentes projetos escolares

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Neste sábado (8), quando se comemora o Dia Internacional da Mulher – reforçando o reconhecimento da participação feminina como fundamental na sociedade e na política, a Secretaria de Educação (SEEDF) não se limita à data: ao longo de todo o ano, promove ações de conscientização e empoderamento da mulher nas salas de aula das escolas da rede pública de ensino. 


Cartaz produzido por alunos do CED Agrourbano Ipê, no Riacho Fundo II: relevância da presença de mulheres em diversos setores é comemorada | Foto: Divulgação/SEEDF


Além dos programas e ações, os profissionais das unidades escolares criam projetos relacionados às pautas femininas para trabalhar em sala de aula. Um deles é o Fala Garota, idealizado pela diretora da Escola Classe (EC) 11 de Taguatinga, Aline Tomazette, e implementado em 2024. 


O projeto, explica Aline, surgiu da necessidade de criar um espaço de diálogo e aprendizado para as estudantes do quinto ano e da percepção da importância de discutir assuntos relacionados ao universo feminino desde cedo, promovendo empoderamento, autoconhecimento e respeito mútuo.



“Quando as meninas são empoderadas, elas ganham confiança, voz e capacidade de tomar decisões em suas vidas”


Hélvia Paranaguá, secretária de Educação



“No ano passado, os meninos tinham a curiosidade de saber o que estava sendo tratado, e as meninas também levantaram os questionamentos, dizendo como era importante os meninos saberem das pautas que estavam sendo tratadas no projeto”, conta a diretora da EC 11. Estão programados seis encontros ao longo do ano letivo.


A primeira atividade deste ano foi realizada na quinta-feira (6), em celebração antecipada ao Dia Internacional da Mulher. No primeiro encontro, as alunas debateram sobre a importância da data, refletindo sobre os motivos que levaram à sua criação. 

“Iniciamos com uma dinâmica de apresentação e lemos a história de Malala Yousafzai que gerou um bate-papo muito rico, no qual as alunas compartilharam suas percepções sobre coragem, determinação e igualdade”, lembra Aline. Cada estudante teve a oportunidade de expressar as suas inspirações por meio de desenhos e textos, registrando mulheres que as motivam em suas vidas.


Nenhuma a menos



“Trabalhando dessa forma multidisciplinar e com o engajamento dos estudantes, é possível promover um empoderamento e uma valorização das mulheres no contexto escolar”


Sheila Pereira, diretora do CED Agrourbano Ipê



Outro exemplo de trabalho sobre o empoderamento e valorização feminina dentro de sala de aula é o projeto Nenhuma a Menos, elaborado e desenvolvido por professores do Centro Educacional (CED) Agrourbano Ipê, do Riacho Fundo II. A iniciativa trabalha a temática por meio do exemplo de histórias de algumas mulheres que atingiram notoriedade.


“Notou-se que, trabalhando dessa forma multidisciplinar e com o engajamento dos estudantes, é possível promover um empoderamento e uma valorização das mulheres no contexto escolar”, resume a diretora do CED, Sheila Pereira. Este ano, o projeto visa à valorização e empoderamento das mulheres da região do Combinado Agrourbano de Brasília (Caub) e do Riacho Fundo. 


“Faremos a fusão de dois projetos, o Nenhuma a Menos e o Resgatando Raízes”, anuncia Sheila. “Com isso, os alunos vão conhecer e trazer para a escola a observação da vivência de mulheres importantes para sociedade, como costureiras, artesãs, confeiteiras, cozinheiras, entre outras”.




A secretária da Educação, Hélvia Paranaguá, reforça a importância dessas iniciativas: “Quando as meninas são empoderadas, elas ganham confiança, voz e capacidade de tomar decisões em suas vidas. Isso não só promove igualdade de gênero, como resulta em benefícios sociais e econômicos. Meninas empoderadas se tornam líderes e inspiram futuras gerações a realizarem seus objetivos”


Celebração 


Na quinta-feira (13), a Secretaria de Educação terá uma programação especial para as servidoras da pasta: a oficina Mulheres em Canto, que tem como objetivo auxiliar na melhoria da qualidade de vida e saúde feminina por meio da cantoterapia e exercícios vocais.


Coordenada pela cantoterapeuta Luciana Halushuk, a ação está vinculada ao Mês das Mulheres Educadoras, do programa Estações, criado para promover atividades entre as servidoras em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. As inscrições para participar podem ser efetuadas neste link.


*Com informações da Secretaria de Educação










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https://jornalismodigitaldf.com.br/educacao-celebra-dia-da-mulher-com-diferentes-projetos-escolares/?fsp_sid=122044
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Educação celebra Dia da Mulher com diferentes projetos escolares

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Neste sábado (8), quando se comemora o Dia Internacional da Mulher – reforçando o reconhecimento da participação feminina como fundamental na sociedade e na política, a Secretaria de Educação (SEEDF) não se limita à data: ao longo de todo o ano, promove ações de conscientização e empoderamento da mulher nas salas de aula das escolas da rede pública de ensino. 


Cartaz produzido por alunos do CED Agrourbano Ipê, no Riacho Fundo II: relevância da presença de mulheres em diversos setores é comemorada | Foto: Divulgação/SEEDF


Além dos programas e ações, os profissionais das unidades escolares criam projetos relacionados às pautas femininas para trabalhar em sala de aula. Um deles é o Fala Garota, idealizado pela diretora da Escola Classe (EC) 11 de Taguatinga, Aline Tomazette, e implementado em 2024. 


O projeto, explica Aline, surgiu da necessidade de criar um espaço de diálogo e aprendizado para as estudantes do quinto ano e da percepção da importância de discutir assuntos relacionados ao universo feminino desde cedo, promovendo empoderamento, autoconhecimento e respeito mútuo.



“Quando as meninas são empoderadas, elas ganham confiança, voz e capacidade de tomar decisões em suas vidas”


Hélvia Paranaguá, secretária de Educação



“No ano passado, os meninos tinham a curiosidade de saber o que estava sendo tratado, e as meninas também levantaram os questionamentos, dizendo como era importante os meninos saberem das pautas que estavam sendo tratadas no projeto”, conta a diretora da EC 11. Estão programados seis encontros ao longo do ano letivo.


A primeira atividade deste ano foi realizada na quinta-feira (6), em celebração antecipada ao Dia Internacional da Mulher. No primeiro encontro, as alunas debateram sobre a importância da data, refletindo sobre os motivos que levaram à sua criação. 

“Iniciamos com uma dinâmica de apresentação e lemos a história de Malala Yousafzai que gerou um bate-papo muito rico, no qual as alunas compartilharam suas percepções sobre coragem, determinação e igualdade”, lembra Aline. Cada estudante teve a oportunidade de expressar as suas inspirações por meio de desenhos e textos, registrando mulheres que as motivam em suas vidas.


Nenhuma a menos



“Trabalhando dessa forma multidisciplinar e com o engajamento dos estudantes, é possível promover um empoderamento e uma valorização das mulheres no contexto escolar”


Sheila Pereira, diretora do CED Agrourbano Ipê



Outro exemplo de trabalho sobre o empoderamento e valorização feminina dentro de sala de aula é o projeto Nenhuma a Menos, elaborado e desenvolvido por professores do Centro Educacional (CED) Agrourbano Ipê, do Riacho Fundo II. A iniciativa trabalha a temática por meio do exemplo de histórias de algumas mulheres que atingiram notoriedade.


“Notou-se que, trabalhando dessa forma multidisciplinar e com o engajamento dos estudantes, é possível promover um empoderamento e uma valorização das mulheres no contexto escolar”, resume a diretora do CED, Sheila Pereira. Este ano, o projeto visa à valorização e empoderamento das mulheres da região do Combinado Agrourbano de Brasília (Caub) e do Riacho Fundo. 


“Faremos a fusão de dois projetos, o Nenhuma a Menos e o Resgatando Raízes”, anuncia Sheila. “Com isso, os alunos vão conhecer e trazer para a escola a observação da vivência de mulheres importantes para sociedade, como costureiras, artesãs, confeiteiras, cozinheiras, entre outras”.




A secretária da Educação, Hélvia Paranaguá, reforça a importância dessas iniciativas: “Quando as meninas são empoderadas, elas ganham confiança, voz e capacidade de tomar decisões em suas vidas. Isso não só promove igualdade de gênero, como resulta em benefícios sociais e econômicos. Meninas empoderadas se tornam líderes e inspiram futuras gerações a realizarem seus objetivos”


Celebração 


Na quinta-feira (13), a Secretaria de Educação terá uma programação especial para as servidoras da pasta: a oficina Mulheres em Canto, que tem como objetivo auxiliar na melhoria da qualidade de vida e saúde feminina por meio da cantoterapia e exercícios vocais.


Coordenada pela cantoterapeuta Luciana Halushuk, a ação está vinculada ao Mês das Mulheres Educadoras, do programa Estações, criado para promover atividades entre as servidoras em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. As inscrições para participar podem ser efetuadas neste link.


*Com informações da Secretaria de Educação










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Ministério das Mulheres abre desfile das campeãs do Rio com a comissão de frente do Feminicídio Zero

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Depois de fazer circular durante todo o Carnaval a campanha de combate à violência contra as mulheres e divulgar o serviço Ligue 180, comissão de frente feminista fecha participação do ministério no maior show da Terra

O estandarte do Feminicídio Zero abriu o Desfile das Campeãs do Carnaval do Rio 2025, na noite deste sábado (8), Dia Internacional da Mulher. Um grupo de aproximadamente 300 dirigentes políticas e militantes feministas, junto com a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, formou uma comissão de frente que puxou a grande festa na avenida. Carregando a faixa que trazia a palavra de ordem e exibindo a chamada "Ligue 180", o grupo entrou na Sapucaí a partir das 20 horas.


O desfile fechou com brilho as iniciativas que o Ministério das Mulheres construiu durante o maior e mais celebrado Carnaval do Mundo. Por intermédio de parcerias com a Liga das Escolas de Samba e a prefeitura da cidade, o ministério divulgou desde os primeiros desfiles, no dia 28 de fevereiro, a campanha Feminicídio Zero e o apelo do Ligue 180. Em diversos espaços do sambódromo foram afixados cartazes da campanha. Adesivos e folhetos foram distribuídos ao público durante os dias de folia. A mensagem também foi reverberada pelos carros de som das escolas.


“Nesse 8 de março, nós, brasileiras, temos muito a comemorar. O governo do presidente Lula tem colocado as mulheres como prioridade em suas principais políticas públicas. E hoje, durante o desfile das campeãs na Sapucaí, nós marcamos o enfrentamento do Governo Federal à violência contra as mulheres, com essa importante ação do Feminicídio Zero, chamando a atenção de tantas pessoas, mulheres e homens, para cumprir o que é o objetivo principal dessa iniciativa: fazer com que a sociedade se mobilize para combater o problema”, declarou a ministra das Mulheres.


Ela lembrou que as mulheres são maioria entre as pessoas que recebem o Bolsa Família, a chave no programa Minha Casa, Minha Vida, além do PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) e de programas na educação como Fies e ProUni. “Todas essas iniciativas são muito importantes para incluir as mulheres em espaços de poder”, observou Cida Gonçalves. A presença do Governo na Sapucaí é uma extensão de tal proximidade com o cotidiano das mulheres, em ações práticas em busca da igualdade, autonomia e dignidade.





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https://jornalismodigitaldf.com.br/ministerio-das-mulheres-abre-desfile-das-campeas-do-rio-com-a-comissao-de-frente-do-feminicidio-zero/?fsp_sid=122031
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presença feminina entre habilitados cresceu 65% em 10 anos

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A presença das mulheres no mundo das duas rodas tem aumentado ano a ano. De acordo com dados da SENATRAN (Secretaria Nacional do Trânsito), analisados pela Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, hoje 10.025.081 pessoas do gênero feminino possuem habilitação na categoria A, o que representa um aumento de 65,8% em dez anos.


Em 2015, havia 6.045.589. Com esse tipo de carteira de motorista, é possível conduzir veículos de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral, com motores de mais que 50 cilindradas. Apesar dessa alta significativa, elas ainda são minoria e representam 24,9% dos habilitados. Atualmente há 30.164.277 homens aptos a conduzir uma motocicleta, crescimento de 36,2% em uma década. No total, são 40.189.358 pessoas habilitadas a conduzir moto no Brasil.








Honda CG 160 Titan 2025

Foto de: Honda



Habilitações por faixa etária


A faixa etária com maior número de habilitações – tanto de homens como de mulheres – é 31 a 40 anos. Elas são 3.505.664 motociclistas e eles, 8.319.381. Entrevistadas pela Abraciclo, as paulistas Darlene Gonzaga, de 37 anos, e Gilmara Lima, de 31 anos, fazem parte desse grupo.


Recém-habilitada, a programadora Darlene procurou se aperfeiçoar e fez um curso de pilotagem defensiva para encarar o trânsito. “Pilotar uma motocicleta sempre foi um sonho, mas é preciso estar muito bem-preparada. Penso em mim e nos outros também. Segurança é fundamental”, diz.


A enfermeira Gilmara conta que divide a paixão pela motocicleta com a bicicleta. “Pedalo desde criança, mas sempre sonhei com uma moto. No dia que completei 18 anos, fui me matricular numa moto escola. Explicaram que só poderia fazer isso no dia seguinte”, relembra.


Hoje, a moto é usada nos deslocamentos diários, da casa para o trabalho e para a academia, enquanto a bicicleta fica para passeios na orla (ela é moradora da Praia Grande) com o marido André, no final da tarde. “Pedalar é um hábito saudável, que traz benefícios para o corpo e para a mente”, enfatiza.


As pessoas com idade entre 41 e 50 anos estão em segundo lugar do ranking. O gênero feminino conta com 2.355.200 habilitações e o masculino, 7.234.120. Na terceira posição, há uma diferença na faixa etária. As mulheres na faixa dos 26 a 30 anos somam 1.550.041 carteiras na categoria A, enquanto os homens com idades entre 51 e 60 anos, respondem por 4.527.373 das habilitações.








Fotos de motos no corredor utilizando a Faixa Azul da 23 de maio. Trânsito, acidentes


Frota x habilitações


A frota nacional conta hoje com 35.073.122 motocicletas. Em números absolutos, o estado de São Paulo lidera o ranking com 7.169.771 unidades. Se for feita a relação frota x número de habilitados, o primeiro lugar é do Maranhão.



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Scorpions reflete sobre 60 anos de carreira e nova geração de fãs

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Prestes a iniciar uma turnê de celebração de 60 anos de carreira, a banda alemã Scorpions segue como uma das maiores do mundo do rock criando conexões com fãs de idades diferentes e por todo o mundo.


Em entrevista ao Metrópoles, Klaus Meine (vocalista), Rudolf Schenker (guitarrista e compositor) e Matthias Jabs (guitarrista) brincaram sobre como pouca coisa mudou entre eles e na música deles, desde que começaram lá em 1965.


“Na verdade, nem tanto . Quer dizer, talvez um milhão de coisas tenham mudado, sabe? Mas, no fim das contas, é o amor e a paixão pelo rock and roll. É isso que estamos fazendo há todas essas décadas. São 60 anos de Scorpions. Isso só pode ser realidade quando você está dentro disso com todo o seu coração e alma, sabe?”, afirmou Klaus Meine na entrevista.




Ao longo dos anos, a Scorpions também foi percebendo mudanças entre os fãs. Muitos, cresceram com eles e seguem os acompanhando até hoje, porém, a maioria do público atual da banda é composta por jovens, com idades que variam entre 16 e 25 anos. Para o guitarrista Rudolf Schenker, o Youtube foi parte fundamental na conquista desse novo público.


Não estamos tocando mais só para os fãs antigos e sim também para os fãs novos, porque a música é atemporal. E essa é a grande coisa que notamos ao celebrar os 60 anos de Scorpions. Nossa música é atemporal e isso é fantástico. Por causa das redes sociais, nossa base de fãs continua crescendo ao redor do mundo”, explicou.


Essa mudança de público fica clara nas apresentações, de acordo com Klaus. “Dá para ver isso nos shows, porque na frente do palco temos os jovens, e mais atrás, os fãs que envelheceram com o Scorpions, que estão lá há 30, 40 anos. Então, é um grande privilégio tocar para três gerações”, destacou.


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Scorpions

Felipe Moraes/Metrópoles
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Scorpions

Divulgação
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Felipe Moraes/Metrópoles

60 anos do Scorpions em turnê


O grupo planeja uma mega turnê para celebrar os 60 anos, com passagens pela América Latina, Europa e também pelos Estados Unidos. O México será o palco da primeira apresentação, em 15 de março.


Em solo brasileiro, a banda se apresentará três vezes no mês de abril. No dia 16, eles sobem ao palco no Arena of Rock na Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília; no dia 19, se apresentam no Monsters of Rock no Allianz Parque, em São Paulo; e em 21 de abril fazem um show no Qualistage, no Rio de Janeiro.


Serviço


Arena of Rock

16 de abril de 2025, na Arena BRB Mané Garrincha –  Brasília/DF. Atrações confirmadas: Scorpions, Judas Priest, Europe e Kisser Clan. Ingressos estão disponíveis no site da Bilheteria Digital. Não recomendado para menores de 14 anos.






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Chá de capim-santo: conheça os vários benefícios da bebida calmante

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Muito popular e de gosto suave, o chá de capim-santo é uma bebida rica em compostos naturais benéficos à saúde. Também chamado de capim-limão, ele contém antioxidantes que protegem as células contra inflamações. O chá ainda ajuda a relaxar, melhorar o sono, auxilia na digestão e contribui para o controle da pressão arterial.



“O chá de capim-santo é conhecido, principalmente, por seu efeito calmante. Ele é ótimo para ajudar a relaxar depois de um dia corrido ou até melhorar a qualidade do sono”, destaca a nutricionista Priscila Cavalcante, preceptora do curso de nutrição do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF).




Nutrientes e compostos bioativos do chá de capim-santo



  • Flavonoides e terpenos: responsáveis pelas ações antioxidantes e anti-inflamatórias.

  • Óleos essenciais (citral e geraniol): geram uma ação relaxante e digestiva.

  • Minerais (potássio, cálcio, magnésio, ferro): são importantes para a saúde do coração e dos músculos.

  • Vitaminas (A, B1, B2, B3): contribuem para um melhor funcionamento do organismo.




Benefícios do chá de capim-santo


Os nutrientes e compostos bioativos do chá de capim-santo fazem bem para o organismo e trazem diversas vantagens para quem o consome:


Ajuda no relaxamento


O citral, presente no óleo essencial do capim-santo, atua no sistema nervoso central promovendo uma ação calmante e relaxante. Dessa maneira, a qualidade do sono também melhora.


Auxilia na digestão


Pela presença dos flavonoides e taninos, o capim-santo neutraliza e diminui a acidez do estômago, ajudando em problemas digestivos, como refluxo e gastrite.


Controle da pressão arterial


As propriedades diuréticas do capim-santo atuam na eliminação do excesso de sódio pela urina, ajudando a controlar a pressão arterial. A partir da ação do citral, limoneno e geraniol, óleos essenciais presentes na planta, a bebida diminui a inflamação e relaxa as artérias, promovendo uma melhor circulação do sangue e prevenindo a pressão alta.


Imagem colorida de saco cheio de capim-santo - Metrópoles
Chá de capim-santo pode ser feito a partir da planta seca

Efeito antimicrobiano


Os óleos essenciais também têm ação antimicrobiana, potencializando o efeito de antibióticos contra bactérias resistentes, como as gram-positivas e as gram-negativas.


Auxílio contra candidíase


“O capim-santo tem propriedades antimicrobianas e antifúngicas, o que pode ajudar no combate a infecções, incluindo a candidíase. Alguns estudos sugerem que o óleo essencial de capim-santo pode inibir o crescimento de fungos, incluindo o Candida albicans, causador da candidíase, quando incorporados seus princípios ativos em shampoos e sabonetes íntimos ou até em consumo do chá”, explica a nutricionista Fernanda Calheiros, professora do curso de nutrição da Cruzeiro do Sul Virtual.


Veja como preparar o chá de capim-santo


Ingredientes



  • 1 a 2 colheres de sopa de capim-santo seco ou fresco;

  • 1 xícara de 250 ml de água.


Modo de preparo


Ferva a água e desligue o fogo. Adicione 1 a 2 colheres de sopa de capim-santo. Tampe e deixe em infusão por 5 a 10 minutos. Coe e beba (preferencialmente sem adoçar).


Contraindicações da bebida


Apesar dos benefícios, algumas pessoas precisam ter cuidado ao consumir o chá. Quem tem pressão baixa, gestantes e indivíduos que tomam remédio para hipertensão ou sedativos devem evitar a bebida. Nessas situações, caso a pessoa queira incluir o chá de capim-santo na rotina alimentar, deve-se procurar um profissional de saúde.


“O consumo exagerado pode provocar efeitos colaterais ruins para a saúde, como náuseas ou tontura. Isso acontece devido ao efeito sedativo da planta”, alerta Fernanda.


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Quem é criminoso do CV que movimenta milhões com furto de Hilux no DF

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Uma investigação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) revelou o suspeito por trás de uma das maiores operações criminosas de furto e revenda de caminhonetes de luxo no Brasil. O líder da organização, Francisco Hélio Forte Viana Filho, ligado ao Comando Vermelho (CV), comanda uma rede que movimenta milhões de reais ao trocar veículos por drogas vindas do Paraguai e da Bolívia.


De acordo com as investigações, o homem apontado como líder da organização já tem uma longa ficha criminal, incluindo crimes como tráfico internacional de drogas, roubo e lavagem de dinheiro. O criminoso mora em sua terra natal, Fortaleza (CE), no entanto, esteve no Distrito Federal (DF) para participar de ações do grupo criminoso.



A investigação aponta que, em agosto de 2024, Francisco esteve em Taguatinga (DF), juntamente com outros suspeitos de integrarem a organização criminosa, onde teria planejado, ordenado e supervisionado as atividades do grupo criminoso.


Os relatos indicam ainda que foram encontradas impressões digitais do suspeito no interior de um VW/Nivus, usado para apoiar furtos de caminhonetes no DF, e em duas Toyota Hilux furtadas.


Entenda o esquema


A organização utiliza dispositivos eletrônicos avançados, que permitem destravar e dar partida nos veículos sem disparar alarmes. Os alvos principais são caminhonetes de luxo, como a Toyota Hilux e a SW4.


Após o furto, os veículos são levados para locais estratégicos, onde passam por adulteração antes de serem transportados para fora do DF. De lá, seguem por rodovias até regiões de fronteira, como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Normalmente, as caminhonetes são trocadas por carregamentos de cocaína e maconha.


Nos últimos seis meses, foram furtadas pelo menos 27 caminhonetes Toyota Hilux e SW4 no Distrito Federal, com os seguintes registros:



  • 12 furtos em Taguatinga

  • 9 furtos em Águas Claras

  • 2 furtos em Ceilândia

  • 3 furtos no Plano Piloto

  • 1 furto em Vicente Pires

  • 1 furto no Gama

  • 1 furto em Pirenópolis (GO)






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https://jornalismodigitaldf.com.br/quem-e-criminoso-do-cv-que-movimenta-milhoes-com-furto-de-hilux-no-df/?fsp_sid=121976
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Quem é criminoso do CV que movimenta milhões com furto de Hilux no DF

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Uma investigação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) revelou o suspeito por trás de uma das maiores operações criminosas de furto e revenda de caminhonetes de luxo no Brasil. O líder da organização, Francisco Hélio Forte Viana Filho, ligado ao Comando Vermelho (CV), comanda uma rede que movimenta milhões de reais ao trocar veículos por drogas vindas do Paraguai e da Bolívia.


De acordo com as investigações, o homem apontado como líder da organização já tem uma longa ficha criminal, incluindo crimes como tráfico internacional de drogas, roubo e lavagem de dinheiro. O criminoso mora em sua terra natal, Fortaleza (CE), no entanto, esteve no Distrito Federal (DF) para participar de ações do grupo criminoso.



A investigação aponta que, em agosto de 2024, Francisco esteve em Taguatinga (DF), juntamente com outros suspeitos de integrarem a organização criminosa, onde teria planejado, ordenado e supervisionado as atividades do grupo criminoso.


Os relatos indicam ainda que foram encontradas impressões digitais do suspeito no interior de um VW/Nivus, usado para apoiar furtos de caminhonetes no DF, e em duas Toyota Hilux furtadas.


Entenda o esquema


A organização utiliza dispositivos eletrônicos avançados, que permitem destravar e dar partida nos veículos sem disparar alarmes. Os alvos principais são caminhonetes de luxo, como a Toyota Hilux e a SW4.


Após o furto, os veículos são levados para locais estratégicos, onde passam por adulteração antes de serem transportados para fora do DF. De lá, seguem por rodovias até regiões de fronteira, como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Normalmente, as caminhonetes são trocadas por carregamentos de cocaína e maconha.


Nos últimos seis meses, foram furtadas pelo menos 27 caminhonetes Toyota Hilux e SW4 no Distrito Federal, com os seguintes registros:



  • 12 furtos em Taguatinga

  • 9 furtos em Águas Claras

  • 2 furtos em Ceilândia

  • 3 furtos no Plano Piloto

  • 1 furto em Vicente Pires

  • 1 furto no Gama

  • 1 furto em Pirenópolis (GO)






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Apesar de Galípolo, governo Lula segue em queda de braço com BC

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Apesar da nova direção do Banco Central (BC), que desde janeiro é presidido por Gabriel Galípolo, o governo Lula (PT) segue em uma queda de braço com o órgão. Indicado pelo presidente da República, Galípolo assumiu o comando do BC em um momento de alta de juros e sucedendo Roberto Campos Neto, que havia sido indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e era acusado por petistas de querer “sabotar” o governo atual.


Membros do governo seguem ressoando críticas de setores produtivos, como a indústria e o comércio, que argumentam que o aumento dos juros prejudica o crescimento econômico, a geração de empregos e os investimentos.


Depois da elevação de um ponto percentual na Selic em janeiro, levando a taxa para 13,25% ao ano, é esperado mais um aumento da mesma magnitude na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), nos dias 18 e 19 de março.


1 de 4Reprodução/Instagram
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Integrantes do Copom e o presidente do BC, Gabriel Galípolo

Raphael Ribeiro/ Banco Central
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Novo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo (segundo à direita), junto com outros membros da diretoria

Reprodução/Instagram
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Galípolo tem a confiança do presidente Lula

Raphael Ribeiro/BCB

Para impulsionar o crescimento econômico em 2025 e manter a economia aquecida, o governo anunciou nos últimos dias um “pacote de bondades”. Entrarem nesse combo a liberação do FGTS para quem optou pelo saque-aniversário e foi demitido nos últimos cinco anos, medidas para baratear o preço dos alimentos e o crédito consignado para trabalhadores da iniciativa privada, que deverá ser formalmente anunciado nos próximos dias.



Economistas veem essas ações recentes do governo em descompasso com os objetivos do BC, que é trazer a inflação para dentro do intervalo da meta estipulada. Em janeiro, a inflação já mostrou desaceleração e os preços de bens e serviços do país subiram 0,16%, menor taxa para o mês desde 1994, ano da implantação do Plano Real.


O Brasil, no entanto, tem inflação acumulada de 4,56% — ainda acima do teto da meta para este ano, que é de 4,50%.


“O governo tem feito um desserviço ao país e ao trabalho do Banco Central de conter a inflação ao anunciar políticas populistas que visam aumentar a popularidade do presidente no curto prazo, nem que isso leve a mais aumentos nas taxas de juros”, avalia Felipe Vasconcellos, Sócio da Equus Capital.


“Fica claro, portanto, que esse cabo de guerra entre o BC, que luta para conter a inflação, e o governo, que já está pensando nas eleições de 2026, gera um cenário de incerteza que trava investimentos no país e torna mais difícil prever o que podemos esperar para economia nos próximos dois anos”.


Com um crescimento econômico consistente e um mercado de trabalho aquecido, a inflação segue sendo um desafio central, analisa João Kepler, CEO da Equity Group.


“O avanço do consumo das famílias e dos investimentos pode aumentar a pressão sobre os preços, tornando necessária uma postura mais rígida do Banco Central.” Segundo ele, o governo precisará monitorar os impactos dessa decisão para evitar uma desaceleração abrupta da economia.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/apesar-de-galipolo-governo-lula-segue-em-queda-de-braco-com-bc/?fsp_sid=121970
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Sazonalidade respiratória: HRSM alerta para a importância de cuidados preventivos e de vacinação

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Com a sazonalidade das doenças respiratórias, que ocorre entre os meses de janeiro a junho, a busca por atendimento médico na emergência do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) tem sido cada dia maior. As crianças são as que mais sofrem com os vírus respiratórios.



Em janeiro e fevereiro, o HRSM notificou 843 casos de síndromes respiratórias, dos quais 80,4% são em crianças de 1 a 9 anos de idade | Fotos: Davidyson Damasceno/Arquivo IgesDF



De acordo com a chefe do Núcleo da Vigilância Epidemiológica do HRSM, Larysse Lima, é necessário intensificar as medidas de prevenção e controle, especialmente em relação à vacinação contra a influenza. “Também temos a questão da higiene das mãos, uso de máscara e evitar aglomerações. A Vigilância Epidemiológica do HRSM tem reforçado o monitoramento para que possamos detectar o mais precocemente e, assim, atuar de forma rápida e oportuna nestes casos”, afirma.


Nos meses de janeiro e fevereiro, o HRSM notificou um total de 843 casos de síndromes respiratórias, entre graves e leves. Sendo que 80,4% dos casos são em crianças de 1 a 9 anos de idade. Os dados são do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep Gripe) e do aplicativo E-SUS, compilados pela Vigilância Epidemiológica do hospital.



Predominância dos casos de síndrome respiratória atendidos no Hospital Regional de Santa Maria, em janeiro e fevereiro, é de influenza



Entre as notificações das síndromes respiratórias agudas graves (SRAGs), em janeiro deste ano foram registrados 67 casos e em fevereiro, 120. Já os casos leves totalizaram 656 casos nos dois primeiros meses do ano. Foram 292 notificações em janeiro, sendo 6,5% dos casos por covid-19, e 364 em fevereiro, dos quais 7,6% foram notificados para o vírus SARS-CoV-2.


No início de 2024,  foi registrado um total de 66 notificações de SRAG, sendo 42 em janeiro e 24 em fevereiro. Já os casos leves notificados totalizaram 395, sendo 125 em janeiro e 270 em fevereiro. A chefe do Núcleo da Vigilância Epidemiológica do HRSM destaca que os dados mostram um aumento significativo nos casos de síndrome respiratória, principalmente as síndromes graves.


“O aumento é perceptível, principalmente a partir da oitava semana, que é referente ao período de 16 a 22 de fevereiro, provavelmente porque é o período em que as crianças retornaram às escolas. E sendo que uma distribuição de 45% desses casos foram positivos para a influenza, 36,5% para outros vírus como o rinovírus e o restante, que é equivalente a 13% para covid-19. A distribuição dos casos indica que a predominância é a influenza”, afirma Larysse Lima.


As SRAGs podem ser causadas por vários micro-organismos, como bactérias, vírus e fungos. Esses vírus podem ser influenza, sincicial, adenovírus e rinovírus. A consequência são infecções das vias aéreas como as gripes e os resfriados, pneumonias e bronquiolites. E, desde 2020, com o início da pandemia de covid-19, existe a infecção respiratória causada pelo SARS-CoV-2.


*Com informações do IgesDF


 






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https://jornalismodigitaldf.com.br/sazonalidade-respiratoria-hrsm-alerta-para-a-importancia-de-cuidados-preventivos-e-de-vacinacao-2/?fsp_sid=121958
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Mulheres se destacam na limpeza urbana do Distrito Federal

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O trabalho na limpeza urbana do Distrito Federal tem sido transformado pela atuação das mulheres em diferentes frentes. Na gestão, operando máquinas pesadas, dirigindo caminhões de coleta, atuando na administração ou na triagem de materiais recicláveis, essas profissionais demonstram diariamente força, dedicação e orgulho pelo que fazem.


No Dia Internacional da Mulher, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) celebra o trabalho dessas servidoras que desafiam estereótipos e mostram que a limpeza urbana também é um espaço de conquista feminina. Veja, abaixo, a história de algumas delas.


Comando de máquinas pesadas


Lidiane do Nascimento é operadora de máquinas pesadas na URE: “Nunca conheci outra mulher que fizesse um trabalho como esse. Eu sinto muito orgulho” | Fotos: Divulgação/SLU


Lidiane do Nascimento trabalha na Unidade de Recebimento de Entulhos (URE) como operadora de máquinas pesadas. Seu percurso profissional é um exemplo de superação e crescimento. “Eu carrego caminhão, carrego pedras para jogar no britador; rejeito também”, conta. “Nunca conheci outra mulher que fizesse um trabalho como esse. Eu sinto muito orgulho”.



“Eu coloquei na mente que queria ser operadora. Procurei o engenheiro e pedi a oportunidade”


Lidiane do Nascimento, operadora de máquinas



Sua trajetória começou como auxiliar de serviços gerais, em 2013. Posteriormente, passou a fiscal operacional e, com determinação, conquistou a posição atual. “A empresa me deu a oportunidade de fazer o curso para operar máquinas pesadas”, lembra. “Eu coloquei na mente que queria ser operadora. Procurei o engenheiro e pedi a oportunidade. Ele disse: ‘então, faz o teste’. Passei na segunda vez”.


Mais de 30 anos no SLU



“Sempre falo para todas as mulheres: ‘se você tem um sonho, corra atrás. Ainda que as portas se fechem, não desista’”


Iracema Dourado, servidora administrativa do SLU



A história de Iracema Dourado, servidora do SLU desde 1990, é marcada por dedicação e aprendizado. “Hoje exerço função na área administrativa, mas já passei pela varrição, pela balança… a gente faz um pouquinho de tudo aqui no SLU”, relata.


Iracema reforça a importância de persistir diante dos desafios: “Sempre falo para todas as mulheres: ‘se você tem um sonho, corra atrás. Ainda que as portas se fechem, não desista. Levante a cabeça e siga em frente, porque quem persiste consegue’”.


Provedora do lar


Creusa Viana, balanceira na Usina de Tratamento Mecânico Biológico do P. Sul, carrega no trabalho sua maior fonte de motivação: a família. “Eu tenho 13 anos nesse trabalho”, contabiliza. “Sou mãe e sou pai. Criei meu filho sozinha e tive que dar tudo de mim. Tive momentos difíceis, mas quando você chega para trabalhar e coloca alimento dentro de casa, é gratificante”.



“Todos os dias eu acordo com a expectativa de fazer o meu melhor”


Creusa Viana, balanceira



No trabalho, ela afirma se sentir realizada: “Trabalho em uma empresa maravilhosa que tem todo um suporte para nós mulheres, não tem diferença de nada. Todos os dias eu acordo com a expectativa de fazer o meu melhor”.


Ao volante


Tamara Dias conduz caminhões de coleta de lixo: “Muitos ainda estranham ver uma mulher nessa função, mas cada vez mais estamos conquistando espaços que antes não eram destinados a nós”


Tamara Dias, motorista de caminhões de coleta, sabe que estar ao volante de um caminhão ainda desafia algumas visões tradicionais. “Acho que é preciso ser uma mulher forte para conseguir esse espaço; e continuar sendo, porque sempre tem quem não concorda, quem acha que esse não é um lugar para mulheres. Mas todo lugar é o nosso lugar também”, avalia.



“Pedi uma oportunidade e consegui. Fiz um teste, passei e estou aqui”


Tamara Dias, motorista de coleta



Seu maior desafio foi acreditar que daria conta: “Entrei em outra área e me esforcei para ingressar como motorista. Pedi uma oportunidade e consegui. Fiz um teste, passei e estou aqui. Muitos ainda estranham ver uma mulher nessa função, mas cada vez mais estamos conquistando espaços que antes não eram destinados a nós”.


Luta e resiliência 


Maria D’Ajuda atua com materiais recicláveis em Santa Maria: “Eu evoluí, corri atrás com essa força de catadora e venci. Amo o que faço e tenho muito orgulho de estar aqui”


Maria D’Ajuda, catadora de materiais recicláveis e mobilizadora social em Santa Maria, encontrou na catação uma forma de sustentar seus filhos e construir uma vida melhor. “Quando me separei, meu caçula tinha nove meses”, relembra. “No começo, eu trabalhava catando mariscos na praia da minha cidade, Alcobaça, no sul da Bahia. Depois, comecei a reciclar nas ruas, em hotéis e rodoviárias para complementar a renda”.



“Quando vim para Brasília, vi que tinha muito material reciclável e pensei: ‘vou pra rua’


Maria D’Ajuda, catadora



A trajetória de Maria foi marcada por dificuldades, mas também por sua persistência, conforme ela conta: “Quando vim para Brasília, vi que tinha muito material reciclável e pensei: ‘vou pra rua’. Trabalhei como diarista e catadora, consegui trazer meus filhos para cá e construir minha vida. Hoje, graças à cooperativa, tenho uma renda muito boa, posso me alimentar bem e me vestir bem. Eu evoluí, corri atrás com essa força de catadora e venci. Amo o que faço e tenho muito orgulho de estar aqui”.


De servidora a diretora


Andréa Almeida, diretora técnica do SLU: “Conseguimos fazer do aterro uma referência”


A diretora técnica do SLU, Andréa Almeida, construiu parte da sua trajetória profissional dentro da autarquia, atuando em diferentes funções até alcançar um cargo de liderança. “Passei no concurso e fui lotada na presidência”, explica. “Logo depois, fui uma das primeiras servidoras da área de engenharia a assumir um cargo de gerência. Fui designada para administrar o Aterro Sanitário de Brasília, que na época enfrentava desafios que conseguimos superar com muito esforço”.



“Eu comecei do zero, e tudo que conquistei foi com esforço. E quero que todas as mulheres saibam: qualquer uma pode chegar aonde quiser”


Andréa Almeida, diretora técnica do SLU



Sua jornada dentro do SLU foi marcada pelo comprometimento e pela busca constante por melhorias. “Conseguimos fazer do aterro uma referência”, orgulha-se. “Meu trabalho sempre foi pautado por dedicação. Já estive no aterro às três da manhã, já visitei as lagoas em um domingo durante minhas férias. Amo o que faço, e me orgulho do que construímos”.


Vinda de uma família humilde, Andréa destaca como o SLU foi fundamental em sua vida. “Eu comecei do zero, e tudo que conquistei foi com esforço”, ressalta. “Hoje, posso dizer que minha casa, meu carro e o sustento dos meus filhos vieram do trabalho que desempenho aqui. E quero que todas as mulheres saibam: qualquer uma pode chegar aonde quiser. O único limite é aquele que colocamos em nós mesmas. Se há dedicação, a resposta vem”.



 


 


Legado das mulheres na limpeza urbana


Histórias como as de Lidiane, Iracema, Creusa, Tamara, Maria e Andréa são exemplos da força feminina na limpeza urbana do Distrito Federal. Elas representam várias outras mulheres que diariamente contribuem para a manutenção da cidade – na varrição, na coleta, na administração ou na operação de equipamentos pesados.


Neste Dia Internacional da Mulher, o SLU reafirma o compromisso com a valorização profissional das mulheres que fazem a diferença na limpeza urbana do DF. Com coragem, dedicação e competência, elas seguem ocupando espaços e transformando o setor com seu trabalho essencial.


*Com informações do SLU










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https://jornalismodigitaldf.com.br/mulheres-se-destacam-na-limpeza-urbana-do-distrito-federal/?fsp_sid=121946
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Mulheres se destacam na limpeza urbana do Distrito Federal

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O trabalho na limpeza urbana do Distrito Federal tem sido transformado pela atuação das mulheres em diferentes frentes. Na gestão, operando máquinas pesadas, dirigindo caminhões de coleta, atuando na administração ou na triagem de materiais recicláveis, essas profissionais demonstram diariamente força, dedicação e orgulho pelo que fazem.


No Dia Internacional da Mulher, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) celebra o trabalho dessas servidoras que desafiam estereótipos e mostram que a limpeza urbana também é um espaço de conquista feminina. Veja, abaixo, a história de algumas delas.


Comando de máquinas pesadas


Lidiane do Nascimento é operadora de máquinas pesadas na URE: “Nunca conheci outra mulher que fizesse um trabalho como esse. Eu sinto muito orgulho” | Fotos: Divulgação/SLU


Lidiane do Nascimento trabalha na Unidade de Recebimento de Entulhos (URE) como operadora de máquinas pesadas. Seu percurso profissional é um exemplo de superação e crescimento. “Eu carrego caminhão, carrego pedras para jogar no britador; rejeito também”, conta. “Nunca conheci outra mulher que fizesse um trabalho como esse. Eu sinto muito orgulho”.



“Eu coloquei na mente que queria ser operadora. Procurei o engenheiro e pedi a oportunidade”


Lidiane do Nascimento, operadora de máquinas



Sua trajetória começou como auxiliar de serviços gerais, em 2013. Posteriormente, passou a fiscal operacional e, com determinação, conquistou a posição atual. “A empresa me deu a oportunidade de fazer o curso para operar máquinas pesadas”, lembra. “Eu coloquei na mente que queria ser operadora. Procurei o engenheiro e pedi a oportunidade. Ele disse: ‘então, faz o teste’. Passei na segunda vez”.


Mais de 30 anos no SLU



“Sempre falo para todas as mulheres: ‘se você tem um sonho, corra atrás. Ainda que as portas se fechem, não desista’”


Iracema Dourado, servidora administrativa do SLU



A história de Iracema Dourado, servidora do SLU desde 1990, é marcada por dedicação e aprendizado. “Hoje exerço função na área administrativa, mas já passei pela varrição, pela balança… a gente faz um pouquinho de tudo aqui no SLU”, relata.


Iracema reforça a importância de persistir diante dos desafios: “Sempre falo para todas as mulheres: ‘se você tem um sonho, corra atrás. Ainda que as portas se fechem, não desista. Levante a cabeça e siga em frente, porque quem persiste consegue’”.


Provedora do lar


Creusa Viana, balanceira na Usina de Tratamento Mecânico Biológico do P. Sul, carrega no trabalho sua maior fonte de motivação: a família. “Eu tenho 13 anos nesse trabalho”, contabiliza. “Sou mãe e sou pai. Criei meu filho sozinha e tive que dar tudo de mim. Tive momentos difíceis, mas quando você chega para trabalhar e coloca alimento dentro de casa, é gratificante”.



“Todos os dias eu acordo com a expectativa de fazer o meu melhor”


Creusa Viana, balanceira



No trabalho, ela afirma se sentir realizada: “Trabalho em uma empresa maravilhosa que tem todo um suporte para nós mulheres, não tem diferença de nada. Todos os dias eu acordo com a expectativa de fazer o meu melhor”.


Ao volante


Tamara Dias conduz caminhões de coleta de lixo: “Muitos ainda estranham ver uma mulher nessa função, mas cada vez mais estamos conquistando espaços que antes não eram destinados a nós”


Tamara Dias, motorista de caminhões de coleta, sabe que estar ao volante de um caminhão ainda desafia algumas visões tradicionais. “Acho que é preciso ser uma mulher forte para conseguir esse espaço; e continuar sendo, porque sempre tem quem não concorda, quem acha que esse não é um lugar para mulheres. Mas todo lugar é o nosso lugar também”, avalia.



“Pedi uma oportunidade e consegui. Fiz um teste, passei e estou aqui”


Tamara Dias, motorista de coleta



Seu maior desafio foi acreditar que daria conta: “Entrei em outra área e me esforcei para ingressar como motorista. Pedi uma oportunidade e consegui. Fiz um teste, passei e estou aqui. Muitos ainda estranham ver uma mulher nessa função, mas cada vez mais estamos conquistando espaços que antes não eram destinados a nós”.


Luta e resiliência 


Maria D’Ajuda atua com materiais recicláveis em Santa Maria: “Eu evoluí, corri atrás com essa força de catadora e venci. Amo o que faço e tenho muito orgulho de estar aqui”


Maria D’Ajuda, catadora de materiais recicláveis e mobilizadora social em Santa Maria, encontrou na catação uma forma de sustentar seus filhos e construir uma vida melhor. “Quando me separei, meu caçula tinha nove meses”, relembra. “No começo, eu trabalhava catando mariscos na praia da minha cidade, Alcobaça, no sul da Bahia. Depois, comecei a reciclar nas ruas, em hotéis e rodoviárias para complementar a renda”.



“Quando vim para Brasília, vi que tinha muito material reciclável e pensei: ‘vou pra rua’


Maria D’Ajuda, catadora



A trajetória de Maria foi marcada por dificuldades, mas também por sua persistência, conforme ela conta: “Quando vim para Brasília, vi que tinha muito material reciclável e pensei: ‘vou pra rua’. Trabalhei como diarista e catadora, consegui trazer meus filhos para cá e construir minha vida. Hoje, graças à cooperativa, tenho uma renda muito boa, posso me alimentar bem e me vestir bem. Eu evoluí, corri atrás com essa força de catadora e venci. Amo o que faço e tenho muito orgulho de estar aqui”.


De servidora a diretora


Andréa Almeida, diretora técnica do SLU: “Conseguimos fazer do aterro uma referência”


A diretora técnica do SLU, Andréa Almeida, construiu parte da sua trajetória profissional dentro da autarquia, atuando em diferentes funções até alcançar um cargo de liderança. “Passei no concurso e fui lotada na presidência”, explica. “Logo depois, fui uma das primeiras servidoras da área de engenharia a assumir um cargo de gerência. Fui designada para administrar o Aterro Sanitário de Brasília, que na época enfrentava desafios que conseguimos superar com muito esforço”.



“Eu comecei do zero, e tudo que conquistei foi com esforço. E quero que todas as mulheres saibam: qualquer uma pode chegar aonde quiser”


Andréa Almeida, diretora técnica do SLU



Sua jornada dentro do SLU foi marcada pelo comprometimento e pela busca constante por melhorias. “Conseguimos fazer do aterro uma referência”, orgulha-se. “Meu trabalho sempre foi pautado por dedicação. Já estive no aterro às três da manhã, já visitei as lagoas em um domingo durante minhas férias. Amo o que faço, e me orgulho do que construímos”.


Vinda de uma família humilde, Andréa destaca como o SLU foi fundamental em sua vida. “Eu comecei do zero, e tudo que conquistei foi com esforço”, ressalta. “Hoje, posso dizer que minha casa, meu carro e o sustento dos meus filhos vieram do trabalho que desempenho aqui. E quero que todas as mulheres saibam: qualquer uma pode chegar aonde quiser. O único limite é aquele que colocamos em nós mesmas. Se há dedicação, a resposta vem”.



 


 


Legado das mulheres na limpeza urbana


Histórias como as de Lidiane, Iracema, Creusa, Tamara, Maria e Andréa são exemplos da força feminina na limpeza urbana do Distrito Federal. Elas representam várias outras mulheres que diariamente contribuem para a manutenção da cidade – na varrição, na coleta, na administração ou na operação de equipamentos pesados.


Neste Dia Internacional da Mulher, o SLU reafirma o compromisso com a valorização profissional das mulheres que fazem a diferença na limpeza urbana do DF. Com coragem, dedicação e competência, elas seguem ocupando espaços e transformando o setor com seu trabalho essencial.


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