PM investigado por foto com Oruam relembra agenda com Lula

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Investigado por tirar uma selfie com o rapper Oruam durante o expediente, o sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMRJ) Clayton Batinga decidiu não se manifestar publicamente sobre a abertura de inquérito. Após o episódio, contudo, ele publicou em suas redes sociais a lembrança de uma agenda com o presidente Lula.


Em postagem nesta sexta-feira (7/2), o PM lembrou a inauguração, em 2024, de uma escola construída em homenagem a Arthur, neto de Lula. A cerimônia aconteceu em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, cidade onde Clayton Batinga ocupou o cargo de secretário especial do Centro Integrado de Segurança Pública.


Ele foi cedido à gestão do prefeito Waguinho, do Republicanos, que apoiou Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições de 2022, mas emplacou Daniela Carneiro, sua esposa, como ministra do Turismo de Lula.



 


“1 ano da inauguração da escola em homenagem a Arthur, neto de Lula”, escreveu Batinga em sua publicação. O vídeo mostrava o corte da fita na entrada da unidade de ensino e o descerramento de um busto do garoto. Batinga exerceu funções na Prefeitura de Belford Roxo até junho de 2024. Ele disputou uma vaga de vereador na cidade, mas acabou ficando como suplente.


Arthur foi vítima de uma infecção pela bactéria Staphylococcus aureus, durante o período em que Lula esteve preso em Curitiba.


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Policial investigado por foto com Oruam postou evento com Lula em Belford Roxo

Reprodução
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Policial lembrou evento com Lula em Belford Roxo

Reprodução
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Policial lembrou evento com Lula em Belford Roxo

Reprodução
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Evento lembrado por policial foi inaguuração de escola em homenagem a neto de Lula

Reprodução
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Rapper Oruam é um dos filhos de Marcinho VP

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Após homenagear o pai preso, Oruam desabafa: "Você já pagou sua pena"

Instagram/Reprodução
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Comandante da PM "repudiou" selfie de policial com Oruam

Divulgação/ PMRJ
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Oruam com blusa de seu pai, o traficante Marcinho VP, durante show

Instagram/Reprodução
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Policial pediu selfie com Oruam

Instagram/Reprodução
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A vereadora de São Paulo, Amanda Vettorazzo, sofreu ataques após propor a lei para proibir shows e artistas que promovam apologia ao crime organizado, uso de drogas ou ao sexo

Reprodução

Inquérito administrativo


O sargento Clayton Batinga é alvo de um inquérito administrativo aberto pela Corregedoria da PM do Rio de Janeiro, por ordem do comandante da corporação, o coronel Marcelo Menezes de Nogueira. Ele foi filmado pedindo para tirar uma foto com o rapper Oruam, cujas letras das músicas falam sobre o tráfico de drogas e armas. Ele também defende a libertação do pai, condenado e preso por esquartejar e matar adversários do Comando Vermelho.


O vídeo do militar, fardado, fazendo a selfie com o artista gerou revolta entre colegas de farda. “Determinei a abertura de inquérito policial militar, de cunho interno, a ser realizado pela corregedoria. Não farei julgamento preliminar, mas entendo que não é recomendável associar um órgão policial a um rapper que exalta o fato de ser filho de traficante”, afirmou o comandante da PMRJ.



“Sem prejulgar, vamos promover a oitiva do policial para entender a dinâmica e a circunstância do ato. Vamos apurar respeitando o direito ao contraditório e à ampla defesa. À medida que o policial está fardado, a serviço da segurança do estado, efetivamente, minha visão é que não é desejável essa conduta. Repudio a posição do policial. Ela não representa a posição da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro”, disse o coronel.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/pm-investigado-por-foto-com-oruam-relembra-agenda-com-lula/?fsp_sid=107349
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PM investigado por foto com Oruam relembra agenda com Lula

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Investigado por tirar uma selfie com o rapper Oruam durante o expediente, o sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMRJ) Clayton Batinga decidiu não se manifestar publicamente sobre a abertura de inquérito. Após o episódio, contudo, ele publicou em suas redes sociais a lembrança de uma agenda com o presidente Lula.


Em postagem nesta sexta-feira (7/2), o PM lembrou a inauguração, em 2024, de uma escola construída em homenagem a Arthur, neto de Lula. A cerimônia aconteceu em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, cidade onde Clayton Batinga ocupou o cargo de secretário especial do Centro Integrado de Segurança Pública.


Ele foi cedido à gestão do prefeito Waguinho, do Republicanos, que apoiou Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições de 2022, mas emplacou Daniela Carneiro, sua esposa, como ministra do Turismo de Lula.



 


“1 ano da inauguração da escola em homenagem a Arthur, neto de Lula”, escreveu Batinga em sua publicação. O vídeo mostrava o corte da fita na entrada da unidade de ensino e o descerramento de um busto do garoto. Batinga exerceu funções na Prefeitura de Belford Roxo até junho de 2024. Ele disputou uma vaga de vereador na cidade, mas acabou ficando como suplente.


Arthur foi vítima de uma infecção pela bactéria Staphylococcus aureus, durante o período em que Lula esteve preso em Curitiba.


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Policial investigado por foto com Oruam postou evento com Lula em Belford Roxo

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Policial lembrou evento com Lula em Belford Roxo

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Policial lembrou evento com Lula em Belford Roxo

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Evento lembrado por policial foi inaguuração de escola em homenagem a neto de Lula

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Rapper Oruam é um dos filhos de Marcinho VP

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Após homenagear o pai preso, Oruam desabafa: "Você já pagou sua pena"

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Comandante da PM "repudiou" selfie de policial com Oruam

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Oruam com blusa de seu pai, o traficante Marcinho VP, durante show

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Policial pediu selfie com Oruam

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A vereadora de São Paulo, Amanda Vettorazzo, sofreu ataques após propor a lei para proibir shows e artistas que promovam apologia ao crime organizado, uso de drogas ou ao sexo

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Inquérito administrativo


O sargento Clayton Batinga é alvo de um inquérito administrativo aberto pela Corregedoria da PM do Rio de Janeiro, por ordem do comandante da corporação, o coronel Marcelo Menezes de Nogueira. Ele foi filmado pedindo para tirar uma foto com o rapper Oruam, cujas letras das músicas falam sobre o tráfico de drogas e armas. Ele também defende a libertação do pai, condenado e preso por esquartejar e matar adversários do Comando Vermelho.


O vídeo do militar, fardado, fazendo a selfie com o artista gerou revolta entre colegas de farda. “Determinei a abertura de inquérito policial militar, de cunho interno, a ser realizado pela corregedoria. Não farei julgamento preliminar, mas entendo que não é recomendável associar um órgão policial a um rapper que exalta o fato de ser filho de traficante”, afirmou o comandante da PMRJ.



“Sem prejulgar, vamos promover a oitiva do policial para entender a dinâmica e a circunstância do ato. Vamos apurar respeitando o direito ao contraditório e à ampla defesa. À medida que o policial está fardado, a serviço da segurança do estado, efetivamente, minha visão é que não é desejável essa conduta. Repudio a posição do policial. Ela não representa a posição da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro”, disse o coronel.






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Inscritos no CadÚnico terão acesso à qualificação profissional com foco no comércio exterior

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Acordo entre MDS e MDIC vai promover inserção do público do Cadastro Único no mercado de trabalho e incentivo ao empreendedorismo. Documento foi assinado nesta sexta-feira (07.02)

Gerar oportunidades de qualificação profissional, inserção no mercado de trabalho e incentivo ao empreendedorismo, com foco no comércio exterior. Essas são as premissas do acordo de cooperação firmado entre o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A medida vai beneficiar inscritos no Cadastro Único.


O documento, assinado nesta sexta-feira (07.02), vai integrar políticas públicas de desenvolvimento social e econômico com vistas a um impacto positivo na vida dos brasileiros de menor renda. A iniciativa dá continuidade ao trabalho do Governo Federal de superação da pobreza no país, destacou o titular do MDS, ministro Wellington Dias.


“Esta parceria demonstra, de forma prática, que o Governo Federal está focado em proporcionar uma vida melhor às pessoas, neste caso, àquelas que estão no CadÚnico. Com assistência, cuidado e qualificação, estamos criando oportunidades a quem mais precisa”, afirmou o ministro.


O principal benefício do acordo de cooperação está no aproveitamento da base de dados do CadÚnico, aliado à mobilização e apoio do MDS, para conectar a oferta e a demanda por cursos de capacitação em comércio exterior identificados pelo MDIC.


Permitirá um direcionamento mais eficiente das capacitações oferecidas no âmbito de programas do MDIC que pretendem ampliar a participação no comércio exterior brasileiro. O comércio internacional, de acordo com a pasta, é um pilar estratégico para o desenvolvimento econômico do país.


A parceria está alinhada aos esforços do MDS em implementar estratégias de inclusão produtiva, proporcionando oportunidades de inserção no mercado de trabalho formal e fomentando o trabalho, além de ampliar a renda familiar.


 





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Secretaria de Educação do DF orienta sobre o uso de aparelhos eletrônicos nas escolas – Secretaria de Estado de Educação

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Instituições públicas devem seguir as orientações de circular divulgada no início do ano letivo


Por Alan Resah, Ascom/SEEDF


 


Circular foi divulgada nesta sexta-feira (7) e orienta sobre o uso de dispositivos eletrônicos portáteis e pessoais na rede pública de ensino do DF | Foto: Felipe Noronha, Ascom/SEEDF


 


A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) divulgou nesta sexta-feira (7) uma circular que orienta sobre o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pelos estudantes nas instituições educacionais públicas da educação básica do DF. O documento busca atender às orientações e exigências previstas na Lei n° 15.100/2025. Vale ressaltar que o DF possui legislação própria sobre o tema desde 2008.


 


CLIQUE AQUI E ACESSE A CIRCULAR NA ÍNTEGRA


 


A elaboração do instrumento tomou como base as normativas da SEEDF, em consonância com os pressupostos teóricos do Currículo em Movimento, bem como se fundamenta em estudos e recomendações de instituições referendadas nacional e internacionalmente, segundo as quais, pôde-se observar que a proibição do uso de celulares em escolas melhora o desempenho acadêmico.


 


“Essa é uma decisão muito acertada, porque o estudante precisa estar na escola com foco nas aprendizagens e na socialização. O intervalo é para isso, para conversar e brincar com os colegas. Essa vivência escolar e troca de experiências é essencial para a formação dos nossos jovens”, avalia a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá.


 


Ainda em conformidade com a temática, outras instituições referendadas abordam os impactos negativos do uso de celulares no contexto escolar. Segundo relatório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), após a análise de uma grande amostra de jovens com idades entre 2 e 17 anos, constatou-se que um maior tempo de tela estava associado a uma piora do bem-estar.


 


“A restrição ao uso de celulares, diante da realidade dos jovens e crianças brasileiras na atualidade, é muito positiva, considerando as questões voltadas ao comportamento, à socialização e, portanto, à saúde mental. A tendência é a ampliação das aprendizagens, das relações sociais e da saúde dos estudantes como um todo”, acredita a pedagoga e orientadora educacional da SEEDF, Marina Rampazzo.


Uso dos aparelhos

 



 



Nos casos de uso pedagógico, as atividades deverão ser previamente planejadas, monitoradas e constantemente avaliadas pelos profissionais da Educação, em parceria com os responsáveis legais e demais envolvidos no atendimento ao estudante, assegurando alinhamento com os objetivos curriculares.


 


A publicação salienta que os estudantes que comparecerem à instituição educacional em posse de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais deverão mantê-los armazenados de forma segura dentro de suas mochilas/bolsas ou em local designado pela gestão escolar. Nestes casos, os dispositivos deverão permanecer obrigatoriamente desligados, com os alarmes desativados, sem a possibilidade de acessá-los remotamente durante as situações descritas.


 


Orientações buscam atender às exigências previstas na Lei n° 15.100/2025 | Foto: Felipe Noronha, Ascom/SEEDF


 


Por fim, caso haja o descumprimento das regras estabelecidas, os profissionais da Educação deverão acionar a equipe gestora da unidade escolar, que, por sua vez, poderá adotar medidas educativas e/ou disciplinares de caráter educativo, previstas no regimento escolar, priorizando a mediação de conflitos e o diálogo com os estudantes e suas famílias.


 


O documento também reforça que as unidades escolares devem promover a conscientização sobre o uso responsável e seguro de tecnologias digitais, a partir de palestras, oficinas, campanhas temáticas e atividades formativas envolvendo os responsáveis, professores, estudantes e demais membros da comunidade escolar.








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https://jornalismodigitaldf.com.br/secretaria-de-educacao-do-df-orienta-sobre-o-uso-de-aparelhos-eletronicos-nas-escolas-secretaria-de-estado-de-educacao/?fsp_sid=107326
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Governo de Sergipe busca exemplos de boa gestão no SEI do GDF

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Para conhecer o projeto de implantação do Sistema Eletrônico de Informação (SEI) do Governo do Distrito Federal, um grupo de representantes do Governo de Sergipe veio participar de uma reunião com integrantes da Unidade Central de Gestão de Processo Eletrônico e Inovação (Ugpel) da Secretaria de Economia (Seec-DF).


O encontro foi conduzido pela chefe da Ugpel, Lucirene de Almeida Carneiro, que explicou as fases, o histórico da implantação desde a instalação centralizada, a normatização, até estratégia de comunicação e capacitação na aquisição de equipamentos até a infraestrutura da tecnologia da informação.



“O SEI amplia consideravelmente a transparência nos sistemas eletrônicos dentro da administração direta, indireta e secretarias de estado”


Lucirene de Almeida Carneiro, chefe da Ugpel



“O SEI amplia consideravelmente a transparência nos sistemas eletrônicos dentro da administração direta, indireta e secretarias de estado”, pondera Lucirene. “A implantação do sistema melhorou e agilizou muito a gestão administrativa em todos os órgãos, reduzindo desperdícios de equipamento e de pessoal. A modernização do sistema alterou, por exemplo, o tempo de processo de aposentadoria de 8 meses para 1 mês,” explicou.


Lucirene explicou ainda que o cronograma de implantação exigiu um plano de capacitação de servidores públicos para também servirem de multiplicadores. No canal do YouTube do SEI há um tutorial com o passo a passo para acessá-lo.


Atualmente, 116 órgãos do GDF fazem parte do SEI-GDF, com 179 mil usuários internos e mais de 149 mil usuários externos | Foto: Divulgação/Seec


A secretária de Fazenda de Sergipe, Sarah Tarsila Araújo, ponderou que o investimento é grande, mas vai valer a pena. “Entendemos que haverá muito trabalho para implementar o sistema, tanto em treinamento quanto em infraestrutura tecnológica, mas isso vai reduzir custos e melhorar a desburocratização para a população em geral”, afirma.



Atualmente, 116 órgãos do GDF fazem parte do SEI-GDF, com 179 mil usuários internos e mais de 149 mil usuários externos se beneficiando deste sistema.


O secretário-executivo de Gestão Administrativa da Seec, Ângelo Roncalli, festejou o fato de contribuir com informações para outros estados. “Estamos orgulhosos em servir de exemplo no funcionamento dessa ferramenta tão importante para a automatização de informações entre os entes públicos”, disse ele.


“Hoje o SEI está presente em vários estados e permite a tramitação de documentos de um estado para outro por meio eletrônico. Temos agilidade e eficiência administrativa que só ajuda o serviço público”, ressaltou.


O SEI está disponível no endereço.


*Com informações da Secretaria de Economia










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https://jornalismodigitaldf.com.br/governo-de-sergipe-busca-exemplos-de-boa-gestao-no-sei-do-gdf/?fsp_sid=107314
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Governo de Sergipe busca exemplos de boa gestão no SEI do GDF

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Para conhecer o projeto de implantação do Sistema Eletrônico de Informação (SEI) do Governo do Distrito Federal, um grupo de representantes do Governo de Sergipe veio participar de uma reunião com integrantes da Unidade Central de Gestão de Processo Eletrônico e Inovação (Ugpel) da Secretaria de Economia (Seec-DF).


O encontro foi conduzido pela chefe da Ugpel, Lucirene de Almeida Carneiro, que explicou as fases, o histórico da implantação desde a instalação centralizada, a normatização, até estratégia de comunicação e capacitação na aquisição de equipamentos até a infraestrutura da tecnologia da informação.



“O SEI amplia consideravelmente a transparência nos sistemas eletrônicos dentro da administração direta, indireta e secretarias de estado”


Lucirene de Almeida Carneiro, chefe da Ugpel



“O SEI amplia consideravelmente a transparência nos sistemas eletrônicos dentro da administração direta, indireta e secretarias de estado”, pondera Lucirene. “A implantação do sistema melhorou e agilizou muito a gestão administrativa em todos os órgãos, reduzindo desperdícios de equipamento e de pessoal. A modernização do sistema alterou, por exemplo, o tempo de processo de aposentadoria de 8 meses para 1 mês,” explicou.


Lucirene explicou ainda que o cronograma de implantação exigiu um plano de capacitação de servidores públicos para também servirem de multiplicadores. No canal do YouTube do SEI há um tutorial com o passo a passo para acessá-lo.


Atualmente, 116 órgãos do GDF fazem parte do SEI-GDF, com 179 mil usuários internos e mais de 149 mil usuários externos | Foto: Divulgação/Seec


A secretária de Fazenda de Sergipe, Sarah Tarsila Araújo, ponderou que o investimento é grande, mas vai valer a pena. “Entendemos que haverá muito trabalho para implementar o sistema, tanto em treinamento quanto em infraestrutura tecnológica, mas isso vai reduzir custos e melhorar a desburocratização para a população em geral”, afirma.



Atualmente, 116 órgãos do GDF fazem parte do SEI-GDF, com 179 mil usuários internos e mais de 149 mil usuários externos se beneficiando deste sistema.


O secretário-executivo de Gestão Administrativa da Seec, Ângelo Roncalli, festejou o fato de contribuir com informações para outros estados. “Estamos orgulhosos em servir de exemplo no funcionamento dessa ferramenta tão importante para a automatização de informações entre os entes públicos”, disse ele.


“Hoje o SEI está presente em vários estados e permite a tramitação de documentos de um estado para outro por meio eletrônico. Temos agilidade e eficiência administrativa que só ajuda o serviço público”, ressaltou.


O SEI está disponível no endereço.


*Com informações da Secretaria de Economia










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Técnica de pesquisadores de neurotrauma do HBDF agiliza alta de pacientes internados em UTIs

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A UTI Neurotrauma do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) recebeu a visita de pesquisadores de um hospital privado de São Paulo em busca de aprender mais sobre a Neuromodulação por Estimulação Elétrica Periférica (Neep) e sobre como implementar o Time de Suporte Neuromuscular Avançado.


Criado em 2021 pelo pesquisador Paulo Eugênio Silva e pela chefe do Serviço de Saúde Funcional do HBDF, a fisioterapeuta Agda Ultra, esse time de suporte busca mudar o paradigma atual (conhecido como survival), em que médicos, fisioterapeutas, enfermeiros e nutricionistas focam a garantia de que os pacientes sobrevivam ao período de internação na UTI. Com os avanços tecnológicos, o maior desafio atual é dar alta aos pacientes da UTI de forma mais rápida e com o máximo de independência funcional (survivorship).



O maior desafio atual é dar alta aos pacientes da UTI de forma mais rápida e com o máximo de independência funcional | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF



“Na UTI, o fisioterapeuta assistencial desempenha um papel fundamental, sendo responsável por até dez pacientes, com foco na reabilitação respiratória e motora. Além disso, ele colabora ativamente em atividades compartilhadas com a equipe multidisciplinar, como transporte intra-hospitalar. Enquanto isso, nosso time especializado trabalha no tratamento específico do sistema neuroimunoendócrino, com ênfase na manutenção da força, massa muscular e na redução do processo inflamatório de baixo grau. Ambos os fisioterapeutas, assistenciais e especializados, têm papéis distintos, mas essenciais e complementares, garantindo um cuidado integral e otimizado ao paciente”, comenta Marília Mendes Rodrigues, pesquisadora e membro do Time de Suporte Neuromuscular Avançado.


Segundo Paulo Eugênio Silva, mais da metade dos pacientes que recebem alta desenvolve uma condição chamada de fraqueza adquirida na UTI. “O uso de medicamentos e a restrição ao leito durante a internação afetam o sistema nervoso periférico, reduzindo significativamente a força muscular. Para que não permaneçam muito tempo internados na UTI, que é um ambiente de alto potencial de infecção, os pacientes costumam ter alta sem conseguir caminhar, tomar banho sozinhos ou se alimentar. Muitos não conseguem voltar ao trabalho, o que se tornou um problema de saúde pública mundial”, explica.



A nova técnica diminui o número de casos de fraqueza adquirida na UTI



Com a aplicação do Suporte Neuromuscular Avançado, a chance de alta sem sequelas é considerável. “Desde que implantamos essa tecnologia, em 2021, atendemos mais de 5 mil pacientes. Em um ensaio clínico com 60 pacientes no Hospital de Base do DF, demonstramos que 50% dos que receberam tratamento convencional desenvolveram fraqueza adquirida na UTI, enquanto que nenhum dos que receberam o Suporte Neuromuscular Avançado apresentou essa condição”, afirma Paulo Eugênio Silva. O estudo foi publicado em 2019 em um importante periódico da sociedade japonesa de terapia intensiva.


Como funciona?


Para aplicar a técnica, o time utiliza um dispositivo específico, desenvolvido a partir de pesquisas científicas que envolvem a Neep. “Venho estudando a Neep desde 2007. Em 2008, realizei um fellowship na Bélgica, o que me permitiu absorver novas ideias. Em 2012, já no Brasil, foi desenvolvido um dispositivo para a aplicação de Neep em pacientes críticos, o único no mundo com certificação da Anvisa para uso em UTI, o que resulta em maior segurança na prática assistencial”, explica o professor.



Os pacientes passam por uma rigorosa avaliação individual para aplicação do tratamento



Os pacientes passam por uma rigorosa avaliação individual para aplicação do tratamento, que envolve a despolarização dos motoneurônios-α, duas vezes por dia, cinco vezes por semana. “Os equipamentos convencionais não possuem características fundamentais como frequência, largura de pulso e intensidade adequadas para nossos pacientes”, explica Marília Mendes.


Atualmente, o time da UTI Neurotrauma do HBDF está vinculado ao grupo de pesquisa Fisiologia Clínica e Inovação Tecnológica, certificado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e localizado no Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). “Por conta do grupo, conduzimos estudos clínicos, orientamos alunos de mestrado e doutorado e temos publicado artigos científicos em periódicos importantes”, relata Silva.


Ana Carolina Lagoa, gerente de pesquisa da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) afirma que a Gerência de Pesquisa (Gerpe) atua no fortalecimento da produção científica no IgesDF, apoiando projetos inovadores como o desenvolvido pelo Time de Pesquisadores da UTI Neurotrauma do HBDF.


O grupo tem quatro pesquisas em andamento, duas nacionais e duas internacionais. Recentemente, Silva contribuiu para um livro oficial da International Functional Electrical Stimulation Society (IFESS) e foi convidado para palestras nos Estados Unidos. “Lançaremos o livro na RehabWeek 2025, em Chicago, e depois palestrarei na Universidade de Maryland”, conta.


*Com informações do IgesDF






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https://jornalismodigitaldf.com.br/tecnica-de-pesquisadores-de-neurotrauma-do-hbdf-agiliza-alta-de-pacientes-internados-em-utis-2/?fsp_sid=107302
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Apreendidas 7 toneladas de embalagens trituradas de agrotóxicos

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Além da operação irregular, foi constatado que as embalagens eram armazenadas ainda com produto químico, o que representa um risco ambiental (Foto: Agrodefesa)


A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) e o Batalhão Ambiental da Polícia Militar de Goiás apreenderam sete toneladas de embalagens de agrotóxicos já trituradas, quase seis mil unidades vazias e 37 embalagens com resíduos de defensivos agrícolas. O material estava em um estabelecimento no distrito de Planalmira, no município de Abadiânia.


Durante a operação, na quinta-feira (06/02), fiscais estaduais agropecuários e policiais militares verificaram que o estabelecimento recolhia e processava o material, sem registro como Unidade de Recebimento de Embalagens Vazias (UREV) ou credenciamento junto ao Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (InpEV).


Além da operação irregular, foi constatado que as embalagens eram armazenadas ainda com produto químico, o que representa um risco ambiental significativo.


Embalagens de agrotóxicos


Todo o material foi apreendido e deverá ser encaminhado a uma UREV cadastrada e autorizada pela Agrodefesa. Além da apreensão, os responsáveis foram autuados – multa pode chegar a R$ 50 mil -, uma vez que a infração é considerada gravíssima. Os responsáveis foram conduzidos à delegacia para responsabilização criminal.



“A operação desta quinta-feira é mais um exemplo do trabalho da Agrodefesa em fiscalizar e assegurar a devolução e destinação adequada das embalagens vazias de agrotóxicos, que quando descartadas de forma irregular, podem representar uma ameaça aos nossos recursos naturais e também qualidade de vida da população. A fiscalização visa não apenas punir, mas também conscientizar a todos sobre a importância do cumprimento da legislação”, reforça o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos.




“A fiscalização tem caráter preventivo, e é importante que as empresas e os estabelecimentos do setor agrícola estejam cientes das suas responsabilidades. Os fiscais estão atentos para garantir que todos cumpram as regulamentações e que o meio ambiente e a saúde pública não sejam prejudicados por práticas irregulares”, explica o coordenador da Unidade Regional Rio das Antas da Agrodefesa, Marcelo Sales Guimarães.



Processo


Os produtores que utilizam agrotóxicos, ao concluírem a aplicação, devem realizar a tríplice lavagem, armazenamento adequado e a devolução das embalagens vazias, as tampas e eventuais resíduos pós-consumo dos produtos aos estabelecimentos comerciais em que foram adquiridos, de acordo com as instruções previstas nas respectivas bulas.


O prazo de devolução é de até um ano, contado da data de compra, ou da data de vencimento, podendo ainda ser intermediada por postos ou centrais de recebimento, bem como por ações de recebimento itinerantes, desde que autorizados e fiscalizados pelo órgão competente, nesse caso em Goiás, pela Agrodefesa, com a gestão sob responsabilidade do inpEV junto às suas associações de revendas credenciadas.






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Banco Central se manifesta sobre instabilidade no Pix

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O Banco Central (BC) se manifestou, nesta sexta-feira (7/2), após o sistema Pix apresentar instabilidade para alguns usuários. Segundo a autoridade monetária, “os sistemas do BC funcionam normalmente”.


“Alguns participantes enfrentaram dificuldades de acesso aos sistemas do BC por conta de problemas na Rede do Sistema Financeiro Nacional. Os planos de contingência de rede foram acionados. A situação já está retornando à normalidade”, explicou o BC em nota.



Segundo o site DownDetector, que monitora problemas em canais digitais, o sistema do Banco Central começou a apresentar falhas por volta das 12h30 e registrou ao menos 240 reclamações.


Clientes relataram falhas nos seguintes bancos e instituições financeiras: Nubank, PicPay, Itaú, Bradesco e Mercado Pago.






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Como o streaming público pode impactar o mercado audiovisual do Brasil

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O setor de streaming se tornou muito popular no Brasil nos últimos anos. Com variedade de filmes, séries, documentários, reality shows e afins, o setor vem ganhando cada vez mais espaço e bateu recordes de audiência que ultrapassam a TV aberta. A área, inclusive, se tornou centro de discussões após o anúncio do Governo Federal sobre a criação de um streaming público com produções 100% brasileiras.


Segundo o Ministério da Cultura, o projeto Tela Brasil visa ampliar o consumo de produções audiovisuais brasileiras. Na prática, filmes que circulam em festivais de cinema ou obras mais independentes, poderão ser exibidos em uma plataforma de fácil acesso ao público e estariam centralizadas em apenas um lugar.


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Fernanda Torres interpreta Eunice Paiva em Ainda Estou Aqui

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O Auto da Compadecida 2

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Cena do filme Central do Brasil

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Cidade de Deus

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Assim, o projeto fomentaria a indústria audiovisual brasileira, que voltou ao foco pelo sucesso de filmes como Ainda Estou Aqui. O longa de Walter Salles alcançou recordes de bilheterias pelo país e ampliou o interesse do público em consumir conteúdos nacionais.




O que é o Tela Brasil?



  • Chamado pelo Ministério da Cultura de Tela Brasil, o projeto será um streaming público e gratuito com o foco em produções audiovisuais do Brasil.

  • Ainda sem data de lançamento, o Governo prevê que ele estará disponível no segundo semestre de 2025.

  • O projeto teve um investimento de R$ 4,2 milhões destinados ao licenciamento de 447 obras audiovisuais.

  • O lançamento da novidade acontecerá de forma gradual, para que o público aproveite o melhor do cinema brasileiro.





Samuel Possebon, jornalista especializado em audiovisual e editor do portal Tela Viva, avalia que a parcela de conteúdos produzidos com recursos públicos que chega ao cidadão é ínfima. Isso acontece também porque há uma preferência nos cinemas, que optam pela exibição de títulos com maior apelo comercial.


“Tornar esses conteúdos disponíveis em plataformas de internet é um bom caminho para devolver à sociedade o que ela investiu, via impostos, na produção audiovisual nacional”, explica.


Ele pontua ainda que montar uma plataforma de streaming envolve alguns obstáculos como conseguir o investimento tecnológico e até mesmo os custos altos de operação. “Se o governo conseguir vencer essas etapas, conseguir licenciar os conteúdos produzidos no Brasil , pode sim ser uma alternativa.”


Regulação dos streamings no Brasil


Atualmente, dois projetos de lei (PL) que correm no Congresso Nacional envolvem a regulamentação das plataformas digitais voltadas para a disponibilização de vídeo sob demanda (VOD, na sigla em inglês). Um deles, de 2017, está pronto para votação no Plenário da Câmara, enquanto o outro, de 2022, já foi aprovado no Senado e está sob análise da Comissão de Cultura da Câmara.


Entre os vários pontos dos projetos de regulamentação, um dos pontos principais é definir em lei que os streamings que estão no Brasil devem ter atuação regulamentada e com valorização e priorização da produção independente brasileira.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/como-o-streaming-publico-pode-impactar-o-mercado-audiovisual-do-brasil/?fsp_sid=107267
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Operação de acolhimento fecha a semana com 22 pessoas em situação de rua atendidas

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Com o propósito de acolher e dar oportunidades para pessoas em situação de rua, o Governo do Distrito Federal (GDF) atendeu nesta semana 22 pessoas por meio da operação Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, conduzido pela Casa Civil. Durante a ação, de 4 a 7 de fevereiro, foram visitados 18 diferentes pontos em Taguatinga, Planaltina e Ceilândia.


Nos locais, ao todo, foram desconstituídas cinco estruturas em situação de precariedade. Durante a ação também foram levados entulhos em cinco caminhões. Os materiais inservíveis encontrados foram encaminhados para a Unidade de Recebimento de Entulhos (URE) do Serviço de Limpeza Urbana (SLU).


Durante a ação também foram levados entulhos em cinco caminhões | Foto: Agência Brasília


Durante as abordagens, o GDF oferece diversos serviços públicos que incluem saúde, educação, assistência social, orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual – além de um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Também são disponibilizadas vagas em abrigos e programas de qualificação profissional, como o RenovaDF e cadastro para unidades habitacionais.


As ações de acolhimento seguem as diretrizes do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua do DF. Os trabalhos envolvem as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Saúde (SES-DF), Educação (SEEDF), Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), Segurança Pública (SSP-DF), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus-DF), além de Novacap, Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Codhab, Detran, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Conselho Tutelar.


O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão, pelo Supremo Tribunal Federal, das ações de abordagem à população de rua no último ano. Os trabalhos de acolhimento começaram a ser implementados após uma fase de testes em maio de 2024. Os órgãos do governo já passaram por regiões de: asas Sul e Norte, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, de Águas Claras e Arniqueira, Guará, Cruzeiro, Octogonal e Sudoeste, Gama,  Sobradinho, São Sebastião, Brazlândia e Samambaia.










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https://jornalismodigitaldf.com.br/operacao-de-acolhimento-fecha-a-semana-com-22-pessoas-em-situacao-de-rua-atendidas/?fsp_sid=107256
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Operação de acolhimento fecha a semana com 22 pessoas em situação de rua atendidas

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Com o propósito de acolher e dar oportunidades para pessoas em situação de rua, o Governo do Distrito Federal (GDF) atendeu nesta semana 22 pessoas por meio da operação Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, conduzido pela Casa Civil. Durante a ação, de 4 a 7 de fevereiro, foram visitados 18 diferentes pontos em Taguatinga, Planaltina e Ceilândia.


Nos locais, ao todo, foram desconstituídas cinco estruturas em situação de precariedade. Durante a ação também foram levados entulhos em cinco caminhões. Os materiais inservíveis encontrados foram encaminhados para a Unidade de Recebimento de Entulhos (URE) do Serviço de Limpeza Urbana (SLU).


Durante a ação também foram levados entulhos em cinco caminhões | Foto: Agência Brasília


Durante as abordagens, o GDF oferece diversos serviços públicos que incluem saúde, educação, assistência social, orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual – além de um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Também são disponibilizadas vagas em abrigos e programas de qualificação profissional, como o RenovaDF e cadastro para unidades habitacionais.


As ações de acolhimento seguem as diretrizes do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua do DF. Os trabalhos envolvem as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Saúde (SES-DF), Educação (SEEDF), Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), Segurança Pública (SSP-DF), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus-DF), além de Novacap, Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Codhab, Detran, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Conselho Tutelar.


O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão, pelo Supremo Tribunal Federal, das ações de abordagem à população de rua no último ano. Os trabalhos de acolhimento começaram a ser implementados após uma fase de testes em maio de 2024. Os órgãos do governo já passaram por regiões de: asas Sul e Norte, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, de Águas Claras e Arniqueira, Guará, Cruzeiro, Octogonal e Sudoeste, Gama,  Sobradinho, São Sebastião, Brazlândia e Samambaia.










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Exército: militar que ficou preso injustamente tem indenização negada

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Vinte e quatro anos após ter sido preso injustamente, um militar do Exército Brasileiro teve um pedido de indenização negado, em dezembro de 2024, pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). À época dos fatos, o homem tinha um pacote de bicarbonato de sódio na carteira, e militares o prenderam presumindo que a substância seria cocaína.


O caso ocorreu em 21 de fevereiro de 2001. Durante uma revista de rotina nos pertences dos soldados lotados no 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (1º RCG), um militar do Exército encontrou um pacote plástico com uma substância branca, em pó, na carteira do rapaz. Dois peritos criminais fizeram análise preliminar e apontaram, equivocadamente, que o produto era cocaína.


O Exército, então, decidiu prender o soldado, que ficou privado de liberdade por dois dias. Depois, um laudo definitivo do Instituto Nacional de Criminalística (INC) da Polícia Federal concluiu que o material era apenas bicarbonato de sódio, e o militar foi solto.


Com auxílio da Fundação de Assistência Judiciária (FAJ) da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF), o então soldado buscou indenização por danos morais, a serem pagas pela União Federal. No pedido, ele alegou que a prisão “causou enorme repercussão negativa, pois foi submetido a um constrangimento ilegal e arbitrário por suspeita infundada e inverídica de porte de substância tóxica”.


Quanto ao bicarbonato de sódio na carteira, o soldado explicou à época que estava tentando parar de fumar, e que a substância o ajudava no processo.


A União, por sua vez, argumentou que a prisão foi “legítima”, com base no “laudo técnico preliminar que indicava a possibilidade de posse de substância ilícita”. Frisou ainda que “o autor” foi “imediatamente liberado após a emissão do laudo definitivo que afastou tal hipótese”.


Em voto registrado em 18 de dezembro de 2024, o relator do processo, o desembargador federal Pablo Zuniga Dourado, considera que o Exército “cometeu um equívoco ao prender o autor com fundamento no laudo preliminar realizado por dois peritos criminais”, mas que, na visão dele, “não houve arbitrariedade do Comando do Regimento, tendo em vista que foram adotadas as medidas legais previstas na Lei nº 6.368/76“.


“Nesse contexto, resta claro que as medidas adotadas pela Administração Pública estiveram dentro dos limites da legalidade e do exercício regular do poder de polícia. O erro na análise preliminar, ainda que tenha gerado a prisão temporária do Apelante, não caracteriza ato ilícito ou arbitrário, tampouco abuso de autoridade. Trata-se de um equívoco técnico escusável, prontamente corrigido, o que afasta a responsabilidade civil do Estado por danos morais”, define o desembargador.


“Não há que se falar em reparação por danos morais, visto que o apelante não sofreu constrangimento decorrente de ato ilícito, mas sim de uma situação que, embora lamentável, insere-se no âmbito do exercício legítimo das funções do Estado.”


O Metrópoles contatou o Exército Brasileiro para comentar o caso. O espaço está aberto para manifestações.



Caso recente


Em 28 de janeiro último, outro caso de prisão injusta chamou a atenção da população do DF. O vendedor Gustavo Lopes, 20 anos, foi abordado por policiais civis em casa, em Taguatinga, e preso por não pagar pensão alimentícia. O rapaz, porém, não tem filhos, e explicou isso aos agentes de segurança.


Mesmo assim, os policiais cumpriram o mandado judicial e levaram Gustavo preso. “Eu dividi cela com outros 22 detentos. Eu era o mais novo lá, os demais homens tinham entre 25 a 60 anos, em média”, relatou o jovem ao Metrópoles. “É muito ruim ser preso sem ter feito nada. Não tinha por que eu estar ali.”


Mãe do rapaz, a aposentada Jane Santana, 60 anos, havia saído com uma amiga horas antes de o filho ser preso. Ela não levou o celular ao sair e só ficou sabendo do caso quando retornou. “Tenho certeza que foi Deus quem me tirou de casa naquela tarde, eu não iria aguentar ver meu filho sendo preso. Fiquei muito triste, abalada, me desesperei. Foi muito difícil”, diz a mulher à reportagem.


Jane contratou o advogado Marco Barbosa para tentar tirar o filho da prisão. O jurista constatou que o processo foi iniciado em São Paulo, e o mandado de prisão veio da Vara de Execução de Minas Gerais. A família e a defesa ainda tentam entender essa dinâmica.


“O mandado de prisão veio de uma cidade mineira chamada Igarapé. Quando fomos pesquisar o processo, vimos que ele foi encontrado na Justiça de São Paulo”, comenta Barbosa. Este processo vindo de SP, no entanto, não tem relação com Gustavo. “Não há nenhum dado dele nestes arquivos”, comenta. O advogado, portanto, desconfia que houve alguma fraude ou erro.


“É como se alguém tivesse pego esse número processual e criado um mandado de prisão com a comarca de Minas Gerais, embora o processo tenha surgido da Justiça de São Paulo. Em seguida, esse alguém teria enviado o processo para o Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP)“, aponta o advogado.


Em audiência de custódia, na manhã de 29 de janeiro, Gustavo foi solto. Ele teve de esperar por mais algumas horas, no entanto, até a Justiça de MG emitir alvará de soltura.


Agora, a família busca explicações para o caso e pretende buscar indenização por danos morais. “Vamos procurar justiça, com certeza. Ainda está tudo muito confuso, estamos tentando entender o que aconteceu, mas queremos justiça”, crava a mãe de Gustavo. “Vamos pedir indenização por danos morais”, confirma o advogado Marco Barbosa.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/exercito-militar-que-ficou-preso-injustamente-tem-indenizacao-negada/?fsp_sid=107243
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Exército: militar que ficou preso injustamente tem indenização negada

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Vinte e quatro anos após ter sido preso injustamente, um militar do Exército Brasileiro teve um pedido de indenização negado, em dezembro de 2024, pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). À época dos fatos, o homem tinha um pacote de bicarbonato de sódio na carteira, e militares o prenderam presumindo que a substância seria cocaína.


O caso ocorreu em 21 de fevereiro de 2001. Durante uma revista de rotina nos pertences dos soldados lotados no 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (1º RCG), um militar do Exército encontrou um pacote plástico com uma substância branca, em pó, na carteira do rapaz. Dois peritos criminais fizeram análise preliminar e apontaram, equivocadamente, que o produto era cocaína.


O Exército, então, decidiu prender o soldado, que ficou privado de liberdade por dois dias. Depois, um laudo definitivo do Instituto Nacional de Criminalística (INC) da Polícia Federal concluiu que o material era apenas bicarbonato de sódio, e o militar foi solto.


Com auxílio da Fundação de Assistência Judiciária (FAJ) da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF), o então soldado buscou indenização por danos morais, a serem pagas pela União Federal. No pedido, ele alegou que a prisão “causou enorme repercussão negativa, pois foi submetido a um constrangimento ilegal e arbitrário por suspeita infundada e inverídica de porte de substância tóxica”.


Quanto ao bicarbonato de sódio na carteira, o soldado explicou à época que estava tentando parar de fumar, e que a substância o ajudava no processo.


A União, por sua vez, argumentou que a prisão foi “legítima”, com base no “laudo técnico preliminar que indicava a possibilidade de posse de substância ilícita”. Frisou ainda que “o autor” foi “imediatamente liberado após a emissão do laudo definitivo que afastou tal hipótese”.


Em voto registrado em 18 de dezembro de 2024, o relator do processo, o desembargador federal Pablo Zuniga Dourado, considera que o Exército “cometeu um equívoco ao prender o autor com fundamento no laudo preliminar realizado por dois peritos criminais”, mas que, na visão dele, “não houve arbitrariedade do Comando do Regimento, tendo em vista que foram adotadas as medidas legais previstas na Lei nº 6.368/76“.


“Nesse contexto, resta claro que as medidas adotadas pela Administração Pública estiveram dentro dos limites da legalidade e do exercício regular do poder de polícia. O erro na análise preliminar, ainda que tenha gerado a prisão temporária do Apelante, não caracteriza ato ilícito ou arbitrário, tampouco abuso de autoridade. Trata-se de um equívoco técnico escusável, prontamente corrigido, o que afasta a responsabilidade civil do Estado por danos morais”, define o desembargador.


“Não há que se falar em reparação por danos morais, visto que o apelante não sofreu constrangimento decorrente de ato ilícito, mas sim de uma situação que, embora lamentável, insere-se no âmbito do exercício legítimo das funções do Estado.”


O Metrópoles contatou o Exército Brasileiro para comentar o caso. O espaço está aberto para manifestações.



Caso recente


Em 28 de janeiro último, outro caso de prisão injusta chamou a atenção da população do DF. O vendedor Gustavo Lopes, 20 anos, foi abordado por policiais civis em casa, em Taguatinga, e preso por não pagar pensão alimentícia. O rapaz, porém, não tem filhos, e explicou isso aos agentes de segurança.


Mesmo assim, os policiais cumpriram o mandado judicial e levaram Gustavo preso. “Eu dividi cela com outros 22 detentos. Eu era o mais novo lá, os demais homens tinham entre 25 a 60 anos, em média”, relatou o jovem ao Metrópoles. “É muito ruim ser preso sem ter feito nada. Não tinha por que eu estar ali.”


Mãe do rapaz, a aposentada Jane Santana, 60 anos, havia saído com uma amiga horas antes de o filho ser preso. Ela não levou o celular ao sair e só ficou sabendo do caso quando retornou. “Tenho certeza que foi Deus quem me tirou de casa naquela tarde, eu não iria aguentar ver meu filho sendo preso. Fiquei muito triste, abalada, me desesperei. Foi muito difícil”, diz a mulher à reportagem.


Jane contratou o advogado Marco Barbosa para tentar tirar o filho da prisão. O jurista constatou que o processo foi iniciado em São Paulo, e o mandado de prisão veio da Vara de Execução de Minas Gerais. A família e a defesa ainda tentam entender essa dinâmica.


“O mandado de prisão veio de uma cidade mineira chamada Igarapé. Quando fomos pesquisar o processo, vimos que ele foi encontrado na Justiça de São Paulo”, comenta Barbosa. Este processo vindo de SP, no entanto, não tem relação com Gustavo. “Não há nenhum dado dele nestes arquivos”, comenta. O advogado, portanto, desconfia que houve alguma fraude ou erro.


“É como se alguém tivesse pego esse número processual e criado um mandado de prisão com a comarca de Minas Gerais, embora o processo tenha surgido da Justiça de São Paulo. Em seguida, esse alguém teria enviado o processo para o Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP)“, aponta o advogado.


Em audiência de custódia, na manhã de 29 de janeiro, Gustavo foi solto. Ele teve de esperar por mais algumas horas, no entanto, até a Justiça de MG emitir alvará de soltura.


Agora, a família busca explicações para o caso e pretende buscar indenização por danos morais. “Vamos procurar justiça, com certeza. Ainda está tudo muito confuso, estamos tentando entender o que aconteceu, mas queremos justiça”, crava a mãe de Gustavo. “Vamos pedir indenização por danos morais”, confirma o advogado Marco Barbosa.






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