Como o streaming público pode impactar o mercado audiovisual do Brasil

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O setor de streaming se tornou muito popular no Brasil nos últimos anos. Com variedade de filmes, séries, documentários, reality shows e afins, o setor vem ganhando cada vez mais espaço e bateu recordes de audiência que ultrapassam a TV aberta. A área, inclusive, se tornou centro de discussões após o anúncio do Governo Federal sobre a criação de um streaming público com produções 100% brasileiras.


Segundo o Ministério da Cultura, o projeto Tela Brasil visa ampliar o consumo de produções audiovisuais brasileiras. Na prática, filmes que circulam em festivais de cinema ou obras mais independentes, poderão ser exibidos em uma plataforma de fácil acesso ao público e estariam centralizadas em apenas um lugar.


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Fernanda Torres interpreta Eunice Paiva em Ainda Estou Aqui

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O Auto da Compadecida 2

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Cena do filme Central do Brasil

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Cidade de Deus

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Assim, o projeto fomentaria a indústria audiovisual brasileira, que voltou ao foco pelo sucesso de filmes como Ainda Estou Aqui. O longa de Walter Salles alcançou recordes de bilheterias pelo país e ampliou o interesse do público em consumir conteúdos nacionais.




O que é o Tela Brasil?



  • Chamado pelo Ministério da Cultura de Tela Brasil, o projeto será um streaming público e gratuito com o foco em produções audiovisuais do Brasil.

  • Ainda sem data de lançamento, o Governo prevê que ele estará disponível no segundo semestre de 2025.

  • O projeto teve um investimento de R$ 4,2 milhões destinados ao licenciamento de 447 obras audiovisuais.

  • O lançamento da novidade acontecerá de forma gradual, para que o público aproveite o melhor do cinema brasileiro.





Samuel Possebon, jornalista especializado em audiovisual e editor do portal Tela Viva, avalia que a parcela de conteúdos produzidos com recursos públicos que chega ao cidadão é ínfima. Isso acontece também porque há uma preferência nos cinemas, que optam pela exibição de títulos com maior apelo comercial.


“Tornar esses conteúdos disponíveis em plataformas de internet é um bom caminho para devolver à sociedade o que ela investiu, via impostos, na produção audiovisual nacional”, explica.


Ele pontua ainda que montar uma plataforma de streaming envolve alguns obstáculos como conseguir o investimento tecnológico e até mesmo os custos altos de operação. “Se o governo conseguir vencer essas etapas, conseguir licenciar os conteúdos produzidos no Brasil , pode sim ser uma alternativa.”


Regulação dos streamings no Brasil


Atualmente, dois projetos de lei (PL) que correm no Congresso Nacional envolvem a regulamentação das plataformas digitais voltadas para a disponibilização de vídeo sob demanda (VOD, na sigla em inglês). Um deles, de 2017, está pronto para votação no Plenário da Câmara, enquanto o outro, de 2022, já foi aprovado no Senado e está sob análise da Comissão de Cultura da Câmara.


Entre os vários pontos dos projetos de regulamentação, um dos pontos principais é definir em lei que os streamings que estão no Brasil devem ter atuação regulamentada e com valorização e priorização da produção independente brasileira.






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Operação de acolhimento fecha a semana com 22 pessoas em situação de rua atendidas

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Com o propósito de acolher e dar oportunidades para pessoas em situação de rua, o Governo do Distrito Federal (GDF) atendeu nesta semana 22 pessoas por meio da operação Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, conduzido pela Casa Civil. Durante a ação, de 4 a 7 de fevereiro, foram visitados 18 diferentes pontos em Taguatinga, Planaltina e Ceilândia.


Nos locais, ao todo, foram desconstituídas cinco estruturas em situação de precariedade. Durante a ação também foram levados entulhos em cinco caminhões. Os materiais inservíveis encontrados foram encaminhados para a Unidade de Recebimento de Entulhos (URE) do Serviço de Limpeza Urbana (SLU).


Durante a ação também foram levados entulhos em cinco caminhões | Foto: Agência Brasília


Durante as abordagens, o GDF oferece diversos serviços públicos que incluem saúde, educação, assistência social, orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual – além de um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Também são disponibilizadas vagas em abrigos e programas de qualificação profissional, como o RenovaDF e cadastro para unidades habitacionais.


As ações de acolhimento seguem as diretrizes do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua do DF. Os trabalhos envolvem as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Saúde (SES-DF), Educação (SEEDF), Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), Segurança Pública (SSP-DF), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus-DF), além de Novacap, Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Codhab, Detran, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Conselho Tutelar.


O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão, pelo Supremo Tribunal Federal, das ações de abordagem à população de rua no último ano. Os trabalhos de acolhimento começaram a ser implementados após uma fase de testes em maio de 2024. Os órgãos do governo já passaram por regiões de: asas Sul e Norte, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, de Águas Claras e Arniqueira, Guará, Cruzeiro, Octogonal e Sudoeste, Gama,  Sobradinho, São Sebastião, Brazlândia e Samambaia.










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Operação de acolhimento fecha a semana com 22 pessoas em situação de rua atendidas

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Com o propósito de acolher e dar oportunidades para pessoas em situação de rua, o Governo do Distrito Federal (GDF) atendeu nesta semana 22 pessoas por meio da operação Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, conduzido pela Casa Civil. Durante a ação, de 4 a 7 de fevereiro, foram visitados 18 diferentes pontos em Taguatinga, Planaltina e Ceilândia.


Nos locais, ao todo, foram desconstituídas cinco estruturas em situação de precariedade. Durante a ação também foram levados entulhos em cinco caminhões. Os materiais inservíveis encontrados foram encaminhados para a Unidade de Recebimento de Entulhos (URE) do Serviço de Limpeza Urbana (SLU).


Durante a ação também foram levados entulhos em cinco caminhões | Foto: Agência Brasília


Durante as abordagens, o GDF oferece diversos serviços públicos que incluem saúde, educação, assistência social, orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual – além de um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Também são disponibilizadas vagas em abrigos e programas de qualificação profissional, como o RenovaDF e cadastro para unidades habitacionais.


As ações de acolhimento seguem as diretrizes do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua do DF. Os trabalhos envolvem as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Saúde (SES-DF), Educação (SEEDF), Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), Segurança Pública (SSP-DF), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus-DF), além de Novacap, Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Codhab, Detran, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Conselho Tutelar.


O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão, pelo Supremo Tribunal Federal, das ações de abordagem à população de rua no último ano. Os trabalhos de acolhimento começaram a ser implementados após uma fase de testes em maio de 2024. Os órgãos do governo já passaram por regiões de: asas Sul e Norte, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, de Águas Claras e Arniqueira, Guará, Cruzeiro, Octogonal e Sudoeste, Gama,  Sobradinho, São Sebastião, Brazlândia e Samambaia.










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Exército: militar que ficou preso injustamente tem indenização negada

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Vinte e quatro anos após ter sido preso injustamente, um militar do Exército Brasileiro teve um pedido de indenização negado, em dezembro de 2024, pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). À época dos fatos, o homem tinha um pacote de bicarbonato de sódio na carteira, e militares o prenderam presumindo que a substância seria cocaína.


O caso ocorreu em 21 de fevereiro de 2001. Durante uma revista de rotina nos pertences dos soldados lotados no 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (1º RCG), um militar do Exército encontrou um pacote plástico com uma substância branca, em pó, na carteira do rapaz. Dois peritos criminais fizeram análise preliminar e apontaram, equivocadamente, que o produto era cocaína.


O Exército, então, decidiu prender o soldado, que ficou privado de liberdade por dois dias. Depois, um laudo definitivo do Instituto Nacional de Criminalística (INC) da Polícia Federal concluiu que o material era apenas bicarbonato de sódio, e o militar foi solto.


Com auxílio da Fundação de Assistência Judiciária (FAJ) da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF), o então soldado buscou indenização por danos morais, a serem pagas pela União Federal. No pedido, ele alegou que a prisão “causou enorme repercussão negativa, pois foi submetido a um constrangimento ilegal e arbitrário por suspeita infundada e inverídica de porte de substância tóxica”.


Quanto ao bicarbonato de sódio na carteira, o soldado explicou à época que estava tentando parar de fumar, e que a substância o ajudava no processo.


A União, por sua vez, argumentou que a prisão foi “legítima”, com base no “laudo técnico preliminar que indicava a possibilidade de posse de substância ilícita”. Frisou ainda que “o autor” foi “imediatamente liberado após a emissão do laudo definitivo que afastou tal hipótese”.


Em voto registrado em 18 de dezembro de 2024, o relator do processo, o desembargador federal Pablo Zuniga Dourado, considera que o Exército “cometeu um equívoco ao prender o autor com fundamento no laudo preliminar realizado por dois peritos criminais”, mas que, na visão dele, “não houve arbitrariedade do Comando do Regimento, tendo em vista que foram adotadas as medidas legais previstas na Lei nº 6.368/76“.


“Nesse contexto, resta claro que as medidas adotadas pela Administração Pública estiveram dentro dos limites da legalidade e do exercício regular do poder de polícia. O erro na análise preliminar, ainda que tenha gerado a prisão temporária do Apelante, não caracteriza ato ilícito ou arbitrário, tampouco abuso de autoridade. Trata-se de um equívoco técnico escusável, prontamente corrigido, o que afasta a responsabilidade civil do Estado por danos morais”, define o desembargador.


“Não há que se falar em reparação por danos morais, visto que o apelante não sofreu constrangimento decorrente de ato ilícito, mas sim de uma situação que, embora lamentável, insere-se no âmbito do exercício legítimo das funções do Estado.”


O Metrópoles contatou o Exército Brasileiro para comentar o caso. O espaço está aberto para manifestações.



Caso recente


Em 28 de janeiro último, outro caso de prisão injusta chamou a atenção da população do DF. O vendedor Gustavo Lopes, 20 anos, foi abordado por policiais civis em casa, em Taguatinga, e preso por não pagar pensão alimentícia. O rapaz, porém, não tem filhos, e explicou isso aos agentes de segurança.


Mesmo assim, os policiais cumpriram o mandado judicial e levaram Gustavo preso. “Eu dividi cela com outros 22 detentos. Eu era o mais novo lá, os demais homens tinham entre 25 a 60 anos, em média”, relatou o jovem ao Metrópoles. “É muito ruim ser preso sem ter feito nada. Não tinha por que eu estar ali.”


Mãe do rapaz, a aposentada Jane Santana, 60 anos, havia saído com uma amiga horas antes de o filho ser preso. Ela não levou o celular ao sair e só ficou sabendo do caso quando retornou. “Tenho certeza que foi Deus quem me tirou de casa naquela tarde, eu não iria aguentar ver meu filho sendo preso. Fiquei muito triste, abalada, me desesperei. Foi muito difícil”, diz a mulher à reportagem.


Jane contratou o advogado Marco Barbosa para tentar tirar o filho da prisão. O jurista constatou que o processo foi iniciado em São Paulo, e o mandado de prisão veio da Vara de Execução de Minas Gerais. A família e a defesa ainda tentam entender essa dinâmica.


“O mandado de prisão veio de uma cidade mineira chamada Igarapé. Quando fomos pesquisar o processo, vimos que ele foi encontrado na Justiça de São Paulo”, comenta Barbosa. Este processo vindo de SP, no entanto, não tem relação com Gustavo. “Não há nenhum dado dele nestes arquivos”, comenta. O advogado, portanto, desconfia que houve alguma fraude ou erro.


“É como se alguém tivesse pego esse número processual e criado um mandado de prisão com a comarca de Minas Gerais, embora o processo tenha surgido da Justiça de São Paulo. Em seguida, esse alguém teria enviado o processo para o Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP)“, aponta o advogado.


Em audiência de custódia, na manhã de 29 de janeiro, Gustavo foi solto. Ele teve de esperar por mais algumas horas, no entanto, até a Justiça de MG emitir alvará de soltura.


Agora, a família busca explicações para o caso e pretende buscar indenização por danos morais. “Vamos procurar justiça, com certeza. Ainda está tudo muito confuso, estamos tentando entender o que aconteceu, mas queremos justiça”, crava a mãe de Gustavo. “Vamos pedir indenização por danos morais”, confirma o advogado Marco Barbosa.






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Exército: militar que ficou preso injustamente tem indenização negada

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Vinte e quatro anos após ter sido preso injustamente, um militar do Exército Brasileiro teve um pedido de indenização negado, em dezembro de 2024, pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). À época dos fatos, o homem tinha um pacote de bicarbonato de sódio na carteira, e militares o prenderam presumindo que a substância seria cocaína.


O caso ocorreu em 21 de fevereiro de 2001. Durante uma revista de rotina nos pertences dos soldados lotados no 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (1º RCG), um militar do Exército encontrou um pacote plástico com uma substância branca, em pó, na carteira do rapaz. Dois peritos criminais fizeram análise preliminar e apontaram, equivocadamente, que o produto era cocaína.


O Exército, então, decidiu prender o soldado, que ficou privado de liberdade por dois dias. Depois, um laudo definitivo do Instituto Nacional de Criminalística (INC) da Polícia Federal concluiu que o material era apenas bicarbonato de sódio, e o militar foi solto.


Com auxílio da Fundação de Assistência Judiciária (FAJ) da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF), o então soldado buscou indenização por danos morais, a serem pagas pela União Federal. No pedido, ele alegou que a prisão “causou enorme repercussão negativa, pois foi submetido a um constrangimento ilegal e arbitrário por suspeita infundada e inverídica de porte de substância tóxica”.


Quanto ao bicarbonato de sódio na carteira, o soldado explicou à época que estava tentando parar de fumar, e que a substância o ajudava no processo.


A União, por sua vez, argumentou que a prisão foi “legítima”, com base no “laudo técnico preliminar que indicava a possibilidade de posse de substância ilícita”. Frisou ainda que “o autor” foi “imediatamente liberado após a emissão do laudo definitivo que afastou tal hipótese”.


Em voto registrado em 18 de dezembro de 2024, o relator do processo, o desembargador federal Pablo Zuniga Dourado, considera que o Exército “cometeu um equívoco ao prender o autor com fundamento no laudo preliminar realizado por dois peritos criminais”, mas que, na visão dele, “não houve arbitrariedade do Comando do Regimento, tendo em vista que foram adotadas as medidas legais previstas na Lei nº 6.368/76“.


“Nesse contexto, resta claro que as medidas adotadas pela Administração Pública estiveram dentro dos limites da legalidade e do exercício regular do poder de polícia. O erro na análise preliminar, ainda que tenha gerado a prisão temporária do Apelante, não caracteriza ato ilícito ou arbitrário, tampouco abuso de autoridade. Trata-se de um equívoco técnico escusável, prontamente corrigido, o que afasta a responsabilidade civil do Estado por danos morais”, define o desembargador.


“Não há que se falar em reparação por danos morais, visto que o apelante não sofreu constrangimento decorrente de ato ilícito, mas sim de uma situação que, embora lamentável, insere-se no âmbito do exercício legítimo das funções do Estado.”


O Metrópoles contatou o Exército Brasileiro para comentar o caso. O espaço está aberto para manifestações.



Caso recente


Em 28 de janeiro último, outro caso de prisão injusta chamou a atenção da população do DF. O vendedor Gustavo Lopes, 20 anos, foi abordado por policiais civis em casa, em Taguatinga, e preso por não pagar pensão alimentícia. O rapaz, porém, não tem filhos, e explicou isso aos agentes de segurança.


Mesmo assim, os policiais cumpriram o mandado judicial e levaram Gustavo preso. “Eu dividi cela com outros 22 detentos. Eu era o mais novo lá, os demais homens tinham entre 25 a 60 anos, em média”, relatou o jovem ao Metrópoles. “É muito ruim ser preso sem ter feito nada. Não tinha por que eu estar ali.”


Mãe do rapaz, a aposentada Jane Santana, 60 anos, havia saído com uma amiga horas antes de o filho ser preso. Ela não levou o celular ao sair e só ficou sabendo do caso quando retornou. “Tenho certeza que foi Deus quem me tirou de casa naquela tarde, eu não iria aguentar ver meu filho sendo preso. Fiquei muito triste, abalada, me desesperei. Foi muito difícil”, diz a mulher à reportagem.


Jane contratou o advogado Marco Barbosa para tentar tirar o filho da prisão. O jurista constatou que o processo foi iniciado em São Paulo, e o mandado de prisão veio da Vara de Execução de Minas Gerais. A família e a defesa ainda tentam entender essa dinâmica.


“O mandado de prisão veio de uma cidade mineira chamada Igarapé. Quando fomos pesquisar o processo, vimos que ele foi encontrado na Justiça de São Paulo”, comenta Barbosa. Este processo vindo de SP, no entanto, não tem relação com Gustavo. “Não há nenhum dado dele nestes arquivos”, comenta. O advogado, portanto, desconfia que houve alguma fraude ou erro.


“É como se alguém tivesse pego esse número processual e criado um mandado de prisão com a comarca de Minas Gerais, embora o processo tenha surgido da Justiça de São Paulo. Em seguida, esse alguém teria enviado o processo para o Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP)“, aponta o advogado.


Em audiência de custódia, na manhã de 29 de janeiro, Gustavo foi solto. Ele teve de esperar por mais algumas horas, no entanto, até a Justiça de MG emitir alvará de soltura.


Agora, a família busca explicações para o caso e pretende buscar indenização por danos morais. “Vamos procurar justiça, com certeza. Ainda está tudo muito confuso, estamos tentando entender o que aconteceu, mas queremos justiça”, crava a mãe de Gustavo. “Vamos pedir indenização por danos morais”, confirma o advogado Marco Barbosa.






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Uso de Ozempic pode levar à perda óssea e osteoporose? Entenda riscos

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O Ozempic, inicialmente aprovado para o tratamento da diabetes tipo 2, passou a ser amplamente utilizado de forma “off-label” por pessoas que buscam emagrecer e ganhou popularidade mundial. O uso amplamente difundido, porém, abriu espaço para que alguns dos efeitos adversos do medicamento ganhassem visibilidade.


Uma destas consequências inesperadas pode ser a perda de massa óssea. Recentemente, a cantora Avery gerou alvoroço nas redes sociais ao relatar que teve osteoporose após usar o medicamento por um ano.


Ainda que o uso do remédio possa prejudicar a densidade dos ossos, a declaração polêmica da artista sobre o desenvolvimento de osteoporose não parece ter fundamento, segundo especialistas ouvidos pelo Metrópoles.



A perda óssea relacionada ao Ozempic


A cantora faz confusão com duas condições diferentes: perda óssea e osteoporose. A segunda é uma doença caracterizada pela perda progressiva de massa óssea, tornando os ossos enfraquecidos e predispostos a fraturas, em geral associada ao envelhecimento. Ela não tem cura, mas tem controle quando é diagnosticada corretamente.


Já a perda óssea ocorre de diversas formas no organismo, sendo em geral reversível com tratamento adequado.Uma das condições que pode causar a perda da massa óssea é o emagrecimento, o que pode ser associado indiretamente ao uso de medicamentos.


O Ozempic leva a uma perda de massa magra e pode sim levar à perda óssea. Entretanto, este não é um efeito do medicamento, mas sim do próprio processo de perda de peso”, afirma a endocrinologista Danielle Macellaro, que atende em São Paulo.


Por outro lado, a endocrinologista Ximene Antunes, do Rio de Janeiro, esclarece que, em pacientes com diabetes controlada, o uso do Ozempic se mostrou benéfico para o controle da osteoporose. “A diabetes é uma condição que costuma favorecer o aparecimento da osteoporose. Ao usar o medicamento, na verdade, o que vimos foi uma diminuição do risco”, explica.


Por que emagrecer diminui a massa óssea?


Danielle explica que os ossos estão em constante rotatividade e renovação no organismo, destruindo e recriando parte de suas estruturas. Quando há a restrição calórica para a perda de peso, há também menos nutrientes disponíveis para a renovação das células, o que explica as sutis diferenças de índice observadas em pacientes que emagrecem.


Além disso, a endocrinologista lembra que dietas restritivas, que costumam acompanhar o uso estético do medicamento, podem reduzir a absorção de nutrientes essenciais, como proteínas e vitaminas, vitais para a saúde óssea. “Sem a ingestão adequada desses nutrientes, o corpo não consegue manter uma boa estrutura óssea”, ressalta a médica paulista.


Estudos e a relação do Ozempic com a saúde óssea


Apesar das preocupações em torno da relação entre o Ozempic e a saúde óssea, estudos recentes mostraram que o remédio não aumentou o risco de fraturas.


Em um ensaio clínico realizado na Dinamarca e publicado em maio de 2024, 64 adultos com risco aumentado de fraturas foram acompanhados para avaliar o impacto da semaglutida — o princípio ativo do Ozempic — na formação óssea. O estudo concluiu que não houve alterações significativas na formação dos ossos entre os pacientes que usaram o medicamento em comparação aos do grupo placebo.


Os pesquisadores observaram que após 52 semanas de tratamento, os pacientes que utilizaram o medicamento tiveram perda óssea, mas os médicos creditaram o ocorrido à perda de peso rápida. Houve redução nas densidades minerais ósseas da coluna lombar e do quadril, mas não se observou aumento significativo no risco de fraturas.


Pela redução óssea documentada neste e em outros estudos, a Food and Drug Administration (FDA) pediu que fossem incluídas na bola do Wegovy informações sobre o risco de fraturas, particularmente em idosos. O medicamento aprovado para o tratamento da obesidade também usa a semaglutida, mas em maiores quantidades que o Ozempic.


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A perda de peso é um efeito colateral das medicações
O Ozempic é um remédio usado de forma
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O Ozempic é um medicamento para controlar a diabetes, mas leva também à perda de peso. Uma dose mais alta do mesmo principio ativo, esta sim vendida para combater a obesidade, é vendida sobre o nome de Wegovy

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A perda de peso é um efeito colateral das medicações

Reprodução
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O Ozempic é um remédio usado de forma "off label" para perda de peso

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Tratamento sem riscos


A farmacêutica Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, também se pronunciou sobre o tema. Em nota, a empresa alerta que pacientes que passaram por perda de peso significativa, seja por meio de dieta, medicamentos ou doenças, devem estar atentos à ingestão de nutrientes essenciais para evitar danos ósseos.


“Em pacientes idosos, especialmente aqueles acima de 75 anos, a sensibilidade aumentada para certas reações adversas não pode ser descartada, conforme relatado nos dados da prescrição. Contudo, o desenvolvimento clínico de Ozempic não demonstrou um padrão consistente de aumento de risco de fraturas ou lesões ósseas diretamente relacionadas ao medicamento”, afirma.


A empresa reforça que qualquer tratamento com o Ozempic deve ser supervisionado por um médico, e que não apoia o uso do medicamento fora das indicações aprovadas.


Exercício físico e alimentação equilibrada são essenciais


Ximene também alerta sobre a importância do acompanhamento médico para qualquer tratamento de emagrecimento, inclusive com o Ozempic.


A endocrinologista carioca aconselha que seja feita a combinação do uso do medicamento com exercícios de impacto, como caminhadas e corridas, que estimulam o fortalecimento ósseo. Além disso, seguir uma dieta com todos os nutrientes na proporção correta é fundamental para quem quer usar o remédio e manter a saúde.


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2º Encontro Sabor de Escola: Secretaria de Educação realiza formação de merendeiros

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Evento discutiu qualidade de vida e trabalho dos profissionais da alimentação escolar



Por Bruno Grossi e Giordano Bazzo, Ascom/SEEDF


 


Secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, reconhece a importância da valorização dos merendeiros | Foto: Jotta de Casttro, Ascom/SEEDF.


 


A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) realizou, nesta quinta-feira (6), a cerimônia de abertura do 2º Encontro Sabor de Escola. Com o tema “Um olhar para além da cozinha – qualidade de vida no trabalho dos merendeiros e seu papel na Educação Alimentar e Nutricional”, o evento no Centro de Convenções Ulysses Guimarães reuniu 2.700 profissionais, responsáveis pela alimentação dos estudantes, para um dia de aprendizado, troca de experiências e valorização da categoria.


 


O 2° Encontro Sabor de Escola marca o primeiro treinamento do ano para os merendeiros da rede pública do Distrito Federal. A capacitação, promovida pela equipe técnica da SEEDF em parceria com a empresa G&E Serviços, ocorre em formato híbrido, e combinou encontros online e presenciais. Desde terça-feira (4/2), os participantes passaram por formações sobre nutrição para alunos com necessidades alimentares especiais e educação alimentar, segurança do trabalho, ética profissional, relações interpessoais.


 


A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destacou a importância dos merendeiros para a qualidade das refeições oferecidas nas escolas e o impacto do trabalho desses profissionais na nutrição dos alunos. “Cada refeição servida nas nossas escolas representa cuidado, dedicação e saúde para nossos estudantes. Valorizar os merendeiros é reconhecer o papel essencial que desempenham na educação alimentar”, elogiou Hélvia.


 


Presente na abertura, Celina Leão, vice-governadora do DF, foi homenageada pela secretária de Educação. “Tenho a honra de anunciar a vice-governadora, Celina Leão, como a nossa embaixadora da alimentação escolar do Distrito Federal, para estar conosco apoiando, melhorando, avançando cada vez mais nessa pauta, porque você é uma mulher sensível e vai estar muito próxima para dar todo o suporte que a rede precisa”, celebrou Hélvia.


 


Secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, anuncia a embaixadora da alimentação escolar do DF,  a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão,  | Foto: Jotta de Casttro, Ascom/SEEDF.


 


Celina agradeceu pela oportunidade e falou às merendeiras presentes. “Vocês estão transformando a vida das nossas crianças. Nós estamos transformando essa cidade, com o Cartão Material Escolar, o Cartão Creche, com mais de vinte mil crianças nas creches. Não é fácil preparar várias alimentações, é um trabalho pesado, pois são muitas crianças. E o que mais encanta quando vou às escolas é o sorriso e o abraço, o amor que vocês dão todos os dias na nossa rede pública”, elogiou Celina.


Treinamento e valorização


 


A formação das merendeiras vai muito além da entrega da alimentação escolar, pois envolve um compromisso afetivo com os estudantes, muitos dos quais têm na escola a principal refeição do dia”, destacou o subsecretário de Administração Geral, Francisco das Chagas. Ele explica que a SEEDF tem aprimorado os processos de licitação para garantir que os treinamentos sejam parte essencial do serviço prestado à comunidade escolar. O evento Sabor de Escola representa a culminância dessa formação.


 


O encontro presencial também proporcionou um momento de motivação para os merendeiros da rede. O treinamento reforça o compromisso da SEEDF com a alimentação saudável nas escolas, alinhado à política nacional de incentivo ao consumo de alimentos orgânicos. Atualmente, cerca de 80 unidades educacionais das regionais do Núcleo Bandeirante, Guará e São Sebastião já recebem hortifrutis orgânicos, e a expectativa é expandir essa oferta para todas as escolas.


 


Servidores da SEEDF reconhecem o protagonismo das merendeiras  | Foto: Jotta de Casttro, Ascom/SEEDF.


 


O evento é uma forma de reconhecer o protagonismo das merendeiras, que desempenham um papel essencial na alimentação escolar, com dedicação e carinho”, ressalta a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais, Fernanda Matheus Melo. Fernanda apresentou o evento vestida com o uniforme das merendeiras, um gesto simbólico de valorização. “Elas são verdadeiras educadoras. Se o aluno não estiver bem alimentado, ele não aprende. Não basta comprarmos os melhores produtos se não tivermos pessoas que preparam as refeições com amor”, completa.


Volta às aulas

 


Com a proximidade do início do ano letivo, o evento reforçou a preparação dos profissionais para receber os estudantes com refeições nutritivas e equilibradas, assegurando que a alimentação escolar continue sendo um pilar fundamental do aprendizado. “Esse evento é de extrema importância para nós, porque permite reciclar conhecimentos e nos preparar melhor para o dia a dia nas escolas”, destaca Raquel Moreira, merendeira da Escola Classe 502, da Regional do Paranoá.


 


Ela ressalta que o treinamento aborda desde a manipulação de alimentos até a forma de lidar com as crianças, incluindo aquelas com transtorno do espectro autista. “Aprender a lidar com as diferenças é fundamental, e essa formação nos dá mais segurança para começar o ano letivo com tranquilidade. É um respaldo muito grande da Secretaria de Educação, demonstrando valorização pelo nosso trabalho”, completa.


 



A alimentação escolar no Distrito Federal é planejada para garantir refeições nutritivas e balanceadas aos estudantes. Os cardápios são elaborados por nutricionistas, assegurando a presença de proteínas, carboidratos, frutas e hortaliças em todas as refeições. Atualmente, são oferecidos 32 tipos de frutas, verduras e hortaliças provenientes da agricultura familiar, o que também incentiva a produção local e movimenta a economia regional.


 


A qualidade da merenda escolar é fundamental para o desenvolvimento dos estudantes, influenciando diretamente no processo de ensino-aprendizagem. Além de fornecer os nutrientes necessários, a alimentação escolar desempenha um papel importante na formação de hábitos alimentares saudáveis, promovendo a reeducação alimentar desde cedo.


 


Os merendeiros são agentes fundamentais no processo educacional, responsáveis por muito mais que preparar refeições, afinal, eles atuam como verdadeiros educadores disseminadores de saúde“, afirmou Camila Fernanda de Lucca, diretora de Alimentação Escolar da SEEDF.





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GDF cria Comitê Gestor da Saúde para aprimorar serviços ofertados à população

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O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou, nesta sexta-feira (7), a criação do Comitê Gestor da Saúde do DF. A medida foi formalizada com a publicação do Decreto nº 46.833, em edição extra do Diário Oficial do DF. A nova instância tem o objetivo de aprimorar a gestão da rede pública de saúde, tornando os processos administrativos mais eficientes e melhorando a prestação de serviços à população.


“Já avançamos muito na saúde. Vejam que dobramos a quantidade de UPAs, reformamos hospitais e já contratamos mais de 7 mil servidores na área, sendo mais de 2,8 mil médicos”, detalha o governador Ibaneis Rocha. “Agora, é hora de investirmos na melhoria da gestão. Por isso, estamos reforçando, com esse grupo de trabalho, a busca de soluções para o que ainda não melhorou. A população merece e terá um atendimento melhor”, sentencia.



De acordo com o decreto, o comitê será responsável por “planejar políticas públicas de urgência em saúde, visando o atendimento dos objetivos centrais de promoção, prevenção e assistência à saúde” | Foto: Divulgação/IgesDF



O grupo será presidido pelo secretário de Economia, Ney Ferraz Júnior, e contará ainda com a participação de representantes da Secretaria de Saúde, do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges-DF), do Hospital da Criança de Brasília José Alencar e do Instituto de Cardiologia e Transplante do DF (ICTDF).


De acordo com o decreto, o comitê será responsável por “planejar políticas públicas de urgência em saúde, visando o atendimento dos objetivos centrais de promoção, prevenção e assistência à saúde”. Além disso, caberá ao grupo a realização de estudos que orientem a formulação de políticas públicas de urgência na saúde, podendo demandar a elaboração desses estudos a outros órgãos.


Para Ney Ferraz, a determinação do governador Ibaneis Rocha está focada na otimização da administração da saúde pública. “O governador quer a melhoria na gestão da saúde pública do DF. Nesse contexto, o comitê surge para profissionalizar as ações administrativas dentro de toda a rede. Vamos propor soluções para entregar melhores serviços à população, diminuindo tempo de espera em filas e porta de hospitais; comprando com mais agilidade remédios, suprimentos e equipamentos”, explica Ferraz.


O Comitê Gestor da Saúde atuará em diversas frentes, abrangendo logística, aquisições, compras, contratações e gestão de pessoas. A ideia é fortalecer os serviços prestados e otimizar o orçamento da saúde pública, garantindo maior eficiência na alocação dos recursos. “Vamos trabalhar atuando nas questões de logística, aquisições, compras e contratações, mas também na apresentação de propostas melhores para a gestão de pessoas. Ou seja, a gente vai atuar junto com a Secretaria de Saúde, Iges e parceiros para fortalecer os serviços e melhorar os gastos do orçamento público da saúde. A população precisa ser melhor atendida e vamos trabalhar para isso”, ressalta o secretário.


*Com informações da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF)






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https://jornalismodigitaldf.com.br/gdf-cria-comite-gestor-da-saude-para-aprimorar-servicos-ofertados-a-populacao-2/?fsp_sid=107207
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Ministério da Saúde regulamenta Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer

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Na Semana Mundial de Combate ao Câncer, o Ministério da Saúde publicou três portarias com o intuito de fortalecer a prevenção e o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS) . As medidas incluem a regulamentação da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (PNPCC) e a criação Rede de Prevenção e Controle do Câncer e do Programa de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer.


A portaria que regulamenta a Política Nacional, publicada na quinta-feira (6), busca reduzir a incidência dos diversos tipos de câncer, além de garantir atenção integral, desde a prevenção e diagnóstico precoce até o tratamento, reabilitação e cuidados paliativos, oferecendo acompanhamento contínuo em todas as fases da doença. A medida também busca reduzir a mortalidade, as incapacidades causadas pelo câncer e melhorar a qualidade de vida dos pacientes durante o tratamento.


Já as portarias publicadas nesta sexta-feira (7) instituem a Rede de Prevenção e Controle do Câncer e o Programa de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer, com o objetivo de garantir diagnósticos rápidos e promover uma gestão mais eficiente no tratamento da doença. A iniciativa visa integrar os diferentes níveis de atenção, da primária à especializada, assegurando uma coordenação eficaz entre os serviços de saúde.


Além disso, o programa busca reduzir custos, evitar deslocamentos desnecessários e garantir a adesão ao tratamento, por meio de uma busca ativa e acompanhamento individualizado aos pacientes.


A Rede de Prevenção e Controle do Câncer estabelecerá fluxos assistenciais organizados para atender às necessidades dos pacientes, baseados em evidências científicas, com metas e indicadores para avaliar a qualidade dos serviços e os resultados.


O coordenador-geral da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer do Ministério da Saúde, José Barreto, destaca o avanço da criação da rede de controle do câncer, que permitirá um acompanhamento completo da doença, desde o rastreamento até os aspectos específicos e as regulamentações necessárias.


“Trata-se de uma política de integração que vai colocar a oncologia dentro do SUS e o SUS dentro da oncologia. A área de oncologia cresceu além dos limites do sistema ao se integrar com o tratamento de doenças crônicas. Agora, com uma rede específica, teremos a capacidade de monitorar todos os aspectos relacionados ao câncer”, afirmou Barreto.


Todas as portarias foram aprovadas e pactuadas na primeira reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) de 2025. As iniciativas visam organizar o SUS para identificar, monitorar e acompanhar o tratamento das pessoas com câncer ou com potencial para desenvolver a doença.


Confira as novas portarias



Simone Sampaio
Ministério da Saúde






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https://jornalismodigitaldf.com.br/ministerio-da-saude-regulamenta-politica-nacional-de-prevencao-e-controle-do-cancer/?fsp_sid=107195
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Técnica de pesquisadores de neurotrauma do HBDF agiliza alta de pacientes internados em UTIs

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A UTI Neurotrauma do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) recebeu a visita de pesquisadores de um hospital privado de São Paulo em busca de aprender mais sobre a Neuromodulação por Estimulação Elétrica Periférica (Neep) e sobre como implementar o Time de Suporte Neuromuscular Avançado.


Criado em 2021 pelo pesquisador Paulo Eugênio Silva e pela chefe do Serviço de Saúde Funcional do HBDF, a fisioterapeuta Agda Ultra, esse time de suporte busca mudar o paradigma atual (conhecido como survival), em que médicos, fisioterapeutas, enfermeiros e nutricionistas focam a garantia de que os pacientes sobrevivam ao período de internação na UTI. Com os avanços tecnológicos, o maior desafio atual é dar alta aos pacientes da UTI de forma mais rápida e com o máximo de independência funcional (survivorship).


O maior desafio atual é dar alta aos pacientes da UTI de forma mais rápida e com o máximo de independência funcional | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF


“Na UTI, o fisioterapeuta assistencial desempenha um papel fundamental, sendo responsável por até dez pacientes, com foco na reabilitação respiratória e motora. Além disso, ele colabora ativamente em atividades compartilhadas com a equipe multidisciplinar, como transporte intra-hospitalar. Enquanto isso, nosso time especializado trabalha no tratamento específico do sistema neuroimunoendócrino, com ênfase na manutenção da força, massa muscular e na redução do processo inflamatório de baixo grau. Ambos os fisioterapeutas, assistenciais e especializados, têm papéis distintos, mas essenciais e complementares, garantindo um cuidado integral e otimizado ao paciente”, comenta Marília Mendes Rodrigues, pesquisadora e membro do Time de Suporte Neuromuscular Avançado.


Segundo Paulo Eugênio Silva, mais da metade dos pacientes que recebem alta desenvolve uma condição chamada de fraqueza adquirida na UTI. “O uso de medicamentos e a restrição ao leito durante a internação afetam o sistema nervoso periférico, reduzindo significativamente a força muscular. Para que não permaneçam muito tempo internados na UTI, que é um ambiente de alto potencial de infecção, os pacientes costumam ter alta sem conseguir caminhar, tomar banho sozinhos ou se alimentar. Muitos não conseguem voltar ao trabalho, o que se tornou um problema de saúde pública mundial”, explica.


A nova técnica diminui o número de casos de fraqueza adquirida na UTI


Com a aplicação do Suporte Neuromuscular Avançado, a chance de alta sem sequelas é considerável. “Desde que implantamos essa tecnologia, em 2021, atendemos mais de 5 mil pacientes. Em um ensaio clínico com 60 pacientes no Hospital de Base do DF, demonstramos que 50% dos que receberam tratamento convencional desenvolveram fraqueza adquirida na UTI, enquanto que nenhum dos que receberam o Suporte Neuromuscular Avançado apresentou essa condição”, afirma Paulo Eugênio Silva. O estudo foi publicado em 2019 em um importante periódico da sociedade japonesa de terapia intensiva.


Como funciona?


Para aplicar a técnica, o time utiliza um dispositivo específico, desenvolvido a partir de pesquisas científicas que envolvem a Neep. “Venho estudando a Neep desde 2007. Em 2008, realizei um fellowship na Bélgica, o que me permitiu absorver novas ideias. Em 2012, já no Brasil, foi desenvolvido um dispositivo para a aplicação de Neep em pacientes críticos, o único no mundo com certificação da Anvisa para uso em UTI, o que resulta em maior segurança na prática assistencial”, explica o professor.



Os pacientes passam por uma rigorosa avaliação individual para aplicação do tratamento



Os pacientes passam por uma rigorosa avaliação individual para aplicação do tratamento, que envolve a despolarização dos motoneurônios-α, duas vezes por dia, cinco vezes por semana. “Os equipamentos convencionais não possuem características fundamentais como frequência, largura de pulso e intensidade adequadas para nossos pacientes”, explica Marília Mendes.


Atualmente, o time da UTI Neurotrauma do HBDF está vinculado ao grupo de pesquisa Fisiologia Clínica e Inovação Tecnológica, certificado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e localizado no Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). “Por conta do grupo, conduzimos estudos clínicos, orientamos alunos de mestrado e doutorado e temos publicado artigos científicos em periódicos importantes”, relata Silva.



Ana Carolina Lagoa, gerente de pesquisa da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) afirma que a Gerência de Pesquisa (Gerpe) atua no fortalecimento da produção científica no IgesDF, apoiando projetos inovadores como o desenvolvido pelo Time de Pesquisadores da UTI Neurotrauma do HBDF.


O grupo tem quatro pesquisas em andamento, duas nacionais e duas internacionais. Recentemente, Silva contribuiu para um livro oficial da International Functional Electrical Stimulation Society (IFESS) e foi convidado para palestras nos Estados Unidos. “Lançaremos o livro na RehabWeek 2025, em Chicago, e depois palestrarei na Universidade de Maryland”, conta.


*Com informações do IgesDF










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https://jornalismodigitaldf.com.br/tecnica-de-pesquisadores-de-neurotrauma-do-hbdf-agiliza-alta-de-pacientes-internados-em-utis/?fsp_sid=107184
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Técnica de pesquisadores de neurotrauma do HBDF agiliza alta de pacientes internados em UTIs

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A UTI Neurotrauma do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) recebeu a visita de pesquisadores de um hospital privado de São Paulo em busca de aprender mais sobre a Neuromodulação por Estimulação Elétrica Periférica (Neep) e sobre como implementar o Time de Suporte Neuromuscular Avançado.


Criado em 2021 pelo pesquisador Paulo Eugênio Silva e pela chefe do Serviço de Saúde Funcional do HBDF, a fisioterapeuta Agda Ultra, esse time de suporte busca mudar o paradigma atual (conhecido como survival), em que médicos, fisioterapeutas, enfermeiros e nutricionistas focam a garantia de que os pacientes sobrevivam ao período de internação na UTI. Com os avanços tecnológicos, o maior desafio atual é dar alta aos pacientes da UTI de forma mais rápida e com o máximo de independência funcional (survivorship).


O maior desafio atual é dar alta aos pacientes da UTI de forma mais rápida e com o máximo de independência funcional | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF


“Na UTI, o fisioterapeuta assistencial desempenha um papel fundamental, sendo responsável por até dez pacientes, com foco na reabilitação respiratória e motora. Além disso, ele colabora ativamente em atividades compartilhadas com a equipe multidisciplinar, como transporte intra-hospitalar. Enquanto isso, nosso time especializado trabalha no tratamento específico do sistema neuroimunoendócrino, com ênfase na manutenção da força, massa muscular e na redução do processo inflamatório de baixo grau. Ambos os fisioterapeutas, assistenciais e especializados, têm papéis distintos, mas essenciais e complementares, garantindo um cuidado integral e otimizado ao paciente”, comenta Marília Mendes Rodrigues, pesquisadora e membro do Time de Suporte Neuromuscular Avançado.


Segundo Paulo Eugênio Silva, mais da metade dos pacientes que recebem alta desenvolve uma condição chamada de fraqueza adquirida na UTI. “O uso de medicamentos e a restrição ao leito durante a internação afetam o sistema nervoso periférico, reduzindo significativamente a força muscular. Para que não permaneçam muito tempo internados na UTI, que é um ambiente de alto potencial de infecção, os pacientes costumam ter alta sem conseguir caminhar, tomar banho sozinhos ou se alimentar. Muitos não conseguem voltar ao trabalho, o que se tornou um problema de saúde pública mundial”, explica.


A nova técnica diminui o número de casos de fraqueza adquirida na UTI


Com a aplicação do Suporte Neuromuscular Avançado, a chance de alta sem sequelas é considerável. “Desde que implantamos essa tecnologia, em 2021, atendemos mais de 5 mil pacientes. Em um ensaio clínico com 60 pacientes no Hospital de Base do DF, demonstramos que 50% dos que receberam tratamento convencional desenvolveram fraqueza adquirida na UTI, enquanto que nenhum dos que receberam o Suporte Neuromuscular Avançado apresentou essa condição”, afirma Paulo Eugênio Silva. O estudo foi publicado em 2019 em um importante periódico da sociedade japonesa de terapia intensiva.


Como funciona?


Para aplicar a técnica, o time utiliza um dispositivo específico, desenvolvido a partir de pesquisas científicas que envolvem a Neep. “Venho estudando a Neep desde 2007. Em 2008, realizei um fellowship na Bélgica, o que me permitiu absorver novas ideias. Em 2012, já no Brasil, foi desenvolvido um dispositivo para a aplicação de Neep em pacientes críticos, o único no mundo com certificação da Anvisa para uso em UTI, o que resulta em maior segurança na prática assistencial”, explica o professor.



Os pacientes passam por uma rigorosa avaliação individual para aplicação do tratamento



Os pacientes passam por uma rigorosa avaliação individual para aplicação do tratamento, que envolve a despolarização dos motoneurônios-α, duas vezes por dia, cinco vezes por semana. “Os equipamentos convencionais não possuem características fundamentais como frequência, largura de pulso e intensidade adequadas para nossos pacientes”, explica Marília Mendes.


Atualmente, o time da UTI Neurotrauma do HBDF está vinculado ao grupo de pesquisa Fisiologia Clínica e Inovação Tecnológica, certificado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e localizado no Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). “Por conta do grupo, conduzimos estudos clínicos, orientamos alunos de mestrado e doutorado e temos publicado artigos científicos em periódicos importantes”, relata Silva.



Ana Carolina Lagoa, gerente de pesquisa da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) afirma que a Gerência de Pesquisa (Gerpe) atua no fortalecimento da produção científica no IgesDF, apoiando projetos inovadores como o desenvolvido pelo Time de Pesquisadores da UTI Neurotrauma do HBDF.


O grupo tem quatro pesquisas em andamento, duas nacionais e duas internacionais. Recentemente, Silva contribuiu para um livro oficial da International Functional Electrical Stimulation Society (IFESS) e foi convidado para palestras nos Estados Unidos. “Lançaremos o livro na RehabWeek 2025, em Chicago, e depois palestrarei na Universidade de Maryland”, conta.


*Com informações do IgesDF










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CRQ XII impugna edital da CAESB para garantir a inclusão de Profissionais da Química

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O Conselho Regional de Química da 12ª Região (CRQ XII – Goiás, Tocantins e Distrito Federal) impugnou o Edital nº 001/2024 do concurso público da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (CAESB). A decisão questiona a ausência da exigência de registro profissional para Engenheiros Químicos e Engenheiros Ambientais, além da restrição indevida à formação acadêmica para determinados cargos.


Diante da argumentação apresentada pelo CRQ XII, a impugnação foi parcialmente atendida, e o edital foi alterado para incluir os licenciados e exigir o registro de Engenheiros Químicos e Engenheiros Ambientais (de acordo com suas atividades) no Conselho Regional de Química.


Com essa medida, o regional reforça que a ausência dessa exigência compromete a regularidade do exercício profissional e pode impactar a qualidade e a segurança dos processos de saneamento da companhia.


A CAESB, cuja atividade envolve o tratamento e controle de qualidade da água, está registrada no CRQ XII desde 1986 e deve contar com Profissionais da Química devidamente habilitados para atuar em seus laboratórios e estações de tratamento.


Denúncias sobre possíveis irregularidades em concursos ou processos licitatórios podem ser feitas pela Ouvidoria do CRQ XII ou pelo e-mail: crq12@crq12.org.br. Para acessar o documento completo, clique aqui.






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Poupança registra saída líquida de R$ 26,2 bilhões em janeiro

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Os brasileiros sacaram R$ 26,2 bilhões da caderneta de poupança em janeiro, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados nesta sexta-feira (7/2). Segundo o BC, os depósitos somaram R$ 326,9 bilhões e as retiradas foram de R$ 353,1 bilhões.


É o maior resultado em termos de retirada líquida (quando os saques são superiores aos depósitos) em dois anos. Em 2023, os brasileiros sacaram mais de R$ 33,6 bilhões da poupança.




Caderneta de poupança em 2024



  • A saída líquida foi de R$ 15,5 bilhões no ano passado, com R$ 4,17 trilhões em depósitos e R$ 4,21 trilhões em retiradas.

  • Foi o melhor resultado em termos de captação líquida nos últimos quatro anos. Em 2020, foi registrado captação positiva de mais de R$ 166 bilhões na poupança, enquanto em 2021 teve captação negativa de R$ 35,4 bilhões.

  • O resultado dos saques representa um recuo em relação a 2023, quando registrou saída líquida de R$ 87,8 bilhões da poupança — segunda maior da série histórica iniciada em 1995.




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De acordo com a apuração da Polícia Civil, as vítimas movimentaram mais de R$ 4 milhões
Cédulas de R$ 50
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De acordo com a apuração da Polícia Civil, as vítimas movimentaram mais de R$ 4 milhões

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A poupança em janeiro


O resultado também marca o 11º ano consecutivo em que o saldo da caderneta de poupança é negativo em janeiro. Em comparação com janeiro de 2024, a saída líquida da caderneta de poupança cresceu 30,2%. À época, foram sacados 20,1 bilhões.



Confira a trajetória nos últimos quatro anos para janeiro:



  • 2021: saída líquida de R$ 18,2 bilhões.

  • 2022: saída líquida de R$ 19,7 bilhões bilhões.

  • 2023: saída líquida de R$ 33,6 bilhões.

  • 2024: saída líquida de R$ 20,1 bilhões.


Além disso, o estoque investido na poupança caiu de 1,03 trilhão (em dezembro de 2024) para 1,01 trilhão (em janeiro de 2025). Em janeiro do ano passado, o valor era de pouco mais de R$ 968 bilhões.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/poupanca-registra-saida-liquida-de-r-262-bilhoes-em-janeiro/?fsp_sid=106959
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Primeiro sorteio de 2025 do Nota Legal será realizado em 21 de maio com prêmio inédito de R$ 1 milhão

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O primeiro sorteio do programa Nota Legal de 2025 já tem data marcada. Conforme a Instrução Normativa nº 07 da Secretaria de Economia, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (7), o evento será realizado no dia 21 de maio. Pela primeira vez na história do programa, o prêmio principal terá o valor de R$ 1 milhão.


“Estamos fazendo o sorteio ainda mais atraente e acredito que vai estimular as pessoas a pedirem uma nota fiscal mesmo para pequenas compras. Para concorrer ao prêmio milionário, basta pedir o CPF na nota fiscal e cada bilhete emitido é um número para concorrer, não importa o valor do cupom fiscal”, explica o secretário de Economia, Ney Ferraz.


O programa Nota Legal incentiva os consumidores a exigirem a emissão de notas fiscais nas compras de bens e serviços, proporcionando benefícios como abatimento em impostos e a participação em sorteios de prêmios em dinheiro | Foto: Divulgação/Seec


A publicação desta sexta-feira (7) estabelece, ainda, as normas complementares para a operacionalização do sorteio eletrônico de prêmios em moeda corrente nacional, referente ao primeiro semestre do ano. Para participar do sorteio, é necessário estar cadastrado no programa até o dia 12 de março deste ano.


“Serão consideradas as notas fiscais emitidas entre 1º de maio e 31 de outubro de 2024”, detalha a coordenadora do programa, a auditora da Receita do DF, Giovanna Botelho. Ela ainda explica que no total serão 12,6 mil prêmios de R$ 100 a R$ 1 milhão. “Somando todas as premiações, o GDF vai distribuir R$ 3,5 milhões”, contabiliza


O programa Nota Legal incentiva os consumidores a exigirem a emissão de notas fiscais nas compras de bens e serviços, proporcionando benefícios como abatimento em impostos e a participação em sorteios de prêmios em dinheiro. A inclusão do CPF na nota fiscal permite que os participantes concorram automaticamente aos prêmios, desde que já cadastrados previamente no programa por meio do site www.notalegal.df.gov.br.


Os participantes poderão acompanhar os detalhes e a lista de ganhadores no site oficial do Nota Legal a partir do dia 5 de junho. A iniciativa reforça a importância da cidadania fiscal e o combate à sonegação de impostos, incentivando a formalização das transações comerciais no Distrito Federal.


*Com informações da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF)










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https://jornalismodigitaldf.com.br/primeiro-sorteio-de-2025-do-nota-legal-sera-realizado-em-21-de-maio-com-premio-inedito-de-r-1-milhao/?fsp_sid=106947
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Primeiro sorteio de 2025 do Nota Legal será realizado em 21 de maio com prêmio inédito de R$ 1 milhão

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O primeiro sorteio do programa Nota Legal de 2025 já tem data marcada. Conforme a Instrução Normativa nº 07 da Secretaria de Economia, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (7), o evento será realizado no dia 21 de maio. Pela primeira vez na história do programa, o prêmio principal terá o valor de R$ 1 milhão.


“Estamos fazendo o sorteio ainda mais atraente e acredito que vai estimular as pessoas a pedirem uma nota fiscal mesmo para pequenas compras. Para concorrer ao prêmio milionário, basta pedir o CPF na nota fiscal e cada bilhete emitido é um número para concorrer, não importa o valor do cupom fiscal”, explica o secretário de Economia, Ney Ferraz.


O programa Nota Legal incentiva os consumidores a exigirem a emissão de notas fiscais nas compras de bens e serviços, proporcionando benefícios como abatimento em impostos e a participação em sorteios de prêmios em dinheiro | Foto: Divulgação/Seec


A publicação desta sexta-feira (7) estabelece, ainda, as normas complementares para a operacionalização do sorteio eletrônico de prêmios em moeda corrente nacional, referente ao primeiro semestre do ano. Para participar do sorteio, é necessário estar cadastrado no programa até o dia 12 de março deste ano.


“Serão consideradas as notas fiscais emitidas entre 1º de maio e 31 de outubro de 2024”, detalha a coordenadora do programa, a auditora da Receita do DF, Giovanna Botelho. Ela ainda explica que no total serão 12,6 mil prêmios de R$ 100 a R$ 1 milhão. “Somando todas as premiações, o GDF vai distribuir R$ 3,5 milhões”, contabiliza


O programa Nota Legal incentiva os consumidores a exigirem a emissão de notas fiscais nas compras de bens e serviços, proporcionando benefícios como abatimento em impostos e a participação em sorteios de prêmios em dinheiro. A inclusão do CPF na nota fiscal permite que os participantes concorram automaticamente aos prêmios, desde que já cadastrados previamente no programa por meio do site www.notalegal.df.gov.br.


Os participantes poderão acompanhar os detalhes e a lista de ganhadores no site oficial do Nota Legal a partir do dia 5 de junho. A iniciativa reforça a importância da cidadania fiscal e o combate à sonegação de impostos, incentivando a formalização das transações comerciais no Distrito Federal.


*Com informações da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF)










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