Sobrou almoço? Veja os riscos de deixar a comida fora da geladeira

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Depois que o almoço fica pronto, é comum que a comida passe horas sobre o fogão enquanto esperamos a temperatura dos alimentos baixar — ou mesmo por preguiça de guardar tudo em seus devidos recipientes imediatamente. Mas você sabe quais são os riscos dessa prática para a saúde?


De acordo com nutricionistas, deixar os alimentos fora da refrigeração adequada por muito tempo pode aumentar o risco de contaminação, e os danos podem ser graves. “Pode ter o crescimento de bactérias, a proliferação de fungos e toxinas. Esses microrganismos fazem mal à saúde, podendo causar intoxicação alimentar”, alerta a nutricionista Camila Pedrosa, que atua em Brasília.


Ela ressalta que o tempo que os alimentos podem ficar fora da geladeira depende de alguns fatores, como: se o alimento estava refrigerado antes; se foi reaquecido; ou se foi preparado recentemente.


“De modo geral, os alimentos perecíveis, como carnes cruas ou preparadas, laticínios, pratos prontos, arroz, feijão, macarrão, legumes e verduras, devem ficar no máximo duas horas fora da geladeira. O ideal seria até uma hora e meia, porque quando a comida começa a perder temperatura e ficar morna, ela se torna um ambiente ideal para o crescimento bacteriano e a proliferação de fungos”, explica a especialista.



O nutricionista Gabriel Moliterne, do Hospital Albert Sabin de São Paulo, também aponta que a temperatura ambiente é um fator crucial para o crescimento das bactérias. Bactérias patogênicas — como Salmonella, Escherichia coli, Listeria monocytogenes e Campylobacter — se multiplicam rapidamente em temperaturas entre 5°C e 60°C.


“O consumo desses alimentos pode levar a infecções bacterianas, com sintomas como diarreia, vômitos e dor abdominal. Esses desconfortos podem aparecer de 30 minutos a quatro dias após o consumo”, diz Moliterne.




Recomendações da Anvisa



  • No supermercado, verifique se os produtos estão dentro da validade e se são armazenados nas condições adequadas.

  • Em casa, guarde os produtos conforme as orientações do fabricante, presentes no rótulo.

  • Lave as mãos antes de iniciar o preparo dos alimentos para evitar contaminação.

  • Evite o contato de alimentos crus com alimentos cozidos. Lave os utensílios usados no preparo de alimentos crus antes de utilizá-los nos cozidos.

  • Certifique-se de que os alimentos sejam cozidos em temperatura suficientemente alta para matar os microrganismos mais nocivos.

  • Mantenha os alimentos quentes acima de 60ºC e os alimentos frios abaixo de 5ºC até o momento de servir.




Posso reaquecer a comida?


Quando o assunto é reaquecimento, a nutricionista Camila Pedrosa alerta que, se o alimento ficou por muito tempo em temperatura ambiente, a melhor opção é descartá-lo.


“O mais seguro é não tentar reaproveitá-lo, pois a proliferação de bactérias resistentes pode causar infecções graves. As toxinas presentes em alguns alimentos não são destruídas pelo calor ou congelamento, o que pode agravar a situação”, conta.


Quais alimentos estragam mais rápido?


Os alimentos mais sensíveis à temperatura ambiente são os perecíveis, como carnes cruas ou cozidas, laticínios, ovos e pratos preparados com ovos crus. “Esses têm maior tendência a se deteriorar rapidamente. A mudança de temperatura, seja para cima ou para baixo, acelera esse processo”, observa Camila.


Embora seja difícil identificar com precisão se um alimento está contaminado, alguns sinais são visíveis, como a perda de cor e brilho de carnes e peixes, que começam a ficar opacos e viscosos.


“Mas atenção! Muitas vezes a contaminação pode ter ocorrido antes que esses sinais apareçam”, alerta Camila. Por isso, o armazenamento correto e a refrigeração ou aquecimento adequado dos alimentos são fundamentais para prevenir infecções.


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Sazonalidade das doenças respiratórias alerta para cuidados com as crianças

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A sazonalidade dos vírus respiratórios normalmente ocorre no Brasil entre janeiro e junho, acometendo, principalmente, crianças, idosos e pessoas com a imunidade mais baixa. A bronquiolite viral aguda (BVA) é a principal preocupação da área pediátrica, pois atinge crianças de até dois anos e é responsável pela maioria das internações deste período.



Bebês e crianças de até dois anos estão entre a maioria dos casos de infecções respiratórias virais | Foto: Alberto Ruy/IgesDF




“A criança pequena tem o seu sistema imunológico ainda em processo de amadurecimento, o que torna essa faixa etária, principalmente as crianças abaixo de 6 anos, mais predispostas ao adoecimento”


Pedro Ribeiro Bianchini, infectologista pediátrico do HRSM



A bronquiolite viral aguda é uma infecção viral que acomete a parte mais delicada do pulmão dos bebês, os bronquíolos. Essas estruturas do organismo são a continuidade dos brônquios, que distribuem o ar para dentro dos pulmões.


O infectologista pediátrico do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Pedro Ribeiro Bianchini, lembra que é possível ter uma variação nos vírus circulantes, mas os principais são o vírus sincicial respiratório (VSR), o coronavírus SARS-CoV-2, rinovírus e metapneumovírus, além do vírus da influenza.


Sintomas


“Esses vírus têm uma distinção clínica muito difícil, pois apresentam sintomas semelhantes, e só é possível identificá-los com a realização de exames específicos, mas a condução clínica é semelhante, e em sua maioria sintomática, com medicação para febre e limpeza nasal”, orienta o médico. “A necessidade de outras medicações e até de internação e outros procedimentos, eventualmente necessários, é determinada apenas pelo pediatra, durante a avaliação clínica.”


Tratando-se de doença causada por vírus respiratórios, o quadro começa com um resfriado, obstrução nasal, coriza clara, tosse, febre, recusa nas mamadas e irritabilidade de intensidade variável.  Em um ou dois dias, esses sintomas evoluem para tosse mais intensa, dificuldade para respirar, respiração rápida e sibilância (chiado/chio de peito). Por vezes, pode haver sinais e sintomas mais graves, como sonolência, gemência, cianose (arroxeamento dos lábios e extremidades) e pausas respiratórias.


A orientação é que a família fique atenta aos sinais, principalmente nos bebês; e, em caso de evolução dos sintomas, busque imediatamente atendimento médico. “A criança pequena tem o seu sistema imunológico ainda em processo de amadurecimento, o que torna essa faixa etária, principalmente as crianças abaixo de 6 anos, mais predispostas ao adoecimento”, ressalta Bianchini. 


Volta às aulas


O fato de a transmissão dos vírus respiratórios ser facilitada pela aglomeração de pessoas faz com que o retorno às aulas seja um momento de maior proliferação de doenças respiratórias, pois as crianças se juntam em um mesmo ambiente.


“As principais medidas para diminuir a chance de adoecimento incluem a atualização do cartão vacinal, e ressalto também a importância das vacinas contra covid-19 e coqueluche”, afirma o infectologista pediátrico. O profissional recomenda manter o hábito de fazer a higienização nasal diária e incentivar a criança a lavar as mãos com frequência, além de proporcionar uma alimentação equilibrada, sono saudável e fazer um acompanhamento regular com o pediatra.


*Com informações do IgesDF


 






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Educação promove palestra sobre educação na era tecnológica

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Educar é um ofício que equilibra desafios e recompensas. Foi com essa perspectiva que se iniciou a palestra “Educação 5.0: conexões humanas para o século XXI”, realizada no 1º Encontro Pedagógico 2025 da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). O evento, que marca o encerramento da Semana Pedagógica, reuniu subsecretários e equipes das Coordenações Regionais de Ensino (CREs) no Teatro Poupex, nessa sexta-feira (7).


Ministrada pelo presidente do Instituto Casagrande, professor Renato Casagrande, a palestra promoveu um debate enriquecedor sobre os desafios e transformações no trabalho educacional na era tecnológica. Em especial, foram abordadas as implicações da Inteligência Artificial (IA) na educação, incentivando professores e gestores a repensarem suas práticas pedagógicas e gestão escolar diante das novas exigências do mundo digital, sem perder de vista o vínculo, a colaboração e a personalização do ensino.


A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, participou do evento e destacou a importância de compreender a tecnologia como aliada do ensino | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF


A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destacou a importância de compreender a tecnologia como aliada do ensino, sem perder de vista a essência da escola. “Quando falamos em tecnologia na educação, seu avanço deve servir para apoiar e aprimorar o ensino, nunca para substituir o professor. Na minha visão, o professor é insubstituível. Nenhum robô, por mais avançado que seja, pode substituir o olhar atento do educador, capaz de perceber quando um aluno está em sofrimento, com fome ou enfrentando uma situação difícil”, disse na abertura do evento.


De maneira leve e bem-humorada, o professor Renato Casagrande cativou a audiência ao trazer situações corriqueiras do magistério, gerando identificação entre os participantes. A palestra destacou como a mudança de paradigma promovida pela tecnologia transforma não apenas a forma de ensinar, mas também a organização do pensamento pedagógico.



Papel do professor


Casagrande também ressaltou que o papel do professor se reinventa na era digital, mas continua essencial. “A inteligência artificial pode ser uma ferramenta incrível, mas o aprendizado só acontece de verdade quando há mediação humana. O professor é aquele que dá sentido à informação e conduz o estudante para além dos dados, ajudando-o a desenvolver pensamento crítico e criatividade”, destacou.


A reflexão também se estendeu às novas demandas da sociedade do século XXI, ressaltando o papel dos gestores na formulação de estratégias inovadoras e na adoção de abordagens pedagógicas mais dinâmicas. O desafio é preparar as futuras gerações não apenas para absorver conteúdo, mas para desenvolver pensamento crítico, criatividade e conexões humanas em um mundo cada vez mais digitalizado.


*Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)










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https://jornalismodigitaldf.com.br/educacao-promove-palestra-sobre-educacao-na-era-tecnologica/?fsp_sid=107669
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Educação promove palestra sobre educação na era tecnológica

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Educar é um ofício que equilibra desafios e recompensas. Foi com essa perspectiva que se iniciou a palestra “Educação 5.0: conexões humanas para o século XXI”, realizada no 1º Encontro Pedagógico 2025 da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). O evento, que marca o encerramento da Semana Pedagógica, reuniu subsecretários e equipes das Coordenações Regionais de Ensino (CREs) no Teatro Poupex, nessa sexta-feira (7).


Ministrada pelo presidente do Instituto Casagrande, professor Renato Casagrande, a palestra promoveu um debate enriquecedor sobre os desafios e transformações no trabalho educacional na era tecnológica. Em especial, foram abordadas as implicações da Inteligência Artificial (IA) na educação, incentivando professores e gestores a repensarem suas práticas pedagógicas e gestão escolar diante das novas exigências do mundo digital, sem perder de vista o vínculo, a colaboração e a personalização do ensino.


A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, participou do evento e destacou a importância de compreender a tecnologia como aliada do ensino | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF


A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destacou a importância de compreender a tecnologia como aliada do ensino, sem perder de vista a essência da escola. “Quando falamos em tecnologia na educação, seu avanço deve servir para apoiar e aprimorar o ensino, nunca para substituir o professor. Na minha visão, o professor é insubstituível. Nenhum robô, por mais avançado que seja, pode substituir o olhar atento do educador, capaz de perceber quando um aluno está em sofrimento, com fome ou enfrentando uma situação difícil”, disse na abertura do evento.


De maneira leve e bem-humorada, o professor Renato Casagrande cativou a audiência ao trazer situações corriqueiras do magistério, gerando identificação entre os participantes. A palestra destacou como a mudança de paradigma promovida pela tecnologia transforma não apenas a forma de ensinar, mas também a organização do pensamento pedagógico.



Papel do professor


Casagrande também ressaltou que o papel do professor se reinventa na era digital, mas continua essencial. “A inteligência artificial pode ser uma ferramenta incrível, mas o aprendizado só acontece de verdade quando há mediação humana. O professor é aquele que dá sentido à informação e conduz o estudante para além dos dados, ajudando-o a desenvolver pensamento crítico e criatividade”, destacou.


A reflexão também se estendeu às novas demandas da sociedade do século XXI, ressaltando o papel dos gestores na formulação de estratégias inovadoras e na adoção de abordagens pedagógicas mais dinâmicas. O desafio é preparar as futuras gerações não apenas para absorver conteúdo, mas para desenvolver pensamento crítico, criatividade e conexões humanas em um mundo cada vez mais digitalizado.


*Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)










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Melhoramento genético de gado aumenta produtividade e traz sustentabilidade a propriedades rurais do DF

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À frente de uma propriedade no Núcleo Rural Jardim, no Paranoá, Valdeci de Castro é um dos 65 produtores do Distrito Federal beneficiados pelo programa +Pecuária Brasil, iniciativa que promove gratuitamente o melhoramento genético de rebanhos bovinos de corte e de leite por meio da utilização da biotecnologia reprodutiva.


O projeto é uma parceria entre a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e a Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares do Brasil (Conafer) firmada em maio de 2022 e executada desde janeiro de 2023. O objetivo é impulsionar a produção agropecuária dos pequenos produtores.



Cabe à Emater selecionar os produtores e orientá-los em relação à sanidade, ao manejo e à nutrição dos animais | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília



“Há um ano e meio entraram em contato comigo para me explicar o programa. Aceitei porque o melhoramento genético é algo muito bom”, afirma. Com isso, todas as 21 vacas do pequeno produtor têm passado pela técnica da inseminação artificial em tempo fixo (IATF) com sêmens de touros premiados, dando à luz bezerros geneticamente melhorados. “O grande diferencial é a qualidade dos bezerros. São maiores e têm uma genética melhor”, explica. Atualmente, a propriedade produz 180 litros de leite. Com o programa, a previsão é dobrar a produção.


Cabe à Emater selecionar os produtores e orientá-los em relação à sanidade, ao manejo e à nutrição dos animais. A Conafer é responsável pelo serviço veterinário e materiais, bem como por todos os custos hormonais. Já os produtores têm como contrapartida identificar e garantir o cuidado aos animais.


“Nosso objetivo é melhorar a qualidade genética dos animais, melhorando as matrizes leiteiras e de corte com os bezerros. É um convênio que tem várias etapas e várias mãos. Já são dois anos de atividades práticas e quase 500 bezerros nascidos só no DF”, comenta o técnico da Emater Douglas Mariz.


Inicialmente, os profissionais fazem um trabalho para igualar o cio de todas as vacas da propriedade. Na sequência, levam o material genético melhorado ao local e concluem a inseminação. Depois, seguem acompanhando o processo, com direito até a ultrassonografia nos animais.


Produtividade e sustentabilidade


O principal resultado do melhoramento genético é o aumento da produtividade das propriedades. “No caso da produção de leite, uma vaca sem muita genética produz de oito a dez litros por dia, enquanto uma vaca modificada geneticamente pode produzir até 20 litros por dia. Então, nosso objetivo é dobrar a produtividade com a mesma quantidade de animais”, explica o coordenador técnico regional de Goiás e do Distrito Federal da Conafer, o veterinário Rafael Rodrigues.


Além de possibilitar mais rentabilidade às propriedades, o programa também tem um olhar para a questão sustentável da pecuária brasileira. “Tem o contexto do crédito de carbono. Se temos animais mais produtivos, diluímos a produtividade de carbono na propriedade, dando mais sustentabilidade e qualidade de vida”, acrescenta Rodrigues.


Desde o início das atividades até dezembro de 2024, o programa inseminou 858 vacas, resultando em 489 prenhezes e 486 nascimentos. A taxa de prenhez no DF é de 57%, valor acima da média nacional que fica entre 40% e 45%. “Falamos que a reprodução é a ponta da pirâmide. Para um resultado como esse, é preciso toda uma base bem-feita, com nutrição, sanidade, manejo e estrutura”, comenta o coordenador técnico regional de Goiás e do Distrito Federal da Conafer.






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José Humberto e Tânia. A a família sempre em primeiro lugar, a base de tudo!

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Ontem (07/02) foi um dia de grande felicidade para o secretário de governo José Humberto, neste dia completam 44 anos de união com sua amada Tânia, um casamento que é exemplo para todos os casais. Parceria, religiosidade, companheirismo, trabalho e tudo de correto em uma família, isso é o que vivem José Humberto e Tânia durante esses 44 anos.

“Meu grande amigo Zé, como costumo te chamar, é uma honra ser seu amigo. Me enche de orgulho e alegria quando em conversas, você estende sua mão e diz que entre suas amizades, a minha esta entre os cinco dedos de sua mão. Muitas felicidades, e que Deus conserve essa união junto a sua com amada Tânia, Eugênio Piedade

EG NEWS





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Sintonia: Bruna Mascarenhas fala sobre os “dilemas” de Rita no 5º ano

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Bruna Mascarenhas conquistou os holofotes desde que estreou como Rita em Sintonia, um dos principais sucessos nacionais da Netflix. Na primeira temporada, a atriz entregou uma menina que vendia produtos roubados na plataforma do metrô para se sustentar, e encerra a produção com uma Rita advogada, casada e ainda amiga de Doni (Jottapê) e Nando (Christian Malheiros).


A quinta e última temporada de Sintonia estreou na Netflix na última quarta-feira (5/2), com Rita, Nando e Doni envolvidos em mais uma série de confusões da vida adulta. Bruna garante que, no caso de sua personagem, a balança moral vai pesar contra as atitudes de Nando.


Imagem colorida de Bruna Mascarenhas, Christian Malheiros e Jottapê - Metrópoles
Bruna Mascarenhas, Christian Malheiros e Jottapê


“A Rita entendeu que ela pode estar do lado do Nando, mas de outra forma. Ela está se formando como mulher, ela vai sair daquele lugar de menina que não existe mais. Esses dilemas que a Rita trouxe ao longo das temporadas é o que mais me encanta nela”, diz a atriz em papo exclusivo com o Metrópoles.


Bruna ainda lembrou que, neste quinto ano, Rita enfrenta crises de ansiedade. Ela diz que ficou feliz em representar uma personagem que possa alertar para a importância do cuidado com a saúde mental.  “Eu me sinto preparada para deixar a Rita finalizar a história dela e eu começar um novo capítulo da minha vida”, completa, emocionada.


A última cena que gravei na série foi olhando para o lugar onde ela trabalha e a câmera me pegou de costas. Eu me emocionei tanto porque eu pensei: ‘Caramba, olha tudo que ela passou’.

Bruna Mascarenhas

Foto colorida da 5ª temporada de Sintonia - Metrópoles


Amadurecimento na vida real


No papo, Bruna também falou sobre o amadurecimento que ela, Jottapê e Christian Malheiros enfrentaram junto de seus personagens, já que passaram sete anos gravando o projeto. O eterno Doni, por exemplo, anunciou o fim de sua carreira no funk após se converter para a igreja.


“Por muito tempo eu corri atrás de tudo, eu consegui tudo isso, mas eu tinha um vazio enorme dentro de mim. E graças a Deus hoje eu não tenho mais esse vazio”, disse o cantor em evento de Sintonia em São Paulo, no último dia 1º, no qual o Metrópoles esteve presente.


“O Jota sempre tinha um vazio, ele comentava com a gente. De uns tempos para cá… acho que por ele ter virado pai, a família dele é evangélica, ele só não estava de fato vivendo em Cristo”, contou a atriz.






Próximos planos


Bruna adiantou que está com planos no teatro e nos cinemas após o fim da série, e disse que nunca diria “não” para viver Rita novamente em um spin-off ou projeto da produção.


Eu não conseguiria dizer não para a minha Ritinha.

Bruna Mascarenhas

“Estou negociando um filme para esse primeiro semestre. De teatro, tem uma peça que eu fiz, Matou a Família e foi ao Cinema, em 2023 e agora a gente está voltando. É uma peça que fala de cinema como presença, como a gente fazer uma peça que também envolvesse cinema audiovisual, momento presente. E também fala de relações homoafetivas e como elas são retratadas no cinema”, relata.


“A Ritinha me inspirou numa coisa, que por eu já ter ligação com as comunidades, eu pensei em retribuir esse carinho e criei um projeto social de dar aulas em comunidades para adolescentes de TV e cinema”, finaliza, alertando ainda que só conseguiu alavancar o projeto após ter sido contemplada na Lei Rouanet.


Imagem colorida de Bruna Mascarenhas - Metrópoles






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Vigilância Ambiental em Saúde fortalece ações contra a dengue no Varjão

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O combate à dengue no Distrito Federal não para. Desta vez, agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas) da Secretaria de Saúde (SES-DF) percorreram as quadras 3 e 8 do Varjão para reforçar as ações de combate à doença. A iniciativa incluiu inspeções em residências, eliminação de criadouros, aplicação de larvicida e conscientização da população sobre a importância da prevenção.


A moradora Maria Santos, 64, recebeu a equipe e demonstrou estar atenta aos cuidados necessários. “Aqui na minha casa sou muito cuidadosa, gosto de tudo limpo, faço furinhos nos pratos das plantas para não acumular água, eu reparo em tudo. Esse trabalho dos agentes é muito importante, porque eu já tive dengue e fiquei um bom tempo de cama”, conta.



Segundo a Ava Giselle Ando, o exemplo de Maria mostra como pequenas ações fazem a diferença no combate ao mosquito. “É fundamental que os moradores tomem as devidas providências, como emborcar objetos que estão virados para cima acumulando água da chuva e jogar o lixo fora. A casa da dona Maria está de parabéns. Já tínhamos passado as orientações e ela está bem consciente sobre os perigos. Está tudo bem cuidado”, afirma.


Assim como Maria, o jardineiro José Ferreira, 69, também reforçou os cuidados após visitas anteriores dos agentes. “Fui orientado a recolher o material que estava com água parada e desde então procuramos fazer a limpeza de tudo. Eu só tenho a agradecer pelas instruções”, diz.


Combate ao mosquito


Além de orientações, os profissionais também aplicaram um larvicida biológico em pontos estratégicos. Esse produto impede que as larvas do mosquito se desenvolvam e se tornem transmissores da dengue. Quando não é possível eliminar certos depósitos com água, essa é uma medida eficaz para o controle da proliferação. “O larvicida pode agir de um a três meses a depender do local, mas a melhor forma de prevenção sempre será eliminar os depósitos”, explicou o Ava Elvis Oliveira.



No período chuvoso, os cuidados devem ser redobrados, pois pequenos objetos esquecidos ao ar livre, por exemplo, podem se tornar criadouros do mosquito transmissor da dengue, febre amarela, zika e chikungunya. De acordo com Oliveira, a atenção dos moradores é essencial para evitar novos casos. “Às vezes, um copo jogado no quintal acumula água e vira um depósito ativo. Nosso olhar técnico ajuda a identificar esses riscos, mas o morador é nosso principal aliado nessa luta”, ressalta.


Dados


O último boletim epidemiológico registrou, aproximadamente, 2,9 mil casos prováveis de dengue, uma redução expressiva em relação ao mesmo período de 2024, quando houve mais de 70 mil notificações. Para fortalecer a prevenção, a SES-DF conta com 858 Avas. Somente no ano passado, foram mais de 2 milhões de residências visitadas em todo o Distrito Federal.


*Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)










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https://jornalismodigitaldf.com.br/vigilancia-ambiental-em-saude-fortalece-acoes-contra-a-dengue-no-varjao/?fsp_sid=107379
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Vigilância Ambiental em Saúde fortalece ações contra a dengue no Varjão

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O combate à dengue no Distrito Federal não para. Desta vez, agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas) da Secretaria de Saúde (SES-DF) percorreram as quadras 3 e 8 do Varjão para reforçar as ações de combate à doença. A iniciativa incluiu inspeções em residências, eliminação de criadouros, aplicação de larvicida e conscientização da população sobre a importância da prevenção.


A moradora Maria Santos, 64, recebeu a equipe e demonstrou estar atenta aos cuidados necessários. “Aqui na minha casa sou muito cuidadosa, gosto de tudo limpo, faço furinhos nos pratos das plantas para não acumular água, eu reparo em tudo. Esse trabalho dos agentes é muito importante, porque eu já tive dengue e fiquei um bom tempo de cama”, conta.



Segundo a Ava Giselle Ando, o exemplo de Maria mostra como pequenas ações fazem a diferença no combate ao mosquito. “É fundamental que os moradores tomem as devidas providências, como emborcar objetos que estão virados para cima acumulando água da chuva e jogar o lixo fora. A casa da dona Maria está de parabéns. Já tínhamos passado as orientações e ela está bem consciente sobre os perigos. Está tudo bem cuidado”, afirma.


Assim como Maria, o jardineiro José Ferreira, 69, também reforçou os cuidados após visitas anteriores dos agentes. “Fui orientado a recolher o material que estava com água parada e desde então procuramos fazer a limpeza de tudo. Eu só tenho a agradecer pelas instruções”, diz.


Combate ao mosquito


Além de orientações, os profissionais também aplicaram um larvicida biológico em pontos estratégicos. Esse produto impede que as larvas do mosquito se desenvolvam e se tornem transmissores da dengue. Quando não é possível eliminar certos depósitos com água, essa é uma medida eficaz para o controle da proliferação. “O larvicida pode agir de um a três meses a depender do local, mas a melhor forma de prevenção sempre será eliminar os depósitos”, explicou o Ava Elvis Oliveira.



No período chuvoso, os cuidados devem ser redobrados, pois pequenos objetos esquecidos ao ar livre, por exemplo, podem se tornar criadouros do mosquito transmissor da dengue, febre amarela, zika e chikungunya. De acordo com Oliveira, a atenção dos moradores é essencial para evitar novos casos. “Às vezes, um copo jogado no quintal acumula água e vira um depósito ativo. Nosso olhar técnico ajuda a identificar esses riscos, mas o morador é nosso principal aliado nessa luta”, ressalta.


Dados


O último boletim epidemiológico registrou, aproximadamente, 2,9 mil casos prováveis de dengue, uma redução expressiva em relação ao mesmo período de 2024, quando houve mais de 70 mil notificações. Para fortalecer a prevenção, a SES-DF conta com 858 Avas. Somente no ano passado, foram mais de 2 milhões de residências visitadas em todo o Distrito Federal.


*Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)










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“Tratamento evoluiu”, diz mulher que teve leucemia 3 vezes em 20 anos

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A cearense Velúzia Maria Gomes Vieira, 60 anos, já recebeu o diagnóstico de leucemia mieloide crônica (LMC) por três vezes ao longo da vida. A primeira delas foi em 2002 e a última em 2021, durante a pandemia de Covid-19.


A aposentada afirma que se o tratamento não tivesse evoluído, e ainda fosse tão restrito quanto na época que teve o primeiro diagnóstico, era provável que não estivesse aqui.


Há duas décadas, sintomas como fraqueza, suores noturnos e infecções frequentes a fizeram procurar ajuda médica. “Durante seis meses, vivi uma verdadeira peregrinação em busca de respostas, até finalmente ser diagnosticada”, relembra.


Hoje, o diagnóstico da doença é muito mais simplificado, por meio de exame de sangue. Caso os resultados apresentem alto índice de células de defesa do organismo — a chamada leucocitose —, há a suspeita da doença, que é confirmada em testes posteriores.



O que é a leucemia?


A leucemia mieloide crônica (LMC) é um tipo de câncer que se inicia na medula óssea, quando os glóbulos brancos (células de defesa) deixam de desempenhar sua função e passam a se desenvolver de forma descontrolada.


Descobrir o que estava acontecendo tampouco trazia tranquilidade. As opções terapêuticas eram escassas: no início dos anos 2000, os primeiros remédios para tratar a LMC ainda estavam em fases de testes e o único tratamento disponível e difundido era o transplante de medula óssea. O prognóstico também era ruim e a maioria das pessoas diagnosticadas morria poucos anos depois.


Por sorte, Velúzia descobriu que o irmão era compatível e apto a fazer o procedimento. “Foi um alívio, mas também um grande medo, já que os riscos eram muitos”, explica. Sem saber exatamente o que esperar, ela partiu para São Paulo em busca de um novo começo.


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A leucemia linfoide e mieloide são os dois principais tipos da doença. Elas podem ser classificadas como crônicas ou agudas

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Quando afetadas, as células sofrem mutações e começam a se multiplicar de forma descontrolada, substituindo as outras células sanguíneas – glóbulos vermelhos e plaquetas

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Além desses, existem ainda outros subtipos da doença, como, por exemplo, leucemia mieloide crônica, leucemia linfoide aguda, leucemia linfoide crônica, leucemia de células-T do adulto, leucemia linfocítica granular T ou NK, leucemia agressiva de células NK e leucemia de células pilosas

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O transplante de medula


Em março de 2003, Velúzia passou pelo tão esperado transplante de medula óssea, mas o processo teve de ser feito em Jaú, cidade no interior paulista. “A distância geográfica foi muito difícil, ter de passar por tudo aquilo longe da família”, recorda. O irmão, Wagner, foi o doador compatível e esteve presente nessa jornada.


O processo de recuperação, que parecia lento e difícil, foi interrompido por uma recidiva apenas oito meses após o procedimento. A paciente precisou fazer um novo tratamento com remédios para controlar a doença, conforme cada vez mais medicamentos eram testados e aprovados no Brasil para a LMC.


A segunda recidiva


Com os remédios combinados ao transplante, a condição foi totalmente controlada. Em 2020, porém, um quadro grave de Covid afetou o sistema imune de Velúzia, levando à segunda recidiva do câncer.


“Tive que experimentar outras terapias, muitas com efeitos colaterais graves, até encontrar uma que finalmente funcionasse, o ponatinibe”, conta. Há três anos fazendo uso do medicamento, ela não apresenta mais reações adversas e se considera em remissão. “O ponatinibe foi um divisor de águas na minha vida”, celebra.


Tratamento evoluiu diz mulher que teve leucemia 3 vezes em 20 anos
Verlúzia se tornou uma das principais defensoras dos direitos de pacientes com LMC do Ceará

Remédios como esperança


O remédio pertence à terceira geração dos inibidores de tirosina quinase, categoria de medicamentos que aumentou muito a expectativa de vida dos pacientes com leucemia mieloide crônica.


“Acredito que eles são a maior evolução da medicina. Os inibidores possibilitaram que a taxa de mortalidade caísse bastante. Os pacientes que sobrevivem 10 anos depois de um diagnóstico hoje são aproximadamente 90%, antes eram entre 20% e 40%”, explica a hematologista Katia Pagnano, coordenadora do Comitê Científico de LMC da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH).


No Sistema Único de Saúde (SUS), porém, os remédios usados na maioria dos pacientes com a doença ainda são os de primeira geração, desenvolvidos no início dos anos 2000, como o imatinibe. Apesar de muito eficaz para grande parte dos pacientes, ele não tem a mesma efetividade para todos, especialmente após anos de uso.


Muitos pacientes, como os que moram longe dos grandes centros urbanos, sequer têm acesso ao imatinibe. Muitas vezes, a luta pela medicação tem que ser travada nos tribunais.


“Aqui no Brasil, a gente tem batalhado bastante para os pacientes terem acesso às novas drogas e ao monitoramento da doença, feito através do PCR quantitativo. Mas muitos centros acabam não tendo acesso”, completa Katia.


Em 2007, Velúzia fundou o Grupo de Apoio a Pacientes Oncológicos do Estado do Ceará (Gapo). A associação tem como objetivo acolher e apoiar aqueles que buscam tratamento em Fortaleza, que muitas vezes não têm onde ficar. Uma das linhas de atuação do grupo é também a democratização do acesso.


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Haddad evita polêmica da comida e diz que recuo do dólar baixará preço

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Em entrevista nesta sexta-feira (7/2), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se esquivou da nova polêmica que envolve o governo federal, após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ter sugerido que, como solução para baixar os preços dos alimentos, os brasileiros parem de comprar produtos caros.


Ao ser questionado se essa é a posição do governo federal e se há novas medidas para conter a alta dos preços, o ministro não foi direto ao ponto e preferiu dizer que o recuo do dólar e a supersafra deste ano ajudarão a baratear os alimentos.


“Vamos continuar tomando medidas de aumentar salário mínimo, corrigir tabela do IR, baixar o dólar, e melhorar a safra para combater os preços altos”, afirmou em entrevista à Rádio Cidade de Caruaru (PE).




Comida mais cara



  • A inflação tem castigado os brasileiros ao elevar os preços dos alimentos que chegam às mesas. A principal explicação, segundo o governo, está nos fenômenos climáticos extremos.

  • A principal aposta do governo para reverter a situação é a “supersafra” agrícola prevista para este ano. O Executivo tem descartado medidas consideradas heterodoxas, como o tabelamento de preços.

  • A alta no preço dos alimentos preocupa o governo federal. A cúpula do Executivo vê reflexos na popularidade.




Além disso, Haddad afirmou que os preços dos alimentos estão abaixo do valor herdado por Lula do governo anterior. “Todos os preços hoje ainda estão abaixo do que o presidente Lula herdou do governo Bolsonaro”, disse.


O Metrópoles mostrou que a alta no preço dos alimentos preocupa o governo do presidente Lula e virou munição para a oposição, que ironiza a promessa de campanha do petista de que o brasileiro voltaria a comer picanha e tomar cerveja em seu mandato.


Os alimentos puxaram a subida na inflação de 2024, que fechou o ano em 4,83% – acima da meta projetada pela equipe econômica do governo. O grupo Alimentação e Bebidas avançou 7,69% no ano passado.


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Haddad despachou com o presidente na residência que Lula mantém em SP
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad
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Haddad é o ministro da Fazenda

Vinícius Schmidt/Metrópole @vinicius.foto
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Haddad despachou com o presidente na residência que Lula mantém em SP

Ricardo Stuckert/Presidência da República
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad

Vinícius Schmidt/Metrópoles

“País destruído”


O titular da Fazenda ainda atribuiu a perda do poder de compra da população à “má administração” dos governos Temer e Bolsonaro. Segundo Haddad, não é possível “corrigir sete anos de má administração em dois”.



O ministro acrescentou que a gestão Lula “começou o processo de recuperação do país”, com o retorno da valorização do salário mínimo e a correção da tabela de Imposto de Renda, ambos congelados nos últimos governos.


Haddad ainda reforçou que o compromisso do terceiro mandato de Lula é ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês e, assim, possibilitar que as famílias mais pobres cubram as despesas.


“Se está caro, não compra”


Em entrevista, na manhã dessa quinta-feira (6/2), o titular do Planalto deu uma declaração que repercutiu mal e foi interpretada como mais uma “bola fora”, além de dar munição à oposição e gerar críticas nas redes sociais.


Ao tratar da alta dos preços dos alimentos, Lula sugeriu que os brasileiros não comprem itens caros. O objetivo, segundo ele, seria forçar que os preços baixassem.


“Se você vai ao supermercado e desconfia que tal produto está caro, não compra. Olha, se todo mundo tiver essa consciência e não comprar aquilo que acha que está caro, quem está vendendo vai ter que abaixar para vender, porque senão vai estragar”, afirmou o presidente em entrevista às rádios Metrópole e Sociedade, da Bahia.





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PM investigado por foto com Oruam relembra agenda com Lula

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Investigado por tirar uma selfie com o rapper Oruam durante o expediente, o sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMRJ) Clayton Batinga decidiu não se manifestar publicamente sobre a abertura de inquérito. Após o episódio, contudo, ele publicou em suas redes sociais a lembrança de uma agenda com o presidente Lula.


Em postagem nesta sexta-feira (7/2), o PM lembrou a inauguração, em 2024, de uma escola construída em homenagem a Arthur, neto de Lula. A cerimônia aconteceu em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, cidade onde Clayton Batinga ocupou o cargo de secretário especial do Centro Integrado de Segurança Pública.


Ele foi cedido à gestão do prefeito Waguinho, do Republicanos, que apoiou Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições de 2022, mas emplacou Daniela Carneiro, sua esposa, como ministra do Turismo de Lula.



 


“1 ano da inauguração da escola em homenagem a Arthur, neto de Lula”, escreveu Batinga em sua publicação. O vídeo mostrava o corte da fita na entrada da unidade de ensino e o descerramento de um busto do garoto. Batinga exerceu funções na Prefeitura de Belford Roxo até junho de 2024. Ele disputou uma vaga de vereador na cidade, mas acabou ficando como suplente.


Arthur foi vítima de uma infecção pela bactéria Staphylococcus aureus, durante o período em que Lula esteve preso em Curitiba.


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Policial investigado por foto com Oruam postou evento com Lula em Belford Roxo

Reprodução
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Policial lembrou evento com Lula em Belford Roxo

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Policial lembrou evento com Lula em Belford Roxo

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Evento lembrado por policial foi inaguuração de escola em homenagem a neto de Lula

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Rapper Oruam é um dos filhos de Marcinho VP

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Após homenagear o pai preso, Oruam desabafa: "Você já pagou sua pena"

Instagram/Reprodução
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Comandante da PM "repudiou" selfie de policial com Oruam

Divulgação/ PMRJ
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Oruam com blusa de seu pai, o traficante Marcinho VP, durante show

Instagram/Reprodução
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Policial pediu selfie com Oruam

Instagram/Reprodução
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A vereadora de São Paulo, Amanda Vettorazzo, sofreu ataques após propor a lei para proibir shows e artistas que promovam apologia ao crime organizado, uso de drogas ou ao sexo

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Inquérito administrativo


O sargento Clayton Batinga é alvo de um inquérito administrativo aberto pela Corregedoria da PM do Rio de Janeiro, por ordem do comandante da corporação, o coronel Marcelo Menezes de Nogueira. Ele foi filmado pedindo para tirar uma foto com o rapper Oruam, cujas letras das músicas falam sobre o tráfico de drogas e armas. Ele também defende a libertação do pai, condenado e preso por esquartejar e matar adversários do Comando Vermelho.


O vídeo do militar, fardado, fazendo a selfie com o artista gerou revolta entre colegas de farda. “Determinei a abertura de inquérito policial militar, de cunho interno, a ser realizado pela corregedoria. Não farei julgamento preliminar, mas entendo que não é recomendável associar um órgão policial a um rapper que exalta o fato de ser filho de traficante”, afirmou o comandante da PMRJ.



“Sem prejulgar, vamos promover a oitiva do policial para entender a dinâmica e a circunstância do ato. Vamos apurar respeitando o direito ao contraditório e à ampla defesa. À medida que o policial está fardado, a serviço da segurança do estado, efetivamente, minha visão é que não é desejável essa conduta. Repudio a posição do policial. Ela não representa a posição da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro”, disse o coronel.






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