Alunos do CED Agrourbano Ipê voltam às aulas com ação educativa sobre descarte de lixo

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O ano letivo da rede pública começa na próxima segunda-feira (10). O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) dará as boas-vindas aos alunos do Centro Educacional (CED) Agrourbano Ipê, localizado no Riacho Fundo II, com uma ação educativa. A atividade será realizada no horário da entrada dos alunos no turno matutino (7h) e no vespertino (13h).


No primeiro dia de aula, serão promovidas palestras sobre separação correta de resíduos e conceitos lixo zero. Além disso, o Garizito e sua turma estarão a postos para receber os estudantes com sacochilas com cartilha educativa, lápis, giz de cera e lixitos.


Ação no primeiro dia de aula terá palestras, conscientização e distribuição de brindes | Foto: Divulgação/SLU


Parceria de sucesso


SLU e CED Agrourbano Ipê são parceiros desde 2020, quando começou a ser implementado na escola o projeto de educação ambiental Sensibilização ambiental para separação de resíduos sólidos. A iniciativa foi fruto de parceria entre SLU, a Secretaria de Educação e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica).



Desde então, alunos, professores e funcionários da instituição de ensino se engajaram em várias atividades propostas pela equipe técnica do SLU, como gravimetria de resíduos, palestras sobre os 3R da sustentabilidade (reduzir, reutilizar e reciclar), oficinas de reciclagem, compostagem e até uma competição de quadrinhos com a temática do lixo.


Na quarta-feira (12) a ação chegará à Escola Classe Paraná, localizada no Setor Residencial Leste – Buritis I.


*Com informações do SLU










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https://jornalismodigitaldf.com.br/alunos-do-ced-agrourbano-ipe-voltam-as-aulas-com-acao-educativa-sobre-descarte-de-lixo/?fsp_sid=108190
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Alunos do CED Agrourbano Ipê voltam às aulas com ação educativa sobre descarte de lixo

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O ano letivo da rede pública começa na próxima segunda-feira (10). O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) dará as boas-vindas aos alunos do Centro Educacional (CED) Agrourbano Ipê, localizado no Riacho Fundo II, com uma ação educativa. A atividade será realizada no horário da entrada dos alunos no turno matutino (7h) e no vespertino (13h).


No primeiro dia de aula, serão promovidas palestras sobre separação correta de resíduos e conceitos lixo zero. Além disso, o Garizito e sua turma estarão a postos para receber os estudantes com sacochilas com cartilha educativa, lápis, giz de cera e lixitos.


Ação no primeiro dia de aula terá palestras, conscientização e distribuição de brindes | Foto: Divulgação/SLU


Parceria de sucesso


SLU e CED Agrourbano Ipê são parceiros desde 2020, quando começou a ser implementado na escola o projeto de educação ambiental Sensibilização ambiental para separação de resíduos sólidos. A iniciativa foi fruto de parceria entre SLU, a Secretaria de Educação e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica).



Desde então, alunos, professores e funcionários da instituição de ensino se engajaram em várias atividades propostas pela equipe técnica do SLU, como gravimetria de resíduos, palestras sobre os 3R da sustentabilidade (reduzir, reutilizar e reciclar), oficinas de reciclagem, compostagem e até uma competição de quadrinhos com a temática do lixo.


Na quarta-feira (12) a ação chegará à Escola Classe Paraná, localizada no Setor Residencial Leste – Buritis I.


*Com informações do SLU










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CRE pode votar sete acordos internacionais aprovados pela Câmara — Senado Notícias

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A Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado deve analisar sete proposições sobre acordos internacionais aprovadas na última quinta-feira (6) pela Câmara dos Deputados. Os projetos de decreto legislativo (PDLs) se somam a outras 12 matérias que tratam de acordos internacionais e já estão em análise no colegiado. A discussão depende da instalação e da eleição do novo presidente do comissão, que ainda não têm data prevista para ocorrer.


Dos sete PDLs aprovados pela Câmara nesta semana, quatro tratam de acordos entre o Brasil e os seguintes países: Tunísia, Catar, Camboja e República Dominicana. Os outros três se referem a tratados firmados com a Organização Marítima Internacional (IMO) e a Organização Mundial do Comércio (OMC). Confira:



  • PDL 380/2021 — Cooperação técnica com a Tunísia nas áreas de ciência, tecnologia e inovação;

  • PDL 163/2023 — Acordo flexibiliza regras para voos comerciais com o Catar;

  • PDL 267/2023 — Cooperação técnica com o Camboja prevê isenções de visto e benefícios tributários;

  • PDL 480/2023 — Convenção da Organização Marítima Internacional (IMO) regula o tráfego marítimo de pessoas e cargas;

  • PDL 103/2024 — Protocolo prevê ampliação — de 49 para 52 — do número de representantes dos Estados-membros no Conselho da IMO;

  • PDL 113/2024 — Acordo sobre subsídios à pesca elaborado pela Organização Mundial do Comércio (OMC); e

  • PDL 358/2024 — Protocolo aprimora as definições de “território” e “soberania” no acordo de serviços aéreos com a República Dominicana.


Outros acordos


Das 12 matérias sobre acordos internacionais que já estão em análise na CRE, duas contam com relatórios favoráveis e podem ser incluídas na pauta da comissão.


A primeira delas é o PDL 202/2021, que prevê um acordo de cooperação com a Armênia. O texto recebeu relatório favorável do senador Nelsinho Trad (PSD-MS).


A outra matéria pronta para a pauta é o PDL 567/2019, que prevê um acordo sobre serviços aéreos com a Albânia. O texto tem relatório favorável do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP).


Com informações da Agência Câmara


Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)






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Mercado espera corte de R$ 35 bi no Orçamento para atingir déficit 0

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Enquanto novas medidas fiscais não são apresentadas pela equipe econômica, o mercado financeiro vislumbra um corte de cerca de R$ 35 bilhões para o cumprimento da meta de resultado primário de 2025. Assim como em 2024, a meta deste ano é de déficit zero (ou seja, receitas equiparadas às despesas).


A estimativa já considera os efeitos do pacote fiscal aprovado no fim do ano passado. O corte deverá vir na forma de bloqueio e/ou contingenciamento e será apresentado no Relatório de Avaliação de Despesas e Receitas Primárias do 1º bimestre, em 22 de março.




Entenda





No fim de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que “não há rombo fiscal” nas contas públicas do país e gerou mau humor no mercado. O petista destacou que, “se depender de mim, não tem outra medida fiscal”.


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Fernando Haddad liderou pesquisa em cenário sem Lula, entre eleitores de esquerda

Vinícius Schmidt/Metrópoles @vinicius.foto
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Ministros Fernando Haddad (Fazenda)e Simone Tebet (Planejamento)

Vinícius Schmidt/Metrópoles @vinicius.foto
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Apesar das palavras do presidente, a equipe econômica tem recebido indicações de que precisa acenar para a responsabilidade fiscal e reforçar o compromisso com as metas estabelecidas.


Entre os alertas que têm soado para o governo, está a previsão do Banco Central (BC) de que a meta de inflação não será cumprida no primeiro semestre deste ano, até junho, segundo o novo regime de metas.


A partir deste ano, a meta de inflação é contínua, e não mais por ano-calendário — ou seja, o índice é apurado mês a mês. Nesse regime, se a inflação acumulada em 12 meses ficar fora desse intervalo por seis meses seguidos, a meta é tida como descumprida.


Em 2025, o centro da meta é de 3%, com variação de 1,5 ponto percentual, sendo 1,5% (piso) e 4,5% (teto). Ela será considerada cumprida se oscilar entre esse intervalo de tolerância. O mercado projeta uma inflação de 5,51% neste ano.



Em um relatório divulgado no fim de janeiro, o Itaú Unibanco julgou que o caminho mais adequado para a atual situação fiscal do país é o aperto dos parâmetros do arcabouço fiscal com a apresentação conjunta de novas medidas conjunturais, por meio de um contingenciamento relevante ainda em março.


Também foram defendidas pelo banco medidas estruturais de contenção de despesas, além da eliminação do que chama de “manobras” para contornar as regras fiscais.


 


Felipe Salto, economista-chefe da Warren Investimentos, estima para este ano um déficit de 0,59% do PIB, ou R$ 75,1 bilhões, o que possibilitará o cumprimento da meta fiscal. Nesse cálculo, estão desconsiderados os precatórios excedentes de R$ 44,1 bilhões. O cenário também leva em conta o intervalo inferior da meta de déficit de R$ 31 bilhões.


“A persistência do déficit até 2026, seguida de sua redução gradual, manterá a trajetória de aumento da dívida pública até 2034, sem que se vislumbre estabilidade no horizonte considerado. A dívida bruta parte de 76% do PIB, em 2024, para quase 83% do PIB, em 2026, e ultrapassará 95% do PIB, em 2033”, avalia Salto.


Orçamento de 2025


O relatório bimestral que deverá trazer indicações de cortes será apresentado pouco depois da possível data de votação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2025, que deverá ser apreciado no início de março, após o feriado de Carnaval.


A equipe econômica precisa encaixar dentro das regras fiscais programas que estavam sendo colocados à parte, como o Pé-de-Meia e o auxílio-gás. A tentativa de desconsiderar essas despesas do Orçamento foi criticada intensamente pelo mercado e foi um dos fatores que contribuíram para abalar a credibilidade do governo entre o fim do ano passado e o início deste ano.


TCU vai votar recurso contra bloqueio do Pé-de-Meia na semana que vem


O programa destinado a combater a evasão escolar está em debate no Tribunal de Contas da União (TCU). A partir de 2026, ela passará a integrar o orçamento da Educação. Mas como hoje ele usa recursos do Fundo de Garantia de Operações (FGO), o governo ainda precisa encontrar uma forma de acomodá-lo no Orçamento de 2025.






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As chances de o Rei do Lixo delatar políticos e empresários à PF

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Antes muito especulada pelo suposto potencial de implodir lideranças políticas e executivos em Brasília e na Bahia, a delação do empresário José Marcos de Moura está fora de cogitação, pelo menos até o momento. A oportunidade de contar o que sabe em troca de benefícios ainda não foi oferecida pela Polícia Federal nem pelo Ministério Público. E tampouco o empresário, conhecido como Rei do Lixo, demonstra qualquer interesse no acordo.


Segundo interlocutores, a linha jurídica de Marcos Moura envolve apenas a sua própria defesa, sem apontar supostas irregularidades de terceiros. Em uma vitória conquistada por seus advogados, o Rei do Lixo conseguiu deixar a prisão, após decisão da desembargadora Daniela Maranhão, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em dezembro.



O Rei do Lixo faz parte da cúpula nacional do União Brasil, partido com a terceira maior bancada da Câmara dos Deputados e a quinta do Senado. O empresário foi preso e solto no âmbito da Operação Overclean, deflagrada pela Polícia Federal.


A investigação apura um suposto esquema bilionário de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações, envolvendo superfaturamento de obras e desvios de recursos, conforme apontado pela Controladoria-Geral da União (CGU).


A mesma Operação Overclean prendeu o então vereador eleito de Campo Formoso (BA), Francisquinho Nascimento. Ele é primo do deputado federal Elmar Nascimento, ex-líder do União Brasil na Câmara.


A cúpula do centrão no Distrito Federal continuará observando atentamente os ventos que sopram da Bahia. Como diz o velho ditado, “nada é impossível, Brasília existe”.






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As chances de o Rei do Lixo delatar políticos e empresários à PF

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Antes muito especulada pelo suposto potencial de implodir lideranças políticas e executivos em Brasília e na Bahia, a delação do empresário José Marcos de Moura está fora de cogitação, pelo menos até o momento. A oportunidade de contar o que sabe em troca de benefícios ainda não foi oferecida pela Polícia Federal nem pelo Ministério Público. E tampouco o empresário, conhecido como Rei do Lixo, demonstra qualquer interesse no acordo.


Segundo interlocutores, a linha jurídica de Marcos Moura envolve apenas a sua própria defesa, sem apontar supostas irregularidades de terceiros. Em uma vitória conquistada por seus advogados, o Rei do Lixo conseguiu deixar a prisão, após decisão da desembargadora Daniela Maranhão, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em dezembro.



O Rei do Lixo faz parte da cúpula nacional do União Brasil, partido com a terceira maior bancada da Câmara dos Deputados e a quinta do Senado. O empresário foi preso e solto no âmbito da Operação Overclean, deflagrada pela Polícia Federal.


A investigação apura um suposto esquema bilionário de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações, envolvendo superfaturamento de obras e desvios de recursos, conforme apontado pela Controladoria-Geral da União (CGU).


A mesma Operação Overclean prendeu o então vereador eleito de Campo Formoso (BA), Francisquinho Nascimento. Ele é primo do deputado federal Elmar Nascimento, ex-líder do União Brasil na Câmara.


A cúpula do centrão no Distrito Federal continuará observando atentamente os ventos que sopram da Bahia. Como diz o velho ditado, “nada é impossível, Brasília existe”.






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Descarte adequado de lixo auxiliará sistema do Drenar DF

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O acúmulo de resíduos sólidos em bocas de lobo e nas redes de drenagem pode comprometer o escoamento da água da chuva. Por isso, o descarte correto de lixo é essencial para o funcionamento do Drenar DF, o maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF).


A primeira parte do projeto tem como objetivo minimizar alagamentos e enchentes no início da Asa Norte. Com a conscientização da população, a eficiência do sistema do Drenar DF fica assegurada, dando mais conforto e tranquilidade aos moradores de Brasília.


“Nós pedimos para que a população tenha essa consciência de que lugar de lixo é no lixo. O descarte precisa ser no lugar correto para que a coleta seja feita de forma adequada pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Não ter essa consciência tem um custo ambiental muito grande”, destaca o diretor técnico da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Hamilton Lourenço Filho.



Os danos causados pelo descarte incorreto de lixo vão além de enchentes e inundações. No período chuvoso, a prática favorece a proliferação de vetores de doenças e cria abrigos para animais peçonhentos | Foto: Divulgação/ Terracap



Para evitar que o lixo chegue ao Lago Paranoá, além do auxílio da população, o Drenar DF também conta com uma bacia de detenção, que faz a triagem dos materiais que chegam ao reservatório.


Mesmo com as obras do projeto ainda em curso, o tanque já está em funcionamento graças à recente ligação de parte da nova infraestrutura de drenagem à rede antiga de captação. A partir dessa conexão, a água da chuva cai na rede nova, o que elimina o risco de sobrecarga do sistema antigo, uma vez que a maior parte da captação será direcionada para o sistema novo.


Pelo projeto, o índice de sujeira que chega à bacia é separado da água da chuva por meio do processo de decantação. Após essa etapa, a água presente no tanque segue para os vertedores de saída do reservatório, que possuem túneis de 2,6 metros de diâmetro responsáveis por conduzir o volume até o Lago Paranoá.


“A bacia funciona como um filtro. Toda a sujeira que vem carregada com a água da chuva pelas tubulações do sistema vai ser decantada para o fundo do reservatório — até pelo peso dos materiais. Então, é só depois que a água vai para o Lago Paranoá. Antes dessa obra, essa água ia direto para o lago com toda a sujeira. Agora, com o Drenar DF, existe essa contribuição com o meio ambiente”, afirma o presidente da Terracap, Izidio Santos.



Mesmo com as obras do projeto ainda em curso, o tanque já está em funcionamento graças à recente ligação de parte da nova infraestrutura de drenagem à rede antiga de captação | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília



Descarte irregular


Os danos causados pelo descarte incorreto de lixo, porém, vão além de enchentes e inundações. No período chuvoso, a prática favorece a proliferação de vetores de doenças e cria abrigos para animais peçonhentos.


Materiais acumulados, como restos de concreto, madeira e outros resíduos, também podem reter água e formar criadouros para o mosquito Aedes aegypti – transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. Além disso, o acúmulo de entulho atrai ratos e outros animais, que podem ser vetores de leptospirose e outras enfermidades, aumentando os riscos à saúde pública.


O descarte irregular de resíduos, incluindo os restos de obras, é uma prática ilegal e prejudicial que afeta não apenas o meio ambiente, mas também a saúde pública e a economia da cidade. No Distrito Federal, a legislação é clara: o descarte deve ser feito da maneira correta e em locais apropriados, sob pena de uma multa inicial de R$ 2.799,65 aos infratores, valor que pode ser multiplicado por dez em caso de reincidência.


Além dos danos ambientais, o descarte irregular de resíduos sólidos urbanos tem um custo econômico substancial. Segundo a Associação Internacional de Resíduos Sólidos, o tratamento de doenças provocadas pela exposição ao lixo descartado inadequadamente custou aos cofres públicos do Brasil cerca de US$ 370 milhões em 2015, o equivalente a mais de R$ 2 bilhões na cotação atual.


Onde descartar?


No Distrito Federal, os papa-entulhos do SLU são os espaços adequados para o descarte de restos de obra, podas de árvores, móveis velhos e recicláveis. Atualmente, a capital conta com 23 equipamentos espalhados por 15 regiões administrativas: Águas Claras, Plano Piloto, Brazlândia, Ceilândia, Gama, Guará, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho, Sobradinho II e Taguatinga.


Para encontrar o papa-entulho mais perto de você, basta acessar os endereços dos contêineres disponíveis no site do SLU. O atendimento ocorre de segunda a sábado, das 7h às 18h.


Em casa, a orientação é separar resíduos entre lixo seco e reciclável. Eles devem ser ensacados e colocados em frente à residência, seguindo o cronograma de coleta.


O transporte público coletivo é equipado com lixeiras em seu interior. Da mesma forma, o DF conta com diversos pontos de descarte em ruas e grandes avenidas.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/descarte-adequado-de-lixo-auxiliara-sistema-do-drenar-df-2/?fsp_sid=108140
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Áreas de Sobradinho terão fornecimento de energia suspenso nesta segunda (10)

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Diversos endereços de Sobradinho ficarão sem energia nesta segunda-feira (10) para modernização da rede elétrica. O desligamento está programado para ocorrer entre as 10h e as 16h,  e visa a garantir a segurança dos técnicos durante os serviços.


A suspensão temporária será no Condomínio Vivendas Serranas, na BR-020, Km 4 e Km 5; no Condomínio Fraternidade, Bloco C, Lote 2; na DF-425, Km 1, Chácara 2 e no Núcleo Rural Sobradinho II, DF-425, Km 1,5, Chácara Vale do Sol.


Caso os serviços terminem antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio. Além dos desligamentos programados, pode acabar a energia em outra região do Distrito Federal. Nesse caso, a população deve registrar a ocorrência pelo telefone 116. ‌Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.










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https://jornalismodigitaldf.com.br/areas-de-sobradinho-terao-fornecimento-de-energia-suspenso-nesta-segunda-10-2/?fsp_sid=108122
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Áreas de Sobradinho terão fornecimento de energia suspenso nesta segunda (10)

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Diversos endereços de Sobradinho ficarão sem energia nesta segunda-feira (10) para modernização da rede elétrica. O desligamento está programado para ocorrer entre as 10h e as 16h,  e visa a garantir a segurança dos técnicos durante os serviços.


A suspensão temporária será no Condomínio Vivendas Serranas, na BR-020, Km 4 e Km 5; no Condomínio Fraternidade, Bloco C, Lote 2; na DF-425, Km 1, Chácara 2 e no Núcleo Rural Sobradinho II, DF-425, Km 1,5, Chácara Vale do Sol.


Caso os serviços terminem antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio. Além dos desligamentos programados, pode acabar a energia em outra região do Distrito Federal. Nesse caso, a população deve registrar a ocorrência pelo telefone 116. ‌Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.










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Filme mostra luta de pintora brasileira-alemã por liberdade artística

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O cineasta Jorge Bodanzky lança o documentário As Cores e Amores de Lore, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (13/2). A produção retrata a vida e obra da pintora brasileira-alemã Eleonore Koch, por meio de conversas registradas pelo diretor durante os últimos anos de vida da artista, que morreu em 2018, aos 92 anos.


Radicada no Brasil desde a Segunda Guerra Mundial, Lore construiu uma carreira expressiva no cenário artístico. “Pupila” de Alfredo Volpi, ela desenvolveu uma linguagem visual própria, marcada pela simplicidade e pelo uso expressivo das cores.



No documentário, Bodanzky destaca não apenas o trabalho da artista, mas também sua história pessoal, a partir da perspectiva da própria Eleanore. “O que mais me fascinou na trajetória dela  foi sua maneira livre de viver”, afirma em entrevista ao Metrópoles.


“Essa liberdade para uma mulher nos anos 1950 e 1960 era algo raro. O preconceito era enorme, e mesmo assim ela seguiu seu caminho sem concessões. Isso, para mim, justificou o filme”, explicou o diretor.


A abordagem de Bodanzky permite ao público uma proximidade muito grande com a artista. Segundo ele, a opção por filmar sozinho, com uma pequena câmera fotográfica, foi essencial para capturar a intimidade das conversas. “Éramos só nós dois. Essa simplicidade fez com que nem percebêssemos a câmera, o que possibilitou um nível de espontaneidade e profundidade incomum”, explica.


Apesar dessa liberdade trazer profundidade ao filme, o diretor salienta que precisou tratar de temas como sexualidade, feminismo e solidão: “Essa liberdade tinha dois lados: de um lado, autonomia e autenticidade; de outro, a solidão. O filme toca nessas questões, como a escolha de não ter filhos, a luta pelo reconhecimento artístico e os desafios de ser uma mulher sozinha no meio cultural”.



“Nossas histórias se encontraram”


Lore teve uma trajetória marcada por independência e ousadia. Trabalhou na livraria Cosmos, em São Paulo, onde conheceu Rosa Bodanzky, mãe do diretor. Esse vínculo inicial motivou o cineasta a buscar a artista anos depois, sem imaginar que dali surgiria um filme.


Durante as filmagens, Bodanzky acumulou mais de 20 horas de conversas com Eleanore. O processo de edição, que levou anos,  foi essencial para o resultado do material.


“Foram dez anos de trabalho. Cinco anos de encontros com Lore, depois veio a pandemia e a falta de recursos. Esse tempo permitiu maturar a edição”, conta. Ele destaca ainda a parceria com a montadora Bruna Calegari, que ajudou a dar um olhar feminino ao filme.


Recuperando a história e preservando memórias


Além do olhar para a pintura, o documentário recupera memórias que ajudam a preservar um período da história cultural brasileira. Para Bodanzky, filmes como o dele cumprem um papel fundamental no resgate da memória de um país.


“Nosso país tem uma relação frágil com sua própria história. Um documentário pode ser um testemunho raro, como no caso de Lore. Ela se abre diante da câmera com uma franqueza impressionante. Isso tem um valor inestimável”, conclui.






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Filhos de pais divorciados têm maior risco de sofrer AVC, diz estudo

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Um novo estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, revelou que adultos que cresceram em famílias divorciadas apresentam um risco significativamente maior de sofrer um AVC na velhice.


A pesquisa, publicada na revista científica PLOS ONE, analisou os dados de mais de 13 mil idosos nos Estados Unidos e identificou que idosos com pais que se divorciaram antes dos 18 anos tinham 61% mais chances de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) ao longo da vida.


“É extremamente preocupante que adultos mais velhos que cresceram em famílias divorciadas tenham um risco tão elevado de sofrer um derrame, mesmo após excluirmos fatores como abuso físico e sexual na infância. A magnitude dessa associação é comparável a fatores de risco bem estabelecidos, como sexo masculino e diabetes”, destacou a cientista social Esme Fuller-Thomson, principal autora do estudo.


Como o estudo foi realizado?


Os pesquisadores analisaram informações de 13.205 adultos com mais de 65 anos que não relataram ter sofrido abuso físico ou sexual durante a infância.


Desse total, aproximadamente 14% passaram por um divórcio parental antes dos 18 anos. Além disso, fatores como gênero, condições médicas e histórico emocional também foram levados em consideração.


Os dados mostraram que os homens apresentaram um risco 47% maior de sofrer um AVC do que as mulheres. Já indivíduos com diabetes tiveram um aumento de 37% na probabilidade de desenvolver a doença, enquanto aqueles diagnosticados com depressão tiveram um risco 76% maior. Ainda assim, mesmo após a análise desses fatores, o impacto do divórcio dos pais na infância permaneceu relevante.



Outro achado importante foi que outros problemas na infância, como abuso emocional, violência doméstica, encarceramento dos pais, doenças mentais na família ou uso de substâncias pelos responsáveis, não apresentaram uma associação direta com o risco de AVC.


“Isso sugere que o impacto do divórcio parental pode estar relacionado a fatores específicos que ainda precisam ser melhor compreendidos”, explicou Fuller-Thomson.


Por que o divórcio pode aumentar o risco de AVC?


Embora o estudo seja observacional e não estabeleça uma relação de causa e efeito, os pesquisadores sugerem algumas hipóteses para explicar a conexão entre o divórcio na infância e o maior risco de AVC na vida adulta.


Um dos fatores mais prováveis é o estresse prolongado. A separação dos pais pode gerar conflitos familiares intensos, mudanças de residência e escolas, além de instabilidade emocional para a criança. O estresse pode ter um impacto duradouro na saúde cardiovascular.


Outro fator que pode contribuir é a pressão alta. Um estudo de 2022 apontou que a separação dos pais antes dos 10 anos está associada a taxas mais altas de hipertensão na meia-idade, o que também pode aumentar o risco de derrame


O impacto ao longo das gerações


Os pesquisadores também levantaram a possibilidade de que essa associação possa variar entre diferentes gerações.


“Devido às mudanças nas normas sociais, não está claro se os americanos da Geração X ou da Geração Y experimentarão uma ligação semelhante entre divórcio dos pais e derrame, como ficou evidente em nossa amostra das cortes Baby Boom e Geração Silenciosa”, escreveram os autores do estudo.


Para esclarecer a questão, mais pesquisas serão necessárias para investigar como o divórcio pode impactar a saúde das novas gerações.


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Ministério da Saúde reforça apoio a S. José do Rio Preto (SP) no controle à dengue

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Grupo de 14 voluntários chegaram ao município para se unir à Força Nacional do SUS no suporte às equipes locais de saúde


O Ministério da Saúde segue intensificando as ações de controle à dengue em São José do Rio Preto (SP). Neste domingo (9), um grupo de 14 voluntários chegou ao município para se unir à Força Nacional do SUS (FN-SUS) no suporte às equipes locais de saúde. Inicialmente, os profissionais auxiliarão na organização dos fluxos de atendimento na rede municipal.


Além do reforço na equipe, a FN-SUS, em conjunto com o Departamento de Estratégias e Políticas de Saúde Comunitária (DESCO), enviou um parecer técnico ao Ministério da Saúde com um diagnóstico situacional da dengue no município. O documento aponta para a necessidade de medidas emergenciais e apresenta estratégias de curto, médio e longo prazo, incluindo um possível aporte financeiro para a emergência.


“A FN-SUS permanecerá no território pelo tempo que for necessário para apoiar o município. O Ministério da Saúde continuará oferecendo suporte incondicional a São José do Rio Preto”, destacou o coordenador-geral da FN-SUS, Rodrigo Stabeli.


A primeira equipe da Força Nacional do SUS chegou à cidade na última quinta-feira (6), composta por nove profissionais. Desde então, foram realizadas reuniões com técnicos da Secretaria Municipal de Saúde para análise dos dados epidemiológicos, além de visitas técnicas a unidades de saúde como UPA Jaguaré, UBS Estoril, UBS São Deocleciano, UPA Região Norte e UPA Santo Antônio.


O Ministério da Saúde reafirma seu compromisso no controle da dengue e segue trabalhando em parceria com estados e municípios para garantir assistência à população e controle da doença.



 





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Agrodefesa apreende 7 toneladas de embalagens trituradas irregulares de agrotóxicos

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GALPÃO AGROTOXICOS

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) e o Batalhão Ambiental da Polícia Militar de Goiás realizaram uma operação que resultou na apreensão de quase seis mil unidades de embalagens vazias de agrotóxicos.


Destas, 37 eram embalagens contendo resíduos de defensivos agrícolas e aproximadamente sete toneladas de embalagens já trituradas em um estabelecimento localizado no distrito de Planalmira, no município de Abadiânia.


Durante a ação, fiscais estaduais agropecuários e policiais do Batalhão verificaram que o estabelecimento realizava o recolhimento e processamento do material sem o devido registro como Unidade de Recebimento de Embalagens Vazias (UREV) ou credenciamento junto ao Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (InpEV).


Além da operação irregular, foi constatado que as embalagens eram armazenadas ainda com produto químico, o que representa um risco ambiental significativo.


Todo o material foi apreendido e deverá ser encaminhado a uma UREV cadastrada e autorizada pela Agrodefesa. Além da apreensão, os responsáveis foram autuados – multa pode chegar a R$ 50 mil -, uma vez que a infração é considerada gravíssima. Os responsáveis foram conduzidos à delegacia para responsabilização criminal.



“A operação de hoje é mais um exemplo do trabalho da Agrodefesa em fiscalizar e assegurar a devolução e destinação adequada das embalagens vazias de agrotóxicos, que quando descartadas de forma irregular, podem representar uma ameaça aos nossos recursos naturais e também qualidade de vida da população. A fiscalização visa não apenas punir, mas também conscientizar a todos sobre a importância do cumprimento da legislação”, reforça o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos.




“A fiscalização tem caráter preventivo, e é importante que as empresas e os estabelecimentos do setor agrícola estejam cientes das suas responsabilidades. Os fiscais estão atentos para garantir que todos cumpram as regulamentações e que o meio ambiente e a saúde pública não sejam prejudicados por práticas irregulares”, explica o coordenador da Unidade Regional Rio das Antas da Agrodefesa, Marcelo Sales Guimarães.



Devem ainda estar no prazo de até um ano, contado da data de compra, ou da data de vencimento, podendo ainda a devolução ser intermediada por postos ou centrais de recebimento.


Processo


Os produtores que utilizam agrotóxicos, ao concluírem a aplicação, devem realizar a tríplice lavagem, armazenamento adequado e a devolução das embalagens vazias. Além disso, suas tampas e eventuais resíduos pós-consumo dos produtos aos estabelecimentos comerciais em que foram adquiridos, devem estar de acordo com as instruções previstas nas respectivas bulas.


Podem ainda ser devolvidas por ações de recebimento itinerantes, desde que autorizados e fiscalizados pelo órgão competente, nesse caso em Goiás, pela Agrodefesa, com a gestão sob responsabilidade do inpEV junto às suas associações de revendas credenciadas.


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Agência Cora Coralina






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Cartão Material Escolar garante acesso de mais de 200 mil estudantes a itens de qualidade e aquece economia local

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O sorriso da dona de casa Juliana de Oliveira, 36 anos, evidencia a felicidade que é comprar os itens que vão acompanhar o filho Abner, 10 anos, durante o ano letivo. Graças ao Cartão Material Escolar (CME), benefício ofertado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) desde 2019, a mãe pode adquirir a lista escolar e, ainda, escolher conforme a qualidade e as preferências da criança. Antes do benefício, o gasto pesava no orçamento familiar e não era possível adquirir nem metade da lista.






“Era muito complicado. Chegava em janeiro pensando se ia conseguir comprar um caderno e um lápis, pelo menos, e sempre do mais barato”, lembra a moradora de Samambaia. “Hoje conseguimos comprar a lista completa e escolher o que deixa a criança feliz, para que vá para a escola de cabeça erguida. Muitas vezes uma borracha diferente deixa a criança encantada, e ver o filho ir sorrindo para a escola é o melhor presente para uma mãe.”



Executado pela Secretaria de Educação (SEEDF) em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), o benefício oferta R$ 320 aos estudantes da educação infantil e ensino fundamental e R$ 240 aos que cursam o ensino médio. Em 2019, a iniciativa beneficiou mais de 64 mil alunos com orçamento de cerca de R$ 20 milhões. Desde então, os números cresceram significativamente, alcançando mais de 175 mil estudantes em 2024, com aporte na ordem de R$ 54 milhões.


Neste ano, um novo recorde deve ser registrado: a previsão é que sejam atendidos 200 mil discentes, um crescimento de 15%, com um investimento de R$ 58 milhões. O primeiro lote de 2025 foi pago em 31 de janeiro para 132.048 estudantes, com o valor investido de R$ 41,1 milhões. A etapa inicial foi destinada às famílias que já eram beneficiárias e já possuem os cartões físicos. Outros dois lotes estão previstos para novos contemplados que ainda não possuem o cartão e outros casos, desde que estejam dentro dos critérios. O pagamento para o segundo lote deve ocorrer até 10 de março, e para o terceiro, até 2 de abril.


Graças ao Cartão Material Escolar (CME), benefício ofertado pelo GDF desde 2019, Juliana de Oliveira pode adquirir a lista escolar e, ainda, escolher conforme a qualidade e as preferências do filho Abner | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília


Incentivo à educação


A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destaca que o CME contribui com a inclusão social de alunos em situação de vulnerabilidade. “Sempre fui uma grande defensora do Cartão Material Escolar porque é de extrema importância que os estudantes carentes tenham igualdade de escolha dos próprios materiais como aqueles que têm condições de comprar. É um programa que promove a inclusão e, por isso, nós prezamos por ele e por sua expansão”, afirma.


Beneficiária da iniciativa desde 2021, Juliana reforça o impacto do valor recebido para a jornada estudantil. “Quando a gente não tem muita renda, vai nos mais baratinhos. Mas agora posso comprar uma coisa melhor para meu filho, que dura mais. Para muita gente pode parecer besteira, mas é emocionante, e agradeço por poder contar com o governo para isso”, enfatiza Juliana, que recebe o CME desde 2021.


Fã de super-heróis e videogames, Abner esperava ansiosamente pelo momento de ir à papelaria. “É muito legal ter materiais novos. Não dá vontade nem de ir para o recreio, só de ficar desenhando”, diz. “Antes minha mãe comprava o material sem nenhum desenho, e eu tinha que me contentar, né? Agora é felicidade, posso andar pela escola feliz da vida, com um caderninho novo, com a mochila do Batman. Posso até pegar aqueles lápis com aquelas borrachinhas.”


Segundo Francisca, o valor disponibilizado pelo CME é suficiente para cobrir as despesas relacionadas ao material escolar e aliviar o orçamento familiar


Este é o segundo ano em que a dona de casa Francisca de Sousa Araújo, 44, pode contar também com o CME para atender as necessidades da filha Clara Vitória, 13. “Faz uma diferença enorme. Dá para comprar coisas melhores e as coisas que ela mais gosta. Antes, era só o básico do básico mesmo. Caderno, caneta, lápis, pouca coisa. Agora, compramos com mais qualidade e os materiais duram o ano inteiro”, afirma a mãe, que cita como exemplo da eficiência do recurso o reúso da mochila adquirida no ano passado.


Segundo Francisca, o valor disponibilizado pelo CME é suficiente para cobrir as despesas relacionadas ao material escolar e aliviar o orçamento familiar. “Às vezes ela pedia algo e eu não podia comprar. Hoje ela vem comigo, escolhe as coisinhas do jeito dela. Isso é muito especial”, afirma ela, que também é beneficiária do Cartão Prato Cheio.


Economia local


O impacto positivo do CME abrange, ainda, a economia local, impulsionando os ganhos de papelarias e comércios especializados. Neste ano, houve ampliação do número de papelarias credenciadas para a compra de materiais escolares. Em 2023, eram 473 empresas cadastradas no programa, passando para 503 no ano seguinte. Para 2025, pais e responsáveis terão 530 pontos habilitados à disposição. As regiões que com maior concentração de participantes são São Sebastião (20,7%) e Ceilândia (15,7%).


Há mais de quatro anos cadastrado no CME, o empresário Alcenir Ribeiro incentiva a participação de outros comerciantes


Assim que abriu seu empreendimento, no Recanto das Emas, a empresária Valqueria Silva solicitou participação no programa do GDF. Com uma faixa na entrada indicando que ali é um ponto cadastrado, ela chama a atenção dos beneficiários e, assim, consegue aumentar os lucros. “Do dia 31 de janeiro, quando saiu a primeira parcela, até essa quinta (6), vendi mais do que em todo o mês de janeiro. Vale muito a pena”, destaca. “O período de volta às aulas é o mais esperado pelas empresas de papelaria. Com o programa, nós também conseguimos fidelizar os clientes – muitos vieram ano passado e voltaram.”


Há mais de quatro anos cadastrado no CME, o empresário Alcenir Ribeiro incentiva a participação de outros comerciantes. “O benefício maior é trazer novos clientes para o estabelecimento, dando uma aquecida no comércio. São vendas à vista, então, vendemos hoje e amanhã já está na conta, o que é bom demais”, afirma. “Recomendo a outros empresários que mantenham a documentação em dia, façam o cadastro e participem, vale a pena.”



Como funciona


O Cartão Material Escolar atende alunos de 4 a 17 anos matriculados na rede pública do DF, cujos responsáveis sejam beneficiários do Bolsa Família, devidamente cadastrados. Não é necessário solicitar o cartão, visto que o estudante é automaticamente encontrado com o cruzamento de dados entre o cadastro do Bolsa Família e o sistema da Secretaria de Educação. Por isso, é importante que as informações dos interessados estejam corretas, completas e sempre atualizadas.


O pagamento é realizado antes do começo do ano letivo, no início de fevereiro. São três lotes de pagamento: o primeiro contempla quem já recebe o benefício e nos outros dois são incluídos os novos beneficiários que estiverem dentro das regras do programa. O responsável familiar pode consultar a lista de contemplados no GDF Social, disponível no aplicativo do BRB, ou por meio da Central de Atendimento ao Cidadão, no telefone 156.


O cartão físico fica disponível em uma das agências do BRB, onde o beneficiário pode buscá-lo após consultar a data e o local pelo aplicativo do GDF Social. A compra de materiais deve ser feita em papelarias credenciadas pelo programa. Neste ano, o BRB prorrogou o prazo de validade dos cartões vencidos e a vencer. Assim, as famílias contempladas no programa poderão utilizá-los normalmente.


Os materiais que poderão ser adquiridos encontram-se no site da Secretaria de Educação. Já a lista de papelarias credenciadas está disponível no site da Sedes neste link.


09/02/2025 - Cartão Material Escolar garante acesso de mais de 200 mil estudantes a itens de qualidade e aquece economia local










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Cartão Material Escolar garante acesso de mais de 200 mil estudantes a itens de qualidade e aquece economia local

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O sorriso da dona de casa Juliana de Oliveira, 36 anos, evidencia a felicidade que é comprar os itens que vão acompanhar o filho Abner, 10 anos, durante o ano letivo. Graças ao Cartão Material Escolar (CME), benefício ofertado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) desde 2019, a mãe pode adquirir a lista escolar e, ainda, escolher conforme a qualidade e as preferências da criança. Antes do benefício, o gasto pesava no orçamento familiar e não era possível adquirir nem metade da lista.






“Era muito complicado. Chegava em janeiro pensando se ia conseguir comprar um caderno e um lápis, pelo menos, e sempre do mais barato”, lembra a moradora de Samambaia. “Hoje conseguimos comprar a lista completa e escolher o que deixa a criança feliz, para que vá para a escola de cabeça erguida. Muitas vezes uma borracha diferente deixa a criança encantada, e ver o filho ir sorrindo para a escola é o melhor presente para uma mãe.”



Executado pela Secretaria de Educação (SEEDF) em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), o benefício oferta R$ 320 aos estudantes da educação infantil e ensino fundamental e R$ 240 aos que cursam o ensino médio. Em 2019, a iniciativa beneficiou mais de 64 mil alunos com orçamento de cerca de R$ 20 milhões. Desde então, os números cresceram significativamente, alcançando mais de 175 mil estudantes em 2024, com aporte na ordem de R$ 54 milhões.


Neste ano, um novo recorde deve ser registrado: a previsão é que sejam atendidos 200 mil discentes, um crescimento de 15%, com um investimento de R$ 58 milhões. O primeiro lote de 2025 foi pago em 31 de janeiro para 132.048 estudantes, com o valor investido de R$ 41,1 milhões. A etapa inicial foi destinada às famílias que já eram beneficiárias e já possuem os cartões físicos. Outros dois lotes estão previstos para novos contemplados que ainda não possuem o cartão e outros casos, desde que estejam dentro dos critérios. O pagamento para o segundo lote deve ocorrer até 10 de março, e para o terceiro, até 2 de abril.


Graças ao Cartão Material Escolar (CME), benefício ofertado pelo GDF desde 2019, Juliana de Oliveira pode adquirir a lista escolar e, ainda, escolher conforme a qualidade e as preferências do filho Abner | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília


Incentivo à educação


A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destaca que o CME contribui com a inclusão social de alunos em situação de vulnerabilidade. “Sempre fui uma grande defensora do Cartão Material Escolar porque é de extrema importância que os estudantes carentes tenham igualdade de escolha dos próprios materiais como aqueles que têm condições de comprar. É um programa que promove a inclusão e, por isso, nós prezamos por ele e por sua expansão”, afirma.


Beneficiária da iniciativa desde 2021, Juliana reforça o impacto do valor recebido para a jornada estudantil. “Quando a gente não tem muita renda, vai nos mais baratinhos. Mas agora posso comprar uma coisa melhor para meu filho, que dura mais. Para muita gente pode parecer besteira, mas é emocionante, e agradeço por poder contar com o governo para isso”, enfatiza Juliana, que recebe o CME desde 2021.


Fã de super-heróis e videogames, Abner esperava ansiosamente pelo momento de ir à papelaria. “É muito legal ter materiais novos. Não dá vontade nem de ir para o recreio, só de ficar desenhando”, diz. “Antes minha mãe comprava o material sem nenhum desenho, e eu tinha que me contentar, né? Agora é felicidade, posso andar pela escola feliz da vida, com um caderninho novo, com a mochila do Batman. Posso até pegar aqueles lápis com aquelas borrachinhas.”


Segundo Francisca, o valor disponibilizado pelo CME é suficiente para cobrir as despesas relacionadas ao material escolar e aliviar o orçamento familiar


Este é o segundo ano em que a dona de casa Francisca de Sousa Araújo, 44, pode contar também com o CME para atender as necessidades da filha Clara Vitória, 13. “Faz uma diferença enorme. Dá para comprar coisas melhores e as coisas que ela mais gosta. Antes, era só o básico do básico mesmo. Caderno, caneta, lápis, pouca coisa. Agora, compramos com mais qualidade e os materiais duram o ano inteiro”, afirma a mãe, que cita como exemplo da eficiência do recurso o reúso da mochila adquirida no ano passado.


Segundo Francisca, o valor disponibilizado pelo CME é suficiente para cobrir as despesas relacionadas ao material escolar e aliviar o orçamento familiar. “Às vezes ela pedia algo e eu não podia comprar. Hoje ela vem comigo, escolhe as coisinhas do jeito dela. Isso é muito especial”, afirma ela, que também é beneficiária do Cartão Prato Cheio.


Economia local


O impacto positivo do CME abrange, ainda, a economia local, impulsionando os ganhos de papelarias e comércios especializados. Neste ano, houve ampliação do número de papelarias credenciadas para a compra de materiais escolares. Em 2023, eram 473 empresas cadastradas no programa, passando para 503 no ano seguinte. Para 2025, pais e responsáveis terão 530 pontos habilitados à disposição. As regiões que com maior concentração de participantes são São Sebastião (20,7%) e Ceilândia (15,7%).


Há mais de quatro anos cadastrado no CME, o empresário Alcenir Ribeiro incentiva a participação de outros comerciantes


Assim que abriu seu empreendimento, no Recanto das Emas, a empresária Valqueria Silva solicitou participação no programa do GDF. Com uma faixa na entrada indicando que ali é um ponto cadastrado, ela chama a atenção dos beneficiários e, assim, consegue aumentar os lucros. “Do dia 31 de janeiro, quando saiu a primeira parcela, até essa quinta (6), vendi mais do que em todo o mês de janeiro. Vale muito a pena”, destaca. “O período de volta às aulas é o mais esperado pelas empresas de papelaria. Com o programa, nós também conseguimos fidelizar os clientes – muitos vieram ano passado e voltaram.”


Há mais de quatro anos cadastrado no CME, o empresário Alcenir Ribeiro incentiva a participação de outros comerciantes. “O benefício maior é trazer novos clientes para o estabelecimento, dando uma aquecida no comércio. São vendas à vista, então, vendemos hoje e amanhã já está na conta, o que é bom demais”, afirma. “Recomendo a outros empresários que mantenham a documentação em dia, façam o cadastro e participem, vale a pena.”



Como funciona


O Cartão Material Escolar atende alunos de 4 a 17 anos matriculados na rede pública do DF, cujos responsáveis sejam beneficiários do Bolsa Família, devidamente cadastrados. Não é necessário solicitar o cartão, visto que o estudante é automaticamente encontrado com o cruzamento de dados entre o cadastro do Bolsa Família e o sistema da Secretaria de Educação. Por isso, é importante que as informações dos interessados estejam corretas, completas e sempre atualizadas.


O pagamento é realizado antes do começo do ano letivo, no início de fevereiro. São três lotes de pagamento: o primeiro contempla quem já recebe o benefício e nos outros dois são incluídos os novos beneficiários que estiverem dentro das regras do programa. O responsável familiar pode consultar a lista de contemplados no GDF Social, disponível no aplicativo do BRB, ou por meio da Central de Atendimento ao Cidadão, no telefone 156.


O cartão físico fica disponível em uma das agências do BRB, onde o beneficiário pode buscá-lo após consultar a data e o local pelo aplicativo do GDF Social. A compra de materiais deve ser feita em papelarias credenciadas pelo programa. Neste ano, o BRB prorrogou o prazo de validade dos cartões vencidos e a vencer. Assim, as famílias contempladas no programa poderão utilizá-los normalmente.


Os materiais que poderão ser adquiridos encontram-se no site da Secretaria de Educação. Já a lista de papelarias credenciadas está disponível no site da Sedes neste link.


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Apuração no Equador aponta para 2º turno entre Noboa e González

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As eleições para a presidência do Equador se encaminham para o segundo turno entre o atual presidente Daniel Noboa (ADN) e a advogada Luisa González (RC), do campo esquerdista.


Segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), na noite deste domingo (9/2), o político de 37 anos aparece com 45,2% do total de votos computados. González, ligada ao ex-presidente de esquerda Rafael Correa, surge com 43,3%.


Até o momento, cerca de 52% dos votos já foram apurados. Além dos dois, outros 14 candidatos concorrem ao pleito.


1 de 3

Daniel Noboa

Getty Images
2 de 3

Luisa González

Rafael Rodriguez Mayel/Anadolu Agency via Getty Images
3 de 3

Os candidatos Luisa González e Daniel Noboa já se enfrentaram nas eleições presidenciais de 2023

Reprodução/Redes Sociais


Esta é a segunda vez que Noboa e González aparecem como os principais nomes na disputa presidencial no Equador. Em 2023, eles foram os candidatos mais bem votados nas eleições extraordinárias do país, realizadas após o ex-presidente Guilherme Lasso dissolver o Parlamento e convocar uma nova eleição. 


Para ser eleito em primeiro turno, um dos candidatos que disputam as eleições deve receber ao menos 40% dos votos válidos e alcançar uma diferença de mais de dez pontos percentuais em relação ao segundo colocado. Em caso de segundo turno, a nova disputa ocorrerá em abril.


Segundo dados do CNE, a participação no pleito foi de 83,4% do número total de eleitores do país.


 


 






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Apuração no Equador aponta para 2º turno entre Noboa e González

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Segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), na noite deste domingo (9/2), o político de 37 anos aparece com 45,2% do total de votos computados. González, ligada ao ex-presidente de esquerda Rafael Correa, surge com 43,3%.


Até o momento, cerca de 52% dos votos já foram apurados. Além dos dois, outros 14 candidatos concorrem ao pleito.


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Daniel Noboa

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Luisa González

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Os candidatos Luisa González e Daniel Noboa já se enfrentaram nas eleições presidenciais de 2023

Reprodução/Redes Sociais


Esta é a segunda vez que Noboa e González aparecem como os principais nomes na disputa presidencial no Equador. Em 2023, eles foram os candidatos mais bem votados nas eleições extraordinárias do país, realizadas após o ex-presidente Guilherme Lasso dissolver o Parlamento e convocar uma nova eleição. 


Para ser eleito em primeiro turno, um dos candidatos que disputam as eleições deve receber ao menos 40% dos votos válidos e alcançar uma diferença de mais de dez pontos percentuais em relação ao segundo colocado. Em caso de segundo turno, a nova disputa ocorrerá em abril.


Segundo dados do CNE, a participação no pleito foi de 83,4% do número total de eleitores do país.


 


 






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Vídeo: casal é flagrado fazendo sexo em cima de moto aquática no mar

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São Paulo — Um casal foi flagrado fazendo sexo em cima de uma moto aquática em alto-mar na cidade de São Vicente, litoral de São Paulo.


O vídeo, gravado na região da Garganta do Diabo, conhecida pelo histórico de acidentes, viralizou nas redes sociais.



A pessoa que filmou estava gravando a paisagem quando se assustou com a ação: “Epa, o que vocês estão aprontando aí? Ó, o bichão. Ripando a minazinha em alto-mar, fi (sic)”.



O casal não foi identificado até o momento.






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Áreas de Sobradinho terão fornecimento de energia suspenso nesta segunda (10)

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Diversos endereços de Sobradinho ficarão sem energia nesta segunda-feira (10) para modernização da rede elétrica. O desligamento está programado para ocorrer entre as 10h e as 16h,  e visa a garantir a segurança dos técnicos durante os serviços.


A suspensão temporária será no Condomínio Vivendas Serranas, na BR-020, Km 4 e Km 5; no Condomínio Fraternidade, Bloco C, Lote 2; na DF-425, Km 1, Chácara 2 e no Núcleo Rural Sobradinho II, DF-425, Km 1,5, Chácara Vale do Sol.


Caso os serviços terminem antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio. Além dos desligamentos programados, pode acabar a energia em outra região do Distrito Federal. Nesse caso, a população deve registrar a ocorrência pelo telefone 116. ‌Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.



Agência Brasília






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