Saiba se o goleiro Bruno voltará ao regime semiaberto após prisão

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Após ser preso na noite dessa quinta-feira (7/5), o goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza perdeu o benefício de livramento condicional e regrediu ao regime semiaberto. O ex-jogador do Flamengo estava foragido há mais de dois meses por descumprimento de medidas cautelares e foi detido na Região dos Lagos (RJ). Veja o momento da prisão:



Segundo a Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ), o goleiro Bruno foi localizado e preso após a troca de informações entre policiais do 25º BPM (Cabo Frio) e da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), executada pelo setor de inteligência de ambas as corporação.


A diligência interestadual entre as unidades levaram militares do 25º BPM para uma rua de São Pedro d’ Aldeia, onde o goleiro Bruno foi encontrado.


“No local, o acusado, foragido da Justiça, foi localizado e conduzido à 125ª DP para cumprimento de mandado de prisão. Durante a ação, o acusado não apresentou resistência e colaborou com as equipes”, disse a PMERJ, em nota.

Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) Bruno foi considerado foragido por se ausentar do Rio sem autorização do Juízo da Execução Penal, que, na ocasião, viajou com o time do Vasco do Acre para disputar a 1ªa fase da Copa do Brasil.


A Corte acrescentou que, com o descumprimento desta medida, o goleiro Bruno perdeu o benefício de livramento condicional e vai voltar para a prisão, no regime semiaberto, com uma pena de 16 anos.


Determinação da Justiça e condenação do goleiro


Bruno teve a liberdade condicional revogada em 5 de março pela Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), após descumprir regras da liberdade condicional. Ele saiu do Rio sem ter autorização da Justiça.


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Goleiro Bruno é preso no Rio de Janeiro após 2 meses foragido
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Goleiro Bruno é preso no Rio de Janeiro após 2 meses foragido

Reprodução/X
O goleiro estava foragido desde o dia 5 de março
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O goleiro estava foragido desde o dia 5 de março

Reprodução/Disque denúncia
Bruno teve a liberdade condicional revogada em 5 de março pela Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), após descumprir regras da liberdade condicional.
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Bruno teve a liberdade condicional revogada em 5 de março pela Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), após descumprir regras da liberdade condicional.

Marcelo Albert/TJMG
O goleiro estava tuando pelo time Vasco do Acre
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O goleiro estava tuando pelo time Vasco do Acre

Reprodução / Instagram @advascoacre

 


O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) argumentou, ainda, que Bruno deixou de atualizar o endereço por 3 anos; não respeitou horários de recolhimento; frequentou locais proibidos, como um jogo do Flamengo, ex-clube dele, no Maracanã, em fevereiro; e fez outras viagens sem autorização judicial.


O goleiro foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pelo homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver da modelo Eliza Samudio, em 2013. Em 2019, ele teve progressão para o regime semiaberto e, em janeiro de 2023, conseguiu a liberdade condicional.



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Governadora Celina Leão participa de solenidade que homenageia policiais militares promovidos após redução do interstício no DF

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A governadora Celina Leão compareceu, nesta terça-feira (28), à solenidade em homenagem aos policiais militares promovidos em abril de 2026. A cerimônia foi realizada no pátio da Academia de Polícia Militar de Brasília e reuniu autoridades, familiares e integrantes da corporação.

Durante o evento, a chefe do Executivo destacou os investimentos na segurança pública: “A gente tem investido em monitoramento, em mão de obra e na valorização da carreira. Hoje é um dia muito especial, porque muitos esperaram anos por essa promoção. Fico muito feliz por ter garantido isso com a redução do interstício. Temos uma polícia altamente especializada, que vem se destacando nas operações recentes”. Ao todo, 652 militares foram agraciados com a progressão na carreira, sendo 287 oficiais e 365 praças.

“A gente tem investido em monitoramento, em mão de obra e na valorização da carreira. Hoje é um dia muito especial, porque muitos esperaram anos por essa promoção", ressaltou a governadora Celina Leão | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

As promoções foram viabilizadas após medidas adotadas pelo Governo do Distrito Federal, que ampliaram o número de progressões nas carreiras militares. Em 23 de abril, Celina Leão reduziu o interstício — tempo mínimo exigido entre promoções —, o que permitiu beneficiar um número maior de profissionais.

Para o comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal, coronel Rômulo Palhares, a promoção vai além da progressão na carreira. “A promoção do policial militar é mais do que uma ascensão funcional. Ela representa o reconhecimento pelo trabalho incansável, por cada turno que os senhores entregam à nossa comunidade e à nossa população”, ressaltou.

 

Valorização das forças de segurança

Cerimônia foi realizada no pátio da Academia de Polícia Militar de Brasília

Com a redução do interstício, o total de promoções superou significativamente a previsão inicial. Antes da flexibilização, seriam 162 progressões. Após a medida, outros 490 policiais militares foram contemplados. Entre os oficiais, foram efetivadas 287 promoções, enquanto entre os praças o número chegou a 365.

A mesma política também alcançou o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), ampliando o alcance das ações voltadas à valorização dos profissionais da segurança pública. Segundo o governo, além do impacto direto na carreira dos militares, as promoções ajudam na recomposição dos quadros e no fortalecimento das atividades operacionais das corporações, refletindo diretamente na prestação de serviços à população.



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STF: ministros votam para endurecer restrições aos penduricalhos

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Em decisões publicadas nesta sexta-feira (8/5), os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Cristiano Zanim, do Supremo Tribunal Federal (STF), publicaram novas diretrizes que endurecem os pagamentos dos chamados penduricalhos.


“Penduricalhos” é como ficou conhecido os benefícios e verbas extras pagas ao serviço público. Nos últimos meses, o STF passou a atuar na criação de diretrizes acerca destes pagamentos após repercussão na imprensa dos altos valores direcionados a estes proventos, além da criação de novas verbas indenizatórias por órgãos públicos.


STF: ministros votam para endurecer restrições aos penduricalhos - destaque galeria

Ministro Flávio Dino do Supremo Tribunal Federal
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Ministro Flávio Dino do Supremo Tribunal Federal

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Cristiano Zanin, ministro do STF
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Cristiano Zanin, ministro do STF

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal
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Ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
O ministro Alexandre de Moraes
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O ministro Alexandre de Moraes

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Em sua decisão, Zanim determina que ficam proibidas reclassificações, revisões e reestruturações de: comarcas, cargos, funções, unidades administrativas, ofícios, benefícios de saúde e assistência, com a intenção de manter os pagamentos extras vetados pelo STF.


A decisão de Gilmar Mendes também amplia essas restrições, e ressalta que classificação de comarcas como de “difícil provimento”, criação de gratificações por acúmulo, mudanças em plantões e desdobramentos de ofícios, também estão vendadas.


Segundo magistrado, tais práticas funcionam como “formas de contornar a decisão do Supremo sobre o regime remuneratório e as chamadas verbas indenizatórias”.


Ministros tentam contornar “brechas”


As diretrizes desta semana ampliam o que já havia sido decidido em Plenário pelo STF em março deste ano, quando ficou proibido o pagamento de quaisquer parcelas de caráter remuneratório ou indenizatório, fora do previsto em decisão do STF e acima do teto.


Apesar da decisão, órgãos públicos passaram a se movimentar em busca de “brechas” para manter tais pagamentos.


Neste sentido, os magistrados passaram publicar determinações com a intenção de coibir estes repasses que, mesmo após a decisão de março, ainda estavam sendo pagos. Durante julgamento concluído em março, o STF fixou as balizas para o regime remuneratório da magistratura e do Ministério Público até que seja editada a lei nacional.


Ainda nesta semana, também em decisões, os magistrados ressaltaram que os pagamentos de quaisquer parcelas de caráter remuneratório ou indenizatório, fora do previsto em decisão do STF, de 25 de março, e acima do teto estão: “Absolutamente vedados”.


A tese de repercussão geral aprovada reafirmou o teto constitucional de R$ 46.366,19 e estabeleceu uma organização nas folhas de pagamento, proibindo a criação de auxílios e verbas indenizatórias sem lei federal específica aprovada pelo Congresso Nacional.



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Polícia apura se incêndio em veículos foi provocado por ex de vítima

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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga a hipótese de que o incêndio que consumiu dois carros na madrugada desta sexta-feira (8/5) teria sido causado pelo ex-marido e ex-genro das proprietárias dos veículos, um Fiat Uno Vivace e um VW Gol.  O suspeito, de 38 anos, possui uma medida protetiva contra a ex-companheira.


Os dois veículos ficaram destruídos após serem tomados pelas chamas em Arniqueira (DF). A ocorrência foi registrada por volta da 0h45 pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), que deslocou três viaturas para o atendimento. O fogo foi controlado pela corporação e houve somente dano material.



A dona de um dos carros incendiados relatou à Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) que o ex-marido vinha realizando perseguições constantes desde a retirada da tornozeleira eletrônica.


Além do dano aos veículos, o agressor estaria enviando fotos em que aparece portando arma de fogo como forma de intimidação. O suspeito possui antecedentes criminais e histórico de uso de substâncias entorpecentes. A PM fez buscas na região, mas não conseguiu localizar o homem.


O incêndio foi registrado na madrugada desta sexta-feira
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O incêndio foi registrado na madrugada desta sexta-feira

CBMDF/Divulgação
Os bombeiros deslocaram três viaturas para o atendimento
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Os bombeiros deslocaram três viaturas para o atendimento

CBMDF/Divulgação
Os dois veículos ficaram destruídos por conta das chamas
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Os dois veículos ficaram destruídos por conta das chamas

CBMDF/Divulgação

Episódio repetido


A ex-esposa do suspeito de causar incêndio informou à PCDF que o homem já teria quebrado o veículo da mãe dela em outras ocasiões. Ela também relatou outros episódios de perseguição.


A vítima disse que foi alertada sobre o incêndio pelos vizinhos e resolveu acionar a PMDF após o episódio. A mulher e a mãe não possuem provas concretas do crime, mas suspeitam do homem pelo histórico de ameaças e pelo fato de não terem inimigos.


As vítimas registraram ocorrência por dano na 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul). A PCDF informou que o residencial onde o incêndio foi registrado possui câmeras de segurança que serão analisadas para apurar a hipótese de crime.



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Piloto de jet ski colide em baleia e é lançado ao mar no Canadá

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Um incidente registrado em Vancouver, no Canadá, mostra o momento em que um piloto de jet ski atinge uma baleia-cinzenta. O caso aconteceu na segunda-feira (4/5), nas proximidades de Siwash Rock, no Stanley Park.


Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que a baleia sobe à superfície e é atingida por um jet ski em alta velocidade, fazendo com que o piloto seja arremessado ao mar.



Autoridades ambientais foram acionadas para investigar o ocorrido e o estado do animal.


De acordo com Serviço de Emergência de Saúde da Colúmbia Britânica, o piloto foi socorrido e levado ao hospital em estado grave, mas passa bem.


Na terça-feira (5/4), a baleia foi vista seguindo para o noroeste. Segundo Paul Cottrell, coordenador de mamíferos marinhos do Departamento de Pesca e Oceanos do Canadá (DFO), “não foi possível ver nenhum ferimento no animal, e ela parecia estar se comportando normalmente e se alimentando”.


Segundo a legislação canadense sobre mamíferos marinhos, embarcações e motos aquáticas devem manter distância mínima de 100 metros das baleias, e de 200 metros se elas estiverem descansando ou com filhotes.


A regra tem como objetivo reduzir o risco de acidentes e minimizar o estresse causado pela presença humana nesses animais.



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Mulher é contida com arma de choque após destruir carro de ex no DF

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Armada com faca e martelo, uma mulher quebrou o carro do ex-companheiro no estacionamento de hospital de Taguatinga (DF), na noite de quinta-feira (7/5). Durante a prisão, policiais militares usaram uma arma de choque para contê-la. Testemunhas filmaram o episódio.


Veja:



 


O caso ocorreu na noite desta quinta-feira (7/5)
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O caso ocorreu na noite desta quinta-feira (7/5)

Divulgação/PMDF
O carro ficou destruído após o ataque
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O carro ficou destruído após o ataque

Divulgação/PMDF
Armas utilizadas pela mulher
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Armas utilizadas pela mulher

Divulgação/PMDF

 


“Chama a polícia! Porque esse desgraçado acabou com a minha vida. Não vou conversar com ninguém. Eu quero conversar com ele”, afirmou a mulher. A suspeita começou a caminhar em direção aos policiais, que disparam a arma de choque. Após ser desarmada, ela disse que iria para a Corregedoria da Polícia Militar (PMDF).


Segundo a PMDF, a mulher não obedeceu às ordens para soltar os objetos e, em um momento em que tentou se aproximar dos policiais, foi necessário o uso do dispositivo de choque para conter a situação e evitar riscos aos presentes. O Metrópoles não conseguiu localizar a acusada até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto para manifestações.



A Polícia Militar informou que a mulher é alvo de medida protetiva e ameaçava o ex-companheiro, funcionário da unidade hospitalar, além de outras pessoas que estavam no local. Além disso, ela depredou o carro do ex, que estava estacionado no local, utilizando uma faca e um martelo.


A mulher desarmada foi presa em flagrante no estacionamento do hospital. As partes foram encaminhadas à 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul), onde a ocorrência ficou à disposição da autoridade policial para as providências legais cabíveis.



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"Aventura irresponsável", diz chanceler iraniano sobre ataque dos EUA

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O governo iraniano acusa os Estados Unidos de romper o acordo de cessar-fogo após um ataque contra dois navios no Estreito de Ormuz. Nesta sexta-feira (8/5), o chanceler iraniano, Abbas Aragchi, disse que seu país “não se curvará à pressão” e que os EUA fizeram uma “aventura militar irresponsável” com a ação.


“Toda vez que uma solução diplomática está sobre a mesa, os EUA optam por uma aventura militar irresponsável”, declarou Aragchi.

Segundo o chanceler, o Irã aumentou o estoque de mísseis e de capacidade de lançamento ao longo da guerra com o país norte-americano.


“Nosso estoque de mísseis e capacidade de lançamento estão em 120%, na comparação com 28 de fevereiro (data do início do conflito)”, afirmou.


Por outro lado, o presidente dos Estados Unidos, Donald  Trump, disse, em entrevista à ABC News, nessa quinta-feira (7/5), que os ataques retaliatórios ao Irã não violam o acordo e minimizou a ação ao chamá-la de “tapinha”.


“Foi só um tapinha”, disse Trump à jornalista Rachel Scott. “O cessar-fogo continua em vigor”, acrescentou o norte-americano.


Os EUA realizaram ataques a instalações militares iranianas nesta semana em resposta a ataques contra navios de guerra americanos que transitavam por Ormuz.



Estreito de Ormuz
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Estreito de Ormuz

U.S. Navy via Getty Images
Irã divulga vídeo do momento em que intercepta navios em Ormuz
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Irã divulga vídeo do momento em que intercepta navios em Ormuz

Reprodução/IRIB TV
Uma lancha da polícia patrulha o porto enquanto petroleiros e embarcações de alta velocidade permanecem ancorados na área de ancoragem de Mascate, perto do Estreito de Ormuz
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Uma lancha da polícia patrulha o porto enquanto petroleiros e embarcações de alta velocidade permanecem ancorados na área de ancoragem de Mascate, perto do Estreito de Ormuz

Elke Scholiers/Getty Image

Novas ameaças


Apesar de afirmar que o cessar-fogo continuava, Donald Trump fez novas ameaças ao Irã nesta semana, caso os países não cheguem a um acordo.


“As negociações estão indo muito bem, mas eles têm que entender: se não for assinado, eles vão sofrer muito”, declarou o presidente.


O governo iraniano acusou os Estados Unidos de terem violado o acordo ao realizar ataques contra embarcações e áreas próximas ao Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo.



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Goleiro Bruno é preso no Rio de Janeiro após 2 meses foragido

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O goleiro Bruno Fernandes, condenado pelo assassinato da modelo Eliza Samudio, em 2013, foi preso na manhã desta sexta-feira (8/5), no Rio de Janeiro, após passar dois meses foragido. Veja o momento da prisão:



De acordo com a Polícia Militar do Rio de Janeiro, a prisão ocorreu em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos. A ocorrência foi encaminhada à 127ª DP. O atleta deve voltar para a prisão, no regime semiaberto.



Bruno teve a liberdade condicional revogada em 5 de março pela Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), após descumprir regras da liberdade condicional. Ele saiu do Rio sem ter autorização da Justiça.


Segundo a Vara de Execuções Penais, em 15 de fevereiro, o goleiro viajou para o Acre, sem autorização judicial, para jogar pelo Vasco-AC, e não retornou ao regime semiaberto quando determinado pela Justiça.


O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) argumentou, ainda, que Bruno deixou de atualizar o endereço por 3 anos; não respeitou horários de recolhimento; frequentou locais proibidos, como um jogo do Flamengo, ex-clube dele, no Maracanã, em fevereiro; e fez outras viagens sem autorização judicial.


Goleiro Bruno é preso no Rio de Janeiro após 2 meses foragido - destaque galeria

O goleiro estava foragido desde o dia 5 de março
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O goleiro estava foragido desde o dia 5 de março

Reprodução/Disque denúncia
Goleiro Bruno é preso no Rio de Janeiro após 2 meses foragido
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Goleiro Bruno é preso no Rio de Janeiro após 2 meses foragido

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Goleiro Bruno
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Goleiro Bruno

Renata Caldeira/TJMG
Goleiro Bruno
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Goleiro Bruno

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Goleiro Bruno
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Goleiro Bruno

Sueli Rodrigues / @suelifotografaesportivaac
A última passagem de Bruno foi no Vasco-AC
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A última passagem de Bruno foi no Vasco-AC

Sueli Rodrigues
Goleiro Bruno jogará por time amador de Minas Gerais
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Reprodução/Instagram/Menezes EC
O goleiro estava tuando pelo time Vasco do Acre
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O goleiro estava tuando pelo time Vasco do Acre

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Goleiro Bruno foi a jogo do Flamengo
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Goleiro Bruno foi a jogo do Flamengo

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O jogador foi condenado pelo homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver da modelo Eliza Samudio, em 2013. Ele foi condenado a 22 anos e 3 ês meses de prisão.


Em 2019, Bruno teve progressão para o regime semiaberto e em janeiro de 2023 conseguiu a liberdade condicional.



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PEC da 6X1 abordará regra geral e PL trará outros casos, diz relator

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O relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da jornada de trabalho de seis dias trabalhos para um de descanso, deputado federal Leo Prates (Republicanos-BA), afirmou nesta quinta-feira (7/6) que uma regra geral deve ser tratada por PEC, e casos específicos de trabalho serão via Projeto de Lei (PL).


“A ideia não é minha, eu dou mérito e é do Marinho. E eu concordo com o Marinho. Nós vamos tratar na PEC a regra geral. E os específicos a gente trata no projeto de lei. Eu acho que assim também a gente encontra um formato jurídico”, afirmou em entrevista a jornalistas na Paraíba.


O relator afirmou que a ideia de reduzir o teto para 40 horas semanais está “quase consensuada”, mas trouxe o exemplo da área de saúde em que a jornada é de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso. “A gente precisa a partir daí tratar as especificidades”, declarou.



Nessa quarta-feira (6/5), o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu que, além da PEC, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), dê andamento a dois projetos de lei para tratar de regras específicas.


“A PEC tem tarefa e o PL também. Da PEC, a tarefa é determinar qual a jornada máxima que vai vigorar no país. Mas as especificidades têm papel no PL, então não faz sentido a PEC andar e os PLs continuarem parados”, disse o ministro.

O presidente da comissão, deputado federal Alencar Santana (PT-SP), também sinalizou ser a favor da tramitação do PL para estabelecer as regras posteriormente à aprovação da PEC.


“Os dois são extremamente importantes. De uma certa maneira, o PL vai regular a partir da mudança constitucional. Se vai ser concomitante, é uma hipótese, se vai ser um pouco depois, é uma hipótese. O que não pode é ser depois do prazo estabelecido na Constituição para garantia desse direito efetivo ao trabalhador”, declarou.



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STF manda prender ex-cúpula da PM do DF por atos de 8/1 de 2023

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O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou nesta quarta-feira (11) a prisão de cinco ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) condenados por suposta omissão nos atos de 8 de janeiro de 2023, quando manifestantes invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes em Brasília. A decisão ocorre após o esgotamento de todos os recursos no processo, que resultou em pena de 16 anos de prisão e perda dos cargos públicos.

A informação foi confirmada pelas defesas, enquanto que o relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes, ainda não publicou formalmente a decisão de trânsito em julgado, etapa que encerra definitivamente o processo na Corte.

A condenação foi definida pela Primeira Turma do STF em dezembro do ano passado, seguindo o voto de Moraes. Entre os punidos estão o ex-comandante-geral da PMDF, Fábio Augusto Vieira; o então subcomandante-geral, Klepter Rosa Gonçalves; e os coronéis Jorge Eduardo Barreto Naime, Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra e Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues.

VEJA TAMBÉM:

A denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sustentou que os oficiais tinham conhecimento do risco de invasão aos prédios públicos e possuíam meios para evitar os ataques. Segundo o Ministério Público, mesmo diante das informações disponíveis e da responsabilidade de garantir a segurança institucional, os comandantes não tomaram as medidas necessárias para impedir os crimes.

No fim de fevereiro, a Primeira Turma rejeitou os recursos das defesas e manteve integralmente a condenação. O colegiado considerou que a omissão dos oficiais contribuiu para a destruição do patrimônio público e para a tentativa de ruptura institucional.

A defesa de Rodrigues informou que ele se apresentou voluntariamente às autoridades competentes para o início do cumprimento da decisão, mas “lamenta os efeitos” da condenação.

“Apesar do trânsito em julgado da decisão, a defesa não considera esgotadas todas as possibilidades jurídicas e constitucionais existentes no ordenamento, confiando que eventuais medidas futuras e instrumentos jurídicos cabíveis possam contribuir para o restabelecimento da justiça em favor do coronel Marcelo Casimiro”, disse em nota (veja na íntegra mais abaixo).

Já os advogados do coronel Naime afirmou que a decisão de encerrar o caso “permanece cercada de contradições que jamais foram devidamente enfrentadas”. “Ficou demonstrado nos próprios documentos institucionais que a responsabilidade primária pela segurança dos prédios públicos da Esplanada não era da PMDF, mas sim do Governo Federal, por meio do Ministério da Justiça e dos órgãos federais responsáveis pela proteção do patrimônio da União”, completou.

E a defesa de Klepter Rosa Gonçalves pontuou que o militar cumprirá a decisão de que “confia que os equívocos possam ser devidamente corrigidos pelo próprio Supremo Tribunal Federal”. “A luta jurídica prossegue nos autos, com serenidade, responsabilidade e respeito às instituições”, completou.

Os militares foram condenados pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado. A legislação penal brasileira permite responsabilização criminal não apenas por ações diretas, mas também por omissões quando o agente tinha obrigação legal de agir.

De acordo com a acusação, os oficiais ocupavam a chamada “posição de garante”, prevista no Código Penal para autoridades que possuem “por lei, obrigação de cuidado, proteção ou vigilância”. Nessa condição, caberia à cúpula da PMDF agir para preservar a ordem pública e assegurar o livre funcionamento das instituições durante os atos de 8/1.

O que dizem os citados

Veja abaixo o que disse a defesa do coronel Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues sobre a condenação e o encerramento do caso no STF:

A defesa do coronel Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues, ex-oficial da Polícia Militar do Distrito Federal, informa que, na data de hoje, o coronel Marcelo Casimiro se apresentou voluntariamente às autoridades competentes para iniciar o cumprimento da decisão proferida pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal.

A defesa manifesta profundo respeito às instituições da República, mas lamenta os efeitos da decisão condenatória, uma vez que permanece convicta da inocência do coronel Marcelo Casimiro, circunstância que, no entendimento da defesa, ficou devidamente demonstrada ao longo da instrução processual.

Também se registra a preocupação da defesa quanto à fixação da competência originária do Supremo Tribunal Federal para o julgamento da causa, situação que, no entendimento defensivo, limitou a plena amplitude do debate probatório e recursal, resultando em decisão de natureza praticamente irrecorrível no sistema processual vigente.

Lamenta-se, ainda, que um pai de família e oficial que dedicou mais de três décadas de sua vida à Polícia Militar do Distrito Federal, sempre com conduta funcional ilibada e sem qualquer mácula em sua carreira, esteja hoje obrigado a iniciar o cumprimento de uma pena que a defesa considera incompatível com a realidade dos fatos apurados nos autos.

O coronel Marcelo Casimiro sempre atuou como administrador público comprometido com a legalidade e com a proteção da sociedade brasiliense, tendo exercido, no dia 8 de janeiro de 2023, as atribuições que lhe eram legalmente conferidas, dentro dos limites institucionais de sua função.

Apesar do trânsito em julgado da decisão, a defesa não considera esgotadas todas as possibilidades jurídicas e constitucionais existentes no ordenamento, confiando que eventuais medidas futuras e instrumentos jurídicos cabíveis possam contribuir para o restabelecimento da justiça em favor do coronel Marcelo Casimiro.

A defesa continuará acompanhando o caso com serenidade, responsabilidade institucional e firme compromisso com a verdade dos fatos.

Veja o que disse a defesa do coronel Jorge Eduardo Barreto Naime:

Hoje foi certificado o trânsito em julgado da condenação do Coronel Naime. Uma decisão que permanece cercada de contradições que jamais foram devidamente enfrentadas. Nos autos do processo está reconhecido que:

– O Coronel Naime estava oficialmente de férias no dia 8 de janeiro.
– Havia outro coronel no comando operacional naquele momento.
– O próprio substituto confirmou isso em depoimento.
– O próprio ministro relator registrou nos autos que Naime estava de férias e que havia outro oficial responsável pelo comando.

Mesmo assim, a condenação foi mantida. Mas há fatos ainda mais graves. A defesa apresentou laudos periciais técnicos demonstrando a quebra da cadeia de custódia do celular de Naime — elemento que deveria ter sido tratado com absoluto rigor jurídico. A integridade da prova digital é um dos pilares do processo penal moderno. Quando a cadeia de custódia é violada, a confiabilidade da prova fica comprometida. Esses laudos foram juntados aos autos. E mesmo assim não houve a devida apreciação desse ponto central da defesa.

Também ficou demonstrado nos próprios documentos institucionais que a responsabilidade primária pela segurança dos prédios públicos da Esplanada não era da PMDF, mas sim do Governo Federal, por meio do Ministério da Justiça e dos órgãos federais responsáveis pela proteção do patrimônio da União.

Ou seja: enquanto autoridades federais acompanhavam os acontecimentos de dentro dos prédios, quem saiu das suas férias para ajudar a restabelecer a ordem nas ruas foi justamente quem hoje está sendo condenado.

O Coronel Naime:

– saiu das férias ao tomar conhecimento da gravidade da situação
– participou da tentativa de restabelecimento da ordem
– prendeu vândalos
– foi gravemente ferido na operação

E ajudou a evitar que aquele dia terminasse em uma tragédia ainda maior. Se houve falhas institucionais naquele dia — e o próprio país reconhece que houve — elas precisam ser investigadas onde realmente estavam as responsabilidades legais.

A pergunta que permanece ecoando é simples: como alguém que estava de férias, que não estava no comando da operação e que saiu para ajudar a conter o caos pode se tornar o principal responsável pelos acontecimentos daquele dia? Não estamos falando apenas de uma sentença.

Estamos falando de um precedente perigoso para qualquer servidor público que um dia precise tomar decisões em momentos de crise. A verdade pode ser ignorada por um tempo. Mas ela nunca deixa de existir. E a história ainda haverá de mostrar, com clareza, quem de fato tentou evitar o pior naquele 8 de janeiro.

Veja abaixo o que disse a defesa do coronel Klepter Rosa Gonçalves:

A defesa do Coronel Klepter Rosa informa que, embora discorde de alguns fundamentos da decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal, irá cumpri-la, como sempre cumpriu a Constituição da República e as leis do país.

Ressalta-se que a consciência do Coronel permanece tranquila, uma vez que foi ele próprio quem determinou e conduziu a prisão de manifestantes ainda no dia 08 de janeiro, bem como nos dias subsequentes aos fatos.

A defesa confia que os equívocos possam ser devidamente corrigidos pelo próprio Supremo Tribunal Federal.

A luta jurídica prossegue nos autos, com serenidade, responsabilidade e respeito às instituições.



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https://digital.servemnet.com.br/stf-manda-prender-ex-cupula-da-pm-do-df-por-atos-de-8-1-de-2023/?fsp_sid=12702
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