Mostrando postagens com marcador MUNDO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MUNDO. Mostrar todas as postagens

Encontro entre Lula e Trump ocorre após iniciativa da Casa Branca

 on  with No comments 
In  




Washington (EUA) —Partiu da Casa Branca a iniciativa para marcar um encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com Donald Trump, conforme apurou o Metrópoles com autoridades norte-americanas. O brasileiro embarca para os Estados Unidos nesta quarta-feira (6/5) e tem uma reunião com o republicano amanhã.


De acordo com informações apuradas pela reportagem, a iniciativa pode indicar o desejo dos Estados Unidos em tratar temas que possam interessar a relação bilateral dos norte-americanos com o Brasil.


Na agenda dos dois líderes, a expectativa é que sejam debatidos temas como o interesse dos Estados Unidos em classificar organizações criminosas brasileiras como terroristas, a exploração de minerais raros e a guerra em curso no Oriente Médio, da qual Lula tem sido um crítico frequente. Além disso, temas como Pix, tarifas e etanol podem entrar na conversa.


O Metrópoles também apurou com fontes diplomáticas que Lula deve abordar a candidatura Michelle Bachelet para o secretariado-geral da ONU. Tratar o tema com o presidente dos EUA é visto como um passo importante no processo de articulação para a indicação, já que o país tem poder de veto sobre a decisão. O nome da ex-presidente do Chile ao cargo é costurado pelo Brasil em conjunto com o México.


Os presidentes dos EUA e do Brasil, Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva
1 de 3

Os presidentes dos EUA e do Brasil, Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva

Ricardo Stuckert/PR
Lula, presidente do Brasil
2 de 3

Lula, presidente do Brasil

Andrew Harnik/Getty Images
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu secretário de Estado, Marco Rubio
3 de 3

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu secretário de Estado, Marco Rubio

Getty Images

A visita de Lula a Washington é articulada desde que os dois se encontraram pela primeira vez, em setembro do ano passado. Na ocasião, eles tiveram um breve e amistoso encontro à margem da Assembleia Geral da ONU, que ocorre anualmente em Nova York, nos Estados Unidos.


Em janeiro, os dois líderes voltaram a se falar, desta vez em uma ligação, na qual acertaram uma visita do petista ao mandatário norte-americano. A viagem, inicialmente anunciada para março, acabou sendo adiada. O Palácio do Planalto e auxiliares de Lula justificavam o “atraso” em decorrência do foco do republicano no conflito contra o Irã.


A guerra no Oriente Médio, no entanto, não impediu que Donald Trump se reunisse com outros líderes internacionais na Casa Branca. Levantamento feito pelo Metrópoles mostra que, desde o dia 28 de fevereiro, quando foi executada a ação militar no Irã, Trump recebeu ao menos quatro chefes de Estado em Washington. Apesar dos atrasos, a visita é recebida com bons olhos pelo governo brasileiro.



Source link

https://digital.servemnet.com.br/encontro-entre-lula-e-trump-ocorre-apos-iniciativa-da-casa-branca/?fsp_sid=10747
Share:

EUA e Irã se aproximam de acordo para encerrar guerra, diz jornal

 on  with No comments 
In  




Os Estados Unidos e o Irã estão próximos de concluir um memorando de entendimento de uma página para encerrar a guerra no Oriente Médio, segundo reportado pelo jornal americano Axios, citando duas fontes da Casa Branca e duas extraoficiais.


O acordo, segundo as fontes, envolve o compromisso do Irã com uma moratória sobre o programa nuclear, e, por parte dos EUA, a suspensão de sanções econômicas contra o país persa e a liberação de ativos congelados iranianos.


A negociação também prevê que ambos os países suspenderiam os bloqueios marítimos no Estreito de Ormuz.


Os Estados Unidos esperam a resposta do Irã em 48 horas. Segundo a reportagem, a Casa Branca acredita que este é o mais próximo que as partes já estiveram de finalizar negociação desde o início da guerra, que já dura mais de dois meses.



Porém, há receio por parte dos norte-americanos quanto a um consenso entre as lideranças iranianas, uma vez que o governo dos EUA acredita estas estejam fragmentadas.


EUA e Irã se aproximam de acordo para encerrar guerra, diz jornal - destaque galeria

Estreito de Ormuz, canal marítimo por onde passa 20% do petróleo mundial
1 de 5

Estreito de Ormuz, canal marítimo por onde passa 20% do petróleo mundial

Lara Abreu/ Arte Metrópoles
 Donald Trump
2 de 5

Donald Trump

Arte Metrópoles
Um dos principais negociadores persas é Mohammad Bagher Ghalibaf, presidente do parlamento do Irã
3 de 5

Um dos principais negociadores persas é Mohammad Bagher Ghalibaf, presidente do parlamento do Irã

Reprodução/Redes Sociais
Steve Witkoff é enviado especial dos EUA para assuntos no Oriente Médio
4 de 5

Steve Witkoff é enviado especial dos EUA para assuntos no Oriente Médio

Andrew Harnik/Getty Images
Mojtaba Khamenei é o líder supremo do regime islâmico do Irã
5 de 5

Mojtaba Khamenei é o líder supremo do regime islâmico do Irã

Morteza Nikoubazl/NurPhoto via Getty Images

O documento de 14 pontos prevê o fim da guerra no Oriente Médio e o início de um período de 30 dias para negociar a abertura do Estreito de Ormuz. Por parte dos EUA, o memorando é negociado pelos enviados americanos Steve Witkoff e Jared Kushner.


O recuo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na operação militar de guiar navios detidos em Ormuz teria sido consequência do progresso nas conversas diplomáticas. Trump afirmou nas redes sociais que a decisão de suspender a operação foi tomada “com base no pedido do Paquistão e de outros países”.


Uma fonte do Paquistão ouvida pela agência Reuters confirmou a negociação do memorando de uma página. “Vamos concluir isso muito em breve. Estamos quase lá”, disse a fonte à agência.



Source link

https://digital.servemnet.com.br/eua-e-ira-se-aproximam-de-acordo-para-encerrar-guerra-diz-jornal/?fsp_sid=10633
Share:

Ucrânia acusa Rússia de violar trégua e rejeitar esforços de paz

 on  with No comments 
In  




A Ucrânia acusou a Rússia nesta quarta-feira (6/5) de ter violado durante a noite o cessar-fogo unilateral decretado para esta terça e quarta pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Ataques russos foram registrados durante toda a madrugada, principalmente contra as cidades de Kharkiv e Zaporíjia, deixando um morto e três feridos.


Para Kiev, os ataques provam que a Rússia rejeita a paz e que os apelos a uma trégua na próxima sexta-feira (8/5) e no sábado (9/5),  quando Moscou celebra a vitória contra a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial, são falsos.



As sirenes de alerta foram acionadas em várias regiões da Ucrânia nesta manhã. As autoridades de Zaporíjia relataram um ataque contra uma instalação industrial.


A trégua havia sido anunciada pelo presidente ucraniano na segunda-feira (4/5), em resposta a outro cessar-fogo que o presidente russo, Vladimir Putin, havia proclamado para permitir as celebrações do Dia da Vitória. Moscou, no entanto, não respondeu nem aceitou a trégua proposta por Kiev.


Volodymyr Zelensky, que defende insistentemente um cessar-fogo prolongado, ressaltou que Kiev responderá “de maneira recíproca” a qualquer violação de sua trégua.


A Rússia lançou “108 drones e três mísseis”, segundo o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha. “Isso demonstra que a Rússia rejeita a paz e que seus falsos apelos a um cessar-fogo em 9 de maio não têm nada a ver com a diplomacia. Para Putin, só importam os desfiles militares, não as vidas humanas”, escreveu o ministro na rede social X.


Cessar-fogo russo poderá não ser respeitado


A terça-feira á havia sido um dos dias mais violentos do conflito, com 28 mortos na Ucrânia, segundo um balanço atualizado nesta quarta-feira.


“Precisamos que esses ataques cessem, assim como todos os demais do mesmo tipo, todos os dias, e não apenas por algumas horas em algum lugar, em nome das ‘celebrações’”, afirmou Zelensky.

A guerra na Ucrânia acabou ofuscada, na agenda dos Estados Unidos, pelo conflito no Oriente Médio, o que dificulta a perspectiva de negociações de paz.


Segundo o analista político ucraniano Volodymyr Fessenko, o anúncio da trégua por parte de Kiev é uma manobra tática nos âmbitos “informacional e político”. “Se a Rússia não respeitar o nosso cessar-fogo, temos o direito de não respeitar o deles. Isso anula a iniciativa de Putin”, declarou Fessenko à AFP. Para ele, é “quase certo” que nenhuma suspensão das hostilidades seja plenamente respeitada.


Leia mais reportagens como esta em RFI, parceira do Metrópoles.



Source link

https://digital.servemnet.com.br/ucrania-acusa-russia-de-violar-tregua-e-rejeitar-esforcos-de-paz/?fsp_sid=10539
Share:

Zelensky reage a proposta de Moscou e propõe antecipar cessar-fogo

 on  with No comments 
In  




O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, reagiu nesta segunda-feira (4/5) à proposta de cessar-fogo temporário anunciada pela Rússia para os dias 8 e 9 de maio e afirmou que Kiev considera a vida humana “muito mais valiosa do que qualquer celebração de aniversário”.


Em declaração divulgada após o anúncio de Moscou, Zelensky disse que o governo ucraniano não recebeu “nenhum apelo oficial” sobre a modalidade da trégua divulgada por autoridades russas e por canais ligados ao Kremlin nas redes sociais.


“Acreditamos que a vida humana é muito mais valiosa do que qualquer ‘celebração’ de aniversário”, afirmou.


Zelensky também anunciou que a Ucrânia propõe um cessar-fogo antes da data sugerida pela Rússia. Segundo ele, Kiev está disposta a suspender hostilidades a partir da meia-noite entre os dias 5 e 6 de maio.


“No tempo restante até esse momento, é realista garantir que o silêncio se faça sentir. A partir desse momento, agiremos de forma recíproca”, declarou.

Zelensky reage a proposta de Moscou e propõe antecipar cessar-fogo - destaque galeria

Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia
1 de 4

Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia

Tom Nicholson/Getty Images
Vladimir Putin faz visita ao posto de comando da Força Conjunta
2 de 4

Vladimir Putin faz visita ao posto de comando da Força Conjunta

Kremlin
Pronunciamento de Volodymyr Zelensky
3 de 4

Pronunciamento de Volodymyr Zelensky

Vladimir Putin
4 de 4

Vladimir Putin

Kremlin

O líder ucraniano ainda provocou Moscou ao afirmar que o Ministério da Defesa da Rússia parece acreditar que não conseguirá realizar o tradicional desfile militar do Dia da Vitória sem a “boa vontade” da Ucrânia.


“É hora de os líderes russos tomarem medidas concretas para pôr fim à guerra”, acrescentou.


Anúncio do Kremlin


A resposta de Zelensky ocorre horas após o Ministério da Defesa da Rússia anunciar um cessar-fogo temporário no Distrito Militar do Norte durante as celebrações do Dia da Vitória, feriado que marca a derrota da Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial.


O governo russo afirmou esperar que Kiev siga o exemplo e suspenda operações militares durante os eventos comemorativos dos dias 8 e 9 de maio.


Moscou, no entanto, também elevou o tom ao declarar que responderá com ataques retaliatórios contra o centro de Kiev caso haja tentativas de “interromper” as celebrações em território russo.



O Dia da Vitória é uma das datas mais importantes do calendário político e militar russo e costuma reunir grandes desfiles em Moscou, com demonstrações de armamentos e homenagens aos soldados soviéticos mortos na Segunda Guerra Mundial.


O anúncio da nova trégua ocorreu dias após uma conversa telefônica entre o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.


Segundo o assessor presidencial russo Yuri Ushakov, Putin informou a Trump que estaria disposto a estabelecer uma pausa temporária nos combates durante o período do feriado.


Rússia e Ucrânia já haviam tentado implementar uma trégua temporária durante a Páscoa ortodoxa recentemente. No entanto, os dois lados trocaram acusações de violações do cessar-fogo durante o período.



Source link

https://digital.servemnet.com.br/zelensky-reage-a-proposta-de-moscou-e-propoe-antecipar-cessar-fogo/?fsp_sid=8514
Share:

Irã divulga novo mapa de área que diz controlar no Estreito de Ormuz

 on  with No comments 
In  




O Irã divulgou nesta segunda-feira (4/5), por meio da mídia estatal do país, novo mapa da área que alega ter controle no Estreito de Ormuz. A imagem mostra duas linhas vermelhas que delimitam a área que a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) diz controlar. Veja: 


Irã divulga novo mapa do Estreito de Ormuz que alega controlar
Irã divulga novo mapa de área de controle no Estreito de Ormuz

Ao sul, a linha cruza o Monte Mobarak, no Irã, e a cidade de Fujeira, nos Emirados Árabes Unidos; a oeste, a outra linha traça a ilha de Qeshm, no Irã, e a cidade de Umm Al Quwain, nos Emirados Árabes.


Disputa pelo Estreito de Ormuz


A afirmação iraniana ocorre um dia depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que a Marinha estadunidense irá realizar operação para guiar navios retidos no canal marítimo.


“Para o bem do Irã, do Oriente Médio e dos Estados Unidos, informamos a esses países que guiaremos seus navios com segurança para fora dessas vias navegáveis ​​restritas, para que possam seguir com suas atividades livremente”, disse Trump no domingo (3/5), nomeando a ação de “Projeto Liberdade”.


Por outro lado, o Irã reafirmou o controle da rota. “Movimentos marítimos contrários aos princípios declarados pela Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica enfrentarão sérios riscos”, disse o porta-voz da Guarda Revolucionária do Irã.


Nesta segunda (4/5), a agência iraniana Fars, ligada à IRGC, publicou que dois mísseis do Irã atingiram embarcações dos EUA no Estreito de Ormuz. O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) negou a informação e afirmou que nenhuma embarcação foi atingida.


Os Emirados Árabes Unidos acusaram o Irã de atacar com drones uma embarcação petroleira do país que atravessava o estreito.



Source link

https://digital.servemnet.com.br/ira-divulga-novo-mapa-de-area-que-diz-controlar-no-estreito-de-ormuz/?fsp_sid=6654
Share:

Avião atinge poste e caminhão durante pouso em Nova Jersey nos EUA

 on  with No comments 
In  




Um avião da companhia aérea United Airlines colidiu, nesse domingo (3/5), com um poste de iluminação em rodovia de Nova Jersey, nos Estados Unidos. O impacto acabou danificando um caminhão que passava pelo local e ferindo o motorista.


De acordo com as autoridades, o avião se preparava para pousar no Aeroporto Internacional de Newark Liberty, por volta das 14h, quando colidiu com o poste. A aeronave, que transportava 221 passageiros e 10 tripulantes, pousou em segurança e ninguém a bordo ficou ferido.



O motorista do caminhão foi levado ao hospital com ferimentos leves e já recebeu alta.


Uma investigação preliminar indicou que um pneu de aterrissagem e a parte inferior da aeronave atingiram um poste, que acabou atingindo um veículo que trafegava na via em New Jersey Turnpike.


Em nota, a United Airlines afirmou que “realizará uma investigação rigorosa de segurança de voo sobre o incidente” e informou que a tripulação envolvida foi afastada do serviço como parte do procedimento padrão.


O caso segue sob investigação.



Source link

https://digital.servemnet.com.br/aviao-atinge-poste-e-caminhao-durante-pouso-em-nova-jersey-nos-eua/?fsp_sid=6521
Share:

Justiça de Israel prorroga prisão de Thiago Ávila por mais 2 dias

 on  with No comments 
In  




O Tribunal de Magistrados de Ashkelon, em Israel, decidiu prorrogar por mais dois dias a detenção do ativista brasileiro Thiago Ávila e do espanhol Saif Abu Keshek, preso na mesma operação. A informação foi confirmada ao Metrópoles, neste domingo (3/5), pela família de Ávila.


Ávila e Keshek integravam uma flotilha com destino à Gaza e foram interceptados por forças israelenses em águas internacionais, nas proximidades da Grécia.


De acordo com a esposa do brasileiro, Lara Souza, a prisão foi estendida inicialmente até uma nova audiência marcada para terça-feira (5/5), ao meio-dia, no horário local. Foram apresentadas cinco acusações contra o ativista, todas relacionadas à suspeita de associação com terrorismo e colaboração com o inimigo em período de guerra.


A defesa de Ávila sustenta que não há provas ou fundamentos concretos que embasem as acusações, que permanecem, até o momento, no campo das suspeitas. O ativista segue detido para interrogatório, sem denúncia formalizada e sem previsão para eventual oferecimento.


Justiça de Israel prorroga prisão de Thiago Ávila por mais 2 dias - destaque galeria


Prisão


Ávila foi preso na última quarta-feira (29/4) pelo Exército de Israel enquanto integrava a delegação da Global Sumud Flotilla, grupo que tenta levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza. Na mesma ação, também foi detido o ativista espanhol Saif Abu Keshek.


Segundo a organização de direitos humanos Adalah, o brasileiro relatou ter sido mantido em isolamento e com os olhos vendados após a detenção. Ávila também teria afirmado aos advogados que sofreu agressões durante a abordagem, incluindo espancamentos que o fizeram desmaiar.



A Global Sumud Flotilla afirma que mais de 22 embarcações e cerca de 175 ativistas foram colocados sob custódia pelas forças israelenses durante a operação.


Esta é a terceira vez que o brasileiro é detido em pouco mais de um mês. Antes de Israel, ele havia sido preso no Panamá, em 25 de março, e na Argentina, no dia 31 do mesmo mês, quando acabou deportado para Barcelona, na Espanha.


Israel diz que ativistas têm ligação com o Hamas


O governo de Israel sustenta que os ativistas têm ligação com a Conferência Popular para os Palestinos no Exterior (PCPA), organização alvo de sanções dos Estados Unidos por suposta atuação em favor do grupo Hamas. As autoridades israelenses afirmam que Abu Keshek tem papel relevante na entidade e que Ávila é suspeito de envolvimento em atividades ilegais.



Já os organizadores da flotilha dizem que a interceptação ocorreu a mais de mil quilômetros de Gaza, em águas internacionais, e classificam a ação como ilegal.


Os governos do Brasil e da Espanha divulgaram uma nota conjunta condenando a detenção dos ativistas. No comunicado, os países afirmam que a ação de Israel viola o direito internacional e pode ser questionada em instâncias judiciais internacionais.



Source link

https://digital.servemnet.com.br/justica-de-israel-prorroga-prisao-de-thiago-avila-por-mais-2-dias/?fsp_sid=5901
Share:

Trump diz que está analisando nova proposta de paz enviada pelo Irã

 on  with No comments 
In  




O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (2/5) que está analisando uma nova proposta de acordo de paz enviada pelo governo do Irã. Segundo ele, o conteúdo ainda não foi avaliado por completo, mas já há dúvidas sobre a viabilidade do plano.


Mais cedo, a agência estatal iraniana Tasnim informou que Teerã encaminhou aos EUA uma proposta com 14 pontos. Questionado por jornalistas antes de embarcar no Air Force One, Trump disse que ainda não tinha visto o documento na íntegra.


“Estão me explicando o conceito do acordo. Vou analisar e depois falo com vocês”, afirmou o presidente, ao comentar que receberia a versão final do texto durante a viagem.

Em publicação na rede Truth Social, Trump demonstrou ceticismo. Ele disse que pretende examinar o plano, mas afirmou que tem dificuldade em considerar a proposta aceitável.


“Em breve analisarei o plano que o Irã acaba de nos enviar, mas não consigo imaginar que seja aceitável, visto que eles ainda não pagaram um preço suficientemente alto pelo que fizeram à humanidade e ao mundo nos últimos 47 anos”, escreveu.



Irã diz estar pronto para negociar ou continuar guerra


Do lado iraniano, o discurso é de pressão por uma decisão rápida. O vice-ministro das Relações Exteriores, Kazem Gharibabadi, declarou que o país está aberto ao diálogo, mas também preparado para manter o confronto.


“A decisão está nas mãos dos Estados Unidos, que devem escolher entre a diplomacia ou a continuidade da tensão”, disse.

A nova proposta surge um dia após Trump rejeitar uma tentativa anterior de retomar negociações. De acordo com autoridades iranianas, o plano inclui medidas como o fim das hostilidades com EUA e Israel, a reabertura do Estreito de Ormuz, o encerramento de bloqueios a portos iranianos e o adiamento das discussões sobre o programa nuclear.


Esse último ponto, no entanto, é considerado central pelos Estados Unidos. Trump vê o programa nuclear iraniano como uma ameaça à segurança nacional e já indicou que esse tema não deve ser deixado para depois.


A última rodada de negociações entre os dois países ocorreu em 12 de abril, no Paquistão, mas terminou sem avanços. Desde então, o conflito segue em um cessar-fogo por tempo indeterminado, anunciado pelo próprio presidente norte-americano no fim de abril.



Source link

https://digital.servemnet.com.br/trump-diz-que-esta-analisando-nova-proposta-de-paz-enviada-pelo-ira/?fsp_sid=5825
Share:

Estados Unidos responde proposta de paz enviada pelo Irã

 on  with No comments 
In  




O governo dos Estados Unidos respondeu à proposta enviada pelo Irã, com o objetivo de encerrar a guerra no Oriente Médio. A informação foi divulgada neste domingo (3/5) pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baqaei. A resposta, no entanto, não foi divulgada.


A nova tentativa de um fim pacífico para o conflito, iniciado em 28 de fevereiro, foi mediada pelo Paquistão.


“Essa visão está sendo analisada e, após a conclusão, a resposta do Irã será apresentada”, disse o porta-voz da chancelaria iraniana à agência estatal Tasnim.

Na última sexta-feira (1º/5), o governo iraniano enviou uma proposta de paz para os EUA de 14 pontos. Donald Trump, contudo, deu declarações contrárias ao texto do possível acordo.


Entre outros pontos, o plano prevê o fim dos combates, a reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio norte-americano em portos do Irã. 


Segundo o documento, questões relacionadas ao programa nuclear iraniano, usado por Washington como justificativa para o início da guerra, devem ser discutidas posteriormente.



Source link

https://digital.servemnet.com.br/estados-unidos-responde-proposta-de-paz-enviada-pelo-ira/?fsp_sid=5749
Share:

Imprensa europeia celebra megashow de Shakira em Copacabana

 on  with No comments 
In  




O megashow gratuito de Shakira neste sábado na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, teve forte repercussão na imprensa europeia e nas principais agências internacionais de notícias, que classificaram, neste domingo (3/5), a apresentação como histórica, monumental e simbólica para a música latina no cenário global.


Estimativas oficiais apontam que cerca de 2 milhões de pessoas acompanharam a apresentação da artista colombiana, transformando a orla de Copacabana em um dos maiores palcos de música ao vivo do mundo.

O jornal francês Le Monde, em reportagem da agência France‑Presse (AFP), descreveu o espetáculo como uma verdadeira “maré humana” sob a lua cheia, com Copacabana convertida em espaço de celebração coletiva.


O texto destacou a imagem da loba – símbolo da artista – desenhada por drones no céu, a sucessão de figurinos, os discursos de empoderamento feminino e a força simbólica do evento ao inserir Shakira no mesmo patamar das apresentações históricas de Madonna (2024) e Lady Gaga (2025) na mesma praia.


A AFP, em geral, ressaltou a dimensão cultural e econômica do show, salientando que os concertos gratuitos em Copacabana se consolidaram como uma vitrine internacional do Rio de Janeiro. Segundo a agência, Shakira reuniu entretenimento de massa, identidade latina e narrativas políticas ligadas à força das mulheres, diante de um dos maiores públicos de sua carreira.


“Rainha absoluta da música latina”


A cobertura espanhola foi especialmente enfática. O jornal El País classificou Shakira como a “rainha absoluta da música latina” e definiu o show como o maior de sua carreira e o espetáculo com maior público já realizado por um artista latino.


A publicação destacou a comunicação constante da cantora em português, sua conexão histórica com o Brasil e a dedicação do espetáculo às mulheres latinas, com menção simbólica às mães solo brasileiras. Para o diário, Copacabana funcionou como um verdadeiro “altar planetário” da música popular contemporânea.


Também na Espanha, a agência de notícias EFE descreveu o show como um marco histórico para a carreira de Shakira e para a presença da música latina em eventos de massa globais.

Em seus despachos, a agência espanhola ressaltou que a cantora se tornou a primeira artista latina a protagonizar um concerto dessa magnitude em Copacabana, superando públicos recentes de grandes estrelas internacionais.


A agência destacou ainda o vínculo afetivo da cantora com o Brasil, evidenciado pelo uso frequente do português no palco, pelas referências à sua trajetória no país desde os anos 1990 e pela celebração explícita da identidade e da força das mulheres latinas durante o espetáculo.


“Show rompeu todas as escalas”


A cobertura alemã também foi ampla. O correspondente no Rio do jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung (FAZ) afirmou que o show “rompeu todas as escalas conhecidas” para eventos musicais ao ar livre e consolidou Copacabana como o maior palco permanente de megaconcertos do mundo.


O jornalista sublinhou a estratégia do Rio ao apostar em eventos gratuitos de superestrelas para reforçar sua projeção internacional.

A agência alemã DPA (Deutsche Presse‑Agentur) destacou o espetáculo como um marco logístico, cultural e turístico, enfatizando o tamanho da estrutura do palco, a mobilização de milhões de pessoas e o impacto positivo para a imagem global da cidade. Para a DPA, o concerto confirmou Shakira como uma das artistas latinas de maior alcance internacional da atualidade.


“Pista de dança a céu aberto”


No Reino Unido, o jornal The Independent descreveu Copacabana como uma “pista de dança a céu aberto”, enquanto a revista britânica NME classificou a apresentação como “o maior show da carreira de Shakira”, destacando o coro coletivo de sucessos como Hips Don’t Lie, La Tortura e Waka Waka.


A agência de notícias britânica Reuters descreveu o concerto como um evento de escala raramente vista, ressaltando a multidão que ocupou toda a extensão de Copacabana e o impacto visual da produção, com drones iluminando o céu e mensagens de carinho ao Brasil.

Segundo a Reuters, Shakira foi recebida com aplausos ensurdecedores ao subir ao palco, mais de uma hora após o horário previsto, e emocionou o público ao relembrar sua primeira ida ao país, aos 18 anos, destacando a conexão de três décadas com os fãs brasileiros.


O balanço geral da imprensa europeia converge para a mesma avaliação: o show de Shakira em Copacabana ultrapassou o status de simples concerto e se consolidou como um acontecimento cultural de alcance mundial, reafirmando o Brasil, e especialmente o Rio de Janeiro, como um dos grandes epicentros globais de espetáculos populares de massa.



Source link

https://digital.servemnet.com.br/imprensa-europeia-celebra-megashow-de-shakira-em-copacabana/?fsp_sid=5657
Share:

A "zona-tampão" imposta por Israel no sul do Líbano é legal?

 on  with No comments 
In  




Uma zona-tampão — como a que Israel vem anunciando que está estabelecendo no Líbano — é legal segundo o direito internacional? A resposta breve é: possivelmente.


Mas a resposta longa é mais complicada. Segundo especialistas, as ações efetivas de Israel no território podem, na verdade, não constituir de forma alguma o estabelecimento de “zona-tampão de segurança”, pelo menos não segundo o direito internacional.


No início de março, tropas israelenses invadiram e passaram a ocupar uma área do Líbano entre 5 e 10 quilômetros da fronteira entre os dois países. Israel argumenta que está agindo em legítima defesa. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirma que a zona-tampão no sul do Líbano tem como objetivo “frustrar a ameaça de invasão” do grupo libanês Hezbollah.


Mas isso é legal?


A razão pela qual a resposta à pergunta original é complexa é que as zonas-tampão, tal como são frequentemente utilizadas em guerras, não estão muito bem definidas no direito internacional humanitário, cujas regras foram elaboradas após as guerras mundiais do século passado.


“As zonas-tampão não são explicitamente abordadas em nenhuma parte do direito internacional”, confirma Gustav Meibauer, professor-assistente de relações internacionais na Universidade Radboud, na Holanda, que estuda mecanismos como zonas-tampão e zonas de exclusão aérea.



“As fontes padrão — como a Carta das Nações Unidas, as Convenções de Genebra ou de Haia — não têm muito a dizer sobre zonas-tampão, pelo menos não explicitamente”, pontua.


As zonas-tampão podem ter aspectos positivos, argumentou o pesquisador Eian Katz em um artigo para a revista jurídica da Universidade de Chicago, nos EUA. Seu texto, de 2017, ainda é considerado uma das principais referências sobre a legislação de zonas-tampão, segundo especialistas.


“ reforçam a integridade das fronteiras, permitindo que os Estados se protejam melhor contra ameaças emergentes à segurança por parte de atores não estatais, especialmente o terrorismo e a imigração ilegal. Também podem ser usadas para conter zonas de guerra”, argumentou Katz, que agora trabalha como advogado para o Departamento de Estado dos EUA.


Uma zona-tampão, segundo ele, também pode ter uma função humanitária, ajudando a abrigar pessoas deslocadas ou a distribuir ajuda humanitária.

“Mas as zonas-tampão nem sempre são motivadas por objetivos tão nobres”, alertou Katz. “E têm sido utilizadas, por outro lado, como pretexto para ampliar uma esfera de influência ou buscar objetivos discretos de política externa.”


Meibauer, por sua vez, aponta que a situação jurídica ambígua em relação às zonas-tampão pode, na realidade, torná-las mais atraentes. “Politicamente falando, essa zona cinzenta jurídica em que se encontram pode, na verdade, torná-las atraentes para tomadores de decisão que não querem necessariamente que suas ações sejam contempladas de forma tão explícita pelo direito internacional”, explica.


Eles também podem preferir usar o termo “zona-tampão” simplesmente porque soa melhor, acrescenta ele. “Ocupar e anexar é o que pessoas mal-intencionadas fazem. Enquanto ‘zona-tampão’ soa mais como um tipo de mecanismo mais suave, moderado e limitado, que é mais aceitável tanto para o público nacional quanto para o internacional.”


Motivos para a criação de zonas-tampão


Há uma série de fatores que precisam ser levados em consideração para decidir se uma zona-tampão é legal.


Um dos mais importantes é se a zona-tampão foi criada por acordo mútuo ou imposta unilateralmente. Por exemplo, dois países decidem que é uma boa ideia manter uma distância entre si para que seus soldados não atirem acidentalmente uns nos outros. Nesse caso, do ponto de vista do direito internacional, isso geralmente não é um problema.


Mas se uma zona-tampão for imposta unilateralmente a um país por outro, a situação é diferente e pode ser vista como uma ameaça à soberania.

Nesse caso, há três argumentos, muitas vezes sobrepostos, usados para a imposição de uma zona-tampão, apontou Katz em seu artigo jurídico.


São eles: a zona-tampão ser autorizada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas; o país que impõe estar fazendo isso por razões humanitárias; ou que a imposição seja motivada por legítima defesa.


O que acontece numa zona-tampão?


Depois que uma zona-tampão é estabelecida, independentemente de ter ou não justificativa legal, “o direito internacional ainda rege seu funcionamento”, segundo Katz. “As Convenções de Genebra e seu protocolo adicional, que estabelecem as regras básicas para conflitos armados, constituem a base desse direito.”


Essas regras enfatizam os princípios da proporcionalidade e da necessidade militar — ou seja, as ações de um exército podem ser justificadas, mas seus soldados não devem ir além do que é absolutamente necessário. Tanto a proporcionalidade quanto a necessidade também se aplicam às zonas-tampão, e a lei estabelece padrões rigorosos para elas.


Por exemplo, as convenções determinam que objetos civis, propriedade privada e infraestrutura não devem ser destruídos, exceto em circunstâncias específicas e estritamente definidas, nas quais elas possam ser encaradas como apoio para uma força militar.

Israel frequentemente alega que o grupo Hezbollah usa edifícios na zona-tampão. Em 22 de março, o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, ordenou às forças armadas do seu país que “acelerassem a destruição de residências libanesas” perto da fronteira israelense com base no que chamou de “modelo de Gaza”, em referência ao território palestino devastado por forças israelenses a partir de 2023.


“É preciso existir um objetivo militar e operacional legítimo — e que a única maneira de alcançá-lo envolva destruir propriedade civil”, afirmou Janina Dill, codiretora do Instituto de Ética, Direito e Conflito Armado da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à rede CNN em abril de 2025, ao falar sobre a conduta do exército israelense em Gaza.


No entanto, a destruição deliberada e generalizada de propriedade civil sem uma clara necessidade militar constitui crime de guerra, advertiu Dill à emissora.


Segundo o pesquisador Katz, os mesmos princípios de proporcionalidade e necessidade também se aplicam aos seres humanos na zona-tampão. Se for viável, a força militar deve tentar estabelecer contato, se identificar e usar táticas de dispersão antes de atirar em um civil. No entanto, ele constata que “o uso ilegal da força se tornou comum em muitas zonas-tampão”.


As zonas-tampão vieram para ficar?


Outro fator que o direito internacional leva em conta em zonas-tampão é o seu caráter permanente. No início, o direito internacional tendia a considerar as zonas-tampão como algo temporário — quando a guerra acabasse, não haveria mais necessidade delas.


Mas, se as zonas-tampão se tornarem permanentes, elas podem nem ser mais consideradas como tal, ressalta Meibauer.


“Politicamente, uma zona-tampão ou zona de segurança costuma ser, em grande parte, performática”, diz ele. “O que importa não é como algo é chamado, mas o que está sendo feito.”


De acordo com o direito internacional, uma área é considerada ocupada quando há forças militares estrangeiras no local, sem permissão do país que está sendo ocupado e se essas forças militares estrangeiras estabeleceram controle sobre essa área.

No fim de abril, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que Israel não deseja manter o controle de território no Líbano de forma permanente. No entanto, vários políticos israelenses, incluindo o ministro da Defesa do país, têm explicitado o contrário, afirmando às centenas de milhares de civis libaneses expulsos de suas casas que eles não poderão retornar.


“Na medida em que essa invasão se torne um arranjo permanente de fato, em que, primeiro, um território se torna inabitável e, segundo, fique sob o controle efetivo de Israel, então o que estaremos vendo é uma ocupação”, conclui Meibauer. “E isso importa porque há todo tipo de consequência jurídica que decorre disso. A ocupação é amplamente regulamentada pelas Convenções de Genebra e pelas Convenções de Haia.”


Leia outras reportagens em DW Brasil, parceiro do Metrópoles. 



Source link

https://digital.servemnet.com.br/a-zona-tampao-imposta-por-israel-no-sul-do-libano-e-legal/?fsp_sid=5601
Share:

EUA: Rubio visitará Vaticano após bate-boca de Trump com papa Leão XIV

 on  with No comments 
In  




O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, tem uma visita programada ao Vaticano nesta semana, de acordo com a imprensa italiana. A visita ocorre dias depois de o presidente Donald Trump fazer duras críticas ao papa Leão XIV, que reagiu.


Em declarações públicas, o pontífice condenou as guerras em curso no mundo e líderes que dão início a conflitos armados. Após as afirmações, Donald Trump fez críticas diretas à autoridade católica.


“O papa Leão XIV é fraco no combate ao crime e péssimo para a política externa. Não quero um papa que ache normal o Irã ter uma arma nuclear”, disse o presidente dos EUA em publicação nas redes sociais.

Em resposta as afirmações do líder norte-americano, papa Leão minimizou qualquer atrito e declarou que “não é do seu interesse” entrar em debate. O pontífice declarou ainda que seus discursos não tinham como alvo o presidente dos Estados Unidos.



A expectativa é que Rubio se reúna com o papa no dia 7 de maio, embora o encontro ainda não esteja previsto da agenda oficial do pontífice. O secretário norte-americano também deve se encontrar com o cardeal Secretário de Estado, Pietro Parolin.


Durante o tour pelo território italiano, Marco Rubio também deve se reunir com a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni. Vista como o elo dos Estados Unidos na União Europeia e no continente europeu, Meloni também enfrentou atritos com Donald Trump nas últimas semanas.


Críticas à premiê italiana


A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, também foi alvo de críticas por parte do presidente dos Estados Unidos. Embora os dois líderes compartilhem algumas visões de mundo e fossem vistos como aliados, a política italiana não passou ilesa ao republicano.


Em meio às declarações de Trump contra o papa, Meloni saiu em defesa do pontífice. “Considero inaceitáveis as palavras do presidente Trump em relação ao Santo Padre. O papa é o líder da Igreja Católica, e é correto e natural que ele peça paz e condene todas as formas de guerra”, declarou a premiê.


Dias depois, Trump comentou a declaração e disse que Meloni “não é mais a mesma pessoa, e a Itália nunca mais será o mesmo país”. As afirmações foram mais um ponto de tensão na relação entre Trump e líderes europeus, que têm enfrentado conflitos e debater públicos nas últimas semanas.



Source link

https://digital.servemnet.com.br/eua-rubio-visitara-vaticano-apos-bate-boca-de-trump-com-papa-leao-xiv/?fsp_sid=5545
Share:

Brasiliense líder de flotilha denuncia "extrema brutalidade" em Israel

 on  with No comments 
In  




Em Israel, para onde foi levado após ser sequestrado por forças israelenses de uma flotilha com destino a Gaza, o ativista brasiliense Thiago Ávila compareceu a um tribunal em Ashkelon, neste domingo (3/5), onde foi submetido a interrogatório.


Um dos líderes da Flotilha para Gaza, composta por mais de 50 embarcações, Ávila relatou aos advogados que foi “submetido a extrema brutalidade” quando abordado pelas forças de Israel, sendo “arrastado de bruços pelo chão e espancado tão violentamente que desmaiou duas vezes”, disse Miriam Azem, coordenadora de defesa internacional do grupo de direitos humanos Adalah.

As informações são do jornal britânico The Guardian.


Com o brasileiro, também foi preso o espanhol Saif Abu Keshek. E, desde que chegou a Israel, ele disse ter sido “mantido em isolamento e com os olhos vendados”, segundo a Adalah.



Abu Keshek foi “amarrado e vendado e forçado a ficar deitado de bruços no chão desde o momento de sua apreensão”, afirmou o grupo.


A Flotilha para Gaza partiu da França, Espanha e Itália com o objetivo de romper o bloqueio israelense e levar suprimentos ao devastado território palestino.

Eles foram interceptados por forças israelenses em águas internacionais próximo à Grécia na manhã de quinta-feira. Israel afirmou ter detido 175 ativistas, dois dos quais foram levados a Israel para interrogatório.


“O Estado solicitou a prorrogação da detenção por mais quatro dias”, disse Miriam Azem. Nesse sábado (2/5), a Adalah informou que seus advogados se encontraram com os dois ativistas detidos na prisão de Shikma, em Ashkelon.


Organização clandestina


Já o Ministério das Relações Exteriores de Israel afirmou que os dois ativistas são filiados a uma organização sujeita a sanções do Departamento do Tesouro dos EUA. Esse grupo – a Conferência Popular para os Palestinos no Exterior (PCPA) – foi acusado por Washington de “agir clandestinamente em nome do” grupo militante palestino Hamas.


O governo de Israel afirmou que Abu Keshek é um membro importante da PCPA e que Ávila também tem ligações com a organização e é “suspeito de atividades ilegais”.

A Espanha condenou a detenção de Abu Keshek e rejeitou a acusação israelense contra ele.


Os organizadores da flotilha disseram que a interceptação israelense ocorreu a mais de mil km de Gaza e que seus equipamentos foram destruídos, deixando-os diante de uma “armadilha mortal calculada no mar”.



Source link

https://digital.servemnet.com.br/brasiliense-lider-de-flotilha-denuncia-extrema-brutalidade-em-israel/?fsp_sid=5509
Share:

Fim da Spirit: aérea fecha após acordo com a Casa Branca fracassar

 on  with No comments 
In  




A empresa aérea norte-americana Spirit Airlines anunciou, em comunicado na manhã deste sábado (2/5) que encerrará suas operações imediatamente, após uma proposta da Casa Branca para socorrer a companhia aérea de baixo custo em dificuldades ter fracassado.


O fechamento ocorre após “esforços extensos e abrangentes para reestruturar os negócios”, afirmou a companhia aérea, acrescentando que o recente aumento nos preços do petróleo e outras pressões “impactaram significativamente” suas perspectivas.

“Sem financiamento adicional disponível para a empresa, a Spirit não teve outra escolha a não ser iniciar esse processo de encerramento”, disse a empresa, segundo informações do Jornal The Washington Post.


“Todos os voos foram cancelados e os passageiros da Spirit não devem ir ao aeroporto”, acrescentou o comunicado. A companhia aérea informou que processará automaticamente os reembolsos para quaisquer voos reservados diretamente com a empresa, enquanto aqueles que reservaram por meio de uma agência de viagens devem entrar em contato com a agência para obter o reembolso.


Na semana passada, o presidente Donald Trump sugeriu que o governo federal deveria “simplesmente comprar” a Spirit Airlines, que declarou falência duas vezes desde 2024.


O governo vinha apresentando um plano de resgate de US$ 500 milhões que daria ao governo uma participação substancial na companhia aérea de baixo custo — uma proposta que atraiu críticas de alguns aliados republicanos de Trump, inclusive dentro de seu próprio governo.


Esperança até o fim


Na manhã dessa sexta-feira (1º/5), surgiram notícias de que a companhia aérea não conseguiu apoio para o acordo e que encerraria suas operações em breve. Mesmo assim, a esperança de um alívio financeiro persistiu até o último minuto.


Em resposta às notícias de que a empresa fecharia as portas em breve, um porta-voz da Spirit disse que a companhia aérea estava operando normalmente e se recusou a comentar sobre as discussões em andamento a respeito do futuro da empresa.

Trump disse a repórteres na Casa Branca por volta do meio-dia dessa sexta que haveria um anúncio referente à Spirit em um ou dois dias e sugeriu que as discussões continuavam. Ele acrescentou que a Casa Branca havia apresentado uma proposta final à Spirit.


“Acho que estamos analisando a situação. Se pudéssemos, faríamos, mas só se fosse um bom negócio”, disse Trump sobre um plano do governo para resgatar a Spirit Airlines. “Mas se não conseguirmos um bom acordo — nenhuma instituição conseguiu. Eu disse que gostaria de salvar os empregosEu diria que estamos negociando um acordo difícil, mas é uma daquelas coisas. Ou fazemos ou não fazemos”.



Source link

https://digital.servemnet.com.br/fim-da-spirit-aerea-fecha-apos-acordo-com-a-casa-branca-fracassar/?fsp_sid=4577
Share:

Petroleiro é sequestrado na costa do Iêmen e desviado para a Somália

 on  with No comments 
In  




Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações



Source link

https://digital.servemnet.com.br/petroleiro-e-sequestrado-na-costa-do-iemen-e-desviado-para-a-somalia/?fsp_sid=4501
Share:

Quatro brasileiros são dados como mortos na guerra da Ucrânia

 on  with No comments 
In  




Mais quatro brasileiros foram dados como mortos na guerra da Ucrânia. A informação foi divulgada em 30 de abril por um canal no Telegram que possui ligações com o Kremlin.


Eles foram identificados como: Antonio Pricio Martins Ribeiro, do Ceará; Dime Wester Guilherme da Costa, de Minas Gerais; Jardel Sipriano Caetano, do Espírito Santo; e Eliseu Delis Pereira Martins, do Tocantins. Os quatro integravam as fileiras ucranianas.


De acordo com o comunicado, divulgado pelo grupo criado para rastrear combatentes estrangeiros, os brasileiros teriam sido mortos durante confrontos com o Batalhão Vostok, que opera na região do Donbass. 



Até o momento, a Embaixada do Brasil na Ucrânia não foi informada sobre as mortes, segundo fontes ouvidas pelo Metrópoles. 


Um familiar de Jardel Sipriano Caetano, porém, confirmou a morte do jovem de 23 anos ao portal G1 do Espírito Santo.


Segundo a última atualização do Itamaraty, 30 brasileiros que se juntaram aos combates morreram desde 2022, quando a guerra começou. Deste número, 22 teriam sido mortos lutando ao lado de forças da Ucrânia. Outros 8 atuavam do lado russo.


 



Source link

https://digital.servemnet.com.br/quatro-brasileiros-sao-dados-como-mortos-na-guerra-da-ucrania/?fsp_sid=4405
Share:

Flotilha para Gaza: preso, ativista do DF será interrogado em Israel

 on  with No comments 
In  




Dois militantes da “Flotilha para Gaza”, detidos ao largo da Grécia na quinta‑feira (30/4), chegaram a Israel, onde serão “interrogados”, anunciou neste sábado (2/5) o Ministério das Relações Exteriores israelense.


Segundo essa fonte, o espanhol Saif Abu Keshek é “um dos dirigentes” da Conferência para os Palestinos no Exterior (PCPA), associação humanitária acusada pelos Estados Unidos e por Israel de ser ligada ao movimento islamista palestino Hamas, que controla Gaza.

O brasiliense Thiago Ávila, um dos principais organizadores da flotilha, também “trabalha com a PCPA e é suspeito de atividades ilegais”, afirma o ministério na plataforma X, indicando que os dois homens serão “transferidos para serem interrogados”.



Os 175 militantes, que estavam em cerca de vinte barcos dessa nova flotilha, foram detidos. Segundo os organizadores, eles buscava romper o bloqueio israelense à Faixa de Gaza, onde o acesso à ajuda humanitária continua fortemente restrito.


Intercepção ocorreu longe de Gaza, em águas internacionais


A prisão, “conduzida pacificamente”, segundo Israel, ocorreu a centenas de quilômetros de Gaza, em águas internacionais ao largo de Creta, muito mais longe da costa israelense do que nas interceptações anteriores de flotilhas.


Israel liberou todos os militantes na Grécia após um acordo com as autoridades gregas, exceto Thiago Ávila e Saif Abu Keshek.


A Espanha havia inicialmente exigido a “libertação imediata” do cidadão espanhol, garantido que estava “em contato permanente com a diplomacia israelense e grega”. Madri prometeu oferecer “toda a proteção” a Saif Abu Keshek “assim que ele pudesse chegar ao território israelense”.


Os dois militantes “terão direito a uma visita dos representantes consulares de seus respectivos países”, precisou neste sábado o Ministério das Relações Exteriores israelense na plataforma X.


Espanha denuncia violações e critica governo Netanyahu


O governo espanhol do socialista Pedro Sánchez — uma das vozes europeias mais críticas ao governo de Benjamin Netanyahu desde que Israel lançou sua ofensiva contra Gaza em resposta ao ataque sem precedentes do Hamas palestino em 7 de outubro de 2023 — havia expressado sua “mais enérgica condenação” após a captura da flotilha.


Durante uma coletiva de imprensa on‑line na quinta‑feira, os organizadores afirmaram que vários barcos da flotilha (que inicialmente contava com mais de 50 embarcações) haviam sido interceptados em águas internacionais, a uma distância “sem precedentes” de Israel, e que “211 pessoas haviam sido sequestradas”.


Vários países com cidadãos a bordo da flotilha reagiram. Roma pediu a “libertação imediata” dos italianos e denunciou a prisão como “ilegal”, enquanto Espanha, Turquia e Paquistão mencionaram “violações flagrantes do direito internacional” por parte de Israel.


Ao chegarem à Grécia, cerca de trinta participantes foram hospitalizados para “primeiros cuidados”, segundo as autoridades gregas, que não forneceram mais detalhes.


Vídeos mostram militantes feridos; Hamas reage


A flotilha publicou na plataforma X vídeos mostrando vários militantes feridos, com marcas de golpes nos olhos e no nariz. “Tentamos impedir que eles mantivessem Thiago e Saif, e foi nesse momento que eles nos bateram”, relatou um deles.


O Hamas denunciou essas supostas violências e incentivou os militantes internacionais a “prosseguir seus esforços para romper o cerco e expor os crimes da ocupação israelense contra nosso povo”.


Esta é a segunda tentativa da Flotilha Mundial Sumud (“resiliência”, em árabe) de chegar à Faixa de Gaza.


Quem é Thiago Ávila


Thiago Ávila é um ativista brasileiro, economista e pesquisador, conhecido por sua atuação em causas sociais, ambientais e humanitárias. Ele integra redes internacionais de solidariedade e já participou de missões e campanhas voltadas à defesa de direitos humanos, incluindo ações relacionadas à Palestina.


Na “Flotilha para Gaza”, Ávila atuou como um dos principais organizadores, coordenando voluntários e articulando a participação latino‑americana na iniciativa.



Source link

https://digital.servemnet.com.br/flotilha-para-gaza-preso-ativista-do-df-sera-interrogado-em-israel/?fsp_sid=4309
Share: