Segundo o autor, Terremoto era o apelido de um matador de aluguel que acabou se tornando um serial killer. O nome surgiu devido à sua estatura e força física incomuns, que impunham respeito e medo nas ruas e, depois, na prisão.
A história de Terremoto começou no submundo da cobrança de dívidas. Ele trabalhava para agiotas, usando violência para intimidar e “resolver pendências”.
Com o tempo, passou a ser contratado para execuções, cobrando valores que variavam de R$ 5 mil a R$ 30 mil. O que começou como negócio virou vício: conforme Campbell descreve, o assassino desenvolveu prazer em matar e se tornou cada vez mais sádico.
4 imagensFechar modal.1 de 4
Terremoto
Reprodução/Prime Video2 de 4
Marina Ruy Barbosa como Suzane von Richthofen em Tremembé
Divulgação/Prime video3 de 4
Marina Ruy Barbosa (Suzane von Richthofen), Letícia Rodrigues (Sandrão) e Carol Garcia (Elize Matsunaga) em Tremembé
Divulgação/Prime Vídeo4 de 4
Letícia Rodrigues (Sandrão), Marina Ruy Barbosa (Suzane von Richthofen) e Carol Garcia (Elize Matsunaga) em Tremembé
Divulgação/Prime Vídeo
Antes de ser preso, Terremoto já somava cerca de 40 homicídios. Dentro da Penitenciária de Tremembé, ele rapidamente conquistou posição de liderança entre os detentos, comandando grupos e interferindo nas dinâmicas internas da cadeia.
Ele também viveu muitos relacionamentos dentro da prisão. Fontes relatam que ele manteve envolvimentos homossexuais com outros presos, entre eles um detento conhecido como Tieta do Agreste, interpretada como Gal por Luan Carvalho na série do Prime Video.
Com o passar do tempo, o comportamento explosivo e a tentativa de controlar as regras da cadeia acabaram lhe custando caro. Terremoto foi transferido para outra unidade prisional.
Já em outro presídio, ele entrou em conflito direto com o Primeiro Comando da Capital (PCC), facção que controlava o local. Tentou tomar o comando de negócios e se insurgiu contra o grupo, o que resultou em sua execução.
O Parque da Cidade foi palco do maior @megadriftoficial da história do Distrito Federal, reunindo pilotos, fãs e muita emoção sobre quatro rodas. O evento fez o chão tremer e mostrou todo o talento dos pilotos brasileiros, que deram um verdadeiro show de técnica e velocidade.
O deputado Fred Linhares marcou presença e destacou a importância de incentivar o esporte automotivo no DF, que vem ganhando cada vez mais força e reconhecimento.
🏁 Parabéns ao @dududrift325, campeão brasiliense de drift na 6ª etapa do MegaDrift! Um orgulho ver o esporte crescendo e movimentando a economia, o turismo e o lazer da nossa cidade.
O deputado federal Júlio César marcou presença no Fórmula 1 MSC Cruises Grande Prêmio de São Paulo 2025, um dos maiores eventos esportivos do país, que movimenta a economia, incentiva o turismo e reafirma o potencial do esporte como ferramenta de desenvolvimento nacional.
Reconhecido como o único deputado federal com atuação permanente em prol do esporte, Júlio César destacou a importância de políticas públicas que fortaleçam o setor e garantam mais oportunidades para atletas e eventos em todas as regiões do Brasil.
“O esporte é um instrumento poderoso de transformação social, e seguir apoiando iniciativas como essa é uma das nossas prioridades”, afirmou o parlamentar.
Durante o evento, Júlio César também aproveitou para convidar o público para a reinauguração do Autódromo de Brasília, que acontecerá nos dias 29 e 30 de novembro, com as provas da Stock Car e Stock Light.
“Será um momento histórico para o Distrito Federal e para todos os amantes do automobilismo”, destacou.
Atenção, moradores do Cruzeiro Velho! Nesta segunda-feira (10), as equipes do Cata-Treco estarão nas quadras 1, 3, 5, 7 e 12, realizando a coleta de materiais inservíveis.
A ação tem como objetivo manter as quadras limpas, organizadas e livres de entulhos, contribuindo para um ambiente mais saudável e sustentável para todos.
Os moradores devem colocar para fora móveis velhos, eletrodomésticos quebrados e outros itens de descarte antes da passagem dos caminhões.
Com a colaboração da comunidade, o Cruzeiro segue cada vez mais limpo e bem cuidado!
Administração Regional do Cruzeiro GDF — É tempo de cuidar da nossa cidade!
A secretária da Mulher, Renata D’Aguiar, comemorou seu aniversário em uma noite marcada por emoção, gratidão e muito amor. O momento foi preparado com todo cuidado pela equipe da Secretaria, que organizou uma celebração cheia de detalhes e surpresas.
“Meu aniversário foi lindo, emocionante e inesquecível! Mas nada disso teria sido tão especial sem a minha equipe — que esteve por trás de cada detalhe, cuidando de tudo com tanto carinho e dedicação”, destacou Renata.
A secretária se emocionou ao falar sobre o empenho e o carinho demonstrados pelos servidores. Segundo ela, cada parte da decoração, da segurança à programação, refletiu o espírito de união e propósito compartilhado pelo grupo.
“Foi uma surpresa linda para mim ver e sentir esse amor tão forte de cada um de vocês. Os detalhes falaram tão alto, que dispensaram palavras”, completou.
Renata finalizou a mensagem com um agradecimento especial a todos que contribuíram, inclusive aos que estavam nos bastidores: “Vocês são um dos maiores presentes que eu já ganhei!”
O clima de celebração reforçou o vínculo entre a secretária e sua equipe, demonstrando que o trabalho à frente da Secretaria da Mulher é guiado não só por resultados, mas também por afeto, companheirismo e propósito comum.
O cadastramento para o Cartão Reforma continua a todo vapor em Santa Luzia!
Neste sábado, 8 de novembro, a equipe responsável pelo programa voltou à comunidade para dar sequência ao atendimento das famílias. Ontem, dezenas de moradores já foram cadastrados, e agora a equipe retorna para garantir que ninguém fique de fora.
O trabalho começou pela primeira rua do Setor Santa Luzia e vai percorrer todas as demais, assegurando que todas as famílias contempladas recebam o benefício.
Ao todo, serão R$ 15 mil liberados pelo Governo do Distrito Federal para auxiliar na reforma das casas — um investimento que representa mais dignidade, segurança e qualidade de vida para quem mais precisa.
E as melhorias já são visíveis em Santa Luzia: 💧 Água chegando às residências 🚰 Rede de esgoto em implantação 🌧️ Sistema de drenagem (rede pluvial) 🚧 Calçamento das vias 💡 Nova iluminação pública sendo instalada
O que antes parecia um sonho, hoje se torna realidade. O benefício está chegando, e o futuro começa a tomar forma dentro da comunidade.
Esse é o Governo do Distrito Federal cuidando da nossa gente. Administrador Alceu Prestes: “Estamos trabalhando para transformar Santa Luzia e garantir mais qualidade de vida para cada família da nossa comunidade.”
Durante a transmissão da partida entre Internacional e Bahia na noite de sábado (8/11), o narrador Cléber Machado protagonizou um momento inusitado ao vivo. Ele se confundiu e mencionou o nome da Globo, sua antiga emissora, durante a cobertura exibida pela Record.
5 imagensFechar modal.1 de 5
Cléber Machado
Reprodução2 de 5
Cléber Machado se emociona ao falar de Pelé
Reprodução/TV Globo3 de 5
Cleber Machado, com o uniforme e o microfone da Globo, posa para foto - Metrópoles
Globo/Divulgação4 de 5Reprodução5 de 5
Cléber Machado ficou fora da transmissão da Globo no Catar
Reprodução
Assim que anunciou o início do segundo tempo no Beira-Rio, em Porto Alegre (RS), o locutor deixou escapar: “Agora, aqui à esquerda a bola em jogo para você, ligado na Globo!”. Após a gafe, houve alguns segundos de silêncio na transmissão, até que o próprio Cléber retomou a narração.
No começo do segundo tempo, entre Internacional x Bahia na transmissão da Record,Cléber Machado, depois de 35 anos na Globo, e com passagem pelo SBT, falou um: “Bola em jogo para você ligado na Globo”, depois disso ele ficou constrangido e inclusive gaguejou. #BrasileirãoNaRecordpic.twitter.com/hlAS8luMXG
O narrador trabalhou na Rede Globo por 35 anos, sendo dispensado em 2023. Em seguida, integrou o time esportivo do SBT até 2024, quando se tornou o principal nome das transmissões esportivas da Record, emissora que detém os direitos dos jogos da Liga Forte União no Campeonato Brasileiro até 2027.
A partida terminou empatada em 2 a 2, mas o episódio ganhou destaque nas redes sociais. Telespectadores comentaram o constrangimento do narrador. “Ficou até desconcertado depois”, disse um internauta. “Foi no piloto automático”, brincou outro. “O silêncio que ficou”, escreveu um usuário do X.
Sob a fachada discreta de uma “clínica de massoterapia”, no subsolo de uma movimentada quadra comercial da Asa Norte, pulsa um universo de prazer tarifado, onde a palavra “terapeuta” ganha um significado bem mais apimentado.
O que o local anuncia como um refúgio de bem-estar com serviços de massoterapia e acolhimento, destacando “ambiente reservado”, “toalhas higienizadas” e “atendimento profissional”, rapidamente se revela um engenhoso esquema de serviços sexuais, cuidadosamente embalado em uma roupagem de discrição e saúde.
No fim das contas, o discurso terapêutico serve como fachada para ofertar “rapidinhas” na hora do almoço ou no fim do expediente, sempre de olho na clientela da Esplanada dos Ministérios. A casa de massagem investe pesado no véu da decência. Pelo WhatsApp, o estabelecimento garante entrada recatada e salas privativas. A logística de acesso, minuciosamente detalhada, é o primeiro sinal da natureza sigilosa do negócio.
Em horário comercial, o cliente deve usar a escada lateral do prédio. Após as 18h, e aos sábados e feriados, o acesso é estritamente pela portaria dos fundos, mediante uso de interfone, isolando o fluxo do público regular da quadra. Tudo é pensado para que a chegada do cliente, quase sempre preocupado com a exposição, não levante suspeitas no burburinho da Asa Norte.
Paraíso libertino
No entanto, toda a fachada “terapêutica” desmorona no instante em que o cliente atravessa a porta de vidro fumê e pisa no pequeno, mas eficaz, paraíso libertino. No ambiente de espera — apertado com um divã de couro preto, uma cadeira e o indispensável ar-condicionado — é onde a cortina de fumaça se dissipa.
A recepção é feita por uma guardiã de meia-idade, loira, de olhos claros e de simpatia desconcertante. Ela é quem, sem rodeios e com a desenvoltura de quem lida com o assunto há tempos, anuncia o “esquema sacana”.
“Olha, são R$ 250 pela massagem e o relax final”, dispara a gerente, apontando para um QR code fixado na parede. O cartaz de cobrança é a prova final do artifício: o valor está destrinchado em R$ 170 pela suposta “terapia” e um adicional de R$ 80 por um “aditivo especial”, a explicitamente nomeada “xerecada da alegria”.
Desfile das “terapeutas”
Aguardando na saleta, o cliente é apresentado ao “elenco”. As jovens, anunciadas como “terapeutas”, desfilam individualmente, cada uma com seu nome de guerra e seu estilo.
A primeira, de cabelos longos e pretos, aparenta pouco mais de 20 anos, e ostenta um sorriso matreiro emoldurado por um aparelho fixo nos dentes. Seu traje, um short e um top, cumpre a função de sedução sem respeitar, de forma muito clara, o código de vestimenta de uma “massagista”.
Logo depois, a segunda chega serelepe. Ela entra e paralisa o ambiente. Voluptuosa, a moça veste apenas uma camisola vermelha de renda, completamente transparente, deixando pouco à imaginação e revelando, sem meias palavras, a real natureza da “sessão”.
A terceira, de visual mais recatado, vestindo short e mini blusa, era a mais velha do trio disponível naquela tarde de início de semana, logo após o horário de almoço. Naquele dia, apenas as três moças estavam à disposição para oferecer os “serviços de relaxamento”.
Após a apresentação, a gerente da casa retorna para perguntar qual terapeuta é a grande escolhida. Após uma desculpa sobre “agenda apertada”, a reportagem deixou o local sem passar pela sessão terapêutica.
Ética do Toque
A utilização do termo “terapeuta” por estabelecimentos com fins sexuais não é apenas um eufemismo, mas uma apropriação indevida que descredibiliza profissionais sérios. A massoterapia e outras terapias exigem formação, ética e conhecimento técnico para auxiliar a saúde física ou psicológica das pessoas. O uso do título em um contexto puramente libidinoso desrespeita a seriedade e os requisitos de qualificação fundamentais para a segurança e o bem-estar dos pacientes que buscam tratamento legítimo.
A apuração da coluna aponta para um claro caso de violação ética e desvirtuamento de função, onde o “toque terapêutico” é apenas a senha para um prazer proibido e mercenário no coração de Brasília. Especialistas ouvidos pela reportagem alertam que o uso do termo “terapeuta” nesses casos tem o objetivo de driblar fiscalização e conferir legitimidade profissional ao atendimento.
“A massoterapia é uma prática que exige formação, ética e conhecimento técnico para garantir bem-estar e saúde do paciente. Quando o termo é apropriado para encobrir outras atividades, há não só fraude, mas risco para a saúde física e psicológica das pessoas envolvidas”, explica uma profissional registrada, que preferiu não se identificar.
A nova ponte que está sendo construída sobre o riacho do Incra 9, no Núcleo Rural Alexandre Gusmão, já passou de 70% de execução e começa a alterar o dia a dia de quem vive na região. A estrutura vai substituir a antiga ponte de madeira, usada por anos e marcada por problemas durante o período chuvoso. A obra é tocada pela Administração Regional de Ceilândia em parceria com o GDF, o DER-DF, a Novacap e a Secretaria de Agricultura.
Nas últimas semanas, as equipes concluíram a colocação das manilhas que fazem a drenagem da água da chuva e avançaram na compactação do aterro. As alas laterais da ponte estão sendo finalizadas. O projeto inclui guarda-corpos para aumentar a segurança de motoristas, pedestres e do transporte escolar, que depende diariamente da travessia.
Além de substituir a antiga passagem, a obra segue diretrizes ambientais. Parte da vegetação nativa foi preservada e o fluxo natural do riacho foi mantido.
O administrador de Ceilândia, Dilson Resende, afirma que a nova ponte é uma reivindicação antiga da comunidade rural. “É uma demanda que vem há anos. A ponte traz segurança, acessibilidade e respeito a quem vive e produz na área rural”, declarou.
O técnico do DER-DF, Wanderley de Oliveira Passos, que acompanha a execução, explica que a estrutura foi dimensionada para suportar o tráfego intenso da região e os períodos de chuva forte. “A ponte está sendo construída para aguentar a realidade daqui”, reforçou.
Moradores acompanham a obra de perto. Um deles é o produtor Gilson Fernandes Pessoa, da Gleba 4. Para ele, a conclusão da ponte significa facilitar o acesso à escola, ao trabalho e ao transporte da produção. “A gente esperou muito. Agora está andando”, disse.
Durante os trabalhos, o trânsito foi desviado e o trajeto está sinalizado para permitir passagem de veículos, ônibus e ambulâncias.
A Administração Regional afirma que continua a executar intervenções tanto na área urbana quanto na rural, com foco em mobilidade e infraestrutura.
A partir de segunda-feira (10/11), os olhos do mundo estarão voltados para o coração da Amazônia: Belém do Pará. A cidade é sede da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que acontece até 21 de novembro, e promete muito mais do que debates e negociações. Além das áreas oficiais, a Blue Zone e a Green Zone, a capital paraense conta com uma intensa programação cultural para os cerca de 40 mil visitantes esperados.
A Blue Zone (Zona Azul) é o centro diplomático da conferência, com acesso restrito a autoridades, delegações e imprensa. Do outro lado, a Green Zone (Zona Verde) abre espaço para a sociedade civil, empresas e ONGs. Fora desses ambientes oficiais, Belém ganha vida com iniciativas que misturam cultura, arte e sustentabilidade. Se você está na cidade e quer mergulhar nessa atmosfera, este roteiro é o seu guia.
1 de 1
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva na COP30
Ricardo Stuckert
Freezone Cultural Action
A revitalizada Praça da Bandeira se tornará o coração da programação cultural da COP30. A partir do próximo domingo (9/11), o espaço de 10 mil m² recebe o Freezone, projeto gratuito voltado especialmente para jovens e crianças, com shows, teatro, cinema, oficinas e gastronomia, tudo inspirado na estética amazônica.
Projeto arquitetônico da Freezone Cultural Action, evento paralelo à COP30
No palco principal, artistas como Zaynara e Ximbinha se apresentam, ao lado de grupos que representam a pluralidade sonora da região Norte, com ritmos como o brega e a aparelhagem, símbolos da música paraense.
Flavia Mastrobuono, diretora de produção do evento, destaca que o objetivo é incluir quem não tem acesso às áreas oficiais, sem deixar de acolher quem participa das negociações.
“A Freezone se encarrega de oferecer aquilo que a COP30 não oferece, que é o espaço cultural, o espaço artístico, o ponto de encontro, o local para as trocas, para conhecer o que o mundo está falando sobre as pautas climáticas e o que que nós podemos fazer para conter este avanço”, explica.
Com público estimado de 10 mil pessoas por dia, o espaço contará com a Zona dos Sabores, dedicada à culinária local, e a Zona Economia Verde, que reúne comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas.
Além da música e da gastronomia, a Zona Vozes abrigará fóruns e painéis de lideranças jovens do mundo todo. Giovanni Dias, idealizador da Freezone, ressalta o papel da cultura no engajamento social.
“A arte tem um poder de mobilização, de sensibilização, de encantamento e de reflexão. Portanto, ela é talvez a ferramenta mais poderosa que nós temos para fazer com que as pessoas compreendam, não só através do reflexo das mudanças climáticas, mas também fazendo uma viagem para dentro de si”, reflete.
1 de 5
Zaynara
Divulgação
2 de 5
Suraras do Tapajós
Reprodução/Instagram @surarasdotapajos
3 de 5
Obra da exposição Trabalhadores, de Sebastião Salgado
Divulgação
4 de 5
Lia Sophia
Reprodução/Instagram Lia Sophia
5 de 5
Ximbinha.
Reprodução/Internet.
Entre os destaques da programação está o espetáculo Sebastião Salgado – Uma Viagem ao Universo do Artista, apresentado por Juliano Salgado em homenagem ao pai, o lendário fotógrafo falecido em maio deste ano.
A abertura do palco principal ficará por conta de Lia Sophia e do Grupo Suraras, o primeiro grupo de carimbó formado por mulheres indígenas. Dia 19, o palco será comandado por Zaynara — que se apresentou ao lado de Mariah Carey, Dona Onete, Joelma e Gaby Amarantos no Amazônia Live, transmitido do Rio Guamá.
“Eu percebo que cada vez mais as pessoas que fazem música no Norte são mais ouvidas, mais sentidas, mais percebidas com a forma como a gente faz a arte, como a gente fala da nossa cultura”, comenta a cantora.
A entrada é gratuita e não requer credenciamento. Apenas as atividades no domo do teatro exigem retirada antecipada de ingressos pelo aplicativo Free Zone Cultural Action. Toda a programação também será transmitida ao vivo pelo site oficial.
Serviço
Freezone Cultural Action
Onde: Praça da Bandeira, R. João Diogo, 316, Campina
Dois ícones históricos de Belém — o Teatro Waldemar Henrique e o Instituto de Ciências da Arte — se unem para receber a Central da COP, projeto do Observatório do Clima que conecta o público aos debates sobre mudanças climáticas.
1 de 3
Teatro Waldemar Henrique
Reprodução/Agência Pará
2 de 3
Boi Vagalume Da Marambaia
Reprodução/Instagram
3 de 3
Teatro Waldemar Henrique
Reprodução/Instagram
Localizados na Praça da República, ambos foram revitalizados e recebem, a partir da próxima terça-feira (11/11), uma agenda gratuita com apresentações teatrais, musicais, exposições, sessões cinematográficas e oficinas. No primeiro dia, o destaque é a performance Sapukãya, o Muçum, que mistura teatro e hip-hop e poesia em uma potente denúncia sobre a crise climática e a resistência amazônica.
Isvilaine Silva, porta-voz do projeto, explica a proposta do espaço. “A crise climática não é apenas um tema técnico ou diplomático, ela é uma questão que atravessa o cotidiano das pessoas. A Central da COP nasce com o propósito de aproximar a sociedade civil das discussões globais para que ela consiga entender o que acontece na Zona Azul e como a sociedade também faz parte da solução para o mundo que a gente quer”, reflete.
Boi Vagalume Da Marambaia
A programação inclui ainda uma ampla seleção de filmes. Entre os destaques está O Regresso à Patú Anú, que será exibido no dia 17. A ficção científica paraense combina tecnologia e espiritualidade para abordar temas como êxodo rural, preservação ambiental e encantaria amazônica.
Entre 11 e 20 de novembro, serão oferecidas nove aulas introdutórias sobre o tema climático, com inscrição gratuita. O encerramento, em 21 de novembro, celebra a cultura local com um musical de boi-bumbá, repleto de toadas, alegorias e figurinos típicos.
Serviço
Central COP30
Onde: Teatro Waldemar Henrique e Instituto de Ciências das Artes (ICA/UFPA), localizados na Praça da República, Campina, Belém
Além das atividades paralelas à COP30, Belém convida os visitantes a explorar os encantos naturais e históricos da cidade.
O Ver-o-Peso, fundado em 1625, é parada obrigatória: o maior mercado a céu aberto da América Latina combina cheiros, cores e sabores da Amazônia. Frutas, peixes, ervas e artesanato se misturam às tradicionais vendedoras de ervas, guardiãs da sabedoria indígena. Por ali, é possível saborear o famoso açaí com peixe frito com vista para a Baía do Guajará.
1 de 4Reprodução/Jader Paes/Agência Belém
2 de 4
Palacete Pinho
Reprodução/Agência Belém
3 de 4
Mercado de São Brás
Reprodução/Amarilis Marisa/Agência Belém
4 de 4
Boulevard da Gastronomia
Reprodução/Prefeitura Municipal de Belém
Outro ponto icônico é o Mercado de São Brás, de 1933, que passou por recente revitalização e hoje abriga um complexo gastronômico e cultural, unindo arquitetura colonial e art déco.
Entre os espaços que contam a história da cidade estão o Palacete Pinho (1897), o Museu de Arte de Belém (MABE), no Palácio Antônio Lemos, e o Palacete Bolonha, do início do século XX. Todos oferecem entrada gratuita e exposições que celebram a arte e a memória paraense.
A cerca de 20 km do centro, a Orla de Icoaraci é um refúgio à beira da Baía do Guajará. O local reúne restaurantes e quiosques com vista privilegiada do rio e a famosa Feira de Artesanato do Paracuri, onde é possível comprar cerâmicas marajoaras diretamente das olarias locais.
Para quem quer aproveitar a noite, o Boulevard da Gastronomia, no bairro da Campina, é o ponto ideal. O espaço reúne sabores típicos da culinária paraense e apresentações culturais, tornando-se o encontro perfeito entre comida, música e o calor humano de Belém.