12 livros para colocar na lista de leituras em novembro

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O mês de novembro chegou e promete várias leituras interessantes para o mês. Do romance à fantasia, do livro-reportagem à biografia, o Metrópoles preparou uma seleção de obras que prometem surpreender os leitores e são boas pedidas para integrar a lista de leituras do mês. Confira!


Minhas Queridas e Outras Cartas, de Clarice Lispector (Ed. Rocco)


Clarice Lispector viveu no exterior durante mais de quinze anos, acompanhando o marido diplomata, enquanto suas irmãs permaneceram no Brasil. Mais do que irmãs, eram amigas inseparáveis, apoiando-se desde a ausência da mãe, que partiu prematuramente. As cartas que trocavam eram a forma de manter a conexão, em uma época sem a facilidade das comunicações modernas. Essa troca resultou em uma correspondência refletida nas 120 cartas que revelam a estreita ligação entre Clarice, Elisa e Tania.


Katábasis, de R.F. Kuang (Ed. Intrínseca)


O livro acompanha a saga de dois doutorandos rivais, Alice Law e Peter Murdoch, que devem unir forças em uma jornada ao Inferno. O objetivo é resgatar a alma de seu mentor, o professor Jacob Grimes, que morre em um experimento e vai parar no submundo. Alice, obcecada por magia analítica e pela garantia de seu futuro, sente-se sem rumo e precisa do professor de volta, sendo forçada a se aliar ao concorrente para ter sucesso.


Veja as capas da seleção:


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Minhas Queridas e Outras Cartas, de Clarice Lispector (Ed. Rocco)

Divulgação
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Katábasis, de R.F. Kuang (Ed. Intrínseca)

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Nossos Índios, Nossos Mortos, de Edilson Martins (Ed. Letra Capital)

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Morramos ao Menos no Porto, de Francisco Mota Saraiva (Ed. Biblioteca Azul)

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Solteiro em produção, de Ruth Oliveira (Ed. Alt)

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Ingrid: A Filha do Comandante, de Gabriel Waldman (Ed. Buzz)

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Desaparecidos Políticos e a Comissão Nacional da Verdade, de Daniel Josef Lerner (Ed. Hucitec)

Rafael Medelima/Divulgação
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O Ano do Gafanhoto, de Terry Hayes (Ed. Intrínseca)

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O Emprego que você pediu a Deus, de Denys Vojnovskis

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Estância dos Heróis Combalidos, de Oséas Singh Jr. (Ed. FoxTablet)

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O Imperador da Felicidade, de Ocean Vuong (Ed. Rocco)

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Pink Lemonade, de G. B. Baldassari (Editora Euphoria)

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Nossos Índios, Nossos Mortos, de Edilson Martins (Ed. Letra Capital)


Publicado originalmente nos anos 1970, pela Codecri, editora do Pasquim, Nossos Índios, Nossos Mortos retorna com uma edição especial de 50 anos. Na obra, o escritor, jornalista e documentarista Edilson Martins reúne reportagens, entrevistas e artigos que, em plena ditadura militar, denunciaram a violência contra os povos indígenas e a devastação da Amazônia.


Morramos ao Menos no Porto, de Francisco Mota Saraiva (Ed. Biblioteca Azul)


Vencedor do Prêmio Literário José Saramago 2024, o livro narra a história de António, um homem que assiste o passar dos dias entre o ranger de uma cadeira de balanço e o tique-taque implacável do relógio. Recolhido no apartamento junto a um porto, ele zela pelo corpo da esposa sem vida como se ela ainda respirasse. Cada gesto cotidiano — limpar, alimentar, cuidar — transforma-se em ritual de negação e lembrança, enquanto do lado de fora a vida insiste em pulsar com a vulgaridade e o barulho da vizinhança decadente.


Solteiro em produção, de Ruth Oliveira (Ed. Alt)


Miguel é um jovem bissexual de 19 anos que decide recomeçar a vida longe da pequena Barra dos Coqueiros, no interior de Sergipe. Em Trindade, cidade universitária na Bahia, ele sonha com liberdade, amizades verdadeiras e um amor que não precise esconder. Mas os planos de Miguel saem do eixo quando um mal-entendido com o ex-namorado, um dos garotos mais populares da faculdade, faz a reputação dele desmoronar.


Tudo muda quando ele conhece Marconi, um calouro carismático que parece não saber nada sobre os boatos ao seu redor. A conexão entre os dois é imediata, e Mika terá que decidir se está pronto para confiar novamente — e se abrir para a chance de algo real.



Ingrid: a Filha do Comandante, de Gabriel Waldman (Ed. Buzz)


Ingrid é filha de Franz Stangl, comandante nazista do campo de extermínio de Treblinka durante a Segunda Guerra Mundial. Gabriel Waldman é um judeu sobrevivente do Holocausto. Apaixonado por Ingrid, e sem saber a verdadeira identidade do pai da garota, Waldman envolve-se em um relacionamento amoroso que o abalará profundamente, para sempre.


Nessa comovente autoficção, o autor nos permite acessar os pensamentos mais íntimos e angustiantes que teve. Pensamentos que nascem de um passado cruel e ressoam ainda hoje.


Desaparecidos Políticos e a Comissão Nacional da Verdade, de Daniel Josef Lerner (Ed. Hucitec)


Este livro apresenta uma abordagem abrangente sobre o tema dos Desaparecidos Políticos no contexto da Comissão Nacional da Verdade (2012/2014). Para mostrar a gravidade e a permanência dos casos de desaparecimentos políticos, são apresentados traços essenciais de teoria, história e legislação, e abordados temas como justiça de transição, responsabilização criminal, crimes permanentes e anistia.


O Ano do Gafanhoto, de Terry Hayes (Ed. Intrínseca)


Kane é um agente da CIA especializado em Áreas de Acesso Proibido. A função dele é entrar no local, cumprir a missão e sair, custe o que custar. Mas a tríplice fronteira entre Paquistão, Irã e Afeganistão não joga segundo as regras e é perigosa demais até para agentes experientes.


O Emprego que Você Pediu a Deus, de Denys Vojnovskis


Quem trabalha em um emprego que precisa viajar muito, já escutou certamente algumas dessas frases: “Mas você viaja com tudo pago”, “Conheceu várias cidades e países” ou mesmo “Isso sim que é vida”. Mas, para quem passa tanto tempo entre aeroportos, hoteis e conexões, a coisa é bem diferente.


Foi a partir dessa percepção que o executivo da área de tecnologia Denys Vojnovskis escreveu O Emprego que Você Pediu a Deus, onde compartilha um pouco da rotina pelo mundo.


Estância dos Heróis Combalidos, de Oséas Singh Jr. (Ed. FoxTablet)


A obra se passa na fictícia Amada dos Anjos, uma estância turística devastada por uma endemia alcoólica. Em uma tentativa desesperada de revitalizar o turismo, as autoridades decidem transformar os moradores de rua em super-heróis fantasiados. No entanto, quando esses heróis combalidos resolvem tomar o controle dos próprios destinos, a trama se transforma em uma sátira profunda e dolorosa que explora as profundezas da condição humana.


O Imperador da Felicidade, de Ocean Vuong (Ed. Rocco)


Em uma noite chuvosa de fim de verão, um jovem imigrante está prestes a se jogar de uma ponte na Felicidade do Leste, uma cidadezinha esquecida no interior de Connecticut. Do outro lado do rio, porém, uma voz o impede ― é Grazina, uma viúva lutando contra o avanço da demência. Essa conexão improvável entre duas pessoas à deriva dá início a uma relação que, ao longo de um ano, se transforma em um frágil pacto de sobrevivência mútua.


Pink Lemonade, de G. B. Baldassari (Editora Euphoria)


O livro mergulha nos bastidores do mundo da música, explora o glamour dos palcos, os bastidores repletos de segredos e as dores escondidas sob os holofotes. A obra acompanha a trajetória da icônica banda Pink Lemonade, que conquistou o mundo nos anos 2000, e suas integrantes: “PJ” (Paige Joaquim), Dani Garcia, Hollie Derrick, Chloe Jacobs e Jenna Milano.


Entre turnês internacionais, paixões proibidas e brigas de egos, as protagonistas precisam lidar com o peso da fama, a pressão da indústria e, principalmente, com os sentimentos que ameaçam destruir (ou salvar) tudo o que construíram.






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Igreja evangélica pega fogo na Cidade Estrutural

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Um incêndio atingiu uma igreja evangélica após um aparelho de ar-condicionado pegar fogo e o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado para atender a ocorrência na tarde deste domingo (2/11), na quadra 2 do Setor Norte, da Cidade Estrutural.


Ao chegar ao local, as equipes de socorro encontraram muita fumaça saindo pelas janelas frontais. Os bombeiros foram informados de que o aparelho de ar-condicionado estava em chamas.



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Veja imagens do incêndio:


3 imagensFechar modal.1 de 3Divulgação/CBMDF2 de 3Divulgação/CBMDF3 de 3Divulgação/CBMDF

Após acessarem o interior da edificação, os bombeiros começaram a combater o foco do incêndio utilizando mangueiras. A ação rápida dos bombeiros controlou o incêndio e impediu a propagação das chamas para outros ambientes.


Com o fogo extinto, a corporação fez rescaldo e ventilação do espaço. O local foi isolado e os Bombeiros informaram que o teto apresentava risco de desabamento.


A área foi isolada e deixada aos cuidados do pastor responsável. Não há informações sobre se o estabelecimento será interditado, ou se voltará a funcionar normalmente.






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SLU retira 280 toneladas de resíduos em ação no Sol Nascente e Park Way

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No último sábado (1º), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) do GDF concluiu um mutirão de limpeza nas regiões do Sol Nascente/Pôr do Sol e do Park Way. A operação retirou 280 toneladas de resíduos e teve como foco prevenir a denguee outros problemas de saúde ligados ao acúmulo de lixo.


O trabalho atingiu pontos críticos do Sol Nascente/Pôr do Sol, incluindo a Bacia da Marechal (Madureira), o Trecho 3 próximo ao Colégio 66, o Parque Urbano II, o Córrego das Corujas, o Buritizol e os condomínios Vitória Tabajara e Gênesis.


Segundo o subdiretor de limpeza urbana do SLU, Everaldo Araújo, a operação é estratégica para o período de chuvas. “Recolhemos madeira, pneus, lixo orgânico e até animais mortos. A população precisa usar os papa-entulhos e evitar o descarte irregular, que pode gerar multas de até R$ 293 mil.”


No Park Way, a força-tarefa contou com 20 caminhões, três pás carregadeiras e 43 profissionais, entre garis, motoristas e operadores de máquinas. No Sol Nascente/Pôr do Sol, foram 17 caminhões, duas pás carregadeiras e 22 trabalhadores, atuando das 6h às 17h.


O administrador regional Cláudio Ferreira destacou a colaboração da comunidade. “Mesmo com coleta regular, ainda existem pontos de descarte irregular. Moradores que não têm como levar móveis ou eletrodomésticos podem acionar a administração para encaminhá-los aos papa-entulhos. A fiscalização do DF Legal garante que quem descarta de forma inadequada seja multado.”


Moradores elogiaram a ação. O aposentado Valdemar Oliveira, há 25 anos no bairro, comentou. “O SLU mantém tudo limpo e organizado. Eu separo meu lixo e vejo o resultado desse mutirão.”


Para a costureira Josiane de Jesus, o mutirão impacta diretamente a saúde da população. “O recolhimento rápido evita dengue e outros problemas.”


O vigilante Aderval de Aquino lembra que a limpeza vai além da prevenção de doenças. “Não é só dengue. É higiene, qualidade de vida e respeito à comunidade.”


O mutirão faz parte das ações permanentes do GDF para reduzir o descarte irregular de resíduos e prevenir focos do mosquito Aedes aegypti. O SLU reforça que os papa-entulhos continuam disponíveis para a população, incentivando a manutenção de bairros limpos e saudáveis.






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Tremembé: como está Elize Matsunaga 13 anos após esquartejar marido

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Elize Matsunaga ficou nacionalmente conhecida após matar e esquartejar o então marido, Marcos Matsunaga. O crime voltou aos holofotes com a estreia de Tremembé, nova série do Prime Video inspirada na vivência de criminosos no “presídio dos famosos”. A loira, no entanto, não está mais no local.


10 anos após assassinar o marido, em maio de 2022, ela conquistou progressão de pena para regime aberto. Desde então, pouco se sabe sobre a vida de Elize Matsunaga.


As notícias mais recentes dizem que ela vivia em Franca, no interior de São Paulo. Na cidade, ela trabalhou em um canteiro de obras e depois como motorista de aplicativo — e tinha nota 4.8/5 em um deles.


7 imagensElize Matsunaga em série NetflixElize e o esposo que assassinouElize MatsunagaEm 2012, Elize Matsunaga matou e depois esquartejou o corpo do marido Marcos Matsunaga em seis partesElize atirou na cabeça e esquartejou o corpo do maridoFechar modal.1 de 7

Chopp na rua, longe de casa e a noite: Elize Matsunaga viola regras de sua condicional

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Elize Matsunaga em série Netflix

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Elize e o esposo que assassinou

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Elize Matsunaga

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Em 2012, Elize Matsunaga matou e depois esquartejou o corpo do marido Marcos Matsunaga em seis partes

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Elize atirou na cabeça e esquartejou o corpo do marido

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Carol Garcia interpreta Elize Matsunaga em Tremembé. Inicialmente condenada a 16 anos e onze meses de prisão pelo assassinato de seu então marido, Marcos Matsunaga, em 2012, Elize teve sua pena reduziada a 16 anos e três meses

Divulgação/Prime Video

No primeiro emprego, ela teria conhecido um pintor com quem supostamente engatou um relacionamento. Eles teriam sido vistos em um bar da cidade algumas vezes, mas não existem informações recentes sobre a suposta relação.


A filha de Elize Matsunaga


Embora tenha deixado a prisão, a mulher continua sem contato com a filha. A menina tinha 1 ano na época do crime e estava em um quarto, dentro do apartamento da família, quando Elize assassinou Marcos.


Desde que ela foi preso e um teste de DNA confirmou a paternidade da criança, os avós paternos, Mitsuo Matsunaga e Misako Kitano, a criam como filha. Embora tenham tentado esconder o passado dela, aos 9 anos ela descobriu a verdadeira identidade dos pais e o crime cometido pela mãe.



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Hoje, a família Mastsunaga move um processo na Justiça para retirar o nome de Elize da certidão de nascimento da filha. Segundo as últimas informações conhecidas, elas não mantém contato e a jovem poderá decidir se quer reencontrar a mãe apenas quando fizer 18 anos.


O crime de Elize Matsunaga


Elize atirou no marido, Marcos Matsunaga, em 19 de maio de 2012, dentro do apartamento do casal, após uma briga por causa de traições dele. Cerca de 10 horas após o tiro, ela esquartejou o corpo do então chefe-executivo da Yoki e guardou os pedaços, ensacados, em três malas. A filha deles, de apenas de 1 ano, estava no local durante todo o processo.


A mulher abandonou os pedaços do corpo em uma estrada e disse à polícia que o marido estava desaparecido, após sair de casa pela manhã e não retornar. Os restos mortais foram encontrados em 27 de maio.


Elize MatsunagaEla foi condenada a quase 20 anos de prisão

Presa preventivamente em 5 de junho de 2012, ela entrou em Tremembé em 20 de junho. Na época, outros criminosas famosas, como Suzane von Richthofen e Anna Carolina Jatobá, também estavam no local.


A condenação oficial, no entanto, saiu apena quatro anos depois. Em dezembro de 2016, ela foi condenada a 19 anos, 11 meses e um dia de prisão — mas a pena foi reduzida para 16 anos e três meses em 2019.


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Ceilândia reforça fiscalização e retira ambulantes irregulares

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No último sábado (1º), o centro de Ceilândia foi palco de uma ação coordenada para combater a venda irregular nas ruas. Equipes do DF Legal, da Polícia Militar e da Administração Regional percorreram o comércio informal, retirando carrinhos e produtos que ofereciam riscos à população.


Entre os itens apreendidos estavam bebidas de origem duvidosa, algumas com metanol, além de facas e mercadorias sem registro. Autoridades alertam que esses produtos podem causar intoxicações graves.


O administrador regional, Dilson Resende, reforçou que a operação não tinha como único objetivo a fiscalização. “Queremos criar alternativas para quem deseja trabalhar dentro da lei, garantindo segurança e organização”, afirmou.


O GDF destaca que ações como essa fortalecem o comércio legal e ajudam a garantir que recursos arrecadados retornem em serviços essenciais como saúde, educação e infraestrutura.


Para moradores, a presença das equipes trouxe mais sensação de ordem e segurança, deixando claro que medidas desse tipo devem se tornar rotina no centro de Ceilândia.






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quais criminosos da série ainda estão presos no presídio

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A série Tremembé, em destaque no Prime Video, levantou curiosidades sobre a vida dos criminosos que foram retratados na produção. Dos diversos nomes que aparecem na série, poucos seguem presos na penitenciária.


O ex-médico Roger Abdelmassih é um dos famosos presidiários que ainda está em Tremembé. Condenado a 181 anos de prisão pelo estupro de pacientes, ele está em cárcere desde 2014.


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Roger Abdelmassih cometeu 37 estupros em sua clínica médica, em São Paulo

Divulgação/Polícia Federal
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Anselmo Vasconcelos é responsável por dar vida ao ex-médico Roger Abdelmassih em Tremembé

Divulgação/Prime Video
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Lindemberg Alves foi condenado pela morte de Eloá Pimentel, em 2013

Reprodução
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Teaser de Tremembé revela caracterização de criminosos famosos: veja

Divulgação/Prime Video Brasil


Teve a prisão domiciliar negada pela Justiça diversas vezes e tem previsão de liberdade apenas em 2047, quando terá 104 anos.


Outro que segue na prisão é Lindemberg Alves. Condenado a 39 anos de prisão por matar a ex-namorada Eloá Pimentel, ele teve a pena reduzida em 109 dias em março deste ano.


O criminoso teve o semiaberto concedido e revogado duas vezes. Agora, tem direito apenas a saídas temporárias durante o ano.


O mais recente a deixar Tremembé foi o ex-prefeito Acir Fillo. O ex-prefeito foi liberado em agosto deste ano após cumprir quase nove anos de prisão. Ele foi condenado por lavagem de dinheiro, mas agora responde pelo crime em liberdade.


Outros nomes famosos da série como Alexandre Nardoni, Anna Carolina Jatobá, Cristian Cravinhos, Daniel Cravinhos, Suzane Von Ritchofen e Elize Matsunaga respondem em liberdade condicional e não estão mais em Tremembé.






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Saiba quem era o sargento que morreu em acidente com Mercedes no DF

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O terceiro-sargento da Polícia Militar de Goiás Fernando Jansen Silva Araújo (foto em destaque), de 42 anos, que perdeu a vida após o seu carro bater em um pilar de sustentação do viaduto de acesso ao Guará, era morador de Vicente Pires e fazia parte da Rotam de Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal.


No veículo também estava uma mulher, a técnica em enfermagem Simara de Almeida Cavalcanti Monteiro, de 45 anos, que sobreviveu, mas sofreu múltiplas fraturas e foi encaminhada em estado grave a uma unidade de saúde da região.


Segundo informações do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), o acidente ocorreu por volta das 4h30 da madrugada. Cinco viaturas de socorro foram mobilizadas. Ao chegarem ao local, as equipes encontraram o Mercedes-Benz preto em chamas após o forte impacto.


Veja imagens do incêndio:



Os bombeiros conseguiram retirar rapidamente as vítimas do interior do veículo. O sargento Fernando Jansen foi encontrado em parada cardiorrespiratória. As tentativas de reanimação foram em vão, e o óbito foi confirmado ainda no local.


Simara Monteiro, embora consciente, apresentava desorientação e dores intensas, além de fraturas nos membros e suspeita de trauma torácico. Ela recebeu atendimento imediato e foi levada ao hospital com prioridade máxima.


A via precisou ser totalmente interditada durante o atendimento, o que provocou lentidão e desvio do tráfego nas primeiras horas da manhã. Equipes da Polícia Militar do DF e da Polícia Civil foram acionadas para o local. As causas da colisão ainda estão sendo investigadas.






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Arruda pode responder por crime eleitoral após vídeo zombando da aparência de Ibaneis Rocha

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Um vídeo que circula nas redes sociais e em grupos de WhatsApp voltou a colocar o ex-governador José Roberto Arruda no centro de uma nova polêmica. Nas imagens, ele aparece ao lado de um advogado fazendo comentários ofensivos e debochados sobre a aparência física do governador Ibaneis Rocha, o que pode configurar crime eleitoral.


De forma preconceituosa, Arruda afirma que “achava Ibaneis mais feio por dentro do que por fora”, provocando risos no ambiente. A gravação rapidamente viralizou, gerando forte repercussão negativa entre aliados políticos e juristas, que apontam possível violação da legislação eleitoral vigente.


Enquadramento legal


O artigo 326 do Código Eleitoral tipifica o crime de injúria eleitoral, caracterizado por “ofender a dignidade ou o decoro de alguém” durante a propaganda eleitoral ou no período de campanha. A Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições), por sua vez, estabelece no artigo 57-D que constitui propaganda eleitoral irregular a divulgação de conteúdo ofensivo à honra ou à imagem de candidato adversário.


Dessa forma, a conduta de Arruda pode ser interpretada como um ataque à honra e à imagem do atual governador, configurando infração passível de punição judicial.


Possíveis sanções


Nos bastidores jurídicos, comenta-se que o ex-governador e o advogado poderão ser interpelados judicialmente por ofensa à imagem e por preconceito. Caso sejam condenados, a pena pode chegar a três meses a um ano de detenção, além de multa. A legislação prevê ainda a possibilidade de retratação pública como forma de atenuar a penalidade.


Clima político tenso


O episódio ocorre em um momento de forte movimentação política no Distrito Federal, às vésperas da reorganização dos grupos partidários para 2026. A declaração de Arruda reacendeu críticas sobre sua postura e reabriu o debate sobre os limites éticos do discurso político.


Resta saber se o ex-governador optará por um pedido de desculpas público ou se manterá o tom debochado que marcou o vídeo — gesto que, segundo analistas, pode custar caro tanto na Justiça quanto na arena política.






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Ex-detentos de Tremembé produziram cruel cena da série. Saiba qual

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Tremembé está disponível no catálogo do Prime Video e vem fazendo bastante sucesso com o público. A série, que conta histórias dramáticas da penitenciária conhecida como prisão dos famosos, teve ajuda essencial de ex-detentos na produção.


Segundo o diretor Daniel Lieff, a autenticidade da produção se deve ao trabalho dos ex-presidiários como consultores e figurantes na série. “A cena da rebelião foi construída com mulheres que viveram o sistema penal”, revelou ele a Splash.


5 imagensMarina Ruy Barbosa, Leticia Rodrigues e Carol Garcia em TremembéLetícia Rodrigues (Sandrão), Marina Ruy Barbosa (Suzane von Richthofen) e Carol Garcia (Elize Matsunaga) em TremembéPrime Video Divulga Teaser, Primeiras Imagens e Cartazes de TremembéTremembéFechar modal.1 de 5

Marina Ruy Barbosa como Suzane von Richthofen em Tremembé

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Marina Ruy Barbosa, Leticia Rodrigues e Carol Garcia em Tremembé

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Letícia Rodrigues (Sandrão), Marina Ruy Barbosa (Suzane von Richthofen) e Carol Garcia (Elize Matsunaga) em Tremembé

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Prime Video Divulga Teaser, Primeiras Imagens e Cartazes de Tremembé

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Tremembé

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A roteirista de Tremembé, Vera Egito, também destacou a participação dos ex-detentos.


“ONGs que trabalham com a reinserção na sociedade de egressos do sistema penal. Então, essas pessoas estão em busca de emprego, de trabalho e um dos motes da produção foi trazer essas pessoas para trabalhar. Mas são pessoas que já cumpriram pena, que estão idôneas”, pontuou.


Apesar da participação de ex-detentos, o elenco principal e a produção não teve contato com nenhum dos reais condenados exibidos na produção. “Zero envolvimento. Nunca falei com nenhuma dessas pessoas”, afirmou Vera Egito.


A trama é baseada em dois livros-reportagens do jornalista Ullisses Campbell. Suzane: Assassina e Manipuladora (2020) e Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido (2021) foram as principais obras de consulta.


Os dois livros resultam de anos de investigação e entrevistas conduzidas pelo autor dentro e fora do presídio de Tremembé.






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