Camaronês do DF tenta comprar comércio de R$ 1,8 mi com grana manchada

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Um camaronês naturalizado brasileiro, residente no Distrito Federal, foi preso em Caldas Novas (GO) ao tentar aplicar o golpe do “dinheiro negro” (foto em destaque). Ele tentou comprar um comércio com dinheiro manchado. Ele foi detido na sexta-feira (19/9) em ação conjunta do Grupo Especial de Investigações Criminais (Geic) e da Polícia Militar (PMGO).



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Segundo a polícia, o homem de 49 anos contactou um empresário interessado em comprar um restaurante avaliado em R$ 1,8 milhão. Propôs pagar em dinheiro vivo, mas explicou que as cédulas estavam manchadas com tinta preta para passar despercebidas na alfândega.


Veja imagens: 


3 imagensAs notas apreendidasDinheiro manchado, que estava dentro do cofre e foi apreendidoFechar modal.1 de 3

Camaronês preso em Caldas Novas

Reprodução / PCGO2 de 3

As notas apreendidas

Reprodução / PCGO3 de 3

Dinheiro manchado, que estava dentro do cofre e foi apreendido

Reprodução / PCGO

O camaronês disse ainda que para remover as manchas seria preciso um solvente químico, vendido por R$ 65 mil. O suspeito levou um cofre cheio de notas aparentemente reais, manchadas. de real e dólar.


A Polícia Civil e Militar, alertadas sobre a negociação, foram ao encontro e prenderam o homem em flagrante. O material também foi apreendendo.


Ele foi autuado por estelionato, permaneceu em silêncio no interrogatório e está preso à disposição da Justiça.






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Veja a lista dos vencedores do 58º Festival de Cinema de Brasília

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O 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro chegou ao fim neste sábado (20/9), com uma cerimônia comandada pelas atrizes Bárbara Colen e Maeve Jinkings. Na ocasião, foram anunciados os longas e curtas-metragens vencedores da edição deste ano.


Ao Metrópoles, Maeve declarou que ficou emocionada durante a cerimônia: “Enquanto eu apresentava, essas pessoas me comoviam, não apenas pelo que elas diziam no palco, mas como eu via que elas afetaram o público. Eu pensava: ‘Meu Deus, como isso aqui me alimenta a alma, como isso aqui é importante, como isso me hidrata’. Foi maravilhoso”.


O grande vencedor da edição foi Futuro Futuro. Dirigido por Davi Pretto, a trama se passa em um futuro próximo, onde os avanços em inteligência artificial coexistem com o surgimento de uma nova síndrome neurológica. Um homem de 40 anos, chamado K, sem memória, é acolhido por um clickworker solitário de 60 anos, na parte empobrecida de uma chuvosa cidade brasileira.



Após usar um viciante dispositivo de IA em um curso para pessoas com a estranha síndrome, K embarca em uma jornada trágica e absurda em busca de seu lugar no mundo. “Esse filme não tem nem distribuição no Brasil, é um filme pequeno, de experimento, e a gente sabia que o Festival de Brasília tem esse histórico de cinema de invenção. Espero que esse prêmio ajude o filme a chegar nas salas de cinema, sem distribuição, e viajar o máximo possível, que as pessoas vejam e possam pensar o filme”, afirmou Pretto.


Futuro Futuro é protagonizado por Zé Maria Pescador, que também foi premiado na categoria de melhor menção honrosa do júri. Emocionado, o ator afirmou que ficou surpreso ao ser anunciado como ganhador.


“São dois prêmios maravilhosos. Depois de ter ido à Cannes em 2006, com o primeiro filme da minha carreira, estou em Brasília, sendo premiado na minha casa, no meu país”, celebrou. Além das categorias citadas, a obra também ganhou como melhor montagem e melhor roteiro.



Outros destaques


Corpo da Paz, dirigido por Torquato Joel, foi outro destaque da noite. O longa arrematou os troféus de melhor edição de som, melhor trilha sonora, melhor direção de arte e melhor fotografia. “É um reconhecimento, foi um trabalho árduo. As condições de recursos foram mínimas, para um filme ambientado na década de 1960. Então chegar aqui dessa forma, nas condições que a gente esteve, é uma grande vitória”, celebrou Torquato.


Já o filme Assalto à Brasileira foi o preferido pelo público. Protagonizado por Murilo Benício, a obra foi eleita pelo júri popular como melhor longa. Dentre os curtas, o grande vencedor foi Laudelina e a Felicidade Guerreira, que
arrematou o Candango de melhor filme pelo júri oficial, além de melhor montagem e os prêmios especiais de melhor filme de temática afirmativa e prêmio Zózimo Bulbul de melhor curta-metragem.


“Para mim, o mais importante é que o legado de dona Laudelina alcance mais pessoas. Eu faço cinema há muitos anos, desde os meus 16, quando eu comecei a estudar cinema. Então, se eu me ancorasse ou tivesse um vislumbre de que só a premiação validasse o meu trabalho, eu teria desistido há muito tempo”, declarou a diretora Milena Manfredini.


Homenagem à Fernanda Montenegro


Um dos momentos mais aguardados do 58º Festival de Cinema de Brasília foi a homenagem para Fernanda Montenegro, que foi a primeira a receber o prêmio de melhor atriz no evento, em 1965. A artista, considerada um dos maiores nomes da dramaturgia brasileira, foi agraciada com o troféu Candango pelo Conjunto da Obra.


Aos 95 anos, ela não conseguiu comparecer ao festival, mas enviou um vídeo falando sobre os mais de 40 filmes e curtas-metragens que participou durante a trajetória na dramaturgia brasileira. “É um milagre, e a relização de um sonho, que eu tenha estado presente como atriz nesses 40 filmes brasileiros. É uma vida. Pelo carinho tão generoso que estou recebendo aqui, neste festival, o meu agradecimento”, disse.


Confira a lista completa dos vencedores do 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro:


MOSTRA BRASÍLIA – 27º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal


● Prêmio SESC-DF de Cinema: Maré Viva, Maré Morta, de Cláudia Daibert; Rainha, de Raul de Lima; Dois Turnos, de Pedro Leitão; e O Cheiro do seu Cabelo, de Clara Maria Matos
● Melhor Montagem: Raul de Lima (Rainha)
● Melhor Edição de Som: Olivia Hernandez (Maré Viva, Maré Morta)
● Melhor Trilha Sonora: C-Afrobrasil (Rainha)
● Melhor Direção de Arte: Douglas Queiroz (A Última Noite da Rádio)
● Melhor Fotografia: Elder Miranda Jr (Dois Turnos)
● Melhor Ator: Leonardo Vieira Teles (A Última Noite da Rádio)
● Melhor Atriz: Tuanny de Araújo (Terra e Notas Sobre a Identidade)
● Melhor Roteiro: Clara Maria Matos (O Cheiro do Seu Cabelo)
● Melhor Direção: Edileuza Penha e Edymara Diniz (Vozes e Vãos)
● Melhor Curta-Metragem (Júri Oficial): Três, de Lila Foster
● Melhor Curta-Metragem (Júri Popular): Rainha, de Raul de Lima
● Melhor Longa-Metragem (Júri Oficial): Maré Viva, Maré Morta, de Cláudia Daibert
● Melhor Longa-Metragem (Júri Popular): Maré Viva, Maré Morta, de Cláudia Daibert


MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – CURTA-METRAGEM – Troféu Candango


● Melhor Montagem: Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini
● Melhor Edição de Som: Replika, de Piratá Waurá e Helisa Passos
● Melhor Trilha Sonora: Paulo Gama (Ajude os Menor)
● Melhor Direção de Arte: Rosana Urbes (Safo)
● Melhor Fotografia: Daniel Tancredi (A Pele do Ouro)
● Melhor Ator: Os 4 “Menor” (Ajude os Menor)
● Melhor Atriz: Laís Machado (Couraça)
● Melhor Roteiro: Patri, Marcela Ulhôa, Daniel Tancredi e Yare Perdomo (A Pele do Ouro)
● Melhor Direção: Piratá Waurá e Heloísa Passos (Replika)
● Melhor Curta-Metragem (Júri Oficial): Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini
● Melhor Curta-Metragem (Júri Popular): Couraça, de Susan Kalil e Daniel Arcades


MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – LONGA-METRAGEM – Troféu Candango


● Melhor Montagem: Bruno Carboni (Futuro Futuro)
● Melhor Edição de Som: Bruno Alves (Corpo da Paz)
● Melhor Trilha Sonora: Haley Guimarães (Corpo da Paz)
● Melhor Direção de Arte: Romero Sousa (Corpo da Paz)
● Melhor Fotografia: Rodolpho Barros (Corpo da Paz)
● Melhor Ator: Murilo Benício (Assalto à Brasileira)
● Melhor Atriz: Dhara Lopes (Quatro Meninas)
● Melhor Ator Coadjuvante: Christian Malheiros (Assalto à Brasileira)
● Melhor Atriz Coadjuvante: Maria Ibrain (Quatro Meninas)
● Melhor Roteiro: Davi Pretto (Futuro Futuro)
● Melhor Direção: Karol Maia (Aqui Não Entra Luz)
● Melhor Longa-Metragem (Júri Oficial): Futuro Futuro, de Davi Pretto
● Melhor Longa-Metragem (Júri Popular): Assalto à Brasileira, de José Eduardo Belmonte
● Prêmio Especial do Júri: Quatro Meninas, de Karen Suzane
● Menção Honrosa do Júri: Zé Maria Pescador (Futuro Futuro)


MOSTRA CALEIDOSCÓPIO – Troféu Candango


● Melhor Filme (Júri FIPRESCI – Federação Internacional de Críticos de Cinema): Uma Baleia Pode Ser Despedaçada Como uma Escola de Samba, de Marina Meliande e Felipe Bragança
● Melhor Filme – Prêmio Jean-Claude Bernardet (Júri Jovem UnB): Atravessa Minha Carne, de Marcela Borela


PRÊMIOS ESPECIAIS


● Melhor Filme de Temática Afirmativa (Júri CODIPIR – Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial): Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini
● Prêmio Canal Brasil de Curtas (Melhor Curta-Metragem): Couraça, de Susan Kalil e Daniel Arcades
● Prêmio Canal Like (Melhor Longa-Metragem Júri Oficial): Futuro Futuro, de Davi Pretto
● Troféu Saruê Correio Brasiliense (Melhor Momento do Festival): José Eduardo Belmonte
● Prêmio Marco Antônio Guimarães (Melhor uso de material de memória, pesquisa e arquivo – Júri CPCB): Sérgio Mamberti – Memórias do Brasil, de Evaldo Mocarzel
● Melhor Curta-Metragem (Júri da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema): Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini
● Melhor Longa-Metragem (Júri da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema): Morte e Vida Madalena, de Guto Parente
● Prêmio Zózimo Bulbul de Melhor Curta-Metragem (Júri APAN e Centro Afrocarioca de Cinema): Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini
● Prêmio Zózimo Bulbul de Melhor Longa-Metragem (Júri APAN e Centro Afrocarioca de Cinema): Aqui Não Entra Luz, de Karol Maia
● Menção Honrosa Zózimo Bulbul: Cantô meu Alvará, de Marcelo Lin


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O Agente Secreto confirma a força do cinema nacional após Oscar

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Em 2025, o Brasil fez história ao conquistar seu primeiro Oscar com Ainda Estou Aqui. Agora, a expectativa se renova com O Agente Secreto, novo longa de Kleber Mendonça Filho, escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para disputar uma vaga em Melhor Filme Internacional.


A produção estreia em 6 de novembro, mas já chega cercada de prestígio: Wagner Moura venceu como Melhor Ator e Mendonça levou o prêmio de Melhor Diretor em Cannes. A revista americana Variety chegou a prever que o filme pode superar o feito de Ainda Estou Aqui na corrida pelo Oscar.


O entusiasmo acompanha um crescimento real do mercado. Entre maio de 2024 e maio de 2025, a venda de ingressos para produções nacionais cresceu 197%, segundo levantamento da Ingresso.com divulgado pela Exame. Títulos como Homem com H, Baby e O Último Azul ampliaram o alcance das obras brasileiras tanto nos cinemas quanto nas plataformas de streaming.



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Dados oficiais reforçam o cenário. O Relatório Focus 2025 mostra que o país registrou o segundo maior crescimento de público nas salas de cinema em 2024, recuperando 70% do patamar pré-pandemia. Já a Ancine aponta que a exibição de obras nacionais subiu 23% no primeiro semestre de 2025. Nesse contexto, O Agente Secreto chega não apenas como candidato ao Oscar, mas como símbolo de uma nova fase de vitalidade do cinema brasileiro.


4 imagensMaria Fernanda Candido em O Agente Secreto, de Kleber Mendonça FilhoO Agente Secreto Wagner Moura no filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça FilhoFechar modal.1 de 4

Cena do filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho

Divulgação2 de 4

Maria Fernanda Candido em O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho

Cinema Scopio/Divulgação3 de 4

O Agente Secreto

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Wagner Moura no filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho

Victor Juca/Divulgação

Esse novo fôlego vem depois de anos de restrições orçamentárias. Em 2020, durante o governo Jair Bolsonaro, o Fundo Setorial do Audiovisual sofreu um corte de quase 43%, ficando em R$ 415,3 milhões. Cinco anos depois, o orçamento previsto mais que dobrou, chegando a R$ 892 milhões em 2025. A paralisação de quatro meses dos atores em Hollywood também ajudou a ampliar a visibilidade do cinema brasileiro no mercado internacional.


“Só temos a comemorar, porque o cinema brasileiro, de vez em quando, morre, mas ele renasce. Quando renasce, vem com essa força, é uma fênix”, declarou Fernanda Torres nas redes sociais.


Clima de Copa do Mundo


A torcida que tomou conta da internet durante a indicação de Fernanda Torres e de Ainda Estou Aqui ao Oscar se repete com O Agente Secreto. Antes mesmo de ser escolhido como representante do Brasil, o longa já mobilizava as redes sociais.


Seis filmes disputavam a indicação da Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais. O Agente Secreto era apontado como favorito, mas Manas, de Marianna Brennand Fortes, ganhou fôlego na disputa com o apoio do produtor Sean Penn e da atriz Julia Roberts.


O filme acompanha a trajetória de Tielle, uma adolescente da Ilha do Marajó (PA) que enfrenta pobreza e insegurança alimentar. Para sustentar a família, ela vende açaí em balsas, mas acaba exposta à exploração sexual — um retrato das violências que já sofria dentro da própria casa.



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A cineasta Cibele Amaral, que integrou a comissão do Oscar, define o atual momento do cinema brasileiro como “paradoxal”.


“Temos um filme que está incrível, mas estamos com uma crise na distribuição e na difusão das obras. Não temos um mercado verdadeiro, saudável e intenso para as obras brasileiras. A gente disputa com obras internacionais de grande valor de publicidade, então é difícil pra gente”, explica.

Cibele Amaral, cineasta

Elenco de O Agente Secreto no tapete vermelho do Festival de Cannes - MetrópolesO Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, estreou no Festival de Cannes, em 18/5

“O mercado tem fome do cinema nacional”


O atual cenário do cinema nacional é celebrado pelo público brasileiro e por especialistas da dramaturgia. O diretor Pedro Leitão classifica o momento como “revigorante”. “O público parece interessado no cinema nacional e resta entender o quão sustentável isso vai ser a médio e longo prazo. Mostra que o mercado tem fome do cinema nacional e que a gente tem talento para exportar”, declara.


William Alves, organizador do Festival Taguá de Cinema, endossa a visão de Pedro. Para ele, o sucesso de filmes como Ainda Estou Aqui, O Agente Secreto e O Último Azul é fruto da identificação do público com as histórias. Por outro lado, o especialista ressalta que muitas pessoas ainda não possuem acesso ao cinema — seja por falta de tempo ou por condições financeiras.


“A gente vive uma condição de exclusão muito grande ainda. Os trabalhadores estão sem tempo e sem energia para irem ao cinema. Eles vão ver YouTube ou, no máximo, um programa de televisão. O fato do público estar acessando mais o cinema nacional não quer dizer que esteja indo mais ao cinema, porque tem outros fatores que são de ordem econômica que influenciam na saída do público ao cinema.”

William Alves, organizador do Festival Taguá de Cinema

Como atriz, diretora e produtora, Catarina Accioly reflete sobre os desafios enfrentados na dramaturgia brasileira. Apesar de considerar que o bom momento do cinema nacional está rendendo mais oportunidades, ela reflete que muitas vezes ainda se sente silenciada.


“Os financiamentos não têm uma regularidade de cronograma, isso faz com que a gente não consiga fazer um planejamento. Os últimos editais têm tido uns processos avaliatórios extremamente parciais e eu, como mulher roteirista, diretora e produtora, que tenho filmes com temáticas mais contundentes a respeito de não silenciamentos, me sinto bastante silenciada nos editais públicos”, conta.


O Agente Secreto


Em O Agente Secreto, Wagner Moura dá vida a Marcelo, um homem de aproximadamente 40 anos que se mudou para Recife em 1977 para fugir de um passado violento.


Ao chegar na capital pernambucana em plena semana de Carnaval, Marcelo percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre tentou fugir. Para piorar, ele ainda começa a ser espionado pelos vizinhos.


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Mulher utilizava própria casa como ponto para tráfico de drogas no DF

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A Seção de Repressão às Drogas (SRD), da 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria), prendeu, nessa sexta-feira (19/9), uma mulher suspeita de traficar drogas na própria residência, localizada na QR 307.


A ação foi resultado de um trabalho policial que resultou na expedição de mandado de busca e apreensão, após denúncias apontarem intenso movimento relacionado ao comércio de entorpecentes em uma residência localizada no conjunto H da referida quadra.


Durante o cumprimento da ordem judicial, os policiais apreenderam porções de maconha, skank, diversas embalagens de cocaína, ecstasy, além de balanças de precisão.



Segundo a Polícia Civil, a operação integra um trabalho investigativo voltado especialmente para quadras residenciais e praças públicas de Santa Maria, locais que vêm sendo utilizados por traficantes para vender entorpecentes e atrair usuários.


A corporação destacou a importância da participação da população, reforçando que denúncias anônimas são fundamentais para o sucesso de investigações e operações dessa natureza.






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Futuro Futuro é o grande vencedor do 58º Festival de Brasília

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O filme Futuro Futuro, dirigido por Davi Pretto, foi o grande vencedor do 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. O anúncio foi feito neste sábado (20/9), durante a cerimônia de encerramento, que marcou o fim de mais uma edição do festival mais longevo do país.


A trama do longa se passa em um futuro próximo, onde os avanços em inteligência artificial coexistem com o surgimento de uma nova síndrome neurológica. Um homem de 40 anos, chamado K, sem memória, é acolhido por um clickworker solitário de 60 anos, na parte empobrecida de uma chuvosa cidade brasileira.



Após usar um viciante dispositivo de IA em um curso para pessoas com a estranha síndrome, K embarca em uma jornada trágica e absurda em busca de seu lugar no mundo.


“Esse filme não tem nem distribuição no Brasil, é um filme pequeno, de experimento, e a gente sabia que o Festival de Brasília tem esse histórico de cinema de invenção. Espero que esse prêmio ajude o filme a chegar nas salas de cinema, sem distribuição, e viajar o máximo possível, que as pessoas vejam e possam pensar o filme”, afirmou Pretto.


Futuro Futuro ainda levou os prêmios de Melhor Roteiro, Montagem e Menção Honrosa para o ator Zé Maria Pescador

Futuro Futuro é protagonizado por Zé Maria Pescador, que também foi premiado na categoria de melhor menção honrosa do júri. Emocionado, o ator afirmou que ficou surpreso ao ser anunciado como ganhador.


“São dois prêmios maravilhosos. Depois de ter ido à Cannes em 2006, com o primeiro filme da minha carreira, estou em Brasília, sendo premiado na minha casa, no meu país”, celebrou. Além das categorias citadas, a obra também ganhou como melhor montagem e melhor roteiro.


Outro destaque da noite foi Assalto à Brasileira, vencedor de melhor longa pelo júri popular. Baseado em história real, o filme acompanha um jornalista recém desempregado que, enquanto tirava sua rescisão no banco, se vê envolvido em um dos maiores casos de roubo da história do país, ocorrido em 1987.


A edição de 2025 celebrou 60 anos de existência do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, reconhecido como o mais longevo do país. Um dos momentos mais especiais do encerramento foi a homenagem para Fernanda Montenegro. Aos 95 anos, a atriz não compareceu ao festival, mas enviou um vídeo relembrando a carreira.


Protesto


A cerimônia de encerramento, comandada pelas atrizes Maeve Jinkings e Barbara Colen, foi marcada por emoção, celebração do cinema brasileiro, manifestações pela regulação do streaming e menções de “sem anistia”.


Durante a 5ª Conferência do Audiovisual Nacional, realizada paralelamente ao evento, representantes criticaram o governo Lula por entregar a pauta da regulamentação do streaming ao Centrão.


Em carta divulgada no encontro, o grupo lamentou a falta de políticas estruturantes para o audiovisual e classificou a gestão do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) como “uma engrenagem emperrada, que opera de forma descoordenada e ineficaz”.


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Assalto à Brasileira, de José Eduardo Belmonte, foi eleito pelo júri popular, em
votação ao final das sessões, como melhor longa.

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58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro terminou neste sábado (20/9)

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Veja a lista completa de vencedores:


MOSTRA BRASÍLIA – 27º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal


● Prêmio SESC-DF de Cinema: Maré Viva, Maré Morta, de Cláudia Daibert; Rainha, de Raul de Lima; Dois Turnos, de Pedro Leitão; e O Cheiro do seu Cabelo, de Clara Maria Matos
● Melhor Montagem: Raul de Lima (Rainha)
● Melhor Edição de Som: Olivia Hernandez (Maré Viva, Maré Morta)
● Melhor Trilha Sonora: C-Afrobrasil (Rainha)
● Melhor Direção de Arte: Douglas Queiroz (A Última Noite da Rádio)
● Melhor Fotografia: Elder Miranda Jr (Dois Turnos)
● Melhor Ator: Leonardo Vieira Teles (A Última Noite da Rádio)
● Melhor Atriz: Tuanny de Araújo (Terra e Notas Sobre a Identidade)
● Melhor Roteiro: Clara Maria Matos (O Cheiro do Seu Cabelo)
● Melhor Direção: Edileuza Penha e Edymara Diniz (Vozes e Vãos)
● Melhor Curta-Metragem (Júri Oficial): Três, de Lila Foster
● Melhor Curta-Metragem (Júri Popular): Rainha, de Raul de Lima
● Melhor Longa-Metragem (Júri Oficial): Maré Viva, Maré Morta, de Cláudia Daibert
● Melhor Longa-Metragem (Júri Popular): Maré Viva, Maré Morta, de Cláudia Daibert4


MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – CURTA-METRAGEM – Troféu Candango


● Melhor Montagem: Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini
● Melhor Edição de Som: Replika, de Piratá Waurá e Helisa Passos
● Melhor Trilha Sonora: Paulo Gama (Ajude os Menor)
● Melhor Direção de Arte: Rosana Urbes (Safo)
● Melhor Fotografia: Daniel Tancredi (A Pele do Ouro)
● Melhor Ator: Os 4 “Menor” (Ajude os Menor)
● Melhor Atriz: Laís Machado (Couraça)
● Melhor Roteiro: Patri, Marcela Ulhôa, Daniel Tancredi e Yare Perdomo (A Pele do Ouro)
● Melhor Direção: Piratá Waurá e Heloísa Passos (Replika)
● Melhor Curta-Metragem (Júri Oficial): Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini
● Melhor Curta-Metragem (Júri Popular): Couraça, de Susan Kalil e Daniel Arcades


MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – LONGA-METRAGEM – Troféu Candango


● Melhor Montagem: Bruno Carboni (Futuro Futuro)
● Melhor Edição de Som: Bruno Alves (Corpo da Paz)
● Melhor Trilha Sonora: Haley Guimarães (Corpo da Paz)
● Melhor Direção de Arte: Romero Sousa (Corpo da Paz)
● Melhor Fotografia: Rodolpho Barros (Corpo da Paz)
● Melhor Ator: Murilo Benício (Assalto à Brasileira)
● Melhor Atriz: Dhara Lopes (Quatro Meninas)
● Melhor Ator Coadjuvante: Christian Malheiros (Assalto à Brasileira)
● Melhor Atriz Coadjuvante: Maria Ibrain (Quatro Meninas)
● Melhor Roteiro: Davi Pretto (Futuro Futuro)
● Melhor Direção: Karol Maia (Aqui Não Entra Luz)
● Melhor Longa-Metragem (Júri Oficial): Futuro Futuro, de Davi Pretto
● Melhor Longa-Metragem (Júri Popular): Assalto à Brasileira, de José Eduardo Belmonte
● Prêmio Especial do Júri: Quatro Meninas, de Karen Suzane
● Menção Honrosa do Júri: Zé Maria Pescador (Futuro Futuro)


MOSTRA CALEIDOSCÓPIO – Troféu Candango


● Melhor Filme (Júri FIPRESCI – Federação Internacional de Críticos de Cinema): Uma Baleia Pode Ser Despedaçada Como uma Escola de Samba, de Marina Meliande e Felipe Bragança
● Melhor Filme – Prêmio Jean-Claude Bernardet (Júri Jovem UnB): Atravessa Minha Carne, de Marcela Borela


PRÊMIOS ESPECIAIS


● Melhor Filme de Temática Afirmativa (Júri CODIPIR – Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial): Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini
● Prêmio Canal Brasil de Curtas (Melhor Curta-Metragem): Couraça, de Susan Kalil e Daniel Arcades
● Prêmio Canal Like (Melhor Longa-Metragem Júri Oficial): Futuro Futuro, de Davi Pretto
● Troféu Saruê Correio Brasiliense (Melhor Momento do Festival): José Eduardo Belmonte
● Prêmio Marco Antônio Guimarães (Melhor uso de material de memória, pesquisa e arquivo – Júri CPCB): Sérgio Mamberti – Memórias do Brasil, de Evaldo Mocarzel
● Melhor Curta-Metragem (Júri da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema): Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini
● Melhor Longa-Metragem (Júri da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema): Morte e Vida Madalena, de Guto Parente
● Prêmio Zózimo Bulbul de Melhor Curta-Metragem (Júri APAN e Centro Afrocarioca de Cinema): Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini
● Prêmio Zózimo Bulbul de Melhor Longa-Metragem (Júri APAN e Centro Afrocarioca de Cinema): Aqui Não Entra Luz, de Karol Maia
● Menção Honrosa Zózimo Bulbul: Cantô meu Alvará, de Marcelo Lin






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Carro de luxo é apreendido com 64 multas e R$ 54 mil em débitos no DF

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A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) apreendeu, na tarde deste sábado (20/9), um carro da marca Mercedes que acumulava mais de 64 multas de trânsito e R$ 54 mil em débitos. A ação ocorreu na quadra 04 de Sobradinho I.


O flagrante ocorreu após os policiais avistarem o motorista do veículo de luxo arremessando uma lata de cerveja pela janela do carro.


Durante a abordagem, verificou-se que o condutor apresentava sinais de embriaguez. No entanto, ele se recusou a realizar o teste do bafômetro.


Segundo a PMDF, a maioria das multas que o carro acumulava era por excesso de velocidade. Os militares também constataram que o veículo não possuía licenciamento desde 2022, e o motorista ainda estava com a CNH vencida.


Diante das irregularidades, o veículo foi removido ao pátio do Departamento de Trânsito do DF. As notificações cabíveis também foram aplicadas.






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Matteo e Giuliana ficam juntos em Terra Nostra? Veja fim do triângulo

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Nos capítulos finais de Terra Nostra, Matteo (Thiago Lacerda) viveu momentos de tensão e dilemas amorosos que marcaram o triângulo com Giuliana (Ana Paula Arósio) e Rosana (Carolina Kasting). Pressionado por Gumercindo (Antonio Fagundes), o italiano foi forçado a se casar com Rosana, que havia inventado que eles haviam tido relações antes do compromisso, para obrigá-lo ao matrimônio.



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Na noite de núpcias, Matteo expôs a verdade sobre Rosana, mostrando lençóis manchados de sangue e revelando que ela era virgem. Mesmo assim, o casamento se tornou um martírio, com Matteo rejeitando a esposa e vivendo um relacionamento marcado pelo desgaste.


Leia a matéria completa no Correio 24 Horas, parceiro do Metrópoles.






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Polícia Militar do DF retira 250 kg de lixo do Lago Paranoá

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A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) retirou mais de 250 kg de resíduos da orla e do fundo do Lago Paranoá. A ação foi realizada em prol das atividades do Dia Mundial da Limpeza (World Cleanup Day) – instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) desde 2023 – e contribui para a preservação de um dos principais cartões-postais do DF.


A edição deste ano do Dia Mundial da Limpeza tem como tema “O fim da poluição plástica” e tem como intuito chamar a atenção para os impactos ambientais do descarte incorreto de resíduos, em especial o plástico descartável.



Na ocasião, a comandante-geral da PMDF, Ana Paula Barros Rabka, participou da atitividade e reforçou que a retirada traz à tona a necessidade de conscientização sobre o descarte dos resíduos. “A população precisa proteger nossos bens e o meio ambiente”, destacou.


Veja imagens da operação:



Ela ainda ressalta que a participação da corporação reforça o compromisso da PMDF com a sustentabilidade e a preservação dos recursos naturais. “Essa é uma missão que vai além da segurança pública: é uma contribuição direta para a qualidade de vida da população”, completou.






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Ainda Estou Aqui é premiado como Melhor Filme pela FIPRESCI

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Ele merece – e muito. Walter Salles recebeu o “Grand Prix FIPRESCI” por “Ainda estou aqui”. O longa foi escolhido Melhor Filme do Ano pela Federação Internacional de Imprensa Cinematográfica (FIPRESCI). A cerimônia aconteceu nesta sexta-feira (19/9), na abertura do 73º Festival Internacional de Cinema de San Sebastián, na Espanha. É a primeira vez que um long brasileiro é premiado nesta categoria.



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Existem prêmios que tocam mais fundo no coração. O Grand Prix  é, sem dúvida, um deles. Receber este prêmio de uma associação de críticos de cinema internacional tão destacada é uma honra para mim e para toda a família de ‘Ainda Estou Aqui’ – celebrou o diretor, destacando ainda:  – Graças aos críticos de culturas diversas, nosso filme  ganhou novas matizes, o que foi fundamental para que o filme fosse descoberto pelo público e permanecesse nas salas de cinema, que, como vocês sabem, é onde filmes devem ser vistos.


Leia a matéria completa no New Mag, parceiro do Metrópoles.






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Filho sequestra pai empresário de 74 anos por 12h e rouba R$ 700 mil

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Um homem foi preso após planejar o sequestro do próprio pai, um empresário de 74 anos, para roubar R$ 700 mil. O crime ocorreu em 10 de setembro, em Manaus (AM). A vítima foi mantida em cárcere por mais de 12 horas com a ajuda de um funcionário da família e outros cinco comparsas.



Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que o empresário é rendido e forçado a entrar em um carro quando seguia para almoçar.


Vídeo do sequestro: 



Segundo a Polícia Civil do Amazonas, ao menos sete pessoas participaram do crime. Quatro já foram presas:



  • David Francisco Alves Sá – filho da vítima e apontado como mandante;

  • Douglas Oliveira de Lima – funcionário da empresa, responsável por monitorar a rotina do empresário;

  • Arleson da Silva Pinheiro – alugou e conduziu o veículo usado no sequestro;

  • João Kayb Damascena Martins – atuou como elo entre os detidos e os foragidos.


Imagens:


1 de 4

David Francisco Alves Sá

Reprodução / Redes sociais
2 de 4

Douglas Oliveira de Lima

Reprodução / Redes sociais
3 de 4

Arleson da Silva Pinheiro

Reprodução / Redes sociais
4 de 4

João Kayb Damascena Martins

Reprodução / Redes sociais

De acordo com o delegado Cícero Túlio, titular do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), os envolvidos vão responder por extorsão mediante sequestro, porte de munição, associação criminosa, tráfico de drogas e adulteração de veículo.


A polícia agora investiga se a quadrilha tem ligação com outros sequestros-relâmpago na Região Metropolitana de Manaus e tenta localizar o restante do valor roubado, estimado em R$ 600 mil.






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Lâmpadas de LED transformam noites em Ceilândia

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As noites em Ceilândia estão mais claras. A Administração Regional, em parceria com a Companhia Energética de Brasília (CEB IPES), intensificou os trabalhos de manutenção e modernização da iluminação pública. Entre as ações, um grande mutirão foi realizado na QNM 24, em Ceilândia Norte, onde todas as lâmpadas foram substituídas por modelos de LED.


O serviço não se restringiu apenas à troca total na quadra. Equipes também atuaram em outros pontos da cidade, corrigindo falhas na rede, substituindo luminárias queimadas e reforçando a iluminação em áreas de maior movimento. Desde agosto, mais de uma centena de intervenções já foi concluída, atendendo a demandas recorrentes da população.


Para quem vive na região, a diferença é perceptível. Morador antigo da QNM 24, José Edilson Bezerra contou que a mudança trouxe mais tranquilidade. “A quadra inteira ficou iluminada. Até os becos, que antes eram escuros, agora têm luz forte. Isso aumenta nossa sensação de segurança e valoriza a comunidade”


O administrador regional, Dilson Resende, destacou que a iniciativa é fruto da proximidade com os moradores. “Esse esforço conjunto com a CEB mostra o quanto ouvir a comunidade faz diferença. A iluminação de LED é mais eficiente e garante que a população sinta o cuidado da gestão com a cidade”.


Na avaliação do presidente da CEB, Edison Garcia, a modernização representa um passo importante para Ceilândia. “A tecnologia em LED traz ganhos em economia de energia, melhora a qualidade da iluminação e aumenta a segurança para quem circula pelas ruas”.


O cronograma de melhorias segue em andamento e deve alcançar outros setores e quadras da cidade nos próximos meses, reforçando o compromisso de levar mais segurança e bem-estar à população.






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Cauã Reymond fala sobre química com Débora Bloch: “Um tesão”

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Cauã Reymond, intérprete de César em Vale Tudo, contou que gostaria de ter explorado ainda mais a química do personagem com Odete Roitman, vivida por Débora Bloch. Durante participação no programa É de Casa, neste sábado (20/9), o ator falou sobre a parceria com a colega de cena e fez confidências sobre os bastidores da novela.


“O César está entregando todo o ‘borogodó’ com Odete Roitman. César e Odete vibram na mesma frequência”, comentou a apresentadora Maria Beltrão. Cauã, por sua vez, retribuiu os elogios a Débora. “É muito bom trabalhar com a Débora. Muito fácil”, afirmou.



O ator relembrou um momento específico que o marcou. “Eu adoro quando ela fala ‘eu não vou terminar com você, pode me contar a verdade’. Eu falei para Débora: ‘senti um amor naquele momento, um tesão’. Tem uma coisa que eu acho que a vida inteira ele queria ser protegido, então ela dá para ele essa proteção, e ele dá para ela o que ela quer”, revelou.



Na conversa, Reymond também admitiu que gostaria que as cenas tivessem mais ousadia. “Quando ele manda nela, ela gosta. ‘Vai tirar a roupa'”, recordou, aos risos. Em seguida, completou: “Se fosse +18 dava para brincar mais, mas não pode, deu dois beijos, corta”.






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Ouro no Mundial de Atletismo, Caio Bonfim é cria de Sobradinho

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O campeão na marcha atlética Caio Bonfim, que conquistou o ouro inédito para o Brasil na modalidade, na prova de 20 km, no Mundial de Atletismo, teve seus primeiros passos da carreira em sua cidade-natal, Sobradinho.



O esportista começou a carreira na modalidade dentro do Centro de Atletismo de Sobradinho (Caso), por meio de um projeto social fundado nos anos de 1990 pelos pais do medalhista para democratizar o atletismo na região administrativa.


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Caio Bonfim se tornou maior medalhista brasileiro no Mundial de Atletismo

Matthias Hangst/Getty Images
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Brasileiro venceu a prova de 20km

Christian Petersen/Getty Images
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Caio conquistou ouro inédito na Marcha Atlética

Daniela Porcelli/Getty Images

Durante os treinamentos, o marchador enfrentou dificuldades para ter um local com condições adequadas à prática esportiva. O Estádio Augustinho Lima, único com pista olímpica na localidade, apresenta péssimas condições de manutenção, mas ainda assim não impediu o atleta de continuar lutando pelo esporte.


“O atletismo é um esporte barato para o praticante, mas, para a construção de uma pista, é muito caro. Então, ”, comentou Caio em entrevista ao Metrópoles, após a conquista de sua medalha de prata nos Jogos Olímpicos de 2024.

Para quem viu de perto a dedicação e o empenho do atleta, não é nenhuma novidade o feito e as conquistas que Caio vem conquistando para o Brasil e claro, para o DF. O professor de atletismo do Caso, Jessimare Ribeiro, já havia destacado no ano olímpico, que os resultados apresentados nas outras provas “davam a segurança de termos uma medalha” na modalidade.


As conquistas obtidas, se estendem para os mais de 160 atletas da região administrativa e de outras partes do Distrito Federal e demonstra também Caio como se torna uma inspiração para geração de atletas distritais. Não só isso, como se torna o responsável por uma virada de chave na modalidade e na luta do preconceito que existe em cima da marcha atlética.


Caio agora, além de ter se tornado o primeiro medalhista de ouro representando o Brasil em mundiais, também se isolou como maior medalhista brasileiro na competição. Ele agora possui uma de ouro, uma de prata e duas de bronze. Além claro, da emblemática conquista da medalha de prata nas Olimpíadas de Paris 2024.






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