Ingestão adequada de zinco pode reduzir risco de AVC, aponta estudo

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Presente no ovo, na sardinha, no amendoim, na aveia, entre outros alimentos, o zinco é destaque em uma pesquisa publicada em maio no periódico Scientific Reports, que aponta o elo entre o consumo do micronutriente e a redução do risco de acidente vascular cerebral (AVC). Popularmente chamado de derrame, o mal está entre as principais causas de mortalidade no mundo.


Para estabelecer a relação, cientistas de centros de pesquisas da China avaliaram informações de 2.642 adultos vindas do National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES), um grande estudo que monitora o estado nutricional de parte da população dos Estados Unidos.


Os pesquisadores observaram que entre os indivíduos que consumiam quantidades adequadas do mineral – cerca de 8 miligramas por dia – havia menor risco de sofrer um derrame, enquanto o excesso de zinco não apresentou nenhum benefício. Há dois tipos de AVC: o mais comum é o isquêmico, que acontece quando a circulação sanguínea é bloqueada; já o hemorrágico ocorre devido ao rompimento de algum vaso na região.



No entanto, mesmo que outros trabalhos já tenham apontado benefícios às artérias e ao cérebro, é importante mencionar que o artigo tem limitações. “Trata-se de um estudo observacional, ou seja, que não estabelece uma relação de causa e efeito”, avalia a nutricionista Aline Massensini De Freitas, do Einstein Hospital Israelita. “A ingestão foi baseada em recordatório alimentar de dois dias, o que não corresponde a uma dieta de longo prazo”, comenta.


Ainda assim, os mecanismos que ajudam a explicar o papel do zinco na neuroproteção estão bem estabelecidos. “O mineral atua como cofator de enzimas antioxidantes”, afirma a nutricionista. Significa que contribui para neutralizar radicais livres, reduzindo o estresse oxidativo tanto na região do cérebro quanto nos vasos sanguíneos.


Não bastasse, há indícios de sua atuação na função endotelial, que é o revestimento interno dos vasos, aumentando a elasticidade e favorecendo o controle da pressão arterial. “A hipertensão é um dos principais fatores de risco para o AVC”, ressalta a nutricionista do Einstein.


Outros atributos do zinco


Embora desempenhe diversas funções, um dos papéis de maior destaque do zinco é em prol da imunidade. Ele participa da maturação de células do sistema imunológico, caso dos linfócitos, que ajudam a sinalizar a presença de micro-organismos nocivos pelo corpo.


Estudos comprovam também ação anti-inflamatória. “Sua deficiência é associada ao aumento de infecções respiratórias, inclusive de gripes”, destaca Freitas. Na lista de atribuições, há ainda a atuação nos processos de cicatrização.


Diante de tantos atributos, o zinco não pode faltar no dia a dia. A dica é apostar em um cardápio variado — nada de suplementar por conta própria, pois excessos desencadeiam distúrbios gastrointestinais, entre outros males. Saiba como tirar proveito por meio da alimentação.


1 de 10

O acidente vascular cerebral, também conhecido como AVC ou derrame cerebral, é a interrupção do fluxo de sangue para alguma região do cérebro

Agência Brasil
2 de 10

O acidente pode ocorrer por diversos motivos, como acúmulos de placas de gordura ou formação de um coágulo – que dão origem ao AVC isquêmico –, sangramento por pressão alta e até ruptura de um aneurisma – causando o AVC hemorrágico

Pixabay
3 de 10

Muitos sintomas são comuns aos acidentes vasculares isquêmicos e hemorrágicos, como: dor de cabeça muito forte, fraqueza ou dormência em alguma parte do corpo, paralisia e perda súbita da fala

Pixabay
4 de 10

O derrame cerebral não tem cura, entretanto, pode ser prevenido em grande parte dos casos. Quando isso acontece, é possível investir em tratamentos para melhora do quadro e em reabilitação para diminuir o risco de sequelas

Pixabay
5 de 10

Na maioria das vezes, acontece em pessoas acima dos 50 anos, entretanto, também é possível acometer jovens. A doença pode acontecer devido a cinco principais causas

Pixabay
6 de 10

Tabagismo e má alimentação: é importante adotar uma dieta mais saudável, rica em vegetais, frutas e carne magra, além de praticar atividade física pelo menos 3 vezes na semana e não fumar

Pixabay
7 de 10

Pressão alta, colesterol e diabetes: deve-se controlar adequadamente essas doenças, além de adotar hábitos de vida saudáveis para diminuir seus efeitos negativos sobre o corpo, uma vez que podem desencadear o AVC

Pixabay
8 de 10

Defeitos no coração ou vasos sanguíneos: essas alterações podem ser detectadas em consultas de rotina e, caso sejam identificadas, devem ser acompanhadas. Em algumas pessoas, pode ser necessário o uso de medicamentos, como anticoagulantes

Pixabay
9 de 10

Drogas ilícitas: o recomendado é buscar ajuda de um centro especializado em drogas para que se possa fazer o processo de desintoxicação e, assim, melhorar a qualidade de vida do paciente, diminuindo as chances de AVC

Pixabay
10 de 10

Aumento da coagulação do sangue: doenças como o lúpus, anemia falciforme ou trombofilias; doenças que inflamam os vasos sanguíneos, como vasculites; ou espasmos cerebrais, que impedem o fluxo de sangue, devem ser investigados

Pixabay

O mineral no prato


Existem diversas fontes alimentares de zinco e alguns macetes garantem seu aproveitamento. Para começar, vale reduzir o teor de fitato, substância que auxilia os vegetais na germinação de sementes, mas que, no organismo, atrapalha a absorção dos nutrientes.


O fitato está presente nas leguminosas, grupo de alimentos que engloba feijões, grão-de-bico, ervilha, soja, lentilha. “A dica é fazer o remolho”, ensina a especialista. Esses grãos devem ficar de molho por 8 a 12 horas, e a água precisa ser trocada algumas vezes antes de ir para a panela.


Outra sugestão é consumir alimentos ricos em zinco junto de fornecedores de vitamina C, como as frutas cítricas. Confira, a seguir, as principais fontes do mineral, conforme a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA), da Universidade de São Paulo (USP). A quantidade do mineral é baseada em 100 gramas do alimento fonte.


Carnes, aves, ovos e peixes:



  • Carne bovina cozida- patinho – 8 mg.

  • Peixe lambari – 2,9mg.

  • Gema cozida – 2,8mg.

  • Coxa de frango cozida – 2,8 mg.

  • Sardinha – 2 mg.

  • Ovo de codorna cozido – 1,7mg.


Leguminosas:



  • Feijão carioca cozido – 2,6mg.

  • Grão-de-bico cozido – 2mg.

  • Ervilha fresca cozida – 1,9mg.

  • Lentilha cozida – 1,3mg.


Queijos:



  • Mussarela de búfala – 3,2mg.

  • Queijo coalho – 2,8mg.

  • Queijo minas frescal – 1,5mg.


Sementes, cereais e oleaginosas:



  • Semente de abóbora torrada – 10 mg.

  • Farelo de trigo – 7,4mg.

  • Castanha de caju – 5,7mg.

  • Aveia em flocos – 2,6mg.

  • Amendoim torrado – 2,12 mg.

  • Amêndoa – 2,5mg.


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Presente no ovo, na sardinha, no amendoim, na aveia, entre outros alimentos, o zinco é destaque em uma pesquisa publicada em maio no periódico Scientific Reports, que aponta o elo entre o consumo do micronutriente e a redução do risco de acidente vascular cerebral (AVC). Popularmente chamado de derrame, o mal está entre as principais causas de mortalidade no mundo.


Para estabelecer a relação, cientistas de centros de pesquisas da China avaliaram informações de 2.642 adultos vindas do National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES), um grande estudo que monitora o estado nutricional de parte da população dos Estados Unidos.


Os pesquisadores observaram que entre os indivíduos que consumiam quantidades adequadas do mineral – cerca de 8 miligramas por dia – havia menor risco de sofrer um derrame, enquanto o excesso de zinco não apresentou nenhum benefício. Há dois tipos de AVC: o mais comum é o isquêmico, que acontece quando a circulação sanguínea é bloqueada; já o hemorrágico ocorre devido ao rompimento de algum vaso na região.



No entanto, mesmo que outros trabalhos já tenham apontado benefícios às artérias e ao cérebro, é importante mencionar que o artigo tem limitações. “Trata-se de um estudo observacional, ou seja, que não estabelece uma relação de causa e efeito”, avalia a nutricionista Aline Massensini De Freitas, do Einstein Hospital Israelita. “A ingestão foi baseada em recordatório alimentar de dois dias, o que não corresponde a uma dieta de longo prazo”, comenta.


Ainda assim, os mecanismos que ajudam a explicar o papel do zinco na neuroproteção estão bem estabelecidos. “O mineral atua como cofator de enzimas antioxidantes”, afirma a nutricionista. Significa que contribui para neutralizar radicais livres, reduzindo o estresse oxidativo tanto na região do cérebro quanto nos vasos sanguíneos.


Não bastasse, há indícios de sua atuação na função endotelial, que é o revestimento interno dos vasos, aumentando a elasticidade e favorecendo o controle da pressão arterial. “A hipertensão é um dos principais fatores de risco para o AVC”, ressalta a nutricionista do Einstein.


Outros atributos do zinco


Embora desempenhe diversas funções, um dos papéis de maior destaque do zinco é em prol da imunidade. Ele participa da maturação de células do sistema imunológico, caso dos linfócitos, que ajudam a sinalizar a presença de micro-organismos nocivos pelo corpo.


Estudos comprovam também ação anti-inflamatória. “Sua deficiência é associada ao aumento de infecções respiratórias, inclusive de gripes”, destaca Freitas. Na lista de atribuições, há ainda a atuação nos processos de cicatrização.


Diante de tantos atributos, o zinco não pode faltar no dia a dia. A dica é apostar em um cardápio variado — nada de suplementar por conta própria, pois excessos desencadeiam distúrbios gastrointestinais, entre outros males. Saiba como tirar proveito por meio da alimentação.


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O acidente vascular cerebral, também conhecido como AVC ou derrame cerebral, é a interrupção do fluxo de sangue para alguma região do cérebro

Agência Brasil
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O acidente pode ocorrer por diversos motivos, como acúmulos de placas de gordura ou formação de um coágulo – que dão origem ao AVC isquêmico –, sangramento por pressão alta e até ruptura de um aneurisma – causando o AVC hemorrágico

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Muitos sintomas são comuns aos acidentes vasculares isquêmicos e hemorrágicos, como: dor de cabeça muito forte, fraqueza ou dormência em alguma parte do corpo, paralisia e perda súbita da fala

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O derrame cerebral não tem cura, entretanto, pode ser prevenido em grande parte dos casos. Quando isso acontece, é possível investir em tratamentos para melhora do quadro e em reabilitação para diminuir o risco de sequelas

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Na maioria das vezes, acontece em pessoas acima dos 50 anos, entretanto, também é possível acometer jovens. A doença pode acontecer devido a cinco principais causas

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Tabagismo e má alimentação: é importante adotar uma dieta mais saudável, rica em vegetais, frutas e carne magra, além de praticar atividade física pelo menos 3 vezes na semana e não fumar

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Pressão alta, colesterol e diabetes: deve-se controlar adequadamente essas doenças, além de adotar hábitos de vida saudáveis para diminuir seus efeitos negativos sobre o corpo, uma vez que podem desencadear o AVC

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Defeitos no coração ou vasos sanguíneos: essas alterações podem ser detectadas em consultas de rotina e, caso sejam identificadas, devem ser acompanhadas. Em algumas pessoas, pode ser necessário o uso de medicamentos, como anticoagulantes

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Drogas ilícitas: o recomendado é buscar ajuda de um centro especializado em drogas para que se possa fazer o processo de desintoxicação e, assim, melhorar a qualidade de vida do paciente, diminuindo as chances de AVC

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Aumento da coagulação do sangue: doenças como o lúpus, anemia falciforme ou trombofilias; doenças que inflamam os vasos sanguíneos, como vasculites; ou espasmos cerebrais, que impedem o fluxo de sangue, devem ser investigados

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O mineral no prato


Existem diversas fontes alimentares de zinco e alguns macetes garantem seu aproveitamento. Para começar, vale reduzir o teor de fitato, substância que auxilia os vegetais na germinação de sementes, mas que, no organismo, atrapalha a absorção dos nutrientes.


O fitato está presente nas leguminosas, grupo de alimentos que engloba feijões, grão-de-bico, ervilha, soja, lentilha. “A dica é fazer o remolho”, ensina a especialista. Esses grãos devem ficar de molho por 8 a 12 horas, e a água precisa ser trocada algumas vezes antes de ir para a panela.


Outra sugestão é consumir alimentos ricos em zinco junto de fornecedores de vitamina C, como as frutas cítricas. Confira, a seguir, as principais fontes do mineral, conforme a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA), da Universidade de São Paulo (USP). A quantidade do mineral é baseada em 100 gramas do alimento fonte.


Carnes, aves, ovos e peixes:



  • Carne bovina cozida- patinho – 8 mg.

  • Peixe lambari – 2,9mg.

  • Gema cozida – 2,8mg.

  • Coxa de frango cozida – 2,8 mg.

  • Sardinha – 2 mg.

  • Ovo de codorna cozido – 1,7mg.


Leguminosas:



  • Feijão carioca cozido – 2,6mg.

  • Grão-de-bico cozido – 2mg.

  • Ervilha fresca cozida – 1,9mg.

  • Lentilha cozida – 1,3mg.


Queijos:



  • Mussarela de búfala – 3,2mg.

  • Queijo coalho – 2,8mg.

  • Queijo minas frescal – 1,5mg.


Sementes, cereais e oleaginosas:



  • Semente de abóbora torrada – 10 mg.

  • Farelo de trigo – 7,4mg.

  • Castanha de caju – 5,7mg.

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Capital Moto Week 2025 começa com programação diversificada e foco em cultura, economia e inclusão

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Por: Jornalista Kelven Andrade



Começou oficialmente o Capital Moto Week 2025, o maior festival de motociclistas da América Latina, que promete transformar o Parque da Granja do Torto em um ponto de encontro para amantes das duas rodas, da cultura e da diversão. O evento vai muito além do ronco dos motores: é uma verdadeira celebração da diversidade, da arte e do convívio familiar.



A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, celebrou o início da nova edição com entusiasmo e orgulho. Em suas redes sociais, ela reforçou o papel fundamental que o festival desempenha na movimentação da economia local e no fortalecimento do turismo da capital. “Com muito orgulho, desde quando fui deputada distrital, lutei para que o CMW fizesse parte do calendário oficial da nossa cidade. Hoje, ver esse evento crescer é motivo de celebração”, declarou.









O festival, que reúne motociclistas de todo o Brasil e até de outros países, se consolida como um evento plural. Celina destacou a importância da inclusão de espaços voltados para famílias, crianças, profissionais técnicos e visitantes de todos os perfis, tornando o Capital Moto Week uma experiência completa. “O evento tá gigante, com várias integrações... e o melhor: gerando emprego, renda, cultura e muita diversidade”, afirmou.









Além das tradicionais exposições de motos, o CMW oferece uma programação variada, com shows ao vivo, gastronomia regional e internacional, feiras de produtos artesanais e apresentações culturais. É um festival democrático, que valoriza tanto os apaixonados por motocicletas quanto aqueles que buscam lazer e entretenimento em um ambiente seguro e acolhedor.



Celina também fez um convite direto à população: “Vem viver essa experiência com a gente. Vem conhecer para você ver como está muito especial.” Para ela, o Capital Moto Week representa mais do que um evento — é um reflexo da energia e da união que fazem de Brasília um lugar cada vez mais vibrante.



A expectativa é que a edição 2025 supere os números dos anos anteriores em público e movimentação econômica, consolidando o evento como um dos principais marcos do calendário cultural do Distrito Federal.



SAIBA MAIS:









https://jornalismodigitaldf.com.br/capital-moto-week-2025-comeca-com-programacao-diversificada-e-foco-em-cultura-economia-e-inclusao/?fsp_sid=169700
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Capital Moto Week 2025 começa com programação diversificada e foco em cultura, economia e inclusão

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Por: Jornalista Kelven Andrade



Começou oficialmente o Capital Moto Week 2025, o maior festival de motociclistas da América Latina, que promete transformar o Parque da Granja do Torto em um ponto de encontro para amantes das duas rodas, da cultura e da diversão. O evento vai muito além do ronco dos motores: é uma verdadeira celebração da diversidade, da arte e do convívio familiar.



A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, celebrou o início da nova edição com entusiasmo e orgulho. Em suas redes sociais, ela reforçou o papel fundamental que o festival desempenha na movimentação da economia local e no fortalecimento do turismo da capital. “Com muito orgulho, desde quando fui deputada distrital, lutei para que o CMW fizesse parte do calendário oficial da nossa cidade. Hoje, ver esse evento crescer é motivo de celebração”, declarou.









O festival, que reúne motociclistas de todo o Brasil e até de outros países, se consolida como um evento plural. Celina destacou a importância da inclusão de espaços voltados para famílias, crianças, profissionais técnicos e visitantes de todos os perfis, tornando o Capital Moto Week uma experiência completa. “O evento tá gigante, com várias integrações... e o melhor: gerando emprego, renda, cultura e muita diversidade”, afirmou.









Além das tradicionais exposições de motos, o CMW oferece uma programação variada, com shows ao vivo, gastronomia regional e internacional, feiras de produtos artesanais e apresentações culturais. É um festival democrático, que valoriza tanto os apaixonados por motocicletas quanto aqueles que buscam lazer e entretenimento em um ambiente seguro e acolhedor.



Celina também fez um convite direto à população: “Vem viver essa experiência com a gente. Vem conhecer para você ver como está muito especial.” Para ela, o Capital Moto Week representa mais do que um evento — é um reflexo da energia e da união que fazem de Brasília um lugar cada vez mais vibrante.



A expectativa é que a edição 2025 supere os números dos anos anteriores em público e movimentação econômica, consolidando o evento como um dos principais marcos do calendário cultural do Distrito Federal.



SAIBA MAIS:









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Jovem conta sinais que ignorou de câncer que a “esmagava por dentro”

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A perda repentina de peso foi o primeiro sintoma do câncer para a jovem influenciadora Rafaela Ribeiro, de 24 anos. Embora tenha emagrecido 17 quilos em poucas semanas no início de 2024,  sem uma explicação aparente, ela não considerou que fosse algo preocupante. Os sinais da doença, porém, foram rapidamente se avolumando.


Ainda por volta de março de 2024, surgiu uma tosse seca que não cessava com remédios, lembrando uma pneumonia. Foi a partir deste sintoma que ela decidiu buscar ajuda. “Os médicos sempre me ignoravam, achavam que eu devia estar querendo atestado e atribuíram os sintomas a exagero”, lembra ela.



Leia também



As dores no estômago e nas costas vieram em seguida, acompanhadas de ínguas no pescoço e nas axilas. Ao tentar se alimentar, Rafaela não conseguia engolir. “Com o passar do tempo apareceram tumores visíveis no pescoço e abaixo da axila, depois quando eu tentava comer não conseguia engolir mais nada”, recorda.


Após muita insistência, Rafa, como gosta de ser conhecida, conseguiu fazer uma tomografia em maio, quando descobriu ter tumores distribuídos por todo o tronco e pescoço (foto em destaque). “Procurei um médico particular com os exames, tinha pressa em saber como proceder, então conseguimos fazer uma biópsia que comprovou que meu câncer era um tipo muito agressivo de linfoma não Hodgkin de grandes células B”, conta.



Sinais do câncer que Rafaela diz ter ignorado



  • Perda de peso;

  • Tosse seca recorrente;

  • Dor no estômago semelhante à gastrite;

  • Dor nas costas;

  • Suor noturno;

  • Coceira no corpo;

  • Ínguas e linfonodos pelo corpo;

  • Dificuldade de engolir;

  • Dor nas costas;

  • Cansaço e fadiga.


Os sintomas de linfomas não-Hodgkin de alto grau costumam aparecer de forma rápida e incluem ainda febre sem causa aparente e aumento dos gânglios no pescoço, axilas ou virilha. Todos esses sinais indicam que o linfoma está ativo e, por isso, precisa de avaliação médica rápida.



O que é o linfoma não Hodgkin de grandes células B?


O linfoma não Hodgkin de Rafaela atacava as células B — responsáveis pela produção de anticorpos — em alto grau, ou seja, com muita velocidade. Elas detectam patógenos, como bactérias e vírus, e criam anticorpos que se ligam a esses invasores, marcando-os para destruição por outras células do sistema imunológico.


Quando desenvolvem cânceres, elas se multiplicam muito de forma defeituosa e se espalham rapidamente para várias partes do corpo, o que compromete as defesas do organismo para todas as doenças.


Além disso, o linfoma é um tipo de câncer que progride de forma rápida e precisa de tratamento imediato. Esse subtipo é raro em pessoas jovens, mas altamente agressivo.


“Apesar de ser uma forma agressiva de linfoma, o prognóstico melhorou muito nas últimas décadas com os avanços nos tratamentos. A taxa de cura pode chegar a 80% nos casos com bom estado geral de saúde e diagnóstico precoce. Mesmo em casos mais avançados, hoje é possível alcançar longos períodos de controle da doença”, diz o oncologista Jorge Abissamra Filho, de São Paulo.

A confirmação da doença depende de exames como tomografia, biópsia e PET-CT. Infelizmente, porém, não há uma forma específica de prevenção para linfomas não Hodgkin agressivos. Também não há rastreamento eficaz para detecção precoce em assintomáticos.


“A detecção precoce é essencial para o tratamento do Linfoma não Hodgkin porque é preciso ter a classificação correta da doença para realizar o tratamento de forma mais direcionada”, comenta o hematologista Roberto Luiz da Silva, do IBCC Oncologia, hospital especializado no tratamento de câncer em São Paulo.


Segundo o médico, o tratamento do linfoma não Hodgkin varia consideravelmente, dependendo do subtipo específico, o estágio do câncer, a saúde geral do paciente e outros fatores. As opções podem incluir: quimioterapia, radioterapia e imunoterapia com linfócitos modificados do paciente com CAR-T .



 


O tratamento de Rafa


“Infelizmente, descobri meu diagnóstico muito tarde. Os tumores estavam por toda parte, eles estavam me esmagando por dentro, comprimiam meu esôfago. Por isso eu não engolia mais, e os batimentos cardíacos também ficaram bastante altos e acelerados, então havia a suspeita de que eles tinham tomado até meu coração, o que graças a Deus não aconteceu. Era só a pressão deles”, relata Rafaela.


O protocolo inicial de tratamento previa seis sessões de quimioterapia. Com a gravidade do caso, foram necessárias 17. A cada ciclo, o número de sessões era ampliado. As células tumorais resistiam e o quadro ainda piorou após uma infecção inesperada.


Bactéria hospitalar e reação inesperada


Durante uma internação no final de 2024, Rafaela contraiu KPC, uma superbactéria resistente a antibióticos que se instalou no corpo dela, ainda enfraquecido pelo combate ao câncer. A infecção rapidamente evoluiu e comprometeu os pulmões em uma infecção generalizada.


A jovem foi entubada e permaneceu em coma por nove dias. “Os médicos chegaram a dizer ao meu marido que eu tinha um risco de morrer em menos de 24 horas. Por sorte, sobrevivi”, comenta.


Ao sair do coma, os médicos notaram que os tumores haviam diminuído mesmo sem continuidade da quimioterapia. Com novas rodadas de tratamento, ela chegou à remissão (onde já não há sinais de tumor no corpo).


Agora, para concluir o tratamento, Rafaela está na fila do CAR-T, uma terapia celular personalizada que pode evitar a necessidade de transplantar a medula, o que diminui os riscos de recidiva, mas é um procedimento caro e arriscado no caso dela.


2 imagensRafaela se sente grata pelo apoio dado pelo marido, Michell, que deixou o emprego para cuidar delaFechar modal.1 de 2

Rafaela Ribeiro passou a compartilhar nas redes sociais sua rotina de luta contra o câncer

Reprodução/Instagram/rafaribeiro_002 de 2

Rafaela se sente grata pelo apoio dado pelo marido, Michell, que deixou o emprego para cuidar dela

Reprodução/Instagram/rafaribeiro_00

Impactos emocionais e apoio familiar


Além do desgaste físico, os meses em tratamento afetaram o psicológico de Rafaela. Para ela, o momento do diagnóstico coincidiu com sobrecarga emocional e familiar. Ela cuidava do filho de 10 meses, da avó com Alzheimer, ajudava os pais e buscava uma forma de conseguir sair das dificuldades financeiras que ela e o marido estavam enfrentando.


Michell acabou demitido por faltar ao trabalho para acompanhá-la nos exames. Apesar das dificuldades, Rafaela conta que o companheirismo do marido foi decisivo para alcançar a recuperação.


O diagnóstico do câncer fez a jovem rever seus hábitos e priorizar o próprio corpo. Ela abandonou o estilo de vida no “automático” e tenta alertar outras pessoas sobre os sinais silenciosos da doença. “A gente não pode ignorar o que sente”, conclui.


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Jovem conta sinais que ignorou de câncer que a “esmagava por dentro”

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A perda repentina de peso foi o primeiro sintoma do câncer para a jovem influenciadora Rafaela Ribeiro, de 24 anos. Embora tenha emagrecido 17 quilos em poucas semanas no início de 2024,  sem uma explicação aparente, ela não considerou que fosse algo preocupante. Os sinais da doença, porém, foram rapidamente se avolumando.


Ainda por volta de março de 2024, surgiu uma tosse seca que não cessava com remédios, lembrando uma pneumonia. Foi a partir deste sintoma que ela decidiu buscar ajuda. “Os médicos sempre me ignoravam, achavam que eu devia estar querendo atestado e atribuíram os sintomas a exagero”, lembra ela.



Leia também



As dores no estômago e nas costas vieram em seguida, acompanhadas de ínguas no pescoço e nas axilas. Ao tentar se alimentar, Rafaela não conseguia engolir. “Com o passar do tempo apareceram tumores visíveis no pescoço e abaixo da axila, depois quando eu tentava comer não conseguia engolir mais nada”, recorda.


Após muita insistência, Rafa, como gosta de ser conhecida, conseguiu fazer uma tomografia em maio, quando descobriu ter tumores distribuídos por todo o tronco e pescoço (foto em destaque). “Procurei um médico particular com os exames, tinha pressa em saber como proceder, então conseguimos fazer uma biópsia que comprovou que meu câncer era um tipo muito agressivo de linfoma não Hodgkin de grandes células B”, conta.



Sinais do câncer que Rafaela diz ter ignorado



  • Perda de peso;

  • Tosse seca recorrente;

  • Dor no estômago semelhante à gastrite;

  • Dor nas costas;

  • Suor noturno;

  • Coceira no corpo;

  • Ínguas e linfonodos pelo corpo;

  • Dificuldade de engolir;

  • Dor nas costas;

  • Cansaço e fadiga.


Os sintomas de linfomas não-Hodgkin de alto grau costumam aparecer de forma rápida e incluem ainda febre sem causa aparente e aumento dos gânglios no pescoço, axilas ou virilha. Todos esses sinais indicam que o linfoma está ativo e, por isso, precisa de avaliação médica rápida.



O que é o linfoma não Hodgkin de grandes células B?


O linfoma não Hodgkin de Rafaela atacava as células B — responsáveis pela produção de anticorpos — em alto grau, ou seja, com muita velocidade. Elas detectam patógenos, como bactérias e vírus, e criam anticorpos que se ligam a esses invasores, marcando-os para destruição por outras células do sistema imunológico.


Quando desenvolvem cânceres, elas se multiplicam muito de forma defeituosa e se espalham rapidamente para várias partes do corpo, o que compromete as defesas do organismo para todas as doenças.


Além disso, o linfoma é um tipo de câncer que progride de forma rápida e precisa de tratamento imediato. Esse subtipo é raro em pessoas jovens, mas altamente agressivo.


“Apesar de ser uma forma agressiva de linfoma, o prognóstico melhorou muito nas últimas décadas com os avanços nos tratamentos. A taxa de cura pode chegar a 80% nos casos com bom estado geral de saúde e diagnóstico precoce. Mesmo em casos mais avançados, hoje é possível alcançar longos períodos de controle da doença”, diz o oncologista Jorge Abissamra Filho, de São Paulo.

A confirmação da doença depende de exames como tomografia, biópsia e PET-CT. Infelizmente, porém, não há uma forma específica de prevenção para linfomas não Hodgkin agressivos. Também não há rastreamento eficaz para detecção precoce em assintomáticos.


“A detecção precoce é essencial para o tratamento do Linfoma não Hodgkin porque é preciso ter a classificação correta da doença para realizar o tratamento de forma mais direcionada”, comenta o hematologista Roberto Luiz da Silva, do IBCC Oncologia, hospital especializado no tratamento de câncer em São Paulo.


Segundo o médico, o tratamento do linfoma não Hodgkin varia consideravelmente, dependendo do subtipo específico, o estágio do câncer, a saúde geral do paciente e outros fatores. As opções podem incluir: quimioterapia, radioterapia e imunoterapia com linfócitos modificados do paciente com CAR-T .



 


O tratamento de Rafa


“Infelizmente, descobri meu diagnóstico muito tarde. Os tumores estavam por toda parte, eles estavam me esmagando por dentro, comprimiam meu esôfago. Por isso eu não engolia mais, e os batimentos cardíacos também ficaram bastante altos e acelerados, então havia a suspeita de que eles tinham tomado até meu coração, o que graças a Deus não aconteceu. Era só a pressão deles”, relata Rafaela.


O protocolo inicial de tratamento previa seis sessões de quimioterapia. Com a gravidade do caso, foram necessárias 17. A cada ciclo, o número de sessões era ampliado. As células tumorais resistiam e o quadro ainda piorou após uma infecção inesperada.


Bactéria hospitalar e reação inesperada


Durante uma internação no final de 2024, Rafaela contraiu KPC, uma superbactéria resistente a antibióticos que se instalou no corpo dela, ainda enfraquecido pelo combate ao câncer. A infecção rapidamente evoluiu e comprometeu os pulmões em uma infecção generalizada.


A jovem foi entubada e permaneceu em coma por nove dias. “Os médicos chegaram a dizer ao meu marido que eu tinha um risco de morrer em menos de 24 horas. Por sorte, sobrevivi”, comenta.


Ao sair do coma, os médicos notaram que os tumores haviam diminuído mesmo sem continuidade da quimioterapia. Com novas rodadas de tratamento, ela chegou à remissão (onde já não há sinais de tumor no corpo).


Agora, para concluir o tratamento, Rafaela está na fila do CAR-T, uma terapia celular personalizada que pode evitar a necessidade de transplantar a medula, o que diminui os riscos de recidiva, mas é um procedimento caro e arriscado no caso dela.


2 imagensRafaela se sente grata pelo apoio dado pelo marido, Michell, que deixou o emprego para cuidar delaFechar modal.1 de 2

Rafaela Ribeiro passou a compartilhar nas redes sociais sua rotina de luta contra o câncer

Reprodução/Instagram/rafaribeiro_002 de 2

Rafaela se sente grata pelo apoio dado pelo marido, Michell, que deixou o emprego para cuidar dela

Reprodução/Instagram/rafaribeiro_00

Impactos emocionais e apoio familiar


Além do desgaste físico, os meses em tratamento afetaram o psicológico de Rafaela. Para ela, o momento do diagnóstico coincidiu com sobrecarga emocional e familiar. Ela cuidava do filho de 10 meses, da avó com Alzheimer, ajudava os pais e buscava uma forma de conseguir sair das dificuldades financeiras que ela e o marido estavam enfrentando.


Michell acabou demitido por faltar ao trabalho para acompanhá-la nos exames. Apesar das dificuldades, Rafaela conta que o companheirismo do marido foi decisivo para alcançar a recuperação.


O diagnóstico do câncer fez a jovem rever seus hábitos e priorizar o próprio corpo. Ela abandonou o estilo de vida no “automático” e tenta alertar outras pessoas sobre os sinais silenciosos da doença. “A gente não pode ignorar o que sente”, conclui.


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Crossfit emagrece? 10 verdades sobre a modalidade

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Não é novidade que o crossfit é uma das atividades físicas preferidas do brasileiro. Muitas pessoas que buscam um físico mais saudável e atlético optaram pela modalidade por causa da rotina dinâmica de exercícios. Primo distante da musculação, o esporte costuma fisgar os indivíduos que se incomodam com a calmaria e solidão dos aparelhos e pesos da academia.


“O crossfit é um programa de treinamento de força e condicionamento geral, que trabalha as capacidades físicas como resistência cardiorrespiratória e muscular. Potência, flexibilidade, agilidade, coordenação e equilíbrio”, destaca o educador físico Marcelo Santana.



Leia também



Além disso, a modalidade também chama a atenção por ser uma atividade democrática que, com adaptações seguras, pode ser realizada por qualquer pessoa. “Crossfit tem essa coisa de ter sempre alguém te apoiando e te animando. Você se sente vencendo obstáculos, melhorando em equilíbrio, força, agilidade, resistência cardiovascular. Afinal, a gente sempre tem algo a melhorar”, relata a atleta Fernanda Surian.


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Crossfit emagrece? 10 verdades sobre a modalidade

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Não é novidade que o crossfit é uma das atividades físicas preferidas do brasileiro. Muitas pessoas que buscam um físico mais saudável e atlético optaram pela modalidade por causa da rotina dinâmica de exercícios. Primo distante da musculação, o esporte costuma fisgar os indivíduos que se incomodam com a calmaria e solidão dos aparelhos e pesos da academia.


“O crossfit é um programa de treinamento de força e condicionamento geral, que trabalha as capacidades físicas como resistência cardiorrespiratória e muscular. Potência, flexibilidade, agilidade, coordenação e equilíbrio”, destaca o educador físico Marcelo Santana.



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Além disso, a modalidade também chama a atenção por ser uma atividade democrática que, com adaptações seguras, pode ser realizada por qualquer pessoa. “Crossfit tem essa coisa de ter sempre alguém te apoiando e te animando. Você se sente vencendo obstáculos, melhorando em equilíbrio, força, agilidade, resistência cardiovascular. Afinal, a gente sempre tem algo a melhorar”, relata a atleta Fernanda Surian.


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SEEDF lança edital e nova resolução para as eleições escolares de 2025 – Secretaria de Estado de Educação

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Entre as novidades, está a digitalização da apuração dos votos em escolas com sistemas integrados


Por João Pedro Eliseu, Ascom/SEEDF


 


Novo sistema de votação será auditável, o que garante maior rastreabilidade das informações e reduz a possibilidade de manipulações indevidas | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) publicou, nesta sexta-feira (25), o edital e a resolução que regulamentam o processo eleitoral da gestão democrática  das escolas publicas para 2025. Uma das principais inovações deste ciclo é a introdução gradual da digitalização de etapas-chave da eleição, como a apuração e a divulgação dos resultados.


 


O novo sistema vai trazer mais segurança e transparência ao processo eleitoral, além de permitir o acompanhamento em tempo real e a geração automática do resultado preliminar logo após o encerramento das votações, eliminando a necessidade de contagem manual dos votos.


 


EDITAL AQUI


 


Outro diferencial importante é que o sistema é auditável, o que garante maior rastreabilidade das informações e reduz significativamente a possibilidade de manipulações indevidas. “A iniciativa representa um passo importante rumo à modernização da gestão escolar, com o objetivo de fortalecer os princípios democráticos que regem a educação pública no DF”, enfatizou Tânia de Ávila, chefe de Assessoria de Governança e Gestão Estratégica


 


Inscrição das chapas

 


A etapa de inscrição das chapas permanece sendo realizada de forma manual, e os candidatos devem entregar os documentos à Comissão Eleitoral Local (CEL), responsável por cadastrar e validar as candidaturas no novo módulo digital. A integração dessa etapa com o sistema busca tornar o fluxo de informações mais eficiente.


 


As escolas que poderão realizar as eleições de forma eletrônica são aquelas cuja escrituração escolar é feita pelos sistemas da Pasta (I-Educar ou EducaDF). Estão excluídas desta etapa digital as seguintes unidades da rede:


 


Centros de Educação Profissional
↳ Centros de Ensino Especial
↳ Centros Interescolares de Línguas
↳ Escola da Natureza
↳ Escola de Sabores
↳ Escolas Parque


 


A expectativa da Secretaria é de que, mesmo sendo implantado de forma gradual e respeitando as particularidades de cada escola, o novo modelo tecnológico represente um marco importante no processo de modernização da gestão escolar. A iniciativa busca fortalecer a cultura de participação democrática e estimular o envolvimento da comunidade escolar nas decisões que impactam diretamente o cotidiano das unidades de ensino.


 


A atualização cadastral dos votantes pode ser feita até o dia 8 de agosto nas secretarias escolares, e será essencial para garantir o acesso ao sistema de votação nas escolas aptas à digitalização. Além de contribuir para a precisão dos resultados e a redução de erros operacionais, a digitalização também reforça o compromisso institucional com a sustentabilidade, ao diminuir o uso de papel e outros materiais físicos tradicionalmente utilizados nas eleições presenciais.


 


Representantes dos Grupos de Trabalho de Gestão Democrática (GTGDs) participaram de um treinamento para o uso do novo módulo digital | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


Treinamento para o uso do novo módulo digital

 


Nos dias 7, 8, 16 e 17 de julho, representantes dos Grupos de Trabalho de Gestão Democrática (GTGDs) das Coordenações Regionais de Ensino (CREs) participaram de um treinamento promovido pela Comissão Eleitoral Central (CEC). O objetivo dos encontros foi capacitá-los para o uso do novo módulo digital e prepará-los para orientar, por meio das Comissões Eleitorais Locais (CELs), a implementação da ferramenta nas unidades escolares.


 


Os participantes exploraram a interface do sistema, os diferentes perfis de acesso, como os das Regionais, das CELs e dos candidatos, e realizaram simulações das principais funcionalidades, como o cadastramento de chapas, a anexação de documentos obrigatórios e a visualização das informações essenciais de cada eleição.


 


O sistema foi desenvolvido para adaptar-se automaticamente ao edital vigente, possibilitando uma leitura integrada dos dados de cada escola, tipo de eleição, data de votação, perfil dos votantes e o peso atribuído a cada voto. Também foi reforçada a importância da atualização cadastral dos servidores, uma vez que o sistema organiza as informações com base na Regional de lotação.


 


O treinamento destacou ainda o papel estratégico das CELs como instâncias mediadoras do processo eleitoral. A indicação das comissões é feita prioritariamente pelo Conselho Escolar. Na ausência desse órgão, o diretor ou a diretora da escola assume a responsabilidade pela nomeação.









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