Deputado Pepa Leva "Pepa Presente na Comunidade" para a Estância, em Planaltina

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Planaltina, DF – O deputado distrital Pepa (MDB) realizou mais uma edição do seu projeto "Pepa Presente na Comunidade", desta vez na região da Estância, em Planaltina. O evento levou o Gabinete Itinerante do parlamentar para mais perto dos moradores, oferecendo uma série de atividades e serviços.



A iniciativa, que busca aproximar o mandato da população, contou com atendimentos diretos, momentos de lazer com brincadeiras para as crianças e, principalmente, acolhimento à comunidade. Segundo Pepa, a proposta é estar lado a lado com os cidadãos, ouvindo suas demandas e fortalecendo os laços.



"Faço questão de estar perto das pessoas, ouvindo suas necessidades, construindo pontes e fortalecendo vínculos", afirmou o deputado. Ele ressaltou que o contato direto com os moradores é fundamental para o direcionamento de seu trabalho: "É na rua, nos bairros, no dia a dia das pessoas que o meu mandato ganha sentido. Onde tem gente, tem o nosso trabalho."



O projeto "Pepa Presente na Comunidade" tem sido uma marca do mandato do distrital, que busca identificar as principais necessidades de cada localidade e buscar soluções eficazes. A ação na Estância reforça o compromisso do deputado em manter um canal aberto de comunicação com a população do Distrito Federal.







https://jornalismodigitaldf.com.br/deputado-pepa-leva-pepa-presente-na-comunidade-para-a-estancia-em-planaltina/?fsp_sid=163404
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Celina Leão e TJDFT Firmam Acordo para Soluções Humanas em Conflitos Fundiários

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Brasília, DF – A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, anunciou a assinatura de um Acordo de Cooperação Técnica com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). O objetivo da parceria é buscar soluções pacíficas, humanas e eficazes para os crescentes conflitos fundiários na capital.



Em suas redes sociais, Celina Leão destacou a importância da iniciativa. "Assinamos um Acordo de Cooperação Técnica com o TJDFT para buscar soluções pacíficas, humanas e eficazes em conflitos fundiários", afirmou a vice-governadora. Ela ressaltou que a colaboração trará "mais justiça social, mais diálogo e mais acolhimento".



A parceria representa um esforço conjunto para lidar com as complexas questões envolvendo ocupações de terra e disputas por moradia no DF, priorizando o diálogo e a mediação em vez de ações mais drásticas. A expectativa é que o acordo permita a criação de mecanismos que garantam a dignidade das famílias em situação de vulnerabilidade.



"Demos um passo importante para garantir dignidade às famílias em situação de vulnerabilidade no DF", concluiu Celina Leão, enfatizando o compromisso do governo em buscar soluções que beneficiem diretamente a população mais fragilizada. O acordo é visto como um avanço significativo na política habitacional e social do Distrito Federal, buscando um equilíbrio entre a legalidade e a necessidade humana.







https://jornalismodigitaldf.com.br/celina-leao-e-tjdft-firmam-acordo-para-solucoes-humanas-em-conflitos-fundiarios/?fsp_sid=163378
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Celina Leão e TJDFT Firmam Acordo para Soluções Humanas em Conflitos Fundiários

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Brasília, DF – A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, anunciou a assinatura de um Acordo de Cooperação Técnica com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). O objetivo da parceria é buscar soluções pacíficas, humanas e eficazes para os crescentes conflitos fundiários na capital.



Em suas redes sociais, Celina Leão destacou a importância da iniciativa. "Assinamos um Acordo de Cooperação Técnica com o TJDFT para buscar soluções pacíficas, humanas e eficazes em conflitos fundiários", afirmou a vice-governadora. Ela ressaltou que a colaboração trará "mais justiça social, mais diálogo e mais acolhimento".



A parceria representa um esforço conjunto para lidar com as complexas questões envolvendo ocupações de terra e disputas por moradia no DF, priorizando o diálogo e a mediação em vez de ações mais drásticas. A expectativa é que o acordo permita a criação de mecanismos que garantam a dignidade das famílias em situação de vulnerabilidade.



"Demos um passo importante para garantir dignidade às famílias em situação de vulnerabilidade no DF", concluiu Celina Leão, enfatizando o compromisso do governo em buscar soluções que beneficiem diretamente a população mais fragilizada. O acordo é visto como um avanço significativo na política habitacional e social do Distrito Federal, buscando um equilíbrio entre a legalidade e a necessidade humana.







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Robério Negreiros Celebra Aprovação de PL que Reconhece Fibromialgia como Deficiência

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Brasília, DF – O deputado distrital Robério Negreiros (PSD) comemorou a recente aprovação do Projeto de Lei (PL) no Senado Federal que reconhece pessoas com fibromialgia como Pessoa com Deficiência (PcD). A medida representa um avanço significativo para os indivíduos que lidam diariamente com os desafios impostos por essa condição crônica.



Em suas redes sociais, Negreiros enfatizou a importância da aprovação. "A aprovação do PL que reconhece a pessoa com fibromialgia como PcD, no @senadorederal, é uma conquista para quem enfrenta diariamente os desafios dessa condição!", destacou o deputado.



Ele ressaltou ainda o empenho de seu mandato na defesa dos direitos e da dignidade dessas pessoas. "Em nosso mandato, temos lutado pela garantia de direitos e mais dignidade para essas pessoas, e essa notícia representa uma vitória muito importante!", afirmou Negreiros.



A fibromialgia é uma síndrome que causa dor crônica generalizada, fadiga e outros sintomas, impactando significativamente a qualidade de vida dos pacientes. O reconhecimento como PcD garante a essas pessoas acesso a direitos e benefícios específicos, como cotas em concursos públicos, atendimento prioritário e isenções fiscais, que podem auxiliar na inclusão e no bem-estar.



A sanção do PL ainda depende da assinatura presidencial, mas a aprovação no Senado já é um marco na luta por mais reconhecimento e apoio aos fibromiálgicos no Brasil.







https://jornalismodigitaldf.com.br/roberio-negreiros-celebra-aprovacao-de-pl-que-reconhece-fibromialgia-como-deficiencia/?fsp_sid=163359
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Robério Negreiros Celebra Aprovação de PL que Reconhece Fibromialgia como Deficiência

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Brasília, DF – O deputado distrital Robério Negreiros (PSD) comemorou a recente aprovação do Projeto de Lei (PL) no Senado Federal que reconhece pessoas com fibromialgia como Pessoa com Deficiência (PcD). A medida representa um avanço significativo para os indivíduos que lidam diariamente com os desafios impostos por essa condição crônica.



Em suas redes sociais, Negreiros enfatizou a importância da aprovação. "A aprovação do PL que reconhece a pessoa com fibromialgia como PcD, no @senadorederal, é uma conquista para quem enfrenta diariamente os desafios dessa condição!", destacou o deputado.



Ele ressaltou ainda o empenho de seu mandato na defesa dos direitos e da dignidade dessas pessoas. "Em nosso mandato, temos lutado pela garantia de direitos e mais dignidade para essas pessoas, e essa notícia representa uma vitória muito importante!", afirmou Negreiros.



A fibromialgia é uma síndrome que causa dor crônica generalizada, fadiga e outros sintomas, impactando significativamente a qualidade de vida dos pacientes. O reconhecimento como PcD garante a essas pessoas acesso a direitos e benefícios específicos, como cotas em concursos públicos, atendimento prioritário e isenções fiscais, que podem auxiliar na inclusão e no bem-estar.



A sanção do PL ainda depende da assinatura presidencial, mas a aprovação no Senado já é um marco na luta por mais reconhecimento e apoio aos fibromiálgicos no Brasil.







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Saiba quando o adolescente precisa de apoio para a saúde mental

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A adolescência é uma etapa natural do desenvolvimento humano que envolve grandes transformações no corpo, nos hormônios e nas emoções. Essas mudanças costumam refletir no comportamento, fazendo com que o adolescente apresente atitudes diferentes, como oscilações de humor, maior necessidade de privacidade ou questionamentos sobre si e o mundo ao redor.


Embora essas reações sejam esperadas e façam parte do amadurecimento, é importante entender que, em alguns casos, elas podem esconder um sofrimento psíquico mais profundo. Por isso, é fundamental que pais e responsáveis estejam atentos a sinais que possam indicar problemas emocionais ou de saúde mental, buscando apoio profissional quando necessário.



Leia também



Sinais de alerta


De acordo com o médico expert em saúde mental e pós-graduado em Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Transtorno do Espectro Autista (TEA) e cannabis, Iago Fernandes, é natural que adolescentes enfrentem momentos de instabilidade emocional, mas é essencial observar a intensidade e a duração desses comportamentos.


Leia a reportagem completa no site NSC Total, parceiro do Metrópoles.


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Saiba quando o adolescente precisa de apoio para a saúde mental

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A adolescência é uma etapa natural do desenvolvimento humano que envolve grandes transformações no corpo, nos hormônios e nas emoções. Essas mudanças costumam refletir no comportamento, fazendo com que o adolescente apresente atitudes diferentes, como oscilações de humor, maior necessidade de privacidade ou questionamentos sobre si e o mundo ao redor.


Embora essas reações sejam esperadas e façam parte do amadurecimento, é importante entender que, em alguns casos, elas podem esconder um sofrimento psíquico mais profundo. Por isso, é fundamental que pais e responsáveis estejam atentos a sinais que possam indicar problemas emocionais ou de saúde mental, buscando apoio profissional quando necessário.



Leia também



Sinais de alerta


De acordo com o médico expert em saúde mental e pós-graduado em Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Transtorno do Espectro Autista (TEA) e cannabis, Iago Fernandes, é natural que adolescentes enfrentem momentos de instabilidade emocional, mas é essencial observar a intensidade e a duração desses comportamentos.


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Saúde mental: conheça sinais do burnout que não podem ser ignorados

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A saúde mental no trabalhador é um assunto que tem ganhado cada vez mais espaço nas rodas de conversa devido às rotinas cada vez mais longas e exaustivas. De acordo com a Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), um em cada três brasileiros sofre com a síndrome do esgotamento profissional, o burnout.


Em muitos casos, os sintomas do burnout tendem a ser confundidos com cansaço ou estresse, porém, as situações são distintas. O cansaço é um estado temporário, que pode ser tratado com um período de descanso, enquanto o estresse é uma resposta natural do corpo a situações desafiadoras.


Já o burnout é caracterizado por um estado de completa exaustão física, emocional e mental, causado por situações desgastantes e de muita pressão no trabalho durante longos períodos de tempo. Desde 2022, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a síndrome como uma doença ocupacional.


“O resultado de situações desfavoráveis se traduz em quadros de ansiedade, estresse e alterações psiquiátricas, podendo levar à depressão, ao burnout e a outros sérios problemas”, explica a psicóloga Silvia Cury, do Hospital do Coração (Hcor), em São Paulo.



Sinais do burnout



  • Físicos: cansaço extremo constante, insônia ou sono de má qualidade, dores de cabeça, musculares ou no estômago e imunidade baixa.

  • Emocionais: falta de motivação e energia, sensação de fracasso ou impotência, ansiedade ou tristeza sem motivo claro e irritabilidade frequente.

  • Comportamentais: cinismo ou distanciamento do trabalho, baixo rendimento ou procrastinação, afastamento de colegas ou amigos e uso excessivo de café, álcool ou remédios para aguentar a rotina.




Por que os sinais do burnout são ignorados?


Na maioria das vezes, os trabalhadores relativizam o estado de exaustão intensa, tentando ignorar o problema e não procuram ajuda. Outro fator que leva à normalização dos sintomas é o medo de parecer fraco ou incapaz diante das outras pessoas.


“É preciso pensar o burnout também como uma questão institucional, firmando compromissos com a promoção de ambientes e relações de trabalho saudáveis”, alerta a psicóloga Raquel Ferreira, da Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro.

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Como evitar um burnout no trabalho

Yanka Romão/Metrópoles
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Como evitar um burnout no trabalho

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Como tratar a síndrome?


Sinais persistentes por semanas ou meses, com prejuízos na vida pessoal, social e profissional são indicativos de que o trabalhador deve procurar ajuda profissional para tratar o burnout. Quando não tratada, a síndrome pode evoluir para quadros mais graves, como depressão e crises de pânico.


Em alguns casos, a condição pode deixar sequelas para a vida do paciente, que acaba desenvolvendo hipersensibilidade ao estresse, insegurança ao retornar ao trabalho e alterações na autoestima.


Para tratar o burnout, Raquel alerta que é essencial um acompanhamento psicológico e psiquiátrico contínuo e especializado.


“A terapia vai desenvolver a ressignificação do trabalho a partir da reflexão do paciente e do entendimento sobre suas prioridades, valores e ajustes necessários no âmbito profissional. Nesse sentido, o processo de autoconhecimento é fundamental para identificar gatilhos e situações de riscos, criando recursos de enfrentamento”, ensina a psicóloga.

Pausas na rotina, autocuidado e mudanças no estilo de vida também são soluções que ajudam a enfrentar o burnout de forma eficaz.


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Saúde mental: conheça sinais do burnout que não podem ser ignorados

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A saúde mental no trabalhador é um assunto que tem ganhado cada vez mais espaço nas rodas de conversa devido às rotinas cada vez mais longas e exaustivas. De acordo com a Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), um em cada três brasileiros sofre com a síndrome do esgotamento profissional, o burnout.


Em muitos casos, os sintomas do burnout tendem a ser confundidos com cansaço ou estresse, porém, as situações são distintas. O cansaço é um estado temporário, que pode ser tratado com um período de descanso, enquanto o estresse é uma resposta natural do corpo a situações desafiadoras.


Já o burnout é caracterizado por um estado de completa exaustão física, emocional e mental, causado por situações desgastantes e de muita pressão no trabalho durante longos períodos de tempo. Desde 2022, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a síndrome como uma doença ocupacional.


“O resultado de situações desfavoráveis se traduz em quadros de ansiedade, estresse e alterações psiquiátricas, podendo levar à depressão, ao burnout e a outros sérios problemas”, explica a psicóloga Silvia Cury, do Hospital do Coração (Hcor), em São Paulo.



Sinais do burnout



  • Físicos: cansaço extremo constante, insônia ou sono de má qualidade, dores de cabeça, musculares ou no estômago e imunidade baixa.

  • Emocionais: falta de motivação e energia, sensação de fracasso ou impotência, ansiedade ou tristeza sem motivo claro e irritabilidade frequente.

  • Comportamentais: cinismo ou distanciamento do trabalho, baixo rendimento ou procrastinação, afastamento de colegas ou amigos e uso excessivo de café, álcool ou remédios para aguentar a rotina.




Por que os sinais do burnout são ignorados?


Na maioria das vezes, os trabalhadores relativizam o estado de exaustão intensa, tentando ignorar o problema e não procuram ajuda. Outro fator que leva à normalização dos sintomas é o medo de parecer fraco ou incapaz diante das outras pessoas.


“É preciso pensar o burnout também como uma questão institucional, firmando compromissos com a promoção de ambientes e relações de trabalho saudáveis”, alerta a psicóloga Raquel Ferreira, da Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro.

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Como tratar a síndrome?


Sinais persistentes por semanas ou meses, com prejuízos na vida pessoal, social e profissional são indicativos de que o trabalhador deve procurar ajuda profissional para tratar o burnout. Quando não tratada, a síndrome pode evoluir para quadros mais graves, como depressão e crises de pânico.


Em alguns casos, a condição pode deixar sequelas para a vida do paciente, que acaba desenvolvendo hipersensibilidade ao estresse, insegurança ao retornar ao trabalho e alterações na autoestima.


Para tratar o burnout, Raquel alerta que é essencial um acompanhamento psicológico e psiquiátrico contínuo e especializado.


“A terapia vai desenvolver a ressignificação do trabalho a partir da reflexão do paciente e do entendimento sobre suas prioridades, valores e ajustes necessários no âmbito profissional. Nesse sentido, o processo de autoconhecimento é fundamental para identificar gatilhos e situações de riscos, criando recursos de enfrentamento”, ensina a psicóloga.

Pausas na rotina, autocuidado e mudanças no estilo de vida também são soluções que ajudam a enfrentar o burnout de forma eficaz.


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USP critica norma do CFM que proíbe terapia hormonal a jovens trans

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Pesquisadores ligados à Universidade de São Paulo (USP) publicaram, nessa segunda-feira (1º/7), um artigo na revista Nature com críticas à resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que proíbe o uso de bloqueadores hormonais em crianças e adolescentes trans.


No artigo, intitulado O retrocesso global do cuidado, da ciência e dos direitos transgêneros, o grupo classifica a medida como parte de um movimento global de retrocesso nos direitos da população trans e alerta para os riscos à saúde física e mental desses jovens.



 Resolução nº 2.427/2024



  • Nova resolução do CFM proíbe bloqueadores hormonais antes dos 18 anos.

  • Cientistas da USP criticam medida em artigo na revista Nature.

  • Pesquisadores afirmam que a proibição pode afetar a saúde física e mental de jovens trans.

  • Ministério Público Federal (MPF) e entidades acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF) contra a resolução do CFM.



O texto assinado pelos pesquisadores Igor Longobardi, Bruna Caruso Mazzolani, Hamilton Roschel, Bruno Gualano e Alexandre Saadeh ressalta que a Resolução CFM nº 2.427/2024 representa um rompimento com diretrizes anteriores da própria autarquia e vai na contramão das práticas recomendadas por sociedades médica internacionais.


Em vigor desde abril, a nova regra revoga a Resolução nº 2.265/2019, que autorizava o bloqueio da puberdade a partir do estágio inicial do desenvolvimento sexual, conhecido como estágio Tanner 2, e a terapia hormonal cruzada a partir dos 16 anos. Ela também aumenta para 21 anos a idade mínima para a realização de cirurgias de redesignação sexual, antes permitida a partir dos 18.


“A resolução anterior autorizava a prática a partir do início da puberdade exclusivamente em caráter experimental dentro de protocolos rígidos de pesquisa em hospitais universitários e/ou de referência para o Sistema Único de Saúde (SUS). Agora, porém, não é mais permitida nem mesmo dentro de estudos”, escreveram os autores no artigo.



Leia também



A decisão do CFM é defendida por seus representantes como uma medida de cautela diante do que classificam como “ baixa evidência científica” sobre os efeitos de longo prazo desses tratamentos. “Trata-se de uma resolução construída com responsabilidade científica e social”, afirmou o relator do texto, Raphael Cãmara, em nota oficial do conselho.


A mudança já provocou reações de entidades médicas, movimentos sociais e do Ministério Público Fedral (MPF), que entrou com um pedido de suspensão imediata da norma. Na solicitação, apresentada em 25 de junho, o MPF argumenta que a medida viola direitos fundamentais à saúde e a identidade de gênero e pede a aplicação de multa de R$ 3 milhões ao CFM por danos morais coletivos.


O caso também é alvo de uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Cristiano Zanin.


Para os pesquisadores da USP, a restrição imposta pelo CFM tende a agravar o sofrimento de jovens trans em processo de afirmação de gênero e pode incentivar o uso de hormônios de forma clandestina, sem acompanhamento médico.


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https://jornalismodigitaldf.com.br/usp-critica-norma-do-cfm-que-proibe-terapia-hormonal-a-jovens-trans/?fsp_sid=163281
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USP critica norma do CFM que proíbe terapia hormonal a jovens trans

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Pesquisadores ligados à Universidade de São Paulo (USP) publicaram, nessa segunda-feira (1º/7), um artigo na revista Nature com críticas à resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que proíbe o uso de bloqueadores hormonais em crianças e adolescentes trans.


No artigo, intitulado O retrocesso global do cuidado, da ciência e dos direitos transgêneros, o grupo classifica a medida como parte de um movimento global de retrocesso nos direitos da população trans e alerta para os riscos à saúde física e mental desses jovens.



 Resolução nº 2.427/2024



  • Nova resolução do CFM proíbe bloqueadores hormonais antes dos 18 anos.

  • Cientistas da USP criticam medida em artigo na revista Nature.

  • Pesquisadores afirmam que a proibição pode afetar a saúde física e mental de jovens trans.

  • Ministério Público Federal (MPF) e entidades acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF) contra a resolução do CFM.



O texto assinado pelos pesquisadores Igor Longobardi, Bruna Caruso Mazzolani, Hamilton Roschel, Bruno Gualano e Alexandre Saadeh ressalta que a Resolução CFM nº 2.427/2024 representa um rompimento com diretrizes anteriores da própria autarquia e vai na contramão das práticas recomendadas por sociedades médica internacionais.


Em vigor desde abril, a nova regra revoga a Resolução nº 2.265/2019, que autorizava o bloqueio da puberdade a partir do estágio inicial do desenvolvimento sexual, conhecido como estágio Tanner 2, e a terapia hormonal cruzada a partir dos 16 anos. Ela também aumenta para 21 anos a idade mínima para a realização de cirurgias de redesignação sexual, antes permitida a partir dos 18.


“A resolução anterior autorizava a prática a partir do início da puberdade exclusivamente em caráter experimental dentro de protocolos rígidos de pesquisa em hospitais universitários e/ou de referência para o Sistema Único de Saúde (SUS). Agora, porém, não é mais permitida nem mesmo dentro de estudos”, escreveram os autores no artigo.



Leia também



A decisão do CFM é defendida por seus representantes como uma medida de cautela diante do que classificam como “ baixa evidência científica” sobre os efeitos de longo prazo desses tratamentos. “Trata-se de uma resolução construída com responsabilidade científica e social”, afirmou o relator do texto, Raphael Cãmara, em nota oficial do conselho.


A mudança já provocou reações de entidades médicas, movimentos sociais e do Ministério Público Fedral (MPF), que entrou com um pedido de suspensão imediata da norma. Na solicitação, apresentada em 25 de junho, o MPF argumenta que a medida viola direitos fundamentais à saúde e a identidade de gênero e pede a aplicação de multa de R$ 3 milhões ao CFM por danos morais coletivos.


O caso também é alvo de uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Cristiano Zanin.


Para os pesquisadores da USP, a restrição imposta pelo CFM tende a agravar o sofrimento de jovens trans em processo de afirmação de gênero e pode incentivar o uso de hormônios de forma clandestina, sem acompanhamento médico.


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Vacinação infantil: confira 3 mitos e verdades sobre a vacina BCG

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A conhecida “marquinha” que a maioria dos brasileiros possui no braço é fruto da vacina BCG. O imunizante é essencial no combate à tuberculose, uma doença contagiosa que pode levar à morte, e deve ser aplicado em bebês logo ao nascer. Esse grupo possui menor imunidade e corre grande risco de ser infectado pelo Mycobacterium tuberculosis, o bacilo de Koch, e ter complicações.



Leia também



“A vacina BCG está disponível no Brasil desde 1976. Atualmente o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza sua dose, que deve ser tomada a partir do nascimento e até a criança completar 5 anos”, explica Bruno Henrique Mendonça, coordenador do curso de Enfermagem do Centro Universitário Anhanguera.


Leia a notícia completa no portal Correio 24 horas, parceiro do Metrópoles.


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A conhecida “marquinha” que a maioria dos brasileiros possui no braço é fruto da vacina BCG. O imunizante é essencial no combate à tuberculose, uma doença contagiosa que pode levar à morte, e deve ser aplicado em bebês logo ao nascer. Esse grupo possui menor imunidade e corre grande risco de ser infectado pelo Mycobacterium tuberculosis, o bacilo de Koch, e ter complicações.



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“A vacina BCG está disponível no Brasil desde 1976. Atualmente o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza sua dose, que deve ser tomada a partir do nascimento e até a criança completar 5 anos”, explica Bruno Henrique Mendonça, coordenador do curso de Enfermagem do Centro Universitário Anhanguera.


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Alunos da rede pública do DF recebem ouro na Olimpíada Brasileira de Matemática – Secretaria de Estado de Educação

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Cerimônia nacional, realizada nesta segunda (30), no Rio de Janeiro, reuniu 683 medalhistas de ouro de todo o país



Por Giordano Bazzo, Ascom/SEEDF


 


Os medalhistas do DF na 19ª OBMEP, no Rio de Janeiro. Da esquerda para a direita: Pedro Vitor, Emanuel de Melo Nogueira, Pedro Emanuel de Oliveira Braga, Felipe Gabriel Moura Magalhães e Miguel Francisco Caputo Almeida | Foto: Divulgação/OBMEP.


 


Cinco estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal conquistaram medalha de ouro na 19ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), em 2024. A cerimônia nacional de premiação foi realizada nesta segunda-feira (30), no Rio de Janeiro, e reuniu 683 medalhistas de ouro de todos os estados brasileiros e do DF para a entrega das condecorações.


 


A solenidade contou com a presença da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos; do ministro da Educação, Camilo Santana; e do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. A celebração incluiu ainda um jantar de boas-vindas para os participantes, sorteio de brindes, salão de jogos e uma palestra com o cientista de projetos do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), Lucas Nissenbaum.


 



A diretora do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Polivalente, na Asa Sul, Áurea Satomi Sone, marcou presença no evento e prestigiou a vitória do aluno Miguel Francisco, de 13 anos. “Recebi com muita alegria o convite do Miguel para participar da premiação e me sinto honrada e emocionada em celebrar com ele este momento tão especial. É um presente para a comunidade escolar do CEF Polivalente”, declarou a diretora.


 


A mãe do estudante, Luciana Leite Caputo, também manifestou sua satisfação com a conquista do filho. “Estou muito feliz pelo Miguel, por ele participar desse evento maravilhoso, que abre tantas portas para os alunos. É uma experiência riquíssima, uma oportunidade fantástica, tanto no conhecimento e aprendizado quanto na troca de experiências com alunos de todo o país”, disse.


 


Miguel Francisco não escondeu a emoção ao participar da cerimônia: “É uma experiência única que a matemática pode nos proporcionar. Mesmo sendo vista como um ‘bicho de sete cabeças’, a disciplina é muito importante e vale a pena. Estou muito feliz pelo meu desempenho!”, declarou o estudante do 8º ano do ensino fundamental.


 


Da esquerda para a direita: Áurea Satomi Sone, Miguel Francisco Caputo Almeida e Luciana Leite Caputo | Foto: Divulgação/OBMEP.


Maior olimpíada científica do país

 


A OBMEP é a maior olimpíada científica do Brasil, com mais de 18,5 milhões de estudantes participantes. A competição é promovida pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e realizada anualmente para estudantes do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio.


 


Os medalhistas nacionais da OBMEP podem participar do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIC), que oferece aulas avançadas de matemática. Estudantes de escolas públicas que integram o programa recebem uma bolsa mensal de R$ 300, concedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).


 


Segundo Marcelo Viana, diretor-geral do IMPA, “há 20 anos a OBMEP alcança quase a totalidade do território nacional, identificando talentos e incentivando o gosto pelo aprendizado da matemática”. No IMPA Tech, graduação do instituto, 80% das vagas são destinadas a medalhistas de olimpíadas do conhecimento.


 


Além das medalhas de ouro, a 19ª edição da OBMEP distribuiu 1.962 medalhas de prata, 5.851 de bronze e 51.002 menções honrosas, além das premiações estaduais. As cerimônias de entrega são organizadas regionalmente.


 


Medalhistas do DF




















Emanuel de Melo Nogueira – CEM 01 de Sobradinho – 1ª série
Felipe Gabriel Moura Magalhães – CEF 201 de Santa Maria – 9º ano
Pedro Vitor Fernandes Soares – CEF 201 de Santa Maria – 8º ano
Pedro Emanuel de Oliveira Braga – CEF 01 do Guará – 8º anoResultado
Miguel Francisco Caputo Almeida – CEF Polivalente – 8º anoPremiação

 








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Alunos da rede pública do DF recebem ouro na Olimpíada Brasileira de Matemática – Secretaria de Estado de Educação

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Cerimônia nacional, realizada nesta segunda (30), no Rio de Janeiro, reuniu 683 medalhistas de ouro de todo o país



Por Giordano Bazzo, Ascom/SEEDF


 


Os medalhistas do DF na 19ª OBMEP, no Rio de Janeiro. Da esquerda para a direita: Pedro Vitor, Emanuel de Melo Nogueira, Pedro Emanuel de Oliveira Braga, Felipe Gabriel Moura Magalhães e Miguel Francisco Caputo Almeida | Foto: Divulgação/OBMEP.


 


Cinco estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal conquistaram medalha de ouro na 19ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), em 2024. A cerimônia nacional de premiação foi realizada nesta segunda-feira (30), no Rio de Janeiro, e reuniu 683 medalhistas de ouro de todos os estados brasileiros e do DF para a entrega das condecorações.


 


A solenidade contou com a presença da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos; do ministro da Educação, Camilo Santana; e do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. A celebração incluiu ainda um jantar de boas-vindas para os participantes, sorteio de brindes, salão de jogos e uma palestra com o cientista de projetos do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), Lucas Nissenbaum.


 



A diretora do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Polivalente, na Asa Sul, Áurea Satomi Sone, marcou presença no evento e prestigiou a vitória do aluno Miguel Francisco, de 13 anos. “Recebi com muita alegria o convite do Miguel para participar da premiação e me sinto honrada e emocionada em celebrar com ele este momento tão especial. É um presente para a comunidade escolar do CEF Polivalente”, declarou a diretora.


 


A mãe do estudante, Luciana Leite Caputo, também manifestou sua satisfação com a conquista do filho. “Estou muito feliz pelo Miguel, por ele participar desse evento maravilhoso, que abre tantas portas para os alunos. É uma experiência riquíssima, uma oportunidade fantástica, tanto no conhecimento e aprendizado quanto na troca de experiências com alunos de todo o país”, disse.


 


Miguel Francisco não escondeu a emoção ao participar da cerimônia: “É uma experiência única que a matemática pode nos proporcionar. Mesmo sendo vista como um ‘bicho de sete cabeças’, a disciplina é muito importante e vale a pena. Estou muito feliz pelo meu desempenho!”, declarou o estudante do 8º ano do ensino fundamental.


 


Da esquerda para a direita: Áurea Satomi Sone, Miguel Francisco Caputo Almeida e Luciana Leite Caputo | Foto: Divulgação/OBMEP.


Maior olimpíada científica do país

 


A OBMEP é a maior olimpíada científica do Brasil, com mais de 18,5 milhões de estudantes participantes. A competição é promovida pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e realizada anualmente para estudantes do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio.


 


Os medalhistas nacionais da OBMEP podem participar do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIC), que oferece aulas avançadas de matemática. Estudantes de escolas públicas que integram o programa recebem uma bolsa mensal de R$ 300, concedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).


 


Segundo Marcelo Viana, diretor-geral do IMPA, “há 20 anos a OBMEP alcança quase a totalidade do território nacional, identificando talentos e incentivando o gosto pelo aprendizado da matemática”. No IMPA Tech, graduação do instituto, 80% das vagas são destinadas a medalhistas de olimpíadas do conhecimento.


 


Além das medalhas de ouro, a 19ª edição da OBMEP distribuiu 1.962 medalhas de prata, 5.851 de bronze e 51.002 menções honrosas, além das premiações estaduais. As cerimônias de entrega são organizadas regionalmente.


 


Medalhistas do DF




















Emanuel de Melo Nogueira – CEM 01 de Sobradinho – 1ª série
Felipe Gabriel Moura Magalhães – CEF 201 de Santa Maria – 9º ano
Pedro Vitor Fernandes Soares – CEF 201 de Santa Maria – 8º ano
Pedro Emanuel de Oliveira Braga – CEF 01 do Guará – 8º anoResultado
Miguel Francisco Caputo Almeida – CEF Polivalente – 8º anoPremiação

 








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