Crime da 113: linha do tempo mostra o que deve acontecer após STJ adiar julgamento

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O pedido de vista do ministro Sebastião Reis Júnior, presidente da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), rendeu um novo capítulo ao caso que envolve Adriana Villela, acusada de ser mandante do triplo homicídio conhecido como o Crime da 113 Sul. Por mais 90 dias, não se sabe se a arquiteta condenada a 61 anos de prisão será de fato presa ou se terá a anulação do júri que determinou sua sentença.


O caso se arrasta há 16 anos da data do crime e há, seis, da sessão que se tornou a mais longa da história do Distrito Federal. Relembre os passos do crime, da investigação e da Justiça que resultam nessa mirabolante história de uma das áreas mais nobres de Brasília.


O crime


Em 28 de agosto de 2009, os corpos do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela; a esposa dele, a advogada Maria Carvalho Villela; e Francisca Nascimento Silva, que trabalhava para a família foram encontrados no apartamento onde moravam na 113 Sul. Todos estavam em estado avançado de decomposição, e as vítimas foram mortas dentro de casa, com ao menos 73 facadas.


Ao longo das investigações, a polícia identificou três suspeitos: Leonardo Campos Alves, ex-porteiro do prédio; Paulo Cardoso Santana, sobrinho do ex-porteiro; e Francisco Mairlon, suposto comparsa de Leonardo. O trio denunciou Adriana como a mandante dos homicídios.


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Crime da 113 Sul: último dia de julgamento de Adriana Villela
Adriana foi condenada pela morte dos pais e de funcionária da família
O crime ocorreu em 2009 e o julgamento aconteceu 10 anos depois, em 2019
Caso ficou conhecido como Crime da 113 Sul
A 1ª Turma Criminal da Justiça do Distrito Federal reduziu a pena de reclusão de 67 a 61 anos
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Adriana Vilella foi levada a júri 10 anos após o crime da 113 Sul

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Crime da 113 Sul: último dia de julgamento de Adriana Villela

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Adriana foi condenada pela morte dos pais e de funcionária da família

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O crime ocorreu em 2009 e o julgamento aconteceu 10 anos depois, em 2019

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Caso ficou conhecido como Crime da 113 Sul

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A 1ª Turma Criminal da Justiça do Distrito Federal reduziu a pena de reclusão de 67 a 61 anos

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Adriana recorreu da condenação

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Ele trabalhava como porteiro do prédio dos Villela, na 113 Sul

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Leonardo Campos é acusado de receber dinheiro de Adriana Villela para esfaquear o casal e a empregada

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Paulo Santana

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André Borges/Esp. Metrópoles

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios apontou que o crime foi causado pelas desavenças financeiras entre a filha e o pai. Na versão do MP, Leonardo teria recebido dinheiro para simular um assalto na casa da família, antes de matar as vítimas a facadas. Em depoimento, Paulo ainda disse que Adriana esteve no local do crime com os executores.


A defesa de Adriana, contudo, alega que ela é inocente; que o crime foi um latrocínio e que as investigações falharam ao não considerar os álibis da arquiteta que a deixariam distante do local do crime no fatídico dia.


Condenada pelo Júri


As duas versões foram levadas ao Tribunal do Júri de Brasília em 2019 em um julgamento que durou 10 dias e mais de 100 horas, sendo o mais longo da história do Distrito Federal.


A pena total foi fixada em 67 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial fechado. Logo após a sentença, os advogados entraram com um recurso.



Recurso no TJDFT


Em 2022, três anos após a sentença do júri, a 1ª Turma Criminal do TJDFT analisou o primeiro recurso do caso. A defesa questionava a isenção do júri, já que uma das juradas teria feito críticas ao advogado de Adriana.


Outro ponto questionado foi o do cerceamento da defesa, já que só tiveram acesso a vídeos dos depoimentos no sétimo dia de julgamento. Os dois argumentos também foram usados pela defesa na sessão dessa terça-feira, no Superior Tribunal de Justiça (STJ).


Por unanimidade, os desembargadores decidiram manter a acusação, mas reduziram a pena para 61 anos e três meses.


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Ministro Rogerio Schietti Cruz, relator do recurso de Adriana Villela no STJ
Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, advogado de Adriana Villela
Kakay se mostrou otimista após fim da sessão
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Sexta Turma do STJ julga recurso de Adriana Villela

Gustavo Lima/STJ
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Ministro Rogerio Schietti Cruz, relator do recurso de Adriana Villela no STJ

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Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, advogado de Adriana Villela

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Kakay se mostrou otimista após fim da sessão

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Promotor de Justiça Marcelo Leite

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Carolina Villela, filha de Adriana Villela, também acompanhou o julgamento

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Carolina Villela, filha de Adriana Villela, chega ao STJ para acompanhar julgamento do recurso da mãe

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Carolina Villela, filha de Adriana Villela, chega ao STJ para acompanhar julgamento do recurso da mãe

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Promotor de Justiça Marcelo Leite

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Promotor de Justiça Marcelo Leite

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Recurso no STJ


Em seguida, a defesa requereu ao STJ a anulação do júri — alegando que houve parcialidade de uma das juradas; e que a investigação foi desastrosa e não considerou provas que inocentariam Adriana Villela. O pedido ficou parado na Corte Superior até este ano.


Pedido de prisão imediata


Em outubro de 2024, após a publicação do acórdão da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que validou a execução imediata de pena imposta por Tribunal do Júri a condenados, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) requereu a mesma medida para Adriana. Porém, o pedido foi inicialmente protocolado no TJDFT. Em novembro, a Corte declinou a competência para o STJ.


No STJ, a questão da prisão foi juntada ao Recurso Especial que analisava a nulidade do júri da arquiteta. A matéria foi avaliada pela Sexta Turma nessa terça-feira (11/3).


O julgamento no STJ


O caso foi o primeiro a ser analisado pelo colegiado nessa terça. Primeiro, a defesa de Adriana, representada por Antônio Carlos de Almeida Castro (Kakay), fez a sustentação oral. Kakay chamou o processo de “escatológico” e relembrou, ainda, a inconsistência dos depoimentos dos autores do crime, Leonardo Campos Alves, e o sobrinho dele, Paulo Cardoso Santana.


Kakay diz que processo de Adriana Villela é “escatológico”: “Inocente”


Já a acusação, representada pelo promotor de Justiça Marcelo Leite disse que Adriana “era capaz, era agressiva, tinha motivo dentro da mente macabra” para mandar matar os pais.


Acusação sobre Adriana Villela: “Tinha motivo em sua mente macabra”


O relator foi o ministro Rogerio Schietti Cruz. Ele votou pela rejeição do recurso e consequente manutenção da condenação da arquiteta. O magistrado também foi favorável ao pedido do Ministério Público para prisão imediata de Adriana Villela.


Em seguida, o ministro Sebastião Reis Júnior pediu vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso. O prazo é de 60 dias, prorrogável por mais 30 dias. Assim, o julgamento deve ser retomado em até três meses.


E agora?


Agora, os envolvidos devem esperar o retorno do caso à pauta do STJ. O relator tem até 90 dias para retomar a análise. Quando o colegiado voltar ao assunto, outro ministro pode pedir vista novamente — a última permitida. Ainda faltam quatro magistrados votarem.


Após o julgamento dessa terça, Kakay afirmou que ainda está otimista quanto ao resultado final. Ele ainda antecipou que a defesa da arquiteta já procurou o Supremo Tribunal Federal (STF).


“Na mesma época que encontramos com o Recurso Especial , que já está admitido. Então, de qualquer maneira, nós vamos ao STF”, relatou.


O promotor não quis comentar o pedido de vista.





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“Black Friday” do 1º semestre: saiba tudo sobre o Dia do Consumidor

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Comemorado em 15 de março, o Dia do Consumidor é tratado pelo comércio como a “Black Friday” do primeiro semestre, pois é quando as empresas têm a oportunidade de impulsionarem as vendas e conquistarem novos clientes com descontos.


Nesta semana, algumas empresas, em especial as marketplaces, começaram a oferecer promoções e transformaram o evento em Semana do Consumidor ou até mesmo Mês do Consumidor.




Dia do Consumidor



  • O Dia do Consumidor é comemorado em todo o mundo em 15 de março. A data foi criada nos Estados Unidos em 1962 pelo então presidente John F. Kennedy, mas só se consolidou na década de 1980, com o reconhecimento pela Organização das Nações Unidas (ONU).

  • A data foi escolhida para fortalecer a economia e destacar a importância dos direitos dos consumidores.

  • No Brasil, o cidadão está amparado pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC).

  • Nos últimos anos, com a expansão do comércio eletrônico impulsionado pela pandemia e pela digitalização, a data ganhou ainda mais relevância.

  • Muitos varejistas começam a oferecer descontos no início de março e estendem as promoções por todo o mês.




Em 2024, as vendas relativas ao momento atingiram R$ 602,8 milhões, segundo a Neotrust Confi. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) tem expectativa positiva para 2025, apesar dos desafios econômicos, como a inflação.



A data vem após dois meses recheados de gastos no início do ano (como IPTU, IPVA, compras escolares e férias). Ainda assim, é considerada uma das melhores no primeiro semestre, principalmente, para o comércio eletrônico.


O momento também acende alertas para golpes virtuais, em razão do alto fluxo de informações pessoais e de cartões em circulação na rede.




Como aproveitar os descontos sem cair em golpes



  • Pesquise produtos e preços. Antes de ceder à qualquer oferta, lembre-se de avaliar se a compra é realmente necessária. Caso positivo, pesquise sobre o produto em diversos sites e em lojas físicas, para ter referências sobre as faixas de preço. O ideal é se munir de informações e ofertas semelhantes para de fugir de possíveis “promoções milagrosas”, que costumam ser sinônimos de fraudes.

  • Use Wi-Fi privado. Especialistas recomendam que o consumidor evite utilizar redes de Wi-Fi públicas ou redes compartilhadas para compras, e fuja de links com direcionamento para compra. A criação de “senhas fortes”, com caracteres especiais, números e letras maiúsculas também é recomendada.

  • Verifique a reputação dos fornecedores. Outro ponto fundamental é verificar se os fornecedores têm uma boa reputação, são bem avaliados, têm um site confiável — caso seja compra on-line — e oferecem um bom atendimento. Pesquise sobre a credibilidade da empresa em sites especializados e confira se há eventuais reclamações sobre falhas na entrega, na qualidade dos produtos ou em outros serviços.

  • Domínio e selos de segurança. Lembre-se de prestar atenção às informações do site: como endereço físico e CNPJ. Analise se estão disponíveis o número de telefone, e-mail ou chat on-line para esclarecimento de dúvidas. É conveniente, inclusive, buscar por selos de segurança.

  • Atenção às políticas de uso de dados das empresas. Dados de cartão e pessoais são tratados no direito como bens transacionáveis com valor econômico, irregularmente comercializados por alguns fornecedores. Portanto, esteja sempre atento.

  • Priorize compras à vista. No contexto atual, compras no cartão de crédito parceladas a médio e longo prazo podem representar dores de cabeça ainda mais longas.




Pix


O Pix consolidou-se como a forma de pagamento preferida pelos consumidores, representando 29,9% das transações no Dia do Consumidor em 2024, de acordo com a Neotrust.


A Fecomercio-SP recomenda o oferecimento de descontos diferenciados para quem optar por essa modalidade de pagamento, que além de ágil, tem custos menores se comparados aos do cartão de crédito ou débito. O Pix também ajuda a reforçar o caixa da empresa, recomenda a federação.


*Com informações de reportagem publicada no Metrópoles em 15/03/2023.






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Vila Cultural Cora Coralina inaugura coletiva “Corpo Casa”

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A Vila Cultural Cora Coralina inaugura, nesta quinta-feira (13/03), às 19 horas, a coletiva Corpo Casa, com obras das artistas Lais Rocha, Mah Ferreira, Heloísa Lemos, Thayssa Alarcão e Verônica Santana. A mostra, produzida pelo coletivo Arapuá, explora o corpo feminino como espaço simbólico de pertencimento, resistência e memória.


A exposição está instalada na Sala Sebastião Barbosa e fica em cartaz até 14 de abril.


O lançamento da coletiva no mês dedicado às discussões em torno do feminino reforça a relevância da curadoria, pois a proposta de Corpo Casa rompe com estereótipos de suavidade e delicadeza frequentemente associados a temas relacionados às mulheres, destacando a força, visceralidade e imponência que permeiam suas vivências e expressões.


A mostra também propõe responder à provocativa questão: Onde estão as mulheres na arte?


A exposição reúne diversas linguagens artísticas, como pintura, gravura, performance e vídeo, que convidam o público a uma reflexão profunda sobre o feminino e suas múltiplas facetas. Essas obras abordam questões identitárias, sociais e históricas que moldam as vivências das mulheres, promovendo um circuito sensorial e reflexivo.


Da força das performances ao cuidado detalhado das gravuras, a exposição conduz os visitantes por narrativas singulares que, ao mesmo tempo, apresentam conexões entre si.



Vila Cultural Cora Coralina inaugura coletiva “Corpo Casa”
Obra de Thaysa Alarcão é um dos destaques de Corpo Casa (Foto: Divulgação)


Como parte da agenda da exposição, serão realizadas rodas de conversa entre as artistas, a equipe de produção e docentes da FAV/UFG. O objetivo é estimular os debates sobre o papel das mulheres nas artes visuais e na sociedade contemporânea.


Mais detalhes serão divulgados em breve no perfil da Vila Cultural no Instagram.


A Vila Cultural Cora Coralina é uma unidade da Secretaria de Estado da Cultura de Goiás (Secult) destinada a exposições de curta e média duração, além de eventos multiculturais diversos.


Em março, a Vila Cultural funcionará de segunda-feira a sábado. É permitida a entrada de visitantes das 9 às 16 horas, pois a unidade fecha às 17 horas. A entrada é gratuita e animais de estimação são bem-vindos, desde que devidamente encoleirados.


As artistas



Exposição Casa Corpo
Gravura de Heloisa Lemos compõe a exposição (Foto: Divulgação)


Heloísa Lemos – Trabalha com pintura e gravura, abordando dualismo, o feminino e a cultura de Goiás. Atuou como curadora, produtora e monitora em diversas exposições. 


Thaysa Alarcão – Pesquisa o corpo-casa, memórias e identidade, explorando autorretratos e poéticas autobiográficas. Participou de exposições como o Salão de Arte Contemporânea de Formosa (2023). 


Laís Rocha (Aloisam) – Artista de pintura e gravura, retrata seu inconsciente com cores e texturas. Intensificou a produção na pandemia, usando a arte como refúgio.


Mah Ferreira (Mariana Herculano) – Explora corpo, identidade e feminino em mídias diversas. Aborda memórias e questões sociais com ênfase no autoconhecimento e pertencimento. 


Verônica Santana – Trabalha com performance e pintura, focando na memória trans, corpo humano e religiosidade, criando diálogos sobre vivências trans.


Serviço


Exposição Corpo Casa 


Artistas Lais Rocha, Caroline Lima, Heloísa Lemos, Thayssa Alarcão e Verônica Santana


Abertura: Quinta-feira (13/03) – 19h


Período de visitação: até 13 de abril  


Local: Vila Cultural Cora Coralina 


Entrada gratuita 


Saiba mais


Cerrado e tropicalismo abrem murais temporários da Vila Cultural Cora Coralina


Vila Cultural Cora Coralina preenche agenda 2025 em tempo recorde






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Trump dobra tarifa para o Canadá e mercado global aprofunda queda

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Os mercados globais, que já iam mal, pioraram no fim da manhã desta terça-feira (11/3). O agravamento da queda ocorreu depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que dobrará a taxa de importação de todo o aço e alumínio importado do Canadá. Ele já havia imposto uma taxa de 25% para esses produtos. Agora, passou para 50%. A mudança e vale a partir desta quarta-feira (12/3).


Por volta das 11h30, em Nova York, o índice Dow Jones caía 1,03%, às 11 horas, o recuo era de 0,85%. O S&P 500 baixava 1,00%, ante 0,33% pouco antes, e o Nasdaq passou a desvalorizar 0,66%, depois de ter registrado leva alta de 0,16%.



A Bolsa brasileira (B3) também aprofundou a queda. Por volta das 12h15, o Ibovespa, o principal índice da B3, apresentava recuo de 1,04%, aos 123.253. Pouco antes disso, às 12 horas, ainda não havia chegado ao 1%, embora estivesse oscilando bastante.


 






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Trump dobra tarifa para o Canadá e mercado global aprofunda queda

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Os mercados globais, que já iam mal, pioraram no fim da manhã desta terça-feira (11/3). O agravamento da queda ocorreu depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que dobrará a taxa de importação de todo o aço e alumínio importado do Canadá. Ele já havia imposto uma taxa de 25% para esses produtos. Agora, passou para 50%. A mudança e vale a partir desta quarta-feira (12/3).


Por volta das 11h30, em Nova York, o índice Dow Jones caía 1,03%, às 11 horas, o recuo era de 0,85%. O S&P 500 baixava 1,00%, ante 0,33% pouco antes, e o Nasdaq passou a desvalorizar 0,66%, depois de ter registrado leva alta de 0,16%.



A Bolsa brasileira (B3) também aprofundou a queda. Por volta das 12h15, o Ibovespa, o principal índice da B3, apresentava recuo de 1,04%, aos 123.253. Pouco antes disso, às 12 horas, ainda não havia chegado ao 1%, embora estivesse oscilando bastante.


 






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“Dinheiro esquecido” soma R$ 8,9 bi em bancos; saiba como resgatar

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O Sistema de Valores a Receber (SVR) mostra que ainda há R$ 8,9 bilhões em “dinheiro esquecido” em bancos e instituições financeiras, segundo atualização mais recente do Banco Central (BC). O levantamento considera dados até janeiro.


O SVR é uma ferramenta do Banco Central que permite consultar se pessoas físicas, inclusive falecidas, e empresas têm valores “esquecidos” em bancos, consórcios ou outras instituições financeiras.


São 49,5 milhões de beneficiários. Desses, 45,5 milhões são pessoas físicas e 4 milhões são pessoas jurídicas (empresas). Eles respondem por R$ 6,8 bilhões e R$ 2,1 bilhões esquecidos em bancos, respectivamente.



Os bancos correspondem à maior parcela do dinheiro esquecido, com R$ 5,1 bilhões. Na sequência estão consórcio (R$ 2,3 bilhões), cooperativas (R$ 785,7 milhões) e instituições de pagamentos (R$ 423,4 milhões).


Mais de 31 milhões de pessoas, entre físicas e jurídicas, têm algum valor esquecido em bancos. Enquanto quase 8,3 milhões têm valores a receber de consórcios, e 7,9 milhões de instituições de pagamento.


Confira a faixa de dinheiro esquecido:



  • cerca de 36,8 milhões têm valores a receber até R$ 10.

  • 13,3 milhões esqueceram entre R$ 10,01 e R$ 100.

  • mais de 5,5 milhões têm valores de R$ 100,01 a R$ 1 mil.

  • quase 980 mil pessoas podem receber valores acima dos R$ 1 mil.


Ainda dá para sacar o dinheiro esquecido?


O prazo para sacar os valores acabou em 16 de outubro. A partir dessa data, os recursos esquecidos foram incorporados ao Tesouro Nacional. Porém, quem não conseguiu efetuar o saque ainda terá outras oportunidades para tentar pegar o dinheiro.


A mudança ocorreu porque, em setembro do ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou um projeto de lei que permite que o governo federal incorpore os recursos não sacados.


É aguardado a publicação de um edital para detalhar as regras para novas rodadas de saques, após a publicação do documento as empresas e pessoas físicas terão 30 dias para voltar a reivindicar o dinheiro esquecido. Depois desse período, haverá mais seis meses — a partir da publicação do edital — para pedir judicialmente os valores.


No caso de nos próximos 25 anos as pessoas físicas e jurídicas que têm direito ao dinheiro esquecido não fizerem a solicitação, ele será incorporado de forma definitiva ao patrimônio da União.


Como consultar o “dinheiro esquecido” no SVR?


Para fazer a consulta pública ao SVR, basta acessar a página valoresareceber.bcb.gov.br e informar o CPF e a data de nascimento da pessoa física ou o CNPJ e a data de criação da pessoa jurídica.


Imagem colorida de página para consultar valores a receber - Metrópoles


A partir de agora, só contas Gov.br nível prata ou ouro, que tenham a verificação em duas etapas habilitada, poderão entrar nos sistemas de Valores a Receber e do Registrato — sistema que possibilita a consulta de informações financeiras pessoais.


Segundo a autoridade monetária, a medida busca fortalecer a segurança dos usuários. “Com a configuração de acesso em duas etapas, o usuário aumenta a segurança dos seus dados e amplia a proteção de suas informações”, disse o BC.


Como habilitar a verificação em duas etapas:


Antes de mais nada, é preciso instalar o aplicativo Gov.br (disponível na Google Play e na App Store). A partir da habilitação, a pessoa usará um código único para autenticar cada acesso que fizer aos serviços que usam a conta Gov.br.


No primeiro acesso ao aplicativo, o dispositivo usado será vinculado à conta Gov.br do cidadão. Só pode haver um único dispositivo vinculado por vez. Também será necessária a realização da validação facial para configuração da verificação em duas etapas.





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Agehab entrega cartões e escrituras no Goiás Social Mulher

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A Agência Goiana de Habitação (Agehab) participa do Goiás Social Mulher, evento que teve início nesta segunda-feira (10/03), na Praça Cívica, em Goiânia, e que prossegue até sexta-feira (14/03), das 8 às 17h. 


Coordenado pela primeira-dama Gracinha Caiado, evento oferece mais de 40 serviços. A Agehab participa com a entrega de 416 cartões do Aluguel Social e 599 escrituras. 


“A cada ano que passa, esse evento toma uma proporção maior. Em 2024 nós atendemos 160 mil mulheres. Este ano, imagino que vamos superar os números e chegar a 250 mil”, projetou o governador Ronaldo Caiado durante a abertura do evento. 


Goiás Social Mulher


A ação é realizada pelo Governo de Goiás, em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado no último sábado (08/03). O evento integra o rol de ações do Goiás Social, política de combate à pobreza. Ao longo da semana, quem comparecer à estrutura montada na Praça Cívica terá acesso ao atendimento de 18 órgãos e unidades estaduais, além de parceiros. 


De acordo com o presidente da Agehab, Alexandre Baldy, o governo tem um olhar sensível voltado para as mulheres na área da habitação. Elas são 93% do público do Aluguel Social, totalizando 68.655 beneficiadas. Nas Casas a Custo Zero, as mulheres são 87%, com 2.725 unidades habitacionais direcionadas a elas. 


“Na área de regularização fundiária, o público feminino foi contemplado com 70% das escrituras, totalizando 3.574 titulares mulheres. Já no Crédito Parceria, elas são 60% do público, chegando a quase 14 mil moradias”, finaliza Baldy. 


O titular da Secretaria da Infraestrutura (Seinfra), Pedro Sales, cita um importante grupo de mulheres que é público-alvo permanente do Aluguel Social: as em situação de violência doméstica.


“Entendemos que o acesso à moradia reduz o ciclo de dependência econômica que vincula vítima e agressor, por isso esse grupo conta com edital permanente e a pessoa pode morar em qualquer um dos 246 municípios”, explica Sales.


Serviço
Entrega de cartões do Aluguel Social e escrituras em Goiânia durante Goiás Social Mulher
Data: 10 a 14/03, segunda a sexta-feira
Horário: das 8h às 17h 
Local: Praça Cívica, Centro, Goiânia-GO


Leia mais


Goiás Social Mulher oferta serviços e 10 mil empregos






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Sem celulares, escolas públicas apostam em atividades para a nova rotina dos alunos – Secretaria de Estado de Educação

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Com apoio das Regionais de Ensino, unidades instalam pontos de leitura e jogos para incentivar interação


Por Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira


 


O Centro Educacional Incra 8 atende em horário integral cerca de mil estudantes do ensino fundamental e médio em Brazlândia; foram instalados pontos de leitura e jogos de tabuleiro nos espaços em que os estudantes costumavam utilizar os aparelhos eletrônicos | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília


 


Desde a implementação da Lei nº 15.100/2025, que restringe o uso de celulares nas escolas da educação básica , instituições de ensino do Distrito Federal têm adotado estratégias para estimular a interação entre os alunos. Um dos exemplos é o Centro Educacional Incra 8, que atende em horário integral cerca de mil estudantes do ensino fundamental e médio em Brazlândia, onde foram instalados pontos de leitura e jogos de tabuleiro nos espaços em que os estudantes costumavam utilizar os aparelhos eletrônicos.


 


A diretora da unidade, Solange Pereira, explica que a iniciativa Leitura On surgiu da necessidade de melhorar a proficiência em leitura dos alunos, identificada por meio de indicadores como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). “Os estudantes já estavam acostumados a se reunir em locais com melhor sinal de wi-fi, só que depois da proibição dos celulares eles não tinham o que fazer ali. Então transformamos em um ambiente que incentiva a leitura para mostrar que existem outras formas de estar em outro mundo, que não necessariamente o celular”, afirma.


 


No novo cenário, é feito um monitoramento para inibir o uso dos aparelhos móveis, onde os alunos recebem orientações. Caso o estudante seja flagrado, os pais são comunicados sobre o ato; e, se o aluno insistir no uso, recebe uma advertência. “Foi difícil no começo, mas depois de eles perceberem que não era possível negociar, o foco nas aulas melhorou bastante, e a gente já consegue perceber a diferença. Deixamos claro que a retirada não é uma punição, mas uma maneira de cuidar da saúde mental e física dos alunos com a redução do tempo de tela, que já tem benefícios comprovados”, afirma a diretora.


 


Atenção e interação

“Agora, conseguimos reter melhor a atenção, eles participam mais e tiram dúvidas”, afirma o professor Welbet Menezes


A nova lei, sancionada em janeiro deste ano, veda o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais durante as aulas, recreios e intervalos, salvo em casos de necessidade ou uso pedagógico previamente planejado.O DF já possui legislação própria sobre o uso de tecnologias desde 2008, com a Lei nº 4.131 , que proíbe o uso de aparelhos celulares e eletrônicos pelos alunos das escolas públicas e privadas de educação básica da capital do país. Com o intuito de reforçar as diretrizes, a Secretaria de Educação divulgou uma circular em 7 de fevereiro, alinhada à nova regulamentação nacional.


 


Para os professores, a proibição aprimorou significativamente o aprendizado. Welbet Menezes, docente de inglês no CED Incra 8, observa um maior aproveitamento das aulas. “Os alunos estavam sempre distraídos com jogos, músicas e redes sociais. Agora, conseguimos reter melhor a atenção, eles participam mais e tiram dúvidas, coisa que eles não faziam tanto antes”, relata.


 


Claro que a medida não agradou a todos os alunos. Afinal, eles já estavam acostumados à facilidade da tecnologia na palma da mão 24h por dia. Mas muitos jovens já conseguem ver os prós além dos contras, como a estudante Ana Catarina Ribeiro Caldas, 17. Aluna do CED Incra 8, ela conta que a interação com os colegas aumentou e até novas amizades foram formadas nos últimos dias.


 


Ana Catarina Ribeiro Caldas, de 17 anos, aluna do CED Incra 8, conta que a interação com os colegas aumentou e até novas amizades foram formadas nos últimos dias


Com celulares, a gente usava os horários vagos para mexer no TikTok e nas redes sociais. Agora usamos o tempo livre para jogar dominó, conversar e realmente interagir. Antes ficava todo mundo no seu cantinho mexendo no celular”, relata. A jovem destaca que a medida também influenciou a dedicação na hora de fazer pesquisas e trabalhos escolares. “A gente via o celular como uma facilidade para pesquisar as respostas e ter menos trabalho para fazer redações, com a ajuda do Chat GPT e do Google. Agora temos que tirar tudo da nossa cabeça mesmo”, admite a estudante.


 


Ana acrescenta, ainda, que a escola implementou a medida com compreensão da necessidade dos alunos: “A coordenação foi bem organizada quanto a isso e não deixou a gente desamparada. Se precisarmos nos comunicar com nossos pais, por exemplo, é só ir até a coordenação, que nos auxiliam em tudo”.


 


Nessa linha, a Regional de Ensino de Brazlândia tem atuado junto às escolas, oferecendo suporte pedagógico e materiais para projetos que substituam o uso do celular. “A gente precisa entrar com o fato de que é uma lei que precisa ser cumprida, mas não basta apenas proibir. É essencial proporcionar atividades que estimulem os alunos de forma positiva, como estamos fazendo, além de um trabalho de sensibilização com conversas e escuta ativa”, afirma a coordenadora regional Neuseli Rodrigues.


 


Mudanças em casa

“Ela está mais focada nos estudos, não está preocupada com o celular e interagindo mais na vida real”, celebra Patrícia de Souza Rodrigues, mãe de uma aluna de 13 anos


 


Entre os pais, a nova regra também encontra apoio. Patrícia de Souza Rodrigues, 46, é mãe de uma aluna de 13 anos e percebeu até mesmo uma redução do tempo de tela em casa, além de uma melhora no rendimento escolar.Ela está mais focada nos estudos, não está preocupada com o celular e interagindo mais na vida real . Era tudo o que eu e outros pais queríamos”, celebra a agente comunitária de saúde.


 


Pai de outro estudante, o professor de judô Walter Teruo Saheki, 43, compartilha da mesma satisfação diante da medida: “Está mais que claro que os celulares atrapalham na sala de aula. Os alunos têm que focar em aprender o que o professor passa, sem tanto estímulo e distração das telas, e também saber se socializar, principalmente os adolescentes que levam o celular para todo lugar e estão vivendo o virtual e deixando de viver em sociedade, na vida real”.








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