Em noite apoteótica, Sophia Melo comemora os 15 anos com grande festa

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Inspirada no clássico tema de Moulin Rouge, a jovem Sophia Melo movimentou Brasília, na noite do último sábado (1/3), com uma festa de 15 anos apoteótica. Cerca de 300 pessoas compareceram à grande celebração, ocorrida no Unique Palace sob comando do cerimonialista César Serra.


Já na entrada, os convidados eram surpreendidos com um cenário deslumbrante. A decoração teatral, caprichada nos mínimos detalhes, entre tons de rosa e vermelho, se destacava entre os performers que recepcionavam os convidados.



Ao lado dos pais, Celestino Alves Pereira Neto e Aline Melo Franco, e das irmãs, Julia, Paula e Luana, Sophia cumprimentava cada pessoa com um sorriso irretocável no rosto. Simpática e muito emocionada, a aniversariante vivia um sonho.


“Sophia sempre gostou do universo teatral e musical, por isso o tema Moulin Rouge. Foi algo que partiu dela”, explica a mãe, Aline, à coluna Claudia Meireles.


A debutante Sophia Melo

Aline Melo Franco, Sophia Melo e Celestino Alves Pereira Neto

Decoração exuberante


Para a realização desse sonho, um time de peso se juntou e fez acontecer. Enquanto Maurício Cortes se encarregou do projeto, Luiz Pedro ficou responsável pela decoração. O resultado? Uma verdadeira e encantadora viagem à atmosfera parisiense do século XIX.


Pelo salão, diferentes espécies de flores formavam belíssimos arranjos, sempre respeitando a paleta de cores do evento. Lustres e velas iluminavam os ambientes, que comportavam tanto os adultos, entre as mesas de jantar, quanto os mais jovens e amigos de Sophia, que aproveitavam a pista de dança e lounges.


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O menu da noite agradou a todos os gostos. Além do jantar oferecido pelo Unique Buffet, várias ilhas com diferentes opções gastronômicas foram espalhadas pela casa de festas, o que incluía massas, hambúrgueres, pizzas, sushis, milkshakes e frutos do mar finalizados na hora.


Para adoçar, além da mesa de bombons repleta de docinhos assinados pelo chocolatier Gracco Magalhães, os convidados podiam se deliciar com três cascatas de chocolate de sabores distintos.


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mesa de doces

Wey Alves/Metropoles @weyalves_

Maximalista, o bolo de aniversário de dois metros desenvolvido por Tatiana Barros foi o maior já feito pela confeiteira.


O bolo

Pelo espaço, mais atrações se destacavam durante a celebração, como a pintura sob tela ao vivo do artista Zau Spínola, a máquina fotográfica polaroid e a plataforma rotatória de selfies.


Entrada da debutante


Perto da meia noite, Sophia teve seu momento de debutante ao se apresentar aos convidados descendo fascinantemente as escadas enquanto o grupo musical Broadway fazia uma performance emocionante. Ela recebeu o carinho dos pais e familiares que por ali estavam também.


Após a valsa e os “parabéns”, a aniversariante seguiu para a pista de dança onde deu um show de coreografia ao lado de um grupo de amigas. O momento rendeu muitos aplausos das pessoas que acompanharam a apresentação.


Logo depois, o DJ Shark chegou de surpresa na festa e assumiu as picapes da noite, lotando a pista e elevando ainda mais o astral do ambiente. Além de Shark, os DJs Fat Boy e DUMORERA integraram o line-up do evento.


“Sophia é a nossa caçula. Tudo foi sonhado desde quando ela tinha três anos, que foi quando ela viu as festas das irmãs mais velhas. Em resumo, isso tudo é um sonho”, declara Aline Melo Franco, mãe da debutante.


Assista aos melhores momentos da noite:



Confira os registros de Wey Alves:


Sophia com as irmãs, Julia de Melo Franco Fernandes, Paula Dantas Diedrichs Pereira e Luana Dantas Diedrichs Pereira

Apresentação musical

Performance momentos antes da entrada da debutante

Espetáculo inspirado em Moulin Rouge

Atores

Momento emocionou a todos

Performers

Entrada da debutante

Sophia Melo

Aniversariante recebe o carinho dos pais

Sophia dança a valsa com o pai, Celestino Alves Pereira Neto

A valsa

Momento de muita emoção

Violinista Bruno Arsky

Sophia com o pai, Celestino Alves Pereira Neto

Sophia dança com a avó materna, Wilma de Melo Franco

Sophia dança com a avó paterna, Rosemary Alves Pereira

Sophia dança com o primo Diogo José Alves de Almeida

Sophia dança com a mãe, Aline Melo de Franco

Momento dos “parabéns”

Declaração da mãe de Sophia

Brinde da família

Debutante com os pais e as irmãs

Dança de Sophia com as amigas

Amigos entram na dança

Apresentação ocorreu na pista de dança

Muita animação!

Sophia entre as amigas

DJ Shark

Festa animada

Cerimonialista César Serra

Gui Ribeiro e Gracco Magalhães

Cristiane Ferreira de Brito, Marcus Vinicius Franco de Oliveira, Wilma Maria José Ungarelli de Melo Franco, Andrea Franco e Wilma de Melo Franco

Julio e Cristiane Dias

Cleide Oliveira e Afonso Junior

Sara Moura, Julia de Melo Franco Fernandes e Ana Clara Soares

DJ Shark

Aécio e Alba Oliveira

Julia Nascimento, Maitê Floriano e Isadora Felix

Gabriela Miranda, Rafaela Braga, Leiliane Silva Bias e Eduarda Vitória

Luana Lacerda, Giovanna Almeida, Arthur Vilela, Heitor Ribeiro e João Aguiar

Julia de Melo Franco Fernandes, João Pedro Leal e Noemia Jacinto

Ruyter Ungarelli Borges, Rafael Ungarelli Borges e Mayla Grossi Borges

Bruno Cherulli, Carla Hamu, Naim Bittar, Cairo Bittar e Fernanda Bittar

 


Ana Patricia Hartmann e Ana Paula Machado

Zau Spínola

Paula Iamuck, Rogério Borges, Pollyana Ungarelli e Robson Ungarelli Borges

Luana Dantas, Nicole Ribeiro, Paula Dantas Diedrichs Pereira e Leyny Lopes

Wilma de Melo Franco, Wilma Maria José Ungarelli de Melo Franco e Sandra de Melo Franco

Tania Jacinto, Noemia Jacinto, João Pedro Leal e Julia de Melo Franco Fernandes

Isabel Mandai e Isadora Venturini

Luana Dantas e Isac D’Luca

Maria Helena Grossi, Kamilla Flores, Gabriela Flores e Bianca Cunha

Pintura de Sophia Melo

Serviço
Cerimonial: César Serra
Local: Unique Palace
Buffet: Unique Buffet
Vestidos: Fernando Peixoto
Sapatos: Daniel Valadares
Cabelo e Maquiagem: Gigi Sales
Doces e sobremesas: Gracco Magalhães
Bolo: Tatiana Barros Cake and Sweet
Bar: Duo Bar
Projeto: Mauricio Cortes
Decoração: Luiz Pedro
Louça: Celebrare
Forração: Cenário Eventos
Direção Artística, som, luz, LED e produção: Luigi Castagnaro
Show: Broadway
DJs: Shark, DUMORERA e Fat Boy
Violino: Bruno Arsky
Coreografia: Ana Carla Frazão
Foto e Vídeo: Plinio Ricardo
Manobristas: Shalon
Segurança: Vippim
Copeiras: Real Requinte


Para saber mais, siga o perfil de Vida&Estilo no Instagram.






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Escadas de acesso à bacia de detenção do Drenar DF ganham barreiras de proteção para segurança de visitantes

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As escadas de acesso à bacia de detenção do Drenar DF receberam guarda-corpos e corrimãos para garantir o conforto da população e evitar acidentes. As estruturas de passagem foram erguidas em 11 pontos ao redor do reservatório, próximo aos taludes, para permitir o acesso dos cidadãos ao espelho-d’água com segurança. As peças em aço galvanizado foram soldadas por empresa terceirizada. Os guarda-corpos têm altura de 1,2 metros, e os corrimãos foram instalados a 90 cm e 70 cm do solo, para serem acessível a todos.


Barreiras de proteção foram instaladas ao redor da bacia de detenção do Drenar DF para a prevenção de acidentes, seguindo determinação do Iphan | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília


Por sua vez, a bacia de detenção é protegida por gradis de aço galvanizado com 1,10 m de altura. O cercamento da área segue uma determinação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e já foi concluído. Também foram instaladas placas informativas advertindo sobre o perigo de ultrapassar a barreira, uma vez que o espelho-d’água não é próprio para banho.


O reservatório do Drenar DF tem capacidade para reter até 96 mil m³ de água, volume suficiente para abastecer 40 piscinas olímpicas. É a ponta final do Drenar DF, o maior programa de drenagem do Governo do Distrito Federal (GDF).


“A bacia será responsável por armazenar temporariamente a água da chuva, controlando o volume que é recebido pela rede de drenagem e enviando ao Lago Paranoá com mais qualidade. É um projeto estratégico que alia infraestrutura moderna a práticas sustentáveis”, afirma Izidio Santos, presidente da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap).


O reservatório do Drenar DF tem capacidade para reter até 96 mil m³ de água, volume suficiente para abastecer 40 piscinas olímpicas


Para abrandar o fluxo pluvial, o reservatório terá dissipadores na entrada e vertedores na saída. A água chegará por um túnel com diâmetro de 3,60 metros, enquanto a galeria que devolverá a água para a natureza tem 2,60 metros de diâmetro.



A qualidade do volume direcionado ao Lago Paranoá será garantida por meio do processo de decantação, que concentra os resíduos carregados pela chuva na estrutura, impedindo que cheguem ao corpo hídrico. Com isso, além de duplicar a rede de drenagem existente na Asa Norte, o Drenar DF também ajudará que o Lago Paranoá continue próprio para banho, práticas desportivas e de lazer. Atualmente, a balneabilidade do lago é considerada adequada em 95% de sua extensão.


Mais capacidade de drenagem


A rede de tubulação do Drenar DF começa na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha) e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras Norte 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte. O projeto duplicará a capacidade de escoamento da região sem modificar a rede existente, dando fim a enchentes recorrentes em todo o período de chuvas.


Além do projeto de captação de águas pluviais, o Drenar prevê a criação do Parque Urbano Internacional da Paz, que abrigará a bacia de detenção e uma praça. O projeto foi desenvolvido pela Terracap em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) conforme exigências do Iphan.


03/03/2025 - Escadas de acesso à bacia de detenção do Drenar DF ganham barreiras de proteção para segurança de visitantes










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https://jornalismodigitaldf.com.br/escadas-de-acesso-a-bacia-de-detencao-do-drenar-df-ganham-barreiras-de-protecao-para-seguranca-de-visitantes/?fsp_sid=119149
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Escadas de acesso à bacia de detenção do Drenar DF ganham barreiras de proteção para segurança de visitantes

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As escadas de acesso à bacia de detenção do Drenar DF receberam guarda-corpos e corrimãos para garantir o conforto da população e evitar acidentes. As estruturas de passagem foram erguidas em 11 pontos ao redor do reservatório, próximo aos taludes, para permitir o acesso dos cidadãos ao espelho-d’água com segurança. As peças em aço galvanizado foram soldadas por empresa terceirizada. Os guarda-corpos têm altura de 1,2 metros, e os corrimãos foram instalados a 90 cm e 70 cm do solo, para serem acessível a todos.


Barreiras de proteção foram instaladas ao redor da bacia de detenção do Drenar DF para a prevenção de acidentes, seguindo determinação do Iphan | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília


Por sua vez, a bacia de detenção é protegida por gradis de aço galvanizado com 1,10 m de altura. O cercamento da área segue uma determinação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e já foi concluído. Também foram instaladas placas informativas advertindo sobre o perigo de ultrapassar a barreira, uma vez que o espelho-d’água não é próprio para banho.


O reservatório do Drenar DF tem capacidade para reter até 96 mil m³ de água, volume suficiente para abastecer 40 piscinas olímpicas. É a ponta final do Drenar DF, o maior programa de drenagem do Governo do Distrito Federal (GDF).


“A bacia será responsável por armazenar temporariamente a água da chuva, controlando o volume que é recebido pela rede de drenagem e enviando ao Lago Paranoá com mais qualidade. É um projeto estratégico que alia infraestrutura moderna a práticas sustentáveis”, afirma Izidio Santos, presidente da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap).


O reservatório do Drenar DF tem capacidade para reter até 96 mil m³ de água, volume suficiente para abastecer 40 piscinas olímpicas


Para abrandar o fluxo pluvial, o reservatório terá dissipadores na entrada e vertedores na saída. A água chegará por um túnel com diâmetro de 3,60 metros, enquanto a galeria que devolverá a água para a natureza tem 2,60 metros de diâmetro.



A qualidade do volume direcionado ao Lago Paranoá será garantida por meio do processo de decantação, que concentra os resíduos carregados pela chuva na estrutura, impedindo que cheguem ao corpo hídrico. Com isso, além de duplicar a rede de drenagem existente na Asa Norte, o Drenar DF também ajudará que o Lago Paranoá continue próprio para banho, práticas desportivas e de lazer. Atualmente, a balneabilidade do lago é considerada adequada em 95% de sua extensão.


Mais capacidade de drenagem


A rede de tubulação do Drenar DF começa na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha) e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras Norte 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte. O projeto duplicará a capacidade de escoamento da região sem modificar a rede existente, dando fim a enchentes recorrentes em todo o período de chuvas.


Além do projeto de captação de águas pluviais, o Drenar prevê a criação do Parque Urbano Internacional da Paz, que abrigará a bacia de detenção e uma praça. O projeto foi desenvolvido pela Terracap em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) conforme exigências do Iphan.


03/03/2025 - Escadas de acesso à bacia de detenção do Drenar DF ganham barreiras de proteção para segurança de visitantes










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Projetos de lei do Senado regulamentam uso medicinal da cannabis — Senado Notícias

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Regulamentar o uso medicinal de produtos derivados da cannabis é tema de discussões no Legislativo. No Senado, o debate se dá em torno de quatro projetos de lei: PL 89/2023, do senador Paulo Paim (PT-RS); o PL 4.776/2019, de autoria do senador Flávio Arns (PSB-PR); o PL 5.511/2023, da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP); e o PL 5.158/2019, do senador Eduardo Girão (Podemos-CE).




Senado






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Aberta capacitação em transfusão de hemocomponentes para profissionais de saúde do DF

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A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) e a Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), por meio da Escola de Saúde Pública do DF (ESPDF), lançam curso online voltado à capacitação de profissionais da área de hemoterapia. Intitulado “Transfusão de Hemocomponentes: da Captação à Hemovigilância”, o curso é livre, autoinstrucional e oferece certificação de 36 horas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 27 de junho, de forma online.


De acordo com a diretora da Hemorrede do Hemocentro de Brasília e uma das idealizadoras do curso, Bárbara Berçot, a iniciativa representa um avanço na qualificação dos profissionais que atuam com hemoterapia e segurança transfusional. “Este curso foi desenvolvido com extremo cuidado e dedicação, resultado de parceria e esforços conjuntos. Ele representa um marco significativo para a hemoterapia e para a segurança das transfusões no Distrito Federal, proporcionando atualização profissional e ampliando o alcance para as equipes de saúde, por meio da educação a distância”, explica.



Entre os temas abordados no curso estão os hemocomponentes disponibilizados à rede pública do DF e procedimentos de solicitação de hemocomponentes | Foto: Divulgação/FHB



A diretora-executiva da Fepecs, Inocência Rocha, enfatizou a importância da parceria entre as duas fundações para que o curso fosse viabilizado. “O resultado desse produto é uma soma de esforços. É um orgulho para nós fazer parte dessa parceria por meio da ESPDF. O curso ficou muito bem-estruturado, e o Hemocentro se apresenta como pioneiro na formação e treinamento dos profissionais que trabalham com hemocomponentes e hemoderivados”, destacou.


O curso aborda temas essenciais para a segurança transfusional e o uso adequado de hemocomponentes, divididos em módulos que incluem introdução à hemoterapia, captação intra-hospitalar de doadores, produção de hemocomponentes, hemocomponentes disponibilizados à rede pública do DF, Pacient Blood Management (PBM), fluxos e procedimentos de solicitação de hemocomponentes e preparo para a instalação do hemocomponente, entre outros.


Para obter o certificado, os participantes devem concluir todas as aulas disponíveis no ambiente virtual, atingir o mínimo de 70% de acertos em todas as avaliações de conhecimento e preencher o questionário de satisfação do curso.


*Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília e da Fepecs






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Wagner Moura sobre personagem de nova série: “O mais vulnerável”

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Prestes a estrear em mais uma produção internacional, Wagner Moura refletiu sobre como seu novo personagem é complexo e cheio de camadas, enquanto tenta quebrar um ciclo vicioso envolvido com drogas e crime. Ladrões de Droga é uma nova série da Apple TV+ estrelada por Brian Tyree Henry e Wagner Moura, que acompanha a jornada de dois amigos metidos em uma guerra com um grande esquema de tráfico de drogas.


Baseada no livro homônimo de Dennis Tafoya, a série foi criada e produzida por Peter Craig (The Batman, Top Gun: Maverick) e Ridley Scott (Gladiador, Blade Runner), ambos indicados ao Oscar, além de contar com a produção de Brian Tyree Henry.



Com estreia marcada para o dia 14 de março, a trama acompanha a jornada dos amigos Rey (Tyree Henry) e Manny (Wagner), que se disfarçam de agentes da DEA (órgão federal dos Estados Unidos para controle e repressão de narcóticos) para roubar pequenos traficantes. Os dois se veem no meio de uma guerra, à medida que expõem e desmantelam um esquema de produção de drogas.


2 imagens

Wagner Moura como Manny em Ladrões de Drogas, da Apple TV+

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Brian Tyree Henry e Wagner Moura como Rey e Manny em Ladrões de Drogas

Divulgação/Apple TV+
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Wagner Moura como Manny em Ladrões de Drogas, da Apple TV+

Divulgação/Apple TV+

Em entrevista ao Metrópoles, Wagner destacou que Manny é um dos personagens mais vulneráveis que ele interpretou na carreira, destacando que os personagens principais são um preto e um latino, envolvidos numa questão de tráfico de drogas, mas que buscam romper esse ciclo.


“Ele talvez seja o personagem mais vulnerável que eu já fiz. Apesar de ser uma série que acontece muita coisa e ser muito violenta, ela é uma série que apresenta dois personagens que são a antítese do machão do cinema de ação americano”, destacou o ator.


Um dos pontos mais importantes da série é a relação entre Rey e Manny. Para o ator, o personagem tem uma jornada complexa de entender que precisa sair da vida que eles levam. “Só que pra poder escapar desse ciclo de alguma forma, ele tem que romper a relação dele com o Rey, que é a única família que ele tem”, explica.


Ao falar sobre os desafios de viver Manny na série, Wagner o descreveu como um “fio desencapado de emoção” e que é de “emoção o tempo inteiro”, mas que ao mesmo tempo ele sente que é muito bonito e revela que tem muito amor pelo personagem.


“O Manny não é um personagem racional, não é um personagem de estratégia ou de pensamento. Ele é um canal de emoção aberto o tempo inteiro e muito doloroso. Ele sofre muito durante a série, porque ele sente que ele não está vivendo a vida que ele queria, não é aquilo que ele queria ser mas ele consegue ver uma perspectiva mas ele não consegue escapar do ciclo, então é um personagem muito trágico, mas muito bonito. Eu tenho muito carinho por Manny”, frisou.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/wagner-moura-sobre-personagem-de-nova-serie-o-mais-vulneravel/?fsp_sid=119112
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Apneia do sono dobra o risco de demência em mulheres, diz estudo

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A apneia obstrutiva do sono está associada a um maior risco de desenvolver demência, especialmente em mulheres mais velhas, mostra um estudo recente da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, publicado no periódico SLEEP Advances.


O objetivo dos autores era avaliar associações específicas, em homens e mulheres, entre apneia obstrutiva do sono — condição caracterizada por paradas respiratórias ao dormir — e o risco de perda cognitiva.


Para isso, avaliaram dados de 18.500 adultos com mais de 50 anos de idade, que participavam do The Health and Retirement Study (HRS), entre 2010 e 2020. Nenhum deles tinha demência no início do estudo, e a presença ou suspeita de apneia foi feita por diagnóstico autorrelatado ou por triagem a partir de um questionário específico.


Ao final do acompanhamento, a presença de apneia aumentou o risco de perda cognitiva em todos os portadores. No entanto, apesar de a condição ser mais frequente entre os homens, as mulheres com o distúrbio se mostraram duas vezes mais propensas a ter declínio mental.


“O estudo reforça o papel causal da apneia do sono no desenvolvimento da demência, algo que já foi comprovado tanto em medidas objetivas de desempenho cognitivo quanto em biomarcadores relacionados à doença de Alzheimer”, analisa a neurologista e especialista em sono Maira Honorato, do Hospital Israelita Albert Einstein.


Sabe-se que a privação do sono — característica marcante da apneia — está associada ao declínio cognitivo e aumento do risco de progressão do Alzheimer, bem como ao acúmulo de biomarcadores associados à doença (as proteínas TAU e beta-amiloide), mesmo em indivíduos sem queixas cognitivas.



Isso ocorre porque a apneia gera um estado de inflamação crônica que pode contribuir para o comprometimento da função de células que protegem o cérebro e da eliminação da beta-amiloide, além de aumentar citocinas pró-inflamatórias ligadas à redução do volume cerebral.


As mulheres têm maior probabilidade de sofrer as consequências da apneia associadas ao risco de demência, como pior qualidade de vida e de sono, fadiga, ansiedade e depressão.


“O estudo ilumina o impacto de um fator de risco para demência potencialmente modificável, mas frequentemente negligenciado”, comenta Honorato. Daí a importância de diagnosticar e tratar o transtorno desde cedo, já que os efeitos podem se manifestar anos depois, quando não é mais possível mitigar os prejuízos.


Sintomas da apneia


A apneia apresenta sintomas noturnos (o mais comum é o ronco associado à fragmentação do sono, caracterizada por diversos despertares) e diurnos, como sonolência, cansaço e fadiga. O diagnóstico é realizado por meio de um exame chamado polissonografia, que monitora diversos parâmetros enquanto a pessoa dorme.


O tratamento depende da gravidade e pode ser feito de algumas maneiras. Uma delas é o uso do CPAP, equipamento que faz uma pressão positiva contínua nas vias aéreas, evitando as pausas na respiração. Também é possível recorrer a um aparelho intraoral para posicionar a mandíbula ou mesmo a cirurgias.


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Brasil recebe Prêmio de Liderança Governamental no Congresso Mundial de Telefonia Móvel

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O Ministério das Comunicações recebeu nesta segunda-feira (3/3) o Prêmio de Liderança Governamental durante o Congresso Mundial de Telefonia Móvel (MWC, na sigla em inglês), em Barcelona, na Espanha. Com isso, o Brasil se torna o primeiro país a receber pela terceira vez a premiação da GSMA - associação global da indústria móvel -, pois já havia recebido em 2005 e 2015.


O prêmio foi entregue ao ministro Juscelino Filho, como representante do governo brasileiro, na abertura do Programa Ministerial do evento.


“Este é o reconhecimento do compromisso do governo do presidente Lula com a inclusão digital, a inovação e o desenvolvimento sustentável. Este prêmio mostra que estamos no caminho certo para tornar o Brasil uma referência global em conectividade e transformação digital. Com isso, estamos comprovando que, com políticas bem estruturadas, estamos transformando vidas, conectando milhões de pessoas e impulsionando a economia digital”, disse Juscelino Filho.


Um painel independente de juízes selecionou o Brasil por uma série de decisões políticas que reforçaram seu papel como líder regional em conectividade e inovação. Entre elas, estão o acordo com a Colômbia, dentro do programa Norte Conectado, para estender a infovia - instalada sob as águas de rios amazônicos - para conexão de 13 municípios do Amazonas até a cidade colombiana de Leticia, por conta do avanço da conectividade regional.


Além disso, estão a liberação antecipada do espectro de 3,5 GHz para acelerar a implantação do 5G, a simplificação de regulamentações, o apoio ao desligamento de redes legadas e a autorização de espectro para testes e desenvolvimento de serviços D2D e a conversão de multas aplicadas às operadoras em iniciativas variadas, como letramento digital para mulheres em situação de vulnerabilidade e expansão da conectividade para comunidades indígenas.


"O Brasil demonstrou uma visão sólida ao moldar políticas que promovem a inclusão, inovação e crescimento econômico. Sua liderança foi evidente na reunião do G20 em 2024, onde desempenhou um papel-chave no avanço das discussões sobre conectividade e transformação digital. Através de seu compromisso com a construção de políticas públicas voltadas para o futuro, o país continua a estabelecer um alto padrão para habilitar o desenvolvimento da indústria móvel", disse John Giusti, Chief Regulatory Officer da GSMA.


Agenda


A missão da comitiva do Ministério das Comunicações à Espanha nesta segunda inclui ainda reuniões com a Telebrasil, Hispasat, Ericsson, Qualcomm e Abert.


Nesta terça-feira (4/3), ainda estão previstos encontros com representantes da TelComp, Softex, Nokia, Huawei e Telefônica durante a tarde.






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Aberta capacitação em transfusão de hemocomponentes para profissionais de saúde do DF

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A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) e a Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), por meio da Escola de Saúde Pública do DF (ESPDF), lançam curso online voltado à capacitação de profissionais da área de hemoterapia. Intitulado “Transfusão de Hemocomponentes: da Captação à Hemovigilância”, o curso é livre, autoinstrucional e oferece certificação de 36 horas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 27 de junho, de forma online.


De acordo com a diretora da Hemorrede do Hemocentro de Brasília e uma das idealizadoras do curso, Bárbara Berçot, a iniciativa representa um avanço na qualificação dos profissionais que atuam com hemoterapia e segurança transfusional. “Este curso foi desenvolvido com extremo cuidado e dedicação, resultado de parceria e esforços conjuntos. Ele representa um marco significativo para a hemoterapia e para a segurança das transfusões no Distrito Federal, proporcionando atualização profissional e ampliando o alcance para as equipes de saúde, por meio da educação a distância”, explica.


Entre os temas abordados no curso estão os hemocomponentes disponibilizados à rede pública do DF e procedimentos de solicitação de hemocomponentes | Foto: Divulgação/FHB



A diretora-executiva da Fepecs, Inocência Rocha, enfatizou a importância da parceria entre as duas fundações para que o curso fosse viabilizado. “O resultado desse produto é uma soma de esforços. É um orgulho para nós fazer parte dessa parceria por meio da ESPDF. O curso ficou muito bem-estruturado, e o Hemocentro se apresenta como pioneiro na formação e treinamento dos profissionais que trabalham com hemocomponentes e hemoderivados”, destacou.


O curso aborda temas essenciais para a segurança transfusional e o uso adequado de hemocomponentes, divididos em módulos que incluem introdução à hemoterapia, captação intra-hospitalar de doadores, produção de hemocomponentes, hemocomponentes disponibilizados à rede pública do DF, Pacient Blood Management (PBM), fluxos e procedimentos de solicitação de hemocomponentes e preparo para a instalação do hemocomponente, entre outros.


Para obter o certificado, os participantes devem concluir todas as aulas disponíveis no ambiente virtual, atingir o mínimo de 70% de acertos em todas as avaliações de conhecimento e preencher o questionário de satisfação do curso.


*Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília e da Fepecs










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A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) e a Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), por meio da Escola de Saúde Pública do DF (ESPDF), lançam curso online voltado à capacitação de profissionais da área de hemoterapia. Intitulado “Transfusão de Hemocomponentes: da Captação à Hemovigilância”, o curso é livre, autoinstrucional e oferece certificação de 36 horas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 27 de junho, de forma online.


De acordo com a diretora da Hemorrede do Hemocentro de Brasília e uma das idealizadoras do curso, Bárbara Berçot, a iniciativa representa um avanço na qualificação dos profissionais que atuam com hemoterapia e segurança transfusional. “Este curso foi desenvolvido com extremo cuidado e dedicação, resultado de parceria e esforços conjuntos. Ele representa um marco significativo para a hemoterapia e para a segurança das transfusões no Distrito Federal, proporcionando atualização profissional e ampliando o alcance para as equipes de saúde, por meio da educação a distância”, explica.


Entre os temas abordados no curso estão os hemocomponentes disponibilizados à rede pública do DF e procedimentos de solicitação de hemocomponentes | Foto: Divulgação/FHB



A diretora-executiva da Fepecs, Inocência Rocha, enfatizou a importância da parceria entre as duas fundações para que o curso fosse viabilizado. “O resultado desse produto é uma soma de esforços. É um orgulho para nós fazer parte dessa parceria por meio da ESPDF. O curso ficou muito bem-estruturado, e o Hemocentro se apresenta como pioneiro na formação e treinamento dos profissionais que trabalham com hemocomponentes e hemoderivados”, destacou.


O curso aborda temas essenciais para a segurança transfusional e o uso adequado de hemocomponentes, divididos em módulos que incluem introdução à hemoterapia, captação intra-hospitalar de doadores, produção de hemocomponentes, hemocomponentes disponibilizados à rede pública do DF, Pacient Blood Management (PBM), fluxos e procedimentos de solicitação de hemocomponentes e preparo para a instalação do hemocomponente, entre outros.


Para obter o certificado, os participantes devem concluir todas as aulas disponíveis no ambiente virtual, atingir o mínimo de 70% de acertos em todas as avaliações de conhecimento e preencher o questionário de satisfação do curso.


*Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília e da Fepecs










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AL: mulher morre após inalar spray de pimenta em bloco de Carnaval

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Uma mulher identificada como Jéssica de Andrade Vieira, de 26 anos, morreu, na madrugada desse domingo (2/3), após inalar spray de pimenta durante um bloco de Carnaval em Taquarana, no interior de Alagoas. O incidente ocorreu em uma praça da cidade, onde a vítima passou mal e desmaiou.


Segundo familiares e amigos, Jéssica sofria de problemas cardíacos, o que pode ter agravado seu estado de saúde. Após o episódio, ela foi levada para casa e, em seguida, ao posto de saúde local, mas não resistiu.



Veja a notícia completa no portal Gazeta na Web, parceiro do Metrópoles.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/al-mulher-morre-apos-inalar-spray-de-pimenta-em-bloco-de-carnaval/?fsp_sid=119063
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AL: mulher morre após inalar spray de pimenta em bloco de Carnaval

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Uma mulher identificada como Jéssica de Andrade Vieira, de 26 anos, morreu, na madrugada desse domingo (2/3), após inalar spray de pimenta durante um bloco de Carnaval em Taquarana, no interior de Alagoas. O incidente ocorreu em uma praça da cidade, onde a vítima passou mal e desmaiou.


Segundo familiares e amigos, Jéssica sofria de problemas cardíacos, o que pode ter agravado seu estado de saúde. Após o episódio, ela foi levada para casa e, em seguida, ao posto de saúde local, mas não resistiu.



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Consultoria de Orçamentos analisa efeitos de decisões do STF sobre emendas — Senado Notícias

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As regras definidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para o pagamento das emendas parlamentares são o tema de uma nota informativa divulgada na quinta-feira (27) pela Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado (Conorf). O documento sintetiza os elementos centrais das decisões da Corte e analisa as consequências para a elaboração e a execução orçamentária. Leia a íntegra aqui.


Um dos pontos abordados é o tratamento dispensado pelo STF às chamadas transferências especiais, conhecidas como emendas Pix. De acordo com a Conorf, as condições de validade e execução dos recursos “foram profundamente afetadas”.


“Os recursos somente poderão ser liberados pelo Executivo após a comprovação de que os beneficiários apresentaram, pelo sistema eletrônico de execução de transferências, informações mínimas sobre a aplicação do recurso. Do ponto de vista da administração financeira, as decisões exigem a abertura de uma conta corrente bancária específica para a administração de cada transferência especial, proibindo-se desta forma o depósito em contas de titularidade do ente que acumulem outros valores ou outras finalidades”, salienta o documento.


Emendas impositivas


O texto trata ainda das regras para as chamadas emendas impositivas. De acordo com a Constituição, são consideradas de execução obrigatória emendas individuais até o limite de 2% da Receita Corrente Líquida (RCL) e coletivas até o limite de 1%.


Segundo a Conorf, as decisões do STF não admitem “exceções para privilegiar ou dar tratamento diferente” às emendas em relação a outras despesas da União. “Esta conclusão coloca em xeque a própria noção do que seria ‘execução obrigatória’ no caso dessas chamadas ‘emendas impositivas’, ou seja, qual seria a diferença entre essa parcela do Orçamento e qualquer outra parcela discricionária, dado que regras aplicáveis a elas têm de ser as mesmas que as incidentes sobre o restante do Orçamento discricionário”, destaca a nota.


Saúde


As decisões do STF trazem regras específicas para despesas na área da saúde. Segundo a Conorf, a exigência de um plano de trabalho — previsto para todas as emendas parlamentares — “é ainda mais rigorosa” neste caso.


“O órgão responsável pela aprovação de planos de trabalho no âmbito sanitário não é exclusivamente o repassador federal. Devem concorrer na decisão também os agentes decisórios da estrutura tripartite do SUS (Sistema Único de Saúde) responsável pela instância recebedora dos recursos, e essa decisão tem parâmetros claros nas regras de governança das transferências do SUS estabelecidas na respectiva legislação e regulamentação infralegal. Também se exige a aplicação de tais recursos em contas específicas, de forma a identificar os beneficiários finais das despesas”, pontua a nota.


Transparência


De acordo com a Conorf, os princípios de transparência e rastreabilidade “são colocados de forma absoluta” pelas decisões do STF. As regras valem desde a fase inicial de votação das emendas parlamentares até a execução do Orçamento.


“Isso impõe registrar e divulgar, irrestritamente, todo o caminho que a despesa percorreu, desde a tomada de decisão no interior da administração (processo legislativo, licitação, designação de beneficiários) até a aplicação efetiva (empenho, liquidação e pagamento). Ademais, a garantia de transparência e rastreabilidade há de ser prévia à execução dos recursos, e abrange tanto novos empenhos quanto a continuidade de despesas já empenhadas (inclusive as inscritas em restos a pagar)”, sublinha a nota.


Vinculação federativa


Outro aspecto destacado pela Conorf diz respeito à “absoluta vinculação federativa” determinada pelo STF. De acordo com as decisões, é considerada inválida qualquer emenda destinada por um senador ou deputado a estado diferente daquele pelo qual ele foi eleito — salvo projeto de âmbito nacional cuja execução ultrapasse os limites do estado.


“Neste ponto, parece implícita a limitação da abrangência às emendas individuais ou, no máximo, às emendas de bancada, tendo em vista que apenas nesses casos é possível identificar a unidade da Federação pelas quais os parlamentares foram eleitos”, pontua a Conorf.


Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)






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Com o uso de tecnologias, novas variedades de mandioca podem chegar a produzir 64 kg por hectare

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A popularidade da mandioca se deve não apenas à versatilidade culinária da planta, mas também ao uso integral, que contribui para a sustentabilidade e agrega valor à cadeia produtiva. Desde a raiz até as folhas, a mandioca tem mostrado potencial, tanto no consumo humano quanto na indústria de alimentação animal. No Distrito Federal, o número de produtores que cultivam a planta passou de 921, em 2019, para 1920, em 2023 – um aumento de 108,4%.


Responsável pelo programa de olericultura da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), Antonio Dantas explica: “A mandioca tem deixado de ser uma cultura marginalizada, em que os produtores cultivavam sem correção de solo, adubação e tecnologias. Hoje, vemos muitos produtores investindo na mandioca, com uso de novas cultivares, adoção de tecnologias na produção que contribuem para o aumento de produtividade”.


Mais de 50 propriedades rurais são parceiras na validação de tecnologias e servem de unidades demonstrativas | Fotos: Divulgação/Emater-DF


A adoção de tecnologias pelos produtores se deve, principalmente, ao trabalho articulado entre a Emater-DF, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Cerrados) e a Universidade de Brasília (UnB). “O trabalho de articulação entre o serviço público de extensão rural e a pesquisa é um dos principais fatores que contribuem para o aumento da produção e da produtividade no cultivo da mandioca, levando as demandas dos produtores aos pesquisadores e vice-versa”, explica o extensionista rural da Emater-DF Hélcio Henrique Santos.


Hoje, 54 propriedades rurais são parceiras na validação de tecnologias e servem de unidades demonstrativas. “A Emater-DF é responsável por fazer a seleção dos produtores que participam do trabalho de validação tecnológica, além de fazer o acompanhamento técnico e orientações de manejo”, pontua Hélcio.


Antônio José Ribeiro cultiva 7 hectares de mandioca e vende a produção in natura em feiras e para descascadores


O produtor Antônio José Ribeiro cultiva 7 hectares de mandioca no núcleo rural Taquara. Atualmente ele planta as cultivares japonesinha, a BRS 429 e o clone 54/10 (ainda em fase de validação), as duas últimas da Embrapa Cerrados. “A BRS 429 e a 54/10 são mandiocas que me atraíram pela rentabilidade, pois dão o dobro de produtividade da japonesinha”, conta Antônio José. Enquanto a japonesinha produz 25 kg por hectare, a BRS 429 produz 49 kg por hectare e a 54/10 tem produzido 64 kg por hectare.


“Além da produtividade, a gente observa a resistência a doenças, se o consumidor gosta, se cozinha bem, se a textura é boa, o tempo para a colheita e o tamanho da raiz. A gente repassa tudo para os técnicos da Emater e para a Embrapa”, observa Antônio. Ele vende a raiz in natura em feiras e para descascadores por cerca de R$ 50 a caixa de 26 kg.


O pesquisador Josefino Fialho defende a sustentabilidade econômica, social e ambiental na produção de mandioca no DF


Segundo o pesquisador da Embrapa Cerrados Josefino Fialho, independentemente de o produtor plantar mandioca para indústria ou mandioca de mesa, é importante que tenha um processo produtivo sustentável. “Não tem como querer atingir uma alta produtividade de raiz se o seu comércio não atende aos requisitos para cobrir os custos dessa alta produtividade. É preciso ter sustentabilidade econômica, social e ambiental”, diz Josefino.


Tecnologias de produção


Entre algumas tecnologias utilizadas pelos produtores atualmente está o cultivo no mulching (cobertura plástica no solo), com uso de irrigação localizada. “Após a colheita de hortaliças como tomate, pimentão, pepino, os produtores aproveitam a mesma estrutura plástica e de irrigação, os resíduos de adubação da cultura anterior, para plantar a mandioca. Isso reduz os custos e melhora a produtividade”, conta o extensionista Hélcio Santos.


O uso de cobertura plástica aumenta a produtividade das raízes, mantém a umidade do solo, controla a erosão e diminui a mão de obra para roçar o mato. Na unidade demonstrativa implantada na AgroBrasília, a produtividade do cultivo da mandioca no mulching chegou a 64 toneladas por hectare.



Esse resultado deve-se a anos de trabalho participativo entre pesquisa, extensão rural e produtor. O pesquisador Josefino Fialho detalha: “É com essa pesquisa participativa que se determina quais os melhores materiais genéticos, as melhores formas de adubar, de espaçamento entre plantas, observando as diferentes fases do sistema, desde o plantio até a colheita. A troca de experiência é fantástica”.


Usos da mandioca


O uso integral da mandioca no Distrito Federal surge como uma estratégia para agregar valor à produção agrícola local. Em 2023, foram 883,25 hectares destinados ao cultivo de mandioca, por 1.920 produtores, que produziram 19.754 toneladas.


“A mandioca é uma raiz de reserva, mas ela tem um período de sobrevida pós-colheita muito curto. Então, ela perde a qualidade não só da forma microbiológica, mas também fisiológica, principalmente a mandioca para mesa. A Embrapa Cerrados e outras unidades desenvolveram vários trabalhos voltados a minimamente processados, para que a mandioca pudesse conservar mais tempo e obtivesse assim melhor qualidade do produto para o consumidor”, afirma.


A economista doméstica da Emater-DF Cátia Freitas destaca que a mandioca é rica em fibras, potássio e vitamina C, podendo ser consumida cozida, assada, em sopas e em diversas outras receitas. “Por não possuir glúten, ainda é uma ótima opção para pessoas com doença celíaca. Apenas não deve ser consumida crua, por conta da toxidade”, pondera.


A farinha de mandioca e a tapioca são as principais fontes de renda do agricultor Luís Carlos de Jesus Santos


A farinha de mandioca e a tapioca são as principais fontes de renda do agricultor Luís Carlos de Jesus Santos. Ele tem uma agroindústria há 20 anos, na região do Café sem Troco, no PAD-DF, onde emprega seis pessoas na produção dos alimentos. “Eu vendo a mandioca descascada, além de produzir a farinha de mandioca e de tapioca e a massa puba. Algumas pessoas vêm comprar direto na propriedade e outras compram na banca que minha filha administra na feira no Guará. Processar a mandioca ajuda a ter mais renda do que a vendendo in natura”, conta Luís.


Além da raiz, o caule e as folhas podem ser utilizados na alimentação animal, orienta o zootecnista é responsável pelo Programa de Ruminantes e Equídeos da Emater-DF, Maximiliano Cardoso. “Na alimentação animal, a raiz é um alimento energético, bem-aceito pelos animais, de forma fresca ou desidratada. Já a parte aérea da mandioca, que é composta pelo terço médio das hastes principais, galhos e folhas, pode ser usada como volumoso e é rica em vitaminas A e C. Essa parte pode ser aproveitada in natura ou também passada por processo de fenação, facilitando a estocagem, por exemplo”.


Por não conter glúten, a mandioca é uma boa opção na dieta de celíacos


Ao aproveitar todas as partes da planta, desde a raiz até as folhas, os produtores do DF não só contribuem para a sustentabilidade ambiental, mas também abrem novos caminhos para o desenvolvimento de produtos inovadores que atendem a um mercado cada vez mais exigente.


*Com informações da Emater-DF










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