Filhos de pais divorciados têm maior risco de sofrer AVC, diz estudo

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Um novo estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, revelou que adultos que cresceram em famílias divorciadas apresentam um risco significativamente maior de sofrer um AVC na velhice.


A pesquisa, publicada na revista científica PLOS ONE, analisou os dados de mais de 13 mil idosos nos Estados Unidos e identificou que idosos com pais que se divorciaram antes dos 18 anos tinham 61% mais chances de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) ao longo da vida.


“É extremamente preocupante que adultos mais velhos que cresceram em famílias divorciadas tenham um risco tão elevado de sofrer um derrame, mesmo após excluirmos fatores como abuso físico e sexual na infância. A magnitude dessa associação é comparável a fatores de risco bem estabelecidos, como sexo masculino e diabetes”, destacou a cientista social Esme Fuller-Thomson, principal autora do estudo.


Como o estudo foi realizado?


Os pesquisadores analisaram informações de 13.205 adultos com mais de 65 anos que não relataram ter sofrido abuso físico ou sexual durante a infância.


Desse total, aproximadamente 14% passaram por um divórcio parental antes dos 18 anos. Além disso, fatores como gênero, condições médicas e histórico emocional também foram levados em consideração.


Os dados mostraram que os homens apresentaram um risco 47% maior de sofrer um AVC do que as mulheres. Já indivíduos com diabetes tiveram um aumento de 37% na probabilidade de desenvolver a doença, enquanto aqueles diagnosticados com depressão tiveram um risco 76% maior. Ainda assim, mesmo após a análise desses fatores, o impacto do divórcio dos pais na infância permaneceu relevante.



Outro achado importante foi que outros problemas na infância, como abuso emocional, violência doméstica, encarceramento dos pais, doenças mentais na família ou uso de substâncias pelos responsáveis, não apresentaram uma associação direta com o risco de AVC.


“Isso sugere que o impacto do divórcio parental pode estar relacionado a fatores específicos que ainda precisam ser melhor compreendidos”, explicou Fuller-Thomson.


Por que o divórcio pode aumentar o risco de AVC?


Embora o estudo seja observacional e não estabeleça uma relação de causa e efeito, os pesquisadores sugerem algumas hipóteses para explicar a conexão entre o divórcio na infância e o maior risco de AVC na vida adulta.


Um dos fatores mais prováveis é o estresse prolongado. A separação dos pais pode gerar conflitos familiares intensos, mudanças de residência e escolas, além de instabilidade emocional para a criança. O estresse pode ter um impacto duradouro na saúde cardiovascular.


Outro fator que pode contribuir é a pressão alta. Um estudo de 2022 apontou que a separação dos pais antes dos 10 anos está associada a taxas mais altas de hipertensão na meia-idade, o que também pode aumentar o risco de derrame


O impacto ao longo das gerações


Os pesquisadores também levantaram a possibilidade de que essa associação possa variar entre diferentes gerações.


“Devido às mudanças nas normas sociais, não está claro se os americanos da Geração X ou da Geração Y experimentarão uma ligação semelhante entre divórcio dos pais e derrame, como ficou evidente em nossa amostra das cortes Baby Boom e Geração Silenciosa”, escreveram os autores do estudo.


Para esclarecer a questão, mais pesquisas serão necessárias para investigar como o divórcio pode impactar a saúde das novas gerações.


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Ministério da Saúde reforça apoio a S. José do Rio Preto (SP) no controle à dengue

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Grupo de 14 voluntários chegaram ao município para se unir à Força Nacional do SUS no suporte às equipes locais de saúde


O Ministério da Saúde segue intensificando as ações de controle à dengue em São José do Rio Preto (SP). Neste domingo (9), um grupo de 14 voluntários chegou ao município para se unir à Força Nacional do SUS (FN-SUS) no suporte às equipes locais de saúde. Inicialmente, os profissionais auxiliarão na organização dos fluxos de atendimento na rede municipal.


Além do reforço na equipe, a FN-SUS, em conjunto com o Departamento de Estratégias e Políticas de Saúde Comunitária (DESCO), enviou um parecer técnico ao Ministério da Saúde com um diagnóstico situacional da dengue no município. O documento aponta para a necessidade de medidas emergenciais e apresenta estratégias de curto, médio e longo prazo, incluindo um possível aporte financeiro para a emergência.


“A FN-SUS permanecerá no território pelo tempo que for necessário para apoiar o município. O Ministério da Saúde continuará oferecendo suporte incondicional a São José do Rio Preto”, destacou o coordenador-geral da FN-SUS, Rodrigo Stabeli.


A primeira equipe da Força Nacional do SUS chegou à cidade na última quinta-feira (6), composta por nove profissionais. Desde então, foram realizadas reuniões com técnicos da Secretaria Municipal de Saúde para análise dos dados epidemiológicos, além de visitas técnicas a unidades de saúde como UPA Jaguaré, UBS Estoril, UBS São Deocleciano, UPA Região Norte e UPA Santo Antônio.


O Ministério da Saúde reafirma seu compromisso no controle da dengue e segue trabalhando em parceria com estados e municípios para garantir assistência à população e controle da doença.



 





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Agrodefesa apreende 7 toneladas de embalagens trituradas irregulares de agrotóxicos

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GALPÃO AGROTOXICOS

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) e o Batalhão Ambiental da Polícia Militar de Goiás realizaram uma operação que resultou na apreensão de quase seis mil unidades de embalagens vazias de agrotóxicos.


Destas, 37 eram embalagens contendo resíduos de defensivos agrícolas e aproximadamente sete toneladas de embalagens já trituradas em um estabelecimento localizado no distrito de Planalmira, no município de Abadiânia.


Durante a ação, fiscais estaduais agropecuários e policiais do Batalhão verificaram que o estabelecimento realizava o recolhimento e processamento do material sem o devido registro como Unidade de Recebimento de Embalagens Vazias (UREV) ou credenciamento junto ao Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (InpEV).


Além da operação irregular, foi constatado que as embalagens eram armazenadas ainda com produto químico, o que representa um risco ambiental significativo.


Todo o material foi apreendido e deverá ser encaminhado a uma UREV cadastrada e autorizada pela Agrodefesa. Além da apreensão, os responsáveis foram autuados – multa pode chegar a R$ 50 mil -, uma vez que a infração é considerada gravíssima. Os responsáveis foram conduzidos à delegacia para responsabilização criminal.



“A operação de hoje é mais um exemplo do trabalho da Agrodefesa em fiscalizar e assegurar a devolução e destinação adequada das embalagens vazias de agrotóxicos, que quando descartadas de forma irregular, podem representar uma ameaça aos nossos recursos naturais e também qualidade de vida da população. A fiscalização visa não apenas punir, mas também conscientizar a todos sobre a importância do cumprimento da legislação”, reforça o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos.




“A fiscalização tem caráter preventivo, e é importante que as empresas e os estabelecimentos do setor agrícola estejam cientes das suas responsabilidades. Os fiscais estão atentos para garantir que todos cumpram as regulamentações e que o meio ambiente e a saúde pública não sejam prejudicados por práticas irregulares”, explica o coordenador da Unidade Regional Rio das Antas da Agrodefesa, Marcelo Sales Guimarães.



Devem ainda estar no prazo de até um ano, contado da data de compra, ou da data de vencimento, podendo ainda a devolução ser intermediada por postos ou centrais de recebimento.


Processo


Os produtores que utilizam agrotóxicos, ao concluírem a aplicação, devem realizar a tríplice lavagem, armazenamento adequado e a devolução das embalagens vazias. Além disso, suas tampas e eventuais resíduos pós-consumo dos produtos aos estabelecimentos comerciais em que foram adquiridos, devem estar de acordo com as instruções previstas nas respectivas bulas.


Podem ainda ser devolvidas por ações de recebimento itinerantes, desde que autorizados e fiscalizados pelo órgão competente, nesse caso em Goiás, pela Agrodefesa, com a gestão sob responsabilidade do inpEV junto às suas associações de revendas credenciadas.


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Agência Cora Coralina






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Cartão Material Escolar garante acesso de mais de 200 mil estudantes a itens de qualidade e aquece economia local

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O sorriso da dona de casa Juliana de Oliveira, 36 anos, evidencia a felicidade que é comprar os itens que vão acompanhar o filho Abner, 10 anos, durante o ano letivo. Graças ao Cartão Material Escolar (CME), benefício ofertado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) desde 2019, a mãe pode adquirir a lista escolar e, ainda, escolher conforme a qualidade e as preferências da criança. Antes do benefício, o gasto pesava no orçamento familiar e não era possível adquirir nem metade da lista.






“Era muito complicado. Chegava em janeiro pensando se ia conseguir comprar um caderno e um lápis, pelo menos, e sempre do mais barato”, lembra a moradora de Samambaia. “Hoje conseguimos comprar a lista completa e escolher o que deixa a criança feliz, para que vá para a escola de cabeça erguida. Muitas vezes uma borracha diferente deixa a criança encantada, e ver o filho ir sorrindo para a escola é o melhor presente para uma mãe.”



Executado pela Secretaria de Educação (SEEDF) em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), o benefício oferta R$ 320 aos estudantes da educação infantil e ensino fundamental e R$ 240 aos que cursam o ensino médio. Em 2019, a iniciativa beneficiou mais de 64 mil alunos com orçamento de cerca de R$ 20 milhões. Desde então, os números cresceram significativamente, alcançando mais de 175 mil estudantes em 2024, com aporte na ordem de R$ 54 milhões.


Neste ano, um novo recorde deve ser registrado: a previsão é que sejam atendidos 200 mil discentes, um crescimento de 15%, com um investimento de R$ 58 milhões. O primeiro lote de 2025 foi pago em 31 de janeiro para 132.048 estudantes, com o valor investido de R$ 41,1 milhões. A etapa inicial foi destinada às famílias que já eram beneficiárias e já possuem os cartões físicos. Outros dois lotes estão previstos para novos contemplados que ainda não possuem o cartão e outros casos, desde que estejam dentro dos critérios. O pagamento para o segundo lote deve ocorrer até 10 de março, e para o terceiro, até 2 de abril.


Graças ao Cartão Material Escolar (CME), benefício ofertado pelo GDF desde 2019, Juliana de Oliveira pode adquirir a lista escolar e, ainda, escolher conforme a qualidade e as preferências do filho Abner | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília


Incentivo à educação


A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destaca que o CME contribui com a inclusão social de alunos em situação de vulnerabilidade. “Sempre fui uma grande defensora do Cartão Material Escolar porque é de extrema importância que os estudantes carentes tenham igualdade de escolha dos próprios materiais como aqueles que têm condições de comprar. É um programa que promove a inclusão e, por isso, nós prezamos por ele e por sua expansão”, afirma.


Beneficiária da iniciativa desde 2021, Juliana reforça o impacto do valor recebido para a jornada estudantil. “Quando a gente não tem muita renda, vai nos mais baratinhos. Mas agora posso comprar uma coisa melhor para meu filho, que dura mais. Para muita gente pode parecer besteira, mas é emocionante, e agradeço por poder contar com o governo para isso”, enfatiza Juliana, que recebe o CME desde 2021.


Fã de super-heróis e videogames, Abner esperava ansiosamente pelo momento de ir à papelaria. “É muito legal ter materiais novos. Não dá vontade nem de ir para o recreio, só de ficar desenhando”, diz. “Antes minha mãe comprava o material sem nenhum desenho, e eu tinha que me contentar, né? Agora é felicidade, posso andar pela escola feliz da vida, com um caderninho novo, com a mochila do Batman. Posso até pegar aqueles lápis com aquelas borrachinhas.”


Segundo Francisca, o valor disponibilizado pelo CME é suficiente para cobrir as despesas relacionadas ao material escolar e aliviar o orçamento familiar


Este é o segundo ano em que a dona de casa Francisca de Sousa Araújo, 44, pode contar também com o CME para atender as necessidades da filha Clara Vitória, 13. “Faz uma diferença enorme. Dá para comprar coisas melhores e as coisas que ela mais gosta. Antes, era só o básico do básico mesmo. Caderno, caneta, lápis, pouca coisa. Agora, compramos com mais qualidade e os materiais duram o ano inteiro”, afirma a mãe, que cita como exemplo da eficiência do recurso o reúso da mochila adquirida no ano passado.


Segundo Francisca, o valor disponibilizado pelo CME é suficiente para cobrir as despesas relacionadas ao material escolar e aliviar o orçamento familiar. “Às vezes ela pedia algo e eu não podia comprar. Hoje ela vem comigo, escolhe as coisinhas do jeito dela. Isso é muito especial”, afirma ela, que também é beneficiária do Cartão Prato Cheio.


Economia local


O impacto positivo do CME abrange, ainda, a economia local, impulsionando os ganhos de papelarias e comércios especializados. Neste ano, houve ampliação do número de papelarias credenciadas para a compra de materiais escolares. Em 2023, eram 473 empresas cadastradas no programa, passando para 503 no ano seguinte. Para 2025, pais e responsáveis terão 530 pontos habilitados à disposição. As regiões que com maior concentração de participantes são São Sebastião (20,7%) e Ceilândia (15,7%).


Há mais de quatro anos cadastrado no CME, o empresário Alcenir Ribeiro incentiva a participação de outros comerciantes


Assim que abriu seu empreendimento, no Recanto das Emas, a empresária Valqueria Silva solicitou participação no programa do GDF. Com uma faixa na entrada indicando que ali é um ponto cadastrado, ela chama a atenção dos beneficiários e, assim, consegue aumentar os lucros. “Do dia 31 de janeiro, quando saiu a primeira parcela, até essa quinta (6), vendi mais do que em todo o mês de janeiro. Vale muito a pena”, destaca. “O período de volta às aulas é o mais esperado pelas empresas de papelaria. Com o programa, nós também conseguimos fidelizar os clientes – muitos vieram ano passado e voltaram.”


Há mais de quatro anos cadastrado no CME, o empresário Alcenir Ribeiro incentiva a participação de outros comerciantes. “O benefício maior é trazer novos clientes para o estabelecimento, dando uma aquecida no comércio. São vendas à vista, então, vendemos hoje e amanhã já está na conta, o que é bom demais”, afirma. “Recomendo a outros empresários que mantenham a documentação em dia, façam o cadastro e participem, vale a pena.”



Como funciona


O Cartão Material Escolar atende alunos de 4 a 17 anos matriculados na rede pública do DF, cujos responsáveis sejam beneficiários do Bolsa Família, devidamente cadastrados. Não é necessário solicitar o cartão, visto que o estudante é automaticamente encontrado com o cruzamento de dados entre o cadastro do Bolsa Família e o sistema da Secretaria de Educação. Por isso, é importante que as informações dos interessados estejam corretas, completas e sempre atualizadas.


O pagamento é realizado antes do começo do ano letivo, no início de fevereiro. São três lotes de pagamento: o primeiro contempla quem já recebe o benefício e nos outros dois são incluídos os novos beneficiários que estiverem dentro das regras do programa. O responsável familiar pode consultar a lista de contemplados no GDF Social, disponível no aplicativo do BRB, ou por meio da Central de Atendimento ao Cidadão, no telefone 156.


O cartão físico fica disponível em uma das agências do BRB, onde o beneficiário pode buscá-lo após consultar a data e o local pelo aplicativo do GDF Social. A compra de materiais deve ser feita em papelarias credenciadas pelo programa. Neste ano, o BRB prorrogou o prazo de validade dos cartões vencidos e a vencer. Assim, as famílias contempladas no programa poderão utilizá-los normalmente.


Os materiais que poderão ser adquiridos encontram-se no site da Secretaria de Educação. Já a lista de papelarias credenciadas está disponível no site da Sedes neste link.


09/02/2025 - Cartão Material Escolar garante acesso de mais de 200 mil estudantes a itens de qualidade e aquece economia local










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Cartão Material Escolar garante acesso de mais de 200 mil estudantes a itens de qualidade e aquece economia local

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O sorriso da dona de casa Juliana de Oliveira, 36 anos, evidencia a felicidade que é comprar os itens que vão acompanhar o filho Abner, 10 anos, durante o ano letivo. Graças ao Cartão Material Escolar (CME), benefício ofertado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) desde 2019, a mãe pode adquirir a lista escolar e, ainda, escolher conforme a qualidade e as preferências da criança. Antes do benefício, o gasto pesava no orçamento familiar e não era possível adquirir nem metade da lista.






“Era muito complicado. Chegava em janeiro pensando se ia conseguir comprar um caderno e um lápis, pelo menos, e sempre do mais barato”, lembra a moradora de Samambaia. “Hoje conseguimos comprar a lista completa e escolher o que deixa a criança feliz, para que vá para a escola de cabeça erguida. Muitas vezes uma borracha diferente deixa a criança encantada, e ver o filho ir sorrindo para a escola é o melhor presente para uma mãe.”



Executado pela Secretaria de Educação (SEEDF) em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), o benefício oferta R$ 320 aos estudantes da educação infantil e ensino fundamental e R$ 240 aos que cursam o ensino médio. Em 2019, a iniciativa beneficiou mais de 64 mil alunos com orçamento de cerca de R$ 20 milhões. Desde então, os números cresceram significativamente, alcançando mais de 175 mil estudantes em 2024, com aporte na ordem de R$ 54 milhões.


Neste ano, um novo recorde deve ser registrado: a previsão é que sejam atendidos 200 mil discentes, um crescimento de 15%, com um investimento de R$ 58 milhões. O primeiro lote de 2025 foi pago em 31 de janeiro para 132.048 estudantes, com o valor investido de R$ 41,1 milhões. A etapa inicial foi destinada às famílias que já eram beneficiárias e já possuem os cartões físicos. Outros dois lotes estão previstos para novos contemplados que ainda não possuem o cartão e outros casos, desde que estejam dentro dos critérios. O pagamento para o segundo lote deve ocorrer até 10 de março, e para o terceiro, até 2 de abril.


Graças ao Cartão Material Escolar (CME), benefício ofertado pelo GDF desde 2019, Juliana de Oliveira pode adquirir a lista escolar e, ainda, escolher conforme a qualidade e as preferências do filho Abner | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília


Incentivo à educação


A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destaca que o CME contribui com a inclusão social de alunos em situação de vulnerabilidade. “Sempre fui uma grande defensora do Cartão Material Escolar porque é de extrema importância que os estudantes carentes tenham igualdade de escolha dos próprios materiais como aqueles que têm condições de comprar. É um programa que promove a inclusão e, por isso, nós prezamos por ele e por sua expansão”, afirma.


Beneficiária da iniciativa desde 2021, Juliana reforça o impacto do valor recebido para a jornada estudantil. “Quando a gente não tem muita renda, vai nos mais baratinhos. Mas agora posso comprar uma coisa melhor para meu filho, que dura mais. Para muita gente pode parecer besteira, mas é emocionante, e agradeço por poder contar com o governo para isso”, enfatiza Juliana, que recebe o CME desde 2021.


Fã de super-heróis e videogames, Abner esperava ansiosamente pelo momento de ir à papelaria. “É muito legal ter materiais novos. Não dá vontade nem de ir para o recreio, só de ficar desenhando”, diz. “Antes minha mãe comprava o material sem nenhum desenho, e eu tinha que me contentar, né? Agora é felicidade, posso andar pela escola feliz da vida, com um caderninho novo, com a mochila do Batman. Posso até pegar aqueles lápis com aquelas borrachinhas.”


Segundo Francisca, o valor disponibilizado pelo CME é suficiente para cobrir as despesas relacionadas ao material escolar e aliviar o orçamento familiar


Este é o segundo ano em que a dona de casa Francisca de Sousa Araújo, 44, pode contar também com o CME para atender as necessidades da filha Clara Vitória, 13. “Faz uma diferença enorme. Dá para comprar coisas melhores e as coisas que ela mais gosta. Antes, era só o básico do básico mesmo. Caderno, caneta, lápis, pouca coisa. Agora, compramos com mais qualidade e os materiais duram o ano inteiro”, afirma a mãe, que cita como exemplo da eficiência do recurso o reúso da mochila adquirida no ano passado.


Segundo Francisca, o valor disponibilizado pelo CME é suficiente para cobrir as despesas relacionadas ao material escolar e aliviar o orçamento familiar. “Às vezes ela pedia algo e eu não podia comprar. Hoje ela vem comigo, escolhe as coisinhas do jeito dela. Isso é muito especial”, afirma ela, que também é beneficiária do Cartão Prato Cheio.


Economia local


O impacto positivo do CME abrange, ainda, a economia local, impulsionando os ganhos de papelarias e comércios especializados. Neste ano, houve ampliação do número de papelarias credenciadas para a compra de materiais escolares. Em 2023, eram 473 empresas cadastradas no programa, passando para 503 no ano seguinte. Para 2025, pais e responsáveis terão 530 pontos habilitados à disposição. As regiões que com maior concentração de participantes são São Sebastião (20,7%) e Ceilândia (15,7%).


Há mais de quatro anos cadastrado no CME, o empresário Alcenir Ribeiro incentiva a participação de outros comerciantes


Assim que abriu seu empreendimento, no Recanto das Emas, a empresária Valqueria Silva solicitou participação no programa do GDF. Com uma faixa na entrada indicando que ali é um ponto cadastrado, ela chama a atenção dos beneficiários e, assim, consegue aumentar os lucros. “Do dia 31 de janeiro, quando saiu a primeira parcela, até essa quinta (6), vendi mais do que em todo o mês de janeiro. Vale muito a pena”, destaca. “O período de volta às aulas é o mais esperado pelas empresas de papelaria. Com o programa, nós também conseguimos fidelizar os clientes – muitos vieram ano passado e voltaram.”


Há mais de quatro anos cadastrado no CME, o empresário Alcenir Ribeiro incentiva a participação de outros comerciantes. “O benefício maior é trazer novos clientes para o estabelecimento, dando uma aquecida no comércio. São vendas à vista, então, vendemos hoje e amanhã já está na conta, o que é bom demais”, afirma. “Recomendo a outros empresários que mantenham a documentação em dia, façam o cadastro e participem, vale a pena.”



Como funciona


O Cartão Material Escolar atende alunos de 4 a 17 anos matriculados na rede pública do DF, cujos responsáveis sejam beneficiários do Bolsa Família, devidamente cadastrados. Não é necessário solicitar o cartão, visto que o estudante é automaticamente encontrado com o cruzamento de dados entre o cadastro do Bolsa Família e o sistema da Secretaria de Educação. Por isso, é importante que as informações dos interessados estejam corretas, completas e sempre atualizadas.


O pagamento é realizado antes do começo do ano letivo, no início de fevereiro. São três lotes de pagamento: o primeiro contempla quem já recebe o benefício e nos outros dois são incluídos os novos beneficiários que estiverem dentro das regras do programa. O responsável familiar pode consultar a lista de contemplados no GDF Social, disponível no aplicativo do BRB, ou por meio da Central de Atendimento ao Cidadão, no telefone 156.


O cartão físico fica disponível em uma das agências do BRB, onde o beneficiário pode buscá-lo após consultar a data e o local pelo aplicativo do GDF Social. A compra de materiais deve ser feita em papelarias credenciadas pelo programa. Neste ano, o BRB prorrogou o prazo de validade dos cartões vencidos e a vencer. Assim, as famílias contempladas no programa poderão utilizá-los normalmente.


Os materiais que poderão ser adquiridos encontram-se no site da Secretaria de Educação. Já a lista de papelarias credenciadas está disponível no site da Sedes neste link.


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Apuração no Equador aponta para 2º turno entre Noboa e González

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As eleições para a presidência do Equador se encaminham para o segundo turno entre o atual presidente Daniel Noboa (ADN) e a advogada Luisa González (RC), do campo esquerdista.


Segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), na noite deste domingo (9/2), o político de 37 anos aparece com 45,2% do total de votos computados. González, ligada ao ex-presidente de esquerda Rafael Correa, surge com 43,3%.


Até o momento, cerca de 52% dos votos já foram apurados. Além dos dois, outros 14 candidatos concorrem ao pleito.


1 de 3

Daniel Noboa

Getty Images
2 de 3

Luisa González

Rafael Rodriguez Mayel/Anadolu Agency via Getty Images
3 de 3

Os candidatos Luisa González e Daniel Noboa já se enfrentaram nas eleições presidenciais de 2023

Reprodução/Redes Sociais


Esta é a segunda vez que Noboa e González aparecem como os principais nomes na disputa presidencial no Equador. Em 2023, eles foram os candidatos mais bem votados nas eleições extraordinárias do país, realizadas após o ex-presidente Guilherme Lasso dissolver o Parlamento e convocar uma nova eleição. 


Para ser eleito em primeiro turno, um dos candidatos que disputam as eleições deve receber ao menos 40% dos votos válidos e alcançar uma diferença de mais de dez pontos percentuais em relação ao segundo colocado. Em caso de segundo turno, a nova disputa ocorrerá em abril.


Segundo dados do CNE, a participação no pleito foi de 83,4% do número total de eleitores do país.


 


 






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Apuração no Equador aponta para 2º turno entre Noboa e González

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As eleições para a presidência do Equador se encaminham para o segundo turno entre o atual presidente Daniel Noboa (ADN) e a advogada Luisa González (RC), do campo esquerdista.


Segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), na noite deste domingo (9/2), o político de 37 anos aparece com 45,2% do total de votos computados. González, ligada ao ex-presidente de esquerda Rafael Correa, surge com 43,3%.


Até o momento, cerca de 52% dos votos já foram apurados. Além dos dois, outros 14 candidatos concorrem ao pleito.


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Daniel Noboa

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Luisa González

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Os candidatos Luisa González e Daniel Noboa já se enfrentaram nas eleições presidenciais de 2023

Reprodução/Redes Sociais


Esta é a segunda vez que Noboa e González aparecem como os principais nomes na disputa presidencial no Equador. Em 2023, eles foram os candidatos mais bem votados nas eleições extraordinárias do país, realizadas após o ex-presidente Guilherme Lasso dissolver o Parlamento e convocar uma nova eleição. 


Para ser eleito em primeiro turno, um dos candidatos que disputam as eleições deve receber ao menos 40% dos votos válidos e alcançar uma diferença de mais de dez pontos percentuais em relação ao segundo colocado. Em caso de segundo turno, a nova disputa ocorrerá em abril.


Segundo dados do CNE, a participação no pleito foi de 83,4% do número total de eleitores do país.


 


 






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Vídeo: casal é flagrado fazendo sexo em cima de moto aquática no mar

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São Paulo — Um casal foi flagrado fazendo sexo em cima de uma moto aquática em alto-mar na cidade de São Vicente, litoral de São Paulo.


O vídeo, gravado na região da Garganta do Diabo, conhecida pelo histórico de acidentes, viralizou nas redes sociais.



A pessoa que filmou estava gravando a paisagem quando se assustou com a ação: “Epa, o que vocês estão aprontando aí? Ó, o bichão. Ripando a minazinha em alto-mar, fi (sic)”.



O casal não foi identificado até o momento.






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Áreas de Sobradinho terão fornecimento de energia suspenso nesta segunda (10)

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Diversos endereços de Sobradinho ficarão sem energia nesta segunda-feira (10) para modernização da rede elétrica. O desligamento está programado para ocorrer entre as 10h e as 16h,  e visa a garantir a segurança dos técnicos durante os serviços.


A suspensão temporária será no Condomínio Vivendas Serranas, na BR-020, Km 4 e Km 5; no Condomínio Fraternidade, Bloco C, Lote 2; na DF-425, Km 1, Chácara 2 e no Núcleo Rural Sobradinho II, DF-425, Km 1,5, Chácara Vale do Sol.


Caso os serviços terminem antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio. Além dos desligamentos programados, pode acabar a energia em outra região do Distrito Federal. Nesse caso, a população deve registrar a ocorrência pelo telefone 116. ‌Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.



Agência Brasília






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Museu de Arte de Brasília tem programação especial gratuita para crianças em fevereiro

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O Museu de Arte de Brasília (MAB), por meio de seu Programa Educativo, lançou uma programação especial para o mês de fevereiro, com atividades para crianças que vão de oficinas de fotografia a bailinho de carnaval. As ações, que ocorrem nos fins de semana, são gratuitas e contam com aporte do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.


Após ter ficado fechado por 14 anos, o MAB foi reaberto no aniversário de Brasília em 2021 | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília


“Aqui no MAB, a nossa programação está sempre conversando com acervo e também com as exposições temporárias. De fevereiro a maio a gente está recebendo a Brasília Photo Show, que é uma exposição incrível, cheia de conteúdo interessante, e a gente faz a programação tanto para as escolas quanto para público espontâneo no fim de semana. As escolas realizam oficinas durante as visitas que eles fazem aqui no museu e, para o público espontâneo, nós temos atividades como a contação de histórias, que é para crianças mais jovens. Durante a tarde , a gente tem as visitas mediadas ao acervo, tem visitas bilíngues em inglês, e a gente também tem as oficinas como câmara escura e oficina de colagem”, explicou a coordenadora pedagógica do MAB Educativo, Isabela Formiga.


Ela ainda reforçou a importância do aporte do FAC para a execução do projeto. “O apoio do FAC é importantíssimo, sem ele a gente não conseguiria estar aqui fazendo esse projeto tão bonito. As oficinas exigem uma demanda de verba para que a gente possa comprar esses materiais, executar o treinamento dos mediadores. É muito importante”, disse Isabela, acrescentando o convite: “A gente convida todo mundo a vir”.


“A gente tem um contato muito grande com a arte, eu gosto muito de arte, essa é minha área de estudo, de pesquisa, e na escola ela está vendo sombras e luz agora nesse início de ano”, contou a psicóloga Aline Farias, que levou a filha, Cora Linda, de 5 anos


Na manhã deste domingo (9), pais e crianças acompanharam uma apresentação de teatro de luz e sombra. “A gente tem um contato muito grande com a arte, eu gosto muito de arte, essa é minha área de estudo, de pesquisa, e na escola ela está vendo sombras e luz agora nesse início de ano. Aí a gente achou que seria uma oportunidade de juntar as duas coisas: a arte, que é uma coisa muito importante para a nossa família, e o que ela está estudando na escola”, contou a psicóloga Aline Farias, que levou a filha, Cora Linda, de 5 anos, para a apresentação. “Concretiza o que ela está aprendendo, traz de uma forma prática para ela introjetar isso no conhecimento e não esquecer mais”, emendou o pai, o servidor público Saulo Pereira.


Já Ana Claudia Reis avaliou que “qualquer estímulo à sensibilidade artística é uma possibilidade de linguagem” para a filha, Mariana Reis, 3. “Hoje com tanta imagem de celular, eu acho que é uma alternativa para vivenciar no corpo a arte.” A terapeuta ocupacional também exaltou as novas instalações do MAB: “Há muito tempo que eu não vinha, não tinha vindo ainda depois que ele reformou e fiquei super feliz de estar deste tamanho. Estou impressionada com o acervo e estou feliz demais”.



Após ter ficado fechado por 14 anos, o MAB foi reaberto no aniversário de Brasília em 2021. Localizado no Setor de Hotéis e Turismo Norte, entre a Concha Acústica e o Palácio da Alvorada, o espaço foi reformado por este Governo do Distrito Federal (GDF), que investiu R$ 9 milhões para recuperar e modernizar o equipamento público. Em 2024, o governo também incrementou a área ao redor do MAB, com a construção de novas calçadas, estacionamentos, paisagismo e uma praça, com investimento de R$ 8 milhões.


Confira a programação completa:


8 a 16 de fevereiro


Sextas-feiras
16h30 – Oficina de Jogos na Brasília Photo Show (a partir de 6 anos) – 10 vagas


Sábados
10h30 – Contação de Histórias para bebês (a partir de 18 meses a 3 anos) – 10 vagas
14h – Mediação em Inglês na Exposição Brasília Photo Show
15h – Mediação com Jogos na Exposição Brasília Photo Show (dia 8/2 com intérprete de LIBRAS)
16h30 – Oficina de Colagem Fotográfica (a partir de 6 anos) – 12 vagas


Domingos
10h30 – Teatro de Luz e Sombra para crianças (a partir de 3 anos) – 10 vagas
15h – Mediação Patrimonial com Jogos
16h30 – Oficina de Câmara Escura (a partir de 8 anos) – 12 vagas


Programação especial de Carnaval (22 e 23 de fevereiro)


Sábado
10h30 – Contação de Histórias para bebês (de 18 meses a 3 anos) – 10 vagas
15h – Mediação especial de Carnaval na Brasília Photo Show
16h – Oficina de Máscaras de Carnaval e Bailinho de Carnaval no MAB (a partir de 6 anos) – 12 vagas


Domingo
10h30 – Teatro de Luz e Sombras para crianças (a partir de 3 anos) – 10 vagas
15h – Mediação Patrimonial com Jogos
16h – Oficina de Estandarte e Cortejo de Carnaval no MAB (a partir de 4 anos) – 12 vagas










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Museu de Arte de Brasília tem programação especial gratuita para crianças em fevereiro

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O Museu de Arte de Brasília (MAB), por meio de seu Programa Educativo, lançou uma programação especial para o mês de fevereiro, com atividades para crianças que vão de oficinas de fotografia a bailinho de carnaval. As ações, que ocorrem nos fins de semana, são gratuitas e contam com aporte do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.


Após ter ficado fechado por 14 anos, o MAB foi reaberto no aniversário de Brasília em 2021 | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília


“Aqui no MAB, a nossa programação está sempre conversando com acervo e também com as exposições temporárias. De fevereiro a maio a gente está recebendo a Brasília Photo Show, que é uma exposição incrível, cheia de conteúdo interessante, e a gente faz a programação tanto para as escolas quanto para público espontâneo no fim de semana. As escolas realizam oficinas durante as visitas que eles fazem aqui no museu e, para o público espontâneo, nós temos atividades como a contação de histórias, que é para crianças mais jovens. Durante a tarde , a gente tem as visitas mediadas ao acervo, tem visitas bilíngues em inglês, e a gente também tem as oficinas como câmara escura e oficina de colagem”, explicou a coordenadora pedagógica do MAB Educativo, Isabela Formiga.


Ela ainda reforçou a importância do aporte do FAC para a execução do projeto. “O apoio do FAC é importantíssimo, sem ele a gente não conseguiria estar aqui fazendo esse projeto tão bonito. As oficinas exigem uma demanda de verba para que a gente possa comprar esses materiais, executar o treinamento dos mediadores. É muito importante”, disse Isabela, acrescentando o convite: “A gente convida todo mundo a vir”.


“A gente tem um contato muito grande com a arte, eu gosto muito de arte, essa é minha área de estudo, de pesquisa, e na escola ela está vendo sombras e luz agora nesse início de ano”, contou a psicóloga Aline Farias, que levou a filha, Cora Linda, de 5 anos


Na manhã deste domingo (9), pais e crianças acompanharam uma apresentação de teatro de luz e sombra. “A gente tem um contato muito grande com a arte, eu gosto muito de arte, essa é minha área de estudo, de pesquisa, e na escola ela está vendo sombras e luz agora nesse início de ano. Aí a gente achou que seria uma oportunidade de juntar as duas coisas: a arte, que é uma coisa muito importante para a nossa família, e o que ela está estudando na escola”, contou a psicóloga Aline Farias, que levou a filha, Cora Linda, de 5 anos, para a apresentação. “Concretiza o que ela está aprendendo, traz de uma forma prática para ela introjetar isso no conhecimento e não esquecer mais”, emendou o pai, o servidor público Saulo Pereira.


Já Ana Claudia Reis avaliou que “qualquer estímulo à sensibilidade artística é uma possibilidade de linguagem” para a filha, Mariana Reis, 3. “Hoje com tanta imagem de celular, eu acho que é uma alternativa para vivenciar no corpo a arte.” A terapeuta ocupacional também exaltou as novas instalações do MAB: “Há muito tempo que eu não vinha, não tinha vindo ainda depois que ele reformou e fiquei super feliz de estar deste tamanho. Estou impressionada com o acervo e estou feliz demais”.



Após ter ficado fechado por 14 anos, o MAB foi reaberto no aniversário de Brasília em 2021. Localizado no Setor de Hotéis e Turismo Norte, entre a Concha Acústica e o Palácio da Alvorada, o espaço foi reformado por este Governo do Distrito Federal (GDF), que investiu R$ 9 milhões para recuperar e modernizar o equipamento público. Em 2024, o governo também incrementou a área ao redor do MAB, com a construção de novas calçadas, estacionamentos, paisagismo e uma praça, com investimento de R$ 8 milhões.


Confira a programação completa:


8 a 16 de fevereiro


Sextas-feiras
16h30 – Oficina de Jogos na Brasília Photo Show (a partir de 6 anos) – 10 vagas


Sábados
10h30 – Contação de Histórias para bebês (a partir de 18 meses a 3 anos) – 10 vagas
14h – Mediação em Inglês na Exposição Brasília Photo Show
15h – Mediação com Jogos na Exposição Brasília Photo Show (dia 8/2 com intérprete de LIBRAS)
16h30 – Oficina de Colagem Fotográfica (a partir de 6 anos) – 12 vagas


Domingos
10h30 – Teatro de Luz e Sombra para crianças (a partir de 3 anos) – 10 vagas
15h – Mediação Patrimonial com Jogos
16h30 – Oficina de Câmara Escura (a partir de 8 anos) – 12 vagas


Programação especial de Carnaval (22 e 23 de fevereiro)


Sábado
10h30 – Contação de Histórias para bebês (de 18 meses a 3 anos) – 10 vagas
15h – Mediação especial de Carnaval na Brasília Photo Show
16h – Oficina de Máscaras de Carnaval e Bailinho de Carnaval no MAB (a partir de 6 anos) – 12 vagas


Domingo
10h30 – Teatro de Luz e Sombras para crianças (a partir de 3 anos) – 10 vagas
15h – Mediação Patrimonial com Jogos
16h – Oficina de Estandarte e Cortejo de Carnaval no MAB (a partir de 4 anos) – 12 vagas










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Governo Federal promove encontro de prefeitos nesta semana. Confira programação e objetivos

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Encontro oferecerá diretrizes sobre programas e recursos, informações técnicas, administrativas e financeiras. Lula deve anunciar novas ações para fortalecer pacto federativo e gestão das cidades

O Governo Federal promove nesta semana, de terça (11/2) a quinta-feira o Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas. O evento, coordenado pela Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (SRI), ocupará o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Em sua participação na abertura, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz um balanço da política contínua de diálogo com prefeitos e governadores de todos os partidos para apresentar e receber ideias. E deve também anunciar novas políticas do Governo Federal de interesse das cidades.


O objetivo do Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas é aproximar o Governo Federal dos municípios. E, desse modo, facilitar o acesso a informações essenciais, recursos e ferramentas voltados a gestores municipais e estaduais.


Além da SRI, participa da realização a Associação Brasileira de Municípios (ABM), com apoio da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e Frente Nacional de Prefeitos (FNP). O patrocínio é dos Correios, Sebrae, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, com Serpro e Petrobras como parceiros institucionais.


Serão mais de 170 atividades simultâneas distribuídas nos auditórios e salas do Centro de Convenções, envolvendo todos os ministérios e órgão públicos que têm ações nos municípios. Todas elas compostas de diretrizes federais e informações sobre os programas e recursos disponíveis, além de orientações técnicas, administrativas e financeiras. O enfrentamento das questões climáticas e eventos extremos e a aproximação institucional das prefeituras com ministérios e órgãos governamentais também integram as finalidades do encontro voltado a fortalecer o pacto federativo e a gestão municipal.


Eixos temáticos


Os brasileiros elegeram no ano passado 5.568 novos gestores para o mandato de 2025-2028. O Governo Federal entende que esse processo de transição é um momento crucial para a continuidade das políticas públicas e para o fortalecimento das parcerias com as cidades. Para esse amplo debate, a terceira edição do Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas, espera reunir mais de 20 mil pessoas. A programação está organizada em seis eixos temáticos:


• Acelerar programa e ações do Governo Federal voltados para as cidades.
• Governança climática e evento extremos.
• Assistência técnica e transferências governamentais
• Mulheres gestoras.
• Governança, serviços e sistemas informatizados.
• Reflexões sobre o pacto federativo.


Esses eixos organizam os conteúdos da programação, com destaques para:


Conferências de Ministros e Ministras



  • Programas de governo voltados para os municípios.

  • Anúncios e lançamentos.


Mesas e painéis sobre



  • Inovação e Futuro Sustentável.

  • Educação Transformadora.

  • Cidades Inteligentes e Inclusivas.

  • Infraestrutura para o Desenvolvimento.

  • Tecnologia a Serviço da Sociedade.

  • Economia Verde e Digital.

  • Parcerias Estratégicas para o Crescimento.

  • Planejamento e Impacto Regional.

  • Empreendedorismo Social e Inovação.

  • Inclusão Digital e Acessibilidade.

  • E muito mais.


Oficinas com foco em capacitação sobre:



  • Elaboração de projetos.

  • Execução de obras.

  • Implementação de instrumentos.

  • Acesso e uso dos painéis de dados do Governo Federal para tomada de decisão e monitoramento.

  • Cadastros nos principais programas do Governo Federal.

  • Inteligência artificial.

  • Transformação digital e outros temas voltados para a melhoria da gestão local.


Os veículos e plataformas da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) farão cobertura especial do encontro.


Confira a programação completa do Encontro Nacional

Confira catálogo de ações federais voltadas para os municípios






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Conselho de Comunicação Social debate vídeos sob demanda na segunda — Senado Notícias

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O Conselho de Comunicação Social (CCS) agendou sua primeira reunião de 2025 para esta segunda-feira (10), a partir das 9h30, com audiência pública sobre o mercado de vídeos sob demanda. No mesmo dia, às 14h, o colegiado fará reunião ordinária.


Já confirmaram participação na audiência pública Raquel Valadares, da Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro; Joelma Gonzaga, do Ministério da Cultura; Mauro Garcia, da Brasil Audiovisual Independente; e Paulo Alcoforado, da Agência Nacional do Cinema (Ancine).


Pauta 


Na reunião da parte da tarde, a pauta será:



  • Redação final da proposta de modificação do Regimento Interno do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional; 

  • Proposta de audiência pública sobre DTV+;

  • Debate sobre o encerramento de programas de moderação de conteúdo em plataformas digitais; e  

  • Relatórios de andamento das comissões temáticas do conselho, comunicações dos conselheiros e participação da sociedade civil.


Streaming


O VoD (videos on demand) é um sistema de conteúdo em vídeos em que o usuário pode escolher o que assistirá por meio de um catálogo e consumir esse conteúdo onde e quando quiser. O modelo é utilizado em plataformas como Netflix, YouTube e PrimeVideo, entre outras.


No ano passado, o CCS debateu a tributação de redes sociais de vídeos e a regulação do setor de streaming.


Órgão auxiliar


Composto por 13 membros titulares e igual número de suplentes, o CCS é um órgão auxiliar do Congresso Nacional, que tem como atribuição a realização de estudos, pareceres, recomendações e outras solicitações que lhe forem encaminhadas pelo Senado e pela Câmara dos Deputados a respeito do tema da comunicação social no Brasil. 


Os membros do conselho são eleitos em sessão conjunta do Congresso, dentre os nomes indicados por entidades representativas dos setores da comunicação social.









Como participar


O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O Portal e‑Cidadania também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.



Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)






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Educação promove palestra sobre educação na era tecnológica

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Educar é um ofício que equilibra desafios e recompensas. Foi com essa perspectiva que se iniciou a palestra “Educação 5.0: conexões humanas para o século XXI”, realizada no 1º Encontro Pedagógico 2025 da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). O evento, que marca o encerramento da Semana Pedagógica, reuniu subsecretários e equipes das Coordenações Regionais de Ensino (CREs) no Teatro Poupex, nessa sexta-feira (7).


Ministrada pelo presidente do Instituto Casagrande, professor Renato Casagrande, a palestra promoveu um debate enriquecedor sobre os desafios e transformações no trabalho educacional na era tecnológica. Em especial, foram abordadas as implicações da Inteligência Artificial (IA) na educação, incentivando professores e gestores a repensarem suas práticas pedagógicas e gestão escolar diante das novas exigências do mundo digital, sem perder de vista o vínculo, a colaboração e a personalização do ensino.



A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, participou do evento e destacou a importância de compreender a tecnologia como aliada do ensino | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF



A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destacou a importância de compreender a tecnologia como aliada do ensino, sem perder de vista a essência da escola. “Quando falamos em tecnologia na educação, seu avanço deve servir para apoiar e aprimorar o ensino, nunca para substituir o professor. Na minha visão, o professor é insubstituível. Nenhum robô, por mais avançado que seja, pode substituir o olhar atento do educador, capaz de perceber quando um aluno está em sofrimento, com fome ou enfrentando uma situação difícil”, disse na abertura do evento.


De maneira leve e bem-humorada, o professor Renato Casagrande cativou a audiência ao trazer situações corriqueiras do magistério, gerando identificação entre os participantes. A palestra destacou como a mudança de paradigma promovida pela tecnologia transforma não apenas a forma de ensinar, mas também a organização do pensamento pedagógico.


Papel do professor


Casagrande também ressaltou que o papel do professor se reinventa na era digital, mas continua essencial. “A inteligência artificial pode ser uma ferramenta incrível, mas o aprendizado só acontece de verdade quando há mediação humana. O professor é aquele que dá sentido à informação e conduz o estudante para além dos dados, ajudando-o a desenvolver pensamento crítico e criatividade”, destacou.


A reflexão também se estendeu às novas demandas da sociedade do século XXI, ressaltando o papel dos gestores na formulação de estratégias inovadoras e na adoção de abordagens pedagógicas mais dinâmicas. O desafio é preparar as futuras gerações não apenas para absorver conteúdo, mas para desenvolver pensamento crítico, criatividade e conexões humanas em um mundo cada vez mais digitalizado.


*Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)






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https://jornalismodigitaldf.com.br/educacao-promove-palestra-sobre-educacao-na-era-tecnologica-2/?fsp_sid=107834
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Relatos de pacientes revelam satisfação com o Hospital Cidade do Sol, que completa um ano sob gestão do IgesDF

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“Estou em um cinco estrelas, tirei férias.” É até difícil acreditar, mas é em um hospital da rede pública que Bianca Andrea, 50 anos, está “hospedada”. Internada há 20 dias para tratar de um problema na coluna, ela é só elogios ao Hospital Cidade do Sol (HCSol), no Sol Nascente: “É maravilhoso, nunca fui tão bem tratada quanto estou sendo aqui. A equipe médica, enfermeiros, pessoal da limpeza, alimentação… todo mundo é top”.


O relato de Bianca personaliza uma avaliação que a unidade já tem em números: o hospital — que, neste domingo (9), celebra um ano sob a gestão do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) — tem um índice médio de satisfação de 86%.


A unidade nasceu em 2021, para atender exclusivamente casos de covid-19 da região Oeste de saúde — formada por Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia |Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília


A unidade nasceu em 2021, para atender exclusivamente casos de covid-19 da região Oeste de saúde — formada por Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia. Depois, chegou a funcionar um tempo como hospital de campanha para a dengue, até ser assumido pelo IgesDF em 9 de fevereiro do ano passado. Hoje, com 60 leitos à disposição e cerca de 230 funcionários, ele opera no esquema de “porta fechada”, ou seja, recebe pacientes encaminhados de outras unidades, dando vazão aos atendimentos na rede pública de todo o DF.


“Ele tem que ser direcionado. A Secretaria de Saúde tem um portal, o paciente é inserido lá, onde estão todos os seus dados clínicos, as suas condições. A gente avalia o relatório e recebe o paciente aqui na instituição. Já recebemos cerca de 6 mil solicitações, então nós conseguimos dar uma grande vazão”, explica o gerente do HCSol, Flávio Amorim.


Internada há 20 dias para tratar de um problema na coluna, Bianca Andrea é só elogios ao Hospital Cidade do Sol (HCSol), no Sol Nascente


Durante essa avaliação, a equipe planeja não apenas como vai receber o paciente, mas todo o percurso até a saída dele da unidade. “Você vai entender o que paciente precisa, qual é o cuidado e a programação dele. Você não pode entrar no hospital e não saber a hora que vai sair. Muitas vezes, o acompanhante vem e fica perdido. Então, quando ele olha no leito a informação do que falta para a alta, isso traz uma singularidade. Esse é o nosso objetivo”, aponta o gerente, que ainda acrescenta que o HCSol recebe “tudo o que o Iges tem de projeto”: “É um case de sucesso”.


Entre os projetos, estão atividades lúdicas com os pacientes — a exemplo da Tardezinha do HCSol — e as equipes da iniciativa Humanizar. “Além de fazer a pesquisa de satisfação, eles são responsáveis por ter esse relacionamento mais próximo com o paciente e levar para a gente todas as demandas. Eles fazem também o prontuário afetivo, que é uma pesquisa dos gostos do paciente, o que ele gosta de comer, o que gosta de ouvir, qual o apelido… Esse prontuário fica coladinho ao lado da cama e toda a equipe pode usar esses dados para ter um vínculo maior com o paciente”, conta Camila Alencar, coordenadora multiprofissional do HCSol.



Todas essas ações refletem em uma sensação de cuidado descrita tanto por pacientes quanto por seus acompanhantes. “Aqui eles são bem receptivos, sempre estão procurando saber, tentando resolver os problemas dos pacientes”, relata a cuidadora de idosos Mariana Reis, que já acompanhou vários internados na unidade. “É um pessoal que trabalha muito bem e trata a gente muito bem. Gostei muito daqui”, avalia a dona de casa Lucineide Pereira, que acompanhava o marido, Waldemar Quintino, 88 anos.


Internada para tratar uma pneumonia, Nair Silva, 89, ficou feliz ao receber alta, mas não deixou de elogiar o espaço, no qual ficou uma semana. “Gostei demais daqui”, afirma. “Maravilhosa , não conhecia. Estávamos no Hospital de Brazlândia, quando nos transferiram para cá, eu nem sabia onde era. Aí a gente veio e é maravilhoso, todo mundo muito atencioso, muito cortês”, emendou a filha, Enildes Silva, que a acompanhou no período.


Até mesmo aqueles que são liberados para voltar para casa acabam voltando ao HCSol para visitar a equipe e os amigos que fizeram durante a internação. Caso do motorista Deivison Ramos, 48, que passou dois meses no local em um tratamento cardiológico. “Venho visitar o colega, o ambiente é bom e agradável”, pontua. “O atendimento para mim foi ótimo. A qualidade do serviço deles é excepcional”, arremata.










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Relatos de pacientes revelam satisfação com o Hospital Cidade do Sol, que completa um ano sob gestão do IgesDF

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“Estou em um cinco estrelas, tirei férias.” É até difícil acreditar, mas é em um hospital da rede pública que Bianca Andrea, 50 anos, está “hospedada”. Internada há 20 dias para tratar de um problema na coluna, ela é só elogios ao Hospital Cidade do Sol (HCSol), no Sol Nascente: “É maravilhoso, nunca fui tão bem tratada quanto estou sendo aqui. A equipe médica, enfermeiros, pessoal da limpeza, alimentação… todo mundo é top”.


O relato de Bianca personaliza uma avaliação que a unidade já tem em números: o hospital — que, neste domingo (9), celebra um ano sob a gestão do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) — tem um índice médio de satisfação de 86%.


A unidade nasceu em 2021, para atender exclusivamente casos de covid-19 da região Oeste de saúde — formada por Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia |Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília


A unidade nasceu em 2021, para atender exclusivamente casos de covid-19 da região Oeste de saúde — formada por Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia. Depois, chegou a funcionar um tempo como hospital de campanha para a dengue, até ser assumido pelo IgesDF em 9 de fevereiro do ano passado. Hoje, com 60 leitos à disposição e cerca de 230 funcionários, ele opera no esquema de “porta fechada”, ou seja, recebe pacientes encaminhados de outras unidades, dando vazão aos atendimentos na rede pública de todo o DF.


“Ele tem que ser direcionado. A Secretaria de Saúde tem um portal, o paciente é inserido lá, onde estão todos os seus dados clínicos, as suas condições. A gente avalia o relatório e recebe o paciente aqui na instituição. Já recebemos cerca de 6 mil solicitações, então nós conseguimos dar uma grande vazão”, explica o gerente do HCSol, Flávio Amorim.


Internada há 20 dias para tratar de um problema na coluna, Bianca Andrea é só elogios ao Hospital Cidade do Sol (HCSol), no Sol Nascente


Durante essa avaliação, a equipe planeja não apenas como vai receber o paciente, mas todo o percurso até a saída dele da unidade. “Você vai entender o que paciente precisa, qual é o cuidado e a programação dele. Você não pode entrar no hospital e não saber a hora que vai sair. Muitas vezes, o acompanhante vem e fica perdido. Então, quando ele olha no leito a informação do que falta para a alta, isso traz uma singularidade. Esse é o nosso objetivo”, aponta o gerente, que ainda acrescenta que o HCSol recebe “tudo o que o Iges tem de projeto”: “É um case de sucesso”.


Entre os projetos, estão atividades lúdicas com os pacientes — a exemplo da Tardezinha do HCSol — e as equipes da iniciativa Humanizar. “Além de fazer a pesquisa de satisfação, eles são responsáveis por ter esse relacionamento mais próximo com o paciente e levar para a gente todas as demandas. Eles fazem também o prontuário afetivo, que é uma pesquisa dos gostos do paciente, o que ele gosta de comer, o que gosta de ouvir, qual o apelido… Esse prontuário fica coladinho ao lado da cama e toda a equipe pode usar esses dados para ter um vínculo maior com o paciente”, conta Camila Alencar, coordenadora multiprofissional do HCSol.



Todas essas ações refletem em uma sensação de cuidado descrita tanto por pacientes quanto por seus acompanhantes. “Aqui eles são bem receptivos, sempre estão procurando saber, tentando resolver os problemas dos pacientes”, relata a cuidadora de idosos Mariana Reis, que já acompanhou vários internados na unidade. “É um pessoal que trabalha muito bem e trata a gente muito bem. Gostei muito daqui”, avalia a dona de casa Lucineide Pereira, que acompanhava o marido, Waldemar Quintino, 88 anos.


Internada para tratar uma pneumonia, Nair Silva, 89, ficou feliz ao receber alta, mas não deixou de elogiar o espaço, no qual ficou uma semana. “Gostei demais daqui”, afirma. “Maravilhosa , não conhecia. Estávamos no Hospital de Brazlândia, quando nos transferiram para cá, eu nem sabia onde era. Aí a gente veio e é maravilhoso, todo mundo muito atencioso, muito cortês”, emendou a filha, Enildes Silva, que a acompanhou no período.


Até mesmo aqueles que são liberados para voltar para casa acabam voltando ao HCSol para visitar a equipe e os amigos que fizeram durante a internação. Caso do motorista Deivison Ramos, 48, que passou dois meses no local em um tratamento cardiológico. “Venho visitar o colega, o ambiente é bom e agradável”, pontua. “O atendimento para mim foi ótimo. A qualidade do serviço deles é excepcional”, arremata.










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