Aprovado na CLDF projeto de lei que fortalece a segurança de mulheres nas universidades do DF

 on  with No comments 
In  


Por: Jornalista Kelven Andrade



Uma importante vitória para a proteção das mulheres no ambiente universitário foi conquistada com a aprovação do Projeto de Lei nº 866/2024, de autoria do deputado distrital Pastor Daniel de Castro. A proposta foi aprovada na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e representa um avanço significativo na luta por um espaço educacional mais seguro, respeitoso e acolhedor para as estudantes do DF.



O projeto prevê a implementação de medidas específicas voltadas à proteção das mulheres nas instituições de ensino superior, com foco em ações de prevenção à violência, acolhimento de vítimas e promoção de uma cultura de respeito e igualdade. A proposta também prevê campanhas educativas, canais de denúncia eficientes e protocolos claros de atuação em casos de assédio ou violência.









Segundo o deputado Daniel de Castro, a aprovação do PL é motivo de grande alegria, pois reflete o compromisso do mandato com a construção de uma educação mais justa e inclusiva. “Seguimos firmes, trabalhando por uma educação mais justa e um futuro com mais dignidade para nossas estudantes!”, destacou o parlamentar em publicação nas redes sociais.



A segurança no ambiente universitário tem sido uma demanda crescente da sociedade, especialmente diante dos relatos de assédio e violência de gênero que ainda ocorrem em diversos espaços acadêmicos. O PL 866/2024 surge como resposta concreta a essas preocupações, contribuindo para que as universidades do DF se tornem locais mais seguros para todas.



Com a sanção da lei, o Distrito Federal dá um passo decisivo rumo à garantia de direitos, proteção e dignidade para as mulheres no ensino superior — uma conquista que celebra a força da educação como ferramenta de transformação social e de justiça.



VEJA MAIS:









https://jornalismodigitaldf.com.br/aprovado-na-cldf-projeto-de-lei-que-fortalece-a-seguranca-de-mulheres-nas-universidades-do-df/?fsp_sid=160971
Share:

Casa de Chá celebra um ano de reinauguração com cultura e memória em Brasília

 on  with No comments 
In  


Por: Jornalista Kelven Andrade



Brasília ganha um motivo especial para comemorar nesta semana: a Casa de Chá, ícone arquitetônico projetado por Oscar Niemeyer, celebra um ano de sua reinauguração nesta quinta-feira (26). O espaço, revitalizado graças a uma parceria entre a Secretaria de Turismo do Distrito Federal (SETUR-DF) e o Senac-DF, tem se consolidado como um ponto de referência para a cultura, o turismo e a memória afetiva da capital federal.



Localizada em um dos cartões-postais mais emblemáticos de Brasília, a Casa de Chá foi ressignificada com o propósito de valorizar o patrimônio arquitetônico da cidade, ao mesmo tempo em que promove experiências culturais e turísticas. A iniciativa da SETUR-DF, sob a liderança do secretário de Turismo Cristiano Araújo, e do diretor regional do Senac-DF, Vitor Corrêa, devolveu vida e propósito a esse espaço originalmente idealizado para contemplação e encontros.









Para celebrar esse marco, o público é convidado a participar de uma programação especial. Em destaque está a exposição “Entre o traço e o tempo”, que reúne fotografias e documentos inéditos que revelam os bastidores da criação de Brasília e da própria Casa de Chá. A mostra fica aberta ao público até o dia 10 de julho e proporciona uma verdadeira imersão na história e no simbolismo da capital federal.



Outro ponto alto da comemoração é a pré-estreia nacional do filme “Brasília 65 anos: Do sonho ao concreto – heróis anônimos”, que será exibido no dia 28 de junho. A produção presta homenagem aos trabalhadores que ajudaram a construir a cidade, muitas vezes sem o devido reconhecimento. Os ingressos são gratuitos e podem ser reservados pela plataforma Sympla.



Com um olhar voltado para o futuro, mas sem perder de vista suas raízes, a Casa de Chá reafirma seu papel como espaço vivo de memória, arte e convivência. Mais do que um local de visitação, ela se torna um símbolo do amor por Brasília, resgatando sua história e acolhendo novas narrativas.



A população do DF e os visitantes da cidade estão convidados a prestigiar essa celebração e a redescobrir a Casa de Chá — um lugar que, em seu traço modernista, guarda a alma da capital do Brasil.



VEJA MAIS:









https://jornalismodigitaldf.com.br/casa-de-cha-celebra-um-ano-de-reinauguracao-com-cultura-e-memoria-em-brasilia/?fsp_sid=160952
Share:

Casa de Chá celebra um ano de reinauguração com cultura e memória em Brasília

 on  with No comments 
In  


Por: Jornalista Kelven Andrade



Brasília ganha um motivo especial para comemorar nesta semana: a Casa de Chá, ícone arquitetônico projetado por Oscar Niemeyer, celebra um ano de sua reinauguração nesta quinta-feira (26). O espaço, revitalizado graças a uma parceria entre a Secretaria de Turismo do Distrito Federal (SETUR-DF) e o Senac-DF, tem se consolidado como um ponto de referência para a cultura, o turismo e a memória afetiva da capital federal.



Localizada em um dos cartões-postais mais emblemáticos de Brasília, a Casa de Chá foi ressignificada com o propósito de valorizar o patrimônio arquitetônico da cidade, ao mesmo tempo em que promove experiências culturais e turísticas. A iniciativa da SETUR-DF, sob a liderança do secretário de Turismo Cristiano Araújo, e do diretor regional do Senac-DF, Vitor Corrêa, devolveu vida e propósito a esse espaço originalmente idealizado para contemplação e encontros.









Para celebrar esse marco, o público é convidado a participar de uma programação especial. Em destaque está a exposição “Entre o traço e o tempo”, que reúne fotografias e documentos inéditos que revelam os bastidores da criação de Brasília e da própria Casa de Chá. A mostra fica aberta ao público até o dia 10 de julho e proporciona uma verdadeira imersão na história e no simbolismo da capital federal.



Outro ponto alto da comemoração é a pré-estreia nacional do filme “Brasília 65 anos: Do sonho ao concreto – heróis anônimos”, que será exibido no dia 28 de junho. A produção presta homenagem aos trabalhadores que ajudaram a construir a cidade, muitas vezes sem o devido reconhecimento. Os ingressos são gratuitos e podem ser reservados pela plataforma Sympla.



Com um olhar voltado para o futuro, mas sem perder de vista suas raízes, a Casa de Chá reafirma seu papel como espaço vivo de memória, arte e convivência. Mais do que um local de visitação, ela se torna um símbolo do amor por Brasília, resgatando sua história e acolhendo novas narrativas.



A população do DF e os visitantes da cidade estão convidados a prestigiar essa celebração e a redescobrir a Casa de Chá — um lugar que, em seu traço modernista, guarda a alma da capital do Brasil.



VEJA MAIS:









https://jornalismodigitaldf.com.br/casa-de-cha-celebra-um-ano-de-reinauguracao-com-cultura-e-memoria-em-brasilia/?fsp_sid=160945
Share:

Aulas na rede pública do Distrito Federal serão retomadas nesta quinta-feira (26) – Secretaria de Estado de Educação

 on  with No comments 
In  





Proposta do GDF foi aprovada pela categoria dos professores em assembleia, encerrando a greve



Por Ian Ferraz, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto


 


O Governo do Distrito Federal (GDF) e os professores da rede pública de ensino chegaram a um acordo pelo fim da greve da categoria. Com a aprovação da proposta em assembleia nesta quarta-feira (25), as aulas na rede pública serão retomadas normalmente na quinta (26).


 


Entre os compromissos propostos pelo GDF estão a convocação de pelo menos 3 mil novos professores até dezembro deste ano, a prorrogação do atual concurso público — que venceria em julho próximo — e a realização de um novo concurso, com edital previsto para o primeiro semestre de 2026.


 


Com acertos sobre o fim da greve, aulas da rede pública são retomadas normalmente | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília


 


A proposta também prevê o envio, até novembro, de projeto de lei à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) regulamentando a progressão horizontal por titulação, com percentuais de 10% para especialização, 20% para mestrado e 30% para doutorado.


 


Além disso, o GDF se comprometeu a instalar uma mesa permanente de negociação para tratar da reestruturação da carreira do magistério e a recompor o calendário escolar com reposição das aulas ainda neste semestre, garantindo o pagamento dos dias não trabalhados em folha suplementar.


 


Nas últimas semanas, o GDF tem reiterado o apoio à categoria e reforçado o diálogo com os professores e seus representantes. As negociações envolveram, além do próprio governador Ibaneis Rocha, a Casa Civil e seu secretário-chefe, Gustavo Rocha; a Secretaria de Educação (SEE-DF) e sua titular, Hélvia Paranaguá; e a Secretaria de Economia (Seec-DF) e seu titular Ney Ferraz.


 


As pastas foram fundamentais para costurar o acordo, coordenado pela Casa Civil. “A Casa Civil tem esse papel de conciliar e ouvir as partes. Nós conseguimos chegar ao melhor acordo possível para o governo e para os professores, dentro do que pode ser cumprido efetivamente”, afirmou o secretário Gustavo Rocha.


Retomada

 


Ao comentar o fim da greve, o governador Ibaneis Rocha destacou o esforço do GDF em atender as reivindicações: “É muito importante a retomada das aulas para os nossos alunos e famílias, que agora vão poder voltar ao cronograma de estudos e conteúdos normalmente. Desde o início das negociações pelo fim da greve, fomos claros com o que seria possível e o que não seria possível fazer neste momento. Chegamos ao melhor acordo possível e agora vamos trabalhar no projeto de lei e nos demais termos da proposta”.


 


A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, afirmou que a pasta vai definir as datas de reposição das aulas nos próximos dias. “O mais importante é os alunos concluírem o semestre”, lembrou. “Isso foi um compromisso firmado. Vamos nos sentar com o sindicato na semana que vem para definir o calendário de recomposição das aulas, concluindo o primeiro semestre em julho no período de recesso e abrindo uns dias de recesso no início de agosto. Ficamos felizes com o resultado e a compreensão da categoria. Vamos avançar na mesa de negociação, e não é o fato de encerrar a greve que cessou tudo: os ganhos da categoria continuarão acontecendo, porque a mesa de negociação continua aberta”.


 


O secretário Ney Ferraz destacou que o acordo valoriza a categoria e está dentro da realidade fiscal da capital. “Greves sempre prejudicam toda a comunidade escolar, inclusive os próprios professores. Estou feliz que a categoria tenha compreendido a situação financeira do GDF e aceitado retornar às aulas. O governador Ibaneis fez uma proposta real, não é uma promessa que não pode cumprir. A vontade do governador era valorizar até com mais. No entanto, precisamos ter responsabilidade fiscal para não prometer o que não podemos cumprir”, disse.


Professores valorizados

 


Desde o início da atual gestão, em 2019, o GDF tem implementado medidas que vão além da mesa de negociação e refletem o compromisso permanente com o magistério.


 


A recomposição do quadro de servidores é uma delas. Desde 2019, foram convocados 6.378 professores, 166 orientadores e 5.794 PPGE, totalizando 12.338 profissionais. Em 2022, o governo pagou a terceira parcela de 3,23% prevista na lei nº 5.105/2013, regularizando passivos acumulados desde 2015 e destinando aproximadamente R$ 210 milhões à folha da Educação.


 


Na mesma linha de valorização, foi incorporado o auxílio-saúde ao vencimento básico dos servidores, por meio da lei n° 7.109/2022, assegurando ganho permanente aos profissionais. O auxílio-alimentação também aumentou, subindo 62% e pulando de R$ 394,50 para R$ 640, após oito anos sem reajustes.


Incentivos

 


Esta gestão também promoveu melhorias nas funções gratificadas, com reajuste de R$ 250 nas Funções Gratificadas Escolares (FGE) e a criação da Gratificação de Atividade de Coordenação Pedagógica (Gacop), no valor de R$ 300, reconhecendo o trabalho das equipes gestoras nas escolas.


 


Em 2023, foi concedido um reajuste linear de 18%, distribuído em três parcelas anuais, além da incorporação de gratificações às remunerações básicas, da ampliação do recesso remunerado para professores em funções intermediárias e do aumento da carga horária de coordenação pedagógica para 35% da jornada.


 


A política de valorização também contemplou a autorização da ampliação voluntária de carga horária para até 40 horas semanais, reduzindo a dependência de contratos temporários e assegurando maior estabilidade à rede. O pagamento de exercícios findos permitiu ainda a regularização de direitos trabalhistas de milhares de servidores. A conclusão da incorporação das gratificações Gaped e Gase, por sua vez, elevará a base salarial em cerca de 30% em relação a 2023.








Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/aulas-na-rede-publica-do-distrito-federal-serao-retomadas-nesta-quinta-feira-26-secretaria-de-estado-de-educacao/?fsp_sid=160939
Share:

Aulas na rede pública do Distrito Federal serão retomadas nesta quinta-feira (26) – Secretaria de Estado de Educação

 on  with No comments 
In  





Proposta do GDF foi aprovada pela categoria dos professores em assembleia, encerrando a greve



Por Ian Ferraz, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto


 


O Governo do Distrito Federal (GDF) e os professores da rede pública de ensino chegaram a um acordo pelo fim da greve da categoria. Com a aprovação da proposta em assembleia nesta quarta-feira (25), as aulas na rede pública serão retomadas normalmente na quinta (26).


 


Entre os compromissos propostos pelo GDF estão a convocação de pelo menos 3 mil novos professores até dezembro deste ano, a prorrogação do atual concurso público — que venceria em julho próximo — e a realização de um novo concurso, com edital previsto para o primeiro semestre de 2026.


 


Com acertos sobre o fim da greve, aulas da rede pública são retomadas normalmente | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília


 


A proposta também prevê o envio, até novembro, de projeto de lei à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) regulamentando a progressão horizontal por titulação, com percentuais de 10% para especialização, 20% para mestrado e 30% para doutorado.


 


Além disso, o GDF se comprometeu a instalar uma mesa permanente de negociação para tratar da reestruturação da carreira do magistério e a recompor o calendário escolar com reposição das aulas ainda neste semestre, garantindo o pagamento dos dias não trabalhados em folha suplementar.


 


Nas últimas semanas, o GDF tem reiterado o apoio à categoria e reforçado o diálogo com os professores e seus representantes. As negociações envolveram, além do próprio governador Ibaneis Rocha, a Casa Civil e seu secretário-chefe, Gustavo Rocha; a Secretaria de Educação (SEE-DF) e sua titular, Hélvia Paranaguá; e a Secretaria de Economia (Seec-DF) e seu titular Ney Ferraz.


 


As pastas foram fundamentais para costurar o acordo, coordenado pela Casa Civil. “A Casa Civil tem esse papel de conciliar e ouvir as partes. Nós conseguimos chegar ao melhor acordo possível para o governo e para os professores, dentro do que pode ser cumprido efetivamente”, afirmou o secretário Gustavo Rocha.


Retomada

 


Ao comentar o fim da greve, o governador Ibaneis Rocha destacou o esforço do GDF em atender as reivindicações: “É muito importante a retomada das aulas para os nossos alunos e famílias, que agora vão poder voltar ao cronograma de estudos e conteúdos normalmente. Desde o início das negociações pelo fim da greve, fomos claros com o que seria possível e o que não seria possível fazer neste momento. Chegamos ao melhor acordo possível e agora vamos trabalhar no projeto de lei e nos demais termos da proposta”.


 


A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, afirmou que a pasta vai definir as datas de reposição das aulas nos próximos dias. “O mais importante é os alunos concluírem o semestre”, lembrou. “Isso foi um compromisso firmado. Vamos nos sentar com o sindicato na semana que vem para definir o calendário de recomposição das aulas, concluindo o primeiro semestre em julho no período de recesso e abrindo uns dias de recesso no início de agosto. Ficamos felizes com o resultado e a compreensão da categoria. Vamos avançar na mesa de negociação, e não é o fato de encerrar a greve que cessou tudo: os ganhos da categoria continuarão acontecendo, porque a mesa de negociação continua aberta”.


 


O secretário Ney Ferraz destacou que o acordo valoriza a categoria e está dentro da realidade fiscal da capital. “Greves sempre prejudicam toda a comunidade escolar, inclusive os próprios professores. Estou feliz que a categoria tenha compreendido a situação financeira do GDF e aceitado retornar às aulas. O governador Ibaneis fez uma proposta real, não é uma promessa que não pode cumprir. A vontade do governador era valorizar até com mais. No entanto, precisamos ter responsabilidade fiscal para não prometer o que não podemos cumprir”, disse.


Professores valorizados

 


Desde o início da atual gestão, em 2019, o GDF tem implementado medidas que vão além da mesa de negociação e refletem o compromisso permanente com o magistério.


 


A recomposição do quadro de servidores é uma delas. Desde 2019, foram convocados 6.378 professores, 166 orientadores e 5.794 PPGE, totalizando 12.338 profissionais. Em 2022, o governo pagou a terceira parcela de 3,23% prevista na lei nº 5.105/2013, regularizando passivos acumulados desde 2015 e destinando aproximadamente R$ 210 milhões à folha da Educação.


 


Na mesma linha de valorização, foi incorporado o auxílio-saúde ao vencimento básico dos servidores, por meio da lei n° 7.109/2022, assegurando ganho permanente aos profissionais. O auxílio-alimentação também aumentou, subindo 62% e pulando de R$ 394,50 para R$ 640, após oito anos sem reajustes.


Incentivos

 


Esta gestão também promoveu melhorias nas funções gratificadas, com reajuste de R$ 250 nas Funções Gratificadas Escolares (FGE) e a criação da Gratificação de Atividade de Coordenação Pedagógica (Gacop), no valor de R$ 300, reconhecendo o trabalho das equipes gestoras nas escolas.


 


Em 2023, foi concedido um reajuste linear de 18%, distribuído em três parcelas anuais, além da incorporação de gratificações às remunerações básicas, da ampliação do recesso remunerado para professores em funções intermediárias e do aumento da carga horária de coordenação pedagógica para 35% da jornada.


 


A política de valorização também contemplou a autorização da ampliação voluntária de carga horária para até 40 horas semanais, reduzindo a dependência de contratos temporários e assegurando maior estabilidade à rede. O pagamento de exercícios findos permitiu ainda a regularização de direitos trabalhistas de milhares de servidores. A conclusão da incorporação das gratificações Gaped e Gase, por sua vez, elevará a base salarial em cerca de 30% em relação a 2023.








Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/aulas-na-rede-publica-do-distrito-federal-serao-retomadas-nesta-quinta-feira-26-secretaria-de-estado-de-educacao/?fsp_sid=160932
Share:

Vice Governadora Celina Leão destaca a importância dos assistentes sociais no DF

 on  with No comments 
In  


Por: Jornalista Kelven Andrade



A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou a importância do trabalho dos assistentes sociais e os investimentos que o governo tem feito para fortalecer essa categoria fundamental na promoção da dignidade e inclusão social. Em publicação recente, Celina ressaltou o papel desses profissionais como agentes de transformação, que atuam com escuta ativa, empatia, técnica e compromisso, sendo essenciais no atendimento às populações mais vulneráveis.



Segundo a vice-governadora, os assistentes sociais são os primeiros a identificar necessidades, orientar famílias e encaminhar demandas aos serviços públicos adequados. Por trás de cada acolhimento, há um profissional preparado e comprometido com a melhoria das condições de vida de milhares de pessoas. É justamente por isso que o Governo do DF tem adotado medidas concretas para garantir suporte e reconhecimento a esses trabalhadores.









Entre as ações citadas, Celina Leão destaca o fortalecimento dos equipamentos públicos de assistência social. Isso inclui a ampliação da rede de atendimento, a reestruturação de unidades, a aquisição de materiais e ferramentas adequadas ao serviço e o investimento contínuo em capacitação. O objetivo é assegurar melhores condições de trabalho e ampliar o alcance das políticas sociais no DF.



A vice-governadora também enfatiza que cuidar de quem cuida é uma responsabilidade do Estado. Os profissionais da assistência social estão na linha de frente do combate à desigualdade, na prevenção da violência e na construção de uma sociedade mais justa. Portanto, políticas públicas eficazes passam necessariamente pela valorização desses servidores e pelo fortalecimento da rede em que atuam.



Outro ponto importante é a criação de programas sociais que promovam dignidade, acesso a direitos e oportunidades de inclusão. Com ações integradas, o Governo do DF tem buscado criar um ambiente mais acolhedor e estruturado para atender a população em situação de vulnerabilidade, sempre com o apoio técnico dos assistentes sociais.



Celina Leão conclui afirmando que o compromisso do governo é com o respeito, o investimento e a humanidade. O reconhecimento do trabalho dos assistentes sociais vai além de palavras: está presente nas ações concretas que fortalecem o sistema de proteção social e garantem que nenhum cidadão seja deixado para trás.



VEJA MAIS:









https://jornalismodigitaldf.com.br/vice-governadora-celina-leao-destaca-a-importancia-dos-assistentes-sociais-no-df/?fsp_sid=160913
Share:

Vice Governadora Celina Leão destaca a importância dos assistentes sociais no DF

 on  with No comments 
In  


Por: Jornalista Kelven Andrade



A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou a importância do trabalho dos assistentes sociais e os investimentos que o governo tem feito para fortalecer essa categoria fundamental na promoção da dignidade e inclusão social. Em publicação recente, Celina ressaltou o papel desses profissionais como agentes de transformação, que atuam com escuta ativa, empatia, técnica e compromisso, sendo essenciais no atendimento às populações mais vulneráveis.



Segundo a vice-governadora, os assistentes sociais são os primeiros a identificar necessidades, orientar famílias e encaminhar demandas aos serviços públicos adequados. Por trás de cada acolhimento, há um profissional preparado e comprometido com a melhoria das condições de vida de milhares de pessoas. É justamente por isso que o Governo do DF tem adotado medidas concretas para garantir suporte e reconhecimento a esses trabalhadores.









Entre as ações citadas, Celina Leão destaca o fortalecimento dos equipamentos públicos de assistência social. Isso inclui a ampliação da rede de atendimento, a reestruturação de unidades, a aquisição de materiais e ferramentas adequadas ao serviço e o investimento contínuo em capacitação. O objetivo é assegurar melhores condições de trabalho e ampliar o alcance das políticas sociais no DF.



A vice-governadora também enfatiza que cuidar de quem cuida é uma responsabilidade do Estado. Os profissionais da assistência social estão na linha de frente do combate à desigualdade, na prevenção da violência e na construção de uma sociedade mais justa. Portanto, políticas públicas eficazes passam necessariamente pela valorização desses servidores e pelo fortalecimento da rede em que atuam.



Outro ponto importante é a criação de programas sociais que promovam dignidade, acesso a direitos e oportunidades de inclusão. Com ações integradas, o Governo do DF tem buscado criar um ambiente mais acolhedor e estruturado para atender a população em situação de vulnerabilidade, sempre com o apoio técnico dos assistentes sociais.



Celina Leão conclui afirmando que o compromisso do governo é com o respeito, o investimento e a humanidade. O reconhecimento do trabalho dos assistentes sociais vai além de palavras: está presente nas ações concretas que fortalecem o sistema de proteção social e garantem que nenhum cidadão seja deixado para trás.



VEJA MAIS:









https://jornalismodigitaldf.com.br/vice-governadora-celina-leao-destaca-a-importancia-dos-assistentes-sociais-no-df/?fsp_sid=160906
Share:

Tipos de doenças cardíacas pelas quais as pessoas morrem mudaram

 on  with No comments 
In  




As doenças cardíacas continuam sendo a principal causa de morte no mundo, mas os tipos de problemas cardíacos que mais matam mudaram significativamente ao longo dos últimos 50 anos. É o que aponta uma pesquisa publicada nesta quarta-feira (25/6), no Journal of the American Heart Association.


O novo estudo foi feito com base em dados de mortalidade nos Estados Unidos entre 1970 e 2022. Segundo os autores, as mortes por ataque cardíaco, também chamado de infarto agudo do miocárdio, caíram 89% no período. Em 1970, mais da metade das mortes por doenças cardíacas era causada por infarto; em 2022, essa proporção caiu para menos de um terço.


Já os óbitos por outros tipos de doenças cardíacas, como arritmias, insuficiência cardíaca e problemas causados pela hipertensão arterial, cresceram 81% e passaram a representar quase metade de todas as mortes por doenças do coração.


“Esse cenário mostra o quanto avançamos no tratamento dos infartos, mas também revela novos desafios. A insuficiência cardíaca e as arritmias estão crescendo e precisamos enfrentá-las”, diz a médica Sara King, primeira autora do estudo e pesquisadora da Universidade Stanford, em comunicado.




Doenças cardíacas



  • As doenças cardíacas são a principal causa de morte no mundo.

  • Elas são causadas por distúrbios do coração e dos vasos sanguíneos.

  • As principais doenças do coração incluem: doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca, arritmias, doença cardíaca reumática, cardiopatia congênita, e condições como hipertensão e infarto agudo do miocárdio.

  • Hipertensão arterial, colesterol alto e tabagismo são os principais fatores de risco para doenças cardíacas.

  • Outras condições também podem colocar as pessoas em maior risco, incluindo: diabetes, sobrepeso e obesidade, dieta pouco saudável, sedentarismo e uso excessivo de álcool.




De acordo com os pesquisadores, estudar as tendências de morte por doenças cardíacas ao longo do tempo é essencial para entender melhor a saúde da população, guiar políticas públicas, orientar estratégias clínicas e, assim, melhorar os desfechos para os pacientes,  inclusive em outros países, como o Brasil.


Avanços no tratamento salvam vidas


A pesquisa destaca que a redução nas mortes por infarto reflete uma série de avanços médicos e mudanças sociais. Entre elas estão a popularização da reanimação cardiopulmonar (RCP), o uso de desfibriladores, a criação de unidades coronarianas e o desenvolvimento de terapias medicamentosas eficazes, como betabloqueadores, estatinas e antiplaquetários.


Também contribuíram a melhora nos exames, nos procedimentos — como a introdução da angioplastia e dos stents coronários — e o diagnóstico mais precoce de emergências cardíacas, feito com ajuda de exames como a troponina de alta sensibilidade. Além disso, políticas públicas voltadas para o controle do tabagismo e o estímulo à atividade física ajudaram a reduzir os fatores de risco.


Apesar disso, o cenário atual ainda preocupa. Nos Estados Unidos, as doenças cardíacas foram responsáveis por 31% de todas as mortes entre 1970 e 2022. Apenas em 2022, 24% das mortes no país tiveram origem cardíaca.


1 de 12

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), doenças cardiovasculares são algumas das principais causas de mortes no Brasil. Segundo a instituição, a maioria dos óbitos poderiam ser evitados ou postergados com cuidados preventivos e medidas terapêuticas

Peter Dazeley/ Getty Images
2 de 12

Para a SBC, a prevenção e o tratamento adequado dos fatores de risco e das doenças do coração podem ser o suficientes para reverter quadros graves. Para isso, é necessário saber identificar os principais sintomas de problemas cardiovasculares e tratá-los, caso apresente algum deles

bymuratdeniz/ Getty Images
3 de 12

Dentre as doenças cardiovasculares que mais fazem vítimas fatais, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) se destaca. Ele é causado devido à presença de placas de gordura que entopem os vasos sanguíneos cerebrais. Entre os sintomas estão: dificuldade para falar, tontura, dificuldade para engolir, fraqueza de um lado do corpo, entre outros

KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images
4 de 12

Imagem ilustrativa de pessoa com dor no peito

katleho Seisa/Getty Images
5 de 12

A cardiomiopatia é outra grave doença que acomete o coração. A enfermidade, que deixa o músculo cardíaco inflamado e inchado, pode enfraquecer o coração a ponto de ser necessário realizar transplante. Entre os sintomas da doença estão: fraqueza frequente, inchaços e fadiga

SolStock/ Getty Images
6 de 12

O infarto do miocárdio acontece quando o fluxo sanguíneo no músculo miocárdio é interrompido por longo período. A ausência do sangue na região pode causar sérios problemas e até a morte do tecido. Obesidade, cigarro, colesterol alto e tendência genética podem causar a doença. Entre os sintomas estão: dor no peito que dura 20 minutos, formigamento no braço, queimação no peito, etc.

KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images
7 de 12

Uma das doenças do coração mais comuns, e grave é a insuficiência cardíaca. Ela é caracterizada pela incapacidade do coração de bombear o sangue para o organismo. A enfermidade provoca fadiga, dificuldade para respirar, fraqueza, etc. Entre as principais causas da enfermidade estão: infecções, diabetes, hábitos não saudáveis, etc.

bymuratdeniz/ Getty Images
8 de 12

A doença arterial periférica, assim como a maioria das doenças do coração, é provocada pela formação de placas de gordura e outras substâncias nas artérias que levam o sangue para membros inferiores do corpo, como pés e pernas. Colesterol alto e tabagismo contribuem para o problema. Entre os sintomas estão: feridas que não cicatrizam, disfunção erétil e inchaços no corpo

manusapon kasosod/ Getty Images
9 de 12

Causada por bactérias, fungos ou vírus de outras partes do corpo que migram para o coração e infeccionam o endocárdio, a endocardite é uma doença que pode causar calafrios, febre e fadigas. O tratamento da doença dependerá do quadro do paciente e, algumas vezes, a cirurgia pode ser indicada

FG Trade/ Getty Images
10 de 12

Causada devido à inflamação de outros músculos cárdicos, a miocardite pode causar enfraquecimento do coração, frequência cardíaca anormal e morte súbita. Dores no peito, falta de ar e batimentos cardíacos anormais são alguns dos principais sintomas

Peter Dazeley/ Getty Images
11 de 12

Além dos sintomas comuns de cada uma das doenças cardiovasculares, cansaço excessivo sem motivo aparente, enjoo ou perda do apetite, dificuldade em respirar, inchaços, calafrio, tonturas, desmaio, taquicardia e tosse persistente podem ser sinais de problemas no coração

Peter Dazeley/ Getty Images
12 de 12

Segundo a cartilha de Diretriz de Prevenção Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), apesar de alguns casos específicos, é possível prevenir problemas no coração mantendo bons hábitos alimentares, praticando exercícios físicos e cuidando da mente

andresr/ Getty Images

Insuficiência cardíaca e arritmias


Entre as doenças que mais aumentaram, as arritmias se destacam, com uma alta de 450% nas taxas de mortalidade ao longo do período. A insuficiência cardíaca também cresceu bastante, com um salto de 146%. Os casos de morte por problemas causados pela pressão alta aumentaram 106%.


De acordo com os pesquisadores, os dados preocupam porque, ao contrário do infarto, essas condições tendem a ser crônicas e progressivas. Envelhecimento populacional, sedentarismo, obesidade, hipertensão e diabetes são apontados como fatores que estão impulsionando esse crescimento.


Segundo o estudo, a obesidade nos EUA passou de 15% da população na década de 1970 para 40%, em 2022. A hipertensão também subiu de 30% para quase 50% no mesmo período.


“Hoje, temos pessoas sobrevivendo a ataques cardíacos, mas que, ao envelhecer, desenvolvem outras doenças do coração. Precisamos olhar para isso com urgência”, afirma a médica Latha Palaniappan, uma das autoras do estudo.


Prevenção


Para os especialistas, o foco agora deve ser a prevenção de doenças cardíacas crônicas, com ações que comecem ainda na infância. A American Heart Association recomenda medidas como alimentação saudável, prática de atividade física, abandono do tabagismo, controle da pressão arterial, do colesterol, do peso e da glicemia, além de sono de qualidade.


“Vencemos grandes batalhas contra o infarto, mas a guerra contra as doenças do coração ainda não acabou. O futuro da cardiologia está em ajudar as pessoas a envelhecerem com corações saudáveis”, finaliza King.


Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/tipos-de-doencas-cardiacas-pelas-quais-as-pessoas-morrem-mudaram/?fsp_sid=160887
Share:

Tipos de doenças cardíacas pelas quais as pessoas morrem mudaram

 on  with No comments 
In  




As doenças cardíacas continuam sendo a principal causa de morte no mundo, mas os tipos de problemas cardíacos que mais matam mudaram significativamente ao longo dos últimos 50 anos. É o que aponta uma pesquisa publicada nesta quarta-feira (25/6), no Journal of the American Heart Association.


O novo estudo foi feito com base em dados de mortalidade nos Estados Unidos entre 1970 e 2022. Segundo os autores, as mortes por ataque cardíaco, também chamado de infarto agudo do miocárdio, caíram 89% no período. Em 1970, mais da metade das mortes por doenças cardíacas era causada por infarto; em 2022, essa proporção caiu para menos de um terço.


Já os óbitos por outros tipos de doenças cardíacas, como arritmias, insuficiência cardíaca e problemas causados pela hipertensão arterial, cresceram 81% e passaram a representar quase metade de todas as mortes por doenças do coração.


“Esse cenário mostra o quanto avançamos no tratamento dos infartos, mas também revela novos desafios. A insuficiência cardíaca e as arritmias estão crescendo e precisamos enfrentá-las”, diz a médica Sara King, primeira autora do estudo e pesquisadora da Universidade Stanford, em comunicado.




Doenças cardíacas



  • As doenças cardíacas são a principal causa de morte no mundo.

  • Elas são causadas por distúrbios do coração e dos vasos sanguíneos.

  • As principais doenças do coração incluem: doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca, arritmias, doença cardíaca reumática, cardiopatia congênita, e condições como hipertensão e infarto agudo do miocárdio.

  • Hipertensão arterial, colesterol alto e tabagismo são os principais fatores de risco para doenças cardíacas.

  • Outras condições também podem colocar as pessoas em maior risco, incluindo: diabetes, sobrepeso e obesidade, dieta pouco saudável, sedentarismo e uso excessivo de álcool.




De acordo com os pesquisadores, estudar as tendências de morte por doenças cardíacas ao longo do tempo é essencial para entender melhor a saúde da população, guiar políticas públicas, orientar estratégias clínicas e, assim, melhorar os desfechos para os pacientes,  inclusive em outros países, como o Brasil.


Avanços no tratamento salvam vidas


A pesquisa destaca que a redução nas mortes por infarto reflete uma série de avanços médicos e mudanças sociais. Entre elas estão a popularização da reanimação cardiopulmonar (RCP), o uso de desfibriladores, a criação de unidades coronarianas e o desenvolvimento de terapias medicamentosas eficazes, como betabloqueadores, estatinas e antiplaquetários.


Também contribuíram a melhora nos exames, nos procedimentos — como a introdução da angioplastia e dos stents coronários — e o diagnóstico mais precoce de emergências cardíacas, feito com ajuda de exames como a troponina de alta sensibilidade. Além disso, políticas públicas voltadas para o controle do tabagismo e o estímulo à atividade física ajudaram a reduzir os fatores de risco.


Apesar disso, o cenário atual ainda preocupa. Nos Estados Unidos, as doenças cardíacas foram responsáveis por 31% de todas as mortes entre 1970 e 2022. Apenas em 2022, 24% das mortes no país tiveram origem cardíaca.


1 de 12

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), doenças cardiovasculares são algumas das principais causas de mortes no Brasil. Segundo a instituição, a maioria dos óbitos poderiam ser evitados ou postergados com cuidados preventivos e medidas terapêuticas

Peter Dazeley/ Getty Images
2 de 12

Para a SBC, a prevenção e o tratamento adequado dos fatores de risco e das doenças do coração podem ser o suficientes para reverter quadros graves. Para isso, é necessário saber identificar os principais sintomas de problemas cardiovasculares e tratá-los, caso apresente algum deles

bymuratdeniz/ Getty Images
3 de 12

Dentre as doenças cardiovasculares que mais fazem vítimas fatais, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) se destaca. Ele é causado devido à presença de placas de gordura que entopem os vasos sanguíneos cerebrais. Entre os sintomas estão: dificuldade para falar, tontura, dificuldade para engolir, fraqueza de um lado do corpo, entre outros

KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images
4 de 12

Imagem ilustrativa de pessoa com dor no peito

katleho Seisa/Getty Images
5 de 12

A cardiomiopatia é outra grave doença que acomete o coração. A enfermidade, que deixa o músculo cardíaco inflamado e inchado, pode enfraquecer o coração a ponto de ser necessário realizar transplante. Entre os sintomas da doença estão: fraqueza frequente, inchaços e fadiga

SolStock/ Getty Images
6 de 12

O infarto do miocárdio acontece quando o fluxo sanguíneo no músculo miocárdio é interrompido por longo período. A ausência do sangue na região pode causar sérios problemas e até a morte do tecido. Obesidade, cigarro, colesterol alto e tendência genética podem causar a doença. Entre os sintomas estão: dor no peito que dura 20 minutos, formigamento no braço, queimação no peito, etc.

KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images
7 de 12

Uma das doenças do coração mais comuns, e grave é a insuficiência cardíaca. Ela é caracterizada pela incapacidade do coração de bombear o sangue para o organismo. A enfermidade provoca fadiga, dificuldade para respirar, fraqueza, etc. Entre as principais causas da enfermidade estão: infecções, diabetes, hábitos não saudáveis, etc.

bymuratdeniz/ Getty Images
8 de 12

A doença arterial periférica, assim como a maioria das doenças do coração, é provocada pela formação de placas de gordura e outras substâncias nas artérias que levam o sangue para membros inferiores do corpo, como pés e pernas. Colesterol alto e tabagismo contribuem para o problema. Entre os sintomas estão: feridas que não cicatrizam, disfunção erétil e inchaços no corpo

manusapon kasosod/ Getty Images
9 de 12

Causada por bactérias, fungos ou vírus de outras partes do corpo que migram para o coração e infeccionam o endocárdio, a endocardite é uma doença que pode causar calafrios, febre e fadigas. O tratamento da doença dependerá do quadro do paciente e, algumas vezes, a cirurgia pode ser indicada

FG Trade/ Getty Images
10 de 12

Causada devido à inflamação de outros músculos cárdicos, a miocardite pode causar enfraquecimento do coração, frequência cardíaca anormal e morte súbita. Dores no peito, falta de ar e batimentos cardíacos anormais são alguns dos principais sintomas

Peter Dazeley/ Getty Images
11 de 12

Além dos sintomas comuns de cada uma das doenças cardiovasculares, cansaço excessivo sem motivo aparente, enjoo ou perda do apetite, dificuldade em respirar, inchaços, calafrio, tonturas, desmaio, taquicardia e tosse persistente podem ser sinais de problemas no coração

Peter Dazeley/ Getty Images
12 de 12

Segundo a cartilha de Diretriz de Prevenção Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), apesar de alguns casos específicos, é possível prevenir problemas no coração mantendo bons hábitos alimentares, praticando exercícios físicos e cuidando da mente

andresr/ Getty Images

Insuficiência cardíaca e arritmias


Entre as doenças que mais aumentaram, as arritmias se destacam, com uma alta de 450% nas taxas de mortalidade ao longo do período. A insuficiência cardíaca também cresceu bastante, com um salto de 146%. Os casos de morte por problemas causados pela pressão alta aumentaram 106%.


De acordo com os pesquisadores, os dados preocupam porque, ao contrário do infarto, essas condições tendem a ser crônicas e progressivas. Envelhecimento populacional, sedentarismo, obesidade, hipertensão e diabetes são apontados como fatores que estão impulsionando esse crescimento.


Segundo o estudo, a obesidade nos EUA passou de 15% da população na década de 1970 para 40%, em 2022. A hipertensão também subiu de 30% para quase 50% no mesmo período.


“Hoje, temos pessoas sobrevivendo a ataques cardíacos, mas que, ao envelhecer, desenvolvem outras doenças do coração. Precisamos olhar para isso com urgência”, afirma a médica Latha Palaniappan, uma das autoras do estudo.


Prevenção


Para os especialistas, o foco agora deve ser a prevenção de doenças cardíacas crônicas, com ações que comecem ainda na infância. A American Heart Association recomenda medidas como alimentação saudável, prática de atividade física, abandono do tabagismo, controle da pressão arterial, do colesterol, do peso e da glicemia, além de sono de qualidade.


“Vencemos grandes batalhas contra o infarto, mas a guerra contra as doenças do coração ainda não acabou. O futuro da cardiologia está em ajudar as pessoas a envelhecerem com corações saudáveis”, finaliza King.


Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/tipos-de-doencas-cardiacas-pelas-quais-as-pessoas-morrem-mudaram/?fsp_sid=160880
Share:

Homenagem de Gustavo Aires à Polícia Militar do Distrito Federal

 on  with No comments 
In  


Por Denise Oliveira.





Em um gesto de reconhecimento e respeito, Gustavo Aires, líder e figura pública, fez uma homenagem à Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), destacando a importância da corporação para a segurança e tranquilidade da população. Em uma mensagem simples, mas carregada de significado, Aires expressou seu profundo respeito à instituição, destacando as qualidades que tornam a PMDF essencial para a sociedade: dedicação, coragem e compromisso.



A mensagem reflete o papel crucial da Polícia Militar na vida dos cidadãos do Distrito Federal, garantindo a ordem e a paz. Aires parabenizou todos os membros da corporação, reconhecendo que a vestimenta da farda não é apenas um símbolo, mas também um compromisso com a comunidade, que se beneficia diariamente do trabalho incansável dos policiais.



Esta homenagem reforça a importância de valorizar os profissionais de segurança pública, cuja dedicação muitas vezes passa despercebida, mas é fundamental para o bem-estar coletivo. A Polícia Militar do Distrito Federal segue sendo um pilar de segurança, e gestos como o de Gustavo Aires são um reconhecimento necessário para que esse trabalho continue sendo prestado com honra e coragem.




https://jornalismodigitaldf.com.br/homenagem-de-gustavo-aires-a-policia-militar-do-distrito-federal/?fsp_sid=160867
Share: