Caiado acompanha solenidade de posse dos dirigentes do TRT-18

 on  with No comments 
In  





POSSE TRT 18

O governador Ronaldo Caiado prestigiou, nesta sexta-feira (07/02), a posse dos novos dirigentes do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT-18). A solenidade foi realizada no Auditório dos Goyazes, na sede do órgão, em Goiânia.


O desembargador Eugênio Cesário assume a presidência da instituição pelos próximos dois anos. Já a desembargadora Iara Rios foi empossada como vice-presidente e corregedora regional do TRT-18.


Durante o evento, Caiado destacou a relevância do trabalho realizado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região. Ele lembrou não só pelos serviços prestados, mas também pela parceria com o Governo de Goiás nas ações do Goiás Social pelos municípios goianos.



 “É um trabalho de muita sintonia e parceria. Um tribunal que é referência na boa aplicação do seu orçamento, da mesma forma que o Estado de Goiás vem zelando para ter essa mesma dedicação e empenho com o dinheiro público”, sublinhou o gestor estadual.



Tribunal


O TRT-18 destaca-se entre os tribunais trabalhistas de médio porte. Ele conquistou, por cinco vezes, a categoria Diamante na premiação anual do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).



“Nós pretendemos manter o TRT-18 no nível que já está, com uma prestação de serviço de altíssimo nível para a comunidade goiana, que pode se orgulhar de ter um Judiciário que a atende num nível de primeiro mundo”, assegurou Eugênio Cesário, que foi eleito em sessão do Tribunal Pleno em outubro de 2024.



Segundo Cesário, a principal prioridade da nova gestão é a de dar vazão ao volume de casos do tribunal. Para isso, a instituição pretende adotar o uso de Inteligência Artificial no judiciário. O objetivo é que o jurisdicionado possa continuar tendo um serviço no nível que ele merece.



“O crescimento de demandas é exponencial, assim como o crescimento da economia em Goiás”, comparou Cesário. Cesário assume o cargo sucedendo o desembargador Geraldo Nascimento, de quem foi vice-presidente entre 2023 e 2025.



Ao transmitir o cargo, Geraldo do Nascimento enfatizou que, em dois anos à frente da casa, teve a honra de servir à justiça do trabalho sempre em busca da justiça social e celeridade processual, de forma humana e dinâmica.



“Exercemos nosso trabalho com integral dedicação e responsabilidade, com uma equipe de servidores comprometida em manter o excelente conceito deste tribunal”, discursou.



Nascimento desejou sorte ao novo presidente, quem considera ter experiente sabedoria e excelência.



“Nossa regional está em mãos sábias e seguras, e Eugênio Cesário conduzirá esse tribunal a novos patamares”, projetou.



Na mesma solenidade, foram empossados o desembargador Daniel Viana Júnior, como ouvidor e a desembargadora Kathia Albuquerque, para a ouvidoria da Mulher. Além da desembargadora Rosa Nair Reis, como diretora da Escola Judicial (Ejud 18).


A nova vice-presidente do TRT-18, desembargadora Iara Rios, pontuou a importância da Justiça do Trabalho para a sociedade no serviço de atendimento às demandas do trabalhador.



“Estamos vivendo uma modernização nas relações de trabalho e acho que a Justiça do Trabalho está preparada para atender a essas demandas, que são tão dinâmicas”, comentou.



Estiveram presentes à solenidade o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Goiás, Rafael Lara; o procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho, Alpiano Prado; além de prefeitos, vice-prefeitos, deputados e demais autoridades.


Currículo


O desembargador Eugênio José Cesário Rosa está no Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região desde 2013. No local já ocupou as funções de vice-presidente e corregedor regional, além de ter sido diretor da Escola Judicial no biênio 2019/2020 e coordenador do Programa Trabalho Seguro nos anos de 2017 e 2018.


.Integra, desde 2010, o Comitê de Planejamento Estratégico do TRT-GO e já atuou também na defesa da proteção ambiental e aos povos da floresta, sendo autor do projeto da Fundação Chico Mendes.


Já a desembargadora Iara Teixeira Rios integra o TRT-GO desde 2014. Ela já foi coordenadora da Comissão Regional de Combate ao Trabalho Infantil da instituição, entre 2015 e 2018, e diretora da Escola Judicial do Tribunal de 2021 a 2023.


Além disso, já coordenou a Comissão de Incentivo à Participação Institucional Feminina entre 2019 e 2021. Atualmente, é coordenadora do Subcomitê de Acessibilidade e Inclusão do órgão.


O post Caiado acompanha solenidade de posse dos dirigentes do TRT-18 apareceu primeiro em Agência Cora Coralina de Notícias.


Agência Cora Coralina






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/caiado-acompanha-solenidade-de-posse-dos-dirigentes-do-trt-18/?fsp_sid=107763
Share:

Na Cidade do Samba, Feminicídio Zero chega à Sapucaí para milhões de pessoas

 on  with No comments 
In  




A ação conta com a parceria do Ministério da Saúde, da Fiocruz e da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa)

O Ministério das Mulheres selou nesta sexta-feira (7) a chegada da mobilização nacional pelo Feminicídio Zero ao Carnaval do Rio de Janeiro. A ação, que conta com a parceria do Ministério da Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), foi marcada por um evento na Cidade do Samba.


No período do Carnaval, peças da campanha “Feminicídio Zero - Nenhuma violência contra a mulher deve ser tolerada” serão expostas em diversos espaços do Sambódromo da Sapucaí, com paineis, faixa na avenida carregada por mulheres, adesivos nas portas dos banheiros e distribuição de materiais gráficos.


As mensagens da campanha lembram que o Carnaval é um momento de festejar, livre de assédio, e que enfrentar e interromper a violência contra a mulher é papel também dos homens. Outro destaque da campanha é reforçar, em todas as peças, a divulgação da Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180, disponível também no WhastApp (61) 9610-0180.


salgueiro.jpg


Em seu discurso, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, reforçou a importância e a visibilidade que o Carnaval irá trazer, para o Brasil e o mundo, à mensagem de conscientização para enfrentar a violência contra meninas e mulheres. “No Carnaval, não estaremos apenas na Sapucaí, estaremos nas quadras das escolas de samba, conversando com a comunidade, com as pessoas que produzem essa grande festa, sobre a importância de eliminar a violência contra as mulheres”, disse.


“Queremos, junto com as escolas de samba e com a população, mudar a realidade do Brasil, que ocupa o quinto lugar no ranking mundial de feminicídio”, continuou a ministra. A intenção, lembrou Cida Gonçalves, é transformar o Carnaval em um momento não apenas de celebração, mas também de reflexão, incluindo os homens nessa luta.


Leia também:
- Campanha pelo Feminicídio Zero ganha força nos estádios de futebol
- Como pessoas próximas podem ajudar a combater o feminicídio


A ministra da Saúde, Nísia Trindade, disse que enfrentar a violência contra a mulher também é uma questão de saúde pública. “Mas não cabe só a nós, que trabalhamos na saúde, no SUS, lidar com o impacto da violência. Nós falamos muito sobre as salas lilás, sobre o acolhimento que devemos dar à mulher, mas o papel da saúde é também se somar à prevenção. Então não queremos ter necessidades de novas salas de atendimento”, defendeu.


"Estamos aqui para reafirmar o compromisso da Fiocruz na luta contra qualquer tipo de violência, qualquer que seja, mas especialmente a violência contra as mulheres", afirmou durante o evento o presidente da Fiocruz, Mario Moreira. "O Carnaval é uma potência cultural, uma festa nacional e também uma oportunidade importante de trazer para o debate nacional a questão da violência contra as mulheres. Os números assustam e são inadmissíveis", salientou, colocando a instituição à disposição da causa.


cidade_samba.jpg


Cidade do Samba, onde as escolas preparam o Carnaval, foi palco do lançamento da parceria com a Liga Independente


Presidente da Liesa, Gabriel David definiu o dia de hoje como um “marco para o Carnaval, ambiente visto como propício para a violência contra a mulher”. Ele agradeceu à ministra das Mulheres por “entender a importância do Carnaval como um lugar onde as escolas de samba possam levar uma mensagem tão importante para a nossa sociedade. Tenho certeza que existem poucas organizações no Brasil como as escolas de samba com potencial tão grande de comunicar algo tão importante para a sociedade”.


A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, lembrou da irmã, Marielle Franco, vereadora assassinada em março de 2018, e de como ela lutava pelo “Não é Não”. “E a gente segue aqui reafirmando a nossa luta, a gente segue cada vez mais lutando para que toda e qualquer mulher desse país seja livre da maneira que ela bem entenda, mas que seja respeitada”, destacou. A ministra lembrou que o Carnaval é feito por muitas mãos de mulheres negras.


O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, agradeceu ao presidente da Liesa por acolher esta campanha, “um marco muito importante para a história deste país”. “Conversei com a ministra Cida lá atrás, quando pensávamos em um lugar para esta luta tão fundamental para o Brasil, que é o combate a todas as formas de violência contra a mulher, e vimos que nada é mais potente em termos de comunicação do que o nosso Carnaval. Colocar essa mensagem do Feminicídio Zero na Avenida é o posicionamento de um Brasil que a gente precisa sonhar e construir. Parabéns à ministra Cida por essa campanha fundamental”, disse.


Participaram também do evento a Secretária de Mulheres do Estado, Heloisa Aguiar, a Secretária de Políticas para as Mulheres da cidade do Rio de Janeiro, Joyce Trindade, deputadas federais, estaduais e vereadoras, entre elas Benedita da Silva e Jandira Feghali.


Feminicídio Zero é uma mobilização nacional permanente do Ministério das Mulheres. A articulação envolve diversos setores do país, a partir de diferentes frentes de atuação — comunicação ampla e popular, implementação de políticas públicas e engajamento de influenciadores. Em 2024, o Ministério das Mulheres articulou parceria com a CBF e grandes clubes de futebol para promover a campanha durante partidas do Campeonato Brasileiro.


 





Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/na-cidade-do-samba-feminicidio-zero-chega-a-sapucai-para-milhoes-de-pessoas/?fsp_sid=107751
Share:

STJ pode revisar entendimento sobre estupro de vulnerável

 on  with No comments 
In  




O Superior Tribunal de Justiça (STJ) pode revisar a aplicação de um entendimento da própria Corte a respeito de estupro de vulnerável. A iniciativa vem depois de decisões que abrem exceção à súmula 593, que classifica qualquer relação sexual com menor de 14 anos como crime, independente de consentimento.


O tema tem sido motivo de divergência entre ministros. No entanto, não há data certa para o tema entrar em pauta.


A ideia, segundo apurou a coluna, é debater entre todos os ministros das turmas que julgam esse tipo de caso se a súmula se aplica à hipótese em que, tendo havido o consentimento, ambos passam a conviver em relação estável.


O crime está tipificado no artigo 217-A do Código Penal. Já em 2017, o STJ aprovou a súmula segundo a qual o consentimento da vítima, sua experiência sexual anterior ou a existência de relacionamento amoroso são “irrelevantes” para a configuração do crime.


No entanto, houve exceções. Em julgamento recente, em março de 2024, o STJ afastou a hipótese de estupro de vulnerável em caso que tratava do relacionamento de uma menina de 12 anos que engravidou de um homem de 20 anos.


A decisão foi dada por maioria de 3 a 2, em que prevaleceu o voto do ministro Reynaldo Soares da Fonseca, que ponderou sobre um possível “erro de proibição” do acusado por conta de sua pouca escolaridade, ou seja, que ele não saberia que manter relações sexuais com menores de 14 anos é um crime.



Ele também pontuou que houve a constituição de um núcleo familiar, consequência da gravidez, apesar de à época já não estarem mais juntos como casal. Nesse caso, para o ministro, a condenação poderia afetar criança, sendo que ela deveria ser “prioridade absoluta”.


Ficaram vencidos os ministros Messod Azulay e Daniela Teixeira, cujo voto foi contundente no sentido de que o acusado deveria ser condenado.


“Todo coronel que for pego fazendo sexo com uma menina de 12 anos vai dizer que está apaixonado por ela. Amor não é excludente de ilicitude, a lei diz que é crime e ponto final. Nenhum de nós aceitaria que esse homem desse bebida alcoólica para essa menina”, afirmou.


Esse não foi o único caso em que foi admitida uma exceção à tese.


No mesmo ano, em setembro, a Sexta Turma da Corte confirmou a absolvição de um homem de 20 anos que manteve um relacionamento com uma menina de 13.


A maioria do colegiado seguiu o entendimento do relator, o ministro Sebastião Reis, para quem não ficou comprovado que o homem teria se aproveitado da idade ou da vulnerabilidade da menina.


Ficou vencido o ministro Rogério Schietti, cujo voto foi no sentido de que não caberia à Justiça analisar a vulnerabilidade da vítima.


Em 2023, o STJ rejeitou uma denúncia pelo crime de estupro contra vulnerável que teria sido praticado por um homem de 19 anos contra uma menina de 12.


Na ocasião, os ministros da Sexta Turma aplicaram uma distinção ao que havia sido estabelecido em 2017. Foi levado em conta a diferença de idade entre ambos, que seria menor do que em outros casos julgados anteriormente, e o fato de que o relacionamento havia sido aprovado pelas famílias, além de a menina ter engravidado.


Antes ainda, em 2021, a Quinta Turma descartou o crime de estupro no caso de um homem que, ainda adolescente, começou a namorar uma menina menor de 14 anos. O relacionamento teria sido permitido pelos pais dela e ambos passaram a morar juntos.


Apesar de decisões assim serem minoritárias em comparação àquelas que seguem a súmula, elas ensejam agora a retomada do debate entre os ministros em uma tentativa de reavaliar a aplicação da tese em alguns casos particulares.






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/stj-pode-revisar-entendimento-sobre-estupro-de-vulneravel/?fsp_sid=107740
Share:

STJ pode revisar entendimento sobre estupro de vulnerável

 on  with No comments 
In  




O Superior Tribunal de Justiça (STJ) pode revisar a aplicação de um entendimento da própria Corte a respeito de estupro de vulnerável. A iniciativa vem depois de decisões que abrem exceção à súmula 593, que classifica qualquer relação sexual com menor de 14 anos como crime, independente de consentimento.


O tema tem sido motivo de divergência entre ministros. No entanto, não há data certa para o tema entrar em pauta.


A ideia, segundo apurou a coluna, é debater entre todos os ministros das turmas que julgam esse tipo de caso se a súmula se aplica à hipótese em que, tendo havido o consentimento, ambos passam a conviver em relação estável.


O crime está tipificado no artigo 217-A do Código Penal. Já em 2017, o STJ aprovou a súmula segundo a qual o consentimento da vítima, sua experiência sexual anterior ou a existência de relacionamento amoroso são “irrelevantes” para a configuração do crime.


No entanto, houve exceções. Em julgamento recente, em março de 2024, o STJ afastou a hipótese de estupro de vulnerável em caso que tratava do relacionamento de uma menina de 12 anos que engravidou de um homem de 20 anos.


A decisão foi dada por maioria de 3 a 2, em que prevaleceu o voto do ministro Reynaldo Soares da Fonseca, que ponderou sobre um possível “erro de proibição” do acusado por conta de sua pouca escolaridade, ou seja, que ele não saberia que manter relações sexuais com menores de 14 anos é um crime.



Ele também pontuou que houve a constituição de um núcleo familiar, consequência da gravidez, apesar de à época já não estarem mais juntos como casal. Nesse caso, para o ministro, a condenação poderia afetar criança, sendo que ela deveria ser “prioridade absoluta”.


Ficaram vencidos os ministros Messod Azulay e Daniela Teixeira, cujo voto foi contundente no sentido de que o acusado deveria ser condenado.


“Todo coronel que for pego fazendo sexo com uma menina de 12 anos vai dizer que está apaixonado por ela. Amor não é excludente de ilicitude, a lei diz que é crime e ponto final. Nenhum de nós aceitaria que esse homem desse bebida alcoólica para essa menina”, afirmou.


Esse não foi o único caso em que foi admitida uma exceção à tese.


No mesmo ano, em setembro, a Sexta Turma da Corte confirmou a absolvição de um homem de 20 anos que manteve um relacionamento com uma menina de 13.


A maioria do colegiado seguiu o entendimento do relator, o ministro Sebastião Reis, para quem não ficou comprovado que o homem teria se aproveitado da idade ou da vulnerabilidade da menina.


Ficou vencido o ministro Rogério Schietti, cujo voto foi no sentido de que não caberia à Justiça analisar a vulnerabilidade da vítima.


Em 2023, o STJ rejeitou uma denúncia pelo crime de estupro contra vulnerável que teria sido praticado por um homem de 19 anos contra uma menina de 12.


Na ocasião, os ministros da Sexta Turma aplicaram uma distinção ao que havia sido estabelecido em 2017. Foi levado em conta a diferença de idade entre ambos, que seria menor do que em outros casos julgados anteriormente, e o fato de que o relacionamento havia sido aprovado pelas famílias, além de a menina ter engravidado.


Antes ainda, em 2021, a Quinta Turma descartou o crime de estupro no caso de um homem que, ainda adolescente, começou a namorar uma menina menor de 14 anos. O relacionamento teria sido permitido pelos pais dela e ambos passaram a morar juntos.


Apesar de decisões assim serem minoritárias em comparação àquelas que seguem a súmula, elas ensejam agora a retomada do debate entre os ministros em uma tentativa de reavaliar a aplicação da tese em alguns casos particulares.






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/stj-pode-revisar-entendimento-sobre-estupro-de-vulneravel/?fsp_sid=107733
Share:

Hub Goiás lança mapa interativo da inovação no estado

 on  with No comments 
In  




Mapa interativo da inovação do estado do Hub Goiás pode ser acessado pelo Google Maps (Foto: Secti)


O Hub Goiás lançou um mapa interativo com dados do ecossistema de inovação do estado. O mapa, que está disponível pelo link, foi produzido com dados do primeiro mapeamento do ecossistema goiano de inovação, publicado pela instituição em 2024.


Com a nova ferramenta, que pode ser acessada por meio do Google Maps, é possível localizar facilmente as iniciativas oferecidas e criar roteiros personalizados.


Se uma pessoa planeja visitar todos os hubs de inovação de Goiânia, por exemplo, ela pode filtrar as informações e encontrar esses espaços, planejando as rotas das visitas de acordo com suas necessidades, o que é pioneiro dentre os ecossistemas de inovação brasileiros.


Primeiro Centro de Excelência público de Empreendedorismo Inovador do Centro-Oeste, ligado ao Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), o Hub Goiás produziu o mapeamento a partir de demandas levantadas pelo Pacto Goiás pela Inovação. O grupo reúne mais de 80 entidades do ecossistema goiano de inovação.



“As rotas são caminhos vivos que conectam oportunidades e revelam na prática a riqueza do nosso ecossistema, tornando mais visível tudo o que Goiás tem a oferecer em inovação. É nesse fluxo que essas conexões se fortalecem, ampliam horizontes e geram novas possibilidades”, afirma Jade Caiuá, Líder de Inteligência de Negócios do Hub Goiás.



Inovação


O mapeamento do ecossistema goiano de inovação é um relatório que oferece uma visão detalhada e atualizada das iniciativas em Goiás. Essas informações facilitam a tomada de decisões estratégicas e a identificação de oportunidades. Criando assim, políticas públicas eficazes que promovam o empreendedorismo e incentivem o desenvolvimento de negócios em Goiás.


O documento, inédito no estado, já foi traduzido para dois idiomas, inglês e mandarim. O objetivo é difundir as informações sobre o ecossistema de inovação de Goiás em outros países, via embaixadas ou missões oficiais, como a que será realizada na Índia a partir desta segunda-feira (10/2).


Saiba Mais


Hub Goiás oferece apoio de até 20 mil para startups e empresas inovadoras






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/hub-goias-lanca-mapa-interativo-da-inovacao-no-estado/?fsp_sid=107727
Share:

Ações de transporte de resíduos e manutenção de vias no DF têm alta de 35% no período chuvoso

 on  with No comments 
In  





O Departamento de Transporte (DTR) da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) registrou um aumento significativo das demandas no período chuvoso em todas as regiões administrativas do Distrito Federal. Com uma média de 1,3 mil ações diárias, os atendimentos cresceram 35% em relação ao período seco, com reforço nas atividades de transporte de resíduos, limpeza e manutenção de vias.


Os serviços de emergência da NOvacap podem ser acionados por meio de contato direto com administradores regionais e pelo Portal Cidadão | Foto: Divulgação/Novacap


Entre as demandas mais atendidas estão o transporte de resíduos de construção civil (RCC) e materiais para recuperação de estradas não pavimentadas, principalmente nas regiões de Sol Nascente/Pôr do Sol, SCIA/Estrutural, Recanto das Emas, Fercal, Vicente Pires (Assentamento 26 de Setembro), Ceilândia e Gama. Também se destacam os pedidos de remoção de inservíveis e operações de limpeza para combater a proliferação de demais pragas urbanas.


Para garantir agilidade no atendimento, a companhia conta com uma frota de mais de 850 veículos, máquinas e equipamentos, incluindo caminhões basculantes, pás carregadeiras e retroescavadeiras.



“As ações diretas e indiretas são essenciais para melhorar a qualidade de vida da população e garantir segurança nas vias, especialmente na zona rural, onde o transporte escolar depende dessas manutenções”, destaca o chefe do Departamento de Transporte da Novacap, Rodolpho Diego Tavares Moreira.


A população pode acionar os serviços de emergência por meio de contato direto com administradores regionais e pelo Portal Cidadão. Caso a demanda não exija pronto atendimento, elas ficam agendadas para execução conforme cronograma.


A intensificação das ações assegura a manutenção das áreas urbanas e rurais, contribuindo para prevenir riscos à saúde pública, como a proliferação de arboviroses e de focos do Aedes aegypti, garantindo um ambiente mais seguro e bem cuidado para a população do DF.


*Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)










Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/acoes-de-transporte-de-residuos-e-manutencao-de-vias-no-df-tem-alta-de-35-no-periodo-chuvoso/?fsp_sid=107716
Share:

Ações de transporte de resíduos e manutenção de vias no DF têm alta de 35% no período chuvoso

 on  with No comments 
In  





O Departamento de Transporte (DTR) da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) registrou um aumento significativo das demandas no período chuvoso em todas as regiões administrativas do Distrito Federal. Com uma média de 1,3 mil ações diárias, os atendimentos cresceram 35% em relação ao período seco, com reforço nas atividades de transporte de resíduos, limpeza e manutenção de vias.


Os serviços de emergência da NOvacap podem ser acionados por meio de contato direto com administradores regionais e pelo Portal Cidadão | Foto: Divulgação/Novacap


Entre as demandas mais atendidas estão o transporte de resíduos de construção civil (RCC) e materiais para recuperação de estradas não pavimentadas, principalmente nas regiões de Sol Nascente/Pôr do Sol, SCIA/Estrutural, Recanto das Emas, Fercal, Vicente Pires (Assentamento 26 de Setembro), Ceilândia e Gama. Também se destacam os pedidos de remoção de inservíveis e operações de limpeza para combater a proliferação de demais pragas urbanas.


Para garantir agilidade no atendimento, a companhia conta com uma frota de mais de 850 veículos, máquinas e equipamentos, incluindo caminhões basculantes, pás carregadeiras e retroescavadeiras.



“As ações diretas e indiretas são essenciais para melhorar a qualidade de vida da população e garantir segurança nas vias, especialmente na zona rural, onde o transporte escolar depende dessas manutenções”, destaca o chefe do Departamento de Transporte da Novacap, Rodolpho Diego Tavares Moreira.


A população pode acionar os serviços de emergência por meio de contato direto com administradores regionais e pelo Portal Cidadão. Caso a demanda não exija pronto atendimento, elas ficam agendadas para execução conforme cronograma.


A intensificação das ações assegura a manutenção das áreas urbanas e rurais, contribuindo para prevenir riscos à saúde pública, como a proliferação de arboviroses e de focos do Aedes aegypti, garantindo um ambiente mais seguro e bem cuidado para a população do DF.


*Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)










Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/acoes-de-transporte-de-residuos-e-manutencao-de-vias-no-df-tem-alta-de-35-no-periodo-chuvoso/?fsp_sid=107709
Share:

Baile Charme ganha destaque global e segue como símbolo de resistência

 on  with No comments 
In  




O Baile Charme, surgido nas periferias do Brasil, se consolidou como um dos principais movimentos culturais negros do país. Presente em várias cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília, o ritmo cadenciado e os passos coreografados inspirados no R&B e soul norte-americanos criaram espaços de expressão e pertencimento para a população negra.


O movimento ganhou destaque internacional recentemente com uma matéria publicada pelo New York Times, que descreveu o baile como “símbolo da identidade e da cultura negra”.


Vale também lembrar que o Baile Charme foi reconhecido como patrimônio cultural imaterial em diversas regiões. Para Ronald Pit Black, integrante do grupo de charme JL e Cia e que teve um vídeo dele dançando republicado por Chris Brown, esse reconhecimento reforça o papel do baile na sociedade.



“Nos sentimos muito representados. Aos poucos, vamos ganhando espaço e mais públicos de todas as idades”, afirmou em entrevista ao Metrópoles.


Os bailes se tornaram também espaços de resistência. Ao longo dos anos, esses espaços se consolidaram como pontos de encontro para debater o racismo e a desigualdade. Pit Black reforça a importância da cultura como ferramenta de transformação.


“Quando eu era mais novo, tinha outro estilo de vida. Quando conheci o charme, tudo mudou. Parecia que eu estava conhecendo outro mundo”.


No entanto, esse crescimento também trouxe desafios, como a tentativa de adaptação para atender a padrões de mercado. “Manter a essência do baile é fundamental. Não dançamos por visibilidade, e sim para ser mais felizes”, defende Pit Black.



“O Baile Charme sempre vai resistir”


Franklin Miranda, produtor de baile charme, destaca que o movimento precisa de maior reconhecimento. “Ainda falta muito para a globalização do charme. Se tivéssemos mais artistas e produtores especializados, a representatividade dentro e fora das periferias seria bem maior”, analisa.


A influência da cultura charme também se reflete na música. Miranda explica também que o ritmo se adaptou e se misturou ao rap, trap e afrobeat, mas mantendo a própria identidade. “Muitos artistas bebem dessa água, como IZA e Os Garotin. Mas o charme ganhará ainda mais espaço quando for representado em português nos prêmios musicais“, destaca.


Ele afirma que mesmo com a expansão, a essência de resistência segue firme. “O charme começou como resistência e sempre será. O jovem preto que vai pela primeira vez a um baile se sente entre os seus”, diz Miranda.


Ele também enfatiza a experiência promovida pelo movimento: “Dançam pretos, brancos e mestiços no mesmo passinho. A resistência vem dessa troca”.


Diferencial dos bailes


O Baile Charme também se destaca pela segurança. “Quando colocamos isso dentro do contexto da segurança, é fato que o charme é um dos únicos nichos de entretenimento sem brigas. Nos bailes, se pratica o respeito e a postura”, ressalta Franklin.


Para Miranda, o maior problema para a expansão dos bailes em todas as cidades do Brasil é claro: falta de apoio institucional limita o crescimento do movimento. “Não nos falta a mensagem nem a coragem para tentar. Nos falta apoio político e social“, afirma.






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/baile-charme-ganha-destaque-global-e-segue-como-simbolo-de-resistencia/?fsp_sid=107704
Share:

Sobrou almoço? Veja os riscos de deixar a comida fora da geladeira

 on  with No comments 
In  




Depois que o almoço fica pronto, é comum que a comida passe horas sobre o fogão enquanto esperamos a temperatura dos alimentos baixar — ou mesmo por preguiça de guardar tudo em seus devidos recipientes imediatamente. Mas você sabe quais são os riscos dessa prática para a saúde?


De acordo com nutricionistas, deixar os alimentos fora da refrigeração adequada por muito tempo pode aumentar o risco de contaminação, e os danos podem ser graves. “Pode ter o crescimento de bactérias, a proliferação de fungos e toxinas. Esses microrganismos fazem mal à saúde, podendo causar intoxicação alimentar”, alerta a nutricionista Camila Pedrosa, que atua em Brasília.


Ela ressalta que o tempo que os alimentos podem ficar fora da geladeira depende de alguns fatores, como: se o alimento estava refrigerado antes; se foi reaquecido; ou se foi preparado recentemente.


“De modo geral, os alimentos perecíveis, como carnes cruas ou preparadas, laticínios, pratos prontos, arroz, feijão, macarrão, legumes e verduras, devem ficar no máximo duas horas fora da geladeira. O ideal seria até uma hora e meia, porque quando a comida começa a perder temperatura e ficar morna, ela se torna um ambiente ideal para o crescimento bacteriano e a proliferação de fungos”, explica a especialista.



O nutricionista Gabriel Moliterne, do Hospital Albert Sabin de São Paulo, também aponta que a temperatura ambiente é um fator crucial para o crescimento das bactérias. Bactérias patogênicas — como Salmonella, Escherichia coli, Listeria monocytogenes e Campylobacter — se multiplicam rapidamente em temperaturas entre 5°C e 60°C.


“O consumo desses alimentos pode levar a infecções bacterianas, com sintomas como diarreia, vômitos e dor abdominal. Esses desconfortos podem aparecer de 30 minutos a quatro dias após o consumo”, diz Moliterne.




Recomendações da Anvisa



  • No supermercado, verifique se os produtos estão dentro da validade e se são armazenados nas condições adequadas.

  • Em casa, guarde os produtos conforme as orientações do fabricante, presentes no rótulo.

  • Lave as mãos antes de iniciar o preparo dos alimentos para evitar contaminação.

  • Evite o contato de alimentos crus com alimentos cozidos. Lave os utensílios usados no preparo de alimentos crus antes de utilizá-los nos cozidos.

  • Certifique-se de que os alimentos sejam cozidos em temperatura suficientemente alta para matar os microrganismos mais nocivos.

  • Mantenha os alimentos quentes acima de 60ºC e os alimentos frios abaixo de 5ºC até o momento de servir.




Posso reaquecer a comida?


Quando o assunto é reaquecimento, a nutricionista Camila Pedrosa alerta que, se o alimento ficou por muito tempo em temperatura ambiente, a melhor opção é descartá-lo.


“O mais seguro é não tentar reaproveitá-lo, pois a proliferação de bactérias resistentes pode causar infecções graves. As toxinas presentes em alguns alimentos não são destruídas pelo calor ou congelamento, o que pode agravar a situação”, conta.


Quais alimentos estragam mais rápido?


Os alimentos mais sensíveis à temperatura ambiente são os perecíveis, como carnes cruas ou cozidas, laticínios, ovos e pratos preparados com ovos crus. “Esses têm maior tendência a se deteriorar rapidamente. A mudança de temperatura, seja para cima ou para baixo, acelera esse processo”, observa Camila.


Embora seja difícil identificar com precisão se um alimento está contaminado, alguns sinais são visíveis, como a perda de cor e brilho de carnes e peixes, que começam a ficar opacos e viscosos.


“Mas atenção! Muitas vezes a contaminação pode ter ocorrido antes que esses sinais apareçam”, alerta Camila. Por isso, o armazenamento correto e a refrigeração ou aquecimento adequado dos alimentos são fundamentais para prevenir infecções.


Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!





Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/sobrou-almoco-veja-os-riscos-de-deixar-a-comida-fora-da-geladeira/?fsp_sid=107693
Share:

Sazonalidade das doenças respiratórias alerta para cuidados com as crianças

 on  with No comments 
In  





A sazonalidade dos vírus respiratórios normalmente ocorre no Brasil entre janeiro e junho, acometendo, principalmente, crianças, idosos e pessoas com a imunidade mais baixa. A bronquiolite viral aguda (BVA) é a principal preocupação da área pediátrica, pois atinge crianças de até dois anos e é responsável pela maioria das internações deste período.



Bebês e crianças de até dois anos estão entre a maioria dos casos de infecções respiratórias virais | Foto: Alberto Ruy/IgesDF




“A criança pequena tem o seu sistema imunológico ainda em processo de amadurecimento, o que torna essa faixa etária, principalmente as crianças abaixo de 6 anos, mais predispostas ao adoecimento”


Pedro Ribeiro Bianchini, infectologista pediátrico do HRSM



A bronquiolite viral aguda é uma infecção viral que acomete a parte mais delicada do pulmão dos bebês, os bronquíolos. Essas estruturas do organismo são a continuidade dos brônquios, que distribuem o ar para dentro dos pulmões.


O infectologista pediátrico do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Pedro Ribeiro Bianchini, lembra que é possível ter uma variação nos vírus circulantes, mas os principais são o vírus sincicial respiratório (VSR), o coronavírus SARS-CoV-2, rinovírus e metapneumovírus, além do vírus da influenza.


Sintomas


“Esses vírus têm uma distinção clínica muito difícil, pois apresentam sintomas semelhantes, e só é possível identificá-los com a realização de exames específicos, mas a condução clínica é semelhante, e em sua maioria sintomática, com medicação para febre e limpeza nasal”, orienta o médico. “A necessidade de outras medicações e até de internação e outros procedimentos, eventualmente necessários, é determinada apenas pelo pediatra, durante a avaliação clínica.”


Tratando-se de doença causada por vírus respiratórios, o quadro começa com um resfriado, obstrução nasal, coriza clara, tosse, febre, recusa nas mamadas e irritabilidade de intensidade variável.  Em um ou dois dias, esses sintomas evoluem para tosse mais intensa, dificuldade para respirar, respiração rápida e sibilância (chiado/chio de peito). Por vezes, pode haver sinais e sintomas mais graves, como sonolência, gemência, cianose (arroxeamento dos lábios e extremidades) e pausas respiratórias.


A orientação é que a família fique atenta aos sinais, principalmente nos bebês; e, em caso de evolução dos sintomas, busque imediatamente atendimento médico. “A criança pequena tem o seu sistema imunológico ainda em processo de amadurecimento, o que torna essa faixa etária, principalmente as crianças abaixo de 6 anos, mais predispostas ao adoecimento”, ressalta Bianchini. 


Volta às aulas


O fato de a transmissão dos vírus respiratórios ser facilitada pela aglomeração de pessoas faz com que o retorno às aulas seja um momento de maior proliferação de doenças respiratórias, pois as crianças se juntam em um mesmo ambiente.


“As principais medidas para diminuir a chance de adoecimento incluem a atualização do cartão vacinal, e ressalto também a importância das vacinas contra covid-19 e coqueluche”, afirma o infectologista pediátrico. O profissional recomenda manter o hábito de fazer a higienização nasal diária e incentivar a criança a lavar as mãos com frequência, além de proporcionar uma alimentação equilibrada, sono saudável e fazer um acompanhamento regular com o pediatra.


*Com informações do IgesDF


 






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/sazonalidade-das-doencas-respiratorias-alerta-para-cuidados-com-as-criancas-2/?fsp_sid=107682
Share:

Educação promove palestra sobre educação na era tecnológica

 on  with No comments 
In  





Educar é um ofício que equilibra desafios e recompensas. Foi com essa perspectiva que se iniciou a palestra “Educação 5.0: conexões humanas para o século XXI”, realizada no 1º Encontro Pedagógico 2025 da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). O evento, que marca o encerramento da Semana Pedagógica, reuniu subsecretários e equipes das Coordenações Regionais de Ensino (CREs) no Teatro Poupex, nessa sexta-feira (7).


Ministrada pelo presidente do Instituto Casagrande, professor Renato Casagrande, a palestra promoveu um debate enriquecedor sobre os desafios e transformações no trabalho educacional na era tecnológica. Em especial, foram abordadas as implicações da Inteligência Artificial (IA) na educação, incentivando professores e gestores a repensarem suas práticas pedagógicas e gestão escolar diante das novas exigências do mundo digital, sem perder de vista o vínculo, a colaboração e a personalização do ensino.


A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, participou do evento e destacou a importância de compreender a tecnologia como aliada do ensino | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF


A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destacou a importância de compreender a tecnologia como aliada do ensino, sem perder de vista a essência da escola. “Quando falamos em tecnologia na educação, seu avanço deve servir para apoiar e aprimorar o ensino, nunca para substituir o professor. Na minha visão, o professor é insubstituível. Nenhum robô, por mais avançado que seja, pode substituir o olhar atento do educador, capaz de perceber quando um aluno está em sofrimento, com fome ou enfrentando uma situação difícil”, disse na abertura do evento.


De maneira leve e bem-humorada, o professor Renato Casagrande cativou a audiência ao trazer situações corriqueiras do magistério, gerando identificação entre os participantes. A palestra destacou como a mudança de paradigma promovida pela tecnologia transforma não apenas a forma de ensinar, mas também a organização do pensamento pedagógico.



Papel do professor


Casagrande também ressaltou que o papel do professor se reinventa na era digital, mas continua essencial. “A inteligência artificial pode ser uma ferramenta incrível, mas o aprendizado só acontece de verdade quando há mediação humana. O professor é aquele que dá sentido à informação e conduz o estudante para além dos dados, ajudando-o a desenvolver pensamento crítico e criatividade”, destacou.


A reflexão também se estendeu às novas demandas da sociedade do século XXI, ressaltando o papel dos gestores na formulação de estratégias inovadoras e na adoção de abordagens pedagógicas mais dinâmicas. O desafio é preparar as futuras gerações não apenas para absorver conteúdo, mas para desenvolver pensamento crítico, criatividade e conexões humanas em um mundo cada vez mais digitalizado.


*Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)










Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/educacao-promove-palestra-sobre-educacao-na-era-tecnologica/?fsp_sid=107669
Share:

Educação promove palestra sobre educação na era tecnológica

 on  with No comments 
In  





Educar é um ofício que equilibra desafios e recompensas. Foi com essa perspectiva que se iniciou a palestra “Educação 5.0: conexões humanas para o século XXI”, realizada no 1º Encontro Pedagógico 2025 da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). O evento, que marca o encerramento da Semana Pedagógica, reuniu subsecretários e equipes das Coordenações Regionais de Ensino (CREs) no Teatro Poupex, nessa sexta-feira (7).


Ministrada pelo presidente do Instituto Casagrande, professor Renato Casagrande, a palestra promoveu um debate enriquecedor sobre os desafios e transformações no trabalho educacional na era tecnológica. Em especial, foram abordadas as implicações da Inteligência Artificial (IA) na educação, incentivando professores e gestores a repensarem suas práticas pedagógicas e gestão escolar diante das novas exigências do mundo digital, sem perder de vista o vínculo, a colaboração e a personalização do ensino.


A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, participou do evento e destacou a importância de compreender a tecnologia como aliada do ensino | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF


A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destacou a importância de compreender a tecnologia como aliada do ensino, sem perder de vista a essência da escola. “Quando falamos em tecnologia na educação, seu avanço deve servir para apoiar e aprimorar o ensino, nunca para substituir o professor. Na minha visão, o professor é insubstituível. Nenhum robô, por mais avançado que seja, pode substituir o olhar atento do educador, capaz de perceber quando um aluno está em sofrimento, com fome ou enfrentando uma situação difícil”, disse na abertura do evento.


De maneira leve e bem-humorada, o professor Renato Casagrande cativou a audiência ao trazer situações corriqueiras do magistério, gerando identificação entre os participantes. A palestra destacou como a mudança de paradigma promovida pela tecnologia transforma não apenas a forma de ensinar, mas também a organização do pensamento pedagógico.



Papel do professor


Casagrande também ressaltou que o papel do professor se reinventa na era digital, mas continua essencial. “A inteligência artificial pode ser uma ferramenta incrível, mas o aprendizado só acontece de verdade quando há mediação humana. O professor é aquele que dá sentido à informação e conduz o estudante para além dos dados, ajudando-o a desenvolver pensamento crítico e criatividade”, destacou.


A reflexão também se estendeu às novas demandas da sociedade do século XXI, ressaltando o papel dos gestores na formulação de estratégias inovadoras e na adoção de abordagens pedagógicas mais dinâmicas. O desafio é preparar as futuras gerações não apenas para absorver conteúdo, mas para desenvolver pensamento crítico, criatividade e conexões humanas em um mundo cada vez mais digitalizado.


*Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)










Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/educacao-promove-palestra-sobre-educacao-na-era-tecnologica/?fsp_sid=107662
Share:

Melhoramento genético de gado aumenta produtividade e traz sustentabilidade a propriedades rurais do DF

 on  with No comments 
In  





À frente de uma propriedade no Núcleo Rural Jardim, no Paranoá, Valdeci de Castro é um dos 65 produtores do Distrito Federal beneficiados pelo programa +Pecuária Brasil, iniciativa que promove gratuitamente o melhoramento genético de rebanhos bovinos de corte e de leite por meio da utilização da biotecnologia reprodutiva.


O projeto é uma parceria entre a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e a Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares do Brasil (Conafer) firmada em maio de 2022 e executada desde janeiro de 2023. O objetivo é impulsionar a produção agropecuária dos pequenos produtores.



Cabe à Emater selecionar os produtores e orientá-los em relação à sanidade, ao manejo e à nutrição dos animais | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília



“Há um ano e meio entraram em contato comigo para me explicar o programa. Aceitei porque o melhoramento genético é algo muito bom”, afirma. Com isso, todas as 21 vacas do pequeno produtor têm passado pela técnica da inseminação artificial em tempo fixo (IATF) com sêmens de touros premiados, dando à luz bezerros geneticamente melhorados. “O grande diferencial é a qualidade dos bezerros. São maiores e têm uma genética melhor”, explica. Atualmente, a propriedade produz 180 litros de leite. Com o programa, a previsão é dobrar a produção.


Cabe à Emater selecionar os produtores e orientá-los em relação à sanidade, ao manejo e à nutrição dos animais. A Conafer é responsável pelo serviço veterinário e materiais, bem como por todos os custos hormonais. Já os produtores têm como contrapartida identificar e garantir o cuidado aos animais.


“Nosso objetivo é melhorar a qualidade genética dos animais, melhorando as matrizes leiteiras e de corte com os bezerros. É um convênio que tem várias etapas e várias mãos. Já são dois anos de atividades práticas e quase 500 bezerros nascidos só no DF”, comenta o técnico da Emater Douglas Mariz.


Inicialmente, os profissionais fazem um trabalho para igualar o cio de todas as vacas da propriedade. Na sequência, levam o material genético melhorado ao local e concluem a inseminação. Depois, seguem acompanhando o processo, com direito até a ultrassonografia nos animais.


Produtividade e sustentabilidade


O principal resultado do melhoramento genético é o aumento da produtividade das propriedades. “No caso da produção de leite, uma vaca sem muita genética produz de oito a dez litros por dia, enquanto uma vaca modificada geneticamente pode produzir até 20 litros por dia. Então, nosso objetivo é dobrar a produtividade com a mesma quantidade de animais”, explica o coordenador técnico regional de Goiás e do Distrito Federal da Conafer, o veterinário Rafael Rodrigues.


Além de possibilitar mais rentabilidade às propriedades, o programa também tem um olhar para a questão sustentável da pecuária brasileira. “Tem o contexto do crédito de carbono. Se temos animais mais produtivos, diluímos a produtividade de carbono na propriedade, dando mais sustentabilidade e qualidade de vida”, acrescenta Rodrigues.


Desde o início das atividades até dezembro de 2024, o programa inseminou 858 vacas, resultando em 489 prenhezes e 486 nascimentos. A taxa de prenhez no DF é de 57%, valor acima da média nacional que fica entre 40% e 45%. “Falamos que a reprodução é a ponta da pirâmide. Para um resultado como esse, é preciso toda uma base bem-feita, com nutrição, sanidade, manejo e estrutura”, comenta o coordenador técnico regional de Goiás e do Distrito Federal da Conafer.






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/melhoramento-genetico-de-gado-aumenta-produtividade-e-traz-sustentabilidade-a-propriedades-rurais-do-df-2/?fsp_sid=107621
Share:

José Humberto e Tânia. A a família sempre em primeiro lugar, a base de tudo!

 on  with No comments 
In  




Ontem (07/02) foi um dia de grande felicidade para o secretário de governo José Humberto, neste dia completam 44 anos de união com sua amada Tânia, um casamento que é exemplo para todos os casais. Parceria, religiosidade, companheirismo, trabalho e tudo de correto em uma família, isso é o que vivem José Humberto e Tânia durante esses 44 anos.

“Meu grande amigo Zé, como costumo te chamar, é uma honra ser seu amigo. Me enche de orgulho e alegria quando em conversas, você estende sua mão e diz que entre suas amizades, a minha esta entre os cinco dedos de sua mão. Muitas felicidades, e que Deus conserve essa união junto a sua com amada Tânia, Eugênio Piedade

EG NEWS





Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/jose-humberto-e-tania-a-a-familia-sempre-em-primeiro-lugar-a-base-de-tudo/?fsp_sid=107407
Share:

Sintonia: Bruna Mascarenhas fala sobre os “dilemas” de Rita no 5º ano

 on  with No comments 
In  




Bruna Mascarenhas conquistou os holofotes desde que estreou como Rita em Sintonia, um dos principais sucessos nacionais da Netflix. Na primeira temporada, a atriz entregou uma menina que vendia produtos roubados na plataforma do metrô para se sustentar, e encerra a produção com uma Rita advogada, casada e ainda amiga de Doni (Jottapê) e Nando (Christian Malheiros).


A quinta e última temporada de Sintonia estreou na Netflix na última quarta-feira (5/2), com Rita, Nando e Doni envolvidos em mais uma série de confusões da vida adulta. Bruna garante que, no caso de sua personagem, a balança moral vai pesar contra as atitudes de Nando.


Imagem colorida de Bruna Mascarenhas, Christian Malheiros e Jottapê - Metrópoles
Bruna Mascarenhas, Christian Malheiros e Jottapê


“A Rita entendeu que ela pode estar do lado do Nando, mas de outra forma. Ela está se formando como mulher, ela vai sair daquele lugar de menina que não existe mais. Esses dilemas que a Rita trouxe ao longo das temporadas é o que mais me encanta nela”, diz a atriz em papo exclusivo com o Metrópoles.


Bruna ainda lembrou que, neste quinto ano, Rita enfrenta crises de ansiedade. Ela diz que ficou feliz em representar uma personagem que possa alertar para a importância do cuidado com a saúde mental.  “Eu me sinto preparada para deixar a Rita finalizar a história dela e eu começar um novo capítulo da minha vida”, completa, emocionada.


A última cena que gravei na série foi olhando para o lugar onde ela trabalha e a câmera me pegou de costas. Eu me emocionei tanto porque eu pensei: ‘Caramba, olha tudo que ela passou’.

Bruna Mascarenhas

Foto colorida da 5ª temporada de Sintonia - Metrópoles


Amadurecimento na vida real


No papo, Bruna também falou sobre o amadurecimento que ela, Jottapê e Christian Malheiros enfrentaram junto de seus personagens, já que passaram sete anos gravando o projeto. O eterno Doni, por exemplo, anunciou o fim de sua carreira no funk após se converter para a igreja.


“Por muito tempo eu corri atrás de tudo, eu consegui tudo isso, mas eu tinha um vazio enorme dentro de mim. E graças a Deus hoje eu não tenho mais esse vazio”, disse o cantor em evento de Sintonia em São Paulo, no último dia 1º, no qual o Metrópoles esteve presente.


“O Jota sempre tinha um vazio, ele comentava com a gente. De uns tempos para cá… acho que por ele ter virado pai, a família dele é evangélica, ele só não estava de fato vivendo em Cristo”, contou a atriz.






Próximos planos


Bruna adiantou que está com planos no teatro e nos cinemas após o fim da série, e disse que nunca diria “não” para viver Rita novamente em um spin-off ou projeto da produção.


Eu não conseguiria dizer não para a minha Ritinha.

Bruna Mascarenhas

“Estou negociando um filme para esse primeiro semestre. De teatro, tem uma peça que eu fiz, Matou a Família e foi ao Cinema, em 2023 e agora a gente está voltando. É uma peça que fala de cinema como presença, como a gente fazer uma peça que também envolvesse cinema audiovisual, momento presente. E também fala de relações homoafetivas e como elas são retratadas no cinema”, relata.


“A Ritinha me inspirou numa coisa, que por eu já ter ligação com as comunidades, eu pensei em retribuir esse carinho e criei um projeto social de dar aulas em comunidades para adolescentes de TV e cinema”, finaliza, alertando ainda que só conseguiu alavancar o projeto após ter sido contemplada na Lei Rouanet.


Imagem colorida de Bruna Mascarenhas - Metrópoles






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/sintonia-bruna-mascarenhas-fala-sobre-os-dilemas-de-rita-no-5o-ano/?fsp_sid=107397
Share:

Vigilância Ambiental em Saúde fortalece ações contra a dengue no Varjão

 on  with No comments 
In  





O combate à dengue no Distrito Federal não para. Desta vez, agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas) da Secretaria de Saúde (SES-DF) percorreram as quadras 3 e 8 do Varjão para reforçar as ações de combate à doença. A iniciativa incluiu inspeções em residências, eliminação de criadouros, aplicação de larvicida e conscientização da população sobre a importância da prevenção.


A moradora Maria Santos, 64, recebeu a equipe e demonstrou estar atenta aos cuidados necessários. “Aqui na minha casa sou muito cuidadosa, gosto de tudo limpo, faço furinhos nos pratos das plantas para não acumular água, eu reparo em tudo. Esse trabalho dos agentes é muito importante, porque eu já tive dengue e fiquei um bom tempo de cama”, conta.



Segundo a Ava Giselle Ando, o exemplo de Maria mostra como pequenas ações fazem a diferença no combate ao mosquito. “É fundamental que os moradores tomem as devidas providências, como emborcar objetos que estão virados para cima acumulando água da chuva e jogar o lixo fora. A casa da dona Maria está de parabéns. Já tínhamos passado as orientações e ela está bem consciente sobre os perigos. Está tudo bem cuidado”, afirma.


Assim como Maria, o jardineiro José Ferreira, 69, também reforçou os cuidados após visitas anteriores dos agentes. “Fui orientado a recolher o material que estava com água parada e desde então procuramos fazer a limpeza de tudo. Eu só tenho a agradecer pelas instruções”, diz.


Combate ao mosquito


Além de orientações, os profissionais também aplicaram um larvicida biológico em pontos estratégicos. Esse produto impede que as larvas do mosquito se desenvolvam e se tornem transmissores da dengue. Quando não é possível eliminar certos depósitos com água, essa é uma medida eficaz para o controle da proliferação. “O larvicida pode agir de um a três meses a depender do local, mas a melhor forma de prevenção sempre será eliminar os depósitos”, explicou o Ava Elvis Oliveira.



No período chuvoso, os cuidados devem ser redobrados, pois pequenos objetos esquecidos ao ar livre, por exemplo, podem se tornar criadouros do mosquito transmissor da dengue, febre amarela, zika e chikungunya. De acordo com Oliveira, a atenção dos moradores é essencial para evitar novos casos. “Às vezes, um copo jogado no quintal acumula água e vira um depósito ativo. Nosso olhar técnico ajuda a identificar esses riscos, mas o morador é nosso principal aliado nessa luta”, ressalta.


Dados


O último boletim epidemiológico registrou, aproximadamente, 2,9 mil casos prováveis de dengue, uma redução expressiva em relação ao mesmo período de 2024, quando houve mais de 70 mil notificações. Para fortalecer a prevenção, a SES-DF conta com 858 Avas. Somente no ano passado, foram mais de 2 milhões de residências visitadas em todo o Distrito Federal.


*Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)










Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/vigilancia-ambiental-em-saude-fortalece-acoes-contra-a-dengue-no-varjao/?fsp_sid=107379
Share:

Vigilância Ambiental em Saúde fortalece ações contra a dengue no Varjão

 on  with No comments 
In  





O combate à dengue no Distrito Federal não para. Desta vez, agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas) da Secretaria de Saúde (SES-DF) percorreram as quadras 3 e 8 do Varjão para reforçar as ações de combate à doença. A iniciativa incluiu inspeções em residências, eliminação de criadouros, aplicação de larvicida e conscientização da população sobre a importância da prevenção.


A moradora Maria Santos, 64, recebeu a equipe e demonstrou estar atenta aos cuidados necessários. “Aqui na minha casa sou muito cuidadosa, gosto de tudo limpo, faço furinhos nos pratos das plantas para não acumular água, eu reparo em tudo. Esse trabalho dos agentes é muito importante, porque eu já tive dengue e fiquei um bom tempo de cama”, conta.



Segundo a Ava Giselle Ando, o exemplo de Maria mostra como pequenas ações fazem a diferença no combate ao mosquito. “É fundamental que os moradores tomem as devidas providências, como emborcar objetos que estão virados para cima acumulando água da chuva e jogar o lixo fora. A casa da dona Maria está de parabéns. Já tínhamos passado as orientações e ela está bem consciente sobre os perigos. Está tudo bem cuidado”, afirma.


Assim como Maria, o jardineiro José Ferreira, 69, também reforçou os cuidados após visitas anteriores dos agentes. “Fui orientado a recolher o material que estava com água parada e desde então procuramos fazer a limpeza de tudo. Eu só tenho a agradecer pelas instruções”, diz.


Combate ao mosquito


Além de orientações, os profissionais também aplicaram um larvicida biológico em pontos estratégicos. Esse produto impede que as larvas do mosquito se desenvolvam e se tornem transmissores da dengue. Quando não é possível eliminar certos depósitos com água, essa é uma medida eficaz para o controle da proliferação. “O larvicida pode agir de um a três meses a depender do local, mas a melhor forma de prevenção sempre será eliminar os depósitos”, explicou o Ava Elvis Oliveira.



No período chuvoso, os cuidados devem ser redobrados, pois pequenos objetos esquecidos ao ar livre, por exemplo, podem se tornar criadouros do mosquito transmissor da dengue, febre amarela, zika e chikungunya. De acordo com Oliveira, a atenção dos moradores é essencial para evitar novos casos. “Às vezes, um copo jogado no quintal acumula água e vira um depósito ativo. Nosso olhar técnico ajuda a identificar esses riscos, mas o morador é nosso principal aliado nessa luta”, ressalta.


Dados


O último boletim epidemiológico registrou, aproximadamente, 2,9 mil casos prováveis de dengue, uma redução expressiva em relação ao mesmo período de 2024, quando houve mais de 70 mil notificações. Para fortalecer a prevenção, a SES-DF conta com 858 Avas. Somente no ano passado, foram mais de 2 milhões de residências visitadas em todo o Distrito Federal.


*Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)










Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/vigilancia-ambiental-em-saude-fortalece-acoes-contra-a-dengue-no-varjao/?fsp_sid=107386
Share:

“Tratamento evoluiu”, diz mulher que teve leucemia 3 vezes em 20 anos

 on  with No comments 
In  




A cearense Velúzia Maria Gomes Vieira, 60 anos, já recebeu o diagnóstico de leucemia mieloide crônica (LMC) por três vezes ao longo da vida. A primeira delas foi em 2002 e a última em 2021, durante a pandemia de Covid-19.


A aposentada afirma que se o tratamento não tivesse evoluído, e ainda fosse tão restrito quanto na época que teve o primeiro diagnóstico, era provável que não estivesse aqui.


Há duas décadas, sintomas como fraqueza, suores noturnos e infecções frequentes a fizeram procurar ajuda médica. “Durante seis meses, vivi uma verdadeira peregrinação em busca de respostas, até finalmente ser diagnosticada”, relembra.


Hoje, o diagnóstico da doença é muito mais simplificado, por meio de exame de sangue. Caso os resultados apresentem alto índice de células de defesa do organismo — a chamada leucocitose —, há a suspeita da doença, que é confirmada em testes posteriores.



O que é a leucemia?


A leucemia mieloide crônica (LMC) é um tipo de câncer que se inicia na medula óssea, quando os glóbulos brancos (células de defesa) deixam de desempenhar sua função e passam a se desenvolver de forma descontrolada.


Descobrir o que estava acontecendo tampouco trazia tranquilidade. As opções terapêuticas eram escassas: no início dos anos 2000, os primeiros remédios para tratar a LMC ainda estavam em fases de testes e o único tratamento disponível e difundido era o transplante de medula óssea. O prognóstico também era ruim e a maioria das pessoas diagnosticadas morria poucos anos depois.


Por sorte, Velúzia descobriu que o irmão era compatível e apto a fazer o procedimento. “Foi um alívio, mas também um grande medo, já que os riscos eram muitos”, explica. Sem saber exatamente o que esperar, ela partiu para São Paulo em busca de um novo começo.


1 de 3

A leucemia linfoide e mieloide são os dois principais tipos da doença. Elas podem ser classificadas como crônicas ou agudas

Getty Images
2 de 3

Quando afetadas, as células sofrem mutações e começam a se multiplicar de forma descontrolada, substituindo as outras células sanguíneas – glóbulos vermelhos e plaquetas

Getty Images
3 de 3

Além desses, existem ainda outros subtipos da doença, como, por exemplo, leucemia mieloide crônica, leucemia linfoide aguda, leucemia linfoide crônica, leucemia de células-T do adulto, leucemia linfocítica granular T ou NK, leucemia agressiva de células NK e leucemia de células pilosas

Getty Images

O transplante de medula


Em março de 2003, Velúzia passou pelo tão esperado transplante de medula óssea, mas o processo teve de ser feito em Jaú, cidade no interior paulista. “A distância geográfica foi muito difícil, ter de passar por tudo aquilo longe da família”, recorda. O irmão, Wagner, foi o doador compatível e esteve presente nessa jornada.


O processo de recuperação, que parecia lento e difícil, foi interrompido por uma recidiva apenas oito meses após o procedimento. A paciente precisou fazer um novo tratamento com remédios para controlar a doença, conforme cada vez mais medicamentos eram testados e aprovados no Brasil para a LMC.


A segunda recidiva


Com os remédios combinados ao transplante, a condição foi totalmente controlada. Em 2020, porém, um quadro grave de Covid afetou o sistema imune de Velúzia, levando à segunda recidiva do câncer.


“Tive que experimentar outras terapias, muitas com efeitos colaterais graves, até encontrar uma que finalmente funcionasse, o ponatinibe”, conta. Há três anos fazendo uso do medicamento, ela não apresenta mais reações adversas e se considera em remissão. “O ponatinibe foi um divisor de águas na minha vida”, celebra.


Tratamento evoluiu diz mulher que teve leucemia 3 vezes em 20 anos
Verlúzia se tornou uma das principais defensoras dos direitos de pacientes com LMC do Ceará

Remédios como esperança


O remédio pertence à terceira geração dos inibidores de tirosina quinase, categoria de medicamentos que aumentou muito a expectativa de vida dos pacientes com leucemia mieloide crônica.


“Acredito que eles são a maior evolução da medicina. Os inibidores possibilitaram que a taxa de mortalidade caísse bastante. Os pacientes que sobrevivem 10 anos depois de um diagnóstico hoje são aproximadamente 90%, antes eram entre 20% e 40%”, explica a hematologista Katia Pagnano, coordenadora do Comitê Científico de LMC da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH).


No Sistema Único de Saúde (SUS), porém, os remédios usados na maioria dos pacientes com a doença ainda são os de primeira geração, desenvolvidos no início dos anos 2000, como o imatinibe. Apesar de muito eficaz para grande parte dos pacientes, ele não tem a mesma efetividade para todos, especialmente após anos de uso.


Muitos pacientes, como os que moram longe dos grandes centros urbanos, sequer têm acesso ao imatinibe. Muitas vezes, a luta pela medicação tem que ser travada nos tribunais.


“Aqui no Brasil, a gente tem batalhado bastante para os pacientes terem acesso às novas drogas e ao monitoramento da doença, feito através do PCR quantitativo. Mas muitos centros acabam não tendo acesso”, completa Katia.


Em 2007, Velúzia fundou o Grupo de Apoio a Pacientes Oncológicos do Estado do Ceará (Gapo). A associação tem como objetivo acolher e apoiar aqueles que buscam tratamento em Fortaleza, que muitas vezes não têm onde ficar. Uma das linhas de atuação do grupo é também a democratização do acesso.


Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/tratamento-evoluiu-diz-mulher-que-teve-leucemia-3-vezes-em-20-anos/?fsp_sid=107373
Share: