Chuvas no estado de São Paulo provocam morte de duas pessoas

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Duas pessoas morreram neste sábado (7), no estado de São Paulo, em decorrência das chuvas. Segundo a Defesa Civil, as duas mortes estão associadas a enxurradas que ocorreram nos municípios de São Bernardo do Campo e Sorocaba.


Em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, um homem morreu após ser arrastado pela enxurrada no bairro Demarchi. De acordo com os bombeiros, a força das águas arrastou a vítima para debaixo de um veículo. A vítima chegou a ser retirada por equipes que atuavam no local, mas o óbito acabou sendo constatado pelo atendimento local.


Já em Sorocaba, um homem foi arrastado por uma enxurrada no bairro Jardim Guadalupe e desapareceu. Após buscas, seu corpo foi encontrado neste domingo pelo Corpo de Bombeiros.


Só ontem, os Bombeiros atenderam 41 chamadas para quedas de árvores, 15 chamadas para alagamentos e enchentes e 10 chamadas para desabamentos e desmoronamentos na capital paulista e outras cidades da região metropolitana de São Paulo.


Mas houve chuva em diversas outras cidades do estado, que provocaram alagamentos e desabamentos. Em Santo Antônio do Aracanguá, por exemplo, duas pessoas ficaram feridas após a queda de tendas em um evento que ocorria na Rodovia Eliezer Montenegro.


Desde que a Operação SP Sempre Alerta-Chuvas teve início, em dezembro de 2025, o estado paulista contabiliza 21 óbitos em decorrência das chuvas. Do total, diz a Defesa Civil, 11 deles ocorreram por causa de enxurradas.


Segundo a Defesa Civil, as enxurradas podem se formar rapidamente durante temporais e arrastar pessoas que tentam atravessar as ruas alagadas ou são surpreendidas pela força das águas. A orientação do órgão é para que a população evite essas áreas e acompanhem os alertas oficiais.


Previsão


Para este domingo, a previsão é de chuva persistente, com momentos de maior intensidade e acumulados significativos, acompanhadas de rajadas de vento, raios e eventual queda de granizo em diversas regiões do estado.







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Ticiane Pinheiro vai apresentar 1º programa na Globo. Saiba detalhes

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Ticiane Pinheiro foi anunciada neste domingo (8/3) como uma das novas integrantes de apresentadores contratados do Grupo Globo. Depois de não renovar o contrato com a Record, após 20 anos de emissora, a apresentadora irá comandar um novo reality show voltado para o streaming. A previsão é que o programa seja lançado ainda neste ano.


A notícia foi anunciada por Luciano Huck durante o Domingão com Huck deste domingo (8). A atração, que contou com a esposa de César Tralli como uma das competidoras na estreia da nova temporada da Batalha de Lip-Sync, fez uma série de homenagens a nova contratada da emissora.



Ticiane Pinheiro vai apresentar 1º programa na Globo. Saiba detalhes - destaque galeria

Ticiane Pinheiro estreia no Domingão com Huck
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Ticiane Pinheiro estreia no Domingão com Huck

Reprodução/Globo
Ticiane Pinheiro e César Tralli
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Ticiane Pinheiro e César Tralli

Globo/ Estevam Avellar
César Tralli, Ticiane Pinheiro e filhas
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César Tralli, Ticiane Pinheiro e filhas

Reprodução/Instagram Ticiane Pinheiro
Ticiane Pinheiro e César Tralli estão juntos há 11 anos
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Ticiane Pinheiro e César Tralli estão juntos há 11 anos

Instagram/Reprodução
Ticiane Pinheiro
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Ticiane Pinheiro

Reprodução/Record
Ticiane Pinheiro e César Tralli dão beijão
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Ticiane Pinheiro e César Tralli dão beijão

Instagram/Reprodução

Além de apresentar um novo reality show, Ticiane Pinheiro também será agenciada pela VIU, agência responsável pelos projetos comerciais em Redes Sociais e de Marketing da Globo, a mesma responsável por gerenciar a carreira dos ex-BBBs.


Programa cheio de homenagens


O anúncio de Ticiane Pinheiro como nova apresentadora da Globo foi recheada de homenagens à personalidade e trajetória dela na televisão brasileira. Helô Pinheiro, a Garota de Ipanema e mãe de Ticiane, as filhas da apresentadora e César Tralli enviaram recados especiais transmitidos na atração.


A ida da jornalista, atriz e modelo para Globo já era esperada. Semanas depois do marido assumir a bancada do Jornal Nacional, Ticiane revelou que decidiu não renovar o contrato com a Record para 2026, deixando a emissora após 20 anos, 10 deles a frente do Hoje em Dia.








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Rede de proteção fortalece apoio a mulheres vítimas de violência no Distrito Federal

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Uma década de violência doméstica marcou a vida de Joana, nome fictício utilizado para preservar a identidade da vítima. Aos 39 anos, depois de anos convivendo com ameaças, agressões físicas e violência psicológica, ela conseguiu romper o ciclo de abusos com o apoio da Casa da Mulher Brasileira, localizada em Ceilândia.


O espaço integra a rede de proteção às mulheres do Distrito Federal e oferece atendimento psicológico, orientação jurídica e cursos de capacitação profissional para mulheres em situação de violência.


“Eu vivi muito tempo com medo. Foram anos de brigas e agressões dentro de casa. Quando cheguei à Casa da Mulher Brasileira, comecei a perceber que poderia reconstruir minha vida”, relata.


Desde que foi reaberta pelo Governo do Distrito Federal (GDF), em 2021, a unidade já realizou 40.340 atendimentos, prestando apoio a 10.933 mulheres que buscaram acolhimento, orientação ou proteção diante de situações de violência.


Joana chegou ao local em 2022. O encaminhamento ocorreu após uma denúncia feita por um vizinho à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), da Polícia Civil do Distrito Federal, depois de mais um episódio de agressão.


No primeiro atendimento, ela começou a receber acompanhamento psicológico e orientações sobre os serviços disponíveis para mulheres que enfrentam violência doméstica. Também foi apresentada às oportunidades de qualificação profissional oferecidas no local.


Foi nesse processo que Joana decidiu participar de um curso de cabeleireira. A experiência despertou interesse pela área de estética, levando-a a continuar a formação com cursos de design de sobrancelhas e alongamento de unhas.


“Foi ali que comecei a enxergar um novo caminho. Hoje consigo trabalhar e pagar minhas contas. Ter independência financeira fez toda a diferença para que eu conseguisse sair daquela situação”, afirma.


Segundo Joana, a dependência econômica foi um dos fatores que prolongaram o relacionamento abusivo. “Quando começamos a namorar, ele pediu para que eu parasse de trabalhar. Eu acabei ficando totalmente dependente. Voltar a ter renda própria foi o que me deu forças para seguir em frente”, conta.


Além da capacitação profissional, o acompanhamento psicológico oferecido pela Casa da Mulher Brasileira ajudou Joana a compreender que vivia um relacionamento abusivo.


“Eu não percebia que aquilo era violência. Ele me xingava, me isolava da família e me agredia. Eu sentia culpa e tinha medo de pedir ajuda. Na casa, fui acolhida e escutada”, diz.


Com orientação da equipe do espaço, ela também recebeu apoio jurídico. Com auxílio da Defensoria Pública do Distrito Federal, conseguiu garantir a pensão alimentícia para os três filhos e obter medidas protetivas contra o agressor.


Joana passou ainda a integrar o Programa de Policiamento de Prevenção Orientado à Violência Doméstica (Provid), da Polícia Militar do Distrito Federal, que acompanha mulheres com medidas protetivas.


Ela também recebeu orientação para acessar benefícios sociais e atualmente é contemplada com os cartões Creche, Material Escolar e Uniforme.


Para Selma de Melo, assessora especial da Subsecretaria de Promoção da Mulher, relatos como o de Joana mostram a importância da estrutura oferecida pelo equipamento.


“Muitas mulheres chegam aqui fragilizadas e sem perspectiva. Com o atendimento e as oportunidades oferecidas, elas conseguem recuperar a autoestima e perceber que podem reconstruir suas vidas”, afirma.


A Casa da Mulher Brasileira funciona 24 horas por dia e reúne, em um único espaço, serviços de acolhimento, atendimento psicossocial, orientação jurídica e apoio policial. O objetivo é facilitar o acesso das mulheres à rede de proteção e reduzir os obstáculos para quem busca ajuda.


Para a secretária da Mulher do Distrito Federal, Giselle Ferreira, o equipamento representa um dos principais instrumentos de enfrentamento à violência contra a mulher.


“A Casa da Mulher Brasileira concentra diversos serviços em um único local, permitindo que a mulher encontre acolhimento, orientação e proteção de forma integrada”, explica.


Segundo ela, o espaço também atende mulheres que ainda não decidiram formalizar denúncia, mas procuram orientação.


“Muitas vezes, a mulher precisa primeiro conversar, entender seus direitos e receber apoio antes de tomar qualquer decisão. A casa cumpre esse papel de escuta e acolhimento”, afirma.


A procura pelo serviço tem crescido nos últimos anos. Entre 2022 e 2024, a unidade registrava pouco mais de mil atendimentos anuais. Em 2025, o número chegou a 6.265 mulheres atendidas, somando 13.009 atendimentos realizados ao longo do ano.


De acordo com a Secretaria da Mulher, esse aumento está relacionado à ampliação das ações de divulgação e às atividades itinerantes realizadas em diferentes regiões administrativas do Distrito Federal, além de projetos voltados ao fortalecimento da autoestima e à autonomia financeira das mulheres.


Além da Casa da Mulher Brasileira em Ceilândia, o Distrito Federal conta com Centros de Referência da Mulher Brasileira localizados no Recanto das Emas, Sol Nascente/Pôr do Sol, São Sebastião e Sobradinho II. As unidades oferecem acolhimento psicossocial e cursos de capacitação profissional.


O Governo do Distrito Federal também assinou contrato para a construção de uma nova Casa da Mulher Brasileira, que será implantada na Asa Sul, ampliando a rede de atendimento na capital.


Casos de violência contra a mulher podem ser denunciados pelos canais 190 (Polícia Militar), 197 (Polícia Civil), 180 (Central de Atendimento à Mulher) e 156, opção 6, da Central do GDF, além da plataforma Maria da Penha Online. Denúncias podem ser feitas pela própria vítima ou por qualquer pessoa que presencie situações de violência.






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vaca cai em piscina e é resgatada por bombeiros

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Bombeiros resgataram uma vaca que caiu em uma piscina, na zona rural de Goianira (GO), na noite de sábado (7/3). O salvamento do animal contou com apoio do veículo Auto Bomba Tanque Salvamento. Segundo a corporação, a vaca foi devolvida ao responsável sem ferimentos aparentes.


Veja:


Resgate inusitado: vaca cai em piscina e é resgatada por bombeiros - destaque galeria

Vaca cai na piscina e é resgatada em Goiás
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Vaca cai na piscina e é resgatada em Goiás

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Vaca cai na piscina e é resgatada em Goiás

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Por volta das 22h30, equipes da 20ª Companhia Independente Bombeiro Militar (20ª CIBM) foram acionadas para realizar o resgate do animal de grande porte na zona rural de Goianira, nas proximidades do Setor Triunfo 3.


No local, os bombeiros constataram que a vaca havia caído dentro da piscina, situação que exigiu a atuação cuidadosa da equipe para evitar ferimentos ao animal e garantir a segurança durante a operação.



Para a ocorrência, foi empenhada uma viatura do tipo Auto Bomba Tanque Salvamento (ABTS), com quatro bombeiros militares.


Utilizando técnicas específicas de salvamento e um sistema multiplicador de força, os militares conseguiram realizar a retirada do animal da piscina de forma segura.






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Quem foi Marcelo Pretto, membro do Barbatuques que morreu de diabetes

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O músico, percussionista e instrumentista Marcelo Pretto, que morreu na madrugada deste domingo (8/3), aos 58 anos, era considerado um dos nomes mais importante da percussão brasileira. Mais conhecido como Mitsu por colegas e fãs, o artista fez parte de projetos como os grupos Barbatuques e A Barca.


Ele estava internado desde 18 de fevereiro em um hospital em São Paulo enfrentando um quadro avançado e grave de diabetes, condição que conviveu boa parte da vida.



Marcelo Pretto entrou no Barbatuques a partir de 1999, quatro anos depois da formação do grupo paulistano. Ele também fez parte do grupo A Barca por mais de 15 anos, dedicando-se à pesquisa e preservação da música brasileira tradicional.


Quem foi Marcelo Pretto, membro do Barbatuques que morreu de diabetes - destaque galeria

Morre o músico Marcelo Pretto, do Barbatuques, aos 58 anos
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Morre o músico Marcelo Pretto, do Barbatuques, aos 58 anos

Reprodução/Instagram @barbatuques
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Morre o músico Marcelo Pretto, do Barbatuques, aos 58 anos


Ao longo da carreira na música, Mitsu colaborou em mais de 50 álbuns de diferentes artistas, acumulando participações em palcos nacionais e internacionais.


“Seu legado artístico é gigantesco e vai muito além de sua participação no Barbatuques. Pesquisador da música e das manifestações culturais populares da música brasileira, Mitsu foi uma fonte de inspiração para nós”, destacou o perfil do grupo nas redes sociais.




O comunicado da morte do artista foi feito no perfil do Barbatuques nas redes sociais. “Hoje nos despedimos de um amigo muito querido e um artista gigante. Marcelo Pretto, o Mitsu, como o chamávamos carinhosamente, nos deixou nesta madrugada, em decorrência do agravamento do seu quadro clínico”, escreveu o grupo em um comunicado oficial nas redes sociais.


A morte de Marcelo Pretto gerou homenagens de outros artistas também nas redes. O cantor Chico César comentou a perda em uma publicação do grupo no Instagram. “Poxa. Muito querido e artista imenso. Voz de muitas sutilezas e possibilidades: do sussurro ao trovão. Adeus, amigo”, escreveu.










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Atendimento integrado ajuda mulheres a romper ciclo de violência no Distrito Federal

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Depois de viver por cerca de dez anos em um relacionamento marcado por agressões, ameaças e episódios frequentes de violência dentro de casa, Joana, nome fictício utilizado para preservar sua identidade, conseguiu mudar o rumo da própria história. Aos 39 anos, ela encontrou apoio na Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia, equipamento público que reúne atendimento psicológico, orientação jurídica e cursos de capacitação para mulheres em situação de violência.


“Durante muito tempo eu vivi com medo e tristeza. Foram anos de brigas, agressões e ameaças. Quando cheguei à Casa da Mulher Brasileira, comecei a enxergar uma possibilidade de recomeço”, conta.


A história de Joana reflete a realidade de muitas mulheres que procuram o serviço mantido pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Desde a reabertura da unidade, em 2021, já foram realizados mais de 40 mil atendimentos, alcançando 10.933 mulheres que buscaram acolhimento, orientação e acesso à rede de proteção.


Joana chegou à Casa da Mulher Brasileira em 2022, após ser encaminhada pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), da Polícia Civil do Distrito Federal. Um vizinho havia denunciado uma das agressões que ela sofreu dentro de casa.


No primeiro contato com a equipe da unidade, começou a receber acompanhamento psicológico e orientação sobre os caminhos disponíveis para romper o ciclo de violência. Também teve acesso a cursos profissionalizantes oferecidos no local.


Foi nesse momento que descobriu uma nova possibilidade de trabalho. Inicialmente matriculada em um curso de cabeleireira, decidiu seguir na área de estética e ampliar a formação. “Eu fui aprendendo e descobri que gostava muito dessa área. Fiz também cursos de design de sobrancelhas e alongamento de unhas. Hoje consigo trabalhar e sustentar minha casa”, afirma.


Para ela, conquistar autonomia financeira foi decisivo para deixar o relacionamento abusivo.  “Quando começamos a namorar, ele pediu para que eu parasse de trabalhar. Eu fiquei dependente, e isso me deixou muito vulnerável. Voltar a ter renda própria mudou completamente a minha vida”, relata.


Além da qualificação profissional, Joana participou de sessões de acompanhamento psicológico. O atendimento foi fundamental para que ela reconhecesse comportamentos abusivos que, até então, não identificava como violência.


“Eu não entendia que aquilo tudo era violência. Ele me ofendia, me afastou da minha família e me agredia. Eu sentia culpa e tinha medo de procurar ajuda. Lá fui ouvida e acolhida”, diz.


Com o apoio da equipe da Casa da Mulher Brasileira, ela também recebeu orientação jurídica e conseguiu garantir direitos importantes. Com assistência da Defensoria Pública do Distrito Federal, entrou com o pedido de pensão alimentícia para os três filhos e obteve medidas protetivas contra o agressor.


Joana também passou a contar com o acompanhamento do Programa de Policiamento de Prevenção Orientado à Violência Doméstica (Provid), realizado pela Polícia Militar do Distrito Federal.


Além disso, recebeu orientação para acessar benefícios sociais e atualmente é contemplada com os cartões Creche, Material Escolar e Uniforme.


De acordo com Selma de Melo, assessora especial da Subsecretaria de Promoção da Mulher, histórias semelhantes à de Joana fazem parte da rotina de atendimento da unidade. “Muitas mulheres chegam fragilizadas e com medo. Com o acompanhamento e as oportunidades oferecidas aqui, elas passam a acreditar novamente que podem reconstruir suas vidas”, afirma.


A Casa da Mulher Brasileira funciona 24 horas por dia e concentra diferentes serviços da rede de proteção em um único espaço. No local, as mulheres encontram acolhimento, atendimento psicossocial, orientação jurídica, apoio policial e cursos de capacitação, além de encaminhamento para outros programas de assistência.


Segundo a secretária da Mulher do Distrito Federal, Giselle Ferreira, o equipamento é um dos principais instrumentos das políticas públicas voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher. “A Casa da Mulher Brasileira reúne toda a rede de proteção em um único lugar. Ali, a mulher encontra acolhimento, orientação e os caminhos necessários para sair de uma situação de violência”, explica.


Ela destaca que o atendimento não se restringe apenas às mulheres que desejam registrar ocorrência policial. “Muitas procuram a casa primeiro para conversar, entender seus direitos e buscar orientação. É um espaço aberto tanto para quem precisa de proteção imediata quanto para quem quer se fortalecer e encontrar novos caminhos”, afirma.


Nos últimos anos, a procura pelos serviços da Casa da Mulher Brasileira cresceu de forma significativa. Entre 2022 e 2024, a unidade registrava pouco mais de mil atendimentos por ano. Em 2025, esse número subiu para 6.265 mulheres atendidas, totalizando 13.009 atendimentos realizados.


De acordo com a Secretaria da Mulher, o aumento está relacionado à ampliação das ações de divulgação e aos atendimentos itinerantes em diferentes regiões administrativas, além de projetos voltados à autonomia financeira e ao fortalecimento da autoestima das mulheres.


Além da unidade de Ceilândia, o Distrito Federal também conta com Centros de Referência da Mulher Brasileira (CRMB), que oferecem acolhimento psicossocial e cursos de capacitação. As unidades funcionam no Recanto das Emas, Sol Nascente/Pôr do Sol, São Sebastião e Sobradinho II.


O Governo do Distrito Federal também assinou contrato para a construção de uma nova Casa da Mulher Brasileira Tipo I, que será implantada na Asa Sul, ampliando a rede de atendimento às mulheres em situação de violência na capital.


Casos de violência contra a mulher podem ser denunciados pelos canais 190 (Polícia Militar), 197 (Polícia Civil), 180 (Central de Atendimento à Mulher) e 156, opção 6, da Central do GDF, além da plataforma Maria da Penha Online. As denúncias podem ser feitas pela própria vítima ou por qualquer pessoa que presencie situações de violência.






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Duas pessoas morrem em grave acidente de trânsito em rodovia de Goiás

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Duas pessoas morreram em um grave acidente na GO-164, em São Miguel do Araguaia (GO), na noite de sábado (7/3).


A 22ª Companhia Independente Bombeiro Militar (22ª CIBM), em São Miguel do Araguaia, foi acionada às 20h33, na GO-164, Km 814, no trecho entre Nova Crixás (GO) e São Miguel do Araguaia, na zona rural do município.


O acidente de trânsito, registrado a 10 km de São Miguel do Araguaia, no sentido a Mundo Novo, envolveu a colisão entre um caminhão e um veículo de passeio, um Astra HB 4P Advantage.


No local, as equipes do CBMGO atuaram com uma ambulância e uma viatura de salvamento avançado e constataram que os dois ocupantes do carro estavam presos às ferragens e sem sinais vitais.


Um homem, de 48 anos, e uma mulher, de 59, ambos com óbito confirmado no local pelo Instituto Médico Legal (IML).



Diante da gravidade da situação, a via foi imediatamente bloqueada e a cena preservada pelas equipes do CBMGO até a chegada da Polícia Rodoviária Estadual e da Polícia Técnico-Científica, responsável pela perícia.


Após a perícia, os bombeiros efetuaram o desencarceramento e a retirada dos corpos das ferragens, que ficaram sob a custódia do IML para os procedimentos legais.


O tombamento da carreta também provocou o derramamento de grande quantidade de óleo na pista, em uma extensão aproximada de 300 metros.


Para reduzir os riscos de novos acidentes, os bombeiros realizaram a aplicação de serragem para absorção do material.


Durante o atendimento, também foi realizado o resgate de animais que estavam vivos no interior da gaiola do caminhão.






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Fim da escala 6x1: proposta pode aliviar dupla jornada das mulheres

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O governo federal defende o debate público com a sociedade – trabalhadores, empregadores, pequenos empreendedores – e com o Congresso Nacional sobre a redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais no Brasil, junto com o fim da escala de seis dias de trabalho a cada um de descanso, a escala 6×1.


A intenção ao revisar o modelo de trabalho e chegar à jornada de cinco dias de trabalho a cada dois de folga (5×2) é dar mais qualidade de vida à população, com aumento do tempo de descanso e lazer dos trabalhadores.





Brasília (DF), 05/03/2026 - A cobradora Denise Ulisses dá entrevista à Agência Brasil sobre o impacto da escala de trabalho 6x1. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Brasília (DF), 05/03/2026 - A cobradora Denise Ulisses dá entrevista à Agência Brasil sobre o impacto da escala de trabalho 6x1. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil


Denise Ulisses faz planos para quando trabalhar seguindo a escala 5×2 – Marcelo Camargo/Agência Brasil



A cobradora de ônibus do Distrito Federal, Denise Ulisses, de 46 anos, conhece bem a realidade dura do 6×1. Há 15 anos, ela trabalha seis horas corridas por dia de segunda-feira a sábado e folga somente aos domingos.


Se por um lado, Denise se divide entre o itinerário repetitivo do transporte coletivo, liberação da catraca e conferência do troco aos passageiros, a outra parte da vida dela é ocupada pelas tarefas de casa e o acompanhamento dos dois filhos, atualmente, com 18 e 22 anos. “Quando as crianças eram pequenas, foi bem pesado.”


Denise Ulisses faz planos para quando tiver mais tempo livre, caso a redução da jornada 6×1 passe no Congresso Nacional.



“Eu sairia na sexta-feira à noite para o sítio e só voltaria no domingo à noite. Então, este seria um tempo bom de folga: dois dias.”



Peso da dupla jornada


A pauta do fim da escala 6×1 é considerada prioritária pelo governo federal. Desde 2025, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, explica que carga de trabalho da escala 6×1 recai, principalmente, sobre os ombros das mulheres devido à dupla jornada, ou seja, para aquelas que trabalham para ganhar dinheiro, mas que também são responsáveis pelo trabalho doméstico não remunerado.


O entendimento é confirmado pelos dados de 2022 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que mostram as mulheres dedicadas, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e cuidados de pessoas, enquanto os homens dedicam 11,7 horas.


A diferença de 9,6 horas semanais evidencia quase o dobro do tempo de dedicação feminina. Quando consideradas somente as mulheres pretas e pardas, o trabalho doméstico não remunerado é 1,6 hora a mais por semana, se comparado ao de mulheres brancas.





Brasília (DF), 06/03/2026 - Entrevista com a secretária nacional de Articulação Institucional do Ministério das Mulheres, Sandra Kennedy. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Brasília (DF), 06/03/2026 - Entrevista com a secretária nacional de Articulação Institucional do Ministério das Mulheres, Sandra Kennedy. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil


Sandra Kennedy aponta a redução da escala como um passo para reduzir a jornada de trabalho feminina- Valter Campanato/Agência Brasil



A secretária Nacional de Articulação Nacional, Ações Temáticas e Participação Política do Ministério das Mulheres, Sandra Kennedy, explica que a primeira questão a ser enfrentada para reduzir a sobrecarga das mulheres com a dupla jornada é estrutural: a sociedade precisa rever a desigualdade de gênero.



“Na soma entre o trabalho doméstico e o trabalho formal, nós trabalhamos muito mais do que os homens”, destaca Sandra.



Para a representante do Ministério das Mulheres, o fim da jornada máxima 6×1 pode impactar positivamente na divisão de tarefas em casa.



“O cuidado tem que ser compartilhado entre homens e mulheres. Isso não é uma questão só cultural. É também de os homens terem mais tempo em casa para compartilharem o cuidado.”



A secretária entende que as mulheres estão adoecendo mais por serem afetadas pela dupla jornada.


“A gente tem menos tempo para estudar, para se qualificar, tem muito menos tempo para conciliar o trabalho pessoal com o trabalho social. O adoecimento é evidente.”


Tempo e dinheiro





Brasília (DF), 05/03/2026 - A auxiliar de serviços gerais Tiffane Raany dá entrevista à Agência Brasil sobre o impacto da escala de trabalho 6x1. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Brasília (DF), 05/03/2026 - A auxiliar de serviços gerais Tiffane Raany dá entrevista à Agência Brasil sobre o impacto da escala de trabalho 6x1. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil


Tiffane Raany sente falta de ter mais tempo para o filho – Marcelo Camargo/Agência Brasil



A jovem Tiffane Raane sente no corpo e no bolso o excesso de trabalho. Contratada como auxiliar de serviços gerais em uma rede de academias do Distrito Federal, ela trabalha das 7h às 18h, com uma hora de almoço, de segunda a sexta-feira, e se somam ao dia a dia o sábado ou o domingo alternadamente a cada semana. No tempo fora do emprego, Tiffane se desdobra nos cuidados com a casa e com o filho de 7 anos.


“Eu pago R$ 350 por mês a uma cuidadora para ficar com meu filho no tempo em que está fora da escola. Ele sente mais falta por eu não conseguir ajudá-lo todos os dias nas atividades escolares. Eu chego tarde do trabalho. Estou cansada e ele também.”


Com a rotina, Tiffane Raane tem adiado o desejo de retomar a faculdade de educação física para tentar alcançar uma melhor remuneração. O curso foi trancado no quarto semestre.


Articulação de mulheres


Na quinta-feira (5), a Articulação Nacional de 8 de Março – apoiada por mais de 300 organizações de movimentos sociais do Brasil em defesa dos direitos das mulheres – entregou ao Ministério das Mulheres o Manifesto Nacional do 8 de Março Unificado 2026: Pela vida das mulheres: contra o imperialismo, por democracia, soberania e pelo fim da escala 6×1. (foto em destaque)


O documento explica o que motiva a luta.



“Esse modelo rouba o tempo, adoece corpos e aprofunda desigualdades. Defender o fim da escala 6×1 é defender o direito de viver com dignidade, enfrentando a lógica neoliberal que transforma a vida em mercadoria.”



O manifesto foi elaborado a partir das decisões da 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, em 2025, na capital federal.


Aprovação popular


Uma pesquisa de opinião da Nexus (janeiro/fevereiro de 2026) revela que cerca de 84% dos brasileiros defendem ao menos dois dias de descanso semanal. O levantamento aponta ainda que 73% dos entrevistados apoiam o fim da escala 6×1, desde que os salários sejam mantidos.


A opinião de Jeisiane Magalhães Faria reforça as estatísticas. Há cinco anos, ela é balconista de uma farmácia no Plano Piloto, em Brasília, e trabalha na escala 6×1. Jeisinane relembra que já perdeu a conta de quantos eventos familiares não esteve presente devido ao emprego. 


A balconista faz graduação em farmácia e gostaria de ter mais tempo para se dedicar aos estudos e a outros aspectos de sua vida. 


O descanso, para Jeisiane, longe de ser uma perda de tempo, pode gerar um impacto positivo também no rendimento laboral. “Você pode trabalhar melhor, porque tem dias que realmente é cansativo devido, por exemplo, ao transtorno de passar muito tempo no ônibus lotado para vir trabalhar.”


Embate econômico


Apesar do apoio popular, setores da indústria e do comércio contestam a ideia e projetam consequências negativas em caso de aprovação do fim da jornada 6×1.


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a medida pode aumentar o custo empresarial em até R$ 267 bilhões ao ano, com empregados formais na economia, o equivalente a um acréscimo de até 7% na folha de pagamentos. E vai além, “caso as horas não sejam repostas, a redução do limite semanal resultará em queda da atividade econômica”, diz a CNI.


Outro estudo apresentado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) explica os efeitos da redução da jornada de trabalho podem impactar na preservação de 631 mil empregos formais e na competitividade.


Segundo a entidade, a diminuição do limite constitucional atual (44 horas semanais) para 40 horas de trabalho, com o fim da escala 6×1, pode elevar o preço dos produtos consumidos pela população em até 13%. Outra conclusão do estudo é que a mudança na legislação resultará na elevação de custos na ordem de R$ 122,4 bilhões por ano, no comércio. A CNC defende que as possíveis alterações sejam feitas a partir de negociação coletiva.


Bem-estar social


A secretária do Ministério das Mulheres, Sandra Kennedy, contesta os posicionamentos dos empregadores e destaca que, ao longo da história, as trabalhadoras e os trabalhadores sempre enfrentaram esse tipo de argumento quando querem melhorar as vidas.



“Imagine quando tínhamos as cargas horárias de 12, 14, 16 horas. Obviamente que quem representa os interesses do capital no Congresso usa uma narrativa que é uma falácia, quando associa a melhor qualidade de vida do trabalhador ao aumento do desemprego.”



O estudo O Brasil está pronto para trabalhar menos: a PEC da redução da jornada e o fim da escala 6×1, do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit/Unicamp) , respalda o entendimento da secretária.


A pesquisa projeta um cenário distinto dos dimensionados pela CNC e pela CNI. Com base na PNAD Contínua do IBGE, caso o fim da escala 6 x 1 seja aprovado no Congresso Nacional, pelo menos 37% dos trabalhadores brasileiros serão afetados beneficamente.


A pesquisadora do Cesit/Unicamp, a economista Marilane Teixeira, estima que a mudança pode gerar 4,5 milhões de empregos e elevar a produtividade no país.


Tramitação no Legislativo


Atualmente a questão está em debate na Câmara dos Deputados. Em fevereiro deste ano, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, posteriormente, o tema deve seguir para uma comissão especial. Motta considera viável a votação da proposta em maio pelo plenário da Câmara.


O governo federal tem pressa. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, já afirmou que o Executivo poderá enviar um projeto de lei com urgência para o Congresso Nacional, para unificar as diversas propostas que já tramitam no parlamento, caso as discussões que tratam do tema não caminhem na “velocidade desejada”.


Mobilização e política


Uma petição pública online  criada em setembro de 2023 pelo Movimento Vida Além do Trabalho (VAT) e endereçada ao Congresso Nacional, ganhou repercussão nacional ao pedir um modelo mais flexível de trabalho.


O texto sugere a reavaliação das práticas de trabalho que afetam a saúde e o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. “Trabalhadores saudáveis e satisfeitos são mais produtivos e contribuem para o desenvolvimento sustentável do país”, diz o documento. O abaixo-assinado conta com quase 3 milhões de assinaturas.







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DF terá projeto nas escolas para aproximar estudantes do funcionamento do Congresso

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Uma parceria entre a Secretaria de Educação do Distrito Federal e o Senado Federal vai levar para as escolas públicas da capital uma nova iniciativa voltada ao ensino de cidadania e participação política. O acordo de cooperação, firmado na sexta-feira (6), prevê a criação da Oficina Legislativa, projeto que pretende aproximar estudantes do funcionamento do processo legislativo brasileiro.


A proposta é preparar professores da rede pública para trabalhar o tema em sala de aula, estimulando os alunos a compreender melhor como são elaboradas as leis e qual é o papel da população nas decisões políticas. A expectativa é que as primeiras atividades comecem no primeiro semestre de 2026.


O encontro para formalização da parceria ocorreu na sede da Secretaria de Educação do DF e reuniu representantes da pasta e integrantes da estrutura administrativa do Senado. Participaram da agenda a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá; a subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga; e a diretora da Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), Linair Moura, além de gestores de diferentes áreas da rede pública.


Pelo Senado Federal, estiveram presentes a diretora-geral da Casa, Ilana Trombka; o secretário-geral da Mesa, Danilo Aguiar; o diretor da Secretaria de Comissões, Marcos Melo; o coordenador-geral do Instituto Legislativo Brasileiro (ILB), Nilo dos Santos; e o coordenador do programa e-Cidadania, Alisson Bruno.


A secretária de Educação destacou que a iniciativa se soma a outras ações da rede pública voltadas à formação ética e cidadã dos estudantes. “A Secretaria sempre busca construir parcerias que ampliem as oportunidades de aprendizagem. Trabalhar valores como cidadania, ética e responsabilidade social é fundamental na formação dos nossos estudantes”, afirmou Hélvia Paranaguá.


A subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga, ressaltou que a formação continuada dos profissionais da educação é uma estratégia importante para fortalecer projetos pedagógicos que tratam da participação cidadã. “A formação dos educadores precisa ser permanente. Quando ampliamos o repertório dos professores, também ampliamos as possibilidades de aprendizagem para os estudantes”, disse.


A Oficina Legislativa foi idealizada pelo servidor do Senado Alisson Bruno, que também estudou na rede pública do Distrito Federal. Segundo ele, a iniciativa pretende transformar a sala de aula em um espaço de debate sobre problemas da sociedade e possíveis soluções.


“Os estudantes poderão discutir questões que afetam a população e apresentar ideias. Algumas dessas propostas poderão ser cadastradas no portal e-Cidadania e até evoluir para projetos de lei”, explicou.


O projeto deverá atender alunos a partir dos 12 anos e também contemplar turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e da educação especial.


Para a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, aproximar o sistema educacional das instituições democráticas é uma forma de fortalecer a cidadania. “O professor tem um papel central na formação de cidadãos conscientes. Projetos que levam esse debate para dentro da escola ajudam a consolidar os valores democráticos”, destacou.






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8 de março: Celina Leão destaca avanço de políticas de proteção e autonomia para mulheres no DF

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No Dia Internacional da Mulher, celebrado  neste  8 de março, a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP) afirmou que a presença feminina nos espaços de poder tem papel decisivo na ampliação de políticas públicas voltadas às mulheres. Em mensagem divulgada nas redes sociais, a Celina  destacou ações do Governo do Distrito Federal (GDF) voltadas à proteção, autonomia e capacitação feminina.


Ao falar sobre  o significado da data, Celina Leão mencionou desafios ainda enfrentados por mulheres que ocupam cargos de liderança. Segundo ela, estereótipos e questionamentos sobre a capacidade feminina ainda fazem parte da realidade política e profissional.


“A cada mulher que ocupa um espaço, abre-se caminho para muitas outras que virão”, afirmou.


A vice-governadora ressaltou que, mais do que um momento simbólico de celebração, o 8 de março deve servir como um lembrete da necessidade de ampliar políticas públicas voltadas à segurança e à autonomia das mulheres.


Durante a mensagem, Celina citou avanços implementados pelo GDF nos últimos anos. Nós últimos sete anos os investimentos em políticas públicas voltadas às mulheres cresceram significativamente, alcançando cerca de R$ 86 milhões — um aumento superior a 1.000% em relação a anos anteriores.


A rede de atendimento também foi ampliada. O número de unidades voltadas ao acolhimento e suporte às mulheres passou de 14 para 31, incluindo quatro Centros de Referência da Mulher Brasileira, estruturas voltadas ao atendimento integrado de vítimas de violência.


Entre as iniciativas mencionadas pela vice-governadora está o passe livre no transporte público para mulheres com medida protetiva, além da concessão de aluguel social destinado a vítimas de violência doméstica que precisam deixar suas casas para recomeçar em segurança.


Outro ponto destacado foi o auxílio destinado a órfãos do feminicídio, criado para oferecer suporte financeiro a crianças e adolescentes que perderam suas mães em decorrência desse tipo de crime.


A agenda de políticas públicas também inclui programas de qualificação profissional, mais de 400 mil mulheres já foram capacitadas em iniciativas promovidas pelo GDF.


Na área de proteção direta às vítimas de violência, o programa Viva Flor — que monitora agressores e oferece suporte a mulheres com medida protetiva — acompanha atualmente mais de 1.100 mulheres diariamente.


A vice-governadora também afirmou que, somente em 2025, foram registrados mais de 70 mil atendimentos diretos voltados ao público feminino na rede de apoio do governo.


Ao encerrar a mensagem, Celina Leão reforçou que a data vai além de homenagens simbólicas.


“Não basta homenagear. É preciso garantir cuidado e proteção”, afirmou.


No Distrito Federal, a ampliação dessas iniciativas reflete uma agenda que tem buscado consolidar políticas públicas voltadas à proteção e à autonomia feminina. Nos últimos anos, o GDF tem ampliado programas, investimentos e estruturas de atendimento destinados às mulheres, em um esforço para fortalecer a rede de apoio e transformar em políticas concretas uma pauta que, por tempo, esteve restrita ao campo do debate.






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Trio é preso após pedir R$ 10 mil à vítima em golpe do novo número

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A Polícia Civil de Goiás (PCGO) prendeu em flagrante três indivíduos suspeitos da prática dos crimes de estelionato e associação criminosa, na sexta-feira (6/3). O caso envolve o golpe chamado do “novo número”, em que os golpistas simulam ser parentes das vítimas, dizendo estar com telefones novos, para pedir dinheiro.


A prisão foi feita pela 15ª Delegacia Distrital de Polícia de Goiânia (1ª DRP), com apoio da Delegacia de Polícia de Posse (13ªDRP). De acordo com a PCGO, a vítima, residente naquele município, registrou ocorrência relatando que um indivíduo, se passando por seu filho, por meio de aplicativo de mensagens, solicitou transferências bancárias sob o pretexto de mudança de número de telefone.


A vítima realizou duas transferências, nos valores de R$ 1.560 e R$ 2.300. De acordo com os investigadores, na sequência, o autor continuou solicitando novas quantias, inclusive o valor de R$ 10 mil, momento em que a vítima percebeu tratar-se de um golpe e procurou a delegacia.



A equipe da Delegacia de Posse, com apoio da Unint da 10ª DRP – Ceres, identificou o endereço da beneficiária das transferências, residente em Goiânia, na área de circunscrição da 15ª DP.


Equipes da 15ª DP realizaram diligências e localizaram a mulher que recebeu os valores. Durante a abordagem, ela indicou a pessoa para quem havia emprestado a conta bancária.


Segundo a PCGO, o indivíduo foi localizado e confessou que captava contas bancárias para a prática dos golpes, recebendo cerca de 30% dos valores obtidos, apontando ainda o responsável pela execução das fraudes.


Os policiais civis localizaram o terceiro suspeito. Na residência dele foram apreendidos diversos aparelhos celulares, chips telefônicos e a quantia de R$ 2.300 em dinheiro. Com outro investigado também foram encontrados R$ 315 em espécie.


Os três foram conduzidos à unidade policial e autuados em flagrante pelos crimes de estelionato e associação criminosa, sendo posteriormente encaminhados à Central de Flagrantes, onde permanecem à disposição do Poder Judiciário.






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Frigorífico é obrigado a transferir grávidas de setor após abortos

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Eram 3h40 da manhã quando uma trabalhadora venezuelana, grávida de oito meses, em um frigorífico da MBRF, em Lucas do Rio Verde (MT), teve dores, tontura e falta de ar. Chegou a ser impedida de sair pela chefia sob o pretexto que prejudicaria a produção, segundo divulgou a Justiça do Trabalho. O resultado é que ela entrou em trabalho de parto na portaria da empresa e as filhas gêmeas não sobreviveram.  


Quase dois anos depois daquele 23 de abril de 2024, um acordo judicial firmado nesta semana entre a empresa e o Ministério Público do Trabalho (MPT), diante da juíza Priscila Assunção Lopes Nunes, da Vara do Trabalho da cidade, garante que gestantes devem trabalhar afastadas de ambientes com excesso de ruído (acima de 80 decibéis)


Segundo apurou o MPT, na empresa, foram detectados ambientes nos frigoríficos com 93 decibéis. Incidências de abortos ou ameaças de aborto eram, segundo a procuradora Priscila Dibi Schvarcz, do MPT, em entrevista à Agência Brasil, relacionados à exposição de trabalhadoras a ruídos acima do nível máximo.


144 ocorrências


O caso, ocorrido há dois anos com a trabalhadora venezuelana, não foi isolado. Um levantamento da procuradoria identificou 144 ocorrências de aborto ou ameaça de aborto relacionados a 116 trabalhadoras. 


Houve ainda 71 atestados médicos referentes ou agravados pela exposição ao ruído intenso, incluindo hipertensão arterial, pré-eclâmpsia, diabetes gestacional e insuficiência de crescimento fetal.


Mudança de ambiente


Com o acordo celebrado nesta semana, a empresa se comprometeu a realocar imediatamente todas as gestantes expostas a níveis de ruído iguais ou superiores a 80 decibéis em setores com exposição comprovadamente inferior a esse limite, sem redução de remuneração, benefícios ou direitos trabalhistas.



“Nós requisitamos uma série de documentos de saúde e segurança que foram analisados para que nós pudéssemos avaliar a situação da empresa”, afirmou a procuradora. 



O trabalho dentro de unidades frigoríficas inclui o frio, atividades repetitivas, risco ergonômico e carregamento de peso, por exemplo. Os ruídos, segundo a pesquisadora, causam até efeitos além do auditivos, como problemas cardiovasculares, neurológicos e metabólicos. Além disso, estariam expostas a agentes químicos e biológicos.


A procuradora Priscila Schvarcz atua em um projeto nacional de fiscalização do trabalho em frigoríficos pelo MPT desde 2018. Ela explica que há outras ações em outros frigoríficos pelo país. Somente no ano passado, o MPT firmou termos de ajustamento de conduta com outras cinco empresas frigoríficas.



“Essas empresas se comprometeram em adequar a conduta nesse aspecto, afastando as gestantes de ambientes com ruído. É uma situação de risco e de vulnerabilidade (para as mulheres)”.



Prevenção


A procuradora aponta que existem estudos que relacionam a perda auditiva fetal à exposição ao ruído no ventre materno. “Por isso, essa atuação do MPT funciona como prevenção”. Ela destaca que em ambientes de frigorífico que ela já visitou, particularmente de abate de aves, há uma quantidade mais expressiva de trabalhadoras mulheres. 


Os acordos e as decisões da Justiça, segundo entende Priscila Schvarcz, ajudam a criar uma conscientização sobre direitos profissionais na categoria. Inclusive, ela identifica que empresas do ramo de alimentação chegam a recrutar profissionais com baixo nível de instrução em cidades das redondezas e em vulnerabilidade que conhecem menos os direitos.  


Pedido de demissão


Outro contexto que os procuradores do MPT perceberam é que mulheres trabalhadoras do ramo costumam extinguir o vínculo após o nascimento dos filhos. Isso porque a jornada de trabalho começa por volta de 3h da manhã. 


“Essas características do setor tornam inviável às mães retomar as atividades porque elas não têm onde deixar a criança. Outra característica do setor é que há muitas trabalhadoras que não moram no município onde está instalado frigorífico”.


Nesses casos, o que se prevê é que a empresa disponibilize locais para a guarda dos filhos sob vigilância durante o período de trabalho para garantir que a mãe possa amamentar.



“A lei garante a essas mães que estão amamentando dois intervalos de 30 minutos durante a jornada de trabalho”. Segundo a representante do MPT, a maioria das mulheres não sabia que tinha esse direito.



Em geral, os contratos de trabalho dessas trabalhadoras são de 48 horas semanais a serem cumpridos em cinco dias. “Jornadas longas, trabalhos pesados e monótonos que exigem um elevado nível de concentração. É muito rápida a linha de produção executando uma mesma tarefa e um mesmo tipo de corte. Então é preciso prestar atenção o tempo inteiro”, diz a procuradora.



“O que a gente percebe é que a mulher paga um preço ao escolher ter uma família.”



O MPT explicou que a empresa se comprometeu com programa específico de gestão em saúde para gestantes, incluindo a busca ativa para identificação do estado gestacional, avaliação imediata dos riscos do posto de trabalho, realocação obrigatória diante de qualquer agente nocivo não neutralizado, acompanhamento médico multidisciplinar durante todo o período gestacional e capacitação contínua de lideranças.


Além disso, o acordo prevê atendimento presencial obrigatório por médico ou enfermeiro do trabalho antes de qualquer liberação e fornecimento de veículo exclusivo para transporte emergencial com disponibilidade de 24 horas por dia, em todos os turnos


O descumprimento de cláusulas pode gerar multa de R$ 50 mil por irregularidade constatada, além de R$ 20 mil por trabalhadora prejudicada. Os valores devem ser revertidos ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) ou ao Fundo de Direitos Difusos (FDD).


Empresa garante que respeita lei


A juíza do trabalho Priscila Assunção Lopes Nunes, da Vara do Trabalho da cidade, destacou que houve disposição das partes em fazer o acordo. 


Em nota à Agência Brasil, a MBRF garantiu que segue a “legislação vigente” e que garante o uso de equipamentos de proteção individuais para a equipe. 


A assessoria da empresa ainda argumentou que, conforme avaliação médica e com os atestados apresentados, não foi identificada correlação entre os casos citados no processo e as atividades desempenhadas. 


A empresa informou que vai apresentar defesa diante da ação do MPT e argumentou que tem um “programa estruturado de acompanhamento às gestantes, desde 2017”. 



“Esse acompanhamento incluiria suporte médico, adequações de função de acordo com a etapa gestacional e monitoramento contínuo”. Já teria havido prestação desse serviço a mais de 13 mil colaboradoras.








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Ivete Sangalo confirma show no BBB 26 dias após cirurgia no rosto

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Ivete Sangalo foi confirmada como a atração da festa do BBB deste sábado (7/3). Este será o primeiro show da artista após ela fazer uma cirurgia no rosto. A artista sofreu uma queda na semana passada depois de um episódio de síncope vasovagal e precisou passar por um procedimento para corrigir uma fratura nos ossos da face.


A baiana promete levar à casa mais vigiada do Brasil um repertório animado, com músicas que vão de sucessos recentes, como Vampirinha, a clássicos que embalam muitos carnavais.


Ivete Sangalo confirma show no BBB 26 dias após cirurgia no rosto - destaque galeria

Ivete celebra previsão de alta e brinca com o médico:
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Ivete celebra previsão de alta e brinca com o médico: "Moral tá alta"

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Ivete Sangalo posa após receber alta
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Ivete Sangalo posa após receber alta

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Ivete Sangalo.
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Ivete Sangalo.

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Ivete Sangalo
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Ivete Sangalo

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Ivete Sangalo se apresentou após sofrer um acidente doméstico
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Ivete Sangalo se apresentou após sofrer um acidente doméstico

Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias/Divulgação
Ivete Sangalo se apresentou em São Paulo
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Ivete Sangalo se apresentou em São Paulo

Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias/Divulgação


Ivete Sangalo recebeu alta do hospital em que estava internada em São Paulo na terça-feira (3/3). A artista sofreu uma queda e teve cortes no rosto na semana passada após sofrer uma síncope vasovagal, no dia 25 de fevereiro.


A condição que ocorre quando o corpo reage de forma exagerada a determinados estímulos, provocando queda da pressão arterial e, em alguns casos, diminuição dos batimentos cardíacos.


Após uma queda de pressão, consequência da síndrome de vaso vagal, Ivete Sangalo desmaiou e acabou caindo de rosto no show. Ao longo do processo de recuperação, a cantora compartilhou detalhes com os seguidores.


“Eu tenho problema de vasovagal e também tive uma virose após o Carnaval. Já tinham acontecido dois episódios ”, explicou.






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