veja como ficou relação de Eliza Matsunaga com a filha

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A série Tremembé, do Prime Video, reacendeu o interesse pela história de Elize Matsunaga, levando muitos espectadores a se perguntarem como está hoje a relação dela com a filha.


Quando cometeu o crime, Elize vivia com o então marido, Marcos Kitano Matsunaga, e a filha do casal, que tinha apenas nove meses. Ela foi condenada por matar, esquartejar e ocultar o corpo do marido, crime que chocou o país.


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Elize e o esposo que assassinou

Arquivo pessoal
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Carol Garcia interpreta Elize Matsunaga em Tremembé

Divulgação/Prime Video
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Elize Matsunaga

Divulgação/Netflix
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Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido/ Matrix Editora/ 368 páginas/Preço médio: R$ 64

Reprodução
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Elize Matsunaga foi condenada por matar e esquartejar o marido Marcos Kitano Matsunaga

Arquivo pessoal
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Elize Matsunaga

Divulgação/Netflix

No livro Elize Matsunaga: A mulher que esquartejou o marido, o jornalista Ullisses Campbell detalha como a prisão rompeu o vínculo entre mãe e filha.



De acordo com a produção, a menina — hoje com 15 anos — está sob a guarda dos avós paternos, Mitsuo e Misako Matsunaga, e não mantém contato com a mãe. Os avós, inclusive, teriam tentado retirar o nome de Elize da certidão de nascimento da neta.



Em entrevista ao autor, o avô afirmou que, ao atingir a maioridade, a jovem terá liberdade para decidir se deseja ou não se reaproximar da mãe.


Atualmente, Elize tenta restabelecer algum contato por meio de ações judiciais, mas ainda não tem autorização para visitas ou comunicações diretas.


Desde 2022, ela cumpre pena em regime aberto, com a condição de não deixar a cidade de Franca, no interior de São Paulo.






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Integrantes de ONGs que fraudaram INSS têm empresas no mesmo endereço

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Nomes por trás da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Rurais do Brasil (Conafer) e da Associação de Aposentados do Brasil (AAB), ambas investigadas por envolvimento no caso que ficou conhecido como a farra do INSS, criaram diversos CNPJs distintos, com capitais acima de R$ 100 mil, que operam no mesmo conjunto de endereços no Distrito Federal.


Um desses empreendimentos, nomeado como Solution, foi aberto por Samuel Chrisostomo do Bomfim Junior – contador da Conafer, e supostamente funciona no mesmo local de uma Igreja Evangélica, fundada por uma das sócias da AAB, identificada como Lucineide dos Santos Oliveira, no Recanto das Emas.


Metrópoles esteve no endereço e encontrou apenas a instituição religiosa, erguida entre um centro catequético e um terreno baldio. Apesar disso, segundo dados da Receita Federal, a loja de Samuel está ativa no espaço, configurando a suspeita de ser uma empresa fantasma.



Outros 10 CNPJs também vinculados à dupla, bem como a um terceira pessoa ligada ao presidente da Conafer – o assessor Cícero Marcelino de Souza Santos –, supostamente funcionam na parte superior de um sobrado na região administrativa.


Apesar de os envolvidos terem indicado na Receita Federal o endereço como sede das empresas – que prometem oferecer desde comércio varejista à locação de carros e atividades de apoio à agricultura, – a fachada do pequeno escritório exibe apenas chamada para dois desses empreendimentos: a Expresso e um segunda companhia também apelidada como Solution.


Veja:



Um outro CNPJ registrado no nome de Lucineide dos Santos Oliveira, a sócia da AAB, está localizado na Quadra 403 Conjunto 19 do Recanto das Emas. A reportagem esteve no endereço e ouviu de testemunhas que apenas uma tapiocaria funciona há anos no local.


Além de pertencerem a integrantes de instituições diferentes e dividirem um único espaço, essas empresas carregam um outra curiosidade: a maioria tem como contato principal o mesmo endereço de e-mail.


Conheça as empresas e onde estão localizadas:


1 de 4Arte: Gabriel Lucas/Metrópoles
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Convocado a prestar depoimento na CPMI que apura as fraudes do INSS, Cícero Marcelino chegou afirmar que lucrava “uns trocos” com o dinheiro que deveria ser destinado aos aposentados e pensionistas. O homem admitiu, ainda, que abriu empresas para prestar serviços a pedido do presidente da Conafer.


Cícero também contou que recebia planilhas de pagamentos para as entidades da Conafer e os repassava, mas negou conhecer Samuel Chrisostomo, apesar de supostamente conduzir empresas no mesmo local que ele.


Durante a CPMI, as empresas de Cícero foram apontadas como empreendimentos laranja. “A única coisa que estou vendo aqui nesta CPMI é que as pessoas que os sindicatos ajudam são os próprios dirigentes e seus familiares, as empresas dos dirigentes, dos familiares, ou dos laranjas e familiares dos laranjas. E você é um laranja, suas empresas são empresas laranja”, disse a deputada Adriana Ventura (Nov-SP).


Programa previdenciário


A Conafer divulga, no site da confederação, o Programa +Previdência Brasil, que, segundo a página, visa dar publicidade a informações sobre a educação previdenciária e o INSS Digital. As iniciativas incluem cursos sobre benefícios, de modo a auxiliar os interessados a reivindicarem os próprios direitos.


O site também detalha que não há custo nesse processo. “As associadas não receberão remuneração advinda do INSS nem dos usuários pela execução do serviço, não sendo impedidas de cobrar a mensalidade associativa do beneficiário do serviço”, diz o portal.


A investigação da CGU demonstrou, porém, que a situação não era como a Conafer fazia parecer. Os auditores ouviram 56 pessoas, em 16 unidades da Federação, que tiveram descontos feitos pela confederação. Nenhuma das vítimas havia autorizado o repasse.


A controladoria acrescentou que 621.094 aposentados tiveram desconto nos pagamentos ligados à Conafer só no primeiro trimestre de 2024.


AAB pediu desconto a pessoa morta


A Associação dos Aposentados do Brasil solicitou o desconto em benefício de pessoas mortas há décadas. Levantamento feito pela Controladoria-Geral da União (CGU) identificou que a AAB, sediada em Brasília, solicitou indevidamente, em mais de 27 mil casos, a inclusão de descontos associativos de pessoas já falecidas.


Foi o caso, por exemplo, de Jaime dos Santos, morto em 25 de outubro de 2002, aos 46 anos de idade. Mesmo assim, a entidade pediu, em março de 2024, isto é, mais de duas décadas depois, o cadastro dele na lista de descontos do INSS.


“Trata-se de conduta que, em tese, configura tentativa de burlar os controles da Administração Pública”, explica a CGU. “Os fatos constituem forte indício de atuação fraudulenta, na medida em que supostamente revela a inexistência de qualquer manifestação válida de consentimento por parte do beneficiário”, prossegue o órgão controlador.


O outro lado


Metrópoles tentou contatar as pessoas mencionadas no texto por meio de e-mail e por telefone, mas não obteve retorno até a última atualização. O espaço segue aberto para futuras manifestações.






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Kelner Macêdo elogia Felipe Simas e revela bastidores

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Para dar vida a Cristian Cravinhos em Tremembé, novo fenômeno do true crime do streaming no Brasil, o ator Kelner Macêdo revelou ao Metrópoles que passou por uma transformação intensa. Ao lado de Felipe Simas, que vive o irmão do criminoso, Daniel Cravinhos, os astros passaram dois meses seguindo uma rotina de ensaios, treinos físicos e preparação para dar vida à dupla de detentos do presídio dos famosos.



“Eu tive que treinar para aproximar o meu corpo do corpo dele na época. Foi um processo em que eu tive que mudar completamente tudo. Além do sotaque, que foi um processo bem suado de fazer essa voz que é muito diferente da minha”, detalhou.


Kelner destacou ainda que acredita que a relação com Felipe Simas nos bastidores da série do Prime Video foi fundamental para conseguir dar vida a Cristian Cravinhos. Ao Metrópoles, o ator conta que de fato se encontrou dentro do personagem através desses treinamentos ao lado do ator de Daniel.


“Eu não conhecia o Felipe. A gente se conheceu no nosso primeiro ensaio. E foi só a gente se olhar que foi ‘vamos nessa, estamos juntos nesse abismo’”, compartilhou. “Eu comecei a entender o Cristian e dar profundidade, e camadas, e profundidade para ele quando eu entendia a relação com o Daniel. E foi através desse meu encontro com o Felipe Simas”, cravou.

A polêmica cena da calcinha


Kelner Macêdo protagoniza em Tremembé um dos momentos mais polêmicos da série: uma cena em que Cristian Cravinhos usa uma das calcinhas da mãe do amant, Luka, interpretado por João Pedro Mariano. O momento repercutiu e chamou atenção entre os criminosos da vida real.



Após a cena viralizar, o próprio Cristian Cravinhos compartilhou uma crítica no perfil no Instagram, afirmando que a produção estava “cheia de mentiras”. Em resposta, o escritor Ulisses Campbell, autor cujos livros inspiram a série, publicou uma foto não só da calcinha, como uma carta de amor escrita pelo amante, que na vida real se chama Duda.


“Eu já esperava que o Cristian fosse se pronunciar, e que Duda fosse falar também. Nós acreditava naquela paixão. Que ao que tudo parecia era muito real e muito verdadeira. E tudo foi muito bonito”, descreveu.


“Eu sabia que ia ser polêmico, mas eu tô me surpreendo a cada dia. Quando a gente tava filmando a cena, no set, já foi meio assim ‘ihhh!’. E eu me diverti fazendo, ‘delícia, vamo lá’. Acho que tem uma supresa geral, porque quem não leu os livros, não tinha o contato com essa história”, comentou Kelner.


“Eu sabia que ia gerar um burburinho, mas a proporção a que chegou eu não esperava. Mas eu tô feliz! O que mais a gente quer é que as pessoas vejam o nosso trabalho, seja pela calcinha, seja pelo true crime. Pelo que for: mas que vejam. E isso está acontecendo”, comemorou.





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Delegado que mandou matar jornalista recebe aposentadoria de R$ 30 mil

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“Aqui só se fala a verdade, somente a verdade. Doa a quem doer”. Esse era o bordão utilizado pelo repórter policial Mário Eugênio Rafael de Oliveira, 31 anos, assassinado por policiais no estacionamento da Rádio Planalto, na Asa Sul, na noite do dia 11 de novembro de 1984. À época, o Brasil vivia os horrores da ditadura militar.


O mineiro de Comercinho denunciou um grupo de extermínio composto por policiais civis e militares do Exército, que teriam matado um dono de uma chácara em Luziânia, Entorno do DF. A denúncia acabou custando a vida do apresentador do programa “O gogó das sete” e editor da página policial do Correio Braziliense.


Mário foi executado no estacionamento da Rádio Planalto, no Setor de Rádio e TV Sul, com uma facada na nuca e tiros disparados por uma espingarda calibre 12 e um revólver “magnum”, calibre 381. O crânio do jornalista ficou desfigurado.


O inquérito policial do crime apontou sete suspeitos de envolvimento no assassinato. Todos foram denunciados pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e pronunciados ao Tribunal do Júri, mas a maioria cumpriu a pena mínima e respondeu em liberdade.


Entre os mandantes que chegaram a ser condenados, mas tiveram seus processos arquivados após inúmeros habeas corpus impetrados, estavam o então secretário de Segurança Pública do DF, o coronel do Exército Lauro Melchiades Rieth, e o chefe titular da Delegacia Especializada da Polícia Civil do DF (PCDF), delegado Ary Sardella.


O coronel Rieth era bastante criticado por Mário Eugênio e acusado de ter participado de outros crimes, chegando a apreender uma arma e um carro do jornalista, antes de silenciá-lo fatalmente. Foi revelado, anos depois, que antes de mandar matar o jornalista, o ex-secretário teria sido questionado sobre o “esquadrão da morte” e confirmou a informação para Mário: “Tem participação de militares do Exército, publica se tiver coragem”, teria dito o coronel.


No Portal da Transparência da União consta que a filha de Rieth recebe uma pensão militar mensal de R$ 35 mil desde outubro de 2018, deduzindo-se então que o ex-secretário tenha falecido há sete anos.


O ex-coronel do Exército não foi o único participante do crime que gozou de altos salários pagos pelos cofres públicos. Ary Sardella, hoje com 88 anos, recebe uma remuneração cheia de mais de R$ 30 mil.


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Mário Eugênio foi assassinado no estacionamento do prédio da Rádio Planalto

Reprodução/Portal dos jornalistas
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Ary Sardella na década de 80

Reprodução/Redes sociais
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Mário Eugênio atuando como jornalista na década de 80

Reprodução/TJDFT

“O mestre do tiro”


Diferente de outros ex-presidiários, que sofrem com a ressocialização mesmo após cumprir pena, a condenação e o histórico do ex-delegado de polícia não fez com que ele enfrentasse grandes problemas após solto.


Apaixonado por armas, o capixaba Ary Sardella foi atleta de tiro esportivo na capital federal, ganhando inúmeras medalhas. O hobby se transformou em trabalho após sua aposentadoria na PCDF, onde ele se tornou instrutor de tiro e presidente da Federação Brasiliense de Tiro Esportivo, de 2001 a 2003. Anos depois, Sardella ainda trabalhou como árbitro nas competições realizadas na capital federal.


Um jornal informativo do Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindepo) e da Associação de Delegados (Adepol), veiculado em janeiro de 2019, exalta a história do mandante da morte de Eugênio e o intitula como “O mestre do tiro esportivo”, contando a trajetória do policial que saiu do Espírito Santo e se tornou delegado no DF ainda na década de 1970.


Na época do informativo, a matéria ainda serviu para fazer marketing pessoal do ex-delegado que dava aulas como forma de complementar a sua renda de aposentado. “Se você se interessou em conhecer mais sobre o Tiro Esportivo, em Brasília é possível ter aulas com o próprio Ary
Sardella”, dizia a matéria.


Além da longa trajetória no tiro esportivo, ao pesquisar o nome de Sardella, é possível encontrar vários atletas de jiu-jitsu exaltando o ex-delegado como “mestre” da arte marcial. O ex-policial se tornou faixa coral da modalidade, e recebeu das mãos de Hélio Gracie, um dos maiores nomes da modalidade, a graduação máxima do esporte. Ary usa uma página no Instagram com posts apenas sobre jiu-jitsu, mas não faz postagens desde 2018.


Outros envolvidos na morte


Além do ex-coronel e do ex-delegado citados acima, os outros participantes condenados foram o sargento Antônio Nazareno Mortari Vieira e os cabos David Antônio do Couto e Aurelino Silvino de Oliveira, do Pelotão de Investigação Criminal (PIC) do Exército.


A esposa do ex-sargento do Exército Brasileiro Antônio Mortari recebe atualmente uma pensão militar de R$ 2.837,87. Não foram encontradas informações sobre remunerações envolvendo os cabos David Antônio e Aurelino Silvino.


Ainda foram apontados os agentes de polícia Iracildo José de Oliveira e Divino José de Matos, conhecido como Divino 45 e acusado de ter efetuado os disparos.


Iracildo José faleceu em 1999, enquanto Divino 45 foi aposentado alegando problemas mentais, o que fez seu julgamento ser adiado em 10 anos. O assassino de Mário Eugênio recebe R$ 4,7 mil por mês como aposentado da Polícia Civil.




Participantes do crime



  • Divino José de Matos (Divino 45):  matou Mário Eugênio com uma espingarda calibre 12 e de um revólver calibre 38/357, magnum, municiados com cartuchos e balas especiais e foi condenado a 14 anos de prisão. Ele foi capturado em 2003 e passou a cumprir pena na Penitenciária da Papuda. Em 2010, Divino recebeu um parecer favorável ao indulto pleno, mas a decisão final ficou a cargo do juiz da Vara de Execuções Penais.

  • Antônio Mortari: esteve fortemente armado e fazendo escolta para que o crime acontecesse. O militar chegou a ser condenado a 27 anos de prisão, mas estava em liberdade desde 2019. Porém, em 2015, também foi condenado a 23 anos de reclusão pelo STJ, por latrocínio e ocultação de cadáver cometidos em Cocalzinho de Goiás, Entorno do DF, em 1984. A reportagem não conseguiu confirmar se o homem ainda cumpre pena em regime fechado.

  • David Antônio do Couto: dirigia o Volkswagen Sedan usado para fugir do local do crime e cumpriu pena mínima, respondendo em liberdade anos depois. Não há informações sobre o atual paradeiro do ex-militar.

  • Iracildo José de Oliveira: estava no mesmo carro que Antônio Mortari e foi julgado e condenado pelo assassinato de Eugênio a dois anos e meio de prisão. Pegou uma das maiores penas e chegou a ser preso, mas morreu em 1999.

  • Aurelino Silvino de Oliveira: próximo da cena do crime, Aurelino simulou uma diligência policial destinada a prender um suspeito ao lado de outro policial. Não há informações sobre o atual paradeiro dele.

  • Moacir de Assunção Loiola: o policial também foi suspeito de participação no crime, morreu cerca de um ano depois do crime, enquanto o caso ainda era julgado pelo TJDFT. A morte foi tratada como suicídio na época, mas foi levantada a suspeita de que fosse queima de arquivo.




Mesmo com as condenações dos criminosos, entre aposentadorias e pensões, os cofres públicos do Distrito Federal e da União gastam mais de R$ 70 mil somados no total. A morte, de certa forma esquecida, ainda está registrada em acervos do MPDFT e do TJDFT. Durante o período da ditadura militar no Brasil, 25 jornalistas foram dados como mortos e desaparecidos, além de centenas de profissionais perseguidos e censurados.


O Metrópoles procurou a Polícia Civil do DF, o Sindicato dos Delegados e o Exército Brasileiro, mas não obteve retorno até a atualização mais recente desta matéria.


A defesa dos condenados pelo crime não foram localizadas pela reportagem. O espaço segue aberto para manifestações.






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Roblox sob alerta: como a plataforma expõe crianças a perigos on-line

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Desde a popularização da internet, os crimes cibernéticos têm se tornado cada vez mais frequentes, especialmente os que envolvem crianças. Por meio de jogos e chats on-line, elas passam a ter acesso a um novo universo virtual — que, embora pareça divertido e ilimitado, pode esconder diversos perigos.


Uma das plataformas mais populares entre o público infantil é a Roblox, que reúne uma grande variedade de jogos on-line e permite que os próprios usuários programem os jogos e também explorem criações feitas por outros usuários. O sucesso é tanto que o universo virtual se consolidou como um dos espaços de jogos mais acessadas do mundo.



Apesar das inúmeras possibilidades de diversão, a quantidade expressiva de jovens usuários levanta preocupações sobre segurança e exposição a riscos no ambiente virtual. Segundo Karina Queiroz, especialista em cibersegurança e diretora executiva do Instituto Teckids, plataformas como a Roblox apresentam riscos de interação com desconhecidos e de acesso a conteúdos inadequados, especialmente quando não há supervisão dos responsáveis.


A especialista também alerta que nem todos os jogos são recomendados para o público infantil. “Como toda plataforma que permite escolher o que se vê ou com quem interage, recomendo que o uso por crianças seja realizado somente após vinculação da conta infantil com a conta do responsável, onde este deverá configurar controles de segurança e privacidade adequados à criança”, sugere.


Essas preocupações levam muitos pais a questionar a segurança no uso da Roblox. Rodolfo Tamanaha, advogado e professor do Ibmec Brasília, explica que o principal risco está no fato de que todos os usuários estão conectados entre si.


“Dessa forma, você acaba tendo situações que têm se tornado recorrentes, de predadores sexuais — geralmente homens entre 20 e 40 anos, ou mais —, que são pedófilos e abusadores. Eles se aproveitam do espaço e da interconectividade que ele oferece para literalmente caçar jovens, crianças e adolescentes”, completa.

Para proteger os filhos, Rodolfo reforça a importância de acompanhar o uso das plataformas, estabelecer limites de tempo on-line e orientar as crianças sobre os riscos presentes na internet.


3 imagensPor meio de jogos e chats on-line, os usuários do Roblox passam a ter acesso a um novo mundo virtualA Roblox é uma das plataformas de jogos on-line mais acessadas do mundoFechar modal.1 de 3

Apesar de divertida, a internet oferece vários riscos às crianças

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Por meio de jogos e chats on-line, os usuários do Roblox passam a ter acesso a um novo mundo virtual

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A Roblox é uma das plataformas de jogos on-line mais acessadas do mundo

Divulgação/Roblox

Violência


Além dos riscos mencionados, outro ponto de preocupação em torno da Roblox são os jogos que incentivam a violência. No último mês, a plataforma removeu uma sala que simulava ataques a escolas após solicitação do Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad) da Polícia Civil de São Paulo. A informação foi confirmada pela delegada Lisandrea Salvariego à jornalista Milena Vogado, do Metrópoles.


“Pedimos a exclusão com a preservação de dados e agora vamos investigar”, disse Lisandrea. A plataforma também excluiu outro espaço, no qual era possível simular ações de tráfico de drogas.


Agentes do Noad, que atuam infiltrados 24 horas por dia em ambientes virtuais, relatam ser frequente o aliciamento de crianças e adolescentes para a prática de crimes. A lista varia de cyberbullying a maus-tratos, além de casos mais graves, como autolesões, tentativas de suicídio e estupros virtuais, especialmente contra meninas.


Também neste ano, a coluna Fabio Serapião mostrou que criminosos têm explorado plataformas de jogos on-line para buscar e atrair vítimas. A pesquisadora Michele Prado, especialista em radicalização on-line e fundadora do Stop Hate Brasil, explica que essas plataformas funcionam como beacons — pontos de atração usados por criminosos para aliciar e recrutar jovens.


Após o primeiro contato e a criação de uma “relação”, criminosos exploram vulnerabilidades psicológicas ou inserem as vítimas em grupos menores e menos moderados. Nesses espaços, cibercriminosos disseminam conteúdo mais violento e ilegal.

Impactos psicológicos


Segundo a psicóloga Geovanna Muniz, os jogos podem contribuir para o desenvolvimento cognitivo das crianças, estimulando a criatividade, o planejamento e a resolução dos problemas. Também favorece o aprendizado social, promovendo cooperação, comunicação e empatia entre os jogadores, servindo como um espaço de expressão emocional e exploração da identidade, quando utilizado de forma equilibrada e supervisionada.


Apesar dos benefícios, as plataformas de jogos on-line também podem representar riscos psicológicos significativos para crianças. Por se tratarem de sites que conectam pessoas de diferentes idades e regiões, os usuários mais novos podem acabar interagindo com desconhecidos — especialmente adultos.


“As crianças ficam expostas a conteúdos violentos, sexualizados, linguagens inapropriadas e até mensagens assustadoras, o que pode causar medo, ansiedade e pesadelos, além de contribuir para a banalização da violência. Também há o risco de manipulação emocional, assédio, bullying e violação da privacidade, visto que muitas vezes elas compartilham informações pessoais ou fotos sem ter consciência do perigo”, explica a especialista.


Esses fatores impactam diretamente a autoestima das crianças e podem gerar insegurança nas relações interpessoais, além de afetar a qualidade do sono e o controle da impulsividade. O ritmo acelerado dos jogos e os sistemas de recompensas também ativam constantemente a liberação de dopamina — neurotransmissor responsável pelas sensações de prazer e satisfação.


“É como se o cérebro dissesse: ‘Isso é bom, quero de novo!’. O problema é que, quanto mais esse sistema é estimulado, mais a criança passa a buscar recompensas rápidas e constantes. Assim, quando precisa realizar atividades mais calmas, como estudar, brincar longe das telas ou simplesmente esperar por algo, pode se tornar impaciente, irritada ou desinteressada, já que essas experiências não proporcionam a mesma sensação de prazer”, completa.


Posicionamento da Roblox


Ao Metrópoles, representantes da Roblox informaram que a plataforma conta com recursos substanciais para detectar conteúdos e comportamentos impróprios. “Nossos Padrões da Comunidade estabelecem expectativas claras sobre como se comportar na Roblox e definem experiências restritas. Temos tanto modelos avançados de Inteligência Artificial quanto uma equipe numerosa e altamente treinada, com milhares de integrantes dedicados a proteger nossos usuários e monitorar conteúdos impróprios 24 horas por dia e sete vezes por semana.”


O site também afirmou que está constantemente inovando em ferramentas de segurança e lançando novas formas de proteção. No último ano, por exemplo, introduziu mais de 100 novos recursos para proteger os usuários mais jovens e promover aos pais e responsáveis um controle maior, incluindo controles parentais atualizados, padrões mais restritivos para usuários menores de 13 anos e novos rótulos de maturidade de conteúdo.


Até o final deste ano, a Roblox pretende expandir a estimativa de idade para todos os usuáriose limitar a comunicação entre adultos e menores de idade. “Essas camadas adicionais de proteção ajudarão os usuários a ter acesso a recursos e conteúdo apropriados para o desenvolvimento”, enfatiza o comunicado.


Por fim, o site reafirmou o compromisso de aprimorar a segurança. “A Roblox sabe que segurança é de importância crítica para famílias e buscamos capacitar nossa comunidade de pais e responsáveis para ajudar a garantir uma experiência on-line segura para as crianças.”


Veja também:






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Tremembé: Suzane von Richthofen reativa perfil no Instagram após série

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Após o sucesso da série Tremembé, da Amazon Prime Video, os nomes retratados na produção voltaram a repercutir na internet. Um dos exemplos é Suzane von Richthofen, que reativou o perfil onde divulga seus trabalhos artesanais e viu o número de seguidores disparar nas últimas semanas.


Em cerca de uma semana, a página conquistou quase 90 mil novos seguidores. No último fim de semana, o perfil contava com 10 mil pessoas, número que agora ultrapassa a marca de 100 mil.


7 imagensMarina Ruy Barbosa, Leticia Rodrigues e Carol Garcia em TremembéSuzane von Richthofen e Felipe Zecchini MunizSuzane von RichthofenSuzane von Richthofen Suzane von RichthofenFechar modal.1 de 7

Marina Ruy Barbosa como Suzane von Richthofen em Tremembé

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Marina Ruy Barbosa, Leticia Rodrigues e Carol Garcia em Tremembé

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Suzane von Richthofen e Felipe Zecchini Muniz

Reprodução/Instagram @fatosemlimite4 de 7

Suzane von Richthofen

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Suzane von Richthofen

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Suzane von Richthofen

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Suzane tem livros baseados em sua história


Paralelamente à vida familiar, Suzane administra o perfil “Su entre linhas”, onde vende produtos feitos à mão, como chinelos personalizados que custam, em média, R$ 150 o par. Antes do lançamento da série, o último post datava de dezembro de 2024. A página ficou quase um ano inativa até ser atualizada novamente em 3 de novembro, com 13 novos anúncios desde então.



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Desde que deixou o regime fechado, em janeiro de 2023, Suzane mantém uma rotina discreta no interior de São Paulo. Aos 42 anos, é casada com o médico Felipe Zecchini Muniz, com quem teve um filho em janeiro de 2024, e voltou a cursar Direito na Universidade São Francisco.


Na série da Prime Video, Suzane é interpretada por Marina Ruy Barbosa. O perfil, no entanto, não permite comentários, o que impede qualquer associação direta feita por internautas à personagem da trama.






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Três Graças: a vingança surpreendente de Zenilda contra Ferette

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Nos próximos capítulos de Três Graças, Zenilda (Andréia Horta) dará início ao plano de vingança contra Ferette (Murilo Benício). A morena começará a agir antes mesmo de descobrir a traição do marido.


Determinada a focar na carreira profissional, Zenilda finalmente conquista a tão sonhada carteirinha da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) — um passo que, no futuro, será fundamental para ela se voltar contra Ferette.


Ao compartilhar a novidade com a amiga Arminda (Grazi Massafera), a advogada é subestimada. “Trabalhar, Zenilda, ficou louca? Você é rica! Tem um marido que te banca. Se é para ter dor de cabeça, tenha aqui mesmo, não precisa sair de casa. Vai ser mais uma advogada de porta de cadeia?”, dirá a loira.


3 imagensGerluce (Sophie Charlotte) e Joélly (Alana Cabral) no posto de saúde em Três GraçasJoélly em Três GraçasFechar modal.1 de 3

Gerluce (Sophie Charlotte) em Três Graças

Globo/ Estevam Avellar2 de 3

Gerluce (Sophie Charlotte) e Joélly (Alana Cabral) no posto de saúde em Três Graças

Globo/ Estevam Avellar3 de 3

Joélly em Três Graças

Reprodução/TV Globo

Ferette também desdenha da decisão da esposa, tentando convencê-la a desistir da carreira: “Você já trabalha demais, cuida aqui da casa, dos seus filhos, de mim”.


Próximos capítulos


Joélly (Alana Cabral) terá que lidar com a rejeição das próprias amigas por estar grávida. Ela estará andando pela Comunidade da Chacrinha para mais um encontro com Raul (Paulo Mendes) quando encontrará duas colegas de escola. As meninas vão sugerir que ela pare de estudar em função da gravidez.



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“Todo mundo da vizinhança já está falando”, dirá uma delas. “Imagina, uma garota grávida na escola, esperando um filho de um pai desconhecido”, falará outra.


Em resposta, Joélly se defenderá: “Primeiro que a gente não é amiga. E segundo que vocês não têm nada a ver com minha vida”.






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