Daniel Cravinhos se casou com "Celina" como na série Tremembé?

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Na série Tremembé, sucesso do Prime Video, a personagem Celina desperta curiosidade do público por seu envolvimento amoroso com Daniel Cravinhos, o homem condenado a 39 anos de prisão pelo assassinato dos pais de Suzane von Richthofen.


Na trama, ela é filha de uma agente penitenciária e irmã de um presidiário. É durante uma visita ao irmão na prisão que conhece Daniel e se apaixona, dando início a uma relação improvável.


O que muitos não sabem é que essa história tem raízes reais. Na vida fora das telas, Daniel Cravinhos também viveu um relacionamento com contornos semelhantes. A mulher em questão é Alyne Bento, biomédica que afirma ter se apaixonado por ele à primeira vista.


Em entrevista ao escritor Ulisses Campbell, autor do livro Suzane: Assassina e Manipuladora, Alyne revelou que conheceu Daniel em 2011, quando visitava um parente em uma penitenciária.



“Foi amor à primeira vista. Algo arrebatador”, contou. Na época, ele ainda cumpria pena em regime fechado, após ter sido condenado em 2006.


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Daniel Cravinhos e Alyne Bento

Reprodução/Redes sociais
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Veja momentos do casamento de Daniel Cravinhos com a amante, Carolina Andrade

Reprodução
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Daniel Cravinhos com a biomédica Carolina Andrade

Reprodução/LeoDias
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Daniel Cravinhos e a esposa posam com convidados do casamento

Reprodução
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Daniel Cravinhos e a esposa posam com convidados do casamento

Reprodução

O casal oficializou a união em 2014, enquanto Cravinhos ainda estava preso. Segundo Alyne, o relacionamento foi intenso e cheio de carinho: “O Daniel é a pessoa mais afetuosa do mundo. Fui muito feliz ao seu lado. Às vezes acordava no meio da noite com ele me cobrindo de beijos”.


A convivência, no entanto, mudou quando o ex-presidiário passou a cumprir pena em regime aberto, em 2018. De acordo com Alyne, a relação esfriou, e foi o próprio Daniel quem decidiu colocar um ponto final no casamento. Eles se separaram no fim de 2022.


Depois disso, ele teve um  relacionamento com Andressa Rodrigues. A união chegou ao fim em novembro de 2024, poucos dias após ela dar à luz o primeiro filho do então casal, em meio a polêmica de traição envolvendo Carolina Andrade, com quem Daniel se casou em janeiro deste ano.






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Reflexão e saudade: cemitérios do DF ficam lotados no Dia de Finados

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Brasilienses de todas as regiões administrativas visitam os cemitérios do DF neste domingo (2/11) feriado de Dia de Finados, para prestar homenagens a pessoas queridas que já morreram.


Em meio a muita fé e saudades, amigos e familiares levam flores, velas e cuidam dos locais como mais uma forma de recordar com carinho das pessoas falecidas.


Tio e sobrinho, Juarez Batista, de 65 anos, e Jailson Pereira, 46, saíram cedo de Santa Maria rumo ao cemitério da Asa Sul, para visitar e realizar reparos no túmulo do pai e avó, respectivamente, que faleceu em 1970, o paraíbano Manoel Batista Sobrinho.


“A gente vem todos os anos. Cuidar da sepultura dele é uma forma de demonstrar o respeito, carinho e toda a saudade que sentimos. Algo sagrado para a nossa família. Eu nem conheci o meu avó e estou aqui todos os Dias de Finados para partilhar desse amor com ele”, disse o neto de Manoel.


Os cemitérios do DF abriram às 7h e a entrada de visitantes é permitida até as 18h. O encerramento das atividades ocorrerá às 19h. Velórios e sepultamentos ocorrerão normalmente.


O aposentado Emer Ferreira, 78, compareceu ao cemitério para homenagear o filho que morreu recém-nascido, em 1975, ao nascer com problemas cardíacos.


“Foi o primeiro filho. Planejamos muito o seu nascimento e o pior aconteceu. O perdemos ainda bebê. Depois tivemos mais três. Todos saudáveis e vivos até hoje. Venho todos os anos para conversar com ele e ascender a vela no Cruzeiro. Esse dia celebra muito respeito às santas almas. Que o pai maior proteja e guie a todos”, comentou o pai.


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Emer Ferreira

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Juarez Batista e Jailson Pereira

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Personalidades


Nesta manhã, diversas pessoas também levaram orações, presentes e carinho para o túmulo de Ana Lídia Braga. A menina foi sequestrada e morta em 11 de setembro de 1973, na saída do colégio onde estudava, no Plano Piloto. A criança foi encontrada em uma cova rasa, no dia seguinte. O crime chocou o país, por conta da crueldade e impunidade do caso.


Os túmulos do ex-presidente e fundador de Brasília, Juscelino Kubitschek, e do ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz também receberam visitas de cidadãos brasilienses neste Dia de Finados


A entrada de pedestres está liberada pelos portões principais de cada cemitério. As unidades administradas pela Campo da Esperança – Asa Sul, Brazlândia, Gama, Planaltina, Taguatinga e Sobradinho também contam com sinalização e fiscalização do trânsito.


Na Asa Sul, três portões estão abertos: o principal, o do Parque da Cidade e o do Setor Policial. A entrada de veículos será restrita: em Asa Sul, Taguatinga, Gama e Sobradinho, só tem acesso carros com autorização de vaga especial para idosos, pessoas com deficiência ou autistas. Em Planaltina e Brazlândia, não está permitido o acesso de veículos.


Transporte interno gratuito é oferecido nos quatro maiores cemitérios do DF (Asa Sul, Taguatinga, Gama e Sobradinho) com vans circulando em média a cada 15 minutos.


Localização de jazigos e atendimento


Atendentes estão disponíveis para ajudar os visitantes a localizar os jazigos, com terminais de consulta espalhados por todas as unidades. Também é possível pesquisar os locais por meio de QR codes nas entradas.


A segurança também está reforçada tanto dentro quanto fora dos cemitérios, com apoio da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e demais órgãos do GDF. Vendedores ambulantes não podem circular nas áreas internas. Representantes de diversas religiões estão presentes com programações próprias e a Arquidiocese de Brasília realizará missas durante todo o dia nos seis cemitérios da capital.






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Rotary Club de Brasília leva alegria e solidariedade ao CEF 2 da Estrutural

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O Rotary Club de Brasília – O Pioneiro promoveu, na manhã do último sábado (1º/11), uma grande Festa das Crianças no CEF 2 da Estrutural, levando alegria, solidariedade e ações sociais para estudantes e famílias da comunidade.


A iniciativa reuniu dezenas de moradores, oferecendo atividades educativas, recreativas, atendimento médico e orientação jurídica.


A programação contou com contação de histórias com a educadora e escritora Nyedja Gennari, que encantou crianças e pais. Ao final, reforçou a importância do incentivo à leitura na infância. “Mais livros e menos telas. É assim que vamos construir um mundo melhor”, destacou a renomada contadora de histórias, que também é reconhecida pelos livros voltados para a educação infantil.


Além das atividades lúdicas, o evento ofereceu orientação jurídica sobre o Benefício de Prestação Continuada (BPC) para responsáveis que ainda não possuem acesso ao auxílio, e atendimento dermatológico, com dicas e cuidados essenciais para a saúde da pele.


Para coroar a festa, as crianças e adolescentes receberam brinquedos, doces e refrigerantes, além de divertirem com muitas brincadeiras, música e momentos de lazer. Entre os presentes, estavam bolas, bonecas, bolhas de sabão e bambolês, doações realizadas pelos rotarianos e parceiros.


Rotarianos reforçam missão humanitária


O presidente do Rotary Club de Brasília, José Fernando Vilela, destacou o compromisso da entidade com a solidariedade e o desenvolvimento humano. “Esse é o terceiro ano que realizamos ações como essa, oferecendo atenção, carinho e cuidado às crianças e adolescentes. Nosso propósito é servir e transformar realidades”, afirmou Vilela.


Escola celebra apoio e impacto social
A diretora do CEF 02 da Cidade Estrutural, Juliana Gomes de Assumpção, elogiou a iniciativa e ressaltou a importância do projeto para a comunidade escolar. “Essa ação representa dignidade, cidadania e esperança para nossas crianças. Muitas delas vivem em situação de vulnerabilidade e hoje tiveram um dia especial, com atividades, atenção e cuidado”, ressaltou a professora.


Apoio de parceiros


A ação contou com apoio das Organizações PaulOOctavio, que doaram doces, refrigerantes e patrocinaram brinquedos como cama elástica, e da BGR Som e Luz, responsável pela sonorização que animou o evento.






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Tremembé: conheça o polêmico livro censurado que aparece na série

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O livro Diário de Tremembé – O Presídio dos Famosos, escrito pelo ex-prefeito e jornalista Acir Filló, ganhou atenção do público novamente após aparecer na nova série do Prime Video, baseada em casos reais de detentos que passaram, ou seguem, no local. Apesar do interesse do público, a obra continua proibida de circular por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que manteve a censura definida em primeira instância em 2019. A defesa do autor quer recorrer.


A obra relata experiências e interações de Filló enquanto esteve preso no Centro de Detenção Provisória III de Pinheiros, mas também durante a passagem pela P2 de Tremembé, unidade conhecida como o “presídio dos famosos”.



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Segundo o relator da ação, João Morenghi, a decisão não configura censura, mas visa proteger a imagem de outros detentos que aparecem no livro, todos sob responsabilidade do Estado. As informações são do G1.


O livro menciona encontros com detentos famosos, como Alexandre Nardoni, Cristian Cravinhos, Gil Rugai, Lindenberg Alves, Mizael Bispo de Souza e Guilherme Longo, cujas histórias repercutiram nacionalmente.

5 imagensMarina Ruy Barbosa como Suzane von Richthofen em TremembéMarina Ruy Barbosa, Leticia Rodrigues e Carol Garcia em TremembéTremembéCarol Garcia interpreta Elize Matsunaga em Tremembé. Inicialmente condenada a 16 anos e onze meses de prisão pelo assassinato de seu então marido, Marcos Matsunaga, em 2012, Elize teve sua pena reduziada a 16 anos e três mesesFechar modal.1 de 5

Marina Ruy Barbosa (Suzane von Richthofen), Letícia Rodrigues (Sandrão) e Carol Garcia (Elize Matsunaga) em Tremembé

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Marina Ruy Barbosa como Suzane von Richthofen em Tremembé

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Marina Ruy Barbosa, Leticia Rodrigues e Carol Garcia em Tremembé

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Tremembé

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Carol Garcia interpreta Elize Matsunaga em Tremembé. Inicialmente condenada a 16 anos e onze meses de prisão pelo assassinato de seu então marido, Marcos Matsunaga, em 2012, Elize teve sua pena reduziada a 16 anos e três meses

Divulgação/Prime Video

Alguns desses encontros ocorreram no Departamento de Execuções Criminais (Decrim) em São José dos Campos, e o conteúdo gerou questionamentos sobre a forma como Filló atribuiu relatos a esses presos, levando a uma investigação interna.


A advogada do autor, Lygia Frazão, argumenta que a obra não fere direitos de terceiros e que a censura é desnecessária. Ela citou como exemplo que o Supremo Tribunal Federal (STF) liberou a publicação de um livro biográfico sobre Suzane Von Richtofen, que ficou presa em Tremembé após ser condenada pelo assassinato dos pais em 2002.


O que diz o livro


Embora a obra tenha sido censurada, a contracapa do produto entrega algumas das frases que foram escritas por Filló. Alguns dos trechos são retratados na série de forma indireta, como Nardoni garantindo que não matou a filha, Isabella, e o as revelações do médico Carlos Sussumu sobre o real estado de saúde de Roger Abdelmassih. “Os problemas de saúde e a prisão domiciliar de Roger Abdelmassih foram uma fraude”, teria dito o profissional.


Entre os relatos também está uma suposta revelação de Cristian Cravinhos. “Depois que o casal Richthofen foi atacado, a Suzane foi ao quarto deles e desferiu golpes”, teria contado o homem condenado, junto ao irmão Daniel, pela morte de Manfred e Marísia von Richthofen, pais de Suzane von Richthofen.






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