Funcionária da limpeza de banco salvou homem mantido em cárcere no DF

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Após ser mantido em cárcere por 25 dias dentro de uma Kombi, um homem de 42 anos conseguiu ser resgatado ao pedir ajuda em uma agência bancária no Guará II, na manhã dessa quinta-feira (28/8).


A vítima havia sido levada ao banco para sacar R$ 16 mil para o sequestrador. Ao aproveitar uma distração do criminoso, que o aguardava do lado de fora, o homem falou com uma funcionária da limpeza no local que o socorreu.


Diante do pedido de ajuda, a trabalhadora, discretamente, trancou a porta do banco, alertou os seguranças, que ligaram para a Polícia Militar.


Os policiais chegaram rapidamente e abordaram o suspeito. Ao perceber a chegada da polícia, o sequestrador quebrou os três celulares da vítima para dificultar a investigação.


5 imagensVítima ficou 25 dias presa em Kombi Kombi usada no cárcere PMDF resgatou homem em banco Homem de 42 anos perdeu 8 mil reais Fechar modal.1 de 5

Sequestrador esperava vítima do lado de fora de banco

Reprodução2 de 5

Vítima ficou 25 dias presa em Kombi

Divulgação/PMDF3 de 5

Kombi usada no cárcere

Divulgação/PMDF4 de 5

PMDF resgatou homem em banco

Divulgação/PMDF5 de 5

Homem de 42 anos perdeu 8 mil reais

Divulgação/PMDF

A vítima, que foi levada ao hospital com várias lesões e hematomas, relatou à polícia que era constantemente ameaçada de morte. Os criminosos a levavam para um buraco e a ameaçavam de enterrá-la viva se não conseguisse o dinheiro.


O delegado-chefe da 4ª DP,  Marcos Paulo Loures, revelou que, ao ser entrevistado, o sequestrador se fez de “matuto” para tentar negar os fatos e alegou que a vítima teria se vingado dele por ter sido expulsa de sua casa.


Emboscada


O homem resgatado foi atraído para uma emboscada. A vítima, que tinha vindo do Pará para Brasília a trabalho, conheceu uma garota de programa que o levou até o veículo, em uma área rural no Guará II. Após consumirem drogas e álcool no local, ele dormiu e, ao acordar, a mulher já havia ido embora. Em seu lugar, um criminoso o manteve em cativeiro com ajuda de outros comparsas.


O homem, que trabalha na área de TI, havia contado para a prostituta sobre seu conhecimento em informática e o dinheiro que tinha na conta bancária. Enquanto ele dormia, ela teria repassado a informação para o proprietário do lote em que estava a Kombi.


“Quando ele acordou, a moça já não estava mais lá. No lugar dela, estavam dois indivíduos que não deixaram mais ele ir embora. Um deles falou que a vítima teria que fazer dinheiro para eles a partir do conhecimento em informática que tinha. Entregaram uma lista com documentos de diversas pessoas para que o homem abrisse contas bancárias, empréstimos e cheques especiais em nome delas”, detalha o delegado.

Ao se recusar a abrir contas em nome de outras pessoas e fazer empréstimos, ele começou a ser brutalmente agredido pelos bandidos com uma barra de ferro. Além das sessões de tortura, a vítima relatou que só recebia uma refeição por no dia e que tinha que fazer as necessidades no mato.


O sequestrador exigia cada vez mais dinheiro, e a vítima, para ganhar tempo e sobreviver, passou a transferir pequenas quantias da sua própria conta, fingindo que eram resultado de fraudes. O cárcere durou 25 dias e causou um prejuízo financeiro de R$ 8 mil.


Fachada de reciclagem


A investigação levou os policiais a uma chácara na área rural do Guará, onde a vítima foi mantida em cativeiro. No local, foram encontradas porções de crack e maconha escondidos, com a ajuda de cães farejadores.


O sequestrador, de 56 anos, desenvolve um trabalho de catador de lixo. Porém, seria fachada para o comércio de entorpecentes que ele realiza na região. Além disso, o criminoso já possuía passagens por receptação, tráfico de drogas e homicídio qualificado. No momento do flagrante, ele usava tornozeleira eletrônica.


O criminoso foi indicado por sequestro e cárcere privado, crimes de tortura, roubo com restrição de liberdade, tráfico de drogas e extorsão. Caso seja condenado, ele pode pegar até 61 anos de prisão.


O delegado afirma que as investigações continuam para identificar e prender os demais envolvidos nos crimes. Segundo a vítima, pelo menos 10 pessoas se revezavam para vigiá-la e agredi-la.


“Dada a gravidade desse contexto é raríssimo casos parecidos que aconteceram no Distrito Federal. A gente não tem notícias de fatos parecidos assim na capital”, comenta Loures.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/funcionaria-da-limpeza-de-banco-salvou-homem-mantido-em-carcere-no-df/?fsp_sid=190194
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Funcionária da limpeza de banco salvou homem mantido em cárcere no DF

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Após ser mantido em cárcere por 25 dias dentro de uma Kombi, um homem de 42 anos conseguiu ser resgatado ao pedir ajuda em uma agência bancária no Guará II, na manhã dessa quinta-feira (28/8).


A vítima havia sido levada ao banco para sacar R$ 16 mil para o sequestrador. Ao aproveitar uma distração do criminoso, que o aguardava do lado de fora, o homem falou com uma funcionária da limpeza no local que o socorreu.


Diante do pedido de ajuda, a trabalhadora, discretamente, trancou a porta do banco, alertou os seguranças, que ligaram para a Polícia Militar.


Os policiais chegaram rapidamente e abordaram o suspeito. Ao perceber a chegada da polícia, o sequestrador quebrou os três celulares da vítima para dificultar a investigação.


5 imagensVítima ficou 25 dias presa em Kombi Kombi usada no cárcere PMDF resgatou homem em banco Homem de 42 anos perdeu 8 mil reais Fechar modal.1 de 5

Sequestrador esperava vítima do lado de fora de banco

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Vítima ficou 25 dias presa em Kombi

Divulgação/PMDF3 de 5

Kombi usada no cárcere

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PMDF resgatou homem em banco

Divulgação/PMDF5 de 5

Homem de 42 anos perdeu 8 mil reais

Divulgação/PMDF

A vítima, que foi levada ao hospital com várias lesões e hematomas, relatou à polícia que era constantemente ameaçada de morte. Os criminosos a levavam para um buraco e a ameaçavam de enterrá-la viva se não conseguisse o dinheiro.


O delegado-chefe da 4ª DP,  Marcos Paulo Loures, revelou que, ao ser entrevistado, o sequestrador se fez de “matuto” para tentar negar os fatos e alegou que a vítima teria se vingado dele por ter sido expulsa de sua casa.


Emboscada


O homem resgatado foi atraído para uma emboscada. A vítima, que tinha vindo do Pará para Brasília a trabalho, conheceu uma garota de programa que o levou até o veículo, em uma área rural no Guará II. Após consumirem drogas e álcool no local, ele dormiu e, ao acordar, a mulher já havia ido embora. Em seu lugar, um criminoso o manteve em cativeiro com ajuda de outros comparsas.


O homem, que trabalha na área de TI, havia contado para a prostituta sobre seu conhecimento em informática e o dinheiro que tinha na conta bancária. Enquanto ele dormia, ela teria repassado a informação para o proprietário do lote em que estava a Kombi.


“Quando ele acordou, a moça já não estava mais lá. No lugar dela, estavam dois indivíduos que não deixaram mais ele ir embora. Um deles falou que a vítima teria que fazer dinheiro para eles a partir do conhecimento em informática que tinha. Entregaram uma lista com documentos de diversas pessoas para que o homem abrisse contas bancárias, empréstimos e cheques especiais em nome delas”, detalha o delegado.

Ao se recusar a abrir contas em nome de outras pessoas e fazer empréstimos, ele começou a ser brutalmente agredido pelos bandidos com uma barra de ferro. Além das sessões de tortura, a vítima relatou que só recebia uma refeição por no dia e que tinha que fazer as necessidades no mato.


O sequestrador exigia cada vez mais dinheiro, e a vítima, para ganhar tempo e sobreviver, passou a transferir pequenas quantias da sua própria conta, fingindo que eram resultado de fraudes. O cárcere durou 25 dias e causou um prejuízo financeiro de R$ 8 mil.


Fachada de reciclagem


A investigação levou os policiais a uma chácara na área rural do Guará, onde a vítima foi mantida em cativeiro. No local, foram encontradas porções de crack e maconha escondidos, com a ajuda de cães farejadores.


O sequestrador, de 56 anos, desenvolve um trabalho de catador de lixo. Porém, seria fachada para o comércio de entorpecentes que ele realiza na região. Além disso, o criminoso já possuía passagens por receptação, tráfico de drogas e homicídio qualificado. No momento do flagrante, ele usava tornozeleira eletrônica.


O criminoso foi indicado por sequestro e cárcere privado, crimes de tortura, roubo com restrição de liberdade, tráfico de drogas e extorsão. Caso seja condenado, ele pode pegar até 61 anos de prisão.


O delegado afirma que as investigações continuam para identificar e prender os demais envolvidos nos crimes. Segundo a vítima, pelo menos 10 pessoas se revezavam para vigiá-la e agredi-la.


“Dada a gravidade desse contexto é raríssimo casos parecidos que aconteceram no Distrito Federal. A gente não tem notícias de fatos parecidos assim na capital”, comenta Loures.






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“Me sentia um zumbi”, diz mulher com anemia resistente ao tratamento

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A dona de casa Jackeline Crespo descobriu que tinha anemia por deficiência de ferro há mais de uma década. Embora cuidasse bem da alimentação, a moradora de Belo Horizonte (MG), hoje com 49 anos, percebeu os primeiros sinais da doença, como palidez no rosto, fadiga constante e dificuldade de concluir tarefas simples, que acabaram a levando ao diagnóstico.


Embora o problema aparentemente fosse fácil de resolver, a reposição de nutrientes com suplementação e uma dieta rica em ferro não surtiram o efeito esperado.



Por quase dez anos, mesmo com acompanhamento médico, a ferritina permanecia em níveis baixos. Jackeline seguia o tratamento padrão, baseado em comprimidos de ferro, mas o corpo não respondia.


“Me sentia como um zumbi. Não tinha vontade de fazer nada, era muito esquisito. Meus cabelos eram fracos e meus lábios, esbranquiçados. Vivia desanimada, não tinha forças para nada, sentia cansaço extremo. Fazia o que tinha que fazer e logo corria para a cama”, relata. A rotina intensa para cuidar do filho, autista nível 3 de suporte, a mantinha em constante estado de cansaço.


Anemia não é diagnóstico menor


A anemia por deficiência de ferro ocorre quando o corpo não consegue produzir hemoglobina em quantidade suficiente. A condição afeta milhões de pessoas no mundo e é considerada a causa mais comum de anemia, respondendo por metade dos casos.


O hematologista Flávio Naoum lembra que, muitas vezes, a doença é subestimada. “Ela pode ser sinal de uma enfermidade mais grave, como câncer intestinal ou doença da medula óssea. Além disso, a anemia frequentemente aumenta o risco de complicações e de mortalidade de doenças de base, como a insuficiência cardíaca, doença renal, doenças pulmonares e câncer, entre outras”, afirma.

Entre os sintomas estão fraqueza, tontura, falta de ar, palpitação, unhas quebradiças e até dificuldades cognitivas. Para muitos, esses sinais se confundem com estresse ou depressão, o que atrasa o diagnóstico e o início do tratamento.


Os sintomas também são um problema para os pacientes (em sua maioria, gestantes e mulheres com menstruação excessiva). Eles impactam diretamente a rotina, reduzindo a concentração e produtividade.


Mulher que ficou 10 anos com anemia resistente (2)
Quadro de Jackeline só melhorou após uso intravenoso de ferro

A virada no tratamento


Por mais de uma década, Jackeline continuou tentando fazer o tratamento apenas com os suplementos. Foi apenas no início de 2024 que ela experimentou uma transformação. Após buscar atendimento na rede privada, teve acesso à carboximaltose férrica, um ferro de alta dose administrado por via intravenosa. Em apenas uma infusão, os resultados foram visíveis.


“Com a reposição de ferro intravenoso, veio uma mudança de vida. Voltei a ter vitalidade, mais disposição e senti melhora no aspecto físico. A palidez sumiu, cabelos e unhas se fortaleceram e a memória ficou mais nítida. Estou fazendo atividade física, o que antes era impossível. O cansaço sumiu e me sinto muito mais disposta para as tarefas do dia a dia”, conta.

Jackeline hoje faz acompanhamento médico a cada seis meses. Desde a infusão, não sente peso do cansaço extremo. “Tenho outra vida”, resume. O que parecia uma batalha interminável contra a fadiga se transformou na possibilidade de futuro com qualidade.


Tratamento ainda não está disponível no SUS


Em 2023, o Ministério da Saúde anunciou a incorporação do ferro intravenoso no SUS, com prazo de 180 dias para estar disponível. Dois anos depois, a medicação ainda não chegou plenamente à rede pública — o protocolo de atendimento à anemia não foi atualizado para incluir o tratamento.


Em abril de 2024, o SUS incorporou também a derisomaltose férrica para o tratamento de pacientes adultos com anemia por deficiência de ferro, independente da causa, após falha no tratamento, intolerância ou contraindicação aos sais de ferro oral. Sua plena adoção também depende da atualização dos protocolos de atendimento que, segundo o Ministério da Saúde, está “em fase de elaboração”.


“Há situações em que estes tratamentos de resposta rápida são cruciais, como para pacientes que têm cirurgia ou parto programado dentro de algumas semanas. Muitos pacientes migram para o ferro intravenoso por não terem melhora com o ferro oral ou por conta de efeitos colaterais”, explica Naoum.


O ferro de alta dose representa avanço importante, pois concentra o tratamento em uma única aplicação de 15 minutos. O hematologista destaca que a adesão é maior com esse formato. “Comparado a meses de comprimidos diários ou várias infusões em baixas doses, a reposição única garante resultado rápido e consistente”, conclui.


Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!






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https://jornalismodigitaldf.com.br/me-sentia-um-zumbi-diz-mulher-com-anemia-resistente-ao-tratamento/?fsp_sid=190180
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“Me sentia um zumbi”, diz mulher com anemia resistente ao tratamento

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A dona de casa Jackeline Crespo descobriu que tinha anemia por deficiência de ferro há mais de uma década. Embora cuidasse bem da alimentação, a moradora de Belo Horizonte (MG), hoje com 49 anos, percebeu os primeiros sinais da doença, como palidez no rosto, fadiga constante e dificuldade de concluir tarefas simples, que acabaram a levando ao diagnóstico.


Embora o problema aparentemente fosse fácil de resolver, a reposição de nutrientes com suplementação e uma dieta rica em ferro não surtiram o efeito esperado.



Por quase dez anos, mesmo com acompanhamento médico, a ferritina permanecia em níveis baixos. Jackeline seguia o tratamento padrão, baseado em comprimidos de ferro, mas o corpo não respondia.


“Me sentia como um zumbi. Não tinha vontade de fazer nada, era muito esquisito. Meus cabelos eram fracos e meus lábios, esbranquiçados. Vivia desanimada, não tinha forças para nada, sentia cansaço extremo. Fazia o que tinha que fazer e logo corria para a cama”, relata. A rotina intensa para cuidar do filho, autista nível 3 de suporte, a mantinha em constante estado de cansaço.


Anemia não é diagnóstico menor


A anemia por deficiência de ferro ocorre quando o corpo não consegue produzir hemoglobina em quantidade suficiente. A condição afeta milhões de pessoas no mundo e é considerada a causa mais comum de anemia, respondendo por metade dos casos.


O hematologista Flávio Naoum lembra que, muitas vezes, a doença é subestimada. “Ela pode ser sinal de uma enfermidade mais grave, como câncer intestinal ou doença da medula óssea. Além disso, a anemia frequentemente aumenta o risco de complicações e de mortalidade de doenças de base, como a insuficiência cardíaca, doença renal, doenças pulmonares e câncer, entre outras”, afirma.

Entre os sintomas estão fraqueza, tontura, falta de ar, palpitação, unhas quebradiças e até dificuldades cognitivas. Para muitos, esses sinais se confundem com estresse ou depressão, o que atrasa o diagnóstico e o início do tratamento.


Os sintomas também são um problema para os pacientes (em sua maioria, gestantes e mulheres com menstruação excessiva). Eles impactam diretamente a rotina, reduzindo a concentração e produtividade.


Mulher que ficou 10 anos com anemia resistente (2)
Quadro de Jackeline só melhorou após uso intravenoso de ferro

A virada no tratamento


Por mais de uma década, Jackeline continuou tentando fazer o tratamento apenas com os suplementos. Foi apenas no início de 2024 que ela experimentou uma transformação. Após buscar atendimento na rede privada, teve acesso à carboximaltose férrica, um ferro de alta dose administrado por via intravenosa. Em apenas uma infusão, os resultados foram visíveis.


“Com a reposição de ferro intravenoso, veio uma mudança de vida. Voltei a ter vitalidade, mais disposição e senti melhora no aspecto físico. A palidez sumiu, cabelos e unhas se fortaleceram e a memória ficou mais nítida. Estou fazendo atividade física, o que antes era impossível. O cansaço sumiu e me sinto muito mais disposta para as tarefas do dia a dia”, conta.

Jackeline hoje faz acompanhamento médico a cada seis meses. Desde a infusão, não sente peso do cansaço extremo. “Tenho outra vida”, resume. O que parecia uma batalha interminável contra a fadiga se transformou na possibilidade de futuro com qualidade.


Tratamento ainda não está disponível no SUS


Em 2023, o Ministério da Saúde anunciou a incorporação do ferro intravenoso no SUS, com prazo de 180 dias para estar disponível. Dois anos depois, a medicação ainda não chegou plenamente à rede pública — o protocolo de atendimento à anemia não foi atualizado para incluir o tratamento.


Em abril de 2024, o SUS incorporou também a derisomaltose férrica para o tratamento de pacientes adultos com anemia por deficiência de ferro, independente da causa, após falha no tratamento, intolerância ou contraindicação aos sais de ferro oral. Sua plena adoção também depende da atualização dos protocolos de atendimento que, segundo o Ministério da Saúde, está “em fase de elaboração”.


“Há situações em que estes tratamentos de resposta rápida são cruciais, como para pacientes que têm cirurgia ou parto programado dentro de algumas semanas. Muitos pacientes migram para o ferro intravenoso por não terem melhora com o ferro oral ou por conta de efeitos colaterais”, explica Naoum.


O ferro de alta dose representa avanço importante, pois concentra o tratamento em uma única aplicação de 15 minutos. O hematologista destaca que a adesão é maior com esse formato. “Comparado a meses de comprimidos diários ou várias infusões em baixas doses, a reposição única garante resultado rápido e consistente”, conclui.


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Profissionais de saúde recebem capacitação em emergências obstétricas

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Médicos e enfermeiros que atuam nos centros obstétricos e na Casa de Parto de São Sebastião participaram, nesta sexta-feira (29), da 5ª turma do Curso de Emergências Obstétricas. Realizada na Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), a capacitação da Secretaria de Saúde (SES-DF) reuniu atividades teóricas e práticas com o objetivo de preparar os profissionais para agir com precisão e segurança em situações críticas que envolvam gestantes. O foco é a redução da mortalidade materna.


“A cada edição, buscamos oferecer uma formação prática e atualizada, capaz de fortalecer a assistência e evitar que casos graves evoluam para o óbito materno”, afirma a gerente de Serviços de Enfermagem Obstétrica e Neonatal da SES-DF, Gabrielle Mendonça.


Temas abordados


Entre os principais conteúdos trabalhados, os profissionais tiveram aulas sobre sepse em obstetrícia, hemorragia pós-parto, hipertensão na gestação, parto pélvico, distocia de ombro e suporte básico de vida. Os módulos foram conduzidos por especialistas da rede pública e incluíram discussões de casos clínicos e simulações realísticas.


A programação também contou com oficinas nas quais os participantes puderam treinar manobras essenciais em emergências obstétricas. Uma delas incluiu a prática de inserção de balão intra-uterino para controle de hemorragia e técnicas de correção da distocia de ombro durante o parto.


A médica ginecologista e obstetra Marcella Verolla explicou que esse tipo de atualização é fundamental “porque garante boas práticas e maior segurança para mães e bebês. Seguir protocolos nacionais e internacionais contribui para reduzir complicações e aumentar a satisfação das pacientes”.


Parceria


O treinamento é resultado da articulação entre a Gerência de Enfermagem Obstétrica e Neonatal da SES-DF, a Escola de Saúde Pública do DF (ESP-DF) e o Núcleo de Educação em Urgências (NEU) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-DF). Desde 2018, mais de 300 profissionais já foram capacitados. Nesta edição, 90 médicos e enfermeiros participaram da iniciativa.


*Com informações da Secretaria de Saúde
 






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https://jornalismodigitaldf.com.br/profissionais-de-saude-recebem-capacitacao-em-emergencias-obstetricas/?fsp_sid=190159
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Profissionais de saúde recebem capacitação em emergências obstétricas

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Médicos e enfermeiros que atuam nos centros obstétricos e na Casa de Parto de São Sebastião participaram, nesta sexta-feira (29), da 5ª turma do Curso de Emergências Obstétricas. Realizada na Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), a capacitação da Secretaria de Saúde (SES-DF) reuniu atividades teóricas e práticas com o objetivo de preparar os profissionais para agir com precisão e segurança em situações críticas que envolvam gestantes. O foco é a redução da mortalidade materna.


“A cada edição, buscamos oferecer uma formação prática e atualizada, capaz de fortalecer a assistência e evitar que casos graves evoluam para o óbito materno”, afirma a gerente de Serviços de Enfermagem Obstétrica e Neonatal da SES-DF, Gabrielle Mendonça.


Temas abordados


Entre os principais conteúdos trabalhados, os profissionais tiveram aulas sobre sepse em obstetrícia, hemorragia pós-parto, hipertensão na gestação, parto pélvico, distocia de ombro e suporte básico de vida. Os módulos foram conduzidos por especialistas da rede pública e incluíram discussões de casos clínicos e simulações realísticas.


A programação também contou com oficinas nas quais os participantes puderam treinar manobras essenciais em emergências obstétricas. Uma delas incluiu a prática de inserção de balão intra-uterino para controle de hemorragia e técnicas de correção da distocia de ombro durante o parto.


A médica ginecologista e obstetra Marcella Verolla explicou que esse tipo de atualização é fundamental “porque garante boas práticas e maior segurança para mães e bebês. Seguir protocolos nacionais e internacionais contribui para reduzir complicações e aumentar a satisfação das pacientes”.


Parceria


O treinamento é resultado da articulação entre a Gerência de Enfermagem Obstétrica e Neonatal da SES-DF, a Escola de Saúde Pública do DF (ESP-DF) e o Núcleo de Educação em Urgências (NEU) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-DF). Desde 2018, mais de 300 profissionais já foram capacitados. Nesta edição, 90 médicos e enfermeiros participaram da iniciativa.


*Com informações da Secretaria de Saúde
 






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Bombeiros ensinam sobre adestramento de cães a alunos da rede pública – Secretaria de Estado de Educação

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Estudantes do Celan foram selecionados para o projeto Cães das Escolas Cívico-Militares do CBMDF 


 


Por Catarina Loiola, da Agência Brasília | Edição: Paulo Soares


 


Ao fim do curso, alunos estarão aptos a atuar como tratadores e adestradores de cães | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília


 


O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) iniciou um curso de adestramento de cães no Centro de Ensino Fundamental 1 do Lago Norte (Celan). A formação seguirá até dezembro, com 22 encontros — cada um com 3h de duração, sempre no contraturno escolar. As aulas teóricas serão na escola, que mantém gestão compartilhada desde 2022, enquanto as ações práticas serão realizadas no novo Centro de Treinamento de Cães da corporação, inaugurado neste mês.


 


As atividades compõem o projeto Cães das Escolas Cívico-Militares do CBMDF, em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF). Serão treinados cinco cães resgatados por organizações não governamentais (ONGs) do DF que trabalham com o recolhimento e adoção de animais domésticos.


 


Cada dupla de estudantes será responsável por um pet, que, no final da experiência, será disponibilizado para adoção por parte da sociedade civil.


 


De acordo com o major João Gilberto Silva Cavalcanti, responsável pela iniciativa, o objetivo é oferecer uma nova possibilidade profissional aos discentes e, ao mesmo tempo, facilitar o encontro dos pets com novos tutores. “Cães adestrados têm mais facilidade em permanecer nas casas. Os alunos estão tendo a oportunidade de aprender coisas novas que podem servir como uma opção profissional, mas também podem ajudar na vida pessoal”, afirma.


 


Professor da turma, o subtenente Fernando Santos afirma que, após as atividades, os alunos estarão aptos a atuar como adestradores e tratadores de cães. “É enxergar um novo horizonte de trabalho. O mercado pet movimenta bilhões por ano e não para de crescer. Além de treinador e tratador, eles podem trabalhar como dog walker, que, segundo o Ministério do Trabalho, o salário está na faixa de R$ 2 mil a R$ 2,5 mil.”


 


Aulas

 


No curso, os alunos terão aulas de introdução ao bem-estar animal, higienização dos cães, alimentação e hidratação, noções de emergência médico-veterinária, origem e evolução dos animais, noções da comunicação e comportamento canino, comandos de obediência, socialização e correção de comportamentos indesejados, além do manejo de canis, rotina e ambientação. Os encontros ocorrem às segundas, quartas e sextas-feiras.


 


Stefany Gomes, de 15 anos, vê no curso a oportunidade de lidar melhor com os cachorros da família


 


Apaixonada por cães, Stefany Gomes, 15 anos, viu no curso a chance de lidar melhor com os oito cachorros de sua família.


 


Destes, quatro vivem em casa e os outros, de porte grande, ficam em uma chácara, com mais espaço para brincar e correr. “Queria muito poder adestrar eles porque são bem atentados. O professor nos explicou que, com o adestramento, eles podem ficar mais tranquilos, menos ansiosos.” Já Thiago Batista, 15, acredita que a oportunidade será positiva para a comunicação com os pets. Ele deseja seguir carreira militar e espera conseguir atuar na área ambiental, principalmente no cuidado com animais.


 


Posso ajudar a mim, mas também ao próximo, principalmente pessoas com deficiência visual, por conta dos cães-guia”, conta ele, dono de um cachorro, três gatos e uma calopsita. Foram recebidas 65 inscrições para a iniciativa, das quais dez foram selecionadas com base no desempenho pedagógico, na disciplina e no perfil individual de cada estudante. Eles receberam kits com apostila, mochila e materiais de apoio.


 


Novo centro de treinamento

 


Inaugurado em 22 de agosto, o novo Centro de Treinamento de Cães do CBMDF fica no Setor Policial Sul. Com capacidade para acolher cerca de 40 cães, o espaço foi totalmente revitalizado para impulsionar o projeto Cães das Escolas Cívico-Militares, que alia cuidado, educação e inclusão. São três eixos: formar cães que vão atuar na profissionalização de alunos, apoiar crianças com transtorno do espectro autista (TEA) nas instituições e retomar o treinamento de cães-guia no DF, ampliando o cuidado e a inclusão de pessoas com deficiência visual.


 


29/08/2025 - Corpo de Bombeiros oferece curso de adestramento de cães para alunos de escola pública


 


 



 


 


 








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Bombeiros ensinam sobre adestramento de cães a alunos da rede pública – Secretaria de Estado de Educação

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Estudantes do Celan foram selecionados para o projeto Cães das Escolas Cívico-Militares do CBMDF 


 


Por Catarina Loiola, da Agência Brasília | Edição: Paulo Soares


 


Ao fim do curso, alunos estarão aptos a atuar como tratadores e adestradores de cães | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília


 


O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) iniciou um curso de adestramento de cães no Centro de Ensino Fundamental 1 do Lago Norte (Celan). A formação seguirá até dezembro, com 22 encontros — cada um com 3h de duração, sempre no contraturno escolar. As aulas teóricas serão na escola, que mantém gestão compartilhada desde 2022, enquanto as ações práticas serão realizadas no novo Centro de Treinamento de Cães da corporação, inaugurado neste mês.


 


As atividades compõem o projeto Cães das Escolas Cívico-Militares do CBMDF, em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF). Serão treinados cinco cães resgatados por organizações não governamentais (ONGs) do DF que trabalham com o recolhimento e adoção de animais domésticos.


 


Cada dupla de estudantes será responsável por um pet, que, no final da experiência, será disponibilizado para adoção por parte da sociedade civil.


 


De acordo com o major João Gilberto Silva Cavalcanti, responsável pela iniciativa, o objetivo é oferecer uma nova possibilidade profissional aos discentes e, ao mesmo tempo, facilitar o encontro dos pets com novos tutores. “Cães adestrados têm mais facilidade em permanecer nas casas. Os alunos estão tendo a oportunidade de aprender coisas novas que podem servir como uma opção profissional, mas também podem ajudar na vida pessoal”, afirma.


 


Professor da turma, o subtenente Fernando Santos afirma que, após as atividades, os alunos estarão aptos a atuar como adestradores e tratadores de cães. “É enxergar um novo horizonte de trabalho. O mercado pet movimenta bilhões por ano e não para de crescer. Além de treinador e tratador, eles podem trabalhar como dog walker, que, segundo o Ministério do Trabalho, o salário está na faixa de R$ 2 mil a R$ 2,5 mil.”


 


Aulas

 


No curso, os alunos terão aulas de introdução ao bem-estar animal, higienização dos cães, alimentação e hidratação, noções de emergência médico-veterinária, origem e evolução dos animais, noções da comunicação e comportamento canino, comandos de obediência, socialização e correção de comportamentos indesejados, além do manejo de canis, rotina e ambientação. Os encontros ocorrem às segundas, quartas e sextas-feiras.


 


Stefany Gomes, de 15 anos, vê no curso a oportunidade de lidar melhor com os cachorros da família


 


Apaixonada por cães, Stefany Gomes, 15 anos, viu no curso a chance de lidar melhor com os oito cachorros de sua família.


 


Destes, quatro vivem em casa e os outros, de porte grande, ficam em uma chácara, com mais espaço para brincar e correr. “Queria muito poder adestrar eles porque são bem atentados. O professor nos explicou que, com o adestramento, eles podem ficar mais tranquilos, menos ansiosos.” Já Thiago Batista, 15, acredita que a oportunidade será positiva para a comunicação com os pets. Ele deseja seguir carreira militar e espera conseguir atuar na área ambiental, principalmente no cuidado com animais.


 


Posso ajudar a mim, mas também ao próximo, principalmente pessoas com deficiência visual, por conta dos cães-guia”, conta ele, dono de um cachorro, três gatos e uma calopsita. Foram recebidas 65 inscrições para a iniciativa, das quais dez foram selecionadas com base no desempenho pedagógico, na disciplina e no perfil individual de cada estudante. Eles receberam kits com apostila, mochila e materiais de apoio.


 


Novo centro de treinamento

 


Inaugurado em 22 de agosto, o novo Centro de Treinamento de Cães do CBMDF fica no Setor Policial Sul. Com capacidade para acolher cerca de 40 cães, o espaço foi totalmente revitalizado para impulsionar o projeto Cães das Escolas Cívico-Militares, que alia cuidado, educação e inclusão. São três eixos: formar cães que vão atuar na profissionalização de alunos, apoiar crianças com transtorno do espectro autista (TEA) nas instituições e retomar o treinamento de cães-guia no DF, ampliando o cuidado e a inclusão de pessoas com deficiência visual.


 


29/08/2025 - Corpo de Bombeiros oferece curso de adestramento de cães para alunos de escola pública


 


 



 


 


 








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https://jornalismodigitaldf.com.br/bombeiros-ensinam-sobre-adestramento-de-caes-a-alunos-da-rede-publica-secretaria-de-estado-de-educacao/?fsp_sid=190145
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Praça dos Três Poderes terá esquema de segurança reforçado durante a próxima semana

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A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) informa que será realizado esquema especial de segurança durante julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), a partir de 2 de setembro, e para as comemorações do 7 de Setembro, em Brasília.


A segurança da Praça dos Três Poderes será reforçada por meio de operação integrada entre a Polícia Judicial do STF e a SSP-DF. O monitoramento contará com equipamentos de última geração, incluindo drones com capacidade de imagem térmica, que permitem varreduras diurnas e noturnas, garantindo vigilância contínua do perímetro.


Também será instalada, a partir de 1º de setembro, a Célula Presencial Integrada de Inteligência na sede da SSP-DF. A estrutura reunirá órgãos de segurança locais e nacionais para ampliar o compartilhamento de informações, reduzir o tempo de resposta e potencializar ações preventivas, como o monitoramento de redes sociais e a identificação de movimentações suspeitas.


A Célula Presencial Integrada de Inteligência é um esforço permanente e colaborativo de natureza conjunta entre os setores de Inteligência locais e do Distrito Federal. A instalação da unidade otimiza meios e promove o efetivo  compartilhamento de informações entre os órgãos participantes, aumentando a consciência situacional, diminuindo o tempo de resposta e garantindo mais efetividade às ações.


Na Praça dos Três Poderes, o policiamento será ampliado, com atenção às vias de acesso (S1 e S2). O monitoramento poderá incluir abordagens e revista de mochilas em situações suspeitas, em cumprimento à decisão do STF que proíbe acampamentos e obstruções na área. Até o momento, não há indícios de manifestações relacionadas ao julgamento.


Para o 7 de Setembro, a Esplanada dos Ministérios será interditada a partir das 17hs do dia 6, na altura da Catedral e às 23hs, a partir da alça leste, logo após a Rodoviária do Plano Piloto. O acesso ao público no dia do desfile será aberto às 6hs, com pontos de revista instalados. Estão proibidos ítens como armas, objetos cortantes, substâncias inflamáveis, recipientes de vidro, fogos de artifício, mochilas de grande porte, barracas e drones sem autorização. O Comando Móvel da Polícia Militar estará presente no local.


As medidas estão sendo adotadas em parceria com o STF e demais órgãos do Sistema de Segurança Pública, assegurando tranquilidade, segurança e a plena realização dos eventos.


*Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)






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https://jornalismodigitaldf.com.br/praca-dos-tres-poderes-tera-esquema-de-seguranca-reforcado-durante-a-proxima-semana/?fsp_sid=190138
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Praça dos Três Poderes terá esquema de segurança reforçado durante a próxima semana

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A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) informa que será realizado esquema especial de segurança durante julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), a partir de 2 de setembro, e para as comemorações do 7 de Setembro, em Brasília.


A segurança da Praça dos Três Poderes será reforçada por meio de operação integrada entre a Polícia Judicial do STF e a SSP-DF. O monitoramento contará com equipamentos de última geração, incluindo drones com capacidade de imagem térmica, que permitem varreduras diurnas e noturnas, garantindo vigilância contínua do perímetro.


Também será instalada, a partir de 1º de setembro, a Célula Presencial Integrada de Inteligência na sede da SSP-DF. A estrutura reunirá órgãos de segurança locais e nacionais para ampliar o compartilhamento de informações, reduzir o tempo de resposta e potencializar ações preventivas, como o monitoramento de redes sociais e a identificação de movimentações suspeitas.


A Célula Presencial Integrada de Inteligência é um esforço permanente e colaborativo de natureza conjunta entre os setores de Inteligência locais e do Distrito Federal. A instalação da unidade otimiza meios e promove o efetivo  compartilhamento de informações entre os órgãos participantes, aumentando a consciência situacional, diminuindo o tempo de resposta e garantindo mais efetividade às ações.


Na Praça dos Três Poderes, o policiamento será ampliado, com atenção às vias de acesso (S1 e S2). O monitoramento poderá incluir abordagens e revista de mochilas em situações suspeitas, em cumprimento à decisão do STF que proíbe acampamentos e obstruções na área. Até o momento, não há indícios de manifestações relacionadas ao julgamento.


Para o 7 de Setembro, a Esplanada dos Ministérios será interditada a partir das 17hs do dia 6, na altura da Catedral e às 23hs, a partir da alça leste, logo após a Rodoviária do Plano Piloto. O acesso ao público no dia do desfile será aberto às 6hs, com pontos de revista instalados. Estão proibidos ítens como armas, objetos cortantes, substâncias inflamáveis, recipientes de vidro, fogos de artifício, mochilas de grande porte, barracas e drones sem autorização. O Comando Móvel da Polícia Militar estará presente no local.


As medidas estão sendo adotadas em parceria com o STF e demais órgãos do Sistema de Segurança Pública, assegurando tranquilidade, segurança e a plena realização dos eventos.


*Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)






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Parece até miragem: após mais de três meses, volta a chover no DF

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Após quase quatro meses de seca, voltou a chover no Distrito Federal. Na noite desta sexta-feira (29/8), um forte vento com alguns pingos de chuva rondou pelo menos quatro regiões administrativas.


Como de costume nesta época do ano, os moradores da capital registraram o vento e os pingos tímidos assim que os perceberam. Os vídeos abaixo foram feitos em regiões como Samambaia, Águas Claras, Guará e Plano Piloto.


Assista:




Leia também



O Sistema de Monitoramento de Chuvas Urbanas (Simcurb), da Agência Reguladora de águas, Energia e Saneamento do DF (Adasa), registrou 5,20 milímetros de chuva em Samambaia, 1,80mm no Recanto das Emas e no Riacho Fundo, e 0,20mm no Gama.


Foram mais de 110 dias sem chuva no DF. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) previu, para esta sexta-feira (29/8), ventos fracos e/ou moderados, com rajadas.


Para o sábado (30/8), a previsão do Inmet é de um dia com poucas nuvens e névoa seca. A temperatura mínima deve ser de 19ºC, e a máxima, 29ºC. A umidade relativa do ar deve variar entre 20% e 60%.


Confira imagens da chuva registrada nesta sexta-feira (29/8):


5 imagensAlgumas regiões registraram pingos, mais fortes ou mais fracosForam mais de 110 dias sem chuva no DFCidades como Samambaia e Recanto das Emas registraram chuvaA previsão para este sábado (30/8) é de poucas nuvens e névoa secaFechar modal.1 de 5

A chuva volta a aparecer após quase quatro meses

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto2 de 5

Algumas regiões registraram pingos, mais fortes ou mais fracos

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto3 de 5

Foram mais de 110 dias sem chuva no DF

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto4 de 5

Cidades como Samambaia e Recanto das Emas registraram chuva

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto5 de 5

A previsão para este sábado (30/8) é de poucas nuvens e névoa seca

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto





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