Parece até miragem: após mais de três meses, volta a chover no DF

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Após quase quatro meses de seca, voltou a chover no Distrito Federal. Na noite desta sexta-feira (29/8), um forte vento com alguns pingos de chuva rondou pelo menos quatro regiões administrativas.


Como de costume nesta época do ano, os moradores da capital registraram o vento e os pingos tímidos assim que os perceberam. Os vídeos abaixo foram feitos em regiões como Samambaia, Águas Claras, Guará e Plano Piloto.


Assista:




Leia também



O Sistema de Monitoramento de Chuvas Urbanas (Simcurb), da Agência Reguladora de águas, Energia e Saneamento do DF (Adasa), registrou 5,20 milímetros de chuva em Samambaia, 1,80mm no Recanto das Emas e no Riacho Fundo, e 0,20mm no Gama.


Foram mais de 110 dias sem chuva no DF. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) previu, para esta sexta-feira (29/8), ventos fracos e/ou moderados, com rajadas.


Para o sábado (30/8), a previsão do Inmet é de um dia com poucas nuvens e névoa seca. A temperatura mínima deve ser de 19ºC, e a máxima, 29ºC. A umidade relativa do ar deve variar entre 20% e 60%.


Confira imagens da chuva registrada nesta sexta-feira (29/8):


5 imagensAlgumas regiões registraram pingos, mais fortes ou mais fracosForam mais de 110 dias sem chuva no DFCidades como Samambaia e Recanto das Emas registraram chuvaA previsão para este sábado (30/8) é de poucas nuvens e névoa secaFechar modal.1 de 5

A chuva volta a aparecer após quase quatro meses

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto2 de 5

Algumas regiões registraram pingos, mais fortes ou mais fracos

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto3 de 5

Foram mais de 110 dias sem chuva no DF

Hugo Barreto/Metrópoles
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Cidades como Samambaia e Recanto das Emas registraram chuva

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto5 de 5

A previsão para este sábado (30/8) é de poucas nuvens e névoa seca

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto





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Brasil será primeiro país no mundo com genérico para mieloma múltiplo

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O Brasil será o primeiro país do mundo a lançar um medicamento genérico para o tratamento do mieloma múltiplo, câncer hematológico raro que compromete as células da medula óssea responsáveis pela produção de anticorpos.


O produto, já aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), estará disponível a partir de 1º de setembro em todo o território nacional.


O novo medicamento é indicado para pacientes adultos com mieloma múltiplo recidivado ou refratário, quando a doença volta ou não responde mais às terapias anteriores. A administração é intravenosa, em ciclos definidos, podendo ser usada sozinha ou combinada a outras moléculas.


Na prática, o carfilzomibe faz parte da classe dos inibidores de proteassoma, um dos pilares do tratamento do mieloma múltiplo. Ele age bloqueando as estruturas que degradam proteínas defeituosas dentro das células. Com esse bloqueio, as células tumorais acumulam essas proteínas e acabam morrendo.


“Esse tipo de medicamento tem um papel fundamental quando a doença retorna, já que as opções disponíveis no SUS são muito limitadas. O carfilzomibe consegue resgatar o paciente e fazer com que a doença desapareça novamente”, explica o hematologista Angelo Maiolino, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e presidente da Associação Brasileira de Hematologia (ABHH).


Leia também



Genérico para mieloma múltiplo


Com a chegada do genérico, o preço será em média 35% menor em relação ao medicamento de referência. Segundo Eduardo Rocha, CEO da Natcofarma Brasil, fabricante do medicamento, a mudança traz efeito imediato para os pacientes.


“Um genérico tem o mesmo princípio ativo, dose e eficácia que o medicamento original, mas custa significativamente menos. No caso da oncologia, essa diferença pode ser decisiva para garantir acesso a tratamentos de uso contínuo e elevado custo terapêutico”, afirma. “Trata-se do primeiro produto genérico desta molécula lançado globalmente. Essa conquista reforça nosso compromisso de trazer ao Brasil opções terapêuticas mais acessíveis, de alta qualidade e pioneiras em sua classe terapêutica.”

Hoje, cerca de 97% do consumo da molécula ocorre na rede privada, enquanto apenas 3% dos pacientes têm acesso pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para Maiolino, o cenário pode mudar com a redução de custos.


“Com a entrada do genérico, o impacto orçamentário do tratamento vai melhorar, permitindo que o reembolso seja viabilizado no SUS e que os pacientes tenham acesso o quanto antes”, destaca o médico.


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https://jornalismodigitaldf.com.br/brasil-sera-primeiro-pais-no-mundo-com-generico-para-mieloma-multiplo/?fsp_sid=190110
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Brasil será primeiro país no mundo com genérico para mieloma múltiplo

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O Brasil será o primeiro país do mundo a lançar um medicamento genérico para o tratamento do mieloma múltiplo, câncer hematológico raro que compromete as células da medula óssea responsáveis pela produção de anticorpos.


O produto, já aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), estará disponível a partir de 1º de setembro em todo o território nacional.


O novo medicamento é indicado para pacientes adultos com mieloma múltiplo recidivado ou refratário, quando a doença volta ou não responde mais às terapias anteriores. A administração é intravenosa, em ciclos definidos, podendo ser usada sozinha ou combinada a outras moléculas.


Na prática, o carfilzomibe faz parte da classe dos inibidores de proteassoma, um dos pilares do tratamento do mieloma múltiplo. Ele age bloqueando as estruturas que degradam proteínas defeituosas dentro das células. Com esse bloqueio, as células tumorais acumulam essas proteínas e acabam morrendo.


“Esse tipo de medicamento tem um papel fundamental quando a doença retorna, já que as opções disponíveis no SUS são muito limitadas. O carfilzomibe consegue resgatar o paciente e fazer com que a doença desapareça novamente”, explica o hematologista Angelo Maiolino, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e presidente da Associação Brasileira de Hematologia (ABHH).


Leia também



Genérico para mieloma múltiplo


Com a chegada do genérico, o preço será em média 35% menor em relação ao medicamento de referência. Segundo Eduardo Rocha, CEO da Natcofarma Brasil, fabricante do medicamento, a mudança traz efeito imediato para os pacientes.


“Um genérico tem o mesmo princípio ativo, dose e eficácia que o medicamento original, mas custa significativamente menos. No caso da oncologia, essa diferença pode ser decisiva para garantir acesso a tratamentos de uso contínuo e elevado custo terapêutico”, afirma. “Trata-se do primeiro produto genérico desta molécula lançado globalmente. Essa conquista reforça nosso compromisso de trazer ao Brasil opções terapêuticas mais acessíveis, de alta qualidade e pioneiras em sua classe terapêutica.”

Hoje, cerca de 97% do consumo da molécula ocorre na rede privada, enquanto apenas 3% dos pacientes têm acesso pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para Maiolino, o cenário pode mudar com a redução de custos.


“Com a entrada do genérico, o impacto orçamentário do tratamento vai melhorar, permitindo que o reembolso seja viabilizado no SUS e que os pacientes tenham acesso o quanto antes”, destaca o médico.


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SEEDF promove evento do Agosto Lilás e debate violência contra a mulher – Secretaria de Estado de Educação

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Iniciativa reuniu especialistas, autoridades e servidores da Secretaria de Educação



Por João Pedro Eliseu, Ascom/SEEDF


 


Da esquerda para a direita: Jemima Rosa, gerente de Educação para Diversidade e Inclusão, Patrícia Melo, titular da Diretoria de Educação em Direitos Humanos e Diversidade, e Vera Barros, subsecretária de Educação Inclusiva e Integral da SEEDF| Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


Ao longo da última quinta-feira (28), a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) promoveu, por meio da Subsecretária de Educação Inclusiva e Integral (Subin), um grande evento em alusão ao Agosto Lilás, mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. Realizado no auditório Neusa França, o encontro reuniu estudantes e servidores em um dia intenso de atividades, que incluíram apresentações culturais, palestras e oficinas de defesa pessoal, com o objetivo de fortalecer a rede de proteção e ampliar o debate sobre o tema.


 


A mobilização contou com a presença de importantes parceiros, como o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) e a Secretaria da Mulher do DF. A subsecretária de Educação Inclusiva e Integral, Vera Lúcia Barros, destacou a importância da ação conjunta.


 


O Agosto Lilás é mais do que um mês de conscientização. É um movimento permanente de resistência, denúncia e transformação cultural. Que as discussões de hoje nos inspirem e fortaleçam nosso cuidado e solidariedade, e que cada um de nós saia daqui com o compromisso renovado de construir escolas e comunidades onde meninas e mulheres serão respeitadas, protegidas e valorizadas em toda a sua potência“, afirmou a subsecretária.


 



A juíza coordenadora da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJDFT reforçou o papel crucial da educação na prevenção da violência. Ela informou sobre os materiais disponíveis para a rede de ensino, como o “Kit para Profissionais da Educação“, e convidou os presentes a participar do “Congresso Maria da Penha vai à Escola“, que premia boas práticas e trabalhos artísticos sobre o tema.


 


A magistrada celebrou um avanço recente na legislação local: o Decreto nº 47.495, de 28 de julho de 2025, que regulamenta uma lei distrital e estabelece a obrigatoriedade do ensino sobre a Lei Maria da Penha em todas as etapas da educação básica. “A nova norma determina que o conteúdo seja ministrado de forma transversal, contemplando conceitos sobre a violência de gênero e, de forma muito corajosa e necessária, prevendo a educação de gênero voltada inclusive aos meninos e homens. É um passo fantástico para mudar essa realidade desde a base”, finalizou.


Educação digital e os desafios contemporâneos

 


Palestras, oficinas e apresentações culturais marcaram o evento do Agosto Lilás, realizado no Auditório Neusa França | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


Um dos destaques do evento foi a palestra da doutora em comunicação e professora da Universidade de Brasília (UnB), Janara Kalline. Ela abordou a crescente violência de gênero no ambiente digital e a necessidade do letramento digital como ferramenta de defesa. A especialista ressaltou a importância de regulamentações que protejam os direitos humanos nas plataformas, garantindo que todos possam usar a internet sem o risco de sofrer agressões.


 


A internet é um espaço vivo, cheio de possibilidades: estudar, pesquisar, se divertir, se conectar. Mas também é um ambiente de tensão, onde os direitos humanos não estão plenamente garantidos, sobretudo para mulheres e meninas, que ainda enfrentam violências constantes nas redes”, alertou Janara. A professora também apresentou dados preocupantes.


 


Em termos globais, dados revelam que um em cada três jovens é vítima de violência online. No Brasil, estima-se que entre 30% e 40% dos jovens sofram esse tipo de violência.” Tal realidade reafirma a importância de uma participação contínua e cuidadosa dos pais e responsáveis no uso de redes sociais por seus filhos. No entanto, mais do que apenas focar nos riscos, o letramento digital surge como uma poderosa ferramenta de empoderamento.


Capacitação e mudança

 


Ao capacitar meninas e mulheres a reconhecer e combater a violência online, a educação digital também as transforma em agentes de mudança. Ela promove o desenvolvimento do pensamento crítico e da cidadania digital, incentivando a criação de conteúdos positivos e a construção de comunidades virtuais mais seguras e respeitosas.


 


Ações como as palestras e debates do Agosto Lilás são passos fundamentais nessa jornada, pois abrem espaço para o diálogo e equipam a comunidade escolar com o conhecimento necessário para transformar a internet em um ambiente de crescimento, conexão e, acima de tudo, de garantia de direitos para todos.


 


 




 


 








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https://jornalismodigitaldf.com.br/seedf-promove-evento-do-agosto-lilas-e-debate-violencia-contra-a-mulher-secretaria-de-estado-de-educacao/?fsp_sid=190096
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SEEDF promove evento do Agosto Lilás e debate violência contra a mulher – Secretaria de Estado de Educação

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Iniciativa reuniu especialistas, autoridades e servidores da Secretaria de Educação



Por João Pedro Eliseu, Ascom/SEEDF


 


Da esquerda para a direita: Jemima Rosa, gerente de Educação para Diversidade e Inclusão, Patrícia Melo, titular da Diretoria de Educação em Direitos Humanos e Diversidade, e Vera Barros, subsecretária de Educação Inclusiva e Integral da SEEDF| Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


Ao longo da última quinta-feira (28), a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) promoveu, por meio da Subsecretária de Educação Inclusiva e Integral (Subin), um grande evento em alusão ao Agosto Lilás, mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. Realizado no auditório Neusa França, o encontro reuniu estudantes e servidores em um dia intenso de atividades, que incluíram apresentações culturais, palestras e oficinas de defesa pessoal, com o objetivo de fortalecer a rede de proteção e ampliar o debate sobre o tema.


 


A mobilização contou com a presença de importantes parceiros, como o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) e a Secretaria da Mulher do DF. A subsecretária de Educação Inclusiva e Integral, Vera Lúcia Barros, destacou a importância da ação conjunta.


 


O Agosto Lilás é mais do que um mês de conscientização. É um movimento permanente de resistência, denúncia e transformação cultural. Que as discussões de hoje nos inspirem e fortaleçam nosso cuidado e solidariedade, e que cada um de nós saia daqui com o compromisso renovado de construir escolas e comunidades onde meninas e mulheres serão respeitadas, protegidas e valorizadas em toda a sua potência“, afirmou a subsecretária.


 



A juíza coordenadora da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJDFT reforçou o papel crucial da educação na prevenção da violência. Ela informou sobre os materiais disponíveis para a rede de ensino, como o “Kit para Profissionais da Educação“, e convidou os presentes a participar do “Congresso Maria da Penha vai à Escola“, que premia boas práticas e trabalhos artísticos sobre o tema.


 


A magistrada celebrou um avanço recente na legislação local: o Decreto nº 47.495, de 28 de julho de 2025, que regulamenta uma lei distrital e estabelece a obrigatoriedade do ensino sobre a Lei Maria da Penha em todas as etapas da educação básica. “A nova norma determina que o conteúdo seja ministrado de forma transversal, contemplando conceitos sobre a violência de gênero e, de forma muito corajosa e necessária, prevendo a educação de gênero voltada inclusive aos meninos e homens. É um passo fantástico para mudar essa realidade desde a base”, finalizou.


Educação digital e os desafios contemporâneos

 


Palestras, oficinas e apresentações culturais marcaram o evento do Agosto Lilás, realizado no Auditório Neusa França | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


Um dos destaques do evento foi a palestra da doutora em comunicação e professora da Universidade de Brasília (UnB), Janara Kalline. Ela abordou a crescente violência de gênero no ambiente digital e a necessidade do letramento digital como ferramenta de defesa. A especialista ressaltou a importância de regulamentações que protejam os direitos humanos nas plataformas, garantindo que todos possam usar a internet sem o risco de sofrer agressões.


 


A internet é um espaço vivo, cheio de possibilidades: estudar, pesquisar, se divertir, se conectar. Mas também é um ambiente de tensão, onde os direitos humanos não estão plenamente garantidos, sobretudo para mulheres e meninas, que ainda enfrentam violências constantes nas redes”, alertou Janara. A professora também apresentou dados preocupantes.


 


Em termos globais, dados revelam que um em cada três jovens é vítima de violência online. No Brasil, estima-se que entre 30% e 40% dos jovens sofram esse tipo de violência.” Tal realidade reafirma a importância de uma participação contínua e cuidadosa dos pais e responsáveis no uso de redes sociais por seus filhos. No entanto, mais do que apenas focar nos riscos, o letramento digital surge como uma poderosa ferramenta de empoderamento.


Capacitação e mudança

 


Ao capacitar meninas e mulheres a reconhecer e combater a violência online, a educação digital também as transforma em agentes de mudança. Ela promove o desenvolvimento do pensamento crítico e da cidadania digital, incentivando a criação de conteúdos positivos e a construção de comunidades virtuais mais seguras e respeitosas.


 


Ações como as palestras e debates do Agosto Lilás são passos fundamentais nessa jornada, pois abrem espaço para o diálogo e equipam a comunidade escolar com o conhecimento necessário para transformar a internet em um ambiente de crescimento, conexão e, acima de tudo, de garantia de direitos para todos.


 


 




 


 








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Produtores rurais do DF são beneficiados com renegociação de quase R$ 6 milhões em dívidas

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Com quase 200 contratos de produtores beneficiados, o programa ETR Acerta arrecadou por renegociação o montante de aproximadamente R$ 6 milhões, entre 16 de junho e 16 de agosto deste ano. Os dados são do último balanço da Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR).


“Os números do ETR Acerta mostram que essa iniciativa foi um sucesso”, comemora o presidente da ETR, Candido Teles. “O que começou com a previsão incerta sobre a adesão dos participantes, que estavam com a contribuição anual em atraso, foi concluído com arrecadação de R$ 6 milhões aos cofres públicos, que estavam esquecidos.”


O ETR Acerta nasceu de uma agenda institucional de transformação com estudos técnicos, planejamento estratégico e atuação integrada entre as áreas da ETR, em alinhamento à direção, para modernizar a gestão das concessões.
Segurança jurídica


Ao combinar governança, tecnologia e foco no interesse público, o ETR Acerta fortalece a segurança jurídica, impulsiona a regularização rural e cria condições para o desenvolvimento produtivo no campo. É um novo padrão de eficiência a demonstrar que, quando a instituição atua de forma coesa e orientada por dados, a política pública avança e a sociedade colhe os resultados.



“O ETR Acerta prova que, quando trabalhamos com estratégia e propósito, todos ganham”


Mac Leonardo, gerente administrativo e financeiro da ETR


 


Com um panorama desafiador, o projeto foi estruturado, inclusive com desenvolvimento de normativos e adequação do sistema, para que os produtores colocassem em dia suas obrigações contratuais, e se tornou viável com o apoio da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap).


“O resultado é histórico: fortalecemos a adimplência, evitamos o cancelamento de contratos e abrimos espaço para que a produção rural siga crescendo”, reforça o gerente administrativo e financeiro da ETR, Mac Leonardo. “O ETR Acerta prova que, quando trabalhamos com estratégia e propósito, todos ganham.”


Renegociação


Durante os 90 dias de vigência do programa, foram apresentadas condições especiais para os produtores fazerem pagamentos estipulados por meio da emissão nominal, dos Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) e de Concessão de Direito de Uso Oneroso (CDU) das áreas rurais do Distrito Federal.


“Pela primeira vez, os concessionários rurais tiveram acesso a uma iniciativa estruturada especificamente para suas necessidades, marcando um avanço histórico para a regularização fundiária do Distrito Federal”, enfatiza João Pedro Garcia, assessor técnico da Diretoria de Administração da ETR.
Com o término do programa e preservando o interesse público, além de princípios pertinentes à administração pública, haverá continuidade das etapas do processo de regularização rural. “Agora, o produtor rural inadimplente e que não aderiu ao programa deverá ser cobrado administrativamente, podendo ainda ser cobrado de forma judicial e seu contrato rescindido”, lembra o assessor técnico Rogers Cruciol, da Gerência de Administração Financeira da ETR. 


 


*Com informações da ETR






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https://jornalismodigitaldf.com.br/produtores-rurais-do-df-sao-beneficiados-com-renegociacao-de-quase-r-6-milhoes-em-dividas/?fsp_sid=190082
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Produtores rurais do DF são beneficiados com renegociação de quase R$ 6 milhões em dívidas

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Com quase 200 contratos de produtores beneficiados, o programa ETR Acerta arrecadou por renegociação o montante de aproximadamente R$ 6 milhões, entre 16 de junho e 16 de agosto deste ano. Os dados são do último balanço da Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR).


“Os números do ETR Acerta mostram que essa iniciativa foi um sucesso”, comemora o presidente da ETR, Candido Teles. “O que começou com a previsão incerta sobre a adesão dos participantes, que estavam com a contribuição anual em atraso, foi concluído com arrecadação de R$ 6 milhões aos cofres públicos, que estavam esquecidos.”


O ETR Acerta nasceu de uma agenda institucional de transformação com estudos técnicos, planejamento estratégico e atuação integrada entre as áreas da ETR, em alinhamento à direção, para modernizar a gestão das concessões.
Segurança jurídica


Ao combinar governança, tecnologia e foco no interesse público, o ETR Acerta fortalece a segurança jurídica, impulsiona a regularização rural e cria condições para o desenvolvimento produtivo no campo. É um novo padrão de eficiência a demonstrar que, quando a instituição atua de forma coesa e orientada por dados, a política pública avança e a sociedade colhe os resultados.



“O ETR Acerta prova que, quando trabalhamos com estratégia e propósito, todos ganham”


Mac Leonardo, gerente administrativo e financeiro da ETR


 


Com um panorama desafiador, o projeto foi estruturado, inclusive com desenvolvimento de normativos e adequação do sistema, para que os produtores colocassem em dia suas obrigações contratuais, e se tornou viável com o apoio da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap).


“O resultado é histórico: fortalecemos a adimplência, evitamos o cancelamento de contratos e abrimos espaço para que a produção rural siga crescendo”, reforça o gerente administrativo e financeiro da ETR, Mac Leonardo. “O ETR Acerta prova que, quando trabalhamos com estratégia e propósito, todos ganham.”


Renegociação


Durante os 90 dias de vigência do programa, foram apresentadas condições especiais para os produtores fazerem pagamentos estipulados por meio da emissão nominal, dos Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) e de Concessão de Direito de Uso Oneroso (CDU) das áreas rurais do Distrito Federal.


“Pela primeira vez, os concessionários rurais tiveram acesso a uma iniciativa estruturada especificamente para suas necessidades, marcando um avanço histórico para a regularização fundiária do Distrito Federal”, enfatiza João Pedro Garcia, assessor técnico da Diretoria de Administração da ETR.
Com o término do programa e preservando o interesse público, além de princípios pertinentes à administração pública, haverá continuidade das etapas do processo de regularização rural. “Agora, o produtor rural inadimplente e que não aderiu ao programa deverá ser cobrado administrativamente, podendo ainda ser cobrado de forma judicial e seu contrato rescindido”, lembra o assessor técnico Rogers Cruciol, da Gerência de Administração Financeira da ETR. 


 


*Com informações da ETR






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Operação freia avanço de condomínio ilegal às margens de córrego do DF

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Uma operação da Secretaria de Estado de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), realizada nesta sexta-feira (29/8), apreendeu materiais e freou o avanço de construções irregulares em um condomínio ilegal, às margens da Estrada Parque Taguatinga (EPTG).


De acordo com a pasta, o condomínio avançava para o Córrego Vicente Pires, em uma área de preservação permanente (APP). Ainda segundo o órgão, a construção irregular estava em fase inicial e quatro caminhões com materiais diversos de construção foram apreendidos.



Considerando a necessidade de desobstruir a área pública, a DF Legal informou que irá retornar ao condomínio, em uma outra data, para fazer a demolição das construções.


Entre os objetos levados para o depósito da Secretaria em maior número estavam sacos de cimento, ferragens, tábuas de madeira e tijolos. O condutor e o dono de uma retroescavadeira que fazia o desmatamento da APP foram detidos e conduzidos até a delegacia para prestar depoimento.


Confira imagens da ação:


1 de 6

A operação apreendeu materiais e freou o avanço de construções irregulares

2 de 6

As construções estavam às margens da Estrada Parque Taguatinga

3 de 6

A DF Legal irá retornar ao condomínio, em uma outra data, para fazer a demolição das construções

4 de 6

O condomínio avançava para o Córrego Vicente Pires, em uma área de preservação permanente

5 de 6

A construção irregular estava em fase inicial e quatro caminhões com materiais diversos de construção foram apreendidos

6 de 6

Entre os objetos apreendidos, estavam sacos de cimento, ferragens, tábuas de madeira e tijolos






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Uma operação da Secretaria de Estado de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), realizada nesta sexta-feira (29/8), apreendeu materiais e freou o avanço de construções irregulares em um condomínio ilegal, às margens da Estrada Parque Taguatinga (EPTG).


De acordo com a pasta, o condomínio avançava para o Córrego Vicente Pires, em uma área de preservação permanente (APP). Ainda segundo o órgão, a construção irregular estava em fase inicial e quatro caminhões com materiais diversos de construção foram apreendidos.



Considerando a necessidade de desobstruir a área pública, a DF Legal informou que irá retornar ao condomínio, em uma outra data, para fazer a demolição das construções.


Entre os objetos levados para o depósito da Secretaria em maior número estavam sacos de cimento, ferragens, tábuas de madeira e tijolos. O condutor e o dono de uma retroescavadeira que fazia o desmatamento da APP foram detidos e conduzidos até a delegacia para prestar depoimento.


Confira imagens da ação:


1 de 6

A operação apreendeu materiais e freou o avanço de construções irregulares

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As construções estavam às margens da Estrada Parque Taguatinga

3 de 6

A DF Legal irá retornar ao condomínio, em uma outra data, para fazer a demolição das construções

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O condomínio avançava para o Córrego Vicente Pires, em uma área de preservação permanente

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A construção irregular estava em fase inicial e quatro caminhões com materiais diversos de construção foram apreendidos

6 de 6

Entre os objetos apreendidos, estavam sacos de cimento, ferragens, tábuas de madeira e tijolos






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Jovem descobre gravidez no dia do parto: “Senti cólicas muito fortes”

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Em novembro de 2024, a mexicana Carolina Yesenia Lopez Figueroa passou por uma crise com fortes dores abdominais. Preocupada com a intensidade das cólicas, decidiu ir ao hospital em busca de alívio, sem imaginar que a vida mudaria radicalmente naquele dia.


“Comecei a sentir cólicas muito fortes. Fui ao hospital e lá me fizeram várias perguntas sobre o que eu sentia. Eu disse que a dor era intensa, no pé da barriga”, conta em vídeo compartilhado nas redes sociais.

Ao chegar à sala de emergência, Carolina foi cercada por médicos. “Oito médicos estavam ao meu redor olhando em completo silêncio para um monitor pequeno. Perguntei preocupada: ‘O que eu tenho?’. A médica olhou para mim, sem jeito, e disse: ‘Você está grávida”, conta.


A jovem estava em trabalho de parto aos oito meses de gestação. “Senti as dores do parto e não sabia”, resume, ainda surpresa ao narrar a experiência.



O que é a gravidez silenciosa


O caso de Carolina ilustra uma condição conhecida como gravidez silenciosa, em que a mulher descobre a gestação em estágio avançado ou até mesmo durante o parto.


“É uma gestação em que a mulher não percebe os sintomas iniciais, como atraso menstrual, náuseas, aumento abdominal ou movimentação fetal”, explica Michele Egidio, ginecologista do Hospital Santa Lúcia, em Brasília.


Segundo a médica, fatores como ciclos menstruais irregulares, síndrome dos ovários policísticos, obesidade e até tratamentos de saúde como quimioterapia podem mascarar os sinais. Em alguns casos, as mulheres atribuem a ausência de menstruação ao seu “normal” ou acreditam não poder engravidar devido a doenças pré-existentes.


Por que acontece?


De acordo com a ginecoendocrinologista Lorrainy Rabelo, especialista em reprodução humana, o fenômeno costuma estar ligado a alterações hormonais.


“Pode acontecer quando a mulher fica muitos meses sem menstruar ou quando apresenta sangramentos que parecem menstruação, mas, na verdade, são escapes gestacionais”, esclarece.


Foto colorida de uma mulher segurando a mão de uma criança - Metrópoles.
Carolina Yesenia Lopez Figueroa agora compartilha em suas redes sociais fotos com a filha

Riscos da descoberta tardia


Os riscos de um diagnóstico tão tardio não são apenas emocionais, mas também de saúde. “Sem pré-natal adequado, podem ocorrer doenças fetais não diagnosticadas, além de condições maternas como pré-eclâmpsia. Também não temos a certeza da idade gestacional do bebê”, alerta Michele Egidio.


Além disso, a ausência de acompanhamento pode atrasar a identificação de emergências, como a gravidez ectópica — quando o embrião se implanta fora do útero —, uma condição de risco que precisa de diagnóstico rápido.


A importância do acompanhamento


As especialistas reforçam que a gravidez silenciosa é extremamente rara. “A probabilidade é muito pequena, visto que a maioria das gestações têm sintomas em algum momento”, observa Lorrainy Rabelo.


Ainda assim, elas alertam para a importância de manter consultas de rotina. “O acompanhamento ginecológico regular ajuda a mulher a entender melhor seu corpo e sintomas. Pacientes com ciclos irregulares devem investigar o motivo e receber tratamento. Além disso, isso auxilia na orientação sobre contracepção e planejamento familiar”, completa Michele Egidio.


O caso de Carolina serve como lembrete de que o corpo feminino pode surpreender até em situações inesperadas. Passado o susto da descoberta da gravidez, a mexicana saiu do hospital feliz, com um bebê saudável nos braços.


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Jovem descobre gravidez no dia do parto: “Senti cólicas muito fortes”

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Em novembro de 2024, a mexicana Carolina Yesenia Lopez Figueroa passou por uma crise com fortes dores abdominais. Preocupada com a intensidade das cólicas, decidiu ir ao hospital em busca de alívio, sem imaginar que a vida mudaria radicalmente naquele dia.


“Comecei a sentir cólicas muito fortes. Fui ao hospital e lá me fizeram várias perguntas sobre o que eu sentia. Eu disse que a dor era intensa, no pé da barriga”, conta em vídeo compartilhado nas redes sociais.

Ao chegar à sala de emergência, Carolina foi cercada por médicos. “Oito médicos estavam ao meu redor olhando em completo silêncio para um monitor pequeno. Perguntei preocupada: ‘O que eu tenho?’. A médica olhou para mim, sem jeito, e disse: ‘Você está grávida”, conta.


A jovem estava em trabalho de parto aos oito meses de gestação. “Senti as dores do parto e não sabia”, resume, ainda surpresa ao narrar a experiência.



O que é a gravidez silenciosa


O caso de Carolina ilustra uma condição conhecida como gravidez silenciosa, em que a mulher descobre a gestação em estágio avançado ou até mesmo durante o parto.


“É uma gestação em que a mulher não percebe os sintomas iniciais, como atraso menstrual, náuseas, aumento abdominal ou movimentação fetal”, explica Michele Egidio, ginecologista do Hospital Santa Lúcia, em Brasília.


Segundo a médica, fatores como ciclos menstruais irregulares, síndrome dos ovários policísticos, obesidade e até tratamentos de saúde como quimioterapia podem mascarar os sinais. Em alguns casos, as mulheres atribuem a ausência de menstruação ao seu “normal” ou acreditam não poder engravidar devido a doenças pré-existentes.


Por que acontece?


De acordo com a ginecoendocrinologista Lorrainy Rabelo, especialista em reprodução humana, o fenômeno costuma estar ligado a alterações hormonais.


“Pode acontecer quando a mulher fica muitos meses sem menstruar ou quando apresenta sangramentos que parecem menstruação, mas, na verdade, são escapes gestacionais”, esclarece.


Foto colorida de uma mulher segurando a mão de uma criança - Metrópoles.
Carolina Yesenia Lopez Figueroa agora compartilha em suas redes sociais fotos com a filha

Riscos da descoberta tardia


Os riscos de um diagnóstico tão tardio não são apenas emocionais, mas também de saúde. “Sem pré-natal adequado, podem ocorrer doenças fetais não diagnosticadas, além de condições maternas como pré-eclâmpsia. Também não temos a certeza da idade gestacional do bebê”, alerta Michele Egidio.


Além disso, a ausência de acompanhamento pode atrasar a identificação de emergências, como a gravidez ectópica — quando o embrião se implanta fora do útero —, uma condição de risco que precisa de diagnóstico rápido.


A importância do acompanhamento


As especialistas reforçam que a gravidez silenciosa é extremamente rara. “A probabilidade é muito pequena, visto que a maioria das gestações têm sintomas em algum momento”, observa Lorrainy Rabelo.


Ainda assim, elas alertam para a importância de manter consultas de rotina. “O acompanhamento ginecológico regular ajuda a mulher a entender melhor seu corpo e sintomas. Pacientes com ciclos irregulares devem investigar o motivo e receber tratamento. Além disso, isso auxilia na orientação sobre contracepção e planejamento familiar”, completa Michele Egidio.


O caso de Carolina serve como lembrete de que o corpo feminino pode surpreender até em situações inesperadas. Passado o susto da descoberta da gravidez, a mexicana saiu do hospital feliz, com um bebê saudável nos braços.


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Alterações no trânsito da Epig começam a valer; saiba o que muda e como estão as obras

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Motoristas e passageiros que trafegaram pela Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) na manhã desta sexta-feira (29) já perceberam que o trânsito no local foi alterado, em razão das obras na via. A partir de agora, quem vem da Estrada Parque Taguatinga (EPTG) sentido Plano Piloto deve, obrigatoriamente, passar por cima dos novos viadutos situados nas proximidades da passarela da Octogonal e da sede da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).


“É mais uma fase da obra. A gente libera o viaduto para quem está no sentido Taguatinga-Eixo Monumental. Ainda estamos fazendo a ligação do BRT de quem vai passar por baixo desse viaduto. Então, é uma liberação que já mostra como será o funcionamento definitivo. Essa configuração mostra como o usuário vai se comportar quando a gente entregar a obra por completo”, destacou o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro.


As obras na pista fazem parte do conjunto de serviços deste Governo do Distrito Federal (GDF) para implementar o Corredor Eixo Oeste, que prevê 38,7 km de pistas exclusivas para o deslocamento de ônibus, interligando vias de Sol Nascente, Ceilândia e Taguatinga à região central do DF, passando por pistas como a Hélio Prates, EPTG, Epig e ESPM, e chegando ao Terminal Rodoviário da Asa Sul.


“O destaque é o corredor exclusivo de ônibus. A gente vem lá do Sol Nascente com duas opções: uma para chegar ao Eixo Monumental e uma para chegar ao Terminal da Asa Sul. Os corredores exclusivos trazem mais tranquilidade para quem usa o transporte público, porque você vai ter uma pista livre e desimpedida para que não tenha o conflito do veículo de passeio com o transporte coletivo. Então, é menos tempo no trânsito para quem usa o transporte coletivo”, enfatizou o secretário.


Além da liberação no fluxo por cima dos viadutos, a novidade inclui a reabertura do novo acesso ao Parque da Cidade pela Epig e a liberação da ciclovia que liga a EPTG ao Terminal Asa Sul, passando pelo Setor Policial Sul, já para uso dos ciclistas. Para facilitar o tráfego dos pedestres, também haverá a instalação de semáforos e serão pintadas faixas provisórias em pontos estratégicos.
 


Os passageiros já sentiram a mudança no tráfego com a alteração iniciada nesta sexta. “Deu uma melhorada, fluindo mais, e vai melhorar mais ainda”, apontou a pedagoga Geovana Oliveira. Para ela, menos tempo no trânsito melhora “até a autoestima”: “A gente chega cansada não é nem só do trabalho, mas de ficar muito tempo no trânsito engarrafado, fica um estresse total, tanto de motorista quanto de passageiro”.


Já o empacotador Cauã Luca Guimarães, que todos os dias sai de Brazlândia para trabalhar na Asa Sul, espera reduzir seu tempo de deslocamento em até 30 minutos quando as obras estiverem concluídas. “Com certeza vai ficar melhor não só para mim, mas para todo mundo que vem trabalhar neste horário.”


Confira as mudanças ponto a ponto:


Liberação de tráfego sobre três novos viadutos


⇒ Veículos que seguem em direção ao Eixo Monumental devem passar obrigatoriamente por cima dos novos viadutos situados nas proximidades da passarela da Octogonal e da sede da Polícia Civil do Distrito Federal.


Acesso ao Setor Policial


⇒ Para entrar no Setor Policial, os motoristas devem utilizar a nova alça de acesso.


Interrupção do trânsito sob o viaduto


⇒ O tráfego por baixo do viaduto está interrompido para execução do encaixe das faixas de rolamento.


Mudanças na faixa reversa


⇒ O início e o término da faixa reversa atualmente em operação foram alterados. Apenas um pequeno trecho, na entrada do Setor de Indústrias Gráficas (SIG), continua funcionando como faixa reversa no sentido Eixo Monumental. Essa rota deve ser adotada pelos motoristas que desejam acessar a Câmara Legislativa.


Acesso ao Parque da Cidade


⇒ O acesso ao Parque da Cidade pela via Epig, interditado desde junho, já está liberado para o trânsito.


Acesso ao Setor de Indústrias Gráficas


⇒ Novo acesso às vias que passam por trás do SIG está liberado até o Eixo Monumental. Essa rota deve ser utilizada pelos motoristas que querem acessar os edifícios comerciais, os estacionamentos e a sede do MPDFT


Sentido Taguatinga


⇒ Os motoristas que seguem em direção à EPTG devem utilizar novo desvio à esquerda, na altura do Sudoeste. Já o acesso para o Terraço Shopping e a Octogonal não terá alteração.


Ciclovia liberada


⇒ A ciclovia que liga a EPTG ao Terminal Asa Sul, passando pelo Setor Policial Sul, está liberada para uso pelos ciclistas.


Entenda as obras


As obras na Epig são divididas em seis trechos (confira a visão geral da obra aqui). O trecho 3, que é o viaduto do Sudoeste, foi o primeiro a ficar pronto. Os trechos 1 (que vai para o Setor Policial) e 2 (que passa em frente à sede da PCDF) também estão próximos da conclusão.


“No trecho 6, que é o que chega no Eixo Monumental, passando por trás do Setor de Indústrias Gráficas, a gente está criando estacionamentos, algumas vagas e o pavimento com duas faixas de rolamento em cada sentido. O trecho 5, que é o trecho em frente ao Setor de Indústrias Gráficas, a gente também já está com ele bem adiantado: já estamos com a faixa de rolamento do pavimento rígido praticamente pronta, chegando já no Eixo, restando a faixa de rolamento do pavimento flexível, por onde vão passar os carros”, detalhou Bruno Almeida, engenheiro da Secretaria de Obras.


“O trecho 4 é o que a gente tem mais intervenções do ponto de vista de engenharia. A gente tem um retorno grande, que é um retorno que vai passar por baixo da rodovia, e também temos as passagens de pedestre inferiores. A gente vai fazer a escavação invertida, ou seja, o trânsito vai passar por cima. Ele vai continuar passando enquanto a gente vai estar fazendo a escavação por baixo da obra”, arrematou Almeida.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/alteracoes-no-transito-da-epig-comecam-a-valer-saiba-o-que-muda-e-como-estao-as-obras/?fsp_sid=190040
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Alterações no trânsito da Epig começam a valer; saiba o que muda e como estão as obras

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Motoristas e passageiros que trafegaram pela Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) na manhã desta sexta-feira (29) já perceberam que o trânsito no local foi alterado, em razão das obras na via. A partir de agora, quem vem da Estrada Parque Taguatinga (EPTG) sentido Plano Piloto deve, obrigatoriamente, passar por cima dos novos viadutos situados nas proximidades da passarela da Octogonal e da sede da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).


“É mais uma fase da obra. A gente libera o viaduto para quem está no sentido Taguatinga-Eixo Monumental. Ainda estamos fazendo a ligação do BRT de quem vai passar por baixo desse viaduto. Então, é uma liberação que já mostra como será o funcionamento definitivo. Essa configuração mostra como o usuário vai se comportar quando a gente entregar a obra por completo”, destacou o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro.


As obras na pista fazem parte do conjunto de serviços deste Governo do Distrito Federal (GDF) para implementar o Corredor Eixo Oeste, que prevê 38,7 km de pistas exclusivas para o deslocamento de ônibus, interligando vias de Sol Nascente, Ceilândia e Taguatinga à região central do DF, passando por pistas como a Hélio Prates, EPTG, Epig e ESPM, e chegando ao Terminal Rodoviário da Asa Sul.


“O destaque é o corredor exclusivo de ônibus. A gente vem lá do Sol Nascente com duas opções: uma para chegar ao Eixo Monumental e uma para chegar ao Terminal da Asa Sul. Os corredores exclusivos trazem mais tranquilidade para quem usa o transporte público, porque você vai ter uma pista livre e desimpedida para que não tenha o conflito do veículo de passeio com o transporte coletivo. Então, é menos tempo no trânsito para quem usa o transporte coletivo”, enfatizou o secretário.


Além da liberação no fluxo por cima dos viadutos, a novidade inclui a reabertura do novo acesso ao Parque da Cidade pela Epig e a liberação da ciclovia que liga a EPTG ao Terminal Asa Sul, passando pelo Setor Policial Sul, já para uso dos ciclistas. Para facilitar o tráfego dos pedestres, também haverá a instalação de semáforos e serão pintadas faixas provisórias em pontos estratégicos.
 


Os passageiros já sentiram a mudança no tráfego com a alteração iniciada nesta sexta. “Deu uma melhorada, fluindo mais, e vai melhorar mais ainda”, apontou a pedagoga Geovana Oliveira. Para ela, menos tempo no trânsito melhora “até a autoestima”: “A gente chega cansada não é nem só do trabalho, mas de ficar muito tempo no trânsito engarrafado, fica um estresse total, tanto de motorista quanto de passageiro”.


Já o empacotador Cauã Luca Guimarães, que todos os dias sai de Brazlândia para trabalhar na Asa Sul, espera reduzir seu tempo de deslocamento em até 30 minutos quando as obras estiverem concluídas. “Com certeza vai ficar melhor não só para mim, mas para todo mundo que vem trabalhar neste horário.”


Confira as mudanças ponto a ponto:


Liberação de tráfego sobre três novos viadutos


⇒ Veículos que seguem em direção ao Eixo Monumental devem passar obrigatoriamente por cima dos novos viadutos situados nas proximidades da passarela da Octogonal e da sede da Polícia Civil do Distrito Federal.


Acesso ao Setor Policial


⇒ Para entrar no Setor Policial, os motoristas devem utilizar a nova alça de acesso.


Interrupção do trânsito sob o viaduto


⇒ O tráfego por baixo do viaduto está interrompido para execução do encaixe das faixas de rolamento.


Mudanças na faixa reversa


⇒ O início e o término da faixa reversa atualmente em operação foram alterados. Apenas um pequeno trecho, na entrada do Setor de Indústrias Gráficas (SIG), continua funcionando como faixa reversa no sentido Eixo Monumental. Essa rota deve ser adotada pelos motoristas que desejam acessar a Câmara Legislativa.


Acesso ao Parque da Cidade


⇒ O acesso ao Parque da Cidade pela via Epig, interditado desde junho, já está liberado para o trânsito.


Acesso ao Setor de Indústrias Gráficas


⇒ Novo acesso às vias que passam por trás do SIG está liberado até o Eixo Monumental. Essa rota deve ser utilizada pelos motoristas que querem acessar os edifícios comerciais, os estacionamentos e a sede do MPDFT


Sentido Taguatinga


⇒ Os motoristas que seguem em direção à EPTG devem utilizar novo desvio à esquerda, na altura do Sudoeste. Já o acesso para o Terraço Shopping e a Octogonal não terá alteração.


Ciclovia liberada


⇒ A ciclovia que liga a EPTG ao Terminal Asa Sul, passando pelo Setor Policial Sul, está liberada para uso pelos ciclistas.


Entenda as obras


As obras na Epig são divididas em seis trechos (confira a visão geral da obra aqui). O trecho 3, que é o viaduto do Sudoeste, foi o primeiro a ficar pronto. Os trechos 1 (que vai para o Setor Policial) e 2 (que passa em frente à sede da PCDF) também estão próximos da conclusão.


“No trecho 6, que é o que chega no Eixo Monumental, passando por trás do Setor de Indústrias Gráficas, a gente está criando estacionamentos, algumas vagas e o pavimento com duas faixas de rolamento em cada sentido. O trecho 5, que é o trecho em frente ao Setor de Indústrias Gráficas, a gente também já está com ele bem adiantado: já estamos com a faixa de rolamento do pavimento rígido praticamente pronta, chegando já no Eixo, restando a faixa de rolamento do pavimento flexível, por onde vão passar os carros”, detalhou Bruno Almeida, engenheiro da Secretaria de Obras.


“O trecho 4 é o que a gente tem mais intervenções do ponto de vista de engenharia. A gente tem um retorno grande, que é um retorno que vai passar por baixo da rodovia, e também temos as passagens de pedestre inferiores. A gente vai fazer a escavação invertida, ou seja, o trânsito vai passar por cima. Ele vai continuar passando enquanto a gente vai estar fazendo a escavação por baixo da obra”, arrematou Almeida.






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