Alunos fazem trilha ecológica em programa de educação ambiental – Secretaria de Estado de Educação

 on  with No comments 
In  




Os alunos do Colégio Cívico-Militar CED 308, localizado no Recanto das Emas, participaram nesta quarta-feira (20) de uma aula de campo organizada pelo Programa de Educação Ambiental Lobo Guará (Prealg), da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Em uma trilha ecológica no Parque Público Vivencial do Recanto das Emas, os estudantes tiveram uma vivência prática e enriquecedora sobre a importância da preservação ambiental.

Valores como cidadania, respeito à natureza e consciência ambiental foram reforçados entre os participantes | Foto: Divulgação/PMDF

Por meio da metodologia da Educação Ambiental Não Formal, aplicada pela equipe do Prealg, valores como cidadania, respeito à natureza e consciência ambiental foram reforçados entre os participantes.

Além disso, a atividade foi utilizada como estratégia de fortalecimento da Prevenção Primária dos Crimes e Infrações Ambientais, sendo demonstrado que a informação e a sensibilização podem ser utilizadas como ferramentas poderosas para a proteção do patrimônio natural.





Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/alunos-fazem-trilha-ecologica-em-programa-de-educacao-ambiental-secretaria-de-estado-de-educacao/?fsp_sid=179281
Share:

Pode comer queijo na dieta? Entenda os benefícios e os cuidados

 on  with No comments 
In  




O queijo é um dos alimentos mais queridos pelos brasileiros. De acordo com o IBGE, cada pessoa consome em média 2,2 quilos por ano. Apesar de saboroso e nutritivo, especialistas alertam: o consumo deve ser moderado. Duas fatias – cerca de 30 gramas por dia – já são suficientes para aproveitar suas propriedades sem exageros.


“A recomendação é consumir o queijo de forma distribuída na dieta, em lanches ou ralado na salada. Evite o consumo exagerado em uma única refeição, como naquela pizza de quatro queijos do final de semana. Além disso, é preciso ficar atento às quantidades adicionadas nos lanches e refeições como massas, por exemplo”, orienta Patrícia de Moraes Pontilho, nutricionista e coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera.

Queijo: um alimento versátil e rico em nutrientes


O queijo é, segundo muitos especialistas, um alimento processado saudável. Ele é feito a partir da coagulação do leite com adição de enzimas, seguida da remoção do soro. Os queijos mais duros, como o parmesão, ficam mais tempo prensados e, por isso, têm menos soro em sua composição.



Leia também



Segundo Patrícia, a variedade de nutrientes presentes no queijo ajuda na prevenção de doenças e favorece o bom funcionamento do organismo. Entre os principais componentes estão:



  • Probióticos – microrganismos que equilibram a flora intestinal, prevenindo prisão de ventre e diarreia.

  • Proteínas – promovem maior saciedade e podem auxiliar no emagrecimento.

  • Oligoelementos – atuam em processos metabólicos, como balanço hormonal, hidratação celular e transporte de oxigênio.


Leia a reportagem completa no Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.


Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/pode-comer-queijo-na-dieta-entenda-os-beneficios-e-os-cuidados/?fsp_sid=179263
Share:

Pode comer queijo na dieta? Entenda os benefícios e os cuidados

 on  with No comments 
In  




O queijo é um dos alimentos mais queridos pelos brasileiros. De acordo com o IBGE, cada pessoa consome em média 2,2 quilos por ano. Apesar de saboroso e nutritivo, especialistas alertam: o consumo deve ser moderado. Duas fatias – cerca de 30 gramas por dia – já são suficientes para aproveitar suas propriedades sem exageros.


“A recomendação é consumir o queijo de forma distribuída na dieta, em lanches ou ralado na salada. Evite o consumo exagerado em uma única refeição, como naquela pizza de quatro queijos do final de semana. Além disso, é preciso ficar atento às quantidades adicionadas nos lanches e refeições como massas, por exemplo”, orienta Patrícia de Moraes Pontilho, nutricionista e coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera.

Queijo: um alimento versátil e rico em nutrientes


O queijo é, segundo muitos especialistas, um alimento processado saudável. Ele é feito a partir da coagulação do leite com adição de enzimas, seguida da remoção do soro. Os queijos mais duros, como o parmesão, ficam mais tempo prensados e, por isso, têm menos soro em sua composição.



Leia também



Segundo Patrícia, a variedade de nutrientes presentes no queijo ajuda na prevenção de doenças e favorece o bom funcionamento do organismo. Entre os principais componentes estão:



  • Probióticos – microrganismos que equilibram a flora intestinal, prevenindo prisão de ventre e diarreia.

  • Proteínas – promovem maior saciedade e podem auxiliar no emagrecimento.

  • Oligoelementos – atuam em processos metabólicos, como balanço hormonal, hidratação celular e transporte de oxigênio.


Leia a reportagem completa no Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.


Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/pode-comer-queijo-na-dieta-entenda-os-beneficios-e-os-cuidados/?fsp_sid=179256
Share:

Protocolo fortalece ações de resposta à violência nas escolas públicas do DF – Secretaria de Estado de Educação

 on  with No comments 
In  





Com orientações práticas, documento apoia unidades na tomada de decisões em situações de violência

Por João Pedro Eliseu e Bruno Grossi, Ascom/SEEDF

 


Material detalha, de forma clara e concisa, diferentes situações e encaminhamentos possíveis, oferecendo maior repertório para gestores e educadores no enfrentamento de situações de violência | Foto: Mary Leal, Ascom/SEEDF.


 


Garantir escolas mais seguras, humanas e acolhedoras. Esse é o propósito do documento apresentado pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), nesta semana, na terça-feira (19), durante evento realizado no auditório Neusa França. O material reúne orientações práticas e integradas para que as equipes gestoras estejam preparadas para agir em situações de violência, oferecendo respostas rápidas e eficazes, além de promover a cultura de paz no ambiente escolar.


 


O documento, disponibilizado para toda a rede de ensino, foi elaborado de forma colaborativa entre diferentes áreas técnicas da Secretaria e também contou com o apoio do Batalhão Escolar da Polícia Militar do DF. O protocolo define etapas de encaminhamento e resolução de conflitos que envolvem estudantes, profissionais e a comunidade escolar, reafirmando o compromisso da educação pública com a proteção de todos e com a transformação social, caminho que passa, inevitavelmente, pela escola.


 


Este documento não é meramente um manual técnico, é um instrumento de cuidado, responsabilidade e proteção”, afirmou a chefe da Assessoria Especial de Cultura de Paz da SEEDF, Ana Beatriz Goldstein. Para ela, a iniciativa é fruto da união entre diferentes atores e instituições que acreditam na paz como prática coletiva. “A paz se aprende, se pratica e se multiplica. Quando semeada na escola, se estende ao bairro, à cidade e à sociedade. Este documento é um compromisso que reafirma nossa missão de educar transformando realidades”, completou.


Veja abaixo o protocolo: 

 


Procedimentos em situações de violência escolar


 


A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, esteve presente no evento e destacou a simbologia e o valor do ambiente escolar. “Recordo-me de quando, na minha infância, ouvíamos a expressão: ‘O chão da escola é sagrado’. Para que esse espaço se mantenha assim, é imprescindível a paz, a tranquilidade e um ambiente propício ao aprendizado”, disse. Para a gestora, a construção da educação exige cooperação e engajamento coletivo.


 


A construção da educação é fruto do trabalho colaborativo, da cooperação mútua. Estamos aqui para reafirmar uma lição que norteia cada ação da Secretaria de Educação: proteger, acolher e formar vidas. A escola não é apenas um espaço de aprendizado de conteúdos; é um local de convivência, respeito e valores. É o lugar onde a esperança floresce e onde se constrói o futuro”, reforçou.


Saúde mental e acolhimento

 


A chefe da Assessoria Especial de Cultura de Paz da SEEDF, Ana Beatriz Goldstein, ressalta que uma política de paz efetiva exige atuação conjunta de gestores, profissionais, instituições parceiras e famílias | Foto: Mary Leal, Ascom/SEEDF.


 


A secretária também ressaltou a importância de cuidar da saúde mental dos profissionais da educação. Para ela, o bem-estar dos docentes é fundamental para que a escola funcione como um ambiente seguro, acolhedor e propício ao aprendizado, fortalecendo a convivência e o desenvolvimento de estudantes e equipe escolar.


 


Para isso, o protocolo será um ponto de partida para novos avanços. “Quando uma situação de violência acontece, é preciso acionar diferentes instâncias de proteção. Muitas vezes, o sofrimento do estudante ou de sua família está na raiz desses conflitos e precisa ser ouvido com atenção”, explicou a diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante, Larisse Cavalcante.


 


Ela destacou a importância de registros detalhados, comunicação imediata com os órgãos de apoio e encaminhamentos para serviços especializados, como unidades de saúde e centros de atenção psicossocial.


Prevenção aos crimes cibernéticos 

 


O evento, que abordou a segurança de crianças e adolescentes nas redes sociais, reuniu 1.200 estudantes das séries finais do ensino fundamental e do ensino médio de todas as Regionais de Ensino | Foto: Divulgação/SEEDF.


 


Ainda nesta semana, e com foco da disseminação da cultura de paz, a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), por meio da Assessoria Especial de Cultura de Paz (AECP), iniciou o ciclo de palestras “Prevenção aos Crimes Cibernéticos contra Crianças e Adolescentes”, que será realizado entre agosto e setembro de 2025. Na última quinta-feira (21), o evento reuniu 1.200 estudantes das séries finais do ensino fundamental e do ensino médio de todas as Regionais de Ensino, no Auditório Poupex, no Setor Militar Urbano.


 


As duas sessões, conduzidas pelo delegado Thiago Rodrigues, da Polícia Federal, trataram dos riscos presentes no ambiente digital e das principais formas de proteção e segurança online.


 



A programação busca sensibilizar e orientar jovens, famílias e profissionais da educação sobre os perigos virtuais, destacando a importância da educação digital e do uso consciente das redes. Além de apresentar práticas de prevenção e aspectos legais relacionados ao tema, o ciclo reforça a necessidade de engajamento coletivo na proteção dos estudantes.


 


Projetos como este são fundamentais para educar nossos estudantes sobre os perigos do ambiente digital e para promover uma cultura de responsabilidade e proteção. A conscientização precoce ajuda a fortalecer o senso crítico dos jovens, capacitando-os a navegar com segurança e a preservar sua privacidade”, ressaltou Ana Beatriz Goldstein.


 


 



 


 







Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/protocolo-fortalece-acoes-de-resposta-a-violencia-nas-escolas-publicas-do-df-secretaria-de-estado-de-educacao/?fsp_sid=179249
Share:

Protocolo fortalece ações de resposta à violência nas escolas públicas do DF – Secretaria de Estado de Educação

 on  with No comments 
In  





Com orientações práticas, documento apoia unidades na tomada de decisões em situações de violência

Por João Pedro Eliseu e Bruno Grossi, Ascom/SEEDF

 


Material detalha, de forma clara e concisa, diferentes situações e encaminhamentos possíveis, oferecendo maior repertório para gestores e educadores no enfrentamento de situações de violência | Foto: Mary Leal, Ascom/SEEDF.


 


Garantir escolas mais seguras, humanas e acolhedoras. Esse é o propósito do documento apresentado pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), nesta semana, na terça-feira (19), durante evento realizado no auditório Neusa França. O material reúne orientações práticas e integradas para que as equipes gestoras estejam preparadas para agir em situações de violência, oferecendo respostas rápidas e eficazes, além de promover a cultura de paz no ambiente escolar.


 


O documento, disponibilizado para toda a rede de ensino, foi elaborado de forma colaborativa entre diferentes áreas técnicas da Secretaria e também contou com o apoio do Batalhão Escolar da Polícia Militar do DF. O protocolo define etapas de encaminhamento e resolução de conflitos que envolvem estudantes, profissionais e a comunidade escolar, reafirmando o compromisso da educação pública com a proteção de todos e com a transformação social, caminho que passa, inevitavelmente, pela escola.


 


Este documento não é meramente um manual técnico, é um instrumento de cuidado, responsabilidade e proteção”, afirmou a chefe da Assessoria Especial de Cultura de Paz da SEEDF, Ana Beatriz Goldstein. Para ela, a iniciativa é fruto da união entre diferentes atores e instituições que acreditam na paz como prática coletiva. “A paz se aprende, se pratica e se multiplica. Quando semeada na escola, se estende ao bairro, à cidade e à sociedade. Este documento é um compromisso que reafirma nossa missão de educar transformando realidades”, completou.


Veja abaixo o protocolo: 

 


Procedimentos em situações de violência escolar


 


A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, esteve presente no evento e destacou a simbologia e o valor do ambiente escolar. “Recordo-me de quando, na minha infância, ouvíamos a expressão: ‘O chão da escola é sagrado’. Para que esse espaço se mantenha assim, é imprescindível a paz, a tranquilidade e um ambiente propício ao aprendizado”, disse. Para a gestora, a construção da educação exige cooperação e engajamento coletivo.


 


A construção da educação é fruto do trabalho colaborativo, da cooperação mútua. Estamos aqui para reafirmar uma lição que norteia cada ação da Secretaria de Educação: proteger, acolher e formar vidas. A escola não é apenas um espaço de aprendizado de conteúdos; é um local de convivência, respeito e valores. É o lugar onde a esperança floresce e onde se constrói o futuro”, reforçou.


Saúde mental e acolhimento

 


A chefe da Assessoria Especial de Cultura de Paz da SEEDF, Ana Beatriz Goldstein, ressalta que uma política de paz efetiva exige atuação conjunta de gestores, profissionais, instituições parceiras e famílias | Foto: Mary Leal, Ascom/SEEDF.


 


A secretária também ressaltou a importância de cuidar da saúde mental dos profissionais da educação. Para ela, o bem-estar dos docentes é fundamental para que a escola funcione como um ambiente seguro, acolhedor e propício ao aprendizado, fortalecendo a convivência e o desenvolvimento de estudantes e equipe escolar.


 


Para isso, o protocolo será um ponto de partida para novos avanços. “Quando uma situação de violência acontece, é preciso acionar diferentes instâncias de proteção. Muitas vezes, o sofrimento do estudante ou de sua família está na raiz desses conflitos e precisa ser ouvido com atenção”, explicou a diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante, Larisse Cavalcante.


 


Ela destacou a importância de registros detalhados, comunicação imediata com os órgãos de apoio e encaminhamentos para serviços especializados, como unidades de saúde e centros de atenção psicossocial.


Prevenção aos crimes cibernéticos 

 


O evento, que abordou a segurança de crianças e adolescentes nas redes sociais, reuniu 1.200 estudantes das séries finais do ensino fundamental e do ensino médio de todas as Regionais de Ensino | Foto: Divulgação/SEEDF.


 


Ainda nesta semana, e com foco da disseminação da cultura de paz, a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), por meio da Assessoria Especial de Cultura de Paz (AECP), iniciou o ciclo de palestras “Prevenção aos Crimes Cibernéticos contra Crianças e Adolescentes”, que será realizado entre agosto e setembro de 2025. Na última quinta-feira (21), o evento reuniu 1.200 estudantes das séries finais do ensino fundamental e do ensino médio de todas as Regionais de Ensino, no Auditório Poupex, no Setor Militar Urbano.


 


As duas sessões, conduzidas pelo delegado Thiago Rodrigues, da Polícia Federal, trataram dos riscos presentes no ambiente digital e das principais formas de proteção e segurança online.


 



A programação busca sensibilizar e orientar jovens, famílias e profissionais da educação sobre os perigos virtuais, destacando a importância da educação digital e do uso consciente das redes. Além de apresentar práticas de prevenção e aspectos legais relacionados ao tema, o ciclo reforça a necessidade de engajamento coletivo na proteção dos estudantes.


 


Projetos como este são fundamentais para educar nossos estudantes sobre os perigos do ambiente digital e para promover uma cultura de responsabilidade e proteção. A conscientização precoce ajuda a fortalecer o senso crítico dos jovens, capacitando-os a navegar com segurança e a preservar sua privacidade”, ressaltou Ana Beatriz Goldstein.


 


 



 


 







Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/protocolo-fortalece-acoes-de-resposta-a-violencia-nas-escolas-publicas-do-df-secretaria-de-estado-de-educacao/?fsp_sid=179242
Share:

Projeto conecta estudantes a pessoas idosas renomadas do DF – Secretaria de Estado de Educação

 on  with No comments 
In  





‘Eu Já Tive a Sua Idade’ promove bate-papo entre jovens e personalidades do DF


Por Agência Brasília* | Edição: Fernando Jordão


 


 


Edição de estreia será no Centro de Ensino Médio (CEM) 01 do Gama | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília


 


Histórias de vida, experiências acumuladas e aprendizados que atravessam décadas vão ganhar espaço dentro das salas de aula do Distrito Federal (DF). A partir desta sexta-feira (22), estudantes do ensino médio da rede pública terão a oportunidade de dialogar diretamente com pessoas idosas que marcaram a trajetória cultural e social da capital. Essa é a proposta do projeto Eu Já Tive a Sua Idade, da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF), que estreia no Centro de Ensino Médio (CEM) 01 do Gama.


 


O projeto funciona como um bate-papo em formato de perguntas e respostas, no qual os estudantes poderão dialogar com convidados especiais. Nesta estreia, a partir das 9h15, a turma vai receber a professora Silvia Seabra, 80 anos, conhecida por sua trajetória em palestras sobre etarismo, envelhecimento e preparação para o futuro. Além da convidada principal, uma pessoa idosa da comunidade local, Maria da Conceição Boaventura, 76 anos, integrante do programa Viver 60+, coordenado pela Sejus-DF, também participará do encontro, compartilhando suas vivências e fortalecendo a troca de experiências com os jovens.


 


A proposta é itinerante: as próximas edições já têm confirmadas a presença da colunista Jane Godoy, 81 anos, e da jornalista e apresentadora de rádio e TV Mônica Nóbrega.Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, idealizadora do projeto, a iniciativa é uma oportunidade de transformar vidas por meio da troca de saberes.


 


Criamos o Eu Já Tive a Sua Idade para valorizar quem já viveu tanto e tem muito a ensinar, ao mesmo tempo em que fortalecemos a escuta dos jovens, que trazem suas visões de mundo e inquietações. Essa interação intergeracional é grandiosa, porque constrói pontes entre passado, presente e futuro, despertando respeito, aprendizado e empatia em todos os envolvidos”, destacou.


 


Com o Eu Já Tive a Sua Idade, a Sejus-DF reforça sua política de valorização da pessoa idosa e aposta na força do diálogo entre gerações como ferramenta de transformação social.


 


*Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania








Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/projeto-conecta-estudantes-a-pessoas-idosas-renomadas-do-df-secretaria-de-estado-de-educacao/?fsp_sid=179235
Share:

Projeto conecta estudantes a pessoas idosas renomadas do DF – Secretaria de Estado de Educação

 on  with No comments 
In  





‘Eu Já Tive a Sua Idade’ promove bate-papo entre jovens e personalidades do DF


Por Agência Brasília* | Edição: Fernando Jordão


 


 


Edição de estreia será no Centro de Ensino Médio (CEM) 01 do Gama | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília


 


Histórias de vida, experiências acumuladas e aprendizados que atravessam décadas vão ganhar espaço dentro das salas de aula do Distrito Federal (DF). A partir desta sexta-feira (22), estudantes do ensino médio da rede pública terão a oportunidade de dialogar diretamente com pessoas idosas que marcaram a trajetória cultural e social da capital. Essa é a proposta do projeto Eu Já Tive a Sua Idade, da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF), que estreia no Centro de Ensino Médio (CEM) 01 do Gama.


 


O projeto funciona como um bate-papo em formato de perguntas e respostas, no qual os estudantes poderão dialogar com convidados especiais. Nesta estreia, a partir das 9h15, a turma vai receber a professora Silvia Seabra, 80 anos, conhecida por sua trajetória em palestras sobre etarismo, envelhecimento e preparação para o futuro. Além da convidada principal, uma pessoa idosa da comunidade local, Maria da Conceição Boaventura, 76 anos, integrante do programa Viver 60+, coordenado pela Sejus-DF, também participará do encontro, compartilhando suas vivências e fortalecendo a troca de experiências com os jovens.


 


A proposta é itinerante: as próximas edições já têm confirmadas a presença da colunista Jane Godoy, 81 anos, e da jornalista e apresentadora de rádio e TV Mônica Nóbrega.Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, idealizadora do projeto, a iniciativa é uma oportunidade de transformar vidas por meio da troca de saberes.


 


Criamos o Eu Já Tive a Sua Idade para valorizar quem já viveu tanto e tem muito a ensinar, ao mesmo tempo em que fortalecemos a escuta dos jovens, que trazem suas visões de mundo e inquietações. Essa interação intergeracional é grandiosa, porque constrói pontes entre passado, presente e futuro, despertando respeito, aprendizado e empatia em todos os envolvidos”, destacou.


 


Com o Eu Já Tive a Sua Idade, a Sejus-DF reforça sua política de valorização da pessoa idosa e aposta na força do diálogo entre gerações como ferramenta de transformação social.


 


*Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania








Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/projeto-conecta-estudantes-a-pessoas-idosas-renomadas-do-df-secretaria-de-estado-de-educacao/?fsp_sid=179228
Share:

Apenas 1,5% dos adolescentes de 15 a 19 anos se vacinaram contra HPV

 on  with No comments 
In  




A campanha do Ministério da Saúde para vacinar adolescentes de 15 a 19 anos contra o HPV segue com baixa adesão. Desde fevereiro, pouco mais de 106 mil jovens receberam a dose, o que corresponde a 1,5% do público-alvo estimado em 7 milhões.


A iniciativa, que vai até dezembro, pretende alcançar quem perdeu a imunização oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) entre os 9 e 14 anos de idade.



O vírus do HPV é responsável por 99,7% dos casos de câncer do colo do útero, doença que pode ser evitada com vacinação, rastreamento e tratamento precoces. Para eliminar o câncer, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda coberturas vacinais acima de 90%. No Brasil, a taxa atual na faixa etária de 9 e 14 anos é de cerca de 77%.


“O desafio é grande porque esse público dificilmente procura os serviços de saúde para se vacinar. Por isso, estamos reforçando a vacinação em escolas e outras estratégias para alcançar essa população”, afirma Ana Catarina, coordenadora-geral de Incorporação Científica e Imunização da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente.



O que é o HPV?



  • A infecção por papilomavírus humano (HPV) é uma das mais incidentes.

  • Ela leva ao aparecimento de lesões na pele dos órgãos genitais de homens e mulheres.

  • A textura dessas alterações pode ser suave ou rugosa, com coloração que varia de acordo com o tom de pele.

  • Elas não causam dor, mas são contagiosas.

  • Os sintomas podem ser silenciosos e a melhor forma de prevenção do HPV é evitar o contágio e se vacinar.




Desinformação e mitos


A baixa adesão está ligada, em parte, à desinformação. Um estudo da Fundação Nacional do Câncer, apontou que até 37% dos adolescentes não sabem que a vacina previne o câncer do colo do útero e mais de 30% acreditam que ela poderia ser prejudicial à saúde. Entre pais e responsáveis, 22% achavam que a vacina poderia estimular o início precoce da vida sexual.


“A desinformação, sem dúvida nenhuma, tem um papel muito importante na hesitação vacinal. A hesitação não é só ser contra a vacina, mas também é ter dúvidas”, afirma a pediatra Isabella Ballalai, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

A pesquisa também revelou fragilidades entre profissionais de saúde. Um terço declarou não se sentir seguro para orientar sobre a vacinação e menos da metade se considera responsável por ações educativas.


Para Alberto Chebabo, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), parte da dificuldade está no fato de que os impactos do HPV nem sempre são visíveis. “Os tipos potencialmente cancerígenos podem ou não resultar em sintomas. Por isso, a vacinação é tão importante e quanto maior a proteção das vacinas, melhor”, afirma.


1 de 9

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer é um dos principais problemas de saúde pública no mundo e é uma das quatro principais causas de morte antes dos 70 anos em diversos países. Por ser um problema cada vez mais comum, o quanto antes for identificado, maiores serão as chances de recuperação

boonchai wedmakawand
2 de 9

Por isso, é importante estar atento aos sinais que o corpo dá. Apesar de alguns tumores não apresentarem sintomas, o câncer, muitas vezes, causa mudanças no organismo. Conheça alguns sinais que podem surgir na presença da doença

Phynart Studio/ Getty Images
3 de 9

A perda de peso sem nenhum motivo aparente pode ser um dos principais sintomas de diversos tipos de cânceres, tais como: no estômago, pulmão, pâncreas, etc.

Flashpop/ Getty Images
4 de 9

Mudanças persistentes na textura da pele, sem motivo aparente, também pode ser um alerta, especialmente se forem inchaços e caroços no seio, pescoço, virilha, testículos, axila e estômago

FG Trade/ Getty Images
5 de 9

A tosse persistente, apesar de ser um sintoma comum de diversas doenças, deve ser investigada caso continue por mais de quatro semanas. Se for acompanhada de falta de ar e de sangue, por exemplo, pode ser um indicativo da doença no pulmão

South_agency/ Getty Images
6 de 9

Outro sinal característico da existência de um câncer é a modificação do aspecto de pintas. Mudanças no tamanho, cor e formato também devem ser investigadas, especialmente se descamarem, sangrarem ou apresentarem líquido retido

Peter Dazeley/ Getty Images
7 de 9

A presença de sangue nas fezes ou na urina pode ser sinal de câncer nos rins, bexiga ou intestino. Além disso, dor e dificuldades na hora de urinar também devem ser investigados

RealPeopleGroup/ Getty Images
8 de 9

Dores sem motivo aparente e que durem mais de quatro semanas, de forma frequente ou intermitente, podem ser um sinal da existência de câncer. Isso porque alguns tumores podem pressionar ossos, nervos e outros órgãos, causando incômodos

ljubaphoto/ Getty Images
9 de 9

Azia forte, recorrente, que apresente dor e que, aparentemente, não passa, pode indicar vários tipos de doenças, como câncer de garganta ou estômago. Além disso, a dificuldade e a dor ao engolir também devem ser investigadas, pois podem ser sinal da doença no esôfago

DjelicS/ Getty Images

Risco de câncer e prevenção


De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer do colo do útero é o terceiro mais incidente entre mulheres brasileiras, atrás apenas do de mama e do de cólon e reto. A estimativa é de 17 mil novos diagnósticos por ano até o final de 2025. Em 2024, mais de 6,8 mil mulheres morreram da doença no país.


O HPV também pode provocar verrugas genitais e outros tipos de câncer, como os que afetam vagina, vulva, ânus, pênis e orofaringe. Por isso, especialistas reforçam que a vacinação de meninos também é essencial para proteger os próprios adolescentes e reduzir a circulação do vírus.


Em 2020, o Brasil se comprometeu com a OMS a eliminar o câncer do colo do útero nas próximas décadas. Enquanto países como Austrália e Escócia já registram avanços significativos nesse sentido, o desafio brasileiro é ampliar a cobertura vacinal entre os jovens.


Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/apenas-15-dos-adolescentes-de-15-a-19-anos-se-vacinaram-contra-hpv/?fsp_sid=179221
Share:

Apenas 1,5% dos adolescentes de 15 a 19 anos se vacinaram contra HPV

 on  with No comments 
In  




A campanha do Ministério da Saúde para vacinar adolescentes de 15 a 19 anos contra o HPV segue com baixa adesão. Desde fevereiro, pouco mais de 106 mil jovens receberam a dose, o que corresponde a 1,5% do público-alvo estimado em 7 milhões.


A iniciativa, que vai até dezembro, pretende alcançar quem perdeu a imunização oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) entre os 9 e 14 anos de idade.



O vírus do HPV é responsável por 99,7% dos casos de câncer do colo do útero, doença que pode ser evitada com vacinação, rastreamento e tratamento precoces. Para eliminar o câncer, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda coberturas vacinais acima de 90%. No Brasil, a taxa atual na faixa etária de 9 e 14 anos é de cerca de 77%.


“O desafio é grande porque esse público dificilmente procura os serviços de saúde para se vacinar. Por isso, estamos reforçando a vacinação em escolas e outras estratégias para alcançar essa população”, afirma Ana Catarina, coordenadora-geral de Incorporação Científica e Imunização da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente.



O que é o HPV?



  • A infecção por papilomavírus humano (HPV) é uma das mais incidentes.

  • Ela leva ao aparecimento de lesões na pele dos órgãos genitais de homens e mulheres.

  • A textura dessas alterações pode ser suave ou rugosa, com coloração que varia de acordo com o tom de pele.

  • Elas não causam dor, mas são contagiosas.

  • Os sintomas podem ser silenciosos e a melhor forma de prevenção do HPV é evitar o contágio e se vacinar.




Desinformação e mitos


A baixa adesão está ligada, em parte, à desinformação. Um estudo da Fundação Nacional do Câncer, apontou que até 37% dos adolescentes não sabem que a vacina previne o câncer do colo do útero e mais de 30% acreditam que ela poderia ser prejudicial à saúde. Entre pais e responsáveis, 22% achavam que a vacina poderia estimular o início precoce da vida sexual.


“A desinformação, sem dúvida nenhuma, tem um papel muito importante na hesitação vacinal. A hesitação não é só ser contra a vacina, mas também é ter dúvidas”, afirma a pediatra Isabella Ballalai, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

A pesquisa também revelou fragilidades entre profissionais de saúde. Um terço declarou não se sentir seguro para orientar sobre a vacinação e menos da metade se considera responsável por ações educativas.


Para Alberto Chebabo, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), parte da dificuldade está no fato de que os impactos do HPV nem sempre são visíveis. “Os tipos potencialmente cancerígenos podem ou não resultar em sintomas. Por isso, a vacinação é tão importante e quanto maior a proteção das vacinas, melhor”, afirma.


1 de 9

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer é um dos principais problemas de saúde pública no mundo e é uma das quatro principais causas de morte antes dos 70 anos em diversos países. Por ser um problema cada vez mais comum, o quanto antes for identificado, maiores serão as chances de recuperação

boonchai wedmakawand
2 de 9

Por isso, é importante estar atento aos sinais que o corpo dá. Apesar de alguns tumores não apresentarem sintomas, o câncer, muitas vezes, causa mudanças no organismo. Conheça alguns sinais que podem surgir na presença da doença

Phynart Studio/ Getty Images
3 de 9

A perda de peso sem nenhum motivo aparente pode ser um dos principais sintomas de diversos tipos de cânceres, tais como: no estômago, pulmão, pâncreas, etc.

Flashpop/ Getty Images
4 de 9

Mudanças persistentes na textura da pele, sem motivo aparente, também pode ser um alerta, especialmente se forem inchaços e caroços no seio, pescoço, virilha, testículos, axila e estômago

FG Trade/ Getty Images
5 de 9

A tosse persistente, apesar de ser um sintoma comum de diversas doenças, deve ser investigada caso continue por mais de quatro semanas. Se for acompanhada de falta de ar e de sangue, por exemplo, pode ser um indicativo da doença no pulmão

South_agency/ Getty Images
6 de 9

Outro sinal característico da existência de um câncer é a modificação do aspecto de pintas. Mudanças no tamanho, cor e formato também devem ser investigadas, especialmente se descamarem, sangrarem ou apresentarem líquido retido

Peter Dazeley/ Getty Images
7 de 9

A presença de sangue nas fezes ou na urina pode ser sinal de câncer nos rins, bexiga ou intestino. Além disso, dor e dificuldades na hora de urinar também devem ser investigados

RealPeopleGroup/ Getty Images
8 de 9

Dores sem motivo aparente e que durem mais de quatro semanas, de forma frequente ou intermitente, podem ser um sinal da existência de câncer. Isso porque alguns tumores podem pressionar ossos, nervos e outros órgãos, causando incômodos

ljubaphoto/ Getty Images
9 de 9

Azia forte, recorrente, que apresente dor e que, aparentemente, não passa, pode indicar vários tipos de doenças, como câncer de garganta ou estômago. Além disso, a dificuldade e a dor ao engolir também devem ser investigadas, pois podem ser sinal da doença no esôfago

DjelicS/ Getty Images

Risco de câncer e prevenção


De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer do colo do útero é o terceiro mais incidente entre mulheres brasileiras, atrás apenas do de mama e do de cólon e reto. A estimativa é de 17 mil novos diagnósticos por ano até o final de 2025. Em 2024, mais de 6,8 mil mulheres morreram da doença no país.


O HPV também pode provocar verrugas genitais e outros tipos de câncer, como os que afetam vagina, vulva, ânus, pênis e orofaringe. Por isso, especialistas reforçam que a vacinação de meninos também é essencial para proteger os próprios adolescentes e reduzir a circulação do vírus.


Em 2020, o Brasil se comprometeu com a OMS a eliminar o câncer do colo do útero nas próximas décadas. Enquanto países como Austrália e Escócia já registram avanços significativos nesse sentido, o desafio brasileiro é ampliar a cobertura vacinal entre os jovens.


Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/apenas-15-dos-adolescentes-de-15-a-19-anos-se-vacinaram-contra-hpv/?fsp_sid=179214
Share: