Sono Seguro é Cuidado com Amor

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Por Denise Oliveira.



Deputado Joaquim Roriz Neto destaca importância da Lei nº 7.722 na prevenção da Síndrome da Morte Súbita Infantil



Garantir que um bebê durma de forma segura é um gesto simples, mas que pode salvar vidas. A Lei nº 7.722, de autoria do deputado Joaquim Roriz Neto, orienta pais, familiares e cuidadores sobre a posição correta para recém-nascidos dormirem, ajudando a prevenir a Síndrome da Morte Súbita Infantil (SMSI).



A recomendação principal é que o bebê durma sempre de barriga para cima, em um berço firme, sem travesseiros, brinquedos ou objetos soltos que possam obstruir sua respiração. Esse cuidado reduz significativamente o risco da síndrome e contribui para noites mais tranquilas e seguras.



Para o deputado Joaquim Roriz Neto, essa é uma iniciativa que une ciência e amor:



“A informação é a maior ferramenta para proteger nossos pequenos. Se cada família souber e aplicar essas orientações, evitaremos perdas irreparáveis e garantiremos um início de vida mais seguro para nossas crianças.”




Compartilhar esse conhecimento é um ato de responsabilidade coletiva. Divulgue as orientações, converse com outros pais e cuidadores e ajude a proteger vidas desde os primeiros dias.



Sono seguro é cuidado com amor.







https://jornalismodigitaldf.com.br/sono-seguro-e-cuidado-com-amor/?fsp_sid=176096
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Sono Seguro é Cuidado com Amor

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Por Denise Oliveira.



Deputado Joaquim Roriz Neto destaca importância da Lei nº 7.722 na prevenção da Síndrome da Morte Súbita Infantil



Garantir que um bebê durma de forma segura é um gesto simples, mas que pode salvar vidas. A Lei nº 7.722, de autoria do deputado Joaquim Roriz Neto, orienta pais, familiares e cuidadores sobre a posição correta para recém-nascidos dormirem, ajudando a prevenir a Síndrome da Morte Súbita Infantil (SMSI).



A recomendação principal é que o bebê durma sempre de barriga para cima, em um berço firme, sem travesseiros, brinquedos ou objetos soltos que possam obstruir sua respiração. Esse cuidado reduz significativamente o risco da síndrome e contribui para noites mais tranquilas e seguras.



Para o deputado Joaquim Roriz Neto, essa é uma iniciativa que une ciência e amor:



“A informação é a maior ferramenta para proteger nossos pequenos. Se cada família souber e aplicar essas orientações, evitaremos perdas irreparáveis e garantiremos um início de vida mais seguro para nossas crianças.”




Compartilhar esse conhecimento é um ato de responsabilidade coletiva. Divulgue as orientações, converse com outros pais e cuidadores e ajude a proteger vidas desde os primeiros dias.



Sono seguro é cuidado com amor.







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Hermeto Celebra 33 Anos do Hospital Regional do Guará e Reafirma Compromisso com a Saúde Pública

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O deputado distrital Hermeto participou da celebração de 33 anos do Hospital Regional do Guará (HRGU), uma unidade de saúde de referência para a população. O evento foi uma oportunidade para o parlamentar reconhecer o trabalho incansável dos profissionais que atuam na linha de frente, dedicando suas vidas a cuidar de quem mais precisa.



Durante a celebração, Hermeto destacou a importância de investir na saúde pública e reafirmou seu compromisso com a melhoria dos serviços no Distrito Federal. O deputado anunciou a destinação de R$ 500 mil para a reforma da ala pediátrica do hospital, visando proporcionar um ambiente mais adequado e acolhedor para as crianças.



Além disso, Hermeto se comprometeu a enviar mais recursos para o HRGU, com o objetivo de fortalecer a infraestrutura e a capacidade de atendimento da unidade. A iniciativa reforça a parceria do deputado com a instituição e sua dedicação em garantir uma saúde pública de qualidade para a população do Guará e regiões vizinhas.







https://jornalismodigitaldf.com.br/hermeto-celebra-33-anos-do-hospital-regional-do-guara-e-reafirma-compromisso-com-a-saude-publica/?fsp_sid=176037
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Hermeto Celebra 33 Anos do Hospital Regional do Guará e Reafirma Compromisso com a Saúde Pública

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O deputado distrital Hermeto participou da celebração de 33 anos do Hospital Regional do Guará (HRGU), uma unidade de saúde de referência para a população. O evento foi uma oportunidade para o parlamentar reconhecer o trabalho incansável dos profissionais que atuam na linha de frente, dedicando suas vidas a cuidar de quem mais precisa.



Durante a celebração, Hermeto destacou a importância de investir na saúde pública e reafirmou seu compromisso com a melhoria dos serviços no Distrito Federal. O deputado anunciou a destinação de R$ 500 mil para a reforma da ala pediátrica do hospital, visando proporcionar um ambiente mais adequado e acolhedor para as crianças.



Além disso, Hermeto se comprometeu a enviar mais recursos para o HRGU, com o objetivo de fortalecer a infraestrutura e a capacidade de atendimento da unidade. A iniciativa reforça a parceria do deputado com a instituição e sua dedicação em garantir uma saúde pública de qualidade para a população do Guará e regiões vizinhas.







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Rôney Nemer: Uma História de Orgulho e Trabalho Pelo Sol Nascente/Pôr do Sol

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Em um momento de celebração pelo aniversário do Sol Nascente/Pôr do Sol, o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, compartilhou sua conexão pessoal e profissional com a mais nova região administrativa do Distrito Federal. Segundo Nemer, sua relação com a cidade precede a própria oficialização, destacando seu envolvimento em eventos cruciais para a sua fundação.



Com um tom de orgulho, Rôney Nemer ressaltou a importância de ter participado ativamente dos acontecimentos que moldaram o Sol Nascente/Pôr do Sol, contribuindo para sua estruturação e desenvolvimento. Sua declaração reforça o compromisso contínuo com a região.



O presidente do Brasília Ambiental também garantiu que o trabalho em prol da cidade não para por aqui. Ele se comprometeu a continuar atuando para que o Sol Nascente/Pôr do Sol se desenvolva de forma sustentável, unindo crescimento e preservação ambiental para garantir um futuro próspero para a comunidade local.







https://jornalismodigitaldf.com.br/roney-nemer-uma-historia-de-orgulho-e-trabalho-pelo-sol-nascente-por-do-sol/?fsp_sid=176018
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Rôney Nemer: Uma História de Orgulho e Trabalho Pelo Sol Nascente/Pôr do Sol

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Em um momento de celebração pelo aniversário do Sol Nascente/Pôr do Sol, o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, compartilhou sua conexão pessoal e profissional com a mais nova região administrativa do Distrito Federal. Segundo Nemer, sua relação com a cidade precede a própria oficialização, destacando seu envolvimento em eventos cruciais para a sua fundação.



Com um tom de orgulho, Rôney Nemer ressaltou a importância de ter participado ativamente dos acontecimentos que moldaram o Sol Nascente/Pôr do Sol, contribuindo para sua estruturação e desenvolvimento. Sua declaração reforça o compromisso contínuo com a região.



O presidente do Brasília Ambiental também garantiu que o trabalho em prol da cidade não para por aqui. Ele se comprometeu a continuar atuando para que o Sol Nascente/Pôr do Sol se desenvolva de forma sustentável, unindo crescimento e preservação ambiental para garantir um futuro próspero para a comunidade local.







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Protagonistas da Casa: Curso de Finanças Pessoais Empodera Mulheres na Cidade Estrutural

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A Administração Regional da Cidade Estrutural foi palco de uma celebração especial na última terça-feira, dia 12. As participantes do curso Protagonista da Casa receberam os certificados de conclusão do Módulo 2, um marco importante na jornada de empoderamento feminino e educação financeira oferecida pelo programa Direito Delas.



Nesta etapa do curso, o foco principal foi a organização de finanças pessoais. As alunas aprenderam a gerenciar melhor o orçamento doméstico, planejar gastos e, assim, tomar as rédeas da vida financeira e do lar. A iniciativa visa fornecer ferramentas práticas para que cada mulher se torne a protagonista de sua própria história, com autonomia e conhecimento.



O curso, no entanto, está longe de terminar. A turma ainda terá pela frente mais dois módulos, repletos de aprendizado e novas oportunidades. As organizadoras prometem surpresas e conteúdos que continuarão a transformar a vida das participantes.



Mulheres interessadas em participar e se tornar a protagonista da sua casa e da sua vida podem procurar a Administração Regional da Cidade Estrutural e se informar sobre o programa Direito Delas. A oportunidade é um convite para quem busca conhecimento e autonomia em diversas áreas da vida.







https://jornalismodigitaldf.com.br/protagonistas-da-casa-curso-de-financas-pessoais-empodera-mulheres-na-cidade-estrutural/?fsp_sid=175992
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Protagonistas da Casa: Curso de Finanças Pessoais Empodera Mulheres na Cidade Estrutural

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A Administração Regional da Cidade Estrutural foi palco de uma celebração especial na última terça-feira, dia 12. As participantes do curso Protagonista da Casa receberam os certificados de conclusão do Módulo 2, um marco importante na jornada de empoderamento feminino e educação financeira oferecida pelo programa Direito Delas.



Nesta etapa do curso, o foco principal foi a organização de finanças pessoais. As alunas aprenderam a gerenciar melhor o orçamento doméstico, planejar gastos e, assim, tomar as rédeas da vida financeira e do lar. A iniciativa visa fornecer ferramentas práticas para que cada mulher se torne a protagonista de sua própria história, com autonomia e conhecimento.



O curso, no entanto, está longe de terminar. A turma ainda terá pela frente mais dois módulos, repletos de aprendizado e novas oportunidades. As organizadoras prometem surpresas e conteúdos que continuarão a transformar a vida das participantes.



Mulheres interessadas em participar e se tornar a protagonista da sua casa e da sua vida podem procurar a Administração Regional da Cidade Estrutural e se informar sobre o programa Direito Delas. A oportunidade é um convite para quem busca conhecimento e autonomia em diversas áreas da vida.







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Rede pública do DF destaca-se na Olimpíada Brasileira de Astronomia 2025 – Secretaria de Estado de Educação

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Com 34 ouros, estudantes alcançam o melhor resultado da história da competição



Por Giordano Bazzo, Ascom/SEEDF


 


Rede pública do DF conquistou 87 medalhas, sendo 34 de ouro, 19 de prata e 34 de bronze | Foto: André Amendoeira, Ascom/SEEDF


 


Na premiação da 28ª edição da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), realizada em junho, a rede pública de ensino do Distrito Federal alcançou um feito inédito com 34 medalhas de ouro, quatro a mais que em 2024, e um total de 87 premiações em todas as edições da competição. O desempenho consagra alunos do ensino fundamental e médio com destaque nacional, e marca o melhor resultado das escolas públicas do DF.


 


Quadro de medalhas | Arte: Ascom/ SEEDF


 


 


Entre os medalhistas de ouro, o estudante da sala de recurso específica da Escola Classe (EC) 64 de Ceilândia, André Filipe Torres, de 17 anos, gabaritou a prova. “As olimpíadas são ótimas para desenvolver o interesse dos estudantes em novos assuntos, principalmente astronomia e astronáutica. É muito legal, e realmente ajuda no desenvolvimento do conhecimento“, comenta André.


 


Maria Luiza Corrêa, 16 anos, está no segundo ano e participa de olimpíadas científicas desde o ensino fundamental. Ela acumula medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), Olimpíada de Matemática (OMDF) e em edições anteriores da OBA. “Antes eu estudava mais de forma leve, depois comecei a frequentar a sala de recursos e a me dedicar mais“, conta Maria.


 


André Filipe Torres (à esquerda), Maria Luiza (centro), professor Marlon Silva e Christian Pereira (à direita) | Foto: André Amendoeira, Ascom/ SEEDF


 


O estudante Christian Pereira, de 17 anos, participa da OBA desde 2021. “As olimpíadas são um ótimo exercício mental e uma experiência enriquecedora todo ano“, afirma.


Sala de recurso específica

 


O professor Marlon Silva dos Santos tem 14 anos de experiência na sala de recursos específicos para alunos com Altas Habilidades, e coordena o trabalho com os estudantes. “É interessante observar essa criança com quatro ou cinco anos entrando no programa de Altas Habilidades e, ao sair aos 18, ver a trajetória de projetos, as participações nas olimpíadas, o crescimento que eles têm, isso não tem precedentes”, destaca Marlon.


 



Para o docente, as competições são fundamentais para o desenvolvimento dos estudantes. “As olimpíadas, os circuitos de ciências, os projetos, as apresentações são maneiras de eles mostrarem aquilo que sabem. E isso faz com que cresçam no conhecimento e coloquem em prática o que vão aprendendo”.


Escola que inspira

 


A EC 64 de Ceilândia lidera o ranking de medalhas na competição com 13 premiações: sete de ouro, quatro de prata e duas de bronze. O resultado coloca a unidade como referência no ensino de astronomia na rede pública de ensino do Distrito Federal.


 


A professora Carla Cíntia Oliveira atua há 20 anos na sala de recursos para Altas Habilidades. “Em 2005, quando iniciei, as olimpíadas ainda eram pouco divulgadas entre as salas, até que o professor Benilto decidiu inscrever os alunos e disse: ‘Nossa, a gente está com esses alunos aqui da Ceilândia; a maioria não acredita no próprio potencial. Temos que fazer alguma coisa para incentivar esses meninos, para que vejam que são capazes“, lembra.


 


A estratégia funcionou, e o projeto cresceu com alunos dispostos e interessados em aprender. “Você vê que eles participam porque gostam, não é algo que a gente impõe. Aqui oferecemos essa oportunidade, e eles começam a participar desde pequenos. A partir daí, mesmo quando chegam à adolescência, já passam a ter outra visão“, explica a professora.


 




 


 








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https://jornalismodigitaldf.com.br/rede-publica-do-df-destaca-se-na-olimpiada-brasileira-de-astronomia-2025-secretaria-de-estado-de-educacao/?fsp_sid=175966
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Com 34 ouros, estudantes alcançam o melhor resultado da história da competição



Por Giordano Bazzo, Ascom/SEEDF


 


Rede pública do DF conquistou 87 medalhas, sendo 34 de ouro, 19 de prata e 34 de bronze | Foto: André Amendoeira, Ascom/SEEDF


 


Na premiação da 28ª edição da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), realizada em junho, a rede pública de ensino do Distrito Federal alcançou um feito inédito com 34 medalhas de ouro, quatro a mais que em 2024, e um total de 87 premiações em todas as edições da competição. O desempenho consagra alunos do ensino fundamental e médio com destaque nacional, e marca o melhor resultado das escolas públicas do DF.


 


Quadro de medalhas | Arte: Ascom/ SEEDF


 


 


Entre os medalhistas de ouro, o estudante da sala de recurso específica da Escola Classe (EC) 64 de Ceilândia, André Filipe Torres, de 17 anos, gabaritou a prova. “As olimpíadas são ótimas para desenvolver o interesse dos estudantes em novos assuntos, principalmente astronomia e astronáutica. É muito legal, e realmente ajuda no desenvolvimento do conhecimento“, comenta André.


 


Maria Luiza Corrêa, 16 anos, está no segundo ano e participa de olimpíadas científicas desde o ensino fundamental. Ela acumula medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), Olimpíada de Matemática (OMDF) e em edições anteriores da OBA. “Antes eu estudava mais de forma leve, depois comecei a frequentar a sala de recursos e a me dedicar mais“, conta Maria.


 


André Filipe Torres (à esquerda), Maria Luiza (centro), professor Marlon Silva e Christian Pereira (à direita) | Foto: André Amendoeira, Ascom/ SEEDF


 


O estudante Christian Pereira, de 17 anos, participa da OBA desde 2021. “As olimpíadas são um ótimo exercício mental e uma experiência enriquecedora todo ano“, afirma.


Sala de recurso específica

 


O professor Marlon Silva dos Santos tem 14 anos de experiência na sala de recursos específicos para alunos com Altas Habilidades, e coordena o trabalho com os estudantes. “É interessante observar essa criança com quatro ou cinco anos entrando no programa de Altas Habilidades e, ao sair aos 18, ver a trajetória de projetos, as participações nas olimpíadas, o crescimento que eles têm, isso não tem precedentes”, destaca Marlon.


 



Para o docente, as competições são fundamentais para o desenvolvimento dos estudantes. “As olimpíadas, os circuitos de ciências, os projetos, as apresentações são maneiras de eles mostrarem aquilo que sabem. E isso faz com que cresçam no conhecimento e coloquem em prática o que vão aprendendo”.


Escola que inspira

 


A EC 64 de Ceilândia lidera o ranking de medalhas na competição com 13 premiações: sete de ouro, quatro de prata e duas de bronze. O resultado coloca a unidade como referência no ensino de astronomia na rede pública de ensino do Distrito Federal.


 


A professora Carla Cíntia Oliveira atua há 20 anos na sala de recursos para Altas Habilidades. “Em 2005, quando iniciei, as olimpíadas ainda eram pouco divulgadas entre as salas, até que o professor Benilto decidiu inscrever os alunos e disse: ‘Nossa, a gente está com esses alunos aqui da Ceilândia; a maioria não acredita no próprio potencial. Temos que fazer alguma coisa para incentivar esses meninos, para que vejam que são capazes“, lembra.


 


A estratégia funcionou, e o projeto cresceu com alunos dispostos e interessados em aprender. “Você vê que eles participam porque gostam, não é algo que a gente impõe. Aqui oferecemos essa oportunidade, e eles começam a participar desde pequenos. A partir daí, mesmo quando chegam à adolescência, já passam a ter outra visão“, explica a professora.


 




 


 








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De diarreia a verme: barata pode transmitir mais de 7 tipos de doenças

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Baratas não são apenas insetos indesejados — elas representam um risco concreto à saúde. Os artrópodes podem carregar mais de um milhão de bactérias no corpo e transmitir diversos agentes causadores de doenças graves.


As espécies mais comuns no Brasil são a Periplaneta americana, maior e marrom-avermelhada, encontrada em esgotos e áreas úmidas, e a Blattella germanica, menor e marrom clara, frequentemente encontrada em cozinhas e conhecida como paulistinha.


Segundo Rodrigo Gurgel, professor de Parasitologia e Entomologia Médica da Universidade de Brasília (UnB), a Periplaneta americana apresenta maior potencial de transmissão de doenças por frequentar mais ambientes contaminados e ter alta carga bacteriana no intestino.



Leia também



As baratas entram em contato com agentes patogênicos ao circular por lixo, esgoto, fezes e resíduos hospitalares. Bactérias, vírus, fungos, protozoários e ovos de vermes aderem ao corpo do inseto ou são ingeridos e eliminados nas fezes ou regurgitados durante a alimentação, contaminando alimentos e superfícies.


“Elas são vetores mecânicos: não multiplicam os microrganismos no corpo, apenas os carregam e depositam onde passam”, explica Gurgel. Além disso, já foi comprovada a transmissão de bactérias entre baratas pelas fezes.

A infectologista Joana D’Arc ressalta que a maioria das doenças transmitidas por baratas são gastroenterites, mas também há risco de alergias e agravamento de doenças respiratórias. Em ambientes infestados, pessoas alérgicas podem ter crises de rinite, sinusite, bronquite e asma, enquanto idosos, crianças e imunossuprimidos têm maior probabilidade de complicações.



Principais doenças associadas a baratas



  • Salmonelose e febre tifóide: infecções bacterianas causadas por Salmonella spp., com diarreia, febre e risco de complicações graves.

  • Diarreias: provocadas por Escherichia coli e Shigella spp., causam diarreia intensa, febre e dor abdominal, podendo levar à desidratação.

  • Hepatite A: vírus que atinge o fígado, causando icterícia (amarelamento dos olhos e da pele), fadiga e náuseas.

  • Rotavirose: virose comum em crianças, caracterizada por diarreia aquosa e vômitos.

  • Candidíase: infecção fúngica por Candida spp., que pode atingir boca, pele e trato genital.

  • Amebíase e giardíase: protozoários (Entamoeba histolytica e Giardia lamblia) que causam diarreia, dor abdominal e perda de peso.

  • Verminoses: como ascaridíase (Ascaris lumbricoides), tricuríase (Trichuris trichiura), ancilostomíase (Ancylostoma spp.) e teníase (Taenia spp.), que afetam o intestino e a absorção de nutrientes.



Além do risco infeccioso, a simples presença desses insetos pode indicar problemas de saneamento e higiene. Segundo os especialistas, a infestação de baratas já foi associada a surtos de hepatite A, diarreia e alergias.


Ela reforça que, embora a pele seja uma barreira natural, a ingestão é a principal via de infecção. Em áreas urbanas, onde há maior concentração de lixo e restos de comida, o risco de infestação e transmissão aumenta consideravelmente.


“O perigo maior é a contaminação de alimentos: ao ingerir algo por onde a barata passou, a pessoa se expõe a microrganismos e substâncias tóxicas”, alerta Joana.

2 imagensA Blattella germanica é uma barata menor e marrom clara,  constantemente encontrada em cozinhasFechar modal.1 de 2

Periplaneta americana: Uma das baratas mais perigosas, tem cor característica marrom-avermelhada

Jivko Nakev / Getty Images2 de 2

A Blattella germanica é uma barata menor e marrom clara, constantemente encontrada em cozinhas

Tomasz Klejdysz / Getty Images.

Para reduzir o risco, é importante adotar hábitos simples, como: manter a casa limpa, evitar acúmulo de lixo e restos de comida, guardar os alimentos em recipientes fechados e inspecionar ralos e frestas por onde as baratas possam entrar.


Quem tem medo do inseto pode se proteger reforçando barreiras físicas — como telas e vedação de portas — e optando por dedetizações preventivas. Além de afastar o desconforto de encontrar uma barata, essas ações diminuem a chance de contato com microrganismos perigosos.


Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!






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https://jornalismodigitaldf.com.br/de-diarreia-a-verme-barata-pode-transmitir-mais-de-7-tipos-de-doencas/?fsp_sid=175953
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De diarreia a verme: barata pode transmitir mais de 7 tipos de doenças

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Baratas não são apenas insetos indesejados — elas representam um risco concreto à saúde. Os artrópodes podem carregar mais de um milhão de bactérias no corpo e transmitir diversos agentes causadores de doenças graves.


As espécies mais comuns no Brasil são a Periplaneta americana, maior e marrom-avermelhada, encontrada em esgotos e áreas úmidas, e a Blattella germanica, menor e marrom clara, frequentemente encontrada em cozinhas e conhecida como paulistinha.


Segundo Rodrigo Gurgel, professor de Parasitologia e Entomologia Médica da Universidade de Brasília (UnB), a Periplaneta americana apresenta maior potencial de transmissão de doenças por frequentar mais ambientes contaminados e ter alta carga bacteriana no intestino.



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As baratas entram em contato com agentes patogênicos ao circular por lixo, esgoto, fezes e resíduos hospitalares. Bactérias, vírus, fungos, protozoários e ovos de vermes aderem ao corpo do inseto ou são ingeridos e eliminados nas fezes ou regurgitados durante a alimentação, contaminando alimentos e superfícies.


“Elas são vetores mecânicos: não multiplicam os microrganismos no corpo, apenas os carregam e depositam onde passam”, explica Gurgel. Além disso, já foi comprovada a transmissão de bactérias entre baratas pelas fezes.

A infectologista Joana D’Arc ressalta que a maioria das doenças transmitidas por baratas são gastroenterites, mas também há risco de alergias e agravamento de doenças respiratórias. Em ambientes infestados, pessoas alérgicas podem ter crises de rinite, sinusite, bronquite e asma, enquanto idosos, crianças e imunossuprimidos têm maior probabilidade de complicações.



Principais doenças associadas a baratas



  • Salmonelose e febre tifóide: infecções bacterianas causadas por Salmonella spp., com diarreia, febre e risco de complicações graves.

  • Diarreias: provocadas por Escherichia coli e Shigella spp., causam diarreia intensa, febre e dor abdominal, podendo levar à desidratação.

  • Hepatite A: vírus que atinge o fígado, causando icterícia (amarelamento dos olhos e da pele), fadiga e náuseas.

  • Rotavirose: virose comum em crianças, caracterizada por diarreia aquosa e vômitos.

  • Candidíase: infecção fúngica por Candida spp., que pode atingir boca, pele e trato genital.

  • Amebíase e giardíase: protozoários (Entamoeba histolytica e Giardia lamblia) que causam diarreia, dor abdominal e perda de peso.

  • Verminoses: como ascaridíase (Ascaris lumbricoides), tricuríase (Trichuris trichiura), ancilostomíase (Ancylostoma spp.) e teníase (Taenia spp.), que afetam o intestino e a absorção de nutrientes.



Além do risco infeccioso, a simples presença desses insetos pode indicar problemas de saneamento e higiene. Segundo os especialistas, a infestação de baratas já foi associada a surtos de hepatite A, diarreia e alergias.


Ela reforça que, embora a pele seja uma barreira natural, a ingestão é a principal via de infecção. Em áreas urbanas, onde há maior concentração de lixo e restos de comida, o risco de infestação e transmissão aumenta consideravelmente.


“O perigo maior é a contaminação de alimentos: ao ingerir algo por onde a barata passou, a pessoa se expõe a microrganismos e substâncias tóxicas”, alerta Joana.

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Periplaneta americana: Uma das baratas mais perigosas, tem cor característica marrom-avermelhada

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A Blattella germanica é uma barata menor e marrom clara, constantemente encontrada em cozinhas

Tomasz Klejdysz / Getty Images.

Para reduzir o risco, é importante adotar hábitos simples, como: manter a casa limpa, evitar acúmulo de lixo e restos de comida, guardar os alimentos em recipientes fechados e inspecionar ralos e frestas por onde as baratas possam entrar.


Quem tem medo do inseto pode se proteger reforçando barreiras físicas — como telas e vedação de portas — e optando por dedetizações preventivas. Além de afastar o desconforto de encontrar uma barata, essas ações diminuem a chance de contato com microrganismos perigosos.


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