Brasil vive alta nos casos de hepatite A após uma década de queda

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O Brasil voltou a registrar um preocupante aumento nos casos de hepatite A, após dez anos de queda, segundo o Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais divulgado em julho pelo Ministério da Saúde. A taxa nacional de incidência da doença subiu 54,5% de 2023 para 2024, passando de uma média de 1,1 para 1,7 caso a cada 100 mil habitantes, conforme dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).


Historicamente, o problema se concentrava nas regiões Norte e Nordeste (com 24,5% e 29,2% dos casos acumulados, respectivamente). Contudo, o levantamento aponta um novo padrão, com surtos em grandes cidades, que até então eram menos afetadas. Isso se deu principalmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Essa última foi a que apresentou a maior variação proporcional, com um crescimento de 350% em apenas um ano.


As capitais dessas regiões lideram o ranking. Curitiba é o caso mais extremo, com 31,3 casos a cada 100 mil habitantes – quase 20 vezes acima da média nacional. Tal discrepância entre a incidência no país e nas capitais sugere que o surto recente é urbano, e pode estar relacionado a densidade populacional e desigualdades no acesso a saneamento básico e vacinação.



Ameaça silenciosa


Causada pelo vírus da hepatite A (VHA), a doença é transmitida principalmente por via fecal-oral, ou seja, pela ingestão de alimentos ou água contaminados. Por isso, está associada a fatores como sistema de esgoto precário, higiene pessoal deficiente e consumo de água não potável ou de alimentos mal-higienizados.


A infecção também pode se dar por meio do sexo anal. Daí porque campanhas de imunização do Sistema Único de Saúde (SUS) em São Paulo e no Distrito Federal, por exemplo, passaram a se direcionar a públicos específicos, como homens cisgênero homoafetivos.


“Esse vírus tem um período de incubação que varia de 15 a 50 dias. Então, é possível que muitos indivíduos sequer saibam que estão contaminados e transmitam a infecção para seus parceiros”, alerta o infectologista David Salomão Lewi, do Einstein Hospital Israelita.

Quando se manifestam, os sintomas típicos incluem fadiga, febre, mal-estar, enjoo, dor abdominal e icterícia (amarelamento das mucosas, urina escura e fezes brancas). Em casos mais graves, ainda é possível que o quadro evolua para uma insuficiência hepática aguda.


“Geralmente, a hepatite A se apresenta na infância como uma infecção benigna e autolimitada. Mas, na idade adulta, ela costuma aparecer de maneira mais complexa, com maior risco de se tornar uma hepatite fulminante, que pode exigir transplante hepático e oferecer risco de vida”, explica o infectologista e hepatologista Thor Dantas, professor da Universidade Federal do Acre (UFAC) e membro da Sociedade Brasileira de Hepatologia.


E são justamente os mais velhos que a doença tem mais afetado. O boletim do Ministério da Saúde aponta que, em 2014, a incidência de hepatite A entre jovens de 20 a 29 anos era de dois casos por 100 mil habitantes; dez anos depois, esse número subiu para quatro casos a cada 100 mil. Essa mesma tendência pode ser vista na faixa de 30 a 39 anos, que apresentava um caso a cada 100 mil em 2014 e passou para quase quatro casos por 100 mil em 2024.


Na contramão, tanto entre crianças menores de 5 anos quanto entre aquelas na faixa dos 5 aos 9 anos houve uma redução de 99,9% na incidência de hepatite A nesses dez anos. Isso se deve principalmente ao começo da vacinação contra a doença no SUS, em 2014.


1 de 15

A hepatite é a inflamação do fígado. Ela pode ser causada por vírus, bactérias, uso excessivo de medicamentos ou consumo de bebida alcoólica. Existem cinco tipos de hepatite: A, B, C, D e E. No entanto, no Brasil, os tipos A, B e C são os mais comuns

Getty Images
2 de 15

A hepatite A é causada por um vírus que pode ser transmitido pelo ato sexual ou pelo consumo de água e alimentos contaminados. O diagnóstico é feito por meio de exames clínicos e laboratoriais

TEK IMAGE/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images
3 de 15

Não há tratamento específico para a hepatite A, por isso, deve-se evitar a automedicação. Apesar disso, existe vacina eficaz contra a doença. Entre os principais sintomas dessa tipagem estão: náusea sem motivo aparente, febre baixa, perda de apetite, dor abdominal e fadiga

Glasshouse Images/ Getty Images
4 de 15

A hepatite B também é causada por um vírus e pode ser transmitida por compartilhamento de objetos pessoais, ao realizar tatuagens e procedimentos cirúrgicos sem a devida higiene, durante relação sexual, entre outros. Entre os principais sintomas estão: amarelamento dos olhos, dor abdominal e urina escura

Jeffrey Coolidge/ Getty Images
5 de 15

Já na hepatite B, o fígado pode apresentar um quadro de inflamação persistente e há risco de a doença evoluir para cirrose hepática. Ela pode ser identificada através de exames laboratoriais. Na maioria dos casos, pode ser tratada com medicamentos antivirais que impedem a multiplicação do vírus e retardam ou melhoram a evolução da doença

KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images
6 de 15

A hepatite C, também causada por vírus, tem meio de transmissão semelhante a hepatite B. Contudo, a hepatite C tem cura em mais de 95% dos casos e há tratamento disponível com medicamentos por via oral. Entre os sintomas estão fadiga, perda do apetite, náuseas, amarelamento dos olhos ou pele

MediaProduction/ Getty Images
7 de 15

A hepatite D, também conhecida como hepatite Delta, é causada pelo vírus HDV (Vírus RNA, que precisa do vírus causador da hepatite B para que a infecção ocorra). Está presente no sangue e secreções e pode ser transmitido assim como no caso das hepatites B e C

Luis Alvarez/ Getty Images
8 de 15

A hepatite D pode causar dores abdominais, cansaço e náuseas. O diagnóstico da doença deve ser feito através de exames clínicos e epidemiológicos

boonchai wedmakawand/ Getty Images
9 de 15

A hepatite E, causada pela vírus VHE, é transmitida por via fecal-oral, ou seja, pelo consumo de água ou alimentos contaminados. Na maioria dos casos, essa versão da doença tem cura. Os sintomas incluem falta de apetite, náuseas e amarelamento da pele. Em casos raros, a doença pode progredir para insuficiência hepática aguda

Ekaterina Smirnova/ Getty Images
10 de 15

Independentemente da vacina, indicada para todos os casos, algumas recomendações são fundamentais para a prevenção das hepatites virais. São elas: lavar as mãos após a utilização de sanitários, lavar alimentos com água tratada, clorada ou fervida, cozinhar bem os alimentos e não tomar banho em água não tratada ou próxima a esgotos

Solskin/ Getty Images
11 de 15

Além disso, utilizar preservativos, não compartilhar seringas ou materiais de uso pessoal e certificar-se de que protocolos de biossegurança são cumpridos antes de submeter-se a tatuagens, piercings, tratamentos odontológicos e procedimentos cirúrgicos pode ajudar a evitar a doença

Aja Koska/ Getty Images
12 de 15

Além dessas, existe ainda a hepatite alcoólica, causada pelo consumo abusivo e prolongado de álcool. A hepatite medicamentosa, que causa inflamação no fígado após uso indiscriminado de medicamentos, e a Esteato-hepatite, por exemplo, que surge devido ao acúmulo de gordura no fígado

SEBASTIAN KAULITZKI/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images
13 de 15

Em casos mais leves, a doença pode desaparecer sozinha. Mas em certas tipagens é necessário o uso de medicamentos antivirais ou outros cuidados específicos

OsakaWayne Studios/ Getty Images
14 de 15

Recentemente, diversas crianças com idades entre um mês e 16 anos foram diagnosticadas com hepatite aguda em países da Europa e nos EUA. A gravidade da doença levou 17 crianças a passarem por transplantes de fígado e uma delas morreu

Pixabay
15 de 15

Os misteriosos casos de inflamação grave do fígado ainda não têm causa definida, mas evidências apontam para a infecção pelo adenovírus 41F

fotograzia/ Getty Images

 Tem tratamento para hepatite A?


Não existe um antiviral específico para tratar a hepatite A. “Os cuidados nesses casos são sintomáticos, ou seja, se o paciente tem náusea, é dado um antiemético; se apresenta dor abdominal, recomenda-se um analgésico”, destaca Lewi.


“No geral, o mais indicado para ajudar na recuperação é o repouso relativo — a pessoa não precisa ficar deitada o tempo todo, mas deve evitar esforço desnecessário, como fazer exercício físico, e manter uma dieta balanceada, sem excesso de gordura ou açúcar”, explica.


Também pode ser recomendado o isolamento de contato do indivíduo infectado. Dessa forma, enquanto estiver se recuperando da infecção, é importante que não compartilhe itens de higiene pessoal, como escova de dente, aparelho de barbear e toalha. Não é necessário um isolamento respiratório.


“O fígado possui uma grande capacidade de recuperação, assim, o tratamento da hepatite A é considerado de suporte. A exceção é para os pacientes que evoluíram para uma hepatite fulminante”, observa Dantas. “Nesses casos, como ocorre uma destruição massiva do órgão, essas pessoas precisam ser internadas em centros especializados para a condução de terapias intensivas e acompanhamento médico próximo”.


Além das melhorias no saneamento básico, o principal método preventivo contra a hepatite é a vacina. Desenvolvida a partir do vírus VHA inativo, ela é altamente eficaz, com efeito duradouro e perene, o que significa que não exige doses de reforço ao longo da vida.


Para quem não sabe se foi imunizado, é possível fazer um exame sorológico, que verifica a presença de anticorpos. Se eles não forem encontrados, é indicado se vacinar. Nos postos de saúde do SUS, o imunizante é distribuído gratuitamente para crianças de 12 meses até 5 anos incompletos (4 anos, 11 meses e 29 dias). A aplicação está prevista no calendário de vacinação infantil aos 15 meses.


Além disso, a rede pública oferece a vacina em um esquema de duas doses, com intervalo mínimo de seis meses, para crianças, adolescentes e adultos com hepatopatias crônicas ou outras condições que levem à imunodepressão, como a infecção pelo HIV.


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O Brasil voltou a registrar um preocupante aumento nos casos de hepatite A, após dez anos de queda, segundo o Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais divulgado em julho pelo Ministério da Saúde. A taxa nacional de incidência da doença subiu 54,5% de 2023 para 2024, passando de uma média de 1,1 para 1,7 caso a cada 100 mil habitantes, conforme dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).


Historicamente, o problema se concentrava nas regiões Norte e Nordeste (com 24,5% e 29,2% dos casos acumulados, respectivamente). Contudo, o levantamento aponta um novo padrão, com surtos em grandes cidades, que até então eram menos afetadas. Isso se deu principalmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Essa última foi a que apresentou a maior variação proporcional, com um crescimento de 350% em apenas um ano.


As capitais dessas regiões lideram o ranking. Curitiba é o caso mais extremo, com 31,3 casos a cada 100 mil habitantes – quase 20 vezes acima da média nacional. Tal discrepância entre a incidência no país e nas capitais sugere que o surto recente é urbano, e pode estar relacionado a densidade populacional e desigualdades no acesso a saneamento básico e vacinação.



Ameaça silenciosa


Causada pelo vírus da hepatite A (VHA), a doença é transmitida principalmente por via fecal-oral, ou seja, pela ingestão de alimentos ou água contaminados. Por isso, está associada a fatores como sistema de esgoto precário, higiene pessoal deficiente e consumo de água não potável ou de alimentos mal-higienizados.


A infecção também pode se dar por meio do sexo anal. Daí porque campanhas de imunização do Sistema Único de Saúde (SUS) em São Paulo e no Distrito Federal, por exemplo, passaram a se direcionar a públicos específicos, como homens cisgênero homoafetivos.


“Esse vírus tem um período de incubação que varia de 15 a 50 dias. Então, é possível que muitos indivíduos sequer saibam que estão contaminados e transmitam a infecção para seus parceiros”, alerta o infectologista David Salomão Lewi, do Einstein Hospital Israelita.

Quando se manifestam, os sintomas típicos incluem fadiga, febre, mal-estar, enjoo, dor abdominal e icterícia (amarelamento das mucosas, urina escura e fezes brancas). Em casos mais graves, ainda é possível que o quadro evolua para uma insuficiência hepática aguda.


“Geralmente, a hepatite A se apresenta na infância como uma infecção benigna e autolimitada. Mas, na idade adulta, ela costuma aparecer de maneira mais complexa, com maior risco de se tornar uma hepatite fulminante, que pode exigir transplante hepático e oferecer risco de vida”, explica o infectologista e hepatologista Thor Dantas, professor da Universidade Federal do Acre (UFAC) e membro da Sociedade Brasileira de Hepatologia.


E são justamente os mais velhos que a doença tem mais afetado. O boletim do Ministério da Saúde aponta que, em 2014, a incidência de hepatite A entre jovens de 20 a 29 anos era de dois casos por 100 mil habitantes; dez anos depois, esse número subiu para quatro casos a cada 100 mil. Essa mesma tendência pode ser vista na faixa de 30 a 39 anos, que apresentava um caso a cada 100 mil em 2014 e passou para quase quatro casos por 100 mil em 2024.


Na contramão, tanto entre crianças menores de 5 anos quanto entre aquelas na faixa dos 5 aos 9 anos houve uma redução de 99,9% na incidência de hepatite A nesses dez anos. Isso se deve principalmente ao começo da vacinação contra a doença no SUS, em 2014.


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A hepatite é a inflamação do fígado. Ela pode ser causada por vírus, bactérias, uso excessivo de medicamentos ou consumo de bebida alcoólica. Existem cinco tipos de hepatite: A, B, C, D e E. No entanto, no Brasil, os tipos A, B e C são os mais comuns

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A hepatite A é causada por um vírus que pode ser transmitido pelo ato sexual ou pelo consumo de água e alimentos contaminados. O diagnóstico é feito por meio de exames clínicos e laboratoriais

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Não há tratamento específico para a hepatite A, por isso, deve-se evitar a automedicação. Apesar disso, existe vacina eficaz contra a doença. Entre os principais sintomas dessa tipagem estão: náusea sem motivo aparente, febre baixa, perda de apetite, dor abdominal e fadiga

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A hepatite B também é causada por um vírus e pode ser transmitida por compartilhamento de objetos pessoais, ao realizar tatuagens e procedimentos cirúrgicos sem a devida higiene, durante relação sexual, entre outros. Entre os principais sintomas estão: amarelamento dos olhos, dor abdominal e urina escura

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Já na hepatite B, o fígado pode apresentar um quadro de inflamação persistente e há risco de a doença evoluir para cirrose hepática. Ela pode ser identificada através de exames laboratoriais. Na maioria dos casos, pode ser tratada com medicamentos antivirais que impedem a multiplicação do vírus e retardam ou melhoram a evolução da doença

KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images
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A hepatite C, também causada por vírus, tem meio de transmissão semelhante a hepatite B. Contudo, a hepatite C tem cura em mais de 95% dos casos e há tratamento disponível com medicamentos por via oral. Entre os sintomas estão fadiga, perda do apetite, náuseas, amarelamento dos olhos ou pele

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A hepatite D, também conhecida como hepatite Delta, é causada pelo vírus HDV (Vírus RNA, que precisa do vírus causador da hepatite B para que a infecção ocorra). Está presente no sangue e secreções e pode ser transmitido assim como no caso das hepatites B e C

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A hepatite D pode causar dores abdominais, cansaço e náuseas. O diagnóstico da doença deve ser feito através de exames clínicos e epidemiológicos

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A hepatite E, causada pela vírus VHE, é transmitida por via fecal-oral, ou seja, pelo consumo de água ou alimentos contaminados. Na maioria dos casos, essa versão da doença tem cura. Os sintomas incluem falta de apetite, náuseas e amarelamento da pele. Em casos raros, a doença pode progredir para insuficiência hepática aguda

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10 de 15

Independentemente da vacina, indicada para todos os casos, algumas recomendações são fundamentais para a prevenção das hepatites virais. São elas: lavar as mãos após a utilização de sanitários, lavar alimentos com água tratada, clorada ou fervida, cozinhar bem os alimentos e não tomar banho em água não tratada ou próxima a esgotos

Solskin/ Getty Images
11 de 15

Além disso, utilizar preservativos, não compartilhar seringas ou materiais de uso pessoal e certificar-se de que protocolos de biossegurança são cumpridos antes de submeter-se a tatuagens, piercings, tratamentos odontológicos e procedimentos cirúrgicos pode ajudar a evitar a doença

Aja Koska/ Getty Images
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Além dessas, existe ainda a hepatite alcoólica, causada pelo consumo abusivo e prolongado de álcool. A hepatite medicamentosa, que causa inflamação no fígado após uso indiscriminado de medicamentos, e a Esteato-hepatite, por exemplo, que surge devido ao acúmulo de gordura no fígado

SEBASTIAN KAULITZKI/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images
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Em casos mais leves, a doença pode desaparecer sozinha. Mas em certas tipagens é necessário o uso de medicamentos antivirais ou outros cuidados específicos

OsakaWayne Studios/ Getty Images
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Recentemente, diversas crianças com idades entre um mês e 16 anos foram diagnosticadas com hepatite aguda em países da Europa e nos EUA. A gravidade da doença levou 17 crianças a passarem por transplantes de fígado e uma delas morreu

Pixabay
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Os misteriosos casos de inflamação grave do fígado ainda não têm causa definida, mas evidências apontam para a infecção pelo adenovírus 41F

fotograzia/ Getty Images

 Tem tratamento para hepatite A?


Não existe um antiviral específico para tratar a hepatite A. “Os cuidados nesses casos são sintomáticos, ou seja, se o paciente tem náusea, é dado um antiemético; se apresenta dor abdominal, recomenda-se um analgésico”, destaca Lewi.


“No geral, o mais indicado para ajudar na recuperação é o repouso relativo — a pessoa não precisa ficar deitada o tempo todo, mas deve evitar esforço desnecessário, como fazer exercício físico, e manter uma dieta balanceada, sem excesso de gordura ou açúcar”, explica.


Também pode ser recomendado o isolamento de contato do indivíduo infectado. Dessa forma, enquanto estiver se recuperando da infecção, é importante que não compartilhe itens de higiene pessoal, como escova de dente, aparelho de barbear e toalha. Não é necessário um isolamento respiratório.


“O fígado possui uma grande capacidade de recuperação, assim, o tratamento da hepatite A é considerado de suporte. A exceção é para os pacientes que evoluíram para uma hepatite fulminante”, observa Dantas. “Nesses casos, como ocorre uma destruição massiva do órgão, essas pessoas precisam ser internadas em centros especializados para a condução de terapias intensivas e acompanhamento médico próximo”.


Além das melhorias no saneamento básico, o principal método preventivo contra a hepatite é a vacina. Desenvolvida a partir do vírus VHA inativo, ela é altamente eficaz, com efeito duradouro e perene, o que significa que não exige doses de reforço ao longo da vida.


Para quem não sabe se foi imunizado, é possível fazer um exame sorológico, que verifica a presença de anticorpos. Se eles não forem encontrados, é indicado se vacinar. Nos postos de saúde do SUS, o imunizante é distribuído gratuitamente para crianças de 12 meses até 5 anos incompletos (4 anos, 11 meses e 29 dias). A aplicação está prevista no calendário de vacinação infantil aos 15 meses.


Além disso, a rede pública oferece a vacina em um esquema de duas doses, com intervalo mínimo de seis meses, para crianças, adolescentes e adultos com hepatopatias crônicas ou outras condições que levem à imunodepressão, como a infecção pelo HIV.


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SEEDF apresenta a gestores novas orientações do Saeb – Secretaria de Estado de Educação

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Encontro abordou mudanças, prazos e recursos de acessibilidade para a aplicação das provas



Por Bruno Grossi, Ascom/SEEDF


 


A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, falou aos presentes, acompanhada das subsecretárias de Planejamento e Avaliação, Francis Ferreira; de Educação Básica, Iêdes Braga; e de Educação Inclusiva e Integral, Vera Lúcia Barros | Foto: Mary Leal, Ascom/SEEDF.


 


A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) reuniu, nesta terça-feira (12), gestores e coordenadores das 14 Coordenações Regionais de Ensino (CREs) para apresentar as novidades do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2025. O encontro foi realizado no auditório Neusa França, na sede da SEEDF.


 


Participaram do evento a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, e as subsecretárias Francis Ferreira (Planejamento, Acompanhamento e Avaliação – Suplav), Iêdes Braga (Educação Básica – Subeb) e Vera Lúcia Barros (Educação Inclusiva e Integral – Subin).


 



O Saeb é uma avaliação nacional que existe há mais de 35 anos e mede a qualidade da educação no Brasil, tanto em escolas públicas quanto particulares. Os resultados ajudam a identificar avanços, desafios e onde é preciso investir mais para melhorar a aprendizagem dos estudantes.


 


Segundo a secretária Hélvia Paranaguá, esses dados são fundamentais para planejar ações na rede pública do DF. “A avaliação nos dá um retrato real da nossa rede, permitindo identificar onde estamos avançando e onde precisamos investir mais. Com base nesses resultados, conseguimos planejar as melhores ações para garantir que todos os nossos estudantes tenham uma aprendizagem de qualidade”, afirmou.


 


A subsecretária da Suplav, Francis Ferreira, reforçou a necessidade de mobilização coletiva para o sucesso do Saeb. “Este é um trabalho que envolve toda a rede — subsecretarias, coordenações regionais e escolas. Precisamos caminhar juntos para garantir dados precisos e representativos, que nos permitam planejar intervenções no momento certo, assegurando o sucesso escolar dos nossos estudantes”, afirmou.


 


A subsecretária da Suplav, Francis Ferreira (ao centro), reforçou a necessidade de mobilização coletiva para o sucesso do Saeb, um trabalho que envolve toda a rede — subsecretarias, coordenações regionais e escolas | Foto: Mary Leal, Ascom/SEEDF.


Mudanças para 2025

 


O foco do encontro foi a Portaria nº 435, de 3 de julho de 2025, que traz novas orientações para a aplicação do Saeb neste ano. O documento traz ajustes nos procedimentos, prazos e responsabilidades das escolas, bem como das equipes técnicas e gestoras, reforçando a importância da organização prévia e do acompanhamento de todo o processo de aplicação da prova.


 


Entre as novidades estão:

 


Alinhamento das provas do 5º e do 9º ano à Base Nacional Comum Curricular (BNCC).


Mais recursos de acessibilidade, como provas em braile e tempo extra para estudantes da educação especial.


Definição de prazos e responsabilidades para escolas, equipes técnicas e gestoras.


 


A diretora de Avaliação Educacional da Suplav, Gizelle Xavier, ressaltou que o Saeb é um dos principais instrumentos para medir a qualidade da educação no país, existente há mais de 35 anos | Foto: Mary Leal, Ascom/SEEDF.


 


A diretora de Avaliação Educacional da Suplav, Gizelle Xavier, ressaltou que o Saeb é um dos principais instrumentos para medir a qualidade da educação no país. “O Saeb é uma avaliação de larga escala que existe há mais de 35 anos no Brasil e avalia tanto redes públicas quanto particulares, de forma censitária ou por amostragem”, explicou.


 


Gizelle também destacou que a Portaria nº 435/2025 trouxe mudanças importantes para a aplicação do exame. “Neste ano, as avaliações do 5º e do 9º ano serão alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), e teremos mais recursos de acessibilidade, como prova em braile e tempo adicional para estudantes da educação especial. Essas melhorias reforçam o compromisso com uma avaliação inclusiva”, afirmou.


Participação das regionais

 


A chefe da Unidade de Planejamento e Avaliação Escolar (Uniposa), Vanessa Arruda, explicou que a parceria com as regionais é essencial, especialmente para aumentar a participação no ensino médio, onde há maior dificuldade de presença no dia da prova.


 


Quando mapeamos a rede, entendemos as necessidades reais de cada escola ou região. Isso nos permite planejar ações mais assertivas, tanto para apoiar os estudantes quanto para melhorar a gestão escolar.”


 


Vanessa também ressaltou que os dados obtidos pelo Saeb são fundamentais para orientar ações pedagógicas mais precisas. “Quando mapeamos a nossa rede, conseguimos compreender as necessidades reais de cada escola ou região, o que nos permite planejar intervenções mais assertivas, tanto para apoiar o estudante quanto para promover melhorias na gestão escolar”, afirmou.


Próximos passos

 


A SEEDF vai manter a mobilização para o Saeb 2025 ao longo do semestre, com ações de sensibilização e acompanhamento junto às regionais e escolas. A meta é aumentar a participação dos estudantes e gerar dados cada vez mais precisos para orientar políticas públicas que promovam qualidade e equidade na educação do DF.








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https://jornalismodigitaldf.com.br/seedf-apresenta-a-gestores-novas-orientacoes-do-saeb-secretaria-de-estado-de-educacao/?fsp_sid=175667
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SEEDF apresenta a gestores novas orientações do Saeb – Secretaria de Estado de Educação

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Encontro abordou mudanças, prazos e recursos de acessibilidade para a aplicação das provas



Por Bruno Grossi, Ascom/SEEDF


 


A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, falou aos presentes, acompanhada das subsecretárias de Planejamento e Avaliação, Francis Ferreira; de Educação Básica, Iêdes Braga; e de Educação Inclusiva e Integral, Vera Lúcia Barros | Foto: Mary Leal, Ascom/SEEDF.


 


A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) reuniu, nesta terça-feira (12), gestores e coordenadores das 14 Coordenações Regionais de Ensino (CREs) para apresentar as novidades do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2025. O encontro foi realizado no auditório Neusa França, na sede da SEEDF.


 


Participaram do evento a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, e as subsecretárias Francis Ferreira (Planejamento, Acompanhamento e Avaliação – Suplav), Iêdes Braga (Educação Básica – Subeb) e Vera Lúcia Barros (Educação Inclusiva e Integral – Subin).


 



O Saeb é uma avaliação nacional que existe há mais de 35 anos e mede a qualidade da educação no Brasil, tanto em escolas públicas quanto particulares. Os resultados ajudam a identificar avanços, desafios e onde é preciso investir mais para melhorar a aprendizagem dos estudantes.


 


Segundo a secretária Hélvia Paranaguá, esses dados são fundamentais para planejar ações na rede pública do DF. “A avaliação nos dá um retrato real da nossa rede, permitindo identificar onde estamos avançando e onde precisamos investir mais. Com base nesses resultados, conseguimos planejar as melhores ações para garantir que todos os nossos estudantes tenham uma aprendizagem de qualidade”, afirmou.


 


A subsecretária da Suplav, Francis Ferreira, reforçou a necessidade de mobilização coletiva para o sucesso do Saeb. “Este é um trabalho que envolve toda a rede — subsecretarias, coordenações regionais e escolas. Precisamos caminhar juntos para garantir dados precisos e representativos, que nos permitam planejar intervenções no momento certo, assegurando o sucesso escolar dos nossos estudantes”, afirmou.


 


A subsecretária da Suplav, Francis Ferreira (ao centro), reforçou a necessidade de mobilização coletiva para o sucesso do Saeb, um trabalho que envolve toda a rede — subsecretarias, coordenações regionais e escolas | Foto: Mary Leal, Ascom/SEEDF.


Mudanças para 2025

 


O foco do encontro foi a Portaria nº 435, de 3 de julho de 2025, que traz novas orientações para a aplicação do Saeb neste ano. O documento traz ajustes nos procedimentos, prazos e responsabilidades das escolas, bem como das equipes técnicas e gestoras, reforçando a importância da organização prévia e do acompanhamento de todo o processo de aplicação da prova.


 


Entre as novidades estão:

 


Alinhamento das provas do 5º e do 9º ano à Base Nacional Comum Curricular (BNCC).


Mais recursos de acessibilidade, como provas em braile e tempo extra para estudantes da educação especial.


Definição de prazos e responsabilidades para escolas, equipes técnicas e gestoras.


 


A diretora de Avaliação Educacional da Suplav, Gizelle Xavier, ressaltou que o Saeb é um dos principais instrumentos para medir a qualidade da educação no país, existente há mais de 35 anos | Foto: Mary Leal, Ascom/SEEDF.


 


A diretora de Avaliação Educacional da Suplav, Gizelle Xavier, ressaltou que o Saeb é um dos principais instrumentos para medir a qualidade da educação no país. “O Saeb é uma avaliação de larga escala que existe há mais de 35 anos no Brasil e avalia tanto redes públicas quanto particulares, de forma censitária ou por amostragem”, explicou.


 


Gizelle também destacou que a Portaria nº 435/2025 trouxe mudanças importantes para a aplicação do exame. “Neste ano, as avaliações do 5º e do 9º ano serão alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), e teremos mais recursos de acessibilidade, como prova em braile e tempo adicional para estudantes da educação especial. Essas melhorias reforçam o compromisso com uma avaliação inclusiva”, afirmou.


Participação das regionais

 


A chefe da Unidade de Planejamento e Avaliação Escolar (Uniposa), Vanessa Arruda, explicou que a parceria com as regionais é essencial, especialmente para aumentar a participação no ensino médio, onde há maior dificuldade de presença no dia da prova.


 


Quando mapeamos a rede, entendemos as necessidades reais de cada escola ou região. Isso nos permite planejar ações mais assertivas, tanto para apoiar os estudantes quanto para melhorar a gestão escolar.”


 


Vanessa também ressaltou que os dados obtidos pelo Saeb são fundamentais para orientar ações pedagógicas mais precisas. “Quando mapeamos a nossa rede, conseguimos compreender as necessidades reais de cada escola ou região, o que nos permite planejar intervenções mais assertivas, tanto para apoiar o estudante quanto para promover melhorias na gestão escolar”, afirmou.


Próximos passos

 


A SEEDF vai manter a mobilização para o Saeb 2025 ao longo do semestre, com ações de sensibilização e acompanhamento junto às regionais e escolas. A meta é aumentar a participação dos estudantes e gerar dados cada vez mais precisos para orientar políticas públicas que promovam qualidade e equidade na educação do DF.








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Rôney Nemer convida para 5ª edição da Caminhada Pró-Saúde no Recanto das Emas

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Recanto das Emas, DF – O presidente do Brasília Ambiental (Ibram), Rôney Nemer, divulgou em suas redes sociais a 5ª Edição da Caminhada Pró-Saúde, um evento especial de aniversário que acontecerá no Recanto das Emas. A iniciativa, que promove o bem-estar e a saúde, está marcada para o dia 16 de agosto.



A programação começa às 7h30 com concentração e alongamento no Centro de Convivência do Idoso (CCI) da 206. A caminhada terá início às 8h, partindo do CCI e seguindo até o Recanto Shopping, na Quadra 103, com previsão de término às 9h30.



Além da atividade física, os participantes poderão desfrutar de um café da manhã e de uma série de serviços gratuitos oferecidos no shopping, como limpeza e hidratação facial, design de sobrancelha, tranças, massagem, auriculoterapia, aula de pilates, teste de glicemia e aferição de pressão arterial. O evento se encerrará após a realização dos serviços.



A caminhada, que já se tornou uma tradição na região, é uma excelente oportunidade para a população se exercitar, cuidar da saúde e interagir com a comunidade, celebrando o aniversário da cidade de forma ativa e saudável.






https://jornalismodigitaldf.com.br/roney-nemer-convida-para-5a-edicao-da-caminhada-pro-saude-no-recanto-das-emas/?fsp_sid=175647
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Rôney Nemer convida para 5ª edição da Caminhada Pró-Saúde no Recanto das Emas

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Recanto das Emas, DF – O presidente do Brasília Ambiental (Ibram), Rôney Nemer, divulgou em suas redes sociais a 5ª Edição da Caminhada Pró-Saúde, um evento especial de aniversário que acontecerá no Recanto das Emas. A iniciativa, que promove o bem-estar e a saúde, está marcada para o dia 16 de agosto.



A programação começa às 7h30 com concentração e alongamento no Centro de Convivência do Idoso (CCI) da 206. A caminhada terá início às 8h, partindo do CCI e seguindo até o Recanto Shopping, na Quadra 103, com previsão de término às 9h30.



Além da atividade física, os participantes poderão desfrutar de um café da manhã e de uma série de serviços gratuitos oferecidos no shopping, como limpeza e hidratação facial, design de sobrancelha, tranças, massagem, auriculoterapia, aula de pilates, teste de glicemia e aferição de pressão arterial. O evento se encerrará após a realização dos serviços.



A caminhada, que já se tornou uma tradição na região, é uma excelente oportunidade para a população se exercitar, cuidar da saúde e interagir com a comunidade, celebrando o aniversário da cidade de forma ativa e saudável.






https://jornalismodigitaldf.com.br/roney-nemer-convida-para-5a-edicao-da-caminhada-pro-saude-no-recanto-das-emas/?fsp_sid=175654
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Robério Negreiros celebra formatura do RenovaDF e destaca histórias de superação

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Brasília, DF – O deputado distrital Robério Negreiros celebrou a formatura de mais de 2 mil alunos do programa RenovaDF, destacando o papel transformador da iniciativa na vida dos participantes. Em suas redes sociais, o parlamentar ressaltou o impacto social do projeto, que oferece qualificação profissional e oportunidades de reintegração ao mercado de trabalho.



Negreiros fez questão de mencionar histórias de superação como as de Nunes e André, que, segundo ele, "superaram a vulnerabilidade e hoje estão empregados", servindo como fonte de inspiração para a comunidade. O deputado enfatizou que o RenovaDF tem sido fundamental para pessoas que antes viviam em situação de rua, "reconstruindo suas trajetórias com coragem e esperança".



Orgulhoso de sua contribuição para a causa, Robério Negreiros também prestou reconhecimento às empresas parceiras do programa, que, de acordo com ele, "oferecem oportunidades reais" aos formandos. O parlamentar reafirmou seu compromisso com a continuidade do projeto, finalizando a publicação com a mensagem: "Contem comigo nessa luta!".







https://jornalismodigitaldf.com.br/roberio-negreiros-celebra-formatura-do-renovadf-e-destaca-historias-de-superacao/?fsp_sid=175641
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Robério Negreiros celebra formatura do RenovaDF e destaca histórias de superação

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Brasília, DF – O deputado distrital Robério Negreiros celebrou a formatura de mais de 2 mil alunos do programa RenovaDF, destacando o papel transformador da iniciativa na vida dos participantes. Em suas redes sociais, o parlamentar ressaltou o impacto social do projeto, que oferece qualificação profissional e oportunidades de reintegração ao mercado de trabalho.



Negreiros fez questão de mencionar histórias de superação como as de Nunes e André, que, segundo ele, "superaram a vulnerabilidade e hoje estão empregados", servindo como fonte de inspiração para a comunidade. O deputado enfatizou que o RenovaDF tem sido fundamental para pessoas que antes viviam em situação de rua, "reconstruindo suas trajetórias com coragem e esperança".



Orgulhoso de sua contribuição para a causa, Robério Negreiros também prestou reconhecimento às empresas parceiras do programa, que, de acordo com ele, "oferecem oportunidades reais" aos formandos. O parlamentar reafirmou seu compromisso com a continuidade do projeto, finalizando a publicação com a mensagem: "Contem comigo nessa luta!".







https://jornalismodigitaldf.com.br/roberio-negreiros-celebra-formatura-do-renovadf-e-destaca-historias-de-superacao/?fsp_sid=175634
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