Alunos do CEF 10 do Gama vivenciam o projeto Cine 10 – Secretaria de Estado de Educação

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Iniciativa transforma estudantes do 9º ano em roteiristas, diretores e atores



Por Jak Spies da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader


 


Entre roteiros, câmeras e claquetes, os estudantes do 9º ano do Centro de Ensino Fundamental 10 do Gama transformam o ambiente escolar em um set de filmagem. Criado há nove anos, o projeto Cine 10 reúne diversos curta-metragens feitos pelos alunos, responsáveis por dirigir, atuar, gravar, editar e também subir ao palco na “noite de gala” — a versão local do Oscar para eleger a melhor produção.


 


Com apoio de verbas parlamentares e parceria da Secretaria de Educação (SEEDF), o Cine 10 já rendeu histórias inspiradoras de ex-alunos que seguiram o caminho no audiovisual ou até abriram os próprios estúdios. O processo é dividido em etapas que duram dois bimestres, período em que os alunos estudam a história e aspectos técnicos do cinema.


 


No projeto, todas as etapas do curta-metragem – do roteiro à arte gráfica – ficam a cargo dos estudantes | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília


 


A coordenação do projeto é dividida entre os professores Wellington Araújo (conhecido como Tom) e Allan Domingos, responsáveis por lecionar geografia e história, respectivamente. Tom destaca que o projeto busca a autonomia dos estudantes, tirando da zona de conforto e colocando até a comunidade em cena durante as gravações: “Todo mundo da escola participa, os alunos gravam em padarias, igrejas, lojas e até os pais viram atores. Eles criam o roteiro e colocam algo positivo nesse mundo de redes sociais”. O discente acentua que a proposta impacta no desenvolvimento dos estudantes: “Tem aluno que é calado durante a aula e, quando chega a hora de atuar, a gente nem reconhece”.


 


Além dos filmes, os estudantes confeccionam capas, cartazes e trailers. As narrativas passam pelos mais diversos gêneros cinematográficos, indo do terror à comédia. Mesmo com os temas sendo livres para as produções, o professor Allan ressalta que os assuntos debatidos em sala, como racismo, homofobia e violência de gênero, acabam aparecendo nos curtas.


 



 


Estamos construindo cidadania. Essas temáticas precisam ser discutidas para transformar a sociedade e o projeto contribui para isso. A criatividade precisa fazer parte da vida desses meninos, quando eles criam, afloram algo que nem eles sabiam que tinham. A proposta quebra o estereótipo de a escola ser algo chato e rígido, com matérias para decorar para o vestibular”.


Depoimento dos artistas

 


João Vitor Rodrigues escreveu e dirigiu o curta Caminhos Cruzados, que fala sobre a falta de incentivo ao esporte e o tráfico de drogas


 


O estudante João Vitor Rodrigues, de 15 anos, conta que o Cine 10 vai além do ensino das técnicas audiovisuais, desenvolvendo criatividade, cooperação e autoestima, além de impactar até mesmo nas escolhas profissionais. “Eu fiquei mais na parte da gravação e da edição e descobri que tenho muita habilidade com edição. É um caminho que quero seguir futuramente”, afirma.


 


O curta Caminhos Cruzados, dirigido pelo jovem, mistura basquete e drama social, discutindo falta de incentivo ao esporte e o risco de envolvimento de adolescentes com o tráfico. “A gente quer retratar com o nosso filme que, mesmo com tanta coisa ruim no mundo, a gente pode sim seguir firme com o que acreditamos ser certo, mesmo que seja difícil. A internet é o maior meio de acesso à informação, é muito legal as pessoas conseguirem ver esse alerta não só do meu trabalho, como o de todo mundo que está participando do projeto. É muito importante que os jovens tenham consciência de que o tráfico não é uma boa escolha”, observa o estudante.


 


Camilly Brito ressalta que desenvolveu aptidões que ela não sabia que tinha ao participar do projeto


 


Ele ressalta, ainda, que o Cine 10 proporcionou uma conexão com mais pessoas e também com ele mesmo. João Vitor conta que não só começou a trabalhar em equipe, mas aprendeu o valor da coletividade para ir mais longe: “É uma experiência individual e também em grupo, muita gente aprendeu com isso. Eu sempre fui muito fechado, sempre quis fazer as coisas sozinho e do meu jeito. Mas eu vi que um bom trabalho em equipe leva a algo muito mais bem feito”.


 



Para a estudante Camilly Brito, 14, o aprendizado também vai além do cinema: “Ajuda muito na criatividade e até pessoas tímidas podem soltar talentos que não têm durante as aulas. Eu fiz um pouco de tudo, edição, direção… Foi muito importante para mim porque eu desenvolvi áreas em que eu não sabia que era boa, como a edição”.


 


No filme de suspense e terror assinado por ela, o protagonista é perseguido por uma presença maligna. Mesmo querendo seguir carreira na área de direito, Camilly já pensa em manter o audiovisual como hobby. “É importante sair da zona de conforto e ter coisas que você se alegre em fazer. Os professores foram muito pacientes, sempre que a gente tinha alguma dúvida, eles ajudavam a gente nos ângulos, na edição, em tudo”, acrescenta a jovem.


 


12/08/2025 - Luz, câmera, ação! Alunos do CEF 10 do Gama vivem experiência de cinema no projeto Cine 10


 




 


 








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O que acontece no nosso corpo durante o jejum prolongado? Entenda

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O jejum prolongado, prática que envolve passar muitas horas ou até dias sem comer, vem ganhando adeptos que buscam desde emagrecimento até possíveis benefícios para a saúde. Mas ficar longos períodos sem alimento provoca mudanças profundas no organismo, que vão muito além de simplesmente “ficar sem energia”.


Logo após a última refeição, o corpo ainda está no chamado estado alimentado, absorvendo nutrientes, com níveis altos de glicose e insulina. O excesso de açúcar é armazenado como glicogênio no fígado e nos músculos.


“Passadas três ou quatro horas, entramos em uma fase inicial de jejum, na qual a insulina começa a cair e o glucagon sobe, estimulando a quebra do glicogênio para manter a glicose no sangue”, explica a endocrinologista Carolina Janovsky. Essa reserva costuma durar até cerca de 24 horas.

O nutrólogo Felipe César detalha que, no início, o organismo utiliza a glicose já circulante no sangue, depois recorre ao glicogênio, funcionando como uma bateria de emergência para o cérebro.


“Dependendo da quantidade dessas reservas e do nível de atividade física, esse estoque dura, em média, entre 12 e 24 horas. Passado esse período, o corpo recebe o sinal para buscar novas fontes de combustível”, esclarece.


Adaptação metabólica e uso da gordura como energia


Quando o glicogênio se esgota, há uma mudança metabólica importante. “O corpo passa a usar a gordura armazenada como principal fonte de energia. O fígado converte essa gordura em corpos cetônicos, que podem ser usados por quase todos os tecidos, inclusive o cérebro. Esse processo é chamado de cetose”, destaca Felipe.


No jejum prolongado, outras adaptações ocorrem. Há queda da insulina, aumento do glucagon — hormônio que ajuda a liberar a glicose armazenada no fígado para o sangue — e maior quebra da gordura para servir de energia.



O corpo também começa a produzir glicose a partir de proteínas e gorduras, em um processo chamado gliconeogênese, para manter funções vitais. Além disso, entra em cena a autofagia, um mecanismo de limpeza celular que recicla componentes danificados e pode favorecer a saúde e a longevidade. “É como se o corpo entrasse em modo de economia e reparo”, diz o nutrólogo.


Sinais de alerta


Segundo Carolina, a prática sem supervisão pode levar à desidratação, desequilíbrio de eletrólitos, arritmias, insuficiência renal, hipoglicemia, perda de massa muscular, deficiências nutricionais e até síndrome de realimentação — quando o retorno inadequado à alimentação causa complicações graves.


Em casos extremos, como na fome prolongada, o corpo pode consumir proteínas de órgãos vitais, levando à falência deles.


Felipe reforça a importância de respeitar os sinais de alerta. “Fadiga extrema, tontura intensa, fraqueza muscular acentuada, dores de cabeça muito fortes, náuseas, palpitações e confusão mental indicam que o jejum pode estar ultrapassando o limite seguro”, ressalta.


O jejum prolongado possui benefícios?


Sobre benefícios, os especialistas concordam que protocolos mais curtos, como o jejum intermitente, têm evidências mais consistentes, associadas à melhora da sensibilidade à insulina, redução de gordura corporal, queda da pressão arterial e melhora do perfil lipídico.


Protocolos acima de 48 horas ainda carecem de consenso sobre vantagens, e os riscos podem superar os ganhos.


“Para pessoas saudáveis e bem orientadas, o jejum prolongado pode trazer efeitos positivos, como melhora da sensibilidade à insulina e redução da inflamação, mas para quem tem doenças crônicas ou condições específicas, o risco é maior. Por isso, é fundamental ter acompanhamento médico”, conclui Felipe.

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O que acontece no nosso corpo durante o jejum prolongado? Entenda

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O jejum prolongado, prática que envolve passar muitas horas ou até dias sem comer, vem ganhando adeptos que buscam desde emagrecimento até possíveis benefícios para a saúde. Mas ficar longos períodos sem alimento provoca mudanças profundas no organismo, que vão muito além de simplesmente “ficar sem energia”.


Logo após a última refeição, o corpo ainda está no chamado estado alimentado, absorvendo nutrientes, com níveis altos de glicose e insulina. O excesso de açúcar é armazenado como glicogênio no fígado e nos músculos.


“Passadas três ou quatro horas, entramos em uma fase inicial de jejum, na qual a insulina começa a cair e o glucagon sobe, estimulando a quebra do glicogênio para manter a glicose no sangue”, explica a endocrinologista Carolina Janovsky. Essa reserva costuma durar até cerca de 24 horas.

O nutrólogo Felipe César detalha que, no início, o organismo utiliza a glicose já circulante no sangue, depois recorre ao glicogênio, funcionando como uma bateria de emergência para o cérebro.


“Dependendo da quantidade dessas reservas e do nível de atividade física, esse estoque dura, em média, entre 12 e 24 horas. Passado esse período, o corpo recebe o sinal para buscar novas fontes de combustível”, esclarece.


Adaptação metabólica e uso da gordura como energia


Quando o glicogênio se esgota, há uma mudança metabólica importante. “O corpo passa a usar a gordura armazenada como principal fonte de energia. O fígado converte essa gordura em corpos cetônicos, que podem ser usados por quase todos os tecidos, inclusive o cérebro. Esse processo é chamado de cetose”, destaca Felipe.


No jejum prolongado, outras adaptações ocorrem. Há queda da insulina, aumento do glucagon — hormônio que ajuda a liberar a glicose armazenada no fígado para o sangue — e maior quebra da gordura para servir de energia.



O corpo também começa a produzir glicose a partir de proteínas e gorduras, em um processo chamado gliconeogênese, para manter funções vitais. Além disso, entra em cena a autofagia, um mecanismo de limpeza celular que recicla componentes danificados e pode favorecer a saúde e a longevidade. “É como se o corpo entrasse em modo de economia e reparo”, diz o nutrólogo.


Sinais de alerta


Segundo Carolina, a prática sem supervisão pode levar à desidratação, desequilíbrio de eletrólitos, arritmias, insuficiência renal, hipoglicemia, perda de massa muscular, deficiências nutricionais e até síndrome de realimentação — quando o retorno inadequado à alimentação causa complicações graves.


Em casos extremos, como na fome prolongada, o corpo pode consumir proteínas de órgãos vitais, levando à falência deles.


Felipe reforça a importância de respeitar os sinais de alerta. “Fadiga extrema, tontura intensa, fraqueza muscular acentuada, dores de cabeça muito fortes, náuseas, palpitações e confusão mental indicam que o jejum pode estar ultrapassando o limite seguro”, ressalta.


O jejum prolongado possui benefícios?


Sobre benefícios, os especialistas concordam que protocolos mais curtos, como o jejum intermitente, têm evidências mais consistentes, associadas à melhora da sensibilidade à insulina, redução de gordura corporal, queda da pressão arterial e melhora do perfil lipídico.


Protocolos acima de 48 horas ainda carecem de consenso sobre vantagens, e os riscos podem superar os ganhos.


“Para pessoas saudáveis e bem orientadas, o jejum prolongado pode trazer efeitos positivos, como melhora da sensibilidade à insulina e redução da inflamação, mas para quem tem doenças crônicas ou condições específicas, o risco é maior. Por isso, é fundamental ter acompanhamento médico”, conclui Felipe.

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Intercambistas do Pontes para o Mundo participam de atendimentos psicológicos – Secretaria de Estado de Educação

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Sessões buscam ampliar o bem-estar e preparar os estudantes para as vivências e os desafios do intercâmbio



Por João Pedro Eliseu, Ascom/SEEDF


 


Atividade realizada na Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape)  visa a preparar estudantes para experiência no Reino Unido | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


A menos de um mês do embarque, os preparativos para a viagem dos estudantes selecionados pelo programa de intercâmbio Pontes para o Mundo estão a todo vapor. Para além de separar o caderno, a caneta e as roupas na mala, este também é um momento de cuidar da saúde mental, passo fundamental para potencializar os aprendizados, ampliar a autonomia e enriquecer ainda mais a vivência que terão no Reino Unido.


 


Pensando em oferecer um suporte integral, que contemple não apenas a parte acadêmica, mas também o bem-estar emocional, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF), com o apoio técnico da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), iniciou, na segunda-feira (8), a realização de sessões de acompanhamento psicológico com os estudantes selecionados e suas famílias.


 



Os encontros acontecem ao longo da semana, até sexta-feira (15), em blocos, nos quais estão organizados os participantes e seus familiares. As sessões têm como objetivo preparar os estudantes para a experiência internacional, orientando-os a buscar ajuda quando necessário e, especialmente, a desenvolver autonomia por meio de exercícios de autorregulação, realizados durante as atividades.


 


A psicóloga da Diretoria de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante (Diase) da SEEDF, Clara Outeiral, integra a equipe responsável pelos atendimentos preventivos e também fará parte do grupo de profissionais que acompanhará os alunos em parte do intercâmbio.


 


Segundo Clara, oferecer esse cuidado é fundamental para garantir uma preparação integral aos estudantes. “Não adianta pensar apenas no aspecto acadêmico do programa. É preciso trabalhar também as habilidades pessoais e socioemocionais. Como eles ainda estão em fase de formação, esse suporte é importante para prevenir possíveis dificuldades e orientar estratégias de cuidado no dia a dia, incentivando a autonomia e o desenvolvimento emocional”, explica a psicóloga.


Suporte em solo estrangeiro

 


A psicóloga Clara Outeiral integra a equipe responsável pelos atendimentos preventivos e também acompanhará os alunos em parte do intercâmbio | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


Durante os atendimentos, os adolescentes participaram de atividades práticas, como a escrita de cartas para si mesmos, que serão lidas ao final da viagem. A proposta é que possam perceber as transformações e o crescimento pessoal proporcionados pelo intercâmbio.


 


O cuidado emocional oferecido pela equipe técnica já começa a mostrar resultados entre os participantes. As sessões têm sido um espaço de acolhimento e preparação prática para lidar com os sentimentos, entre eles a própria ansiedade gerada pela expectativa do intercâmbio. “O atendimento psicológico foi essencial para lidar com a ansiedade antes da viagem e me deu mais segurança para enfrentar essa nova experiência. Os psicólogos mostraram atenção e sensibilidade, ajudando a encontrar soluções para lidar com as expectativas e desafios do intercâmbio”, destacou Felipe Berg, de 16 anos, estudante do Centro de Ensino Médio (CEM) 06 de Ceilândia.


 


Clara também explicou para os discentes como será o atendimento, uma vez que se encontrem em solo estrangeiro. “Eles terão acesso a atendimento médico e psicológico por meio do seguro de saúde contratado, mas nossa intenção é atuar como ponte, garantindo que se sintam seguros para buscar ajuda. Já teremos um vínculo estabelecido aqui, o que facilita muito na hora de recorrer a nós lá fora”, reforçou.


 


Com esse cuidado ampliado, a SEEDF reforça o compromisso de oferecer aos intercambistas não apenas uma experiência acadêmica e cultural, mas também o suporte necessário para que ela seja vivida com mais segurança, equilíbrio e autonomia.


 




 


 








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Intercambistas do Pontes para o Mundo participam de atendimentos psicológicos – Secretaria de Estado de Educação

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Sessões buscam ampliar o bem-estar e preparar os estudantes para as vivências e os desafios do intercâmbio



Por João Pedro Eliseu, Ascom/SEEDF


 


Atividade realizada na Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape)  visa a preparar estudantes para experiência no Reino Unido | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


A menos de um mês do embarque, os preparativos para a viagem dos estudantes selecionados pelo programa de intercâmbio Pontes para o Mundo estão a todo vapor. Para além de separar o caderno, a caneta e as roupas na mala, este também é um momento de cuidar da saúde mental, passo fundamental para potencializar os aprendizados, ampliar a autonomia e enriquecer ainda mais a vivência que terão no Reino Unido.


 


Pensando em oferecer um suporte integral, que contemple não apenas a parte acadêmica, mas também o bem-estar emocional, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF), com o apoio técnico da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), iniciou, na segunda-feira (8), a realização de sessões de acompanhamento psicológico com os estudantes selecionados e suas famílias.


 



Os encontros acontecem ao longo da semana, até sexta-feira (15), em blocos, nos quais estão organizados os participantes e seus familiares. As sessões têm como objetivo preparar os estudantes para a experiência internacional, orientando-os a buscar ajuda quando necessário e, especialmente, a desenvolver autonomia por meio de exercícios de autorregulação, realizados durante as atividades.


 


A psicóloga da Diretoria de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante (Diase) da SEEDF, Clara Outeiral, integra a equipe responsável pelos atendimentos preventivos e também fará parte do grupo de profissionais que acompanhará os alunos em parte do intercâmbio.


 


Segundo Clara, oferecer esse cuidado é fundamental para garantir uma preparação integral aos estudantes. “Não adianta pensar apenas no aspecto acadêmico do programa. É preciso trabalhar também as habilidades pessoais e socioemocionais. Como eles ainda estão em fase de formação, esse suporte é importante para prevenir possíveis dificuldades e orientar estratégias de cuidado no dia a dia, incentivando a autonomia e o desenvolvimento emocional”, explica a psicóloga.


Suporte em solo estrangeiro

 


A psicóloga Clara Outeiral integra a equipe responsável pelos atendimentos preventivos e também acompanhará os alunos em parte do intercâmbio | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


Durante os atendimentos, os adolescentes participaram de atividades práticas, como a escrita de cartas para si mesmos, que serão lidas ao final da viagem. A proposta é que possam perceber as transformações e o crescimento pessoal proporcionados pelo intercâmbio.


 


O cuidado emocional oferecido pela equipe técnica já começa a mostrar resultados entre os participantes. As sessões têm sido um espaço de acolhimento e preparação prática para lidar com os sentimentos, entre eles a própria ansiedade gerada pela expectativa do intercâmbio. “O atendimento psicológico foi essencial para lidar com a ansiedade antes da viagem e me deu mais segurança para enfrentar essa nova experiência. Os psicólogos mostraram atenção e sensibilidade, ajudando a encontrar soluções para lidar com as expectativas e desafios do intercâmbio”, destacou Felipe Berg, de 16 anos, estudante do Centro de Ensino Médio (CEM) 06 de Ceilândia.


 


Clara também explicou para os discentes como será o atendimento, uma vez que se encontrem em solo estrangeiro. “Eles terão acesso a atendimento médico e psicológico por meio do seguro de saúde contratado, mas nossa intenção é atuar como ponte, garantindo que se sintam seguros para buscar ajuda. Já teremos um vínculo estabelecido aqui, o que facilita muito na hora de recorrer a nós lá fora”, reforçou.


 


Com esse cuidado ampliado, a SEEDF reforça o compromisso de oferecer aos intercambistas não apenas uma experiência acadêmica e cultural, mas também o suporte necessário para que ela seja vivida com mais segurança, equilíbrio e autonomia.


 




 


 








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Novos estudos associam remédios agonistas do GLP-1 a doenças oculares

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Medicamentos para diabetes e perda de peso voltaram a ser associados a problemas oculares em duas pesquisas abrangestes, publicadas nessa segunda-feira (11/8) na revista Jama Network Open.


Pesquisadores da Case Western Reserve University e do Lahey Hospital & Medical Center, ambos nos Estados Unidos, analisaram dados de milhões de pessoas com diabetes tipo 2 e encontraram um risco maior de distúrbios do nervo óptico e retinopatia diabética entre usuários de medicamentos da classe dos agonistas do receptor do peptídeo semelhante ao glucagon-1 (GLP-1), que inclui remédios com semaglutida e tirzepatida.



Leia também




Diabetes tipo 2



  • A diabetes tipo 2 é uma doença crônica marcada pela resistência à insulina e pelo aumento dos níveis de glicose no sangue.

  • Mais comum em adultos, a condição está frequentemente relacionada à obesidade e ao envelhecimento.

  • Entre os principais sintomas estão sede excessiva, urina frequente, fadiga, visão embaçada, feridas de cicatrização lenta, fome constante e perda de peso sem causa aparente.

  • O tratamento envolve medicamentos para controlar a glicemia e, em alguns casos, aplicação de insulina.

  • Mudanças no estilo de vida, como perda de peso, alimentação equilibrada e prática regular de exercícios, são essenciais para o controle da doença.



O primeiro estudo analisou registros de saúde de mais de 1,5 milhão de pacientes com diabetes tipo 2 que não apresentavam doenças oculares prévias. Para garantir uma comparação equilibrada, os pesquisadores parearam os participantes de acordo com idade, sexo e outras características relevantes.


Dessa forma, formaram-se dois grupos de 79.699 pessoas cada — um que usava semaglutida ou tirzepatida e outro tratado com diferentes medicamentos para diabetes — totalizando 159.398 pacientes monitorados por até dois anos.


Os resultados mostraram que o grupo que recebeu os medicamentos da classe GLP-1 apresentou risco maior de desenvolver neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (NOIANA) e outros distúrbios do nervo óptico.


Ainda assim, o risco absoluto foi baixo, com 35 casos de neuropatia óptica no grupo que usou semaglutida ou tirzepatida (0,04%) e 19 casos no grupo de comparação (0,02%). Segundo os autores, os achados reforçam a importância de monitorar de perto os pacientes que utilizam esses medicamentos.


Ligação com retinopatia diabética


O segundo estudo analisou dados de mais de 185 mil pessoas com diabetes tipo 2 que receberam pelo menos duas prescrições de medicamentos GLP-1, com intervalo mínimo de seis meses entre elas.


Os resultados apontaram um risco um pouco maior de desenvolver retinopatia diabética, complicação que afeta os olhos e pode causar perda de visão. Entre quem já tinha a doença, porém, não houve piora relevante nos casos mais graves, como edema macular, glaucoma neovascular ou cegueira recente.


Mesmo com esse aumento discreto no risco, os pesquisadores reforçam que todos os pacientes com diabetes tipo 2 em uso de agonistas do receptor GLP-1 devem realizar exames oftalmológicos regulares para identificar possíveis complicações.


Embora essas medicações sejam fundamentais no controle do diabetes e da obesidade, os dados mostram que médicos e pacientes precisam ficar atentos a sinais que indiquem problemas de visão.


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Novos estudos associam remédios agonistas do GLP-1 a doenças oculares

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Medicamentos para diabetes e perda de peso voltaram a ser associados a problemas oculares em duas pesquisas abrangestes, publicadas nessa segunda-feira (11/8) na revista Jama Network Open.


Pesquisadores da Case Western Reserve University e do Lahey Hospital & Medical Center, ambos nos Estados Unidos, analisaram dados de milhões de pessoas com diabetes tipo 2 e encontraram um risco maior de distúrbios do nervo óptico e retinopatia diabética entre usuários de medicamentos da classe dos agonistas do receptor do peptídeo semelhante ao glucagon-1 (GLP-1), que inclui remédios com semaglutida e tirzepatida.



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Diabetes tipo 2



  • A diabetes tipo 2 é uma doença crônica marcada pela resistência à insulina e pelo aumento dos níveis de glicose no sangue.

  • Mais comum em adultos, a condição está frequentemente relacionada à obesidade e ao envelhecimento.

  • Entre os principais sintomas estão sede excessiva, urina frequente, fadiga, visão embaçada, feridas de cicatrização lenta, fome constante e perda de peso sem causa aparente.

  • O tratamento envolve medicamentos para controlar a glicemia e, em alguns casos, aplicação de insulina.

  • Mudanças no estilo de vida, como perda de peso, alimentação equilibrada e prática regular de exercícios, são essenciais para o controle da doença.



O primeiro estudo analisou registros de saúde de mais de 1,5 milhão de pacientes com diabetes tipo 2 que não apresentavam doenças oculares prévias. Para garantir uma comparação equilibrada, os pesquisadores parearam os participantes de acordo com idade, sexo e outras características relevantes.


Dessa forma, formaram-se dois grupos de 79.699 pessoas cada — um que usava semaglutida ou tirzepatida e outro tratado com diferentes medicamentos para diabetes — totalizando 159.398 pacientes monitorados por até dois anos.


Os resultados mostraram que o grupo que recebeu os medicamentos da classe GLP-1 apresentou risco maior de desenvolver neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (NOIANA) e outros distúrbios do nervo óptico.


Ainda assim, o risco absoluto foi baixo, com 35 casos de neuropatia óptica no grupo que usou semaglutida ou tirzepatida (0,04%) e 19 casos no grupo de comparação (0,02%). Segundo os autores, os achados reforçam a importância de monitorar de perto os pacientes que utilizam esses medicamentos.


Ligação com retinopatia diabética


O segundo estudo analisou dados de mais de 185 mil pessoas com diabetes tipo 2 que receberam pelo menos duas prescrições de medicamentos GLP-1, com intervalo mínimo de seis meses entre elas.


Os resultados apontaram um risco um pouco maior de desenvolver retinopatia diabética, complicação que afeta os olhos e pode causar perda de visão. Entre quem já tinha a doença, porém, não houve piora relevante nos casos mais graves, como edema macular, glaucoma neovascular ou cegueira recente.


Mesmo com esse aumento discreto no risco, os pesquisadores reforçam que todos os pacientes com diabetes tipo 2 em uso de agonistas do receptor GLP-1 devem realizar exames oftalmológicos regulares para identificar possíveis complicações.


Embora essas medicações sejam fundamentais no controle do diabetes e da obesidade, os dados mostram que médicos e pacientes precisam ficar atentos a sinais que indiquem problemas de visão.


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Saiba qual fruta pode ajudar o seu sono se consumida antes de dormir

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Comer abacaxi antes de dormir pode ser mais do que uma escolha saborosa para o lanche da noite – também pode trazer benefícios para o corpo e o sono. A fruta é rica em bromelina, enzima que ajuda na digestão das proteínas, reduzindo a sensação de estufamento após o jantar e evitando desconfortos que possam atrapalhar o descanso.


“A bromelina também tem ação anti-inflamatória e pode auxiliar na recuperação muscular durante a noite, o que é interessante para quem pratica atividades físicas”, explica o nutricionista esportivo Fernando Castro, de Brasília.



Além disso, o abacaxi contém triptofano, um aminoácido que o corpo converte em serotonina e, posteriormente, em melatonina – hormônio fundamental para regular o ciclo do sono.


“Alguns estudos sugerem que o consumo de alimentos que aumentam os níveis de melatonina pode ajudar a adormecer mais rápido e a ter um sono mais profundo”, afirma a nutricionista Juliana Viegas, também de Brasília.

Outro ponto a favor é que a fruta é refrescante, pouco calórica e rica em água, o que contribui para a hidratação sem pesar no estômago. Sua alta concentração de vitamina C e antioxidantes auxilia na imunidade, no combate ao estresse oxidativo e até no relaxamento antes de dormir.




Benefícios do abacaxi



  • Melhora a digestão graças à bromelina.

  • Pode favorecer a produção natural de melatonina.

  • Contribui para hidratação noturna.

  • Rica em vitamina C e antioxidantes.

  • Opção leve para substituir sobremesas industrializadas.




O consumo, no entanto, deve ser moderado. Uma fatia média, cerca de 30 a 60 minutos antes de dormir, já é suficiente para aproveitar os benefícios, segundo Juliana.


Pessoas com gastrite, refluxo ou sensibilidade gástrica precisam ter cautela, pois a acidez do abacaxi pode causar irritação. Uma alternativa é combiná-lo com frutas menos ácidas, como a melancia, ou incluí-lo em refeições equilibradas para minimizar o desconforto.


De forma equilibrada, o abacaxi pode se tornar um aliado do bem-estar e do descanso noturno. E, para quem sente aquela vontade de doce à noite, ele pode substituir sobremesas industrializadas, entregando sabor e benefícios para o corpo – inclusive enquanto você dorme.


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Obras de Revitalização na Praça Quero-Quero Trazem Mais Qualidade de Vida para a Região de Águas Claras

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Por: Kelven Andrade

Administração Regional de Águas Claras, sob comando do administrador Gilvando Galdino, anunciou o início das obras de revitalização da Praça Quero-Quero. A ação faz parte de uma parceria público-privada que visa melhorar os espaços urbanos da região, unindo esforços do governo e da iniciativa privada para o benefício da comunidade local.

Gilvando Galdino explicou que todas as construtoras que realizam novas obras em Águas Claras precisam registrar suas intervenções na Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur). Esse processo envolve a compensação do impacto urbanístico causado pelas obras, que pode incluir a revitalização de praças e áreas públicas.

Captura-de-tela-2025-08-12-165705 Obras de Revitalização na Praça Quero-Quero Trazem Mais Qualidade de Vida para a Região de Águas Claras

No caso da Praça Quero-Quero, a administração regional avaliou positivamente o pedido de revitalização e autorizou a reforma do espaço. Segundo o administrador, a revitalização tem como objetivo devolver à população um local agradável, seguro e com infraestrutura adequada para o lazer e convivência da comunidade.

Durante o período de obras, a administração pediu desculpas pelos transtornos causados à população. Gilvando destacou que os trabalhos estão sendo realizados com cuidado e que a praça estará totalmente renovada em até 60 dias, pronta para ser utilizada por moradores e visitantes.

Essa iniciativa integra o programa GDF Presente, que tem como foco levar melhorias e atendimento direto à população por meio de ações nas ruas, parques e espaços públicos. A parceria entre o governo e o setor privado é fundamental para acelerar a realização dessas obras e garantir recursos para manter a qualidade dos serviços.

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Pastelaria Viçosa: A Parada Obrigatória e Alma Gastronômica de Brasília desde 1960

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Por: Kelven Andrade

O secretário de Turismo do Distrito Federal, Cristiano Araújo, destaca um verdadeiro ícone da capital: a Pastelaria Viçosa. Fundada em 1960 por Tião Padeiro na Rodoviária do Plano Piloto, a Viçosa se tornou, ao longo de mais de seis décadas, uma tradição e referência gastronômica para moradores e visitantes.

Conhecida pela combinação perfeita do pastel crocante com o caldo de cana fresquinho, a Pastelaria Viçosa é muito mais que um local para refeições rápidas — é um ponto de encontro cultural que reúne candangos, turistas, artistas e autoridades, mantendo viva a história e o sabor de Brasília.

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Hoje, a marca conta com unidades históricas na Rodoviária e na Asa Norte, além de distribuir sua massa para quase mil revendedores na região do Distrito Federal e entorno. Um diferencial da Viçosa é seu patrocínio próprio e o cultivo familiar de cana-de-açúcar em Alexânia, que garante a qualidade e o frescor do caldo de cana servido ao público.

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Cristiano Araújo ressalta: “Quem é brasiliense de verdade já experimentou um pastel com caldo de cana na Viçosa.” Um símbolo vivo da capital, a Pastelaria Viçosa continua sendo uma parada obrigatória para quem visita Brasília e deseja saborear um pedaço autêntico da cidade.

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CBMDF Registra 77 Incêndios em Vegetação em Apenas um Dia, com Área Queimada de Quase 188 Hectares

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Por: Kelven Andrade

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) enfrentou um dia intenso na última segunda-feira (11), com o registro de 77 ocorrências de incêndio em vegetação, que consumiram uma área total de 187,85 hectares. Para conter as chamas, foi mobilizada uma força-tarefa composta por equipes em solo e uma aeronave de apoio.

Entre os focos mais críticos estão o Núcleo Rural Taquari, onde o fogo atingiu 64,5 hectares; a região próxima à Torre de TV Digital, com 58,3 hectares queimados; e o Park Way, com 19,6 hectares devastados pelo incêndio.

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O balanço divulgado pelo CBMDF abrange exclusivamente incêndios em vegetação, não incluindo ocorrências relacionadas a queima de lixo, entulhos ou queimadas controladas.

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Diante do aumento dos incêndios nesta época de seca, o Corpo de Bombeiros reforça a importância da prevenção e alerta a população para alguns cuidados essenciais. Entre as principais recomendações estão evitar a queima de lixo e folhas, não descartar cigarros acesos em áreas verdes e manter aceiros em propriedades rurais para evitar a propagação do fogo.

Em caso de incêndio, a orientação é acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 para atendimento rápido e eficaz, minimizando danos ambientais e riscos à segurança da população.

*Informações da CBMDF

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A Piscina com Ondas de Brasília Está Voltando Após Quase 30 Anos Fechada afirma Celina Leão

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Por: Kelven Andrade

A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, anunciou com entusiasmo o retorno da icônica piscina com ondas de Brasília, um espaço que esteve fechado por quase três décadas e que agora está sendo cuidadosamente reconstruído para receber o público novamente.

Segundo Celina, o projeto não se limita apenas à famosa piscina com ondas. O espaço ganhará diversas novas atrações, como um rio lento com 1.700 metros de extensão, piscinas infantis, brinquedos para as crianças e uma área de convivência ampla e confortável para toda a família. Um dos destaques é a preservação do revestimento original em azulejos, que mantém viva a história e a memória afetiva do local.

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“Para quem cresceu no Parque da Cidade ou quer viver essa experiência pela primeira vez. A piscina com ondas está de volta! As obras já começaram e estamos trabalhando para entregar um espaço completo, democrático e para toda a família aproveitar”, afirmou a vice-governadora.

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Celina Leão revelou que esse sonho começou a ser construído ainda em seu mandato como deputada federal, quando destinou emenda para viabilizar o projeto. Agora, como vice-governadora, ela comemora a concretização da obra, que promete resgatar um ponto tradicional de lazer e diversão no DF.

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A nova piscina com ondas será um marco de lazer para Brasília, unindo história, modernidade e diversão em um só lugar. A expectativa é de que, em breve, a população possa desfrutar desse espaço repleto de memórias e novas experiências para todas as idades.

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Hospital de Base adota técnica inédita para cirurgias da aorta e salva vidas

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Por: Kelven Andrade



O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) se tornou referência nacional ao aplicar uma técnica inédita em cirurgias cardíacas de alta complexidade. Desenvolvido pelo cirurgião cardíaco Ricardo Corso, o procedimento é voltado para o tratamento de doenças graves da aorta torácica — a principal artéria do corpo humano — e promete reduzir riscos e acelerar a recuperação de pacientes em estado crítico.



Batizada de Técnica TOPS (sigla em inglês para Substituição Total do Arco Aórtico com Duas Anastomoses em circulação extracorpórea), a inovação encurta significativamente o tempo de uso da circulação extracorpórea, equipamento que substitui temporariamente as funções do coração e dos pulmões durante a cirurgia. Isso minimiza complicações, incluindo sequelas neurológicas e risco de morte, além de oferecer um retorno mais rápido à vida normal.



Segundo o médico, o método consiste em substituir a parte danificada da aorta por uma prótese e reconectar o fluxo sanguíneo para os três principais vasos que levam sangue ao cérebro e aos braços. “A técnica é mundialmente pioneira e é simples e segura. Já é possível observar um menor índice de complicações no pós-operatório, além da recuperação ser bem mais rápida”, explica.









Desde a implementação, 13 pacientes já passaram pela cirurgia. Entre eles está o vigilante Maurício Rodrigues Ribeiro, 53 anos, que foi diagnosticado com dissecção aórtica aguda — um rasgo na parede da aorta — em 2022. Após ser selecionado para o procedimento em agosto de 2024, Maurício se recuperou totalmente e voltou ao trabalho em apenas quatro meses.  “Foi bem complicado, um grande susto, não é nada fácil enfrentar um problema dessa gravidade. Hoje, sou um verdadeiro milagre. A cirurgia foi 100% eficaz. Apesar de algumas precauções, levo uma vida normal e cheia de expectativas”, comemorou.



O pioneirismo da Técnica TOPS já rendeu reconhecimento científico. Em junho, o método recebeu o segundo lugar na categoria de Melhor Tema Livre durante o 51º Congresso Brasileiro de Cirurgia Cardiovascular, realizado em Curitiba (PR). O trabalho também será apresentado, em outubro, no EACTS – Annual Meeting 2025, congresso europeu de cirurgia cardiovascular que acontecerá em Copenhagen, Dinamarca.



Com resultados promissores e visibilidade crescente, a expectativa é que a técnica desenvolvida no Hospital de Base seja incorporada por outros centros cirúrgicos do Brasil e do mundo, oferecendo novas perspectivas de vida para pacientes com um dos diagnósticos mais graves da medicina cardiovascular.



*Informações da Agência Brasília




https://jornalismodigitaldf.com.br/hospital-de-base-adota-tecnica-inedita-para-cirurgias-da-aorta-e-salva-vidas/?fsp_sid=175186
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