Futuro Promissor: Nova Escola no Parque Urbano da Estrutural Oferecerá Oportunidades e Inovação

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Uma nova era para a educação na Estrutural está prestes a começar. O anúncio da construção de uma escola moderna ao lado do Centro Olímpico, no Parque Urbano, promete ser um divisor de águas para a comunidade, oferecendo um espaço de aprendizado de ponta para estudantes e famílias.



A instituição não será apenas um local de aulas, mas um verdadeiro centro de desenvolvimento. O projeto prevê salas de aula amplas e bem equipadas, que criarão um ambiente propício para o aprendizado. Além disso, a escola contará com uma biblioteca completa, uma quadra poliesportiva e diversos ambientes de aprendizagem de última geração. Essa estrutura visa proporcionar uma experiência educacional mais rica e diversificada, alinhada às demandas do século XXI.



O projeto, que conta com o apoio do Governo do Distrito Federal, reflete o compromisso das lideranças locais com a educação. O governador Ibaneis Rocha, a vice-governadora Celina Leão, o deputado federal Rafael Prudente e o secretário de Estado José Humberto uniram forças para garantir que os jovens da Estrutural tenham acesso a mais oportunidades de crescimento e aprendizado.



A expectativa é que a nova escola não apenas aprimore a qualidade do ensino, mas também revitalize a área, tornando-a um polo de atividades educacionais e esportivas. A comunidade da Estrutural, que já demonstra grande entusiasmo com a iniciativa, aguarda ansiosamente a concretização desse projeto que promete transformar o futuro de seus jovens.







https://jornalismodigitaldf.com.br/futuro-promissor-nova-escola-no-parque-urbano-da-estrutural-oferecera-oportunidades-e-inovacao/?fsp_sid=172222
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Futuro Promissor: Nova Escola no Parque Urbano da Estrutural Oferecerá Oportunidades e Inovação

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Uma nova era para a educação na Estrutural está prestes a começar. O anúncio da construção de uma escola moderna ao lado do Centro Olímpico, no Parque Urbano, promete ser um divisor de águas para a comunidade, oferecendo um espaço de aprendizado de ponta para estudantes e famílias.



A instituição não será apenas um local de aulas, mas um verdadeiro centro de desenvolvimento. O projeto prevê salas de aula amplas e bem equipadas, que criarão um ambiente propício para o aprendizado. Além disso, a escola contará com uma biblioteca completa, uma quadra poliesportiva e diversos ambientes de aprendizagem de última geração. Essa estrutura visa proporcionar uma experiência educacional mais rica e diversificada, alinhada às demandas do século XXI.



O projeto, que conta com o apoio do Governo do Distrito Federal, reflete o compromisso das lideranças locais com a educação. O governador Ibaneis Rocha, a vice-governadora Celina Leão, o deputado federal Rafael Prudente e o secretário de Estado José Humberto uniram forças para garantir que os jovens da Estrutural tenham acesso a mais oportunidades de crescimento e aprendizado.



A expectativa é que a nova escola não apenas aprimore a qualidade do ensino, mas também revitalize a área, tornando-a um polo de atividades educacionais e esportivas. A comunidade da Estrutural, que já demonstra grande entusiasmo com a iniciativa, aguarda ansiosamente a concretização desse projeto que promete transformar o futuro de seus jovens.







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Deputado Júlio César Ribeiro visita Secretaria de Esporte e reforça compromisso com o desenvolvimento esportivo

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Por Denise Oliveira.



A Secretaria de Esporte recebeu, com grande satisfação, a visita do Deputado Federal do Esporte, Júlio César Ribeiro.



O encontro foi marcado por uma troca produtiva de ideias, experiências e pelo fortalecimento de parcerias voltadas ao incentivo do esporte como instrumento de transformação social.



Durante a reunião, foram discutidos projetos que visam ampliar o acesso da população às práticas esportivas, promover a inclusão social e oferecer mais qualidade de vida à comunidade. O deputado Júlio César reafirmou seu compromisso com a pauta esportiva e destacou a importância de atuar em conjunto com os órgãos locais para potencializar os resultados.



“Hoje recebi com alegria a visita do Deputado Federal do Esporte, juliocesarribeiro, na Secretaria de Esporte. Um momento importante para alinharmos ideias, trocar experiências e fortalecer projetos que promovem o esporte e beneficiam nossa população. Seguimos juntos, trabalhando por mais oportunidades e qualidade de vida por meio do esporte”, destacou o secretário.



A visita simboliza o esforço conjunto entre os poderes Legislativo e Executivo para consolidar políticas públicas eficientes no setor esportivo, gerando impactos positivos para crianças, jovens, adultos e idosos.







https://jornalismodigitaldf.com.br/deputado-julio-cesar-ribeiro-visita-secretaria-de-esporte-e-reforca-compromisso-com-o-desenvolvimento-esportivo/?fsp_sid=172196
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Deputado Júlio César Ribeiro visita Secretaria de Esporte e reforça compromisso com o desenvolvimento esportivo

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Por Denise Oliveira.



A Secretaria de Esporte recebeu, com grande satisfação, a visita do Deputado Federal do Esporte, Júlio César Ribeiro.



O encontro foi marcado por uma troca produtiva de ideias, experiências e pelo fortalecimento de parcerias voltadas ao incentivo do esporte como instrumento de transformação social.



Durante a reunião, foram discutidos projetos que visam ampliar o acesso da população às práticas esportivas, promover a inclusão social e oferecer mais qualidade de vida à comunidade. O deputado Júlio César reafirmou seu compromisso com a pauta esportiva e destacou a importância de atuar em conjunto com os órgãos locais para potencializar os resultados.



“Hoje recebi com alegria a visita do Deputado Federal do Esporte, juliocesarribeiro, na Secretaria de Esporte. Um momento importante para alinharmos ideias, trocar experiências e fortalecer projetos que promovem o esporte e beneficiam nossa população. Seguimos juntos, trabalhando por mais oportunidades e qualidade de vida por meio do esporte”, destacou o secretário.



A visita simboliza o esforço conjunto entre os poderes Legislativo e Executivo para consolidar políticas públicas eficientes no setor esportivo, gerando impactos positivos para crianças, jovens, adultos e idosos.







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DF avança em infraestrutura, cultura e assistência social sob gestão do Governador Ibaneis Rocha

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Por: Kelven Andrade



O governador Ibaneis Rocha publicou, nesta semana, um balanço das transformações promovidas em sua gestão à frente do Governo do Distrito Federal (GDF). Em tom de reflexão, ele relembrou os desafios enfrentados no início do mandato, quando diversas regiões do DF estavam em situação de abandono, e destacou os avanços alcançados com trabalho, investimento e compromisso com a população.



Entre os exemplos citados, Ibaneis mencionou a reestruturação da infraestrutura viária da capital. “Teve um tempo no Distrito Federal em que, em vez de se construírem viadutos, um viaduto caiu e ficou meses no chão”, o atual governo não apenas reconstruiu esse viaduto, como também entregou várias outras obras do tipo em pontos estratégicos da cidade, melhorando a mobilidade e a segurança no trânsito.









Outro destaque da gestão foi a atenção dada ao Sol Nascente, que em determinado momento foi considerado a maior favela do Brasil. O GDF investiu em obras de urbanização, infraestrutura e serviços públicos na região, transformando a realidade de milhares de moradores.









A área cultural também foi contemplada com ações de impacto. O Teatro Nacional Claudio Santoro, fechado por muitos anos, foi reaberto sob a atual gestão, retomando seu papel como importante espaço de difusão artística no DF. A reabertura do teatro foi símbolo da recuperação dos patrimônios culturais e do incentivo à produção local.









Na área de assistência alimentar, o governador destacou a redução no valor cobrado pelas refeições nos restaurantes comunitários, que haviam sido reajustadas para R$ 3, dificultando o acesso da população de baixa renda. O GDF reduziu o preço para R$ 1, garantindo mais dignidade e segurança alimentar a quem mais precisa.



As ações fazem parte de um conjunto de medidas que, segundo o governo, visam romper com um passado de abandono e desassistência. O foco está na promoção de políticas públicas que alcancem todas as regiões administrativas e levem melhorias reais para quem mais precisa.



VEJA MAIS:









https://jornalismodigitaldf.com.br/df-avanca-em-infraestrutura-cultura-e-assistencia-social-sob-gestao-do-governador-ibaneis-rocha/?fsp_sid=172150
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DF avança em infraestrutura, cultura e assistência social sob gestão do Governador Ibaneis Rocha

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O governador Ibaneis Rocha publicou, nesta semana, um balanço das transformações promovidas em sua gestão à frente do Governo do Distrito Federal (GDF). Em tom de reflexão, ele relembrou os desafios enfrentados no início do mandato, quando diversas regiões do DF estavam em situação de abandono, e destacou os avanços alcançados com trabalho, investimento e compromisso com a população.



Entre os exemplos citados, Ibaneis mencionou a reestruturação da infraestrutura viária da capital. “Teve um tempo no Distrito Federal em que, em vez de se construírem viadutos, um viaduto caiu e ficou meses no chão”, o atual governo não apenas reconstruiu esse viaduto, como também entregou várias outras obras do tipo em pontos estratégicos da cidade, melhorando a mobilidade e a segurança no trânsito.









Outro destaque da gestão foi a atenção dada ao Sol Nascente, que em determinado momento foi considerado a maior favela do Brasil. O GDF investiu em obras de urbanização, infraestrutura e serviços públicos na região, transformando a realidade de milhares de moradores.









A área cultural também foi contemplada com ações de impacto. O Teatro Nacional Claudio Santoro, fechado por muitos anos, foi reaberto sob a atual gestão, retomando seu papel como importante espaço de difusão artística no DF. A reabertura do teatro foi símbolo da recuperação dos patrimônios culturais e do incentivo à produção local.









Na área de assistência alimentar, o governador destacou a redução no valor cobrado pelas refeições nos restaurantes comunitários, que haviam sido reajustadas para R$ 3, dificultando o acesso da população de baixa renda. O GDF reduziu o preço para R$ 1, garantindo mais dignidade e segurança alimentar a quem mais precisa.



As ações fazem parte de um conjunto de medidas que, segundo o governo, visam romper com um passado de abandono e desassistência. O foco está na promoção de políticas públicas que alcancem todas as regiões administrativas e levem melhorias reais para quem mais precisa.



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Agências do Trabalhador do DF oferecem 905 vagas de emprego nesta sexta-feira (1º)

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Por: Kelven Andrade



Nesta sexta-feira (1º/8), as agências do trabalhador do Distrito Federal disponibilizam 905 vagas de emprego para candidatos de diferentes perfis. As oportunidades abrangem diversos níveis de escolaridade e incluem postos com e sem exigência de experiência prévia. Os salários oferecidos chegam a até R$ 4 mil, dependendo da função e da qualificação exigida.



Entre as vagas em destaque, três são destinadas a pessoas com deficiência (PCDs), para o cargo de atendente de lanchonete na região da Candangolândia. A função exige ensino médio completo e oferece salário de R$ 1.518. Para quem está iniciando no mercado de trabalho, há uma oportunidade na modalidade Jovem Aprendiz, na área de técnico em segurança do trabalho, com atuação em Vicente Pires. A remuneração é de R$ 38 por dia, além de benefícios, e o candidato deve estar cursando o ensino superior na área.



Os interessados devem cadastrar o currículo por meio do aplicativo Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou comparecer presencialmente a uma das 15 agências do trabalhador do DF, que funcionam das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma vaga do dia se encaixe no perfil do candidato, o registro no sistema permanece ativo para futuras seleções, com cruzamento automático entre o perfil do trabalhador e as vagas ofertadas.



O serviço também está disponível para empresários e empreendedores que desejam anunciar vagas de emprego ou utilizar os espaços das agências para realizar entrevistas. Para isso, basta comparecer a uma unidade ou enviar um e-mail para gcv@sedet.df.gov.br. Também é possível fazer o cadastro por meio do Canal do Empregador, disponível no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).



A iniciativa busca promover a inserção de trabalhadores no mercado formal e facilitar o contato entre empresas e profissionais em busca de oportunidade. O sistema de intermediação de mão de obra das agências é gratuito e aberto a todos os cidadãos do DF.






https://jornalismodigitaldf.com.br/agencias-do-trabalhador-do-df-oferecem-905-vagas-de-emprego-nesta-sexta-feira-1o/?fsp_sid=172124
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Agências do Trabalhador do DF oferecem 905 vagas de emprego nesta sexta-feira (1º)

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Por: Kelven Andrade



Nesta sexta-feira (1º/8), as agências do trabalhador do Distrito Federal disponibilizam 905 vagas de emprego para candidatos de diferentes perfis. As oportunidades abrangem diversos níveis de escolaridade e incluem postos com e sem exigência de experiência prévia. Os salários oferecidos chegam a até R$ 4 mil, dependendo da função e da qualificação exigida.



Entre as vagas em destaque, três são destinadas a pessoas com deficiência (PCDs), para o cargo de atendente de lanchonete na região da Candangolândia. A função exige ensino médio completo e oferece salário de R$ 1.518. Para quem está iniciando no mercado de trabalho, há uma oportunidade na modalidade Jovem Aprendiz, na área de técnico em segurança do trabalho, com atuação em Vicente Pires. A remuneração é de R$ 38 por dia, além de benefícios, e o candidato deve estar cursando o ensino superior na área.



Os interessados devem cadastrar o currículo por meio do aplicativo Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou comparecer presencialmente a uma das 15 agências do trabalhador do DF, que funcionam das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma vaga do dia se encaixe no perfil do candidato, o registro no sistema permanece ativo para futuras seleções, com cruzamento automático entre o perfil do trabalhador e as vagas ofertadas.



O serviço também está disponível para empresários e empreendedores que desejam anunciar vagas de emprego ou utilizar os espaços das agências para realizar entrevistas. Para isso, basta comparecer a uma unidade ou enviar um e-mail para gcv@sedet.df.gov.br. Também é possível fazer o cadastro por meio do Canal do Empregador, disponível no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).



A iniciativa busca promover a inserção de trabalhadores no mercado formal e facilitar o contato entre empresas e profissionais em busca de oportunidade. O sistema de intermediação de mão de obra das agências é gratuito e aberto a todos os cidadãos do DF.






https://jornalismodigitaldf.com.br/agencias-do-trabalhador-do-df-oferecem-905-vagas-de-emprego-nesta-sexta-feira-1o/?fsp_sid=172131
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Celina Leão anuncia modelo "Receita Simples” para facilitar uso de medicamentos por pacientes no DF

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Por: Kelven Andrade



Com o objetivo de tornar o tratamento médico mais acessível e compreensível para a população, o Governo do Distrito Federal lançou o programa Receita Simples, um novo modelo de prescrição médica. A iniciativa foi anunciada pela vice-governadora Celina Leão como uma forma de facilitar o entendimento das orientações médicas, principalmente para pacientes que utilizam vários medicamentos simultaneamente.



A principal inovação da Receita Simples está no formato visual da prescrição. As receitas passarão a ser impressas com letras grandes, cores e ilustrações, além de linguagem clara e objetiva. O novo modelo foi pensado para atender pessoas com dificuldades de leitura, visão reduzida ou baixa escolaridade, que frequentemente enfrentam obstáculos para seguir corretamente os tratamentos indicados.









“Quem já precisou tomar vários remédios ao mesmo tempo sabe como é fácil se confundir. Pensando nisso, o DF criou a Receita Simples”, declarou Celina Leão em vídeo publicado nas redes sociais. Ela destacou que a proposta oferece mais autonomia, segurança e cuidado aos pacientes, contribuindo para o sucesso dos tratamentos e a promoção da saúde.



Além de simplificar a comunicação entre médico e paciente, o programa busca reduzir erros no uso de medicamentos, que muitas vezes resultam de interpretações equivocadas das orientações. A vice-governadora ressaltou que pequenas mudanças como essa podem ter um grande impacto na vida de quem mais precisa do sistema público de saúde.









A implantação do novo modelo será realizada de forma gradativa na rede pública de saúde do Distrito Federal. A expectativa é de que o Receita Simples se torne padrão em todas as unidades, beneficiando milhares de pessoas com uma comunicação mais acolhedora e eficiente.



A proposta faz parte de um conjunto de medidas do GDF voltadas à humanização dos serviços de saúde e à inclusão de públicos mais vulneráveis. Segundo Celina Leão, a meta é garantir que todos tenham acesso igualitário ao cuidado e consigam seguir corretamente as recomendações médicas, com mais clareza e dignidade.



VEJA MAIS:









https://jornalismodigitaldf.com.br/celina-leao-anuncia-modelo-receita-simples-para-facilitar-uso-de-medicamentos-por-pacientes-no-df/?fsp_sid=172098
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Celina Leão anuncia modelo "Receita Simples” para facilitar uso de medicamentos por pacientes no DF

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Com o objetivo de tornar o tratamento médico mais acessível e compreensível para a população, o Governo do Distrito Federal lançou o programa Receita Simples, um novo modelo de prescrição médica. A iniciativa foi anunciada pela vice-governadora Celina Leão como uma forma de facilitar o entendimento das orientações médicas, principalmente para pacientes que utilizam vários medicamentos simultaneamente.



A principal inovação da Receita Simples está no formato visual da prescrição. As receitas passarão a ser impressas com letras grandes, cores e ilustrações, além de linguagem clara e objetiva. O novo modelo foi pensado para atender pessoas com dificuldades de leitura, visão reduzida ou baixa escolaridade, que frequentemente enfrentam obstáculos para seguir corretamente os tratamentos indicados.









“Quem já precisou tomar vários remédios ao mesmo tempo sabe como é fácil se confundir. Pensando nisso, o DF criou a Receita Simples”, declarou Celina Leão em vídeo publicado nas redes sociais. Ela destacou que a proposta oferece mais autonomia, segurança e cuidado aos pacientes, contribuindo para o sucesso dos tratamentos e a promoção da saúde.



Além de simplificar a comunicação entre médico e paciente, o programa busca reduzir erros no uso de medicamentos, que muitas vezes resultam de interpretações equivocadas das orientações. A vice-governadora ressaltou que pequenas mudanças como essa podem ter um grande impacto na vida de quem mais precisa do sistema público de saúde.









A implantação do novo modelo será realizada de forma gradativa na rede pública de saúde do Distrito Federal. A expectativa é de que o Receita Simples se torne padrão em todas as unidades, beneficiando milhares de pessoas com uma comunicação mais acolhedora e eficiente.



A proposta faz parte de um conjunto de medidas do GDF voltadas à humanização dos serviços de saúde e à inclusão de públicos mais vulneráveis. Segundo Celina Leão, a meta é garantir que todos tenham acesso igualitário ao cuidado e consigam seguir corretamente as recomendações médicas, com mais clareza e dignidade.



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Professora acusada de furto qualificado é liberada após pagamento de fiança em Brasília

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Por: Kelven Andrade



A professora Thallyta da Silva Almeida, de 29 anos, teve a liberdade provisória concedida nesta quinta-feira (31) pelo juiz substituto do Núcleo de Audiências de Custódia (NAC), após ser presa em flagrante por furto qualificado. Para deixar a prisão, ela precisou pagar fiança no valor de R$ 3 mil. A decisão judicial também impôs medidas cautelares, como comparecimento mensal em juízo e a obrigação de manter o endereço atualizado nos autos do processo.



Thallyta foi detida na última segunda-feira (23), após ser flagrada por câmeras de segurança fotografando cartões bancários de colegas dentro da Escola Classe da 308 Sul, onde dava aulas. De acordo com o boletim de ocorrência, os cartões clonados foram utilizados para compras de roupas de marca, calçados, cosméticos, maquiagem, reservas de hospedagem e até ingressos para eventos.



Segundo a investigação da Polícia Civil, ao menos seis professoras da mesma unidade escolar relataram prejuízos financeiros desde fevereiro deste ano, totalizando cerca de R$ 6 mil em despesas não autorizadas. A sequência de relatos e transações suspeitas levou à instalação de câmeras e à identificação da suspeita.



Durante a audiência de custódia, tanto o Ministério Público quanto a defesa da professora foram favoráveis à concessão da liberdade provisória. O juiz responsável entendeu que não havia fundamentos suficientes para justificar a prisão preventiva, ressaltando que a custódia cautelar deve ser aplicada apenas em situações excepcionais, conforme previsto no ordenamento jurídico brasileiro.



A docente, no entanto, foi advertida de que o descumprimento das condições impostas pela Justiça poderá levar à emissão de uma nova ordem de prisão. As investigações continuam, e Thallyta responderá ao processo em liberdade, mas sob acompanhamento judicial.



O caso gerou grande repercussão entre a comunidade escolar e levanta debates sobre segurança e confiança no ambiente educacional. A Secretaria de Educação do Distrito Federal ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação funcional da professora.



VEJA MAIS:










https://jornalismodigitaldf.com.br/professora-acusada-de-furto-qualificado-e-liberada-apos-pagamento-de-fianca-em-brasilia/?fsp_sid=172072
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Professora acusada de furto qualificado é liberada após pagamento de fiança em Brasília

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A professora Thallyta da Silva Almeida, de 29 anos, teve a liberdade provisória concedida nesta quinta-feira (31) pelo juiz substituto do Núcleo de Audiências de Custódia (NAC), após ser presa em flagrante por furto qualificado. Para deixar a prisão, ela precisou pagar fiança no valor de R$ 3 mil. A decisão judicial também impôs medidas cautelares, como comparecimento mensal em juízo e a obrigação de manter o endereço atualizado nos autos do processo.



Thallyta foi detida na última segunda-feira (23), após ser flagrada por câmeras de segurança fotografando cartões bancários de colegas dentro da Escola Classe da 308 Sul, onde dava aulas. De acordo com o boletim de ocorrência, os cartões clonados foram utilizados para compras de roupas de marca, calçados, cosméticos, maquiagem, reservas de hospedagem e até ingressos para eventos.



Segundo a investigação da Polícia Civil, ao menos seis professoras da mesma unidade escolar relataram prejuízos financeiros desde fevereiro deste ano, totalizando cerca de R$ 6 mil em despesas não autorizadas. A sequência de relatos e transações suspeitas levou à instalação de câmeras e à identificação da suspeita.



Durante a audiência de custódia, tanto o Ministério Público quanto a defesa da professora foram favoráveis à concessão da liberdade provisória. O juiz responsável entendeu que não havia fundamentos suficientes para justificar a prisão preventiva, ressaltando que a custódia cautelar deve ser aplicada apenas em situações excepcionais, conforme previsto no ordenamento jurídico brasileiro.



A docente, no entanto, foi advertida de que o descumprimento das condições impostas pela Justiça poderá levar à emissão de uma nova ordem de prisão. As investigações continuam, e Thallyta responderá ao processo em liberdade, mas sob acompanhamento judicial.



O caso gerou grande repercussão entre a comunidade escolar e levanta debates sobre segurança e confiança no ambiente educacional. A Secretaria de Educação do Distrito Federal ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação funcional da professora.



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GDF contrata 65 leitos de UTI para atender rede pública de saúde

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Por: Kelven Andrade



Com o objetivo de reforçar a rede pública de saúde e atender à crescente demanda por cuidados intensivos, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) contratou 65 novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulta na rede complementar. A medida integra um plano maior que prevê a contratação de mais de 340 leitos de UTI, em benefício da população atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).



A iniciativa busca ampliar a capacidade de atendimento a pacientes em estado crítico, garantindo assistência especializada, segura e em tempo oportuno. Em momentos de maior complexidade clínica, o acesso rápido a um leito de UTI pode ser decisivo para a recuperação do paciente.



O secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda, destacou a importância da ação diante do cenário atual. “Ampliar o acesso a leitos de terapia intensiva é de extrema importância diante desse cenário de crescimento contínuo por esse tipo de cuidado. Buscaremos essa ampliação com abertura de novos leitos nos hospitais da Secretaria e com a contratualização com a rede suplementar”, afirmou.



A contratação dos leitos visa desafogar os hospitais públicos e reduzir o tempo de espera por vagas de UTI, o que contribui para salvar vidas e melhorar os indicadores de saúde da capital federal.



Com essa contratação inicial, a SES-DF reafirma o compromisso com a ampliação do acesso a serviços de saúde de alta complexidade e o fortalecimento da rede pública para atender com dignidade a população do Distrito Federal.




https://jornalismodigitaldf.com.br/gdf-contrata-65-leitos-de-uti-para-atender-rede-publica-de-saude/?fsp_sid=172053
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GDF contrata 65 leitos de UTI para atender rede pública de saúde

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Com o objetivo de reforçar a rede pública de saúde e atender à crescente demanda por cuidados intensivos, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) contratou 65 novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulta na rede complementar. A medida integra um plano maior que prevê a contratação de mais de 340 leitos de UTI, em benefício da população atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).



A iniciativa busca ampliar a capacidade de atendimento a pacientes em estado crítico, garantindo assistência especializada, segura e em tempo oportuno. Em momentos de maior complexidade clínica, o acesso rápido a um leito de UTI pode ser decisivo para a recuperação do paciente.



O secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda, destacou a importância da ação diante do cenário atual. “Ampliar o acesso a leitos de terapia intensiva é de extrema importância diante desse cenário de crescimento contínuo por esse tipo de cuidado. Buscaremos essa ampliação com abertura de novos leitos nos hospitais da Secretaria e com a contratualização com a rede suplementar”, afirmou.



A contratação dos leitos visa desafogar os hospitais públicos e reduzir o tempo de espera por vagas de UTI, o que contribui para salvar vidas e melhorar os indicadores de saúde da capital federal.



Com essa contratação inicial, a SES-DF reafirma o compromisso com a ampliação do acesso a serviços de saúde de alta complexidade e o fortalecimento da rede pública para atender com dignidade a população do Distrito Federal.




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Planos de saúde começam a atender pacientes do SUS nesta 6ª. Entenda

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A partir desta sexta-feira (1º/8), operadoras de planos de saúde começarão a atender pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A mudança faz parte do programa Agora tem especialistas, pensado para diminuir as filas de espera por consultas com especialidades médicas, como oncologia e ginecologia.


A iniciativa do Ministério da Saúde permite que as operadoras de saúde suplementar paguem parte de suas dívidas com o governo fazendo essa prestação de serviços. No primeiro ciclo, cerca de R$ 750 milhões em débitos serão convertidos em atendimentos especializados.


As operadoras poderão atuar em seis áreas prioritárias: oncologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia, ginecologia e otorrinolaringologia. A escolha dos serviços a serem ofertados vai respeitar os gargalos indicados por estados e municípios, pensando em diminuir as maiores filas de cada região.





Como vai funcionar o atendimento aos pacientes?



  • A partir de agosto, planos de saúde voluntários poderão atender pacientes do SUS, convertendo dívidas em consultas, exames e cirurgias.

  • O atendimento privilegiará seis áreas com carência grave: oncologia, oftalmologia, ortopedia, otorrinolaringologia, cardiologia e ginecologia.

  • Os planos devem aderir a um edital da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e comprovar capacidade operacional de mais de 100 mil atendimentos por mês para participar.

  • Não serão os pacientes que marcarão suas consultas. Estados e municípios vão poder avaliar as áreas prioritárias de atendimento para reduzir suas filas.

  • O atendimento aos pacientes do SUS na rede privada será gratuito, mantendo a característica de gratuidade do sistema público de saúde.

  • Uma plataforma eletrônica integrará dados dos atendimentos na rede pública e no privada no app Meu SUS Digital para acelerar o diagnóstico e permitir que o paciente seja corretamente acompanhado.

  • O pagamento não será por atendimento. As operadoras receberão certificados de ressarcimento após concluir “combos de cuidado” (pacotes de consulta, exame e tratamento), que geram abatimento de dívida.




As marcações das consultas não serão feitas diretamente pelos pacientes. Eles serão atendidos por meio de encaminhamentos do SUS. O sistema público seguirá organizando as filas, definindo onde e quando o usuário poderá ser atendido por uma clínica ou hospital da rede privada conveniada ao programa.


“O que estamos valorizando nesse mecanismo é saber onde estão os médicos especialistas, onde estão os equipamentos, e levar o paciente do SUS a esses locais. As dívidas que antes iam para o Fundo Nacional de Saúde, mas não se convertiam em atendimento, agora viraram ações concretas para reduzir tempo de espera por atendimento e dar dignidade a quem mais precisa”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, quando anunciou o programa, na segunda-feira (28/7).

Segundo o Ministério da Saúde, os pagamentos às operadoras não serão feitos por serviço individual. A remuneração dependerá da entrega de pacotes completos, que envolvem consulta, exames complementares e, quando necessário, procedimentos cirúrgicos.


Exigências para operadoras e fiscalização ativa


Para aderir ao programa, os planos precisam comprovar estrutura técnica e operacional adequada. A regra exige a realização mínima de 100 mil atendimentos por mês, podendo cair para 50 mil em áreas de menor cobertura assistencial.


A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) manterá a fiscalização sobre as operadoras, e os beneficiários dos planos de saúde não serão prejudicados pela iniciativa, de acordo com Carla de Figueiredo Soares, presidente da ANS.


“Não há qualquer espaço para que operadoras deixem de atender sua carteira de clientes para priorizar o SUS. Pelo contrário: é do interesse das operadoras que aderirem ao programa ampliar sua capacidade de atendimento, beneficiando tanto os usuários dos planos quanto os pacientes do SUS”, esclareceu.

As instituições com mais de R$ 10 milhões de dívida podem trocar até 30% desse valor por atendimento a pacientes do SUS. Nos casos de dívidas entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões, 40% do valor poderá ser trocado. Se a dívida for menor do que R$ 5 milhões por estabelecimento, até 50% do débito poderá ser trocado por serviço com a emissão de créditos financeiros por ano.


Especialistas apontam vantagens e limitações


Segundo o médico Darizon Filho, professor de saúde preventiva e coordenador do MedCof, a proposta representa solução prática para o problema crônico das filas no SUS e para o ressarcimento devido pelas operadoras, mas que não deve ser duradoura.


“Essa medida pode ajudar a reduzir as filas, principalmente neste primeiro momento. Porque vai acontecer um aumento de oferta de vagas para atenção especializada, para consultas e procedimentos junto com especialistas, o que é de fato um gargalo atual no Sistema Único de Saúde. Agora, se isso é duradouro, a gente não pode dizer, porque existe uma dívida acumulada. Uma vez que ela for sanada, mesmo que seja através da prestação de serviços pelos planos de saúde, a gente não sabe se isso deve continuar”, afirma o especialista.

O advogado Pedro Stein, vice-presidente da Comissão de Direito Médico da 3ª Subseção da OAB/ES, vê na proposta uma medida com potencial de impacto positivo, mas alerta para os desafios na execução.


“A medida não altera diretamente os direitos dos usuários dos planos, mas pode gerar efeitos colaterais, como o aumento do tempo de espera para consultas em especialidades com poucos profissionais. A proposta é interessante, mas sua eficácia depende de fiscalização rígida e da transparência na execução por parte dos entes públicos e das operadoras”, avalia.


Segundo especialistas, a viabilidade da medida dependerá do bom funcionamento do SUS Digital, do engajamento das operadoras e da capacidade dos municípios em regular os fluxos de atendimento. A avaliação do impacto, conclui o Ministério, será contínua.


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Planos de saúde começam a atender pacientes do SUS nesta 6ª. Entenda

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A partir desta sexta-feira (1º/8), operadoras de planos de saúde começarão a atender pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A mudança faz parte do programa Agora tem especialistas, pensado para diminuir as filas de espera por consultas com especialidades médicas, como oncologia e ginecologia.


A iniciativa do Ministério da Saúde permite que as operadoras de saúde suplementar paguem parte de suas dívidas com o governo fazendo essa prestação de serviços. No primeiro ciclo, cerca de R$ 750 milhões em débitos serão convertidos em atendimentos especializados.


As operadoras poderão atuar em seis áreas prioritárias: oncologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia, ginecologia e otorrinolaringologia. A escolha dos serviços a serem ofertados vai respeitar os gargalos indicados por estados e municípios, pensando em diminuir as maiores filas de cada região.





Como vai funcionar o atendimento aos pacientes?



  • A partir de agosto, planos de saúde voluntários poderão atender pacientes do SUS, convertendo dívidas em consultas, exames e cirurgias.

  • O atendimento privilegiará seis áreas com carência grave: oncologia, oftalmologia, ortopedia, otorrinolaringologia, cardiologia e ginecologia.

  • Os planos devem aderir a um edital da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e comprovar capacidade operacional de mais de 100 mil atendimentos por mês para participar.

  • Não serão os pacientes que marcarão suas consultas. Estados e municípios vão poder avaliar as áreas prioritárias de atendimento para reduzir suas filas.

  • O atendimento aos pacientes do SUS na rede privada será gratuito, mantendo a característica de gratuidade do sistema público de saúde.

  • Uma plataforma eletrônica integrará dados dos atendimentos na rede pública e no privada no app Meu SUS Digital para acelerar o diagnóstico e permitir que o paciente seja corretamente acompanhado.

  • O pagamento não será por atendimento. As operadoras receberão certificados de ressarcimento após concluir “combos de cuidado” (pacotes de consulta, exame e tratamento), que geram abatimento de dívida.




As marcações das consultas não serão feitas diretamente pelos pacientes. Eles serão atendidos por meio de encaminhamentos do SUS. O sistema público seguirá organizando as filas, definindo onde e quando o usuário poderá ser atendido por uma clínica ou hospital da rede privada conveniada ao programa.


“O que estamos valorizando nesse mecanismo é saber onde estão os médicos especialistas, onde estão os equipamentos, e levar o paciente do SUS a esses locais. As dívidas que antes iam para o Fundo Nacional de Saúde, mas não se convertiam em atendimento, agora viraram ações concretas para reduzir tempo de espera por atendimento e dar dignidade a quem mais precisa”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, quando anunciou o programa, na segunda-feira (28/7).

Segundo o Ministério da Saúde, os pagamentos às operadoras não serão feitos por serviço individual. A remuneração dependerá da entrega de pacotes completos, que envolvem consulta, exames complementares e, quando necessário, procedimentos cirúrgicos.


Exigências para operadoras e fiscalização ativa


Para aderir ao programa, os planos precisam comprovar estrutura técnica e operacional adequada. A regra exige a realização mínima de 100 mil atendimentos por mês, podendo cair para 50 mil em áreas de menor cobertura assistencial.


A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) manterá a fiscalização sobre as operadoras, e os beneficiários dos planos de saúde não serão prejudicados pela iniciativa, de acordo com Carla de Figueiredo Soares, presidente da ANS.


“Não há qualquer espaço para que operadoras deixem de atender sua carteira de clientes para priorizar o SUS. Pelo contrário: é do interesse das operadoras que aderirem ao programa ampliar sua capacidade de atendimento, beneficiando tanto os usuários dos planos quanto os pacientes do SUS”, esclareceu.

As instituições com mais de R$ 10 milhões de dívida podem trocar até 30% desse valor por atendimento a pacientes do SUS. Nos casos de dívidas entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões, 40% do valor poderá ser trocado. Se a dívida for menor do que R$ 5 milhões por estabelecimento, até 50% do débito poderá ser trocado por serviço com a emissão de créditos financeiros por ano.


Especialistas apontam vantagens e limitações


Segundo o médico Darizon Filho, professor de saúde preventiva e coordenador do MedCof, a proposta representa solução prática para o problema crônico das filas no SUS e para o ressarcimento devido pelas operadoras, mas que não deve ser duradoura.


“Essa medida pode ajudar a reduzir as filas, principalmente neste primeiro momento. Porque vai acontecer um aumento de oferta de vagas para atenção especializada, para consultas e procedimentos junto com especialistas, o que é de fato um gargalo atual no Sistema Único de Saúde. Agora, se isso é duradouro, a gente não pode dizer, porque existe uma dívida acumulada. Uma vez que ela for sanada, mesmo que seja através da prestação de serviços pelos planos de saúde, a gente não sabe se isso deve continuar”, afirma o especialista.

O advogado Pedro Stein, vice-presidente da Comissão de Direito Médico da 3ª Subseção da OAB/ES, vê na proposta uma medida com potencial de impacto positivo, mas alerta para os desafios na execução.


“A medida não altera diretamente os direitos dos usuários dos planos, mas pode gerar efeitos colaterais, como o aumento do tempo de espera para consultas em especialidades com poucos profissionais. A proposta é interessante, mas sua eficácia depende de fiscalização rígida e da transparência na execução por parte dos entes públicos e das operadoras”, avalia.


Segundo especialistas, a viabilidade da medida dependerá do bom funcionamento do SUS Digital, do engajamento das operadoras e da capacidade dos municípios em regular os fluxos de atendimento. A avaliação do impacto, conclui o Ministério, será contínua.


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