Claudimar Tres: o jovem progressista eleito para a CONJUVE-DF que quer transformar a realidade da juventude no Distrito Federal

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Aos 26 anos, Claudimar Tres foi eleito para compor o Conselho de Juventude do Distrito Federal (CONJUVE-DF), ficando em segundo lugar por uma pequena diferença de votos. Mas quem é esse jovem que vem ganhando destaque entre os representantes da juventude?



Morador da Estrutural, Claudimar carrega uma trajetória marcada pelo compromisso com as causas sociais. Foi uma das primeiras crianças a participar do Centro de Convivência (COSE) quando o projeto chegou à comunidade — uma experiência que o marcou profundamente e despertou sua consciência sobre o poder transformador das políticas públicas.



Desde então, o jovem progressista tem atuado em diversas regiões do DF, sempre com foco na defesa dos direitos da juventude. Passou pelo programa Criança Feliz, visitando famílias e acompanhando o desenvolvimento infantil. Atuou como entrevistador social do CadÚnico, ouvindo histórias, acolhendo e orientando pessoas em situação de vulnerabilidade. Coordenou projetos voltados para a juventude e foi, por muitos anos, educador social — experiência que o ensinou sobre empatia, presença e compromisso real com o outro.



Ao longo de sua caminhada, Claudimar se envolveu em várias iniciativas sociais, com ênfase na proteção de crianças e adolescentes, capacitação de jovens e fortalecimento de vínculos comunitários. Seu trabalho e dedicação o tornaram uma referência entre os que acreditam em uma juventude mais forte, representada e valorizada.



Agora, como conselheiro eleito da CONJUVE-DF, Claudimar afirma que sua principal pauta será a empregabilidade da juventude. Para ele, a dificuldade de inserção no mercado de trabalho é uma das maiores violações de direitos enfrentadas pelos jovens do DF.



Embora reconheça políticas públicas existentes, como o programa Jovem Candango, acredita que ainda é possível avançar. Seu objetivo é ampliar o acesso à capacitação de qualidade, criar oportunidades reais de emprego e garantir acompanhamento contínuo após a inserção no mercado.



“Capacitar é importante, mas acompanhar o jovem depois que ele entra no mercado de trabalho é essencial para que ele permaneça, se desenvolva e tenha perspectivas de futuro”, destaca Claudimar.



Sua trajetória mostra que o verdadeiro impacto acontece quando alguém que conhece a realidade de perto decide lutar para transformá-la — e Claudimar está pronto para representar toda a juventude do Distrito Federal com garra, sensibilidade e compromisso.





https://jornalismodigitaldf.com.br/claudimar-tres-o-jovem-progressista-eleito-para-a-conjuve-df-que-quer-transformar-a-realidade-da-juventude-no-distrito-federal/?fsp_sid=166043
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Solidão aumenta risco de morte em mulheres na meia-idade, diz estudo

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A solidão aumenta o risco de morte independentemente da saúde física e mental — e quanto mais persistente o isolamento, maior o perigo. Isso é o que mostra uma nova pesquisa da Universidade de Sidney, na Austrália, publicada recemtemente no British Medical Journal. O estudo avaliou, pela primeira vez, o elo entre solidão e mortalidade precoce em mulheres de meia-idade.


A solidão é reconhecida como um problema de saúde pública e está associada a problemas cardiovasculares, depressão e demência, entre outros desfechos negativos. No entanto, segundo os autores, até agora os estudos não haviam examinado o impacto no risco de morte conforme a quantidade de anos em que a pessoa se sente só.


Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram dados do Australian Longitudinal Study of Women’s Health, um estudo populacional que começou em 1996 e acompanha mais de 57 mil mulheres.


Eles selecionaram aquelas na faixa dos 48 aos 55 anos, que não tinham doenças crônicas no início. Depois, aplicaram questionários sobre saúde e bem-estar a cada três anos ao longo de um período de 18 anos.


Ao fim do acompanhamento, aquelas que reportaram solidão crônica, persistente, tinham três vezes maior risco de morrer. O estudo também apontou uma relação dose- dependente, ou seja, quanto maior a frequência com que se sentiam sós, maior o risco de morte precoce. Embora curtos períodos de isolamento já afetem a saúde, o artigo sugere que esse impacto pode ser cumulativo ao longo do tempo.



Segundo os autores, a solidão está associada a altos níveis de estresse e alterações no sistema imune, que podem levar a problemas cardiovasculares e até certos tipos de câncer. Além disso, pessoas sozinhas acabam adotando comportamentos não saudáveis, como tabagismo, alimentação desbalanceada e sedentarismo — todos fatores de risco para morte prematura.


Diversos estudos associam a solidão com mortalidade. Sabe-se, por exemplo, que ficar viúvo aumenta a mortalidade nos homens. “Não se sabe o exato mecanismo associado, mas há o aspecto psicológico das interações sociais, sentir-se pertencente a uma família ou a um grupo, sentir-se útil, servir ao próximo”, diz a geriatra Thaís Ioshimoto, do Hospital Israelita Albert Einstein.


De acordo a especialista, o convívio com outras pessoas traz uma motivação para estar melhor. “Na minha visão e experiência como geriatra, estar com outras pessoas estimula que o idoso cuide da sua aparência, cuide da sua casa para receber amigos, mantenha atividades como cozinhar para a família… Estimula que ele viva bem para aproveitar a convivência com os outros. Ele vive com um propósito, seja cuidar da esposa ou do marido, dos netos, encontrar os amigos”, analisa Ioshimoto.


Para os autores do artigo, a solidão deve ser reconhecida como um determinante social significativo na saúde, e é preciso desenvolver intervenções para melhorar o bem-estar das pessoas e reduzir doenças evitáveis e mortes precoces.


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https://jornalismodigitaldf.com.br/solidao-aumenta-risco-de-morte-em-mulheres-na-meia-idade-diz-estudo/?fsp_sid=166024
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Solidão aumenta risco de morte em mulheres na meia-idade, diz estudo

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A solidão aumenta o risco de morte independentemente da saúde física e mental — e quanto mais persistente o isolamento, maior o perigo. Isso é o que mostra uma nova pesquisa da Universidade de Sidney, na Austrália, publicada recemtemente no British Medical Journal. O estudo avaliou, pela primeira vez, o elo entre solidão e mortalidade precoce em mulheres de meia-idade.


A solidão é reconhecida como um problema de saúde pública e está associada a problemas cardiovasculares, depressão e demência, entre outros desfechos negativos. No entanto, segundo os autores, até agora os estudos não haviam examinado o impacto no risco de morte conforme a quantidade de anos em que a pessoa se sente só.


Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram dados do Australian Longitudinal Study of Women’s Health, um estudo populacional que começou em 1996 e acompanha mais de 57 mil mulheres.


Eles selecionaram aquelas na faixa dos 48 aos 55 anos, que não tinham doenças crônicas no início. Depois, aplicaram questionários sobre saúde e bem-estar a cada três anos ao longo de um período de 18 anos.


Ao fim do acompanhamento, aquelas que reportaram solidão crônica, persistente, tinham três vezes maior risco de morrer. O estudo também apontou uma relação dose- dependente, ou seja, quanto maior a frequência com que se sentiam sós, maior o risco de morte precoce. Embora curtos períodos de isolamento já afetem a saúde, o artigo sugere que esse impacto pode ser cumulativo ao longo do tempo.



Segundo os autores, a solidão está associada a altos níveis de estresse e alterações no sistema imune, que podem levar a problemas cardiovasculares e até certos tipos de câncer. Além disso, pessoas sozinhas acabam adotando comportamentos não saudáveis, como tabagismo, alimentação desbalanceada e sedentarismo — todos fatores de risco para morte prematura.


Diversos estudos associam a solidão com mortalidade. Sabe-se, por exemplo, que ficar viúvo aumenta a mortalidade nos homens. “Não se sabe o exato mecanismo associado, mas há o aspecto psicológico das interações sociais, sentir-se pertencente a uma família ou a um grupo, sentir-se útil, servir ao próximo”, diz a geriatra Thaís Ioshimoto, do Hospital Israelita Albert Einstein.


De acordo a especialista, o convívio com outras pessoas traz uma motivação para estar melhor. “Na minha visão e experiência como geriatra, estar com outras pessoas estimula que o idoso cuide da sua aparência, cuide da sua casa para receber amigos, mantenha atividades como cozinhar para a família… Estimula que ele viva bem para aproveitar a convivência com os outros. Ele vive com um propósito, seja cuidar da esposa ou do marido, dos netos, encontrar os amigos”, analisa Ioshimoto.


Para os autores do artigo, a solidão deve ser reconhecida como um determinante social significativo na saúde, e é preciso desenvolver intervenções para melhorar o bem-estar das pessoas e reduzir doenças evitáveis e mortes precoces.


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Cavalgada do Recanto das Emas Celebra Diversidade e Tradição em Sua 9ª Edição

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Recanto das Emas, Distrito Federal – A 9ª edição da Cavalgada do Recanto das Emas movimentou a cidade, reforçando a cultura local e a união da comunidade. O evento contou com a presença do presidente do Brasília Ambiental, Roney Nemer, que expressou seu entusiasmo com a crescente diversidade e inclusão da região.



Roney Nemer, que participou ativamente da celebração, destacou o orgulho em ver o Recanto das Emas se consolidando como um local de pluralidade e acolhimento. "Que prazer ver a nossa cidade cada vez mais diversa e inclusiva", afirmou Nemer, ressaltando a importância de iniciativas que promovem a união e a valorização das tradições locais.



A Cavalgada do Recanto das Emas, já consolidada no calendário de eventos da cidade, reúne amantes da cultura equestre e moradores, proporcionando um dia de confraternização e celebração. A nona edição reforça o sucesso do evento, que a cada ano atrai mais participantes e espectadores, evidenciando a vitalidade cultural da região.







https://jornalismodigitaldf.com.br/cavalgada-do-recanto-das-emas-celebra-diversidade-e-tradicao-em-sua-9a-edicao/?fsp_sid=166011
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Cavalgada do Recanto das Emas Celebra Diversidade e Tradição em Sua 9ª Edição

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Recanto das Emas, Distrito Federal – A 9ª edição da Cavalgada do Recanto das Emas movimentou a cidade, reforçando a cultura local e a união da comunidade. O evento contou com a presença do presidente do Brasília Ambiental, Roney Nemer, que expressou seu entusiasmo com a crescente diversidade e inclusão da região.



Roney Nemer, que participou ativamente da celebração, destacou o orgulho em ver o Recanto das Emas se consolidando como um local de pluralidade e acolhimento. "Que prazer ver a nossa cidade cada vez mais diversa e inclusiva", afirmou Nemer, ressaltando a importância de iniciativas que promovem a união e a valorização das tradições locais.



A Cavalgada do Recanto das Emas, já consolidada no calendário de eventos da cidade, reúne amantes da cultura equestre e moradores, proporcionando um dia de confraternização e celebração. A nona edição reforça o sucesso do evento, que a cada ano atrai mais participantes e espectadores, evidenciando a vitalidade cultural da região.







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Creches para Fercal e São Sebastião Aprovadas na LDO 2026: Um Alívio para Famílias do DF

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal encerrou o semestre com uma notícia importante para as famílias da Fercal e de São Sebastião. O deputado distrital Robério Negreiros anunciou a aprovação de emendas de sua autoria à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que destinam recursos para a construção de duas novas creches nessas regiões.



A iniciativa representa um passo significativo para atender à crescente demanda por vagas em creches públicas no DF. "As creches representam um acolhimento muito importante para inúmeras famílias que precisam de um espaço seguro e educativo para seus filhos", destacou o deputado. A falta de vagas em instituições de ensino infantil é um desafio recorrente para muitos pais e mães que buscam conciliar trabalho e o cuidado com as crianças.



Com a aprovação das emendas, o projeto de construção das creches na Fercal e em São Sebastião avança, prometendo oferecer um ambiente seguro e propício para o desenvolvimento dos pequenos, além de proporcionar tranquilidade para os pais e responsáveis.



Robério Negreiros reafirmou o compromisso de seu mandato em buscar melhorias para todo o Distrito Federal, pautado pela responsabilidade e pela atenção às necessidades da população. A construção dessas novas creches é um exemplo concreto de como as ações legislativas podem impactar diretamente a vida das comunidades.







https://jornalismodigitaldf.com.br/creches-para-fercal-e-sao-sebastiao-aprovadas-na-ldo-2026-um-alivio-para-familias-do-df/?fsp_sid=165985
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Creches para Fercal e São Sebastião Aprovadas na LDO 2026: Um Alívio para Famílias do DF

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal encerrou o semestre com uma notícia importante para as famílias da Fercal e de São Sebastião. O deputado distrital Robério Negreiros anunciou a aprovação de emendas de sua autoria à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que destinam recursos para a construção de duas novas creches nessas regiões.



A iniciativa representa um passo significativo para atender à crescente demanda por vagas em creches públicas no DF. "As creches representam um acolhimento muito importante para inúmeras famílias que precisam de um espaço seguro e educativo para seus filhos", destacou o deputado. A falta de vagas em instituições de ensino infantil é um desafio recorrente para muitos pais e mães que buscam conciliar trabalho e o cuidado com as crianças.



Com a aprovação das emendas, o projeto de construção das creches na Fercal e em São Sebastião avança, prometendo oferecer um ambiente seguro e propício para o desenvolvimento dos pequenos, além de proporcionar tranquilidade para os pais e responsáveis.



Robério Negreiros reafirmou o compromisso de seu mandato em buscar melhorias para todo o Distrito Federal, pautado pela responsabilidade e pela atenção às necessidades da população. A construção dessas novas creches é um exemplo concreto de como as ações legislativas podem impactar diretamente a vida das comunidades.







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Projeto de Lei Propõe Desconto em Academias para Pacientes Bariátricos no DF

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O deputado distrital Hermeto apresentou na Câmara Legislativa do Distrito Federal o Projeto de Lei (PL) nº 25680, que visa garantir um desconto de 50% nas mensalidades de academias para pacientes que realizaram cirurgia bariátrica. A iniciativa busca assegurar que o acompanhamento pós-operatório, que inclui a prática de atividades físicas, seja acessível a todos os que passaram pelo procedimento.



A proposta de Hermeto surge da necessidade de reconhecer que a atividade física é um componente crucial na recuperação e manutenção da saúde de pacientes bariátricos. "Quem faz a cirurgia precisa de acompanhamento e atividade física no pós-operatório. E não é justo que o alto custo impeça esse cuidado essencial!", afirmou o deputado.



O projeto estabelece que, com a apresentação de uma carteirinha bariátrica, os pacientes terão direito ao benefício, tornando o acesso ao exercício físico mais simples e direto. A medida é vista como um passo transformador para muitos que enfrentam desafios financeiros após a cirurgia.



Hermeto enfatiza que a saúde é uma prioridade de seu mandato e que seu compromisso é com aqueles que mais precisam de apoio. Ele conta com o apoio da população e dos demais parlamentares para que o PL nº 25680 seja aprovado e se torne lei, beneficiando um grupo significativo de pessoas no Distrito Federal.







https://jornalismodigitaldf.com.br/projeto-de-lei-propoe-desconto-em-academias-para-pacientes-bariatricos-no-df/?fsp_sid=165926
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Projeto de Lei Propõe Desconto em Academias para Pacientes Bariátricos no DF

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O deputado distrital Hermeto apresentou na Câmara Legislativa do Distrito Federal o Projeto de Lei (PL) nº 25680, que visa garantir um desconto de 50% nas mensalidades de academias para pacientes que realizaram cirurgia bariátrica. A iniciativa busca assegurar que o acompanhamento pós-operatório, que inclui a prática de atividades físicas, seja acessível a todos os que passaram pelo procedimento.



A proposta de Hermeto surge da necessidade de reconhecer que a atividade física é um componente crucial na recuperação e manutenção da saúde de pacientes bariátricos. "Quem faz a cirurgia precisa de acompanhamento e atividade física no pós-operatório. E não é justo que o alto custo impeça esse cuidado essencial!", afirmou o deputado.



O projeto estabelece que, com a apresentação de uma carteirinha bariátrica, os pacientes terão direito ao benefício, tornando o acesso ao exercício físico mais simples e direto. A medida é vista como um passo transformador para muitos que enfrentam desafios financeiros após a cirurgia.



Hermeto enfatiza que a saúde é uma prioridade de seu mandato e que seu compromisso é com aqueles que mais precisam de apoio. Ele conta com o apoio da população e dos demais parlamentares para que o PL nº 25680 seja aprovado e se torne lei, beneficiando um grupo significativo de pessoas no Distrito Federal.







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Cidade Estrutural na Vanguarda Contra a Dengue com Inovação Biológica

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A Cidade Estrutural, no Distrito Federal, emerge como um ponto focal na luta contra a dengue ao adotar uma nova e promissora estratégia: a introdução da bactéria natural Wolbachia. Essa iniciativa representa um avanço significativo no combate à doença, que anualmente representa uma grave ameaça à saúde pública, especialmente para crianças e idosos.



A dengue, juntamente com o zika e a chikungunya, é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. A Wolbachia, no entanto, atua de forma a impedir que o mosquito seja capaz de transmitir esses vírus. Mosquitos que carregam a bactéria se tornam inofensivos em relação à transmissão das doenças, oferecendo uma camada de proteção para toda a comunidade.



Um dos pontos mais importantes dessa abordagem é sua segurança. A Wolbachia não representa riscos para a saúde humana nem para o meio ambiente. Trata-se de uma solução natural, eficaz e que já demonstrou sucesso em diversas localidades ao redor do mundo.



A inclusão da Cidade Estrutural entre os locais que recebem essa inovação no Distrito Federal reforça o compromisso em buscar métodos cada vez mais eficientes e seguros para salvaguardar a saúde da população. Essa medida significa mais proteção para as famílias e para todos os moradores da região.



Para o sucesso dessa iniciativa, a colaboração da comunidade é fundamental. É importante que os moradores confiem na tecnologia, apoiem as ações de implementação e, principalmente, compartilhem informações sobre a Wolbachia para que todos compreendam seu benefício. Juntos, é possível fortalecer essa frente de combate e, finalmente, vencer a dengue.







https://jornalismodigitaldf.com.br/cidade-estrutural-na-vanguarda-contra-a-dengue-com-inovacao-biologica/?fsp_sid=165907
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Cidade Estrutural na Vanguarda Contra a Dengue com Inovação Biológica

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A Cidade Estrutural, no Distrito Federal, emerge como um ponto focal na luta contra a dengue ao adotar uma nova e promissora estratégia: a introdução da bactéria natural Wolbachia. Essa iniciativa representa um avanço significativo no combate à doença, que anualmente representa uma grave ameaça à saúde pública, especialmente para crianças e idosos.



A dengue, juntamente com o zika e a chikungunya, é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. A Wolbachia, no entanto, atua de forma a impedir que o mosquito seja capaz de transmitir esses vírus. Mosquitos que carregam a bactéria se tornam inofensivos em relação à transmissão das doenças, oferecendo uma camada de proteção para toda a comunidade.



Um dos pontos mais importantes dessa abordagem é sua segurança. A Wolbachia não representa riscos para a saúde humana nem para o meio ambiente. Trata-se de uma solução natural, eficaz e que já demonstrou sucesso em diversas localidades ao redor do mundo.



A inclusão da Cidade Estrutural entre os locais que recebem essa inovação no Distrito Federal reforça o compromisso em buscar métodos cada vez mais eficientes e seguros para salvaguardar a saúde da população. Essa medida significa mais proteção para as famílias e para todos os moradores da região.



Para o sucesso dessa iniciativa, a colaboração da comunidade é fundamental. É importante que os moradores confiem na tecnologia, apoiem as ações de implementação e, principalmente, compartilhem informações sobre a Wolbachia para que todos compreendam seu benefício. Juntos, é possível fortalecer essa frente de combate e, finalmente, vencer a dengue.







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Mulher tem infecção após fazer as unhas e passa por 4 cirurgias

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A aposentada Marise Teixeira de Araújo Amorim, de 66 anos, sempre teve o costume de manter as unhas bem feitas. Em fevereiro deste ano, porém, ela acabou tendo uma infecção grave no polegar direito que mudou sua vida.


Desde então, a moradora de Goiânia está passando por uma série de tratamentos para tentar conter a infecção e melhorar sua mobilidade: já foram quatro cirurgias e a quinta está no horizonte. O tratamento está aliado a mais de 70 sessões de fisioterapia até o momento. “É um processo muito lento e ainda corri um grande risco de ter de amputar o dedo”, afirma.



Leia também



Os sintomas de que algo estava errado apareceram de imediato. Marise começou a sentir fortes dores no dedo horas depois de fazer as unhas em um salão que visitava pela primeira vez. Durante o atendimento, a manicure usou os próprios instrumentos de trabalho. Marise chegou a pedir que profissional tivesse cuidado ao manusear a cutícula.


Mesmo sem removê-la, porém, a manicure acabou descolando um pedaço da unha ao usar a lixa, o que causou um pequeno ferimento. “Não percebi na hora, só quando ela foi tirar o excesso de esmalte com acetona e ardeu no local que machucou”, lembra a aposentada.


No mesmo dia, a dor começou a se intensificar. Mesmo com o uso de analgésicos, o incômodo aumentou a ponto de quase provocar um desmaio na noite após o procedimento. O dedo inchava rapidamente, e Marise decidiu procurar ajuda médica já na manhã seguinte.


Corrida contra o agravamento


O atendimento inicial incluiu o uso de uma série de antibióticos, anti-inflamatórios e até a aplicação de medicação para tratamento da dor de forma intramuscular. No entanto, a infecção continuou progredindo e ela teve de tomar remédios ainda mais fortes para controlar a dor.


“Fui embora do hospital e continuei tomando as medicações. No entanto, o dedo inchou ainda mais”, lembra. No segundo dia de visita ao médico, foi recomendada a avaliação de um angiologista, que apontou a necessidade urgente de cirurgia. Cinco dias depois de fazer a unha, ela estava fazendo a operação.

Após a primeira intervenção, que eliminou o tecido comprometido, o caso passou a ser acompanhado por um ortopedista especialista em mãos para tentar recuperar a funcionalidade do dedo e conter os danos causados.


Infecção leva à perda parcial do dedo


Desde então, Marise já passou por quatro cirurgias. Uma quinta está marcada para agosto. Foi necessário o uso de enxertos de parte do dedão do pé para recompor a área afetada na mão direita.


“Os sintomas referentes à infecção inicial passaram, agora os outros são consequências dos procedimentos. Ainda estou recuperando a sensibilidade, a mobilidade, e ainda sinto dor, meu dedo ainda incha. São complicações”, afirma.

O processo de reabilitação segue com fisioterapia. Foram realizadas 70 sessões até o momento. A recuperação completa é incerta, já que algumas atividades simples, como escrever ou segurar objetos, ainda são difíceis.


3 imagensA primeira cirurgia que a aposentada precisou fazer foi cinco dias após o início da infecçãoJá foram feitas cinco cirurgias e agora ela espera por um novo procedimento, para melhorar a estética e a mobilidade do dedoFechar modal.1 de 3

O inchaço apareceu logo nas primeiras horas após Marise fazer as unhas

Reprodução/Acervo Pessoal2 de 3

A primeira cirurgia que a aposentada precisou fazer foi cinco dias após o início da infecção

Reprodução/Acervo Pessoal3 de 3

Já foram feitas cinco cirurgias e agora ela espera por um novo procedimento, para melhorar a estética e a mobilidade do dedo

Reprodução/Acervo Pessoal

Riscos de infecções em salões


O médico Frederico Faleiro, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão, que atende o caso de Marise, explica que problemas como esse não são raros. A infecção, conhecida como paroníquia, pode se agravar rapidamente e levar à necrose da ponta dos dedos.


“O uso de materiais não esterilizados rompe a barreira natural da pele. Assim, as bactérias entram na parte mais interna do dedo, causando uma contaminação aguda”, afirma.


Por isso, Faleiro alerta que procedimentos agressivos nas unhas devem ser evitados. “Os materiais devem ser próprios das clientes e bem esterelizados para evitar infecções. Na maioria das vezes, elas não são graves, mas podem evoluir de forma trágica e complicada, podendo até levar às amputações”, diz Frederico.


Prevenção é a melhor conduta


Segundo o cirurgião, o tratamento inicial costuma envolver o uso de antibióticos, compressas mornas e drenagem local. A evolução do quadro é monitorada por profissionais especializados, que avaliam a necessidade de intervenção cirúrgica.


“É fundamental procurar atendimento rapidamente”, destaca o médico. Pacientes com doenças como diabetes, ou que estejam imunossuprimidos, apresentam maior risco de complicações e devem ter atenção redobrada.

A recomendação é manter as mãos limpas e evitar umidade constante. Também é importante que os salões sigam normas de biossegurança, especialmente diante do aumento da popularidade de técnicas como unhas de gel.


Marise vive rotina de readaptação


Para Marise, a experiência trouxe uma série de limitações na vida cotidiana. O polegar direito, que foi afetado, ainda não realiza o movimento de pinça. “Não consigo dobrar o dedo. Isso afeta atividades básicas”, relata.


A aposentada diz estar em processo de adaptação e esperando a sua quinta cirurgia, uma operação plástica que poderá recuperar parte da mobilidade do dedo.


Mesmo diante das dificuldades, Marise se diz aliviada por ter evitado a amputação do dedo. “Foi um susto. Tudo começou com algo simples, e de repente eu estava em uma sala de cirurgia. A gente não imagina que isso possa acontecer fazendo a unha”, conclui ela.


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Mulher tem infecção após fazer as unhas e passa por 4 cirurgias

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A aposentada Marise Teixeira de Araújo Amorim, de 66 anos, sempre teve o costume de manter as unhas bem feitas. Em fevereiro deste ano, porém, ela acabou tendo uma infecção grave no polegar direito que mudou sua vida.


Desde então, a moradora de Goiânia está passando por uma série de tratamentos para tentar conter a infecção e melhorar sua mobilidade: já foram quatro cirurgias e a quinta está no horizonte. O tratamento está aliado a mais de 70 sessões de fisioterapia até o momento. “É um processo muito lento e ainda corri um grande risco de ter de amputar o dedo”, afirma.



Leia também



Os sintomas de que algo estava errado apareceram de imediato. Marise começou a sentir fortes dores no dedo horas depois de fazer as unhas em um salão que visitava pela primeira vez. Durante o atendimento, a manicure usou os próprios instrumentos de trabalho. Marise chegou a pedir que profissional tivesse cuidado ao manusear a cutícula.


Mesmo sem removê-la, porém, a manicure acabou descolando um pedaço da unha ao usar a lixa, o que causou um pequeno ferimento. “Não percebi na hora, só quando ela foi tirar o excesso de esmalte com acetona e ardeu no local que machucou”, lembra a aposentada.


No mesmo dia, a dor começou a se intensificar. Mesmo com o uso de analgésicos, o incômodo aumentou a ponto de quase provocar um desmaio na noite após o procedimento. O dedo inchava rapidamente, e Marise decidiu procurar ajuda médica já na manhã seguinte.


Corrida contra o agravamento


O atendimento inicial incluiu o uso de uma série de antibióticos, anti-inflamatórios e até a aplicação de medicação para tratamento da dor de forma intramuscular. No entanto, a infecção continuou progredindo e ela teve de tomar remédios ainda mais fortes para controlar a dor.


“Fui embora do hospital e continuei tomando as medicações. No entanto, o dedo inchou ainda mais”, lembra. No segundo dia de visita ao médico, foi recomendada a avaliação de um angiologista, que apontou a necessidade urgente de cirurgia. Cinco dias depois de fazer a unha, ela estava fazendo a operação.

Após a primeira intervenção, que eliminou o tecido comprometido, o caso passou a ser acompanhado por um ortopedista especialista em mãos para tentar recuperar a funcionalidade do dedo e conter os danos causados.


Infecção leva à perda parcial do dedo


Desde então, Marise já passou por quatro cirurgias. Uma quinta está marcada para agosto. Foi necessário o uso de enxertos de parte do dedão do pé para recompor a área afetada na mão direita.


“Os sintomas referentes à infecção inicial passaram, agora os outros são consequências dos procedimentos. Ainda estou recuperando a sensibilidade, a mobilidade, e ainda sinto dor, meu dedo ainda incha. São complicações”, afirma.

O processo de reabilitação segue com fisioterapia. Foram realizadas 70 sessões até o momento. A recuperação completa é incerta, já que algumas atividades simples, como escrever ou segurar objetos, ainda são difíceis.


3 imagensA primeira cirurgia que a aposentada precisou fazer foi cinco dias após o início da infecçãoJá foram feitas cinco cirurgias e agora ela espera por um novo procedimento, para melhorar a estética e a mobilidade do dedoFechar modal.1 de 3

O inchaço apareceu logo nas primeiras horas após Marise fazer as unhas

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A primeira cirurgia que a aposentada precisou fazer foi cinco dias após o início da infecção

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Já foram feitas cinco cirurgias e agora ela espera por um novo procedimento, para melhorar a estética e a mobilidade do dedo

Reprodução/Acervo Pessoal

Riscos de infecções em salões


O médico Frederico Faleiro, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão, que atende o caso de Marise, explica que problemas como esse não são raros. A infecção, conhecida como paroníquia, pode se agravar rapidamente e levar à necrose da ponta dos dedos.


“O uso de materiais não esterilizados rompe a barreira natural da pele. Assim, as bactérias entram na parte mais interna do dedo, causando uma contaminação aguda”, afirma.


Por isso, Faleiro alerta que procedimentos agressivos nas unhas devem ser evitados. “Os materiais devem ser próprios das clientes e bem esterelizados para evitar infecções. Na maioria das vezes, elas não são graves, mas podem evoluir de forma trágica e complicada, podendo até levar às amputações”, diz Frederico.


Prevenção é a melhor conduta


Segundo o cirurgião, o tratamento inicial costuma envolver o uso de antibióticos, compressas mornas e drenagem local. A evolução do quadro é monitorada por profissionais especializados, que avaliam a necessidade de intervenção cirúrgica.


“É fundamental procurar atendimento rapidamente”, destaca o médico. Pacientes com doenças como diabetes, ou que estejam imunossuprimidos, apresentam maior risco de complicações e devem ter atenção redobrada.

A recomendação é manter as mãos limpas e evitar umidade constante. Também é importante que os salões sigam normas de biossegurança, especialmente diante do aumento da popularidade de técnicas como unhas de gel.


Marise vive rotina de readaptação


Para Marise, a experiência trouxe uma série de limitações na vida cotidiana. O polegar direito, que foi afetado, ainda não realiza o movimento de pinça. “Não consigo dobrar o dedo. Isso afeta atividades básicas”, relata.


A aposentada diz estar em processo de adaptação e esperando a sua quinta cirurgia, uma operação plástica que poderá recuperar parte da mobilidade do dedo.


Mesmo diante das dificuldades, Marise se diz aliviada por ter evitado a amputação do dedo. “Foi um susto. Tudo começou com algo simples, e de repente eu estava em uma sala de cirurgia. A gente não imagina que isso possa acontecer fazendo a unha”, conclui ela.


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