A população do Distrito Federal aderiu ao programa Vai de Graça durante o feriado prolongado. Segundo dados da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), 2.897.825 pessoas usaram o transporte público entre quinta-feira (17) e domingo (20).
Somente na quinta-feira, foram registrados 1,2 milhões de passageiros se beneficiando do Vai de Graça | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília
O dia de maior circulação foi no ponto facultativo de quinta-feira, quando foram registradas 1,2 milhão de pessoas aproveitando a gratuidade. No sábado (19), que marcou o primeiro dia de shows na Esplanada dos Ministérios, o programa também foi bastante utilizado. Na data foram 736 mil usuários.
“A população está se divertindo e conhecendo essa capital histórica”
Celina Leão, vice-governadora
O sucesso do Vai de Graça foi destacado pela vice-governadora Celina Leão durante o último dia de celebrações dos 65 anos de Brasília. “O Vai de Graça foi um sucesso. Nós tivemos mais de 2,8 milhões de pessoas que moram no Distrito Federal, de várias regiões administrativas, usando o serviço. Ou seja, a população está se divertindo e conhecendo essa capital histórica”, afirmou.
Lançado no Carnaval, o benefício do GDF que permite a gratuidade dos ônibus e do metrô aos domingos e feriados foi estendido pelo governador Ibaneis Rocha neste feriado. De acordo com decreto, o programa foi ampliado para os cinco dias do feriado da Semana Santa e do aniversário dos 65 anos de Brasília.
Lazer para Todos
Outro programa que oferece gratuidade à população, o Lazer para Todos também foi um sucesso no feriado. Mais de 48 mil pessoas visitaram o Jardim Botânico e o Zoológico de Brasília entre quinta-feira e segunda-feira (21) sem pagar ingresso.
Um dos símbolos mais emblemáticos da Fundação Zoológico de Brasília está de cara nova. Visível para quem passa pela Estrada Parque Guará (DF-051), a caixa d’água foi reformada e ganhou uma ilustração que retrata a lobo-guará Atena, mascote oficial do zoo. O desenho foi assinado pelo artista brasiliense Douglas Kordyal, que pretende completar a arte com uma homenagem à girafa Yaza, falecida em março deste ano, aos 21 anos.
A reforma começou no dia 17 de abril com a pintura da estrutura e dos gradis de proteção com tinta preta. Em seguida, o artista brasiliense deu início à arte da lobo-guará Atena, com materiais cedidos pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). Os últimos ajustes ainda serão feitos, junto com homenagem à girafa.
Na arte pintada na caixa d’água, Douglas Kordyal expressou a ligação que tem com o Zoológico de Brasília | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília
De caráter voluntário, o trabalho de Kordyal simboliza o amor do artista pela cidade e pelo zoo, local que frequenta desde criança e, hoje, faz questão de colocar na rotina das filhas. Foi ele quem fez o desenho anterior à reforma, há cerca de sete anos, e que, em breve, assinará mais ilustrações no equipamento público, nas paredes do museu e dos banheiros.
“O Zoológico tem uma ligação forte com a minha história. Sou visitante desde os 8 anos e criei um grande afeto por esse lugar. Para nós, que somos do Cerrado, aqui é onde temos o maior contato com a natureza e os animais. Como um artista que defende a natureza, participar desse projeto é uma grande honra”, comentou Kordyal.
Segundo o diretor-presidente do zoo, Wallison Couto, a arte será mais um atrativo para o público, consolidando o compromisso do equipamento com a preservação ambiental. “A caixa d’água é muito importante para nós. As pessoas que passam pela pista conseguem visualizar os animais desenhados, o que valoriza o espaço e ajuda até como referência para saber que estão chegando ao zoológico”, afirmou.
João Henrique Garcia aprovou os novos desenhos: “Ficou mais alegre”
Os traços e as cores da lobo-guará Atena chamaram a atenção dos estudantes João Henrique Garcia, 13 anos, e Cecília Garcia, 7, que visitaram o zoo nesta segunda-feira (21) com a família. “Achei lindo!”, destacou a menina. “É uma arte bem bela. As cores ficaram muito boas. Geralmente o lobo-guará é laranja, e colocaram uns tons arroxeados. A caixa d’água estava meio sem graça, mas agora ficou mais alegre”, completou João Henrique.
Mãe dos dois, a advogada Widma Garcia, 40, observou o simbolismo da escolha dos animais. “O lobo-guará é um símbolo da fauna brasiliense, do Cerrado. Pegar um espaço que não teria visibilidade e usar para colocar um símbolo da nossa cultura deu brilho ao zoológico, valorizou o artista e o local”, assinalou.
As pessoas que passam pela pista conseguem visualizar os animais desenhados
A lobinha Atena nasceu em 22 de maio de 2023, em um dos recintos do zoo, e foi escolhida como mascote oficial da instituição em votação popular. Por sua vez, a girafa Yaza nasceu em 16 de julho de 2003, em Belo Horizonte, e chegou ao DF anos depois. Ela já era considerada idosa quando faleceu, em 17 de março deste ano, tendo ultrapassado a expectativa de vida média da espécie sob cuidados humanos.
65 anos de Brasília
O zoo esteve de portas abertas para a população, sem cobrança de ingresso, durante todo o aniversário de Brasília. Desde a última quinta-feira (17) até esta segunda (21), milhares de pessoas puderam conhecer o ambiente de modo gratuito, como parte do programa Lazer para Todos. A gratuidade também esteve em vigor no Jardim Botânico de Brasília (JBB).
Para completar a experiência dos cidadãos, o transporte público – ônibus e metrô – também foi gratuito neste feriado graças ao programa Vai de Graça. Lançada no final de fevereiro, a medida visa incentivar o uso dos ônibus, reduzir a dependência do transporte individual e promover a inclusão social. Os passageiros podem utilizar Cartão Mobilidade, Vale-Transporte, PcD, Idoso ou Passe Livre Estudantil para a liberação automática na catraca, além de cartões de crédito e débito, sem qualquer cobrança.
Um dos símbolos mais emblemáticos da Fundação Zoológico de Brasília está de cara nova. Visível para quem passa pela Estrada Parque Guará (DF-051), a caixa d’água foi reformada e ganhou uma ilustração que retrata a lobo-guará Atena, mascote oficial do zoo. O desenho foi assinado pelo artista brasiliense Douglas Kordyal, que pretende completar a arte com uma homenagem à girafa Yaza, falecida em março deste ano, aos 21 anos.
A reforma começou no dia 17 de abril com a pintura da estrutura e dos gradis de proteção com tinta preta. Em seguida, o artista brasiliense deu início à arte da lobo-guará Atena, com materiais cedidos pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). Os últimos ajustes ainda serão feitos, junto com homenagem à girafa.
Na arte pintada na caixa d’água, Douglas Kordyal expressou a ligação que tem com o Zoológico de Brasília | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília
De caráter voluntário, o trabalho de Kordyal simboliza o amor do artista pela cidade e pelo zoo, local que frequenta desde criança e, hoje, faz questão de colocar na rotina das filhas. Foi ele quem fez o desenho anterior à reforma, há cerca de sete anos, e que, em breve, assinará mais ilustrações no equipamento público, nas paredes do museu e dos banheiros.
“O Zoológico tem uma ligação forte com a minha história. Sou visitante desde os 8 anos e criei um grande afeto por esse lugar. Para nós, que somos do Cerrado, aqui é onde temos o maior contato com a natureza e os animais. Como um artista que defende a natureza, participar desse projeto é uma grande honra”, comentou Kordyal.
Segundo o diretor-presidente do zoo, Wallison Couto, a arte será mais um atrativo para o público, consolidando o compromisso do equipamento com a preservação ambiental. “A caixa d’água é muito importante para nós. As pessoas que passam pela pista conseguem visualizar os animais desenhados, o que valoriza o espaço e ajuda até como referência para saber que estão chegando ao zoológico”, afirmou.
João Henrique Garcia aprovou os novos desenhos: “Ficou mais alegre”
Os traços e as cores da lobo-guará Atena chamaram a atenção dos estudantes João Henrique Garcia, 13 anos, e Cecília Garcia, 7, que visitaram o zoo nesta segunda-feira (21) com a família. “Achei lindo!”, destacou a menina. “É uma arte bem bela. As cores ficaram muito boas. Geralmente o lobo-guará é laranja, e colocaram uns tons arroxeados. A caixa d’água estava meio sem graça, mas agora ficou mais alegre”, completou João Henrique.
Mãe dos dois, a advogada Widma Garcia, 40, observou o simbolismo da escolha dos animais. “O lobo-guará é um símbolo da fauna brasiliense, do Cerrado. Pegar um espaço que não teria visibilidade e usar para colocar um símbolo da nossa cultura deu brilho ao zoológico, valorizou o artista e o local”, assinalou.
As pessoas que passam pela pista conseguem visualizar os animais desenhados
A lobinha Atena nasceu em 22 de maio de 2023, em um dos recintos do zoo, e foi escolhida como mascote oficial da instituição em votação popular. Por sua vez, a girafa Yaza nasceu em 16 de julho de 2003, em Belo Horizonte, e chegou ao DF anos depois. Ela já era considerada idosa quando faleceu, em 17 de março deste ano, tendo ultrapassado a expectativa de vida média da espécie sob cuidados humanos.
65 anos de Brasília
O zoo esteve de portas abertas para a população, sem cobrança de ingresso, durante todo o aniversário de Brasília. Desde a última quinta-feira (17) até esta segunda (21), milhares de pessoas puderam conhecer o ambiente de modo gratuito, como parte do programa Lazer para Todos. A gratuidade também esteve em vigor no Jardim Botânico de Brasília (JBB).
Para completar a experiência dos cidadãos, o transporte público – ônibus e metrô – também foi gratuito neste feriado graças ao programa Vai de Graça. Lançada no final de fevereiro, a medida visa incentivar o uso dos ônibus, reduzir a dependência do transporte individual e promover a inclusão social. Os passageiros podem utilizar Cartão Mobilidade, Vale-Transporte, PcD, Idoso ou Passe Livre Estudantil para a liberação automática na catraca, além de cartões de crédito e débito, sem qualquer cobrança.
Publicação reunirá reflexões sobre a trajetória da rede pública de ensino
Por Giordano Bazzo, Ascom/SEEDF
No ano passado, a Revista Com Censo, publicação científica da SEEDF, comemorou 10 anos de existência | Foto: Mary Leal, Ascom/SEEDF.
21 de abril de 2025, data na qual a cidade de Brasília celebra 65 anos, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) comemora junto com a existência da rede pública de ensino no DF. Para recordar a trajetória da rede, a SEEDF produzirá um dossiê temático em uma edição comemorativa da Revista Com Censo: Estudos Educacionais do Distrito Federal (RCC).
Nesse sentido, com o intuito de fomentar o debate e a reflexão sobre a história da rede pública de ensino do DF, a SEEDF convida docentes, pesquisadores e demais profissionais da rede a submeterem trabalhos inéditos para compor o Dossiê Temático: 65 Anos da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.
O Dossiê Temático tem como objetivos resgatar e preservar a memória educacional dessas seis décadas e meia; destacar projetos e ações relevantes implementados pela ou em parceria com a SEEDF ao longo de sua história; e incentivar a produção acadêmica que reflita sobre o passado, o presente e o futuro da rede de ensino do DF, abrangendo todas as etapas e modalidades de educação.
Dossiê Temático: 65 Anos da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal
O lançamento da chamada pública é feito por meio da Unidade Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape). A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, ressalta a importância da iniciativa. “Este dossiê temático representa uma oportunidade valiosa para documentarmos essa rica história, valorizando o passado e projetando um futuro ainda mais promissor para a educação pública do DF. Contamos com a participação de todos que fizeram e fazem parte dessa história para enriquecer essa importante publicação”, disse.
Este dossiê temático representa uma oportunidade valiosa para documentarmos essa rica história, valorizando o passado e projetando um futuro ainda mais promissor para a educação pública do DF.
Para a chefe da Eape, Linair Moura Barros Martins, “esta edição especial da RCC busca valorizar a memória, os saberes e as práticas que marcaram a trajetória da Rede, reconhecendo o papel fundamental de docentes, gestores e demais profissionais da educação na construção de uma história pautada pelo compromisso com o ensino e a aprendizagem.”
Serão bem-vindos trabalhos que explorem, especialmente, a trajetória histórica dos projetos inovadores e relevantes desenvolvidos na rede pública de ensino do Distrito Federal, assim como reflexões estratégicas de futuro.
“A celebração dos 65 anos da nossa rede pública de ensino representa um momento oportuno para refletirmos sobre os avanços alcançados e os desafios que ainda temos pela frente”, afirma Iêdes Braga, subsecretária de Educação Básica da SEEDF.
Um sucesso: é assim que pode ser definido o programa Lazer para Todos, que estabelece entrada gratuita para a Fundação Zoológico de Brasília (FZB) e para o Jardim Botânico de Brasília (JBB) aos domingos e feriados. Desde o início da medida, em 27 de março, até esta segunda-feira (21), os dois equipamentos públicos registraram 88.548 visitantes. Desse total, cerca de 55% são referentes apenas aos últimos cinco dias, quando houve registro de 48.579 frequentadores nos locais.
“É um motivo de alegria porque as pessoas estão tendo oportunidade de ter lazer com custo barato e trazendo as famílias para conhecer a capital”
Governador Ibaneis Rocha
Segundo o governador Ibaneis Rocha, a procura pelos espaços consolida o objetivo do programa ー promover a inclusão social e a democratização dos equipamentos públicos. “No domingo, o zoológico teve o maior público da história. Foram 14.500 pessoas frequentando nosso espaço. É um motivo de alegria porque as pessoas estão tendo oportunidade de ter lazer com custo barato e trazendo as famílias para conhecer a capital”, celebrou ele, durante a missa do aniversário de 65 anos da capital federal.
Da última quinta-feira (17) até esta segunda (21), 40.321 pessoas escolheram o zoo para passear e aproveitar o feriado. Somando os números de todos os dias de gratuidade desde o início do programa, o índice de visitas chega a 70,7 mil. “A gratuidade facilita o acesso das pessoas com menos condições a espaços de lazer em Brasília. O governador Ibaneis Rocha teve essa sensibilidade. Para nós, é importante também porque divulga o trabalho de conservação, pesquisa e o cuidado com os animais”, destacou o diretor-presidente do espaço, Wallison Couto.
Com o aumento da demanda, o zoo tem se adequado para melhor atender o público. A caixa d’água do espaço ganhou uma nova pintura e a ilustração da lobo-guará Atena, a mascote oficial da instituição. Além disso, em celebração à Páscoa, as equipes fizeram diversos enriquecimentos ambientais nos recintos dos animais para melhorar a experiência deles e mostrar ao público como o trabalho funciona.
No domingo, o Zoológico teve o maior público da história | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília
Também foram incluídas visitas guiadas na programação dos domingos. Com ponto de encontro na estátua da elefanta Nelly, próximo à entrada do zoo, os passeios ocorrem sempre às 9h30 e às 14h30. A atividade conta com um tour acompanhado por profissionais do espaço que ensinam sobre educação ambiental e compartilham os bastidores do tratamento dos bichos.
A alta na circulação de pessoas tem beneficiado os comerciantes presentes na entrada e interior do zoo. É o caso do vendedor de churros Alexandre Alves da Cruz, que conseguiu quase dobrar o total de vendas nos dias de gratuidade. “O normal era trazer 80 churros, mas nesses dias eu trouxe 150 e vendi todos. Melhorou para todos nós”, afirmou.
Desde o início do Lazer para Todos, o Jardim Botânico recebeu mais de 17,7 mil em dias de gratuidade | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília
Já o JBB alcançou a marca de 8.258 visitantes de quinta a domingo, uma vez que não funciona às segundas-feiras. Foram 3.120 entradas no domingo, 2.332 no sábado e cerca de 1,5 mil e 1,2 mil na sexta e na quinta-feira, respectivamente. Com isso, o total de visitas desde o início do Lazer para Todos ultrapassa a marca de 17,7 mil.
“Estamos conseguindo tornar o Jardim Botânico mais conhecido pela população do DF. E esse aumento no número de visitantes tem nos motivado a criar novas áreas para piquenique, ampliar o parquinho das crianças e explorar novas trilhas com o acompanhamento de educadores ambientais”, pontua o diretor-presidente do JBB, Allan Freire.
Vai de Graça
Para completar a experiência dos cidadãos, o transporte público – ônibus e metrô – também esteve gratuito neste feriado graças ao Vai de Graça. Lançado no final de fevereiro, a medida visa incentivar o uso dos ônibus, reduzir a dependência do transporte individual e promover a inclusão social. Os passageiros podem utilizar Cartão Mobilidade, Vale-Transporte, PcD, Idoso ou Passe Livre Estudantil para a liberação automática na catraca, além de cartões de crédito e débito, sem qualquer cobrança.
Histórico
O Lazer para Todos foi instituído em 27 de março pelo governador Ibaneis Rocha por meio do decreto nº 47.009, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). O programa estabelece a entrada gratuita ao Jardim Botânico e ao Zoológico de Brasília aos domingos e feriados. O GDF poderá estender a gratuidade a outras datas. A execução fica a cargo da Secretaria de Meio Ambiente (Sema-DF), do Jardim Botânico de Brasília e do Zoológico de Brasília.
Atualmente, a entrada para o Jardim Botânico de Brasília (JBB) custa R$ 5 por pessoa. O local funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 17h. Já no Zoológico de Brasília, o ingresso varia entre R$ 5 (meia-entrada) e R$ 10 (inteira). O local fica aberto de terça-feira a domingo e nos feriados, das 8h30 às 17h.
Um sucesso: é assim que pode ser definido o programa Lazer para Todos, que estabelece entrada gratuita para a Fundação Zoológico de Brasília (FZB) e para o Jardim Botânico de Brasília (JBB) aos domingos e feriados. Desde o início da medida, em 27 de março, até esta segunda-feira (21), os dois equipamentos públicos registraram 88.548 visitantes. Desse total, cerca de 55% são referentes apenas aos últimos cinco dias, quando houve registro de 48.579 frequentadores nos locais.
“É um motivo de alegria porque as pessoas estão tendo oportunidade de ter lazer com custo barato e trazendo as famílias para conhecer a capital”
Governador Ibaneis Rocha
Segundo o governador Ibaneis Rocha, a procura pelos espaços consolida o objetivo do programa ー promover a inclusão social e a democratização dos equipamentos públicos. “No domingo, o zoológico teve o maior público da história. Foram 14.500 pessoas frequentando nosso espaço. É um motivo de alegria porque as pessoas estão tendo oportunidade de ter lazer com custo barato e trazendo as famílias para conhecer a capital”, celebrou ele, durante a missa do aniversário de 65 anos da capital federal.
Da última quinta-feira (17) até esta segunda (21), 40.321 pessoas escolheram o zoo para passear e aproveitar o feriado. Somando os números de todos os dias de gratuidade desde o início do programa, o índice de visitas chega a 70,7 mil. “A gratuidade facilita o acesso das pessoas com menos condições a espaços de lazer em Brasília. O governador Ibaneis Rocha teve essa sensibilidade. Para nós, é importante também porque divulga o trabalho de conservação, pesquisa e o cuidado com os animais”, destacou o diretor-presidente do espaço, Wallison Couto.
Com o aumento da demanda, o zoo tem se adequado para melhor atender o público. A caixa d’água do espaço ganhou uma nova pintura e a ilustração da lobo-guará Atena, a mascote oficial da instituição. Além disso, em celebração à Páscoa, as equipes fizeram diversos enriquecimentos ambientais nos recintos dos animais para melhorar a experiência deles e mostrar ao público como o trabalho funciona.
No domingo, o Zoológico teve o maior público da história | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília
Também foram incluídas visitas guiadas na programação dos domingos. Com ponto de encontro na estátua da elefanta Nelly, próximo à entrada do zoo, os passeios ocorrem sempre às 9h30 e às 14h30. A atividade conta com um tour acompanhado por profissionais do espaço que ensinam sobre educação ambiental e compartilham os bastidores do tratamento dos bichos.
A alta na circulação de pessoas tem beneficiado os comerciantes presentes na entrada e interior do zoo. É o caso do vendedor de churros Alexandre Alves da Cruz, que conseguiu quase dobrar o total de vendas nos dias de gratuidade. “O normal era trazer 80 churros, mas nesses dias eu trouxe 150 e vendi todos. Melhorou para todos nós”, afirmou.
Desde o início do Lazer para Todos, o Jardim Botânico recebeu mais de 17,7 mil em dias de gratuidade | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília
Já o JBB alcançou a marca de 8.258 visitantes de quinta a domingo, uma vez que não funciona às segundas-feiras. Foram 3.120 entradas no domingo, 2.332 no sábado e cerca de 1,5 mil e 1,2 mil na sexta e na quinta-feira, respectivamente. Com isso, o total de visitas desde o início do Lazer para Todos ultrapassa a marca de 17,7 mil.
“Estamos conseguindo tornar o Jardim Botânico mais conhecido pela população do DF. E esse aumento no número de visitantes tem nos motivado a criar novas áreas para piquenique, ampliar o parquinho das crianças e explorar novas trilhas com o acompanhamento de educadores ambientais”, pontua o diretor-presidente do JBB, Allan Freire.
Vai de Graça
Para completar a experiência dos cidadãos, o transporte público – ônibus e metrô – também esteve gratuito neste feriado graças ao Vai de Graça. Lançado no final de fevereiro, a medida visa incentivar o uso dos ônibus, reduzir a dependência do transporte individual e promover a inclusão social. Os passageiros podem utilizar Cartão Mobilidade, Vale-Transporte, PcD, Idoso ou Passe Livre Estudantil para a liberação automática na catraca, além de cartões de crédito e débito, sem qualquer cobrança.
Histórico
O Lazer para Todos foi instituído em 27 de março pelo governador Ibaneis Rocha por meio do decreto nº 47.009, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). O programa estabelece a entrada gratuita ao Jardim Botânico e ao Zoológico de Brasília aos domingos e feriados. O GDF poderá estender a gratuidade a outras datas. A execução fica a cargo da Secretaria de Meio Ambiente (Sema-DF), do Jardim Botânico de Brasília e do Zoológico de Brasília.
Atualmente, a entrada para o Jardim Botânico de Brasília (JBB) custa R$ 5 por pessoa. O local funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 17h. Já no Zoológico de Brasília, o ingresso varia entre R$ 5 (meia-entrada) e R$ 10 (inteira). O local fica aberto de terça-feira a domingo e nos feriados, das 8h30 às 17h.
Em 21 de abril de 1960, era inaugurada Brasília — símbolo de modernidade, esperança e integração nacional. Uma cidade projetada para o futuro, erguida com ousadia no coração do país. Em setembro daquele mesmo ano, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) abria as portas com a missão de cuidar da saúde da população que crescia junto com a nova capital.
Ao longo de mais de seis décadas, o HBDF se consolidou como referência no atendimento de alta complexidade, superando desafios como a pandemia de covid-19.
Ao longo de mais de seis décadas, o HBDF se consolidou como referência no atendimento de alta complexidade, superando desafios como a pandemia de covid-19 | Foto: Alberto Ruy/IgesDF
Testemunha viva dessa trajetória é Maria Oneide Miranda da Silva, coordenadora da Associação Amigos do Hospital de Base. Ela dedicou 40 anos ao HBDF como colaboradora e, hoje, continua a missão como voluntária à frente da associação, que presta apoio essencial a pacientes e familiares.
“Essa casa fez parte da minha história. Foram quatro décadas de desafios, aprendizados e muitas vidas tocadas. Hoje, continuar aqui como voluntária é a forma de retribuir tudo o que aprendi e recebi”, conta.
Outro nome que representa esse legado é o do médico infectologista Julival Ribeiro, que construiu a carreira dentro do HBDF. “É um orgulho fazer parte da história dessa instituição. Já vivemos tempos muito difíceis, mas seguimos firmes graças ao espírito coletivo e à competência dos nossos profissionais. O Hospital de Base é, sem dúvida, um pilar da saúde pública no Distrito Federal”, afirma.
Para o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, o HBDF reafirma o papel essencial na saúde da capital. “É um hospital que nasceu praticamente junto com Brasília e cresceu com ela. Essa data nos convida a celebrar e a refletir sobre o compromisso que temos com o presente e o futuro do atendimento público de qualidade para todos”, destaca.
Em 21 de abril de 1960, era inaugurada Brasília — símbolo de modernidade, esperança e integração nacional. Uma cidade projetada para o futuro, erguida com ousadia no coração do país. Em setembro daquele mesmo ano, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) abria as portas com a missão de cuidar da saúde da população que crescia junto com a nova capital.
Ao longo de mais de seis décadas, o HBDF se consolidou como referência no atendimento de alta complexidade, superando desafios como a pandemia de covid-19.
Ao longo de mais de seis décadas, o HBDF se consolidou como referência no atendimento de alta complexidade, superando desafios como a pandemia de covid-19 | Foto: Alberto Ruy/IgesDF
Testemunha viva dessa trajetória é Maria Oneide Miranda da Silva, coordenadora da Associação Amigos do Hospital de Base. Ela dedicou 40 anos ao HBDF como colaboradora e, hoje, continua a missão como voluntária à frente da associação, que presta apoio essencial a pacientes e familiares.
“Essa casa fez parte da minha história. Foram quatro décadas de desafios, aprendizados e muitas vidas tocadas. Hoje, continuar aqui como voluntária é a forma de retribuir tudo o que aprendi e recebi”, conta.
Outro nome que representa esse legado é o do médico infectologista Julival Ribeiro, que construiu a carreira dentro do HBDF. “É um orgulho fazer parte da história dessa instituição. Já vivemos tempos muito difíceis, mas seguimos firmes graças ao espírito coletivo e à competência dos nossos profissionais. O Hospital de Base é, sem dúvida, um pilar da saúde pública no Distrito Federal”, afirma.
Para o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, o HBDF reafirma o papel essencial na saúde da capital. “É um hospital que nasceu praticamente junto com Brasília e cresceu com ela. Essa data nos convida a celebrar e a refletir sobre o compromisso que temos com o presente e o futuro do atendimento público de qualidade para todos”, destaca.
O Instituto Brasília Ambiental informa que o Parque Ecológico Olhos d’Água, localizado nas entrequadras 413/414 Norte, estará fechado na terça-feira (22) para a execução de serviços de manutenção e roçagem.
A previsão é que os trabalhos sejam concluídos às 16h e a unidade de conservação seja reaberta para a comunidade. O parque funciona diariamente e o portão principal fica aberto das 5h30 às 20h, enquanto que o acesso pelos portões laterais é permitido das 6h às 18h.
O Instituto Brasília Ambiental informa que o Parque Ecológico Olhos d’Água, localizado nas entrequadras 413/414 Norte, estará fechado na terça-feira (22) para a execução de serviços de manutenção e roçagem.
A previsão é que os trabalhos sejam concluídos às 16h e a unidade de conservação seja reaberta para a comunidade. O parque funciona diariamente e o portão principal fica aberto das 5h30 às 20h, enquanto que o acesso pelos portões laterais é permitido das 6h às 18h.
O chá de boldo é reconhecido por suas propriedades benéficas para a saúde digestiva. Rico em substâncias que auxiliam no funcionamento do fígado e na digestão, pode ser usado por quem busca aliviar desconfortos como indigestão, náuseas e sensação de inchaço.
Além disso, o boldo possui propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, contribuindo para o bem-estar geral. A seguir, confira cinco receitas de chá de boldo para melhorar a digestão.
Em uma panela, coloque a água e leve ao fogo médio para ferver. Adicione o gengibre e ferva por três minutos. Desligue o fogo, acrescente a folha de boldo e o suco de limão, tampe e deixe em infusão por cinco minutos. Coe e sirva em seguida.
Chá de boldo com hortelã e mel
Ingredientes
1 folha de boldo fresca;
5 folhas de hortelã;
1 colher de chá de mel;
1 xícara de chá de água.
Modo de preparo
Em uma panela, coloque a água e leve ao fogo médio para ferver. Desligue o fogo e adicione a hortelã e o boldo. Tampe e deixe em infusão por cinco minutos. Coe, adoce com o mel e misture bem. Beba morno.
Veja outras receitas no portal NSC Total, parceiro do Metrópoles.
Em razão da realização da XXIV Marcha dos Gestores e Legislativos Municipais, entre terça (22) e sexta-feira (25), em Brasília, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal atuará no reforço da sinalização e fiscalização de trânsito no perímetro compreendido entre o Centro de Convenções Ulysses Guimarães e o Congresso Nacional visando a fluidez e segurança do tráfego tanto para quem for ao evento como para a população de modo geral.
A atuação dos agentes de trânsito será das 8h às 19h, especialmente para coibir estacionamento irregular de veículos e organizar o fluxo de veículos e pedestres na via S2, Esplanada dos Ministérios, proximidades do Congresso Nacional e do Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
Artes: Detran-DF
Essa medida se faz necessária uma vez que a estimativa de público gira em torno de três mil pessoas e, em eventos semelhantes, o estacionamento inadequado comprometeu a fluidez do trânsito na região. Para impedir estacionamento ao longo do meio-fio, os agentes vão sinalizar, desde a noite de segunda-feira (21), os dois lados da via de ligação S1/N1 e N1/S1, próximo ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães, e da S2, contemplando o Palácio do Itamaraty e o anexo IV da Câmara dos Deputados.
Será montado também um Ponto de Controle de Trânsito (PCTran) na via de ligação S1/N1 altura do Centro de Convenções, para patrulhamento do perímetro, fazendo o controle das travessias de pedestres e coibindo irregularidades de trânsito que possam comprometer a segurança viária, desde as 8h até as 19h, em todos os dias de evento.
Estacionamento
O Detran-DF recomenda aos condutores que utilizem opções de estacionamento adequadas, como o Parque da Cidade, a Torre de TV e o estacionamento privado do Estádio Nacional, para garantir a fluidez do trânsito e a preservação dos espaços públicos. É importante ressaltar que não será tolerado o estacionamento em gramados e outras áreas irregulares.
Rotas alternativas
“Sabendo que o evento terá uma grande aglomeração de pessoas, os condutores que puderem deverão evitar transitar no Eixo Monumental e dar preferência de rota pelo Parque da Cidade ou pela pista do Autódromo”, ressalta o diretor de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do Detran-DF, Glauber Peixoto.
Em razão da realização da XXIV Marcha dos Gestores e Legislativos Municipais, entre terça (22) e sexta-feira (25), em Brasília, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal atuará no reforço da sinalização e fiscalização de trânsito no perímetro compreendido entre o Centro de Convenções Ulysses Guimarães e o Congresso Nacional visando a fluidez e segurança do tráfego tanto para quem for ao evento como para a população de modo geral.
A atuação dos agentes de trânsito será das 8h às 19h, especialmente para coibir estacionamento irregular de veículos e organizar o fluxo de veículos e pedestres na via S2, Esplanada dos Ministérios, proximidades do Congresso Nacional e do Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
Artes: Detran-DF
Essa medida se faz necessária uma vez que a estimativa de público gira em torno de três mil pessoas e, em eventos semelhantes, o estacionamento inadequado comprometeu a fluidez do trânsito na região. Para impedir estacionamento ao longo do meio-fio, os agentes vão sinalizar, desde a noite de segunda-feira (21), os dois lados da via de ligação S1/N1 e N1/S1, próximo ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães, e da S2, contemplando o Palácio do Itamaraty e o anexo IV da Câmara dos Deputados.
Será montado também um Ponto de Controle de Trânsito (PCTran) na via de ligação S1/N1 altura do Centro de Convenções, para patrulhamento do perímetro, fazendo o controle das travessias de pedestres e coibindo irregularidades de trânsito que possam comprometer a segurança viária, desde as 8h até as 19h, em todos os dias de evento.
Estacionamento
O Detran-DF recomenda aos condutores que utilizem opções de estacionamento adequadas, como o Parque da Cidade, a Torre de TV e o estacionamento privado do Estádio Nacional, para garantir a fluidez do trânsito e a preservação dos espaços públicos. É importante ressaltar que não será tolerado o estacionamento em gramados e outras áreas irregulares.
Rotas alternativas
“Sabendo que o evento terá uma grande aglomeração de pessoas, os condutores que puderem deverão evitar transitar no Eixo Monumental e dar preferência de rota pelo Parque da Cidade ou pela pista do Autódromo”, ressalta o diretor de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do Detran-DF, Glauber Peixoto.
No aniversário de 65 anos de Brasília, a Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF) promoveu uma manhã especial voltada às pessoas idosas, com atividades gratuitas de saúde, bem-estar, cultura e lazer. Realizada nesta segunda-feira (21), a ação ocorreu em um espaço exclusivo na Esplanada dos Ministérios, em frente ao palco principal da festa, e reuniu mais de duas mil pessoas.
A iniciativa faz parte do projeto Viver 60+, que promove ações contínuas de valorização da pessoa idosa no DF. Ao todo, dezenas de tendas temáticas estiveram montadas com serviços e experiências voltadas ao envelhecimento ativo e saudável. O público presente pode aproveitar os serviços de alongamento, zumba, ginástica funcional, relaxamento com técnicas de respiração, ioga, meditação, momentos com cantores sertanejos, exames clínicos realizados por laboratórios parceiros, e o apoio de cerca de 200 voluntários.
Marcela Passamani ressaltou que o GDF vem renovado os idosos de Brasília, “para que possam, de fato, viver a melhor fase da vida a partir dos 60 anos” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
“Assim como o governador Ibaneis Rocha tem renovado essa cidade com mais de 60 anos, trazendo um novo fôlego e jovialidade para Brasília, nós fazemos o mesmo com o público 60+. Promovemos qualidade de vida e bem-estar na rotina dessas pessoas, para que possam, de fato, viver a melhor fase da vida a partir dos 60 anos”, afirmou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.
O evento teve um bolo de aniversário de 10 metros de comprimento. “É o nosso ‘grand finale’! Vamos cantar parabéns para Brasília e convidar cada participante a fazer um pedido especial, tudo para celebrar esse momento e espalhar esperança para o Brasil inteiro”, destacou a secretária.
Antônio Ferreira destaca a alegria do público que foi ao evento: “O que me motiva é entender que a vida não se encerra aos 60”
O aposentado e estudante de Serviço Social, Antônio Ferreira, 68, participou da Meia Maratona de Brasília e, ao terminar, foi para o evento com uma amiga do curso. “Encontramos vários serviços, desde atendimento de beleza até atividades de entretenimento. Mas o que mais me marcou foi a alegria das pessoas. É contagiante. O que me motiva é entender que a vida não se encerra aos 60. Pelo contrário, ela pode recomeçar. Existem muitas atividades culturais, esportivas e educativas voltadas para o público 60+”, ressalta.
De acordo com o secretário-chefe da Casa Civil do DF, Gustavo Rocha, integrar esse tipo de evento às comemorações do aniversário de Brasília é fundamental. “É a primeira ação voltada especialmente à melhor idade, com foco em acessibilidade, acolhimento e excelência. Reunir tantas pessoas em um só espaço valoriza a cidade e celebra tudo o que construímos. Brasília completa 65 anos como uma cidade jovem, mas cheia de história — e é emocionante fazer parte disso.”
Laura da Silva aproveitou para fazer massagem, maquiagem e aula de zumba
A aposentada Laura da Silva, 68, moradora de Sobradinho, trabalhou por 64 anos e nunca havia tido a oportunidade de comemorar o aniversário de Brasília dessa forma. “É uma honra estar aqui. Já fiz maquiagem, massagem, e também participei da aula de zumba. Dancei, suei, me diverti com todo mundo. Está tudo muito lindo”.
A aposentada Madalena Melo, 78, também aproveitou o evento para se divertir: “Eu quero dançar, pular. Vim de Ceilândia Norte e o grupo de lá está animadíssimo”, contou, sorridente.
Projeto Viver 60+
A iniciativa da Sejus-DF incentiva o envelhecimento saudável, garantindo autonomia e bem-estar para a população com mais de 60 anos. Por meio de ações voltadas à saúde preventiva, socialização e atividades culturais, o projeto busca fortalecer os laços comunitários e oferecer suporte para um dia a dia mais ativo e participativo.
As inscrições para o Viver 60+ podem ser feitas online, pelo site da Sejus-DF ou presencialmente, nos núcleos do programa.
No aniversário de 65 anos de Brasília, a Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF) promoveu uma manhã especial voltada às pessoas idosas, com atividades gratuitas de saúde, bem-estar, cultura e lazer. Realizada nesta segunda-feira (21), a ação ocorreu em um espaço exclusivo na Esplanada dos Ministérios, em frente ao palco principal da festa, e reuniu mais de duas mil pessoas.
A iniciativa faz parte do projeto Viver 60+, que promove ações contínuas de valorização da pessoa idosa no DF. Ao todo, dezenas de tendas temáticas estiveram montadas com serviços e experiências voltadas ao envelhecimento ativo e saudável. O público presente pode aproveitar os serviços de alongamento, zumba, ginástica funcional, relaxamento com técnicas de respiração, ioga, meditação, momentos com cantores sertanejos, exames clínicos realizados por laboratórios parceiros, e o apoio de cerca de 200 voluntários.
Marcela Passamani ressaltou que o GDF vem renovado os idosos de Brasília, “para que possam, de fato, viver a melhor fase da vida a partir dos 60 anos” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
“Assim como o governador Ibaneis Rocha tem renovado essa cidade com mais de 60 anos, trazendo um novo fôlego e jovialidade para Brasília, nós fazemos o mesmo com o público 60+. Promovemos qualidade de vida e bem-estar na rotina dessas pessoas, para que possam, de fato, viver a melhor fase da vida a partir dos 60 anos”, afirmou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.
O evento teve um bolo de aniversário de 10 metros de comprimento. “É o nosso ‘grand finale’! Vamos cantar parabéns para Brasília e convidar cada participante a fazer um pedido especial, tudo para celebrar esse momento e espalhar esperança para o Brasil inteiro”, destacou a secretária.
Antônio Ferreira destaca a alegria do público que foi ao evento: “O que me motiva é entender que a vida não se encerra aos 60”
O aposentado e estudante de Serviço Social, Antônio Ferreira, 68, participou da Meia Maratona de Brasília e, ao terminar, foi para o evento com uma amiga do curso. “Encontramos vários serviços, desde atendimento de beleza até atividades de entretenimento. Mas o que mais me marcou foi a alegria das pessoas. É contagiante. O que me motiva é entender que a vida não se encerra aos 60. Pelo contrário, ela pode recomeçar. Existem muitas atividades culturais, esportivas e educativas voltadas para o público 60+”, ressalta.
De acordo com o secretário-chefe da Casa Civil do DF, Gustavo Rocha, integrar esse tipo de evento às comemorações do aniversário de Brasília é fundamental. “É a primeira ação voltada especialmente à melhor idade, com foco em acessibilidade, acolhimento e excelência. Reunir tantas pessoas em um só espaço valoriza a cidade e celebra tudo o que construímos. Brasília completa 65 anos como uma cidade jovem, mas cheia de história — e é emocionante fazer parte disso.”
Laura da Silva aproveitou para fazer massagem, maquiagem e aula de zumba
A aposentada Laura da Silva, 68, moradora de Sobradinho, trabalhou por 64 anos e nunca havia tido a oportunidade de comemorar o aniversário de Brasília dessa forma. “É uma honra estar aqui. Já fiz maquiagem, massagem, e também participei da aula de zumba. Dancei, suei, me diverti com todo mundo. Está tudo muito lindo”.
A aposentada Madalena Melo, 78, também aproveitou o evento para se divertir: “Eu quero dançar, pular. Vim de Ceilândia Norte e o grupo de lá está animadíssimo”, contou, sorridente.
Projeto Viver 60+
A iniciativa da Sejus-DF incentiva o envelhecimento saudável, garantindo autonomia e bem-estar para a população com mais de 60 anos. Por meio de ações voltadas à saúde preventiva, socialização e atividades culturais, o projeto busca fortalecer os laços comunitários e oferecer suporte para um dia a dia mais ativo e participativo.
As inscrições para o Viver 60+ podem ser feitas online, pelo site da Sejus-DF ou presencialmente, nos núcleos do programa.
SEEDF inicia nesta segunda (21) uma série de reportagens sobre a história da educação na capital
Por Giordano Bazzo, Ascom/SEEDF
A Escola Parque 307/308 Sul está entre as estruturas pioneiras de Brasília, que seguem em pleno funcionamento | Foto: Felipe Noronha, Ascom/SEEDF.
Há 65 anos atrás, em meio à poeira vermelha e aos sonhos da nova capital, uma revolução educacional nascia junto com Brasília. Em homenagem ao aniversário da capital federal e da rede pública de ensino do DF, a Secretaria de Educação do Distrito Federal inicia nesta semana uma série de reportagens sobre a história da educação pública na capital federal, que se inicia antes mesmo de Brasília ser inaugurada.
A história da educação pública no Distrito Federal tem início em 1956, com a criação do Departamento de Educação e Difusão Cultural, sob a direção de Ernesto Silva, membro da primeira diretoria da Novacap. Coube a Anísio Teixeira, então diretor do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos, elaborar, em outubro de 1957, o Plano do Sistema Escolar Público de Brasília.
Nesse mesmo mês, enquanto tratores e operários erguiam a futura capital, surgia a primeira escola da rede pública do DF: o Grupo Escolar 1 (GE-1), mais tarde renomeado Escola Júlia Kubitschek, em homenagem à mãe do presidente Juscelino Kubitschek, uma professora primária aposentada. Projetada por Oscar Niemeyer e apelidada de “Catetinho da Educação” devido às semelhanças arquitetônicas com o Palácio do Catetinho — ambas construídas em madeira —, a escola foi erguida em apenas vinte dias no núcleo pioneiro da Novacap, hoje Candangolândia.
A Escola Júlia Kubitschek seguia os princípios da Escola Nova, oferecendo educação em tempo integral, um modelo que rompia com os padrões da época. “Era uma proposta inovadora, voltada para o desenvolvimento completo das crianças”, comenta a professora Martita Icó, que atua no Museu da Educação há 15 anos.
Martita Icó é professora da SEEDF e atua no Museu da Educação há 15 anos | Foto: Felipe Noronha, Ascom/ SEEDF
A primeira turma contava com 150 alunos e quatro professoras, mas esse número logo aumentou com a chegada de novas famílias à capital em construção. “Foi um privilégio participar dos primórdios da educação em Brasília. Na Escola Júlia Kubitschek, mesmo com uma infraestrutura simples, vivíamos a educação do futuro. Atendíamos os filhos dos pioneiros em tempo integral, aplicando os ideais da Escola Nova. Cada aula era uma pequena revolução educacional em meio ao canteiro de obras da nova capital”, relembra Marilda Guimarães Mundim, 85 anos, uma das primeiras professoras da instituição.
Entre 1957 e 1960, o sistema educacional do DF cresceu rapidamente, alcançando cerca de 4.700 alunos matriculados em 22 escolas provisórias, que atendiam os filhos dos trabalhadores espalhados pelas frentes de obra.
Entre 1957 e 1960, o sistema educacional do DF cresceu rapidamente, alcançando cerca de 4.700 alunos matriculados em 22 escolas provisórias, que atendiam os filhos dos trabalhadores espalhados pelas frentes de obra. Em 1960, ano da inauguração oficial de Brasília, já havia 42 professores concursados atuando nas escolas pioneiras, muitos vindos de outros estados, atraídos pela chance de integrar um projeto educacional revolucionário.
O plano inovador de Anísio Teixeira
O Plano de Construções Escolares de Brasília (PCEB), idealizado por Anísio Teixeira em sintonia com o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova (1932), transformou a capital em um laboratório de um projeto educacional único no Brasil. Integrado ao plano urbanístico da cidade, o PCEB inovava em vários aspectos: as escolas ofereceriam educação integral, com atividades acadêmicas, culturais e esportivas ao longo do dia.
Anísio Teixeira não apenas concebeu estruturas físicas integradas à cidade, mas estabeleceu uma filosofia educacional que ainda nos guia. A educação integral, a valorização das artes e da cultura e a democratização do conhecimento são pilares que ele inseriu no DNA da educação do DF.
Para isso, a cada quatro Escolas Classe, destinadas ao ensino formal, haveria uma Escola Parque, voltada a atividades artísticas, sociais e recreativas, inseridas no conceito de unidade de vizinhança das superquadras do Plano Piloto. “Anísio Teixeira sonhava com uma educação que formasse o ser humano em sua totalidade”, explica Martita Icó. “As Escolas Parque, estrategicamente localizadas nas superquadras, eram centros de formação cultural e cidadã.”
Nove dessas estruturas pioneiras ainda funcionam no Plano Piloto: Jardim de Infância 21 de Abril, Jardim de Infância da 208 Sul, Escola Classe da 206 Sul, Centro de Ensino Fundamental CASEB, Escola Classe da 108 Sul, Centro de Ensino Fundamental 01 de Brasília, Escola Classe 308 Sul e a icônica Escola Parque 307-308 Sul. Fora do Plano Piloto, destacam-se outras escolas pioneiras, como a Escola Classe 01 de Taguatinga, Escola Classe Cerâmica da Benção, Escola Classe Granja do Torto, Escola Classe Riacho Fundo, Centro Educacional Fercal, Centro de Ensino Médio EIT, Centro de Ensino Fundamental 01 do Paranoá e Centro de Ensino Fundamental Tamanduá, símbolos vivos desse projeto visionário.
A Escola Júlia Kubitschek foi projetada por Oscar Niemeyer. Sua primeira turma contava com 150 alunos e quatro professoras | Foto: Arquivo Público do DF.
O legado que permanece
Para a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, o legado de Anísio Teixeira segue presente na rede pública do DF. “Seu projeto visionário foi muito além de seu tempo. Ele não apenas concebeu estruturas físicas integradas à cidade, mas estabeleceu uma filosofia educacional que ainda nos guia. A educação integral, a valorização das artes e da cultura e a democratização do conhecimento são pilares que ele inseriu no DNA da educação do Distrito Federal e que continuam nos orientando. Após 65 anos, sua visão humanista e transformadora segue nos inspirando, adaptada aos desafios atuais.”
Apesar das transformações ao longo das décadas, os princípios como a educação integral, a formação cultural e a busca pela democratização do ensino ainda influenciam a educação no DF. “Aqueles primeiros anos definiram muito do que somos. O espírito inovador e o compromisso com uma educação transformadora permanecem nossa marca”, resume Hélvia Paranaguá.