Arte Brasil leva oficinas gratuitas para mulheres do Itapoã e fortalece laços na comunidade

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Com batucada, risadas e muita energia, o Arte Brasil deu início à terceira edição das oficinas gratuitas, com percussão terapêutica, artesanato com materiais recicláveis e crochê. Voltado para mulheres do Itapoã, o projeto proporcionará, ao longo de seis meses, um espaço de aprendizado, expressão e convivência. As 25 participantes terão a oportunidade de desenvolver novas habilidades e fortalecer laços dentro da comunidade. Os encontros acontecem todas as quintas-feiras, das 14 às 17h, na Casa de Cultura Kanzuá do Batukenjé.


Esta edição do Arte Brasil conta com o financiamento da Lei Paulo Gustavo (LPG). O projeto recebeu R$ 89 mil para realizar as oficinas, com material e lanche para as participantes. No Distrito Federal, foram destinados R$ 48,1 milhões para a distribuição de recursos no setor cultural. A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) é responsável pela gestão desses recursos.


Edilma Alves: “Eu apoio muito esse projeto porque sei o quanto ele pode ajudar outras mulheres, assim como me ajudou” | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília


“Eu apoio muito esse projeto porque sei o quanto ele pode ajudar outras mulheres, assim como me ajudou”, afirma a confeiteira Edilma Alves, 50, que participa pela segunda vez do Arte Brasil. Na primeira oportunidade, precisou interromper as atividades devido a um problema  na coluna.


“Quando comecei aqui, eu estava com depressão, e o projeto foi fundamental para me ajudar a sair dessa fase difícil. Muitas mulheres que participam enfrentam desafios semelhantes, ou depressão ou problemas em casa. Eu mesma passei por um momento delicado após a separação do meu marido. Fiquei tão abalada que, por um tempo, quase não conseguia sair de casa. Mas agora estou determinada a concluir o curso e seguir em frente, afinal é uma forma de ganhar dinheiro também”, destaca.


Célin do Batukenjé criou o projeto pensando nas mulheres que sofreram violência doméstica


O idealizador do projeto, o mestre Célin do Batukenjé, ressalta que o espaço ajuda muitas mulheres que sofreram violência doméstica e passavam muito tempo dentro de casa, sem contato com outras pessoas. “Com isso, elas saem desse isolamento, conhecem um novo mundo e se conectam com outras pessoas”, explica. Além disso, Célin, que promove inclusão e conhecimento na cidade há mais de dez anos, explica que a inclusão é essencial, especialmente para aqueles que muitas vezes se sentem isolados, como os idosos. “Infelizmente, muita gente não quer estar perto deles, mas nós queremos. Criamos atividades para envolvê-los e proporcionar uma melhor qualidade de vida”, afirma.


“Muitas moram aqui há anos, mas não conheciam os próprios vizinhos, apenas viam rostos familiares na padaria ou no mercado. Depois de participarem do projeto, percebo que elas estão mais alegres e confiantes. A vida delas mudou porque passaram a ter mais informação e interação social”, complementa o idealizador do projeto.


Oficinas


A maior novidade deste ano é a introdução da percussão terapêutica. Ela ajuda a quebrar a timidez, levantar a autoestima e trazer novas experiências. Segundo Célin, a percussão nivela as pessoas. “Quando nos sentamos para tocar, não importa se alguém é advogado, médico ou trabalha com qualquer outra coisa; todos são iguais ali dentro da roda. Isso fortalece o espírito de coletividade e compartilhamento”, explica.


Além dos exercícios musicais, as participantes têm um momento de conversa, brincadeiras e interação


Além dos exercícios musicais, as participantes têm um momento de conversa, brincadeiras e interação. Em seguida, elas vão para as oficinas de crochê e artesanato. A professora de crochê, Maria da Guia, conta que o ensino dessa prática é bem diversificado. Ela apresenta cinco modalidades e receitas ao longo da oficina.



“Elas ficam encantadas desde o início, ao aprender a manusear a linha e a agulha. Mas o mais bonito é que, entre um ponto e outro, surgem conversas, trocas de histórias e novas amizades”, diz. Maria ainda ressalta o quanto é gratificante ver essa mudança e perceber que estão ajudando a tirar mulheres do isolamento e proporcionando momentos de alegria e bem-estar.


A dona de casa Adriana Gomes, 52, tinha o sonho de aprender a fazer crochê desde criança e que agora ela tem a oportunidade de se aperfeiçoar nessa técnica. “Quero aprender mais, melhorar minha técnica e quem sabe, no futuro, até transformar isso em uma fonte de renda”, conta.


A professora ressalta que todo o material é fornecido às alunas, e elas ficam com as peças que confeccionaram, seja para uso próprio, presente ou venda. Ela explica que muitas participantes não têm renda, e o crochê pode se tornar uma fonte de sustento. Na edição passada, houve uma exposição para que a comunidade conhecesse e valorizasse os trabalhos produzidos.










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https://jornalismodigitaldf.com.br/arte-brasil-leva-oficinas-gratuitas-para-mulheres-do-itapoa-e-fortalece-lacos-na-comunidade/?fsp_sid=129125
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Arte Brasil leva oficinas gratuitas para mulheres do Itapoã e fortalece laços na comunidade

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Com batucada, risadas e muita energia, o Arte Brasil deu início à terceira edição das oficinas gratuitas, com percussão terapêutica, artesanato com materiais recicláveis e crochê. Voltado para mulheres do Itapoã, o projeto proporcionará, ao longo de seis meses, um espaço de aprendizado, expressão e convivência. As 25 participantes terão a oportunidade de desenvolver novas habilidades e fortalecer laços dentro da comunidade. Os encontros acontecem todas as quintas-feiras, das 14 às 17h, na Casa de Cultura Kanzuá do Batukenjé.


Esta edição do Arte Brasil conta com o financiamento da Lei Paulo Gustavo (LPG). O projeto recebeu R$ 89 mil para realizar as oficinas, com material e lanche para as participantes. No Distrito Federal, foram destinados R$ 48,1 milhões para a distribuição de recursos no setor cultural. A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) é responsável pela gestão desses recursos.


Edilma Alves: “Eu apoio muito esse projeto porque sei o quanto ele pode ajudar outras mulheres, assim como me ajudou” | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília


“Eu apoio muito esse projeto porque sei o quanto ele pode ajudar outras mulheres, assim como me ajudou”, afirma a confeiteira Edilma Alves, 50, que participa pela segunda vez do Arte Brasil. Na primeira oportunidade, precisou interromper as atividades devido a um problema  na coluna.


“Quando comecei aqui, eu estava com depressão, e o projeto foi fundamental para me ajudar a sair dessa fase difícil. Muitas mulheres que participam enfrentam desafios semelhantes, ou depressão ou problemas em casa. Eu mesma passei por um momento delicado após a separação do meu marido. Fiquei tão abalada que, por um tempo, quase não conseguia sair de casa. Mas agora estou determinada a concluir o curso e seguir em frente, afinal é uma forma de ganhar dinheiro também”, destaca.


Célin do Batukenjé criou o projeto pensando nas mulheres que sofreram violência doméstica


O idealizador do projeto, o mestre Célin do Batukenjé, ressalta que o espaço ajuda muitas mulheres que sofreram violência doméstica e passavam muito tempo dentro de casa, sem contato com outras pessoas. “Com isso, elas saem desse isolamento, conhecem um novo mundo e se conectam com outras pessoas”, explica. Além disso, Célin, que promove inclusão e conhecimento na cidade há mais de dez anos, explica que a inclusão é essencial, especialmente para aqueles que muitas vezes se sentem isolados, como os idosos. “Infelizmente, muita gente não quer estar perto deles, mas nós queremos. Criamos atividades para envolvê-los e proporcionar uma melhor qualidade de vida”, afirma.


“Muitas moram aqui há anos, mas não conheciam os próprios vizinhos, apenas viam rostos familiares na padaria ou no mercado. Depois de participarem do projeto, percebo que elas estão mais alegres e confiantes. A vida delas mudou porque passaram a ter mais informação e interação social”, complementa o idealizador do projeto.


Oficinas


A maior novidade deste ano é a introdução da percussão terapêutica. Ela ajuda a quebrar a timidez, levantar a autoestima e trazer novas experiências. Segundo Célin, a percussão nivela as pessoas. “Quando nos sentamos para tocar, não importa se alguém é advogado, médico ou trabalha com qualquer outra coisa; todos são iguais ali dentro da roda. Isso fortalece o espírito de coletividade e compartilhamento”, explica.


Além dos exercícios musicais, as participantes têm um momento de conversa, brincadeiras e interação


Além dos exercícios musicais, as participantes têm um momento de conversa, brincadeiras e interação. Em seguida, elas vão para as oficinas de crochê e artesanato. A professora de crochê, Maria da Guia, conta que o ensino dessa prática é bem diversificado. Ela apresenta cinco modalidades e receitas ao longo da oficina.



“Elas ficam encantadas desde o início, ao aprender a manusear a linha e a agulha. Mas o mais bonito é que, entre um ponto e outro, surgem conversas, trocas de histórias e novas amizades”, diz. Maria ainda ressalta o quanto é gratificante ver essa mudança e perceber que estão ajudando a tirar mulheres do isolamento e proporcionando momentos de alegria e bem-estar.


A dona de casa Adriana Gomes, 52, tinha o sonho de aprender a fazer crochê desde criança e que agora ela tem a oportunidade de se aperfeiçoar nessa técnica. “Quero aprender mais, melhorar minha técnica e quem sabe, no futuro, até transformar isso em uma fonte de renda”, conta.


A professora ressalta que todo o material é fornecido às alunas, e elas ficam com as peças que confeccionaram, seja para uso próprio, presente ou venda. Ela explica que muitas participantes não têm renda, e o crochê pode se tornar uma fonte de sustento. Na edição passada, houve uma exposição para que a comunidade conhecesse e valorizasse os trabalhos produzidos.










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Pode treinar menstruada? Médico explica o que acontece no seu corpo

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Pelo menos 70% das mulheres em idade reprodutiva sofrem com os desconfortos da cólica menstrual, apontou uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM). Além das dores, há ainda a sensação de inchaço, maior sensibilidade em algumas áreas do corpo e fadiga. No entanto, manter o hábito de praticar exercícios mesmo nesse período é saudável e contribui para a melhora dos sintomas.


De acordo com o ginecologista Patrick Bellelis, colaborador do setor de endometriose do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC-USP), o exercício físico nesta fase tem efeitos benéficos, e deve ser praticado já no período que antecede o ciclo.



Benefícios dos exercícios físicos para o período menstrual


O ginecologista recomenda exercícios aeróbicos como natação, caminhada, corrida e ciclismo. “Eles podem ajudar a aliviar a dor, superar sintomas como depressão e fadiga, e reduzem a retenção de água e o inchaço, o que é muito comum e desconfortável”, explica o especialista.


Além disso, exercitar-se durante a menstruação mantém a mulher ativa durante todo o dia e combate a vontade de estar deitada. “O esporte melhora a circulação sanguínea em todos os músculos do corpo e os enriquece com oxigênio e nutrientes. Isso melhora a capacidade do músculo de liberar mais energia”, afirma.


Leia a notícia completa no portal Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.


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Projeto Produtor de Água no Pipiripau incentiva conservação de água

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Em celebração ao Dia Mundial da Água, neste sábado (22), a Agência Brasília retrata o impacto do projeto Produtor de Água no Pipiripau, exemplo de sucesso na integração entre conservação ambiental e desenvolvimento sustentável. A iniciativa surgiu em 2011 para promover a preservação da bacia hidrográfica Ribeirão do Pipiripau, utilizada tanto para o abastecimento urbano como para a atividade rural. As ações contribuem com a infiltração da água no solo, a recarga do lençol freático e a redução do escoamento superficial, minimizando processos erosivos e assoreamento.


O trabalho é coordenado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) por meio da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa), em parceria com 13 instituições. Já foram firmados 235 contratos com agricultores da região, abrangendo o núcleo Rural Pipiripau, o Núcleo Rural Taquara e o Núcleo Rural Santos Dumont, em Planaltina. Para este ano, estão previstos mais 50 acordos.


Os núcleos rurais Pipiripau, Taquara e Santos Dumont são alguns em que a Adasa, em conjunto com 13 instituiçõs, levou medidas de preservação da água | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília


Em mais de uma década de atividade, houve readequação de 134 km de estradas rurais, construção de 1.316 barraginhas, construção e manutenção de 1.160 hectares de terraços, plantio de mais de 410 mil mudas nativas do Cerrado para recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APPs), semeadura direta em 29 hectares, instalação de 42 km de cercas, tubulação do canal de irrigação Santos Dumont e criação de programas educativos. Conforme estimativa da Adasa, o investimento nas ações chega a R$ 30 milhões, provenientes de diversas fontes.


“O projeto está dividido em dois eixos. O primeiro corresponde ao pagamento pela proteção dos recursos hídricos de acordo com o projeto de cada propriedade. O segundo engloba as ações das entidades parceiras para conservação do meio ambiente. Nesse sentido, a tubulação do canal foi uma das mais importantes, já que agora todas as propriedades têm acesso à água e a Caesb fica com o volume outorgado para abastecimento de Sobradinho e Planaltina”, explica o assessor da Superintendência de Planejamento e Programas Especiais da Adasa, Israel Pinheiro Torres.


Israel Pinheiro Torres: “O projeto fortalece a governança hídrica e a cooperação entre instituições e produtores rurais, garantindo segurança para o abastecimento público e para as atividades agrícolas, essenciais para a economia local”


O assessor técnico lembra que, antes do Produtor de Água, a bacia do Pipiripau enfrentou desafios ambientais e hídricos significativos, especialmente nos períodos de seca. Segundo ele, as principais causas desse cenário foram a manipulação ambiental, a escassez de cobertura vegetal nativa e o uso inadequado do solo. “Os resultados vão além da recuperação ambiental: o projeto fortalece a governança hídrica e a cooperação entre instituições e produtores rurais, garantindo segurança para o abastecimento público e para as atividades agrícolas, essenciais para a economia local”, afirma.


Biodiversidade e consciência ambiental


O produtor rural Joceilson Alves de Souza, 53 anos, foi um dos primeiros a aderir o projeto de conservação da água e do solo. Na época, ele estava criando uma agrofloresta na propriedade e encontrou na iniciativa o apoio técnico necessário. “O objetivo é proteger a terra para que a água da chuva seja retida no lençol freático, como uma esponja. Uma prova de que está dando certo é que este ano, pela segunda vez consecutiva, surgiu uma nascente, mostrando que tem água aqui embaixo”, conta.


Pelo segundo ano consecutivo, uma nascente surgiu na propriedade de Joceilson de Souza


Joceilson também participa do Produtor de Água Mirim, projeto que leva estudantes de escolas públicas e privadas para uma imersão no campo. As turmas têm a oportunidade de plantar mudas de árvores e aprender sobre a preservação do meio ambiente. “O projeto é uma forma de trazer para os produtores o pertencimento ao meio ambiente, a consciência de que cada um deve ter a responsabilidade de preservar a vegetação, bem como cuidar do lixo, e é muito importante ensinar isso às crianças”, observa.


O produtor Rodinaldo Xavier, 61, também tem uma chácara no Núcleo Rural Taquara e conta que sempre buscou preservar o local. No entanto, foi a partir de 2012, quando aderiu à iniciativa, que obteve os melhores resultados. O quintal do agricultor tornou-se uma floresta a partir do plantio de mudas fornecidas pelo projeto e, hoje, concentra diversas nascentes e espécies de animais.


“A biodiversidade aumentou muito por conta do projeto, que trouxe milhares de mudas e me ajudou em um processo que seria trabalhoso e dispendioso”, diz Rodinaldo. “Tenho muito cuidado com a natureza daqui da propriedade, já que não é só plantar. Estamos atentos ao fogo, que é devastador, e pode, em minutos, transformar um trabalho de 20 anos em cinzas. Com a preservação, eu ganho qualidade de vida, biodiversidade, e a sociedade ganha água limpa, que não seca.”


Rodinaldo Xavier: “A biodiversidade aumentou muito por conta do projeto, que trouxe milhares de mudas e me ajudou em um processo que seria trabalhoso e dispendioso”


Esforço conjunto


O Produtor de Água do Pipiripau é reconhecido internacionalmente e serve de inspiração para outras unidades da Federação. O sucesso é resultado do trabalho das 14 instituições envolvidas. A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), por exemplo, atua com a divulgação da iniciativa aos produtores, com o auxílio na elaboração dos documentos necessários para participação e com o apoio técnico para implantação das práticas de conservação.



“A água que chega às nossas torneiras começa no campo e garantir qualidade e disponibilidade é um compromisso que envolve todos nós”


Iclea Silva, engenheira ambiental da Emater



“A água que chega às nossas torneiras começa no campo e garantir qualidade e disponibilidade é um compromisso que envolve todos nós”, ressalta a engenheira ambiental da Emater-DF e uma das responsáveis pelo Produtor de Águas do Pipiripau pela empresa, Iclea Silva. “Esse projeto mostra que a conservação ambiental e a produção rural podem caminhar juntas, trazendo benefícios para quem cuida da terra e para toda a sociedade. Cuidar das nascentes e preservar as bacias hidrográficas é investir no futuro da água e na sustentabilidade do Distrito Federal.”


Os agricultores participam voluntariamente e são recompensados financeiramente pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb). Desde 2013, já foram pagos mais de R$ 3,4 milhões, sendo cerca de 70% repassados entre 2019 e 2024. Para os próximos cinco anos, está previsto investimento de R$ 5 milhões na remuneração dos participantes do projeto, com repasses anuais de R$ 1 milhão.



Presente nas reuniões de construção do projeto, o engenheiro florestal da Caesb, Fábio Bakker, afirma que houve um amadurecimento nas ações de preservação ao longo dos anos. “A agricultura e o saneamento agora são parceiros na gestão da água, são parceiros na produção de água, se ajudam para que esse bem comum para alimento e água, condições fundamentais para a nossa sobrevivência, estejam juntos nesse processo”, observa. “O projeto do Pipiripau nos deu espaço para, durante a crise hídrica, estabelecer um diálogo mais harmônico e aberto com os agricultores.”


A Caesb está à frente do projeto Produtor de Água no Descoberto, criado em 2019. Assim como ocorre no Pipiripau, a ideia é tornar a bacia do Alto Descoberto uma referência em produção sustentável de água e alimentos, garantindo segurança hídrica e preservando a vegetação nativa. Neste ano, serão investidos R$ 2 milhões no plantio de 13.570 mudas nativas do cerrado em uma área de aproximadamente 14 hectares, reforma de estradas rurais e instalação de sistemas de esgotamento sustentável.


22/03/2025 - Projeto Produtor de Água no Pipiripau incentiva conservação de água










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https://jornalismodigitaldf.com.br/projeto-produtor-de-agua-no-pipiripau-incentiva-conservacao-de-agua/?fsp_sid=129107
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Projeto Produtor de Água no Pipiripau incentiva conservação de água

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Em celebração ao Dia Mundial da Água, neste sábado (22), a Agência Brasília retrata o impacto do projeto Produtor de Água no Pipiripau, exemplo de sucesso na integração entre conservação ambiental e desenvolvimento sustentável. A iniciativa surgiu em 2011 para promover a preservação da bacia hidrográfica Ribeirão do Pipiripau, utilizada tanto para o abastecimento urbano como para a atividade rural. As ações contribuem com a infiltração da água no solo, a recarga do lençol freático e a redução do escoamento superficial, minimizando processos erosivos e assoreamento.


O trabalho é coordenado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) por meio da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa), em parceria com 13 instituições. Já foram firmados 235 contratos com agricultores da região, abrangendo o núcleo Rural Pipiripau, o Núcleo Rural Taquara e o Núcleo Rural Santos Dumont, em Planaltina. Para este ano, estão previstos mais 50 acordos.


Os núcleos rurais Pipiripau, Taquara e Santos Dumont são alguns em que a Adasa, em conjunto com 13 instituiçõs, levou medidas de preservação da água | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília


Em mais de uma década de atividade, houve readequação de 134 km de estradas rurais, construção de 1.316 barraginhas, construção e manutenção de 1.160 hectares de terraços, plantio de mais de 410 mil mudas nativas do Cerrado para recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APPs), semeadura direta em 29 hectares, instalação de 42 km de cercas, tubulação do canal de irrigação Santos Dumont e criação de programas educativos. Conforme estimativa da Adasa, o investimento nas ações chega a R$ 30 milhões, provenientes de diversas fontes.


“O projeto está dividido em dois eixos. O primeiro corresponde ao pagamento pela proteção dos recursos hídricos de acordo com o projeto de cada propriedade. O segundo engloba as ações das entidades parceiras para conservação do meio ambiente. Nesse sentido, a tubulação do canal foi uma das mais importantes, já que agora todas as propriedades têm acesso à água e a Caesb fica com o volume outorgado para abastecimento de Sobradinho e Planaltina”, explica o assessor da Superintendência de Planejamento e Programas Especiais da Adasa, Israel Pinheiro Torres.


Israel Pinheiro Torres: “O projeto fortalece a governança hídrica e a cooperação entre instituições e produtores rurais, garantindo segurança para o abastecimento público e para as atividades agrícolas, essenciais para a economia local”


O assessor técnico lembra que, antes do Produtor de Água, a bacia do Pipiripau enfrentou desafios ambientais e hídricos significativos, especialmente nos períodos de seca. Segundo ele, as principais causas desse cenário foram a manipulação ambiental, a escassez de cobertura vegetal nativa e o uso inadequado do solo. “Os resultados vão além da recuperação ambiental: o projeto fortalece a governança hídrica e a cooperação entre instituições e produtores rurais, garantindo segurança para o abastecimento público e para as atividades agrícolas, essenciais para a economia local”, afirma.


Biodiversidade e consciência ambiental


O produtor rural Joceilson Alves de Souza, 53 anos, foi um dos primeiros a aderir o projeto de conservação da água e do solo. Na época, ele estava criando uma agrofloresta na propriedade e encontrou na iniciativa o apoio técnico necessário. “O objetivo é proteger a terra para que a água da chuva seja retida no lençol freático, como uma esponja. Uma prova de que está dando certo é que este ano, pela segunda vez consecutiva, surgiu uma nascente, mostrando que tem água aqui embaixo”, conta.


Pelo segundo ano consecutivo, uma nascente surgiu na propriedade de Joceilson de Souza


Joceilson também participa do Produtor de Água Mirim, projeto que leva estudantes de escolas públicas e privadas para uma imersão no campo. As turmas têm a oportunidade de plantar mudas de árvores e aprender sobre a preservação do meio ambiente. “O projeto é uma forma de trazer para os produtores o pertencimento ao meio ambiente, a consciência de que cada um deve ter a responsabilidade de preservar a vegetação, bem como cuidar do lixo, e é muito importante ensinar isso às crianças”, observa.


O produtor Rodinaldo Xavier, 61, também tem uma chácara no Núcleo Rural Taquara e conta que sempre buscou preservar o local. No entanto, foi a partir de 2012, quando aderiu à iniciativa, que obteve os melhores resultados. O quintal do agricultor tornou-se uma floresta a partir do plantio de mudas fornecidas pelo projeto e, hoje, concentra diversas nascentes e espécies de animais.


“A biodiversidade aumentou muito por conta do projeto, que trouxe milhares de mudas e me ajudou em um processo que seria trabalhoso e dispendioso”, diz Rodinaldo. “Tenho muito cuidado com a natureza daqui da propriedade, já que não é só plantar. Estamos atentos ao fogo, que é devastador, e pode, em minutos, transformar um trabalho de 20 anos em cinzas. Com a preservação, eu ganho qualidade de vida, biodiversidade, e a sociedade ganha água limpa, que não seca.”


Rodinaldo Xavier: “A biodiversidade aumentou muito por conta do projeto, que trouxe milhares de mudas e me ajudou em um processo que seria trabalhoso e dispendioso”


Esforço conjunto


O Produtor de Água do Pipiripau é reconhecido internacionalmente e serve de inspiração para outras unidades da Federação. O sucesso é resultado do trabalho das 14 instituições envolvidas. A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), por exemplo, atua com a divulgação da iniciativa aos produtores, com o auxílio na elaboração dos documentos necessários para participação e com o apoio técnico para implantação das práticas de conservação.



“A água que chega às nossas torneiras começa no campo e garantir qualidade e disponibilidade é um compromisso que envolve todos nós”


Iclea Silva, engenheira ambiental da Emater



“A água que chega às nossas torneiras começa no campo e garantir qualidade e disponibilidade é um compromisso que envolve todos nós”, ressalta a engenheira ambiental da Emater-DF e uma das responsáveis pelo Produtor de Águas do Pipiripau pela empresa, Iclea Silva. “Esse projeto mostra que a conservação ambiental e a produção rural podem caminhar juntas, trazendo benefícios para quem cuida da terra e para toda a sociedade. Cuidar das nascentes e preservar as bacias hidrográficas é investir no futuro da água e na sustentabilidade do Distrito Federal.”


Os agricultores participam voluntariamente e são recompensados financeiramente pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb). Desde 2013, já foram pagos mais de R$ 3,4 milhões, sendo cerca de 70% repassados entre 2019 e 2024. Para os próximos cinco anos, está previsto investimento de R$ 5 milhões na remuneração dos participantes do projeto, com repasses anuais de R$ 1 milhão.



Presente nas reuniões de construção do projeto, o engenheiro florestal da Caesb, Fábio Bakker, afirma que houve um amadurecimento nas ações de preservação ao longo dos anos. “A agricultura e o saneamento agora são parceiros na gestão da água, são parceiros na produção de água, se ajudam para que esse bem comum para alimento e água, condições fundamentais para a nossa sobrevivência, estejam juntos nesse processo”, observa. “O projeto do Pipiripau nos deu espaço para, durante a crise hídrica, estabelecer um diálogo mais harmônico e aberto com os agricultores.”


A Caesb está à frente do projeto Produtor de Água no Descoberto, criado em 2019. Assim como ocorre no Pipiripau, a ideia é tornar a bacia do Alto Descoberto uma referência em produção sustentável de água e alimentos, garantindo segurança hídrica e preservando a vegetação nativa. Neste ano, serão investidos R$ 2 milhões no plantio de 13.570 mudas nativas do cerrado em uma área de aproximadamente 14 hectares, reforma de estradas rurais e instalação de sistemas de esgotamento sustentável.


22/03/2025 - Projeto Produtor de Água no Pipiripau incentiva conservação de água










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Alunos da EC 512 de Samambaia celebram o Dia Mundial da Água com ações pedagógicas – Secretaria de Estado de Educação

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Celebrada neste sábado (22), data reforça a importância do uso sustentável desse recurso essencial para a vida


Por Ícaro Henrique, Ascom/SEEDF


 


Louise Lima dos Santos, de 4 anos, participou da ação e aprendeu lições como guardiã da água na escola | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


A Escola Classe 512 de Samambaia realizou, ao longo da semana, atividades pedagógicas para conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação da água. A iniciativa, em alusão ao Dia Mundial da Água, celebrado neste sábado (22), envolveu ações lúdicas e educativas na escola para reforçar o uso sustentável desse recurso essencial para a vida.


 


Durante a programação, os alunos da educação infantil participaram de experiências explorando o tema da água de diversas formas. Uma das atividades de destaque foi a dos “Guardiões da Água”, em que as crianças assumiram o papel de protetores do planeta, aprendendo sobre a importância da preservação.

 


“Todas as ações foram voltadas para que eles se sentissem cuidadores da água, entendendo que um dia a água doce pode faltar. Eles mesmos falam: ‘A gente tem que cuidar porque, senão, a água vai acabar’”, explicou a professora Priscila Félix, articuladora das atividades.


 


Os alunos também realizaram experimentos sobre os estados físicos da água e fizeram gelatina. Além disso, aprenderam a diferença entre água doce e salgada, regaram as plantas da escola com a água da chuva e fiscalizaram as torneiras dos banheiros e áreas comuns. Como parte do aprendizado, produziram plaquinhas de conscientização, instaladas pela própria turma.


Educação ambiental na infância

 


Para celebrar o Dia Mundial da Água, em 22 de março, os alunos da educação infantil participaram de diversas atividades pedagógicas explorando o tema da água | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


A educação infantil deve ir além da teoria, proporcionando experiências práticas e lúdicas que tornem o aprendizado atrativo. Atividades que envolvem a experimentação, como tocar na água, observar seu estado físico e relacionar seu uso no dia a dia, permitem que as crianças façam conexões com a própria rotina e compartilhem esse conhecimento com a família.


 


Segundo a professora Priscila Félix, as crianças têm um papel fundamental na conscientização dentro de casa, ajudando a lembrar os pais sobre práticas simples, como fechar a torneira ao escovar os dentes. “As crianças são o futuro do nosso país e, quando ensinamos desde cedo sobre o consumo consciente da água, elas levam esse aprendizado para casa, conscientizando os próprios pais. Muitas vezes, esquecemos de ações básicas, e elas estão ali para lembrar. Esse trabalho na infância é fundamental, pois cria hábitos que permanecem na vida adulta”, destaca a professora.


 


Gustavo de Oliveira, 4 anos, aprendeu mais sobre a reutilização da água | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


A guardiã Louise Lima dos Santos, de 4 anos, compartilhou o que aprendeu durante a semana e como tem aplicado esses ensinamentos na escola e em casa. “Eu escovo os dentes com a torneira desligada”, explicou a estudante.


 


Já o colega Gustavo de Oliveira Cruz, de 4 anos, gostou da ideia de ser um guardião da água e de poder regar as plantas do jardim da escola. “A parte mais legal é regar as plantas, mas não pode colocar muita água, senão elas morrem”, destacou.


 


Sustentabilidade

 


O Dia Mundial da Água, celebrado anualmente em 22 de março, foi instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1993 como um momento de reflexão sobre a importância da água para a vida e a necessidade de garantir o acesso sustentável.


 


Ações como a da EC 512 reforçam a relevância de celebrar o Dia Mundial da Água não apenas como uma data simbólica, mas como um momento de conscientização e mudança de atitudes. Pequenos gestos diários, como fechar a torneira ao escovar os dentes, reutilizar a água sempre que possível e evitar desperdícios, fazem a diferença para a preservação dos recursos hídricos.


 


Dia Mundial da Água - EC 512 de Samambaia


 


 








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https://jornalismodigitaldf.com.br/alunos-da-ec-512-de-samambaia-celebram-o-dia-mundial-da-agua-com-acoes-pedagogicas-secretaria-de-estado-de-educacao/?fsp_sid=129094
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Oficinas preparam produtores do DF para a 10ª edição da Feira da Goiaba

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A tradicional Feira da Goiaba, em Brazlândia, já tem data marcada. Nos dias 4, 5, 6, 11, 12 e 13 de abril, às margens da BR-080, produtores de uma das frutas mais produzidas do Distrito Federal se reúnem para apresentar à população receitas temáticas. Antes mesmo da abertura oficial dos trabalhos, os agricultores já começaram a se preparar para as festividades.


A goiaba é uma das frutas mais produzidas no Distrito Federal | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília


Com apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), os agricultores participaram, na última sexta-feira (21), de duas oficinas voltadas para o controle de pragas, como parte da programação técnica da feira. A iniciativa reuniu aproximadamente 50 produtores da região no Incra 6, em Brazlândia, que aprenderam sobre técnicas sustentáveis para fortalecer a produtividade das lavouras.



A Oficina de Produção de Caldas Alternativas ensinou a fabricar e aplicar as caldas bordalesa e sulfocálcica, utilizadas no controle de pragas e doenças sem o uso de agrotóxicos. Já a Oficina de Regulagem de Pulverizadores Adaptados destacou o uso correto dos equipamentos e a importância da proteção individual na aplicação dos insumos.


O produtor Marco Kazuto, de 44 anos, destaca que as oficinas são uma oportunidade de troca de experiência e aprendizado: “Essas capacitações são muito produtivas. A gente sempre aprende algo novo e também pode compartilhar algo que a gente sabe”.


O extensionista da Emater-DF, Claudinei Vieira, ressaltou a importância de levar informações inovadoras aos produtores. “Tudo o que tem de novidade no cultivo da goiaba, a gente traz para o campo. Acompanhamos as ações e o resultado disso é fantástico. Temos avançado em tecnologia e volume de produção”, afirmou.


*Com informações da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF)


“Essas capacitações são muito produtivas. A gente sempre aprende algo novo”, afirma o produtor Marco Kazuto


Agricultura em expansão


Em 2024, o DF registrou 434 hectares de cultivo de goiaba, com uma produção estimada de 7.060 toneladas. A atividade envolve 176 agricultores cadastrados, sendo que 96% desse total está em Brazlândia.


A expansão da fruticultura na região tem sido uma tendência, conforme explica o produtor Fernando Masahiro Yokoyama, 60 anos. “A gente plantava beterraba e cenoura, mas com o tempo a produtividade foi caindo. Optamos pela goiaba porque a venda é boa. Quando chega essa época da feira, os preços melhoram, e isso nos empolga”, conta.










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https://jornalismodigitaldf.com.br/oficinas-preparam-produtores-do-df-para-a-10a-edicao-da-feira-da-goiaba/?fsp_sid=129082
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Oficinas preparam produtores do DF para a 10ª edição da Feira da Goiaba

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A tradicional Feira da Goiaba, em Brazlândia, já tem data marcada. Nos dias 4, 5, 6, 11, 12 e 13 de abril, às margens da BR-080, produtores de uma das frutas mais produzidas do Distrito Federal se reúnem para apresentar à população receitas temáticas. Antes mesmo da abertura oficial dos trabalhos, os agricultores já começaram a se preparar para as festividades.


A goiaba é uma das frutas mais produzidas no Distrito Federal | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília


Com apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), os agricultores participaram, na última sexta-feira (21), de duas oficinas voltadas para o controle de pragas, como parte da programação técnica da feira. A iniciativa reuniu aproximadamente 50 produtores da região no Incra 6, em Brazlândia, que aprenderam sobre técnicas sustentáveis para fortalecer a produtividade das lavouras.



A Oficina de Produção de Caldas Alternativas ensinou a fabricar e aplicar as caldas bordalesa e sulfocálcica, utilizadas no controle de pragas e doenças sem o uso de agrotóxicos. Já a Oficina de Regulagem de Pulverizadores Adaptados destacou o uso correto dos equipamentos e a importância da proteção individual na aplicação dos insumos.


O produtor Marco Kazuto, de 44 anos, destaca que as oficinas são uma oportunidade de troca de experiência e aprendizado: “Essas capacitações são muito produtivas. A gente sempre aprende algo novo e também pode compartilhar algo que a gente sabe”.


O extensionista da Emater-DF, Claudinei Vieira, ressaltou a importância de levar informações inovadoras aos produtores. “Tudo o que tem de novidade no cultivo da goiaba, a gente traz para o campo. Acompanhamos as ações e o resultado disso é fantástico. Temos avançado em tecnologia e volume de produção”, afirmou.


*Com informações da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF)


“Essas capacitações são muito produtivas. A gente sempre aprende algo novo”, afirma o produtor Marco Kazuto


Agricultura em expansão


Em 2024, o DF registrou 434 hectares de cultivo de goiaba, com uma produção estimada de 7.060 toneladas. A atividade envolve 176 agricultores cadastrados, sendo que 96% desse total está em Brazlândia.


A expansão da fruticultura na região tem sido uma tendência, conforme explica o produtor Fernando Masahiro Yokoyama, 60 anos. “A gente plantava beterraba e cenoura, mas com o tempo a produtividade foi caindo. Optamos pela goiaba porque a venda é boa. Quando chega essa época da feira, os preços melhoram, e isso nos empolga”, conta.










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MP pede que Jorge de Sá seja investigado após acusação de estelionato

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Jorge de Sá, ator e empresário, está sendo acusado de estelionato e falsidade documental. Agora, o Ministério Público de São Paulo solicitou à Polícia Civil instauração de inquérito policial para investigar as denúncias contra o rapaz.


Famílias afirmam ter contratado os serviços do filho de Sandra Sá para intermediar bolsas de estudo em escolas dos Estados Unidos, mas não tiveram nenhum resultado após pagamentos.


1 de 3

Jorge de Sá

Reprodução/ Instagram
2 de 3

Jorge de Sá e a mãe, Sandra de Sá





Quem é Jorge de Sá



  • Nascido no Rio de Janeiro em 30 de agosto de 1987, Jorge de Sá é filho da cantora Sandra de Sá com o compositor Tom Saga. Ele também é afilhado de batismo do cantor Cazuza.

  • Antes de ingressar no meio artístico, dedicou-se ao basquete, jogando nas categorias de base do Flamengo dos 6 aos 19 anos.

  • Na TV, Jorge de Sá começou sua carreira em 2003, na novela Malhação, onde interpretou Mateus.

  • Depois, participou de outras produções da Globo e também trabalhou como comentarista da NBA no canal SporTV até 2019.

  • Paralelamente à carreira artística, em 2018, fundou a empresa DecideAí Digital, especializada em produção e lançamentos digitais.




Na denúncia apresentada pelas vítimas ao MP, eles pedem que a Polícia Civil investigue eventuais crimes cometidos pelo ator.


“Jorge de Sá, representando a empresa K&J Soluções Digitais, mediante artifício e ardil, obteve indevida vantagem econômica em detrimento das vítimas, os quais contrataram os seus serviços de consultoria e assessoramento para obter bolsas escolares em estabelecimentos educacionais americanos para seus filhos, uma vez que ele se apresentava como intermediário dessas escolas e prometia vagas garantidas com preços fechados”, diz parte da denúncia obtida pelo Extra.


Em nota, o ator ressalta que ficou surpreso e “muito assustado” com as notícias, já que não tinha conhecimento das investigações.


“Nunca me apresentei como representante oficial de nenhuma instituição, como foi mencionado na matéria. Também foi dito na investigação que os jovens não tiveram acesso às bolsas, o que é uma mentira: eles tiveram acesso!”, esclareceu.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/mp-pede-que-jorge-de-sa-seja-investigado-apos-acusacao-de-estelionato/?fsp_sid=129069
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MP pede que Jorge de Sá seja investigado após acusação de estelionato

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Jorge de Sá, ator e empresário, está sendo acusado de estelionato e falsidade documental. Agora, o Ministério Público de São Paulo solicitou à Polícia Civil instauração de inquérito policial para investigar as denúncias contra o rapaz.


Famílias afirmam ter contratado os serviços do filho de Sandra Sá para intermediar bolsas de estudo em escolas dos Estados Unidos, mas não tiveram nenhum resultado após pagamentos.


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Jorge de Sá

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Jorge de Sá e a mãe, Sandra de Sá





Quem é Jorge de Sá



  • Nascido no Rio de Janeiro em 30 de agosto de 1987, Jorge de Sá é filho da cantora Sandra de Sá com o compositor Tom Saga. Ele também é afilhado de batismo do cantor Cazuza.

  • Antes de ingressar no meio artístico, dedicou-se ao basquete, jogando nas categorias de base do Flamengo dos 6 aos 19 anos.

  • Na TV, Jorge de Sá começou sua carreira em 2003, na novela Malhação, onde interpretou Mateus.

  • Depois, participou de outras produções da Globo e também trabalhou como comentarista da NBA no canal SporTV até 2019.

  • Paralelamente à carreira artística, em 2018, fundou a empresa DecideAí Digital, especializada em produção e lançamentos digitais.




Na denúncia apresentada pelas vítimas ao MP, eles pedem que a Polícia Civil investigue eventuais crimes cometidos pelo ator.


“Jorge de Sá, representando a empresa K&J Soluções Digitais, mediante artifício e ardil, obteve indevida vantagem econômica em detrimento das vítimas, os quais contrataram os seus serviços de consultoria e assessoramento para obter bolsas escolares em estabelecimentos educacionais americanos para seus filhos, uma vez que ele se apresentava como intermediário dessas escolas e prometia vagas garantidas com preços fechados”, diz parte da denúncia obtida pelo Extra.


Em nota, o ator ressalta que ficou surpreso e “muito assustado” com as notícias, já que não tinha conhecimento das investigações.


“Nunca me apresentei como representante oficial de nenhuma instituição, como foi mencionado na matéria. Também foi dito na investigação que os jovens não tiveram acesso às bolsas, o que é uma mentira: eles tiveram acesso!”, esclareceu.






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Com apoio do GDF, evento oferece palestras gratuitas sobre carreiras no mundo do esporte

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A 4ª edição do Summit do Esporte Universitário será nesta segunda-feira (24), a partir das 9h, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). O evento gratuito é promovido pela Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), com apoio do Governo do Distrito Federal (GDF). Neste ano, serão quatro painéis de bate-papo com o tema Caminhos Profissionais: Explorando Carreiras no Universo Esportivo.


O evento teráo quatro painéis com o tema Caminhos Profissionais: Explorando Carreiras no Universo Esportivo | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília


Para participar, basta realizar a inscrição no formulário. Os estudantes receberão certificado de horas complementares. Os debates compõem a programação aberta ao público do CBDU Week, em que os conselhos apresentam os resultados e análises do ano anterior para planejamento do ano seguinte.



“O Summit do Esporte Universitário é uma oportunidade única para estudantes e profissionais se conectarem com o mercado esportivo”


Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer



“O Summit do Esporte Universitário é uma oportunidade única para estudantes e profissionais se conectarem com o mercado esportivo”, enfatiza o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira. “Ao reunir especialistas renomados e jovens talentos, o evento fortalece o desenvolvimento da área e amplia as perspectivas de carreira no setor. Brasília, mais uma vez, se torna palco de uma iniciativa que incentiva a inovação, a capacitação e o crescimento do esporte nacional.”


No dia seguinte, terça-feira (25), haverá a entrega de 135 prêmios aos principais nomes e entidades do cenário esportivo. Este GDF será um dos homenageados devido ao compromisso com o esporte e à parceria na realização dos Jogos Universitários 2024.



“O GDF tem sido o nosso principal parceiro desde a pandemia, quando reabrimos o cenário esportivo do Brasil. Nos últimos quatro anos, três edições do JUBs foram aqui, mostrando a importância desse apoio”, afirma o presidente do CBDU, Luciano Cabral. Também serão premiados três atletas e um técnico da capital brasileira.


“A missão do esporte universitário é manter um plataforma esportiva dentro das instituições de ensino superior para que os universitários, independentemente do nível técnico, possam praticar sua atividade esportiva e também para proporcionar que atletas de performance diferenciada e até alto rendimento possam ter acesso ao ensino superior. Com isso, forjamos profissionais melhor qualificados, que têm os valores, conceitos e princípios do esporte na formação”, conclui Cabral.










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https://jornalismodigitaldf.com.br/com-apoio-do-gdf-evento-oferece-palestras-gratuitas-sobre-carreiras-no-mundo-do-esporte/?fsp_sid=129049
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Com apoio do GDF, evento oferece palestras gratuitas sobre carreiras no mundo do esporte

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A 4ª edição do Summit do Esporte Universitário será nesta segunda-feira (24), a partir das 9h, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). O evento gratuito é promovido pela Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), com apoio do Governo do Distrito Federal (GDF). Neste ano, serão quatro painéis de bate-papo com o tema Caminhos Profissionais: Explorando Carreiras no Universo Esportivo.


O evento teráo quatro painéis com o tema Caminhos Profissionais: Explorando Carreiras no Universo Esportivo | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília


Para participar, basta realizar a inscrição no formulário. Os estudantes receberão certificado de horas complementares. Os debates compõem a programação aberta ao público do CBDU Week, em que os conselhos apresentam os resultados e análises do ano anterior para planejamento do ano seguinte.



“O Summit do Esporte Universitário é uma oportunidade única para estudantes e profissionais se conectarem com o mercado esportivo”


Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer



“O Summit do Esporte Universitário é uma oportunidade única para estudantes e profissionais se conectarem com o mercado esportivo”, enfatiza o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira. “Ao reunir especialistas renomados e jovens talentos, o evento fortalece o desenvolvimento da área e amplia as perspectivas de carreira no setor. Brasília, mais uma vez, se torna palco de uma iniciativa que incentiva a inovação, a capacitação e o crescimento do esporte nacional.”


No dia seguinte, terça-feira (25), haverá a entrega de 135 prêmios aos principais nomes e entidades do cenário esportivo. Este GDF será um dos homenageados devido ao compromisso com o esporte e à parceria na realização dos Jogos Universitários 2024.



“O GDF tem sido o nosso principal parceiro desde a pandemia, quando reabrimos o cenário esportivo do Brasil. Nos últimos quatro anos, três edições do JUBs foram aqui, mostrando a importância desse apoio”, afirma o presidente do CBDU, Luciano Cabral. Também serão premiados três atletas e um técnico da capital brasileira.


“A missão do esporte universitário é manter um plataforma esportiva dentro das instituições de ensino superior para que os universitários, independentemente do nível técnico, possam praticar sua atividade esportiva e também para proporcionar que atletas de performance diferenciada e até alto rendimento possam ter acesso ao ensino superior. Com isso, forjamos profissionais melhor qualificados, que têm os valores, conceitos e princípios do esporte na formação”, conclui Cabral.










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Gengibre ajuda a emagrecer? Nutróloga conta 9 benefícios do alimento

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Será que o gengibre faz bem para a saúde mesmo? Essa é uma dúvida comum, afinal, a especiaria é famosa por pertencer à diversas receitas e chás funcionais.


Mas afinal de contas, qual é o verdadeiro efeito que o gengibre oferece para o organismo? Ele nos ajuda a emagrecer? Melhora a imunidade do corpo?


Essas e outras questões foram respondias com a ajuda da nutróloga Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). Mas, já adiantamos que gengibre faz bem para a saúde sim.



Gengibre faz bem para a saúde? Confira 9 benefícios


Versátil. O gengibre é uma especiaria milenar, que vai bem em molhos, bebidas, assados, biscoitos, bolos e sobremesas. Portanto, não tem desculpa;



  1. Emagrece: o alimento também pode auxiliar na perda de peso, já que possui propriedades que atuam em uma espécie de “desintoxicação” do corpo, melhorando, dessa maneira, o funcionamento do intestino, do metabolismo e da queima de gordura corporal;

  2. Combate náuseas: segundo Garcez, o gengibre tem a capacidade de evitar situações de enjoo;

  3. É importante para as grávidas: afinal, a redução da incidência de náuseas pode favorecer inúmeras pessoas. “Inclusive gestantes e situações de vômitos no pós-operatório, o que pode reduzir a demanda de medicamentos antieméticos”, diz a médica;

  4. Fortalece a imunidade: o gengibre possui atividades antibacterianas e antifúngicas, evitando infecções. Ou seja, ideal para evitar gripes e resfriados, por exemplo.


Confira todos os benefícios no portal Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.


Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!






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Saúde regulamenta uso de emendas parlamentares federais

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A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) agora conta com procedimentos operacionais para captação, recebimento, execução, monitoramento e prestação de contas de emendas parlamentares federais destinadas à pasta. A portaria, publicada na quarta-feira (19) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), busca garantir mais transparência, rastreabilidade e eficiência na aplicação dos recursos da União.


O documento é fruto de um trabalho conjunto de diferentes setores da SES-DF, como as Assessorias de Gestão Participativa e Relações Institucionais (Arins) e Jurídico-Legislativa (AJL), o Fundo de Saúde do DF (FSDF), entre outros.


A portaria detalha os tipos de emendas parlamentares e estabelece o fluxo para cadastramento e aprovação das propostas | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF


“Tudo o que contribui para a transparência e rastreabilidade é positivo, tanto para o órgão quanto para a sociedade, garantindo que os recursos sejam aplicados de forma eficiente e com responsabilidade”, destaca a assessora especial da Arins, Viviane Nunes.


Regras e procedimentos


A portaria detalha os tipos de emendas — individuais, de bancada, de comissão e de relator —, estabelecendo o fluxo para cadastramento e aprovação das propostas no sistema do Ministério da Saúde. Além disso, o texto define as obrigações das áreas técnicas responsáveis pela execução dos recursos.



O Fundo de Saúde do DF (FSDF), responsável por administrar e gerenciar os recursos financeiros destinados às ações do Sistema Único de Saúde (SUS), terá, entre outras atribuições, o acompanhamento da entrada dos valores em contas bancárias específicas, permitindo o adequado monitoramento da execução orçamentária e financeira dos recursos.


A norma determina ainda que a SES-DF mantenha atualizadas, semestralmente, as informações sobre a aplicação dos recursos no Portal InfoSaúde, garantindo transparência e acesso público aos dados.


Incentivo


As emendas parlamentares federais destinadas à saúde desempenham um papel essencial na estruturação do sistema público do DF. Esses recursos podem ser utilizados, por exemplo, na aquisição de equipamentos, na realização de obras em hospitais, na capacitação de profissionais e no financiamento de pesquisas.


*Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)










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https://jornalismodigitaldf.com.br/saude-regulamenta-uso-de-emendas-parlamentares-federais/?fsp_sid=129031
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Saúde regulamenta uso de emendas parlamentares federais

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A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) agora conta com procedimentos operacionais para captação, recebimento, execução, monitoramento e prestação de contas de emendas parlamentares federais destinadas à pasta. A portaria, publicada na quarta-feira (19) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), busca garantir mais transparência, rastreabilidade e eficiência na aplicação dos recursos da União.


O documento é fruto de um trabalho conjunto de diferentes setores da SES-DF, como as Assessorias de Gestão Participativa e Relações Institucionais (Arins) e Jurídico-Legislativa (AJL), o Fundo de Saúde do DF (FSDF), entre outros.


A portaria detalha os tipos de emendas parlamentares e estabelece o fluxo para cadastramento e aprovação das propostas | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF


“Tudo o que contribui para a transparência e rastreabilidade é positivo, tanto para o órgão quanto para a sociedade, garantindo que os recursos sejam aplicados de forma eficiente e com responsabilidade”, destaca a assessora especial da Arins, Viviane Nunes.


Regras e procedimentos


A portaria detalha os tipos de emendas — individuais, de bancada, de comissão e de relator —, estabelecendo o fluxo para cadastramento e aprovação das propostas no sistema do Ministério da Saúde. Além disso, o texto define as obrigações das áreas técnicas responsáveis pela execução dos recursos.



O Fundo de Saúde do DF (FSDF), responsável por administrar e gerenciar os recursos financeiros destinados às ações do Sistema Único de Saúde (SUS), terá, entre outras atribuições, o acompanhamento da entrada dos valores em contas bancárias específicas, permitindo o adequado monitoramento da execução orçamentária e financeira dos recursos.


A norma determina ainda que a SES-DF mantenha atualizadas, semestralmente, as informações sobre a aplicação dos recursos no Portal InfoSaúde, garantindo transparência e acesso público aos dados.


Incentivo


As emendas parlamentares federais destinadas à saúde desempenham um papel essencial na estruturação do sistema público do DF. Esses recursos podem ser utilizados, por exemplo, na aquisição de equipamentos, na realização de obras em hospitais, na capacitação de profissionais e no financiamento de pesquisas.


*Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)










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