Dando continuidade à implementação do Programa Mais Acesso a Especialistas (PMAE) no Distrito Federal, a Secretaria de Saúde (SES-DF) promoveu, nesta terça-feira (11), uma oficina com profissionais da pasta para construir estratégias e diretrizes que viabilizem a iniciativa. Desenvolvido pelo Ministério da Saúde, o programa busca garantir que pacientes tenham acesso mais rápido e menos burocrático a consultas e exames especializados.
Na abertura da oficina, o subsecretário de Atenção Integral à Saúde (SAIS) da SES-DF, Maurício Fiorenza, ressaltou que o PMAE complementará os esforços contínuos do DF para promover a transversalidade do cuidado nos três níveis de atenção à saúde: primária, especializada e hospitalar. “O reforço das especialidades, focando na jornada do paciente, será uma grande mudança na Secretaria de Saúde. Além disso, também trará mais tecnologia para os diferentes níveis de atendimento”, destacou.
Inicialmente, serão reorganizados os fluxos de atendimento das especialidades de oncologia, oftalmologia, cardiologia e otorrinolaringologia | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF
A política prevê que, quando o paciente precisar de mais de uma consulta ou exame especializado, ele não será colocado em várias filas. Em vez disso, será encaminhado a um serviço de saúde que ofereça todas ou a maioria das consultas e exames necessários. Com uma fila única, haverá um agendamento específico e garantia de retorno para a equipe que acompanha o caso.
De acordo com a coordenadora de Atenção Secundária e Integração de Serviços (Coasis) da SES-DF, Juliana Soares, a oficina teve como objetivo engajar os profissionais na remodelação dos fluxos de atendimento. “Reunimos pessoas essenciais para a implementação do programa, tanto da gestão quanto da assistência. Não temos todas as respostas ainda, mas vamos construir soluções juntos”, afirmou.
Investimento
A adesão do DF ao PMAE contará com um investimento de R$ 24 milhões neste ano. Inicialmente, serão reorganizados os fluxos das especialidades de oncologia, oftalmologia, cardiologia e otorrinolaringologia. O objetivo é otimizar a disponibilidade de consultas, exames e outros procedimentos, além de reduzir o tempo de espera nas filas, desde as unidades básicas de saúde (UBSs).
Thaís Leite, assessora técnica especializada do Ministério da Saúde (MS), reconheceu os esforços do DF em implementar medidas para dar mais agilidade aos atendimentos e destacou o propósito do PMAE: “Nosso objetivo é atender melhor a população e obter os melhores resultados para a saúde pública”.
Os serviços de saúde serão organizados por meio das Ofertas de Cuidado Integral (OCIs), ou seja, uma única fila que dará acesso a todos os exames e consultas necessários. O conjunto de procedimentos deverá ser realizado em um prazo de 30 a 60 dias, dependendo da especialidade e da situação do paciente.
*Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
Em reunião com representantes de sociedades de especialidades médicas e multidisciplinares nesta terça-feira (11), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que vai articular a instalação de um Grupo de Trabalho para propor um modelo de estrutura para que cada estado possa enfrentar melhor situações de surtos, epidemias, endemias e os impactos das mudanças climáticas. Há cinco anos, em 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a pandemia de Covid-19 . Além da simbologia do encontro, objetivo foi reforçar os aprendizados adquiridos na pandemia, para que o Brasil possa enfrentar com mais preparo situações semelhantes.
“O Grupo de Trabalho será coordenado pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente e vai construir essa proposta de modelo de estrutura para o Estado brasileiro”, explicou o ministro. “Não podemos esquecer o que o Brasil passou durante a pandemia, foram mais de 700 mil mortes. E essa reunião de hoje foi importante para reforçar os aprendizados, de forma que a gente possa enfrentar mais adequadamente os impactos da Covid-19, a covid longa, e também para preparar o Brasil para outras epidemias”, complementou.
Participaram da reunião a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), a Associação Médica Brasileira (AMB), a Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Além de abrir um canal de diálogo com o novo ministro, eles discutiram avanços importantes do Governo Federal no enfrentamento à Covid-19 nos últimos dois anos. “As associações médicas e multidisciplinares tiveram um papel primordial no enfrentamento da pandemia e vão nos ajudar neste sentido”, acrescentou Padilha.
“Trata-se de uma data bastante representativa, completados cinco anos em que vivemos um dos maiores problemas em termos de saúde pública da nossa era. E estaremos sempre colaborando tecnicamente”, destacou o presidente da SBI, Alberto Chebabo. “Não tenho dúvida que essa interação entre as sociedades médicas e o ministério é muito importante para a saúde da população brasileira”.
Segundo o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, André Siqueira, é fundamental unir a atuação da vigilância com a assistência em saúde de olho nas populações mais vulneráveis. “A pandemia teve um efeito especial nas populações indígenas, nas populações ribeirinhas, em comunidades de grandes cidades que muitas vezes estão desassistidas. Então, conseguir unir a atuação da vigilância com assistência é um dos nossos objetivos principais”, frisou.
A diretora da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Roseli Nomura, lembrou que a pandemia de Covid-19 foi “particularmente dura” com as gestantes e o trabalho conjunto com a pasta da Saúde se faz necessário. “O Ministério da Saúde hoje se alinha aos cuidados da mulher não só na gestação, no puerpério, mas também durante o pré-natal. E outras pautas como a prevenção do câncer de colo uterino também são muito relevantes e precisamos estar preparados para esses desafios. Foi muito bom estarmos hoje aqui no ministério para esse debate”, afirmou.
Fabiano Guimarães, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), lembrou que o debate junto ao ministro Padilha e especialistas de outras áreas é sempre proveitoso. “Representamos a sociedade médica da integralidade, aqueles que estão perto das pessoas e que contribuem com a atenção primária mais forte. Dessa forma, é muito importante que estejamos incluídos nos processos de discussão do Ministério da Saúde”, observou.
O mesmo pensamento foi compartilhado pelo vice-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Edson Liberal. “A sociedade de pediatria tem 115 anos, é a maior do Brasil. Temos especialistas que podem ajudar muito na questão da assistência e prevenção de doenças. Hoje, já participamos de diversas câmaras técnicas no Ministério da Saúde e queremos seguir contribuindo”, destacou.
11/03/2025 às 18:09, atualizado em 11/03/2025 às 18:11
A suspensão será feita por segurança devido à manutenção e modernização da rede elétrica, realizada em alguns locais. Confira os horários e áreas impactadas
Por Thaís Umbelino, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira
Três regiões do Distrito Federal terão suspensão temporária do fornecimento de energia elétrica, pela Neoenergia, nesta quarta-feira (12). A interrupção do serviço reforça a segurança das equipes, que vão realizar trabalhos de modernização e a manutenção nas redes elétricas.
Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer de acabar a energia em alguma região, sem comunicação prévia
No Lago Sul o serviço será interrompido para manutenção da rede elétrica, de 10h às 13h, na SHIS QI 15, chácaras 65, 67, 68, 69, 70 e 71.
No Paranoá a suspensão será das 10h às 13h, no Condomínio Euller Paranhos, KM 3,5, Avenida Buriti, chácaras 23, 25, 27, 35, 37 e 40 e no Núcleo Rural Sobradinho dos Melos, DF-250, KM 05, chácara 35. Em Taguatinga, o trabalho será das 9h às 14h, no Setor Habitacional Arniqueira, quadra 05, chácaras 25 e 27. Ambas as regiões terão o serviço de energia interrompidos para modernização na rede elétrica.
Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer de acabar a energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.
11/03/2025 às 18:09, atualizado em 11/03/2025 às 18:11
A suspensão será feita por segurança devido à manutenção e modernização da rede elétrica, realizada em alguns locais. Confira os horários e áreas impactadas
Por Thaís Umbelino, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira
Três regiões do Distrito Federal terão suspensão temporária do fornecimento de energia elétrica, pela Neoenergia, nesta quarta-feira (12). A interrupção do serviço reforça a segurança das equipes, que vão realizar trabalhos de modernização e a manutenção nas redes elétricas.
Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer de acabar a energia em alguma região, sem comunicação prévia
No Lago Sul o serviço será interrompido para manutenção da rede elétrica, de 10h às 13h, na SHIS QI 15, chácaras 65, 67, 68, 69, 70 e 71.
No Paranoá a suspensão será das 10h às 13h, no Condomínio Euller Paranhos, KM 3,5, Avenida Buriti, chácaras 23, 25, 27, 35, 37 e 40 e no Núcleo Rural Sobradinho dos Melos, DF-250, KM 05, chácara 35. Em Taguatinga, o trabalho será das 9h às 14h, no Setor Habitacional Arniqueira, quadra 05, chácaras 25 e 27. Ambas as regiões terão o serviço de energia interrompidos para modernização na rede elétrica.
Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer de acabar a energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.
O pedido de vista do ministro Sebastião Reis Júnior, presidente da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), rendeu um novo capítulo ao caso que envolve Adriana Villela, acusada de ser mandante do triplo homicídio conhecido como o Crime da 113 Sul. Por mais 90 dias, não se sabe se a arquiteta condenada a 61 anos de prisão será de fato presa ou se terá a anulação do júri que determinou sua sentença.
O caso se arrasta há 16 anos da data do crime e há, seis, da sessão que se tornou a mais longa da história do Distrito Federal. Relembre os passos do crime, da investigação e da Justiça que resultam nessa mirabolante história de uma das áreas mais nobres de Brasília.
Ao longo das investigações, a polícia identificou três suspeitos: Leonardo Campos Alves, ex-porteiro do prédio; Paulo Cardoso Santana, sobrinho do ex-porteiro; e Francisco Mairlon, suposto comparsa de Leonardo. O trio denunciou Adriana como a mandante dos homicídios.
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Adriana Vilella foi levada a júri 10 anos após o crime da 113 Sul
Igo Estrela/Metrópoles
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Crime da 113 Sul: último dia de julgamento de Adriana Villela
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Adriana foi condenada pela morte dos pais e de funcionária da família
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O crime ocorreu em 2009 e o julgamento aconteceu 10 anos depois, em 2019
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Caso ficou conhecido como Crime da 113 Sul
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A 1ª Turma Criminal da Justiça do Distrito Federal reduziu a pena de reclusão de 67 a 61 anos
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Adriana recorreu da condenação
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9 de 14Yanka Romão/Metrópoles
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Ele trabalhava como porteiro do prédio dos Villela, na 113 Sul
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11 de 14Daniel Ferreira/Metrópoles
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Leonardo Campos é acusado de receber dinheiro de Adriana Villela para esfaquear o casal e a empregada
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Paulo Santana
Reprodução
14 de 14André Borges/Esp. Metrópoles
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios apontou que o crime foi causado pelas desavenças financeiras entre a filha e o pai. Na versão do MP, Leonardo teria recebido dinheiro para simular um assalto na casa da família, antes de matar as vítimas a facadas. Em depoimento, Paulo ainda disse que Adriana esteve no local do crime com os executores.
A defesa de Adriana, contudo, alega que ela é inocente; que o crime foi um latrocínio e que as investigações falharam ao não considerar os álibis da arquiteta que a deixariam distante do local do crime no fatídico dia.
Condenada pelo Júri
As duas versões foram levadas ao Tribunal do Júri de Brasília em 2019 em um julgamento que durou 10 dias e mais de 100 horas, sendo o mais longo da história do Distrito Federal.
Outro ponto questionado foi o do cerceamento da defesa, já que só tiveram acesso a vídeos dos depoimentos no sétimo dia de julgamento. Os dois argumentos também foram usados pela defesa na sessão dessa terça-feira, no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Por unanimidade, os desembargadores decidiram manter a acusação, mas reduziram a pena para 61 anos e três meses.
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Sexta Turma do STJ julga recurso de Adriana Villela
Gustavo Lima/STJ
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Ministro Rogerio Schietti Cruz, relator do recurso de Adriana Villela no STJ
STJ
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Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, advogado de Adriana Villela
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Kakay se mostrou otimista após fim da sessão
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Promotor de Justiça Marcelo Leite
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Carolina Villela, filha de Adriana Villela, também acompanhou o julgamento
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Carolina Villela, filha de Adriana Villela, chega ao STJ para acompanhar julgamento do recurso da mãe
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Carolina Villela, filha de Adriana Villela, chega ao STJ para acompanhar julgamento do recurso da mãe
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Promotor de Justiça Marcelo Leite
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Promotor de Justiça Marcelo Leite
STJ
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Recurso no STJ
Em seguida, a defesa requereu ao STJ a anulação do júri — alegando que houve parcialidade de uma das juradas; e que a investigação foi desastrosa e não considerou provas que inocentariam Adriana Villela. O pedido ficou parado na Corte Superior até este ano.
Pedido de prisão imediata
Em outubro de 2024, após a publicação do acórdão da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que validou a execução imediata de pena imposta por Tribunal do Júri a condenados, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) requereu a mesma medida para Adriana. Porém, o pedido foi inicialmente protocolado no TJDFT. Em novembro, a Corte declinou a competência para o STJ.
No STJ, a questão da prisão foi juntada ao Recurso Especial que analisava a nulidade do júri da arquiteta. A matéria foi avaliada pela Sexta Turma nessa terça-feira (11/3).
O julgamento no STJ
O caso foi o primeiro a ser analisado pelo colegiado nessa terça. Primeiro, a defesa de Adriana, representada por Antônio Carlos de Almeida Castro (Kakay), fez a sustentação oral. Kakay chamou o processo de “escatológico” e relembrou, ainda, a inconsistência dos depoimentos dos autores do crime, Leonardo Campos Alves, e o sobrinho dele, Paulo Cardoso Santana.
Já a acusação, representada pelo promotor de Justiça Marcelo Leite disse que Adriana “era capaz, era agressiva, tinha motivo dentro da mente macabra” para mandar matar os pais.
O relator foi o ministro Rogerio Schietti Cruz. Ele votou pela rejeição do recurso e consequente manutenção da condenação da arquiteta. O magistrado também foi favorável ao pedido do Ministério Público para prisão imediata de Adriana Villela.
Em seguida, o ministro Sebastião Reis Júnior pediu vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso. O prazo é de 60 dias, prorrogável por mais 30 dias. Assim, o julgamento deve ser retomado em até três meses.
E agora?
Agora, os envolvidos devem esperar o retorno do caso à pauta do STJ. O relator tem até 90 dias para retomar a análise. Quando o colegiado voltar ao assunto, outro ministro pode pedir vista novamente — a última permitida. Ainda faltam quatro magistrados votarem.
Após o julgamento dessa terça, Kakay afirmou que ainda está otimista quanto ao resultado final. Ele ainda antecipou que a defesa da arquiteta já procurou o Supremo Tribunal Federal (STF).
“Na mesma época que encontramos com o Recurso Especial , que já está admitido. Então, de qualquer maneira, nós vamos ao STF”, relatou.