Realities shows: em queda na TV aberta, gênero viraliza no streaming

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Os reality shows seguem populares entre o público, mas a forma de consumir o gênero tem mudado nos últimos anos. A mais recente edição do Big Brother Brasil, por exemplo, prova que o formato vem perdendo cada vez mais força na TV aberta.


Com a pior estreia da história da atração, 0 BBB25 registrou uma queda de 25% na audiência em relação à edição de 2024. Já a Fazenda, da Record, também seguiu a tendência de baixa, com média de 5,8 pontos na última temporada, a pior desde que foi lançada.



Enquanto isso, os realities no streaming vivem um momento de ascensão. No Brasil, programas como Casamento às Cegas e Brincando com Fogo, da Netflix, estão constantemente entre os mais assistidos da plataforma, que tem uma base de assinantes de 282,7 milhões em todo o mundo.


Já Ilhados com a Sogra, que lançou sua segunda temporada em janeiro, não só ficou quatro semanas no Top 10 Brasil como também alcançou o quinto lugar no ranking global de produções em lingua não inglesa.


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Ilhados com a Sogra 2

Reprodução
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Camila Queiroz e Klebber Toledo seguirão no comando de Casamento às Cegas Brasil

Netflix/Reprodução
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Brincando com Fogo Brasil

Nikhol Esteras/Netflix
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Imagem do reality Beast Games do Prime Vídeo

Reprodução/Instagram @beastgamesonprime

Outro fenômeno recente é Beast Games, do Prime Video. Criado pelo influenciador MrBeast, o reality colocou mil participantes na disputa por um prêmio de 5 milhões de dólares. O programa se tornou a atração sem roteiro mais assistida da história do Prime Video nos primeiros 25 dias, alcançando mais de 50 milhões de espectadores no mundo.


Mudança de hábitos


A mudança de hábitos do público reflete um movimento maior no mercado. Em janeiro, pela primeira vez, os serviços de streaming superaram a audiência da TV aberta no Brasil. Nos dias 18 e 19 do mês, plataformas como Netflix e YouTube registraram 9,4 e 9,2 pontos, respectivamente, enquanto a soma de Record, SBT, Band, RedeTV! e TVs por assinatura ficou em 8,8 pontos, segundo dados do site TV Pop.


Mesmo realities de longa data como MasterChef Brasil mostram essa transição. Embora a atração oscile em audiência na TV aberta, no streaming — onde é exibida pela Max —, o programa gastronômico frequentemente figura entre os 10 conteúdos mais assistidos quando uma temporada está no ar.


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BBB25 teve a pior estreia da história

Reprodução
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A Fazenda

Reprodução
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Erick Jacquin, Henrique Fogaça e Helena Rizzo no MasterChef Brasil

Divulgação/ Band

 






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Saiba quem é a golpista presa por vender plano funerário fake a idoso

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A golpista que vendeu plano funerário fake por R$ 18 mil para um idoso é a estelionatária Suzy Ferreira de Aguiar, 40 anos. Autora em pelo menos 28 ocorrências policiais que apuram os mais diversos golpes, a mulher foi alvo de mandado de prisão preventiva cumprida durante operação desencadeada pela 15ª delegacia de Polícia (Ceilândia), nessa segunda-feira (3/2). Com todos os documentos da vítima em mãos, a falsária ainda utilizou todos os dados do cliente para comprar dois veículos.


De acordo com as investigações, o cliente entrou em contato com uma suposta corretora de seguros, que foi até a sua casa. A mulher em questão era a estelionatária que simulou a contratação de um plano funerário e de saúde em 12 parcelas de R$ 3.948,94. A golpista fez com que o idoso assinasse papéis com teor desconhecido e a fornecer fotografias do tipo selfies e seus próprios documentos pessoais, a pretexto de realizar contratação de plano de saúde e plano funerário.



Com toda a documentação necessária, a mulher se passava por filha ou sobrinha do idoso e utilizou os dados pessoais e as selfies para adquirir dois veículos, sendo uma caminhonete Chevrolet/S10 e um Ford Ka, deixando um rombo de R$ 150 mil nas contas da vítima. “Ele fez a vítima assinar diversos documentos e o acompanhou até um cartório, onde teve suas assinaturas reconhecidas”, explicou o delegado-chefe da 15ª DP, João de Ataliba.


Veja imagens da golpista:



Mais golpes


A golpista, que vende planos de saúde fictícios também comercializava vagas de vigilante em uma empresa que não existe. Ela costumava agir em cidades como Ceilândia, Samambaia e Taguatinga. Em um dos inquéritos mais antigos, a picareta conseguiu, em um período de cinco meses – entre julho e dezembro de 2016 – se aproveitar do drama de 50 desempregadas e as convenceu a pagar por uma vaga de vigilante que jamais iriam ocupar. A golpista cooptava vítimas por meio das redes sociais e de grupos de WhatsApp.


Suzy explicava que a vaga era para a empresa VIP Segurança – que nunca existiu – e que os candidatos precisavam pagar quantias que variavam entre R$ 1,5 mil e R$ 2 mil para concluir um curso e estar aptos à vaga. Em poucos dias, os depósitos na conta da golpista e de pessoas ligadas a ela se tornaram constantes.


Além dos golpes do falso emprego, Suzy também figura como autora em outras ocorrências policiais por ter vendido planos de saúde fictícios. De acordo com investigações da Polícia Civil, a mulher já havia trabalhado como corretora de seguros, mas não deixou de tirar vantagem dos clientes. Uma associação que caiu no conto do vigário aplicado pela falsária teve um prejuízo de R$ 15 mil.


Várias ocorrências


A golpista tem 28 ocorrências policiais, sendo seis registradas apenas em janeiro deste ano. “Consta ainda que a autora já possui condenações criminais pela prática de estelionato, das quais se destaca o golpe perpetrado contra uma idosa no valor de R$ 55 mil para fazer o seu casamento”, explicou o delegado.


Durante a investigação, a PCDF representou pela decretação da prisão preventiva da golpista. A autora foi encontrada em sua residência, situada na Rua 04 de Vicente Pires. No imóvel estavam os dois veículos que ela havia adquirido em nome da vítima. Após receber a voz de prisão, a autora foi conduzida para a 15ª DP , onde foi interrogada.


Ela foi indiciada pelo crime de estelionato. Caso condenada estará sujeito a pena de 1 a 5 anos de prisão, com o aumento de 1/3 ao dobro, por ter sido cometido contra pessoa idosa. Os veículos ilicitamente adquiridos foram apreendidos. Após as formalidades legais, autora foi levada à carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE), onde permanecerá à disposição da Justiça.






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Três meses após inauguração, viaduto do Jardim Botânico leva celeridade para mais de 50 mil motoristas por dia

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A inauguração do viaduto do Jardim Botânico, em novembro passado, resultou em economia de tempo para a população. Construído pelo Governo do Distrito Federal (GDF) com investimento de R$ 33,5 milhões, o elevado eliminou os frequentes engarrafamentos registrados na região, beneficiando cerca de 50 mil motoristas diariamente. São impactados condutores da cidade e de outras regiões da parte leste da capital federal, como São Sebastião, Tororó, Paranoá, Jardins Mangueiral e Jardim ABC.


Dados do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) confirmaram o impacto positivo da obra, com aumento significativo na velocidade dos veículos antes e após a entrega. No dia 5 de novembro, a velocidade média no horário de pico da manhã era de 10,7 km. Oito dias depois, em 13 de novembro, a velocidade média no mesmo horário saltou para 55 km/h, cinco vezes maior do que o primeiro valor. Já no horário de pico noturno, foram registradas duas variações principais: de 23 km/h a 55 km/h e de 13 km/h para 28 km/h.


Esse investimento em infraestrutura, que impacta diretamente no cotidiano do cidadão, é uma das ações e obras que a Agência Brasília mostra na série de reportagens Esta é a Nossa História, que viajará pelo Distrito Federal para conhecer como os projetos deste GDF mudaram a realidade de pessoas e comunidades inteiras nestes últimos seis anos.


O viaduto impacta de forma positiva a vida de condutores da cidade e de outras regiões da parte leste do DF, como São Sebastião, Tororó, Paranoá, Jardins Mangueiral e Jardim ABC | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília


“O tempo de percurso também foi afetado. Verificamos que no dia 5 de novembro o motorista levou seis minutos para se deslocar em trecho de 2 km, enquanto no dia 13 o mesmo trajeto foi feito em três minutos. É uma economia substancial que gera mais qualidade de vida para as pessoas”, esclarece o superintendente de Trânsito do DER-DF, Elcy Ozório dos Santos.



Com base em informações levantadas diariamente, o DER-DF aplicou medidas complementares para agregar ainda mais no trânsito da região. Houve alteração na programação semafórica em horários de alta circulação de veículos para reduzir o tempo de parada, além de inserção de linha verde, em que os dispositivos permanecem abertos no mesmo momento. Assim, o vínculo pode cruzar o trecho sem interrupção. Outro destaque é a liberação de uma faixa de rolamento na via entre o viaduto e a via de acesso à São Sebastião.


Para a empresária Gabriela do Nascimento, 36 anos, a melhora no deslocamento aumenta a qualidade de vida da comunidade. Antes da obra, ela gastava mais de uma hora no trajeto entre a casa, próximo à DF-140, na altura do Condomínio Residencial Mônaco, até o trabalho, que fica a 700 metros do novo elevado. “Se eu saísse de casa depois das 6h, não conseguia chegar no estúdio às 7h. Ou seja, são 10 km, praticamente, e eu gastava mais de uma hora. Graças ao viaduto, hoje gasto 15 minutos, no máximo, em horário de pico”, exemplifica.


O servidor público Christian Govastki, 51, conta que, antes da inauguração do viaduto, precisava montar estratégias para cumprir os compromissos do dia pontualmente


Gabriela, proprietária e professora de um estúdio de exercício físico, relata que até os horários das aulas tiveram que ser modificados devido aos engarrafamentos diários. “Tive que abrir turmas às 5h, porque as alunas da 6h estavam tendo dificuldade para chegar no horário, treinar e voltar para casa a tempo para o trabalho. Fez diferença para todo mundo”, conta ela, que mora na cidade há mais de duas décadas.


O servidor público Christian Govastki, 51, conta que, antes da inauguração do viaduto, precisava montar estratégias para cumprir os compromissos do dia pontualmente. “Tinha que decidir que horas ia para casa para tentar evitar o engarrafamento. Quando meu caçula estava na creche, era um desespero na hora de buscar. Brincava com meu mais velho de que era rali: ele ia olhando o aplicativo, vendo qual caminho mais fácil, e eu ia cortando pelo Lago Sul, tudo para tentar chegar na creche sem atraso”, comenta.


Christian enfatiza que as ações complementares ao elevado também surtiram efeito na experiência da comunidade. “A liberação da terceira faixa até o balão de São Sebastião também ajudou muito”, pontua ele, que chegou ao Jardim Botânico em 1996, oito anos antes do reconhecimento da área como região administrativa. “O trânsito melhorou muito por aqui, ganhamos tempo, mesmo fora do horário de pico dá para perceber que ficou muito melhor.”


Para a empresária Gabriela do Nascimento, 36 anos, a melhora no deslocamento aumenta a qualidade de vida da comunidade


Mais qualidade de vida


Demanda antiga, a construção de um viaduto na área do balão da antiga Esaf surgiu diante do crescimento contínuo da cidade. Dados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) mostram que, entre 2018 e 2021, o número de residentes do local praticamente dobrou, passando de 26.449 para 53.045 habitantes em apenas três anos.



“O viaduto do Jardim Botânico foi uma obra esperada há mais de 20 anos pela população. Um grande marco do Governo Ibaneis Rocha que trouxe qualidade de vida para os usuários do transporte público e motoristas que têm a oportunidade de gastar menos tempo no trânsito”, observa o administrador regional do Jardim Botânico, Aderivaldo Cardoso.


Antes da construção do complexo viário, o tráfego era guiado por uma rotatória em nível, que já não comportava mais a demanda de veículos, gerando constantes congestionamentos. Para solucionar esse problema, foi construída uma estrutura em trincheira, com profundidade de cerca de sete metros e extensão de aproximadamente um quilômetro e meio, além de duas alças de retorno. O condutor que estiver indo ou voltando da Ponte JK passa pelo nível inferior, enquanto quem deseja ir para o Lago Sul utiliza a parte de cima.


As obras do viaduto do Jardim Botânico foram executadas por uma empresa contratada pelo DER-DF com recursos provenientes dos convênios com a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) e financiamento junto ao Banco do Brasil. Foram gerados 300 empregos diretos e outros 100 indiretos.


04/02/2025 - Três meses após inauguração, viaduto do Jardim Botânico leva celeridade para mais de 50 mil motoristas por dia










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Três meses após inauguração, viaduto do Jardim Botânico leva celeridade para mais de 50 mil motoristas por dia

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A inauguração do viaduto do Jardim Botânico, em novembro passado, resultou em economia de tempo para a população. Construído pelo Governo do Distrito Federal (GDF) com investimento de R$ 33,5 milhões, o elevado eliminou os frequentes engarrafamentos registrados na região, beneficiando cerca de 50 mil motoristas diariamente. São impactados condutores da cidade e de outras regiões da parte leste da capital federal, como São Sebastião, Tororó, Paranoá, Jardins Mangueiral e Jardim ABC.


Dados do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) confirmaram o impacto positivo da obra, com aumento significativo na velocidade dos veículos antes e após a entrega. No dia 5 de novembro, a velocidade média no horário de pico da manhã era de 10,7 km. Oito dias depois, em 13 de novembro, a velocidade média no mesmo horário saltou para 55 km/h, cinco vezes maior do que o primeiro valor. Já no horário de pico noturno, foram registradas duas variações principais: de 23 km/h a 55 km/h e de 13 km/h para 28 km/h.


Esse investimento em infraestrutura, que impacta diretamente no cotidiano do cidadão, é uma das ações e obras que a Agência Brasília mostra na série de reportagens Esta é a Nossa História, que viajará pelo Distrito Federal para conhecer como os projetos deste GDF mudaram a realidade de pessoas e comunidades inteiras nestes últimos seis anos.


O viaduto impacta de forma positiva a vida de condutores da cidade e de outras regiões da parte leste do DF, como São Sebastião, Tororó, Paranoá, Jardins Mangueiral e Jardim ABC | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília


“O tempo de percurso também foi afetado. Verificamos que no dia 5 de novembro o motorista levou seis minutos para se deslocar em trecho de 2 km, enquanto no dia 13 o mesmo trajeto foi feito em três minutos. É uma economia substancial que gera mais qualidade de vida para as pessoas”, esclarece o superintendente de Trânsito do DER-DF, Elcy Ozório dos Santos.



Com base em informações levantadas diariamente, o DER-DF aplicou medidas complementares para agregar ainda mais no trânsito da região. Houve alteração na programação semafórica em horários de alta circulação de veículos para reduzir o tempo de parada, além de inserção de linha verde, em que os dispositivos permanecem abertos no mesmo momento. Assim, o vínculo pode cruzar o trecho sem interrupção. Outro destaque é a liberação de uma faixa de rolamento na via entre o viaduto e a via de acesso à São Sebastião.


Para a empresária Gabriela do Nascimento, 36 anos, a melhora no deslocamento aumenta a qualidade de vida da comunidade. Antes da obra, ela gastava mais de uma hora no trajeto entre a casa, próximo à DF-140, na altura do Condomínio Residencial Mônaco, até o trabalho, que fica a 700 metros do novo elevado. “Se eu saísse de casa depois das 6h, não conseguia chegar no estúdio às 7h. Ou seja, são 10 km, praticamente, e eu gastava mais de uma hora. Graças ao viaduto, hoje gasto 15 minutos, no máximo, em horário de pico”, exemplifica.


O servidor público Christian Govastki, 51, conta que, antes da inauguração do viaduto, precisava montar estratégias para cumprir os compromissos do dia pontualmente


Gabriela, proprietária e professora de um estúdio de exercício físico, relata que até os horários das aulas tiveram que ser modificados devido aos engarrafamentos diários. “Tive que abrir turmas às 5h, porque as alunas da 6h estavam tendo dificuldade para chegar no horário, treinar e voltar para casa a tempo para o trabalho. Fez diferença para todo mundo”, conta ela, que mora na cidade há mais de duas décadas.


O servidor público Christian Govastki, 51, conta que, antes da inauguração do viaduto, precisava montar estratégias para cumprir os compromissos do dia pontualmente. “Tinha que decidir que horas ia para casa para tentar evitar o engarrafamento. Quando meu caçula estava na creche, era um desespero na hora de buscar. Brincava com meu mais velho de que era rali: ele ia olhando o aplicativo, vendo qual caminho mais fácil, e eu ia cortando pelo Lago Sul, tudo para tentar chegar na creche sem atraso”, comenta.


Christian enfatiza que as ações complementares ao elevado também surtiram efeito na experiência da comunidade. “A liberação da terceira faixa até o balão de São Sebastião também ajudou muito”, pontua ele, que chegou ao Jardim Botânico em 1996, oito anos antes do reconhecimento da área como região administrativa. “O trânsito melhorou muito por aqui, ganhamos tempo, mesmo fora do horário de pico dá para perceber que ficou muito melhor.”


Para a empresária Gabriela do Nascimento, 36 anos, a melhora no deslocamento aumenta a qualidade de vida da comunidade


Mais qualidade de vida


Demanda antiga, a construção de um viaduto na área do balão da antiga Esaf surgiu diante do crescimento contínuo da cidade. Dados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) mostram que, entre 2018 e 2021, o número de residentes do local praticamente dobrou, passando de 26.449 para 53.045 habitantes em apenas três anos.



“O viaduto do Jardim Botânico foi uma obra esperada há mais de 20 anos pela população. Um grande marco do Governo Ibaneis Rocha que trouxe qualidade de vida para os usuários do transporte público e motoristas que têm a oportunidade de gastar menos tempo no trânsito”, observa o administrador regional do Jardim Botânico, Aderivaldo Cardoso.


Antes da construção do complexo viário, o tráfego era guiado por uma rotatória em nível, que já não comportava mais a demanda de veículos, gerando constantes congestionamentos. Para solucionar esse problema, foi construída uma estrutura em trincheira, com profundidade de cerca de sete metros e extensão de aproximadamente um quilômetro e meio, além de duas alças de retorno. O condutor que estiver indo ou voltando da Ponte JK passa pelo nível inferior, enquanto quem deseja ir para o Lago Sul utiliza a parte de cima.


As obras do viaduto do Jardim Botânico foram executadas por uma empresa contratada pelo DER-DF com recursos provenientes dos convênios com a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) e financiamento junto ao Banco do Brasil. Foram gerados 300 empregos diretos e outros 100 indiretos.


04/02/2025 - Três meses após inauguração, viaduto do Jardim Botânico leva celeridade para mais de 50 mil motoristas por dia










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Por que velório de bispa na Assembleia de Deus atraiu tantos políticos

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São Paulo — A morte da bispa Keila Ferreira, no último sábado (1º/2), transformou a sede da Igreja Assembleia de Deus do Brás, na região central de São Paulo, em um palco de encontro de figurões da política nacional.


Estiveram no velório da pastora, celebrado na noite de segunda-feira (3/2), nomes como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), além do prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), do secretário estadual de Governo e presidente do PSD, Gilberto Kassab, e de mais de uma dezena de deputados e ex-parlamentares, como Eduardo Cunha.



Apesar do domínio da direita na cerimônia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi uma das primeiras autoridades a lamentar publicamente a morte da bispa, com uma nota de pesar no domingo (2/2). Tamanha repercussão no meio político dá o termômetro da disputa que deve ser travada pelo eleitorado evangélico nas eleições de 2026.


Se fora do universo evangélico o nome de bispa só se tornou conhecido com a sua morte, em vida, Keila era uma popstar gospel. Ela comandava a Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Nacional e é descrita por frequentadoras da Assembleia de Deus de Madureira como uma figura “que comandava a mulherada” nas igrejas.


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Visão geral do velório da Bispa Keila Ferreira, em SP
Ex-presidente Jair Bolsonaro comparece ao velório da bispa Keila Ferreira, em SP
Políticos e autoridades participam do velório da bispa Keila Ferreira, em SP
Keila era pastora da Assembleia de Deus do Brás
Bispa faleceu aos 52 anos
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Bispa Keila Ferreira

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Visão geral do velório da Bispa Keila Ferreira, em SP

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Ex-presidente Jair Bolsonaro comparece ao velório da bispa Keila Ferreira, em SP

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Políticos e autoridades participam do velório da bispa Keila Ferreira, em SP

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Keila era pastora da Assembleia de Deus do Brás

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Bispa faleceu aos 52 anos

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Keila e seu esposo Samuel Ferreira

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Bispa Keila Campos Costa Ferreira

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Essa influência ajuda a explicar, em grande medida, o interesse dos políticos em se aproximar da figura da bispa. O eleitorado feminino tem sido campo de disputa entre a esquerda e a direita, que, apesar do apoio majoritário entre os evangélicos, tem maior dificuldade em se aproximar das mulheres.


Mas mais que isso, marcar presença no velório demonstra apoio ao bispo Samuel Ferreira, com quem Keila foi casada por 34 anos, e pode ajudar a abrir as portas do Ministério Madureira, maior ramificação da Assembleia de Deus, denominação que representa cerca de 30% dos evangélicos no país, segundo os últimos levantamentos.


Quem é Samuel Ferreira


Samuel é filho do bispo e ex-deputado federal Manoel Ferreira, de quem herdou sua posição de liderança na Assembleia de Deus do Brás. Tanto Samuel quanto Manoel são figuras conhecidas nos círculos políticos.


Manoel já abençoou Michel Temer (MDB) quando ele era presidente, e Samuel apareceu nas investigações da Operação Lava Jato, quando foi acusado de ter lavado dinheiro para o ex-deputado federal e então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.


Em 2022, Samuel conduziu uma agenda de campanha de Jair Bolsonaro na sua igreja, onde o então candidato à reeleição foi apresentado aos fiéis. O evento ficou marcado pela hostilidade aos veículos de imprensa.


A proximidade com o bolsonarismo, contudo, é recente na família Ferreira. No auge da crise que desencadeou o impeachment de Dilma Rousseff (PT), em 2016, Samuel chegou a ser cogitado pelo PT como um nome para intermediar o diálogo com Eduardo Cunha. Na época, seu pai Manoel, assim como outras lideranças do meio evangélico, havia declarado apoio à reeleição da petista em 2014.


Efeito eleitoral Madureira


Conquistar a preferência da família Ferreira significa alcançar os votos contidos no Ministério da Madureira. Hoje, o ministério é liderado pelo irmão de Samuel, o Bispo Abner de Cássio Ferreira, e engloba diversas filiais, entre elas, a sua sede, na Igreja do Brás, onde foi feito o velório de Keila.


O ministério tem grande influência no pentecostalismo devido, entre outros fatores, a sua liderança na Convenção Geral das Assembleias de Deus, hoje presidida por Samuel Ferreira.


Essa convenção reúne diferentes ramificações das Assembleias de Deus — termo usado para uma série de igrejas independentes entre si — e, desde os anos 2000, tem um projeto oficial de lançamento de candidaturas aos pleitos eleitorais no Brasil. Entre seus membros mais conhecidos está o pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo e que também foi ao velório de Keila.


Com tamanha projeção, o Ministério Madureira tem colhido sua influência nas eleições. Atualmente em São Paulo, o grupo é representado na Assembleia Legislativa (Alesp) pelos deputados Alex Madureira (PL) e Oseias Madureira (PSD), e, na Câmara dos Deputados, por Cezinha Madureira (PSD).





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ANP apreendeu 100 mil litros de combustíveis do garimpo ilegal na Operação Munduruku

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Ação do governo federal contra o garimpo ilegal na Amazônia teve sua primeira fase encerrada na última sexta-feira


A ANP participou da primeira fase da Operação de Desintrusão da Terra Indígena Munduruku (OD-TIMU), no Pará, ação do governo federal contra o garimpo ilegal na Amazônia, que teve sua primeira fase encerrada na última sexta-feira (31/1). Em sua atuação na operação, a Agência apreendeu cerca de 100 mil litros de combustíveis (em especial diesel) que estavam sendo fornecidos para garimpos ilegais através de pontos de abastecimento irregulares, postos de combustíveis (em vasilhames transportáveis irregulares) e também através de transportadores-revendedores-retalhistas de navegação Interior (TRRNIs), que foram autuados.


Leia também
• Operação Munduruku avança no combate ao garimpo ilegal e entra em nova fase de ação


A participação da ANP na primeira fase da operação foi fundamental para dar apoio no rastreio e combate ao comércio irregular de combustíveis, que alimenta e dá suporte a essas atividades ilegais. Além das ações no Pará, a Agência integra ainda a Operação Yanomami, em Roraima, também com foco na interrupção dos fluxos de combustíveis que abastecem o garimpo irregular. Ao longo de 2025, a ANP irá dar continuidade em ambas as operações.


Coordenada pela Casa Civil da Presidência da República, a OD-TIMU mobilizou uma força-tarefa composta por diversos órgãos federais, incluindo, além da ANP, os Ministérios da Justiça e Segurança Pública, da Defesa e dos Povos Indígenas, além do Exército Brasileiro, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional de Segurança Pública, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodieversidade (ICMBio), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), Advocacia-Geral da União (AGU), Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), Secretaria de Comunicação da Presidência da República (SECOM), Agência nacional de Aviação Civil (ANAC), Agência Nacional de Transportes-Terrestres (ANTT).


 


 


 






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Ashwagandha: conheça usos e riscos do consumo do ginseng indiano

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A ashwagandha, também chamada de ginseng indiano, é uma planta que tem conquistado cada vez mais adeptos no Brasil. Vendida em cápsulas, ela é divulgada como um alimento que combate a insônia, o estresse e a ansiedade. Contudo, especialistas alertam para os riscos do uso indiscriminado, principalmente sobre os possíveis danos hepáticos.


O que é a aswagandha?


A ashwagandha é uma planta tradicional da medicina ayurvédica e tem se popularizado pelos efeitos no controle de estresse e ansiedade. Entre seus famosos defensores está a modelo Gisele Bündchen, que revelou em entrevista em novembro à Women’s Health usar o suplemento há mais de dez anos e seguir com ele mesmo em suas gestações.


A planta de fato pertence à categoria das adaptógenas, grupo que auxilia o corpo a lidar com marcadores de ansiedade. Ela, no entanto, não é capaz de reduzir sozinha o cortisol, propriedade pela qual costuma ser vendida.



A planta é comumente encontrada em duas formas: em pó ou cápsulas. A dosagem média recomendada varia entre 300 e 600 mg de extrato seco, divididos em uma ou duas doses diárias. Especialistas alertam que o uso deve ser moderado, pois excessos podem resultar em efeitos adversos, como náuseas e diarreia.


Efeitos benéficos, mas limitados


Alguns estudos já comprovaram que a planta é rica em trietilenoglicol, um composto que pode induzir o sono. O nome científico dela, Withania somnifera, inclusive, remete a este efeito já conhecido da planta há milênios.


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Suplemento de ashwagandha afetar o funcionamento do fígado

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Ashwagandha é muito utilizada na medicina indiana, mas é preciso ter cuidado com as doses

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Suplemento de ashwagandha afetar o funcionamento do fígado

Eugeniusz Dudzinski/Getty Images

Tal capacidade, entretanto, não é sinônimo de que ela seja a planta anticortisol, como se fosse capaz de limitar a ação do hormônio no organismo, como costuma ser vendida na web. Na realidade, ela atua em outros hormônios, induzindo o relaxamento. Mas o estresse crônico não é controlável apenas com fitoterápicos ou mesmo com medicações, sendo necessárias mudanças mais amplas de vida.


“A ashwagandha não tem estudos tão robustos, mas há pesquisas que mostram que ela de fato pode induzir uma modulação hormonal. Ela atua especialmente no CRH. O efeito da planta no cortisol, portanto, é resultado de uma resposta em cascata, dependendo de uma série de fatores e atuando de formas diferentes em cada indivíduo. No entanto, em alguns estudos, ela mostrou uma redução de até 23% dos níveis de estresse”, explica o endocrinologista Jorge Yamamoto, de Uberaba (MG).




Cuidados com os excessos



  • Controle a dose: a recomendação diária é que não se ingira mais de 600 mg da planta.

  • Pessoas que fizeram uso de mais de 1,3 mil mg da planta por dia foram as mais suscetíveis a efeitos colaterais graves.

  • A planta possui propriedades calmantes, mas não substitui medicações recomendadas por médicos.

  • Antes de incluir suplementos na rotina, mesmo os fitoterápicos, é recomendado consultar um médico para avaliar as possíveis interações.

  • No caso da ashwagandha, por exemplo, os tratamentos de distúrbios da tireoide e de doenças hepáticas podem ser prejudicados.




O consumo indiscriminado pode ser perigoso, especialmente para gestantes, lactantes e pessoas com sistema imunológico enfraquecido. Além disso, indivíduos com distúrbios tireoidianos devem ter cuidado, pois a ashwagandha pode estimular a produção de hormônios da tireoide, agravando casos de hipertireoidismo.


Em setembro de 2024, o Instituto Federal Alemão de Saúde emitiu um alerta sobre o uso de ashwagandha, pelo potencial risco ao corpo. “Os efeitos agudos relatados do uso de suplementos contendo ashwagandha incluem queixas digestivas como náuseas, vômitos e diarreia, bem como sonolência, dores de cabeça, tonturas e erupções cutâneas”, alerta a autoridade alemã.


“A suplementação não é uma solução mágica, mas pode ser uma ferramenta poderosa quando usada de forma estratégica e integrada a um estilo de vida saudável”, aponta o cardiologista Annibal Barros Junior, que atua também com nutrologia. Para ele, a supervisão médica é fundamental ao adotar qualquer suplemento, incluindo a ashwagandha, para evitar os efeitos adversos.


Danos raros no fígado


Estudos apontam que há registros de danos hepáticos em alguns usuários. Uma investigação de agosto de 2024 incluiu o suplemento entre os seis mais arriscados para a saúde do órgão, sendo o terceiro com casos mais frequentes mesmo com o consumo bem menor do que os dois primeiros fitoterápicos: cúrcuma e chá verde.


O estudo apontou o registro de cinco casos de lesões no fígado de pacientes que consumiram grandes quantidades da planta.


A planta contém diversos compostos ativos, como alcaloides e esteroides lactonas, cujos impactos no organismo ainda são pouco compreendidos. A pesquisa sobre os efeitos a longo prazo da erva continua a ser uma área de interesse para cientistas e autoridades de saúde.


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Ashwagandha: conheça usos e riscos do consumo do ginseng indiano

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A ashwagandha, também chamada de ginseng indiano, é uma planta que tem conquistado cada vez mais adeptos no Brasil. Vendida em cápsulas, ela é divulgada como um alimento que combate a insônia, o estresse e a ansiedade. Contudo, especialistas alertam para os riscos do uso indiscriminado, principalmente sobre os possíveis danos hepáticos.


O que é a aswagandha?


A ashwagandha é uma planta tradicional da medicina ayurvédica e tem se popularizado pelos efeitos no controle de estresse e ansiedade. Entre seus famosos defensores está a modelo Gisele Bündchen, que revelou em entrevista em novembro à Women’s Health usar o suplemento há mais de dez anos e seguir com ele mesmo em suas gestações.


A planta de fato pertence à categoria das adaptógenas, grupo que auxilia o corpo a lidar com marcadores de ansiedade. Ela, no entanto, não é capaz de reduzir sozinha o cortisol, propriedade pela qual costuma ser vendida.



A planta é comumente encontrada em duas formas: em pó ou cápsulas. A dosagem média recomendada varia entre 300 e 600 mg de extrato seco, divididos em uma ou duas doses diárias. Especialistas alertam que o uso deve ser moderado, pois excessos podem resultar em efeitos adversos, como náuseas e diarreia.


Efeitos benéficos, mas limitados


Alguns estudos já comprovaram que a planta é rica em trietilenoglicol, um composto que pode induzir o sono. O nome científico dela, Withania somnifera, inclusive, remete a este efeito já conhecido da planta há milênios.


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Suplemento de ashwagandha afetar o funcionamento do fígado

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Ashwagandha é muito utilizada na medicina indiana, mas é preciso ter cuidado com as doses

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Suplemento de ashwagandha afetar o funcionamento do fígado

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Tal capacidade, entretanto, não é sinônimo de que ela seja a planta anticortisol, como se fosse capaz de limitar a ação do hormônio no organismo, como costuma ser vendida na web. Na realidade, ela atua em outros hormônios, induzindo o relaxamento. Mas o estresse crônico não é controlável apenas com fitoterápicos ou mesmo com medicações, sendo necessárias mudanças mais amplas de vida.


“A ashwagandha não tem estudos tão robustos, mas há pesquisas que mostram que ela de fato pode induzir uma modulação hormonal. Ela atua especialmente no CRH. O efeito da planta no cortisol, portanto, é resultado de uma resposta em cascata, dependendo de uma série de fatores e atuando de formas diferentes em cada indivíduo. No entanto, em alguns estudos, ela mostrou uma redução de até 23% dos níveis de estresse”, explica o endocrinologista Jorge Yamamoto, de Uberaba (MG).




Cuidados com os excessos



  • Controle a dose: a recomendação diária é que não se ingira mais de 600 mg da planta.

  • Pessoas que fizeram uso de mais de 1,3 mil mg da planta por dia foram as mais suscetíveis a efeitos colaterais graves.

  • A planta possui propriedades calmantes, mas não substitui medicações recomendadas por médicos.

  • Antes de incluir suplementos na rotina, mesmo os fitoterápicos, é recomendado consultar um médico para avaliar as possíveis interações.

  • No caso da ashwagandha, por exemplo, os tratamentos de distúrbios da tireoide e de doenças hepáticas podem ser prejudicados.




O consumo indiscriminado pode ser perigoso, especialmente para gestantes, lactantes e pessoas com sistema imunológico enfraquecido. Além disso, indivíduos com distúrbios tireoidianos devem ter cuidado, pois a ashwagandha pode estimular a produção de hormônios da tireoide, agravando casos de hipertireoidismo.


Em setembro de 2024, o Instituto Federal Alemão de Saúde emitiu um alerta sobre o uso de ashwagandha, pelo potencial risco ao corpo. “Os efeitos agudos relatados do uso de suplementos contendo ashwagandha incluem queixas digestivas como náuseas, vômitos e diarreia, bem como sonolência, dores de cabeça, tonturas e erupções cutâneas”, alerta a autoridade alemã.


“A suplementação não é uma solução mágica, mas pode ser uma ferramenta poderosa quando usada de forma estratégica e integrada a um estilo de vida saudável”, aponta o cardiologista Annibal Barros Junior, que atua também com nutrologia. Para ele, a supervisão médica é fundamental ao adotar qualquer suplemento, incluindo a ashwagandha, para evitar os efeitos adversos.


Danos raros no fígado


Estudos apontam que há registros de danos hepáticos em alguns usuários. Uma investigação de agosto de 2024 incluiu o suplemento entre os seis mais arriscados para a saúde do órgão, sendo o terceiro com casos mais frequentes mesmo com o consumo bem menor do que os dois primeiros fitoterápicos: cúrcuma e chá verde.


O estudo apontou o registro de cinco casos de lesões no fígado de pacientes que consumiram grandes quantidades da planta.


A planta contém diversos compostos ativos, como alcaloides e esteroides lactonas, cujos impactos no organismo ainda são pouco compreendidos. A pesquisa sobre os efeitos a longo prazo da erva continua a ser uma área de interesse para cientistas e autoridades de saúde.


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