Ladrão dá facada e rouba iPhone de mulher no DF; PM prendeu homem

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Um homem foi preso, nesta segunda-feira (27/4), após roubar o celular de uma mulher e feri-la com um golpe de faca no braço, em Taguatinga (DF).


O crime ocorreu na região da QSD. Logo após a ação, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi acionada e iniciou buscas com base em informações repassadas pelo serviço de inteligência.


O suspeito, de 26 anos, foi localizado poucos minutos depois na QSB 05, em Taguatinga Sul. Ele foi abordado, detido e encaminhado à 21ª Delegacia de Polícia.


De acordo com a corporação, o homem já possui passagens por crimes como roubo e receptação.





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Parque das Palafitas: obras têm prazo adiado e vão custar mais caro

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Três obras em andamento na cidade de Santos, no litoral de São Paulo, tiveram prazos ampliados e custos reajustados após a identificação de problemas técnicos. As intervenções na Bacia do Mercado, no entorno do Parque Palafitas e no Teatro Coliseu, já somam R$ 3,5 milhões em aditivos. As mudanças da região das palafitas, no bairro Rádio Clube, foram atingidas por um incêndio de grandes proporções em agosto de 2025 e que atingiu cerca de 100 famílias.


Em nota, a Prefeitura de Santos afirmou que as prorrogações de prazo e os aditivos financeiros foram necessários após a identificação de ajustes técnicos ao longo da execução das obras, já que algumas condições só se tornam plenamente visíveis com o avanço das intervenções.


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Imagem de favela de palafitas devastada após incêndio

Divulgação/ Defesa civil
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Defesa Civil também esteve no local

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Foi pedida ajuda humanitária aos moradores afetados

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Incêndio de grandes proporções atinge comunidade em Santos

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Até o momento não há vítimas mortas

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Prefeitura de Santos pediu ajuda humanitária ao Governo de São Paulo

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Aproximadamente 50 casas foram atingidas pelo incêndio

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Três pessoas ficaram feridas com o incêndio

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Quase 50 bombeiros atuam no controle do incêndio que atinge comunidade em Santos

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Maior favela de palafitas da América Latina sofre segundo grande incêndio em menos de 1 mês

Divulgação/ Cb PM Oliveira - Corpo de Bombeiros

Parque Palafitas


Nas obras de manutenção no entorno do Parque Palafitas, o contrato com a TMK Engenharia foi aditado em R$ 1.079.340,35, aumento de 22,37% em relação ao valor original. O prazo de execução também foi prorrogado por mais um mês, a partir de 20 de abril de 2026. Segundo a prefeitura, após a conclusão do núcleo residencial, foi constatada a presença de solo instável na região, o que exigiu reforço na base do pavimento e revisão dos cálculos estruturais para garantir a segurança da obra.





Incêndio em palafitas



  • Incêndio de grandes proporções atingiu, em agosto de 2025, a comunidade Dique da Vila Gilda, em Santos, considerada a maior favela sobre palafitas da América Latina. As chamas destruíram cerca de 50 casas e deixaram um rastro de destruição na região.

  • O caso ocorreu no bairro Rádio Clube e foi o segundo incêndio registrado em menos de um mês na área, acendendo o alerta para a vulnerabilidade das moradias construídas sobre estruturas de madeira.

  • Ao menos três pessoas ficaram feridas na ocasião: duas mulheres por inalação de fumaça e um homem com traumatismo craniano após ser atingido por uma viga. Outras pessoas também precisaram de atendimento médico no local.

  • A Defesa Civil estimou que cerca de 100 famílias foram afetadas pelo incêndio, muitas delas perdendo completamente suas casas. Não houve registro de mortes.

  • O fogo mobilizou uma grande operação de emergência, com atuação do Corpo de Bombeiros, Samu, Defesa Civil, Guarda Civil Municipal e equipes de assistência social no atendimento às vítimas.




Bacia do Mercado


No caso da revitalização da Bacia do Mercado, o contrato com a Lemam Construtora e Comércio recebeu um acréscimo de R$ 2.565.794,27 — o equivalente a 24,88% do valor inicial. Além do aumento no custo, o prazo também foi estendido: os serviços ganharam mais seis dias a partir de 21 de abril e outros dois meses a partir de 27 de abril. De acordo com a administração municipal, a mudança foi necessária após a identificação de problemas na rede de drenagem no entorno da Rua do Meio e na área próxima ao Bom Prato da Praça Iguatemy Martins, o que exigiu a reconstrução da estrutura. Também houve necessidade de reforço na base do pavimento do estacionamento previsto, impactando diretamente o cronograma e o orçamento.



Teatro Coliseu


A terceira intervenção envolve o Teatro Coliseu, onde está em andamento a modernização da caixa cênica. Nesse caso, houve apenas prorrogação de prazo, sem alteração de custo. A prefeitura explica que, após a retirada dos equipamentos antigos, foram identificadas partes ocultas da fiação que precisavam ser substituídas. Isso levou à elaboração de um projeto elétrico complementar, necessário para garantir o funcionamento adequado e seguro dos sistemas cênicos. O novo projeto está em análise pela Secretaria de Obras e Edificações (Seobe).


De acordo com o município, tanto os aditivos financeiros quanto as prorrogações de prazo foram motivados por ajustes técnicos identificados ao longo das intervenções — situações que, segundo a gestão, só se tornam totalmente visíveis com o avanço das obras.





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O que é o funk bruxaria, vertente que cresce nas pistas e nas redes

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Nos últimos anos, um novo gênero de funk ganhou força: o funk bruxaria, vertente do mandelão paulista, que dominou as paradas e virou trilha de eventos marcados por distorções intensas e uma estética caótica. Com essa sonoridade, artistas de diferentes regiões passaram a conquistar espaço no disputado cenário do funk — seja no carioca, paulista ou ostentação.


Peça-chave do movimento, DJ K, de 22 anos, explica que o estilo nasce da mistura com outros gêneros, como rock e R&B. Conhecido pelo bordão “O Bruxo”, ele diz que seu trabalho vai além de produzir música: é “fazer bruxaria”.


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Nascido em Diadema, DJ K, de 22 anos, é pioneiro do funk bruxaria, uma vertente do funk mandelão paulista.

Divulgação
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Conhecido como “Bruxo” (o seu bordão diz “não tá mais produzindo, tá fazendo bruxaria”), ele produz há três anos e é responsável pelos beats de sucessos dos paredões como Tuin Destrói Noia e Olha o Barulinho da Cama.

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O funk bruxaria nasceu em 2019 e se popularizou nas favelas de São Paulo com uma sonoridade distorcida e agressiva.

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“Quando eu criei a bruxaria eu misturava rock terror, trilha sonoras em uma única faixa. Minha vinheta deu o nome a esse gênero. É um conceito mais voltado para o caos e distorção de áudio que brinca com a mente”, explica ele ao Metrópoles.

DJ K define a bruxaria como “fator da musicalidade, dos ‘tuins’, do caos musical em uma faixa só”. O “tuin” citado por ele é um som hiperagudo, semelhante a uma sirene, que ele inclui em singles como Isso Não é um Teste.


Além do DJ Bruxo, outros artistas se destacam na cena. Entre eles, DJ Santis 061, DJ Mandrake, DJs Kenan e Kel e DJ Blakes.



 


O gênero que virou festa


O sucesso do gênero trouxe ao foco uma festa voltada para o universo do funk bruxaria. A Submundo 808 nasceu em Campinas, São Paulo, e iniciou sua história com a intenção de construir um espaço mais acolhedor para a cultura preta. Desde então, transformaram o estilo musical em estilo de vida.


“A Submundo representa um espaço de pertencimento, onde as pessoas se reconhecem na música, na estética, na arte em suas variadas formas, e isso reflete diretamente na energia da festa”, afirma Vinícius Mariano, um dos sete fundadores do evento. Segundo ele, o funk é a base da festa, o que inclui o bruxaria.






“O funk bruxaria teve e tem um papel importante na construção da identidade sonora da festa, principalmente pela atmosfera e pela estética que ele carrega, mas nossa conexão é com o funk de maneira muito ampla. Tem bruxaria, mandelão, automotivo, consciente, rave, e tantas outras sonoridades que mostram como o funk está em constante transformação e criatividade”, completa.

A Submundo 808 passa por Brasília em 23 de maio, com atrações como Kenan e Kel, Nathan RV, Badsista, Caio Hot, entre outros.





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PCC cobra Rota por testemunha protegida e segura parcela de R$ 500 mil

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A suspeita de que policiais militares das Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota) negociaram informações com o Primeiro Comando da Capital (PCC) por R$ 5 milhões ganhou um novo elemento que tensiona ainda mais a investigação. Segundo o promotor Lincoln Gakiya, do Ministério Público de São Paulo (MPSP), a última parcela do acordo, no valor de R$ 500 mil, não teria sido paga porque os policiais não indicaram onde estava uma testemunha protegida.


A informação consta do depoimento prestado pelo promotor à Justiça Militar (TJM), formalizado em cota ministerial assinada pelo Ministério Público Militar, em 26 de março deste ano. Com base em relatos de inteligência, Gakiya afirma que integrantes do PCC discutiram internamente a suspensão do pagamento final justamente pela ausência dessa entrega.


“Sem o endereço correto, a quantia não seria paga”, relatou o promotor, ao descrever o que foi apurado a partir de informantes.

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Policial militar de SP com braçadeira da Rota

Divulgação/SSP-SP
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Policial Militar da Rota

Reprodução/Instagram/Rota
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Agentes da Rota, da PM de São Paulo

Divulgação/ Francisco Cepeda / Governo de SP
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viaturas da Rota

Divulgação/ Francisco Cepeda / Governo do Estado de SP
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Viatura da Rota da PM de São Paulo

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Viatura da Rota da PM de SP

Divulgação/ Francisco Cepeda / Governo do Estado de SP
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Operação Escudo na Baixada Santista foi deflagrada após morte de PM da Rota

Divulgação/Rota
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Militares da Rota respondem por homicídio e fraude processual

Divulgação/Rota
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Curso de formação da Rotam

Divulgação/PMDF

A Polícia Militar e a Secretaria da Segurança Pública (SSP) foram questionadas pelo Metrópoles sobre medidas tomadas contra policiais investigados por suposto elo com o crime organizado.


Em nota, a SSP disse informou que a investigação segue pela Corregedoria da Polícia Militar, sob sigilo determinado para garantir a eficácia do processo. “As apurações são conduzidas com rigor técnico, observância ao devido processo legal e respeito às garantias individuais. A PM reitera seu compromisso com a legalidade, a transparência e a apuração de eventuais irregularidades, adotando as medidas cabíveis sempre que houver indícios de desvios de conduta”, complementa o texto.


Dinheiro, vazamento e uma reunião comprometida


O episódio da parcela não paga é apenas o fio de um enredo mais amplo, que envolve a suspeita de vazamento de informações estratégicas dentro da própria corporação. No centro da apuração está uma reunião realizada em 6 de outubro de 2021, na sede da Rota, no numeral 440 da Avenida Tiradentes, região central da capital paulista.


Na ocasião, membros do MPSP, policiais da inteligência e um colaborador ligado ao PCC discutiram, por horas, a estrutura da facção, seus líderes e possíveis operações em andamento. O encontro, como consta em relato oficial obtido pelo Metrópoles, teria sido gravado clandestinamente.


Segundo Gakiya, essa gravação foi negociada por R$ 5 milhões com o criminoso Marcos Roberto de Almeida, o Tuta, então principal liderança do PCC em liberdade. Ele foi preso em maio do ano passado, em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia.


Operação frustrada e fuga de Tuta


O impacto desse suposto vazamento já havia sido sentido antes mesmo da reunião de 2021. De acordo com o promotor, a Operação Sharks, deflagrada em 2020, pode ter sido comprometida por repasses indevidos de informações. Tuta, principal alvo da ação, conseguiu escapar mesmo estando sob monitoramento.


“Nos causou estranheza que o principal investigado escapou de ser preso”, disse Gakiya, apontando indícios de que dados sigilosos tenham sido antecipados ao criminoso.

A suspeita reforça informações já reveladas pelo Metrópoles, que indicam que o próprio Tuta mencionava o pagamento de milhões para evitar a prisão. Com o depoimento do promotor, essa versão ganha respaldo institucional.


A análise de áudios entregues pela testemunha protegida levou o promotor a descartar que o vazamento tenha partido de agentes externos. Para ele, há forte indicativo sobre a participação de policiais com acesso direto às informações.



Estrutura de favorecimento


Os documentos da investigação descrevem um ambiente em que o repasse de informações não seria pontual, mas parte de uma dinâmica mais ampla de favorecimento ao crime organizado. Policiais teriam utilizado suas funções para antecipar operações, proteger determinados criminosos e, em alguns casos, atuar diretamente na segurança de integrantes da facção.


Há também menções ao recebimento de valores em troca dessas informações, além do uso de estruturas empresariais para ocultação de recursos. Nesse contexto, o pagamento milionário mencionado no caso da reunião gravada surge como um dos episódios mais emblemáticos.


Da confiança à ruptura


O relato de Gakiya carrega um peso simbólico relevante. Ao longo de décadas de atuação, a Rota sempre foi tratada como uma unidade imune à corrupção. “Era comum ouvir que ‘com a Rota não tem negócio’”, afirmou o promotor, com base em interceptações telefônicas de criminosos.


Esse cenário, porém, começou a mudar após a Operação Sharks. A fuga de alvos e os indícios de vazamento instauraram uma desconfiança inédita na relação entre MPSP e o 1º Batalhão de Choque da PM (Rota).


“Passou a pairar uma dúvida se informações não poderiam ter sido vazadas”, pontuou.

O elo que não se completou


A retenção da última parcela de R$ 500 mil expõe, segundo investigadores, o grau de expectativa do PCC em relação ao suposto acordo com os policiais. Não bastava o fornecimento de informações sobre operações, a facção exigia acesso direto ao elemento mais sensível da investigação, ou seja, a testemunha que decidiu colaborar com as autoridades.


Sem essa entrega, o ciclo de pagamento foi interrompido, a mando do próprio Tuta, como ainda indicam as investigações. A defesa dele não foi localizada. O espaço segue aberto para manifestações.


O episódio, descrito no depoimento do promotor e incorporado à investigação formal, revela não apenas a suspeita de um esquema milionário, mas também seus limites,  definidos, paradoxalmente, pela falha em cumprir uma exigência do próprio crime organizado.


Investigação avança sob sigilo


A investigação segue em sigilo e apura o chamado “núcleo de vazamentos” dentro da Polícia Militar de São Paulo. As suspeitas recaem sobre policiais ligados à inteligência da Rota e suas conexões com integrantes da cúpula do PCC.


Mais do que um episódio isolado, a apuração expõe uma crise de credibilidade que atinge uma das unidades mais emblemáticas da Segurança Pública paulista e nacional, colocando sob suspeita o fluxo de informações que sustenta operações contra o crime organizado.





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“Viciado”: bancário desvia dinheiro da Caixa para jogar no Tigrinho

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Um ex-empregado da Caixa Econômica Federal, identificado como Patrick Barbosa Mira, de 38 anos, é alvo de uma ação na Justiça após ser acusado de utilizar dinheiro do próprio caixa da agência onde trabalhava para alimentar apostas online.


A irregularidade foi descoberta após conferência de numerário que apontou um desfalque inicial de R$ 17.238,24. O caso tramita na 6ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Amapá, em fase inicial e sem decisão de mérito até o momento.



A coluna teve acesso ao processo, que detalha que o desvio foi identificado em 7 de janeiro de 2025, durante verificação interna na Agência Pacoval, em Macapá (AP). Segundo o documento, o valor estava sob responsabilidade direta de Patrick, que atuava como técnico bancário com função de caixa/tesoureiro.

De acordo com a ação, o próprio ex-funcionário teria confessado, em procedimento administrativo interno, que utilizou os recursos para fins pessoais, alegando ser “viciado em jogos”. O processo aponta ainda que ele realizava depósitos em dinheiro na conta da mãe e, em seguida, transferia os valores via Pix para si mesmo, como forma de viabilizar as apostas.


Para ocultar o desvio, Patrick teria manipulado o fechamento diário do caixa, colocando valores fictícios nos registros. Diferente dos demais funcionários, apenas o malote sob sua responsabilidade era mantido com cadeado, o que dificultou a fiscalização rotineira.


Demissão


No âmbito administrativo, o caso foi apurado por meio de um Processo Disciplinar e Civil (PDC), que resultou na demissão por justa causa do empregado. A decisão foi tomada por unanimidade pelo Conselho Disciplinar da Caixa e posteriormente mantida em grau de recurso, em setembro de 2025.


Além da rescisão contratual, o ex-funcionário foi responsabilizado administrativamente pelo ressarcimento do prejuízo. O valor, inicialmente calculado em R$ 17.238,24, foi atualizado para R$ 19.346,36 até dezembro de 2025. A quantia agora é cobrada judicialmente.

A defesa administrativa chegou a alegar que o investigado sofria de ludopatia — vício em jogos —, o que estaria “comprometendo” sua capacidade de discernimento. No entanto, os conselhos julgadores entenderam que as ações foram praticadas de forma consciente, deliberada e organizada.


Na ação judicial, a Caixa sustenta que houve enriquecimento ilícito e perda patrimonial, enquadrando a conduta nos artigos 9º e 10º da Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992).


A instituição pede o ressarcimento integral do valor atualizado, com juros e correção, além da decretação de indisponibilidade de bens do réu, a aplicação das sanções previstas na legislação, como multa civil e suspensão dos direitos políticos por até 12 anos e a decretação de segredo de justiça, em razão do envolvimento de dados bancários de terceiros.


O processo foi aberto em 25 de março de 2026 e aguarda análise inicial do Judiciário, incluindo possíveis decisões liminares.


Nos depoimentos anexados ao processo, Patrick afirmou enfrentar um quadro de desespero financeiro e declarou estar em tratamento psicológico e psiquiátrico. Ele também manifestou interesse em devolver os valores.


Em nota, a Caixa Econômica Federal informou que colabora com as investigações das autoridades competentes, fornecendo as informações e os documentos requeridos.


A coluna localizou o investigado que respondeu inicialmente, mas deixou de retornar às mensagens após a identificação da reportagem.





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Resgates alucinantes são rotina de pilotos de motolâncias do Samu-DF

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Um resgate que desafia o trânsito e o tempo ganhou as redes sociais nas últimas semanas. O vídeo, com mais de 1 milhão de visualizações, mostra dois socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-DF) em motocicletas abrindo caminho em meio aos carros para garantir a passagem de ambulância que transportava paciente em estado grave.


Assista ao vídeo: 



A gravação, marcada por momentos de tensão e adrenalina, foi feita na área central de Brasília, em março deste ano. Na ocasião, a equipe do Samu-DF foi acionada para atender uma mulher de 29 anos que sofreu crise convulsiva, quadro que evoluiu para parada cardíaca.


A filmagem mostra as duas motolâncias abrindo caminho entre os veículos enquanto a ambulância chega a seguir pela contramão para garantir rapidez no socorro. O objetivo do atendimento de urgência era levar a paciente para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran).


Nos comentários da postagem, os internautas não esconderam a emoção diante da rapidez e eficiência da equipe em prol de salvar uma vida.


“O profissional teve coragem de entrar na contramão, em uma curva do Eixão, em alta velocidade, arriscando a própria vida para salvar a de outra pessoa. Máximo respeito”, escreveu um usuário.


“Chorei e não foi pouco. Parabéns aos socorristas, porque, até nesse momento, eles correm perigo de acidentes para salvar uma vida”, comentou outra internauta.


Motolâncias


Nem sempre notadas pela população nas ruas do DF, as motolâncias do Samu são sinônimo de agilidade e funcionam como um pronto-socorro em situações de emergência. Somente no ano passado, esse serviço foi responsável por 4.712 dos atendimentos de urgência na capital.


No total, são 23 técnicos de enfermagem e enfermeiros, que andam sempre em duplas, treinados para chegar o quanto antes e prestar o primeiro atendimento. Atrás delas, vem o restante dos servidores em ambulâncias.



Os socorristas que apareces na filmagem da cena de ação são Ademir Lourenzo de Oliveira, 45 anos, e Marcos Luiz Silva, 50. Eles são uma das duplas que compõem o Grupamento de Motociclistas em Atendimento de Urgência (Gmau).


“Um dos grandes diferenciais do serviço de motolância é o tempo-resposta. Você vê que faz diferença na vida das pessoas, porque conseguimos chegar muito rápido ao atendimento, seja em um trabalho de parto, acidente ou uma parada cardíaca. A primeira resposta é do grupo de motolâncias”, conta Ademir.

O técnico de enfermagem detalha que esse serviço permite que muitos casos sejam resolvidos na própria cena, evitando que pacientes ocupem leitos hospitalares desnecessariamente. Quando o transporte é inevitável, a motolância prepara e estabiliza o paciente para que a ambulância complete o trajeto com maior segurança.


Ataduras, desfibrilador, monitor cardíaco, material de parto e uma diversidade de medicamentos vão no baú das motos para garantir o atendimento pré-hospitalar necessário.


Além de prestarem socorro, as motolâncias atuam abrindo caminho no trânsito para as ambulâncias. As manobras precisas vistas no vídeo não são fruto de imprudência, mas de “treinamento constante”. Ademir reforça que a segurança da equipe, do paciente e dos demais motoristas é a prioridade.


Sobre a relação com os motoristas brasilienses, ele destaca que o trabalho das motos também serve para alertar quem está no volante.


“Às vezes, o motorista está com som alto ou desatento. A gente auxilia os usuários da via para que percebam que um veículo de emergência está passando”, explica.


Segundo o técnico de enfermagem, a agilidade na escolta é crucial porque, após a estabilização inicial, o diagnóstico da causa de uma parada cardíaca, por exemplo, só pode ser feito com exames hospitalares. “Se não chegarmos rápido ao hospital para tratar a causa, ela pode evoluir para uma nova parada”, frisa.


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Ademir Lourenzo de Oliveira, 45, técnico de enfermagem do Grupamento de Motociclistas em Atendimento de Urgência

Vinicius Schmidt/ Metrópoles
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Ademir atua no Gmau desde 2009

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O técnico de enfermagem faz dupla com o servidor Marcos Luiz Silva, 50 anos

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Equipamentos utilizados por membros do Grupamento de Motociclistas durante atendimentos

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As motolâncias do Samu são sinônimos de agilidade e funcionam como um pronto-socorro em situações de emergência

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Esses “anjos da guarda” não vão a todas as chamadas – cabe a um médico regulador definir a forma de atendimento, a depender da gravidade e do local do ocorrido

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Ademir viralizou nas redes sociais com vídeo de atendimento de urgência que acumula mais de um milhão de visualizações

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“Heróis”


O que começou como uma ferramenta didática para revisar procedimentos e compartilhar experiências com colegas de outros estados transformou-se em um fenômeno motivacional. O perfil de Ademir no Instagram, que já acumula mais de 25 mil seguidores, serve de vitrine para o trabalho do Gmau.


“Muita gente nem sabia que tinha o serviço de motolância. Hoje, os vídeos inspiram outras pessoas a quererem ingressar na área. Recebemos muitas perguntas de como trabalhar no Samu”, conta.


Com mais de duas décadas na Secretaria de Saúde e desde 2009 no Samu, Ademir resume o sentimento de quem atua na linha de frente sobre duas rodas: “Independentemente da ocorrência, da mais simples à mais grave, o que importa é chegar e fazer a diferença na vida daquela pessoa. Isso, para a gente, é a gratidão e a sensação de dever cumprido.”


E o desfecho do atendimento que viralizou não poderia ter sido melhor. A paciente entrou em contato pelas redes sociais para agradecer a Ademir. “Você salvou minha vida. Sou muito grata. Se hoje estou aqui, é graças a anjos como você que estiveram comigo naquele momento”, escreveu ela.

Para Ademir, embora o público use o termo “heróis” ou “anjos da guarda”, a palavra de ordem é “preparação”.


“Não tem esse negócio de herói. A gente é preparado para atuar nessa função, somos treinados para que isso aconteça. A gente fica muito feliz com o retorno dos pacientes, claro”, destaca.


Atuação integrada


Embora o Samu e o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atuem em frentes semelhantes, a gerente de atendimento pré-hospitalar do Samu-DF, Thays Nadja, explica que as naturezas das instituições são distintas e complementares.


Enquanto o Samu é um braço da Secretaria de Saúde focado em casos clínicos e traumas graves, os bombeiros estão ligados à Secretaria de Segurança.


“O Samu atende principalmente situações graves e clínicas, mas no trauma trabalhamos de forma integrada. Se um paciente está preso nas ferragens, precisamos que os bombeiros façam o desencarceramento para que nossa equipe de saúde possa acessar a vítima”, esclarece Thays.


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Atualmente, o Samu-DF conta com 23 motociclistas

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
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Thaís Nadja, gerente de atendimento pré-hospitalar móvel do Samu-DF

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Criado com o objetivo estratégico de reduzir o tempo de resposta, o serviço de motolâncias tornou-se um pilar essencial do atendimento pré-hospitalar

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As manobras precisas não são fruto de imprudência, mas de treinamento constante

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Embora não realizem o transporte de pacientes, as motos são verdadeiras "unidades de estabilização móveis"

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Para manter o serviço operando com precisão, o Samu-DF investe pesado no núcleo de educação, que é referência nacional. Na última semana, um curso de capacitação foi realizado no Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) não apenas para atualizar quem já está na rua, mas para resgatar servidores que estavam afastados por licenças e desejavam retornar ao Gmau.


“A educação é o que diminui as falhas. Nas motos, o erro não pode existir, porque está em jogo a segurança do transeunte e do próprio socorrista”, afirma Thays.

O Samu-DF possui estrutura capaz de cobrir toda a capital, dividida em sete núcleos regionais. É dentro desses núcleos que as 10 duplas de motolâncias e as 38 ambulâncias (31 de suporte básico e 7 de suporte avançado) ficam estrategicamente distribuídas.





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Destino de veto da dosimetria passa por Messias, diz relator

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O relator da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, Weverton Rocha (PDT-MA), afirmou que a proximidade entre a votação do veto do presidente Lula (PT) ao PL da Dosimetria e a sabatina do ministro da AGU pode favorecer o indicado do petista.


“Acredito muito que essa proximidade da votação para tratar os vetos da dosimetria com a sabatina vai ajudar a arrefecer, no final das contas, um pouco os ânimos, porque a oposição precisa definir qual é a sua prioridade: derrotar o ministro indicado pelo governo ao Supremo ou avançar na derrubada do veto da dosimetria”, disse.

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Senador Weverton (PDT-MA)

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Jorge Messias agradeceu a Malafaia por defesa da prerrogativa em indicaçao ao STF

Hugo Barreto/Metrópoles
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Senador Weverton Rocha (PDT-MA) admite ter feito indicações políticas no INSS

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Segundo Weverton, a postura da oposição durante a sabatina, marcada para quarta-feira (29/05), servirá como parâmetro para a base governista na votação do veto, prevista para o dia seguinte.


“Conheço vários senadores mais independentes ou próximos do governo que estão inclinados a votar a dosimetria para encerrar esse assunto. Mas isso também depende da correlação de forças e do tratamento dado. Resumindo, haverá reciprocidade no comportamento de quinta em relação à quarta”, completou.

A indicação de Messias será analisada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde precisa ser aprovada por maioria simples dos senadores presentes.


Depois, segue ao plenário do Senado, onde é necessária maioria absoluta,  41 votos favoráveis. Weverton estima cerca de 45 votos a favor de Messias.


A votação da sabatina ocorrerá na quarta-feira. No dia seguinte, o Congresso Nacional analisará o veto ao PL da Dosimetria.


Para derrubar o veto, são necessários os votos da maioria absoluta de deputados e senadores, o que equivale a 257 deputados e 41 senadores.


A oposição e até lideranças governistas avaliam risco de derrota do Planalto na votação.





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PF mira contrabando no Porto do Rio; 25 servidores são afastados

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A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta terça-feira (28/4), a Operação Mare Liberum para desarticular um esquema de corrupção e facilitação de contrabando e descaminho no Porto do Rio de Janeiro.


Ao todo, estão sendo cumpridos 45 mandados de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. A Justiça também determinou o afastamento de 25 servidores públicos,  sendo 17 auditores fiscais e oito analistas tributários.

Além disso, realizou o bloqueio de bens e restrições ao exercício de atividades profissionais dos investigados.


As investigações apontam a atuação de grupo estruturado na liberação irregular de mercadorias, com divergências entre produtos importados e declarados, e possível supressão de tributos.


Os investigados poderão responder por crimes como corrupção, associação criminosa, contrabando, descaminho e lavagem de dinheiro, entre outros.


A ação contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Federal (GAECO/MPF) e da Corregedoria da Receita Federal.





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Putin diz ter recebido mensagem do novo líder supremo do Irã

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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou, nessa segunda-feira (27/4), ter recebido uma mensagem do novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, em meio à escalada de tensões no Oriente Médio.


A declaração ocorre em um momento de incerteza sobre a situação do líder iraniano, que não é visto em público desde que assumiu o posto, há mais de seis semanas, após a morte do pai, o aiatolá Ali Khamenei.


Segundo o Kremlin, Putin pediu ao ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, com quem se reuniu nessa segunda, que transmitisse “agradecimentos” pela mensagem, além de votos de saúde e bem-estar. O conteúdo do recado, no entanto, não foi divulgado.



Durante o encontro, o presidente russo também reforçou o apoio de Moscou a Teerã e elogiou o que chamou de “luta corajosa” do povo iraniano por independência e soberania. Putin afirmou ainda que a Rússia fará “tudo o que estiver ao seu alcance” para atender aos interesses do Irã e contribuir para um desfecho que garanta a paz na região.


Relatos de fontes ouvidas pela imprensa internacional indicam que o novo líder teria sido ferido em ataques recentes, com possíveis lesões que incluem fraturas, queimaduras e ferimentos no rosto, o que dificultaria a fala.


Há informações de que ele passou por cirurgias e pode necessitar de prótese. As informações, entretanto, não foram confirmadas por fontes oficias iranianas.





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PF apreende mais de duas toneladas de maconha prensada no Paraná

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Ao abordar um caminhão que trafegava pela BR-277, nas proximidades de Guarapuava, no Paraná, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Paraná (Ficco/PR), formada pela Polícia Federal (PF), o Batalhão de Polícia de Fronteira da Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Federal, encontrou aproximadamente 2.223 quilos (kg) de maconha prensada. Junto com a maconha, os agentes também acharam 357 kg de substância análoga à maconha.


No decorrer da vistoria, também foram encontrados dois pares de placas que seriam as originais do veículo abordado.


Além da droga, foram apreendidos o caminhão e a carga transportada.A maconha estava escondida sob uma carga de 25 toneladas de alho tipo exportação. O motorista foi preso.


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De acordo com a PF, a ação da Ficco/PR foi resultado do trabalho de integração e compartilhamento de informações entre as forças de segurança e ocorreu neste domingo (26).


O preso e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia da PF em Guarapuava, onde foram adotados os procedimentos cabíveis de polícia judiciária.







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DJs anônimos transformam funks brasileiros em hits mundiais. Entenda

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O funk ultrapassou as fronteiras do Brasil e ganhou projeção internacional com nomes como Anitta, MC GW e outros artistas. Agora, uma nova onda impulsiona o gênero: produtores anônimos que viralizam nas plataformas digitais.


Sem revelar a própria identidade, esses perfis criam montagens e remixes de funks brasileiros que acumulam números expressivos. Um dos destaques é o artista ZXKAI, responsável por diversas versões do single No Batidão. A mais popular delas soma 99 milhões de visualizações no YouTube.



Outro nome que chama atenção é ATLXS, que também aposta em releituras do gênero. A faixa Passo Bem Solto (Slowed) se tornou a mais viral, com 309 milhões de visualizações no YouTube.



No site Songstats, que reúne dados de streaming, ATLXS aparece com 11,7 milhões de ouvintes nos últimos 28 dias no Spotify, a maioria concentrada em São Paulo. O mesmo padrão se repete com ZXKAI: embora alcancem números expressivos, o público brasileiro ainda lidera o consumo nas plataformas.


Apesar disso, os comentários no YouTube indicam que o alcance vai além do país. Boa parte das interações está em inglês e ressalta, em tom bem-humorado, a energia do funk, mesmo sem compreensão das letras em português. Esse avanço internacional é impulsionado, principalmente, pela viralização das músicas nas redes sociais.


Perfis anônimos


Ao buscar referências sobre os artistas, quase não há informações disponíveis. No caso de ATLXS, o canal no YouTube, com 1,4 milhão de inscritos, indica origem na Romênia. Já no Instagram, onde soma cerca de 40 mil seguidores, o perfil não traz fotos pessoais no feed.


ZXKAI teve mais de 10 bilhões de streams no último mês no YouTube
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ZXKAI teve mais de 10 bilhões de streams no último mês no YouTube

Reprodução/Songstats
repsaj teve mais de 5 bilhões de streams no último mês no YouTube
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repsaj teve mais de 5 bilhões de streams no último mês no YouTube

Reprodução/Songstats
ATLXS teve 75 milhões de streams no último mês no YouTube
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ATLXS teve 75 milhões de streams no último mês no YouTube

Reprodução/Songstats

O mesmo se aplica ao ZXKAI. Além de não ter informações e fotos pessoais, ele ainda utiliza uma conta alternativa no nome de slxughter. Este perfil também tem contas em plataformas musicais e milhares de streams desde a criação.


Outros perfis como MXZI, GXMZ e Repsaj também constam como produtores da nova tendência com o funk brasileiro. Por conta do anonimato, não é possível saber se são pessoas diferentes ou se as contas são ligadas a uma única pessoa.


Segundo Daniel de Souza, especialista em funk, os produtores desconhecidos buscam o anonimato para conseguir fazer dinheiro com a música de outros artistas sem restrições ou punições legais.


“Muitas vezes eles fazem montagens com funks de outros artistas com pequenas alterações para que elas não sejam derrubadas facilmente das plataformas. Em alguns casos, eles até creditam os artistas para que a música não saia do ar”, conta.

Estilos de funk


Essas produções, em sua maioria, são amplamente divulgadas em versões que podem ser utilizadas em plataformas como TikTok e Instagram. A principal tendência é Slowed, na qual os funks ganham um andamento reduzido e têm vibrações mais calmas.


Outro estilo é o Reverb. Nele, um um efeito de áudio simula a ambiência de um espaço físico, criando reflexões sonoras que adicionam profundidade ao som, como se o funk fosse amplificado em um grande ambiente.


Ainda existe o Phonk, um subgênero do trap, que tem batidas sombrias e pesadas. Se popularizou em mistura com o funk brasileiro, ficando conhecido como Brazilian Phonk.





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Barragem de Santa Maria volta a transbordar após quatro anos e reforça segurança hídrica no DF

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A Barragem de Santa Maria voltou a transbordar nesta semana, após um intervalo de quatro anos, sinalizando um cenário positivo para a segurança hídrica do Distrito Federal. O fenômeno, registrado quando o reservatório atinge sua capacidade máxima e o volume excedente ultrapassa o limite, não ocorria desde abril de 2022.


Localizada no Parque Nacional de Brasília, a barragem é considerada um dos principais reservatórios da região, destacando-se pela qualidade da água. O retorno ao nível máximo indica não apenas a recuperação do manancial, mas também maior estabilidade no abastecimento para a população do DF.


De acordo com a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), o resultado está associado à combinação entre a retomada dos índices pluviométricos e a implementação de medidas estruturantes nos últimos anos. Entre as ações, destacam-se a integração dos sistemas de abastecimento, a ampliação da capacidade de produção de água e a redução de perdas na rede de distribuição.


Essas iniciativas contribuíram para a preservação do reservatório e possibilitaram seu retorno à condição de transbordamento. Segundo o presidente da Caesb, Luis Antonio Reis, o Santa Maria desempenha papel estratégico no sistema hídrico local. “Funciona como um ‘cofrinho’, pois mantemos seu nível elevado. A água é de alta qualidade, já que o reservatório está situado em uma área preservada, sem uso humano no entorno”, afirmou.


Apesar de armazenar cerca de 61 bilhões de litros de água — volume equivalente a aproximadamente 25 mil piscinas olímpicas —, o reservatório possui uma bacia hidrográfica menor em comparação à do Descoberto, o que torna sua recuperação mais lenta. Ainda assim, o transbordamento observado reforça a eficácia das políticas de gestão hídrica adotadas no Distrito Federal.






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município perto de Brasília decreta situação de emergência

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O município de Alexânia (GO), no Entorno do Distrito Federal, vive uma crise devido à formação de voçorocas na região. O prefeito Warley Gouveia decretou, na segunda-feira (13/4), situação de emergência, e a Secretaria do Entorno do DF (Seent-DF) esteve na cidade nessa terça-feira (14/4).


Voçorocas são crateras que se formam no solo, geralmente causadas pela água. Quando localizadas próximas a estradas e áreas urbanas, as erosões geram perigo à população. A comitiva da Secretaria do Entorno encontrou cinco delas em Alexânia (GO) durante a visita.


Veja as imagens:


Visita técnica da Secretaria do Entorno do DF em Alexânia (GO)
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Visita técnica da Secretaria do Entorno do DF em Alexânia (GO)

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Vistoria foi realizada nessa terça-feira (14/4)
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Vistoria foi realizada nessa terça-feira (14/4)

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Um dia antes, prefeito decretou situação de emergência
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Um dia antes, prefeito decretou situação de emergência

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Dado o grande volume de voçorocas, a Seent-DF incentiva a criação de um relatório por parte do município goiano que aponte o cenário emergencial na região. “A Secretaria dará apoio técnico para subsidiar uma iminente pedido de situação de emergência do município de Alexânia”, afirma o assessor especial Luiz Carlos Ribeiro.


O pedido de situação de emergência deve ser feito pela Prefeitura de Alexânia ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e à Defesa Civil Nacional.


A Seent-DF também orientou a Defesa Civil de Alexânia a formar uma equipe e abrir tratativas para criação de um curso de técnicos especializados em ocorrências desta natureza.


“Agradecemos a parceria da Seent-DF nesta vistoria técnica. A orientação para formar nossa equipe de Defesa Civil e o curso com instrutores de Brasília vão fortalecer nossa capacidade de enfrentar as voçorocas e outras ações adversas”, afirmou o vice-prefeito de Alexânia, Naldim Magalhães.



Causas do problema


De acordo com a Defesa Civil do DF, a construção excessiva de calçadas e asfalto impede a infiltração natural da água e gera o escoamento sobre o solo, criando a voçoroca.


Além disso, a falta de infraestrutura para captação de águas pluviais permite acúmulo descontrolado durante chuvas intensas.


Já o desmatamento às margens de rios e riachos, que funcionam como calhas naturais, provoca acúmulo de lixo no fundo e destrói o solo nos arredores. A ocupação desordenada de terrenos próximo a áreas frágeis, sem planejamento adequado, também pode gerar erosões.


A Defesa Civil reitera que o solo do Cerrado é naturalmente propenso a erosões. Quando a vegetação nativa é removida com o desmatamento, a degradação é acelerada.





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Caiado defende fortalecimento do agro e aponta desafios ao setor em encontro com lideranças em Minas

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O pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado participou, na última quinta-feira (23/4), de um encontro com representantes do setor produtivo na sede do Sistema Faemg Senar, em Belo Horizonte. A agenda reuniu produtores rurais, empresários e autoridades políticas, em um ambiente voltado ao debate sobre o futuro do agronegócio brasileiro.


A recepção foi conduzida pelo presidente do Sistema Faemg Senar, Antônio de Salvo, acompanhado de dirigentes da entidade. Também estiveram presentes os deputados Cássio Soares, Gil Pereira e Tito Torres, além do presidente do Sistema Fecomércio MG, Nadim Donato, do presidente da ACMinas, Cledorvino Belini, e de outras lideranças empresariais.


Na abertura, Antônio de Salvo destacou a importância da presença de representantes públicos dispostos a ouvir as demandas do campo. Segundo ele, a aproximação entre o setor produtivo e a classe política é essencial para garantir avanços estruturais na agropecuária.


Durante sua fala, Caiado reforçou o papel do agronegócio como um dos principais sustentáculos da economia brasileira. Ele ressaltou a capacidade do setor de abastecer o mercado interno e contribuir de forma significativa para a segurança alimentar global, destacando a evolução tecnológica da produção rural ao longo dos anos.


Apesar do cenário positivo, o pré-candidato alertou para entraves que ainda limitam o crescimento do agro. Entre os principais desafios apontados estão o acesso restrito ao crédito, as taxas de juros elevadas, o aumento dos custos de produção — especialmente combustíveis — e a necessidade de maior previsibilidade no fornecimento de insumos.


Outro ponto abordado foi a situação da cadeia leiteira, considerada fundamental para pequenos e médios produtores. Caiado criticou a concorrência com produtos importados e defendeu maior atenção às políticas comerciais para evitar prejuízos à produção nacional.


O pré-candidato também destacou a importância de avançar na industrialização do país, agregando valor à produção primária e ampliando a geração de emprego e renda. Segundo ele, o Brasil tem potencial para crescer de forma integrada nos setores de alimentos, energia, combustíveis e fertilizantes.


A agenda em Minas Gerais reforça a estratégia de diálogo com o setor produtivo e evidencia o protagonismo do agronegócio no debate sobre desenvolvimento econômico e políticas públicas no país.






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Bia Kicis desautoriza Izalci e é categórica: senador não fala pelo PL ao anunciar candidatura ao governo do DF

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A deputada federal Bia Kicis, presidente do PL no Distrito Federal, desmentiu publicamente nesta segunda-feira (27) a pré-candidatura do senador Izalci Lucas ao governo do DF pela legenda. Em entrevista ao Bastidores CNN, ela foi direta: o partido não autorizou o movimento e o senador agiu por conta própria, sem consultar a direção da sigla.


A declaração ocorre dias depois de Izalci Lucas  ,fazer declarações públicas e atualizar o próprio perfil nas redes sociais anunciando-se como pré-candidato do PL ao Palácio do Buriti nas eleições de 2026. A presidente do PL/DF, a deputada Bia Kicis foi direto ao ponto,“sou presidente do PL no Distrito Federal e no PL nós somos um partido unido. Nós tomamos as decisões em conjunto, conversando, ponderando.”


A resposta do partido


Bia Kicis não deixou margem para interpretação. Ao ser questionada sobre a movimentação do senador, ela deixou claro que o PL/DF opera de forma colegiada — e que lançar uma pré-candidatura sem aval interno contraria a lógica de funcionamento da sigla. “Se esse senhor insiste em lançar a sua pré-candidatura sem conversar com ninguém, eu quero dizer que ele não fala pelo PL”, afirmou a deputada, em tom que deixou evidente o desconforto da cúpula partidária com a iniciativa unilateral de Izalci.


A declaração representa uma ruptura pública entre o senador e a direção estadual do partido. Ao tomar a palavra como presidente da sigla no DF, Bia Kicis sinaliza que qualquer candidatura ao governo pela legenda precisará passar pelo crivo coletivo — e que, esse endosso não existe para Izalci Lucas.


“Se esse senhor insiste em lançar a sua pré-candidatura sem conversar com ninguém, eu quero dizer que ele não fala pelo PL,”declarou Ela.


Tendência: PL apoia Celina Leão


O posicionamento de Bia Kicis reforça o cenário que vinha sendo desenhado nos bastidores da política brasiliense. A tendência do PL no DF é apoiar a reeleição da governadora Celina Leão (PP), numa composição que une as duas siglas em torno de uma chapa majoritária para 2026.


Com a declaração desta segunda, Izalci Lucas — que ainda não se manifestou publicamente sobre a resposta da presidente do PL/DF — fica numa posição delicada: ou recua e retira o anúncio, ou segue em frente com uma pré-candidatura só que em outro partido que não é o PL.






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Curso gratuito ajuda produtores culturais do DF a profissionalizar conteúdos feitos pelo celular

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O avanço das redes sociais tem mudado a forma como projetos culturais se conectam com o público, e dominar a produção de vídeos deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade. É nesse cenário que surge o curso gratuito Mob Lab – Vídeos para o seu Projeto Cultural, que abriu inscrições no Distrito Federal com foco na capacitação prática de quem deseja transformar o celular em ferramenta de trabalho.


Voltada a produtores culturais, comunicadores e empreendedores criativos, a formação busca fortalecer a presença digital de iniciativas locais por meio do uso estratégico do audiovisual. A ação conta com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e disponibiliza 40 vagas, divididas em duas turmas online, com início previsto para 27 de abril.


O secretário interino de Cultura e Economia Criativa, Fernando Modesto, avalia que a iniciativa acompanha as transformações do setor. “Hoje, comunicar bem é parte fundamental de qualquer projeto cultural. A formação amplia o acesso a essas ferramentas e contribui para que mais iniciativas ganhem visibilidade”, pontua.


Com duração aproximada de dois meses e carga horária de 42 horas, o curso será oferecido em formato remoto. Três opções de turno serão abertas inicialmente, mas apenas duas serão confirmadas, de acordo com a demanda dos inscritos.


O projeto também reforça o compromisso com a inclusão. Metade das vagas é reservada para pessoas com deficiência, além da priorização de grupos como população LGBTQIA+, mulheres, pessoas negras, indígenas e pessoas com mobilidade reduzida.


Criador da proposta, Dival Porto Lomba explica que o aprendizado será construído de forma aplicada. “A gente quer que o aluno saia com um produto pronto. Durante o curso, cada participante vai desenvolver um projeto próprio, utilizando técnicas de gravação, edição e planejamento de conteúdo”, afirma.


Segundo ele, todo o processo contará com acompanhamento da equipe. “Não é só ensinar ferramenta. A ideia é orientar, dar retorno e ajudar cada pessoa a evoluir na prática”, acrescenta.


As inscrições são realizadas por formulário online, e o processo seletivo levará em conta critérios regionais. Caso haja mais interessados do que vagas, será formada uma lista de espera para possíveis convocações.






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Feito Pipa é premiado em duas categorias no Festival de Guadalajara

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Feito Pipa, filme brasileiro dirigido por Allan Deberton, venceu dois prêmios no Festival de Guadalajara, no México. A produção levou Melhor Filme e Melhor Interpretação para Teca Pereira e Yuri Gomes na seção Maguey, que reúne longas-metragens de ficção e documentários de todo o mundo que abordam temas queer relacionados à comunidade LGBTQ+.


“Este filme nos mostra a magia, a inocência e o amor por meio de seus personagens. O filme constrói uma história universal a partir do ponto de vista de um personagem, complementada pelo design de produção, pelas atuações e pela cinematografia. E, especialmente, nos convida a trabalhar e a construir em espaços seguros para as identidades queer e para as pessoas que amamos”, disse o júri na justificativa.


Feito Pipa é premiado em duas categorias no Festival de Guadalajara - destaque galeria

Imagem do filme Feito Pipa, estrelado Lázaro Ramos, Yuri Gomes e Teca Pereira
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Imagem do filme Feito Pipa, estrelado Lázaro Ramos, Yuri Gomes e Teca Pereira

Jamille Queiroz/Divulgação
Pôster do filme Feito Pipa, estrelado Lázaro Ramos, Yuri Gomes, Teca Pereira
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Pôster do filme Feito Pipa, estrelado Lázaro Ramos, Yuri Gomes, Teca Pereira

Divulgação
Filme brasileiro Feito Pipa
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Filme brasileiro Feito Pipa

Kathleen Kunath/Divulgação
Filme brasileiro Feito Pipa
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Filme brasileiro Feito Pipa

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Feito Pipa acompanha Gugu (Yuri Gomes), um menino que sonha em se tornar jogador de futebol e vive com a avó Dilma (Teca Pereira), que o cria de forma livre e afetuosa.


Quando a saúde de Dilma se fragiliza, ele tenta esconder a situação para evitar ser separado dela e precisar ir morar com o pai, interpretado por Lázaro Ramos. Rodado em Quixadá, no interior do Ceará, o longa constrói uma narrativa sensível sobre amadurecimento, pertencimento e afeto.


Feito Pipa segue colecionando prêmios nos festivais de cinema pelo mundo. O auge, até o momento, foi a passagem pela Berlinale, onde foi aplaudido de pé e conquistou o Urso de Cristal de Melhor Filme (Júri Jovem) e o Grande Prêmio do Júri Internacional da mostra Generation Kplus.





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Sem transmissão local, malária chega ao DF por meio de viajantes

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Mesmo sem transmissão dentro do território, o Distrito Federal mantém a malária sob vigilância permanente. A data de 25 de abril, criada pela Organização Mundial da Saúde como marco global de enfrentamento à doença, reforça o alerta para um problema que continua circulando com o fluxo de pessoas entre regiões.


Na capital, todos os registros são classificados como importados. Em 2025, foram 29 casos confirmados. Sete pacientes precisaram de internação, mas todos tiveram recuperação completa. O número, embora controlado, não reflete sozinho a demanda da rede: ao longo do ano, foram investigadas 110 suspeitas, que resultaram em 211 atendimentos entre triagens e acompanhamento dos pacientes.


O gerente de Epidemiologia de Campo da Secretaria de Saúde do DF, Victor Bertollo, afirma que o padrão dos casos é claro. “A malária que aparece no DF não começa aqui. Na maioria das vezes, são pessoas que viajaram para a região amazônica, sobretudo áreas indígenas, ou para países africanos, como Angola, que registrou aumento de casos recentemente”, disse.


Ele também reforça que a ausência de transmissão local não reduz o nível de atenção. “Mesmo sem circulação da doença na capital, a rede precisa estar preparada o tempo todo. O atendimento especializado contínuo é o que garante diagnóstico rápido e tratamento adequado”, destacou.


Entre os 29 pacientes, 19 moravam no Distrito Federal, e dez vieram de outros estados: Goiás (3), Amazonas (3), Pará (1), Acre (1), Paraná (1) e Santa Catarina (1). Todos foram diagnosticados no DF. Os dados incluem dois idosos com mais de 60 anos, um adolescente entre 15 e 19 anos e uma criança de 5 a 9 anos. Os demais são adultos entre 20 e 59 anos.


A maioria dos casos foi registrada entre homens (22), enquanto sete ocorreram entre mulheres. As ocupações são variadas, passando por garimpeiros, servidores públicos, policiais, empresários, cineastas e geólogos.


A doença é causada por protozoários do gênero Plasmodium — como P. vivax, P. falciparum, P. malariae, P. ovale, P. knowlesi e P. simium — e transmitida pela picada da fêmea do mosquito Anopheles, conhecido como mosquito-prego, carapanã ou bicuda.


Não há transmissão direta entre pessoas, mas a infecção pode ocorrer em situações específicas, como transfusão de sangue contaminado, compartilhamento de agulhas ou da gestante para o bebê.


No DF, o atendimento é feito por uma equipe volante que atua tanto na rede pública quanto na privada. Após contato pelos telefones (61) 99145-6114 ou 99221-9439, os profissionais realizam a testagem. Confirmado o diagnóstico, o tratamento começa imediatamente, com uso de medicamentos antimaláricos ou terapias combinadas, e o paciente é acompanhado até a cura.


A recomendação das autoridades é que viajantes busquem orientação preventiva na Sala do Viajante do Hospital Regional da Asa Norte antes de se deslocarem para áreas com circulação da doença. Quem retornou dessas regiões nos últimos seis meses deve procurar uma unidade de saúde ao apresentar sintomas, informando sempre o histórico de viagem.






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