O BTS está oficialmente de volta aos palcos após quase quatro anos de hiato. O retorno será em um show especial em Seul, que será transmitido ao vivo para o mundo todo pela Netflix, no dia 21 de março, às 8h (no horário de Brasília).
Intitulado BTS THE COMEBACK LIVE | ARIRANG, o show será exibido exclusivamente na plataforma e está incluído em todos os planos do serviço de streaming. A apresentação ocorre na histórica Praça Gwanghwamun, na capital da Coreia do Sul.
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BTS fará anuncio do cronograma da próxima turnê mundial no dia 12 de janeiro de 2026
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Integrantes do BTS se encontram para novos ensaios para 2026
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Integrantes do BTS revelam empolgação para nova turnê mundial
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BTS fará quatro shows no Brasil em outubro de 2026
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RM, Jin, SUGA, j-hope, Jimin, V e Jung Kook sobem ao palco novamente como septeto e apresentam, pela primeira vez ao vivo, músicas do próximo álbum do grupo, ARIRANG. O quinto disco de estúdio do BTS será lançado um dia antes do show, em 20 de março.
No Brasil, a transmissão acontece na manhã do dia 21 de março, às 8h (no horário de Brasília). .
Além do show, a Netflix também lança, no dia 27 de março, o documentário BTS: THE RETURN, que mostra os bastidores da produção do novo álbum e o processo de reencontro do grupo após o período afastado dos palcos.
Depois da apresentação em Seul, o BTS embarca na ARIRANG World Tour, com 82 shows previstos em 34 regiões ao redor do mundo. O grupo fará três apresentações em solo brasileiro, nos dias 28, 30 e 31 de outubro, em São Paulo.
O Cartão Uniforme Escolar vem mudando a forma como as famílias da rede pública do Distrito Federal se organizam para o início do ano letivo. Ao substituir os antigos kits padronizados, o programa permite que pais e responsáveis escolham diretamente nas lojas credenciadas as peças no tamanho adequado para cada estudante, garantindo mais conforto aos alunos e autonomia às famílias. A política, coordenada pela Secretaria de Educação do DF, já provoca efeitos tanto no cotidiano escolar quanto na economia local.
Para Andreane Azevedo de Sousa, mãe da pequena Maria Laura, de 5 anos, aluna da Escola Classe 318 de Samambaia, a mudança trouxe praticidade. Segundo ela, antes era comum receber uniformes fora do padrão e precisar recorrer a ajustes. “Agora eu vou direto à loja e escolho o uniforme do tamanho certo. Evita gasto extra e minha filha já começa as aulas com tudo pronto”, relata.
O uso do cartão segue regras definidas pelo Governo do Distrito Federal. O benefício é pessoal, vinculado ao estudante regularmente matriculado na rede pública, e pode ser utilizado exclusivamente em estabelecimentos credenciados pela Secretaria de Desenvolvimento Social. A Secretaria de Educação orienta que o cartão não seja repassado nem comercializado, sob risco de bloqueio do benefício.
A subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais, Fernanda Mateus, destaca que as famílias devem buscar informações diretamente nas unidades escolares ou nos canais oficiais. “O objetivo é garantir que o recurso seja usado corretamente e chegue a quem realmente precisa, assegurando dignidade aos estudantes no início do ano letivo”, afirma.
Além do impacto direto nas famílias, o programa também estimulou o setor de confecção escolar no Distrito Federal. O aumento da procura levou empresas a reforçar estoques e abrir novas unidades em diferentes regiões administrativas.
O supervisor de vendas Pedro Teodoro da Silva Neto é um dos empreendedores que investiram na expansão após a criação do cartão. Ele conta que se mudou com a família de Goiânia para o DF ao perceber o potencial do mercado. “Já trabalhávamos com confecção há anos e vimos que aqui havia espaço para crescer. Hoje temos lojas funcionando e estamos abrindo novas unidades para atender à demanda”, explica.
O reflexo também é sentido por pequenos produtores. Em Ponte Alta Norte, no Gama, Tatiane dos Santos Coelho montou um ateliê no quintal da própria casa para confeccionar kits personalizados. De acordo com ela, o volume de encomendas surpreendeu. “Já temos mais de cem conjuntos em produção e seguimos costurando todos os dias”, diz. O trabalho é dividido entre os familiares: o marido auxilia no corte e na personalização das peças, enquanto Tatiane e outras mulheres da casa se dedicam à costura. A divulgação ocorre principalmente pelas redes sociais, por onde os pais fazem os pedidos.
Ao permitir que o recurso circule dentro das próprias cidades e regiões administrativas, o Cartão Uniforme Escolar cumpre uma função que vai além do fornecimento de vestuário. A iniciativa contribui para a permanência dos estudantes na escola, reduz despesas das famílias e gera oportunidades de renda para pequenos negócios. Assim, a política pública conecta educação, inclusão social e desenvolvimento econômico local em um mesmo movimento.
Namorada de Juliano Floss, Marina Sena usou o X para criticar Jonas Sulzbach em meio a um barraco envolvendo o amado e Jonas Sulzbach. Na rede social, Marina disse que Jonas representa o “modelo falido” de homem.
“Jonas, você é o modelo falido de homem, caiu em desuso, sinto muito”, escreveu a cantora.
O posicionamento de Marina ocorre após Juliano e Jonas protagonizarem uma briga na noite desta segunda-feira (2/2), após o Sincerão. Em meio à troca de ofensas, o veterano disse que o marido da cantora tinha “progesterona” em referência ao hormônio sexual feminino. “Você nunca vai ter testosterona”, bradou (confira o vídeo abaixo).
Moradores de Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e áreas vizinhas passarão a contar com atendimento ampliado no Restaurante Comunitário da QNR a partir de 10 de março. A unidade vai incluir o jantar no cardápio diário e abrir também aos domingos e feriados, aumentando a oferta de refeições populares na região.
A mudança integra a estratégia da Secretaria de Desenvolvimento Social de ampliar o funcionamento dos restaurantes comunitários em todo o Distrito Federal. O objetivo é adotar o modelo de três refeições por dia, com abertura diária, também nas unidades da Estrutural e de Ceilândia. Com isso, 16 restaurantes deverão operar sem interrupção ao longo da semana.
Para a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, a ampliação fortalece o enfrentamento à insegurança alimentar. Segundo ela, o preço simbólico das refeições permite que a população tenha acesso regular à alimentação básica ao longo do dia.
O anúncio da medida foi feito durante encontro com moradores realizado na última sexta-feira (30), na própria unidade da QNR. O evento reuniu mais de 100 pessoas e também abordou questões relacionadas ao programa Cartão Prato Cheio, como funcionamento, critérios e impacto na região.
Usuários do restaurante relataram que o novo horário atende principalmente quem trabalha fora do período comercial. Vigilantes, profissionais da saúde e trabalhadores em turnos alternados estão entre os principais beneficiados com o funcionamento noturno.
Em 2025, a unidade da QNR distribuiu mais de 820 mil refeições, com média diária superior a 2 mil atendimentos. Paralelamente, cerca de 28 mil famílias da região recebem auxílio por meio do Cartão Prato Cheio, no valor de R$ 280 mensais, pelo período de até 18 meses.
Participação popular
A reunião faz parte do projeto Papo Social com Você, que percorre regiões administrativas para ouvir usuários dos restaurantes comunitários sobre atendimento, qualidade das refeições e estrutura das unidades, além de esclarecer dúvidas sobre programas sociais.
Após passar pela QNR e pelo Varjão, o próximo encontro ocorre nesta terça-feira (3), no Restaurante Comunitário Samambaia Expansão, localizado na Quadra QR 833, ao lado do Cras. A atividade começa às 15h e é aberta à comunidade.
Moradores de Samambaia vão receber, neste sábado (7), uma programação especial com a chegada da primeira edição de 2026 do projeto Ação Comunitária, iniciativa da Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF). O encontro será realizado das 9h às 13h, na Subadministração da cidade, com oferta gratuita de serviços e atividades para todas as idades.
A proposta é reunir, em um único ponto, atendimentos que normalmente exigem deslocamento até diferentes órgãos. Estarão disponíveis serviços nas áreas de saúde, assistência social, documentação e orientação jurídica, além de espaços de convivência e lazer para o público infantil.
Na área de saúde e cuidados pessoais, a população poderá acessar vacinação, exames oftalmológicos, testagens para ISTs e orientações em saúde bucal. Também haverá ações do programa Cuide-se +, com serviços como massagens terapêuticas e relaxantes, cuidados capilares, limpeza de pele, design de sobrancelhas e cortes de cabelo.
Para as crianças, a programação inclui brinquedos infláveis, oficinas lúdicas e distribuição de pipoca e algodão-doce, criando um ambiente mais acolhedor para as famílias durante os atendimentos.
No eixo de cidadania, serão oferecidos emissão de carteira de identidade, atendimentos da Defensoria Pública, orientações do Cras e suporte da van do Atendimento em Movimento, que leva informações e encaminhamentos diretamente à comunidade.
Segundo a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz, o projeto simboliza a presença do governo nos bairros. “Levar serviços essenciais até onde as pessoas vivem é uma forma concreta de promover inclusão e respeito. Começar o ano com essa ação em Samambaia mostra nosso compromisso com um atendimento mais próximo e eficiente”, destacou.
A atividade conta com a participação da Administração Regional de Samambaia e de diferentes órgãos do GDF, entre eles as secretarias de Saúde (SES-DF), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) e Desenvolvimento Social (Sedes-DF), além do Detran-DF, Caesb, SLU, Sesc-DF e da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF).
O diretor espanhol Oliver Laxese pronunciou após a polêmica envolvendo declarações sobre brasileiros no Oscar. Durante uma participação em um programa de TV, ele afirmou que brasileiros seriam “ultranacionalistas” na hora de votar, comentário que gerou forte repercussão nas redes sociais.
Após a repercussão do caso, ele voltou a falar sobre o assunto. Em entrevista ao jornal espanhol Diário ABC, o diretor disse que a fala ocorreu em um contexto de humor e ironia. “Vivi isso mal, claro. Sinto muito se ofendi pessoas. É um programa radicalmente irônico e de humor, não nos levamos a sério”, afirmou.
Laxe avaliou que o contexto acabou se perdendo e minimizou o episódio. “Acho que o contexto não foi entendido. Foi, em todo caso, uma piada um pouco ruim, não? Eu não daria mais importância”, completou.
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Oliver Laxe
Reprodução/VHSCut
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Cena do filme Sirat
Festival de Cannes/Divulgação
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Wagner Moura e Tânia Maria em O Agente Secreto
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Wagner Moura em O Agente Secreto
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Wagner Moura em O Agente Secreto
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Tânia Maria como Dona Sebastiana, de O Agente Secreto
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Entenda o caso
A declaração ocorreu quando o diretor comentava sobre o peso do Brasil entre os votantes da Academia. Na ocasião, disse que o país teria muitos membros e brincou que, se um sapato brasileiro fosse submetido ao Oscar, receberia todos os votos.
O comentário ganhou destaque porque o Brasil vive um dos períodos de maior visibilidade na história da premiação. Em 2026, produções e profissionais brasileiros alcançaram um número recorde de indicações em uma única edição do Oscar.
O país aparece representado em cinco categorias. O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, concorre a Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator e Melhor Elenco. Já Adolpho Veloso disputa Melhor Fotografia pelo trabalho em Sonhos de Trem.
Dirigido por Oliver Laxe, Sirāt é um dos concorrentes do Brasil na categoria de Melhor Filme Internacional. O longa disputa a vaga com O Agente Secreto, além de Foi Apenas um Acidente, Valor Sentimental e A Voz de Hind Rajab.
Oliver Laxe, diretor de ‘Sirāt’, desmerece as conquistas do Brasil no #Oscar.
“Há muitos brasileiros na Academia e nós os adoramos, mas eles são ultranacionalistas. Acho que se os brasileiros submetessem um sapato ao Oscar, todos votariam nele.” pic.twitter.com/l3rNjEFHKq
O Governo do Distrito Federal (GDF) autorizou a nomeação de 110 docentes e 35 servidores técnicos da carreira de Políticas Públicas e Gestão Governamental (PPGG) para reforçar os serviços da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF). A medida, assinada pelo governador Ibaneis Rocha nesta segunda-feira (2), integra a estratégia de expansão da instituição e viabiliza a abertura do novo campus da universidade em Ceilândia. O ato será publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (3).
Durante reunião no Palácio do Buriti, o governador também assinou o contrato de locação da estrutura construída por uma instituição privada de ensino superior, onde funcionará o novo campus da UnDF em Ceilândia. O investimento adicional previsto é de R$ 25 milhões apenas em 2026, somando-se às ações de fortalecimento da universidade, que incluem a ampliação do quadro de pessoal e da infraestrutura física.
“São dois atos importantíssimos. Vamos abrir um campus da Universidade do Distrito Federal em Ceilândia, que é um dos maiores orgulhos da minha gestão. Tenho certeza de que muitos alunos das escolas públicas ingressarão na UnDF, que já foi reconhecida neste ano como uma das melhores universidades”, afirmou o governador Ibaneis Rocha.
Do total de nomeações, 35 são destinadas a gestores e analistas da carreira de PPGG e 110 a docentes de diferentes áreas do conhecimento. Segundo a reitora pro tempore da UnDF, Simone Benck, os novos servidores serão distribuídos entre os campi do Lago Norte, Asa Norte, Samambaia e o futuro campus de Ceilândia. “São professores de diversas áreas para reforçar e ampliar a oferta da universidade, com foco especial na expansão para Ceilândia”, destacou.
A reitora ressaltou ainda que a ampliação da UnDF contribui para a democratização do acesso ao ensino superior público. “A maior demanda do ensino médio está concentrada na região oeste. Ter uma universidade mais próxima, com funcionamento em diferentes turnos e cursos variados, reduz a evasão e amplia as possibilidades de escolha profissional, gerando impacto no desenvolvimento socioeconômico do DF”, explicou.
Atualmente, a UnDF oferece 19 cursos de graduação, com cerca de 1,7 mil estudantes matriculados, além de cursos de pós-graduação. Com as novas nomeações, a expectativa é alcançar aproximadamente 200 docentes, considerando também professores da Secretaria de Saúde que atuam nos cursos de Enfermagem e Medicina. Para o campus de Ceilândia, estão previstas graduações em áreas como Nutrição, Enfermagem e licenciaturas.
O calendário acadêmico geral da UnDF tem início em 9 de fevereiro, e os preparativos para a utilização do novo campus já estão em andamento. “A expectativa é que o campus de Ceilândia comece a ser utilizado nos próximos 30 a 40 dias”, concluiu Simone Benck.
As plataformas de transporte por aplicativo que atuam no Distrito Federal passam a ser obrigadas a disponibilizar uma categoria destinada ao atendimento de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. A medida está prevista na Lei nº 7.838/2025, de autoria do deputado distrital Robério Negreiros (PSD), sancionada em dezembro.
A nova norma altera a Lei nº 5.691/2016, que regulamenta o Serviço de Transporte Individual Privado de Passageiros Baseado em Tecnologia de Comunicação em Rede no DF. Com a mudança, as empresas deverão identificar, de forma clara, os veículos aptos ao transporte de usuários que utilizam cadeira de rodas dobrável, andador ou equipamentos similares.
Além da adequação dos veículos, a legislação determina que os condutores cadastrados nessa categoria participem de cursos de formação voltados ao atendimento de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, com foco em um serviço mais seguro, respeitoso e inclusivo.
Na justificativa do projeto, Robério Negreiros destacou que a iniciativa busca coibir práticas discriminatórias recorrentes no transporte por aplicativo. Segundo o parlamentar, são frequentes os relatos de usuários que enfrentam recusas de viagem, cancelamentos sucessivos e resistência por parte de motoristas em transportar equipamentos de apoio à locomoção.
“Infelizmente tem sido cada vez mais comum os relatos de pessoas com deficiência e famílias sobre motoristas de aplicativos que se recusam a levá-los, que se negam a transportar equipamentos como cadeira de rodas e cancelam as viagens reiteradas vezes. Além de vexatória e humilhante, a negativa de transporte praticada pelos motoristas de transporte por aplicativo afigura-se gravíssima”, afirmou o deputado.
Por fim, o deputado distrital também ressaltou que a proposta apresentada no Distrito Federal foi inspirada no Projeto de Lei nº 2.412/2023, aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, que trata de tema semelhante.
Fevereiro é um mês de ritmo próprio. Entre o Carnaval, os dias fora da rotina e os intervalos que surgem entre compromissos, a leitura encontra brechas: seja no descanso pós-bloco, na viagem ou nos momentos de silêncio longe da folia.
Para te ajudar a escolher bons livros para acompanhar este mês, o Metrópoles fez uma seleção que passa por romances, suspense, fantasia e obras de não ficção, com livros que funcionam tanto para leituras rápidas quanto para quem prefere mergulhos mais longos. Confira:
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Rivalidade Ardente, de Rachel Reid (Ed. Alt)
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O Supercatastrófico Passeio ao Zoológico, de Joël Dicker (Ed. Intrínseca)
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Invisíveis Marias, de Rejane Suxberger (Caravana Editorial)
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O Castelo de Vidro, de Stephen P. Kiernan (Ed. Rocco)
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Holmes e Moriarty, de Gareth Rubin (Ed. Globo Livros)
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Heartsong: O Bando, de TJ Klune (Ed. Morro Branco)
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Pitangas Verdes, de Mariana Lobato (Ed. Labrador)
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A Casa da Ópera de Manoel Luiz, de Celso Tádhei (Ed. Mondru)
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Nas Esquinas do Cuidado: Brenda Lee e a redução de danos, de Julia Bueno (Ed. Telha)
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Samba de Sétimo Dia, de Anderson Estevan (Ria Livraria)
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Rivalidade Ardente, de Rachel Reid (Ed. Alt)
O romance esportivo LGBTQIAPN+ Rivalidade Ardente (Heated Rivalry), que deu origem à série canadense de mesmo nome, chega ao Brasil em fevereiro. Parte da série de romances esportivos picantes Game Changers, o livro acompanha a rivalidade dentro e fora do gelo entre Shane Hollander, capitão do Montreal Voyageurs, e Ilya Rozanov, líder do Boston Bears — uma competição no hóquei que dá lugar a uma atração intensa.
O Supercatastrófico Passeio ao Zoológico, de Joël Dicker (Ed. Intrínseca)
Uma inundação suspeita na escola faz com que Joséphine e seus amigos sejam remanejados para a instituição de ensino do outro lado da rua. Formado por crianças atípicas, o grupo não consegue lidar facilmente com a perda da sala de aula que tanto amava. Por isso, os alunos embarcam em uma investigação cuidadosa para descobrir quem é o verdadeiro responsável pela interdição da escola.
Invisíveis Marias, de Rejane Suxberger (Caravana Editorial)
O livro revela as dores silenciadas de mulheres que buscaram na Justiça amparo contra a violência. Escrita em forma de contos, a obra entrelaça realidade e ficção para dar voz às Marias que, dentro de casa, viveram aquilo que deveria ser amor, mas se transformou em dor.
O Castelo de Vidro, de Stephen P. Kiernan (Ed. Rocco)
Ambientada no pós-Segunda Guerra Mundial, a trama fala sobre o poder redentor da arte em uma França devastada pelo conflito. Inspirado na vida do artista Marc Chagall, o livro acompanha a jornada de um homem judeu que encontra refúgio na restauração artística ao produzir vitrais para catedrais bombardeadas.
Holmes e Moriarty, de Gareth Rubin (Ed. Globo Livros)
A trama começa quando o ator George Reynolds procura Sherlock Holmes para investigar um contrato estranho. Ele é pago para encenar repetidamente uma peça sobre a morte do rei Eduardo IV, sempre para os mesmos doze espectadores.
O caso leva Holmes e o dr. Watson a um esquema sombrio que envolve cartas anônimas, assassinatos, rituais secretos e uma seita ligada à realeza britânica. Narrada alternadamente por Watson e pelo coronel Sebastian Moran, aliado de Moriarty, a história oferece um olhar inédito sobre o duelo entre Holmes e seu maior inimigo.
Heartsong: O Bando, de TJ Klune (Ed. Morro Branco)
Terceiro livro da série Green Creek, Heartsong acompanha a história de Robbie Fontaine, um lobo em busca de pertencimento que, após a morte da mãe, passa de bando em bando para não se tornar selvagem. Convocado para a fortaleza de Caswell, no Maine, ele encontra um lar ao servir como segundo de Michelle Hughes, a Alfa de todos, até ser enviado a uma missão que o faz questionar tudo o que sabe.
Pitangas Verdes, de Mariana Lobato (Ed. Labrador)
O livro acompanha cinco dias da vida de Ana, mãe de dois filhos e divorciada. Vivendo no exterior, ela retorna a São Paulo após dois anos para se desfazer dos pertences da mãe, que morreu durante a pandemia de Covid-19. Para se dedicar à tarefa, deixa as crianças com o pai, mas os planos logo se frustram. Em meio ao luto e às tensões, Ana encontra apoio onde menos espera, ao se aproximar de uma taxista que acabou de conhecer.
A Casa da Ópera de Manoel Luiz, de Celso Tádhei (Ed. Mondru)
A obra resgata a memória do segundo teatro em atividade no Brasil, fundado no Rio de Janeiro do século XVIII, e de seu idealizador, o português Manoel Luiz Ferreira. Com narrativa ágil e marcada pelo humor, Celso recria um período pouco explorado da cultura brasileira e traz à tona dilemas artísticos que seguem atuais.
Nas Esquinas do Cuidado: Brenda Lee e a redução de danos, de Julia Bueno (Ed. Telha)
O livro investiga narrativas de pessoas trans e travestis sobre redução de danos, cuidado e transfobia, ampliando o debate sobre saúde e direitos humanos a partir de uma perspectiva construcionista e feminista. Nesse contexto, a redução de danos é apresentada não apenas como tecnologia de saúde, mas como estratégia de sobrevivência diante das encruzilhadas do gênero e da vulnerabilidade social.
Samba de Sétimo Dia, de Anderson Estevan (Ria Livraria)
Nesta coletânea, Anderson Estevan parte de vivências e lembranças da periferia de São Paulo nos anos 1990 para reconstruir a paisagem de quem vive do lado de lá da ponte. Em Samba de Sétimo Dia, surgem sambistas de velório, jovens que encaram o crime, trabalhadores e personagens da periferia, em histórias atravessadas pelos batuques da umbanda e pelos exus nas encruzilhadas.
Anualmente, em 2 de fevereiro, uma multidão se reúne na cidade de Punxsutawney, na Pensilvânia, para acompanhar a previsão feita por uma marmota sobre o clima dos próximos meses. A tradição, conhecida como Dia da Marmota, é mantida nos Estados Unidos há mais de um século.
Na data, um animal é usado para “prever” se o inverno seguirá rigoroso ou se a primavera chegará mais cedo. Em 2026, a marmota Phil indicou que o frio deve continuar.
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Multidão reunida para o Dia da Marmota em Punxsutawney, na Pensilvânia
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Phil, marmota que prevê o tempo em Punxsutawney, na Pensilvânia
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Membros da organização que promove o Dia da Marmota em Punxsutawney, na Pensilvânia
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O que é uma marmota
A marmota é um roedor de grande porte, aparentado aos esquilos, conhecido pelos gritos altos e comportamento curioso.
O animal vive em regiões frias da Europa, Ásia e América do Norte, tem pelagem densa, acumula gordura no verão e hiberna durante o inverno.
A expectativa de vida desses roedores varia entre 6 e 10 anos.
Durante o ritual, o público aguarda a saída da marmota da toca. Segundo a lenda, se o animal enxergar a própria sombra, o inverno deve durar mais seis semanas. Caso contrário, a primavera se aproxima. A celebração ocorre em diferentes estados, cada um com seus próprios representantes animais.
A tradição ganhou projeção internacional após o lançamento do filme Feitiço do Tempo, estrelado por Bill Murray, em 1993, que retrata o festival realizado em Punxsutawney, palco de um dos principais rituais ligados à data.
O costume, no entanto, é mais antigo. Ele foi trazido por imigrantes alemães que se estabeleceram na Pensilvânia no século XVIII e se manteve ao longo dos anos.
Embora seja celebrado há cerca de 140 anos na cidade, foi apenas em 1886 que o jornal Punxsutawney Spirit proclamou oficialmente a primeira celebração do Dia da Marmota no estado. Hoje, o evento reúne cerca de 30 mil pessoas anualmente para acompanhar a previsão feita por Phil.
O funcionamento dos restaurantes comunitários do Distrito Federal tem recebido aprovação da maior parte do público que utiliza o serviço diariamente. Um levantamento mensal conduzido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) mostra que três em cada quatro usuários avaliam positivamente as refeições, enquanto quase a mesma proporção aprova o atendimento prestado nas unidades.
Quando analisada a percepção sobre a comida, os dados indicam que 55% dos entrevistados consideram a refeição excelente e 20% a classificam como boa. Outros 11% avaliam como regular e cerca de 13% afirmam que a qualidade é ruim. O resultado aponta que a avaliação favorável predomina sobre as demais categorias.
O serviço de atendimento também obteve maioria de avaliações positivas. 53% dos usuários deram nota máxima, e 20% consideraram o atendimento bom. As unidades situadas em Sobradinho, Brazlândia e Itapoã aparecem entre as mais bem avaliadas. Já 12% definiram o atendimento como regular, enquanto 14% relataram insatisfação. A pesquisa é produzida pela Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional.
Para a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, os dados funcionam como instrumento de acompanhamento das políticas públicas. Segundo ela, além de medir a qualidade do serviço, o levantamento fortalece o diálogo com a população atendida.
“O estudo ajuda a confirmar o compromisso do governo no enfrentamento da fome e amplia a transparência das ações. Recentemente promovemos encontros dentro dos próprios restaurantes para ouvir quem utiliza o serviço. As sugestões recebidas têm sido fundamentais para aprimorar o programa”, afirmou.
Atendimento ampliado
Atualmente, o Distrito Federal mantém 18 restaurantes comunitários em funcionamento. Desse total, 15 unidades passaram por ampliação no modelo de atendimento, oferecendo café da manhã a R$ 0,50, almoço a R$ 1 e jantar a R$ 0,50, com funcionamento todos os dias da semana.
Além da ampliação dos horários e das refeições, os espaços passaram por reformas estruturais — muitas delas inéditas desde a inauguração das unidades, há cerca de 20 anos. As mudanças contribuíram para que o DF alcançasse o primeiro lugar no ranking nacional do Selo Betinho de combate à fome, reconhecimento concedido a políticas públicas voltadas à segurança alimentar.
Ao Metrópoles, Marcelo revela que não encara a tarefa com leveza. Em meio a um elenco de vilões marcantes, como Ferrete (Murilo Benício) e Arminda (Grazi Massafera), e mocinhos cheios de personalidade, como Lorena (Alanis Guillen) e Viviane (Gabriela Loran), o ator conta que precisou de muito mais que nostalgia para trazer Crô de volta às novelas.
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Marcelo Serrado como Crô na novela Três Graças
TV Globo/Léo Rosário
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Marcelo Serrado como Crô na novela Três Graças
Reprodução/ TV Globo
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Marcelo Serrado como Crô na novela Três Graças
TV Globo/Léo Rosário
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Marcelo Serrado como Crô na novela Três Graças
TV Globo/Léo Rosário
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Crô (Marcelo Serrado) aparecerá em Três Graças
Matheus Cabral/TV Globo
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Marcelo Serrado como Crô na novela Três Graças
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Marcelo Serrado como Crô na novela Três Graças
TV Globo/Léo Rosário
“Crô é um personagem muito especial e marcante não só na minha carreira; é um personagem que rendeu momentos especiais na televisão, no cinema, e nas histórias das novelas, né? Então, poder trazer esse personagem envolvente e com humor ácido para os momentos de hoje é algo bacana e desafiador”, avalia.
Outro ponto importante que marcou o retorno do personagem foi a transição entre as diferentes fases da carreira do ator e do audiovisual brasileiro. Marcelo Serrado conta que atualizar o personagem foi uma das partes mais importantes durante as preparações para reforçar o elenco da obra de Aguinaldo Silva, criador do personagem.
“O Crô já tem uma personalidade e características dele muito marcantes, que são de quinze anos atrás. E é claro que, assim como na vida real, os personagens passam por essa ‘evolução’ nas falas e entregas, entende? Então estou muito feliz com esse retorno e receber esse carinho de todos (os fãs) é muito legal”, confessa.
Como é a participação de Crô em Três Graças?
Crô estreou em Três Graças nessa sexta-feira (30/1), em uma cena no quarto de hospital, onde Ferette (Murilo Benício) está internado. Ele chama Ferette de “faraó” e diz ser voluntário, se dispondo a ajudar o vilão.
O retorno de Crô para a novela deixou a web em polvorosa. No X, antigo Twitter, internautas comemoraram o retorno do personagem. “Crô foi um personagem tão icônico em Fina Estampa que ganhou mais destaque que a protagonista, virou filme e 15 anos depois volta pra roubar cena em #TrêsGraças”, comentou um espectador.