Com uma trama de tirar o fôlego, um elenco de peso e um final surpreendente, a minissérie Dele e Dela é a nova favorita dos usuários da Netflix. Com apenas seis episódios para maratonar no fim de semana, a produção atualmente ocupa o 1º lugar no top dez de séries mais vistas da plataforma.
Estrelada por Tessa Thompson e Jon Bernthal, dois nomes conhecidos pelos fãs da Marvel, a história acompanha a jornalista Anna Andrews (Tessa Thompson), que sai da reclusão para investigar um assassinato na cidade natal, que acaba trazendo à tona perdas e traumas pessoais do passado.
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Tessa Thompson e Jon Bernthal em Dele e Dela da Netflix
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Jon Bernthal em Dele e Dela da Netflix
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Tessa Thompson e Jon Bernthal em Dele e Dela da Netflix
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Entre os principais segredos da protagonista está o antigo relacionamento com o delegado Jack Harper (Jon Bernthal). O romance escondido no passado de ambos não só traz sentimentos amargurados, mas também os coloca como possíveis suspeitos do assassinato brutal de Rachel.
A minissérie, que adapta o livro de mesmo nome, conquistou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes e aposta fortemente no estilo Quem Matou. A cada episódio, a narrativa coloca as convicções do público de ponta a cabeça e intriga o espectador até o último minuto, conforme ainda mais mortes vão ocorrendo.
Entenda o final
Para quem já viu Dele e Dela, o final com certeza foi uma das partes mais chocantes da minissérie. Cuidado: spoilers a seguir!
No último episódio, uma carta encontrada por Anna revela que foi a própria mãe da protagonista, Alice, quem orquestrou a morte de Rachel, Helen e Zoe. Além de premeditar os assassinatos, ela ainda se comprometeu a interpretar o papel de uma idosa demente para despitar a polícia e a todos na cidade.
O crime cruel de Alice, conforme a última cena da minissérie revela, é perdoado pela filha. Afinal, além de se vingar das atormentadoras de Anna, a mãe também conseguiu arquitetar a vida perfeita que ela sempre quis. E no final, ambas terminam cúmplices, escondendo o segredo.
A cerimônia doGlobo de Ouroserá realizada neste domingo (11/1) e, além de celebrar o cinema, é um ponto de virada para a televisão. Para as séries, a premiação marca quase um encerramento de ciclo de premiações, reunindo produções que dominaram o ano e, em muitos casos, já caminham para novas temporadas ou despedidas.
Sem representantes brasileiros entre os indicados, o destaque fica para a força das produções internacionais que lideraram conversas ao longo de 2025.
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Erin Doherty como Briony Ariston, Owen Cooper como Jamie Miller na série Adolescência da Netflix
Ben Blackall/Netflix
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Série Ruptura
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Stephen Graham como Eddie Miller em Adolescência
Ben Blackall/Netflix
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Ninguém Quer é o mais novo sucesso de audiência da Netflix
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Parker Posey em cena de The White Lotus
Fabio Lovino/HBO
A seguir, veja onde assistir às séries indicadas ao Globo de Ouro:
Netflix
A Diplomata — indicada a Melhor Série de Drama e Melhor Atriz em Série de Drama (Keri Russell).
Ninguém Quer — indicada a Melhor Série de Comédia ou Musical, Melhor Atriz em Série de Comédia ou Musical (Kristen Bell) e Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical (Adam Brody).
Adolescência — indicada a Melhor Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV, Melhor Ator em Minissérie (Stephen Graham), Melhor Atriz Coadjuvante (Erin Doherty) e Melhor Ator Coadjuvante (Owen Cooper e Ashley Walters).
O Monstro em Mim — indicada a Melhor Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV, Melhor Atriz em Minissérie (Claire Danes) e Melhor Ator em Minissérie (Matthew Rhys).
Black Mirror — indicada a Melhor Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV, Melhor Atriz em Minissérie (Rashida Jones) e Melhor Ator em Minissérie (Paul Giamatti).
Monstro: a História de Ed Gein — indicada a Melhor Ator em Minissérie (Charlie Hunnam).
Black Rabbit — indicada a Melhor Ator em Minissérie (Jude Law).
Wandinha — indicada a Melhor Atriz em Série de Comédia ou Musical (Jenna Ortega).
HBO Max (HBO)
The White Lotus — indicada a Melhor Série de Drama, Melhor Atriz Coadjuvante (Carrie Coon, Parker Posey e Aimee Lou Wood) e Melhor Ator Coadjuvante (Walton Goggins e Jason Isaacs).
The Pitt — indicada a Melhor Série de Drama e Melhor Ator em Série de Drama (Noah Wyle).
Hacks — indicada a Melhor Série de Comédia ou Musical, Melhor Atriz em Série de Comédia ou Musical (Jean Smart) e Melhor Atriz Coadjuvante (Hannah Einbinder).
The Last of Us — indicada a Melhor Atriz em Série de Drama (Bella Ramsey).
Task — indicada a Melhor Ator em Série de Drama (Mark Ruffalo).
Long Bright River — indicada a Melhor Atriz em Minissérie (Amanda Seyfried).
Disney+ / Star+ (FX e Hulu)
O Urso (The Bear) — indicada a Melhor Série de Comédia ou Musical, Melhor Atriz em Série de Comédia ou Musical (Ayo Edebiri) e Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical (Jeremy Allen White).
Abbott Elementary — indicada a Melhor Série de Comédia ou Musical.
Only Murders in the Building — indicada a Melhor Série de Comédia ou Musical, Melhor Atriz em Série de Comédia ou Musical (Selena Gomez) e Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical (Steve Martin e Martin Short).
Morrendo por Sexo — indicada a Melhor Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV e Melhor Atriz em Minissérie (Michelle Williams).
Paradise — indicada a Melhor Ator em Série de Drama (Sterling K. Brown).
Andor — indicada a Melhor Ator em Série de Drama (Diego Luna).
Chad Powers — indicada a Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical (Glen Powell).
Apple TV+
Ruptura (Severance) — indicada a Melhor Série de Drama, Melhor Ator em Série de Drama (Adam Scott), Melhor Atriz em Série de Drama (Britt Lower) e Melhor Ator Coadjuvante (Tramell Tillman).
Slow Horses — indicada a Melhor Série de Drama e Melhor Ator em Série de Drama (Gary Oldman).
Pluribus — indicada a Melhor Série de Drama e Melhor Atriz em Série de Drama (Rhea Seehorn).
O Estúdio — indicada a Melhor Série de Comédia ou Musical, Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical (Seth Rogen) e Melhor Atriz Coadjuvante (Catherine O’Hara).
The Morning Show — indicada a Melhor Ator Coadjuvante (Billy Crudup).
Prime Video
All Her Fault — indicada a Melhor Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV e Melhor Atriz em Minissérie (Sarah Snook).
A Namorada Ideal — indicada a Melhor Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV e Melhor Atriz em Minissérie (Robin Wright).
Outros streamings
Terra da Máfia (Paramount+)— indicada a Melhor Atriz em Série de Drama (Helen Mirren).
Matlock (CBS, sem exibição no Brasil) — indicada a Melhor Atriz em Série de Drama (Kathy Bates).
Poker Face (Peacock e Universal +, no Brasil) — indicada a Melhor Atriz em Série de Comédia ou Musical (Natasha Lyonne).
O Caminho Estreito Para os Confins do Norte (Universal +)— indicada a Melhor Ator em Minissérie (Jacob Elordi).
O Brasil pode fazer história mais uma vez neste domingo (11/1) durante a cerimônia do Globo de Ouro. Wagner Moura e O Agente Secreto estão indicados em categorias importantes do evento e eventuais vitórias podem impulsionar ainda mais a campanha do filme na temporada de premiações.
OAgente Secreto aparece em três categorias: Melhor Filme em Língua Não Inglesa, Melhor Filme de Drama e Melhor Ator de Drama, com Wagner Moura, e tem um certo favoritismo, segundo a crítica especializada, em duas delas.
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Wagner Moura e Tânia Maria em O Agente Secreto
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Wagner Moura em O Agente Secreto
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O Agente Secreto
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Maria Fernanda Candido em O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho
Cinema Scopio/Divulgação
Na categoria de Melhor Ator, Wagner tem um páreo duro para a vitória, competindo com astros renomados de Hollywood. Contudo, as principais revistas especializadas apostam em uma vitória do ator na categoria.
Os concorrentes de Wagner Moura são:
Dwayne Johnson — Coração de Lutador: The Smashing Machine
Jeremy Allen White — Springsteen: Salve-me do Desconhecido
Joel Edgerton — Sonhos de Trem
Michael B. Jordan — Pecadores
Oscar Isaac — Frankenstein
Concorrentes de O Agente Secreto
O Agente Secreto foi indicado em duas categorias na premiação e precisará bater grandes produções para levar as estatuetas para casa.
Em Melhor Filme em Língua Não Inglesa, o longa concorre com Foi Apenas um Acidente (França), A Única Saída (Coréia do Sul), Valor Sentimental (Noruega), Sirat (Espanha) e A Voz de Hind Rajab (Tunísia).
Na categoria de Melhor Filme de Drama, a disputa inclui grandes produções e alguns filmes internacionais: Frankenstien, Hamnet, Foi Apenas um Acidente, Valor Sentimental e Pecadores.
Chances de Wagner Moura e O Agente Secreto
A revista especializada Variety apostou na vitória de O Agente Secreto em duas categorias, a de Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator. O prêmio de Melhor Filme de Drama deve ser vencido por Hamnet, de Chloé Zhao.
O Gold Derby, site especializado na temporada de premiações, aponta a vitória de O Agente Secreto em apenas uma categoria, de Melhor Ator de Drama com Wagner Moura.
Em Melhor Filme em Língua Não Inglesa, o site aposta na vitória do longa Foi Apenas Um Acidente, de Jafar Panahi. A obra é uma coprodução entre Irã, França e Luxemburgo.
Já em Melhor Filme de Drama, o site colocou O Agente Secreto em terceiro lugar, apostando na vitória de Pecadores, de Ryan Coogler, e com Hamnet aparecendo na segunda posição.
O Distrito Federal voltou a ganhar projeção nacional na área da saúde pública. O Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) e o Hospital da Região Leste (HRL), no Paranoá, foram incluídos em um levantamento inédito que reúne os cem hospitais públicos mais bem avaliados do país, todos com atendimento integral pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A iniciativa é coordenada pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde, com apoio da Organização Pan-Americana da Saúde, do Instituto Ética Saúde, do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde e do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde. O levantamento busca identificar boas práticas de gestão hospitalar e modelos de assistência que possam servir de referência para a rede pública.
De acordo com o médico Renilson Rehem, responsável pela concepção do projeto, o reconhecimento tem caráter estratégico. “A proposta é evidenciar experiências que mostram ser possível oferecer atendimento qualificado, eficiente e humano dentro do SUS, estimulando a melhoria contínua dos serviços”, destacou.
No HMIB, a diretora Marina Silveira avaliou a inclusão da unidade como um reflexo direto do trabalho desenvolvido no dia a dia. Para ela, o resultado traduz o empenho conjunto de equipes médicas, de enfermagem, multiprofissionais e administrativas, com foco na assistência humanizada e segura a gestantes, recém-nascidos, crianças e famílias.
Já no HRL, a superintendente da Região de Saúde Leste, Maria de Lourdes Castelo Branco, ressaltou o comprometimento dos servidores. Segundo ela, o reconhecimento nacional reforça a dedicação de profissionais que atuam de forma integrada, com senso de responsabilidade social e confiança na capacidade transformadora do SUS.
Para a definição da lista, foram considerados critérios técnicos como níveis de acreditação hospitalar, taxa de ocupação, mortalidade, disponibilidade de leitos de UTI e tempo médio de internação. Apenas hospitais públicos federais, estaduais ou municipais, com mais de 50 leitos, produção registrada no Ministério da Saúde e atendimento exclusivo pelo SUS puderam participar.
O resultado evidencia o papel das unidades do DF no fortalecimento da saúde pública brasileira e na oferta de serviços essenciais com qualidade e alcance social.
A Polícia Militar do Distrito Federal deu início a uma nova estratégia de valorização do bem-estar emocional dos seus integrantes. Na sexta-feira (9), a corporação realizou a primeira edição do projeto “Café com Cuidado”, iniciativa vinculada à campanha Janeiro Branco e conduzida pelo Centro de Assistência Psicológica e Social (Caps).
A atividade foi sediada no 14º Batalhão e reuniu policiais das unidades que integram o 5º Comando de Policiamento Regional. A proposta central é simples, mas necessária: reconhecer que a rotina policial impõe desafios emocionais constantes e que o cuidado psicológico deve fazer parte da política institucional.
Diferente de ações tradicionais, o encontro foi estruturado em um ambiente leve e receptivo, com momentos de conversa orientada, escuta qualificada e orientações voltadas à saúde mental. A dinâmica incluiu acolhimento profissional, atividades reflexivas e interação entre os participantes, estimulando a troca de experiências e a construção de vínculos.
De acordo com a PMDF, o “Café com Cuidado” não se limita a uma ação isolada. O projeto será levado a diferentes comandos regionais ao longo do mês de janeiro, sempre às sextas-feiras, ampliando o acesso do efetivo a iniciativas de prevenção e cuidado emocional.
A corporação destaca ainda que o Caps mantém atendimento contínuo aos policiais militares e reforça que buscar suporte psicológico ou social é uma demonstração de consciência, responsabilidade e respeito à própria saúde.
Hamnet: a Vida Antes de Hamlet talvez seja um dos filmes mais sensíveis desta temporada de premiações e chega ao Globo de Ouro 2026 como forte candidato às seis categorias em que concorre. O longa estreia nos cinemas brasileiros no dia 15 de janeiro, mas já está em cartaz em salas selecionadas.
O filme é dirigido por Chloé Zao, um nome de peso dentro de Hollywood. A cineasta chinesa, que é a única mulher a concorrer na categoria de Melhor Diretor neste ano, fez história no Oscar de 2021 por ser a primeira mulher não branca a receber as estatuetas de direção e de Melhor Filme por Nomadland – e pode repetir o feito neste ano.
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Jessie Buckley em Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
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Paul Mescal em Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
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Paul Mescal e Jacobi Jupe em Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
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Paul Mescal e Jessie Buckley em Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
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Paul Mescal e Jessie Buckley em Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
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Zao adapta o livro de mesmo nome, que retrata como o luto de William Shakespeare pela morte do filho, Hamnet, teria inspirado o famoso autor inglês a escrever uma das mais importantes peças do teatro ocidental: Hamlet.
A tarefa de viver o escritor fica por conta de Paul Mescal, em uma performance que traz muitas semelhanças a outro trabalho elogiado do ator – Aftersun. Na trama, o intérprete faz jus à genialidade de Shakespeare, que se faz presente até nas pequenas interações com a família. Esses momentos, porém, são poucos: a ausência do patriarca fica nítida logo no início do filme, deixando claro o conflito que existe na relação com a mulher, um dos pilares da narrativa.
Agnes Shakespeare, a esposa do dramaturgo, é interpretada pela elogiada Jessie Buckley, favorita a receber o prêmio de Melhor Atriz em Filme de Drama, como fez no Critics’ Choice Awards há alguns dias. A sutileza da atuação de Buckley e a forma como Agnes se porta em relação à fama do marido humanizam a dupla e trazem universalidade e contemporanidade à história contada na era Elisabetana (século 17).
Personagem central da trama, é a partir da visão dela e da atuação brilhante da atriz que acompanhamos os altos e baixos do casal, desde o momento em que se apaixonam até o momento de maior tragédia, a morte de Hamnet.
A perda coloca ambos no estado de maior desespero, quando Shakespeare (Paul Mescal) inclusive chega a cogitar encerrar a própria vida. A veia artística do ator, porém, o ressucita com um propósito nítido: trazer de “volta” o filho perdido do casal através da arte.
Dessa forma, é fácil se identificar com os dramas conjugais do casal e com o luto pelo qual eles passam, tornando ainda mais impressionante e potente a forma como Shakespeare usa esses sentimentos de combustível para escrever o que para muitos é a obra mais importante do teatro inglês.
Metrópoles no Globo de Ouro
Neste domingo (11/1), a equipe do Metrópoles comenta todos os destaques da cerimônia do Globo de Ouro. A live começa às 21h30 e terá avaliação dos looks que desfilarem pelo tapete vermelho, comentários sobre os concorrentes das principais categorias, revelação dos vencedores e, claro, tudo o que você precisa saber sobre O Agente Secreto.
Ative a notificação do vídeo abaixo e acompanhe ao vivo com nossa equipe.
O Globo de Ouro acontece neste domingo (11/1) e reúne alguns dos principais destaques do cinema e da televisão em 2025. Tradicional termômetro da temporada de premiações, a cerimônia costuma influenciar o fôlego de produções que seguem na disputa por outros prêmios importantes ao longo do ano.
Entre os indicados desta edição, chama atenção a presença de várias séries e filmes inspirados em obras literárias. As obras serviram de base para histórias que hoje disputam espaço entre as mais celebradas do audiovisual.
Confira alguns dos títulos que nasceram nas páginas antes de chegar às telas.
Slow Horses
Indicada ao Globo de Ouro 2026, Slow Horses se firmou como uma das séries de espionagem mais elogiadas da atualidade. Produção da Apple TV+, a trama acompanha agentes desacreditados do serviço secreto britânico, liderados pelo corrosivo Jackson Lamb. A série foi indicada a Melhor Série de Drama e Melhor Ator em Série de Drama, com Gary Oldman.
A história é baseada na saga literária de Mick Herron. Os dois primeiros volumes, Slow Horses e Leões Adormecidos, que inspiraram as primeiras temporadas, chegaram ao Brasil em janeiro, publicados pela Intrínseca.
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Capa do livro Slow Horses, de Mick Herron, que inspirou a série da Apple TV
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Capa do livro Leões Adormecidos, de Mick Herron, sequência de livro que inspirou a série da Apple TV
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All Her Fault
Disponível no Prime Video, All Her Fault é baseada no livro homônimo da escritora irlandesa Andrea Mara. A trama acompanha o desespero de uma mãe que vai buscar o filho na casa de um coleguinha e descobre que ninguém ali sabe quem é a criança — nem quem ela é.
A autora se inspirou em uma situação real vivida em 2015, quando foi buscar a filha após uma brincadeira e encontrou a casa completamente vazia. A experiência deu origem ao suspense psicológico que agora ganha adaptação para a TV.
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Cena de All Her Fault
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Cena de All Her Fault
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Cena de All Her Fault
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Cena de All Her Fault
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Morra, Amor
O filme Morra, Amor é adaptado do romance homônimo da escritora argentina Ariana Harwicz. A obra se passa em uma região isolada da França e acompanha uma mulher em conflito entre o desejo de pertencimento e a vontade de romper com tudo.
O livro aborda maternidade, casamento, liberdade e exclusão com uma linguagem crua e intensa, explorando os paradoxos do amor e da condição feminina — elementos que foram levados para a adaptação cinematográfica.
Sonhos de Trem
Sonhos de Trem é inspirado na novela homônima do escritor americano Denis Johnson. A história acompanha Robert Grainier, um lenhador e trabalhador ferroviário no início do século 20, em uma narrativa marcada por solidão, perdas e a passagem do tempo.
Publicado originalmente em 2002, o livro se tornou um marco da literatura contemporânea americana e foi lançado no Brasil pela Companhia das Letras.
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Cena de Sonhos de Trem
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Cena de Sonhos de Trem
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Cena de Sonhos de Trem
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Uma Batalha Após a Outra
Dirigido por Paul Thomas Anderson e estrelado por Leonardo DiCaprio, Uma Batalha Após a Outra tem como base o romance Vineland, publicado por Thomas Pynchon em 1990.
A adaptação transporta a trama de contracultura e militância política do livro para um contexto contemporâneo, mantendo o tom satírico e crítico do autor. No Brasil, Vineland foi publicado pela Companhia das Letras.
Hamnet
O filme Hamnet é inspirado no romance homônimo da escritora Maggie O’Farrell. A obra reimagina a vida de Agnes Hathaway, esposa de William Shakespeare, e o impacto devastador da morte do filho do casal, Hamnet — evento que teria influenciado a criação de Hamlet.
O livro, lançado no Brasil pela Intrínseca, é a base do longa dirigido por Chloé Zhao, com roteiro assinado pela própria O’Farrell em parceria com a cineasta.
Frankenstein
A nova adaptação de Frankenstein, dirigida por Guillermo del Toro, parte do clássico Frankenstein, ou o Prometeu Moderno, escrito por Mary Shelley e publicado em 1818. Considerado um marco da ficção científica e do horror, o romance discute temas como ambição, solidão, alteridade e os limites da criação humana.
No Brasil, a obra de Shelley ganhou diversas edições ao longo dos anos por diferentes editoras, mantendo-se como uma das histórias mais influentes da literatura mundial.
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Chaiany
Desempregada de 25 anos, Chaiany nasceu em Brasília (DF) e atualmente mora em São João da Aliança, município de Goiás. Sempre viveu na roça e passou a adolescência sem acesso à internet e à tecnologia. Começou a trabalhar aos 10 anos, ajudando nas atividades rurais e, aos 15, engravidou de sua filha.
“Eu estou na pior situação, mas fazendo o bem ao outro. Acho que isso esgota minha energia”, avalia.
Jordana
Advogada e modelo de 29 anos, Jordana nasceu em Paraíso do Tocantins (TO), mas mora em Brasília (DF). Já trabalhou como bartender, professora de inglês, entre outras funções.
Considera-se empática, fácil de fazer amizades e carismática. Segundo ela, seu estilo é vencer no argumento. “Eu prefiro dormir arrependida do que com vontade”, diz ela.
Paulo Augusto
Estudante de medicina veterinária de 21 anos, Paulo Augusto é natural de Inhumas (GO) e vive em Anápolis (GO). Ainda novo, sente orgulho de suas conquistas.
Não tem medo de se posicionar e sai do sério com pessoas que falam pelas costas ou inventam coisas a seu respeito. “Sou aquele tipo de pessoa que vive tudo de verdade, sem medo de ser quem é”, afirma.
Ricardo
Modelo e dançarino de 35 anos, Ricardo é natural de Niquelândia (GO) e vive em Goiânia (GO). Já foi atleta profissional de basquete, tendo jogado em vários times pelo Brasil, mas optou pela carreira de modelo por considerar o rendimento financeiro.
O goiano diz ser um cara tranquilo e sincero, mas que não deixa de se posicionar quando algo o desagrada. “Ninguém sabe o que eu passei para estar aqui. O sol tem que brilhar para mim também”, observa.