A equipe de Milena se pronunciou nesse domingo (12/4) após acusações de que a participante teria ajudado Jordana a vencer a Prova do Líder do BBB 26. Em nota, a defesa negou qualquer favorecimento e classificou a narrativa como falsa.
“Estão circulando narrativas falsas de que Milena haveria entregado a prova para Jordana. Isso é mentira e sequer faz sentido porque a Jordana é um embate direto da Milena na casa“, afirmou o comunicado.
A polêmica começou após a etapa final da prova de memória, quando Milena declarou em voz alta que havia cometido um erro na montagem. O momento chamou atenção de Tadeu Schmidt: “Tia Milena deu a chance pra Jordana, contou para Jordana que tinha errado”.
O posicionamento também rebate interpretações sobre a fala do apresentador. “A fala do Tadeu dá a entender que a Milena deu uma chance para a Jordana, mas vendo o vídeo fica claro que não foi dessa forma. Vamosjogar com a verdade!”, conclui.
1 de 5
Milena, do BBB 26
Manoella Mello/Globo
2 de 5
Milena do BBB 26
Reprodução/BBB
3 de 5
Milena, do BBB26
TV Globo/Reprodução
4 de 5
Milena BBB 26
Reprodução/Instagram
5 de 5
Milena do BBB 26
Reprodução/BBB
Após a dinâmica, Jordana afirmou que não foi beneficiada e disse que, ao escutar Milena, acabou se confundindo, trocando uma peça correta e cometendo seu único erro.
Na nota, a equipe de Milena sustenta que o vídeo comprova que não houve ajuda: “Como podem ver no vídeo, a Milena comenta que errou a lâmpada, já o que a Jordana troca são as outras peças, e foi justamente nessa troca que Jordana erra e isso faz com que haja o desempate com a Gabi”, diz o texto.
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizou, nesta sexta-feira (10), uma sessão solene em alusão ao Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, celebrado em 2 de abril. O encontro reuniu pessoas autistas, familiares, autoridades públicas e profissionais de áreas como saúde e direito para discutir políticas públicas, desafios e avanços relacionados ao tema.
Proponente da iniciativa, o deputado distrital Eduardo Pedrosa (União), presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Pessoas com Autismo, destacou que, apesar de avanços, ainda há lacunas significativas, sobretudo no acesso à saúde, educação e mercado de trabalho.
Segundo o parlamentar, a inclusão produtiva é um dos principais gargalos. “Os índices de desemprego entre adultos autistas são altíssimos. Isso não acontece por falta de capacidade, mas por falta de oportunidade, adaptação e compreensão”, afirmou. Ele também apontou a ausência de políticas estruturadas e incentivos às empresas como fatores que dificultam a inserção profissional, classificando o problema como uma perda social e econômica.
Mesmo quando conseguem ingressar no mercado, pessoas autistas ainda enfrentam obstáculos. O presidente do Movimento Orgulho Autista (Moab), Edilson Barbosa, denunciou situações de capacitismo estrutural, especialmente no serviço público. Segundo ele, há casos de servidores que têm direitos negados, sobretudo aqueles classificados no nível 1 de suporte.
“Não existe meio autista ou autista leve demais para ter direitos. Negar o status de pessoa com deficiência a um servidor concursado é um ato nulo e ilegal”, declarou Barbosa. Ele alertou que a falta de adaptações no ambiente de trabalho pode gerar consequências como burnout e isolamento, e informou que denúncias poderão ser levadas à Comissão Interamericana de Direitos Humanos.
Apesar dos desafios, a sessão também evidenciou avanços recentes. Um dos destaques foi a inauguração do primeiro Centro de Referência Especializado em Transtorno do Espectro Autista no Distrito Federal (Cretea-DF), localizado na Estação 108 Sul do metrô e em funcionamento desde dezembro de 2025. A unidade atende crianças de 0 a 10 anos e conta com equipe interdisciplinar.
De acordo com a gerente do centro, Viviane Veras, os primeiros meses de atendimento já apresentam resultados positivos. “É gratificante ver como as crianças têm evoluído”, afirmou. O deputado Eduardo Pedrosa defendeu a ampliação do modelo, com novas unidades e atendimento também a adolescentes e adultos.
A sessão também abriu espaço para relatos de familiares. A empreendedora Dulcelene Rodrigues, mãe de dois filhos autistas, relatou dificuldades enfrentadas para conciliar o cuidado com os filhos e a vida profissional. “A maternidade atípica é uma sentença de pobreza, solidão e guerra burocrática”, disse. Ela criticou os critérios de acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), que, segundo afirmou, são excessivamente rígidos.
Por fim, outro depoimento foi o de Cibelle Lopes, mãe de três filhos autistas e coordenadora da frente parlamentar na CLDF. Ela chamou atenção para o adoecimento emocional de mães atípicas diante da falta de suporte estatal. Em sua fala, também deixou uma mensagem de incentivo às mulheres na mesma situação, destacando a importância da resistência e do apoio mútuo diante das dificuldades.
A terceira temporada de Euphoria estreia neste domingo (12/4) e marca o aguardado retorno da série após um hiato de quatro anos. A nova fase acompanha os personagens cinco anos após o fim da 2ª temporada, com eles precisando lidar com os desafios da vida adulta após o fim do ensino médio.
O primeiro episódio vai ao ar às 22h, com exibição simultânea pelo canal HBO e pela plataforma HBO Max. No total, serão oito capítulos, lançados semanalmente sempre aos domingos, no mesmo horário.
1 de 6
Rue (Zendaya) na 3ª temporada de Euphoria
Divulgação/HBO
2 de 6
Barbie interpreta a personagem Kat Hernandez
HBO/Reprodução
3 de 6
Na série, arco de Kat aborda questões como autoaceitação, sexualidade e autoconfiança
HBO/Reprodução
4 de 6
Zendaya como Rue em Euphoria
Reprodução/HBO Max
5 de 6
Euphoria
Reprodução/HBO
6 de 6
Euphoria
Reprodução/HBO
Cinco nos após os eventos da 2ª temporada, Rue, interpretada por Zendaya, segue no centro da narrativa, agora enfrentando novas camadas de conflitos enquanto tenta lidar com vícios, relações e decisões que podem mudar seu futuro.
A nova temporada também terá os retornos de Hunter Schafer, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie e Maude Apatow, todos com novas tramas. A temporada conta com novidades no elenco com a entrada de artistas como Sharon Stone e Rosalía.
A apresentação de Justin Bieber no Coachella nesse sábado (11/4) repercutiu negativamente nas redes sociais. O cantor canadense, que era uma das atrações principais do evento, recebeu críticas após subir ao palco com um show considerado “minimalista” por parte do público, com direito a momentos em que cantou acompanhando dos clipes das músicas dele no YouTube.
Em um dos momentos mais comentados, o artista navegou por vídeos antigos e cantou junto com hits como Baby e Never Say Never, em uma espécie de “karaokê de si mesmo”. Bieber recebeu convidados no palco, como The Kid Laroi, Tems e Wizkid, além de incluir um trecho acústico com músicos ao vivo.
1 de 4
Justin Bieber
Reprodução/Instagram
2 de 4
Justin Bieber no Grammy 2026
John Shearer/Getty Images for The Recording Academy
3 de 4
Justin Bieber na música Peaches
Reprodução/YouTube
4 de 4
Justin Bieber
XNY/Star Max/GC Images via Getty Images
Enquanto alguns fãs criticaram a falta de estrutura, coreografias e uma produção mais elaborada, comum em shows de headliners do festival, outros viram a performance como íntima e nostálgica, destacando a proximidade com o público.
A apresentação dividiu opiniões e tomou conta do X, com a hashtag Bieberchella entrando para os assuntos mais comentados. Vale lembrar que este foi o retorno do artista aos palcos após o cancelamento da turnê Justice, em 2023, por causa de problemas de saúde.
Polêmica na apresentação
Outro ponto que chamou a atenção foi o uso dos vídeos do YouTube durante a apresentação. Nas redes sociais, muitos fãs passaram a especular que a decisão poderia estar relacionada ao fato de o cantor ter vendido recentemente os direitos de suas músicas. A associação, no entanto, não foi confirmada oficialmente.
A repercussão chegou até outros artistas. Durante o show, Katy Perry fez uma brincadeira sobre o momento em que Bieber usava vídeos da plataforma: “Graças a Deus, ele tem . Eu não quero ver nenhum anúncio”, disse, arrancando risadas.
Nas redes sociais, o público criticou a apresentação do artista, questionando o nível do show, especialmente pelo fato de Bieber ser um dos artistas mais bem pagos do festival.
“Você tá me dizendo que ele foi o mais bem pago para fazer essa m*?”, escreveu um usuário. “Esse cara não fez o menor esforço para comandar o Coachella. Só tocando os sucessos no YouTube por um minuto cada”, disse outra pessoa.
Também houve quem relacionasse o formato do show à venda do catálogo musical do cantor: “Justin Bieber não possuir mais o catálogo de sua música é uma enorme razão pela qual sua apresentação está focada em promover música nova”.
Outras pessoas fizeram comparações entre o show do canadense e de outras pessoas no festival. “O Justin Bieber faz um show low effort no Coachella e chamam de intimista. Uma mulher faz o mínimo abaixo do impecável e já vira ‘decadência’. A régua nunca foi a mesma”, criticou outro.
Um computador e o YouTube. Da mesma maneira que começou sua carreira, Justin Bieber conduz seu show no Coachella, um dos maiores festivais musicais do mundo.
A governadora Celina Leão participou, neste domingo (12), do encerramento da 11ª Feira da Goiaba, realizada no Parque de Exposições de Brazlândia. Com entrada gratuita mediante a doação de um quilo de alimento não perecível, o evento reuniu produtores rurais, empreendedores e visitantes em uma das principais vitrines do calendário agrícola do Distrito Federal.
Ao circular pelos estandes, a governadora destacou o papel da feira na promoção da produção local e na abertura de mercado para agricultores da região. Segundo ela, a maioria dos produtores de goiaba no DF é formada por famílias que mantêm a atividade há gerações, o que reforça o caráter tradicional da cultura agrícola em Brazlândia.
“Este evento mostra a força dos produtos daqui do DF”, enfatizou a governadora. “A maioria dos produtores é formada por famílias que estão na atividade há duas ou três gerações. É uma oportunidade para eles apresentarem seus produtos e ampliarem o acesso ao mercado”,destacou Celina Leão.
Durante o evento, também foi promovido um encontro entre produtores e redes de supermercados do DF, com o objetivo de ampliar a comercialização da fruta produzida na região.
Dados da Emater-DF indicam que o Distrito Federal conta com 156 produtores de goiaba, sendo cerca de 90% concentrados em Brazlândia. Em 2024, a produção superou 7,4 mil toneladas, cultivadas em uma área de 432 hectares. O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) da fruta ultrapassou R$ 38,4 milhões no período.
Organizada pela Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão e pelo Instituto Alvorada Brasil, a feira contou com apoio de órgãos do governo local e federal, além de parcerias institucionais. A estrutura incluiu espaços voltados à comercialização e convivência, como o Empório da Goiaba, o Salão do Produtor, o Salão do Artesanato e uma área gastronômica. Também houve atrações voltadas ao público infantil, como a Fazendinha.
Outro destaque foi o Salão Tecnológico, com experiências interativas que incluíram robótica, simuladores e recursos de realidade virtual, ampliando o perfil do evento para além da produção agrícola.
A programação cultural reuniu artistas de diferentes estilos, entre eles Israel & Rodolffo, Tuca Fernandes, Pablo, Henry Freitas, Zezo e Eduardo Costa, atraindo público ao longo dos dias de evento.
A feira também sediou o 6º Concurso de Receitas com Goiaba, organizado pela Emater-DF, com foco na valorização da fruta e no incentivo ao seu uso na gastronomia local. O evento se consolida como um dos principais pontos de encontro entre produção rural, cultura e negócios no Distrito Federal.
O programa Wi-Fi Social DF, iniciativa do Governo do Distrito Federal voltada à oferta de internet gratuita em espaços públicos, superou a marca de 150 milhões de acessos desde a sua criação, em 2019.
A rede está disponível em diferentes regiões administrativas — da Fercal ao Gama, passando por Brazlândia, São Sebastião, Itapoã e Ceilândia — e segue em expansão, com previsão de novos pontos ao longo de 2026.
Coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), o projeto se firmou como uma das principais frentes de inclusão digital no DF. Atualmente, a cobertura já alcança mais de 25 regiões administrativas, com foco em áreas de grande circulação e menor acesso a serviços de conectividade.
Para utilizar o serviço, o usuário deve ativar o wi-fi do celular, selecionar a rede “Wi-Fi Social DF” e realizar um cadastro simples no primeiro acesso. Nos usos seguintes, basta informar login e senha. O sistema pode impor limites de tempo e velocidade, medida adotada para garantir maior estabilidade da rede e ampliar o número de usuários atendidos.
Embora seja aberta ao público, a rede exige atenção. O governo recomenda que os usuários verifiquem a autenticidade do sinal antes de se conectar e evitem o compartilhamento de dados sensíveis, como senhas e informações bancárias, em redes públicas.
Arelação completa dos pontos ativos disponível no site oficial.
A realização do Campeonato Mundial de Marcha Atlética colocou Brasília, neste domingo (12), no cenário internacional da modalidade. Com atletas de cerca de 40 países e estrutura montada na região central da capital, o evento reuniu competidores de alto nível e presença de público ao longo do dia.
Logo nas primeiras horas da manhã, a movimentação já se concentrava nos arredores do Museu Nacional, onde foram instaladas áreas de apoio, controle de acesso e a logística necessária para receber público e atletas. A programação teve início às 6h45, com as provas de longa distância sendo disputadas em circuitos urbanos fechados.
Entre os destaques, o brasileiro Caio Bonfim voltou a figurar entre os principais nomes da marcha atlética. Medalhista olímpico, ele conquistou a medalha de bronze após uma prova marcada pelo desgaste físico. “Foi uma das provas mais difíceis da minha carreira. No fim, eu já não sentia as pernas, mas a energia da torcida me levou até o final”, afirmou.
A prova masculina de 21 km foi vencida pelo italiano Francesco Fortunato, enquanto o etíope Misgana Wakuma ficou com a segunda colocação. Bonfim completou o pódio.
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, comentou a realização do evento e a participação brasileira. Segundo ela, a competição reúne atletas de diferentes países e projeta o desempenho nacional na modalidade. Em sua avaliação, o resultado de Caio Bonfim reflete o nível competitivo da prova.
Além da elite, as provas das categorias de base também integraram a programação ao longo da manhã. As disputas sub-20 tiveram início às 7h15, seguidas pelas provas femininas. Na sequência, ocorreram as largadas das demais provas de meia maratona.
Os percursos foram adaptados ao formato urbano. A maratona foi realizada em um circuito de 2 km, com voltas sucessivas até completar os 42,195 km. Já a meia maratona utilizou circuito de 1 km.
No feminino, o Brasil também registrou desempenho relevante. As atletas Viviane Lyra, Gabriela de Sousa e Mayara Luize Vicentainer terminaram entre as 12 primeiras colocadas na maratona. Na classificação por equipes, o país conquistou a medalha de bronze, ficando atrás de Equador e Itália.
O secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, comentou a realização do campeonato e seus efeitos. Segundo ele, o evento integra o calendário internacional da modalidade e mobiliza diferentes setores ligados à organização esportiva e ao turismo.
Já o presidente da Confederação Brasileira de Atletismo, Wlamir Campos, destacou características da competição. De acordo com ele, esta é a primeira edição realizada no Hemisfério Sul e envolveu preparação ao longo dos últimos anos, com participação de diferentes instituições.
Entre os participantes, histórias individuais também marcaram a competição. O brasileiro Gonçalves dos Santos, de 31 anos, concluiu a prova entre os 30 primeiros e relembrou sua trajetória nas mesmas ruas onde já trabalhou como entregador. “Hoje competir aqui, entre os melhores do mundo, mostra que todo esforço valeu a pena”, disse.
Com a participação de atletas, delegações e público ao longo do dia, o campeonato integrou o calendário internacional da marcha atlética e reuniu provas em circuito concentrado na área central da capital.
Brasília recebeu neste domingo (12) o Campeonato Mundial de Marcha Atlética, reunindo atletas de diferentes países em percursos montados na região central da capital. O evento integrou o calendário internacional da modalidade e levou competidores e público ao entorno do Museu Nacional ao longo do dia.
Desde as primeiras horas da manhã, a movimentação se concentrou na área preparada para as provas. A programação começou às 6h45, com as maratonas masculina e feminina, disputadas em circuitos fechados planejados para a realização das competições.
Entre os destaques, o brasileiro Caio Bonfim voltou ao pódio em uma competição de alto nível. Medalhista olímpico, ele conquistou o bronze na prova de 21 km após uma disputa marcada pelo desgaste físico.
“Na parte final, eu já estava completamente esgotado, mas cada vez que olhava para o público encontrava um motivo para seguir. Foi na base da força de vontade”, afirmou o atleta.
Ele também destacou o aspecto emocional da prova. “Foi uma das provas mais duras que já enfrentei, muito mais pela cabeça do que pelo corpo. A expectativa é grande, a gente sente isso, mas procurei me manter fiel à minha técnica até o fim”, disse.
A disputa foi vencida pelo italiano Francesco Fortunato, com o etíope Misgana Wakuma na segunda colocação. Bonfim completou o pódio.
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, comentou a realização do evento e o resultado do atleta brasileiro. “O Caio traduz muito do que o esporte representa: esforço, disciplina e superação. Para nós, essa medalha tem um valor importante”, declarou.
Ela também mencionou a realização do campeonato na capital. “Receber uma competição desse porte mobiliza diferentes setores e envolve a cidade em uma dinâmica ligada ao esporte e à organização de eventos”, acrescentou.
As provas seguiram ao longo da manhã com categorias de base e outras disputas. Os circuitos urbanos exigiram estratégia dos atletas, com percursos de múltiplas voltas — 2 km na maratona e 1 km na meia maratona.
No feminino, o Brasil também registrou desempenho relevante. Viviane Lyra, Gabriela de Sousa e Mayara Luize Vicentainer terminaram entre as melhores da maratona e garantiram o bronze por equipes, atrás de Equador e Itália.
O secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, comentou a realização do evento. “A competição faz parte do calendário internacional da modalidade e envolve diferentes áreas ligadas ao esporte e à organização na cidade”, afirmou.
Já o presidente da Confederação Brasileira de Atletismo, Wlamir Campos, destacou aspectos da preparação. “Foi um trabalho realizado ao longo dos últimos anos, com participação de diversas instituições envolvidas na organização do campeonato”, disse.
Entre os atletas brasileiros, Gonçalves dos Santos também relatou sua trajetória após terminar entre os 30 melhores. “Eu já percorri essas ruas trabalhando para seguir no esporte, e hoje estou competindo com atletas do mundo inteiro aqui. É a prova de que todo esforço valeu a pena”, declarou.
Ao longo do dia, o campeonato reuniu provas, atletas e público em circuitos concentrados na área central da capital, compondo a programação da modalidade no cenário esportivo internacional.
Os participantes do Passa ou Repassa deste domingo (12/4) chamaram a atenção nas redes sociais. Isso porque nenhum deles soube responder a uma pergunta fácil sobre o corpo humano. O erro custou caro para o time azul, que acabou perdendo todos os pontos.
A edição do quadro do Domingo Legal, apresentado por Celso Portiolli, contou com as participações de Gabi Prado, Mariana Menezes e Taty Girl no time azul. Já o time amarelo tinha Junior Vox, JC Sampa e Alam Beat.
1 de 5
Melody fez time perder todos os pontos no Passa ou Repassa
Reprodução/SBT
2 de 5
Celso Portiolli no Passa ou Repassa
Reprodução/SBT
3 de 5
Celso Portiolli é apresentador do Domingo Legal
Reprodução/SBT
4 de 5
Celso Portiolli se decepciona após filha não responder pergunta no Passa ou Repassa: "Jogamos dinheiro fora"
Reprodução/SBT
5 de 5
Celso Portiolli durante o Passa ou Repassa
Reprodução/SBT
Ainda no começo do programa uma pergunta fácil sobre o corpo humano fez as duas equipes ficarem confusas. “Como é popularmente conhecida a cicatriz na barriga deixada pelo corte do cordão umbilical?”, questionou Portiolli.
Primeiro, o time amarelo ponderou sobre a pergunta, mas decidiram por passar a vez para a equipe azul. O apresentador, inclusive, acreditou que as meninas da equipe conseguiriam responder com tranquilidade e repetiu a pergunta.
As mulheres, no entanto, também tiveram dificuldade na hora de responder e discutiram bastante antes de Taty dizer: “Cesária?”. Com o erro, Celso Portiolli nem perdeu muito tempo e logo revelou que elas tinham errado.
A resposta correta era “umbigo”. Assim, o time azul acabou perdendo todos os pontos conquistados. “Perderam tudo”, riu o apresentador.
Uma mulher de 53 anos morreu após ser atingida por um disparo de arma de fogo durante uma troca de tiros entre um policial militar de folga e suspeitos de terem praticado um roubo na zona leste da capital paulista. O crime ocorreu na noite deste sábado (11) na Avenida Regente Feijó.
Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a vítima foi atingida por um disparo ocorrido em um tiroteio após um policial de folga ter presenciado um roubo de motocicleta no local.
Ainda não se tem informações se a bala que atingiu a vítima foi disparada pelo policial ou pelos suspeitos do roubo.
“De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima foi atingida por um disparo durante um roubo, quando um grupo de suspeitos em motocicletas abordou um homem que pilotava uma moto e roubou o veículo. Um policial militar de folga que presenciou a ação interveio, houve confronto e uma mulher que estava nas proximidades foi atingida”, diz nota enviada pela secretaria.
A vítima chegou a ser socorrida ao Hospital Tatuapé, mas não resistiu aos ferimentos.
A secretaria informou que o caso foi registrado como roubo, resistência e homicídio e que as circunstâncias da ocorrência são investigadas pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para identificar e localizar os suspeitos e tentar esclarecer a origem do disparo que atingiu a vítima. Além disso, foi instaurado um Inquérito Policial Militar (IPM) pela Polícia Militar.
O artista visual Jeff Alan está em cartaz com a exposição Comigo Ninguém Pode na Caixa Cultural Brasília. Na mostra, com visitação gratuita até 31 de maio, pessoas negras são colocadas em posição de protagonismo.
Com um olhar que cria outro contexto social para pessoas que ficavam à margem da produção artística, o artista busca centralizar as pessoas negras nos 50 trabalhos que estão expostos na capital federal.
“Na história da arte, as pessoas negras, quando eram retratadas, na maioria das vezes, estão no fundo da obra, servindo a pessoas brancas. São corpos estirados no chão, corpos escravizados. A gente via pessoas que não tinham o direito de sonhar. A minha obra traz essas pessoas para a frente. Eu dou nome, sobrenome, mostro os olhares, falo sobre os sonhos, sobre essas histórias vivas”, explica.
1 de 3
Jeff Alan está com a exposição Comigo Ninguém Pode na Caixa Cultural Brasília
Divulgação
2 de 3
As obras de Jeff Alan ficam expostas até 31 de maio
Divulgação
3 de 3
A entrada é gratuita
Divulgação
Jeff Alan também exalta a importância de encorajar o sentimento de pertencimento da juventude negra dentro do trabalho, focando na questão dos sonhos pessoais.
“Eu mostro também caminhos ancestrais que, durante muito e muito tempo, foram caminhos de muito sangue, caminhos que interromperam muitos sonhos. Eu busco mostrar que essas pessoas existem, que essas pessoas querem viver seus sonhos e querem se encontrar dentro dos museus, de equipamentos de cultura”, justifica.
Inspirado no Bairro do Barro, em Recife, o artista visual adotou a técnica de retratos para reproduzir as pessoas com as quais ele convivia no local, destacando a beleza das periferias brasileiras.
“Quem for visitar a exposição vai encontrar retratos de pessoas vivas, que querem ser vistas. Vai conhecer um pouco sobre o meu bairro, vai entender os dois caminhos da minha obra: o caminho vermelho e o caminho azul. O caminho vermelho é um caminho de coragem, de luta, é um caminho que muitas das vezes interrompe nossos sonhos. E aí eu vou encontrando o caminho azul, que é um caminho de sonhos.”
Serviço Comigo Ninguém Pode – A Pintura de Jeff Alan De terça a domingo, das 9h às 21h, até 31 de maio, Na Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul – SBS-, Quadra 4, Lotes 3/4, Asa Sul). Classificação indicativa livre. Entrada gratuita.
Anitta fez história na televisão internacional. A artista se apresentou no Saturday Night Live (SNL) neste sábado (11/4) e se tornou a primeira brasileira a subir ao palco do tradicional programa de humor norte-americano. Na atração, ela cantou a nova música, Choka Choka, parceria com Shakira, e surpreendeu o úublico ao cantar a faixa inédita Várias Quejas.Veja a apresentação:
Durante a participação, a cantora apresentou pela primeira vez na TV a faixa Choka Choka, parceria com Shakira, que foi lançada na última semana. A música faz parte do novo álbum da artista, EQUILIBRIVM, que será lançado na próxima quinta-feira (16/4).
Além do single, Anitta surpreendeu ao cantar uma segunda faixa inédita do projeto, intitulada Várias Quejas. Antes da apresentação, ela tinha adiantado que mostraria ao público uma música ainda não revelada.
A canção é uma versão de Várias Queixas, sucesso do Olodum, popularizado nacionalmente pelo grupo Gilsons.
O álbum EQUILIBRIVM também contará com participações de nomes da música brasileira, como Liniker, Marina Sena, Luedji Luna, Os Garotin e Ebony, além da parceria com Shakira.
A série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead estreou na última quarta-feira (8/4) com a proposta de expandir o universo de O Conto da Aia (Handmaid’s Tale, em inglês), mantendo a trama ambientada no regime autoritário de Gilead. Assim como a produção original, a nova história também é baseada em um livro e se inspirou nessa obra para construir a narrativa da série.
Os Testamentos, de Margaret Atwood, foi lançado 34 anos após O Conto da Aia e funciona como uma continuação direta da história. Na trama, já se passaram 15 anos desde o livro original, em um momento em que Gilead ainda existe, mas começa a dar sinais de desgaste interno.
A narrativa é construída sob o ponto de vista de três mulheres. Agnes cresceu dentro de Gilead, foi criada por uma família poderosa de comandantes, e preparada desde cedo para cumprir o papel de esposa dentro do regime. Já Daisy vive no Canadá, levando uma vida comum até descobrir que o passado dela está diretamente ligado ao sistema que domina o país vizinho.
A terceira voz é a de Tia Lydia, uma das figuras mais influentes de Gilead e que teve papel importante na série original. No volume, ela fica responsável por um lado mais estratégico que pode abalar as estruturas de poder da sociedade vigente.
Ao longo da trama literária, as histórias das três personagens vão se conectando e serão fundamentais para expor fragilidades do regime, apontando possíveis caminhos de queda de Gilead.
Apesar de se inspirar diretamente no livro, ainda não é possível afirmar se a série seguirá exatamente os mesmos caminhos da obra original.
Já nos primeiros episódios, fica claro que a adaptação tomou algumas liberdades, alterando elementos narrativos, para tornar a história mais fluida na televisão e, ao mesmo tempo, reforçar a conexão com os acontecimentos de O Conto da Aia. Confira as principais mudanças abaixo:
1 de 6
Representada cerca de 5 anos depois do final de O Conto da Aia, Os Testamentos acompanha Agnes, uma adolescente obediente e devota; e Daisy, uma jovem recém-chegada e convertida vinda de fora das fronteiras de Gilead
Reprodução/ Disney+
2 de 6
The Testaments, nome em inglês da série, é baseada no romance de 2019 de Margaret Atwood. A produção, do Hulu, foi criada por Bruce Miller
Reprodução/ Disney+
3 de 6
A nova trama foca na geração seguinte de Gilead – a cidade fictícia representada no seriado original
Reprodução/ Disney+
4 de 6
Prevista para estrear nesta quarta-feira (8/4), a série Os Testamentos das Filhas de Gilead, do Disney+, é, além de um spin-off, uma continuação direta de O Conto da Aia
Reprodução/ Disney+
5 de 6
Tia Lydia (Ann Dowd) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
Divulgação/Disney +
6 de 6
Cena da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
Divulgação/Disney +
Atenção: o texto a seguir pode conter spoilers sobre o livro e a série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead.
Mudança na linha do tempo
A alteração mais significativa entre texto de Margaret Atwood e a série está no período em que a história se passa. Enquanto o livro se passa 15 anos depois de O Conto da Aia, a série encurta esse intervalo para cerca de quatro a cinco anos após os eventos finais da produção original.
Personagens e relações reconfiguradas
A dinâmica entre Agnes e Daisy também passa por mudanças importantes. Na obra literária, existe uma diferença de idade grande entre as duas, enquanto na série elas têm idades próximas e convivem no mesmo ambiente, o que altera a relação entre as personagens. A diferença de idade entre as duas no livro é de cerca de 10 anos.
Agnes Mackenzie (Chase Infiniti) e Daisy (Lucy Halliday) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
Além disso, a série modificou uma relação importante na vida de Agnes. Ela é criada em Gilead pelo Comandante Kyle e pela esposa dele Tabitha, que morre no livro. O pai dela então se casa com uma nova esposa, Paula, que passa a criar Agnes como filha.
Na série, esses eventos não ocorrem em cena. Tabitha já morreu quando a trama começa e Paula também já está casada com o Comandante, dando espaço para explorar a relação entre Agnes e a madrasta.
Alterações na trama e nos papéis
Além disso, a série também alterou os papéis de alguns personagens dentro da trama da série. É o caso de Garth, que trabalha como o protetor de Agnes e da família dela. No livro, ele também atua na resistência contra Gilead mas tem um papel fora do país, atuando no Canadá para ajudar Daisy a se infiltrar dentro do regime.
Outras histórias da obra de Margaret Atwood também não são as mesmas da série como a relação entre a Tia Lydia e a Tia Vidala. No entanto, essas alterações são reveladas em episódios mais próximos do fim da temporada.
O retorno de June
Outra diferença na série está em uma conexão direta com O Conto da Aia. Protagonista na produção original, June retorna em alguns capítulos de Os Testamentos com funções importantes e peça importante na jornada de Daisy até chegar à Gilead. No livro, no entanto, June só aparece no epílogo e não tem uma presença tão constante assim.