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Afeto, companhia e conforto: como pets ajudam no bem-estar emocional

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Afeto, companhia e conforto: como pets ajudam no bem-estar emocional

Afeto, companhia e conforto: como pets ajudam no bem-estar emocional

Psicóloga explica como a convivência com animais pode reduzir a sensação de solidão, organizar a rotina e favorecer sentimentos bons

Benefícios emocionais: a convivência com animais de estimação pode proporcionar afeto, companhia e conexão, além de ajudar na organização da rotina e no senso de propósito;

Estudo científico: pesquisa publicada em 17 de agosto no Journal of Adolescence observou associações entre a relação com cães e estratégias de enfrentamento ao estresse em adolescentes, sem estabelecer relação de causa e efeito;

Acompanhamento profissional: especialistas ressaltam que pets não substituem tratamento psicológico ou psiquiátrico diante de quadros de sofrimento intenso.

Para muitas pessoas, chegar em casa e encontrar um cachorro esperando na porta ou um gato procurando carinho faz parte da rotina. Além da companhia, a convivência com animais de estimação pode trazer benefícios emocionais ligados ao afeto, à criação de vínculos e até à organização do dia a dia.

Segundo a psicóloga Mariane Pires Marchetti, o animal pode se tornar uma presença importante tanto nos momentos positivos quanto em períodos mais difíceis.

“A convivência com um pet pode proporcionar afeto, companhia, conforto e uma sensação de conexão. Para muitas pessoas, o animal se torna uma presença importante nos momentos de alegria e também nos momentos difíceis, contribuindo para o bem-estar emocional”, afirma.

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Nódulos na amamentação costumam ser benignos, mas exigem atenção

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Nódulos na amamentação costumam ser benignos, mas exigem atenção

Nódulos na amamentação costumam ser benignos, mas exigem atenção

Alterações nas mamas são comuns no período, mas sinais persistentes, duros e sem dor podem indicar câncer e devem ser avaliados

Nódulos na lactação: é frequente o surgimento de caroços benignos durante a amamentação devido a fatores como ingurgitamento, cistos ou obstrução de ductos;

Sinais de alerta: nódulos persistentes, endurecidos, sem dor, com retração na pele ou no mamilo, ou secreções incomuns, exigem avaliação médica;

Investigação diagnóstica: exames como ultrassonografia e mamografia podem ser realizados sem a interrupção da amamentação conforme orientação médica.

Durante a amamentação, o corpo da mulher passa por mudanças intensas. A produção de leite, a ação hormonal e o aumento da vascularização das mamas podem provocar o surgimento de caroços, áreas endurecidas e desconforto. Para muitas mães, sobretudo as de primeira viagem, essas alterações geram dúvida e medo de que possam indicar algo mais sério, como o câncer de mama.

Na maioria dos casos, no entanto, os nódulos que aparecem nesse período são benignos. Ainda assim, reconhecer os sinais de alerta é fundamental para buscar avaliação médica no momento certo. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deve registrar cerca de 78,6 mil novos casos da doença por ano entre 2026 e 2028.

A radiologista Andreia Brandão, do Núcleo de Mama do Alta Diagnósticos, no Rio de Janeiro, explica que o aparecimento de caroços durante a amamentação é esperado.

“A mama está em intensa atividade. O motivo mais frequente é o leite empedrado, chamado de ingurgitamento, ou a obstrução de um ducto”, afirma.

Outras situações comuns incluem a formação de galactoceles, que são cistos preenchidos por leite, e quadros inflamatórios, como a mastite. Além disso, nódulos benignos já existentes, como fibroadenomas, podem aumentar de tamanho nesse período por influência hormonal.

A principal forma de avaliar um nódulo é observar o comportamento dele ao longo do dia, especialmente após a amamentação. “Nódulos benignos tendem a mudar de tamanho, amolecer ou até desaparecer depois que a mama é esvaziada. Também costumam ser doloridos e podem vir com vermelhidão ou calor na pele”, explica Andreia.

Já os sinais que precisam de investigação costumam ter outro comportamento. Nódulos persistentes, endurecidos, que não diminuem de tamanho após a amamentação e, em geral, não provocam dor, merecem atenção, assim como alterações na pele da mama.

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Inflamação pode influenciar pressão alta e se torna alvo de tratamento

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Inflamação pode influenciar pressão alta e se torna alvo de tratamento

Inflamação pode influenciar pressão alta e se torna alvo de tratamento

Estudo identifica novo mecanismo ligado à hipertensão e testa composto que reduz danos em vasos e órgãos em modelos animais

Estudo científico: a revista Communications Biology publicou em 13 de agosto pesquisa sobre falhas no encerramento de processos inflamatórios ligadas à hipertensão;

Novos mecanismos: a análise aponta que o controle falho da resposta imune mantém o corpo em estado de alerta, elevando a pressão arterial;

Testes com ratos: o uso do composto experimental 17b reduziu a pressão e reparou tecidos cardíacos e renais em animais;

Limitação da pesquisa: o estudo não foi realizado em humanos e o composto não deve substituir tratamentos atuais.

A pressão alta pode estar ligada a um mecanismo menos explorado do que os já conhecidos. Um estudo publicado na revista Communications Biology em 13 de agosto aponta que falhas na forma como o corpo encerra processos inflamatórios também podem contribuir para a hipertensão.

Tradicionalmente, o controle da pressão arterial se concentra em dois sistemas: o nervoso simpático, relacionado ao estresse, e os hormônios que regulam o volume de sangue e a contração dos vasos. Agora, o estudo aponta que o modo como o corpo encerra a inflamação também participa desse processo.

A inflamação faz parte da defesa do organismo, mas, quando não é interrompida, pode acabar prejudicando vasos sanguíneos e órgãos.

Os pesquisadores analisaram vias biológicas responsáveis por “encerrar” a inflamação após uma resposta imune. Quando esse mecanismo falha, o corpo pode permanecer em estado de alerta, o que se relaciona com o aumento da pressão arterial. “Essas vias ajudam a sinalizar quando o sistema imunológico deve recuar”, explicam os autores no estudo.

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Doze crianças da mesma vizinhança são diagnosticadas com câncer raro

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Doze crianças da mesma vizinhança são diagnosticadas com câncer raro

Doze crianças da mesma vizinhança são diagnosticadas com câncer raro

Após o diagnóstico, a jovem passou por cirurgia, quimioterapia e radioterapia, mas os tratamentos não funcionaram e ela não resistiu

Diagnóstico raro: recém-formada pela Universidade de Loyola em 2024, Lillian Dalton foi diagnosticada com um tumor desmoplásico de pequenas células redondas;

Histórico de saúde: após tratamentos no Instituto de Câncer Huntsman não surtirem efeito, a jovem faleceu em janeiro de 2023 aos 21 anos;

Investigação por familiares: os pais de Lillian pedem apuração das autoridades sobre casos de câncer em jovens e crianças na região de Orange, Califórnia.

Três dias após se formar na universidade, a jovem norte-americana Lillian Dalton, conhecida por Lilly, com apenas 21 anos, foi diagnosticada com um tipo muito único e raro de câncer no fígado. Ela cresceu em Laguna Niguel, no Condado de Orange, na Califórnia, e a poucos quilômetros dali, em Ladera Ranch, 12 jovens e crianças foram diagnosticados com outro tipo raro de câncer, o sarcoma de Ewing.

Por terem sido registrados mesma região onde a jovem cresceu, os pais dela, Brian Dalton e Nicole Dalton, pedem que as autoridades locais abram uma investigação para identificar a possível causa da doença.

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Após se formar no curso de História da Universidade de Loyola, em Nova Orleans, em 2024, Lilly sentiu uma forte dor de estômago. Assim, ela ligou para os pais para pedir conselho do que fazer. Como a filha já havia reclamado de dores anterioemente, eles acreditaram que era algo comum.

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Robério Negreiros revela número da campanha e confirma caminhada pela reeleição

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Robério Negreiros revela número da campanha e confirma caminhada pela reeleição

Robério Negreiros revela número da campanha e confirma caminhada pela reeleição

O deputado distrital Robério Negreiros revelou nesta segunda-feira o número que será utilizado em sua campanha eleitoral pela reeleição à Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Após provocar a curiosidade dos seguidores ao deixar, no dia anterior, as tradicionais caixinhas com os números em branco, o parlamentar decidiu revelar a novidade. O número anunciado foi 20.000.

Nas redes sociais, Robério destacou o momento de descontração e reforçou o convite para que apoiadores estejam juntos na caminhada pela continuidade de seu mandato.

“Vamos juntos rumo à reeleição para deputado distrital!”, afirmou o parlamentar, ao compartilhar a novidade.

A divulgação do número marca mais um passo na preparação de Robério Negreiros para a disputa eleitoral, que deverá ser acompanhada por uma agenda de encontros, diálogo com a população e apresentação de propostas para o Distrito Federal.

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Renata D’Aguiar lança desafio do passinho e movimenta a Onda Roxa no DF

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Renata D’Aguiar lança desafio do passinho e movimenta a Onda Roxa no DF

Renata D’Aguiar lança desafio do passinho e movimenta a Onda Roxa no DF

A mobilização da Onda Roxa ganhou um novo ritmo no Distrito Federal. A partir de um jingle que já vem conquistando o público, Renata D’Aguiar lançou um desafio para incentivar os brasilienses a entrarem na brincadeira e mostrarem que também dominam o passinho.

Com uma proposta descontraída e participativa, Renata convidou seguidores a gravarem vídeos dançando ao som do jingle e enviarem as produções pelo Direct do Instagram ou pelo WhatsApp. A iniciativa busca aproximar ainda mais o público e transformar a participação popular em conteúdo para as redes sociais.

“Quero ver se manda bem no passinho desse jingle que já está tomando conta do DF!”, brincou Renata ao fazer o convite.

Os vídeos enviados serão publicados diariamente nas redes sociais, dando espaço para que moradores de diferentes regiões do Distrito Federal participem da ação e compartilhem seus talentos.

A campanha também aposta na interação e no engajamento do público, especialmente entre os jovens, criando uma corrente de participação em torno da Onda Roxa.

A convocação está feita: é hora de chamar os amigos, soltar o passinho e entrar na onda

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Rafael Prudente inicia caminhada de campanha com entusiasmo e responsabilidade

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Rafael Prudente inicia caminhada de campanha com entusiasmo e responsabilidade

Rafael Prudente inicia caminhada de campanha com entusiasmo e responsabilidade

O deputado federal Rafael Prudente destacou o início da campanha como um momento marcado por emoção, responsabilidade e muita disposição para enfrentar os desafios da caminhada eleitoral.

Em uma mensagem publicada nas redes sociais, o parlamentar afirmou que o começo da campanha traz uma energia diferente, acompanhada de um “frio na barriga” e da vontade de aproveitar cada dia para trabalhar e estar próximo das pessoas.

Rafael Prudente também demonstrou entusiasmo com a nova etapa. “Tô feliz, animado e pronto pra essa caminhada”, declarou.

Com a campanha oficialmente em andamento, o parlamentar reforçou o compromisso de seguir a jornada com disposição e determinação, buscando transformar a energia do período eleitoral em trabalho e participação junto à população.

“Vamos!”, finalizou Rafael Prudente, dando o tom de entusiasmo para os próximos dias da caminhada.

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Celina Leão inicia campanha com presença nas ruas e proximidade com a população

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Celina Leão inicia campanha com presença nas ruas e proximidade com a população

Celina Leão inicia campanha com presença nas ruas e proximidade com a população

Celina Leão inicia campanha com presença nas ruas e proximidade com a população

A campanha de Celina Leão começou com o estilo que já marca a trajetória da Leoa: botina nos pés, disposição e presença nas ruas, ao lado da população.

O primeiro momento da caminhada foi marcado por abraços, conversas, encontros e demonstrações de carinho. Em meio à movimentação, Celina destacou a importância de estar perto das pessoas e ouvir de forma direta suas demandas, expectativas e opiniões.

Com uma agenda pautada pelo contato com a comunidade, a campanha ganhou um clima de entusiasmo e proximidade. Os registros dos encontros mostram a energia dos apoiadores e a disposição da candidata para enfrentar os desafios da caminhada.

A mensagem transmitida neste início é de uma campanha com garra, trabalho e vontade de fazer acontecer. Para Celina Leão, estar nas ruas e próxima da população será uma das principais características dessa nova etapa.

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Gustavo Aires oficializa campanha para deputado distrital

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Gustavo Aires oficializa campanha para deputado distrital

Gustavo Aires oficializa campanha para deputado distrital

A campanha de Gustavo Aires para deputado distrital começou oficialmente. Com a mensagem “Começouuu! 💙🧡”, o candidato marcou o início de uma nova etapa de sua caminhada política e reforçou o convite para que apoiadores acompanhem de perto esse momento.

Em sua declaração, Gustavo Aires destacou a importância de estar ainda mais próximo da população, ouvindo demandas, conversando com a comunidade e apresentando suas propostas para o Distrito Federal.

O candidato afirmou que pretende colocar sua experiência e seu trabalho a serviço da população, defendendo uma atuação pautada pelo diálogo e pela presença nas comunidades.

“É hora de estar ainda mais perto, ouvir, conversar e mostrar que experiência e trabalho podem fazer a diferença”, declarou Gustavo Aires.

Com o início oficial da campanha, o candidato reforça a intenção de construir uma trajetória marcada pela proximidade com os eleitores e pelo compromisso com as demandas do Distrito Federal.

Gustavo Aires — seu distrital, 15133.

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Endereços no Lago Norte terão o fornecimento de energia suspenso nesta segunda-feira (17)

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Endereços no Lago Norte terão o fornecimento de energia suspenso nesta segunda-feira (17)

Endereços no Lago Norte terão o fornecimento de energia suspenso nesta segunda-feira (17)

A interrupção será feita para segurança das equipes, que atuarão em pontos das regiões das 14h às 16h

Áreas do Lago Norte terão o fornecimento de energia interrompido nesta segunda-feira (17) para a execução de serviços de melhoria e modernização da rede elétrica, entre 14h e 16h. O fornecimento ficará temporariamente suspenso no Condomínio Privê Lago Norte e no Privê Lago Norte II.

Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer a interrupção de energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população deve registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.

Subsecretaria de Divulgação Secretaria de Estado de Comunicação do DF Palácio do Buriti, térreo, sala T-26 Brasília - DF

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Fitoterápicos: 80% da população conhece medicamentos, mas só 14% usa

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Fitoterápicos: 80% da população conhece medicamentos, mas só 14% usa

Fitoterápicos: 80% da população conhece medicamentos, mas só 14% usa

Pesquisa mostra que população brasileira já ouviu falar nos fitoterápicos, mas não tem certeza do que são e nem usa as opções com frequência

Consumo e conhecimento: pesquisa da Abifisa mostra que 80% dos brasileiros conhecem fitoterápicos, mas apenas 14% os utilizam com frequência;

Dificuldade de diferenciação: apenas 20% dos entrevistados sabem distinguir fitoterápicos de suplementos alimentares ou chás;

Aceitação do público: 75% dos ouvidos consideram os medicamentos eficazes e seguros, enquanto 97% demonstram receptividade ao uso desses produtos;

Regulação e segurança: fitoterápicos são medicamentos aprovados pela Anvisa, ao contrário de suplementos que não tratam doenças.

Uma pesquisa recente feita pela Associação Brasileira das Empresas do Setor de Fitoterápicos, Suplementos Alimentares e Promoção da Saúde (Abifisa) mostra que 80% dos entrevistados sabe o que é um fitoterápico, mas só 14% usa os medicamentos com frequência. Foram ouvidas mil pessoas em cinco regiões do Brasil.

No país com maior biodiversidade do planeta, o uso dos medicamentos à base de plantas ainda enfrenta o desconhecimento da população. De acordo com o levantamento, o brasileiro não sabe diferenciar o fitoterápico de suplementos alimentares e chás.

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Seus órgãos podem ter idades diferentes da sua, aponta estudo

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Seus órgãos podem ter idades diferentes da sua, aponta estudo

Seus órgãos podem ter idades diferentes da sua, aponta estudo

Estudo analisou órgãos de 983 pessoas e mostra que partes do corpo podem apresentar idade biológica maior ou menor que a idade cronológica

Ritmo de envelhecimento: estudo publicado em 14 de agosto na revista Nature Medicine mostra que órgãos de uma mesma pessoa podem envelhecer em velocidades distintas;

Metodologia da pesquisa: cientistas usaram inteligência artificial para analisar 25.712 imagens histopatológicas de 40 tipos de tecidos e estimar a idade biológica;

Associações encontradas: doenças como Alzheimer, diabetes tipo 2 e insuficiência renal foram relacionadas ao envelhecimento acelerado de tecidos específicos.

A idade registrada na certidão de nascimento não conta toda a história sobre o envelhecimento do corpo. Um estudo publicado na última sexta-feira (14/8), na revista científica Nature Medicine, mostra que diferentes órgãos e tecidos de uma mesma pessoa podem envelhecer em ritmos distintos.

Isso significa que alguém com 50 anos, por exemplo, pode apresentar tecidos com características compatíveis com uma idade biológica maior ou menor. Os pesquisadores chegaram à conclusão após desenvolverem “relógios dos tecidos”, modelos capazes de estimar a idade biológica a partir de alterações microscópicas provocadas pelo envelhecimento.

A pesquisa avaliou 25.712 imagens histopatológicas de 40 tipos de tecidos de 983 pessoas. Com inteligência artificial, os cientistas identificaram características relacionadas à idade e compararam a estimativa obtida com a idade cronológica de cada indivíduo.

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Menopausa: estudo da USP identifica alvo contra alterações metabólicas

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Menopausa: estudo da USP identifica alvo contra alterações metabólicas

Menopausa: estudo da USP identifica alvo contra alterações metabólicas

Pesquisa em animais indica que ativar um receptor de estrogênio pode melhorar o controle da glicose e o metabolismo das gorduras

Estudo da USP: pesquisadores identificaram um mecanismo que regula o metabolismo de glicose e gorduras após a menopausa;

Ativação do receptor: a ativação seletiva do receptor de estrogênio melhorou parâmetros metabólicos e protegeu células hepáticas;

Pesquisa pré-clínica: o trabalho indica que o receptor é um possível alvo para futuras estratégias contra alterações metabólicas em seres humanos.

A queda do estrogênio após a menopausa pode alterar a forma como o organismo controla a glicose e processa gorduras. Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) identificaram um mecanismo que pode abrir caminho para novas estratégias contra as alterações metabólicas relacionadas à redução hormonal.

O estudo investigou o receptor de estrogênio beta (ERβ). Em ratas com deficiência de estradiol, a ativação seletiva do receptor melhorou parâmetros ligados à glicose e às gorduras e ajudou a proteger as células contra efeitos prejudiciais do excesso de lipídios.

O trabalho, teve uma nova versão disponibilizada no bioRxiv em 15 de abril de 2026. A pesquisa é pré-clínica, realizada em animais e células cultivadas em laboratório.

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Projeto Padrão: jovem mostra o que é preciso para ter o corpo perfeito

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Projeto Padrão: jovem mostra o que é preciso para ter o corpo perfeito

Influencer documentou a transformação do corpo para mostrar o que está por trás da aparência "padrão" valorizada nas redes

Experimento nas redes sociais: a analista de dados Marcela Cruz criou o Projeto Padrão para documentar o custo e a rotina necessários para atingir o corpo valorizado na internet;

Investimento e resultados: a influenciadora gastou R$ 30 mil, passou de 80 kg para 66 kg e reduziu o percentual de gordura de 40% para 25%;

Limites do padrão: Marcela afirma que o projeto busca desmascarar a ideia de que corpos perfeitos são fruto apenas de disciplina, expondo a necessidade de dinheiro e tempo.

Quando ficou desempregada, em dezembro de 2025, a analista de dados Marcela Cruz, 29 anos, decidiu virar influenciadora. “Vi mulheres bonitas ficando cada vez mais bonitas e ganhando dinheiro com isso na internet. Por que não tentar?”, conta.

A proposta era tentar se aproximar do corpo e da aparência valorizados nas redes e documentar o caminho. Alimentação, exercícios e acompanhamento profissional entraram na rotina, assim como cuidados com cabelo e pele, clareamento dental e até uma mudança no guarda-roupa.

No decorrer da experiência, a pergunta deixou de ser apenas “como chegar ao padrão?” e incluiu “o que é necessário para chegar até lá?”.

“As pessoas tentam vender na internet que corpos perfeitos são fruto apenas da disciplina, quando, na verdade, envolvem muito dinheiro, organização e tempo. O Projeto Padrão veio pra desmascarar isso”, afirma.

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Suco feminino: mudanças causadas por esteroides podem ser irreversíveis

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Suco feminino: mudanças causadas por esteroides podem ser irreversíveis

Suco feminino: mudanças causadas por esteroides podem ser irreversíveis

Gíria popular descreve o uso de substâncias como oxandrolona e gestrinona por mulheres. Substâncias podem trazer problemas graves à saúde

Gíria no fitness: a expressão “suco feminino” refere-se ao uso de esteroides anabolizantes, como oxandrolona e gestrinona, por mulheres para ganho de massa ou perda de gordura;

Proibição vigente: o CFM veta a prescrição de anabolizantes para fins estéticos ou esportivos, e a Anvisa proíbe a venda de implantes hormonais manipulados para tais objetivos;

Riscos hormonais: o uso pode causar acne, crescimento de pelos, engrossamento da voz e prejuízos à fertilidade e ao ciclo menstrual;

Danos sistêmicos: a prática está associada ao aumento da pressão arterial, alterações no colesterol e complicações hepáticas.

Nas redes sociais e nas academias, a expressão “suco feminino” passou a ser usada para falar de uma prática que vai além da rotina de treino. A gíria deriva do inglês juice, termo empregado informalmente no universo fitness para se referir ao uso de esteroides anabolizantes.

Entre mulheres, ela costuma aparecer associada a substâncias como oxandrolona e gestrinona, utilizadas na tentativa de acelerar o ganho de massa muscular, reduzir gordura ou modificar a aparência.

O nome pode parecer inofensivo, mas as substâncias envolvidas não são. Esteroides anabolizantes são compostos naturais ou sintéticos relacionados à testosterona. Eles podem estimular o crescimento muscular, mas também interferem no funcionamento hormonal e em diferentes órgãos.

No Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) proíbe os médicos de receitar esteroides anabolizantes e hormônios androgênicos com finalidade estética ou melhora do desempenho esportivo. A regra não vale para tratamentos hormonais indicados diante de uma deficiência comprovada.

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Anvisa rebate fake news de que vacinas no Brasil são experimentais

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Anvisa rebate fake news de que vacinas no Brasil são experimentais

Anvisa rebate fake news de que vacinas no Brasil são experimentais

Agência rebate informações falsas sobre imunizantes em meio ao registro de 24 casos de sarampo no país em 2026

Esclarecimento da Anvisa: a agência afirmou em 14 de agosto que as vacinas utilizadas no Brasil não são experimentais;

Segurança e eficácia: imunizantes do SUS e da rede privada passam por avaliações rigorosas antes da liberação;

Combate à desinformação: o órgão refutou alegações de que vacinas conteriam ingredientes secretos ou causariam intoxicação;

Contexto de sarampo: o Brasil registrou 24 casos da doença em 2026, todos relacionados à importação do vírus por viajantes.

As vacinas utilizadas atualmente no Brasil não são experimentais. A afirmação foi reforçada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta sexta-feira (14/8), após a circulação de informações falsas sobre a segurança dos imunizantes.

Segundo a agência, as vacinas oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pela rede privada precisam passar por avaliações que comprovem qualidade, segurança e eficácia antes de serem autorizadas para uso na população.

A Anvisa também rebateu alegações de que os imunizantes causariam intoxicação ou conteriam ingredientes secretos ou partes de corpos humanos. De acordo com o órgão, as afirmações são falsas.

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Estresse na adolescência pode afetar o cérebro adulto, diz estudo

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Estresse na adolescência pode afetar o cérebro adulto, diz estudo

Estresse na adolescência pode afetar o cérebro adulto, diz estudo

Estudo da USP com ratos identificou que o estresse causa mudanças que persistiram na fase adulta em circuitos ligados às emoções

O estresse durante a adolescência pode provocar alterações cerebrais que permanecem na vida adulta. A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP), publicado na revista científica Cerebral Cortex.

A pesquisa comparou os efeitos do estresse em ratos adolescentes e adultos. Os resultados indicam maior vulnerabilidade durante a adolescência, período em que o cérebro ainda está amadurecendo.

Os pesquisadores observaram que animais submetidos ao estresse na adolescência apresentaram mudanças persistentes no córtex pré-frontal medial, região envolvida no controle das emoções, na tomada de decisões e no comportamento.

Nos ratos expostos ao mesmo protocolo já adultos, as alterações foram principalmente temporárias. “Quando o mesmo protocolo de estresse é aplicado a animais adultos, ele causa alterações de curto prazo no organismo, que tende a se recuperar dessas alterações, ainda menos pronunciadas quando comparadas àquelas induzidas pelo estresse na adolescência”, explica Felipe V. Gomes, coordenador do estudo.

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No experimento, ratos adolescentes, entre os dias pós-natais 31 e 40, e adultos, entre os dias 65 e 74, foram submetidos a um protocolo que combinava contenção física e estímulos elétricos nas patas. A atividade cerebral foi analisada semanas depois.

Os cientistas se concentraram no equilíbrio entre neurônios glutamatérgicos, que estimulam a atividade cerebral e funcionam como um “acelerador”, e GABAérgicos, responsáveis por reduzir a atividade e atuar como um “freio”.

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Homem desenvolve câncer de pulmão depois de anos como fumante passivo

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Homem desenvolve câncer de pulmão depois de anos como fumante passivo

Homem desenvolve câncer de pulmão depois de anos como fumante passivo

Convivendo com pessoas que fumavam desde a infância, Vanderson desenvolveu câncer de pulmão aos 50 anos e hoje é um militante contra tabaco

Caso em Brasília: Vanderson Luiz de Paiva Dias, de 55 anos, desenvolveu carcinoma pulmonar por ser fumante passivo no convívio familiar;

Alerta de especialista: a oncologista Gabrielle Scattolin afirma que tabagistas passivos têm de 20 a 30% mais risco para câncer de pulmão;

Dados de tabagismo: no Distrito Federal, 8% dos adultos fumam, índice inferior à média de 11,5% das capitais brasileiras.

Há anos, o cigarro é considerado um dos maiores causadores de diversos tipos de câncer, principalmente o de pulmão. Mas não é preciso colocar o item na boca para desenvolver a doença: o fumante passivo não fuma, mas acaba inalando a fumaça involuntariamente.

Foi o que aconteceu com Vanderson Luiz de Paiva Dias, de 55 anos, natural de Minas Gerais e morador de Brasília.

Apesar ter histórico de outros tumores, o câncer de pulmão surgiu justamente por conta de seu convívio durante anos com pessoas fumantes. “Nunca fumei. Nunca botei um cigarro na boca. Mas a minha família sim, quase toda, com exceção da minha mãe, fuma. Meu pai era fumante e minhas irmãs também”, conta.

A oncologista Gabrielle Scattolin, da Rede Américas e membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), explica que não há níveis seguros de exposição à fumaça do tabaco.

“O tabaco contém mais de sete mil substâncias químicas que podem ser tóxicas e cancerígenas. No caso de fumantes passivos, há um aumento do risco de desenvolver diversos tipos de cânceres, além de doenças cardiovasculares e respiratórias”, alerta.

O tabagista passivo apresenta de 20 a 30% mais risco para câncer de pulmão do que alguém que não esteja exposto à fumaça do cigarro. Gabrielle acrescenta que, em crianças, as infecções respiratórias, crises de asma e síndrome da morte súbita infantil podem estar relacionadas ao convívio com fumantes.

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O cérebro na era das notificações: batalha por atenção afeta o funcionamento do órgão

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O cérebro na era das notificações: batalha por atenção afeta o funcionamento do órgão

O cérebro na era das notificações: batalha por atenção afeta o funcionamento do órgão

Excesso de estímulos digitais na palma da mão afeta atenção, sono e memória e pode tornar tarefas longas mais difíceis no dia a dia

Impacto cognitivo: o excesso de estímulos digitais e a alternância constante entre conteúdos curtos dificultam a atenção sustentada e a realização de tarefas longas;

Mecanismo de hábito: o ambiente online utiliza recompensas imprevisíveis e picos de dopamina para condicionar o cérebro à busca por novidade e gratificação imediata;

Recuperação da atenção: especialistas da UFRJ, UnB e UFRGS indicam que o foco pode ser treinado com mudanças de rotina, meditação e higiene do sono.

Vivemos na era das multinotificações. Com o desenvolvimento da tecnologia, os smartphones dominaram o mercado e agora acompanham o usuário do momento em que ele acorda até a hora de dormir. Na tela, a cada minuto brotam lembretes de emails, comentários em redes sociais, notícias, aplicativos mostrando que música está tocando, compromissos e promoções.

Hoje, se troca de aplicativo com um movimento do dedo, aceleramos vídeos em que as pessoas aparentemente falam muito devagar e é difícil manter a atenção por mais de um minuto e chegar ao fim de um texto breve sem algum esforço.

Estudos recentes mostram que uma pessoa normal desbloqueia o celular mais de 100 vezes por dia. Nem sempre por que apareceu uma notificação — agora, estamos condicionados a dar uma olhadinha no aparelho mesmo sem que ele chame nossa atenção.

A comunidade científica está interessada em entender o que está acontecendo. Uma pesquisa publicada na revista Scientific Reports em 2023 colocou jovens adultos para fazer um teste de concentração. Parte deles, com o celular perto, e o restante, sem o apoio emocional do aparelho.

Os resultados indicaram pior desempenho quando o smartphone estava presente, sugerindo que ele consome parte dos recursos cognitivos disponíveis, mesmo quando não está sendo utilizado.

Por outro lado, um levantamento de 2025 publicado na revista European Journal in Health Psychology and Education aponta que essa relação não é tão direta. Os pesquisadores não encontraram diferença significativa no desempenho só por causa da presença do aparelho, mas pessoas com uso mais intenso do smartphone cometeram um pouco mais de erros.

Na prática, os dados indicam que o problema não está apenas em ter o celular por perto, mas em como ele é usado no dia a dia. Uma coisa é certa: o aparelho mudou o nosso cérebro e como o ser humano interage com o mundo.

Para tentar explicar esta nova fase do desenvolvimento humano, foi criado o conceito de hiperestimulação cognitiva. Ele descreve situações em que o cérebro é exposto a um volume e a uma velocidade de estímulos acima da sua capacidade de processá-los — algo que está mais ligado à forma de uso do que ao tempo total diante das telas. É o famoso brain rot, ou cérebro “podre”, que parece “desligar” quanto se vê superestimulado.

“A alternância constante entre redes sociais, mensagens, vídeos curtos e notificações reduz as oportunidades de atenção sustentada e de elaboração do que foi recebido”, explica o psiquiatra Antônio Egidio Nardi, professor da Faculdade de Medicina e no Instituto de Psiquiatria (IPUB) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Apesar disso, ele destaca que o tempo de tela, isoladamente, não explica o fenômeno. “Duas pessoas podem passar seis horas diante de uma tela e ter experiências completamente diferentes. Uma pode estudar ou escrever de forma concentrada. Outra pode alternar centenas de vezes entre conteúdos curtos. O segundo caso impõe muito mais mudanças rápidas de foco”, afirma.

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Cortar carne e leite por semanas pode mudar o funcionamento do corpo

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Cortar carne e leite por semanas pode mudar o funcionamento do corpo

Cortar carne e leite por semanas pode mudar o funcionamento do corpo

Pesquisa com voluntários aponta alterações em genes e no metabolismo após períodos curtos sem alimentos de origem animal

Mudanças metabólicas e genéticas: estudo publicado em 8 de agosto na revista Nature Communications aponta que excluir carne e laticínios altera a expressão de genes e processos metabólicos;

Análise com voluntários: pesquisadores acompanharam 200 pessoas na Grécia que adotam restrições alimentares temporárias, comparando os resultados com outros 200 indivíduos;

Impactos na saúde: a pesquisa identificou variações na proteína FGF21 e mudanças no tecido adiposo, embora os autores ressaltem que o trabalho não prova causa e efeito.

Cortar carne e laticínios por algumas semanas pode modificar o funcionamento do organismo, incluindo a forma como certos genes se expressam. É o que indica um estudo publicado em 8 de agosto na revista Nature Communications, que analisou hábitos alimentares ligados a práticas religiosas.

Os pesquisadores acompanharam cerca de 200 pessoas na Grécia que seguem períodos regulares sem consumir carne, peixe, leite e ovos ao longo do ano. A prática, comum entre cristãos ortodoxos, alterna fases com e sem produtos de origem animal e permitiu observar mudanças no corpo em condições do dia a dia.

Ao comparar esse grupo com mais de 200 pessoas que não seguem restrições, a equipe identificou alterações na atividade de genes e em processos metabólicos. Um dos destaques foi a variação nos níveis de uma proteína chamada FGF21, ligada ao metabolismo energético.

Em alguns participantes, essas mudanças estiveram associadas a sinais de transformação do tecido adiposo. Nesse processo, células de gordura passam a se comportar de forma mais parecida com as que gastam energia, e não apenas armazenam.

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