Megaeventos esportivos viram palco de disputa política e cultural. Entenda

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Durante o show do intervalo do Super Bowl, no último fim de semana, Bad Bunny se tornou o primeiro artista a cantar integralmente em espanhol na história do evento. A apresentação, que celebrou a cultura latina, repercutiu nas redes sociais e gerou reações políticas nos Estados Unidos poucos dias após o cantor vencer o Grammy de Álbum do Ano.


O episódio reforça um movimento que se intensificou nas últimas décadas: megaeventos esportivos passaram a concentrar não apenas audiência, mas também disputas simbólicas. Com bilhões de espectadores acompanhando transmissões ao vivo, Olimpíadas, Copas do Mundo e finais de grandes ligas oferecem visibilidade difícil de alcançar em outros espaços.



“Com a televisão e depois com as plataformas digitais, o esporte virou um grande dispositivo de cultura pop (…) A disputa política também passou a ser disputa por visibilidade, e esses eventos concentram atenção simultânea”, explica o doutor em comunicação Christian Gonzatti.


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O cantor se destaca por suas escolhas fashionistas
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O cantor se destaca por suas escolhas fashionistas

Neilson Barnard/Getty Images
Bad Bunny durante o Super Bowl
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Bad Bunny durante o Super Bowl

Bob Kupbens/Icon Sportswire via Getty Images
Em parte da apresentação, o cantor vestiu um paletó por cima do look
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Em parte da apresentação, o cantor vestiu um paletó por cima do look

Kathryn Riley via AP via Getty Images
Bad Bunny durante o Super Bowl
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Bad Bunny durante o Super Bowl

Bob Kupbens/Icon Sportswire via Getty Images
Bad Bunny durante apresentação no intervalo do Super Bowl
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Bad Bunny durante apresentação no intervalo do Super Bowl

Kevin Sabitus/Getty Images
Bad Bunny durante apresentação no intervalo do Super Bowl
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Bad Bunny durante apresentação no intervalo do Super Bowl

Kevin C. Cox/Getty Images

“É para onde todo mundo está olhando”


Essa lógica da visibilidade ajuda a entender por que gestos feitos dentro dessas arenas ultrapassam o momento esportivo. Em 2020, Lewis Hamilton cruzou a linha de chegada no GP da Bélgica e fez o gesto do Pantera Negra em homenagem ao ator Chadwick Boseman. No mesmo ano, LeBron James vestiu uma camiseta com a inscrição Black Lives Matter durante um jogo da NBA. Ambos os momentos circularam mundialmente em poucos minutos.


“Quando o Hamilton cruza a linha de chegada, ele já sabe que a câmera vai nele, que aquela imagem vai rodar o mundo em 10 segundos. Aquele gesto do Pantera Negra não foi só uma homenagem espontânea: ele sabia do potencial daquilo viralizar e da importância de fazer aquilo naquele exato momento”, afirma o jornalista Edivelton da Rosa.



A transformação dos eventos esportivos em megapalcos culturais é frequentemente associada ao Super Bowl de 1993, quando Michael Jackson protagonizou um show de intervalo que mudou a lógica da transmissão. Até então, o intervalo era visto como momento protocolar. A performance fez a audiência crescer durante a pausa pela primeira vez e consolidou o modelo de espetáculo que se tornou padrão nas décadas seguintes.


“O esporte nunca deixou de ser competição. Mas ele virou também um grande palco cultural porque é ali que está todo mundo olhando ao mesmo tempo. O divisor de águas foi o Super Bowl de 1993. O intervalo era quase um ‘encher linguiça’. Aí chega o Michael Jackson, entrega um show histórico e a NFL percebe que aquilo podia ser um evento dentro do evento”, acrescenta Edivelton.



A relação entre esporte e política, no entanto, não é recente. Em 1936, nas Olimpíadas de Berlim, o atleta negro Jesse Owens conquistou quatro medalhas de ouro diante de Adolf Hitler. O feito esportivo ganhou dimensão simbólica imediata. Décadas depois, a dinâmica permanece, mas em velocidade acelerada pelas redes sociais.


“Nas Olimpíadas, na Copa do Mundo, existem sanções caso o atleta se posicione politicamente. Mas como separar o ser político do ser atleta? É a mesma pessoa. As pessoas não se contentam mais em saber apenas se aquele atleta é um bom jogador. Elas querem saber quem é essa pessoa, porque estão acompanhando pelas redes o tempo todo”, afirma Thiago Costa, pesquisador do Laboratório CultPop da Universidade Federal Fluminense (UFF).


Para o pesquisador Ale Santos, o impacto desses momentos está diretamente ligado ao contexto social. “Você cria uma arena que tem uma suspensão da realidade, onde a narrativa é só os ícones e símbolos dos times. Mas quando a sociedade vira um caldeirão fervendo, cheio de tensões, essas tensões atravessam o esporte. Esse caldeirão explode ali também”, avalia.


O modelo discreto de Milano-Cortina


E quando o esporte opta por não disputar atenção fora das arenas?


Thiago Costa cita os Jogos Olímpicos de Inverno Milano-Cortina, realizados na Itália entre 6 e 22 de fevereiro. A cerimônia de abertura teve apresentação de Andrea Bocelli — uma escolha alinhada à tradição musical italiana, mas que passou longe de dominar as redes sociais.


O cenário contrasta com Paris 2024, cuja abertura repercutiu globalmente com shows de Lady Gaga e Céline Dion, além de forte presença digital.


Imagem colorida de Celine Dion cantando na abertura das Olimpíadas
Celine Dion cantou na abertura das Olimpíadas

“Dá para imaginar algo que seja 100% esportivo, como as Olimpíadas de Inverno que estão acontecendo agora. Na abertura teve um show do Andrea Bocelli. É lindo, musicalmente muito alinhado com a Itália, mas não teve polêmica. A gente consegue fazer algo que não tenha impacto, mas será que as organizadoras querem que não tenha esse impacto?”, questiona Costa.


Ele observa que, mesmo em eventos mais tradicionais, elementos culturais seguem sendo incorporados como forma de ampliar o alcance. “Na patinação artística estão sendo usadas músicas pop, Madonna, até AC/DC. Isso gera comentário, público e audiência”, afirma.






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Pesquisa mapeia realidade socioeconômica do Entorno do DF

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O avanço da ocupação urbana no entorno do Distrito Federal e a forte dependência entre os municípios vizinhos e Brasília ganham contornos mais claros com os dados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios ampliada (Pdad-A) 2024. O levantamento, elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal, oferece um retrato atualizado da Área Metropolitana de Brasília, que reúne o DF e a área urbana de 12 municípios de Goiás.


De acordo com a pesquisa, a região metropolitana concentra mais de 4,2 milhões de moradores, espalhados por 1,8 milhão de domicílios. Apenas nos municípios goianos que formam a Periferia Metropolitana de Brasília vivem 1,27 milhão de pessoas, o que evidencia o peso demográfico do Entorno e sua relação direta com a capital federal.


Entre as cidades analisadas, Águas Lindas de Goiás, Luziânia e Valparaíso de Goiás aparecem como os principais polos populacionais. Águas Lindas chama atenção por apresentar uma população mais jovem que a média regional e por concentrar elevados índices de famílias constituídas por casal com filhos.


O levantamento também revela diferenças marcantes no perfil social dos municípios. Padre Bernardo lidera no percentual de moradores negros, enquanto Formosa registra a maior proporção de católicos. Esses dados reforçam a diversidade cultural e social existente dentro de um mesmo espaço metropolitano.


No campo habitacional, os números mostram que Planaltina de Goiás apresenta os maiores percentuais de imóveis próprios e de domicílios chefiados por mães solo. Já Águas Lindas se destaca pela alta presença de animais de estimação nos lares, um indicador associado ao perfil familiar predominante no município.


Para o presidente do IPEDF, Manoel Clementino, a pesquisa amplia a capacidade de planejamento dos gestores públicos. Segundo ele, os dados permitem compreender não apenas o tamanho da população, mas também a forma como os territórios se conectam no dia a dia.


Essa dinâmica de integração aparece com força nos dados sobre deslocamento. A diretora de Estatística e Pesquisas Socioeconômicas do instituto, Francisca Lucena, destaca que o estudo mostra quantas pessoas precisam sair do município onde moram para trabalhar ou estudar, informação considerada essencial para o desenho de políticas de mobilidade, saúde e educação.


A leitura regional também é compartilhada pelo secretário do Entorno do Governo do Distrito Federal, Cristian Viana, que aponta a necessidade de ações articuladas. Para ele, a proximidade com Brasília transforma o Entorno em área estratégica, exigindo políticas públicas capazes de responder às demandas de uma população que circula diariamente entre diferentes cidades.


Ao reunir dados atualizados e comparáveis, a Pdad-A 2024 reforça o papel da estatística como ferramenta central para compreender os desafios metropolitanos e orientar decisões públicas em uma região marcada pela interdependência entre o DF e os municípios vizinhos.






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Sônia Abrão detona Sol após expulsão: “Não se iludam”; veja

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Sônia Abrão detonou Sol Vega após a expulsão da participante do BBB 26 e afirmou que “nunca se convenceu” com a postura dela dentro do reality. Durante o programa A Tarde é Sua, da RedeTV!, nesta quarta-feira (11/2), a apresentadora celebrou a decisão da Globo e disse que a eliminação era inevitável.




“A Sol nunca me convenceu desde o começo”, disparou Sônia, ao comentar o comportamento da sister no jogo. Na avaliação da apresentadora, Sol já vinha acumulando atitudes agressivas e não sabia jogar. “Um ataque atrás do outro, gritaria. Aliás, ela não sabe jogar! Mas para ela, o que ela tentava foi sempre na base do grito”, afirmou também.


Sônia também criticou o modo como Sol abordava pautas sociais dentro do BBB e acusou a participante de usar causas importantes em benefício próprio.


Não se iludam com a história das causas da Sol. As causas sérias em relação a preconceitos, em relação ao racismo., ela esvaziou tudo. Por quê? Ela usou essas bandeiras importantíssimas, fundamentais, em causa própria. Era tudo para showzinho por 5 milhões de reais”, disse.

Sônia Abrão detona Sol após expulsão: “Não se iludam”; veja - destaque galeria

Sol Vega.
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Sol Vega.

Reprodução/Globo.
A veterana Sol Vega
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A veterana Sol Vega

Reprodução/TV Globo
Participantes que saíram fora do Paredão no BBB 26
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Participantes que saíram fora do Paredão no BBB 26

Reprodução/Globo
Sol Vega foi a segunda pessoa expulsa do BBB 26
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Sol Vega foi a segunda pessoa expulsa do BBB 26

Foto: Reprodução/TV Globo
Sol Vega parte para cima de Ana Paula no BBB 26
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Sol Vega parte para cima de Ana Paula no BBB 26

Reprodução/ Globoplay

Ainda no programa, Abrão reforçou que recebeu a notícia com satisfação e defendeu que o termo “expulsão” deveria ser usado sem suavizações. “Foi com muito alívio, muita satisfação que eu recebi a informação da expulsão da Sol. Expulsão é expulsão, merecida!”, declarou.



Expulsão de Sol Vega


Sol Vega foi expulsa do BBB 26 após se irritar com Milena, que acordou os participantes batendo nas portas dos quartos. A situação evoluiu para uma discussão generalizada e, em seguida, Sol correu aos gritos na direção de Ana Paula e empurrou a sister.


Ela é a segunda participante expulsa do reality. O primeiro foi Paulo Augusto, que deixou o programa após empurrar Jonas Sulzbach durante a dinâmica do Big Fone.






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Ibaneis Rocha autoriza expansão do BRT Sul que atende Santa Maria e cidades do Entorno

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A rotina de quem depende do BRT Sul em Santa Maria deve mudar nos próximos meses. O Governo do Distrito Federal autorizou a ampliação do terminal de integração da região, considerado hoje um dos pontos mais sobrecarregados do sistema de transporte público. A obra prevê a duplicação da capacidade operacional e a reorganização do fluxo de ônibus e passageiros.


O governador Ibaneis Rocha afirmou que o terminal cumpre um papel regional e atende usuários que vivem fora do Distrito Federal. “Santa Maria acaba recebendo diariamente pessoas do Entorno que trabalham em Brasília e utilizam o BRT como principal meio de deslocamento. Esse público precisa de um serviço mais confortável e eficiente”, disse.


Segundo ele, os investimentos em mobilidade têm como foco reduzir o tempo gasto nos deslocamentos. “Quando ampliamos terminais e corredores, o objetivo é fazer com que as pessoas passem menos tempo dentro dos ônibus. O DF tem hoje uma frota moderna, mas a infraestrutura precisa acompanhar esse avanço”, declarou o governador.


Ibaneis também adiantou que o sistema seguirá em expansão. “Estamos preparando a licitação dos trechos 3 e 4 do BRT, que vão levar o corredor até a Asa Sul, encurtando o tempo de viagem e melhorando a qualidade de vida de quem usa o transporte coletivo”, afirmou.


Localizada na QR 119, na Avenida dos Alagados, a ampliação ocupará uma área de 18 mil metros quadrados. O projeto prevê a construção de duas plataformas com 12 baias cada, totalizando 24 pontos de embarque e desembarque. A estrutura contará ainda com estacionamento integrado, vagas para bicicletas e motocicletas, paraciclos, banheiros acessíveis e áreas comerciais.


O secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, explicou que a obra foi planejada a partir do crescimento contínuo da demanda. “A frota que atende Santa Maria já foi totalmente renovada e ampliamos o número de ônibus. Mesmo assim, a procura pelo BRT segue aumentando”, afirmou.


De acordo com o secretário, a tendência é de maior adesão ao sistema. “Com o aumento das tarifas no Entorno, mais passageiros devem migrar para o BRT do DF. Precisamos estar preparados para esse cenário”, acrescentou.


Zeno Gonçalves informou que o sistema atende atualmente cerca de 80 mil passageiros por dia. “Esse volume deve crescer nos próximos anos. A ampliação do terminal vai permitir atender essa demanda com mais organização e segurança”, disse. Ele explicou que os projetos devem ser concluídos em até 60 dias, com início das obras logo depois e entrega prevista até o fim do próximo ano.


O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, destacou que o terminal atual já não comporta o fluxo existente. “Esse é o terminal mais movimentado do BRT e ficou pequeno para o volume de usuários, especialmente por causa da integração com o Entorno”, avaliou.


Segundo ele, a ampliação é necessária para acompanhar a expansão do sistema. “Estamos adquirindo novos ônibus, mas sem uma estrutura adequada o serviço perde eficiência. A obra vai trazer mais conforto para quem usa o transporte diariamente”, afirmou.


O administrador regional de Santa Maria, Josiel França Penha Neto, ressaltou que a cidade funciona como ponto de ligação entre o DF e municípios vizinhos. “Santa Maria é a região mais próxima do Entorno, e por isso o BRT é tão demandado. Hoje o terminal já opera no limite”, disse.


Para ele, a ampliação vai beneficiar usuários de várias cidades. “Com mais espaço e mais ônibus, será possível atender melhor moradores de Santa Maria e também de Luziânia, Novo Gama, Valparaíso e Cidade Ocidental”, completou.


A obra contará com investimento de R$ 13,5 milhões e deve gerar 103 empregos diretos e 154 indiretos ao longo de 24 meses. A ampliação do BRT Sul integra um conjunto de ações do GDF voltadas à melhoria da mobilidade urbana e à integração entre o Distrito Federal e o Entorno.






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Isadora, representante da Associação Mulheres Unidas 26 de Setembro, entrevista o administrador Alceu Prestes sobre obras de duplicação e novos acessos

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Isadora, representante da Associação Mulheres Unidas 26 de Setembro, entrevistou o administrador da Cidade Estrutural, Alceu Prestes, para esclarecer as principais dúvidas da comunidade sobre as obras de asfalto e duplicação que serão realizadas na região.



Durante a conversa, Isadora destacou que muitos moradores queriam saber onde começa e onde termina o trecho contemplado. O administrador explicou que a obra terá início nas proximidades da ponte, seguirá pela via principal e contará com duplicação até o viaduto e o balão, ponto estratégico que dá acesso à Ceilândia, Plano Piloto, Guará e outras localidades.



Segundo Alceu Prestes, será construída uma pista paralela à via existente, com o objetivo de evitar engarrafamentos e melhorar o fluxo de veículos, garantindo mais segurança e mobilidade para todos.



Outro ponto importante é o trecho que vai ligar a área das casinhas do Setor Oeste até o Pé de Pequi. Essa intervenção criará uma nova alternativa de acesso para os moradores da 26 de Setembro, evitando que muitos precisem se deslocar até a DF-001 para fazer retornos, facilitando a ligação com outras regiões.



O administrador informou que os recursos já estão empenhados e que a empresa responsável já atendeu às exigências necessárias para liberação da obra. A expectativa é que, nos próximos dias, os trabalhos tenham início.



A obra foi viabilizada por meio da CODEVASF (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), com apoio do deputado federal Rafael Prudente, que também foi agradecido pela comunidade pelo empenho na destinação dos recursos.



Ao final da entrevista, Isadora parabenizou o administrador pelo atendimento às demandas da comunidade e reforçou a importância do diálogo entre gestão pública e população.



A iniciativa representa mais um avanço para a 26 de Setembro e para a Cidade Estrutural, promovendo infraestrutura, mobilidade e mais qualidade de vida para os moradores.




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Maxiane conta mentira sobre Ana Paula e revolta público do BBB 26

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Depois de Sol Vega ser expulsa do BBB 26 nesta quarta-feira (11/2), o público ficou revoltado com a atitude de Maxiane de mentir sobre a reação de Ana Paula logo após ter passado pela agressão no reality show.




A Breno e Marciele, Maxiane alegou que estava presente no momento da agressão e que teria visto a jornalista pedir pela expulsão de Sol, que a segurou pelo braço e a balançou enquanto gritava. Ao se levantar para ir até a participante, a veterana do BBB 4 também acabou pisando no pé de Ana Paula.


“Eu tava na cozinha e ela repetiu várias vezes: ‘Você pegou no meu braço, isso é expulsão!’ ‘Você pegou no meu braço, é expulsão'”, mentiu a participante. No entanto, segundo imagens do programa, Maxiane sequer estava no mesmo cômodo quando ocorreu a cena. Veja:






“Maxiane não cansa de passar vergonha com essas ‘fics'”, criticou um internauta. “Alguém desliga o roteiro dela porque a audiência já percebeu tudo”, comentou outro. “Ana Paula nem precisa se esforçar para ser protagonista enquanto outros inventam novela”, escreveu um terceiro.




Breno chegou inclusive a salientar que essa teria sido a mesma estratégia usada por Jonas para “incentivar” a expulsão de Paulo Augusto, que dias antes foi desclassificado por empurrar o veterano do BBB 12 após ambos disputarem para atender o Big Fone.


Ana Paula diz que não se sentiu agredida


Depois de passar pela agressão, durante a manhã, imagens da casa mostram que, na verdade, Ana Paula se opôs à decisão da produção. Aos aliados dentro do programa ela afirmou que “não se sentiu agredida” pelas atitudes da rival.


“Eu fico triste real porque aconteceu comigo e eu sei o quanto é frustrante e triste”, declarou a Chaiany, Milena e Samira.

Veja:








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Detran-DF redefine regras para atuação de instrutores de trânsito

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Quem deseja atuar como instrutor de trânsito no Distrito Federal passa a enfrentar regras mais rigorosas. O Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF) publicou, nesta semana, a Instrução nº 38, que redefine os critérios para autorização de profissionais responsáveis pela formação de candidatos à Carteira Nacional de Habilitação (CNH), tanto nas aulas práticas quanto teóricas.


A mudança ocorre em sintonia com o novo modelo nacional de habilitação estabelecido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que revisou as normas por meio da Resolução nº 1.020, em vigor desde 1º de dezembro de 2025. Com a atualização, o Detran-DF amplia o controle sobre quem atua diretamente na preparação de novos condutores e reforça o foco na segurança viária.


Entre as exigências, o interessado deverá ter no mínimo 21 anos, ensino médio completo e pelo menos dois anos de habilitação válida. Também será obrigatória a apresentação de certificado de curso específico para instrutor de trânsito, além da comprovação de participação em cursos de direção defensiva e primeiros socorros.


O histórico do condutor passa a ser um critério decisivo. A autorização não será concedida a candidatos que tenham cometido infração gravíssima nos 60 dias anteriores ao pedido, nem àqueles que tenham sofrido cassação da CNH. A medida busca afastar do processo de formação profissionais que apresentem condutas incompatíveis com a responsabilidade da função.


O pedido de autorização poderá ser feito on-line, por meio do sistema Protocolo-e, disponível no Portal de Serviços do Detran-DF, ou presencialmente, nas unidades da autarquia que oferecem esse atendimento. Entre os documentos exigidos está a certidão negativa de antecedentes criminais, emitida pela Polícia Federal.


Concedida a permissão, o prazo de validade será de cinco anos, conforme previsto na Instrução nº 38, publicada oficialmente no dia 10 deste mês. Apesar do período estendido, o instrutor deverá realizar atualização cadastral anual, condição obrigatória para manter a autorização ativa.


Uma vez habilitado, o profissional poderá atuar de forma autônoma, oferecendo aulas práticas de direção veicular, ou integrar o quadro de Centros de Formação de Condutores (CFCs). No caso de vínculo com autoescolas, a autorização também permite a atuação em aulas teóricas.


Para a diretora de Credenciamento de Entidades e Profissionais do Detran-DF, Ticiana Sanford, a medida representa um avanço na qualidade da formação e na prevenção de acidentes no trânsito do Distrito Federal. “A qualificação dos instrutores é essencial para que o processo de habilitação seja mais seguro e confiável. O Detran seguirá acompanhando os resultados, intensificando a fiscalização e avaliando indicadores para corrigir distorções e aprimorar a formação dos novos condutores”, afirmou.


Com as novas regras, o Detran-DF reforça o papel do instrutor como peça-chave na construção de um trânsito mais seguro, elevando o padrão de exigência para quem atua diretamente na formação de motoristas e motociclistas no DF.






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Trailer de Sirat, indicado ao Oscar, ironiza crítica de diretor ao Brasil

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Indicado a duas categorias ao Oscar 2026, Sirât voltou aos holofotes após o lançamento do trailer no Brasil. O material faz referência direta à polêmica envolvendo o diretor espanhol Oliver Laxe e as críticas feitas por ele aos brasileiros.


O longa concorre a Melhor Filme Internacional, disputando a estatueta com O Agente Secreto, e também está indicado a Melhor Som. Já o filme de Kleber Mendonça Filho recebeu outras três indicações: Melhor Filme, Mehor Ator, com Wagner Moura; e Melhor Elenco, com Gabriel Domingues.


Cena de Sirât
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Cena de Sirât

Divulgação
Bastidores de Sirât
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Bastidores de Sirât

Divulgação
Pôster de Sirât
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Pôster de Sirât

Divulgação

A controvérsia começou em janeiro, quando Laxe comentou as indicações do longa brasileiro e atribuiu o resultado ao número de integrantes do país na Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que escolhe os vencedores do prêmio.


“Na Academia há muitos brasileiros, nós gostamos muito deles, mas eles são ultranacionalistas. Acho que, se os brasileiros inscrevessem um sapato no Oscar, todos votariam nele”, declarou o cineasta durante o talk show La Revuelta.


A fala provocou uma onda de críticas nas redes sociais. O novo trailer incorpora esse cenário ao mesclar um comentário negativo da internet com avaliações positivas de veículos internacionais. Em um dos trechos, aparece a publicação: “Bom filme, mas inferior aos sapatos dos brasileiros”.


Sirât acompanha a jornada de um pai em busca da filha desaparecida no circuito de festas eletrônicas no Deserto do Saara. A cerimônia do Oscar está marcada para 15 de março.


Assista ao trailer de Sirât:







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Carnapatinhas terá microchipagem e vacinação gratuita de cães no Setor Comercial Sul

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A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) promove, neste domingo (15), das 14h às 18h, mais uma edição do Carnapatinhas — Patinhas na Folia, no Setor Comercial Sul, ao lado da Estação Galeria do Metrô. O evento contará com serviços gratuitos de microchipagem e vacinação de cães, além de feira de adoção responsável e atividades educativas.


Para ter acesso à microchipagem e à vacinação, é obrigatório que o tutor realize previamente o cadastro do animal no Sistema do Cadastro Nacional de Animais Domésticos (SinPatinhas). A disponibilização de vacinas e microchips será feita conforme a demanda ao longo do evento.


O microchip funciona como uma identificação permanente do animal, facilitando sua localização em casos de perda. O dispositivo pode ser lido em clínicas veterinárias e abrigos, permitindo a rápida identificação do tutor e contribuindo para o combate ao abandono. A ação será destinada exclusivamente a cães, considerando que gatos tendem a fugir com mais facilidade em ambientes abertos.


Além dos serviços de saúde animal, o Carnapatinhas contará com feira de adoção, com animais previamente vacinados e castrados por organizações não governamentais parceiras. A programação inclui ainda ações educativas, especialmente voltadas ao público infantil, com foco na conscientização de que animais exigem cuidado, respeito e responsabilidade.


A organização informa que toda a programação foi planejada com atenção ao bem-estar dos animais, com controle do volume de som para evitar estresse. Durante o evento, também haverá arrecadação de ração para doação às ONGs participantes.


O bloco infantil será organizado pelo grupo Teatro Mapati, com apoio da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) da SES-DF. A iniciativa conta ainda com parceria da Universidade de Brasília (UnB) e do Departamento de Proteção, Defesa e Direitos Animais do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.


Carnapatinhas

→ Data: domingo (15)
→ Horário: 14h às 18h
→ Local: Setor Comercial Sul, ao lado da Estação Galeria do Metrô
→ Entrada gratuita.






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Indicado ao Oscar, F1: o Filme ganhará sequência

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F1: o Filme ganhará sequência, afirmou o produtor Jerry Bruckheimer em entrevista à BBC durante um evento organizado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nessa terça-feira (10/2). Sem dar detalhes do projeto, ele afirmou que começaram a trabalhar na nova produção.


Cena de F1: O Filme
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Cena de F1: O Filme

Reprodução/AppleTV
Cena de F1: O Filme
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Cena de F1: O Filme

Reprodução/AppleTV
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Cena de F1: O Filme

Reprodução/AppleTV

F1 arrecadou mais de US$ 630 milhões (cerca de R$ 3,2 bilhões) em todo o mundo, tornando-se o lançamento cinematográfico de maior sucesso da Apple Original Films até o momento.


O longa estrelado por Brad Pitt também foi indicado quatro vezes ao Oscar. A lista coloca a produção nas disputas de Melhor Montagem, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Som e Melhor Filme, na qual concorre com O Agente Secreto.



F1: o Filme acompanha a trajetória de Sonny Hayes, ex-piloto promissor que precisou abandonar a Fórmula 1 após sofrer um grave acidente nas pistas. Três décadas depois, ele recebe um convite inesperado de um antigo colega para retornar à categoria e defender a APX GP, uma escuderia novata que enfrenta sérias dificuldades.


Ambientada na temporada de 2023 da Fórmula 1, a produção aposta no realismo ao contar com a participação de pilotos e chefes de equipe reais, além de realizar filmagens em circuitos oficiais, como Silverstone e Abu Dhabi.







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Obras do GDF garantem infraestrutura urbana à comunidade da Estrutural

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Após décadas de espera, moradores e empresários do Setor Norte da Cidade Estrutural passaram a contar com infraestrutura urbana completa. O Governo do Distrito Federal concluiu, na terça-feira (10), a urbanização da Quadra 2 da região, garantindo acesso regular a água potável, energia elétrica, pavimentação e drenagem pluvial para cerca de 500 moradores, além de beneficiar diretamente o polo empresarial da Cidade do Automóvel.


A intervenção resolveu um dos problemas mais antigos da área: o acúmulo de água da chuva nas vias. Com a implantação de uma nova galeria pluvial, o sistema de drenagem da Cidade do Automóvel foi integrado à rede geral do Distrito Federal, reduzindo os alagamentos que, por anos, comprometeram o funcionamento de concessionárias, revendas de veículos e outros estabelecimentos comerciais. Ao todo, 362 empresas passam a ser atendidas pela nova infraestrutura.


Para o administrador regional Alceu de Mattos, a entrega das obras representa o encerramento de uma dívida histórica com a região. Segundo ele, partes da cidade permaneceram por décadas sem urbanização básica. “Havia moradores e empresários que já não acreditavam que essa situação seria resolvida. Hoje, problemas que se arrastavam há anos finalmente receberam uma resposta concreta”, afirmou.


Os serviços foram executados pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), responsável pela terraplanagem e pelo levantamento topográfico detalhado das vias. As equipes implantaram redes de água, esgoto e energia elétrica, além de realizar a pavimentação com bloquetes, assegurando o nivelamento adequado das ruas e o correto escoamento das águas pluviais.


A regularização do saneamento ocorreu em parceria com a Companhia Ambiental de Saneamento do Distrito Federal (Caesb), por meio do programa Água Legal, que viabilizou a implantação formal das redes de abastecimento de água e esgotamento sanitário na região.


A obra também incorporou um eixo social. Os bloquetes utilizados na pavimentação foram produzidos por reeducandos da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), em ação coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda. Dez participantes receberam capacitação específica e atuaram tanto na fabricação quanto na instalação do material.


De acordo com a administração regional, novas intervenções já estão previstas. Áreas como a Chácara do Susano devem receber obras após o período chuvoso, com a implantação de redes de água, esgoto e iluminação pública. No Setor Oeste da Estrutural, onde nunca houve infraestrutura completa, a Caesb iniciou os procedimentos técnicos para implantar sistemas de abastecimento, esgotamento sanitário, drenagem e calçamento.


Com a conclusão da urbanização da Quadra 2, o Setor Norte da Cidade Estrutural avança na consolidação urbana e na melhoria das condições de moradia e de atividade econômica, encerrando um ciclo de quase três décadas marcado pela precariedade da infraestrutura.






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Britney Spears vende todo seu catálogo musical por valor bilionário

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A onda de artistas que decidiram transformar seus catálogos em cifras milionárias ganhou mais um nome de peso: Britney Spears. Segundo a revista Rolling Stone, a cantora vendeu os direitos de suas músicas para a Primary Wave, empresa que vem concentrando obras de grandes ícones da indústria fonográfica.


Embora os termos oficiais não tenham sido divulgados, fontes ouvidas pela publicação indicam que o valor do negócio pode se aproximar dos US$ 200 milhões — cifra semelhante à obtida por Justin Bieber ao negociar seu repertório em 2023. Na cotação atual, o montante gira em torno de R$ 1 bilhão.



O acordo envolve canções que definiram uma geração e consolidaram Britney como um dos maiores fenômenos do pop, como Baby One More Time”, Oops!… I Did It Again e Toxic.


Britney Spears vende todo seu catálogo musical por valor bilionário - destaque galeria

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David LaChapelle/RCA Records/Divulgação
Britney Spears no clipe de Baby One More Time
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Britney Spears no clipe de Baby One More Time

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A Primary Wave, por sua vez, tem ampliado agressivamente seu portfólio nos últimos anos. A empresa já administra catálogos ligados a nomes como Prince, Whitney Houston, Bob Marley e Stevie Nicks, reforçando sua posição no mercado de direitos autorais.


Desde o álbum Glory, lançado em 2016, Britney não apresenta um novo projeto de estúdio. Sua aparição mais recente no cenário musical foi em 2023, com a faixa “Mind Your Business”, parceria com will.i.am.






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CLDF aprova projetos que suspendem prazos de validade de concursos públicos

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou, nesta terça-feira (10), os primeiros projetos de lei de 2026 voltados aos concursos públicos do DF. As proposições, votadas em dois turnos e em redação final, tratam da suspensão do prazo de validade de certames para provimento de vagas, medida que beneficia candidatos já aprovados.


Um dos textos aprovados foi o Projeto de Lei nº 2.124/2026, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa (União Brasil). A proposta determina a suspensão dos prazos de validade de concursos públicos em razão de restrições orçamentárias e financeiras nos exercícios de 2025 e 2026. A medida alcança os certames homologados e em vigor na data de publicação dos Decretos nº 47.386, de 25 de junho de 2025, e nº 48.172, de 20 de janeiro de 2026.


De acordo com o projeto, os prazos suspensos voltarão a correr a partir do primeiro dia útil subsequente a 31 de dezembro de 2026. O texto também esclarece que a suspensão não impede a nomeação de candidatos durante esse período.


Na mesma sessão, os parlamentares aprovaram o Projeto de Lei nº 2.139/2026, na forma de substitutivo. A proposta, de autoria do deputado João Cardoso (Avante), altera a Lei nº 4.949/2012, que estabelece a norma geral dos concursos públicos no Distrito Federal. O projeto prevê a suspensão do prazo de validade dos certames homologados antes ou durante os 180 dias que antecedem o fim do mandato do chefe do Poder Executivo, estendendo a suspensão até a posse dos eleitos.


Segundo o texto, o prazo de validade dos concursos será retomado, pelo período remanescente, no primeiro dia útil após o término da restrição ou vedação legal. Caberá ao órgão ou entidade responsável pelo certame publicar, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), os atos que declarem a suspensão e, posteriormente, a retomada do prazo.


Durante a sessão, diversos parlamentares elogiaram as iniciativas, destacando a importância das medidas para garantir segurança jurídica aos candidatos aprovados. O presidente da CLDF, deputado Wellington Luiz (MDB), afirmou que solicitará ao Poder Executivo a sanção das propostas “o mais rapidamente possível”, uma vez que alguns concursos públicos têm prazo de validade prestes a expirar ainda neste mês.






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Saiba o que muda com a chamada Lei dos Influenciadores

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A chamada Lei dos Influenciadores entrou em vigor em janeiro deste ano com a promessa de dar reconhecimento formal a quem atua na produção de conteúdo digital. A norma, oficialmente registrada como lei 15.325/2026, regulamenta o exercício da profissão de multimídia, conceito amplo que vai além dos influenciadores.


O texto define como atividades de multimídia a criação, produção, edição, gestão e publicação de conteúdos digitais. A regra alcança desde produtores independentes até gestores de mídia em estruturas empresariais. A abrangência, porém, levanta dúvidas.



Para o professor e especialista em Direito Digital Marcelo Crespo, o objetivo da lei foi reconhecer e profissionalizar o setor. “O propósito da lei é de reconhecimento legal e profissionalização de quem trabalha com multimídia. Por isso, o foco do texto foi amplo e funcional”, afirma.




O que a lei estabelece:



  • Reconhecimento formal da profissão de multimídia, com definição legal da atividade.

  • Previsão de parâmetros contratuais, criando uma referência para negociações com marcas e empresas.

  • Abrangência ampla, que inclui produtores independentes, gestores de mídia e criadores de conteúdo digital.


O que ficou de fora:


A norma não trata de temas sensíveis frequentemente associados aos influenciadores digitais, como:



  • Responsabilidade civil e penal específica;

  • Regras sobre publicidade enganosa;

  • Combate à desinformação;

  • Mecanismos de fiscalização ou punição.


Além disso, “Lei dos Influenciadores” é apenas uma denominação popular. O texto oficial regula a atividade de profissional de multimídia, conceito mais amplo.




 


Como a lei afeta os influenciadores?


Apesar do apelido, a lei não trata exclusivamente dos influenciadores digitais. Segundo a advogada e professora Ana Júlia Milanez, o principal efeito é simbólico.


“A principal implicação é o reconhecimento inicial da atividade de multimídia como uma profissão, que até então estava às margens. Embora a lei não estruture a atividade de influencer, representa um primeiro passo para uma regulação mais consistente”, explica.

A norma também não avançou em temas que costumam gerar debate público, como ética na publicidade, proteção do consumidor e desinformação. Para Ana Júlia, a lei acaba sendo mais genérica do que regulatória.


“O tema é complexo, e uma única lei não é capaz de solucionar os inúmeros problemas envolvendo influenciadores digitais, já que a matéria envolve diferentes áreas do direito”, afirma. Ela defende a criação de regras que diferenciem as categorias incluídas no conceito de profissional de multimídia, com obrigações específicas para cada uma.


Marcelo Crespo avalia que a ausência de mecanismos punitivos ou fiscalizatórios pode abrir espaço para interpretações divergentes. “Essa lacuna pode ser interpretada como uma resistência do legislador em entrar em temas controversos”, diz.


Leis complementares à vista


Especialistas apontam que a falta de parâmetros mais detalhados pode gerar conflitos, especialmente nas áreas trabalhista e tributária. A expectativa é que normas complementares sejam discutidas para preencher as lacunas e dar mais segurança jurídica ao setor.


“Não é uma lei exclusiva de influenciadores. Trata-se de uma categoria profissional ampla, que ainda comporta regulamentações específicas”, conclui Crespo.






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Curta brasiliense liga ancestralidade indígena à cultura K-pop

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As gravações de Tenho Você em Mim, novo curta-metragem escrito e dirigido por Alex Vidigal, foram concluídas em Brasília na última semana. O filme, que tem previsão de estreia para este ano no Festival de Cinema de Brasília, parte de uma experiência pessoal do diretor para contar a história do encontro entre uma adolescente e a avó, que chega do interior para cuidar da saúde. A relação entre as duas conduz uma narrativa centrada em família, identidade e herança cultural.


Alex afirma em entrevista ao Metrópoles que o ponto de partida do curta veio da própria infância. “Tem Você em Mim nasceu de vivências que tive com a minha avó, quando eu era mais novo, no período da minha infância e adolescência. Ela tinha hábitos que eu, que cresci em Brasília, não tinha, como dormir em rede, comer com a mão, cuscuz, entre outros”, diz.


Essas lembranças deram forma ao vínculo retratado no curta. A trama acompanha uma adolescente fascinada pela cultura do K-pop, que recebe a visita da avó vinda do interior do Norte para realizar exames na capital.



“Dessa convivência vai nascer uma nova percepção que diz respeito à família, a hábitos e à ancestralidade”, explica o diretor.

O filme marca o terceiro capítulo de uma trilogia idealizada por Vidigal. “Ele é meu terceiro curta e também o terceiro de uma trilogia que eu chamo de trilogia das idades”, afirma. Os outros títulos são O Filho do Vizinho, de 2010, e Riscados pela Memória, de 2018. Cada obra se dedica a uma fase da vida e às questões que atravessam esse período.


No caso de Tenho Você em Mim, a adolescência aparece como um território de construção de identidade: “Ela se encanta pelo K-pop porque tem olhos puxados, como os ídolos coreanos, mas se priva da possibilidade de perceber que esses olhos vêm de uma ancestralidade indígena”, afirma.


A chegada da avó coloca essa herança em evidência, sem confronto direto, a partir do convívio, com hábitos, costumes e uma memória familiar que a jovem desconhecia.


O curta é dirigido por Alex Vidigal
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O curta é dirigido por Alex Vidigal

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Tenho Você em Mim, curta brasiliense
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Tenho Você em Mim, curta brasiliense

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Tenho Você em Mim, curta brasiliense

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Brasília ocupa um papel central na narrativa. Vidigal optou por mostrar a cidade fora do Plano Piloto. A protagonista, por exemplo, mora em Ceilândia, região administrativa do DF.


Ainda assim, outro lugar importante para o filme é o Conic, no Setor de Diversões Sul. “O Conic sempre foi um lugar agregador, de cultura alternativa, de música e de encontros”, afirma o diretor, que cresceu frequentando o espaço.


O ponto de virada da história acontece quando um canto da avó é gravado e transformado em música pelo amigo da protagonista. “Ela entra em reflexão ao perceber quem é essa avó que está do lado dela e que ela não valorizava”, diz Vidigal.


“Antes de tratar de cultura ou de mercado, o filme é sobre uma avó encontrando uma neta e uma neta encontrando uma avó. É sobre afeto“, afirma. Segundo ele, a narrativa convida o espectador a reconhecer o valor do que está próximo.






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