Patrícia Marx se renova em estreia politizada e cheia de sucessos

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Passava pouco das 20h quando as cortinas do Teatro Rival Petrobras abriram-se ao som de Abre-alas cantada por uma Patrícia Marx diferente. O canto continua primoroso, mas, aos 51 anos, a ex-vocalista do Trem da Alegria cresceu.


E ela mostra sua faceta politizada e humanista no novo show, dirigido pelo poeta e jornalista Christovam de Chevalier a partir do roteiro elaborado por ele juntamente com ela.



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Patrícia Marx

Reprodução/Luan LopezPatrícia Marx 2 de 2

Patrícia Marx

Reprodução/Luan Lopez

“Estamos aqui para cantar um Brasil que é do Ivan, e que também é meu e é nosso”, declarou ela após botar o público que lotava a casa para cantar em coro com Charme do Mundo, em uma homenagem a Antônio Cícero e aos 70 anos de Marina Lima.


Homenageado pela cantora no seu mais recente trabalho, Ivan Lins fez-se presente com a balada Vieste e com a salsa “Ai, aí, ai, ai”, na qual Patrícia esbanjou sensualidade no palco iluminado nas cores do arco-íris, símbolo da luta LGBTQIA+.


Leia a matéria completa no NewMag, parceiro do Metrópoles.






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Como a chegada de Vecna transformou as gravações de Stranger Things

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Os quatro primeiros episódios da última temporada de Stranger Things chegaram à Netflix nessa quarta-feira (27/11) e movimentaram os fãs com o início do desfecho da saga. Em entrevista ao Metrópoles, Sadie Sink e Jamie Campbell Bower, intérpretes de Max e Vecna, contaram como a chegada do vilão mudou totalmente o trabalho do elenco.


Como a chegada de Vecna transformou as gravações de Stranger Things - destaque galeria11 imagensNoah Schnapp como Will Byers e Jamie Campbell Bower como Vecna na quinta temporada de Stranger ThingsSadie Sink como Max Mayfield e Caleb McLaughlin como Lucas Sinclair em Stranger ThingsStranger Things - Temporada 3David Harbour como Jim Hopper e Millie Bobby Brown como Eleven em Stranger ThingsFinn Wolfhard como Mike Wheeler, Caleb McLaughlin como Lucas Sinclair, Natalia Dyer como Nancy Wheeler, Joe Keery como Steve Harrington, Charlie Heaton como Jonathan Byers e Gaten Matarazzo como Dustin Henderson em Stranger ThingsFechar modal.MetrópolesSadie Sink e Jamie Campbell Bower1 de 11

Sadie Sink e Jamie Campbell Bower

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Noah Schnapp como Will Byers e Jamie Campbell Bower como Vecna na quinta temporada de Stranger Things

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Sadie Sink como Max Mayfield e Caleb McLaughlin como Lucas Sinclair em Stranger Things

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Stranger Things - Temporada 3

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David Harbour como Jim Hopper e Millie Bobby Brown como Eleven em Stranger Things

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Finn Wolfhard como Mike Wheeler, Caleb McLaughlin como Lucas Sinclair, Natalia Dyer como Nancy Wheeler, Joe Keery como Steve Harrington, Charlie Heaton como Jonathan Byers e Gaten Matarazzo como Dustin Henderson em Stranger Things

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Winona Ryder como Joyce Byers, Finn Wolfhard como Mike Wheeler e Jake Connelly como Derek em Stranger Things

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Sadie Sink como Max Mayfield em Stranger Things

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Millie Bobby Brown como Eleven em Stranger Things

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Gaten Matarazzo como Dustin Henderson, Finn Wolfhard como Mike Wheeler, Caleb McLaughlin como Lucas Sinclair e Noah Schnapp como Will Byers em Stranger Things

Divulgação/Netflix5ª temporada de Stranger Things11 de 11

5ª temporada de Stranger Things

Divulgação/Netflix

Introduzido na temporada anterior, Vecna não só alterou o rumo da história, como também transformou a forma de atuação nos sets. Antes da chegada de Jamie, grande parte das cenas exigia que os atores interagissem apenas com objetos improvisados, que depois eram transformados em monstros do Mundo Invertido por meio de efeitos especiais.


“Antes do Jamie, a gente estava apenas interagindo com bolas de praia presas em paus e marcações verdes ou pessoas em macacões verdes”, lembrou Sadie Sink.

Com a chegada do vilão, o elenco passou a interagir com um ator real, inclusive, com diálogos e contato físico. Um vídeo divulgado pela Netflix mostra, entre outros bastidores, os atores escondidos de uma bola colorida acoplada a uma vara que, após a edição, se transformou no Devorador de Mentes, criatura responsável pela morte de Billy (Dacre Montgomery).



Sadie também destacou a influência de Jamie nos bastidores: “Você realmente nos elevou com sua presença. Tem sido bom estabelecer que você também tem momentos de realidade e brincadeira entre as cenas”.


Já o intérprete do líder do Mundo Invertido destacou que, apesar da relação tensa e violenta com os personagens na trama, a interação nos bastidores foi construída com parceria e profissionalismo das colegas de cena.


“Eu lembro quando estávamos fazendo a quarta temporada, foi aquela coisa do momento. Entramos no set, para mim, parecia que era hora de jogar, sabe? Era hora de ir para cima, e isso vem de todo mundo”, declarou. “Uma das coisas mais incríveis sobre trabalhar com a Sadie e com a Millie é o quão presentes elas estão em cada momento, respeitosas e talentosas também.”

Mais três episódios da quinta temporada chegam à Netflix às 22h do dia 25 de dezembro. O grande final será lançado no mesmo horário do dia 31, véspera de Ano Novo.







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Stranger Things 5: livro pode revelar plano final para derrotar Vecna

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Os primeiros quatro episódios da 5ª e última temporada de Stranger Things já estão disponíveis, e os fãs já começaram a se empenhar nas teorias para tentar descobrir como será o final da trama.


Nas redes sociais, os telespectadores da Netflix repararam em um detalhe que talvez possa revelar um dos pontos altos do final da série de mais de nove anos: como Max (Sadie Sink) derrota o vilão Vecna (Jamie Campbell Bower).




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Vecna em Stranger Things

DivulgaçãoSadie Sink como Max Mayfield em Stranger Things2 de 6

Sadie Sink como Max Mayfield em Stranger Things

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Noah Schnapp comp Will Byers em Stranger Things

Divulgação/NetflixNoah Schnapp como Will Byers e Jamie Campbell Bower como Vecna na quinta temporada de Stranger Things4 de 6

Noah Schnapp como Will Byers e Jamie Campbell Bower como Vecna na quinta temporada de Stranger Things

Divulgação/NetflixSadie Sink e Jamie Campbell Bower5 de 6

Sadie Sink e Jamie Campbell Bower

Getty ImagesElenco de Stranger Things6 de 6

Elenco de Stranger Things

Kevin Winter/Getty Images

Atenção: o texto a seguir pode apresentar detalhes dos novos episódios da 5ª temporada de Stranger Things.


O volume 1 da quinta temporada apresentou mais detalhes sobre Holly (Nell Fisher), que aparece completamente fascinada por um livro clássico da fantasia: A Dobra do Tempo (1962).


Os fãs logo perceberam um possível paralelo. Assim como a série já incorporou elementos de Dungeons & Dragons — jogo de RPG que inspira inclusive os nomes dos vilões —, a nova temporada pode ter usado o livro como pista para o desfecho da história.


No romance, as protagonistas são levadas para uma dimensão controlada pelo vilão. E algo semelhante acontece em Stranger Things: Holly e Max acabam presas na mente de Vecna. Na obra literária, as jovens ficam aprisionadas na cidade de Camazotz — nome que, não por acaso, batiza o sexto episódio da temporada, A Fuga de Camazotz.


Segundo as teorias, Holly e Max seriam a chave para derrotar Vecna e a explicação estaria na forma que as heroínas de A Dobra no Tempo encontram para se verem livres das garras do vilão e voltar para casa.


No livro, as protagonistas exploraram a prisão dimensional em que estão e descobrem segredos sobre o antagonista, que são fundamentais para derrotá-lo não só fisicamente, mas enfrentar tudo o que ele representa.


Da mesma forma, Stranger Things pode explorar como Holly e Max, que têm acesso às memórias fragmentadas de Vecna, descobrem uma forma para derrotar o vilão.


Vale lembrar que, antes de ser o “monstro” que vemos na série, um dia ele já foi um jovem chamado Henry Creel e a cobaia número Um do mesmo laboratório onde Eleven ganhou os poderes.


A verdade, porém, só será revelada em dezembro, nos dias 25 – quando estreiam os episódios 5 a 7 – e 31 – quando estará disponível o último episódio. Ambos os lançamentos ocorrem às 22h (horário de Brasília).





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Entidades pedem retorno dos desfiles das escolas de samba do DF

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O Carnaval é uma das épocas mais aguardadas pelos brasileiros. Entre o batuque envolvente das baterias, as fantasias coloridas e as músicas que contagiam, os foliões parecem ganhar uma nova energia. É nesse clima vibrante que o feriado transforma ruas e avenidas em verdadeiros palcos de celebração.


Um dos pilares do Carnaval brasileiro são os desfiles das escolas de samba. No entanto, há anos que o Distrito Federal não vê suas escolas atravessarem a avenida, deixando um vazio cultural em uma região que já teve tradição e público fiel.



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O último desfile de Brasília ocorreu em 2023, quando as agremiações retornaram à avenida após uma década fora da programação oficial. Antes disso, a última apresentação havia sido em 2014. Nesse intervalo, o DF acumulou quase dez anos sem desfiles — e, mesmo com o retorno pontual em 2023, não houve Carnaval de escolas em 2024 nem em 2025, além de ainda não existir confirmação para 2026.


Entidades pedem retorno dos desfiles das escolas de samba do DF - destaque galeria6 imagensCarnaval do DFCarnaval do DFCarnaval do DFCarnaval do DFCarnaval do DFFechar modal.MetrópolesCarnaval do DF1 de 6

Carnaval do DF

Joel Rodrigues/Agência BrasíliaCarnaval do DF2 de 6

Carnaval do DF

Joédson Alves/Agência BrasilCarnaval do DF3 de 6

Carnaval do DF

Antônio Cruz/ Agência BrasilCarnaval do DF4 de 6

Carnaval do DF

Fábio Rodrigues-Pozzebom/ Agência BrasilCarnaval do DF5 de 6

Carnaval do DF

Joédson Alves/Agência BrasilCarnaval do DF6 de 6

Carnaval do DF

Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Diante desse novo ciclo de indefinição, escolas de samba e entidades do setor têm se mobilizado e cobrado um posicionamento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e do Governo do Distrito Federal.


Kleber Dias, titular do Comitê Permanente de Carnaval, responsabiliza o GDF pela não realização do desfile de 2025. “Os desfiles não aconteceram em 2024 e 2025 porque faltou gestão, planejamento e diálogo. Não houve organização prévia, não houve definição orçamentária e o Comitê não foi chamado para participar de nenhuma decisão. O Carnaval não deixou de acontecer por culpa das escolas, e sim pela ausência de política pública. O DF perdeu oportunidades culturais, sociais e econômicas. Isso não pode se repetir”, afirma.



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Ele também chama atenção para a Lei nº 4.738, que dispõe sobre a realização do Carnaval na capital federal. Segundo o representante do comitê, a legislação precisa ser atualizada: “É antiga, não atende às necessidades atuais das escolas e trava o crescimento do Carnaval. Precisamos de uma legislação moderna, que abra espaço para novas agremiações, fortaleça as que já existem e trate o Carnaval como uma política pública, não como um evento improvisado”.


Pedro Gonzalez, presidente da Liestra-DF (Liga Independente das Escolas de Samba Tradicionais do DF), reforça o pedido. O representante destaca que a atualização é necessária: “Hoje, não há garantias de continuidade dos recursos, nem prazos definidos ou critérios claros para os editais, o que impede as agremiações de trabalharem com planejamento e segurança jurídica”.


Foliões se divertindo no Carnaval do DF

Impacto nos trabalhadores


O Carnaval é um dos eventos que mais geram renda para o Distrito Federal. Segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC), a folia deste ano movimentou R$ 320 milhões apenas em atividades ligadas ao turismo — um aumento de aproximadamente 1,5% em relação ao ano passado.


Ao longo dos quatro dias de festa, 45 blocos desfilaram por 11 regiões administrativas do DF, além das diversas atrações dos Territórios da Folia. A programação se espalhou pelo Plano Piloto, Taguatinga, Ceilândia, Gama, Águas Claras, São Sebastião, Estrutural e Paranoá.


O Carnaval também impulsiona a geração de empregos. Segundo dados da Agência Brasil, em 2025 foram abertas mais de 32 mil vagas temporárias. Esse cenário reflete diretamente nas escolas de samba, que dependem de uma vasta cadeia produtiva para colocar os desfiles na rua — envolvendo costureiras, ferreiros, aderecistas, músicos, coreógrafos, artesãos, entre muitos outros profissionais.


De acordo com Gleidson de Sá, presidente da Uniesbe-DF (União das Escolas de Samba e Blocos de Enredo do DF), a ausência dos desfiles causa um impacto profundo nos milhares de trabalhadores que prestam serviços às escolas de samba.


“A maior parte desses profissionais vem da própria comunidade, pessoas que encontram nas agremiações uma oportunidade real de trabalho, renda e valorização de seus talentos. O Carnaval movimenta a economia criativa, fortalece laços sociais e alcança territórios onde, muitas vezes, o estado não chega com a mesma efetividade”, reflete.


“A falta dos desfiles gera grandes dificuldades financeiras, estruturais e sociais para as escolas de samba. Ainda assim, as agremiações fazem o impossível para preservar suas atividades, que vão muito além do período carnavalesco”, completa.


O Metrópoles entrou em contato com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa, mas não teve retorno. O espaço segue aberto para manifestações.


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Foliões se divertindo no Carnaval do DF2 de 3

Foliões se divertindo no Carnaval do DF

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophotoFoliões curtem Carnaval no DF3 de 3

Foliões curtem Carnaval no DF

Hugo Barreto/Metrópoles/@hugobarretophoto





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