Câmara Legislativa promove sessão solene em homenagem a profissionais da educação

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realiza, nesta segunda-feira (16), às 19h, uma sessão solene em homenagem aos profissionais da educação que atuam no Distrito Federal. A cerimônia ocorrerá no auditório da Casa e contará com transmissão ao vivo pela TV Câmara Distrital.


Proposta pelo deputado Ricardo Vale (PT), a solenidade tem como objetivo reconhecer o trabalho de professores, pedagogos, coordenadores, diretores, servidores e demais colaboradores que atuam diariamente nas escolas do DF, contribuindo para a oferta de uma educação de qualidade.


De acordo com o parlamentar, a homenagem busca valorizar aqueles que dedicam suas trajetórias à formação de cidadãos e ao desenvolvimento social, cultural e humano da população. Ricardo Vale destaca que esses profissionais exercem papel essencial no cotidiano escolar, muitas vezes enfrentando desafios estruturais e sociais sem abrir mão do compromisso com o aprendizado dos estudantes.


“O trabalho desses profissionais vai além da transmissão de conteúdos. Ele contribui para a formação de valores, para o fortalecimento da cidadania e para a promoção da inclusão social”, afirma o distrital.


A sessão também pretende evidenciar o impacto transformador do trabalho de educadores e trabalhadores da educação na sociedade. Para o autor da iniciativa, reconhecer publicamente essas trajetórias é uma forma de valorizar o esforço diário de quem contribui para transformar realidades por meio da educação, além de representar um gesto de respeito institucional e incentivo à continuidade dessas contribuições.






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Obra de pavimentação renova trecho que liga a Quarta Avenida do Sudoeste à Epig e melhora acesso ao Eixo Monumental

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Motoristas que circulam entre o Sudoeste e a Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) já começam a perceber mudanças no tráfego da região. O acesso pela Quarta Avenida passou por uma intervenção de recapeamento que renovou completamente o pavimento do trecho, melhorando as condições de circulação e segurança para quem utiliza a via diariamente.


A obra foi executada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e integra um contrato permanente de manutenção da malha viária do Distrito Federal. Os recursos utilizados fazem parte de uma operação de crédito firmada entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e o Banco do Brasil. Após a conclusão do recapeamento, a próxima etapa prevista será a implantação da sinalização viária, com pintura de faixas e instalação de placas.


Com aproximadamente 350 metros de extensão, o trecho vinha apresentando desgaste causado pelo tráfego intenso. O asfalto antigo apresentava buracos, ondulações e irregularidades que comprometiam o conforto e a segurança dos motoristas.


O administrador regional do Sudoeste, Reginaldo Sardinha, afirma que a recuperação da pista atende a uma solicitação antiga da comunidade. “Era uma melhoria muito esperada pelos moradores e por quem passa pela região todos os dias. O fluxo de veículos nessa ligação é bastante alto, e o pavimento já estava bastante comprometido. Com a nova pavimentação, conseguimos oferecer uma via mais segura e adequada para o trânsito”, explicou.


Segundo Sardinha, o trecho funciona como uma importante alternativa de deslocamento para quem vive no Sudoeste, Cruzeiro e Octogonal, além de ser utilizado por trabalhadores do Setor de Indústrias Gráficas (SIG) e motoristas que seguem em direção ao Eixo Monumental.


“O trabalho começou no ponto de ligação com a Epig, mas existe a expectativa de ampliar a recuperação para outros trechos da avenida, incluindo partes da Quarta Avenida e também da Terceira Avenida”, acrescentou.


O diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite, destaca que o recapeamento faz parte de uma política contínua de cuidado com a infraestrutura urbana. “A manutenção das vias é essencial para garantir mobilidade e segurança no trânsito. Nosso objetivo é manter as avenidas em boas condições de uso, atendendo às demandas da população e melhorando a qualidade de vida nas cidades”, afirmou.


A intervenção faz parte do lote 9 do Consórcio Recuperação de Vias, responsável por serviços de manutenção em diferentes regiões administrativas do DF, como Sudoeste, Octogonal, Cruzeiro, Candangolândia e Núcleo Bandeirante. O investimento destinado à obra é de cerca de R$ 1 milhão.


Para o prefeito da Área Octogonal 1, Carlos Gatinho, a recuperação do pavimento representa um avanço importante para a mobilidade local. “Essa avenida é muito utilizada por quem precisa acessar outras regiões rapidamente. A melhoria no asfalto aumenta a segurança e torna o deslocamento muito mais confortável”, afirmou.


Morador do Sudoeste desde 2001, o aposentado Osvaldo Farneze acredita que a intervenção terá impacto direto no trânsito da região. “O pavimento estava bastante desgastado e já precisava de uma obra como essa. Com o asfalto novo, o trânsito dentro do bairro e nas saídas da região tende a melhorar bastante”, avaliou.


Ele também lembra que outras obras recentes já contribuíram para reduzir congestionamentos na área. “Depois que o viaduto foi construído, o fluxo melhorou muito. Antes havia retenções grandes na Avenida das Jaqueiras e hoje o trânsito flui com mais facilidade”, completou.






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Brigitte Bardot e Eric Dane são esquecidos no tributo do Oscar 2026

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O Oscar 2026 esqueceu da atriz Brigitte Bardot em seu tributo, que homenageia profissionais do cinema mundial mortos no último ano. A artista francesa morreu em 28 de dezembro do ano passado, aos 91 anos.


No X, pessoas que assistiam ao prêmio do cinema mundial também sentiram a falta de Eric Dane e James Van Der Beek na homenagem. 


Brigitte Bardot e Eric Dane são esquecidos no tributo do Oscar 2026 - destaque galeria

O penteado meio solto, meio preso se tornou uma marca registrada
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O penteado meio solto, meio preso se tornou uma marca registrada

Herbert Dorfman/Corbis via Getty Images
Penteados volumosos com destaque para a franja estilo cortina
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Penteados volumosos com destaque para a franja estilo cortina

Silver Screen Collection/Getty Images
Bardot popularizou dois destinos turísticos
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Bardot popularizou dois destinos turísticos

Bettmann/Getty Images
A parisiense redefiniu a moda feminina
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A parisiense redefiniu a moda feminina

Arthur Grimm/United Archives via Getty Images
A atriz apostava com frequência em chapéus e vestidos boho
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A atriz apostava com frequência em chapéus e vestidos boho

REPORTERS ASSOCIES/Gamma-Rapho via Getty Images


O ator de Grey’s Anatomy morreu em 19 de fevereiro deste ano, aos 53 anos, após uma batalha contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Já Van Der Beek faleceu em 11 de fevereiro, aos 48 anos, após enfrentar um câncer colorretal.

Vale lembrar que os últimos dois atores ficaram marcados por seus papéis em séries de televisão, mas também tiveram trabalhos marcantes no cinema.





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Brasil já investiu R$ 4,5 mi em campanhas de filmes ao Oscar. Entenda

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Apesar de terminar a cerimônia do Oscar 2026 sem estatuetas, O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, fez história ao conquistar quatro indicações na maior premiação do cinema. Para viabilizar a campanha internacional, o filme recebeu R$ 800 mil da Agência Nacional do Cinema (Ancine).


O incentivo faz parte de um programa federal que, desde 2008, financia a campanha do filme brasileiro selecionado para representar o país na maior premiação do cinema mundial.


Ao longo de 18 anos, cerca de R$ 4,5 milhões foram investidos em 15 produções por meio do Programa de Apoio à Divulgação do Filme Brasileiro Candidato a uma Indicação ao Oscar. A primeira contemplada foi Última Parada 174, de Bruno Barreto, que recebeu R$ 150 mil em 2008, mas não chegou a ser indicada.


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Desde então, além de O Agente Secreto, apenas O Menino e o Mundo conseguiu uma indicação, concorrendo ao prêmio de Melhor Animação em 2016. Já a produtora de Ainda Estou Aqui, primeiro filme brasileiro a vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional, em 2025, optou por não receber o apoio financeiro.


Entre o primeiro repasse e o mais recente, o valor destinado às produtoras cresceu 433%. A variação do dólar e as oscilações orçamentárias ao longo de diferentes governos ajudam a explicar o aumento, segundo a Ancine.


Programa de Apoio ao Oscar


Todos os anos, a Academia Brasileira de Cinema (ABC) seleciona a obra que representará o país na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional. Depois, cabe à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, nos Estados Unidos, definir os indicados.



Administrado pela Ancine, o programa busca ampliar a visibilidade internacional do filme escolhido para disputar uma vaga no Oscar. O foco é a categoria de Melhor Filme Internacional. Até hoje, apenas O Menino e o Mundo recebeu apoio após ter a indicação oficializada em outra categoria.


“O programa contribui para o fortalecimento da cadeia produtiva nacional, para a internacionalização do cinema brasileiro e para o aumento da competitividade do setor”, explicou a assessoria da Ancine ao Metrópoles.

Filmes que receberam apoio do Programa de Apoio à Divulgação:


Brasil já investiu R$ 4,5 mi em campanhas de filmes ao Oscar. Entenda - destaque galeria

Wagner Moura no filme O Agente Secreto
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Wagner Moura no filme O Agente Secreto

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Última Parada 174 (2008) e Salve Geral (2009)
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Última Parada 174 (2008) e Salve Geral (2009)

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Lula, o filho do Brasil (2010) e O Palhaço (2012)
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Lula, o filho do Brasil (2010) e O Palhaço (2012)

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O Som ao Redor (2013) e Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014)
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O Som ao Redor (2013) e Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014)

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Que Horas Ela Volta (2015) e O Menino e o Mundo (2015)
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Que Horas Ela Volta (2015) e O Menino e o Mundo (2015)

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Pequeno Segredo (2016) e Bingo - O Rei das Manhãs (2017)
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Pequeno Segredo (2016) e Bingo - O Rei das Manhãs (2017)

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O Grande Circo Místico (2018) e Deserto Particular (2021)
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O Grande Circo Místico (2018) e Deserto Particular (2021)

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Marte Um (2022) e Retratos Fantasmas (2023)
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Marte Um (2022) e Retratos Fantasmas (2023)

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Os recursos são provenientes do orçamento da própria Ancine, conforme a dotação prevista para cada ano. Em quatro ocasiões, a Secretaria do Audiovisual (SAV) complementou o apoio financeiro.


Todo filme escolhido pela ABC pode solicitar o incentivo. A produtora precisa manifestar interesse, apresentar o orçamento da campanha e comprovar regularidade fiscal e trabalhista.


As empresas contempladas têm até 120 dias para prestar contas. Os gastos devem ser feitos exclusivamente com ações de divulgação internacional e não podem ter sido realizados antes da aprovação.


Custos e impactos


Para muitos espectadores, o valor de R$ 800 mil investido em O Agente Secreto pode parecer alto para a campanha de um filme. Ainda assim, alguns fatores precisam ser considerados. A maior parte das despesas ocorre em dólar e envolve serviços especializados.


Os gastos incluem assessoria de comunicação internacional, publicidade, produção de materiais físicos e digitais, viagens de elenco e participação em eventos. Segundo Miriam Spritzer, da Hollywood Creative Alliance, as campanhas começam meses antes da cerimônia — marcada para 15 de março de 2026 — e envolvem ações que vão de outdoors a custos com figurino, cabelo e maquiagem.


“É como promover uma marca, é como promover uma empresa ou até uma pessoa, seja para um cargo político, seja para lançar um álbum”, reflete.

A projeção internacional gera efeitos que vão além do troféu. Além de aumentar o público nas salas de cinema, há impacto direto na cadeia audiovisual, com novas oportunidades profissionais, coproduções e atração de investimento estrangeiro.


Walter Salles e Fernanda Torres no Oscar 2025 - Metrópoles
Walter Salles e Fernanda Torres comparecem ao 97º Oscar Anual no Dolby Theatre em 02 de março de 2025

Para Adriana Donato, doutora em Políticas Públicas, políticas culturais são financiadas por diferentes fontes, como o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e o Fundo Nacional da Cultura (FNC).


Segundo ela, é possível equilibrar programas como o do Oscar — concentrado em uma única obra — com projetos voltados à formação técnica, educação audiovisual e produtores independentes.


“Quanto aos impactos culturais e sociais, podemos citar a valorização do produto cultural brasileiro, de artistas e produtores culturais, além de efeitos positivos em áreas como qualidade de vida, rendimento escolar e redução da violência”, observa.


A promoção internacional é apenas um dos custos envolvidos na produção de um filme. O Agente Secreto, por exemplo, recebeu R$ 7,5 milhões do FSA para a produção. França, Alemanha e Holanda também apoiaram a obra com R$ 14 milhões — o que reforça a importância de atrair investimentos externos para o cinema nacional, um dos objetivos das campanhas ao Oscar.





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Judocas brasileiras superam preconceito e inspiram jovens atletas

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“Quando eu comecei a fazer esses eventos, eu via que eu não podia parar, porque através da minha história, da minha conquista ali, da minha medalha, eu estava inspirando outras gerações”.


A fala é da judoca brasileira Rafaela Silva (à direita, no destaque) que, juntamente com Jéssica Pereira, ambas da seleção brasileira de judô, participaram de evento sobre equidade de gênero e desenvolvimento social, por ocasião do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. 


Na moderação, que ocorreu na última quinta-feira (12), no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), as atletas debateram sobre carreira, dificuldades de se manter em um esporte de alto rendimento, e preconceitos sociais e de gênero que enfrentaram durante a trajetória. 


Atualmente com 28 medalhas olímpicas, o judô é o esporte que mais rendeu pódios ao Brasil na competição. Das cinco medalhas de ouro, três são de atletas femininas: Sarah Menezes (2012), Rafaela Silva (2016) e Beatriz Souza (2024). 


A conversa foi mediada pela gerente de comunicação da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Camila Dantas (à esquerda, na foto em destaque). 


Presença Feminina


Aos 33 anos, Rafaela conta que conheceu o judô aos 5, através de um projeto social perto da sua casa, então na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro. Depois de não se sentir acolhida nas aulas de futebol, onde era a única menina do grupo, ela observou que no judô as crianças se divertiam juntas independentemente do gênero.  


Jéssica Pereira, de 31 anos, é tricampeã pan-americana e hepta campeã brasileira. Ela conta que iniciou sua vida no esporte aos 7 anos como uma forma de fugir da violência, na Ilha do Governador, perto do Morro do Dendê. Ela explica que foi a mãe que a matriculou, juntamente com outros cinco irmãos no judô, para ocupar as crianças durante o dia. 



“Quando eu recebo uma mensagem no Instagram dizendo que eu sou uma inspiração ou uma criança dizendo assim: ‘Ah, eu entrei no judô porque eu te vi lutar’. Esses momentos são muito gratificantes, e a gente sabe que serve como inspiração pra nova juventude que tá vindo aí.” 



Rafaela Silva conta que quando começou na seleção brasileira, em 2008, os treinos no Japão eram reservados apenas para os homens, já que a confederação não acreditava que elas tinham nível para treinar no país onde o esporte surgiu. Segundo a atleta, este cenário que mudou com o tempo.


“O judô feminino é igual o masculino. A gente luta o mesmo tempo de luta, a gente recebe a mesma premiação, a gente tem as mesmas oportunidades e as pessoas ainda têm essa visão, né?”, acrescentou. 


Desafios e conquistas


Rafaela lembra que, durante sua trajetória, lidou com olhares tortos e desconfiança por ser uma atleta mulher. O preconceito partia tanto de familiares quanto nas competições internacionais. 



“Várias tias nossas falavam: ‘Não, mas isso daí é negócio de homem, ficar se agarrando, ficar se batendo lá’. Até que elas começaram a entender um pouco da nossa história dentro da modalidade e mudaram essa visão.” 



Mesmo diante de desafios, as conquistas da categoria feminina do judô são muitas. A ex-judoca Mayra Aguiar, por exemplo, é a maior medalhista brasileira do esporte. Foram três medalhas olímpicas de bronze em duas competições: Londres 2012 e Tóquio 2020.


Ela também foi a primeira mulher brasileira a conquistar três medalhas olímpicas em esportes individuais, e hoje divide a conquista com a ginasta Rebeca Andrade.


Federação internacional


A Federação Internacional de Judô tem trabalhado para o desenvolvimento da categoria feminina. No campeonato mundial de 2017, foi inaugurada a competição por equipes mistas, que mescla homens das categorias 73 kg, 90 kg e +90 kg com mulheres do 57 kg, 70 kg, +70 kg.


Antes disso, a competição por equipes era separada por gênero, e a mudança forçou países de tradição na modalidade, como Geórgia, Azerbaijão e Uzbequistão a investirem na formação e profissionalização de atletas mulheres. 


De olho nas Olimpíadas de 2028 em Los Angeles, Rafaela Silva já notou a presença de mais atletas femininas nas competições, e conta que aos 33 anos não tem planos de parar de se aposentar. 


*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia. 







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Saiba o que O Agente Secreto tem a comemorar após decepção no Oscar

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Mesmo com a torcida e esperança brasileira, o Brasil não levou nenhuma das cinco categorias que disputava no Oscar 2026. O filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, perdeu em Melhor Elenco para Uma Batalha Após a Outra, em Melhor Filme Internacional para Valor Sentimental e em Melhor Ator e Melhor Filme para Pecadores. O diretor de fotografia Adolpho Veloso também não levou a estatueta pelo filme estadunidense Sonhos de Trem. 


Especialistas afirmam que, apesar das derrotas no Oscar, o filme brasileiro tem muito o que comemorar. A avaliação é de que a trajetória do longa nacional até a maior premiação do cinema mundial alavanca ainda mais a importância da arte feita no Brasil, enquanto as perdas não invalidam a relevância do potencial dos profissionais brasileiros.


Saiba o que O Agente Secreto tem a comemorar após decepção no Oscar - destaque galeria

Wagner Moura como Marcelo/Armando no filme O Agente Secreto
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Wagner Moura como Marcelo/Armando no filme O Agente Secreto

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Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho nos bastidores de O Agente Secreto
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Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho nos bastidores de O Agente Secreto

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Wagner Moura e Tânia Maria em O Agente Secreto
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Wagner Moura e Tânia Maria em O Agente Secreto

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Wagner Moura em cena do filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho
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Wagner Moura em cena do filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho

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Wagner Moura em cena do filme O Agente Secreto
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Wagner Moura em cena do filme O Agente Secreto

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“O Agente Secreto já produziu um efeito estrutural. O simples fato de ter circulado com força no circuito internacional, acumulando indicações e vitórias relevantes, especialmente em festivais como o Festival de Cannes, reposiciona o cinema brasileiro como potência criativa contemporânea, não apenas como memória de um passado glorioso”, afirma Gabriel Amora, jornalista e crítico de cinema.

“Não existe um panorama em que O Agente Secreto saia moralmente derrotado. A campanha foi muito bem-sucedida”, completa Cyntia Calhado pesquisadora e professora universitária do curso de Cinema e Audiovisual da ESPM.


É importante lembrar que, para além das indicações de Ainda Estou Aqui — vencedor da categoria Melhor Filme Internacional no Oscar 2025 — e O Agente Secreto, o Brasil já foi indicado ao Oscar outras 13 vezes nas mais diversas categorias, considerando filmes nacionais e coproduções com outros países.




Brasil no Oscar



  • Orfeu Negro (1960)

  • O Pagador de Promessas (1963)

  • Raoni (1979)

  • O Beijo da Mulher-Aranha (1986)

  • O Quatrilho (1996)

  • O Que É Isso, Companheiro? (1998)

  • Central do Brasil (1999)

  • Uma História de Futebol (2001)

  • Cidade de Deus (2004)

  • Lixo Extraordinário (2011)

  • O Sal da Terra (2015)

  • O Menino e o Mundo (2016)

  • Democracia em Vertigem (2020)




Impactos na indústria


A cineasta Cíntia Domit Bittar garante que o destaque em premiações internacionais também causa impacto direto na indústria, “como o fortalecimento da receptividade ao cinema brasileiro independente dentro do próprio país, ampliando o interesse do público e a busca por filmes nacionais”.


O título brasileiro ganhou destaque em premiações como Critics Choice Awards e Globo de Ouro. No ano passado, o longa Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, conquistou o mesmo feito, levando a categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2025.


“No momento, O Agente Secreto e Ainda Estou Aqui se configuram como exceções. O cinema brasileiro sempre produziu obras extraordinárias, mas o reconhecimento internacional em escala industrial depende de continuidade, de políticas públicas estáveis e de estratégias consistentes de circulação. Sem isso, cada conquista pode ser tratada como um evento isolado, e não como parte de uma presença permanente”, pondera Cíntia.


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Fernanda Torres em Ainda Estou Aqui
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Fernanda Torres em Ainda Estou Aqui

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Fernanda Torres em Ainda Estou Aqui
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Fernanda Torres em Ainda Estou Aqui

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Pôster de Ainda Estou Aqui (2024)
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Pôster de Ainda Estou Aqui (2024)

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Cena do filme Ainda Estou Aqui
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Cena do filme Ainda Estou Aqui

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E daqui para frente?


Estamos vendo uma fase de ouro da cinematografia brasileira no sentido de prestígio internacional. Esse impacto será muito duradouro.

Pierre Grangeiro, historiador e membro-fundador do Cineclube 24 Quadros

Para os especialistas, a permanência de filmes brasileiros em destaque mundial depende da reorganização para transformar prestígio em política de continuidade.


“Quando um longa como Ainda Estou Aqui alcança repercussão internacional e, no ano seguinte, O Agente Secreto mantém o Brasil em evidência, cria-se uma narrativa de consistência. O mundo deixa de olhar para o cinema brasileiro como ‘surpresa exótica’ e passa a enxergá-lo como produção recorrente de alto nível“, explica Gabriel, que completa:


“Mas isso exige ecossistema, como a existência de editais estáveis, distribuição estratégica, formação de público e integração com o mercado internacional. Se houver política cultural consistente, esses filmes deixam de ser exceções e passam a ser parte de uma nova fase. Se não houver, correm o risco de virar apenas picos isolados numa curva irregular.”

Cíntia finaliza garantindo que, apesar do prestígio de uma estatueta do Oscar, a premiação não é responsável por consolidar um filme como marco histórico. “A trajetória de O Agente Secreto o consolida como um grande marco, desde o estrondo no Festival de Cannes 2025, quando já saiu recordista”, garante.





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Mostra marca abertura do espaço expositivo Casa-ateliê Tomie Ohtake

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A exposição Ruy Ohtake – Percursos do habitar, inaugurada neste mês de março, marca a abertura da Casa-ateliê Tomie Ohtake como espaço de programação cultural do Instituto Tomie Ohtake, com atividades abertas ao público relacionadas à arquitetura, ao design e às artes em geral.


O local é a antiga residência da artista, no bairro do Campo Belo, em São Paulo.


A mostra, que fica em cartaz até 31 de maio na Casa-ateliê, reúne seis projetos residenciais do arquiteto Ruy Ohtake, realizados entre as décadas de 1960 e 2010. Ele explora a casa como espaço central de sociabilidade, memória e construção da vida cotidiana.


Com curadoria de Catalina Bergues e Sabrina Fontenele, o público conhecerá cinco residências unifamiliares projetadas por Ohtake: a Casa-ateliê Tomie Ohtake (1966), a Residência Chiyo Hama (1967), a Residência Nadir Zacarias (1970), a Residência Domingos Brás (1989) e a Residência Zuleika Halpern (2004).


Além delas, há o projeto Condomínio Residencial Heliópolis (2008/2009), a produção habitacional de maior escala do arquiteto, conhecido como “Redondinhos”.


O arquiteto desenvolveu o conceito de casa-praça, compreendendo a moradia como um lugar de convivência ampliada.



“As residências se configuram como lugares voltados ao encontro: as áreas comuns são ampliadas e valorizadas, enquanto os ambientes íntimos são reduzidos à sua dimensão essencial”, afirmou Catalina Bergues.



“A luz desempenha o papel de regente da organização espacial: ora pontual, ora difusa, ela se articula a jardins internos e recuos, orientando o percurso doméstico e tensionando os limites entre interior e exterior”, acrescentou.


 





São Paulo (SP), 14/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Espaço expositivo Casa-ateliê Tomie Ohtake. Foto: Cristiano Mascaro/Divulgação

São Paulo (SP), 14/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Espaço expositivo Casa-ateliê Tomie Ohtake. Foto: Cristiano Mascaro/Divulgação


São Paulo (SP), 14/03/2026 – Espaço expositivo Casa-ateliê Tomie Ohtake. Foto: Arquivo/Cristiano Mascaro/Divulgação 



Segundo as curadoras, os projetos habitacionais na mostra evidenciam como, em diferentes contextos urbanos, escalas e momentos históricos, o arquiteto construía uma reflexão crítica sobre o modo de viver contemporâneo.


O público terá acesso a maquetes de todas as casas e do conjunto habitacional, fotografias históricas das construções e registros recentes, além de desenhos técnicos e croquis. Dessa forma, é possível acompanhar os processos de concepção e as transformações desses espaços ao longo do tempo.


Há ainda um conjunto de vídeos com depoimentos dos moradores, reunindo relatos sobre o cotidiano, os usos dos espaços e as formas de convivência possibilitadas por essas arquiteturas.


As curadoras ressaltam a atuação de Ruy na defesa de espaços públicos de qualidade como instrumento de inclusão social, que, segundo elas, se expressou em Heliópolis, onde trabalhou em parceria com lideranças comunitárias na implementação de equipamentos públicos, como o CEU Heliópolis e os “Redondinhos”.


“Os depoimentos em vídeo dessas lideranças da comunidade ampliam essa perspectiva, situando o habitar como experiência coletiva e urbana”, enfatizaram.







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Público culpa Gwyneth Paltrow por derrota de O Agente Secreto. Entenda

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A histórica derrota de Fernanda Montenegro no Oscar voltou a repercutir nas redes sociais durante a cerimônia deste domingo (15/3). Internautas resgataram o episódio após uma foto de Gwyneth Paltrow com Wagner Moura circular na web.


Na imagem, a atriz americana aparece sorridente ao lado do brasileiro nos bastidores da premiação. O encontro, no entanto, virou motivo de revolta entre internautas brasileiros, que atribuíram as derrotas do Brasil no Oscar ao fato do ator ter posado ao lado de Paltrow.



Os comentários fazem referência à disputa de 1999, quando Gwyneth venceu o Oscar de Melhor Atriz por Shakespeare Apaixonado, superando Fernanda Montenegro, indicada por Central do Brasil. O resultado segue sendo um dos mais debatidos entre fãs de cinema no Brasil, com muitos críticos defendendo que a atuação da brasileira era superior.


Gwyneth Paltrow
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Gwyneth Paltrow

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A atriz Gwyneth Paltrow
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A atriz Gwyneth Paltrow

tefanie Keenan/Getty Images for Daily Front Row
Público culpa Gwyneth Paltrow por derrota de O Agente Secreto. Entenda - imagem 3

O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, encerrou sua participação no Oscar 2026 sem levar estatuetas, apesar de ter quatro indicações


“Depois de 1999, era melhor manter o Wagner longe da Gwyneth”, escreveu um internauta no X (antigo Twitter). “A maldição do Oscar atacou de novo”, brincou outro.


Além disso, após as derrotas, brasileiros invadiram o Instagram da Academia para protestar. “CPI do Oscar já. O Brasil foi roubado”, disse uma pessoa. “Roubaram o Brasil na cara dura”, escreveu outra.





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Divisão armada da Guarda Municipal do Rio começa a atuar neste domingo

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A divisão de elite da Guarda Municipal do Rio de Janeiro começou a atuar neste domingo (15). Criada para fazer o policiamento ostensivo contra roubos e furtos em áreas de grande circulação, a chamada Força Municipal é uma unidade que conseguiu o direito de portar arma de fogo.


Neste primeiro dia, os agentes foram designados para patrulhar o entorno do Terminal Gentileza, ponto de transbordo de ônibus, a rodoviária Novo Rio e a Estação Leopoldina, todos na região central da cidade, assim como o Jardim de Alah, entre os bairros de Ipanema e Leblon, na zona sul, uma região ampla, perto da praia.


Os agentes podem ser identificados pelas boinas amarelas, cor que também está nos uniformes da nova divisão e contrasta com o cáqui, da atual Guarda Municipal.



“Os agentes passaram por um criterioso processo de seleção e agora, nas ruas, eles têm, diariamente, uma tarefa a cumprir e nós acompanhamos”, disse o prefeito Eduardo Paes, ao acompanhar a saída dos guardas, do Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio).



O local é uma espécie de centro de comando da prefeitura.


Os agentes da nova força utilizam pistolas Glock – com capacidade de 15 tiros – e equipamentos de menor potencial ofensivo, como spray de pimenta, gás lacrimogêneo e tasers (aparelho que dá choque e é usado para imobilizações).


Para garantir que o uso dos equipamentos seja proporcional é obrigatório o uso de câmeras corporais e GPS, equipamentos que permitem monitoramento em tempo real dos agentes.


Os guardas fazem o patrulhamento a pé, em duplas ou trios, e com apoio de motos e viaturas. As ordens são de fazer abordagens preventivas, ao identificarem comportamentos suspeitos para circunstâncias de roubos e furtos.


De acordo com o secretário de Segurança Urbana, Brenno Carnevale, o monitoramento, seleção e treinamento “fazem com que os agentes tenham capacidade de atuar de forma técnica e estritamente dentro da lei”. Assim, avalia, os novos guardas vão ganhar confiança da população.


Os primeiros pontos de policiamento da Força Municipal, segundo a prefeitura, foram escolhidos com base na incidência de crimes patrimoniais e nos horários com maior concentração de ocorrências, definidos após análise de dados estatísticos e de circulação na cidade.


Armamento gerou discussão


A Força Municipal sai às ruas mesmo sob questionamentos da Câmara Municipal do Rio e desconfiança da população, que enfrenta alta letalidade praticada pela Polícia Militar, controlada pelo governo do estado, assim como a Polícia Civil.


O vereador Rogério Amorim (PL), quando discutiu a medida na Câmara, disse que a nova unidade “acabava com a Guarda Municipal” por contratar agentes temporários para um cargo público. Ele se preocupava também que, em um curto espaço de tempo (seis anos), os agentes pudessem passar para o crime.


A vereadora Thais Ferreira (PSOL) também disse, à época, que as justificativas da prefeitura foram insuficientes. Já Tainá de Paula (PT), hoje secretária municipal de Ambiente e Clima, afirmou que a Força não poderia se tornar “aparelho de higienização”. “A defesa dos camelôs e da população de rua é uma pauta histórica”, alertou, preocupada com a repressão.


Duas ações contra a Força Municipal foram apresentadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), questionando a legalidade da contratação temporária sem concurso público, e ainda com autorização para porte de arma de fogo.


A prefeitura, no entanto, explicou que a decisão foi a de criar um modelo de policiamento complementar ao da Polícia Civil e Militar e que formou 600 agentes depois de meses de treinamento da Polícia Rodoviária Federal.


Com a ação, a prefeitura busca mais segurança.  “A partir de agora vamos entrando, gradativamente, nas áreas da cidade onde os números de roubos e furtos são maiores, permitindo mais segurança”, completou o prefeito, ao comentar a saída da Força, neste domingo.


No planejamento municipal há previsão de estender a atuação da Força Municipal para outros 20 pontos da cidade, em etapas. Entre os locais, estão trechos de Copacabana e Botafogo, na zona sul, Centro, Barra da Tijuca, na zona oeste, além de áreas próximas a estações de trem e metrô.


A prefeitura também pretende cobrir o entorno do Maracanã e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), estações de metrô entre São Francisco Xavier e Afonso Pena, na zona norte, assim como áreas comerciais no Méier, Del Castilho e Madureira, na mesma região.


Na zona oeste, o projeto prevê patrulhamento perto das estações ferroviárias em Bangu, Campo Grande e Santa Cruz, além de trechos de vias expressas, na Barra da Tijuca.







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