Relembre a história do Clube da Esquina, cofundado por Lô Borges

 on  with No comments 
In  




A morte de Lô Borges, nesse domingo (2/11), aos 73 anos, reacendeu a lembrança de um dos movimentos mais importantes da música brasileira: o Clube da Esquina. Cofundado pelo cantor e compositor mineiro, ao lado de Milton Nascimento, Beto Guedes, Márcio Borges e outros músicos, o grupo transformou a MPB ao unir influências do rock, jazz, bossa nova e da música regional em um som inovador e poético.


O primeiro álbum do coletivo, Clube da Esquina (1972), é considerado um marco da música brasileira. Gravado em Belo Horizonte, o disco mescla arranjos complexos, letras poéticas e melodias envolventes, resultando em clássicos como Trem Azul, Cais, Cravo e Canela e Paisagem da Janela.



Seis anos depois, veio Clube da Esquina 2 (1978), que reforçou a força do movimento e trouxe novas composições de Lô Borges e seus parceiros como Olhos d’agua e Credo.


1 de 4

Lô Borges posa ao lado de Milton Nascimento

Instagram/Reprodução
2 de 4

Disco do Clube da Esquina

Reprodução
3 de 4

Internado na UTI, Lô Borges precisa de ventilação mecânica

Instagram/Reprodução
4 de 4

Lô Borges está internado há 10 dias

Instagram/Reprodução

Além do trabalho coletivo, Lô Borges construiu uma carreira solo de grande relevância. Álbuns como Disco do Tênis, Via Láctea e Tonal reforçaram sua assinatura única: melodias cativantes, poesia lírica e uma sensibilidade musical rara.


Discreto e dedicado à música, Lô Borges nunca se casou e não teve filhos, mas conquistou fãs e o respeito de toda a comunidade musical.






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/relembre-a-historia-do-clube-da-esquina-cofundado-por-lo-borges/?fsp_sid=223248
Share:

Barraco é destruído por incêndio em assentamento no DF

 on  with No comments 
In  




Um barraco foi destruído após pegar fogo, na noite desse domingo (2/11), no Núcleo Rural Monjolo, Assentamento 10 de Junho, no Recanto das Emas. Ninguém ficou ferido.


Veja imagens:


3 imagensNinguém ficou feridoCBMF atuou na ocorrênciaFechar modal.1 de 3

Incêndio em barraco no Assentamento 10 de Junho

Divulgação/CBMDF2 de 3

Ninguém ficou ferido

Divulgação/CBMDF3 de 3

CBMF atuou na ocorrência

Divulgação/CBMDF

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado às 23h26 para atender a ocorrência, e quatro viaturas de socorro atuaram na operação.



Leia também



Ao chegarem ao local, as equipes encontraram o barraco já tomado pelas chamas. Imediatamente, foram estabelecidas linhas de combate, e o incêndio foi combatido.


A rápida ação dos militares impediu que outras residências fossem atingidas. Em seguida, foram realizadas ações de rescaldo, com o objetivo de evitar a reignição do fogo.


Os proprietários não se encontravam no local durante a atuação dos bombeiros.






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/barraco-e-destruido-por-incendio-em-assentamento-no-df/?fsp_sid=223234
Share:

Guns N’ Roses encerra turnê no Brasil com show histórico em Brasília

 on  with No comments 
In  




Guns N’ Roses encerrou a 10ª passagem da banda pelo Brasil neste domingo (2/11), em um show que promete ficar para história da Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília (DF). E se depender dos fãs brasilienses, podemos cravar que esta foi uma das melhores apresentações da banda, pelo menos nos últimos quinze anos.


Sob a liderança de Axl Rose (vocalista), Slash (guitarrista principal) e Duff McKagan (baixista), o Guns se reafirmou como um dos maiores fenômenos da história do rock no encerramento da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things e mostrou que o talento dos integrantes originais ainda está a par do sucesso que criaram ao longo dos 40 anos de carreira.



Leia também



8 imagensGuns N' RosesGuns N' RosesFechar modal.1 de 8Reprodução/@gunsnroses2 de 8Reprodução/@gunsnroses3 de 8Reprodução/@gunsnroses4 de 8Reprodução/@gunsnroses5 de 8

Guns N' Roses

Kevin Mazur/Getty Images6 de 8

Guns N' Roses

Kevin Mazur/Getty Images7 de 8

Axel Rose e Slash se apresentam em show

Marc Grimwade/WireImage/ Getty Images8 de 8Reprodução/@gunsnroses

Axl Rose, que aos 63 anos enfrenta questionamentos e críticas sob o quanto restou do vozeirão que lhe rendeu fama nos anos 1980,  teve uma noite de ótima entrega. O vocalista conseguiu levar os presentes à loucura com Welcome to the Jungle na abertura e depois ainda teve fôlego para encerrar as três horas de show de forma triunfal com Paradise City.


Já Slash, que continua a usar a icônica cartola e óculos escuros, mostra que ainda faz jus ao título de um dos maiores guitarristas do mundo. Os solos de guitarra do músico de 60 anos são destaque em muitos momentos de apresentação, quanto ele toma as rédeas do septeto e comanda a atenção dos fãs.















Ver essa foto no Instagram























Uma publicação compartilhada por Metrópoles Fun (@metropolesfun)





Junto dos demais sucessos da banda, como Sweet Child O’ Mine, Don’t Cry e Civil War, o show do Guns N’ Roses contou também com uma variedade de faixas menos populares também estava presente no repertório, como Live and Let Die e The General, lançada em 2023.


Além disso, os rockeiros também fizeram uma homenagem a Ozzy Osbourne, fundador do Black Sabbath que morreu em no final de julho deste ano. Com uma imagem do “Príncipe das Trevas” no telão, os músicos também tocaram Sabbath Bloody Sabbath e Never Say Die.















Ver essa foto no Instagram























Uma publicação compartilhada por Metrópoles Fun (@metropolesfun)









Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/guns-n-roses-encerra-turne-no-brasil-com-show-historico-em-brasilia/?fsp_sid=223217
Share:

Servidora do DF relata como perdeu meio milhão para ex: "Um psicopata"

 on  with No comments 
In  




A brasiliense Marcela* ainda luta para se reerguer do rombo de R$ 500 mil em suas contas bancárias causado pelo seu ex-namorado. A servidora pública foi enganada pelo seu então parceiro que inventou ter uma doença renal grave para convencê-la a financiar um falso tratamento e custear viagens ao exterior. A mulher se viu vítima de um golpe quando descobriu as mentiras e percebeu que o ex não pretendia devolver os valores emprestados.


“Hoje, eu não tenho nada. Não consegui gerar um patrimônio, nem constituir bens. Mesmo trabalhando há 12 anos no serviço público, porque a maioria desse tempo foi pagando dívidas que ele contraiu no meu nome”, conta Marcela*.

Além do prejuízo financeiro, a mulher carrega as marcas psicológicas deixadas pela traição. Ela conta que a vergonha e a culpa a impediram de procurar ajuda no início. O namoro durou cinco anos, mas a vítima só conseguiu levar a denúncia adiante cerca de dois anos depois do rompimento.


Casos como o dela expõem como a violência patrimonial e o estelionato amoroso podem ser tão devastadores quanto a violência física, e como o amor pode se tornar uma arma nas mãos de golpistas.


Entre 2014 e 2019, Peterson Willener Barbosa Ribeiro manteve relacionamento afetivo com a vítima e, durante esse período, solicitou diversos empréstimos e transferências bancárias. Para obter os valores, ele alegou necessidade de custear tratamento médico para doença renal grave, incluindo sessões de hemodiálise, além de viagens a Dubai e Canadá para cursos profissionais que nunca ocorreram.


“Não dava mais para eu entender que era um relacionamento normal. Eu via ele com traços de psicopatia, de uma pessoa extremamente nociva. Eu passei a olhar para ele como um uma pessoa que fez uma violência comigo. Um agressor”, afirma.


Ciclo de empréstimos


Marcela* e Peterson se conheceram ainda na adolescência, quando estudaram juntos em uma escola do Distrito Federal. Anos depois, se reencontraram e começaram um relacionamento amoroso. Segundo a vítima, antes mesmo do namoro ser oficializado, ele já pedia dinheiro emprestado para investir no trabalho dele na área de construção.


“Ele sempre estava criando alguma situação na qual tinha que ajudá-lo porque eu seria a única pessoa que naquele momento poderia ajudar. Sempre era uma questão de urgência. E eu emprestava o dinheiro por achar que era meu compromisso enquanto namorada”, relembra.


Inicialmente, os pedidos de Peterson eram modestos, passando em pouco tempo de R$ 800 para R$ 3 mil. A situação escalou quando surgiu a oportunidade de um curso no exterior, para o qual a mulher se dispôs a ajudar, apesar das dúvidas sobre a distância. O curso não se concretizou, mas a dívida, sim.


Com as reservas pessoais esgotadas, o homem começou a incitar a vítima a buscar crédito facilitado, explorando sua condição de servidora pública.


Marcela*, que nunca havia feito empréstimos, se viu em um ciclo vicioso que começou com empréstimos no caixa eletrônico até chegar no crédito consignado. Tudo para conseguir ajudar o parceiro, acreditando que ele pagaria as dívidas posteriormente.


Durante o relacionamento, a mulher fez sete empréstimos e também contraiu R$ 90 mil em dívidas com cartões de crédito emprestados ao golpista.


“Ele também me fez assinar como testemunha da locação de um espaço que seria um escritório de trabalho. Só que, no final, não era isso. Eu assinei como fiadora de um imóvel para a mãe dele e ele não pagou o aluguel. Então, a a dívida foi para mim. Inclusive, ainda estou arcando com ela”, acrescenta.


Doença de mentirinha


Com a fonte dos pedidos de dinheiro por motivos de trabalho se esgotando, o golpista mudou a tática, apelando para problemas de saúde. Tudo começou com uma infecção urinária, evoluindo para internações e a necessidade de diálise dia sim, dia não, em Goiânia.


Peterson usava a suposta doença renal para se ausentar e evitar a presença da ex-companheira, que se oferecia para visitá-lo. Ele dizia precisar fazer o tratamento em hospitais particulares, alegando que morreria se fosse tratado na rede pública.


Com pena da situação, a mulher passou a ajudá-lo financeiramente, realizando transferências que chegaram mil a R$ 15 mil, acreditando que ele usaria o dinheiro para o tratamento. Nesse meio tempo, ele também inventou viagens para Curitiba, que suspostamente seriam com o intuito de tratar a doença.


A vítima afirmou que nunca o acompanhou a nenhuma consulta médica tampouco viu qualquer exame dele e que ele sempre dava um jeito de ela não acompanhá-lo. Durante todo o relacionamento, ele evitou conhecer a família dela e apresentá-la aos seus próprios parentes até que o tal tratamento acabasse. Peterson dizia para a mulher que não queria ser visto “como uma pessoa doente”.


Ele também se encontrava com a então namorada com camisas de mangas compridas, porque falava que estava muito feio o braço por conta da diálise e não queria que a mulher visse.


Promessa de “vida normal”


Já no último ano em que estavam juntos, Peterson falou para a então namorada que havia se curado da doença renal, mas que iria precisar que ela o ajudasse financeiramente para que ele conseguisse voltar a trabalhar na área da construção.


“A minha expectativa era da gente viver numa boa depois, já que ele tinha se curado, e agora conseguiríamos ficar juntos, ter uma vida normal que não foi possível durante os tratamentos em outras cidades”, justifica.


Segundo a vítima, ele dizia ter perdido a clientela por causa do tempo afastado e chegou a afirmar que recebera uma proposta de trabalho em uma construtora em São Paulo.


Nesse meio tempo, o golpista também pediu dinheiro para fazer cursos em Dubai e no Canadá sob o pretexto de que eram oportunidades de “formação única”. Ele também alegou que a experiência duraria alguns meses e que iria aprender técnicas da área do drywall.


Pouco depois de retornar dessas supostas viagens, o homem contou que viajaria ao Maranhão para o casamento de um tio, antes de seguir para São Paulo. A namorada chegou a ajudá-lo financeiramente na viagem. Mas descobriu, mais tarde, que o casamento era do próprio Peterson com outra mulher.


“A desculpa dele foi que virou uma bola de neve os empréstimos, que ele não sabia como me pagar e, também, não sabia como sair da relação me devendo. Vivi essa dor muito sozinha, tendo que recuperar dinheiro. Na época, meu salário caía, o banco pegava tudo para pagar dívida”, diz.


Peterson admitiu ter mentido para a ex-namorada sobre a gravidade de um problema de saúde e sobre supostas viagens internacionais, com o objetivo de conseguir dinheiro emprestado.


Ele afirmou que, entre o período do namoro, realmente teve cálculo renal, mas negou ter sofrido de uma doença grave que exigisse hemodiálise. Peterson disse que aumentou o problema de saúde porque estava com vergonha, precisava de dinheiro emprestado e já não sabia mais como pedir.


Reparação na Justiça


Depois de diversas tentativas frustradas de receber o dinheiro, e já orientada por uma advogada, a mulher procurou a polícia e registrou uma ocorrência contra Peterson por estelionato e entrou com uma ação na Justiça do DF nas esferas cível e criminal. Apesar das promessas, o acusado não pagou nem 10% do valor que devia.


Com a tramitação do processo na Justiça, ela descobriu que não foi a primeira, nem a última vítima dele. Peterson já respondia por diversos estelionatos na área civel envolvendo o trabalho dele como construtor.


“Demorei muito até entender que tinha sido enganada. Eu sempre tentava me colocar na situação de culpa e desvalidar meus sentimentos. Peterson agiu de modo a me colocar numa situação que eu até duvidasse do que aconteceu. Ele me induziu ao erro”, desabafa Marcela.


Peterson foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) por estelionato praticado contra a ex-namorada, em contexto de violência doméstica. A decisão foi assinada em 2 de outubro deste ano.


Ele deve cumprir uma pena de dois anos e 11 meses de reclusão, em regime aberto, além de 20 dias-multa e indenização de R$ 1 mil por danos morais.


Estelionato sentimental


Atualmente, o estelionato sentimental é entendido como uma modalidade do crime de estelionato tipificado no artigo 171 do Código Penal, ainda não possui uma tipificação criminal própria.


A advogada Isadora Costa, responsável pela defesa da servidora pública relatou que um dos maiores desafios ao representar a mulher foi provar que, de fato, ela havia sido vítima de um crime.


“A gente precisava demonstrar que nunca existiu nada do que ele disse, e que a vítima não queria o dinheiro de volta só porque não tinham mais um relacionamento. Pouco se falava sobre o estelionato sentimental, né? E pouco se falava da violência patrimonial, a violência psicológica não era nem tipificada ainda”, relembra a advogada.


Para a advogada, a perversidade dos atos de Peterson e o valor do prejuízo foram chocantes. Como em casos de estelionato não é possível ajuizar uma ação diretamente, era necessário construir um inquérito policial sólido.


Na visão de Isadora, o resultado vai além da punição criminal: é uma forma de validar a dor da cliente. “É mais do que uma condenação criminal, é uma questão de mostrar para ela que foi uma vítima e que tá tudo bem ser vítima”, pontua.


A batalha judicial, embora desafiadora, caminha para a conclusão, aguardando o trânsito em julgado para que a servidora possa, finalmente, colocar um ponto final nesse processo.


“Às vezes a gente faz o estereótipo da mulher vítima de violência doméstica, que tem uma escolaridade inferior, é de uma situação mais vulnerável, tem uma dependência financeira do companheiro, mas não, hoje a violência contra a mulher é generalizada”, pondera a vítima.






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/servidora-do-df-relata-como-perdeu-meio-milhao-para-ex-um-psicopata/?fsp_sid=223203
Share:

12 livros para colocar na lista de leituras em novembro

 on  with No comments 
In  




O mês de novembro chegou e promete várias leituras interessantes para o mês. Do romance à fantasia, do livro-reportagem à biografia, o Metrópoles preparou uma seleção de obras que prometem surpreender os leitores e são boas pedidas para integrar a lista de leituras do mês. Confira!


Minhas Queridas e Outras Cartas, de Clarice Lispector (Ed. Rocco)


Clarice Lispector viveu no exterior durante mais de quinze anos, acompanhando o marido diplomata, enquanto suas irmãs permaneceram no Brasil. Mais do que irmãs, eram amigas inseparáveis, apoiando-se desde a ausência da mãe, que partiu prematuramente. As cartas que trocavam eram a forma de manter a conexão, em uma época sem a facilidade das comunicações modernas. Essa troca resultou em uma correspondência refletida nas 120 cartas que revelam a estreita ligação entre Clarice, Elisa e Tania.


Katábasis, de R.F. Kuang (Ed. Intrínseca)


O livro acompanha a saga de dois doutorandos rivais, Alice Law e Peter Murdoch, que devem unir forças em uma jornada ao Inferno. O objetivo é resgatar a alma de seu mentor, o professor Jacob Grimes, que morre em um experimento e vai parar no submundo. Alice, obcecada por magia analítica e pela garantia de seu futuro, sente-se sem rumo e precisa do professor de volta, sendo forçada a se aliar ao concorrente para ter sucesso.


Veja as capas da seleção:


1 de 12

Minhas Queridas e Outras Cartas, de Clarice Lispector (Ed. Rocco)

Divulgação
2 de 12

Katábasis, de R.F. Kuang (Ed. Intrínseca)

Divulgação
3 de 12

Nossos Índios, Nossos Mortos, de Edilson Martins (Ed. Letra Capital)

Divulgação
4 de 12

Morramos ao Menos no Porto, de Francisco Mota Saraiva (Ed. Biblioteca Azul)

Divulgação
5 de 12

Solteiro em produção, de Ruth Oliveira (Ed. Alt)

Divulgação
6 de 12

Ingrid: A Filha do Comandante, de Gabriel Waldman (Ed. Buzz)

Divulgação
7 de 12

Desaparecidos Políticos e a Comissão Nacional da Verdade, de Daniel Josef Lerner (Ed. Hucitec)

Rafael Medelima/Divulgação
8 de 12

O Ano do Gafanhoto, de Terry Hayes (Ed. Intrínseca)

Divulgação
9 de 12

O Emprego que você pediu a Deus, de Denys Vojnovskis

Divulgação
10 de 12

Estância dos Heróis Combalidos, de Oséas Singh Jr. (Ed. FoxTablet)

Divulgação
11 de 12

O Imperador da Felicidade, de Ocean Vuong (Ed. Rocco)

Divulgação
12 de 12

Pink Lemonade, de G. B. Baldassari (Editora Euphoria)

Divulgação

Nossos Índios, Nossos Mortos, de Edilson Martins (Ed. Letra Capital)


Publicado originalmente nos anos 1970, pela Codecri, editora do Pasquim, Nossos Índios, Nossos Mortos retorna com uma edição especial de 50 anos. Na obra, o escritor, jornalista e documentarista Edilson Martins reúne reportagens, entrevistas e artigos que, em plena ditadura militar, denunciaram a violência contra os povos indígenas e a devastação da Amazônia.


Morramos ao Menos no Porto, de Francisco Mota Saraiva (Ed. Biblioteca Azul)


Vencedor do Prêmio Literário José Saramago 2024, o livro narra a história de António, um homem que assiste o passar dos dias entre o ranger de uma cadeira de balanço e o tique-taque implacável do relógio. Recolhido no apartamento junto a um porto, ele zela pelo corpo da esposa sem vida como se ela ainda respirasse. Cada gesto cotidiano — limpar, alimentar, cuidar — transforma-se em ritual de negação e lembrança, enquanto do lado de fora a vida insiste em pulsar com a vulgaridade e o barulho da vizinhança decadente.


Solteiro em produção, de Ruth Oliveira (Ed. Alt)


Miguel é um jovem bissexual de 19 anos que decide recomeçar a vida longe da pequena Barra dos Coqueiros, no interior de Sergipe. Em Trindade, cidade universitária na Bahia, ele sonha com liberdade, amizades verdadeiras e um amor que não precise esconder. Mas os planos de Miguel saem do eixo quando um mal-entendido com o ex-namorado, um dos garotos mais populares da faculdade, faz a reputação dele desmoronar.


Tudo muda quando ele conhece Marconi, um calouro carismático que parece não saber nada sobre os boatos ao seu redor. A conexão entre os dois é imediata, e Mika terá que decidir se está pronto para confiar novamente — e se abrir para a chance de algo real.



Ingrid: a Filha do Comandante, de Gabriel Waldman (Ed. Buzz)


Ingrid é filha de Franz Stangl, comandante nazista do campo de extermínio de Treblinka durante a Segunda Guerra Mundial. Gabriel Waldman é um judeu sobrevivente do Holocausto. Apaixonado por Ingrid, e sem saber a verdadeira identidade do pai da garota, Waldman envolve-se em um relacionamento amoroso que o abalará profundamente, para sempre.


Nessa comovente autoficção, o autor nos permite acessar os pensamentos mais íntimos e angustiantes que teve. Pensamentos que nascem de um passado cruel e ressoam ainda hoje.


Desaparecidos Políticos e a Comissão Nacional da Verdade, de Daniel Josef Lerner (Ed. Hucitec)


Este livro apresenta uma abordagem abrangente sobre o tema dos Desaparecidos Políticos no contexto da Comissão Nacional da Verdade (2012/2014). Para mostrar a gravidade e a permanência dos casos de desaparecimentos políticos, são apresentados traços essenciais de teoria, história e legislação, e abordados temas como justiça de transição, responsabilização criminal, crimes permanentes e anistia.


O Ano do Gafanhoto, de Terry Hayes (Ed. Intrínseca)


Kane é um agente da CIA especializado em Áreas de Acesso Proibido. A função dele é entrar no local, cumprir a missão e sair, custe o que custar. Mas a tríplice fronteira entre Paquistão, Irã e Afeganistão não joga segundo as regras e é perigosa demais até para agentes experientes.


O Emprego que Você Pediu a Deus, de Denys Vojnovskis


Quem trabalha em um emprego que precisa viajar muito, já escutou certamente algumas dessas frases: “Mas você viaja com tudo pago”, “Conheceu várias cidades e países” ou mesmo “Isso sim que é vida”. Mas, para quem passa tanto tempo entre aeroportos, hoteis e conexões, a coisa é bem diferente.


Foi a partir dessa percepção que o executivo da área de tecnologia Denys Vojnovskis escreveu O Emprego que Você Pediu a Deus, onde compartilha um pouco da rotina pelo mundo.


Estância dos Heróis Combalidos, de Oséas Singh Jr. (Ed. FoxTablet)


A obra se passa na fictícia Amada dos Anjos, uma estância turística devastada por uma endemia alcoólica. Em uma tentativa desesperada de revitalizar o turismo, as autoridades decidem transformar os moradores de rua em super-heróis fantasiados. No entanto, quando esses heróis combalidos resolvem tomar o controle dos próprios destinos, a trama se transforma em uma sátira profunda e dolorosa que explora as profundezas da condição humana.


O Imperador da Felicidade, de Ocean Vuong (Ed. Rocco)


Em uma noite chuvosa de fim de verão, um jovem imigrante está prestes a se jogar de uma ponte na Felicidade do Leste, uma cidadezinha esquecida no interior de Connecticut. Do outro lado do rio, porém, uma voz o impede ― é Grazina, uma viúva lutando contra o avanço da demência. Essa conexão improvável entre duas pessoas à deriva dá início a uma relação que, ao longo de um ano, se transforma em um frágil pacto de sobrevivência mútua.


Pink Lemonade, de G. B. Baldassari (Editora Euphoria)


O livro mergulha nos bastidores do mundo da música, explora o glamour dos palcos, os bastidores repletos de segredos e as dores escondidas sob os holofotes. A obra acompanha a trajetória da icônica banda Pink Lemonade, que conquistou o mundo nos anos 2000, e suas integrantes: “PJ” (Paige Joaquim), Dani Garcia, Hollie Derrick, Chloe Jacobs e Jenna Milano.


Entre turnês internacionais, paixões proibidas e brigas de egos, as protagonistas precisam lidar com o peso da fama, a pressão da indústria e, principalmente, com os sentimentos que ameaçam destruir (ou salvar) tudo o que construíram.






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/12-livros-para-colocar-na-lista-de-leituras-em-novembro/?fsp_sid=223186
Share:

Igreja evangélica pega fogo na Cidade Estrutural

 on  with No comments 
In  




Um incêndio atingiu uma igreja evangélica após um aparelho de ar-condicionado pegar fogo e o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado para atender a ocorrência na tarde deste domingo (2/11), na quadra 2 do Setor Norte, da Cidade Estrutural.


Ao chegar ao local, as equipes de socorro encontraram muita fumaça saindo pelas janelas frontais. Os bombeiros foram informados de que o aparelho de ar-condicionado estava em chamas.



Leia também



Veja imagens do incêndio:


3 imagensFechar modal.1 de 3Divulgação/CBMDF2 de 3Divulgação/CBMDF3 de 3Divulgação/CBMDF

Após acessarem o interior da edificação, os bombeiros começaram a combater o foco do incêndio utilizando mangueiras. A ação rápida dos bombeiros controlou o incêndio e impediu a propagação das chamas para outros ambientes.


Com o fogo extinto, a corporação fez rescaldo e ventilação do espaço. O local foi isolado e os Bombeiros informaram que o teto apresentava risco de desabamento.


A área foi isolada e deixada aos cuidados do pastor responsável. Não há informações sobre se o estabelecimento será interditado, ou se voltará a funcionar normalmente.






Source link

https://jornalismodigitaldf.com.br/igreja-evangelica-pega-fogo-na-cidade-estrutural/?fsp_sid=223172
Share: