A obra relata experiências e interações de Filló enquanto esteve preso no Centro de Detenção Provisória III de Pinheiros, mas também durante a passagem pela P2 de Tremembé, unidade conhecida como o “presídio dos famosos”.
Segundo o relator da ação, João Morenghi, a decisão não configura censura, mas visa proteger a imagem de outros detentos que aparecem no livro, todos sob responsabilidade do Estado. As informações são do G1.
O livro menciona encontros com detentos famosos, como Alexandre Nardoni, Cristian Cravinhos, Gil Rugai, Lindenberg Alves, Mizael Bispo de Souza e Guilherme Longo, cujas histórias repercutiram nacionalmente.
5 imagensFechar modal.1 de 5
Marina Ruy Barbosa (Suzane von Richthofen), Letícia Rodrigues (Sandrão) e Carol Garcia (Elize Matsunaga) em Tremembé
Divulgação/Prime Vídeo2 de 5
Marina Ruy Barbosa como Suzane von Richthofen em Tremembé
Divulgação/Prime video3 de 5
Marina Ruy Barbosa, Leticia Rodrigues e Carol Garcia em Tremembé
Divulgação/Prime video4 de 5
Tremembé
Divulgação5 de 5
Carol Garcia interpreta Elize Matsunaga em Tremembé. Inicialmente condenada a 16 anos e onze meses de prisão pelo assassinato de seu então marido, Marcos Matsunaga, em 2012, Elize teve sua pena reduziada a 16 anos e três meses
Divulgação/Prime Video
Alguns desses encontros ocorreram no Departamento de Execuções Criminais (Decrim) em São José dos Campos, e o conteúdo gerou questionamentos sobre a forma como Filló atribuiu relatos a esses presos, levando a uma investigação interna.
A advogada do autor, Lygia Frazão, argumenta que a obra não fere direitos de terceiros e que a censura é desnecessária. Ela citou como exemplo que o Supremo Tribunal Federal (STF) liberou a publicação de um livro biográfico sobre Suzane Von Richtofen, que ficou presa em Tremembé após ser condenada pelo assassinato dos pais em 2002.
O que diz o livro
Embora a obra tenha sido censurada, a contracapa do produto entrega algumas das frases que foram escritas por Filló. Alguns dos trechos são retratados na série de forma indireta, como Nardoni garantindo que não matou a filha, Isabella, e o as revelações do médico Carlos Sussumu sobre o real estado de saúde de Roger Abdelmassih. “Os problemas de saúde e a prisão domiciliar de Roger Abdelmassih foram uma fraude”, teria dito o profissional.
Entre os relatos também está uma suposta revelação de Cristian Cravinhos. “Depois que o casal Richthofen foi atacado, a Suzane foi ao quarto deles e desferiu golpes”, teria contado o homem condenado, junto ao irmão Daniel, pela morte de Manfred e Marísia von Richthofen, pais de Suzane von Richthofen.
Bárbara foi atingida por um tiro na cabeça na noite de sexta-feira (31/10), enquanto voltava para casa em um carro por aplicativo, a caminho do bairro do Cachambi, na zona norte do Rio. A jovem havia saído da Ilha do Governador e seguia pela Linha Amarela quando o veículo foi surpreendido por um intenso tiroteio.
O crime ocorreu na altura da Rua Praia de Inhaúma, próximo ao Morro do Timbau, no Complexo da Maré. Segundo o motorista, ao ouvir disparos, ele percebeu que a passageira havia sido atingida no banco de trás. A bancária chegou a ser levada para o Hospital Geral de Bonsucesso, mas não resistiu aos ferimentos.
Tiroteio entre facções
A Polícia Militar informou que o confronto teria sido provocado por um tiroteio entre criminosos armados. Um fuzil foi apreendido no local, e o policiamento foi reforçado em toda a região. O caso está sendo investigado pela 21ª DP (Bonsucesso), que busca identificar os envolvidos no crime.
Ajude com informações
O Disque Denúncia reforça o pedido de colaboração da população. Qualquer pessoa que tenha informações sobre os autores dos disparos pode entrar em contato pelos canais abaixo. O anonimato é garantido.
Central de Atendimento: (021) 2253-1177 ou 0300-253-1177
Martina explicou que o copo teria escorregado de sua mão enquanto ela tentava apenas jogar o líquido na adversária. “Eu jamais tacaria um copo de vidro em quem quer que fosse Infelizmente, ele escapou da minha mão”, declarou.
A ex-participante também aproveitou para se desculpar com o grupo Pixote, que se apresentava no momento da briga e teve o show interrompido.
“Não quis mirar em ninguém, muito menos colocar em risco, nossa, Deus o livre, qualquer pessoa da banda. Gostaria de pedir desculpa aqui, publicamente, a todos os integrantes da banda, ao Dodô. Fica aqui o meu pedido de desculpa, assim, mais sincero mesmo por ter acontecido essa fatalidade”, afirmou.
A confusão começou durante a apresentação do Pixote, quando Martina, Duda Wendling e Carol Lek iniciaram uma discussão no meio da pista de dança. Por conta do som alto, o motivo da briga não ficou claro nas imagens transmitidas.
5 imagensFechar modal.1 de 5
Briga generalizada em A Fazenda 17
Reprodução/Record2 de 5
Martina.
Reprodução/Record3 de 5
Martina em A Fazenda 17
Reprodução/Record4 de 55 de 5
A Fazenda 17.
Reprodução/Record
No palco, o vocalista Dodô chegou a tentar acalmar os ânimos: “Vamos falar de amor”, disse, enquanto interpretava Apenas Mais Uma de Amor, de Lulu Santos.
Com o aumento da tensão, o clima de festa deu lugar a uma verdadeira “guerra de bebidas”. Rayane teria jogado cerveja em Tàmires, Carol despejou água na namorada de Belo e Martina acabou jogando um balde com gelo e água em Duda. Em meio ao caos, Duda ainda teria cogitado usar esterco dos animais para se vingar, mas desistiu da ideia.
Fátima Bernardes esteve nos estúdios do SBT nesta quinta-feira (30/10) e a aparição inesperada na emissora movimentou as redes sociais. A jornalista, entretanto, não está de mudança para a rede televisiva.
Ela esteve no SBT para uma gravação especial do Programa Silvio Santos com Patrícia Abravanel. “Eu e o Túlio estivemos no Programa Silvio Santos com a querida Patrícia Abravanel. Rimos e nos divertimos muito. Adoramos participar!”, afirmou.
Fátima Bernardes esteve na emissora acompanhada do namorado para um bate-papo no quadro Jogo das 3 Pistas, falando sobre carreira, da vida a dois, e detalharam como se conheceram. O casal está junto há 7 anos e teve até beijo durante o programa.
Vale dizer que a jornalista está em um momento de transição na carreira. Após trocar a bancada do Jornal Nacional pelo entretenimento, ficando à frente do programa Encontro por quase 10 anos, ela está longe das telinhas e não tem previsão de estrear algo novo na TV aberta.
Atualmente, ela tem dedicado mais tempo às redes sociais e ao canal no YouTube, produzindo conteúdos como uma influenciadora.
A megaoperação realizada esta semana contra lideranças e integrantes do Comando Vermelho (CV) nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, levanta a questão sobre até onde pode chegar o poder de uma organização criminosa.
Apesar da operação ter acontecido no Rio de Janeiro, as maiores facções crimonosas do país — CV, e o Primeiro Comando da Capital (PCC) — , estão espalhadas no Brasil inteiro com seus faccionados, assim como no Distrito Federal. Entretanto, apesar do registro de atuação dos grupos na capital, o quadradinho segue fora da lista de territórios dominados pelas grandes facções do crime organizado.
De acordo com o estudo “Caracterização da atuação das facções prisionais-criminais na região Centro-Oeste” do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), “a forte estrutura estatal atuante na capital” acabou por concentrar o sistema prisional e “apresentar eficiência na organização de um enfrentamento aos grupos criminais” que mais representavam problemas de segurança pública no Brasil, como o PCC.
“Não é possível apontar a relevância delas nas dinâmicas urbanas, na violência e nos mercados ilícitos. Sem têm tido êxito em se estruturar e, ao enfrentarem a ‘eficiência’ da polícia na proteção ao ‘quadradinho’, esses grupos acabaram ocupando posição lateral. “
Para o especialista em segurança pública Renato Araújo, o controle ocorre de várias formas, sejam elas diretas ou indiretas, a exemplo das políticas públicas de prevenção, que atuam na desarticulação de redes logísticas, em que a inteligência mapeia atores e fluxos financeiros, antes delas escalarem.
“Fatores estruturais e institucionais, como o ecossistema policial, com forte capacidade de resposta e inteligência; o sistema prisional relativamente centralizado; e o histórico de monitoramento e segmentação de presos, que tende a dificultar a governança faccional intramuros, reduzem a viabilidade do domínio territorial por facções”, completou.
Ele destaca que o fator do ecossistema policial, que se trata da integração operacional entre as corporações militares do DF – Polícia Civil (PCDF), Militar (PMDF) e Penal (PPDF) – é o que diferencia o trabalho de segurança e controle de facções no estado em comparação com os outros estados presentes na lista de territórios dominados.
“A lição exportável está em quatro eixos: coordenação real entre forças; foco em lideranças e fluxos de dinheiro; resposta rápida a eventos críticos; e métricas públicas de desempenho com correção de rota contínua. Estados que replicam essa governança integrada, gestão prisional ativa e rastreamento patrimonial, como o DF, tendem a reduzir a margem de manobra faccional”, explicou.
O Metrópoles acionou a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) e o secretario da pasta, Sandro Avelar, para saber mais informações a respeito das ações da secretaria, mas não obteve retorno. O espaço segue aberto para atualizações
Controle da crescente das organizações criminosas
Desde 2019, o DF passou a receber lideranças de detentos considerados de altíssima periculosidade e foram confinados na Penitenciária Federal de Brasília. O caso mais emblemático foi a prisão de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, identificado como líder máximo do PCC.
Este fator faz com que as ações das organizações se aproximam cada vez mais da capital devido à transferência de grandes nomes desses grupos. O também especialista em segurança pública, Nelson Gonçalves destaca que os elementos dos crimes acompanham o chefe das facções aonde quer que ele vá.
“Funcionam como interlocutores dos que estão de fora com os que estão dentro das prisões. Isso traz, obviamente, uma série de orientações da parte do comando dessas organizações para que haja determinadas ações, que podem incluir a aquisição e disponibilização de armas.”
Com o encaminhamento desses criminosos de renome às prisões do DF, a rivalidade entre as facções continua a ser alimentada, gerando disputas territoriais até mesmo dentro dos presídios, ocasionando um monitoramento constante no sistema carcerário e ações de controle do aumento de faccionados.
A ação da interceptação dos bilhetes, por exemplo, é um controle de monitoramento comum nos presídios, a fim de evitar o repasse de informações e ordens a serem cumpridas tanto dentro da prisão, quanto fora dela, assim como as disputas territoriais das facções rivais.
Um caso a ser relembrado que retrata essa ação foi uma carta escrita por um integrante do PCC dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, que revelava um pedido de socorro e receio do grupo do Marcola de ser massacrado pelos integrantes do CDC.
Segundo o Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional (Nupri), há uma tentativa e avanço que vem sendo coibida pela pronta e efetiva atuação das forças de segurança. Como ação de controle, é realizada uma fiscalização constante do sistema penitenciário do DF, com “medidas preventivas, com foco na preservação da ordem e da segurança no ambiente prisional, como a administração da alocação dos internos.
Renato ressalta que as políticas administrativas de separação criteriosa de presos por perfil de risco, além de outras medidas como o bloqueio efetivo de comunicação ilícita e a inteligência penitenciária integrada à investigação constante, é o fator-chave do modelo de gestão penitenciária para evitar o fortalecimento das facções.
“Essa constância de pressão e precisão operacional é o que mantém o DF fora do mapa de dominação faccional”, destacou.
O principal atuante na capital é o Comboio do Cão (CDC). Por alguns anos, o grupo criminoso, que se originou no Distrito Federal, atuou de maneira quase isolada dentro dos limites da capital da República. No entanto, as facções nacionais aumentaram sua teia de influência e chegaram a Brasília e seus arredores, e tentam a continuar a crescer.
Veja as facções listadas que têm algum tipo de vínculo com o DF:
1 de 7
Primeiro Comando da Capital (PCC)
Arte/Metrópoles
2 de 7
Comando Vermelho (CV)
Arte/Metrópoles
3 de 7
Terceiro Comando Puro (TCP)
Arte/Metrópoles
4 de 7
Comboio do Cão (CDC)
Arte/Metrópoles
5 de 7
Amigos do Estado (ADE)
Arte/Metrópoles
6 de 7
Família do Norte (FDN)
Arte/Metrópoles
7 de 7
Guardiões do Estado (GDE)
Arte/Metrópoles
Em um último dado fornecido pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF), no primeiro semestre deste ano, integrantes do PCC, CV e CDC somam cerca de 480 detentos – 200 do PCC, 200 do CDC e 80 do CV – dos mais de 15 mil detentos das penitenciárias da capital.
O pesquisador do Grupo Candango de Criminologia da Universidade de Brasília (UnB), Wellinton Caixeta Maciel, explica que a tentativa da crescente dessas facções vem acontecendo em virtude que os focos dos grupos alteraram conforme a adaptabilidade deles.
“Há alguns anos, temos observado a adaptação da criminalidade às oportunidades que parecem mais propícias para expansão do domínio e fortalecimento das facções criminosas, infiltrando em setores de interesse do Estado”, destacou.
Segundo o Ipea, um dos fatores que influencia esse cenário se dá em razão da “segregação urbana das classes mais pobres” das regiões administrativas do DF comparado ao Plano Piloto, considerado uma “espécie de cinturão de segurança”, conforme o estudo.
“Essas facções tem relação com a precariedade da fiscalização e com a potencialidade da ampliação da ramificação do crime organizado e sua interiorização pelo país, o que acaba por gerar uma estrutura para lavagem de dinheiro e outros crimes, cooptação de membros e outros fatores”, ressaltou.
Maria Ramos esperou mais de seis décadas para realizar um sonho que começou na juventude. Aos 81 anos, a cantora começou sua carreira com o lançamento de duas músicas inéditas de sertanejo raiz, Meus Pés e Engastaiou. As canções marcam a retomada de uma trajetória interrompida ainda nos anos 1950, quando ela se apresentava em festas e programas de rádio no interior de Goiás.
Natural da Bahia, de Santana dos Brejos, Maria se mudou para o município de Inhumas, a quase 50km de Goiânia (GO), aos 4 anos de idade. A viagem, feita a pé com a família, marcou o início de uma nova vida no Centro-Oeste. Foi ali que ela conheceu o sertanejo e se encantou pelo gênero.
“Comprei uma radiola, ganhei discos e fui ouvindo. Fiquei com aquela vontade de ser cantora, mas não tinha condições”, lembrou Maria em entrevista ao Metrópoles.
Na juventude, Maria se apresentava ao lado do irmão. Juntos, eles cantavam clássicos de duplas como Tonico e Tinoco e Cascatinha e Inhana. “A gente chegava nas fazendas, botava uma mesa e a gente ficava em cima para cantar. O povo aplaudia, era a coisa mais linda”, recordou.
Apesar do talento, a carreira foi interrompida por decisão do pai, que não permitia que a filha seguisse no meio artístico. Com a proibição, Maria desistiu do sonho na música e seguiu outro caminho.
5 imagensFechar modal.1 de 5
Maria Ramos tem 81 anos
Divulgação2 de 5
Maria Ramos com o irmão
Divulgação3 de 5
Ela realizou o sonho de virar cantora profissional
Divulgação4 de 5
Maria Ramos
Divulgação5 de 5
Maria Ramos
Divulgação
“Ele dizia que se eu fosse gravar, ia me perder, que eu não ia ser uma moça direita. Foi bem difícil para mim. Mas eu continuava cantando dentro de casa e pensava: ‘Meu Deus, eu nunca vou ser uma cantora'”, lembra Maria. Hoje, ela ri ao admitir que “pensou errado”.
Maria trabalhou como lavradora, colhendo café, como costureira e como técnica de enfermagem, mas ainda sentia que o seu destino era a música. Apesar de ficar longe dos palcos, ela conta que nunca abandonou a música: “Eu ia para roça com meus irmãos, capinar e cantar. À noite, de lua clara, a gente sentava e cantava. Era uma maravilha”.
Realização do sonho
60 anos depois, o sonho voltou a ganhar forma com o incentivo do neto, o jornalista Henrique Ramos, que a levou ao estúdio para registrar duas composições. A gravação, segundo Maria Ramos, foi cercada de emoção, tanto para avó quanto para o neto.
“Quando entrei no estúdio, parecia que nem era eu. Me deu uma vontade de chorar e rir, mas eu segurava porque tinha que gravar. Foi uma honra para mim, minha perna até tremia. É um momento que eu nunca vou esquecer. Vou levar comigo”, relatou a idosa emocionada.
E ela não quer parar nem tão cedo. Após realizar o sonho de virar cantora profissional e lançar dois singles, Maria Ramos afirmou que pretende continuar na carreira e lançar cada vez mais canções.
“Eu pretendo lançar mais músicas e viver disso, porque a minha paixão é a música. Vamos ver no que vai dar”, completou Maria, aos risos.
O Distrito Federal registrou a abertura de 3.716 empregos com carteira assinada em setembro e chegou ao saldo positivo de 38.282 novos postos formais no acumulado dos nove primeiros meses de 2025. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta quinta-feira (30/10) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
A capital federal apresentou desempenho positivo em três dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas avaliados. O destaque foi o setor de Serviços, que gerou 4.365 novos postos. Na sequência aparecem Indústria (257) e Comércio (106). Já os setores de Agropecuária e Construção apresentaram resultados negativos, com -9 e -1.003, respectivamente.
As novas vagas com carteira assinada geradas em setembro no Distrito Federal foram ocupadas, em sua maioria, por pessoas do sexo feminino, responsáveis pelo ingresso em 2.977 postos, contra 739 vagas ocupadas pelos homens.
Pessoas com ensino médio completo foram as principais atendidas, com 2.166 postos na capital do país. Jovens entre 18 e 24 anos formam o grupo com maior saldo de vagas no estado em setembro: 2.118.
Em âmbito nacional, o Brasil criou 213.002 novas vagas de emprego formal, ou seja, com carteira assinada, em setembro. O resultado é o maior desde abril de 2025, quando o país atingiu 237.572 novos postos de trabalho.