Militar preso após ameaça de bomba queria ser recebido por Moraes

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O homem preso após ameaçar explodir uma bomba na Praça dos Três Poderes, neste sábado (30/8), é o terceiro-sargento reformado do Exército Daniel Mourão, de 44 anos.


O episódio ocorreu dias antes do início da fase final do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF). A coluna Na Mira apurou que o investigado disse que queria ser recebido pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do processo.


O homem ameaçou que, caso o pedido não fosse atendido, “iria explodir tudo, inclusive Moraes”. O suspeito também teria dito para ninguém se aproximar, senão ele iria “se explodir”.



Leia também



A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) conteve o suspeito por meio da Operação Petardo, aplicada em ocorrências de suspeita de bomba, e constatou que o homem não portava explosivos.


Mourão foi levado para a UPA de São Sebastião e recebeu medicação. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), o suspeito estava em surto psicótico.


O caso é investigado pela 5ª Delegacia de Polícia (Área Central de Brasília).


Veja:


6 imagensMochila de homem que ameaçou explodir bomba em frente ao STFHomem ameaçou explodir bomba em frente ao STF. Policiais militares disseram que não havia artefato explosivoOcorrência foi atendida por volta das 6h deste sábado (30/8)O homem foi preso e levado para a UPAOs bombeiros disseram que ele estava em surto psicóticoFechar modal.1 de 6

Mochila de homem que ameaçou explodir bomba na Praça dos Três Poderes

Divulgação / PMDF2 de 6

Mochila de homem que ameaçou explodir bomba em frente ao STF

Divulgação/PMDF3 de 6

Homem ameaçou explodir bomba em frente ao STF. Policiais militares disseram que não havia artefato explosivo

Divulgação/CBMDF4 de 6

Ocorrência foi atendida por volta das 6h deste sábado (30/8)

Divulgação/CBMDF5 de 6

O homem foi preso e levado para a UPA

Divulgação/CBMDF6 de 6

Os bombeiros disseram que ele estava em surto psicótico

Divulgação/CBMDF

A PMDF foi acionada às 5h15. Segundo os policiais, Daniel Mourão encontrava-se em estado de agitação e alegava portar explosivos em uma mochila, ameaçando detoná-los.


O policiamento local do 6° BPM fez o primeiro contato e iniciou o processo de negociação. Simultaneamente, foram acionados os protocolos das Operações Gerente e Petardo, que incluem o suporte do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).



Leia também



Por volta das 6h45, após ação do grupo de intervenção tática do Bope, o suspeito foi preso. Imediatamente, uma equipe do Esquadrão Antibombas realizou a varredura e a inspeção minuciosa dos pertences do suspeito. Não foi encontrado nenhum artefato explosivo ou arma. Segundo a Polícia Militar, na mochila havia somente itens de uso pessoal.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/militar-preso-apos-ameaca-de-bomba-queria-ser-recebido-por-moraes/?fsp_sid=190306
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Militar preso após ameaça de bomba queria ser recebido por Moraes

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O homem preso após ameaçar explodir uma bomba na Praça dos Três Poderes, neste sábado (30/8), é o terceiro-sargento reformado do Exército Daniel Mourão, de 44 anos.


O episódio ocorreu dias antes do início da fase final do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF). A coluna Na Mira apurou que o investigado disse que queria ser recebido pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do processo.


O homem ameaçou que, caso o pedido não fosse atendido, “iria explodir tudo, inclusive Moraes”. O suspeito também teria dito para ninguém se aproximar, senão ele iria “se explodir”.



Leia também



A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) conteve o suspeito por meio da Operação Petardo, aplicada em ocorrências de suspeita de bomba, e constatou que o homem não portava explosivos.


Mourão foi levado para a UPA de São Sebastião e recebeu medicação. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), o suspeito estava em surto psicótico.


O caso é investigado pela 5ª Delegacia de Polícia (Área Central de Brasília).


Veja:


6 imagensMochila de homem que ameaçou explodir bomba em frente ao STFHomem ameaçou explodir bomba em frente ao STF. Policiais militares disseram que não havia artefato explosivoOcorrência foi atendida por volta das 6h deste sábado (30/8)O homem foi preso e levado para a UPAOs bombeiros disseram que ele estava em surto psicóticoFechar modal.1 de 6

Mochila de homem que ameaçou explodir bomba na Praça dos Três Poderes

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Mochila de homem que ameaçou explodir bomba em frente ao STF

Divulgação/PMDF3 de 6

Homem ameaçou explodir bomba em frente ao STF. Policiais militares disseram que não havia artefato explosivo

Divulgação/CBMDF4 de 6

Ocorrência foi atendida por volta das 6h deste sábado (30/8)

Divulgação/CBMDF5 de 6

O homem foi preso e levado para a UPA

Divulgação/CBMDF6 de 6

Os bombeiros disseram que ele estava em surto psicótico

Divulgação/CBMDF

A PMDF foi acionada às 5h15. Segundo os policiais, Daniel Mourão encontrava-se em estado de agitação e alegava portar explosivos em uma mochila, ameaçando detoná-los.


O policiamento local do 6° BPM fez o primeiro contato e iniciou o processo de negociação. Simultaneamente, foram acionados os protocolos das Operações Gerente e Petardo, que incluem o suporte do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).



Leia também



Por volta das 6h45, após ação do grupo de intervenção tática do Bope, o suspeito foi preso. Imediatamente, uma equipe do Esquadrão Antibombas realizou a varredura e a inspeção minuciosa dos pertences do suspeito. Não foi encontrado nenhum artefato explosivo ou arma. Segundo a Polícia Militar, na mochila havia somente itens de uso pessoal.






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Verissimo: veja por que doenças pulmonares são mais graves em idosos

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O escritor e cronista Luis Fernando Verissimo morreu, neste sábado (30/8), aos 88 anos, vítima de complicações em decorrência de uma pneumonia. Ele estava internado desde 11 de agosto no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre (RS), mas não resistiu.



Leia também



A doença respiratória é causada por vírus, bactérias, fungos ou parasitas, e sua gravidade varia de casos leves até fatais. Geralmente, crianças e idosos enfrentam quadros mais graves, com recuperações longas e debilitantes.


“Ao envelhecer, a nossa capacidade pulmonar diminui. Ganhamos volume até os 20, 25 anos e, depois, passamos o restante da vida perdendo”, explica o pneumologista Renato Calil, da Hapvida.

Ao longo do tempo, o pulmão sofre mudanças naturais que deixam a respiração mais complicada. Assim, a parede torácica fica mais rígida, atrapalhando a expansão pulmonar e diminuindo a força dos músculos respiratórios. Parte desse processo pode atrapalhar a capacidade de tossir e limpar as vias aéreas.


Como o tecido pulmonar perde elasticidade, a respiração torna-se menos eficiente. Tudo isso faz com que idosos tenham uma respiração menos eficiente, aumentando o risco de doenças pulmonares, como a pneumonia.


A geriatra Gabrielle Beltrão, do Hospital Brasília, afirma que o envelhecimento do sistema imunológico também deixa os idosos mais vulneráveis. “A imunosenescência está associada ao progressivo declínio da função imunológica que torna os idosos mais suscetíveis a infecções”, diz a profissional.


3 imagensBoletim médico atualiza quadro de Luis Fernando Veríssimo, de 88 anosLuis Fernando Veríssimo posa na bibliotecaFechar modal.1 de 3

Luis Fernando Veríssimo posa sorridente

Divulgação2 de 3

Boletim médico atualiza quadro de Luis Fernando Veríssimo, de 88 anos

Divulgação3 de 3

Luis Fernando Veríssimo posa na biblioteca

Divulgação

 



Doenças respiratórias mais frequentes e perigosas em idosos



  • Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC): doença pulmonar que obstrui as vias aéreas, tornando a respiração mais difícil, além de ser bastante comum em fumantes.

  • Pneumonia: infecção que se instala no pulmão, podendo se tornar grave em alguns casos.

  • Gripe e resfriados: apesar de serem considerados menos graves, podem ser mais fortes em idosos.

  • Apneia do sono: interrompe a respiração durante o sono e afeta a qualidade de vida.



 Outros fatores influentes


O uso frequente de produtos ligados ao tabagismo, como cigarros comuns ou eletrônicos, prejudica os pulmões e pode causar problemas cardiovasculares. A prática aumenta o risco de condições graves no organismo.


O sedentarismo é outro fator que enfraquece a musculatura pulmonar e afeta a capacidade respiratória. A poluição também é apontada como um agente externo que contribui para prejuízos respiratórios, podendo causar problemas como enfisema, asma e broncopatias inflamatórias, devido a inalação de substâncias tóxicas no meio ambiente.


Segundo Calil, para quem tem doenças pré-existentes, como diabetes e hipertensão, a atenção deve ser redobrada, pois as condições impactam o sistema imunológico. “Essas doenças, além da idade, agravam os quadros respiratórios e comprometem o sistema cardiovascular”, alerta o pneumologista.


A prática regular de exercícios físicos, uma rotina alimentar saudável e evitar o tabagismo são bons hábitos para manter os pulmões saudáveis. Manter o esquema vacinal em dia e uma menor exposição à poluição também são medidas eficazes.


Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!






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Verissimo: veja por que doenças pulmonares são mais graves em idosos

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O escritor e cronista Luis Fernando Verissimo morreu, neste sábado (30/8), aos 88 anos, vítima de complicações em decorrência de uma pneumonia. Ele estava internado desde 11 de agosto no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre (RS), mas não resistiu.



Leia também



A doença respiratória é causada por vírus, bactérias, fungos ou parasitas, e sua gravidade varia de casos leves até fatais. Geralmente, crianças e idosos enfrentam quadros mais graves, com recuperações longas e debilitantes.


“Ao envelhecer, a nossa capacidade pulmonar diminui. Ganhamos volume até os 20, 25 anos e, depois, passamos o restante da vida perdendo”, explica o pneumologista Renato Calil, da Hapvida.

Ao longo do tempo, o pulmão sofre mudanças naturais que deixam a respiração mais complicada. Assim, a parede torácica fica mais rígida, atrapalhando a expansão pulmonar e diminuindo a força dos músculos respiratórios. Parte desse processo pode atrapalhar a capacidade de tossir e limpar as vias aéreas.


Como o tecido pulmonar perde elasticidade, a respiração torna-se menos eficiente. Tudo isso faz com que idosos tenham uma respiração menos eficiente, aumentando o risco de doenças pulmonares, como a pneumonia.


A geriatra Gabrielle Beltrão, do Hospital Brasília, afirma que o envelhecimento do sistema imunológico também deixa os idosos mais vulneráveis. “A imunosenescência está associada ao progressivo declínio da função imunológica que torna os idosos mais suscetíveis a infecções”, diz a profissional.


3 imagensBoletim médico atualiza quadro de Luis Fernando Veríssimo, de 88 anosLuis Fernando Veríssimo posa na bibliotecaFechar modal.1 de 3

Luis Fernando Veríssimo posa sorridente

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Boletim médico atualiza quadro de Luis Fernando Veríssimo, de 88 anos

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Luis Fernando Veríssimo posa na biblioteca

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Doenças respiratórias mais frequentes e perigosas em idosos



  • Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC): doença pulmonar que obstrui as vias aéreas, tornando a respiração mais difícil, além de ser bastante comum em fumantes.

  • Pneumonia: infecção que se instala no pulmão, podendo se tornar grave em alguns casos.

  • Gripe e resfriados: apesar de serem considerados menos graves, podem ser mais fortes em idosos.

  • Apneia do sono: interrompe a respiração durante o sono e afeta a qualidade de vida.



 Outros fatores influentes


O uso frequente de produtos ligados ao tabagismo, como cigarros comuns ou eletrônicos, prejudica os pulmões e pode causar problemas cardiovasculares. A prática aumenta o risco de condições graves no organismo.


O sedentarismo é outro fator que enfraquece a musculatura pulmonar e afeta a capacidade respiratória. A poluição também é apontada como um agente externo que contribui para prejuízos respiratórios, podendo causar problemas como enfisema, asma e broncopatias inflamatórias, devido a inalação de substâncias tóxicas no meio ambiente.


Segundo Calil, para quem tem doenças pré-existentes, como diabetes e hipertensão, a atenção deve ser redobrada, pois as condições impactam o sistema imunológico. “Essas doenças, além da idade, agravam os quadros respiratórios e comprometem o sistema cardiovascular”, alerta o pneumologista.


A prática regular de exercícios físicos, uma rotina alimentar saudável e evitar o tabagismo são bons hábitos para manter os pulmões saudáveis. Manter o esquema vacinal em dia e uma menor exposição à poluição também são medidas eficazes.


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Ação de acolhimento atende 39 pessoas em situação de rua no DF nesta semana

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O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, coordenado pela Casa Civil do Distrito Federal, atendeu, nesta semana, 39 pessoas em diversos locais. Do sábado (23) até esta sexta-feira (29), as operações passaram por 36 pontos do Plano Piloto, de Sobradinho e do Lago Sul e recolheram dez estruturas precárias com auxílio de sete caminhões.


 



“Nossas equipes não estão apenas nas ruas oferecendo atendimento e serviços essenciais. Estão construindo pontes de confiança e possibilitando que cada pessoa em situação de rua tenha acesso a suporte, proteção e a um futuro mais seguro e digno”


Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil


Nesta sexta-feira, a ação contemplou sete pontos do Lago Sul. Na ocasião, 12 pessoas foram atendidas, enquanto uma estrutura precária foi removida por um caminhão. No dia anterior, também foram visitados sete pontos na região administrativa, onde foram localizadas sete pessoas e duas estruturas desconstituídas.


Entre sábado, domingo e terça-feira, a operação se concentrou em 15 pontos do Plano Piloto, onde foram encontradas e atendidas 13 pessoas e removidas sete estruturas precárias. Já na quarta-feira, os trabalhos ocorreram em sete pontos de Sobradinho, com atendimento a sete pessoas e auxílio de um caminhão.


“As ações no Plano Piloto, em Sobradinho e no Lago Sul nesta semana mostram que o acolhimento é um trabalho que une esforço, empatia e planejamento”, ressalta o secretário-chefe da Casa Civil e coordenador do plano de ação, Gustavo Rocha. “Nossas equipes não estão apenas nas ruas oferecendo atendimento e serviços essenciais. Estão construindo pontes de confiança e possibilitando que cada pessoa em situação de rua tenha acesso a suporte, proteção e a um futuro mais seguro e digno.”


Política distrital


Sob coordenação do secretário-chefe Gustavo Rocha, o Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF promoveu visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos.


Em 27 de maio de 2024, o GDF tornou oficial o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Desde então, ocorrem ações semanais em diversos pontos do Distrito Federal. Os órgãos do governo já passaram por regiões como Plano Piloto, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, Águas Claras e Arniqueira.


Em julho deste ano, a vice-governadora Celina Leão, então em exercício, assinou decreto que lançou o programa Acolhe DF, que propõe busca ativa e oferta de tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas – tanto as ilícitas quanto álcool e tabaco –, criando uma linha de atendimento e, consequentemente, aprimorando as ações já existentes do GDF voltadas a esse público.


Também em julho, o GDF inaugurou o primeiro hotel social da capital da República, destinado a acolher e abrigar a população em situação de rua. O equipamento oferece 200 vagas para pernoite e recebe também animais de estimação. Só na primeira semana, foram registrados mais de mil acolhimentos no local.


Além disso, desde 2022, o governo promove, em períodos de baixas temperaturas, a chamada Ação Contra o Frio, com oferta de espaços públicos para pernoite de pessoas em situação de rua. Apenas neste ano, a unidade aberta na Asa Sul registrou 6,6 mil atendimentos. No local, também foram oferecidos casacos e cobertores arrecadados por meio da campanha Agasalho Solidário, da Chefia-Executiva de Políticas Sociais.


 






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Ação de acolhimento atende 39 pessoas em situação de rua no DF nesta semana

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O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, coordenado pela Casa Civil do Distrito Federal, atendeu, nesta semana, 39 pessoas em diversos locais. Do sábado (23) até esta sexta-feira (29), as operações passaram por 36 pontos do Plano Piloto, de Sobradinho e do Lago Sul e recolheram dez estruturas precárias com auxílio de sete caminhões.


 



“Nossas equipes não estão apenas nas ruas oferecendo atendimento e serviços essenciais. Estão construindo pontes de confiança e possibilitando que cada pessoa em situação de rua tenha acesso a suporte, proteção e a um futuro mais seguro e digno”


Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil


Nesta sexta-feira, a ação contemplou sete pontos do Lago Sul. Na ocasião, 12 pessoas foram atendidas, enquanto uma estrutura precária foi removida por um caminhão. No dia anterior, também foram visitados sete pontos na região administrativa, onde foram localizadas sete pessoas e duas estruturas desconstituídas.


Entre sábado, domingo e terça-feira, a operação se concentrou em 15 pontos do Plano Piloto, onde foram encontradas e atendidas 13 pessoas e removidas sete estruturas precárias. Já na quarta-feira, os trabalhos ocorreram em sete pontos de Sobradinho, com atendimento a sete pessoas e auxílio de um caminhão.


“As ações no Plano Piloto, em Sobradinho e no Lago Sul nesta semana mostram que o acolhimento é um trabalho que une esforço, empatia e planejamento”, ressalta o secretário-chefe da Casa Civil e coordenador do plano de ação, Gustavo Rocha. “Nossas equipes não estão apenas nas ruas oferecendo atendimento e serviços essenciais. Estão construindo pontes de confiança e possibilitando que cada pessoa em situação de rua tenha acesso a suporte, proteção e a um futuro mais seguro e digno.”


Política distrital


Sob coordenação do secretário-chefe Gustavo Rocha, o Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF promoveu visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos.


Em 27 de maio de 2024, o GDF tornou oficial o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Desde então, ocorrem ações semanais em diversos pontos do Distrito Federal. Os órgãos do governo já passaram por regiões como Plano Piloto, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, Águas Claras e Arniqueira.


Em julho deste ano, a vice-governadora Celina Leão, então em exercício, assinou decreto que lançou o programa Acolhe DF, que propõe busca ativa e oferta de tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas – tanto as ilícitas quanto álcool e tabaco –, criando uma linha de atendimento e, consequentemente, aprimorando as ações já existentes do GDF voltadas a esse público.


Também em julho, o GDF inaugurou o primeiro hotel social da capital da República, destinado a acolher e abrigar a população em situação de rua. O equipamento oferece 200 vagas para pernoite e recebe também animais de estimação. Só na primeira semana, foram registrados mais de mil acolhimentos no local.


Além disso, desde 2022, o governo promove, em períodos de baixas temperaturas, a chamada Ação Contra o Frio, com oferta de espaços públicos para pernoite de pessoas em situação de rua. Apenas neste ano, a unidade aberta na Asa Sul registrou 6,6 mil atendimentos. No local, também foram oferecidos casacos e cobertores arrecadados por meio da campanha Agasalho Solidário, da Chefia-Executiva de Políticas Sociais.


 






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DF leva inovações na gestão de resíduos sólidos para conferência internacional

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Entre os dias 24 e 29 de agosto, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) marcou presença com diversas contribuições na II Conferência Internacional de Resíduos Sólidos e Saneamento (Cirsol). A autarquia promoveu atividades de educação ambiental, palestras e ações de orientação sobre a gestão de resíduos sólidos.


Uma das principais iniciativas do SLU foi a instalação de um estande de orientação ambiental no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, uma das sedes da conferência. No local, equipes de servidores apresentaram inovações tecnológicas aplicadas à execução e ao planejamento dos serviços, além de avanços na gestão de resíduos sólidos.


Professora de biologia do Centro de Ensino Médio da Asa Norte (Cean), Camila Colonna visitou o espaço e conheceu mais sobre as iniciativas da autarquia. “Foi muito interessante, pois pude aprender desde como funciona a coleta de resíduos na minha casa até o transporte deles para o aterro sanitário”, destacou.


Outra forma de participação do SLU na Cirsol foi por meio da presença de servidores em painéis temáticos. A diretora técnica da autarquia, Andrea Almeida, compôs o painel “Reflexões sobre a coleta seletiva como instrumento de inclusão social e de melhoria da gestão dos resíduos”. Já os servidores Francisco Mendes e Júlio Campos abordaram os temas “Gestão dos resíduos sólidos como aceleradora da Agenda 2030” e “Os desafios da educação ambiental e a conscientização pública”, respectivamente.


O diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, reforçou o apoio da autarquia ao evento. “O SLU desempenha um papel fundamental não apenas na gestão de resíduos, mas também na promoção da educação ambiental. Por isso, apoiamos a Conferência, que se destaca pela relevância dos diálogos, pela troca de experiências e pela oportunidade de aprofundar o debate, oferecendo orientação e conscientização à sociedade”, afirmou.


Visitas técnicas


Os participantes do congresso também foram convidados a visitar as unidades do SLU, como o Aterro Sanitário de Brasília, a Usina de Compostagem do P Sul e a Unidade de Recebimento de Entulho (URE).


O secretário do Meio Ambiente do município de Estância (SE), Joubert Denner, participou da atividade e ressaltou a importância dessa troca de experiências. “A visita tem um papel muito importante para que a gente possa conhecer a realidade das soluções que foram implantadas aqui em Brasília e consiga levar algo parecido para o nosso município”, explicou.


O II Cirsol contou com especialistas nacionais e internacionais para debater o impacto da gestão de resíduos sólidos e do saneamento frente às mudanças climáticas globais. O evento foi uma iniciativa conjunta que reuniu o Governo do Distrito Federal, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Instituto de Cooperação Internacional para o Meio Ambiente (Icima) e mais de 30 instituições parceiras, nacionais e internacionais, consolidando-se como um dos maiores fóruns sobre resíduos sólidos da América Latina.


*Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)






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https://jornalismodigitaldf.com.br/df-leva-inovacoes-na-gestao-de-residuos-solidos-para-conferencia-internacional/?fsp_sid=190257
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DF leva inovações na gestão de resíduos sólidos para conferência internacional

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Entre os dias 24 e 29 de agosto, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) marcou presença com diversas contribuições na II Conferência Internacional de Resíduos Sólidos e Saneamento (Cirsol). A autarquia promoveu atividades de educação ambiental, palestras e ações de orientação sobre a gestão de resíduos sólidos.


Uma das principais iniciativas do SLU foi a instalação de um estande de orientação ambiental no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, uma das sedes da conferência. No local, equipes de servidores apresentaram inovações tecnológicas aplicadas à execução e ao planejamento dos serviços, além de avanços na gestão de resíduos sólidos.


Professora de biologia do Centro de Ensino Médio da Asa Norte (Cean), Camila Colonna visitou o espaço e conheceu mais sobre as iniciativas da autarquia. “Foi muito interessante, pois pude aprender desde como funciona a coleta de resíduos na minha casa até o transporte deles para o aterro sanitário”, destacou.


Outra forma de participação do SLU na Cirsol foi por meio da presença de servidores em painéis temáticos. A diretora técnica da autarquia, Andrea Almeida, compôs o painel “Reflexões sobre a coleta seletiva como instrumento de inclusão social e de melhoria da gestão dos resíduos”. Já os servidores Francisco Mendes e Júlio Campos abordaram os temas “Gestão dos resíduos sólidos como aceleradora da Agenda 2030” e “Os desafios da educação ambiental e a conscientização pública”, respectivamente.


O diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, reforçou o apoio da autarquia ao evento. “O SLU desempenha um papel fundamental não apenas na gestão de resíduos, mas também na promoção da educação ambiental. Por isso, apoiamos a Conferência, que se destaca pela relevância dos diálogos, pela troca de experiências e pela oportunidade de aprofundar o debate, oferecendo orientação e conscientização à sociedade”, afirmou.


Visitas técnicas


Os participantes do congresso também foram convidados a visitar as unidades do SLU, como o Aterro Sanitário de Brasília, a Usina de Compostagem do P Sul e a Unidade de Recebimento de Entulho (URE).


O secretário do Meio Ambiente do município de Estância (SE), Joubert Denner, participou da atividade e ressaltou a importância dessa troca de experiências. “A visita tem um papel muito importante para que a gente possa conhecer a realidade das soluções que foram implantadas aqui em Brasília e consiga levar algo parecido para o nosso município”, explicou.


O II Cirsol contou com especialistas nacionais e internacionais para debater o impacto da gestão de resíduos sólidos e do saneamento frente às mudanças climáticas globais. O evento foi uma iniciativa conjunta que reuniu o Governo do Distrito Federal, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Instituto de Cooperação Internacional para o Meio Ambiente (Icima) e mais de 30 instituições parceiras, nacionais e internacionais, consolidando-se como um dos maiores fóruns sobre resíduos sólidos da América Latina.


*Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)






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BRB REGISTRA LUCRO LÍQUIDO DE R$ 518 MILHÕES NO 1º SEMESTRE DE 2025

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O Banco BRB encerrou o primeiro semestre de 2025 com lucro líquido recorrente de R$ 518 milhões, crescimento de 461,6% em relação ao mesmo período de 2024. No segundo trimestre, o resultado recorrente foi de R$ 280,3 milhões.


O desempenho foi sustentado pela expansão da base de clientes, aumento da carteira de crédito e gestão de riscos. O Banco encerrou junho com 9,6 milhões de clientes (+23,9%), resultado da presença ampliada em novos mercados e da oferta integrada de serviços em canais físicos e digitais.


Os ativos totais somaram R$ 74,5 bilhões (+40,7%) e o patrimônio líquido chegou a R$ 4,0 bilhões (+60,1%). A carteira de crédito alcançou R$ 59,4 bilhões (+59,4%), enquanto a captação somou R$ 67,3 bilhões (+43,8%), com destaque para CDBs (+52,1%), LCI/LCA (+52,7%) e depósitos judiciais (+29,4%).


A margem financeira totalizou R$ 2,3 bilhões (+43,9%) e o resultado de intermediação financeira atingiu R$ 2,0 bilhões (+72,7%). O ROAE ficou em 21,8% e o Índice de Basileia encerrou o semestre em 13,91%. O custo de captação permaneceu abaixo de 100% do CDI.


“O BRB apresentou um semestre de resultados sólidos, reflexo de uma estratégia consistente de crescimento, diversificação e proximidade com nossos clientes”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.


Expansão nacional


O BRB manteve a estratégia de expansão territorial, inaugurou novas unidades e encerrou o semestre com 988 pontos de atendimento. Também assumiu a gestão das folhas de pagamento de órgãos do Tocantins, Paraíba e Alagoas. O Banco está presente em todas as regiões do país e em 39 países, com rede física e digital.


Transformação digital


No semestre, 98,5% das transações foram realizadas por canais digitais, totalizando 232 milhões de operações (+36,6%). Somente pelo SuperApp, foram 185,1 milhões de transações (+53,6%).


Na gestão de depósitos judiciais, com carteira de R$ 25 bilhões, o sistema BRBJus ganhou novos recursos de automação, segurança e relatórios inteligentes. O Pix Judicial consolidou-se como principal meio de pagamento.


Crédito imobiliário e agronegócio


A carteira imobiliária somou R$ 13,5 bilhões (+29,7%), consolidando a liderança do BRB no Distrito Federal (62,8% de participação) e a 5ª posição nacional no financiamento habitacional.


No agronegócio, a carteira rural encerrou junho em R$ 1,9 bilhão (+18,3%), com destaque para operações no DF, RIDE, Minas Gerais, Bahia, Tocantins e Mato Grosso.


Qualidade da carteira


A inadimplência consolidada encerrou junho em 1,57%, redução de 1,74 p.p. em 12 meses, abaixo da média do sistema financeiro nacional.


Conglomerado



  • Financeira BRB: carteira de crédito de R$ 6,1 bilhões (+49,8%), originação de R$ 3,6 bilhões (+110,1%) e inadimplência de 0,95%.

  • BRB Seguros: emissão de R$ 689,9 milhões em prêmios (+13,4%) e lucro líquido de R$ 61,7 milhões.

  • BRBCARD: lucro líquido de R$ 24,1 milhões (+143%), faturamento de R$ 5 bilhões (+8%) e 949 mil cartões emitidos.

  • BRB DTVM: lucro líquido de R$ 2,7 milhões (+259%), ativos totais de R$ 7,1 bilhões (+16%) e AuC de R$ 4,25 bilhões (+134%).

  • BRB Serviços: receita operacional de R$ 62,9 milhões (+9,8%) e lucro líquido de R$ 782 mil (+141,3%).


ESG e impacto social


No semestre, o BRB operacionalizou 30 programas sociais, beneficiando mais de 414 mil famílias e repassando R$ 4,3 bilhões em benefícios, incluindo o Prato Cheio e o novo Cartão Material de Construção.


Na mobilidade urbana, o programa Vai de Graça garantiu gratuidade no transporte público aos domingos e feriados, com 99,6 milhões de acessos no trimestre (+13,8%).


O Instituto BRB apoiou projetos que beneficiaram diretamente 38 mil pessoas e alcançaram 1,2 milhão indiretamente. O investimento de R$ 645 mil gerou impacto econômico estimado em quase R$ 1,9 milhão.


O Banco também reduziu em 37% o volume de páginas impressas, resultado da digitalização de processos e da busca por maior eficiência ambiental.


Principais números do 1S25



  • Lucro líquido recorrente: R$ 518 milhões (+461,6%)

  • Resultado recorrente 2T25: R$ 280,3 milhões

  • ROAE: 21,8%

  • Índice de Basileia: 13,91%

  • Ativos totais: R$ 74,5 bilhões (+40,7%)

  • Patrimônio líquido: R$ 4,0 bilhões (+60,1%)

  • Carteira de crédito: R$ 59,4 bilhões (+59,4%)

  • Captação: R$ 67,3 bilhões (+43,8%)

  • Clientes: 9,6 milhões (+23,9%)






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BRB REGISTRA LUCRO LÍQUIDO DE R$ 518 MILHÕES NO 1º SEMESTRE DE 2025

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O Banco BRB encerrou o primeiro semestre de 2025 com lucro líquido recorrente de R$ 518 milhões, crescimento de 461,6% em relação ao mesmo período de 2024. No segundo trimestre, o resultado recorrente foi de R$ 280,3 milhões.


O desempenho foi sustentado pela expansão da base de clientes, aumento da carteira de crédito e gestão de riscos. O Banco encerrou junho com 9,6 milhões de clientes (+23,9%), resultado da presença ampliada em novos mercados e da oferta integrada de serviços em canais físicos e digitais.


Os ativos totais somaram R$ 74,5 bilhões (+40,7%) e o patrimônio líquido chegou a R$ 4,0 bilhões (+60,1%). A carteira de crédito alcançou R$ 59,4 bilhões (+59,4%), enquanto a captação somou R$ 67,3 bilhões (+43,8%), com destaque para CDBs (+52,1%), LCI/LCA (+52,7%) e depósitos judiciais (+29,4%).


A margem financeira totalizou R$ 2,3 bilhões (+43,9%) e o resultado de intermediação financeira atingiu R$ 2,0 bilhões (+72,7%). O ROAE ficou em 21,8% e o Índice de Basileia encerrou o semestre em 13,91%. O custo de captação permaneceu abaixo de 100% do CDI.


“O BRB apresentou um semestre de resultados sólidos, reflexo de uma estratégia consistente de crescimento, diversificação e proximidade com nossos clientes”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.


Expansão nacional


O BRB manteve a estratégia de expansão territorial, inaugurou novas unidades e encerrou o semestre com 988 pontos de atendimento. Também assumiu a gestão das folhas de pagamento de órgãos do Tocantins, Paraíba e Alagoas. O Banco está presente em todas as regiões do país e em 39 países, com rede física e digital.


Transformação digital


No semestre, 98,5% das transações foram realizadas por canais digitais, totalizando 232 milhões de operações (+36,6%). Somente pelo SuperApp, foram 185,1 milhões de transações (+53,6%).


Na gestão de depósitos judiciais, com carteira de R$ 25 bilhões, o sistema BRBJus ganhou novos recursos de automação, segurança e relatórios inteligentes. O Pix Judicial consolidou-se como principal meio de pagamento.


Crédito imobiliário e agronegócio


A carteira imobiliária somou R$ 13,5 bilhões (+29,7%), consolidando a liderança do BRB no Distrito Federal (62,8% de participação) e a 5ª posição nacional no financiamento habitacional.


No agronegócio, a carteira rural encerrou junho em R$ 1,9 bilhão (+18,3%), com destaque para operações no DF, RIDE, Minas Gerais, Bahia, Tocantins e Mato Grosso.


Qualidade da carteira


A inadimplência consolidada encerrou junho em 1,57%, redução de 1,74 p.p. em 12 meses, abaixo da média do sistema financeiro nacional.


Conglomerado



  • Financeira BRB: carteira de crédito de R$ 6,1 bilhões (+49,8%), originação de R$ 3,6 bilhões (+110,1%) e inadimplência de 0,95%.

  • BRB Seguros: emissão de R$ 689,9 milhões em prêmios (+13,4%) e lucro líquido de R$ 61,7 milhões.

  • BRBCARD: lucro líquido de R$ 24,1 milhões (+143%), faturamento de R$ 5 bilhões (+8%) e 949 mil cartões emitidos.

  • BRB DTVM: lucro líquido de R$ 2,7 milhões (+259%), ativos totais de R$ 7,1 bilhões (+16%) e AuC de R$ 4,25 bilhões (+134%).

  • BRB Serviços: receita operacional de R$ 62,9 milhões (+9,8%) e lucro líquido de R$ 782 mil (+141,3%).


ESG e impacto social


No semestre, o BRB operacionalizou 30 programas sociais, beneficiando mais de 414 mil famílias e repassando R$ 4,3 bilhões em benefícios, incluindo o Prato Cheio e o novo Cartão Material de Construção.


Na mobilidade urbana, o programa Vai de Graça garantiu gratuidade no transporte público aos domingos e feriados, com 99,6 milhões de acessos no trimestre (+13,8%).


O Instituto BRB apoiou projetos que beneficiaram diretamente 38 mil pessoas e alcançaram 1,2 milhão indiretamente. O investimento de R$ 645 mil gerou impacto econômico estimado em quase R$ 1,9 milhão.


O Banco também reduziu em 37% o volume de páginas impressas, resultado da digitalização de processos e da busca por maior eficiência ambiental.


Principais números do 1S25



  • Lucro líquido recorrente: R$ 518 milhões (+461,6%)

  • Resultado recorrente 2T25: R$ 280,3 milhões

  • ROAE: 21,8%

  • Índice de Basileia: 13,91%

  • Ativos totais: R$ 74,5 bilhões (+40,7%)

  • Patrimônio líquido: R$ 4,0 bilhões (+60,1%)

  • Carteira de crédito: R$ 59,4 bilhões (+59,4%)

  • Captação: R$ 67,3 bilhões (+43,8%)

  • Clientes: 9,6 milhões (+23,9%)






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