EUA suspende vacina contra chikungunya após efeitos colaterais graves

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A vacina contra chikungunya Ixchiq, desenvolvida pela farmacêutica franco-austríaca Valneva em parceria com o Instituto Butantan, teve a licença suspensa nos Estados Unidos na sexta-feira (22/8).


A decisão da Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora do país, ocorre após quatro novos relatos de efeitos adversos graves, que culminaram em hospitalizações e uma morte. Desde o início do ano foram registradas 21 hospitalizações e três óbitos possivelmente ligados ao imunizante.


No Brasil, a vacina foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril deste ano para pessoas de 18 a 65 anos e continua autorizada, embora ainda não tenha sido comercializada.




Chikungunya



  • A chikungunya é transmitida principalmente pelas fêmeas dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, este último conhecido como mosquito-tigre.

  • Os mesmos também são vetores de outras doenças, como dengue e zika.

  • À medida que o planeta aquece devido às mudanças climáticas, o mosquito-tigre tem avançado para regiões mais ao norte, ampliando a área de circulação.

  • Os sintomas da chikungunya são parecidos com os da dengue e do zika, o que pode dificultar o diagnóstico.

  • A doença costuma causar febre, dores nas articulações, fadiga e, em alguns casos, sequelas prolongadas.




Suspensão da vacina


A FDA havia suspendido temporariamente o uso da vacina em pessoas com idades acima de 60 anos em maio deste ano, mas retomou a aplicação no início de agosto, após reavaliar o risco-benefício.


Os novos relatos de “possíveis efeitos adversos graves” incluem três casos com idosos, com idades entre 70 e 82 anos. Um paciente de 55 anos também apresentou reação grave. Um dos óbitos, conforme o órgão, foi causado por inflamação cerebral associada à vacina.


Mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da chikungunya
Mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da chikungunya

O imunizante contém uma versão viva e atenuada do vírus chikungunya, o que pode causar sintomas semelhantes aos da doença. Por isso, a FDA reforça que a decisão de aplicar o Ixchiq deve considerar cuidadosamente o risco individual, especialmente em pessoas com condições de saúde pré-existentes.



Segundo a Valneva, os novos casos apresentam sintomas semelhantes aos já observados em estudos e na experiência pós-comercialização, principalmente entre idosos. A empresa afirma que continua investigando as ocorrências e acompanhando a situação nos países onde a vacina é usada, destacando seu papel na proteção contra a chikungunya em regiões endêmicas.


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https://jornalismodigitaldf.com.br/eua-suspende-vacina-contra-chikungunya-apos-efeitos-colaterais-graves/?fsp_sid=182326
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EUA suspende vacina contra chikungunya após efeitos colaterais graves

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A vacina contra chikungunya Ixchiq, desenvolvida pela farmacêutica franco-austríaca Valneva em parceria com o Instituto Butantan, teve a licença suspensa nos Estados Unidos na sexta-feira (22/8).


A decisão da Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora do país, ocorre após quatro novos relatos de efeitos adversos graves, que culminaram em hospitalizações e uma morte. Desde o início do ano foram registradas 21 hospitalizações e três óbitos possivelmente ligados ao imunizante.


No Brasil, a vacina foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril deste ano para pessoas de 18 a 65 anos e continua autorizada, embora ainda não tenha sido comercializada.




Chikungunya



  • A chikungunya é transmitida principalmente pelas fêmeas dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, este último conhecido como mosquito-tigre.

  • Os mesmos também são vetores de outras doenças, como dengue e zika.

  • À medida que o planeta aquece devido às mudanças climáticas, o mosquito-tigre tem avançado para regiões mais ao norte, ampliando a área de circulação.

  • Os sintomas da chikungunya são parecidos com os da dengue e do zika, o que pode dificultar o diagnóstico.

  • A doença costuma causar febre, dores nas articulações, fadiga e, em alguns casos, sequelas prolongadas.




Suspensão da vacina


A FDA havia suspendido temporariamente o uso da vacina em pessoas com idades acima de 60 anos em maio deste ano, mas retomou a aplicação no início de agosto, após reavaliar o risco-benefício.


Os novos relatos de “possíveis efeitos adversos graves” incluem três casos com idosos, com idades entre 70 e 82 anos. Um paciente de 55 anos também apresentou reação grave. Um dos óbitos, conforme o órgão, foi causado por inflamação cerebral associada à vacina.


Mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da chikungunya
Mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da chikungunya

O imunizante contém uma versão viva e atenuada do vírus chikungunya, o que pode causar sintomas semelhantes aos da doença. Por isso, a FDA reforça que a decisão de aplicar o Ixchiq deve considerar cuidadosamente o risco individual, especialmente em pessoas com condições de saúde pré-existentes.



Segundo a Valneva, os novos casos apresentam sintomas semelhantes aos já observados em estudos e na experiência pós-comercialização, principalmente entre idosos. A empresa afirma que continua investigando as ocorrências e acompanhando a situação nos países onde a vacina é usada, destacando seu papel na proteção contra a chikungunya em regiões endêmicas.


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Flamengo x Vitória: Rubro-negro do Rio vai manter defesa sem gols?

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Líder do Campeonato Brasileiro com 43 pontos e classificado para as quartas de final da Libertadores da América, o Flamengo vive uma temporada irretocável.


E nesta segunda-feira (25/8), às 21h (de Brasília), o Rubro-negro do Rio recebe o Vitória, 17º colocado com 19, no Maracanã, pela 21ª rodada do Brasileirão.




Um dos grandes pontos positivos do Flamengo sob o comando de Filipe Luís é o sistema defensivo.


O clube da Gávea tem a melhor defesa do Campeonato Brasileiro e tem o costume de sofrer poucos gols.


Será que o Rubro-negro manterá esse retrospecto?


Ou o Vitória conseguirá balançar as redes?


Confira os números e as odds do confronto e faça suas apostas usando o código de indicação Betano


Flamengo levará gol do Vitória?


Vitória marca mais de 0.5 gol:  2.37 na Betano.


Com apenas nove gols sofridos no Campeonato Brasileiro, o Flamengo é o time que possui a defesa menos vazada da competição.


Mas, se o Vitória quer se apegar a algo, pode focar nos últimos cinco jogos do Rubro-negro carioca no Brasileirão.


Em quatro deles a defesa da equipe carioca acabou sendo vazada.


Veja os últimos cinco jogos do Flamengo no Campeonato Brasileiro


Data: 17/8/2025



  • Local: Beira-Rio

  • Internacional 1 x 3 Flamengo

  • Gols: Rafael Borré (INT); Pedro (2x) e Gonzalo Plata (FLA)


Data: 9/8/2025



  • Local: Maracanã

  • Flamengo 2 x 1 Mirassol

  • Gols: Léo Pereira e Gonzalo Plata (FLA); Gabriel (MIR)


Data: 3/8/2025



  • Local: Castelão

  • Ceará 1 x 1 Flamengo

  • Gols: Pedro Raul (CEA); Arrascaeta (FLA)


Data: 29/7/2025



  • Local: Maracanã

  • Flamengo 1 x 0 Atlético-MG

  • Gol: Léo Ortiz (FLA)


Data: 23/7/2025



  • Local: Maracanã

  • Red Bull Bragantino 1 x 2 Flamengo

  • Gols: Lucas Barbosa (RBB); Léo Pereira e Wesley (FLA)


Ir para a Betano


Dupla de zaga do Flamengo marcará?



  • Léo Pereira marca a qualquer momento: 5.80 na Betano

  • Léo Ortiz marca a qualquer momento: 9.00 na Betano


A dupla de zaga titular do Flamengo não tem ajudado o time apenas na defesa.


Léo Pereira e Léo Ortiz têm feito um excelente trabalho também ofensivamente.


Os dois somam oito gols anotados na temporada, sendo quatro de cada um.


Números tão bons que os jogadores também passam a ser observados por Carlo Ancelotti, treinador da Seleção Brasileira.


Léo Ortiz, inclusive, já esteve na lista anterior do técnico italiano.


Quem vencerá o jogo?



  • Flamengo: 1.25 na Betano

  • Empate: 6.00 na Betano

  • Vitória: 14.00 na Betano


A diferença de elencos e de momentos reflete no favoritismo para vencer a partida.


Segundo a Betano, uma das maiores casas de apostas do Brasil, o Flamengo tem odd 1.25 para conseguir os três pontos.


Se você apostar R$ 10 e o Rubro-negro confirmar a projeção, o retorno será de R$ 12,50.


Já se o mesmo valor for investido no Vitória, e o Leão se transformar em zebra, retornará R$ 140,00.


No histórico entre os dois times, a vantagem é toda do Flamengo.


Em 51 partidas disputadas, o Mengão venceu 31, perdeu dez e houve dez empates.


No últimos cinco jogos, foram três vitórias do Rubro-negro e dois placares em igualdade.


Como chegam os times


O Flamengo chega para a partida após se classificar para as quartas de final da Libertadores.


Na quarta-feira (20/8), o Rubro-negro venceu o Internacional por 2 x 0 no Beira-Rio.


Como já havia vencido na ida por 1 x 0, o time carioca avançou com 3 x 0 no placar agregado.


o Vitória não vence no Campeonato Brasileiro há cinco jogos, sendo quatro empates e uma derrota.


No sábado (16/8), o Leão recebeu o Juventude no Barradão e ficou no 2 x 2.


Os dois gols do Rubro-negro baiano foram anotados por Renato Kayzer.


Onde assistir Flamengo x Vitória


A partida entre Flamengo e Vitória pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro terá transmissão do Sportv (TV fechada) e do Premiere (pay-per-view).


* Odds estão sujeitas a alterações. Última atualização em 22/08/2025 às 15h30.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/flamengo-x-vitoria-rubro-negro-do-rio-vai-manter-defesa-sem-gols/?fsp_sid=182305
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Flamengo x Vitória: Rubro-negro do Rio vai manter defesa sem gols?

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Líder do Campeonato Brasileiro com 43 pontos e classificado para as quartas de final da Libertadores da América, o Flamengo vive uma temporada irretocável.


E nesta segunda-feira (25/8), às 21h (de Brasília), o Rubro-negro do Rio recebe o Vitória, 17º colocado com 19, no Maracanã, pela 21ª rodada do Brasileirão.




Um dos grandes pontos positivos do Flamengo sob o comando de Filipe Luís é o sistema defensivo.


O clube da Gávea tem a melhor defesa do Campeonato Brasileiro e tem o costume de sofrer poucos gols.


Será que o Rubro-negro manterá esse retrospecto?


Ou o Vitória conseguirá balançar as redes?


Confira os números e as odds do confronto e faça suas apostas usando o código de indicação Betano


Flamengo levará gol do Vitória?


Vitória marca mais de 0.5 gol:  2.37 na Betano.


Com apenas nove gols sofridos no Campeonato Brasileiro, o Flamengo é o time que possui a defesa menos vazada da competição.


Mas, se o Vitória quer se apegar a algo, pode focar nos últimos cinco jogos do Rubro-negro carioca no Brasileirão.


Em quatro deles a defesa da equipe carioca acabou sendo vazada.


Veja os últimos cinco jogos do Flamengo no Campeonato Brasileiro


Data: 17/8/2025



  • Local: Beira-Rio

  • Internacional 1 x 3 Flamengo

  • Gols: Rafael Borré (INT); Pedro (2x) e Gonzalo Plata (FLA)


Data: 9/8/2025



  • Local: Maracanã

  • Flamengo 2 x 1 Mirassol

  • Gols: Léo Pereira e Gonzalo Plata (FLA); Gabriel (MIR)


Data: 3/8/2025



  • Local: Castelão

  • Ceará 1 x 1 Flamengo

  • Gols: Pedro Raul (CEA); Arrascaeta (FLA)


Data: 29/7/2025



  • Local: Maracanã

  • Flamengo 1 x 0 Atlético-MG

  • Gol: Léo Ortiz (FLA)


Data: 23/7/2025



  • Local: Maracanã

  • Red Bull Bragantino 1 x 2 Flamengo

  • Gols: Lucas Barbosa (RBB); Léo Pereira e Wesley (FLA)


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Dupla de zaga do Flamengo marcará?



  • Léo Pereira marca a qualquer momento: 5.80 na Betano

  • Léo Ortiz marca a qualquer momento: 9.00 na Betano


A dupla de zaga titular do Flamengo não tem ajudado o time apenas na defesa.


Léo Pereira e Léo Ortiz têm feito um excelente trabalho também ofensivamente.


Os dois somam oito gols anotados na temporada, sendo quatro de cada um.


Números tão bons que os jogadores também passam a ser observados por Carlo Ancelotti, treinador da Seleção Brasileira.


Léo Ortiz, inclusive, já esteve na lista anterior do técnico italiano.


Quem vencerá o jogo?



  • Flamengo: 1.25 na Betano

  • Empate: 6.00 na Betano

  • Vitória: 14.00 na Betano


A diferença de elencos e de momentos reflete no favoritismo para vencer a partida.


Segundo a Betano, uma das maiores casas de apostas do Brasil, o Flamengo tem odd 1.25 para conseguir os três pontos.


Se você apostar R$ 10 e o Rubro-negro confirmar a projeção, o retorno será de R$ 12,50.


Já se o mesmo valor for investido no Vitória, e o Leão se transformar em zebra, retornará R$ 140,00.


No histórico entre os dois times, a vantagem é toda do Flamengo.


Em 51 partidas disputadas, o Mengão venceu 31, perdeu dez e houve dez empates.


No últimos cinco jogos, foram três vitórias do Rubro-negro e dois placares em igualdade.


Como chegam os times


O Flamengo chega para a partida após se classificar para as quartas de final da Libertadores.


Na quarta-feira (20/8), o Rubro-negro venceu o Internacional por 2 x 0 no Beira-Rio.


Como já havia vencido na ida por 1 x 0, o time carioca avançou com 3 x 0 no placar agregado.


o Vitória não vence no Campeonato Brasileiro há cinco jogos, sendo quatro empates e uma derrota.


No sábado (16/8), o Leão recebeu o Juventude no Barradão e ficou no 2 x 2.


Os dois gols do Rubro-negro baiano foram anotados por Renato Kayzer.


Onde assistir Flamengo x Vitória


A partida entre Flamengo e Vitória pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro terá transmissão do Sportv (TV fechada) e do Premiere (pay-per-view).


* Odds estão sujeitas a alterações. Última atualização em 22/08/2025 às 15h30.






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Independiente bane 25 torcedores que participaram de briga contra La U

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O Independiente anunciou, nesta segunda-feira (25/8), o banimento de 25 torcedores que participaram de confusão generalizada nas arquibancadas do jogo contra a Universidad de Chile, pelas oitavas de final da Sul-Americana. A Conmebol anunciou que o jogo foi cancelado, mas não se pronunciou sobre punições aos times. O Alianza Lima, do Peru, enfrenta quem avançar de fase.


O clube argentino informou que continuará ajudando as forças de segurança para identificar todos os torcedores envolvidos na briga. O Ministério Público da Argentina pede o fechamento do local para investigações.


“Graças às informações fornecidas por nossa instituição e à colaboração com a APreViDe, 25 dos infratores que participaram dos atos de violência ocorridos em nosso estádio durante a partida da última quarta-feira foram identificados. Eles serão expulsos imediatamente e solicitaremos a aplicação do direito de admissão vitalícia, para que nunca mais pisem em um campo de futebol”, escreveu o clube.




O que aconteceu?


Um cenário de guerra tomou conta da partida entre Independiente e Universidad de Chile, pelas oitavas de final da Copa Sul-Amerciana na noite dessa quarta-feira (20/8). O jogo estava na segunda etapa, as equipes empatavam em 1 x 1 no Estádio Libertadores da América, quando incidentes entre as duas torcidas interrompeu a partida.


Segundo informações do portal argentino Olé, a confusão teria tido início após torcedores do time chileno começaram a incendiar objetos no setor visitante e arremessar cadeiras em direção à torcida do Independiente. A confusão teve início no intervalo e, aos dois minutos da segunda etapa, o jogo foi interrompido pelo juiz.


Após 20 minutos de paralisação, a arbitragem orientou os times a voltarem aos vestiários e também se retirou do gramado. A partida foi suspensa. Confira imagens da confusão.






O Olé informou ainda que o sistema de som do estádio teria ordenado a retirada dos torcedores da La U. No entanto, parte da torcida do Independiente invadiu o local, dando início a uma nova briga. Armados de paus e barras de ferro, os argentinos espancaram os rivais. Em um registro é possível ver um rapaz se atirando do estádio para fugir das agressões. Veja:






Os dois clubes emitiram comunicados com relação ao incidente. A Sul-Americana também confirmou a suspensão da partida.








Na partida de ida, a Universidad havia vencido o duelo por 1 x 0. Em nota, a Conmebol declarou a partida como cancelada e afirmou que os órgãos judiciais da entidade vão decidir a classificação. O jogo foi suspenso enquanto o placar do jogo de volta estava empatado por 1 x 1. O vencedor do confronto encara o Alianza Lima, do Peru, nas quartas da Sul-Americana.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/independiente-bane-25-torcedores-que-participaram-de-briga-contra-la-u/?fsp_sid=182298
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Independiente bane 25 torcedores que participaram de briga contra La U

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O Independiente anunciou, nesta segunda-feira (25/8), o banimento de 25 torcedores que participaram de confusão generalizada nas arquibancadas do jogo contra a Universidad de Chile, pelas oitavas de final da Sul-Americana. A Conmebol anunciou que o jogo foi cancelado, mas não se pronunciou sobre punições aos times. O Alianza Lima, do Peru, enfrenta quem avançar de fase.


O clube argentino informou que continuará ajudando as forças de segurança para identificar todos os torcedores envolvidos na briga. O Ministério Público da Argentina pede o fechamento do local para investigações.


“Graças às informações fornecidas por nossa instituição e à colaboração com a APreViDe, 25 dos infratores que participaram dos atos de violência ocorridos em nosso estádio durante a partida da última quarta-feira foram identificados. Eles serão expulsos imediatamente e solicitaremos a aplicação do direito de admissão vitalícia, para que nunca mais pisem em um campo de futebol”, escreveu o clube.




O que aconteceu?


Um cenário de guerra tomou conta da partida entre Independiente e Universidad de Chile, pelas oitavas de final da Copa Sul-Amerciana na noite dessa quarta-feira (20/8). O jogo estava na segunda etapa, as equipes empatavam em 1 x 1 no Estádio Libertadores da América, quando incidentes entre as duas torcidas interrompeu a partida.


Segundo informações do portal argentino Olé, a confusão teria tido início após torcedores do time chileno começaram a incendiar objetos no setor visitante e arremessar cadeiras em direção à torcida do Independiente. A confusão teve início no intervalo e, aos dois minutos da segunda etapa, o jogo foi interrompido pelo juiz.


Após 20 minutos de paralisação, a arbitragem orientou os times a voltarem aos vestiários e também se retirou do gramado. A partida foi suspensa. Confira imagens da confusão.






O Olé informou ainda que o sistema de som do estádio teria ordenado a retirada dos torcedores da La U. No entanto, parte da torcida do Independiente invadiu o local, dando início a uma nova briga. Armados de paus e barras de ferro, os argentinos espancaram os rivais. Em um registro é possível ver um rapaz se atirando do estádio para fugir das agressões. Veja:






Os dois clubes emitiram comunicados com relação ao incidente. A Sul-Americana também confirmou a suspensão da partida.








Na partida de ida, a Universidad havia vencido o duelo por 1 x 0. Em nota, a Conmebol declarou a partida como cancelada e afirmou que os órgãos judiciais da entidade vão decidir a classificação. O jogo foi suspenso enquanto o placar do jogo de volta estava empatado por 1 x 1. O vencedor do confronto encara o Alianza Lima, do Peru, nas quartas da Sul-Americana.






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Há duas coisas boas na universidade: quando se entra e quando se sai

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O Instituto Sivis, um think tank sediado em Curitiba, divulgou uma pesquisa que mostra que metade dos alunos da universidade brasileira não quer saber de discussões que possam causar problemas para eles próprios.


Como não poderia deixar de ser, os temas políticos são os mais evitados por quem teme ser hostilizado por colegas, linchado nas redes sociais e sabotado nos seus estudos.


Em editorial, o Estadão comenta a pesquisa e lamenta o que chama de “o silêncio dos universitários”. Critica a “a esquerda iliberal hegemônica nas humanidades”  e diz que “uma academia sem dissenso não forma lideranças democráticas: fabrica inquisidores de toga acadêmica, adestrados para silenciar o adversário em vez de refutá-lo. A retórica do respeito a grupos marginalizados virou desculpa para marginalizar dissidentes”.


O jornal continua:


“A depauperação do debate interno repercute na sociedade: onde a discordância vira ofensa, a política degenera em polarização tóxica. Ao abdicar da liberdade acadêmica, a universidade legitima o populismo que diz combater, abrindo espaço para que demagogos de direita se apresentem como paladinos da ‘verdade proibida’.”



Como não concordar com o Estadão? O fato não é de hoje. Já faz décadas que existem só duas coisas boas na universidade brasileira: quando você entra nela e quando você sai dela. O interregno costuma ser uma tortura.


O ambiente é ruinzinho, principalmente no ensino superior público, com prédios caindo aos pedaços, pichação para todo lado e aquele cheirinho de erva permanente.


O pior, no entanto, é aguentar a doutrinação de um monte de professores petistas, psolistas, comunistas e o que mais for, visto que a universidade funciona como centro abastecedor de militantes para a esquerda.


O pretexto é o de “estimular o pensamento crítico” e coisa e tal, mas o pensamento crítico é de mão única: só pode ser em relação ao capitalismo ou você pega dependência.


O pobre do estudante resolve, então, olhar um pouco para o lado e se depara com bolsonaristas proliferando nesse vácuo de ideias, como seres alienígenas anaeróbicos, e conclui que o melhor mesmo é ficar quieto.


Não sejamos injustos, porém. A intolerância ideológica, diante da qual a maioria dos alunos resolve se calar, está longe de ser originalidade brasileira — é decalque da universidade francesa, principalmente, que desandou de vez depois de 1968, aquele ano que já deveria ter terminado há quase meio século.


A universidade americana parecia razoavelmente imune à contaminação europeia, mas a reação à guerra de Israel contra o Hamas revelou ao mundo como a esquerda também atuou nas grandes instituições de ensino dos Estados Unidos para torná-las um celeiro de gente cretina, movida a ideologias ultrapassadas pela história e a antissemitismo reciclado como “antissionismo”. Surgiu, então, a desgraça do trumpismo como grande antagonista.


Não vejo no horizonte nenhuma chance de mudança, aqui ou alhures. Só posso desejar a quem entrou na fria universitária que faça de tudo para cair fora dela o mais rápido possível. De preferência, de boca bem fechada.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/ha-duas-coisas-boas-na-universidade-quando-se-entra-e-quando-se-sai/?fsp_sid=182284
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Há duas coisas boas na universidade: quando se entra e quando se sai

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O Instituto Sivis, um think tank sediado em Curitiba, divulgou uma pesquisa que mostra que metade dos alunos da universidade brasileira não quer saber de discussões que possam causar problemas para eles próprios.


Como não poderia deixar de ser, os temas políticos são os mais evitados por quem teme ser hostilizado por colegas, linchado nas redes sociais e sabotado nos seus estudos.


Em editorial, o Estadão comenta a pesquisa e lamenta o que chama de “o silêncio dos universitários”. Critica a “a esquerda iliberal hegemônica nas humanidades”  e diz que “uma academia sem dissenso não forma lideranças democráticas: fabrica inquisidores de toga acadêmica, adestrados para silenciar o adversário em vez de refutá-lo. A retórica do respeito a grupos marginalizados virou desculpa para marginalizar dissidentes”.


O jornal continua:


“A depauperação do debate interno repercute na sociedade: onde a discordância vira ofensa, a política degenera em polarização tóxica. Ao abdicar da liberdade acadêmica, a universidade legitima o populismo que diz combater, abrindo espaço para que demagogos de direita se apresentem como paladinos da ‘verdade proibida’.”



Como não concordar com o Estadão? O fato não é de hoje. Já faz décadas que existem só duas coisas boas na universidade brasileira: quando você entra nela e quando você sai dela. O interregno costuma ser uma tortura.


O ambiente é ruinzinho, principalmente no ensino superior público, com prédios caindo aos pedaços, pichação para todo lado e aquele cheirinho de erva permanente.


O pior, no entanto, é aguentar a doutrinação de um monte de professores petistas, psolistas, comunistas e o que mais for, visto que a universidade funciona como centro abastecedor de militantes para a esquerda.


O pretexto é o de “estimular o pensamento crítico” e coisa e tal, mas o pensamento crítico é de mão única: só pode ser em relação ao capitalismo ou você pega dependência.


O pobre do estudante resolve, então, olhar um pouco para o lado e se depara com bolsonaristas proliferando nesse vácuo de ideias, como seres alienígenas anaeróbicos, e conclui que o melhor mesmo é ficar quieto.


Não sejamos injustos, porém. A intolerância ideológica, diante da qual a maioria dos alunos resolve se calar, está longe de ser originalidade brasileira — é decalque da universidade francesa, principalmente, que desandou de vez depois de 1968, aquele ano que já deveria ter terminado há quase meio século.


A universidade americana parecia razoavelmente imune à contaminação europeia, mas a reação à guerra de Israel contra o Hamas revelou ao mundo como a esquerda também atuou nas grandes instituições de ensino dos Estados Unidos para torná-las um celeiro de gente cretina, movida a ideologias ultrapassadas pela história e a antissemitismo reciclado como “antissionismo”. Surgiu, então, a desgraça do trumpismo como grande antagonista.


Não vejo no horizonte nenhuma chance de mudança, aqui ou alhures. Só posso desejar a quem entrou na fria universitária que faça de tudo para cair fora dela o mais rápido possível. De preferência, de boca bem fechada.






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Veja a explicação de Malafaia sobre R$ 30 mi recebidos de Sheik do Bitcoin

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Fundador da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, o pastor Silas Malafaia confirmou à coluna ter recebido um investimento milionário do empresário Francisley Valdevino da Silva, o Sheik do Bitcoin, condenado a 56 anos de prisão por operar um esquema de pirâmide financeira de criptomoedas. O líder religioso ponderou, no entanto, que tem a presunção de inocência e ressaltou que a parceria com Francis terminou antes mesmo dele ser denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF).


Conforme revelou a coluna nesta segunda-feira (25/8), uma testemunha-chave do processo que resultou na condenação do Sheik do Bitcoin detalhou o início da parceria entre Silas Malafaia e Francis. No depoimento à Polícia Federal, o empresário Davi Zocal conta que o Sheik do Bitcoin aportou R$ 30 milhões para reerguer a Central Gospel, editora de livros de Malafaia que entrou em recuperação judicial em 2019.


“Só que eles combinaram o quê? Eu estava do lado. O Silas falou assim pra ele: ‘Cara, vamos fazer uma empresa com outro nome para não ferrar para nós, né?’ Então abriram a Alvox, mas o foco do Malafaia… O Francis foi sócio direto dele na principal empresa, mas foi só para dar uma esquivada, né?”, detalha a testemunha. O depoimento, até então inédito, ocorreu em agosto de 2022.



Leia também



Silas Malafaia e Francisley foram sócios na Alvox Gospel Livros Marketing Direto, uma loja digital com foco no segmento evangélico. A empresa foi aberta em maio de 2021 e encerrada em julho de 2022.


À coluna, o líder religioso explicou que o Sheik do Bitcoin “botou dinheiro na minha editora para comprar material, para me ajudar no momento mais difícil da minha recuperação”. Malafaia, contudo, afirma não ter nada a ver com o esquema de pirâmide financeira orquestrado por Francis. “O que que eu tenho com os crimes de bitcoin, de moeda, de criptomoeda dele?”


O pastor detalhou também como foi o início da parceria. “Quando você tem uma empresa em recuperação judicial, você não pode ter sócio. Esse cara, evangélico que ele era, abriu mais de 100 empresas legais, não laranja, com várias pessoas. E aí ele chegou para mim e disse: ‘Pastor, vamos abrir uma empresa de marketing multinível para a gente comprar produtos da editora, e a gente vende nessa empresa, fora as outras empresas que eu tenho, empresa de óculos, empresa de perfume’, um porrilhão de empresas que esse cara tinha”, explicou Malafaia.

3 imagensSheik dos Bitcoinsmansão do sheik dos bitcoinsFechar modal.1 de 3

Francisley Valdevino da Silva

Reprodução2 de 3

Sheik dos Bitcoins

Reprodução3 de 3

mansão do sheik dos bitcoins

Reprodução

“É bom informar que quando ele foi sócio comigo, ele foi sócio um ano. Não havia uma denúncia em Ministério Público e Polícia Federal contra ele”, prosseguiu.


O pastor também afirmou que não mantinha poder de decisão sobre a Alvox e que Francis era o gestor da empresa. “E quando começou os rumos de conversa, eu caí fora e saí da empresa. Eu saí em março, tá? Aí começou em junho as notícias de que ele estava sendo investigado”, completou.


Reprodução de imagem colorida de Silas Malafaia - MetrópolesMalafaia pede a Moraes devolução do passaporte: “Não sou fujão”

Por fim, Silas Malafaia negou que tenha feito qualquer propaganda para favorecer o Sheik do Bitcoin para os membros de sua igreja.


“Onde é que eu fiz uma propaganda para alguém comprar coisa ou membros da minha igreja? Onde? Em lugar nenhum. Eu fui sócio dele de uma empresa, repito, onde ele era o sócio controlador, e eu saí da empresa antes de ser denunciado pela Polícia Federal. Então, querem me acusar de quê? Vão prender os 100 caras que tinham empresas com ele?”, prosseguiu o líder religioso.


Quem é o Sheik do Bitcoin, que fez aporte milionário em empresa de Malafaia


O Sheik do Bitcoin foi alvo de operação da Polícia Federal em outubro de 2022, cerca de três meses depois do fim da sociedade com Silas Malafaia, e condenado a 56 anos de prisão em outubro de 2024 pela Justiça Federal do Paraná (JFPR). Ele era dono da Rental Coins e de outras 100 empresas, que movimentaram cerca de R$ 4 bilhões entre 2018 e 2022.


O esquema de pirâmide financeira teria prejudicado cerca de 15 mil pessoas, entre elas Sasha Meneghel, filha da apresentadora Xuxa. De acordo com a PF, Fracisley convencia as vítimas a investirem em uma de suas empresas com a promessa de um grande retorno, a partir da operação de criptomoedas.






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Veja a explicação de Malafaia sobre R$ 30 mi recebidos de Sheik do Bitcoin

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Fundador da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, o pastor Silas Malafaia confirmou à coluna ter recebido um investimento milionário do empresário Francisley Valdevino da Silva, o Sheik do Bitcoin, condenado a 56 anos de prisão por operar um esquema de pirâmide financeira de criptomoedas. O líder religioso ponderou, no entanto, que tem a presunção de inocência e ressaltou que a parceria com Francis terminou antes mesmo dele ser denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF).


Conforme revelou a coluna nesta segunda-feira (25/8), uma testemunha-chave do processo que resultou na condenação do Sheik do Bitcoin detalhou o início da parceria entre Silas Malafaia e Francis. No depoimento à Polícia Federal, o empresário Davi Zocal conta que o Sheik do Bitcoin aportou R$ 30 milhões para reerguer a Central Gospel, editora de livros de Malafaia que entrou em recuperação judicial em 2019.


“Só que eles combinaram o quê? Eu estava do lado. O Silas falou assim pra ele: ‘Cara, vamos fazer uma empresa com outro nome para não ferrar para nós, né?’ Então abriram a Alvox, mas o foco do Malafaia… O Francis foi sócio direto dele na principal empresa, mas foi só para dar uma esquivada, né?”, detalha a testemunha. O depoimento, até então inédito, ocorreu em agosto de 2022.



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Silas Malafaia e Francisley foram sócios na Alvox Gospel Livros Marketing Direto, uma loja digital com foco no segmento evangélico. A empresa foi aberta em maio de 2021 e encerrada em julho de 2022.


À coluna, o líder religioso explicou que o Sheik do Bitcoin “botou dinheiro na minha editora para comprar material, para me ajudar no momento mais difícil da minha recuperação”. Malafaia, contudo, afirma não ter nada a ver com o esquema de pirâmide financeira orquestrado por Francis. “O que que eu tenho com os crimes de bitcoin, de moeda, de criptomoeda dele?”


O pastor detalhou também como foi o início da parceria. “Quando você tem uma empresa em recuperação judicial, você não pode ter sócio. Esse cara, evangélico que ele era, abriu mais de 100 empresas legais, não laranja, com várias pessoas. E aí ele chegou para mim e disse: ‘Pastor, vamos abrir uma empresa de marketing multinível para a gente comprar produtos da editora, e a gente vende nessa empresa, fora as outras empresas que eu tenho, empresa de óculos, empresa de perfume’, um porrilhão de empresas que esse cara tinha”, explicou Malafaia.

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Francisley Valdevino da Silva

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Sheik dos Bitcoins

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“É bom informar que quando ele foi sócio comigo, ele foi sócio um ano. Não havia uma denúncia em Ministério Público e Polícia Federal contra ele”, prosseguiu.


O pastor também afirmou que não mantinha poder de decisão sobre a Alvox e que Francis era o gestor da empresa. “E quando começou os rumos de conversa, eu caí fora e saí da empresa. Eu saí em março, tá? Aí começou em junho as notícias de que ele estava sendo investigado”, completou.


Reprodução de imagem colorida de Silas Malafaia - MetrópolesMalafaia pede a Moraes devolução do passaporte: “Não sou fujão”

Por fim, Silas Malafaia negou que tenha feito qualquer propaganda para favorecer o Sheik do Bitcoin para os membros de sua igreja.


“Onde é que eu fiz uma propaganda para alguém comprar coisa ou membros da minha igreja? Onde? Em lugar nenhum. Eu fui sócio dele de uma empresa, repito, onde ele era o sócio controlador, e eu saí da empresa antes de ser denunciado pela Polícia Federal. Então, querem me acusar de quê? Vão prender os 100 caras que tinham empresas com ele?”, prosseguiu o líder religioso.


Quem é o Sheik do Bitcoin, que fez aporte milionário em empresa de Malafaia


O Sheik do Bitcoin foi alvo de operação da Polícia Federal em outubro de 2022, cerca de três meses depois do fim da sociedade com Silas Malafaia, e condenado a 56 anos de prisão em outubro de 2024 pela Justiça Federal do Paraná (JFPR). Ele era dono da Rental Coins e de outras 100 empresas, que movimentaram cerca de R$ 4 bilhões entre 2018 e 2022.


O esquema de pirâmide financeira teria prejudicado cerca de 15 mil pessoas, entre elas Sasha Meneghel, filha da apresentadora Xuxa. De acordo com a PF, Fracisley convencia as vítimas a investirem em uma de suas empresas com a promessa de um grande retorno, a partir da operação de criptomoedas.






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Bombeiros ensinam primeiros-socorros nas escolas cívico-militares – Secretaria de Estado de Educação

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Por Nathália Borgo, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader


 


Cinco escolas receberão manequins, bolsas de primeiros-socorros, pranchas rígidas e materiais de consumo, como gazes e ataduras | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília


 


No ritmo da batida de Stayin’ Alive, dos Bee Gees, estudantes do Centro de Ensino Myriam Ervilha, em Água Quente, aprendem um movimento que pode salvar vidas: o de ressuscitação cardiopulmonar (RCP). A escola é uma das 17 cívico-militares de gestão do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) contempladas pelo Projeto de Atendimento Pré-Hospitalar (APH), que leva às salas de aula capacitação teórica e dinâmica em primeiros socorros. Além da RCP, eles aprendem a lidar com outras situações de risco, como engasgos, hemorragias, mal súbito, desmaios, convulsões e intoxicações, tanto em adultos quanto em bebês.


 


A iniciativa cumpre determinação da Lei Lucas — Lei Federal nº 13.722/2018 — que torna obrigatória a capacitação em noções básicas de primeiros socorros de professores e funcionários na educação básica da rede pública e privada, bem como em estabelecimentos de recreação infantil.


 


A capacitação para o projeto começa pelos próprios monitores do CBMDF. A partir da preparação, dois estudantes de cada turma da escola são selecionados para participar de dois dias de instruções. O segundo momento do projeto será realizado com os funcionários e professores das unidades.


 



Fizemos um planejamento para que todas as escolas passem por esse processo até o final de setembro. A partir daí, vamos sempre alternar os alunos para atingir todos os públicos”, contou o coronel Luciano Antunes Paz.De acordo com Paz, o CBMDF está adquirindo, por meio de recurso de emenda parlamentar do deputado distrital Roosevelt, no valor de R$ 450 mil, materiais para deixar em cinco escolas, como os manequins, bolsas de primeiros-socorros — três para cada unidade —, além de três pranchas rígidas e materiais de consumo, como gazes e ataduras.


 


Separamos cinco grupos de escolas e cada uma desse grupo, que chamamos de escola base, vai adquirir o material. Após o projeto no local, eles (os materiais) vão para outra escola”. A metodologia do projeto prevê aulas teóricas e objetivas aliadas à prática orientada pelos bombeiros militares da ativa e veteranos.


 


Durante a simulação de procedimentos, os alunos são orientados e corrigidos pelos monitores profissionais. Eles também aprendem a agir em casos como de desobstrução de vias aéreas, contenção de hemorragias, tratamento de fraturas e choque elétrico.


 


A região administrativa de Água Quente tem apenas dois anos e a implementação do colégio cívico-militar no CED Myrian Ervilha teve início em 26 de maio de 2025. “A partir daí, foi traçado um plano para que tivéssemos dentro da unidade diversos cursos, dentre esses, o de APH, que está sendo realizado com turmas do matutino e do vespertino e a proposta é se estender por todo o corpo da escola”, relatou o diretor do CED, José Aldias.


 


As atividades do APH são voltadas a estudantes dos ensinos fundamental I e II e médio, para alunos com idade entre 9 e 18 anos. Atualmente, 800 estudantes têm sido atendidos nas 17 escolas de gestão compartilhada com o CBMDF, em aulas de até 4 horas no contraturno. A estimativa é que mais 856 alunos participem do próximo ciclo.


 


Geovana Beatriz Silveira pretende estudar medicina e acredita que as aulas podem ajudá-la na escolha profissional


Geovana Beatriz Silveira, de 14 anos, estudante do 9º ano, acredita que o projeto fará diferença futuramente na escolha profissional dela. “Principalmente na questão do certificado e pelos meus conhecimentos gerais. Em caso de emergência, vou poder socorrer alguma pessoa. Já tivemos casos assim em sala de aula. Eu acho que a presença dos Bombeiros ajuda e influencia muito a nossa escola”, celebra a adolescente que sonha cursar medicina e fazer parte do corpo do Exército brasileiro.


 


A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) disponibiliza equipes pedagógicas às unidades, que atuam também na seleção dos estudantes que vão participar da turma, especialmente os de perfil de liderança, atitude e bom desempenho acadêmico. Além disso, a secretaria fornece os espaços, recursos audiovisuais, alimentação e certificados para os alunos que concluem a iniciativa.


 


O tenente Djavan da Silva Castro garante que o projeto é motivo de orgulho, inclusive com relatos de resultados exitosos dos alunos. “A gente já teve situações em que o estudante, na parada de ônibus, atendeu uma crise convulsiva, e foi filmado por pessoas que estavam no local; ele pediu para que alguém ligasse para o Corpo de Bombeiros e estabilizou o paciente transmitindo segurança e o colocando lateralizado. A pessoa, então, retornou da crise bem calma”, relatou.


 


O tenente Djavan da Silva Castro se orgulha de casos em que estudantes ajudaram a salvar pessoas na rua


Lei Lucas

 


A Lei Federal nº 13.722/2018 foi criada após a morte do estudante Lucas Begalli, em setembro de 2017, em Cordeirópolis (SP), por asfixia durante um passeio escolar. O menino, de apenas 10 anos de idade, se engasgou após comer um cachorro-quente enquanto participava de excursão escolar. Após o acidente fatal, a luta da família para transformar a dor do luto em esperança culminou na aprovação da Lei Lucas para todo o Brasil.


 


23/08/2025 - Bombeiros ensinam primeiros-socorros nas escolas cívico-militares do DF








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Bombeiros ensinam primeiros-socorros nas escolas cívico-militares – Secretaria de Estado de Educação

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Por Nathália Borgo, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader


 


Cinco escolas receberão manequins, bolsas de primeiros-socorros, pranchas rígidas e materiais de consumo, como gazes e ataduras | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília


 


No ritmo da batida de Stayin’ Alive, dos Bee Gees, estudantes do Centro de Ensino Myriam Ervilha, em Água Quente, aprendem um movimento que pode salvar vidas: o de ressuscitação cardiopulmonar (RCP). A escola é uma das 17 cívico-militares de gestão do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) contempladas pelo Projeto de Atendimento Pré-Hospitalar (APH), que leva às salas de aula capacitação teórica e dinâmica em primeiros socorros. Além da RCP, eles aprendem a lidar com outras situações de risco, como engasgos, hemorragias, mal súbito, desmaios, convulsões e intoxicações, tanto em adultos quanto em bebês.


 


A iniciativa cumpre determinação da Lei Lucas — Lei Federal nº 13.722/2018 — que torna obrigatória a capacitação em noções básicas de primeiros socorros de professores e funcionários na educação básica da rede pública e privada, bem como em estabelecimentos de recreação infantil.


 


A capacitação para o projeto começa pelos próprios monitores do CBMDF. A partir da preparação, dois estudantes de cada turma da escola são selecionados para participar de dois dias de instruções. O segundo momento do projeto será realizado com os funcionários e professores das unidades.


 



Fizemos um planejamento para que todas as escolas passem por esse processo até o final de setembro. A partir daí, vamos sempre alternar os alunos para atingir todos os públicos”, contou o coronel Luciano Antunes Paz.De acordo com Paz, o CBMDF está adquirindo, por meio de recurso de emenda parlamentar do deputado distrital Roosevelt, no valor de R$ 450 mil, materiais para deixar em cinco escolas, como os manequins, bolsas de primeiros-socorros — três para cada unidade —, além de três pranchas rígidas e materiais de consumo, como gazes e ataduras.


 


Separamos cinco grupos de escolas e cada uma desse grupo, que chamamos de escola base, vai adquirir o material. Após o projeto no local, eles (os materiais) vão para outra escola”. A metodologia do projeto prevê aulas teóricas e objetivas aliadas à prática orientada pelos bombeiros militares da ativa e veteranos.


 


Durante a simulação de procedimentos, os alunos são orientados e corrigidos pelos monitores profissionais. Eles também aprendem a agir em casos como de desobstrução de vias aéreas, contenção de hemorragias, tratamento de fraturas e choque elétrico.


 


A região administrativa de Água Quente tem apenas dois anos e a implementação do colégio cívico-militar no CED Myrian Ervilha teve início em 26 de maio de 2025. “A partir daí, foi traçado um plano para que tivéssemos dentro da unidade diversos cursos, dentre esses, o de APH, que está sendo realizado com turmas do matutino e do vespertino e a proposta é se estender por todo o corpo da escola”, relatou o diretor do CED, José Aldias.


 


As atividades do APH são voltadas a estudantes dos ensinos fundamental I e II e médio, para alunos com idade entre 9 e 18 anos. Atualmente, 800 estudantes têm sido atendidos nas 17 escolas de gestão compartilhada com o CBMDF, em aulas de até 4 horas no contraturno. A estimativa é que mais 856 alunos participem do próximo ciclo.


 


Geovana Beatriz Silveira pretende estudar medicina e acredita que as aulas podem ajudá-la na escolha profissional


Geovana Beatriz Silveira, de 14 anos, estudante do 9º ano, acredita que o projeto fará diferença futuramente na escolha profissional dela. “Principalmente na questão do certificado e pelos meus conhecimentos gerais. Em caso de emergência, vou poder socorrer alguma pessoa. Já tivemos casos assim em sala de aula. Eu acho que a presença dos Bombeiros ajuda e influencia muito a nossa escola”, celebra a adolescente que sonha cursar medicina e fazer parte do corpo do Exército brasileiro.


 


A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) disponibiliza equipes pedagógicas às unidades, que atuam também na seleção dos estudantes que vão participar da turma, especialmente os de perfil de liderança, atitude e bom desempenho acadêmico. Além disso, a secretaria fornece os espaços, recursos audiovisuais, alimentação e certificados para os alunos que concluem a iniciativa.


 


O tenente Djavan da Silva Castro garante que o projeto é motivo de orgulho, inclusive com relatos de resultados exitosos dos alunos. “A gente já teve situações em que o estudante, na parada de ônibus, atendeu uma crise convulsiva, e foi filmado por pessoas que estavam no local; ele pediu para que alguém ligasse para o Corpo de Bombeiros e estabilizou o paciente transmitindo segurança e o colocando lateralizado. A pessoa, então, retornou da crise bem calma”, relatou.


 


O tenente Djavan da Silva Castro se orgulha de casos em que estudantes ajudaram a salvar pessoas na rua


Lei Lucas

 


A Lei Federal nº 13.722/2018 foi criada após a morte do estudante Lucas Begalli, em setembro de 2017, em Cordeirópolis (SP), por asfixia durante um passeio escolar. O menino, de apenas 10 anos de idade, se engasgou após comer um cachorro-quente enquanto participava de excursão escolar. Após o acidente fatal, a luta da família para transformar a dor do luto em esperança culminou na aprovação da Lei Lucas para todo o Brasil.


 


23/08/2025 - Bombeiros ensinam primeiros-socorros nas escolas cívico-militares do DF








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Homem tenta matar a tiros ex e o namorado dela e foge para o DF

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