Obras na BR-020: tráfego será alterado a partir de terça-feira (29) para implantação da terceira faixa

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Por: Jornalista Kelven Andrade



Motoristas que utilizam a BR-020 devem ficar atentos às mudanças no tráfego a partir das 9h da próxima terça-feira (29). O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) dará início a uma nova etapa das obras de implantação da terceira faixa na rodovia, uma intervenção que visa melhorar o fluxo de veículos em um dos principais eixos viários da região.



A obra contempla um total de 50 km de extensão e conta com um investimento de R$ 25 milhões. Nesta fase, a intervenção ocorrerá entre o Viaduto do Complexo Viário Padre Jonas Vettoraci, no km 9,44, e a passarela no km 10,14. Para garantir a fluidez do tráfego durante os trabalhos, será implantada uma faixa reversa no sentido Sobradinho–Planaltina.



A expectativa é de que a intervenção temporária tenha duração de 60 dias. Durante esse período, o tráfego na região será mantido com duas faixas em operação para cada sentido da rodovia, mesmo com os ajustes no traçado. A medida busca minimizar os impactos no deslocamento diário de mais de 70 mil motoristas que passam pelo trecho diariamente.



Essa ação dá continuidade à intervenção iniciada no dia 29 de maio, entre a Fazenda Embrapa (km 13) e o Núcleo Rural do Arrozal (km 16), onde também foi criada uma faixa reversa. As obras integram um esforço maior do DER-DF para ampliar a capacidade da via e melhorar a mobilidade na região norte do Distrito Federal.



O DER orienta os condutores a redobrarem a atenção ao trafegar pelos trechos em obras. A autarquia destaca a importância de respeitar a sinalização provisória instalada ao longo da rodovia, essencial para garantir a segurança dos trabalhadores e dos próprios motoristas.



Com essas intervenções, o Governo do Distrito Federal reafirma o compromisso com a melhoria da infraestrutura viária e a segurança no trânsito. A ampliação da BR-020 é uma resposta direta ao crescimento populacional e ao aumento da demanda por deslocamentos entre Sobradinho, Planaltina e o Plano Piloto.




https://jornalismodigitaldf.com.br/obras-na-br-020-trafego-sera-alterado-a-partir-de-terca-feira-29-para-implantacao-da-terceira-faixa/?fsp_sid=169771
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Governo do DF avança na regularização do Assentamento Chapadinha com entrega de licença ambiental

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Por: Jornalista Kelven Andrade

O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Roney Nemer, anunciou com entusiasmo mais um importante passo rumo à regularização fundiária no Distrito Federal. As famílias do Assentamento Chapadinha, que há anos lutam pelo direito de morar e produzir dignamente, receberam nesta semana a licença ambiental necessária para dar início ao processo de legalização da área.

A medida, viabilizada por meio de ação conjunta do Governo do Distrito Federal (GDF), sob a liderança do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão, permitirá que os moradores tenham acesso a linhas de crédito rurais e políticas públicas essenciais, como infraestrutura, serviços de saúde e educação.


“Os moradores estão ali há anos aguardando serem regularizados/assentados. E, hoje, com essa licença ambiental, o governo Ibaneis e Celina Leão entrega para eles a dignidade para eles poderem ir junto aos bancos oficiais e conseguir créditos, para que eles possam produzir também e virarem produtores com larga experiência, com investimento. Ou seja, traz dignidade para todas as famílias que há anos esperavam essa licença ambiental”, reforçou o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer.

Além do aspecto social e econômico, a iniciativa também contempla a preservação ambiental. A licença prevê a adoção de medidas de proteção ao bioma Cerrado, promovendo o uso sustentável da terra e garantindo que a produção agrícola ocorra de forma compatível com a conservação do meio ambiente.



Segundo Roney Nemer, o gesto representa mais do que um avanço burocrático — é um compromisso com a dignidade humana e com o fortalecimento das famílias. “Aprendi isso com o ex-governador Joaquim Roriz, quando iniciei minha trajetória política, e mantenho-me fiel a esses valores. Esse é um governo que cuida do povo e da família”, destacou o presidente.

O caso do Assentamento Chapadinha mostra que, quando há vontade política e compromisso com a população, é possível transformar realidades. A entrega da licença ambiental é o início de uma nova etapa para essas famílias, que agora vislumbram um futuro com mais segurança, desenvolvimento e qualidade de vida.


VEJA MAIS:






https://jornalismodigitaldf.com.br/governo-do-df-avanca-na-regularizacao-do-assentamento-chapadinha-com-entrega-de-licenca-ambiental/?fsp_sid=169752
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Governo do DF avança na regularização do Assentamento Chapadinha com entrega de licença ambiental

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Por: Jornalista Kelven Andrade



O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Roney Nemer, anunciou com entusiasmo mais um importante passo rumo à regularização fundiária no Distrito Federal. As famílias do Assentamento Chapadinha, que há anos lutam pelo direito de morar e produzir dignamente, receberam nesta semana a licença ambiental necessária para dar início ao processo de legalização da área.



A medida, viabilizada por meio de ação conjunta do Governo do Distrito Federal (GDF), sob a liderança do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão, permitirá que os moradores tenham acesso a linhas de crédito rurais e políticas públicas essenciais, como infraestrutura, serviços de saúde e educação.









“Os moradores estão ali há anos aguardando serem regularizados/assentados. E, hoje, com essa licença ambiental, o governo Ibaneis e Celina Leão entrega para eles a dignidade para eles poderem ir junto aos bancos oficiais e conseguir créditos, para que eles possam produzir também e virarem produtores com larga experiência, com investimento. Ou seja, traz dignidade para todas as famílias que há anos esperavam essa licença ambiental”, reforçou o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer.



Além do aspecto social e econômico, a iniciativa também contempla a preservação ambiental. A licença prevê a adoção de medidas de proteção ao bioma Cerrado, promovendo o uso sustentável da terra e garantindo que a produção agrícola ocorra de forma compatível com a conservação do meio ambiente.









Segundo Roney Nemer, o gesto representa mais do que um avanço burocrático — é um compromisso com a dignidade humana e com o fortalecimento das famílias. “Aprendi isso com o ex-governador Joaquim Roriz, quando iniciei minha trajetória política, e mantenho-me fiel a esses valores. Esse é um governo que cuida do povo e da família”, destacou o presidente.



O caso do Assentamento Chapadinha mostra que, quando há vontade política e compromisso com a população, é possível transformar realidades. A entrega da licença ambiental é o início de uma nova etapa para essas famílias, que agora vislumbram um futuro com mais segurança, desenvolvimento e qualidade de vida.



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Estudo: vacina da Covid-19 salvou 2,5 milhões de vidas de 2020 a 2024

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Entre 2020 e 2024, a vacinação contra a Covid-19 salvou 2,5 milhões de vidas no mundo. A estimativa é de um estudo global publicado na sexta-feira (25/7) pela JAMA Health Forum.


Os dados organizados por pesquisadores das universidades de Stanford, nos Estados Unidos, e de Roma, na Itália, indicam que, somando os anos de vida de todas as pessoas no mundo que tiveram suas existências prolongadas pela vacinação, foram 15 milhões de anos ganhos.


O cálculo foi feito com base em dados populacionais e registros de mortalidade por faixa etária. Segundo o levantamento, a cada 5,4 mil doses aplicadas, uma morte foi evitada e 1 ano de vida foi salvo para cada 900 doses de vacina administradas. A maioria dos benefícios foi registrada em pessoas com 60 anos ou mais, embora eles representem uma minoria da população mundial.



Sintomas da Covid



  • Os sinais originais da Covid-19, como perda de olfato, mudaram muito desde o início do perído pandêmico.

  • Atualmente, os sintomas mais comuns são muito semelhantes com os de uma gripe: coriza, tosse e dores de cabeça e garganta lideram a lista de relatos dos pacientes.

  • A principal diferença para a gripe é que a presença de febre, em casos leves de Covid-19, é rara.

  • Pessoas infectadas com variantes derivadas da JN.1 também têm relatado entre os principais sintomas a insônia e uma sensação de preocupação e ansiedade.



Análise mostra impactos por idade


A maior parte das vidas salvas corresponde a vacinados que ainda não haviam contraído o vírus. Entre os óbitos evitados, 57% ocorreram durante o período de predominância da variante Ômicron, no início de 2021.


Os autores também estimam que 76% dos anos de vida poupados se concentram na população idosa. Adultos jovens, com idade entre 20 e 29 anos, representaram 0,07% das mortes evitadas e 0,3% dos anos de vida preservados.



Leia também



Resultados reforçam valor da vacinação


Mesmo com uma abordagem considerada conservadora, os pesquisadores indicam que os benefícios foram substanciais. Os cálculos anteriores, focados no primeiro ano da campanha global, eram mais amplos.


A nova análise adotou um modelo de eficácia comparativa com menos premissas e maior precisão estatística. A estimativa de mortes evitadas varia entre 1,4 milhão e 4 milhões, conforme os cenários de sensibilidade adotados.


7 imagensAo contrário do que muitos pensam, a vacina, na verdade, não impede a contaminação, mas diminui as chances de casos mais graves que possam levar à morte. Por isso é importante continuar tomando as doses indicadas e manter os cuidados para prevenir a infecçãoNo Brasil, o recente aumento de casos de Covid-19 indica que estamos entrando em uma quarta onda da doença, especialmente devido à circulação de subvariantes mais transmissíveis da ÔmicronAlguns dos principais sintomas da Covid-19 em vacinados são: tosse, coriza e congestão nasal, fadiga e letargia, dor de garganta, dor de cabeça, dor muscular, febre e espirrosSegundo a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), os infectados são, em sua maioria, jovens. Além disso, segundo epidemiologistas da instituição, os casos não estão gerando hospitalizações, mas devem ser acompanhadosA indicação continua sendo a mesma: ao apresentar alguns dos sintomas, é importante procurar uma unidade de saúde para realizar o teste da doença. Outra opção é recorrer ao autoteste da Covid, que pode ser encontrado em farmácias. Em caso de resultado positivo, manter o isolamento Fechar modal.1 de 7

Mesmo em países com alta taxa de imunização, os vacinados podem ser infectados pela Covid-19. Apesar do que possa parecer, isso não significa que os imunizantes não funcionam

Geber86/ Getty Images2 de 7

Ao contrário do que muitos pensam, a vacina, na verdade, não impede a contaminação, mas diminui as chances de casos mais graves que possam levar à morte. Por isso é importante continuar tomando as doses indicadas e manter os cuidados para prevenir a infecção

Javier Zayas Photography/ Getty Images3 de 7

No Brasil, o recente aumento de casos de Covid-19 indica que estamos entrando em uma quarta onda da doença, especialmente devido à circulação de subvariantes mais transmissíveis da Ômicron

Lucas Ninno/ Getty Images4 de 7

Alguns dos principais sintomas da Covid-19 em vacinados são: tosse, coriza e congestão nasal, fadiga e letargia, dor de garganta, dor de cabeça, dor muscular, febre e espirros

Uwe Krejci/ Getty Images5 de 7

Segundo a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), os infectados são, em sua maioria, jovens. Além disso, segundo epidemiologistas da instituição, os casos não estão gerando hospitalizações, mas devem ser acompanhados

PhotoAlto/Frederic Cirou/ Getty Images6 de 7

A indicação continua sendo a mesma: ao apresentar alguns dos sintomas, é importante procurar uma unidade de saúde para realizar o teste da doença. Outra opção é recorrer ao autoteste da Covid, que pode ser encontrado em farmácias. Em caso de resultado positivo, manter o isolamento

Maskot/ Getty Images7 de 7

O autoteste é um exame rápido de antígeno que pode ser feito pela própria pessoa por meio da coleta do material no nariz com cotonete. O resultado sai de 15 a 20 minutos e é indicado para quem está apresentando os primeiros sintomas da doença

Images By Tang Ming Tung/ Getty Images

Idosos, os mais protegidos contra a Covid


Para os autores, os resultados reforçam a importância de imunizar populações mais vulneráveis. A maior parte do impacto foi registrada entre pessoas que vivem em comunidade, não em instituições de longa permanência, como asilos, que representaram só 2% dos anos de vida preservados, pela velocidade que as infecções se espalharam ali.


A maioria das vidas salvas estava em idosos vacinados antes de qualquer infecção, por isso o impacto da vacinação foi maior nos primeiros anos. Mesmo assim, os autores destacam que o benefício seguiu relevante durante a fase mais recente da pandemia.

Atenção às campanhas futuras


Para os autores, o estudo ajuda a calibrar políticas públicas. A vacinação mostrou-se eficaz para reduzir mortalidade em todas as faixas etárias, mas eles sugerem que o foco em populações de risco pode ser decisivo para o futuro.


“Embora a vacinação em massa seja uma ferramenta essencial, os dados indicam uma concentração de impacto da preservação de vidas em faixas etárias mais velhas. Por isso, o foco das campanhas feito nestas populações foi mais acertado”, escreveram.


Os pesquisadores também ressaltam que as vacinas de várias doenças salvaram quantidades ainda maiores de vidas no mesmo período. “A diminuição da confiança e o aumento da hesitação em relação a essas vacinas podem ser devastadores. A pandemia e a resposta à pandemia criaram um cenário mais desafiador sobre como superar a hesitação geral em relação à vacina, mas imunizantes do sarampo salvam 30 vezes mais pessoas que o da Covid e o da hepatite B, 10 vezes mais. Vacinas são conquistas”, concluem.

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Estudo: vacina da Covid-19 salvou 2,5 milhões de vidas de 2020 a 2024

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Entre 2020 e 2024, a vacinação contra a Covid-19 salvou 2,5 milhões de vidas no mundo. A estimativa é de um estudo global publicado na sexta-feira (25/7) pela JAMA Health Forum.


Os dados organizados por pesquisadores das universidades de Stanford, nos Estados Unidos, e de Roma, na Itália, indicam que, somando os anos de vida de todas as pessoas no mundo que tiveram suas existências prolongadas pela vacinação, foram 15 milhões de anos ganhos.


O cálculo foi feito com base em dados populacionais e registros de mortalidade por faixa etária. Segundo o levantamento, a cada 5,4 mil doses aplicadas, uma morte foi evitada e 1 ano de vida foi salvo para cada 900 doses de vacina administradas. A maioria dos benefícios foi registrada em pessoas com 60 anos ou mais, embora eles representem uma minoria da população mundial.



Sintomas da Covid



  • Os sinais originais da Covid-19, como perda de olfato, mudaram muito desde o início do perído pandêmico.

  • Atualmente, os sintomas mais comuns são muito semelhantes com os de uma gripe: coriza, tosse e dores de cabeça e garganta lideram a lista de relatos dos pacientes.

  • A principal diferença para a gripe é que a presença de febre, em casos leves de Covid-19, é rara.

  • Pessoas infectadas com variantes derivadas da JN.1 também têm relatado entre os principais sintomas a insônia e uma sensação de preocupação e ansiedade.



Análise mostra impactos por idade


A maior parte das vidas salvas corresponde a vacinados que ainda não haviam contraído o vírus. Entre os óbitos evitados, 57% ocorreram durante o período de predominância da variante Ômicron, no início de 2021.


Os autores também estimam que 76% dos anos de vida poupados se concentram na população idosa. Adultos jovens, com idade entre 20 e 29 anos, representaram 0,07% das mortes evitadas e 0,3% dos anos de vida preservados.



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Resultados reforçam valor da vacinação


Mesmo com uma abordagem considerada conservadora, os pesquisadores indicam que os benefícios foram substanciais. Os cálculos anteriores, focados no primeiro ano da campanha global, eram mais amplos.


A nova análise adotou um modelo de eficácia comparativa com menos premissas e maior precisão estatística. A estimativa de mortes evitadas varia entre 1,4 milhão e 4 milhões, conforme os cenários de sensibilidade adotados.


7 imagensAo contrário do que muitos pensam, a vacina, na verdade, não impede a contaminação, mas diminui as chances de casos mais graves que possam levar à morte. Por isso é importante continuar tomando as doses indicadas e manter os cuidados para prevenir a infecçãoNo Brasil, o recente aumento de casos de Covid-19 indica que estamos entrando em uma quarta onda da doença, especialmente devido à circulação de subvariantes mais transmissíveis da ÔmicronAlguns dos principais sintomas da Covid-19 em vacinados são: tosse, coriza e congestão nasal, fadiga e letargia, dor de garganta, dor de cabeça, dor muscular, febre e espirrosSegundo a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), os infectados são, em sua maioria, jovens. Além disso, segundo epidemiologistas da instituição, os casos não estão gerando hospitalizações, mas devem ser acompanhadosA indicação continua sendo a mesma: ao apresentar alguns dos sintomas, é importante procurar uma unidade de saúde para realizar o teste da doença. Outra opção é recorrer ao autoteste da Covid, que pode ser encontrado em farmácias. Em caso de resultado positivo, manter o isolamento Fechar modal.1 de 7

Mesmo em países com alta taxa de imunização, os vacinados podem ser infectados pela Covid-19. Apesar do que possa parecer, isso não significa que os imunizantes não funcionam

Geber86/ Getty Images2 de 7

Ao contrário do que muitos pensam, a vacina, na verdade, não impede a contaminação, mas diminui as chances de casos mais graves que possam levar à morte. Por isso é importante continuar tomando as doses indicadas e manter os cuidados para prevenir a infecção

Javier Zayas Photography/ Getty Images3 de 7

No Brasil, o recente aumento de casos de Covid-19 indica que estamos entrando em uma quarta onda da doença, especialmente devido à circulação de subvariantes mais transmissíveis da Ômicron

Lucas Ninno/ Getty Images4 de 7

Alguns dos principais sintomas da Covid-19 em vacinados são: tosse, coriza e congestão nasal, fadiga e letargia, dor de garganta, dor de cabeça, dor muscular, febre e espirros

Uwe Krejci/ Getty Images5 de 7

Segundo a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), os infectados são, em sua maioria, jovens. Além disso, segundo epidemiologistas da instituição, os casos não estão gerando hospitalizações, mas devem ser acompanhados

PhotoAlto/Frederic Cirou/ Getty Images6 de 7

A indicação continua sendo a mesma: ao apresentar alguns dos sintomas, é importante procurar uma unidade de saúde para realizar o teste da doença. Outra opção é recorrer ao autoteste da Covid, que pode ser encontrado em farmácias. Em caso de resultado positivo, manter o isolamento

Maskot/ Getty Images7 de 7

O autoteste é um exame rápido de antígeno que pode ser feito pela própria pessoa por meio da coleta do material no nariz com cotonete. O resultado sai de 15 a 20 minutos e é indicado para quem está apresentando os primeiros sintomas da doença

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Idosos, os mais protegidos contra a Covid


Para os autores, os resultados reforçam a importância de imunizar populações mais vulneráveis. A maior parte do impacto foi registrada entre pessoas que vivem em comunidade, não em instituições de longa permanência, como asilos, que representaram só 2% dos anos de vida preservados, pela velocidade que as infecções se espalharam ali.


A maioria das vidas salvas estava em idosos vacinados antes de qualquer infecção, por isso o impacto da vacinação foi maior nos primeiros anos. Mesmo assim, os autores destacam que o benefício seguiu relevante durante a fase mais recente da pandemia.

Atenção às campanhas futuras


Para os autores, o estudo ajuda a calibrar políticas públicas. A vacinação mostrou-se eficaz para reduzir mortalidade em todas as faixas etárias, mas eles sugerem que o foco em populações de risco pode ser decisivo para o futuro.


“Embora a vacinação em massa seja uma ferramenta essencial, os dados indicam uma concentração de impacto da preservação de vidas em faixas etárias mais velhas. Por isso, o foco das campanhas feito nestas populações foi mais acertado”, escreveram.


Os pesquisadores também ressaltam que as vacinas de várias doenças salvaram quantidades ainda maiores de vidas no mesmo período. “A diminuição da confiança e o aumento da hesitação em relação a essas vacinas podem ser devastadores. A pandemia e a resposta à pandemia criaram um cenário mais desafiador sobre como superar a hesitação geral em relação à vacina, mas imunizantes do sarampo salvam 30 vezes mais pessoas que o da Covid e o da hepatite B, 10 vezes mais. Vacinas são conquistas”, concluem.

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Ingestão adequada de zinco pode reduzir risco de AVC, aponta estudo

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Presente no ovo, na sardinha, no amendoim, na aveia, entre outros alimentos, o zinco é destaque em uma pesquisa publicada em maio no periódico Scientific Reports, que aponta o elo entre o consumo do micronutriente e a redução do risco de acidente vascular cerebral (AVC). Popularmente chamado de derrame, o mal está entre as principais causas de mortalidade no mundo.


Para estabelecer a relação, cientistas de centros de pesquisas da China avaliaram informações de 2.642 adultos vindas do National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES), um grande estudo que monitora o estado nutricional de parte da população dos Estados Unidos.


Os pesquisadores observaram que entre os indivíduos que consumiam quantidades adequadas do mineral – cerca de 8 miligramas por dia – havia menor risco de sofrer um derrame, enquanto o excesso de zinco não apresentou nenhum benefício. Há dois tipos de AVC: o mais comum é o isquêmico, que acontece quando a circulação sanguínea é bloqueada; já o hemorrágico ocorre devido ao rompimento de algum vaso na região.



No entanto, mesmo que outros trabalhos já tenham apontado benefícios às artérias e ao cérebro, é importante mencionar que o artigo tem limitações. “Trata-se de um estudo observacional, ou seja, que não estabelece uma relação de causa e efeito”, avalia a nutricionista Aline Massensini De Freitas, do Einstein Hospital Israelita. “A ingestão foi baseada em recordatório alimentar de dois dias, o que não corresponde a uma dieta de longo prazo”, comenta.


Ainda assim, os mecanismos que ajudam a explicar o papel do zinco na neuroproteção estão bem estabelecidos. “O mineral atua como cofator de enzimas antioxidantes”, afirma a nutricionista. Significa que contribui para neutralizar radicais livres, reduzindo o estresse oxidativo tanto na região do cérebro quanto nos vasos sanguíneos.


Não bastasse, há indícios de sua atuação na função endotelial, que é o revestimento interno dos vasos, aumentando a elasticidade e favorecendo o controle da pressão arterial. “A hipertensão é um dos principais fatores de risco para o AVC”, ressalta a nutricionista do Einstein.


Outros atributos do zinco


Embora desempenhe diversas funções, um dos papéis de maior destaque do zinco é em prol da imunidade. Ele participa da maturação de células do sistema imunológico, caso dos linfócitos, que ajudam a sinalizar a presença de micro-organismos nocivos pelo corpo.


Estudos comprovam também ação anti-inflamatória. “Sua deficiência é associada ao aumento de infecções respiratórias, inclusive de gripes”, destaca Freitas. Na lista de atribuições, há ainda a atuação nos processos de cicatrização.


Diante de tantos atributos, o zinco não pode faltar no dia a dia. A dica é apostar em um cardápio variado — nada de suplementar por conta própria, pois excessos desencadeiam distúrbios gastrointestinais, entre outros males. Saiba como tirar proveito por meio da alimentação.


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O acidente vascular cerebral, também conhecido como AVC ou derrame cerebral, é a interrupção do fluxo de sangue para alguma região do cérebro

Agência Brasil
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O acidente pode ocorrer por diversos motivos, como acúmulos de placas de gordura ou formação de um coágulo – que dão origem ao AVC isquêmico –, sangramento por pressão alta e até ruptura de um aneurisma – causando o AVC hemorrágico

Pixabay
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Muitos sintomas são comuns aos acidentes vasculares isquêmicos e hemorrágicos, como: dor de cabeça muito forte, fraqueza ou dormência em alguma parte do corpo, paralisia e perda súbita da fala

Pixabay
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O derrame cerebral não tem cura, entretanto, pode ser prevenido em grande parte dos casos. Quando isso acontece, é possível investir em tratamentos para melhora do quadro e em reabilitação para diminuir o risco de sequelas

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Na maioria das vezes, acontece em pessoas acima dos 50 anos, entretanto, também é possível acometer jovens. A doença pode acontecer devido a cinco principais causas

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Tabagismo e má alimentação: é importante adotar uma dieta mais saudável, rica em vegetais, frutas e carne magra, além de praticar atividade física pelo menos 3 vezes na semana e não fumar

Pixabay
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Pressão alta, colesterol e diabetes: deve-se controlar adequadamente essas doenças, além de adotar hábitos de vida saudáveis para diminuir seus efeitos negativos sobre o corpo, uma vez que podem desencadear o AVC

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Defeitos no coração ou vasos sanguíneos: essas alterações podem ser detectadas em consultas de rotina e, caso sejam identificadas, devem ser acompanhadas. Em algumas pessoas, pode ser necessário o uso de medicamentos, como anticoagulantes

Pixabay
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Drogas ilícitas: o recomendado é buscar ajuda de um centro especializado em drogas para que se possa fazer o processo de desintoxicação e, assim, melhorar a qualidade de vida do paciente, diminuindo as chances de AVC

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Aumento da coagulação do sangue: doenças como o lúpus, anemia falciforme ou trombofilias; doenças que inflamam os vasos sanguíneos, como vasculites; ou espasmos cerebrais, que impedem o fluxo de sangue, devem ser investigados

Pixabay

O mineral no prato


Existem diversas fontes alimentares de zinco e alguns macetes garantem seu aproveitamento. Para começar, vale reduzir o teor de fitato, substância que auxilia os vegetais na germinação de sementes, mas que, no organismo, atrapalha a absorção dos nutrientes.


O fitato está presente nas leguminosas, grupo de alimentos que engloba feijões, grão-de-bico, ervilha, soja, lentilha. “A dica é fazer o remolho”, ensina a especialista. Esses grãos devem ficar de molho por 8 a 12 horas, e a água precisa ser trocada algumas vezes antes de ir para a panela.


Outra sugestão é consumir alimentos ricos em zinco junto de fornecedores de vitamina C, como as frutas cítricas. Confira, a seguir, as principais fontes do mineral, conforme a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA), da Universidade de São Paulo (USP). A quantidade do mineral é baseada em 100 gramas do alimento fonte.


Carnes, aves, ovos e peixes:



  • Carne bovina cozida- patinho – 8 mg.

  • Peixe lambari – 2,9mg.

  • Gema cozida – 2,8mg.

  • Coxa de frango cozida – 2,8 mg.

  • Sardinha – 2 mg.

  • Ovo de codorna cozido – 1,7mg.


Leguminosas:



  • Feijão carioca cozido – 2,6mg.

  • Grão-de-bico cozido – 2mg.

  • Ervilha fresca cozida – 1,9mg.

  • Lentilha cozida – 1,3mg.


Queijos:



  • Mussarela de búfala – 3,2mg.

  • Queijo coalho – 2,8mg.

  • Queijo minas frescal – 1,5mg.


Sementes, cereais e oleaginosas:



  • Semente de abóbora torrada – 10 mg.

  • Farelo de trigo – 7,4mg.

  • Castanha de caju – 5,7mg.

  • Aveia em flocos – 2,6mg.

  • Amendoim torrado – 2,12 mg.

  • Amêndoa – 2,5mg.


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