Homens estão raspando os cílios no TikTok: entenda o risco

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*O artigo foi escrito por Amanda Meyer, professora sênior de anatomia e patologia na Faculdade de Medicina e Odontologia da Universidade James Cook, e por Monika Zimanyi, professora associada de anatomia na mesma universidade, na Austrália. O texto foi publicado na plataforma The Conversation Brasil.



Vídeos de homens removendo seus cílios, aparando ou raspando, têm circulado nas redes sociais nas últimas semanas. Essa tendência se baseia na ideia de que cílios curtos parecem mais masculinos.


O cabelo pode nos dizer muito sobre nossos valores sociais e culturais. Como diz o sociólogo canadense Anthony Synnott, ele pode representar ideias arraigadas sobre o sexo biológico, como “sexos opostos têm cabelos opostos” e “cabelos da cabeça e pelos do corpo são opostos”.


Mas as diferenças entre os sexos têm alguma base biológica? E quanto aos riscos para a saúde de mexer nos cílios?


Se a ideia de uma lâmina zumbindo perto dos seus olhos te deixa nervoso, há um bom motivo para isso.


O sexo determina o comprimento dos cílios?


A maioria dos animais de sangue quente tem cílios. Os cílios humanos começam a se desenvolver no útero por volta da sétima semana e, aos seis meses, estão totalmente formados.


Normalmente, temos de 100 a 150 cílios na pálpebra superior, que crescem em duas ou três fileiras. Há metade dos cílios na pálpebra inferior.


O comprimento dos cílios é geralmente cerca de um terço da largura do olho. Os cílios inferiores são mais curtos (6–8 milímetros) em comparação com os cílios superiores (8–12 mm).


A densidade, o comprimento, a espessura e a curvatura das pestanas são determinados pela sua genética. Mas não há evidências de que essas diferenças anatômicas estejam relacionadas ao sexo.


Isso significa que a ideia de que os homens têm cílios “naturalmente” curtos – e os das mulheres são mais longos, escuros e grossos – é baseada na cultura, não na biologia.


Independentemente do seu sexo ou gênero, os cílios têm várias funções importantes.


Para que servem os cílios?


Proteção


Os cílios fornecem uma barreira contra poeira, detritos, insetos, bactérias e produtos químicos (como spray de cabelo e desodorantes), impedindo que eles entrem nos olhos.


As lágrimas formam uma película fluida que cobre o olho para mantê-lo lubrificado. Os cílios também impedem que o ar seque essa película.


Do ponto de vista aerodinâmico, cílios de comprimento médio (8 mm) são ideais para impedir que a superfície do olho seque. Cílios muito curtos podem expor a superfície ao ar, enquanto cílios muito longos podem canalizar mais fluxo de ar em direção a ela.


Os cílios também protegem nossos olhos do brilho, reduzindo a quantidade de luz que entra no olho em até 24%.



Leia também



Sensação


Os cílios são altamente sensíveis, portanto, tocá-los desencadeia um reflexo de piscar que faz o olho fechar. Isso o protege de materiais indesejados.


Piscar também ativa a liberação de lágrimas e as distribui pela superfície dos olhos.


Interação social


Os cílios nos ajudam a nos comunicar. Piscar lentamente pode sinalizar atenção ou flerte – e os cílios tornam isso mais atraente.


Usar rímel ou cílios postiços enfatiza os cílios e pode fazer os olhos parecerem maiores e mais expressivos.



Então, e se você não tiver cílios?


As pessoas podem perder os cílios por vários motivos.


Por exemplo, a quimioterapia para o câncer geralmente resulta em perda de cabelo — incluindo os cílios —, assim como a alopecia, uma doença autoimune que faz com que o corpo ataque seus próprios folículos capilares.


Algumas pessoas também arrancam os cílios quando estão ansiosas ou estressadas.


Se você não consegue parar com esse comportamento e a perda de cílios é perceptível e afeta sua vida cotidiana, você pode ter uma condição chamada tricotilomania.


A compulsão por cortar ou raspar o cabelo (em vez de arrancá-lo) é conhecida como tricotilomania.


Se você estiver preocupado, converse com seu médico para obter apoio.


Não importa como o cabelo seja perdido, sem cílios você provavelmente sentirá um desconforto maior. Mais partículas estranhas podem entrar no olho – expondo você a um risco maior de infecção – e você piscará mais para tentar removê-las.


Mais ar na superfície dos olhos também pode fazer com que eles fiquem secos e irritados.


Remover os cílios é arriscado?


Colocar lâminas afiadas perto dos olhos significa que, se você bater, escorregar ou até mesmo piscar, corre o risco de ferir a pálpebra ou a córnea (a cobertura transparente em forma de cúpula na parte frontal do globo ocular).


Qualquer coisa que se aproxime dos olhos deve estar muito limpa. Se as lâminas não forem esterilizadas, as bactérias podem causar blefarite (inflamação da pálpebra) ou conjuntivite (“olho vermelho”).


Os cílios raspados voltam a crescer?


Sim. Se os cílios forem aparados ou raspados, o bulbo capilar e o folículo (a bolsa que envolve o cabelo) permanecem na pele da pálpebra, permitindo que o cabelo continue crescendo.


Os cílios crescem a uma taxa média de 0,12 mm por dia, ou 3,6 mm por mês. Pode levar até três ou quatro meses para que seus cílios voltem a crescer até seu comprimento normal.


A depilação não afeta o comprimento, a espessura e a cor das pestanas que voltam a crescer – estas voltarão a crescer da mesma forma que antes (a menos que tenha havido danos irreversíveis no próprio folículo).


Sexo, género e pestanas


As perceções das diferenças entre os sexos e os géneros em relação às pestanas persistem, em parte devido às normas sociais e à representação nos meios de comunicação social.


Por exemplo, um estudo de 2023 dos Estados Unidos entrevistou 319 pessoas (142 homens e 177 mulheres) de diversas origens étnicas sobre o comprimento dos cílios nas mulheres. Homens e mulheres de todas as origens disseram que imagens de rostos femininos sem cílios ou com cílios curtos eram as menos atraentes, independentemente da etnia.


Personagens de desenhos animados ilustram o quão profundamente enraizadas e socialmente construídas são essas diferenças de gênero. Compare os cílios longos e grossos da Minnie Mouse com os do Mickey Mouse, que não tem cílios.



Isso não é coisa do passado, como ainda demonstram os personagens masculinos e femininos de um popular desenho animado infantil atual Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir.



Na realidade, todos os corpos e características, incluindo os cílios, são naturalmente diversos.


Autonomia corporal significa reconhecer que as escolhas pessoais sobre a aparência são válidas e devem ser respeitadas sem julgamento. Mas, ao alterar seu corpo, é importante também conhecer os riscos à saúde.The Conversation


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Homens estão raspando os cílios no TikTok: entenda o risco

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*O artigo foi escrito por Amanda Meyer, professora sênior de anatomia e patologia na Faculdade de Medicina e Odontologia da Universidade James Cook, e por Monika Zimanyi, professora associada de anatomia na mesma universidade, na Austrália. O texto foi publicado na plataforma The Conversation Brasil.



Vídeos de homens removendo seus cílios, aparando ou raspando, têm circulado nas redes sociais nas últimas semanas. Essa tendência se baseia na ideia de que cílios curtos parecem mais masculinos.


O cabelo pode nos dizer muito sobre nossos valores sociais e culturais. Como diz o sociólogo canadense Anthony Synnott, ele pode representar ideias arraigadas sobre o sexo biológico, como “sexos opostos têm cabelos opostos” e “cabelos da cabeça e pelos do corpo são opostos”.


Mas as diferenças entre os sexos têm alguma base biológica? E quanto aos riscos para a saúde de mexer nos cílios?


Se a ideia de uma lâmina zumbindo perto dos seus olhos te deixa nervoso, há um bom motivo para isso.


O sexo determina o comprimento dos cílios?


A maioria dos animais de sangue quente tem cílios. Os cílios humanos começam a se desenvolver no útero por volta da sétima semana e, aos seis meses, estão totalmente formados.


Normalmente, temos de 100 a 150 cílios na pálpebra superior, que crescem em duas ou três fileiras. Há metade dos cílios na pálpebra inferior.


O comprimento dos cílios é geralmente cerca de um terço da largura do olho. Os cílios inferiores são mais curtos (6–8 milímetros) em comparação com os cílios superiores (8–12 mm).


A densidade, o comprimento, a espessura e a curvatura das pestanas são determinados pela sua genética. Mas não há evidências de que essas diferenças anatômicas estejam relacionadas ao sexo.


Isso significa que a ideia de que os homens têm cílios “naturalmente” curtos – e os das mulheres são mais longos, escuros e grossos – é baseada na cultura, não na biologia.


Independentemente do seu sexo ou gênero, os cílios têm várias funções importantes.


Para que servem os cílios?


Proteção


Os cílios fornecem uma barreira contra poeira, detritos, insetos, bactérias e produtos químicos (como spray de cabelo e desodorantes), impedindo que eles entrem nos olhos.


As lágrimas formam uma película fluida que cobre o olho para mantê-lo lubrificado. Os cílios também impedem que o ar seque essa película.


Do ponto de vista aerodinâmico, cílios de comprimento médio (8 mm) são ideais para impedir que a superfície do olho seque. Cílios muito curtos podem expor a superfície ao ar, enquanto cílios muito longos podem canalizar mais fluxo de ar em direção a ela.


Os cílios também protegem nossos olhos do brilho, reduzindo a quantidade de luz que entra no olho em até 24%.



Leia também



Sensação


Os cílios são altamente sensíveis, portanto, tocá-los desencadeia um reflexo de piscar que faz o olho fechar. Isso o protege de materiais indesejados.


Piscar também ativa a liberação de lágrimas e as distribui pela superfície dos olhos.


Interação social


Os cílios nos ajudam a nos comunicar. Piscar lentamente pode sinalizar atenção ou flerte – e os cílios tornam isso mais atraente.


Usar rímel ou cílios postiços enfatiza os cílios e pode fazer os olhos parecerem maiores e mais expressivos.



Então, e se você não tiver cílios?


As pessoas podem perder os cílios por vários motivos.


Por exemplo, a quimioterapia para o câncer geralmente resulta em perda de cabelo — incluindo os cílios —, assim como a alopecia, uma doença autoimune que faz com que o corpo ataque seus próprios folículos capilares.


Algumas pessoas também arrancam os cílios quando estão ansiosas ou estressadas.


Se você não consegue parar com esse comportamento e a perda de cílios é perceptível e afeta sua vida cotidiana, você pode ter uma condição chamada tricotilomania.


A compulsão por cortar ou raspar o cabelo (em vez de arrancá-lo) é conhecida como tricotilomania.


Se você estiver preocupado, converse com seu médico para obter apoio.


Não importa como o cabelo seja perdido, sem cílios você provavelmente sentirá um desconforto maior. Mais partículas estranhas podem entrar no olho – expondo você a um risco maior de infecção – e você piscará mais para tentar removê-las.


Mais ar na superfície dos olhos também pode fazer com que eles fiquem secos e irritados.


Remover os cílios é arriscado?


Colocar lâminas afiadas perto dos olhos significa que, se você bater, escorregar ou até mesmo piscar, corre o risco de ferir a pálpebra ou a córnea (a cobertura transparente em forma de cúpula na parte frontal do globo ocular).


Qualquer coisa que se aproxime dos olhos deve estar muito limpa. Se as lâminas não forem esterilizadas, as bactérias podem causar blefarite (inflamação da pálpebra) ou conjuntivite (“olho vermelho”).


Os cílios raspados voltam a crescer?


Sim. Se os cílios forem aparados ou raspados, o bulbo capilar e o folículo (a bolsa que envolve o cabelo) permanecem na pele da pálpebra, permitindo que o cabelo continue crescendo.


Os cílios crescem a uma taxa média de 0,12 mm por dia, ou 3,6 mm por mês. Pode levar até três ou quatro meses para que seus cílios voltem a crescer até seu comprimento normal.


A depilação não afeta o comprimento, a espessura e a cor das pestanas que voltam a crescer – estas voltarão a crescer da mesma forma que antes (a menos que tenha havido danos irreversíveis no próprio folículo).


Sexo, género e pestanas


As perceções das diferenças entre os sexos e os géneros em relação às pestanas persistem, em parte devido às normas sociais e à representação nos meios de comunicação social.


Por exemplo, um estudo de 2023 dos Estados Unidos entrevistou 319 pessoas (142 homens e 177 mulheres) de diversas origens étnicas sobre o comprimento dos cílios nas mulheres. Homens e mulheres de todas as origens disseram que imagens de rostos femininos sem cílios ou com cílios curtos eram as menos atraentes, independentemente da etnia.


Personagens de desenhos animados ilustram o quão profundamente enraizadas e socialmente construídas são essas diferenças de gênero. Compare os cílios longos e grossos da Minnie Mouse com os do Mickey Mouse, que não tem cílios.



Isso não é coisa do passado, como ainda demonstram os personagens masculinos e femininos de um popular desenho animado infantil atual Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir.



Na realidade, todos os corpos e características, incluindo os cílios, são naturalmente diversos.


Autonomia corporal significa reconhecer que as escolhas pessoais sobre a aparência são válidas e devem ser respeitadas sem julgamento. Mas, ao alterar seu corpo, é importante também conhecer os riscos à saúde.The Conversation


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Ciclovia da Integração Avança e Chega ao Riacho Fundo I com Foco na Segurança dos Ciclistas

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BRASÍLIA, DF – As obras da Ciclovia da Integração estão em ritmo acelerado e já se aproximam do Riacho Fundo I, prometendo expandir as opções de mobilidade ativa na região. O deputado distrital Hermeto tem acompanhado de perto o andamento do projeto e garantiu um reforço essencial para a segurança dos futuros usuários.



Preocupado com a integridade dos ciclistas, Hermeto fez questão de solicitar ao Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER) a instalação de proteções na via. "Fiz questão de solicitar ao DER a instalação de proteções na via, para garantir mais segurança a todos que vão pedalar por aqui", afirmou o deputado.



A iniciativa de Hermeto reforça o compromisso de seu mandato com a promoção de uma mobilidade ativa, segura e de qualidade para a população. A Ciclovia da Integração, ao se estender até o Riacho Fundo I, oferecerá uma alternativa sustentável e protegida para o deslocamento dos moradores, incentivando o uso da bicicleta como meio de transporte e lazer.







https://jornalismodigitaldf.com.br/ciclovia-da-integracao-avanca-e-chega-ao-riacho-fundo-i-com-foco-na-seguranca-dos-ciclistas/?fsp_sid=164880
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Ciclovia da Integração Avança e Chega ao Riacho Fundo I com Foco na Segurança dos Ciclistas

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BRASÍLIA, DF – As obras da Ciclovia da Integração estão em ritmo acelerado e já se aproximam do Riacho Fundo I, prometendo expandir as opções de mobilidade ativa na região. O deputado distrital Hermeto tem acompanhado de perto o andamento do projeto e garantiu um reforço essencial para a segurança dos futuros usuários.



Preocupado com a integridade dos ciclistas, Hermeto fez questão de solicitar ao Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER) a instalação de proteções na via. "Fiz questão de solicitar ao DER a instalação de proteções na via, para garantir mais segurança a todos que vão pedalar por aqui", afirmou o deputado.



A iniciativa de Hermeto reforça o compromisso de seu mandato com a promoção de uma mobilidade ativa, segura e de qualidade para a população. A Ciclovia da Integração, ao se estender até o Riacho Fundo I, oferecerá uma alternativa sustentável e protegida para o deslocamento dos moradores, incentivando o uso da bicicleta como meio de transporte e lazer.







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Recanto das Emas Realiza Primeira Cãominhada e Celebra União Comunitária

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RECANTO DAS EMAS, DF – A comunidade do Recanto das Emas viveu um momento especial hoje com a realização da primeira cãominhada da região. O evento, que reuniu moradores e seus pets, foi um sucesso de participação e celebração da união entre vizinhos e seus "melhores amigos".



O deputado distrital Rôney Nemer esteve presente e parabenizou a iniciativa. "Hoje tivemos a primeira cãominhada do Recanto das Emas, um momento dedicado a nossa comunidade e seus melhores amigos", declarou Nemer. Ele fez questão de estender seus cumprimentos à administração regional. "Parabéns à administração regional pela iniciativa e dedicação."



A cãominhada proporcionou um ambiente de lazer e integração, reforçando os laços comunitários e destacando a importância dos animais de estimação na vida dos moradores. O evento é um marco para a região e demonstra o engajamento da administração em promover atividades que beneficiem a população e seus companheiros de quatro patas.







https://jornalismodigitaldf.com.br/recanto-das-emas-realiza-primeira-caominhada-e-celebra-uniao-comunitaria/?fsp_sid=164854
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Recanto das Emas Realiza Primeira Cãominhada e Celebra União Comunitária

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RECANTO DAS EMAS, DF – A comunidade do Recanto das Emas viveu um momento especial hoje com a realização da primeira cãominhada da região. O evento, que reuniu moradores e seus pets, foi um sucesso de participação e celebração da união entre vizinhos e seus "melhores amigos".



O deputado distrital Rôney Nemer esteve presente e parabenizou a iniciativa. "Hoje tivemos a primeira cãominhada do Recanto das Emas, um momento dedicado a nossa comunidade e seus melhores amigos", declarou Nemer. Ele fez questão de estender seus cumprimentos à administração regional. "Parabéns à administração regional pela iniciativa e dedicação."



A cãominhada proporcionou um ambiente de lazer e integração, reforçando os laços comunitários e destacando a importância dos animais de estimação na vida dos moradores. O evento é um marco para a região e demonstra o engajamento da administração em promover atividades que beneficiem a população e seus companheiros de quatro patas.







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CLDF Aprova Projeto de Lei de Robério Negreiros para Inserir Egressos do RenovaDF no Mercado de Trabalho

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Brasília, DF – O Projeto de Lei (PL) 556/23, de autoria do deputado distrital Robério Negreiros, foi aprovado recentemente pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), marcando um avanço significativo na qualificação profissional e geração de empregos na capital. O objetivo central da proposta é facilitar a contratação de profissionais que concluíram os cursos de capacitação na área de construção civil oferecidos pelo RenovaDF, o maior programa de qualificação profissional do Brasil.



Robério Negreiros destacou a importância da iniciativa, ressaltando que o PL busca transformar as qualificações obtidas no programa em oportunidades reais de trabalho. "Fazer com que essas qualificações se traduzam em oportunidades reais no mercado de trabalho é uma vitória fruto do nosso compromisso com a geração de emprego e renda", afirmou o deputado.



A aprovação do PL 556/23 é vista como um passo concreto para impulsionar a economia local e valorizar a mão de obra qualificada pelo RenovaDF. O programa, que tem sido fundamental na formação de profissionais em diversas áreas da construção civil, agora terá um mecanismo legal para promover a inserção desses trabalhadores no mercado.



"E muito nos orgulha saber que estamos dando mais um passo concreto nessa direção!", completou Robério Negreiros, enfatizando o impacto positivo que a medida terá na vida de muitos cidadãos do Distrito Federal.







https://jornalismodigitaldf.com.br/cldf-aprova-projeto-de-lei-de-roberio-negreiros-para-inserir-egressos-do-renovadf-no-mercado-de-trabalho/?fsp_sid=164828
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CLDF Aprova Projeto de Lei de Robério Negreiros para Inserir Egressos do RenovaDF no Mercado de Trabalho

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Brasília, DF – O Projeto de Lei (PL) 556/23, de autoria do deputado distrital Robério Negreiros, foi aprovado recentemente pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), marcando um avanço significativo na qualificação profissional e geração de empregos na capital. O objetivo central da proposta é facilitar a contratação de profissionais que concluíram os cursos de capacitação na área de construção civil oferecidos pelo RenovaDF, o maior programa de qualificação profissional do Brasil.



Robério Negreiros destacou a importância da iniciativa, ressaltando que o PL busca transformar as qualificações obtidas no programa em oportunidades reais de trabalho. "Fazer com que essas qualificações se traduzam em oportunidades reais no mercado de trabalho é uma vitória fruto do nosso compromisso com a geração de emprego e renda", afirmou o deputado.



A aprovação do PL 556/23 é vista como um passo concreto para impulsionar a economia local e valorizar a mão de obra qualificada pelo RenovaDF. O programa, que tem sido fundamental na formação de profissionais em diversas áreas da construção civil, agora terá um mecanismo legal para promover a inserção desses trabalhadores no mercado.



"E muito nos orgulha saber que estamos dando mais um passo concreto nessa direção!", completou Robério Negreiros, enfatizando o impacto positivo que a medida terá na vida de muitos cidadãos do Distrito Federal.







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Cidade Estrutural Inova com Tampas de Bueiro de Plástico para Aumentar Segurança e Coibir Furtos

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CIDADE ESTRUTURAL, DF – A segurança e a inovação chegam às ruas da Cidade Estrutural com a instalação de novas tampas de bueiro feitas de plástico resistente. A medida, implementada na última segunda-feira, 8 de julho, no Setor de Oficinas, é uma iniciativa do Governo do Distrito Federal e da Novacap para combater os frequentes furtos das tampas de ferro, que colocavam em risco a população.



As novas tampas, produzidas pela Novacap, foram projetadas para não possuírem valor comercial, o que as torna um alvo desinteressante para ladrões. Essa estratégia visa desestimular o roubo e garantir mais segurança para todos os moradores e transeuntes.



A urgência da substituição foi evidenciada por um incidente recente, onde uma tampa de ferro foi roubada no Setor de Oficinas nesta semana. O furto resultou em um acidente com um ciclista, que sofreu uma queda ao passar pelo buraco. Curiosamente, a tampa em questão havia sido instalada há menos de um mês, destacando a vulnerabilidade das antigas tampas metálicas e o perigo que representavam.



Com a instalação das tampas de plástico resistente, a expectativa é que problemas como furtos e acidentes sejam drasticamente reduzidos, proporcionando mais tranquilidade e segurança para quem circula pela Cidade Estrutural. A ação demonstra o compromisso do Governo do Distrito Federal em buscar soluções inteligentes e eficazes para melhorar a qualidade de vida da população.







https://jornalismodigitaldf.com.br/cidade-estrutural-inova-com-tampas-de-bueiro-de-plastico-para-aumentar-seguranca-e-coibir-furtos/?fsp_sid=164802
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Cidade Estrutural Inova com Tampas de Bueiro de Plástico para Aumentar Segurança e Coibir Furtos

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CIDADE ESTRUTURAL, DF – A segurança e a inovação chegam às ruas da Cidade Estrutural com a instalação de novas tampas de bueiro feitas de plástico resistente. A medida, implementada na última segunda-feira, 8 de julho, no Setor de Oficinas, é uma iniciativa do Governo do Distrito Federal e da Novacap para combater os frequentes furtos das tampas de ferro, que colocavam em risco a população.



As novas tampas, produzidas pela Novacap, foram projetadas para não possuírem valor comercial, o que as torna um alvo desinteressante para ladrões. Essa estratégia visa desestimular o roubo e garantir mais segurança para todos os moradores e transeuntes.



A urgência da substituição foi evidenciada por um incidente recente, onde uma tampa de ferro foi roubada no Setor de Oficinas nesta semana. O furto resultou em um acidente com um ciclista, que sofreu uma queda ao passar pelo buraco. Curiosamente, a tampa em questão havia sido instalada há menos de um mês, destacando a vulnerabilidade das antigas tampas metálicas e o perigo que representavam.



Com a instalação das tampas de plástico resistente, a expectativa é que problemas como furtos e acidentes sejam drasticamente reduzidos, proporcionando mais tranquilidade e segurança para quem circula pela Cidade Estrutural. A ação demonstra o compromisso do Governo do Distrito Federal em buscar soluções inteligentes e eficazes para melhorar a qualidade de vida da população.







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Uso excessivo de analgésicos para enxaqueca pode afetar o cérebro

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O alívio imediato que muitos pacientes com enxaqueca crônica encontram nos analgésicos pode, com o tempo, acabar intensificando as próprias crises, segundo um estudo publicado no The Journal of Headache and Pain em março.


A pesquisa revela que o uso frequente desses medicamentos está associado a alterações em estruturas cerebrais relacionadas à memória, ao controle motor e ao processamento visual.




Sintomas da enxaqueca



  • A dor é intensa e latejante, localizada em um ou mais pontos da cabeça. Pode vir acompanhada de náuseas e vômitos.

  • Há também grande sensibilidade à luz, sons e cheiros.

  • Em alguns casos, a pessoa sente visão embaçada.

  • Também podem ocorrer episódios de aura, com pontos brilhantes ou manchas escuras na visão.

  • Formigamento e dificuldade para falar são outros sintomas possíveis.




Análise do cérebro de pacientes com enxaqueca


Os pesquisadores chineses analisaram imagens cerebrais de 63 mulheres divididas em três grupos: com enxaqueca crônica; com enxaqueca associada à cefaleia por uso excessivo de medicamentos; e um grupo de controle saudável.


Utilizando ressonância magnética multimodal, que combina diferentes tipos de imagens cerebrais, o estudo encontrou diferenças marcantes entre os grupos.


Nas pacientes que faziam o uso excessivo de medicamentos, o volume da substância cinzenta foi significativamente menor no giro para-hipocampal esquerdo (ligado à memória e regulação emocional) e no giro occipital médio direito (envolvido na atenção visual).


Também foi observada menor integridade da substância branca e redução da atividade espontânea no putâmen, estrutura associada ao controle motor e à aprendizagem.


“Esses medicamentos não tratam a doença de forma efetiva e, quanto mais remédios você toma, menos eles funcionam e mais dor você sente. É um quadro conhecido como cefaleia por uso excessivo de medicamentos”, afirma o neurologista especialista em cefaleia Tiago de Paula, membro da International Headache Society (IHS) e da Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBC).

Quando o remédio vira parte do problema


A análise mostrou que quanto mais frequente era o uso de analgésicos, maior era a atividade conjunta entre o putâmen e outras regiões cerebrais, como o lobo frontal e o giro cingulado. A comunicação exagerada entre as áreas pode contribuir para manter ou até intensificar as crises de enxaqueca ao longo do tempo.


“Essa associação faz sentido do ponto de vista clínico. O uso excessivo de analgésicos, principalmente os de ação rápida, pode levar à sensibilização central. O cérebro se torna mais ‘reativo’ à dor, o que contribui para a manutenção e até o agravamento da enxaqueca”, explica o médico intensivista e especialista em enxaqueca Felipe Brambilla, que atua em São Paulo.


Segundo Brambilla, o ideal é limitar o uso de analgésicos a, no máximo, duas ou três vezes por semana. Quando o número de crises ultrapassa quatro ou cinco dias por mês, é importante iniciar um tratamento preventivo.


“Esse tratamento pode envolver medicamentos específicos, mudanças de estilo de vida e terapias complementares. A abordagem precisa ser individualizada”, orienta.


Tratamento eficaz exige plano e acompanhamento


Além de indicar os riscos do uso excessivo de analgésicos, o estudo também ajuda a entender os mecanismos cerebrais envolvidos na cronificação da enxaqueca, o que pode abrir caminho para diagnósticos mais precisos e terapias mais eficazes.


“O estudo reforça que disfunções no putâmen podem estar ligadas tanto à intensificação da dor quanto à dependência de analgésicos. Esse funcionamento alterado pode inclusive servir como biomarcador”, afirma de Paula.

O neurologista também destaca que o uso crônico desses medicamentos pode prejudicar a eficácia de tratamentos consagrados, como a toxina botulínica e os medicamentos monoclonais anti-CGRP. “Essas terapias de primeira linha atuam diretamente na sensibilidade do cérebro à dor e na inflamação associada à enxaqueca, mas têm menor efeito quando o paciente mantém o uso indiscriminado de analgésicos”, ensina.


Os especialistas ouvidos pelo Metrópoles concordam que a enxaqueca crônica deve ser tratada como uma condição multifatorial, o que significa considerar fatores como alimentação, sono, estresse, hidratação e atividade física na rotina do paciente.


“O acompanhamento médico individualizado é essencial. Não basta tomar o remédio no momento da dor e esperar que o problema se resolva”, conclui de Paula.


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A pesquisa revela que o uso frequente desses medicamentos está associado a alterações em estruturas cerebrais relacionadas à memória, ao controle motor e ao processamento visual.




Sintomas da enxaqueca



  • A dor é intensa e latejante, localizada em um ou mais pontos da cabeça. Pode vir acompanhada de náuseas e vômitos.

  • Há também grande sensibilidade à luz, sons e cheiros.

  • Em alguns casos, a pessoa sente visão embaçada.

  • Também podem ocorrer episódios de aura, com pontos brilhantes ou manchas escuras na visão.

  • Formigamento e dificuldade para falar são outros sintomas possíveis.




Análise do cérebro de pacientes com enxaqueca


Os pesquisadores chineses analisaram imagens cerebrais de 63 mulheres divididas em três grupos: com enxaqueca crônica; com enxaqueca associada à cefaleia por uso excessivo de medicamentos; e um grupo de controle saudável.


Utilizando ressonância magnética multimodal, que combina diferentes tipos de imagens cerebrais, o estudo encontrou diferenças marcantes entre os grupos.


Nas pacientes que faziam o uso excessivo de medicamentos, o volume da substância cinzenta foi significativamente menor no giro para-hipocampal esquerdo (ligado à memória e regulação emocional) e no giro occipital médio direito (envolvido na atenção visual).


Também foi observada menor integridade da substância branca e redução da atividade espontânea no putâmen, estrutura associada ao controle motor e à aprendizagem.


“Esses medicamentos não tratam a doença de forma efetiva e, quanto mais remédios você toma, menos eles funcionam e mais dor você sente. É um quadro conhecido como cefaleia por uso excessivo de medicamentos”, afirma o neurologista especialista em cefaleia Tiago de Paula, membro da International Headache Society (IHS) e da Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBC).

Quando o remédio vira parte do problema


A análise mostrou que quanto mais frequente era o uso de analgésicos, maior era a atividade conjunta entre o putâmen e outras regiões cerebrais, como o lobo frontal e o giro cingulado. A comunicação exagerada entre as áreas pode contribuir para manter ou até intensificar as crises de enxaqueca ao longo do tempo.


“Essa associação faz sentido do ponto de vista clínico. O uso excessivo de analgésicos, principalmente os de ação rápida, pode levar à sensibilização central. O cérebro se torna mais ‘reativo’ à dor, o que contribui para a manutenção e até o agravamento da enxaqueca”, explica o médico intensivista e especialista em enxaqueca Felipe Brambilla, que atua em São Paulo.


Segundo Brambilla, o ideal é limitar o uso de analgésicos a, no máximo, duas ou três vezes por semana. Quando o número de crises ultrapassa quatro ou cinco dias por mês, é importante iniciar um tratamento preventivo.


“Esse tratamento pode envolver medicamentos específicos, mudanças de estilo de vida e terapias complementares. A abordagem precisa ser individualizada”, orienta.


Tratamento eficaz exige plano e acompanhamento


Além de indicar os riscos do uso excessivo de analgésicos, o estudo também ajuda a entender os mecanismos cerebrais envolvidos na cronificação da enxaqueca, o que pode abrir caminho para diagnósticos mais precisos e terapias mais eficazes.


“O estudo reforça que disfunções no putâmen podem estar ligadas tanto à intensificação da dor quanto à dependência de analgésicos. Esse funcionamento alterado pode inclusive servir como biomarcador”, afirma de Paula.

O neurologista também destaca que o uso crônico desses medicamentos pode prejudicar a eficácia de tratamentos consagrados, como a toxina botulínica e os medicamentos monoclonais anti-CGRP. “Essas terapias de primeira linha atuam diretamente na sensibilidade do cérebro à dor e na inflamação associada à enxaqueca, mas têm menor efeito quando o paciente mantém o uso indiscriminado de analgésicos”, ensina.


Os especialistas ouvidos pelo Metrópoles concordam que a enxaqueca crônica deve ser tratada como uma condição multifatorial, o que significa considerar fatores como alimentação, sono, estresse, hidratação e atividade física na rotina do paciente.


“O acompanhamento médico individualizado é essencial. Não basta tomar o remédio no momento da dor e esperar que o problema se resolva”, conclui de Paula.


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