Gordura de óleo comum pode acelerar câncer de mama agressivo

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Pesquisadores identificaram um mecanismo que pode explicar a ligação entre a dieta e o crescimento de tumores agressivos de mama. O responsável seria o ácido linoleico, gordura encontrada em óleos vegetais amplamente consumidos no Brasil, como o de soja e o de cártamo.


O estudo, conduzido por cientistas da Weill Cornell Medicine, nos Estados Unidos, e publicado na revista Science em 14 de março, mostrou que essa gordura do tipo ômega-6 pode ativar uma via de crescimento celular envolvida no câncer de mama triplo negativo — um dos tipos mais difíceis de tratar, por não responder a hormonioterapia nem a medicamentos específicos.


Como a gordura influencia o tumor?


Em experimentos com células e com camundongos, os pesquisadores observaram que o ácido linoleico ativa uma proteína chamada mTORC1, essencial para o crescimento e proliferação celular. Mas isso só ocorreu em tumores triplo negativos.


A explicação está na presença de uma outra proteína, a FABP5, encontrada em maior quantidade nesse subtipo de câncer. Ela atua como uma espécie de “ponte” entre o ácido linoleico e a ativação da via mTORC1, promovendo um ambiente mais favorável ao avanço da doença.



Animais com câncer de mama triplo negativo alimentados com dietas ricas em ácido linoleico apresentaram níveis mais altos de FABP5, maior atividade da mTORC1 e tumores de crescimento acelerado.


Implicações para a alimentação e o tratamento


Além de confirmar a ação direta dessa gordura no crescimento do tumor, os cientistas encontraram níveis elevados de FABP5 e de ácido linoleico no sangue de pacientes recém-diagnosticadas com câncer de mama triplo negativo. Isso indica que a proteína pode funcionar como um biomarcador, capaz de orientar tanto tratamentos quanto recomendações nutricionais mais personalizadas.


“Nosso estudo mostra como um nutriente da dieta pode impactar diretamente o crescimento do câncer, e oferece pistas de como adaptar a alimentação de acordo com o tipo de tumor”, afirmou o autor sênior da pesquisa, John Blenis, em comunicado.


Efeitos além do câncer de mama


Embora o foco da pesquisa tenha sido o câncer de mama, os autores destacam que a mesma via de sinalização ativada pela FABP5 pode estar envolvida em outros tumores agressivos, como alguns tipos de câncer de próstata.


Os achados também levantam questões sobre o papel do ácido linoleico em doenças crônicas como obesidade e diabetes, já que o mTORC1 regula funções metabólicas amplas no organismo.


O que isso significa na prática?


Embora não se trate de uma recomendação para cortar completamente esses alimentos, o estudo levanta a possibilidade de que, em alguns casos, especialmente em pacientes com câncer triplo negativo, o consumo excessivo dessas gorduras possa ser prejudicial.


Para os cientistas, o próximo passo é investigar se a redução do ácido linoleico na dieta pode impactar positivamente o tratamento e a progressão do câncer.


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Confira o atendimento itinerante para questões de energia elétrica

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A cada semana, a Neoenergia disponibiliza serviços técnicos e comerciais à população do DF em diferentes regiões administrativas. A clientela tem acesso a parcelamento de débitos, solicitação de reparo por danos elétricos, troca de titularidade e ligação nova, entre outros. 


Serviços da Neoenergia podem ser acessados em diferentes pontos do DF | Foto: Divulgação/Neoenergia


Além dos pontos fixos de atendimento presencial – Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Samambaia e Lago Sul -, a distribuidora também oferece serviços nos sete postos do Na Hora.


Confira abaixo o local de atendimento itinerante desta semana.


Terça-feira (22)
→ 8h às 12h: Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e Park Way
→ 14h às 18h: Sudoeste e Ceilândia


Quarta-feira (23)
→ 8h às 12h: Varjão e Lago Norte
14h às 18h: Paranoá e Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) 


Quinta-feira (24)
→ 8h às 12h: SIA e Fercal
→ 14h às 18h: Samambaia e Planaltina


Sexta-feira (25)
→ 8h às 12h: Núcleo Bandeirante
→ 9h às 16h: Setor Habitacional Pôr do Sol, Entrequadra 500/700, Área Especial, durante ação do programa GDF Mais Perto do Cidadão, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)
→ 14h às 18h: Candangolândia


Sábado (26)
→ 9h às 12h: Setor Habitacional Pôr do Sol, Entrequadra 500/700, Área Especial, ao lado do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 32, durante ação do GDF Mais Perto do Cidadão.


 


*Com informações da Neoenergia










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https://jornalismodigitaldf.com.br/confira-o-atendimento-itinerante-para-questoes-de-energia-eletrica/?fsp_sid=140758
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A cada semana, a Neoenergia disponibiliza serviços técnicos e comerciais à população do DF em diferentes regiões administrativas. A clientela tem acesso a parcelamento de débitos, solicitação de reparo por danos elétricos, troca de titularidade e ligação nova, entre outros. 


Serviços da Neoenergia podem ser acessados em diferentes pontos do DF | Foto: Divulgação/Neoenergia


Além dos pontos fixos de atendimento presencial – Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Samambaia e Lago Sul -, a distribuidora também oferece serviços nos sete postos do Na Hora.


Confira abaixo o local de atendimento itinerante desta semana.


Terça-feira (22)
→ 8h às 12h: Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e Park Way
→ 14h às 18h: Sudoeste e Ceilândia


Quarta-feira (23)
→ 8h às 12h: Varjão e Lago Norte
14h às 18h: Paranoá e Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) 


Quinta-feira (24)
→ 8h às 12h: SIA e Fercal
→ 14h às 18h: Samambaia e Planaltina


Sexta-feira (25)
→ 8h às 12h: Núcleo Bandeirante
→ 9h às 16h: Setor Habitacional Pôr do Sol, Entrequadra 500/700, Área Especial, durante ação do programa GDF Mais Perto do Cidadão, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)
→ 14h às 18h: Candangolândia


Sábado (26)
→ 9h às 12h: Setor Habitacional Pôr do Sol, Entrequadra 500/700, Área Especial, ao lado do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 32, durante ação do GDF Mais Perto do Cidadão.


 


*Com informações da Neoenergia










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Psyllium emagrece? Saiba o que é e como a fibra age no corpo

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Muito popular no Brasil, o psyllium é uma fibra solúvel feita a partir da casaca das sementes da Plantago Ovata, uma planta comum na Ásia. O suplemento é famoso por ajudar no trânsito intestinal — as fibras ajudam a formar o bolo fecal e mantê-lo hidratado, facilitando a viagem pelo intestino –, mas também tem outros benefícios para a saúde.


Um deles é a saciedade: quando ingerido diluído em água e entra em contato com os ácidos do estômago, o psyllium forma uma espécie de gel e dá a impressão de barriga cheia. Por isso, muitos usuários relatam perda de peso e diminuição da vontade de comer doces.




Benefícios do psyllium



  • Aumento da saciedade.

  • Redução do colesterol ruim (LDL).

  • Redução da glicemia, auxiliando diabéticos.

  • Normalização do trânsito intestinal.




“As fibras são fundamentais para quem quer emagrecer e ter um organismo em pleno funcionamento, mas é preciso cuidar da hidratação para não acabar enfrentando problemas de secura nas fezes”, alertou o nutricionista Bruno Ruas, também em entrevista anterior ao Metrópoles. O consumo de água é essencial para quem faz uso da fibra.


No intestino, o psyllium também diminui a absorção de gordura no organismo e ajuda a limpar depósitos da substância que estejam nas paredes do órgão.



“De forma resumida, o intestino se torna mais lento em pessoas que ingerem o psyllium. Isso tem um impacto no controle glicêmico, já que o açúcar é absorvido mais lentamente, além de diminuir também acúmulos de gordura e a sensação de fome, pois a barriga está cheia”, explicou a nutricionista Talyta Machado, que atende em Brasília, também em entrevista anterior ao Metrópoles.


Foto mostra sementes de psyllium que podem ser tomadas como suplemento para emagrecimento
Suplemento alimentar de fibras, como o psyllium deve ser tomado junto com água para não causar ressecamento do organismo

Como usar o psyllium


Os nutricionistas recomendam uma ingestão de 5 g a 10 g da fibra por dia diluída em 300 ml de água– a quantidade é equivalente a quase metade da meta diária considerada saudável. O restante deve fazer parte de uma dieta equilibrada, com legumes, vegetais e fibras.


Exagerar no psyllium pode causar produção excessiva de gases, inchaço abdominal e constipação intestinal. A quantidade exata para cada pessoa deve ser definida por um nutricionista.


Pessoas que têm doenças intestinais, constipação habitual ou usam medicamentos de uso contínuo devem consultar um especialista para garantir a segurança do uso do psyllium.


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Terceiro dia de shows na Esplanada encerra celebrações pelos 65 anos de Brasília

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As comemorações pelos 65 anos de Brasília chegaram ao fim nesta segunda-feira (21), com uma noite embalada pelos shows que reuniram milhares de pessoas na Esplanada dos Ministérios. No dia oficial do aniversário da cidade, o público vibrou ao som do pagode brasiliense do grupo Menos É Mais e do sertanejo da dupla Zé Neto & Cristiano. As apresentações coroaram o encerramento da programação festiva promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF).


O último dia ainda contou com show de drones reproduzindo os principais símbolos da capital, como a Catedral Metropolitana, a Arena BRB Mané Garrincha e a Torre de TV.


A dupla Zé Neto & Cristiano foi uma das atrações mais esperadas da noite | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília


Com o tema “O melhor tempo é agora”, as ações de festividade oficiais começaram na quinta-feira (17) com os programas Vai de Graça e Lazer Para Todos – que garantiram mais de 2,8 milhões de usuários no transporte público e mais de 48 mil visitantes no Jardim Botânico e Zoológico -, e se estendeu ao longo de cinco dias, incluindo atrações culturais no Cine Brasília, no Teatro Nacional e no Museu Nacional da República, eventos religiosos como a Via-Sacra no Morro da Capelinha e a Missa de Ação de Graças, além de festivais gastronômicos e maratona.


Entre o cantor Leon Correia e o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, a vice-governadora Celina Leão destacou a segurança e a animação da festa


“Foram três dias de festa , sem nenhuma ocorrência grave. Então é realmente uma honra fazer parte desse momento, celebrar uma cidade que virou a chave no desenvolvimento na parte social e com grandes obras. Celebrar tudo isso com esse povo que construiu a história do Distrito Federal traz uma sensação de pertencimento”, defendeu a vice-governadora, Celina Leão.


A banda Menos É Mais mostrou a força do pagode brasiliense


Segundo o secretário de Turismo, Cristiano Araújo, a festa reuniu 650 mil pessoas nos dois primeiros dias e a expectativa é que com o público desta segunda-feira o número chegue a 1 milhão.


“Foi um aniversário diferente, extraordinário, porque a gente conseguiu botar Brasília no calendário nacional de eventos. Conseguimos ver os hotéis, bares e restaurantes cheios. Conseguimos o objetivo de implementar o turismo e fazer disso uma atividade econômica, de geração de renda. Foi muito positivo”, classificou Araújo.


O secretário-executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, destacou que, mesmo com grande público, o evento foi bastante seguro em função do policiamento reforçado com policiais distribuídos em toda a Esplanada e com áreas de revista, evitando a entrada de itens proibidos. “Nós não tivemos nenhuma ocorrência grave, mesmo passando essa quantidade enorme de pessoas. Então diria que foi uma das maiores e mais seguras festas de todos os tempos”, avaliou.


Festa plural


Suene Conceição Pantoja foi de ônibus até a Esplanada e se divertiu sem gsatar nada


A primeira atração principal da noite foi o grupo Menos É Mais. Nascido em Brasília e alçado ao sucesso nacional com o projeto Churrasquinho, o grupo fez uma apresentação repleta de emoção e orgulho por voltar à terra natal. Durante duas horas, o grupo embalou o público com clássicos do samba e do pagode, além de sucessos autorais como Coração Partido, Lapada Dela e Aquele Lugar.


Fã do Menos É Mais, a diarista Suene Conceição Pantoja, 32 anos, compareceu para conferir pela primeira vez a apresentação do grupo. “Achei muito bom. Eu vim de ônibus sem gastar nada. É muito legal uma festa assim para a gente se divertir”, disse a paraense que mora há dois anos no Itapoã. “Aqui é um lugar que tem trabalho para todas as pessoas e que recebe a gente de fora muito bem”.


Em seguida, o ritmo mudou. A dupla Bruno Cesar & Rodrigo aqueceu o palco para a chegada dos sertanejos Zé Neto & Cristiano, responsáveis pelo grande encerramento da noite. A dupla presenteou os fãs com sucessos já consagrados.


Festa desde cedo



As celebrações começaram logo cedo. Das 8h30 às 10h30, uma área exclusiva recebeu atrações esportivas e musicais voltadas especialmente para o público idoso integrante do projeto Viver 60+. Às 11h, o cantor gospel Eli Soares emocionou fiéis durante clamor evangélico em bênçãos ao DF. Já à tarde, os shows das bandas Doze Por Oito e BenzaDeus e dos cantores Adriana Samartini e Leon Correia deram o tom da festa que tomaria conta da Esplanada.


Nos dias anteriores, a programação também foi intensa. Na sexta-feira (19), Wesley Safadão e Léo Santana comandaram o palco com muito forró, piseiro, axé e pagode baiano. No sábado (20), artistas nordestinos como Fagner, o projeto O Grande Encontro e Mari Fernandez encantaram o público.


A estudante Esther Mateus Dias, 19 anos, gostou tanto da estrutura e das atrações que compareceu nos três dias. “A estrutura está bem ampla, não está tumultuada, está tudo muito organizado. E os shows também, porque a gente tem uma visibilidade muito boa dos artistas. Eles estão diretamente com a gente”, comentou.


Esther Mateus Dias não perdeu nenhum dia da festa: “A estrutura está bem ampla, não está tumultuada, está tudo muito organizado”


Além das atrações musicais, o aniversário de Brasília contou com uma estrutura de lazer completa. O público pôde aproveitar tirolesa, roda-gigante, áreas dedicadas às crianças e aos pets, exposições culturais e uma ampla praça de alimentação. A organização do evento ficou por conta do Instituto Eleva, com apoio da Secretaria de Turismo do DF (Setur-DF). Ao todo, foram investidos R$ 15 milhões para a realização da festa.


Celebração para a família


A estrutura ampla e segura atraiu muitas famílias à área central. A dona de casa Hadassa Naysa, 28 anos, foi de Ceilândia com as filhas, a irmã, a mãe e o pai. “É um espaço que dá para aproveitar quem vem sozinho e também quem vem com a família toda, porque a gente vê que tem bastante segurança, banheiros e área que dá para brincar com as crianças. Está bem organizado”, destacou.


Hadassa Naysa levou toda a família para curtir a celebração pelos 65 anos de Brasília


A contadora Patrícia Lima, 40 anos, reuniu 20 amigos para curtir a programação do aniversário da cidade e gostou do que viu. “Estou achando maravilhoso. Tudo organizado e muito aconchegante. A estrutura é digna de show, com segurança, revista, tudo muito seguro”, afirmou. “Estamos aqui umas 20 pessoas de vários lugares. Ninguém gastou nada para estar aqui. Todo mundo deixou o carro em casa e veio de ônibus”, completou.


O rodoviário Nadir Carreiro dos Santos, 42 anos, foi até o aniversário de Brasília pelo pagode do Menos É Mais. “Vim me divertir com a minha filha e com a minha esposa, trazer a família para ver um pagode”, revelou. “Estou achando muito seguro e legal, porque o lazer da população é sempre importante”, acrescentou.


22/04/2025 - Terceiro dia de shows na Esplanada encerra celebrações pelos 65 anos de Brasília










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Terceiro dia de shows na Esplanada encerra celebrações pelos 65 anos de Brasília

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As comemorações pelos 65 anos de Brasília chegaram ao fim nesta segunda-feira (21), com uma noite embalada pelos shows que reuniram milhares de pessoas na Esplanada dos Ministérios. No dia oficial do aniversário da cidade, o público vibrou ao som do pagode brasiliense do grupo Menos É Mais e do sertanejo da dupla Zé Neto & Cristiano. As apresentações coroaram o encerramento da programação festiva promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF).


O último dia ainda contou com show de drones reproduzindo os principais símbolos da capital, como a Catedral Metropolitana, a Arena BRB Mané Garrincha e a Torre de TV.


A dupla Zé Neto & Cristiano foi uma das atrações mais esperadas da noite | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília


Com o tema “O melhor tempo é agora”, as ações de festividade oficiais começaram na quinta-feira (17) com os programas Vai de Graça e Lazer Para Todos – que garantiram mais de 2,8 milhões de usuários no transporte público e mais de 48 mil visitantes no Jardim Botânico e Zoológico -, e se estendeu ao longo de cinco dias, incluindo atrações culturais no Cine Brasília, no Teatro Nacional e no Museu Nacional da República, eventos religiosos como a Via-Sacra no Morro da Capelinha e a Missa de Ação de Graças, além de festivais gastronômicos e maratona.


Entre o cantor Leon Correia e o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, a vice-governadora Celina Leão destacou a segurança e a animação da festa


“Foram três dias de festa , sem nenhuma ocorrência grave. Então é realmente uma honra fazer parte desse momento, celebrar uma cidade que virou a chave no desenvolvimento na parte social e com grandes obras. Celebrar tudo isso com esse povo que construiu a história do Distrito Federal traz uma sensação de pertencimento”, defendeu a vice-governadora, Celina Leão.


A banda Menos É Mais mostrou a força do pagode brasiliense


Segundo o secretário de Turismo, Cristiano Araújo, a festa reuniu 650 mil pessoas nos dois primeiros dias e a expectativa é que com o público desta segunda-feira o número chegue a 1 milhão.


“Foi um aniversário diferente, extraordinário, porque a gente conseguiu botar Brasília no calendário nacional de eventos. Conseguimos ver os hotéis, bares e restaurantes cheios. Conseguimos o objetivo de implementar o turismo e fazer disso uma atividade econômica, de geração de renda. Foi muito positivo”, classificou Araújo.


O secretário-executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, destacou que, mesmo com grande público, o evento foi bastante seguro em função do policiamento reforçado com policiais distribuídos em toda a Esplanada e com áreas de revista, evitando a entrada de itens proibidos. “Nós não tivemos nenhuma ocorrência grave, mesmo passando essa quantidade enorme de pessoas. Então diria que foi uma das maiores e mais seguras festas de todos os tempos”, avaliou.


Festa plural


Suene Conceição Pantoja foi de ônibus até a Esplanada e se divertiu sem gsatar nada


A primeira atração principal da noite foi o grupo Menos É Mais. Nascido em Brasília e alçado ao sucesso nacional com o projeto Churrasquinho, o grupo fez uma apresentação repleta de emoção e orgulho por voltar à terra natal. Durante duas horas, o grupo embalou o público com clássicos do samba e do pagode, além de sucessos autorais como Coração Partido, Lapada Dela e Aquele Lugar.


Fã do Menos É Mais, a diarista Suene Conceição Pantoja, 32 anos, compareceu para conferir pela primeira vez a apresentação do grupo. “Achei muito bom. Eu vim de ônibus sem gastar nada. É muito legal uma festa assim para a gente se divertir”, disse a paraense que mora há dois anos no Itapoã. “Aqui é um lugar que tem trabalho para todas as pessoas e que recebe a gente de fora muito bem”.


Em seguida, o ritmo mudou. A dupla Bruno Cesar & Rodrigo aqueceu o palco para a chegada dos sertanejos Zé Neto & Cristiano, responsáveis pelo grande encerramento da noite. A dupla presenteou os fãs com sucessos já consagrados.


Festa desde cedo



As celebrações começaram logo cedo. Das 8h30 às 10h30, uma área exclusiva recebeu atrações esportivas e musicais voltadas especialmente para o público idoso integrante do projeto Viver 60+. Às 11h, o cantor gospel Eli Soares emocionou fiéis durante clamor evangélico em bênçãos ao DF. Já à tarde, os shows das bandas Doze Por Oito e BenzaDeus e dos cantores Adriana Samartini e Leon Correia deram o tom da festa que tomaria conta da Esplanada.


Nos dias anteriores, a programação também foi intensa. Na sexta-feira (19), Wesley Safadão e Léo Santana comandaram o palco com muito forró, piseiro, axé e pagode baiano. No sábado (20), artistas nordestinos como Fagner, o projeto O Grande Encontro e Mari Fernandez encantaram o público.


A estudante Esther Mateus Dias, 19 anos, gostou tanto da estrutura e das atrações que compareceu nos três dias. “A estrutura está bem ampla, não está tumultuada, está tudo muito organizado. E os shows também, porque a gente tem uma visibilidade muito boa dos artistas. Eles estão diretamente com a gente”, comentou.


Esther Mateus Dias não perdeu nenhum dia da festa: “A estrutura está bem ampla, não está tumultuada, está tudo muito organizado”


Além das atrações musicais, o aniversário de Brasília contou com uma estrutura de lazer completa. O público pôde aproveitar tirolesa, roda-gigante, áreas dedicadas às crianças e aos pets, exposições culturais e uma ampla praça de alimentação. A organização do evento ficou por conta do Instituto Eleva, com apoio da Secretaria de Turismo do DF (Setur-DF). Ao todo, foram investidos R$ 15 milhões para a realização da festa.


Celebração para a família


A estrutura ampla e segura atraiu muitas famílias à área central. A dona de casa Hadassa Naysa, 28 anos, foi de Ceilândia com as filhas, a irmã, a mãe e o pai. “É um espaço que dá para aproveitar quem vem sozinho e também quem vem com a família toda, porque a gente vê que tem bastante segurança, banheiros e área que dá para brincar com as crianças. Está bem organizado”, destacou.


Hadassa Naysa levou toda a família para curtir a celebração pelos 65 anos de Brasília


A contadora Patrícia Lima, 40 anos, reuniu 20 amigos para curtir a programação do aniversário da cidade e gostou do que viu. “Estou achando maravilhoso. Tudo organizado e muito aconchegante. A estrutura é digna de show, com segurança, revista, tudo muito seguro”, afirmou. “Estamos aqui umas 20 pessoas de vários lugares. Ninguém gastou nada para estar aqui. Todo mundo deixou o carro em casa e veio de ônibus”, completou.


O rodoviário Nadir Carreiro dos Santos, 42 anos, foi até o aniversário de Brasília pelo pagode do Menos É Mais. “Vim me divertir com a minha filha e com a minha esposa, trazer a família para ver um pagode”, revelou. “Estou achando muito seguro e legal, porque o lazer da população é sempre importante”, acrescentou.


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Conheça os sinais do autismo na vida adulta e dicas de adaptações

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O conhecimento sobre o autismo tem avançado, mas ainda persiste uma lacuna importante quando o tema envolve a fase adulta. Muitas vezes, a falta de informações específicas impede que adultos no espectro sejam compreendidos, diagnosticados e acompanhados adequadamente.


Durante o Abril Azul, mês dedicado à conscientização sobre o autismo, os sinais do transtorno do espectro autista (TEA) na vida adulta ganham destaque. Para algumas pessoas, o diagnóstico ocorre na infância; contudo, muitas outras chegam à fase adulta sem saber que são autistas, enfrentando desafios no trabalho, na vida social e nas rotinas diárias.



Impactos do diagnóstico tardio do autismo


Muitos adultos no espectro autista passam a vida sem diagnóstico e se mantêm sem compreender por que enfrentam dificuldades em situações do dia a dia. A ausência de suporte desde cedo pode resultar em isolamento social, dificuldades para manter atividades da vida adulta e baixa autoestima. Todavia, reconhecer os sinais do espectro autista em adultos é fundamental para garantir acesso a um ambiente mais inclusivo e com oportunidades igualitárias.


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Leia a notícia completa no portal NSC Total, parceiro do Metrópoles.


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Relembre os primeiros passos da educação pública no DF

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Há 65 anos, em meio à poeira vermelha e aos sonhos da nova capital, uma revolução educacional nascia junto com Brasília. A história da educação pública no Distrito Federal tem início em 1956, com a criação do Departamento de Educação e Difusão Cultural, sob a direção de Ernesto Silva, membro da primeira diretoria da Novacap. Coube a Anísio Teixeira, então diretor do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos, elaborar, em outubro de 1957, o Plano do Sistema Escolar Público de Brasília.


No mesmo mês, enquanto tratores e operários erguiam a futura capital, surgia a primeira escola da rede pública do DF: o Grupo Escolar 1 (GE-1), mais tarde renomeado Escola Júlia Kubitschek, em homenagem à mãe do presidente Juscelino Kubitschek, professora primária aposentada. Projetada por Oscar Niemeyer e apelidada de Catetinho da Educação devido às semelhanças arquitetônicas com o Palácio do Catetinho — ambos construídos em madeira —, a escola foi erguida em apenas 20 dias no núcleo pioneiro da Novacap, hoje Candangolândia.


A Escola Parque 307/308 Sul está entre as estruturas pioneiras de Brasília, que seguem em pleno funcionamento | Fotos: Felipe Noronha/SEEDF


A Escola Júlia Kubitschek seguia os princípios da Escola Nova, oferecendo educação em tempo integral, modelo que rompia com os padrões da época. “Era uma proposta inovadora, voltada para o desenvolvimento completo das crianças”, comenta a professora Martita Icó, que atua no Museu da Educação há 15 anos.


A primeira turma contava com 150 alunos e quatro professoras, mas esse número logo aumentou com a chegada de novas famílias à capital em construção. “Foi um privilégio participar dos primórdios da educação em Brasília. Na Escola Júlia Kubitschek, mesmo com uma infraestrutura simples, vivíamos a educação do futuro. Atendíamos os filhos dos pioneiros em tempo integral, aplicando os ideais da Escola Nova. Cada aula era uma pequena revolução educacional em meio ao canteiro de obras da nova capital”, relembra Marilda Guimarães Mundim, 85 anos, uma das primeiras professoras da instituição.


Martita Icó lembra o início da educação no DF, com a Escola Júlia Kubitschek: “Era uma proposta inovadora, voltada para o desenvolvimento completo das crianças”


Entre 1957 e 1960, o sistema educacional do DF cresceu rapidamente, alcançando cerca de 4.700 alunos matriculados em 22 escolas provisórias, que atendiam os filhos dos trabalhadores espalhados pelas frentes de obra. Em 1960, ano da inauguração oficial de Brasília, já havia 42 professores concursados atuando nas escolas pioneiras, muitos vindos de outros estados, atraídos pela chance de integrar um projeto educacional revolucionário.


O plano inovador de Anísio Teixeira


O Plano de Construções Escolares de Brasília (PCEB), idealizado por Anísio Teixeira em sintonia com o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova (1932), transformou a capital em um laboratório de um projeto educacional único no Brasil. Integrado ao plano urbanístico da cidade, o PCEB inovou em vários aspectos: as escolas ofereceriam educação integral, com atividades acadêmicas, culturais e esportivas ao longo do dia.


A primeira turma da Escola Júlia Kubitschek contava com 150 alunos e quatro professoras | Foto: Divulgação/Arquivo Público do DF


Para isso, a cada quatro Escolas Classe, destinadas ao ensino formal, haveria uma Escola Parque, voltada a atividades artísticas, sociais e recreativas, inseridas no conceito de unidade de vizinhança das superquadras do Plano Piloto. “Anísio Teixeira sonhava com uma educação que formasse o ser humano em sua totalidade”, explica Martita Icó. “As Escolas Parque, estrategicamente localizadas nas superquadras, eram centros de formação cultural e cidadã.”


Nove dessas estruturas pioneiras ainda funcionam no Plano Piloto: Jardim de Infância 21 de Abril, Jardim de Infância da 208 Sul, Escola Classe da 206 Sul, Centro de Ensino Fundamental CASEB, Escola Classe da 108 Sul, Centro de Ensino Fundamental 01 de Brasília, Escola Classe 308 Sul e a icônica Escola Parque 307-308 Sul. Fora do Plano Piloto, destacam-se outras escolas pioneiras, como a Escola Classe 01 de Taguatinga, Escola Classe Cerâmica da Benção, Escola Classe Granja do Torto, Escola Classe Riacho Fundo, Centro Educacional Fercal, Centro de Ensino Médio EIT, Centro de Ensino Fundamental 01 do Paranoá e Centro de Ensino Fundamental Tamanduá, símbolos vivos desse projeto visionário.


Legado que permanece



“Anísio Teixeira não apenas concebeu estruturas físicas integradas à cidade, mas estabeleceu uma filosofia educacional que ainda nos guia”


Hélvia Paranaguá, secretária de Educação



Para a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, o legado de Anísio Teixeira segue presente na rede pública do DF. “Seu projeto visionário foi muito além de seu tempo. Ele não apenas concebeu estruturas físicas integradas à cidade, mas estabeleceu uma filosofia educacional que ainda nos guia. A educação integral, a valorização das artes e da cultura e a democratização do conhecimento são pilares que ele inseriu no DNA da educação do Distrito Federal e que continuam nos orientando. Após 65 anos, sua visão humanista e transformadora segue nos inspirando, adaptada aos desafios atuais.”


Apesar das transformações ao longo das décadas, os princípios como a educação integral, a formação cultural e a busca pela democratização do ensino ainda influenciam a educação no DF. “Aqueles primeiros anos definiram muito do que somos. O espírito inovador e o compromisso com uma educação transformadora permanecem nossa marca”, resume Hélvia Paranaguá.


*Com informações da Secretaria de Educação










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Relembre os primeiros passos da educação pública no DF

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Há 65 anos, em meio à poeira vermelha e aos sonhos da nova capital, uma revolução educacional nascia junto com Brasília. A história da educação pública no Distrito Federal tem início em 1956, com a criação do Departamento de Educação e Difusão Cultural, sob a direção de Ernesto Silva, membro da primeira diretoria da Novacap. Coube a Anísio Teixeira, então diretor do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos, elaborar, em outubro de 1957, o Plano do Sistema Escolar Público de Brasília.


No mesmo mês, enquanto tratores e operários erguiam a futura capital, surgia a primeira escola da rede pública do DF: o Grupo Escolar 1 (GE-1), mais tarde renomeado Escola Júlia Kubitschek, em homenagem à mãe do presidente Juscelino Kubitschek, professora primária aposentada. Projetada por Oscar Niemeyer e apelidada de Catetinho da Educação devido às semelhanças arquitetônicas com o Palácio do Catetinho — ambos construídos em madeira —, a escola foi erguida em apenas 20 dias no núcleo pioneiro da Novacap, hoje Candangolândia.


A Escola Parque 307/308 Sul está entre as estruturas pioneiras de Brasília, que seguem em pleno funcionamento | Fotos: Felipe Noronha/SEEDF


A Escola Júlia Kubitschek seguia os princípios da Escola Nova, oferecendo educação em tempo integral, modelo que rompia com os padrões da época. “Era uma proposta inovadora, voltada para o desenvolvimento completo das crianças”, comenta a professora Martita Icó, que atua no Museu da Educação há 15 anos.


A primeira turma contava com 150 alunos e quatro professoras, mas esse número logo aumentou com a chegada de novas famílias à capital em construção. “Foi um privilégio participar dos primórdios da educação em Brasília. Na Escola Júlia Kubitschek, mesmo com uma infraestrutura simples, vivíamos a educação do futuro. Atendíamos os filhos dos pioneiros em tempo integral, aplicando os ideais da Escola Nova. Cada aula era uma pequena revolução educacional em meio ao canteiro de obras da nova capital”, relembra Marilda Guimarães Mundim, 85 anos, uma das primeiras professoras da instituição.


Martita Icó lembra o início da educação no DF, com a Escola Júlia Kubitschek: “Era uma proposta inovadora, voltada para o desenvolvimento completo das crianças”


Entre 1957 e 1960, o sistema educacional do DF cresceu rapidamente, alcançando cerca de 4.700 alunos matriculados em 22 escolas provisórias, que atendiam os filhos dos trabalhadores espalhados pelas frentes de obra. Em 1960, ano da inauguração oficial de Brasília, já havia 42 professores concursados atuando nas escolas pioneiras, muitos vindos de outros estados, atraídos pela chance de integrar um projeto educacional revolucionário.


O plano inovador de Anísio Teixeira


O Plano de Construções Escolares de Brasília (PCEB), idealizado por Anísio Teixeira em sintonia com o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova (1932), transformou a capital em um laboratório de um projeto educacional único no Brasil. Integrado ao plano urbanístico da cidade, o PCEB inovou em vários aspectos: as escolas ofereceriam educação integral, com atividades acadêmicas, culturais e esportivas ao longo do dia.


A primeira turma da Escola Júlia Kubitschek contava com 150 alunos e quatro professoras | Foto: Divulgação/Arquivo Público do DF


Para isso, a cada quatro Escolas Classe, destinadas ao ensino formal, haveria uma Escola Parque, voltada a atividades artísticas, sociais e recreativas, inseridas no conceito de unidade de vizinhança das superquadras do Plano Piloto. “Anísio Teixeira sonhava com uma educação que formasse o ser humano em sua totalidade”, explica Martita Icó. “As Escolas Parque, estrategicamente localizadas nas superquadras, eram centros de formação cultural e cidadã.”


Nove dessas estruturas pioneiras ainda funcionam no Plano Piloto: Jardim de Infância 21 de Abril, Jardim de Infância da 208 Sul, Escola Classe da 206 Sul, Centro de Ensino Fundamental CASEB, Escola Classe da 108 Sul, Centro de Ensino Fundamental 01 de Brasília, Escola Classe 308 Sul e a icônica Escola Parque 307-308 Sul. Fora do Plano Piloto, destacam-se outras escolas pioneiras, como a Escola Classe 01 de Taguatinga, Escola Classe Cerâmica da Benção, Escola Classe Granja do Torto, Escola Classe Riacho Fundo, Centro Educacional Fercal, Centro de Ensino Médio EIT, Centro de Ensino Fundamental 01 do Paranoá e Centro de Ensino Fundamental Tamanduá, símbolos vivos desse projeto visionário.


Legado que permanece



“Anísio Teixeira não apenas concebeu estruturas físicas integradas à cidade, mas estabeleceu uma filosofia educacional que ainda nos guia”


Hélvia Paranaguá, secretária de Educação



Para a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, o legado de Anísio Teixeira segue presente na rede pública do DF. “Seu projeto visionário foi muito além de seu tempo. Ele não apenas concebeu estruturas físicas integradas à cidade, mas estabeleceu uma filosofia educacional que ainda nos guia. A educação integral, a valorização das artes e da cultura e a democratização do conhecimento são pilares que ele inseriu no DNA da educação do Distrito Federal e que continuam nos orientando. Após 65 anos, sua visão humanista e transformadora segue nos inspirando, adaptada aos desafios atuais.”


Apesar das transformações ao longo das décadas, os princípios como a educação integral, a formação cultural e a busca pela democratização do ensino ainda influenciam a educação no DF. “Aqueles primeiros anos definiram muito do que somos. O espírito inovador e o compromisso com uma educação transformadora permanecem nossa marca”, resume Hélvia Paranaguá.


*Com informações da Secretaria de Educação










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https://jornalismodigitaldf.com.br/relembre-os-primeiros-passos-da-educacao-publica-no-df/?fsp_sid=140715
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Mais de 2,8 milhões de usuários utilizaram o programa Vai de Graça no feriado

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A população do Distrito Federal aderiu ao programa Vai de Graça durante o feriado prolongado. Segundo dados da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), 2.897.825 pessoas usaram o transporte público entre quinta-feira (17) e domingo (20).


Somente na quinta-feira, foram registrados 1,2 milhões de passageiros se beneficiando do Vai de Graça | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília


O dia de maior circulação foi no ponto facultativo de quinta-feira, quando foram registradas 1,2 milhão de pessoas aproveitando a gratuidade. No sábado (19), que marcou o primeiro dia de shows na Esplanada dos Ministérios, o programa também foi bastante utilizado. Na data foram 736 mil usuários.



“A população está se divertindo e conhecendo essa capital histórica”


Celina Leão, vice-governadora



O sucesso do Vai de Graça foi destacado pela vice-governadora Celina Leão durante o último dia de celebrações dos 65 anos de Brasília. “O Vai de Graça foi um sucesso. Nós tivemos mais de 2,8 milhões de pessoas que moram no Distrito Federal, de várias regiões administrativas, usando o serviço. Ou seja, a população está se divertindo e conhecendo essa capital histórica”, afirmou.



Lançado no Carnaval, o benefício do GDF que permite a gratuidade dos ônibus e do metrô aos domingos e feriados foi estendido pelo governador Ibaneis Rocha neste feriado. De acordo com decreto, o programa foi ampliado para os cinco dias do feriado da Semana Santa e do aniversário dos 65 anos de Brasília.


Lazer para Todos


Outro programa que oferece gratuidade à população, o Lazer para Todos também foi um sucesso no feriado. Mais de 48 mil pessoas visitaram o Jardim Botânico e o Zoológico de Brasília entre quinta-feira e segunda-feira (21) sem pagar ingresso.










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