França: Le Pen participa de comício após condenação e ataca Justiça

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A líder da ultradireita francesa Marine Le Pen participou nesse domingo (6/4) de um comício em Paris na esteira de sua condenação por corrupção nesta semana, que resultou na sua inelegibilidade e deve impedi-la de concorrer às eleições presidenciais de 2027.


Diante de milhares de apoiadores reunidos na Place Vauban, em Paris, Le Pen afirmou ser alvo de “perseguição” judicial, assim como outros líderes de ultradireita, entre os quais citou o vice-primeiro-ministro italiano Matteo Salvini.


Ela ainda afirmou que “não vai cruzar os braços” e denunciou “as mentiras, calúnias e julgamentos forjados” aos quais afirmou ter sido submetida. Também classificou a condenação como um “caça às bruxas”.


“Não foi uma decisão judicial, foi uma decisão política”, declarou a líder do partido Reunião Nacional (RN), sob os aplausos de membros da legenda e apoiadores. De acordo com a polícia, 8.000 pessoas eram esperadas no comício da RN em Paris.



Le Pen ainda afirmou que, com essa condenação, os direitos civis estão em risco na França e chegou a citar Martin Luther King, pastor afro-americano e ativista que foi assassinado em 1968 por um segregacionista branco.


“Nossa luta será pacífica, uma luta democrática. Tomemos como exemplo Martin Luther King, que defendeu os direitos civis, os mesmos que estão sendo questionados na França hoje”, declarou.


Além de King, Le Pen também se comparou a Alexei Navalny, o dissidente russo que morreu em uma prisão no Ártico em 2024 após ser detido pelo regime de Vladimir Putin.


A líder do RN, condenada por ser a principal responsável pelo desvio de 4,1 milhões de euros do Parlamento Europeu em benefício do partido, insistiu que “sofreu um processo político” e criticou a “brutalidade” da União Europeia (UE) e a parcialidade do Ministério Público da França.


“Tive que ser eliminada da vida política, e sem possibilidade de apelação”, reclamou Le Pen, referindo-se à execução imediata de sua proibição de exercer cargos públicos por cinco anos, que ela espera ver reduzida em um recurso que será decidido em 2026, antes das eleições de 2027, para as quais, segundo as pesquisas, ela é a favorita.


Condenação


A líder ultradireitista e atual deputada disse ainda que “o Estado de direito e a democracia estão sendo desrespeitados” por sua condenação e lembrou que 13 milhões de eleitores “têm o mesmo valor” que os demais cidadãos.


Embora Le Pen tenha dito que recorrerá de sua condenação, Jordan Bardella está sendo apontado como o mais provável próximo candidato presidencial do RN. O político de 29 anos é o atual líder do RN de Le Pen.


Le Pen foi condenada por malversação de verbas públicas, juntamente com mais de 20 outros réus que trabalhavam para o seu partido, Reunião Nacional (RN). A acusação concreta foi fingir contratar para o Parlamento Europeu pessoal que, pelo menos em parte, trabalhava para a RN na França.


A intenção teria sido “o enriquecimento do partido”, enfatizou a juíza encarregada, ao ler a sentença. Na qualidade de presidente da RN de 2011 a 2022, Le Pen estaria “no centro” dessa operação, conduzida entre 2004 e 2016.


Partidos rivais criticam Le Pen por comício


Em um evento partidário paralelo ao comício de Le Pen, membros do partido centrista Renascença, do deputado e ex-premiê Gabriel Attal e do atual presidente Emmanuel Macron, alertaram para uma “ameaça existencial ao Estado de Direito” diante das reações de membros do RN. “Você rouba, você paga”, disse Attal, em referência a Le Pen, durante um evento na Cité du Cinéma, em Saint-Denis.


Paralelamente, uma contramanifestação foi organizada pela esquerda reuniu militantes ecologistas, comunistas e da esquerda radical na praça da República, para defender a separação dos poderes, depois que a Justiça passou a ser alvo de ataques da ultradireita. O deputado de esquerda Manuel Bompard, coordenador do partido França Insubmissa, disse que o RN estava mostrando sua “verdadeira face”, a de um partido “perigoso para a democracia”, ao organizar um comício em apoio a Marine Le Pen após sua condenação.


A decisão judicial contra Le Pen repercutiu para além de França, polarizando o país e provocando também repercussões nos círculos de ultradireita de toda a Europa, com Le Pen recebendo apoio de políticos como o premiê húngaro Viktor Orbán.


Nas vésperas do protesto, uma pesquisa revelou que quase metade dos franceses (49%), um aumento de sete pontos percentuais num mês, quer que Marine Le Pen seja candidata às próximas eleições presidenciais, em 2027.


Leia mais reportagens como essa no DW, parceiro do Metrópoles. 






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https://jornalismodigitaldf.com.br/franca-le-pen-participa-de-comicio-apos-condenacao-e-ataca-justica/?fsp_sid=133790
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França: Le Pen participa de comício após condenação e ataca Justiça

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A líder da ultradireita francesa Marine Le Pen participou nesse domingo (6/4) de um comício em Paris na esteira de sua condenação por corrupção nesta semana, que resultou na sua inelegibilidade e deve impedi-la de concorrer às eleições presidenciais de 2027.


Diante de milhares de apoiadores reunidos na Place Vauban, em Paris, Le Pen afirmou ser alvo de “perseguição” judicial, assim como outros líderes de ultradireita, entre os quais citou o vice-primeiro-ministro italiano Matteo Salvini.


Ela ainda afirmou que “não vai cruzar os braços” e denunciou “as mentiras, calúnias e julgamentos forjados” aos quais afirmou ter sido submetida. Também classificou a condenação como um “caça às bruxas”.


“Não foi uma decisão judicial, foi uma decisão política”, declarou a líder do partido Reunião Nacional (RN), sob os aplausos de membros da legenda e apoiadores. De acordo com a polícia, 8.000 pessoas eram esperadas no comício da RN em Paris.



Le Pen ainda afirmou que, com essa condenação, os direitos civis estão em risco na França e chegou a citar Martin Luther King, pastor afro-americano e ativista que foi assassinado em 1968 por um segregacionista branco.


“Nossa luta será pacífica, uma luta democrática. Tomemos como exemplo Martin Luther King, que defendeu os direitos civis, os mesmos que estão sendo questionados na França hoje”, declarou.


Além de King, Le Pen também se comparou a Alexei Navalny, o dissidente russo que morreu em uma prisão no Ártico em 2024 após ser detido pelo regime de Vladimir Putin.


A líder do RN, condenada por ser a principal responsável pelo desvio de 4,1 milhões de euros do Parlamento Europeu em benefício do partido, insistiu que “sofreu um processo político” e criticou a “brutalidade” da União Europeia (UE) e a parcialidade do Ministério Público da França.


“Tive que ser eliminada da vida política, e sem possibilidade de apelação”, reclamou Le Pen, referindo-se à execução imediata de sua proibição de exercer cargos públicos por cinco anos, que ela espera ver reduzida em um recurso que será decidido em 2026, antes das eleições de 2027, para as quais, segundo as pesquisas, ela é a favorita.


Condenação


A líder ultradireitista e atual deputada disse ainda que “o Estado de direito e a democracia estão sendo desrespeitados” por sua condenação e lembrou que 13 milhões de eleitores “têm o mesmo valor” que os demais cidadãos.


Embora Le Pen tenha dito que recorrerá de sua condenação, Jordan Bardella está sendo apontado como o mais provável próximo candidato presidencial do RN. O político de 29 anos é o atual líder do RN de Le Pen.


Le Pen foi condenada por malversação de verbas públicas, juntamente com mais de 20 outros réus que trabalhavam para o seu partido, Reunião Nacional (RN). A acusação concreta foi fingir contratar para o Parlamento Europeu pessoal que, pelo menos em parte, trabalhava para a RN na França.


A intenção teria sido “o enriquecimento do partido”, enfatizou a juíza encarregada, ao ler a sentença. Na qualidade de presidente da RN de 2011 a 2022, Le Pen estaria “no centro” dessa operação, conduzida entre 2004 e 2016.


Partidos rivais criticam Le Pen por comício


Em um evento partidário paralelo ao comício de Le Pen, membros do partido centrista Renascença, do deputado e ex-premiê Gabriel Attal e do atual presidente Emmanuel Macron, alertaram para uma “ameaça existencial ao Estado de Direito” diante das reações de membros do RN. “Você rouba, você paga”, disse Attal, em referência a Le Pen, durante um evento na Cité du Cinéma, em Saint-Denis.


Paralelamente, uma contramanifestação foi organizada pela esquerda reuniu militantes ecologistas, comunistas e da esquerda radical na praça da República, para defender a separação dos poderes, depois que a Justiça passou a ser alvo de ataques da ultradireita. O deputado de esquerda Manuel Bompard, coordenador do partido França Insubmissa, disse que o RN estava mostrando sua “verdadeira face”, a de um partido “perigoso para a democracia”, ao organizar um comício em apoio a Marine Le Pen após sua condenação.


A decisão judicial contra Le Pen repercutiu para além de França, polarizando o país e provocando também repercussões nos círculos de ultradireita de toda a Europa, com Le Pen recebendo apoio de políticos como o premiê húngaro Viktor Orbán.


Nas vésperas do protesto, uma pesquisa revelou que quase metade dos franceses (49%), um aumento de sete pontos percentuais num mês, quer que Marine Le Pen seja candidata às próximas eleições presidenciais, em 2027.


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Maioria das causas de mortalidade materna poderia ser evitada

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A cada ano, cerca de 300 mil mulheres morrem devido a complicações da gravidez — o equivalente a uma morte a cada dois minutos. Atualmente, a taxa global de mortalidade materna é de 223 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos. Essa realidade está bem distante da meta estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de 70 mortes a cada 100 mil nascidos vivos até 2030. De acordo com a própria OMS, quatro em cada cinco países não vão conseguir atingir esse número.


Por isso, a entidade escolheu o Dia Mundial da Saúde, celebrado todos os anos em 7 de abril, para lançar uma campanha voltada à saúde materno-infantil. Intitulada Healthy beginnings, hopeful futures (em tradução livre, “começos saudáveis, futuros promissores”), a iniciativa visa promover esforços para reduzir as mortes evitáveis, causadas frequentemente por problemas não detectados.


As principais causas de morte materna no mundo são hemorragias, que respondem por cerca de 30% dos casos, e problemas decorrentes da hipertensão, como pré-eclâmpsia, responsável por 15% dos óbitos, segundo um estudo divulgado pela OMS.


“A maioria dessas mortes é evitável, desde que haja acesso a tratamentos eficazes e cuidados de saúde adequados durante a gestação e o parto. Em um pré-natal adequado, é possível detectar o risco de pré-eclâmpsia, iniciar medidas preventivas e, mais que isso, começar precocemente o controle da pressão arterial, por exemplo”, observa o ginecologista e obstetra Romulo Negrini, coordenador médico materno-infantil do Hospital Israelita Albert Einstein.


Além disso, há problemas relacionados à assistência hospitalar, que incluem tanto o não reconhecimento das condições potencialmente ameaçadoras à vida como seu manejo.


“Não raro, sangramentos aumentados pós-parto, por exemplo, são negligenciados e medidas terapêuticas passam a ser iniciadas de forma tímida e tardia. Fatores como falta de acesso a serviços de saúde de qualidade, infraestrutura inadequada e desigualdades socioeconômicas contribuem para a persistência dessas causas de mortalidade materna”, analisa o obstetra.


Outras causas significativas incluem infecções puerperais e complicações decorrentes de abortos inseguros. “Em um país em que o aborto não é liberado e a condição socioeconômica média da população é baixa, a busca por abortamentos clandestinos, utilizando-se de métodos não tradicionais, é comum e isso pode elevar o risco de morte”, pontua Negrini.


Já doenças infecciosas, como HIV/aids e malária, respondem por quase um quarto da mortalidade materno-infantil no planeta.


Para prevenir essas complicações, é essencial garantir assistência pré-natal de qualidade, acesso a profissionais de saúde capacitados durante o parto e cuidados adequados no pós-parto. Educação em saúde, planejamento familiar e acesso a serviços de saúde reprodutiva também são fundamentais na redução dessas mortes.


Desigualdade social e mortes no Brasil


O Brasil apresentou uma queda significativa na mortalidade materna desde 1990, mas os números ainda estão aquém das metas estabelecidas pela OMS.


Após um aumento causado pela pandemia de Covid-19 — em 2021, o país chegou a 107 mortes por 100 mil nascidos vivos —, as taxas já voltaram aos patamares pré-pandêmicos: no ano passado, foram registradas 57 mortes por 100 mil nascidos vivos.


No entanto, ainda estamos longe da meta para o continente americano, que é de 30 óbitos. Para se ter uma ideia, países de alta renda têm índice de mortalidade materna em torno de 12 por 100 mil nascidos vivos.


Por aqui, as principais causas de morte materna também são síndromes hipertensivas, hemorragias, infecções puerperais e complicações de abortos inseguros.


“Nas últimas décadas, o Brasil avançou na ampliação da cobertura de assistência pré-natal e no acesso a serviços de saúde materna. No entanto, persistem desafios relacionados à qualidade dessa assistência, especialmente em áreas rurais e periféricas”, observa Negrini.


A mortalidade materna ainda é alta em regiões com menor desenvolvimento socioeconômico, evidenciando a necessidade de políticas públicas que reduzam essas disparidades. “O quesito raça/cor também merece atenção, porque sabemos que, dentro do mesmo nível socioeconômico, mulheres pretas e pardas morrem mais que brancas”, ressalta o especialista.


Na visão de Negrini, além da desigualdade no acesso a serviços de saúde de qualidade, outros entraves para reduzir a mortalidade materna no país são a necessidade de aprimorar a formação e distribuição de profissionais de saúde e fatores socioeconômicos, como pobreza e baixa escolaridade.


“Cria-se um problema de três faces: primeiro, a falta de informação da população dificulta o reconhecimento do problema de saúde ou até o início do pré-natal; segundo que, mesmo reconhecendo o risco, há dificuldade de acesso ao serviço de saúde, especialmente em áreas mais pobres e remotas; e finalmente, a qualidade do serviço que recebe essas mulheres, que não só demora a reconhecer o problema como atua de maneira inadequada, e isso tem a ver tanto com infraestrutura como qualidade da formação profissional”, avalia o médico do Einstein.


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Escola no Riacho Fundo II apresenta proposta para o novo PNE – Secretaria de Estado de Educação

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Projeto Dandaras e Carolinas propõe ações para educação antirracista e antissexista


Por Karol Ribeiro, da Agência Brasília | Edição: Débora Cronemberger


 



 


 


Nove estudantes do CED 01 do Riacho Fundo II contribuirão para a construção do novo Plano Nacional de Educação (PNE), que estabelece diretrizes para a educação brasileira até 2034. Entre os dias 22 e 24 de abril, as alunas, do Projeto Dandaras e Carolinas, iniciativa do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) com apoio do Fundo Malala, participarão de um encontro nacional, onde apresentarão uma proposta voltada para uma educação antirracista e antissexista. O objetivo é garantir ainclusão e a participação ativa de meninas, adolescentes e jovens negras, periféricas e quilombolas na formulação de políticas educacionais. O evento reunirá, ao todo, 30 meninas de diferentes regiões do país.


 


Alunas do CED 01 do Riacho Fundo II vão participar de um encontro nacional, entre 22 e 24 de abril, onde apresentarão uma proposta voltada para uma educação antirracista e antissexista | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília


Durante os dois dias, as meninas participarão de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, além de agendas no Ministério da Educação e no Ministério da Igualdade Racial. “A implementação de projetos de educação antirracista e antissexista nas escolas não apenas promove o respeito à diversidade, mas também contribuem para a formação de cidadãos críticos, conscientes e comprometidos com a equidade”, afirma a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá.


 


Segundo ela,a Secretaria de Educação promove diversos projetos para incentivar o protagonismo feminino, e essa proposta é importante por atuar na base, orientar as meninas e mostrar caminhos para que se posicionem na sociedade, continuem os estudos e sigam as carreiras que desejam.


 


Desde julho do ano passado, as jovens se reúnem em ações voltadas para a formação de lideranças de meninas negras. A participante do projeto, Ester Alves, 16, destaca que a petição que irão apresentar para o PNE aborda a realidade dos quilombolas, das periferias e de comunidades tradicionais. “Também falamos sobre povos originários e outras minorias, mas o nosso foco será nos direitos das mulheres e na forma como muitas leis não são devidamente aplicadas. Vamos levar essas pautas para serem discutidas”, afirma. Para ela, o processo foi muito interessante porque, além de colaborar com uma pauta tão importante, o projeto mudou completamente a forma dela de falar, ouvir e se expressar.


 


Antes, eu não ligava muito para a opinião dos outros, só respondia ‘sim’ ou ‘não’ e seguia em frente. Hoje, aprendi a respeitar o que cada pessoa tem a dizer. Dentro de casa também mudou muito. Eu era explosiva, falava o que queria do jeito que queria, mas, no projeto, aprendi sobre respeito, não só com os outros, mas comigo mesma”, conta. Ela também passou a enxergar melhor a importância de respeitar a identidade de cada um, pois muitas vezes, julgava sem conhecer a história do outro e, agora, pensa antes de falar e trata todo mundo com mais empatia.


“Nosso foco será nos direitos das mulheres e na forma como muitas leis não são devidamente aplicadas”, diz a estudante Ester Alves


 


A educadora e assessora política do Inesc, Cleo Manhas, explica que as oficinas abordam a política educacional desde a Constituição Federal, passando pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e pelo PNE, que é decenal e será renovado este ano.


 


“Queremos que elas compreendam essa legislação e se tornem ativistas para que seus direitos sejam garantidos na lei. Por isso, elas estão elaborando uma petição, na qual defendem um PNE que combata desigualdades e seja antirracista e antissexista. Estamos coletando assinaturas e, na audiência pública, elas vão apresentar essa petição aos parlamentares, explicando os principais desafios que enfrentam”, destaca.


 


O diretor da escola, Julio Moronari, ressalta que, no contexto escolar, ações como a do Projeto Dandaras e Carolinas são essenciais para estimular debates sobre resistência, educação e igualdade de gênero As trajetórias das mulheres que inspiram a proposta, embora em épocas e lugares distintos, convergem na luta por direitos fundamentais e inspiram as práticas pedagógicas da escola, que são voltadas para a formação cidadã dos estudantes, com viés na garantia dos direitos humanos.


 


“Ao inserir essa proposta de combate às intolerâncias no nosso ambiente pedagógico, a escola não apenas resgata histórias de resistência, mas também desperta nos alunos a consciência crítica e o desejo de construir uma sociedade mais justa e igualitária”, afirma o diretor do CED 01 do Riacho Fundo II.


 


Para Jonas Freire, o vice-diretor, o mais marcante é ver a resistência das meninas, que se tornaram protagonistas da própria história, com denúncias contra abusos e cobranças de respostas. Ele destaca também a questão das alunas trans, que, sem acesso a um banheiro adequado, tiveram essa lacuna resolvida, que reforça o compromisso da escola com a inclusão. Segundo ele, o projeto fortalece o combate à violência de gênero e permite que as meninas se sintam amparadas e acolhidas, além de superar a invisibilidade que as afetava.


 


O vice-diretor do CED 1, Jonas Freire, diz que o projeto fortalece o combate à violência de gênero


Segunda edição

 


A segunda edição do projeto, nomeada como Malala, começou em janeiro e vai até julho de 2025. Liderado exclusivamente pelo Inesc, com oficinas presenciais, o instituto trabalha dessa vez com 25 meninas do CED 01 do Riacho Fundo II, todas as sextas-feiras. O foco é mostrar como funciona a política educacional, como é feito o financiamento da educação e por que é importante o ativismo para garantir leis e políticas públicas que combatam discriminações na educação básica.



“Nos debates, percebemos o quanto é interessante perceber diferentes realidades. Eu conheço a minha, mas, ao conversar com outras meninas, vejo histórias completamente diferentes, e essa troca tem sido incrível”, diz a estudante Bella Rodrigues


 


Para Bella Rodrigues, 16, a motivação para participar do projeto foi a vontade de entender melhor o lugar da mulher na sociedade e os direitos. “Como pessoa trans, percebi o quanto isso é importante, porque aprendemos sobre como podemos nos posicionar e ocupar espaços. Nos debates, observamos o quanto é interessante perceber diferentes realidades. Eu conheço a minha, mas, ao conversar com outras meninas, vejo histórias completamente diferentes, e essa troca tem sido incrível”, conta.


 


A estudante também ressalta que, desde que entrou, percebeu o quanto isso a ajudou a se sentir melhor consigo mesma, a se reconhecer como mulher e a entender que tem direitos. “Agora, as meninas vão apresentar a pesquisa, e estou muito animada para acompanhar. Conversamos bastante sobre como falar e debater os temas, porque são assuntos muito importantes e envolvem muitas pessoas. Então, estamos nos preparando da melhor forma possível”, destaca.


 


A previsão é que no segundo semestre de 2025 o projeto chegue a uma escola pública do Plano Piloto, para comparar os desafios enfrentados por escolas periféricas e escolas mais centrais dentro da mesma rede.


06/04/2025 - Estudantes do CED 1 no Riacho Fundo II apresentarão propostas para o novo Plano Nacional de Educação








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Trabalho nos viveiros da Novacap transforma vida de reeducandas

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“Antigamente eu nem me importava muito com plantas. Hoje em dia eu já começo o dia doida para ir ao viveiro. Mexer com a terra se transforma em uma paz para a gente”, declara a reeducanda L.D.. Ela é uma entre as várias histórias de transformação que fazem parte dos viveiros da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) situados no Distrito Federal, de onde saem diversas mudas que compõem a paisagem verde que faz da capital brasiliense uma cidade-parque.


Os viveiros da Novacap são responsáveis pela produção de mudas de flores, herbáceas, arbustos e palmeiras que saem para os canteiros públicos do DF | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília


São 28 hectares no Viveiro I, localizado no Park Way e responsável pela produção de mudas de flores, herbáceas, arbustos e palmeiras que saem para os canteiros públicos do DF. Por meio do Convênio com a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), firmado desde 2017, os trabalhos são realizados por cerca de 120 reeducandas. As tarefas vão desde as mais pesadas, como limpeza de carregamento de terra e enchimento de embalagens grandes, até serviços mais delicados, caso da replicagem de mudas de flores de uma bandeja para outra.


Diariamente renovando vasos, fazendo arranjos e regando as plantas abrigadas pelo viveiro, L.D. complementa a fala: “São dias maravilhosos. Aqui é uma paz, me sinto muito bem. É gratificante a sensação de ver o crescimento dessas plantas. Não é um trabalho simples, tem toda uma técnica e um cuidado detalhado, são coisas que aprendi e, mesmo não tendo faculdade ou ensino médio, mudou muito a minha vida, meu trabalho, meu modo de pensar e até o meu estilo de conversar, porque vi o lado bom da vida e da natureza”.


Janaina González fala dos impactos que a oportunidade de trabalhar nos viveiros da Novacap proporciona a reeducandas


A chefe dos Viveiros da Novacap, Janaína González, ressalta que o projeto não exige nenhum nível de escolaridade, experiência profissional, condição física ou qualquer pré-requisito, comportando todos igualmente. “A maioria chega sem conhecimento nenhum, às vezes sem nenhuma experiência com plantas, e acabam aprendendo. A gente consegue ensinar tudo para elas aqui. Além da mudança na vida delas, há toda uma cadeia de pessoas atuando em prol da sociedade, levando essas mudas para melhorar a qualidade de vida dos habitantes do DF”, observa.


Trabalho gratificante



A cada três dias trabalhados, há o ganho de um dia de remissão, que é a redução da pena



Os trabalhadores recebem Bolsa Ressocialização e também auxílios transporte e alimentação. Além disso, a cada três dias trabalhados, há o ganho de um dia de remissão, que é a redução da pena.


Com a mão na terra todos os dias na replicagem de mudinhas, a reeducanda F.M.L. reforça o quanto o trabalho e o contato direto com a natureza fizeram a diferença na trajetória dela: “Amo o meu trabalho porque através dele tenho uma vida melhor do que a de antes. É terapêutico o contato com a natureza, vale a pena. Estou pagando minhas contas direitinho e sempre sobra um pouco. É um trabalho suado e muito mais gratificante. No crime eu não tinha nada, só má-fama. E isso tudo mudou”.


Os viveiros da Novacap são ligados ao Departamento de Parques e Jardins, de onde saem todas as mudas que plantadas na cidade. No Viveiro I, as equipes enchem cerca de 1.440 saquinhos com substratos por dia para as mudas e esses saquinhos são reutilizados depois, em torno de sete vezes cada um.


José Edson da Silva celebra: “É possível escutar os passarinhos e respirar um ar mais puro“


Trabalhando na reciclagem, José Edson Vieira da Silva, 54 anos, é deficiente visual e funcionário do Viveiro I há muitos anos. Ele destaca que o ambiente arborizado, onde é possível escutar os passarinhos e respirar um ar mais puro, é a parte mais recompensadora da rotina. “Eu gosto desse trabalho, é gratificante a sensação de estar mexendo com a terra o dia inteiro, em contato com a natureza. A gente se sente útil quando está fazendo esse serviço, tanto a empresa ganha, como a gente também, é prazeroso estar aqui”.


Investimento no verde


Os jardins e canteiros floridos de Brasília são resultado de um trabalho contínuo e minucioso realizado pela Novacap, que mantém dois viveiros dedicados à produção de mudas e plantas ornamentais. Criado em 1960, o Viveiro I produz arbustos, palmáceas, herbáceas, flores e folhagens, com uma média de 1 milhão de unidades por mês, utilizadas no paisagismo da cidade. Já o Viveiro II, inaugurado em 1971, tem capacidade para produzir até 300 mil mudas de árvores por ano, incluindo espécies nativas do Cerrado, como ipês, quaresmeiras, sucupiras e copaíbas.



Em 2023, o Viveiro II passou por uma reforma estrutural, recebendo um investimento de R$ 3,4 milhões do GDF. A obra incluiu a pavimentação de acessos, construção de calçadas e reestruturação dos espaços de cultivo. O resultado é um espaço mais moderno e eficiente para a produção das plantas que embelezam a capital. Apenas em 2024, mais de 3,6 milhões de plantas e mudas foram cultivadas por eles.


O Distrito Federal conta hoje com 583 canteiros ornamentais espalhados por regiões como Plano Piloto, Sudoeste, Lago Sul, Taguatinga e Águas Claras. Somente no Plano Piloto, são mais de 1,5 milhão de plantas, todas sob os cuidados da Novacap. Além de compor a identidade visual da cidade, a arborização melhora a qualidade do ar, proporciona sombra, reduz ruídos urbanos e contribui para o conforto ambiental. No total, o DF abriga mais de 5,5 milhões de árvores, que seguem um calendário de floração ao longo do ano.










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Trabalho nos viveiros da Novacap transforma vida de reeducandas

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“Antigamente eu nem me importava muito com plantas. Hoje em dia eu já começo o dia doida para ir ao viveiro. Mexer com a terra se transforma em uma paz para a gente”, declara a reeducanda L.D.. Ela é uma entre as várias histórias de transformação que fazem parte dos viveiros da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) situados no Distrito Federal, de onde saem diversas mudas que compõem a paisagem verde que faz da capital brasiliense uma cidade-parque.


Os viveiros da Novacap são responsáveis pela produção de mudas de flores, herbáceas, arbustos e palmeiras que saem para os canteiros públicos do DF | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília


São 28 hectares no Viveiro I, localizado no Park Way e responsável pela produção de mudas de flores, herbáceas, arbustos e palmeiras que saem para os canteiros públicos do DF. Por meio do Convênio com a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), firmado desde 2017, os trabalhos são realizados por cerca de 120 reeducandas. As tarefas vão desde as mais pesadas, como limpeza de carregamento de terra e enchimento de embalagens grandes, até serviços mais delicados, caso da replicagem de mudas de flores de uma bandeja para outra.


Diariamente renovando vasos, fazendo arranjos e regando as plantas abrigadas pelo viveiro, L.D. complementa a fala: “São dias maravilhosos. Aqui é uma paz, me sinto muito bem. É gratificante a sensação de ver o crescimento dessas plantas. Não é um trabalho simples, tem toda uma técnica e um cuidado detalhado, são coisas que aprendi e, mesmo não tendo faculdade ou ensino médio, mudou muito a minha vida, meu trabalho, meu modo de pensar e até o meu estilo de conversar, porque vi o lado bom da vida e da natureza”.


Janaina González fala dos impactos que a oportunidade de trabalhar nos viveiros da Novacap proporciona a reeducandas


A chefe dos Viveiros da Novacap, Janaína González, ressalta que o projeto não exige nenhum nível de escolaridade, experiência profissional, condição física ou qualquer pré-requisito, comportando todos igualmente. “A maioria chega sem conhecimento nenhum, às vezes sem nenhuma experiência com plantas, e acabam aprendendo. A gente consegue ensinar tudo para elas aqui. Além da mudança na vida delas, há toda uma cadeia de pessoas atuando em prol da sociedade, levando essas mudas para melhorar a qualidade de vida dos habitantes do DF”, observa.


Trabalho gratificante



A cada três dias trabalhados, há o ganho de um dia de remissão, que é a redução da pena



Os trabalhadores recebem Bolsa Ressocialização e também auxílios transporte e alimentação. Além disso, a cada três dias trabalhados, há o ganho de um dia de remissão, que é a redução da pena.


Com a mão na terra todos os dias na replicagem de mudinhas, a reeducanda F.M.L. reforça o quanto o trabalho e o contato direto com a natureza fizeram a diferença na trajetória dela: “Amo o meu trabalho porque através dele tenho uma vida melhor do que a de antes. É terapêutico o contato com a natureza, vale a pena. Estou pagando minhas contas direitinho e sempre sobra um pouco. É um trabalho suado e muito mais gratificante. No crime eu não tinha nada, só má-fama. E isso tudo mudou”.


Os viveiros da Novacap são ligados ao Departamento de Parques e Jardins, de onde saem todas as mudas que plantadas na cidade. No Viveiro I, as equipes enchem cerca de 1.440 saquinhos com substratos por dia para as mudas e esses saquinhos são reutilizados depois, em torno de sete vezes cada um.


José Edson da Silva celebra: “É possível escutar os passarinhos e respirar um ar mais puro“


Trabalhando na reciclagem, José Edson Vieira da Silva, 54 anos, é deficiente visual e funcionário do Viveiro I há muitos anos. Ele destaca que o ambiente arborizado, onde é possível escutar os passarinhos e respirar um ar mais puro, é a parte mais recompensadora da rotina. “Eu gosto desse trabalho, é gratificante a sensação de estar mexendo com a terra o dia inteiro, em contato com a natureza. A gente se sente útil quando está fazendo esse serviço, tanto a empresa ganha, como a gente também, é prazeroso estar aqui”.


Investimento no verde


Os jardins e canteiros floridos de Brasília são resultado de um trabalho contínuo e minucioso realizado pela Novacap, que mantém dois viveiros dedicados à produção de mudas e plantas ornamentais. Criado em 1960, o Viveiro I produz arbustos, palmáceas, herbáceas, flores e folhagens, com uma média de 1 milhão de unidades por mês, utilizadas no paisagismo da cidade. Já o Viveiro II, inaugurado em 1971, tem capacidade para produzir até 300 mil mudas de árvores por ano, incluindo espécies nativas do Cerrado, como ipês, quaresmeiras, sucupiras e copaíbas.



Em 2023, o Viveiro II passou por uma reforma estrutural, recebendo um investimento de R$ 3,4 milhões do GDF. A obra incluiu a pavimentação de acessos, construção de calçadas e reestruturação dos espaços de cultivo. O resultado é um espaço mais moderno e eficiente para a produção das plantas que embelezam a capital. Apenas em 2024, mais de 3,6 milhões de plantas e mudas foram cultivadas por eles.


O Distrito Federal conta hoje com 583 canteiros ornamentais espalhados por regiões como Plano Piloto, Sudoeste, Lago Sul, Taguatinga e Águas Claras. Somente no Plano Piloto, são mais de 1,5 milhão de plantas, todas sob os cuidados da Novacap. Além de compor a identidade visual da cidade, a arborização melhora a qualidade do ar, proporciona sombra, reduz ruídos urbanos e contribui para o conforto ambiental. No total, o DF abriga mais de 5,5 milhões de árvores, que seguem um calendário de floração ao longo do ano.










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https://jornalismodigitaldf.com.br/trabalho-nos-viveiros-da-novacap-transforma-vida-de-reeducandas/?fsp_sid=133760
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Lobista em ministérios teve atuação sistemática por emendas, diz PF

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A Polícia Federal (PF) afirma na operação Oveclean que um homem apontado como lobista do grupo investigado atuou de “forma sistemática” para beneficiar as empresas envolvidas por meio de liberação de emendas e celebração de convênios em dois ministérios.


Como mostrou a coluna, Gabriel Mascarenha Sobral é apontado como o lobista do grupo liderado pelos irmãos Alex e Fabio Parente e José Marcos de Moura, conhecido como o Rei do Lixo na Bahia.


Sobral, os irmãos Parente e Marcos Moura são investigados por um suposto esquema de desvios em contratos milionários firmados pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) e outros entes públicos com empresas ligadas a eles, entre elas a Allpha Pavimentações.


As empresas do grupo têm contratos milionários com o Dnocs e outros órgãos federais, estados e municípios, boa parte deles abastecidos com dinheiro de emendas parlamentares. Nesse cenário, a liberação de emendas e a celebração de convênios eram fundamentais para gerar os valores utilizados pelos órgãos públicos para pagar as empresas do grupo.


A decisão do ministro Kassio Nunes Marques que autorizou a 3ª fase da Overclean cita trechos da representação da PF pelas medidas que indicam qual a participação de Gabriel Mascarenhas Sobral no esquema investigado.


“No que tange à identificação de interpostas pessoas que teriam atuado em favor do grupo junto aos Ministérios, a representação destaca que Gabriel Sobral beneficiou, de forma sistemática, as empresas vinculadas ao grupo criminoso na liberação de emendas parlamentares e na celebração de convênios com o Ministérios da Integração e do Desenvolvimento Regional e com o Ministério da Agricultura e Pecuária”, diz trecho do documento.


Como mostrou a colunista Mirelle Pinheiro, a nova fase da Overclean avançou sobre apadrinhados do União Brasil ao afastar do cargo o secretário de Educação de Belo Horizonte, Bruno Barral.


A nova fase é a primeira desde que o inquérito da Overclena subiu para o STF e passou a ser relatado pelo ministro Kassio Nunes Marques. A PF enviou o caso ao STF após encontrar indícios da participação do deputado Elmar Nascimento, também do União Brasil, nos desvios investigados.


 


 


Bruno Barral Indicado por ACM Neto e Rei do Lixo: quem é o novo alvo da Overclean
Secretário de Educação de Belo Horizonte alvo da Overclean

Indícios


O ministro Kassio Nunes Marques também cita uma ligação de três minutos entre Gabriel Sobral e Alex Parente como prova da atuação do lobista nos negócios sob suspeita.


Após a conversa, diz a decisão, Sobral mandou uma mensagem por WhatsApp para um contato de nome Édson SP.


Alex Parente, por sua vez, mandou para Edson o contato de “Samuca Ilhéus Obra”, apontado como Samuca Silva Franco, alvo da Overclean no último sábado (5/4).


“Imediatamente após essa troca de informações, Alex encaminhou o contato de Edson SP para Samuca e, no mesmo dia, enviou um comprovante de transferência de R$ 200 mil da conta da empresa BRA Teles em benefício de Samuca”, diz a decisão.


Édson SP, diz a PF, é motorista de Gabriel Sobral e utilizado por ele para lavagem de recursos. Ele foi alvo de busca na 3ª fase da Overclean.


A PF também recebeu informações do Conselho de Atividades Financeira (Coaf) sobre transações suspeitas de Gabriel Sobral, uma delas envolvendo uma pessoa com foro por prerrogativa de função, o foro privilegiado.



Overclean


A Allpha, somente via Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), já recebeu R$ 67 milhões do governo federal, do total de cerca de R$ 150 milhões em contratos assinados entre 2021 e 2024.


Os pagamentos se iniciaram em junho de 2021, no governo de Jair Bolsonaro (PL), e foram efetuados até julho de 2024, já sob Lula (PT).


Dados do Portal da Transparência do governo federal mostram que a verba utilizada nos pagamentos tem origem na rubrica do orçamento que ficou conhecida como orçamento secreto.


Alex Parente, sócio da Allpha e de outras empresas, foi alvo de uma ação controlada da PF em 3 de dezembro de 2024.


A PF abordou o avião em que ele se deslocava de Salvador para a Brasília junto com Lucas Maciel Lobão Vieira, ex-chefe do Dnocs na Bahia.


Com eles, foi encontrada o que a PF chamou de  “contabilidade clandestina” do grupo. Com base nesse material, a PF deflagrou a segunda fase da investigação, ainda em 2024.


3 imagens
Planilhas com citações a pagamentos apontados como propina pela PF
Planilhas com citações a pagamentos apontados como propina pela PF
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Em 10 de dezembro, sete dias após a apreensão dos documentos, a PF deflagrou a primeira fase da Overclean.


A investigação teve início para apurar desvios em um contrato do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), mas expandiu seu foco após quebras de sigilo telemático e gravações ambientais que mostraram a atuação de um grupo de empresas em contratos milionários firmados com o governo federal e administrações estaduais e municipais.


A Overclean passou a causar temor entre políticos após a PF apreender R$ 1,5 milhão, anotações e planilhas em um avião que viajava de Salvador para Brasília no dia 3.


Após encontrar os documentos, a PF passou a analisá-los com outras informações colhidas na investigação sobre desvios milionários em contratos com o DNOCS, estados e municípios.


O primeiro resultado na análise foi a realização da 2ª fase da Overclean, em 23 de dezembro, com a prisão de um policial federal; do vice-prefeito de Lauro de Freitas (BA), Vidigal Cafezeiro Neto; do secretário de Mobilidade Urbana de Vitória da Conquista (BA), Lucas Dias; e de Carlos André Coelho, apontado como operador do grupo.


Os quatro foram soltos dias depois pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Todos aparecem, diz a PF, em anotações e documentos apreendidos no avião que transportava a quantia de R$ 1,5 milhão.





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https://jornalismodigitaldf.com.br/lobista-em-ministerios-teve-atuacao-sistematica-por-emendas-diz-pf/?fsp_sid=133747
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Lobista em ministérios teve atuação sistemática por emendas, diz PF

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A Polícia Federal (PF) afirma na operação Oveclean que um homem apontado como lobista do grupo investigado atuou de “forma sistemática” para beneficiar as empresas envolvidas por meio de liberação de emendas e celebração de convênios em dois ministérios.


Como mostrou a coluna, Gabriel Mascarenha Sobral é apontado como o lobista do grupo liderado pelos irmãos Alex e Fabio Parente e José Marcos de Moura, conhecido como o Rei do Lixo na Bahia.


Sobral, os irmãos Parente e Marcos Moura são investigados por um suposto esquema de desvios em contratos milionários firmados pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) e outros entes públicos com empresas ligadas a eles, entre elas a Allpha Pavimentações.


As empresas do grupo têm contratos milionários com o Dnocs e outros órgãos federais, estados e municípios, boa parte deles abastecidos com dinheiro de emendas parlamentares. Nesse cenário, a liberação de emendas e a celebração de convênios eram fundamentais para gerar os valores utilizados pelos órgãos públicos para pagar as empresas do grupo.


A decisão do ministro Kassio Nunes Marques que autorizou a 3ª fase da Overclean cita trechos da representação da PF pelas medidas que indicam qual a participação de Gabriel Mascarenhas Sobral no esquema investigado.


“No que tange à identificação de interpostas pessoas que teriam atuado em favor do grupo junto aos Ministérios, a representação destaca que Gabriel Sobral beneficiou, de forma sistemática, as empresas vinculadas ao grupo criminoso na liberação de emendas parlamentares e na celebração de convênios com o Ministérios da Integração e do Desenvolvimento Regional e com o Ministério da Agricultura e Pecuária”, diz trecho do documento.


Como mostrou a colunista Mirelle Pinheiro, a nova fase da Overclean avançou sobre apadrinhados do União Brasil ao afastar do cargo o secretário de Educação de Belo Horizonte, Bruno Barral.


A nova fase é a primeira desde que o inquérito da Overclena subiu para o STF e passou a ser relatado pelo ministro Kassio Nunes Marques. A PF enviou o caso ao STF após encontrar indícios da participação do deputado Elmar Nascimento, também do União Brasil, nos desvios investigados.


 


 


Bruno Barral Indicado por ACM Neto e Rei do Lixo: quem é o novo alvo da Overclean
Secretário de Educação de Belo Horizonte alvo da Overclean

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O ministro Kassio Nunes Marques também cita uma ligação de três minutos entre Gabriel Sobral e Alex Parente como prova da atuação do lobista nos negócios sob suspeita.


Após a conversa, diz a decisão, Sobral mandou uma mensagem por WhatsApp para um contato de nome Édson SP.


Alex Parente, por sua vez, mandou para Edson o contato de “Samuca Ilhéus Obra”, apontado como Samuca Silva Franco, alvo da Overclean no último sábado (5/4).


“Imediatamente após essa troca de informações, Alex encaminhou o contato de Edson SP para Samuca e, no mesmo dia, enviou um comprovante de transferência de R$ 200 mil da conta da empresa BRA Teles em benefício de Samuca”, diz a decisão.


Édson SP, diz a PF, é motorista de Gabriel Sobral e utilizado por ele para lavagem de recursos. Ele foi alvo de busca na 3ª fase da Overclean.


A PF também recebeu informações do Conselho de Atividades Financeira (Coaf) sobre transações suspeitas de Gabriel Sobral, uma delas envolvendo uma pessoa com foro por prerrogativa de função, o foro privilegiado.



Overclean


A Allpha, somente via Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), já recebeu R$ 67 milhões do governo federal, do total de cerca de R$ 150 milhões em contratos assinados entre 2021 e 2024.


Os pagamentos se iniciaram em junho de 2021, no governo de Jair Bolsonaro (PL), e foram efetuados até julho de 2024, já sob Lula (PT).


Dados do Portal da Transparência do governo federal mostram que a verba utilizada nos pagamentos tem origem na rubrica do orçamento que ficou conhecida como orçamento secreto.


Alex Parente, sócio da Allpha e de outras empresas, foi alvo de uma ação controlada da PF em 3 de dezembro de 2024.


A PF abordou o avião em que ele se deslocava de Salvador para a Brasília junto com Lucas Maciel Lobão Vieira, ex-chefe do Dnocs na Bahia.


Com eles, foi encontrada o que a PF chamou de  “contabilidade clandestina” do grupo. Com base nesse material, a PF deflagrou a segunda fase da investigação, ainda em 2024.


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Em 10 de dezembro, sete dias após a apreensão dos documentos, a PF deflagrou a primeira fase da Overclean.


A investigação teve início para apurar desvios em um contrato do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), mas expandiu seu foco após quebras de sigilo telemático e gravações ambientais que mostraram a atuação de um grupo de empresas em contratos milionários firmados com o governo federal e administrações estaduais e municipais.


A Overclean passou a causar temor entre políticos após a PF apreender R$ 1,5 milhão, anotações e planilhas em um avião que viajava de Salvador para Brasília no dia 3.


Após encontrar os documentos, a PF passou a analisá-los com outras informações colhidas na investigação sobre desvios milionários em contratos com o DNOCS, estados e municípios.


O primeiro resultado na análise foi a realização da 2ª fase da Overclean, em 23 de dezembro, com a prisão de um policial federal; do vice-prefeito de Lauro de Freitas (BA), Vidigal Cafezeiro Neto; do secretário de Mobilidade Urbana de Vitória da Conquista (BA), Lucas Dias; e de Carlos André Coelho, apontado como operador do grupo.


Os quatro foram soltos dias depois pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Todos aparecem, diz a PF, em anotações e documentos apreendidos no avião que transportava a quantia de R$ 1,5 milhão.





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Inteligência artificial pode ajudar a prever resistência bacteriana

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Poucas áreas na tecnologia têm avançado tanto quanto a inteligência artificial — a IA vem se desenvolvendo em usos simples e até em situações complexas, como na medicina. Além da ajuda nos diagnósticos e análise de exames, a cada dia o recurso vem sendo treinado para ser mais útil aos profissionais de saúde, diminuindo o risco de falhas humanas.


“Hoje, temos uma capacidade muito maior de evoluir e de trabalhar nesse ponto. A IA está transformando todo o mercado, especialmente o da saúde”, afirmou o engenheiro de computação Antônio Benchimol, da PUC-Rio, durante o X Congresso Internacional de Oncologia D’Or, realizado no Rio de Janeiro nos dias 4 e 5 de abril.



Benchimol apontou três pilares nos quais a IA vem promovendo avanços na área médica: precisão diagnóstica, personalização de tratamentos e otimização de recursos. O uso da tecnologia para personalizar terapias, segundo ele, ainda tem muito a evoluir, mas já mostra impacto positivo no setor.


Ele citou ferramentas de transcrição automática, robótica cirúrgica e monitoramento remoto de pacientes como exemplos práticos que já estão em uso. Também é destaque o impacto da IA na desospitalização e no cuidado de pessoas com doenças crônicas, áreas em que startups têm investido cada vez mais.


Além dos sistemas especialistas e do aprendizado de máquina, Benchimol comentou como redes neurais profundas vêm impulsionando modelos mais sofisticados, capazes de gerar textos, imagens e interações por linguagem natural. “Hoje, todo mundo convive e utiliza IA direta ou indiretamente no seu dia a dia”, disse.




IA na prática médica



  • A inteligência artificial já faz parte da rotina médica, apoiando diagnósticos e decisões clínicas com base na análise de exames e dados de pacientes.

  • Em cirurgias, sistemas robóticos guiados por IA aumentam a precisão dos procedimentos e reduzem o tempo de recuperação.

  • Na gestão da saúde, algoritmos ajudam a prever surtos, planejar campanhas de vacinação e monitorar indicadores populacionais.




Prevendo resistência a antibióticos


A inteligência artificial está sendo testada, inclusive, para prever a resistência de bactérias a antibióticos. A tecnologia pode otimizar diagnósticos, personalizar tratamentos e melhorar a gestão hospitalar, além de apontar desafios técnicos e éticos no uso desses sistemas.


Daniel Araujo Ferraz, chefe de IA da Rede D’Or São Luiz, apresentou, no Congresso, o RESIST.IA, projeto em desenvolvimento para auxiliar médicos na escolha mais eficaz de antibióticos. A ferramenta analisa grandes volumes de dados hospitalares e gera respostas detalhadas sobre padrões de resistência bacteriana.


“Perguntamos quais antibióticos não tiveram boa eficácia contra o Proteus mirabilis em 2023, por exemplo, e o sistema gerou uma lista precisa”, explicou Ferraz. Em outro teste, o modelo analisou dados de unidades de terapia intensiva em Recife, Aracaju e Salvador e produziu gráficos sobre a resistência da bactéria Pseudomonas aeruginosa.


Ferraz destacou que a IA não substitui a decisão médica, mas funciona como apoio para aumentar a precisão dos tratamentos. “A decisão ainda cabe ao médico. A IA oferece informações, mas não pode ser usada isoladamente”, afirmou.


Um dos principais desafios é garantir que o sistema forneça respostas confiáveis. Para isso, especialistas da Rede D’Or validam os dados gerados e alimentam o modelo para aprimorar sua acurácia. A expectativa é que o RESIST.IA evolua para auxiliar na criação de diretrizes hospitalares.


O projeto ainda está em fase inicial, mas já demonstra potencial para transformar a infectologia hospitalar. “A IA está mudando a maneira como lidamos com resistência bacteriana. O desafio agora é integrar essa tecnologia ao dia a dia dos médicos de forma eficiente e segura”, concluiu.


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“Constrangedor”, diz ídolo do Palmeiras sobre pênalti contra Sport

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O Palmeiras venceu o Sport na Ilha do Retiro por 2 x 1 neste domingo (6/4). Dois pênaltis foram marcados a favor do Alviverde nesta 2ª rodada do Brasileirão. Um deles, porém, foi motivo de revolta para o Leão da Ilha e também para o ex-goleiro Marcos, ídolo palmeirense.



A arbitragem foi capitaneada por Bruno Arleu de Araújo, que marcou falta de Matheus Alexandre em Raphael Veiga. No lance, o jogador do Sport dá um toque na bola antes do contato com o jogador do Palmeiras. O VAR não acionou o árbitro de campo no jogo.


Veja Marcos sobre pênalti:






“Eu estou em uma fase da minha vida em que eu prefiro perder ou empatar do que ganhar com um pênalti desses. É constrangedor, do fundo do meu coração, acho constrangedor. Tem tecnologia. Vai olhar o VAR. Isso é um absurdo”, destaca São Marcos em vídeo publicado no próprio perfil de Instagram.


O resultado significa que o Sport continua sem vencer no Brasileirão, uma vez que empatou com o São Paulo na 1ª rodada. O próximo jogo do Leão da Ilha será fora de casa contra o Vasco pelo torneio.


“O árbitro estragou o jogo. Estava bonito, disputado. Lutamos de igual para igual. Agora a gente vai se lamentar. Talvez tivesse sido um ponto que faria a diferença pra gente no campeonato. Esses tipos de erro seguem acontecendo, jogo após jogo, não só contra o Sport, contra todos os times pequenos”, desabafa o meia Lucas Lima, do Sport, após jogo.






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“Constrangedor”, diz ídolo do Palmeiras sobre pênalti contra Sport

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O Palmeiras venceu o Sport na Ilha do Retiro por 2 x 1 neste domingo (6/4). Dois pênaltis foram marcados a favor do Alviverde nesta 2ª rodada do Brasileirão. Um deles, porém, foi motivo de revolta para o Leão da Ilha e também para o ex-goleiro Marcos, ídolo palmeirense.



A arbitragem foi capitaneada por Bruno Arleu de Araújo, que marcou falta de Matheus Alexandre em Raphael Veiga. No lance, o jogador do Sport dá um toque na bola antes do contato com o jogador do Palmeiras. O VAR não acionou o árbitro de campo no jogo.


Veja Marcos sobre pênalti:






“Eu estou em uma fase da minha vida em que eu prefiro perder ou empatar do que ganhar com um pênalti desses. É constrangedor, do fundo do meu coração, acho constrangedor. Tem tecnologia. Vai olhar o VAR. Isso é um absurdo”, destaca São Marcos em vídeo publicado no próprio perfil de Instagram.


O resultado significa que o Sport continua sem vencer no Brasileirão, uma vez que empatou com o São Paulo na 1ª rodada. O próximo jogo do Leão da Ilha será fora de casa contra o Vasco pelo torneio.


“O árbitro estragou o jogo. Estava bonito, disputado. Lutamos de igual para igual. Agora a gente vai se lamentar. Talvez tivesse sido um ponto que faria a diferença pra gente no campeonato. Esses tipos de erro seguem acontecendo, jogo após jogo, não só contra o Sport, contra todos os times pequenos”, desabafa o meia Lucas Lima, do Sport, após jogo.






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Mau hálito: nutri lista 3 tipos de alimentos que reduzem o problema

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A halitose, ou mau hálito, é um problema presente na vida de milhares de pessoas. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), aproximadamente 40% da população mundial sofre com este incômodo. Porém, a boa notícia é que, junto de uma boa higiene bucal, existem também alimentos que reduzem o mau hálito.


No entanto, quando persistente, o problema pode significar desordens orais, infecções, doença periodontal (inflamação gengival evoluída, que acomete o tecido ósseo), gengiva inflamada, saburra lingual (camada de restos alimentares na superfície da língua) e próteses porosas ou mal adaptadas.



Há também a possibilidade de desordens sistêmicas, como as úlceras gastrointestinais, diabetes mellittus, leucemia, estresse, ansiedade, entre outras. A higiene bucal, com o uso de fio dental e a escovação completa, é essencial, porque previne o acúmulo das bactérias responsáveis pelo mau cheiro, além de evitar cáries e tártaros.


Foto de homem com mão na boca e se olhando no espelho - Metrópoles
Mau hálito atinge cerca de 40% da população mundial

Segundo nutricionista especialista em nutrição clínica e esportiva Bettina Del Pino, a alimentação também pode ser aliada para evitar o problema. “Alguns hábitos alimentares ajudam a regular nosso organismo e, com isso, ajudam a combater o mau hálito. Além disso, é importante entender que alimentos gordurosos e industrializados, pela digestão mais lenta agravam o problema, como carnes gordurosas, pele de frango, fritura, queijos amarelos, doces e refrigerantes”, pondera.


Alimentos que reduzem o mau hálito



  • Opte por carnes magras: uma troca inteligente é evitar carnes mais gordurosas e ter como preferência carnes magras, como: peixes e peito de frango.

  • Coma maçã, cenoura e pepino: esses alimentos fazem uma limpeza dental quando comidos crus e, assim, evitam o acúmulo de bactérias que podem causar mau hálito.


Leia a matéria completa no site Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.


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