UBS 1 de Santa Maria aprimora atendimento a pacientes com autismo

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A Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Santa Maria apresentou, nesta semana (2), um plano inovador para aprimorar o fluxo de atendimentos a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O objetivo é capacitar a equipe no acolhimento a esse grupo e seus familiares, entendendo todas as etapas que a assistência envolve.


“Muitos usuários – e até servidores – desconhecem a existência do atendimento prioritário garantido por lei. A partir da qualificação, queremos tornar a receptividade mais humanizada, proporcionando aos pacientes um percurso mais claro dentro da UBS”, explica a enfermeira da unidade de Santa Maria e uma das idealizadoras do projeto, Amanda Lopes.


O novo plano vem ao encontro do Dia Mundial de Conscientização do Autismo, lembrado em 2 de abril, e reforça a importância de obter informações sobre o TEA. “Com um olhar mais atento, conseguimos, por exemplo, encaminhar a criança para avaliação e intervenção adequadas o quanto antes, o que faz toda a diferença no desenvolvimento dela”, ressalta a fonoaudióloga da UBS 1 de Santa Maria, Beatriz Cerqueira.


O objetivo é capacitar a equipe no acolhimento a esse grupo e seus familiares, entendendo todas as etapas que a assistência envolve | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF


A ação desenvolvida pela unidade também abordou outros pontos sobre o tema como as principais características do TEA e o diagnóstico precoce. Além disso, os presentes puderam conhecer os direitos dos autistas, incluindo o uso do crachá de identificação e a Carteira de Identificação da Pessoa com TEA (CIPTEA) – documento que pode ser solicitado na Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) para garantir atendimento prioritário.


Participante da iniciativa, Helder José Alves, 41, pai de Daniel Abner, 6, diagnosticado com TEA nível 3, apoia o atendimento estruturado. “Quando os profissionais estão bem preparados, conseguimos o diagnóstico de forma mais rápida e um suporte melhor. Meu filho é autista não verbal, então tenho que entender tudo o que ele quer sem que diga uma palavra. Cada dia é um novo aprendizado e esse tipo de iniciativa ajuda muito as famílias”, avalia.



A capacitação dos profissionais da UBS 1 de Santa Maria foi desenvolvida pela equipe J da unidade, com apoio médico, de gestão, demais servidores, residentes e internas de medicina do Centro Universitário de Brasília (Ceub).


Referência em telemedicina


A UBS 1 de Santa Maria é referência no uso da telemedicina, sendo uma das 13 unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF) com esse serviço. Em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein, oferece consultas remotas com especialistas, incluindo neuropediatras, psiquiatras e pediatras.


“Realizamos cerca de 30 teleconsultas por semana em 12 especialidades. Quando identificamos sinais de TEA, encaminhamos o paciente para avaliação com médicos do Einstein, que nos auxiliam na definição do diagnóstico e direcionam o tratamento”, detalha a médica de Família e Comunidade da SES-DF Natália Souza.


Nos casos de suspeita de TEA, as UBSs são a porta de entrada. Após a avaliação inicial, se identificado o transtorno, o paciente é encaminhado às intervenções necessárias.


*Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)










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https://jornalismodigitaldf.com.br/ubs-1-de-santa-maria-aprimora-atendimento-a-pacientes-com-autismo/?fsp_sid=132681
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Encontro debate atendimento ao paciente com TEA em hospitais

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O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) foi palco do II Encontro de Conscientização no Atendimento ao paciente com Transtorno do Espectro Autista (TEA), nesta quinta-feira (3). No evento, especialistas debateram o assunto e trocaram experiências com os profissionais que atuam com pacientes autistas e com outras deficiências.


“O atendimento ao paciente autista é um desafio diário. Temos que buscar condições de suavizar e melhorar as condições de atendimento para que eles consigam receber o atendimento necessário. É uma atualização constante e, por isso, precisamos nos reunir para discutir esse tema e as possibilidades de humanizar ainda mais o serviço com quem lida diariamente no cuidado destes pacientes”, afirma a chefe do serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do HRSM, Érika Maurienn.


Especialistas debateram o assunto e trocaram experiências com os profissionais que atuam com pacientes autistas e com outras deficiências | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF


Representando a Diretoria de Atenção à Saúde do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Adriana Gonçalves destacou a importância de realizar um evento com um tema tão importante e atual para a sociedade.


“O autismo não é uma pauta só da saúde, mas também da educação, da assistência social, de todos, pois devemos respeitar e incluir essas pessoas. Temos que pensar no futuro delas, quem cuidará dessas crianças e adultos autistas que um dia se tornarão adultos idosos e os pais não estarão mais aqui para cuidar. É um debate de todos”, enfatiza.


Debatendo o autismo


Um dos pontos levantados no encontro foi respeitar as particularidades de cada paciente, como as diferentes hipersensibilidades sensoriais


Apresentando uma palestra sobre os Transtornos de Integração Sensorial, a cirurgiã dentista e professora da Universidade Católica de Brasília (UCB), Laís Amaral, destacou as principais estratégias de acomodação sensorial que podem ser utilizadas no dia a dia dentro de um consultório odontológico. Além disso, falou da necessidade de sedação ou anestesia geral nos pacientes que possuem maior sensibilidade, ressaltando que cada paciente é único e tem particularidades. Por isso, no consultório ela costuma utilizar objetos que acalmam os pacientes, cobertores sensoriais, musicoterapia, entre outros recursos.



“Temos que mostrar, não só para os dentistas, mas para outros profissionais, algumas técnicas, algumas ferramentas, algumas coisas que a gente pode utilizar para acomodar esse paciente sensorialmente, para ser possível a gente trazer a qualidade de vida e promover a saúde dessa população, tanto a saúde bucal e como a saúde geral”, explica.


A neuropediatra do Hospital da Criança de Brasília (HCB), Ellen Siqueira, ministrou a palestra sobre os níveis de suporte ao paciente com TEA, ressaltando que cada indivíduo é único e pode apresentar características diferentes. Além disso, o nível de suporte pode variar ao longo da vida.


Os cirurgiões dentistas que atendem no ambulatório de Odontologia PCD do HRSM, Diego Sindeaux e Dryelle Flores, falaram sobre o atendimento humanizado no HRSM, destacando os desafios diários e o esforço da equipe em prestar um atendimento de excelência, respeitando os limites de cada paciente e a parceria com a equipe do Centro Cirúrgico da unidade.



“Os pacientes autistas têm um manejo diferenciado e não é possível fazer o tratamento de maneira tão rápida, tendo em vista que a maioria deles possui hipersensibilidade a som, luz, toque e sabor”


Diego Sindeaux, cirurgião dentista



“Os pacientes autistas têm um manejo diferenciado e não é possível fazer o tratamento de maneira tão rápida, tendo em vista que a maioria deles possui hipersensibilidade a som, luz, toque e sabor, que são coisas intensas durante o tratamento odontológico. Por isso, alguns casos são necessários para fazer o tratamento odontológico dentro do centro cirúrgico, sob efeito de anestesia geral”, explica Sindeaux.


Vinícius Reis é musicólogo e musicalizador infantil, estudante de terapia ccupacional e esteve no HRSM para falar um pouco a respeito de atendimento humanizado “Eu acredito profundamente que capacitar os profissionais da saúde para uma vivência inclusiva é de extrema relevância. Espero que o dia de hoje tenha ajudado e continue agregando para que a gente possa crescer juntos, não apenas como área de conhecimento, mas também como sociedade”, avalia.


*Com informações do IgesDF










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https://jornalismodigitaldf.com.br/encontro-debate-atendimento-ao-paciente-com-tea-em-hospitais/?fsp_sid=132668
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Encontro debate atendimento ao paciente com TEA em hospitais

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O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) foi palco do II Encontro de Conscientização no Atendimento ao paciente com Transtorno do Espectro Autista (TEA), nesta quinta-feira (3). No evento, especialistas debateram o assunto e trocaram experiências com os profissionais que atuam com pacientes autistas e com outras deficiências.


“O atendimento ao paciente autista é um desafio diário. Temos que buscar condições de suavizar e melhorar as condições de atendimento para que eles consigam receber o atendimento necessário. É uma atualização constante e, por isso, precisamos nos reunir para discutir esse tema e as possibilidades de humanizar ainda mais o serviço com quem lida diariamente no cuidado destes pacientes”, afirma a chefe do serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do HRSM, Érika Maurienn.


Especialistas debateram o assunto e trocaram experiências com os profissionais que atuam com pacientes autistas e com outras deficiências | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF


Representando a Diretoria de Atenção à Saúde do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Adriana Gonçalves destacou a importância de realizar um evento com um tema tão importante e atual para a sociedade.


“O autismo não é uma pauta só da saúde, mas também da educação, da assistência social, de todos, pois devemos respeitar e incluir essas pessoas. Temos que pensar no futuro delas, quem cuidará dessas crianças e adultos autistas que um dia se tornarão adultos idosos e os pais não estarão mais aqui para cuidar. É um debate de todos”, enfatiza.


Debatendo o autismo


Um dos pontos levantados no encontro foi respeitar as particularidades de cada paciente, como as diferentes hipersensibilidades sensoriais


Apresentando uma palestra sobre os Transtornos de Integração Sensorial, a cirurgiã dentista e professora da Universidade Católica de Brasília (UCB), Laís Amaral, destacou as principais estratégias de acomodação sensorial que podem ser utilizadas no dia a dia dentro de um consultório odontológico. Além disso, falou da necessidade de sedação ou anestesia geral nos pacientes que possuem maior sensibilidade, ressaltando que cada paciente é único e tem particularidades. Por isso, no consultório ela costuma utilizar objetos que acalmam os pacientes, cobertores sensoriais, musicoterapia, entre outros recursos.



“Temos que mostrar, não só para os dentistas, mas para outros profissionais, algumas técnicas, algumas ferramentas, algumas coisas que a gente pode utilizar para acomodar esse paciente sensorialmente, para ser possível a gente trazer a qualidade de vida e promover a saúde dessa população, tanto a saúde bucal e como a saúde geral”, explica.


A neuropediatra do Hospital da Criança de Brasília (HCB), Ellen Siqueira, ministrou a palestra sobre os níveis de suporte ao paciente com TEA, ressaltando que cada indivíduo é único e pode apresentar características diferentes. Além disso, o nível de suporte pode variar ao longo da vida.


Os cirurgiões dentistas que atendem no ambulatório de Odontologia PCD do HRSM, Diego Sindeaux e Dryelle Flores, falaram sobre o atendimento humanizado no HRSM, destacando os desafios diários e o esforço da equipe em prestar um atendimento de excelência, respeitando os limites de cada paciente e a parceria com a equipe do Centro Cirúrgico da unidade.



“Os pacientes autistas têm um manejo diferenciado e não é possível fazer o tratamento de maneira tão rápida, tendo em vista que a maioria deles possui hipersensibilidade a som, luz, toque e sabor”


Diego Sindeaux, cirurgião dentista



“Os pacientes autistas têm um manejo diferenciado e não é possível fazer o tratamento de maneira tão rápida, tendo em vista que a maioria deles possui hipersensibilidade a som, luz, toque e sabor, que são coisas intensas durante o tratamento odontológico. Por isso, alguns casos são necessários para fazer o tratamento odontológico dentro do centro cirúrgico, sob efeito de anestesia geral”, explica Sindeaux.


Vinícius Reis é musicólogo e musicalizador infantil, estudante de terapia ccupacional e esteve no HRSM para falar um pouco a respeito de atendimento humanizado “Eu acredito profundamente que capacitar os profissionais da saúde para uma vivência inclusiva é de extrema relevância. Espero que o dia de hoje tenha ajudado e continue agregando para que a gente possa crescer juntos, não apenas como área de conhecimento, mas também como sociedade”, avalia.


*Com informações do IgesDF










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SEEDF participa do 3º Seminário de Segurança Pública Escolar – Secretaria de Estado de Educação

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DF é pioneiro em criar o primeiro Batalhão de Policiamento Escolar do Brasil



Por Andressa Rios, Ascom/SEEDF


 


A chefe da Assessoria de Cultura da Paz da SEEDF, Ana Beatriz Goldstein, agradeceu à parceria com a Polícia Militar nas escolas | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) participou, nesta quarta (2) e quinta-feira (3), do 3º Seminário de Segurança Pública Escolar, realizado no auditório do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O tema de combate à violência nas escolas vem sendo amplamente discutido com o intuito de criar estratégias imediatas e eficazes na redução dos índices de conflito escolar. Para esse desafio, a SEEDF atua em parceria com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP/DF) e com o MPDFT.


 


O evento reuniu profissionais da educação e da segurança pública para dialogar sobre os desafios e as soluções para garantir a segurança dentro das instituições educacionais, fortalecendo a cooperação entre escolas, forças de segurança e comunidade. O seminário contou com a presença da chefe da Assessoria de Cultura de Paz da SEEDF, Ana Beatriz Goldstein, além do secretário Executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, a Comandante do Batalhão de Policiamento Escolar do DF, Renata Cardoso, o Procurador de Justiça, Nísio Tostes Filho, entre muitas outras autoridades.


 



Ana Beatriz Goldstein ressaltou estar orgulhosa, pois a Secretaria de Educação está presente desde o 1º Seminário de Segurança Pública Escolar. Ela destaca essa parceria. “As forças de segurança e a Secretaria de Educação estão trabalhando de uma forma tão integrada e parceira. Vocês trazem essa tranquilidade, essa cultura de paz para dentro das nossas escolas”.


 


Ela reforça que é necessário ter um ambiente saudável e tranquilo, para que os estudantes possam focar no processo de ensino-aprendizagem. “Se você tem um ambiente tumultuado, obviamente, terá problemas nessa questão da aprendizagem. Eu entendo o Batalhão de Policiamento Escolar como um grande parceiro das escolas. Devemos encará-lo como educadores parceiros que auxiliam na mediação de conflito”.


 


A programação dos dois dias contou com palestras sobre o Programa Guardião Escolar, saúde mental no ambiente escolar, ataques de violência extrema às escolas no Brasil: mapeamento, fatores associados e caminhos de prevenção e enfrentamento, além da cultura de paz nas escolas.


Parceria com o Batalhão

 


O Batalhão de Policiamento Escolar (BPESC) também listou em quais casos deve ser acionado. São eles: situações de risco à segurança da comunidade escolar; no cometimento ou na iminência de ocorrência de crime ou contravenção penal nas escolas ou em seu perímetro; na presença de pessoas com atitudes suspeitas nas imediações das escolas; na suspeita de uso ou tráfico de drogas; para a realização de operações preventivas nas escolas; e em caso de ameaça à escola, aluno ou estudante. Para entrar em contato, basta ligar no (61) 3190-3717.


 


A tenente-coronel Renata Cardoso, atual comandante do Batalhão de Policiamento Escolar do DF, foi uma das palestrantes. Ela trouxe dados importantes como a criação do 1º Batalhão de Policiamento Escolar do Brasil, no Distrito Federal, em 1.988, por meio do Decreto nº 11.958. “Exatamente hoje estou completando 28 anos de serviço. Posso dizer que tive a oportunidade de viver os dois melhores anos da minha vida aqui à frente do Batalhão de Policiamento Escolar. Uma unidade que eu tive a oportunidade de servir em 2003 como tenente e retornei 20 anos depois como tenente-coronel”.


Saúde mental

 


A diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante da SEEDF, Larisse Cavalcante, abordou a importância de cuidar da saúde mental dos estudantes | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


Outra palestrante foi a diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante da SEEDF, Larisse Cavalcante. Ela destacou como um trabalho de saúde mental é essencial na vida do estudante. “É muito importante que a pauta de saúde mental seja discutida quando se fala em situações de violência, de enfrentamento ou situações de crise dentro da escola. Muitas vezes quando entramos nas escolas numa situação crítica, com a comunidade escolar muito abalada, nós vemos que esse debate é muito importante de ser realizado no ambiente escolar, até para prevenir outras situações de violência ou de ataques“, disse.


 


O Seminário também indicou ações do papel da família na vida escolar do estudante: participar dos eventos da escola, da rotina escolar e da vida social de seu filho; conhecer os amigos de seu filho e os ambientes que ele frequente; perguntar a origem de qualquer objeto estranho que seu filho trouxer para a casa; sempre que possível, acompanhar as crianças até a entrada da escola; acompanhar as redes sociais de seu filho; e verificar diariamente a mochila de seu filho.








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Bebês internados no HRSM ganham ensaio temático de Páscoa

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O clima de Páscoa já chegou na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (Utin) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Os bebês internados foram clicados em vários ângulos diferentes e com vários looks de coelhinhos, encantando a equipe e as mamães. As fotos foram feitas pela fotógrafa voluntária Tati Araújo, que há quatro anos costuma fazer este trabalho voluntário no HRSM em diversas épocas do ano.


Bebês internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal do HRSM fizeram ensaio fotográfico comemorativo da Páscoa | Foto: Tati Araújo


“É uma gratificação muito grande no coração, poder levar um pouquinho de amor para essas mães que ficam aqui na incerteza de quando vão embora com seus bebês. E a Páscoa é um momento onde nós podemos retratar esse amor, retribuir um pouco do amor de Deus, o amor que Deus nos entrega. Então, acho ótimo conseguir retribuir um pouquinho doando meu trabalho para essas mamães”, afirma Tati Araújo.



“Achei esse ensaio maravilhoso, gostei muito das fotos. Será uma lembrança boa que vai ficar dessa fase”


Kevely Alves, mãe de Helena, um dos bebês fotografados



Com várias roupinhas, orelhinhas de coelho, os bebês foram fotografados e esbanjaram fofura. Os que não puderam sair do leito por conta do oxigênio, a equipe conseguiu arrumar o ambiente para não ficar ninguém de fora.


A mãe Kevelyn Alves, de 16 anos, ficou encantada com as fotos da filha, a pequena Helena, de apenas 9 dias. “Achei esse ensaio maravilhoso, gostei muito das fotos. Será uma lembrança boa que vai ficar dessa fase, pois nem imaginava que minha bebê fosse nascer prematura”, relata.



A chefe do serviço de Enfermagem da Utin, Lorena Mendes, destaca que sua equipe sempre se esforça para registrar e fazer fotos temáticas dos bebês que ficam internados na unidade, pois isso leva conforto, esperança, acolhimento e humanização para as mães durante o processo doloroso de internação hospitalar.


“Fazemos tudo com muito amor e carinho para que essas famílias tenham um momento de respiro em meio a dias desafiadores. Para nós, profissionais, é gratificante poder promover esses ensaios. Fazemos tudo com muito amor e carinho para cada pequeno paciente que fica aqui”, explica.


*Com informações do IgesDF


 








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Bebês internados no HRSM ganham ensaio temático de Páscoa

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O clima de Páscoa já chegou na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (Utin) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Os bebês internados foram clicados em vários ângulos diferentes e com vários looks de coelhinhos, encantando a equipe e as mamães. As fotos foram feitas pela fotógrafa voluntária Tati Araújo, que há quatro anos costuma fazer este trabalho voluntário no HRSM em diversas épocas do ano.


Bebês internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal do HRSM fizeram ensaio fotográfico comemorativo da Páscoa | Foto: Tati Araújo


“É uma gratificação muito grande no coração, poder levar um pouquinho de amor para essas mães que ficam aqui na incerteza de quando vão embora com seus bebês. E a Páscoa é um momento onde nós podemos retratar esse amor, retribuir um pouco do amor de Deus, o amor que Deus nos entrega. Então, acho ótimo conseguir retribuir um pouquinho doando meu trabalho para essas mamães”, afirma Tati Araújo.



“Achei esse ensaio maravilhoso, gostei muito das fotos. Será uma lembrança boa que vai ficar dessa fase”


Kevely Alves, mãe de Helena, um dos bebês fotografados



Com várias roupinhas, orelhinhas de coelho, os bebês foram fotografados e esbanjaram fofura. Os que não puderam sair do leito por conta do oxigênio, a equipe conseguiu arrumar o ambiente para não ficar ninguém de fora.


A mãe Kevelyn Alves, de 16 anos, ficou encantada com as fotos da filha, a pequena Helena, de apenas 9 dias. “Achei esse ensaio maravilhoso, gostei muito das fotos. Será uma lembrança boa que vai ficar dessa fase, pois nem imaginava que minha bebê fosse nascer prematura”, relata.



A chefe do serviço de Enfermagem da Utin, Lorena Mendes, destaca que sua equipe sempre se esforça para registrar e fazer fotos temáticas dos bebês que ficam internados na unidade, pois isso leva conforto, esperança, acolhimento e humanização para as mães durante o processo doloroso de internação hospitalar.


“Fazemos tudo com muito amor e carinho para que essas famílias tenham um momento de respiro em meio a dias desafiadores. Para nós, profissionais, é gratificante poder promover esses ensaios. Fazemos tudo com muito amor e carinho para cada pequeno paciente que fica aqui”, explica.


*Com informações do IgesDF


 








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Educação participa do 3º Seminário de Segurança Pública Escolar

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A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) participou, nesta quarta (2) e quinta-feira (3), do 3º Seminário de Segurança Pública Escolar, realizado no auditório do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O tema de combate à violência nas escolas vem sendo amplamente discutido com o intuito de criar estratégias imediatas e eficazes na redução dos índices de conflito escolar. Para esse desafio, a SEEDF atua em parceria com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e com o MPDFT.


O evento reuniu profissionais da educação e da segurança pública para dialogar sobre os desafios e as soluções para garantir a segurança dentro das instituições educacionais, fortalecendo a cooperação entre escolas, forças de segurança e comunidade. O seminário contou com a presença da chefe da Assessoria de Cultura de Paz da SEEDF, Ana Beatriz Goldstein, além do secretário-executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, a Comandante do Batalhão de Policiamento Escolar do DF, Renata Cardoso, o Procurador de Justiça, Nísio Tostes Filho, entre muitas outras autoridades.


A chefe da Assessoria de Cultura da Paz da SEEDF, Ana Beatriz Goldstein, agradeceu à parceria com a Polícia Militar nas escolas | Fotos: Felipe de Noronha/SEEDF


Ana Beatriz Goldstein ressaltou estar orgulhosa, pois a Secretaria de Educação está presente desde o 1º Seminário de Segurança Pública Escolar. Ela destaca essa parceria. “As forças de segurança e a Secretaria de Educação estão trabalhando de uma forma tão integrada e parceira. Vocês trazem essa tranquilidade, essa cultura de paz para dentro das nossas escolas”.


Ela reforça que é necessário ter um ambiente saudável e tranquilo, para que os estudantes possam focar no processo de ensino-aprendizagem. “Se você tem um ambiente tumultuado, obviamente, terá problemas nessa questão da aprendizagem. Eu entendo o Batalhão de Policiamento Escolar como um grande parceiro das escolas. Devemos encará-lo como educadores parceiros que auxiliam na mediação de conflito”.


A programação dos dois dias contou com palestras sobre o Programa Guardião Escolar, saúde mental no ambiente escolar, ataques de violência extrema às escolas no Brasil: mapeamento, fatores associados e caminhos de prevenção e enfrentamento, além da cultura de paz nas escolas.


Parceria com o Batalhão


O Batalhão de Policiamento Escolar (BPESC) também listou em quais casos deve ser acionado. São eles: situações de risco à segurança da comunidade escolar; no cometimento ou na iminência de ocorrência de crime ou contravenção penal nas escolas ou em seu perímetro; na presença de pessoas com atitudes suspeitas nas imediações das escolas; na suspeita de uso ou tráfico de drogas; para a realização de operações preventivas nas escolas; e em caso de ameaça à escola, aluno ou estudante. Para entrar em contato, basta ligar no (61) 3190-3717.


A diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante da SEEDF, Larisse Cavalcante, abordou a importância de cuidar da saúde mental dos estudantes


A tenente-coronel Renata Cardoso, atual comandante do Batalhão de Policiamento Escolar do DF, foi uma das palestrantes. Ela trouxe dados importantes como a criação do 1º Batalhão de Policiamento Escolar do Brasil, no Distrito Federal, em 1.988, por meio do Decreto nº 11.958. “Exatamente hoje estou completando 28 anos de serviço. Posso dizer que tive a oportunidade de viver os dois melhores anos da minha vida aqui à frente do Batalhão de Policiamento Escolar. Uma unidade que eu tive a oportunidade de servir em 2003 como tenente e retornei 20 anos depois como tenente-coronel”.



Saúde mental


Outra palestrante foi a diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante da SEEDF, Larisse Cavalcante. Ela destacou como um trabalho de saúde mental é essencial na vida do estudante. “É muito importante que a pauta de saúde mental seja discutida quando se fala em situações de violência, de enfrentamento ou situações de crise dentro da escola. Muitas vezes quando entramos nas escolas numa situação crítica, com a comunidade escolar muito abalada, nós vemos que esse debate é muito importante de ser realizado no ambiente escolar, até para prevenir outras situações de violência ou de ataques”, disse.


O Seminário também indicou ações do papel da família na vida escolar do estudante: participar dos eventos da escola, da rotina escolar e da vida social de seu filho; conhecer os amigos de seu filho e os ambientes que ele frequente; perguntar a origem de qualquer objeto estranho que seu filho trouxer para a casa; sempre que possível, acompanhar as crianças até a entrada da escola; acompanhar as redes sociais de seu filho; e verificar diariamente a mochila de seu filho.


*Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)










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Educação participa do 3º Seminário de Segurança Pública Escolar

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A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) participou, nesta quarta (2) e quinta-feira (3), do 3º Seminário de Segurança Pública Escolar, realizado no auditório do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O tema de combate à violência nas escolas vem sendo amplamente discutido com o intuito de criar estratégias imediatas e eficazes na redução dos índices de conflito escolar. Para esse desafio, a SEEDF atua em parceria com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e com o MPDFT.


O evento reuniu profissionais da educação e da segurança pública para dialogar sobre os desafios e as soluções para garantir a segurança dentro das instituições educacionais, fortalecendo a cooperação entre escolas, forças de segurança e comunidade. O seminário contou com a presença da chefe da Assessoria de Cultura de Paz da SEEDF, Ana Beatriz Goldstein, além do secretário-executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, a Comandante do Batalhão de Policiamento Escolar do DF, Renata Cardoso, o Procurador de Justiça, Nísio Tostes Filho, entre muitas outras autoridades.


A chefe da Assessoria de Cultura da Paz da SEEDF, Ana Beatriz Goldstein, agradeceu à parceria com a Polícia Militar nas escolas | Fotos: Felipe de Noronha/SEEDF


Ana Beatriz Goldstein ressaltou estar orgulhosa, pois a Secretaria de Educação está presente desde o 1º Seminário de Segurança Pública Escolar. Ela destaca essa parceria. “As forças de segurança e a Secretaria de Educação estão trabalhando de uma forma tão integrada e parceira. Vocês trazem essa tranquilidade, essa cultura de paz para dentro das nossas escolas”.


Ela reforça que é necessário ter um ambiente saudável e tranquilo, para que os estudantes possam focar no processo de ensino-aprendizagem. “Se você tem um ambiente tumultuado, obviamente, terá problemas nessa questão da aprendizagem. Eu entendo o Batalhão de Policiamento Escolar como um grande parceiro das escolas. Devemos encará-lo como educadores parceiros que auxiliam na mediação de conflito”.


A programação dos dois dias contou com palestras sobre o Programa Guardião Escolar, saúde mental no ambiente escolar, ataques de violência extrema às escolas no Brasil: mapeamento, fatores associados e caminhos de prevenção e enfrentamento, além da cultura de paz nas escolas.


Parceria com o Batalhão


O Batalhão de Policiamento Escolar (BPESC) também listou em quais casos deve ser acionado. São eles: situações de risco à segurança da comunidade escolar; no cometimento ou na iminência de ocorrência de crime ou contravenção penal nas escolas ou em seu perímetro; na presença de pessoas com atitudes suspeitas nas imediações das escolas; na suspeita de uso ou tráfico de drogas; para a realização de operações preventivas nas escolas; e em caso de ameaça à escola, aluno ou estudante. Para entrar em contato, basta ligar no (61) 3190-3717.


A diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante da SEEDF, Larisse Cavalcante, abordou a importância de cuidar da saúde mental dos estudantes


A tenente-coronel Renata Cardoso, atual comandante do Batalhão de Policiamento Escolar do DF, foi uma das palestrantes. Ela trouxe dados importantes como a criação do 1º Batalhão de Policiamento Escolar do Brasil, no Distrito Federal, em 1.988, por meio do Decreto nº 11.958. “Exatamente hoje estou completando 28 anos de serviço. Posso dizer que tive a oportunidade de viver os dois melhores anos da minha vida aqui à frente do Batalhão de Policiamento Escolar. Uma unidade que eu tive a oportunidade de servir em 2003 como tenente e retornei 20 anos depois como tenente-coronel”.



Saúde mental


Outra palestrante foi a diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante da SEEDF, Larisse Cavalcante. Ela destacou como um trabalho de saúde mental é essencial na vida do estudante. “É muito importante que a pauta de saúde mental seja discutida quando se fala em situações de violência, de enfrentamento ou situações de crise dentro da escola. Muitas vezes quando entramos nas escolas numa situação crítica, com a comunidade escolar muito abalada, nós vemos que esse debate é muito importante de ser realizado no ambiente escolar, até para prevenir outras situações de violência ou de ataques”, disse.


O Seminário também indicou ações do papel da família na vida escolar do estudante: participar dos eventos da escola, da rotina escolar e da vida social de seu filho; conhecer os amigos de seu filho e os ambientes que ele frequente; perguntar a origem de qualquer objeto estranho que seu filho trouxer para a casa; sempre que possível, acompanhar as crianças até a entrada da escola; acompanhar as redes sociais de seu filho; e verificar diariamente a mochila de seu filho.


*Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)










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Análise do Cadastro Ambiental Rural é apresentada a comissão da ONU

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O Instituto Brasília Ambiental recebeu, nesta quinta-feira (3), a visita de representantes do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). A visita teve como objetivo conhecer de perto a experiência do instituto na análise de processos do Cadastro Ambiental Rural (CAR), bem como discutir desafios e sugerir melhorias para sua operacionalização no Distrito Federal.


O Pnud demonstrou grande interesse na captação de recursos internacionais para fortalecer o CAR e as políticas públicas a ele relacionadas.


Para a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, compartilhar boas práticas e discutir melhorias demonstra comprometimento com o serviço prestado à população. “Nossa gestão prioriza a capacidade técnica e o trabalho integrado entre os diferentes setores do governo. O desenvolvimento de processos conjuntos busca ampliar a proteção dos nossos recursos naturais”, ressaltou.


A visita teve como objetivo conhecer de perto a experiência do instituto na análise de processos do Cadastro Ambiental Rural (CAR) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental


O presidente do Instituto, Rôney Nemer, destaca que todas as iniciativas, que auxiliam na melhoria da qualidade do fornecimento do serviço público para a sociedade, são amplamente incentivadas pela gestão: “Sempre procuro reforçar aos nossos técnicos e também à população em geral que todos os projetos e inciativas que visam preservar nosso Cerrado são muito bem vindas no Brasília ambiental. Com a parceria pública não é diferente. Estamos muito contentes de poder contribuir” expressou o gestor.


Durante a reunião, a Superintendência de Licenciamento do Brasília Ambiental (Sulam) pontuou alguns dos principais desafios enfrentados na execução do CAR. Entre eles foram mencionadas a lentidão e instabilidade do sistema, ausência de equipe exclusiva para análise do CAR e peculiaridades do Distrito Federal, como o tamanho dos imóveis e a legislação distrital. Também foram citadas a sobreposição de áreas rurais com Unidades de Conservação e Áreas de Proteção Ambiental (APA), áreas rurais que se encontram em terras públicas, a necessidade de reanálise dos cadastros e as dificuldades na comunicação com proprietários rurais.



Como soluções, a equipe técnica do Brasília Ambiental propôs a implementação de análises dinamizadas, contratação de bases de referência e consultores especializados, além da aproximação com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), que possui um canal de comunicação mais eficiente com os produtores rurais. Também foi sugerida a vinculação das análises do CAR à regularização fundiária e ambiental das fazendas públicas do DF.


Para a diretora Amanda Caldas, o apoio da Emater-DF tem sido fundamental até mesmo no mapeamento das análises: “A partir da qualidade de informações que eles nos passaram, conseguimos analisar processos de CAR por meio de terrenos que têm semelhança de solo e características com as áreas rurais em análise. O que nos deu mais agilidade no processo”, explica.


Durante a visita, os representantes do Pnud puderam conhecer na prática o funcionamento das análises do CAR dentro do Instituto. Foram apresentados os sistemas utilizados, incluindo o SisDIA, o Geoportal, o próprio sistema do CAR, a base de dados do Onda (de uso interno do Brasília Ambiental), o RI Digital, entre outros necessários para a especificidade das análises.


A visita reforça a importância da colaboração internacional para o fortalecimento do CAR e abre caminho para possíveis investimentos que possam otimizar sua gestão no DF.


*Com informações do Instituto Brasília Ambiental










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https://jornalismodigitaldf.com.br/analise-do-cadastro-ambiental-rural-e-apresentada-a-comissao-da-onu/?fsp_sid=132617
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Análise do Cadastro Ambiental Rural é apresentada a comissão da ONU

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O Instituto Brasília Ambiental recebeu, nesta quinta-feira (3), a visita de representantes do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). A visita teve como objetivo conhecer de perto a experiência do instituto na análise de processos do Cadastro Ambiental Rural (CAR), bem como discutir desafios e sugerir melhorias para sua operacionalização no Distrito Federal.


O Pnud demonstrou grande interesse na captação de recursos internacionais para fortalecer o CAR e as políticas públicas a ele relacionadas.


Para a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, compartilhar boas práticas e discutir melhorias demonstra comprometimento com o serviço prestado à população. “Nossa gestão prioriza a capacidade técnica e o trabalho integrado entre os diferentes setores do governo. O desenvolvimento de processos conjuntos busca ampliar a proteção dos nossos recursos naturais”, ressaltou.


A visita teve como objetivo conhecer de perto a experiência do instituto na análise de processos do Cadastro Ambiental Rural (CAR) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental


O presidente do Instituto, Rôney Nemer, destaca que todas as iniciativas, que auxiliam na melhoria da qualidade do fornecimento do serviço público para a sociedade, são amplamente incentivadas pela gestão: “Sempre procuro reforçar aos nossos técnicos e também à população em geral que todos os projetos e inciativas que visam preservar nosso Cerrado são muito bem vindas no Brasília ambiental. Com a parceria pública não é diferente. Estamos muito contentes de poder contribuir” expressou o gestor.


Durante a reunião, a Superintendência de Licenciamento do Brasília Ambiental (Sulam) pontuou alguns dos principais desafios enfrentados na execução do CAR. Entre eles foram mencionadas a lentidão e instabilidade do sistema, ausência de equipe exclusiva para análise do CAR e peculiaridades do Distrito Federal, como o tamanho dos imóveis e a legislação distrital. Também foram citadas a sobreposição de áreas rurais com Unidades de Conservação e Áreas de Proteção Ambiental (APA), áreas rurais que se encontram em terras públicas, a necessidade de reanálise dos cadastros e as dificuldades na comunicação com proprietários rurais.



Como soluções, a equipe técnica do Brasília Ambiental propôs a implementação de análises dinamizadas, contratação de bases de referência e consultores especializados, além da aproximação com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), que possui um canal de comunicação mais eficiente com os produtores rurais. Também foi sugerida a vinculação das análises do CAR à regularização fundiária e ambiental das fazendas públicas do DF.


Para a diretora Amanda Caldas, o apoio da Emater-DF tem sido fundamental até mesmo no mapeamento das análises: “A partir da qualidade de informações que eles nos passaram, conseguimos analisar processos de CAR por meio de terrenos que têm semelhança de solo e características com as áreas rurais em análise. O que nos deu mais agilidade no processo”, explica.


Durante a visita, os representantes do Pnud puderam conhecer na prática o funcionamento das análises do CAR dentro do Instituto. Foram apresentados os sistemas utilizados, incluindo o SisDIA, o Geoportal, o próprio sistema do CAR, a base de dados do Onda (de uso interno do Brasília Ambiental), o RI Digital, entre outros necessários para a especificidade das análises.


A visita reforça a importância da colaboração internacional para o fortalecimento do CAR e abre caminho para possíveis investimentos que possam otimizar sua gestão no DF.


*Com informações do Instituto Brasília Ambiental










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DF torna obrigatória a coleta de sangue em suínos selvagens abatidos

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O Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), publicou a Portaria nº 121 no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), tornando obrigatória a coleta de sangue em suínos asselvajados abatidos no território distrital. A medida tem como objetivo fortalecer a vigilância epidemiológica e garantir a biosseguridade da criação suína local, prevenindo a propagação da Peste Suína Clássica (PSC) e outras doenças de controle oficial. Atualmente, o Distrito Federal integra a Zona Livre para PSC com reconhecimento internacional.


De acordo com a portaria, todos os javalis abatidos no DF por agentes de manejo deverão ter amostras de sangue coletadas e enviadas para análise laboratorial. Caso não seja possível a coleta de todos os animais, a prioridade será dada aos mais velhos, considerados mais representativos da situação sanitária do grupo. As amostras deverão ser entregues nos escritórios de Defesa Agropecuária da Seagri-DF em até 48 horas, se refrigeradas, ou em até sete dias, se congeladas.


Caso não seja possível a coleta de todos os animais, a prioridade será dada aos mais velhos, considerados mais representativos da situação sanitária do grupo | Foto: Divulgação/Seagri-DF


O secretário de Agricultura do Distrito Federal, Rafael Bueno, ressaltou a relevância da nova medida para a proteção da suinocultura local. “A proteção da produção suína do Distrito Federal é uma prioridade. Com essa iniciativa, a Seagri-DF reforça o compromisso com a vigilância sanitária e o controle de doenças, alinhando-se às diretrizes nacionais para monitoramento do javali. A coleta obrigatória de sangue dos javalis abatidos nos permite identificar riscos e agir preventivamente, garantindo a segurança sanitária e a sustentabilidade da suinocultura local.”


A subsecretária de Defesa Agropecuária, Danielle Kalkmann, reforçou a relevância da medida: “Nosso objetivo é conscientizar sobre a importância desse trabalho para a sanidade suína. Quanto mais amostras conseguirmos coletar, melhor poderemos criar estratégias eficazes de controle e prevenção de doenças que possam impactar a suinocultura ou representar risco à saúde pública. Algumas dessas doenças são zoonoses, ou seja, podem ser transmitidas para os seres humanos, o que reforça a necessidade de um acompanhamento rigoroso.”



Cadastro e treinamento


A portaria também estabelece que os agentes manejadores de javalis deverão estar cadastrados no Serviço Veterinário Oficial (SVO) e apresentar documentação comprobatória, incluindo identidade com CPF, comprovante de endereço e certificado de regularidade no Cadastro Técnico Federal do Ibama. Além disso, os agentes deverão passar por um treinamento ministrado por veterinários do SVO, que poderá ocorrer de forma presencial ou online.


A nova regulamentação também reforça a proibição do transporte de javalis vivos, determinando que os animais capturados durante as ações de controle sejam abatidos no próprio local. A portaria exige ainda a notificação imediata de qualquer avistamento de javalis doentes ou mortos. O descumprimento das novas regras poderá resultar em penalizações, conforme previsto na legislação vigente.


*Com informações da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF)










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https://jornalismodigitaldf.com.br/df-torna-obrigatoria-a-coleta-de-sangue-em-suinos-selvagens-abatidos/?fsp_sid=132604
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DF torna obrigatória a coleta de sangue em suínos selvagens abatidos

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O Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), publicou a Portaria nº 121 no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), tornando obrigatória a coleta de sangue em suínos asselvajados abatidos no território distrital. A medida tem como objetivo fortalecer a vigilância epidemiológica e garantir a biosseguridade da criação suína local, prevenindo a propagação da Peste Suína Clássica (PSC) e outras doenças de controle oficial. Atualmente, o Distrito Federal integra a Zona Livre para PSC com reconhecimento internacional.


De acordo com a portaria, todos os javalis abatidos no DF por agentes de manejo deverão ter amostras de sangue coletadas e enviadas para análise laboratorial. Caso não seja possível a coleta de todos os animais, a prioridade será dada aos mais velhos, considerados mais representativos da situação sanitária do grupo. As amostras deverão ser entregues nos escritórios de Defesa Agropecuária da Seagri-DF em até 48 horas, se refrigeradas, ou em até sete dias, se congeladas.


Caso não seja possível a coleta de todos os animais, a prioridade será dada aos mais velhos, considerados mais representativos da situação sanitária do grupo | Foto: Divulgação/Seagri-DF


O secretário de Agricultura do Distrito Federal, Rafael Bueno, ressaltou a relevância da nova medida para a proteção da suinocultura local. “A proteção da produção suína do Distrito Federal é uma prioridade. Com essa iniciativa, a Seagri-DF reforça o compromisso com a vigilância sanitária e o controle de doenças, alinhando-se às diretrizes nacionais para monitoramento do javali. A coleta obrigatória de sangue dos javalis abatidos nos permite identificar riscos e agir preventivamente, garantindo a segurança sanitária e a sustentabilidade da suinocultura local.”


A subsecretária de Defesa Agropecuária, Danielle Kalkmann, reforçou a relevância da medida: “Nosso objetivo é conscientizar sobre a importância desse trabalho para a sanidade suína. Quanto mais amostras conseguirmos coletar, melhor poderemos criar estratégias eficazes de controle e prevenção de doenças que possam impactar a suinocultura ou representar risco à saúde pública. Algumas dessas doenças são zoonoses, ou seja, podem ser transmitidas para os seres humanos, o que reforça a necessidade de um acompanhamento rigoroso.”



Cadastro e treinamento


A portaria também estabelece que os agentes manejadores de javalis deverão estar cadastrados no Serviço Veterinário Oficial (SVO) e apresentar documentação comprobatória, incluindo identidade com CPF, comprovante de endereço e certificado de regularidade no Cadastro Técnico Federal do Ibama. Além disso, os agentes deverão passar por um treinamento ministrado por veterinários do SVO, que poderá ocorrer de forma presencial ou online.


A nova regulamentação também reforça a proibição do transporte de javalis vivos, determinando que os animais capturados durante as ações de controle sejam abatidos no próprio local. A portaria exige ainda a notificação imediata de qualquer avistamento de javalis doentes ou mortos. O descumprimento das novas regras poderá resultar em penalizações, conforme previsto na legislação vigente.


*Com informações da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF)










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Antecipação do 13º beneficiará 34,2 milhões de brasileiros

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Ao todo, 34,2 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vão receber a primeira parcela de antecipação do 13º salário com o pagamento final de abril.


O Ministério da Previdência Social (MPS) estima que a medida pode injetar R$ 73,3 bilhões na economia brasileira.



A antecipação do pagamento foi solicitada pelo ministro da Previdência Social, Carlos Lupi.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou a antecipação do 13º salário por meio de decreto, assinado nesta quinta-feira (3/4), durante o evento “O Brasil dando a volta por cima”, em Brasília (DF).


Pagamento do 13º do INSS


O calendário de pagamento da antecipação começa em 24 de abril e se estende até 8 de maio. No mês seguinte, serão feitos os depósitos referentes à segunda metade do 13º salário (de 26 de maio a 6 de junho).



Não têm direito ao 13º salário quem é contemplado pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos com mais de 65 anos e pessoas com deficiência, desde que comprovem baixa renda, e beneficiários de Renda Mensal Vitalícia.


Primeira parcela do 13º salário do INSS


Para quem ganha até um salário-mínimo



  • Final do benefício 1: 24 de abril

  • Final do benefício 2: 25 de abril

  • Final do benefício 3: 28 de abril

  • Final do benefício 4: 29 de abril

  • Final do benefício 5: 30 de abril

  • Final do benefício 6: 2 de maio

  • Final do benefício 7: 5 de maio

  • Final do benefício 8: 6 de maio

  • Final do benefício 9: 7 de maio

  • Final do benefício 0: 8 de maio


Para quem ganha acima do piso nacional



  • Final do benefício Dia do crédito

  • Final do benefício 1 e 6: 2 de maio

  • Final do benefício 2 e 7: 5 de maio

  • Final do benefício 3 e 8: 6 de maio

  • Final do benefício 4 e 9: 7 de maio

  • Final do benefício 5 e 0: 8 de maio


Como conferir



  1. Acesse o site ou aplicativo Meu INSS

  2. Faça login com seu CPF e senha

  3. No menu, selecione “Extrato de Contribuição”

  4. Clique em “Baixar PDF” para obter o documento do INSS


Pelo telefone


Aqueles que não têm acesso à internet podem ligar para a Central 135. Informar o número do CPF e confirmar algumas informações cadastrais para a atendente, de forma a evitar fraudes. O atendimento vai de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/antecipacao-do-13o-beneficiara-342-milhoes-de-brasileiros/?fsp_sid=132591
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Antecipação do 13º beneficiará 34,2 milhões de brasileiros

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Ao todo, 34,2 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vão receber a primeira parcela de antecipação do 13º salário com o pagamento final de abril.


O Ministério da Previdência Social (MPS) estima que a medida pode injetar R$ 73,3 bilhões na economia brasileira.



A antecipação do pagamento foi solicitada pelo ministro da Previdência Social, Carlos Lupi.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou a antecipação do 13º salário por meio de decreto, assinado nesta quinta-feira (3/4), durante o evento “O Brasil dando a volta por cima”, em Brasília (DF).


Pagamento do 13º do INSS


O calendário de pagamento da antecipação começa em 24 de abril e se estende até 8 de maio. No mês seguinte, serão feitos os depósitos referentes à segunda metade do 13º salário (de 26 de maio a 6 de junho).



Não têm direito ao 13º salário quem é contemplado pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos com mais de 65 anos e pessoas com deficiência, desde que comprovem baixa renda, e beneficiários de Renda Mensal Vitalícia.


Primeira parcela do 13º salário do INSS


Para quem ganha até um salário-mínimo



  • Final do benefício 1: 24 de abril

  • Final do benefício 2: 25 de abril

  • Final do benefício 3: 28 de abril

  • Final do benefício 4: 29 de abril

  • Final do benefício 5: 30 de abril

  • Final do benefício 6: 2 de maio

  • Final do benefício 7: 5 de maio

  • Final do benefício 8: 6 de maio

  • Final do benefício 9: 7 de maio

  • Final do benefício 0: 8 de maio


Para quem ganha acima do piso nacional



  • Final do benefício Dia do crédito

  • Final do benefício 1 e 6: 2 de maio

  • Final do benefício 2 e 7: 5 de maio

  • Final do benefício 3 e 8: 6 de maio

  • Final do benefício 4 e 9: 7 de maio

  • Final do benefício 5 e 0: 8 de maio


Como conferir



  1. Acesse o site ou aplicativo Meu INSS

  2. Faça login com seu CPF e senha

  3. No menu, selecione “Extrato de Contribuição”

  4. Clique em “Baixar PDF” para obter o documento do INSS


Pelo telefone


Aqueles que não têm acesso à internet podem ligar para a Central 135. Informar o número do CPF e confirmar algumas informações cadastrais para a atendente, de forma a evitar fraudes. O atendimento vai de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h.






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Cientista lista 5 alterações na fala que ajudam a detectar o Alzheimer

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*O artigo foi escrito pela candidata a doutorado Sarah Curtis, da Universidade de Nottingham Trent, no Reino Unido, e publicado na plataforma The Conversation Brasil.


Dez milhões de pessoas são diagnosticadas com demência no mundo todo a cada ano – e isso é mais do que nunca. De acordo com a Alzheimer’s Society, aproximadamente um milhão de pessoas no Reino Unido estão vivendo atualmente com a doença. Estudos preveem que esse número aumentará para 1,6 milhão até 2050.


A doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência e leva ao declínio da memória e das habilidades de raciocínio. Trata-se de uma doença física que faz com que o cérebro pare de funcionar corretamente e que piora com o tempo. Identificar o início do processo precocemente pode ajudar pacientes e cuidadores a encontrar o suporte e o cuidado médico certos.


Uma maneira de fazer isso é identificar mudanças no uso da linguagem porque novos problemas de fala são um dos primeiros sinais de declínio mental – e podem indicar o começo da doença.


Aqui estão cinco sintomas precoces de Alzheimer relacionados à fala que você deve observar:


1. Pausas, hesitações e imprecisões


Um dos sinais mais reconhecíveis do adoecimento é a dificuldade em lembrar palavras específicas, o que pode levar a pausas e hesitações frequentes e (ou) longas. Quando uma pessoa com Alzheimer demora a lembrar de uma palavra, ela pode recorrer a uma descrição vaga, como dizer “coisa”, ou falar em torno da palavra esquecida. Por exemplo, se a dificuldade for para lembrar a palavra cachorro, pode ser que ela diga algo como “as pessoas têm esses animais de estimação… eles latem… eu costumava ter um quando era criança”.


2. Usar palavras com significado errado


Quem está desenvolvendo a doença tenta substituir uma palavra que não consegue dizer por algo relacionado a ela. Usando o mesmo exemplo acima, em vez de “cachorro”, pode usar um animal da mesma categoria, como “gato”. Nos estágios iniciais da doença de Alzheimer, no entanto, essas mudanças têm mais probabilidade de estar relacionadas a uma categoria mais ampla ou geral, como dizer “animal” em vez de “gato”.


3. Falar sobre uma tarefa em vez de fazê-la


Uma pessoa com Alzheimer pode ter dificuldade para concluir tarefas. Em vez de executá-las, ela pode falar sobre seus sentimentos em relação às atividades, expressar dúvidas ou mencionar habilidades passadas. E dizer: “Não tenho certeza se consigo fazer isso” ou “Eu costumava ser bom nisso”, em vez de falar diretamente sobre a tarefa.


4. Menor variedade de palavras


Um indicador mais sutil da doença de Alzheimer é a tendência de usar uma linguagem mais simples, confiando em palavras comuns. Pessoas com Alzheimer frequentemente repetem os mesmos verbos, substantivos e adjetivos em vez de usarem um vocabulário mais amplo. Elas também podem usar “o”, “e” ou “mas” com frequência para conectar frases.


5. Dificuldade em encontrar as palavras certas


A doença leva a dificuldade para pensar em palavras, objetos ou coisas que pertencem a um grupo. Isso, às vezes, é usado como um teste cognitivo para o diagnóstico. Por exemplo, aqueles com Alzheimer podem ter dificuldade para nomear coisas em uma categoria específica, como alimentos diferentes, partes diferentes do corpo ou palavras que começam com a mesma letra. Isso fica mais difícil à medida que a doença progride, tornando essas tarefas cada vez mais desafiadoras.


A idade é o maior fator de risco para o desenvolvimento de Alzheimer – a chance dobra a cada cinco anos após os 65 anos. No entanto, uma em cada 20 pessoas diagnosticadas com Alzheimer tem menos de 65 anos. Isso é chamado de Alzheimer mais jovem – ou de início precoce.


Embora esquecer palavras de vez em quando seja normal, problemas persistentes e cada vez piores para lembrar, falar fluentemente ou usar uma variedade de termos podem ser um sinal precoce de Alzheimer. Identificá-los na fase inicial é particularmente importante para pessoas com maior risco de sofrer com a doença à medida que envelhecem, como os que têm síndrome de Down.The Conversation


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https://jornalismodigitaldf.com.br/cientista-lista-5-alteracoes-na-fala-que-ajudam-a-detectar-o-alzheimer/?fsp_sid=132578
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Obras de infraestrutura no Itapoã tem investimento de quase R$ 27 milhões

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A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) está executando obras de infraestrutura na quadra 318 do Itapoã, com serviços de drenagem pluvial e movimentação de terra. Com um investimento total de R$ 26.984.164,19, a iniciativa visa melhorar a qualidade de vida dos moradores da região.


Os trabalhos começaram em dezembro do ano passado. Para acelerar a ação, a empresa responsável estendeu o horário de atuação para o período noturno. No entanto, de acordo com a companhia, desafios como ligações clandestinas de água e eletricidade, além da dificuldade de acesso para máquinas devido às ruas estreitas, têm dificultado o avanço. A Companhia assegura que, assim que a drenagem for finalizada, as equipes iniciarão imediatamente a pavimentação asfáltica.


De acordo com a Novacap, a área é predominantemente residencial, com alguns estabelecimentos comerciais, e os serviços beneficiarão diretamente a população local | Foto: Divulgação/Novacap


“O impacto temporário dessas obras é compreensível, mas os benefícios serão duradouros. Estamos empenhados em garantir que toda a infraestrutura necessária seja entregue com qualidade e no menor prazo possível”, destacou o presidente da Novacap, Fernando Leite.



De acordo com a Novacap, a área é predominantemente residencial, com alguns estabelecimentos comerciais, e os serviços beneficiarão diretamente a população local. O cronograma sofreu atrasos devido às chuvas intensas registradas em dezembro, janeiro, fevereiro e março, comprometendo o avanço das intervenções nesse período.


Além da quadra 318, outras regiões do Itapoã também estão passando por obras. Na quadra 379 e no Condomínio Del Lago, o asfalto já foi concluído, restando apenas a finalização das calçadas e da sinalização. No Condomínio Mandala, a drenagem foi concluída e as próximas etapas envolvem a instalação de calçadas, meios-fios e sinalização. Já nas avenidas Brasil e Independência, faltam cerca de 250 metros de asfalto, além das calçadas e sinalização. Também seguem em andamento as obras das galerias para lançamento nas bacias de detenção, com aproximadamente 500 metros a serem finalizados.


*Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)










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https://jornalismodigitaldf.com.br/obras-de-infraestrutura-no-itapoa-tem-investimento-de-quase-r-27-milhoes/?fsp_sid=132559
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Obras de infraestrutura no Itapoã tem investimento de quase R$ 27 milhões

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A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) está executando obras de infraestrutura na quadra 318 do Itapoã, com serviços de drenagem pluvial e movimentação de terra. Com um investimento total de R$ 26.984.164,19, a iniciativa visa melhorar a qualidade de vida dos moradores da região.


Os trabalhos começaram em dezembro do ano passado. Para acelerar a ação, a empresa responsável estendeu o horário de atuação para o período noturno. No entanto, de acordo com a companhia, desafios como ligações clandestinas de água e eletricidade, além da dificuldade de acesso para máquinas devido às ruas estreitas, têm dificultado o avanço. A Companhia assegura que, assim que a drenagem for finalizada, as equipes iniciarão imediatamente a pavimentação asfáltica.


De acordo com a Novacap, a área é predominantemente residencial, com alguns estabelecimentos comerciais, e os serviços beneficiarão diretamente a população local | Foto: Divulgação/Novacap


“O impacto temporário dessas obras é compreensível, mas os benefícios serão duradouros. Estamos empenhados em garantir que toda a infraestrutura necessária seja entregue com qualidade e no menor prazo possível”, destacou o presidente da Novacap, Fernando Leite.



De acordo com a Novacap, a área é predominantemente residencial, com alguns estabelecimentos comerciais, e os serviços beneficiarão diretamente a população local. O cronograma sofreu atrasos devido às chuvas intensas registradas em dezembro, janeiro, fevereiro e março, comprometendo o avanço das intervenções nesse período.


Além da quadra 318, outras regiões do Itapoã também estão passando por obras. Na quadra 379 e no Condomínio Del Lago, o asfalto já foi concluído, restando apenas a finalização das calçadas e da sinalização. No Condomínio Mandala, a drenagem foi concluída e as próximas etapas envolvem a instalação de calçadas, meios-fios e sinalização. Já nas avenidas Brasil e Independência, faltam cerca de 250 metros de asfalto, além das calçadas e sinalização. Também seguem em andamento as obras das galerias para lançamento nas bacias de detenção, com aproximadamente 500 metros a serem finalizados.


*Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)










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