Doença infecciosa que mais mata no mundo, tuberculose tem tratamento nas UBSs do DF

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Começou aparentemente como uma gripe fraca. Não demorou para que a tosse seca evoluísse e as dores nas costas sugerissem acometimento dos pulmões. Jorge da Silva, 56 anos, buscou o Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin), da Secretaria de Saúde (SES-DF), no início de fevereiro de 2023. Lá, realizou exames e recebeu o diagnóstico de tuberculose pulmonar.


Antes do fim daquele mês, na própria unidade especializada, ele deu início ao tratamento. Após seis meses, o morador do Gama estava curado da doença. Jorge alerta que não se pode minimizar a gravidade dos sintomas: “É preciso investigar direito, ir atrás de assistência, realizar os exames. Por teimosia, um quadro pode ser agravado e até levar ao óbito”. No Dia Mundial de Combate à Tuberculose, instituído como 24 de março, a secretaria conscientiza sobre os sintomas e a importância de buscar atendimento nos primeiros sinais da doença.


Arte: Secretaria de Saúde


Atendimento especializado


A transmissão da tuberculose ocorre por via respiratória, pela eliminação de aerossóis (partículas respiratórias) contaminados com o bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis) na tosse, na fala ou no espirro. Calcula-se que, durante um ano, uma pessoa sem tratamento possa infectar de dez a 15 pessoas.


Caso a tosse siga por mais de três semanas, é necessário procurar atendimento em uma das 176 unidades básicas de saúde (UBSs) do DF. “A tuberculose é uma doença que pode ser diagnosticada em qualquer idade. É fundamental manter o vínculo com as equipes de Saúde da Família (eSF)”, explica o responsável técnico pela tuberculose na Gerência de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis (Gevist) da SES-DF, Ricardo Gadelha.


A transmissão da tuberculose ocorre por via respiratória | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde


Todas as UBSs do DF oferecem o diagnóstico e o tratamento – que deve ser seguido rigorosamente até o final. Para encontrar a unidade de referência, basta indicar o CEP.


Crescimento


A tuberculose é a principal causa de morte por doenças infecciosas no mundo, superando a covid-19, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Em 2023, foram diagnosticados aproximadamente 8,2 milhões de casos – o maior número desde o início do monitoramento global, em 1995. Lembrado nesta segunda-feira (24), o Dia Mundial de Combate à Tuberculose conscientiza sobre os sintomas e a importância de buscar atendimento nos primeiros sinais da doença.


UBSs realizam diagnóstico e oferecem tratamento para tuberculose



Desde 2020, os diagnósticos de tuberculose no Brasil têm mostrado uma tendência crescente. Em 2020, a taxa era de 33,1 casos por 100 mil habitantes. Já em 2023, esse número subiu para 40 ocorrências a cada 100 mil habitantes, representando um aumento de mais de 15 mil casos por ano. No DF, em 2024, foram identificadas 480 novas ocorrências, sendo 392 de tuberculose pulmonar ー a forma mais frequente e também a principal responsável pela manutenção da cadeia de transmissão.


*Com informações da Secretaria de Saúde










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Viúvo de Ney Latorraca entra na Justiça por herança do ator; entenda

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Ney Latorraca morreu no dia 26 de dezembro do ano passado e deixou o marido, Edi Botelho. A maior parte da herança do ator foi doada à caridade e o viúvo ficou apenas com automóvel, móveis, utensílios, joias e objetos pessoais do ator, além de linhas telefônicas. Por conta da situação, Botelho entrou na Justiça.


O também artista pede, na 5ª Vara de Órfãos e Sucessões da Comarca da Capital, a abertura, o registro e o cumprimento do testamento feito por Ney Latorraca. A informação foi veiculada pelo Notícias da TV. Edi foi determinado como inventariante dos bens por Ney Latorraca. Edilson Fernandes Botelho e Ney Latorraca viveram uma união estável desde 1995, mas não tiveram filhos juntos.




Herança de Ney Latorraca



  • Ney deixou parte de seus maiores bens para várias instituições de caridade incluindo o Grupo de Apoio à Prevenção à AIDS e o Retiro dos Artistas.

  • Bens como apartamento, casas e aplicações financeiras foram deixados para a instituições, segundo a coluna de Ancelmo Gois, do O Globo.

  • Os beneficiários seriam: Grupo de Apoio à Prevenção à AIDS, O Leprosário Campo Grande, Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR) e Retiro dos Artistas.

  • O Grupo de Apoio à Prevenção à AIDS (Baixada Santista) ficou com três apartamentos em São Paulo, já O Leprosário Campo Grande (MS) vai herdar um apartamento no Rio de Janeiro e cotas na empresa Latorraca Produções Artísticas Ltda.

  • Além disso, a ABBR ficou com uma casa em Miguel Pereira (RJ) e um apartamento em Copacabana, enquanto o Retiro dos Artistas ficou com a conta poupança e os fundos de investimentos do ator.




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Ney Latorraca

Reprodução/Instagram
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Ney Latorraca

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Carreira


O ator Ney Latorraca construiu uma trajetória de sucesso na TV e esteve presente em um dos maiores sucessos da Globo: a novela Da Cor do Pecado. O ator morreu no dia 26 de dezembro de 2024 após internação para tratamento de câncer de próstata. A causa da morte foi sepse pulmonar.


Ney era casado há 29 anos com Edi Botelho e vivia uma vida longe dos holofotes. Ele não fazia questão de compartilhar intimidades nem usava suas redes sociais, paradas desde 2017.


Ney Latorraca assinou contrato vitalício com a TV Globo. A decisão foi na contramão da política adotada pela emissora, que vem interrompendo contratos longevos e firmando parcerias por obra. O ator estreou na Globo em 1975, na novela Escalada, a primeira escrita por Lauro Cesar Muniz para o horário nobre da emissora.


Ney interpretou, na ocasião, Felipe, um playboy que caiu no gosto do público. O ator consolidaria, nos anos seguintes, tipos que se tornariam antológicos na história da TV. Alguns exemplos são o Volpone de Um Sonho a Mais (1985), o vampiro Vlad, de Vamp (1991), e o Barbosa do humorístico TV Pirata (1988).


“Ator já nasce ator. Aprendi desde pequeno que precisava representar para sobreviver. Sempre fui uma criança diferente das outras: às vezes, eu tinha que dormir cedo porque não havia o que comer em casa. Então, até hoje, para mim, estou no lucro”, disse o ator em depoimento ao Memória Globo.






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Viúvo de Ney Latorraca entra na Justiça por herança do ator; entenda

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Ney Latorraca morreu no dia 26 de dezembro do ano passado e deixou o marido, Edi Botelho. A maior parte da herança do ator foi doada à caridade e o viúvo ficou apenas com automóvel, móveis, utensílios, joias e objetos pessoais do ator, além de linhas telefônicas. Por conta da situação, Botelho entrou na Justiça.


O também artista pede, na 5ª Vara de Órfãos e Sucessões da Comarca da Capital, a abertura, o registro e o cumprimento do testamento feito por Ney Latorraca. A informação foi veiculada pelo Notícias da TV. Edi foi determinado como inventariante dos bens por Ney Latorraca. Edilson Fernandes Botelho e Ney Latorraca viveram uma união estável desde 1995, mas não tiveram filhos juntos.




Herança de Ney Latorraca



  • Ney deixou parte de seus maiores bens para várias instituições de caridade incluindo o Grupo de Apoio à Prevenção à AIDS e o Retiro dos Artistas.

  • Bens como apartamento, casas e aplicações financeiras foram deixados para a instituições, segundo a coluna de Ancelmo Gois, do O Globo.

  • Os beneficiários seriam: Grupo de Apoio à Prevenção à AIDS, O Leprosário Campo Grande, Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR) e Retiro dos Artistas.

  • O Grupo de Apoio à Prevenção à AIDS (Baixada Santista) ficou com três apartamentos em São Paulo, já O Leprosário Campo Grande (MS) vai herdar um apartamento no Rio de Janeiro e cotas na empresa Latorraca Produções Artísticas Ltda.

  • Além disso, a ABBR ficou com uma casa em Miguel Pereira (RJ) e um apartamento em Copacabana, enquanto o Retiro dos Artistas ficou com a conta poupança e os fundos de investimentos do ator.




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Carreira


O ator Ney Latorraca construiu uma trajetória de sucesso na TV e esteve presente em um dos maiores sucessos da Globo: a novela Da Cor do Pecado. O ator morreu no dia 26 de dezembro de 2024 após internação para tratamento de câncer de próstata. A causa da morte foi sepse pulmonar.


Ney era casado há 29 anos com Edi Botelho e vivia uma vida longe dos holofotes. Ele não fazia questão de compartilhar intimidades nem usava suas redes sociais, paradas desde 2017.


Ney Latorraca assinou contrato vitalício com a TV Globo. A decisão foi na contramão da política adotada pela emissora, que vem interrompendo contratos longevos e firmando parcerias por obra. O ator estreou na Globo em 1975, na novela Escalada, a primeira escrita por Lauro Cesar Muniz para o horário nobre da emissora.


Ney interpretou, na ocasião, Felipe, um playboy que caiu no gosto do público. O ator consolidaria, nos anos seguintes, tipos que se tornariam antológicos na história da TV. Alguns exemplos são o Volpone de Um Sonho a Mais (1985), o vampiro Vlad, de Vamp (1991), e o Barbosa do humorístico TV Pirata (1988).


“Ator já nasce ator. Aprendi desde pequeno que precisava representar para sobreviver. Sempre fui uma criança diferente das outras: às vezes, eu tinha que dormir cedo porque não havia o que comer em casa. Então, até hoje, para mim, estou no lucro”, disse o ator em depoimento ao Memória Globo.






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Para fazer hemodiálise, mãe muda de estado e fica 3 anos sem a filha

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Em 2012, Amanda Eunice da Luz Bastos, então com 27 anos, saiu de casa para fazer uma consulta médica só voltou três anos depois. Ela nunca imaginou que a doença renal crônica e suas diversas complicações a manteriam afastada da filha, Ariana, de apenas quatro meses antes, por três anos.


Neste período, por diversas vezes, a mulher, hoje ativista do direito de pacientes renais, achou que iria morrer. Foram meses fazendo hemodiálise em São Paulo, a mais de 3,3 mil quilômetros de sua casa, em Macapá (AP).



O cenário desolador, porém, começou de forma silenciosa como a maioria das doenças renais, já que os sintomas não costumam aparecer até o cenário ser grave. “Embora os sintomas se desenvolvam lentamente e não são específicos da doença, algumas pessoas podem apresentar inchaço nos membros inferiores e no rosto, alteração na cor e no cheiro da urina, presença de espuma na urina, sabor metálico na boca e pressão na barriga no ato de urinar. É preciso estar atento a estes sinais e fazer check-up dos rins anualmente para evitar ser pego de surpresa”, explica o nefrologista Bruno Zawadzki, da DaVita Tratamento Renal.




Os principais fatores de risco da doença renal crônica



  • Embora muita gente acredite que para evitar a doença renal crônica seja necessário apenas manter uma rotina correta de ingestão de líquidos, para evitar o aparecimento da DRC não basta apenas tomar água.

  • Pessoas com diabetes ou pressão alta descontrolada por períodos longos acabam sendo os principais atingidos pela DRC, pelas consequências que as doenças têm no rim.

  • Idosos, fumantes, obesos e pessoas com histórico de doença do sistema circulatório, como infarto e AVC prévio ou insuficiência cardíaca, também têm um risco alto de desenvolvimento da doença.

  • Pessoas que também tenham histórico de DRC na família devem manter um check-up frequente da saúde renal.

  • O ideal é que todos estes públicos, além de pacientes que fazem uso de remédios contínuos que tenham efeito nos rins, façam o check-up anual da saúde renal ao menos uma vez por ano.




Os primeiros sintomas


Foi o que aconteceu com Amanda, e os primeiros sinais da doença ainda foram ignorados. No início de 2012, meses após o nascimento da caçula, ela começou a sentir inchaço e indisposição, especialmente logo depois de acordar. “Achei que fossem consequências da gestação”, conta.


A babá de Ariana, porém, desconfiou da saúde da chefe e recomendou que ela fizesse um exame. Como o marido de Amanda é médico, ela conseguiu um encaixe no mesmo dia e ainda naquela tarde, o laboratório pediu que ela marcasse consulta com um nefrologista.


À noite, Amanda foi para o hospital para encontrar o médico e só voltou para casa três anos depois. Os médicos suspeitavam que seu caso fosse de lúpus ou alguma doença autoimune. Enquanto isso, as complicações renais, que já estavam em estágio avançado, se agravavam.


A busca por tratamento levou Amanda a São Paulo, onde os médicos sugeriram terapias agressivas tentando preservar os rins dela. “Passei noites horríveis, perguntando a Deus por que me deu dois filhos se eu não poderia criá-los”, relembra.


Após semanas de diálises ocasionais e um coquetel de medicamentos, Amanda foi transferida para Belém, mais perto da família — porém, um dos rins parou de funcionar. A hemodiálise se tornou a única opção, mas só havia uma clínica que fazia o procedimento em Macapá, e ela estava lotada.


“Inicialmente, estava tão debilitada e mentalmente abalada que não quis fazer a hemodiálise. Depois aceitei e só pude aguentar tanto tempo graças a ela. A hemodiálise ajuda, mas também destrói, limita muito, faz a gente criar raízes em um lugar que tem uma atmosfera tão ruim que acaba nos adoecendo. É muito difícil ter que ir lá três vezes por semana, como era meu caso”, lembra.


O tratamento pode causar queda da pressão arterial, câimbras, fraqueza muscula e dor de cabeça.


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Amanda fez seu transplante em São Paulo, após 12 meses de hemodiálise, graças à uma doação do irmão

Reprodução/Acervo pessoal
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Amanda precisou se mudar para São Paulo para fazer a hemodiálise

Reprodução/Acervo pessoal
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Amanda é transplantada há 11 anos, o dobro do tempo médio que uma pessoa transplantada costuma manter o mesmo órgão

Reprodução/Acervo pessoal

Alternativas à hemodiálise


A dificuldade de se manter na hemodiálise é um dos principais entraves apontados pela Federação Nacional das Associações de Pacientes Renais e Transplantados do Brasil (Fenapar). Muitos centros que fazem a filtragem do sangue são distantes dos domicílios dos pacientes, como era o caso de Amanda.


“Além disso, a hemodiálise exige que o paciente compareça regularmente a uma clínica, geralmente três vezes por semana, o que limita sua mobilidade e interfere na rotina pessoal e profissional. Esse regime rígido pode gerar um impacto emocional e social significativo, levando ao isolamento e ao comprometimento da qualidade de vida”, explica a presidente da Fenapar, Maria de Lourdes da Silva Alves.


Por isso, a federação tem defendido uma maior difusão da diálise peritoneal no Brasil. O tratamento é feito em casa. Ele pode ser uma opção para a maioria dos pacientes renais, a não ser para os que têm casos mais agudos, que dependem da filtragem completa do sangue.


A diálise peritoneal, realizada várias vezes ao dia, filtra pequenas partes do sangue e é feita pelo próprio paciente. Embora seja disponibilizada pelo SUS, a opção é usada cinco vezes menos no Brasil do que em outros países, como o México.


A espera por um transplante


No caso de Amanda, ela nunca teve acesso à diálise peritoneal ou foi informada dessa opção quando estava em tratamento longe de casa. Toda sua esperança estava concentrada em um transplante.


A chance se aproximou quando exames revelaram que sua mãe era compatível. “Fomos para o hospital, já estava tudo organizado para o procedimento. No último instante, porém, os médicos fizeram um teste e descobriram que uma bactéria que eu tinha e minha mãe não tornaria o rim dela incompatível. Foi devastador. Bati na mesa, chorei. Não quis acreditar”, lembra Amanda.


A irmã também foi descartada por não possuir a bactéria. Entre as opções de doador vivo, restava apenas o irmão de Amanda, que era compatível. Porém, ele estava com sobrepeso de quase 20 kg e fumava. Ele decidiu mudar de vida para salvá-la.


“Meu irmão disse: nunca mais coloco um cigarro na boca para você voltar a viver”, relata.


Enquanto o irmão se preparava para a cirurgia, Amanda continuou as sessões de hemodiálise. Foram 12 meses de tratamento até o transplante, realizado após o irmão conseguir licença do trabalho. Mesmo após o procedimento, a recuperação exigiu mais tempo longe da família.


Quando finalmente voltou para casa, três anos depois, Amanda encontrou uma filha que não a reconhecia. Aos poucos, as duas reconstruíram a relação. Hoje, Amanda se dedica a causas sociais, ajudando outras famílias que enfrentam desafios semelhantes. Ela é presidente da Associação Amapaense dos Renais.


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Lula chega ao Japão com objetivo de fortalecer laços comerciais

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pousou em Tóquio, capital do Japão, às 22h da noite deste domingo (23/3). O petista terá uma extensa agenda com o intuito de fortalecer a relação comercial entre os dois países.


A última viagem de Lula ao Japão foi em maio de 2023, quando o petista participou da Cúpula do G7, grupo formado pelas maiores economias do mundo. É a quinta vez que o petista visita o país asiático.



No ano passado, o comércio entre o Brasil e o Japão atingiu US$ 11 bilhões, com um superávit brasileiro de US$ 146,8 milhões. Os principais produtos exportados para o país do outro lado do globo são: alumínio, celulose, café e minério de ferro.


Neste ano é comemorado os 130 anos das relações diplomáticas Brasil–Japão, com a assinatura do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação.


Confira a previsão da agenda do petista no Japão:


25 de março



  • Encontro com o imperador Naruhito e a imperatriz Masako

  • Jantar oficial no Palácio Imperial


26 de março



  • Fórum Empresarial Brasil-Japão

  • Reunião com o primeiro-ministro Shigeru Ishiba

  • Jantar oferecido pelo primeiro-ministro no Palácio Akasaka


A viagem do presidente tem como objetivo a abertura do mercado de produtos brasileiros, especialmente carne bovina e suína in natura. Para isso, o petista conta com uma comitiva com nomes importantes da política brasileira e empresários de diferentes setores.


Lula está acompanhado dos ministros Camilo Santana (Educação), Luiz Marinho (Trabalho), Alexandre Silveira (Minas e Energia), Mauro Vieira (Relações Exteriores), Renan Filho (Transportes), Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), Juscelino Filho (Comunicações), Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovações), Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança Climática) e Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional).


Também fazem parte da comitiva os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre. Além dos ex-presidentes do Legislativo, o deputado Arthur Lira (PP-AL) e o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).


Depois do Japão, Lula seguirá para o Vietnã, entre 27 a 29 de março, onde irá se reunir com as principais autoridades do país, incluindo o primeiro-ministro Pham Minh Chinh, que esteve no Brasil no ano passado para participar do G20.






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Lula chega ao Japão com objetivo de fortalecer laços comerciais

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pousou em Tóquio, capital do Japão, às 22h da noite deste domingo (23/3). O petista terá uma extensa agenda com o intuito de fortalecer a relação comercial entre os dois países.


A última viagem de Lula ao Japão foi em maio de 2023, quando o petista participou da Cúpula do G7, grupo formado pelas maiores economias do mundo. É a quinta vez que o petista visita o país asiático.



No ano passado, o comércio entre o Brasil e o Japão atingiu US$ 11 bilhões, com um superávit brasileiro de US$ 146,8 milhões. Os principais produtos exportados para o país do outro lado do globo são: alumínio, celulose, café e minério de ferro.


Neste ano é comemorado os 130 anos das relações diplomáticas Brasil–Japão, com a assinatura do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação.


Confira a previsão da agenda do petista no Japão:


25 de março



  • Encontro com o imperador Naruhito e a imperatriz Masako

  • Jantar oficial no Palácio Imperial


26 de março



  • Fórum Empresarial Brasil-Japão

  • Reunião com o primeiro-ministro Shigeru Ishiba

  • Jantar oferecido pelo primeiro-ministro no Palácio Akasaka


A viagem do presidente tem como objetivo a abertura do mercado de produtos brasileiros, especialmente carne bovina e suína in natura. Para isso, o petista conta com uma comitiva com nomes importantes da política brasileira e empresários de diferentes setores.


Lula está acompanhado dos ministros Camilo Santana (Educação), Luiz Marinho (Trabalho), Alexandre Silveira (Minas e Energia), Mauro Vieira (Relações Exteriores), Renan Filho (Transportes), Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), Juscelino Filho (Comunicações), Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovações), Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança Climática) e Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional).


Também fazem parte da comitiva os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre. Além dos ex-presidentes do Legislativo, o deputado Arthur Lira (PP-AL) e o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).


Depois do Japão, Lula seguirá para o Vietnã, entre 27 a 29 de março, onde irá se reunir com as principais autoridades do país, incluindo o primeiro-ministro Pham Minh Chinh, que esteve no Brasil no ano passado para participar do G20.






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Shake proteico: nutri indica 3 receitas para ganhar massa muscular

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Para alguns, o shake proteico pode soar como algo um tanto utópico. Afinal, apostar todas as fichas fitness em uma bebida não parece ser algo tão funcional assim. Mas, quando a vitamina é feita com inteligência, ela pode sim oferecer diversos benefícios para a hipertrofia.


É importante lembrar que, para ganhar massa muscular de maneira eficiente, rápida e segura, é fundamental ter um bom treino de musculação, sono regenerativo de qualidade e uma alimentação balanceada. O shake anabólico, portanto, é apenas uma ferramenta que pode facilitar a nutrição do corpo, de maneira fácil e saborosa.



Dessa maneira, com a ajuda da nutricionista Isabela Vorcaro, separamos três receitas deliciosas de shakes para você fazer em casa e ganhar massa muscular mais rápido. Elas podem ser consumidas pela manhã ou após os treinos. Confira:


Shake de abacate


Ingredientes:



  • 2 colheres de sopa de abacate;

  • 1 laranja;

  • 1 colher de sobremesa de mix de chia com linhaça;

  • Gelo;

  • 1 dose de whey sabor baunilha.


Modo de preparo: bata no liquidificador o abacate, a laranja e o whey de baunilha. Acrescente a chia, a linhaça e o gelo e bata por aproximadamente um minuto. Beba em seguida.


Veja dicas para ganhar massa muscular mais rápido:


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As repetições dos exercícios devem ser lentas, principalmente na fase de contração do músculo. Assim, mais efetivo será o ganho de massa muscular durante o período de recuperação
Não pare o exercício assim que começar a sentir dor ou sensação de queimação. É nesse momento que as fibras brancas do músculo começam a ser rompidas, levando à hipertrofia
Treine de três a cinco vezes por semana. Mas alterne os grupos musculares. O descanso é fundamental para a hipertrofia
Tenha uma alimentação saudável e rica em proteínas. Elas são responsáveis pela manutenção das fibras musculares e estão diretamente relacionadas à hipertrofia
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Para ganhar massa muscular de forma saudável, é preciso seguir uma rotina com atividade física regular e alimentação rica em fontes de proteína

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As repetições dos exercícios devem ser lentas, principalmente na fase de contração do músculo. Assim, mais efetivo será o ganho de massa muscular durante o período de recuperação

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Não pare o exercício assim que começar a sentir dor ou sensação de queimação. É nesse momento que as fibras brancas do músculo começam a ser rompidas, levando à hipertrofia

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Treine de três a cinco vezes por semana. Mas alterne os grupos musculares. O descanso é fundamental para a hipertrofia

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Tenha uma alimentação saudável e rica em proteínas. Elas são responsáveis pela manutenção das fibras musculares e estão diretamente relacionadas à hipertrofia

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A musculação ajuda a formar mais massa magra no corpo

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É preciso ter paciência para alcançar os resultados desejados e treinar sempre com orientação

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Não pare quando atingir o objetivo para evitar a perda da definição conquistada. Geralmente, a perda de massa muscular pode ser observada em apenas 15 dias sem treino

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Manter uma rotina regrada favorece o aumento dos músculos. Não pare quando conseguir seus objetivos, pois a perda de massa magra é perceptível em apenas duas semanas sem atividades

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O tempo de descanso entre os treinos também influencia nos resultados

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Vitamina de banana com morango


Ingredientes:



  • 1 pote de iogurte natural desnatado;

  • 1 colher de sopa de mel;

  • 10 morangos;

  • ½ banana;

  • 200 ml de leite desnatado;

  • 3 colheres de sopa de whey sabor baunilha ou morango.


Modo de preparo: bata no liquidificador os morangos, a banana e o iogurte. Acrescente à mistura o leite, o mel e as 3 colheres de whey. A adição de gelo, em seguida, é opcional.


Leia a notícia completa no portal Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.


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Casamento Comunitário alcança recorde de participação e oficializa união de 100 casais

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Este domingo (23) ficará marcado na memória dos 100 casais que oficializaram a união no primeiro Casamento Comunitário de 2025. Os pombinhos disseram o tão esperado “sim” às margens do Lago Paranoá, no Pontão do Lago Sul, em uma estrutura montada especialmente para o grande dia. A edição teve o maior número de participantes desde o início da política pública, em 2020. O evento é organizado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), e cobre todos os custos da celebração, garantindo que os noivos tenham a melhor experiência possível.



O matrimônio foi formalizado durante o entardecer em um espaço coberto de 1.118 metros quadrados, composto por uma passarela especial, um palco para o enlace oficial, cadeiras para os convidados e um ambiente preparado para o brinde e o corte do bolo. A decoração contou com arranjos de flores, mobiliário em madeira, além de mesas com frutas e docinhos. Uma banda ao vivo ficou responsável pela trilha sonora do evento e houve participação de dueto do Corpo de Bombeiros Militar do DF para o Hino Nacional. Os casais chegaram a bordo de um carro de luxo e entraram por um tapete vermelho ao som da marcha nupcial.


Marcela Passamani: “O papel da Secretaria é trazer segurança jurídica com a formalização da união dessas pessoas que estão juntas há muito tempo” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília


“Foi uma programação intensa nesses últimos três meses para que esse dia fosse muito emocionante. As noivas são tratadas como clientes do início ao fim do Casamento Comunitário, que não garante só a taxa cartorial, mas que o dia mais importante da vida de cada uma seja inesquecível”, conta a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “Em termos de política pública, o papel da Secretaria é trazer segurança jurídica com a formalização da união dessas pessoas que estão juntas há muito tempo. Apesar de o casamento ser equiparado com a união estável no código civil, para alguns trâmites legais é importante a formalização da união que muitas vezes já está consolidada há anos.”



“A gente garante os direitos, principalmente, de quem já vivia em situação marital. Além disso, reforça os vínculos familiares”


Celina Leão, vice-governadora



Para a vice-governadora Celina Leão, além de trazer benefícios jurídicos aos casais, a iniciativa promove a realização de sonhos. “O Casamento Comunitário é muito importante para regularizar a situação daqueles que não teriam condições de arcar com os custos de um casamento civil”, observa. “Com isso, a gente garante os direitos, principalmente, de quem já vivia em situação marital. Além disso, reforça os vínculos familiares. É uma política pública que faz a diferença na vida das pessoas.”


Trajes, buquês, doces, cabelo e maquiagem, bem como o transporte e sorteio de brindes foram fornecidos pela Sejus-DF com apoio da iniciativa privada e de voluntários. O Sistema S foi um dos parceiros. “O Senac fez a maquiagem, o cabelo e os ajustes dos vestidos. O Sesc forneceu alimentação para as noivas, já que foi um dia inteiro de preparação. Então, é importantíssima a participação da Fecomércio-DF, assim como dos outros parceiros, porque isso tudo é gratuito e traz uma segurança jurídica para todos os casais”, observou o presidente da Fecomércio-DF, José Aparecido Freire.


O momento especial contou com tudo a que os noivos têm direito, com a participação de 800 convidados, entre autoridades, familiares e amigos | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília


A preparação para subir no altar ocorreu em quatro salões de beleza, dos quais um foi montado no Museu Nacional da República. Os pombinhos tiveram acesso, ainda, a um ensaio pré-nupcial, realizado no último sábado (15) na Legião da Boa Vontade (LBV), onde também ensaiaram os detalhes da celebração.


Os responsáveis por oficializar a união dos noivos foram os juízes de paz Mirtala Carvalho Delmondez, do cartório de Sobradinho; Carla Cristina Garcia Andrade, de Taguatinga; e Josicélia do Nascimento Ramos de Sousa, de Samambaia. Estiveram presentes mais de 800 pessoas, entre autoridades, familiares e amigos dos noivos.


Felicidade genuína


Rosângela Fernandes formalizou a união de quatro anos, graças ao projeto do GDF | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília


Desde o momento da decisão até a entrada no espaço do matrimônio, a cuidadora Rosângela Fernandes, 37 anos, viveu um mix de emoções. “Quando fiquei sabendo, conversei com o meu noivo, ele aceitou, e não pensei duas vezes. Fazer a inscrição foi bem fácil e hoje estou aqui, casando. O coração fica até acelerado”, conta. “São quatro anos juntos, nosso sonho era casar. Graças a Deus essa oportunidade surgiu. Com a ajuda do GDF está sendo tudo muito bom.”


Vestir-se de noiva, com direito a maquiagem e penteado especial, era um dos maiores objetivos da auxiliar de limpeza Ana Cássia Ferreira, 18. Graças ao esforço deste GDF, ela viveu este momento de forma gratuita e, ainda, teve o pôr do sol do Pontão do Lago Sul como cenário. “É um dia muito especial, estou muito feliz por casar. Era um sonho desde a adolescência”, conta. “Era tanta variedade de vestido que foi um pouco difícil escolher, mas deu certo, eles ajustaram no corpo e fizeram cada detalhe como a gente pediu, com muito carinho e dedicação.”


Noivo de Ana Cássia Ferreira, Francisco de Assis eram só felicidade neste dia tão especial | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília


Agora esposo de Ana Cássia, o carpinteiro Francisco de Assis, 29, conta que, sem o apoio governamental, não conseguiria proporcionar a experiência para a companheira. “Se não fosse pelo GDF, não poderíamos viver isso porque o custo seria muito alto, mais de R$ 10 mil, com certeza”, descreve. “Não tenho nem palavras para descrever o quanto estou feliz com tudo, o coração está a mil.”


Política pública



Criado pelo Decreto nº 41.971/2021, o Casamento Comunitário já realizou o sonho de mais de 440 casais em dez edições. Em 2025, serão quatro cerimônias, totalizando 600 casais beneficiados. As próximas edições serão nos dias 29 de julho, 31 de agosto e 7 de dezembro, sempre aos domingos.


A política pública tem como objetivo garantir os direitos civis aos noivos, como inclusão em benefícios sociais, plano de saúde, herança e previdência, e estimular o convívio familiar. O programa é voltado para casais residentes no DF, hipossuficientes e que desejam a habilitação, o registro e a certidão de casamento. Além da cerimônia, as taxas cartoriais são totalmente cobertas, e os noivos recebem todos os insumos necessários para garantir que cada detalhe seja perfeito.


23/03/2025 - Casamento Comunitário alcança recorde de participação e oficializa união de 100 casais










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