Curitiba e Florianópolis: maior acesso a políticas públicas é desafio

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Polos de empregos qualificados, com boa renda média e pouco desemprego, Florianópolis e Curitiba destoam da média dos municípios e mesmo de outras capitais brasileiras na capacitação de mão de obra, o que atrai empresas de tecnologia e vagas qualificadas. Isso eleva a pressão imobiliária e as exigências em relação às infraestruturas para o trânsito e para políticas de promoção de igualdade que se somam à pouca tradição local de participação política de minorias, segundo especialistas ouvidos pela Agência Brasil, e constituem temas importantes para a discussão nas eleições municipais de 2024.

A capital de Santa Catarina apresenta dados econômicos que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a posicionam como um município com boa receita bruta (35ª do país, com R$ 3,3 bilhões) e salário médio de 4,4 salários mínimos (décimo maior do país). De acordo com especialistas, um dos problemas é a distribuição desses recursos.

Para o professor de administração pública da Universidade do Estado de Santa Catarina Daniel Moraes Pinheiro, os resultados positivos da cidade acentuam uma tendência que já se observa no país como um todo, que é a baixa taxa de renovação da política municipal. Essa característica de perpetuação de um grupo político no poder diminui a permeabilidade das instâncias participativas a novas ideias e grupos sociais, o que contribui para seu resultado ruim no Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC), do Instituto Cidades Sustentáveis, quando analisado o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 5, de igualdade de gênero.

“[As] questões de equidade e inclusão passam à margem, pois não são prioridade desses grupos, e a representatividade fica abaixo de cidades com participação mais dinâmica. A gente [sociedade] passou muito tempo concentrando a ideia de democracia na eleição e esquece de perceber a importância de acompanhar e ter voz nas discussões”, avalia Pinheiro.

“Florianópolis ainda está longe de ser uma cidade referência na participação de mulheres em cargos, não só vereadoras. A gente tem visto alguns avanços, têm surgido algumas jovens lideranças, o que acaba inspirando algumas mulheres a surgirem [no cenário político], mas a política ainda é muito voltada para a figura masculina. A gente precisa mostrar a equidade como um valor, nessa e em outras pautas nacionais, como as de raça, um caminho exaustivo e com muitas barreiras”, completa o professor.


Florianópolis-03/10/2024 Imagens da cidade de Florianópolis. Fotos Pixabay
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Florianópolis, capital de Santa Catarina.  – Fotos Pixabay

Em entrevista à Agencia Brasil, Pinheiro avalia que a discussão eleitoral para a próxima gestão da ilha passa por dois eixos centrais. Um deles é a infraestrutura de mobilidade, tema recorrente nas últimas eleições, piorado pelo fato de Florianópolis “importar” parte considerável de sua força de trabalho, que enfrenta jornadas exaustivas de transporte sem nem ao menos participar dos pleitos municipais, pois são moradores de municípios vizinhos. O outro eixo é a saúde, em que a discussão tem se centrado na fila de exames e na recente abertura de um hospital perto do estádio municipal, com problemas crônicos de acesso em alguns dias.

Para o professor, essas duas questões estão interligadas e “têm de ser pensadas transversalmente”. “É uma capital que ainda que tem boa segurança e um bom nível de qualidade de vida, mas onde os problemas estão voltados para a visão do que é uma cidade boa”, destaca ele, ao apontar um terceiro tema a ser considerado e que não tem sido debatido neste período eleitoral: a questão da desigualdade.

Na avaliação de Pinheiro, Florianópolis é uma cidade que atrai muitas pessoas, mas que não as acolhe. “Não se discute a necessidade de se ter uma cidade mais inclusiva e acolhedora e que enfrenta questões como o aumento da população [em situação] de rua. Tem começado a se discutir sobre internação compulsória, sem se explicar ao que ela leva, mas isso ainda está fora das discussões principais”, analisa.

O professor afirma que essa disparidade irá se concentrar no acesso à saúde, que é uma questão sensível principalmente para as populações de pretos, pardos e indígenas, que enfrentam dificuldades para acessar a rede de atendimentos qualificados na cidade, inclusive especialidades. “Essas populações estão à margem, e isso precisa ser pensado pela ótica da equidade. Gestores precisam pensar em políticas para permitir que essas populações entrem, tenham acesso”, diz Pinheiro, para quem esse problema também está relacionado aos entraves na pluralidade da participação política.

“A cidade tem se ocupado de grandes temas, a questão da saúde e das filas de exame tem preocupado, mas não se discute por exemplo quem é a população que não está acessando, que está fora disso, ao menos [no pleito] para o Executivo. Neste momento, é importante que a população debata, inclusive com os candidatos ao Legislativo, e a falta desse debate impede que se perceba que é um problema da sociedade. Não se debate, não se cria um olhar mais amplo e isso não se torna público”,  acrescenta o professor.

A questão do acesso à saúde também foi pontuada pelo professor Douglas Francisco Kovaleski, do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e gestor no Hospital Universitário da UFSC, uma das referências em atendimento de especialidades e emergência na capital catarinense. À época da entrevista à Agência Brasil, na semana de 23 de setembro, ele havia participado de uma reunião do Conselho Municipal de Saúde da cidade. Segundo Kovaleski, a instância tem perdido sua capacidade propositiva, esvaziada pelas gestões recentes.

“Florianópolis já foi, há uma década, uma referência em atendimento básico, com cobertura para toda a população, mas a falta de investimentos tem diminuído essa cobertura. A cidade era referência nacional, mas com a perda de eficiência na rede tem acumulado problemas como longas filas no atendimento secundário [pronto-socorro de hospitais, por exemplo], que deveria se destinar a atendimentos mais graves”, conta.

De acordo com ele, as gestões mais recentes valorizam a privatização do atendimento em saúde, com menos investimento em centros menores e mais próximos da população, o que tende a piorar esse cenário, enfraquecendo alternativas como a Estratégia de Saúde da Família, na qual a cidade já foi referência nacional.


Florianópolis-03/10/2024 Imagens da cidade de Florianópolis. Fotos Pixabay
Florianópolis-03/10/2024 Imagens da cidade de Florianópolis. Fotos Pixabay

Florianópolis, capital de Santa Catarina – Fotos Pixabay

“Soluções como a importância do investimento conjunto com outras cidades da região não têm sido debatidas nessa campanha, assim como o atendimento básico. O atendimento é discutido nas campanhas em geral em termos genéricos. Há proposta de abertura de novo hospital, no norte da ilha, mas isso não é o principal. O investimento em estratégias que tiraram a prioridade da territorialização pressionou a piora em índices de atendimento básico, como vacinação, dengue e afins”, diz.

“A prioridade deveria ser reestruturar a atenção primária, em sua lógica de atendimento direto, ligada ao território e não ao profissional. É um caminho reversível, em curto prazo, desde que seja considerada como prioridade no direcionamento, e é viável, pois a cidade é pequena, com cerca de 500 mil habitantes, e tem uma rede com estrutura bem definida”, completa Kovaleski.

A falta de discussões regionais também se reflete no que o professor da UFSC coloca como outro grande problema da cidade, na área de saúde, que é a mobilidade urbana. A questão é potencializada pela exploração imobiliária, com valores elevados para aluguel e compra e forte influência do turismo sazonal, o que empurra a população para municípios como São José e Palhoça, no continente, e para uma dinâmica também citada por Pinheiro, de deslocamento maciço pelas pontes. “É uma questão de falta de planejamento urbano, com tarifa alta e pouco planejamento, que induz ao uso de transporte particular, o que é ruim. Poucas candidaturas discutem alternativas, como a tarifa zero”, completa.

Curitiba


Curitiba-03/10/2024 Imagens da cidade de Curitiba. Fotos Pixabay
Curitiba-03/10/2024 Imagens da cidade de Curitiba. Fotos Pixabay

Curitiba, capital do Paraná – Fotos Pixabay

A capital paranaense tem bons índices de esgotamento sanitário e indicadores consistentes de acesso para saneamento e para urbanização na maior parte da cidade, o que acelerou um processo de valorização dos terrenos e moradias, com a lenta expulsão das famílias de menor renda. A economia local, segundo dados do IBGE, tem a quinta maior receita bruta do país (R$ 11,997 bilhões) e salário médio de 3,6 salários mínimos (43º maior do país).

A cidade é a quarta maior na arrecadação de impostos, distribuídos para uma população que é a oitava do país, aproximando-se de 1,8 milhão de habitantes. A presença de bolsões de pobreza em comunidades como Cidade Industrial, Cajuru e Sítio Cercado pressiona a distribuição igualitária dos recursos e faz com que os índices de educação e saúde não acompanhem os bons resultados econômicos, o que reflete em uma avaliação ruim nos ODS ligados a essa distribuição.

Na área educacional, Curitiba tem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para anos iniciais em posição ligeiramente melhor (6,0) do que o das outras capitais da Região Sul. No entanto, o indicador não reflete as particularidades em relação ao acesso para pretos, pardos e indígenas, como destaca o o professor do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Paulo Vinicius Batista da Silva.

Em entrevista à Agência Brasil, ele explica que há uma melhora gradual para o ensino fundamental, mas a cidade ainda enfrenta desafios para a permanência estudantil no ensino médio, o que tem relação com a entrada precoce de jovens no mercado de trabalho, reflexo da renda média baixa das famílias. Falta, segundo Silva, “uma corresponsabilidade, com maior relação com a rede estadual” para diminuir a evasão. O pesquisador destacou que o Ideb não indica de forma eficiente os problemas da rede, e que outros indicadores, como o sucesso ao atingir as metas do Plano Nacional de Educação, são ruins por falta do financiamento necessário à rede pública.

Para o professor, alguns anos atrás havia uma espécie de maquiagem dos dados sociais da cidade, que desconsideravam a população em terrenos não legalizados. Com isso, o plano diretor de Curitiba foi concebido e seguido, mas não considerou as áreas chamadas pelo poder público municipal de invasão, não por acaso aquelas nas quais a pobreza se concentrava, localizada nas regiões industriais, ao sul da cidade. Tais índices poderiam ser ainda piores se considerássemos a dinâmica metropolitana, pois a cidade apresenta uma diminuição contínua no número de matrículas, mesmo em escolas públicas tradicionais.

“Curitiba se desenvolveu empurrando os trabalhadores para a região metropolitana, pois seus eixos de desenvolvimento tornaram bairros proletários bairros de classe média, ao longo dos anos, devido aos eixos saírem do município, um tanto para a área ao norte, mais acessível que a região sul da cidade, que guarda algumas características de região rural. Isso reflete no debate sobre políticas públicas, que é elitizado”, explica Silva.

Na avaliação dele, esse debate diminui a importância das políticas intermunicipais e se reflete na discussão da questão educacional, relegada ao problema, crônico, de acesso a vagas nas creches. “Vários candidatos propõem aumento de vagas, mas isso é limitado pela questão orçamentária. Curitiba tem uma cobertura maior da rede pública do que conveniada, em relação a outros municípios, mas a presença dessa rede indireta é significativa e deveria, aos poucos, ser retirada”, defende.

Outro desafio pouco debatido é como aumentar a atratividade da carreira docente, que tem salários e planos de carreira pouco atrativos, o que tem esvaziado a rede. Outra questão a ser considerada é a pressão, para os docentes, da terceirização, presente na rede estadual e que ronda a rede municipal, segundo a pesquisadora Letícia Mara, que é doutora em educação e pedagoga na UFPR e na rede municipal de Curitiba.


Curitiba-03/10/2024 Imagens da cidade de Curitiba. Fotos Pixabay
Curitiba-03/10/2024 Imagens da cidade de Curitiba. Fotos Pixabay

Curitiba, capital do Paraná – Fotos Pixabay

A pesquisadora considera que a rede municipal tem bons resultados e se destaca em relação às demais capitais, mesmo com condições de trabalho piores do que as de uma década atrás. Como resultado, os docentes têm ido para redes próximas, na própria região metropolitana, pois “a rede acaba não sendo atrativa para buscar profissionais”. “Se você não consegue recrutar e manter os professores que você tem, acaba comprometendo, pela rotatividade e precariedade, esse lugar de referência e a formação, nesse processo de qualificação e formação continuada, que vem de muitos anos”, diz ela.

Letícia destacou também que a questão de acessibilidade é presente na rede, principalmente para crianças com dificuldade de locomoção. Ela destaca que equipamentos mais recentes, como os centros municipais de Educação Infantil (Cemeis), tem condições melhores, com estruturas mais adaptadas às deficiências, mas as escolas municipais, em geral, são muito antigas, com crescimento intenso nos anos 1970 e 1980 e redução no ritmo de expansão a partir da década de 1990.

“Nessas escolas mais antigas não se tinha essa preocupação e não existe um plano de acessibilidade que faça frente a esse investimento necessário. As escolas recebem esporadicamente recursos, inclusive de repasse federal, para pequenas obras de acessibilidade, mas isso fica muito aquém do que a gente precisa. Não existe um plano de acessibilidade que encare essa questão como uma urgência, e as ações que são feitas são muito pontuais”, pondera Letícia, ao apontar que o desafio tem se tornado mais urgente com o aumento da procura das famílias pela educação inclusiva em escola regular.

Outro ponto importante e ignorado na discussão da inclusão é a regularização do atendimento pelos profissionais de apoio, categoria inexistente na rede municipal. O acompanhamento das crianças com demandas específicas advindas de deficiências é feito por meio de convênios, por estagiários, que criam um vínculo mais frágil com esse público.

Letícia Mara avalia que a campanha eleitoral não aprofunda o debate público sobre educação, e eventuais mudanças só devem vir com o novo Plano Municipal de Educação, que deve ser debatido em 2025. “A cidade tem recursos, com aumento de arrecadação nos últimos anos, e esses pontos precisam ser considerados como prioridade para que o direito à educação seja plenamente garantido”, completa a pesquisadora.

A saúde também é tema de destaque na cidade e um forte indutor de desigualdades. No caso da mortalidade infantil, segundo dados do IBGE, Curitiba tem taxa de 8,59 óbitos por mil nascidos vivos e ocupa a 3.355º posição no país, de um total de 5.570 municípios. O ODS 2, de erradicação da fome, no qual estão compilados indicadores como a obesidade infantil e o baixo peso ao nascer, tem pontuação de 56,25 (de 100), e há desafios na cobertura vacinal e na cobertura de unidades básicas de saúde, presentes no ODS 3.

Segundo o professor do Departamento de Saúde Coletiva da UFPR Deivisson Vianna, membro da atual gestão da Associação Brasileira de Saúde Coletiva, apenas 17% da população da cidade tem agentes comunitários de saúde (ACSs) de referência, profissionais considerados cruciais para a manutenção de bons índices de vacinação e de outras estratégias de promoção de saúde, como as necessárias para promover o atendimento pré-natal e pediátrico na primeira infância.

“O ACS verifica a situação da criança ao sair do hospital, a amamentação, a cobertura vacinal, que também está abaixo do ideal no município. A cidade está pagando a conta do baixo investimento na atenção primária. Isso é um tema marginal, de alguns candidatos, na campanha, um assunto que passa desapercebido da população, focada em hospitais e ambulâncias, mas que não percebe o impacto real do atendimento básico”, diz Vianna.

De acordo com o professor, a rede de saúde foi duramente impactada pela pandemia, por uma opção da gestão municipal. Segundo ele, na época do pico da pandemia, cerca de metade das unidades básicas de saúde (UBSs) foram fechadas temporariamente. Quando reabertas, perderam muito de sua capacidade de resolver problemas das populações que as tinham por referência, após a diminuição no investimento nessas estratégias.

“A atenção primária, e toda sua capilaridade [por estarem descentralizadas nos bairros], tem papel fundamental para evitar as desigualdades de acesso, principalmente de populações mais vulnerabilizadas, que sofrem mais com o acesso às estruturas de saúde. A gente não vê no município políticas específicas de saúde com cortes raciais, e a cidade aparentemente entende que isso não é uma questão”, completa Vianna.

“O aumento da demanda tende a piorar o cuidado prestado a essas populações, pois para as populações vulnerabilizadas se exige maior intensidade de tecnologias leves de cuidado, com presença de mais equipes e a capacidade de compreender os problemas de forma intersetorial, articular o cuidado com outras políticas públicas, como a busca ativa”, acrescenta o pesquisador, para quem momentos de maior demanda invertem a lógica de atendimento, que passa a ser de resoluções sintomáticas, para a qual esses grupos sociais acabam escanteados.

Vianna destacou ainda que, na campanha eleitoral curitibana, hoje, a saúde não está no foco principal. As soluções propostas nos programas de governo são genéricas e poucas mencionam a importância do fortalecimento da atenção primária. Os hospital, pronto-atendimento e a urgência e emergência são o foco das propostas.

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Resgate de brasileiros no Líbano é reprogramado para este sábado

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A aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) que fará o resgate de brasileiros no Líbano deve decolar neste sábado (5) de Lisboa, em Portugal, em direção a Beirute.

De acordo com nota divulgada pelo governo federal, os passageiros incluídos no voo estão recebendo as orientações para embarque no aeroporto da capital libanesa.

“O governo brasileiro reitera o alerta para que sigam as orientações de segurança da embaixada em Beirute e das autoridades locais e, para os que disponham de recursos para tanto, procurem deixar o território libanês por meios próprios. O aeroporto de Beirute continua em operação para voos da companhia libanesa Middle East Airlines”, diz a nota, assinada pelos ministérios das Relações Exteriores e da Defesa, além da Força Aérea Brasileira (FAB).

A repatriação estava prevista para esta sexta-feira (4), mas foi adiada para análise das condições de segurança. Na noite de quinta, os bombardeios israelenses em direção ao Líbano foram intensificados. Até mesmo áreas próximas do aeroporto de Beirute chegaram a ser atingidas.

A primeira fase da Operação Raízes de Cedro deve transportar 220 brasileiros que estão no Líbano. O objetivo da operação é repatriar até 500 pessoas por semana. Estima-se que 20 mil brasileiros morem em território libanês.

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Vereadora Tainá de Paula é alvo de tiros no Rio

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A vereadora do Rio de Janeiro e candidata à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Tainá de Paula, sofreu um ataque a tiros na noite dessa quinta-feira (3).

O caso ocorreu em Vila Isabel, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, onde dois homens armados dispararam duas vezes contra o veículo no qual a parlamentar e sua equipe estavam. Em nota, a equipe de assessoria da vereadora informou que, como o carro era blindado, não houve feridos.

“Acabo de ser abordada por dois homens que deram dois tiros de pistola no meu carro, na direção da minha porta, em Vila Isabel. Ando com carro blindado e minhas proteções. Não irão nos parar! Axé!”, escreveu Tainá em suas redes sociais na mesma noite.

Histórico de ataques

Esse não é o primeiro episódio envolvendo ataques à vereadora. Em 21 de maio, Tainá estava acompanhada da filha, Aurora, e da esposa, Suka, a caminho de casa quando foi abordada por dois homens armados em uma moto. Também não houve vítimas na ocasião.

Procurada pela Agência Brasil, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro informou que a investigação em relação ao ataque de ontem está em andamento na 20ª Delegacia de Polícia. Inicialmente, a polícia descarta motivação política por trás do caso e considera que os disparos foram fruto de uma tentativa de roubo.

“Diligências iniciais descartam possibilidade de motivação política no crime, tratando-se de tentativa de roubo. Os agentes apuram a autoria do crime”, declarou em nota.

Segundo o Instituto Fogo Cruzado, os tiros da última noite foram o centésimo caso de ataque contra pessoas ligadas à política, sejam elas candidatas, pré-candidatas, políticas, assessoras ou apoiadoras, no Grande Rio desde 2016.

No Bluesky, a diretora do instituto, Cecília Olliveira, comentou sobre o simbolismo do ataque.

“De novo, vereadora, mulher negra, é vítima de um ataque brutal que poderia ter acabado como Marielle, se não fosse o carro blindado. Já vimos esse filme e o desfecho foi trágico. Esses casos precisam de investigação exemplar”. 

 

*Estagiária sob supervisão de Vinícius Lisboa

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Revalida: Inep divulga pontuação final do exame de diplomas médicos

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O resultado definitivo da prova objetiva do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2024/2 foi divulgado nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). No Sistema Revalida, os participantes podem conferir também os pareceres dos recursos interpostos às questões objetivas, além da versão definitiva do gabarito.

De acordo com o Inep, as notas provisórias da prova discursiva também estão disponíveis, bem como o padrão de respostas definitivo. O período para interpor recurso se encerra na próxima terça-feira, 8 de outubro.

Diferente de edições anteriores, os participantes tiveram um período específico para apresentar os documentos comprobatórios de conclusão do curso (28 de agosto a 1º de setembro). Foram disponibilizados nesta sexta os resultados referentes à documentação. O prazo para recursos também se encerra no dia 8 de outubro. 

Ao todo, 12.962 pessoas (93% dos inscritos) fizeram as provas da 1ª etapa do Revalida 2024/2, no dia 25 de agosto.

O resultado final será divulgado em 25 de outubro.

O Revalida é composto por duas etapas (teórica e prática), que abordam as cinco grandes áreas da medicina: clínica médica, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, pediatria, e medicina da família e comunidade (saúde coletiva). O objetivo é avaliar habilidades, competências e conhecimentos necessários para o exercício profissional adequado aos princípios e necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).

Saiba mais sobre o exame aqui.

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Restaurante Comunitário do Varjão é o quarto inaugurado por este GDF desde 2019

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Segurança alimentar e nutricional garantida aos mais de 10 mil moradores do Varjão e tantos outros de regiões próximas. Nesta sexta-feira (4), o Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou o mais novo Restaurante Comunitário da região administrativa, onde serão servidas 2,5 mil refeições diárias, incluindo café da manhã, almoço e jantar – tudo por apenas R$ 2. Foram investidos mais de R$ 7 milhões na construção da unidade, gerando 70 empregos.

Presente à entrega do equipamento público, o governador Ibaneis Rocha destacou que este é o 18º Restaurante Comunitário em funcionamento no DF e o quarto inaugurado desde 2019.

“É sempre especial esse momento de abertura. Idealizado e implantado pelo nosso ex-governador Joaquim Roriz, o projeto do restaurante comunitário é uma marca que coloca na vida das pessoas o que temos de mais importante na vida, que é a segurança alimentar”, disse Ibaneis Rocha.

Presente à entrega do equipamento público, o governador Ibaneis Rocha destacou que este é o 18º Restaurante Comunitário em funcionamento no DF e o quarto inaugurado desde 2019 | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

O chefe do Executivo anunciou que todas as unidades do DF vão ofertar as três refeições diárias até 2026, e comunicou também que o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da cidade será reformado.

“Nós cuidamos de aproximadamente 600 mil pessoas com a assistência social no Distrito Federal. Pessoas carentes, pessoas que precisam. E um dos maiores símbolos disso é exatamente o Restaurante Comunitário”, acrescentou.

Além do Varjão, o GDF inaugurou restaurantes comunitários em Arniqueira, Sol Nascente/Pôr do Sol e Expansão Samambaia, totalizando R$ 36 milhões em investimentos para garantir refeições de qualidade a preços acessíveis à população.

Em seu discurso, a secretária de Desenvolvimento Social (Sedes), Ana Paula Marra, apontou um dos motivos da abertura do restaurante no Varjão: “Aqui é a quinta região com maior índice de insegurança alimentar grave no Distrito Federa, então é preciso avaliar os dados, avaliar as pesquisas para tomar as decisões de gestão pública de forma mais eficaz. E a segurança alimentar e nutricional é justamente a garantia de três refeições ao dia. Com essas três principais refeições aqui no Restaurante Comunitário, nós vamos tirar as pessoas que hoje se encontram em situação de insegurança alimentar grave e acabar com a fome aqui no Varjão”.

No total, foram R$ 36 milhões em investimentos para garantir refeições de qualidade a preços acessíveis à população | Foto: Paulo H. Carvalho./ Agência Brasília

Localizado na Quadra 8 da cidade, o restaurante será o oitavo a oferecer três refeições diárias (café da manhã, almoço e jantar), em todos os dias da semana, incluindo domingos e feriados – condição que, gradualmente, todos os restaurantes comunitários do DF devem ter até 2026. A acessibilidade do local foi ampliada, com a inclusão, no projeto, de banheiros e mesas específicas para pessoas com deficiência (PCDs).

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) foi a responsável por construir o 18º Restaurante Comunitário do DF. De acordo com o presidente da empresa, Fernando Leite, essa é mais uma obra tocada pelo órgão em benefício às pessoas em situação de vulnerabilidade. “Esse foi um serviço realizado por nós de uma forma muito especial porque se trata de uma engenharia social. Realizamos pavimento, rede de drenagem e edificação, mas nada é mais importante do que as obras sociais, como escolas, restaurantes e hospitais”, defendeu Fernando Leite.

Os valores das refeições são os mesmos em todo o DF: R$ 0,50 no café da manhã, R$ 1 no almoço e R$ 0,50 no jantar. A operação do restaurante ficará a cargo da empresa O Universitário, cujo contrato para prestação dos serviços de alimentação e nutrição é de R$ 6 milhões. O investimento é destinado exclusivamente à gestão do espaço, não incluindo o empenho na obra.

Ana Claudia da Rocha afirma que ter uma refeição de qualidade para ela e a família a um preço que cabe no bolso fará diferença na rotina da família | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

Segurança alimentar

A expectativa é de que sejam servidas, mensalmente, 75 mil refeições, totalizando 900 mil no ano e garantindo uma importante rede de apoio alimentar à população local.

“O Varjão está entre as menores RAs do DF em termos populacionais e tinha uma carência alimentar, uma demanda por programas sociais desse tipo. O governo, ciente da necessidade da comunidade local, construiu esse equipamento aqui na cidade. Isso mostra um GDF preocupado em atender as demandas das pessoas, independentemente de quem elas sejam e de onde estejam”, ressaltou o administrador regional do Varjão, Daniel Crepaldi.

Morador de longa data do Varjão, o motoboy Averaldo Moreira, 51, comemorou a entrega do equipamento: “Sou morador daqui há 33 anos e ver esse restaurante sendo entregue é um sonho de toda a comunidade. Com certeza virei sempre que possível, afinal moro aqui do lado e já ouvi falar da qualidade da comida. Um almoço por R$ 1 não tem nem explicação; hoje em dia, você não consegue comprar nada por esse valor”.

Natural da Bahia, Ana Claudia da Rocha, 32, está no DF de passagem, enquanto aguarda a conclusão do tratamento do filho, 13, no Hospital da Criança de Brasília. Ela conta que  ter uma refeição de qualidade a um preço que cabe no bolso fará diferença na rotina da família.

“Esse restaurante vai ser uma bênção, especialmente para as mães carentes. No meu caso, vai me ajudar muito, porque muitas vezes saio de casa para ir ao hospital e, quando volto da correria, não tenho tempo de preparar uma comida. Sem falar que o preço é ótimo, pagar só um real no almoço é um sonho”, defendeu.

Quem também aprovou a iniciativa é o aposentado Dirceu Lopes, 80, seja pelo sabor, seja pela economia no bolso. “As pessoas dependem disso. Isso aqui vem na hora certa e para o lugar certo. Quem paga aluguel vai se dar muito bem, porque o dinheiro que pagam de comida vão economizar. É uma coisa boa que o governo fez para a gente aqui. Hoje pago de R$ 17 a R$ 25 reais a marmita. Quem vai deixar de pagar R$ 1 aqui para ir pagar R$ 17? Eu mesmo, não; eu venho para cá. Com a comida boa dessa, um tempero maravilhoso, muito bom”, narrou.

04/10/2024 - Restaurante Comunitário do Varjão é o quarto inaugurado por este GDF desde 2019

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Passageiros de Sobradinho e Sobradinho II terão reforço no transporte público

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Os passageiros de Sobradinho e de Sobradinho II vão contar com reforço no transporte público a partir de segunda-feira (7). A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) cria duas linhas e amplia o atendimento de outras 14 para beneficiar, principalmente, os usuários de Nova Colina, Grande Colorado, Morro do Sansão, Vila das Acácias e Condomínio Versalhes.

Ao todo, serão mais oito veículos em operação da Viação Piracicabana, que realizarão mais 60 viagens de segunda a sexta, 34 aos sábados e 35 aos domingos.

A partir de segunda (7), passageiros de Sobradinho e de Sobradinho II terão mais duas novas linhas de ônibus e ampliação no atendimento de outras 14 | Foto: Divulgação/Semob

Os moradores da Nova Colina passarão a contar com duas novas linhas. A 501.8 terá duas viagens no sentido Plano Piloto – Nova Colina, às 19h49 e à 0h, em dias úteis, enquanto a 521.1 fará uma viagem para UnB, às 05h30 também aos dias de semana. A tarifa de ambas é R$ 5,50.

Também para os passageiros da Nova Colina, a 0.525 terá ampliação de uma viagem, às 5h, em dias úteis, enquanto a circular 063.3 terá ampliação de 14 viagens.

Ao todo, serão mais oito veículos em operação da Viação Piracicabana, que realizarão mais 60 viagens de segunda a sexta, 34 aos sábados e 35 aos domingos

No Grande Colorado, a 0.516 terá ampliação de um horário, às 6h, aos dias úteis, enquanto a circular 505.8 terá reforço 13 horários de segunda a sexta, cinco aos sábados e oito aos domingos.

Para ampliar os serviços dos passageiros do Morro do Sansão, a circular 062.6 terá o percurso alterado para atender a localidade, com 18 viagens em dias úteis, 21 aos sábados e 17 aos domingos. Além disso, a circular 062.8 também passará a atender ao local com sete viagens de segunda a sexta.

A circular 062.9 terá alteração de itinerário, passando a atender à Vila das Acácias, que terá ampliação de sete saídas de segunda a sexta, passando para 20, além de ser criado atendimento aos sábados e domingos, com 10 horários em cada dia.

Para beneficiar o Condomínio Versalhes, a circular 063.2 terá ampliação de 14 viagens em dias úteis, além de ser criado atendimento aos finais de semana, com 22 saídas aos sábados e 23 aos domingos. Já a 501.5 terá ampliação de um horário, às 5h20, de segunda a sexta.

Outras intervenções

A Semob também vai reforçar o atendimento de outras cinco linhas que atendem passageiros das regiões de Sobradinho e Sobradinho II, cujos destinos são para o Plano Piloto e regiões adjacentes.

Para o Plano Piloto, o aumento do número de viagens beneficia a 0.501 (mais 5 horários em dias úteis), a 0.517 (reforço de 11 saídas aos dias úteis, 12 aos sábados e outras 10 aos domingos) e a 517.2 (uma nova saída de segunda a sexta).

A linha 0.515, que vai para o Lago Oeste, terá o aumento de um horário aos dias úteis, enquanto a 505.3, que vai até a altura do Posto Contagem, pela DF-420, ganha uma saída de segunda a sexta.

Em função destas intervenções, devido à sobreposição de rotas, a linha circular 505.4 será desativada.

Todas as mudanças vão estar disponíveis no site do DF no Ponto, a partir do início da nova operação.

*Com informações da Semob-DF

 

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Servidores do GDF podem se inscrever na capacitação para versão SEI 4.0

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O Governo do Distrito Federal (GDF) está em processo de migração do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) para a nova versão SEI 4.0. O sistema é utilizado para a gestão e tramitação de documentos e processos dentro de toda a administração pública.

Aulas serão ministradas nas instalações da Egov, e as vagas são limitadas | Foto: Divulgação/Egov

As inscrições para a primeira turma estão abertas até o dia 16 deste mês. Para o curso presencial, que ocorrerá nas instalações da Egov entre os dias 16 e 18 deste mês, das 8h às 10h, as vagas são limitadas, e as inscrições podem ser feitas até o dia 10.

“A nova versão também vai aprimorar a segurança no acesso e garantir maior compatibilidade com novos módulos e sistemas”

Lucirene Carneiro, chefe da Unidade Central de Gestão do Processo Eletrônico e Inovação da Secretaria de Economia

Com o objetivo de capacitar os servidores para o uso dessa nova versão do SEI, a Escola de Governo do Distrito Federal (Egov) abriu uma turma de cursos de Ensino a Distância (EAD). O foco é atualizar os usuários para as novas funcionalidades oferecidas. “Nosso objetivo é auxiliar para o pleno funcionamento do SEI”, sinaliza a diretora da Egov, Juliana Tolentino.

Maior segurança

Denominado Sistema Eletrônico de Informações (SEI) – Módulo: Usar – versão 4.0, o curso será oferecido na plataforma da Egov, com aulas entre os dias 21 deste mês e 21 de novembro, de forma online. Até o fim deste ano, serão oferecidas mais cinco turmas, com previsão de turmas semanais ao longo de 2025.

“A nova versão também vai aprimorar a segurança no acesso e garantir maior compatibilidade com novos módulos e sistemas”, reforça a chefe da Unidade Central de Gestão do Processo Eletrônico e Inovação da Secretaria de Economia (Seec-DF), Lucirene Carneiro. Segundo ela, o novo sistema permite ainda melhorias no controle de prazos, acessibilidade para pessoas com deficiência e a implementação de painéis personalizados para cada unidade administrativa.

“Estamos preparando uma série de ações de capacitação para garantir que todos os usuários se adaptem rapidamente às mudanças e possam conhecer plenamente as novas funcionalidades do SEI 4.0”, complementa. A migração do SEI para a versão 4.0 faz parte de uma estratégia do GDF para modernizar a gestão de processos eletrônicos e garantir maior eficiência no serviço público.

Faça aqui sua inscrição para a modalidade EAD.  

Para a modalidade presencial, inscreva-se por meio deste link.

*Com informações da Egov

 

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PF investiga fraude em escala de plantões médicos em hospital do Amapá

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A Polícia Federal, em parceria com o Ministério Público Estadual no Amapá, deflagrou uma operação na manhã desta quinta-feira (3) para apurar possível esquema criminoso em que médicos do Hospital de Clínicas Doutor Alberto Lima (HCAL) estariam fraudando a escala de serviço, desde abril de 2022, prejudicando o atendimento ao público do hospital. 

A Operação Jaleco Fantasma cumpre 13 mandados de busca e apreensão em Macapá. Segundo a PF, mais de R$ 3 milhões foram pagos indevidamente por plantões não realizados.

O esquema

De acordo com as investigações, para uma determinada especialidade médica eram feitas duas escalas de plantões, sendo uma oficial e publicada no site da secretaria estadual de saúde e outra paralela, que não era publicada.

Somando as duas escalas, cada médico deveria cumprir em média 24 plantões de 12h por mês. Cada plantão paga cerca de R$ 1 mil reais, totalizando R$ 24 mil reais pagos, em média, a cada médico, incluindo plantões que não eram cumpridos.

“Durante a investigação, observou-se que os servidores públicos, apesar de receberem os valores, ao invés de cumprirem o horário de serviço regular para o qual estavam escalados, realizavam atividades diversas, incluindo viagens ao exterior, não comparecendo aos plantões”, diz nota da Polícia Federal.

Esse também foi o valor em bens dos investigados que foram bloqueados judicialmente.

A Justiça determinou o afastamento cautelar de dois servidores. Os investigados podem responder pelos crimes de peculato, falsificação ideológica de documento público e organização criminosa. Se condenados, as penas podem chegar a 25 anos de reclusão, mais pagamento de multa, além da perda do cargo público.

Balanço

Vários veículos dos investigados foram apreendidos durante o cumprimento dos mandados. O valor dos bens bloqueados judicialmente dos investigados soma R$ 3 milhões.

Nas residências dos investigados, também foram encontrados R$ 75 mil em espécie e em outro local €4 mil euros. Os valores também foram apreendidos.

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Corridas de rua impactam trânsito no fim de semana

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No sábado (5) e no domingo (6), os agentes do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) farão intervenções no trânsito de veículos para garantir a segurança dos atletas que participarão de quatro corridas de rua em São Sebastião, na Samambaia, no Sudoeste e no Parque da Cidade.

Pink For Life Run

No sábado, das 17h às 19h30, os agentes de trânsito farão interdições e controle do trânsito no Sudoeste, para a segurança dos participantes da corrida Pink For Life Run. O local de concentração, largada e chegada dos atletas será no Parque Bosque do Sudoeste.

As duas faixas no sentido horário da 3ª e da 4ª Avenidas serão utilizadas pelos corredores, ficando interditadas para o tráfego de veículos. Serão fechadas a rotatória da 3ª Avenida com a 4ª Avenida e a rotatória de acesso à Quadra 500, na 3ª Avenida. O acesso à 3ª Avenida pela S1 também ficará fechado até o final da corrida, previsto para as 19h30.

O Ano Todo Rosa


No domingo, das 7h às 10h, haverá intervenções no Parque da Cidade para a realização da corrida O Ano Todo Rosa. O local de concentração, largada e chegada dos corredores será no estacionamento 7, e o percurso seguirá no sentido horário. A partir das 7h30, as vias de acesso à corrida serão fechadas para o tráfego de veículos. As rotatórias de acesso ao parque pela 913 Sul e pela 911 Sul também ficarão fechadas até o final do evento, previsto para as 10h.

Kids W6


A partir das 12h de sábado, estará fechada a avenida em frente ao Centro Olímpico de São Sebastião até a altura da 30ª Delegacia de Polícia, para a montagem de estruturas da corrida Kids W6, que será disputada na manhã de domingo. A largada das crianças está prevista para as 8h, com distâncias de 50m, 100m, 200m e 400m. O local será liberado apenas às 12h, quando terminar o evento e forem retiradas as estruturas. As vias de acesso ao local da corrida ficarão totalmente fechadas a partir das 7h, sendo liberado o tráfego somente dos participantes e organizadores do evento.

35º aniversário da Samambaia


Das 6h às 15h de domingo, haverá intervenções no trânsito de Samambaia para a realização da Corrida e da Rua do Lazer, em comemoração ao 35º aniversário da cidade. Os atletas se concentrarão próximo ao Sesc, local de largada e chegada da corrida. De lá, descerão para a 1ª Avenida Sul, utilizando todo o trecho compreendido entre o Home Center Castelo Forte e a QS 112.

O trajeto ficará totalmente fechado para veículos durante a competição, das 7h às 9h, assim como os acessos residenciais e comerciais ao percurso, a fim de garantir segurança aos participantes do evento. Já o perímetro da Rua do Lazer, que se estende do Sesc até a QS 104, ficará fechado até as 15h.

*Com informações do Detran-DF

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Corridas de rua impactam trânsito no fim de semana

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No sábado (5) e no domingo (6), os agentes do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) farão intervenções no trânsito de veículos para garantir a segurança dos atletas que participarão de quatro corridas de rua em São Sebastião, na Samambaia, no Sudoeste e no Parque da Cidade.

Pink For Life Run

Artes: Divulgação/ Detran-DF

No sábado, das 17h às 19h30, os agentes de trânsito farão interdições e controle do trânsito no Sudoeste, para a segurança dos participantes da corrida Pink For Life Run. O local de concentração, largada e chegada dos atletas será no Parque Bosque do Sudoeste.

As duas faixas no sentido horário da 3ª e da 4ª Avenidas serão utilizadas pelos corredores, ficando interditadas para o tráfego de veículos. Serão fechadas a rotatória da 3ª Avenida com a 4ª Avenida e a rotatória de acesso à Quadra 500, na 3ª Avenida. O acesso à 3ª Avenida pela S1 também ficará fechado até o final da corrida, previsto para as 19h30.

O Ano Todo Rosa


No domingo, das 7h às 10h, haverá intervenções no Parque da Cidade para a realização da corrida O Ano Todo Rosa. O local de concentração, largada e chegada dos corredores será no estacionamento 7, e o percurso seguirá no sentido horário. A partir das 7h30, as vias de acesso à corrida serão fechadas para o tráfego de veículos. As rotatórias de acesso ao parque pela 913 Sul e pela 911 Sul também ficarão fechadas até o final do evento, previsto para as 10h.

Kids W6


A partir das 12h de sábado, estará fechada a avenida em frente ao Centro Olímpico de São Sebastião até a altura da 30ª Delegacia de Polícia, para a montagem de estruturas da corrida Kids W6, que será disputada na manhã de domingo. A largada das crianças está prevista para as 8h, com distâncias de 50m, 100m, 200m e 400m. O local será liberado apenas às 12h, quando terminar o evento e forem retiradas as estruturas. As vias de acesso ao local da corrida ficarão totalmente fechadas a partir das 7h, sendo liberado o tráfego somente dos participantes e organizadores do evento.

35º aniversário da Samambaia


Das 6h às 15h de domingo, haverá intervenções no trânsito de Samambaia para a realização da Corrida e da Rua do Lazer, em comemoração ao 35º aniversário da cidade. Os atletas se concentrarão próximo ao Sesc, local de largada e chegada da corrida. De lá, descerão para a 1ª Avenida Sul, utilizando todo o trecho compreendido entre o Home Center Castelo Forte e a QS 112.

O trajeto ficará totalmente fechado para veículos durante a competição, das 7h às 9h, assim como os acessos residenciais e comerciais ao percurso, a fim de garantir segurança aos participantes do evento. Já o perímetro da Rua do Lazer, que se estende do Sesc até a QS 104, ficará fechado até as 15h.

*Com informações do Detran-DF

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Brasil condena escalada do conflito no Oriente Médio

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O governo brasileiro se posicionou, nesta quarta-feira (2), sobre o lançamento de cerca de 200 mísseis balísticos pelo Irã contra o território de Israel, ocorrido no dia anterior. Em nota, o Palácio Itamaraty condenou “a escalada do conflito” e fez “um apelo a todas as partes envolvidas para que exerçam máxima contenção”.

Ontem (1º), a Guarda Revolucionária do Irã informou que lançou os mísseis em direção a Israel e alertou que, se houver retaliação, a resposta de Teerã será “mais esmagadora e ruinosa”, segundo a TV estatal iraniana.

Já o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu que o arquirrival Irã irá pagar pela ação militar.

Ainda segundo o Itamaraty, o Brasil reforça a “convicção acerca de necessidade de amplo cessar-fogo em todo o Oriente Médio e conclama a comunidade internacional para que utilize todos os instrumentos diplomáticos à disposição a fim de conter o aprofundamento do conflito”.

Em outra manifestação, o governo brasileiro condenou o ataque terrorista reivindicado pelo Hamas na cidade israelense de Jafa, que provocou a morte de sete pessoas e ferimentos a outras 16.

De acordo com o Itamaraty, a Embaixada em Tel Aviv continua a monitorar a situação dos brasileiros em Israel, em contato permanente, prestando orientações e assistência consular.

Na madrugada de quinta-feira, horário local, um ataque israelense atingiu o centro de Beirute, capital do Líbano. Testemunhas relataram ter ouvido uma explosão, informou a agência Reuters. 

Entenda

Desde o último dia 23 de setembro, Israel tem realizado bombardeios massivos contra cidades libaneses. Estima-se que, em pouco mais de uma semana, mais de 1 mil pessoas morreram e 1 milhão precisaram abandonar suas casas, segundo agências das Nações Unidas (ONU).

Israel alega que os ataques contra o Líbano visam destruir a infraestrutura e as lideranças do Hezbollah, grupo político e militar que tem realizado ataques contra o norte de Israel em solidariedade aos palestinos na Faixa de Gaza. O grupo promete manter os ataques enquanto continuar a ocupação de Gaza pelas forças israelenses.

Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) decolou do Rio de Janeiro nesta quarta com destino a Beirute. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), cerca de 3 mil brasileiros desejam deixar o Líbano.

Este é o número de pessoas que procuraram a Embaixada do Brasil em Beirute com pedido de repatriação. A maior comunidade de brasileiros no Oriente Médio atualmente está justamente no Líbano. Ao todo, 21 mil brasileiros vivem no país.

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Restaurados, sinos da Catedral Metropolitana de Brasília voltam a tocar após seis anos

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Quando o relógio indicou as seis horas da tarde desta quinta-feira (3), foi possível ouvir pela primeira vez desde 2018 o soar das badaladas dos sinos de bronze da Catedral Metropolitana de Brasília Nossa Senhora Aparecida anunciando o horário da oração Angelus, que relembra a anunciação do Anjo Gabriel à Virgem Maria. O ato marcou a reativação das sinetas que passaram por benfeitorias, com a troca do badalo, a restauração da parte elétrica na área superior do campanário e a implantação de um sistema de automatização dos sinos, para substituir o original.

A reinauguração do símbolo ocorreu com uma cerimônia em frente ao campanário com a presença do governador Ibaneis Rocha, da primeira-dama do DF Mayara Noronha Rocha e de outras autoridades locais. Na ocasião, o líder do Executivo destacou o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF) às igrejas e templos religiosos e, especificamente, à Catedral.

“Quando assumimos o Governo do Distrito Federal em 2019, nós fizemos uma reconciliação do governo com as igrejas e avançamos muito. Criamos programas aprovados pela CLDF (Câmara Legislativa do Distrito Federal) que permitiram a regularização de inúmeros templos, dando paz a todos aqueles que querem professar sua religião. Temos feito um trabalho de reconstrução, por isso, para nós é uma alegria muito grande poder ouvir mais uma vez os sinos da capital”, destacou Ibaneis Rocha.

[embed]https://www.youtube.com/watch?v=8PCIrOwqG64[/embed]

O reitor da Catedral, o padre Agenor Vieira, reforçou o papel do GDF na conservação do espaço. “O GDF tem sido muito importante. É um governo que tem estado perto da igreja e da Catedral, que é esse símbolo nacional. O governador e as demais autoridades têm nos ajudado com a manutenção do que é possível. Tivemos recentemente a limpeza da igreja”, lembrou.

Entre os trabalhos que foram executados pelo GDF, por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) em parceria com o GDF Presente, estão a limpeza dos vitrais e das estátuas dos evangelistas, a lavagem do estacionamento e da parte da entrada da Catedral e a coleta de lixo em toda a área ao redor do monumento.

“A Novacap tem dado apoio à Catedral. Fizemos a lavagem dos vitrais e vamos entrar na semana que vem fazendo a limpeza dos espelhos d’água. Cuidamos de todas as calçadas aqui da Esplanada dos Ministérios, inclusive da frente da Catedral, para que a gente possa dar mais conforto aos turistas e aos religiosos que visitam esse monumento”, exemplificou o governador Ibaneis Rocha.

Badalar dos sinos

Com a conclusão dos serviços de restauro no campanário, os sinos voltaram a tocar diariamente às 6h, 12h e 18h no chamado horário Angelus e três minutos antes das missas para o chamamentos dos fiéis, além disso eles também poderão ser acionados em cortejos e situações fúnebres.

O empresário Luiz Guilherme Ribeiro Guedes, 22 anos, estava empolgado com a novidade. Natural de São Paulo, desde que se mudou para Brasília, ele nunca tinha presenciado os sinos da Catedral em funcionamento. “Foi um dos primeiros pontos turísticos que eu conheci quando vim para cá. É a igreja mais bonita que já entrei na minha vida, posso dizer isso com certeza. Na cidade em que eu morava, tinha um sino que tocava toda manhã, na hora do almoço e à tarde e era um símbolo da cidade, acho que aqui também vai passar a ser”, defendeu. “Pode ser um ponto de referência para as pessoas por causa do horário”, acrescentou.

De passagem por Brasília, o autônomo Francisco Gomes, 67 anos, estava visitando a igreja quando ficou sabendo da inauguração dos sinos. “Vim visitar a Catedral e no caso me contaram que vai ter a reativação dos sinos. Então quero ver como vai ser. É interessante ter essa reinauguração após tanto tempo parado”, avaliou.

Projeto Catedral 60 anos

A manutenção dos sinos foi feita após uma doação do Escritório de Taiwan no Brasil, por meio do representante Benito Liao, que contou que ao ficar ciente da danificação dos sinos, se sensibilizou e levou a demanda para o seu país. “Solicitei ao nosso governo que contribuísse com a restauração e fui prontamente atendido. Acredito que daqui em diante todos poderão novamente ouvir os sinos ecoando pela Esplanada dos Ministérios em Brasília”, comentou.

A obra faz parte do projeto Catedral 60 anos, que visa preservar um dos principais símbolos religiosos e turísticos do Distrito Federal com ações até 2030. “O marco de hoje faz parte do nosso projeto para quando a Catedral fará 60, em 2023. Nós precisamos trazer melhorias para o monumento, que, com o passar dos anos, tem se deteriorado. Essa é a primeira obra executada e queremos dar continuidade a esse projeto”, revelou o reitor da Catedral, padre Agenor Vieira.

As próximas ações previstas do projeto são os ajustes nos vidros externos, a impermeabilização para o retorno do espelho d’água e a renovação do sistema de iluminação. No total, deverão ser investidos R$ 54 milhões oriundos de apoios de parceiros. Deste valor, R$ 5 milhões serão cedidos pela Vale e R$ 2 milhões serão provenientes de recursos da Câmara Legislativa do DF.

História

Os sinos da Catedral de Brasília foram construídos em 1962 e doados pelo governo da Espanha em 1970. Eles foram batizados de Santa Maria, Nina, Pinta e Pilarica. Os três maiores lembram as caravelas de Cristóvão Colombo na descoberta da América, já o menor, é uma homenagem a Nossa Senhora do Pilar.

Feitos de bronze, os sinos pesam entre 700 e 3.200 kg, e estão suspensos a 20 metros de altura pelo campanário, uma torre com uma estrutura de concreto e ferro criada pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurada em 1977, por D. José Newton de Almeida Baptista, então Arcebispo de Brasília.

03/10/2024 - Reformados, sinos da Catedral Metropolitana de Brasília voltam a tocar após seis anos

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Ex-prefeito do Rio Roberto Saturnino Braga morre aos 93 anos

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O ex-prefeito da capital fluminense Roberto Saturnino Braga morreu nesta quinta-feira (3). O político, que completou 93 anos em 13 de setembro, estava internado no Centro de Terapia Intensiva do Hospital Pró-Cardíaco, na Zona Sul da cidade do Rio, onde deu entrada na última sexta-feira (27).

Em 1986, com quase 40% dos votos pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), Saturnino se tornou o primeiro prefeito do Rio eleito diretamente após a redemocratização, cargo que ocupou até 1988.

Antes, foi deputado federal em 1963, a partir de uma coligação formada pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), pelo Movimento Trabalhista Renovador (MTR) e pelo Partido Social Trabalhista (PST), e senador de 1975 a 1985 pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB).

Durante a pandemia de Covid-19, Braga lembrou sua carreira política em um episódio da série Depoimentos Cariocas, do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro.

O programa está disponível no canal do YouTube do AGCRJ.

*Estagiária sob supervisão de Vinícius Lisboa.

 

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