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Estudo sugere que primeiros primatas surgiram em regiões frias

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Estudo sugere que primeiros primatas surgiram em regiões frias

Estudo sugere que primeiros primatas surgiram em regiões frias

Pesquisa desafia teoria clássica e indica que ancestrais dos primatas modernos viveram fora dos trópicos há cerca de 66 milhões de anos

Durante décadas, cientistas acreditaram que os primeiros primatas haviam surgido em florestas tropicais quentes e úmidas. Um novo estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) coloca a hipótese em xeque ao indicar que os ancestrais dos primatas modernos provavelmente viveram em regiões frias e sazonais da América do Norte.

A pesquisa foi conduzida por cientistas da universidades de Reading e Oxford, no Reino Unido. Para reconstruir a história evolutiva do grupo, os cientistas combinaram registros fósseis, informações climáticas antigas e modelos estatísticos capazes de estimar onde viveram os ancestrais dos primatas atuais.

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Os resultados indicam que os primeiros primatas surgiram há cerca de 66 milhões de anos em ambientes com estações bem definidas, verões quentes e invernos rigorosos. Segundo os autores, o grupo só alcançou as florestas tropicais milhões de anos depois.

A análise também mostrou que os primatas antigos passaram por diferentes tipos de clima ao longo da evolução, incluindo regiões frias, áridas e temperadas, antes de ocuparem os ambientes tropicais onde a maioria das espécies vive atualmente.

Outro achado importante é que a diversificação dos primatas parece ter sido favorecida por ambientes instáveis. Quando temperatura e chuvas mudavam rapidamente, populações precisavam migrar para novas áreas. Os grupos com maior capacidade de deslocamento tiveram mais chances de sobreviver e dar origem a novas espécies.

Os pesquisadores também sugerem que alguns primatas ancestrais podem ter desenvolvido estratégias para enfrentar o frio intenso, possivelmente semelhantes à hibernação observada em alguns lêmures. A hipótese, porém, ainda não foi comprovada diretamente por fósseis.

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Além do El Niño, aquecimento global explica mudanças climáticas

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Além do El Niño, aquecimento global explica mudanças climáticas

Além do El Niño, aquecimento global explica mudanças climáticas

Fenômeno influencia o clima, mas aquecimento global e mudanças regionais ajudam a explicar eventos extremos recentes

As recentes chuvas fora de época, ondas de calor e outros eventos extremos têm levado muitas pessoas a questionar se as mudanças climáticas observadas atualmente são consequência direta do El Niño. Embora o fenômeno exerça influência importante sobre o clima atual, especialistas alertam que a resposta é mais complexa e envolve também os efeitos do aquecimento global e transformações ambientais em diferentes escalas.

O debate ganhou força diante do aumento da frequência de eventos meteorológicos extremos registrados em várias regiões do Brasil e no mundo. Segundo os especialistas ouvidos pelo Metrópoles, atribuir todas essas ocorrências ao El Niño pode simplificar excessivamente um sistema climático marcado por múltiplas interações.

O geógrafo Wellington Lopes Assis, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), explica que os efeitos do El Niño podem permanecer por muitos meses após sua formação.

De acordo com o pesquisador, as anomalias climáticas registradas neste período ainda podem ser parcialmente explicadas pela atuação do fenômeno. No entanto, ele ressalta que a diferença entre os impactos do El Niño e das mudanças climáticas de longo prazo nem sempre é simples, especialmente quando se analisa um intervalo curto de tempo.

Além do El Niño, Assis cita outros fatores capazes de influenciar o clima, como a Oscilação Decadal do Pacífico, a Oscilação Multidecadal do Atlântico, os ciclos solares e a atividade vulcânica.

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A física mais nova do Brasil que deixou tudo para estudar o Universo

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A física mais nova do Brasil que deixou tudo para estudar o Universo

Física e divulgadora científica, Caroline Oliveira inspira jovens ao aproximar a astronomia e a ciência do público nas redes

A trajetória de Caroline Oliveira desafia expectativas e chama atenção tanto no meio acadêmico quanto nas redes sociais. Aos 20 anos, a bacharel em Física e estudante de Ciências Matemáticas e da Terra da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) tornou-se um dos nomes mais jovens da área no país, conciliando a formação científica com a missão de tornar a ciência mais acessível para milhares de pessoas na internet.

Apaixonada pelo universo desde a adolescência, Caroline encontrou na física uma forma de responder às perguntas que sempre a intrigaram sobre o cosmos. Hoje, além da vida acadêmica, ela atua como divulgadora científica e transforma conceitos complexos em conteúdos compreensíveis e atrativos para o público.

O interesse da jovem pela física nasceu junto com sua paixão pela astronomia. O ponto de virada aconteceu em 2019, quando a divulgação da primeira imagem real de um buraco negro despertou sua curiosidade sobre os estudos do universo.

Segundo a física, a descoberta da astrofísica como área de pesquisa e o contato com histórias de mulheres que contribuíram para grandes avanços científicos reforçaram sua decisão profissional.

A inspiração veio também das cientistas que ajudaram a tornar possível a histórica imagem do buraco negro, demonstrando que a presença feminina na ciência é fundamental para o avanço do conhecimento.

Um post compartilhado por Caroline Oliveira | Astronomia (@astrolinxy)

A caminhada de Caroline até a física não foi simples. Moradora de Campos dos Goytacazes, cidade do interior do estado do Rio de Janeiro, ela precisou buscar alternativas para cursar a graduação, já que nenhuma instituição de sua cidade oferecia bacharelado em Física.

A jovem optou pelo ensino a distância e logo se deparou com uma realidade comum para muitas mulheres na ciência: a baixa representatividade feminina. Em uma turma com mais de 50 estudantes, apenas dez eram mulheres.

Além disso, enfrentou comentários preconceituosos relacionados tanto ao gênero quanto à idade. Mesmo diante das dificuldades, decidiu seguir em frente e ampliar seus horizontes acadêmicos.

Aos 17 anos, deixou a cidade onde morava e se mudou para a capital do Rio de Janeiro. A decisão permitiu que se aproximasse de oportunidades ligadas à astronomia e fortalecesse sua formação científica por meio da segunda graduação na UFRJ.

Além da atuação acadêmica, Caroline encontrou nas redes sociais uma poderosa ferramenta de divulgação científica. Para ela, levar conteúdos de física e astronomia para plataformas digitais é uma forma de aproximar a ciência de pessoas que dificilmente buscariam esses temas por conta própria.

Experimentos, curiosidades sobre planetas, exploração espacial e explicações sobre fenômenos do universo estão entre os assuntos mais populares em seu perfil. O retorno do público reforça a importância desse trabalho.

Para os jovens que sonham em seguir carreira científica, Caroline deixa uma mensagem de perseverança. “Nunca desistam do que sonham. Estudem, insistam, leiam, pesquisem e tenham certeza de que vocês são capazes de alcançar tudo o que almejam”, aconselha.

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Gama recebe DF Instrumental Fest com shows gratuitos neste sábado (20)

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Gama recebe DF Instrumental Fest com shows gratuitos neste sábado (20)

Gama recebe DF Instrumental Fest com shows gratuitos neste sábado (20)

Com atrações nacionais e locais, festival ocupa escola pública da região para celebrar a diversidade cultural do DF

A música e a pluralidade artística vão movimentar o Gama neste sábado (20). A região administrativa recebe mais uma etapa do DF Instrumental Fest 2026, que será realizado no Centro de Ensino Médio (CEM) 02. Com portões abertos a partir das 15h55, o evento tem acesso gratuito à comunidade. O festival conta com o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

O secretário de Cultura e Economia Criativa, Fernando Modesto, destaca que o DF Instrumental Fest contribui para ampliar o acesso da população à produção cultural de qualidade, levando música, formação de público e diversidade artística a diferentes regiões do Distrito Federal. “Ao reunir artistas consagrados, talentos locais e manifestações da cultura popular em espaços públicos e educacionais, o festival fortalece a circulação cultural, estimula a economia criativa e reafirma a cultura como instrumento de encontro, cidadania e desenvolvimento social".

A grade de atrações desta etapa foi pensada para misturar diferentes vertentes artísticas. O grande destaque da noite é o guitarrista Lúcio Maia, consagrado como um dos fundadores da histórica banda Chico Science & Nação Zumbi. O público também poderá conferir as apresentações do grupo de Maracatu Zenga Baque Angola, do violonista Cairo Vitor e uma intervenção literária especial com a Banca de Poetas.

Segundo R. C. Ballerini, idealizador do projeto, o DF Instrumental Fest é uma plataforma de difusão cultural, intercâmbio artístico e fortalecimento da economia criativa. “Promovemos encontros que ampliam o acesso à cultura e estimulam novas conexões entre artistas e público”, reforça.

Com a promessa de movimentar o Gama, o festival se consolida como uma opção de lazer acessível para toda a família, unindo entretenimento e valorização da identidade cultural local. Não há necessidade de retirada prévia de ingressos.

Subsecretaria de Divulgação Secretaria de Estado de Comunicação do DF Palácio do Buriti, térreo, sala T-26 Brasília - DF

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IA na Copa do Mundo: veja benefícios e riscos do uso da tecnologia

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IA na Copa do Mundo: veja benefícios e riscos do uso da tecnologia


IA na Copa do Mundo: veja benefícios e riscos do uso da tecnologia




*O artigo foi escrito pelos professores Paul Salmon e Scott McLean (associado adjunto) e pelo pesquisador Isaiah Jesse Elstak, do Centro de Fatores Humanos e Sistemas University of the Sunshine Coast, e publicado na plataforma The Conversation Brasil.

Com 48 seleções e 104 partidas em 16 cidades-sede em três países (Estados Unidos, Canadá e México), a Copa do Mundo da Fifa deste ano deve ser o maior evento esportivo de todos os tempos em termos de público, receita e audiência global.

Mas ela também promete ser a mais avançada tecnologicamente, com a inteligência artificial (IA), em particular, presente em quase todos os aspectos do torneio.

Isso reflete um uso crescente da IA no futebol e nos esportes de elite, com ferramentas aplicadas não apenas para otimizar o desempenho dos atletas, mas também para aprimorar a arbitragem das partidas, a segurança do evento e a experiência dos torcedores.

Vamos ver como a IA será usada na Copa do Mundo, quem pode se beneficiar e quais riscos podem surgir disso.

Em nossa análise do uso da IA no futebol, identificamos várias maneiras pelas quais ela pode auxiliar em campo:

Na Copa do Mundo, os técnicos das seleções usarão IA junto com dados mais convencionais para definir como abordar cada partida, incluindo quais pontos fortes do adversário precisam neutralizar e quais pontos fracos podem explorar. Da mesma forma, auxiliares técnicos das equipes usarão a IA para monitorar a saúde e bem-estar dos jogadores e prever ou prevenir possíveis lesões.

As temidas disputas de pênaltis também são uma área em que a IA terá uma influência direta. As equipes usarão a tecnologia para sintetizar dados históricos e fornecer insights sobre as prováveis estratégias dos goleiros e dos cobradores de pênaltis.

Um benefício fundamental da IA é a velocidade com que essas análises podem ser realizadas. O que antes levava dias de trabalho manual à moda antiga agora pode ser feito em horas, mesmo para elencos inteiros.

Caso uma partida chegue aos pênaltis, é muito provável que a IA influencie o chute ou a defesa vencedora.

Embora a tecnologia semiautomatizada de impedimento tenha sido introduzida na Copa do Mundo de 2022, ela será aprimorada com a adição de avatares 3D de todos os jogadores usando IA. O objetivo é melhorar a precisão das decisões dos árbitros por meio do uso de medidas corporais mais precisas dos jogadores envolvidos.

Os avatares também serão usados para fornecer um conteúdo mais envolvente quando as decisões do Árbitro Assistente de Vídeo (VAR) forem mostradas aos torcedores. Em vez de ver apenas figuras genéricas, os torcedores agora verão avatares realistas que incorporam os rostos dos jogadores, seus uniformes e até mesmo seus penteados.








https://digital.servemnet.com.br/ia-na-copa-do-mundo-veja-beneficios-e-riscos-do-uso-da-tecnologia/?fsp_sid=21961
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Cientistas decifram como animal consegue ficar até 5 anos sem comer

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Cientistas decifram como animal consegue ficar até 5 anos sem comer


Cientistas decifram como animal consegue ficar até 5 anos sem comer




Tem pessoas que se passarem alguns minutos do horário de comer já ficam cansadas, sem energia ou até estressadas. Imagine então ficar cinco anos sem se alimentar. Difícil, não é mesmo? Mas para o batinomídeo supergigante, um isópode de águas profundas, o hábito não fica apenas na imaginação. O animal é capaz de passar longos períodos sem uma refeição e mesmo assim sobreviver.

O curioso é que se trata de um bicho de corpo muito grande, o que normalmente exige uma quantidade enérgica maior de comida. Intrigados, pesquisadores chineses foram entender o que está por trás do “jejum bem intermitente” do animal, que vive em um ambiente com pouca disponibilidade de nutrientes.

O trabalho liderado pelo Instituto de Oceanologia da Academia Chinesa de Ciências (IOCAS) teve os resultados publicados na revista Cell na última sexta-feira (5/6).

Em busca de respostas, foram analisadas duas espécies de isópodes de água profundas distintas: o Bathynomus jamesi, que vive a cerca de 898 metros de profundidade, e o Bathynomus doederleini, localizado a cerca de 300 metros de profundidade.

Após realizar análises morfológicas, fisiológicas, comportamentais e metagenômicas, descobriu-se que os animais utilizam uma estratégia dupla para realizar o feito: eles têm um estômago dilatado com capacidade de guardar grandes quantidades de alimentos e uma taxa metabólica basal muito baixa – o termo corresponde a quantidade mínima de energia que o seu corpo necessita para realizar funções vitais em repouso.

Em outras palavras, quando tem a oportunidade, o batinomídeo supergigante se enche de comida, visto que seu estômago ocupa dois terços de seu corpo, e o organismo demora bastante tempo para digeri-la, fornecendo uma boa reserva e por bastante tempo. Segundo o exemplo dos pesquisadores, é como aumentar a “receita” e depois reduzir as “despesas”.

Para ficar por dentro de tudo sobre ciência e nutrição, veja todas as reportagens de Saúde.

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Artemis III: Nasa divulga tripulação que fará parte da próxima missão

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Artemis III: Nasa divulga tripulação que fará parte da próxima missão

Artemis III: Nasa divulga tripulação que fará parte da próxima missão

Os astronautas Andre Douglas, Francisco Rubio, Randy Bresnik, da Nasa, e Luca Parmitano, da Agência Espacial Europeia (ESA), formarão a tripulação da Artemis III, considerada uma das missões mais complexas já feitas pela agência com o objetivo de chegar à Lua.

Além deles, o astronauta Robert “Bob” Hines, também da Nasa fará parte da tripulação reserva. A agência anunciou os nomes nesta terça-feira (9/6), em coletiva de imprensa.

Em vez de pousar em solo lunar, como estava previsto anteriormente, a terceira fase do programa Artemis irá simular, em órbita terrestre, o encontro e o acoplamento da cápsula Órion (a espaçonave onde ficam os astronautas) com os módulos de pouso lunar Starship, da SpaceX, e Blue Moon, da Blue Origin.

Na etapa prevista para ocorrer em 2027, a Órion será lançada com o foguete de propulsão Space Launch System (SLS) até a órbita da Terra. Como os testes serão realizados acima da superfície terrestre, a etapa é considerada complicada.

Além de testar o encontro e o acoplamento, os astronautas da Artemis III irão avaliar na prática o desempenho dos sistemas de suporte à vida da espaçonave.

Caso dê tudo certo e o cronograma da Nasa não seja afetado por intercorrências, a expectativa é que o tão sonhado pouso em solo lunar ocorra na Artemis IV, etapa prevista para 2028.

Natural do estado da Virgínia, nos Estados Unidos, Andre Douglas iniciou suas atividades na Nasa em 2022. Engenheiro espacial da agência, ele será especialista de missão durante a Artemis III.

Douglas quase participou da Artemis II, quando foi selecionado para ser membro reserva e passou por treinamento ao lado da tripulação que deu a volta em torno da Lua.

Mais conhecido como Frank Rubio, o astronauta da Flórida começou a trabalhar na Nasa em 2017 e também será especialista de missão na Artemis III. Entre suas especialidades, Rubio é médico de família e cirurgião de voo certificado.

Além da missão atual, ele já esteve à bordo da espaçonave Soyuz MS-22, que chegou à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) em 2023.

Único tripulante que não faz parte da Nasa, Luca Parmitano é italiano e pertence à Agência Espacial Europeia (ESA). Ele é o primeiro europeu a ser selecionado para participar do programa Artemis e será o piloto da missão. Parmitano já esteve presente na ISS em duas ocasiões.

Comandante da missão, Randy Bresnik está na Nasa desde 2004. Nascido em Fort Knox, localizado em Kentucky, o astronauta já esteve à frente da Expedição 53, uma missão espacial da Nasa na ISS, e foi o engenheiro de voo na Expedição 52. Ao todo, ele acumula 3,6 mil horas de tempo de voo em espaçonaves.

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EUA fazem ataques de “autodefesa” após ofensiva do Irã com mísseis e drones

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O Centcom (Comando Central dos Estados Unidos) realizou ataques de "autodefesa" contra a ilha iraniana de Qeshm nesta terça-feira (2), segundo comunicado do Exército americano.


Os militares pontuaram que os ataques foram uma resposta a "tentativas de ataques do Irã em todo o Oriente Médio".


"O Irã lançou vários mísseis balísticos em direção a países vizinhos da região; no entanto, todos falharam ao atingir seus alvos pretendidos", destaca o texto.


disparados contra o Kuwait não atingiram seus alvos ou se fragmentaram durante a trajetória, e três mísseis lançados contra o Bahrein foram imediatamente interceptados pelas forças de defesa aérea dos EUA e do Bahrein", adicionou o comunicado.



militar iraniana na ilha de Qeshm, segundo o Centcom, e nenhum militar americano ficou ferido.


disparado ao menos 10 mísseis balísticos.


Os militares iranianos ressaltaram ainda que os ataques são uma “resposta inicial”, alertando para um contra-ataque muito mais forte que está por vir.





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https://digital.servemnet.com.br/eua-fazem-ataques-de-autodefesa-apos-ofensiva-do-ira-com-misseis-e-drones/?fsp_sid=20557
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MS contrata empresa sem licitação para gerir empréstimos de servidores

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A Salt Tecnologia vai gerenciar o sistema de empréstimos com desconto em folha de pagamento dos servidores

Governo de MS contrata empresa de tecnologia barrada por irregularidades no PR
Prédio em Minas Gerais onde está localizada a sede da Salt Tecnologia. (Foto: Google Maps)

O Governo de Mato Grosso do Sul, através da SAD (Secretaria de Estado de Administração) fechou uma contratação emergencial e sem necessidade de concorrência pública, de uma empresa para gerenciar o sistema (aplicativo e-Consig) de empréstimos com desconto em folha de pagamento dos servidores públicos estaduais. A escolhida foi a Salt Tecnologia Ltda., que assumirá o controle do sistema eletrônico responsável por calcular a margem disponível e registrar os descontos automáticos no salário do funcionalismo.

O governo de Mato Grosso do Sul contratou emergencialmente a Salt Tecnologia Ltda. para gerenciar o sistema de empréstimos com desconto em folha dos servidores públicos, sem licitação. A empresa, que não cobrará do Estado, tem histórico de problemas no Paraná, onde o TCE suspendeu contrato semelhante por suspeita de urgência artificial e falta de transparência, além de cobranças indevidas a sindicatos investigadas pelo Ministério Público do Trabalho.

A autorização para o negócio foi publicada no Diário Oficial do Estado. O modelo adotado prevê que a empresa forneça o programa de computador e faça a integração com o setor de recursos humanos sem cobrar valores diretamente dos cofres públicos estaduais, um formato que se assemelha a um empréstimo gratuito de tecnologia.

Apesar de o acordo não prever custos diretos para o governo sul-mato-grossense, a empresa escolhida carrega um histórico recente de questionamentos e problemas administrativos em outra região do país. No Paraná, a mesma empresa foi o centro de uma disputa jurídica e de investigações que apontaram possíveis falhas na condução de um contrato semelhante.

Naquele estado, o TCE (Tribunal de Contas) chegou a paralisar o contrato emergencial da empresa devido a indícios de falhas graves. Entre os problemas apontados pelos conselheiros paranaenses estavam a falta de transparência nas informações e a suspeita de que a situação de urgência para a contratação teria sido criada artificialmente, sem justificativa real para dispensar a concorrência entre outras interessadas.

Além das suspeitas levantadas pelos fiscalizadores de contas, a atuação da empresa gerou forte descontentamento entre os representantes de trabalhadores. Sindicatos locais acionaram o MPT/PR (Ministério Público do Trabalho) porque a prestadora de serviço passou a exigir o pagamento de uma taxa financeira individual para cada mensalidade sindical recolhida diretamente na folha de pagamento dos servidores.

Os representantes dos trabalhadores argumentaram que a cobrança inviabilizava a sustentabilidade das entidades e criava barreiras para a organização da categoria. No final de abril deste ano, reuniões de mediação foram convocadas por defensores dos direitos trabalhistas para tentar resolver o impasse, mas os representantes governamentais e da empresa não compareceram aos debates.

A contratação em Mato Grosso do Sul repete a justificativa de urgência e o argumento de custo zero para a administração estadual, nos mesmos moldes do modelo que foi alvo de revisão e ordens de nova licitação no estado vizinho. A reportagem enviou questionamentos ao Estado e aguarda retorno.



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Luciano Huck revela gafe com Carlo Ancelotti durante jantar em sua casa: “Achei que ele ia gostar”; assista

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