Prestes a fazer 34 anos, Lei Rouanet encara desafios no setor cultural

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A Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991) está prestes a completar 34 anos e, ao longo das décadas, se consolidou como o principal mecanismo de fomento à cultura no Brasil. Apesar disso, a aplicação do incentivo ainda enfrenta entraves, como a concentração dos investimentos nas grandes capitais e a influência das empresas na escolha dos projetos. Em novembro, o Ministério da Cultura (MinC) realizou uma consulta pública para aprimorar a legislação, mas especialistas defendem uma reforma mais profunda.


Prestes a fazer 34 anos, Lei Rouanet encara desafios no setor cultural - destaque galeria5 imagensFachada do Ministério da Cultura e Ministério do Meio Ambiente e Mudança do ClimaMinistra da Cultura, Margareth MenezesLula Lei RouanetNovas regras da Lei Rouanet automatiza inscrição e altera prazosFechar modal.MetrópolesDiscurso da ministra da Cultura, Margareth Menezes1 de 5

Discurso da ministra da Cultura, Margareth Menezes

Nina Quintana/MetrópolesFachada do Ministério da Cultura e Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima2 de 5

Fachada do Ministério da Cultura e Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

Marcelo Camargo/Agência BrasilMinistra da Cultura, Margareth Menezes3 de 5

Ministra da Cultura, Margareth Menezes

Hugo Barreto/ MetrópolesLula Lei Rouanet4 de 5

Lula Lei Rouanet

Ricardo Stuckert/PRNovas regras da Lei Rouanet automatiza inscrição e altera prazos5 de 5

Novas regras da Lei Rouanet automatiza inscrição e altera prazos

Lucas Pedrosa/Festival Internacional do Circo

Criada em 1991 por Sérgio Paulo Rouanet (1934-2022), então secretário nacional de cultura no governo Collor, a Lei de Incentivo à Cultura já destinou mais de R$ 32 bilhões a projetos culturais desde então. Para receber o benefício, os interessados devem enviar suas propostas, que são analisadas pelo MinC com base em critérios específicos. Após a aprovação, é necessário encontrar um patrocinador.



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Qualquer pessoa física com imposto de renda a declarar ou empresa tributada pelo lucro real pode financiar projetos culturais, sendo 6% do imposto devido para pessoas físicas e 4% para jurídicas. O primeiro semestre de 2025 registrou recorde de arrecadação, com R$ 765,9 milhões captados.



Concentração regional


Um dos desafios históricos da Lei Rouanet é a concentração de recursos no Sudeste, principalmente nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2022, os estados da região reuniam 57,8% dos projetos aprovados para captação, enquanto o Norte somava apenas 2%, segundo dados da Revista Piauí.


Esse desequilíbrio também está refletido dentro das próprias capitais. Pesquisa do Observatório Ibira 30 e da Universidade Federal do ABC revelou que, entre 2014 e 2023, o distrito de Pinheiros, área nobre da capital paulista, recebeu mais recursos via Lei Rouanet do que metade de todo o município, totalizando R$ 5,9 bilhões.


Para o jornalista Rodrigo Duarte, que fez parte de comissões de avaliação de projetos, o mecanismo falha em fomentar a cultura nas periferias.


“O dinheiro vai muito em São Paulo e Rio, mas dentro das próprias cidades, o dinheiro não chega na periferia, fica nos bairros nobres”, explica. “Dá para dizer que a maior parte do dinheiro do Brasil não fica apenas em duas capitais, fica em alguns bairros nobres concentrando todo o dinheiro na faixa de 80% na média histórica.”

Bairro Pinheiros em São Paulo. Frio - Metrópoles


Somente empresas tributadas com base no lucro real (em geral com receita bruta anual acima de R$ 78 milhões) podem incentivar projetos e receber benefícios fiscais. Para a doutora em políticas públicas Adriana Donato, isso impacta diretamente a concentração dos recursos em São Paulo e no Rio, onde estão as sedes das principais organizações do país.


“É preciso considerar que nem sempre a execução dos projetos ocorre nesses estados ou somente neles. Grande parte das empresas que patrocinam projetos via Lei Rouanet tem suas sedes localizadas neste eixo, por isso, ao consultar a base de dados, o Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic), verifica um volume expressivo na captação de recursos nesses estados”, menciona.

Duarte sugere uma medida para equilibrar a distribuição regional dos incentivos: “Precisava mudar na raiz da Lei, criando cotas regionais proporcionais entre os estados. O dinheiro tinha que ser dividido na proporção de território e população”.


Nos últimos anos, o MinC tem demonstrado esforços para reverter o quadro. A principal iniciativa está nos programas especiais, que destinam recursos a jovens agentes culturais, favelas, regiões Norte e Nordeste e, de forma emergencial, ao Rio Grande do Sul. Uma das vantagens desses programas é que o patrocínio já está garantido pelo Ministério da Cultura, dispensando os proponentes da necessidade de captar recursos.


Henilton Menezes, secretário de fomento e incentivo à cultura do Minc, avalia avanços nos resultados. “Pela primeira vez no Brasil, após 34 anos de existência desse mecanismo de financiamento, todos os estados e Distrito Federal têm projetos em execução. Hoje, o estado que menos tem projetos em execução é Alagoas, com seis projetos”.

Duarte, porém, considera que os investimentos ainda são insuficientes. “O montante desses recursos é ínfimo”, declara. “Quando você lança R$ 5 milhões (valor liberado pelo edital do Programa Rouanet nas Favelas) para favelas do Brasil, a gente tem que admitir que isso é migalha. Então, isso não dá cobertura à diversidade social, artística, regional, de gênero.”


Consulta pública


Não é a primeira vez que o MinC promove uma consulta pública para aperfeiçoar a execução da Lei Rouanet. Em 2024, cerca de 200 sugestões foram recebidas virtualmente e resultaram na redução do tempo médio de análise de 60 para 30 dias. Em 2025, as mudanças fortaleceram os recursos de acessibilidade dos projetos. “É imprescindível ouvir as demandas dos agentes culturais e da sociedade brasileira”, opina o secretário Menezes.


As alterações propostas pela participação popular não modificam o texto da lei, mas as instruções normativas que regulam a apresentação, seleção, monitoramento e execução dos projetos culturais. Os especialistas, no entanto, defendem mudanças no próprio texto legal.


“A consulta pública para rever a normativa é muito fraca, é incipiente”, opina Duarte. “O que cabe nesse caso da Rouanet é uma reforma completa da legislação. Ficar mexendo na norma regulamentadora não vai solucionar as questões da Rouanet.”

Ele também critica a redação atual da lei e defende que as empresas deixem de ter controle total sobre os projetos escolhidos. “Hoje quem define o que é cultura não são especialistas em cultura, não são artistas, técnicos, produtores, conselheiros, não são antropólogos, não são pessoas das expressões culturais das suas regiões, são marqueteiros”, opina.


Para Donato, as consultas públicas são importantes e mudanças no texto da lei poderiam trazer ganhos significativos. Um dos pontos levantados por ela é a inclusão de empresas com receita bruta inferior a R$ 78 milhões na possibilidade de renúncia fiscal.


“Uma alternativa para reduzir essa concentração seria uma alteração na lei, a possibilidade para empresas tributadas no lucro presumido poderem apoiar projetos culturais. Sem dúvida, representaria um grande avanço e uma chance de se sair do eixo Rio-São Paulo”, diz a especialista.

Prestação de contas


A prestação de contas dos projetos incentivados também é um desafio para a pasta. Em 2025, um levantamento do Observatório da Cultura do Brasil (OCB), com dados do Tribunal de Contas da União, indicou que, ao final de 2023, mais de 26 mil projetos estavam com pendências na prestação de contas.


“Isso significa que ninguém sabe efetivamente como o dinheiro foi gasto”, complementa Duarte. “Isso é apontado como uma situação grave pelos auditores e ocorre muito por questões estruturais. Ficou claro nessas auditorias que há deficiências de governança, ausência de critérios de regionalização, falta de instrumentos de controle, falta de transparência.”

Entre 2022 e 2023, o número de projetos com pendências aumentou 14,9%. Donato reforça a necessidade de uma legislação “mais democrática, menos burocrática e com maior transparência”.


Legado


Projeto Biriba, iniciativa incentivada pela Lei Rouanet em Paracatu (MG)

Apesar dos desafios, a Lei Rouanet representa um marco para as políticas culturais brasileiras e se consolidou como o principal instrumento de incentivo ao setor. Rose Bispo, líder do projeto Biriba, que une capoeira e sustentabilidade, afirma que, sem o mecanismo, a continuidade das atividades seria difícil.


“O projeto já acontecia em formato mais simples, mas foi possível potencializá-lo através da lei de incentivo”, conta. “O grande desafio de manter um projeto como este sem o recurso é a necessidade de voltar a atender um número muito reduzido de alunos, mesmo sabendo que pode atender mais pessoas.”

Em 2018, um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontou que a Lei Rouanet é, na verdade, lucrativa. A pesquisa mostra que, para cada R$ 1 de renúncia fiscal, são gerados em média R$ 1,59 na economia brasileira. Além disso, os incentivos movimentam 68 atividades diferentes, como transporte, turismo e alimentação.


“Ao longo dos 34 anos, a Lei apresentou impactos e desdobramentos positivos na produção cultural. Isso tem-se evidenciado por meio do número crescente de projetos enviados e aprovados com captação de recursos”, aponta Donato.

Segundo a Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, 4.552 projetos culturais estão em execução atualmente. “Em 2025 (até o dia 31/10/2025) foram recepcionadas 22.522 propostas, o que denota maior conhecimento pelos proponentes para elaboração de projetos”, relata o secretário.





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qual é a origem do Pennywise?

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Pennywise está mais uma vez nas telas, desta vez na série da HBO It: Bem-Vindos a Derry. A produção adapta o livro de Stephen King, que deu origem à história e expande a visão aterrorizante apresentada por Andy Muschietti nos dois filmes da franquia: It: A Coisa (2017) e It: Capítulo Dois (2019).


O vilão, visto pela primeira vez na literatura, conquistou uma legião de fãs pelo mundo e se tornou uma das figuras mais marcantes já criada por King.


Chamado de A Coisa pelos membros do Clube dos Perdedores — ou Clube dos Otários —, Pennywise é um alienígena que vive aterrorizando as pessoas nos locais mais sombrios de Derry, cidade fictícia localizada no Maine.


A criatura ressurge a cada 27 anos do sono de hibernação para se alimentar. Ele se alimenta do medo, principalmente das crianças. No livro, ele aparece duas vezes: primeiro em 1957 e depois 1984 — quando acaba destruído pelo Clube dos Otários, já adultos.


It: Bem-Vindos a Derry<br>
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It: Bem-Vindos a Derry

Reprodução/HBO
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It: Bem-Vindos a Derry

Reprodução/HBO
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It: Bem-Vindos a Derry

Reprodução/HBO

Afinal, qual é a origem de Pennywise?


Pennywise faz parte do vasto universo criado por Stephen King e tem sua origem profundamente enraizada no horror cósmico. A criatura é uma entidade extradimensional e alienígena conhecida como A Coisa, cuja existência antecede o tempo e o próprio universo.


A verdadeira natureza do Palhaço Dançarino remete ao Macroverso, um vácuo caótico e primordial onde seres cósmicos surgiram antes da criação de tudo o que conhecemos.



It chegou à Terra há bilhões de anos atrás, durante um evento parecido com a queda de um asteroide, aterrissando na região que, milhões de anos depois, se tornaria a cidade de Derry.


Segundo os filmes, os primeiros a encontrá-lo foram nativos americanos. Já no livro de Stephen King, a criatura chegou muito antes de qualquer forma de vida humana e permaneceu hibernando até despertar em 1715, iniciando seu ciclo de violência que se repete a cada 27 anos.


Embora Pennywise seja a forma mais icônica, escolhida por atrair e intimidar crianças, A Coisa pode assumir qualquer aparência. Em seus domínios subterrâneos sob Derry, por exemplo, ele manifesta uma forma semelhante a uma aranha gigante. Ainda assim, sua verdadeira aparência permanece desconhecida.


Bill Skarsgård interpreta Pennywise na série It: Bem-Vindos a Derry

Adaptação do livro


Pennywise foi levado às telas pela primeira vez em 1990, no telefilme It: Uma Obra-Prima do Medo. Na adaptação, o Palhaço Dançarino foi interpretado por Tim Curry, conhecido também por The Rocky Horror Picture Show.


A história voltou aos cinemas em 2017, sob a direção de Andy Muschietti, com o lançamento de It: A Coisa. O sucesso do longa rendeu uma continuação em 2019, It: Capítulo Dois, que acompanha o retorno dos membros do Clube dos Perdedores 27 anos após os acontecimentos do primeiro filme.


A adaptação mais recente ocorre na série It: Bem-Vindos a Derry. Os episódios são lançados semanalmente, todos os domingos, pela HBO. No sexto episódio, que estreia hoje (30/11), crianças e adultos irão lidar com as consequências do encontro com o palhaço nos esgotos.


Com visões cada vez mais perturbadoras, Dick descobrirá o papel da Black Spot nos planos de Charlotte. Enquanto isso, Will enfrentará a desaprovação dos pais por ter se colocado em uma situação perigosa. Quem interpreta Pennywise na série é Bill Skarsgård, que tambem deu vida à30 criatura nos dois últimos filmes de It.


Clube dos Perdedores em It: A Coisa (2017)
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Clube dos Perdedores em It: A Coisa (2017)

Reprodução/Brooke Palmer
Bill Skarsgård como Pennywise em It: A Coisa
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Bill Skarsgård como Pennywise em It: A Coisa

Reprodução/Brooke Palmer
Clube dos Perdedores já adultos, em It: Capítulo Dois (2019)
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Clube dos Perdedores já adultos, em It: Capítulo Dois (2019)

Reprodução/Brooke Palmer





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fala de Murilo Benício sobre Grazi Massafera agita a web

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Murilo Benício divertiu os fãs nessa sexta-feira (29/11) ao responder perguntas dos seguidores sobre os colegas de Três Graças. Em uma das respostas, ele chegou a comparar a parceira de cena Grazi Massafera com a ex-esposa, a atriz Giovanna Antonelli, o que chamou a atenção dos internautas.


Em clima descontraído, Murilo afirmou que Grazi seria uma “segunda Giovanna Antonelli” na vida dele, explicando que a atriz tem o mesmo humor espontâneo que marcou a convivência dele com Giovanna. Os dois ficaram juntos por três anos e tem um filho juntos, Pietro. Apesar da separação, eles continuaram bons amigos e seguem aparecendo juntos com frequência.


“A Grazi é uma doida. Acho que é uma segunda Giovanna na minha vida, posso dizer. Ela é muito parecida com a Giovanna, é muito engraçada. Então o dia é sempre leve”, afirmou Murilo ao falar sobre a parceria dos dois no folhetim das 21h.

“Segunda Giovanna”: fala de Murilo Benício sobre Grazi Massafera agita a web - destaque galeria

Ferette (Murilo Benício), Zenilda (Andréia Horta) e Arminda (Grazi Massafera) em Três Graças
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Ferette (Murilo Benício), Zenilda (Andréia Horta) e Arminda (Grazi Massafera) em Três Graças

Globo/ Estevam Avellar
Família Ferette em Três Graças
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Família Ferette em Três Graças

Reprodução/Globo
Arminda (Grazi Massafera) e Ferette (Murilo Benício) em cena de Três Graças
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Arminda (Grazi Massafera) e Ferette (Murilo Benício) em cena de Três Graças

Globo/ Estevam Avellar
Arminda (Grazi Massafera) e Gerluce (Sophie Charlotte) em Três Graças
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Arminda (Grazi Massafera) e Gerluce (Sophie Charlotte) em Três Graças

Arminda (Grazi Massafera), Raul (Paulo Mendes) e Josefa (Arlete Salles)
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Arminda (Grazi Massafera), Raul (Paulo Mendes) e Josefa (Arlete Salles)

Reprodução/Globo
Arminda (Grazi Massafera), Gerluce (Sophie Charlotte) e Ferette (Murilo Benício) em Três Graças
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Arminda (Grazi Massafera), Gerluce (Sophie Charlotte) e Ferette (Murilo Benício) em Três Graças

Globo/ Fábio Rocha

A frase chamou a atenção da web justamente por que, antes mesmo da novela começar a ser exibida, o público criou teorias sobre um possível envolvimento entre Grazi e Murilo. O ator ficou muito conhecido por ter se relacionado com várias colegas de elenco ao longo da carreira como Alessandra Negrini, Carolina Ferraz, a própria Giovanna Antonelli, além de Guilhermina Guinle, Débora Falabella e a autora Manuela Dias.



No mesmo vídeo respondendo as perguntas dos fãs, Murilo também comentou sobre o trabalho ao lado de outros atores na novela como Andréia Horta, a quem chamou de “maravilhosa”, Pedro Novaes, filho do “irmão dele”, Marcello Novaes, e Alanis Guillen: “A menina mais linda do mundo, uma graça. Sabe aquela pessoa que é positiva o tempo inteiro?”.


Veja o vídeo de Murilo










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Boicotada por bolsonaristas, peça de Carol Castro tem ingressos esgotados

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A Manhã Seguinte, peça estrelada por Carol Castro, teve sessões esgotadas mesmo após um movimento de boicote iniciado por bolsonaristas nas redes sociais. A polêmica começou no último sábado (22/11), quando a atriz celebrou publicamente a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.


As críticas começaram após uma foto publicada por Carol, na qual ela aparece com uma camiseta do Brasil estampada com frases como “#BrasilSoberano” e “100 anistia para golpista”. A postagem gerou ataques e levou apoiadores do ex-presidente a defenderem o boicote ao espetáculo.


Boicotada por bolsonaristas, peça de Carol Castro tem ingressos esgotados - destaque galeria4 imagensCarol Castro celebrou a prisão de Jair Bolsonaro com uma camiseta do Brasil com os dizeres Carol CastroA atriz Carol Castro.Fechar modal.MetrópolesCarol Castro1 de 4

Carol Castro

Reprodução/Instagram @castrocarolCarol Castro celebrou a prisão de Jair Bolsonaro com uma camiseta do Brasil com os dizeres 2 de 4

Carol Castro celebrou a prisão de Jair Bolsonaro com uma camiseta do Brasil com os dizeres "100 anistia para golpistas

Reprodução/Instagram @castrocarolCarol Castro3 de 4

Carol Castro

Reprodução/Instagram @castrocarolA atriz Carol Castro.4 de 4

A atriz Carol Castro.

Reprodução/Globo.
Apesar da pressão, a montagem não sofreu impacto negativo: A Manhã Seguinte teve ingressos esgotados para três apresentações realizadas em João Pessoa, nos dias 28, 29 e 30.


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Escrita pelo britânico Peter Quilter, A Manhã Seguinte faz estreia no Brasil com direção de Thereza Falcão e Bel Kutner. A comédia explora encontros improváveis e afetos desajeitados. Também estão no elenco Bruno Fagundes, Gustavo Mendes e Angela Rebello.


Veja a postagem de Carol















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Uma publicação compartilhada por Carol Castro (@castrocarol)









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Onda de Violência: a história do filme mais visto da Netflix

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O filme Onda de Violência chegou ao catálogo da Netflix sem alarde e, em poucas horas, se tornou o título mais visto do dia na plataforma no Brasil. Estrelado por Michael Jai White, o longa de ação acompanha a jornada de um assassino de aluguel que passa a ser perseguido pelo próprio chefe após tomar uma decisão inesperada.


Na trama, Pete (Michael Jai White) trabalha há anos como assassino profissional, mas decide frequentar reuniões dos Viciados em Trabalho Anônimos. A escolha, que deveria marcar uma mudança de vida, acaba interpretada como sinal de traição por Matteo Arcado (John Littlefield), líder da organização criminosa para a qual ele trabalha. A partir daí, Pete vira alvo de uma caçada impiedosa comandada por outros assassinos, todos interessados na recompensa oferecida por sua captura.


Onda de Violência: a história do filme mais visto da Netflix - destaque galeria4 imagensMichael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)Michael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)Michael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)Fechar modal.MetrópolesMichael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)1 de 4

Michael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)

DivulgaçãoMichael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)2 de 4

Michael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)

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Michael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)

DivulgaçãoMichael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)4 de 4

Michael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)

Divulgação

Famoso por protagonizar produções marcadas por combates corpo a corpo, Michael Jai White retorna às origens com um personagem que exige coreografias intensas, ação em ambientes fechados e forte apelo físico. Também estão no filme Aimee Stolte e Dawn Olivieri.



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Onda de Violência estreou na Netflix nessa sexta-feira (28/11) e amanheceu ocupando a primeira posição do Top 10 no Brasil neste sábado (29/11), superando outras produções que estavam em alta como os filmes de Natal Feliz Assalto e Borbulhas de Amor.


Veja o trailer






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